30 JAN 2024 · Voltamos! Depois de uma pausa meio forçada, voltamos. A Polifônicas é nosso lugar, é esse espaço de partilha, de reflexão, de caminhada juntas que amamos e queremos ver crescer. E nosso retorno aconteceu com uma prosa calorosa, marcada por desabafos, porque precisamos por para fora aquilo que nos aflige, e por muitos desejos e vontades aos quais chamamos de esperança. Em breve contaremos mais de tudo que estamos planejando, organizando e aprontando para a Polifônicas. Por ora, convidamos você a ouvir essa conversa entre duas amigas e a compartilhar nosso Podcast. Leve a Polifônicas para outras pessoas, para suas redes de relações todas. Juntas somos imensamente mais fortes. Nesse 8º Episódio, início da 2ª Temporada, fizemos o nosso “Adeus ano velho, Feliz ano novo”, uma conversa sobre nossas leituras no ano que se findou, concluídas ou não, e nossos desejos para tirar da estante em 2024. Sem cobranças, sem culpas porque assim precisa ser. Ele foi dividido em duas partes: “Uma prosa (des)compromissada” – resultado da gravação dos bastidores antes de iniciarmos a gravação do episódio e que foi tão gostosa que pensamos: “por que não compartilhar com quem nos ouve?”. Sugerimos que comece por ele. “Adeus ano velho, Feliz ano novo II: o que lemos, o que não lemos e o que desejamos ler”, em que conversamos sobre as leituras. À escuta! Ouça no seu tempo, no seu ritmo e não deixe de passar no Instagram da Polifônicas e comentar na postagem do episódio suas impressões, suas leituras... Instagram: @polifonicas_ E-mail: https://about Lista das obras citadas no episódio “À escuta”, Jean-Luc Nancy “O sal da língua”, Eugenio de Andrade “As vantagens de ser invisível”, Stephen Chbosky “O diário de Zlata”, Zlata Filipović “Guia do mochileiro das galáxias”, Douglas Adams “A hora e a vez de Augusto Matraga”, Guimarães Rosa “Tchick’, Wolfgang Herrndorf “E eu não sou uma mulher”, Sojourner Truth “A educação não violenta”, Elisama Santos (@elisamasantosc) A obra de Ailton Krenak “Nada Ortodoxa: uma história de renúncia à religião”, Deborah Feldman “O diário de Guantánamo, Mohamedou Ould Slahi – adaptação para o cinema: “O mauritano”. “A questão da Palestina”, Edward Said “Triângulo”, Danilo Arnaldo Briskievicz “Lavoura Arcaica”, Raduan Nassar “Nada ortodoxa” – série disponível na Netflix “Olhos d´água”, Conceição Evaristo “Antes do Baile Verde”, Lygia Fagundes Telles “Notas sobre o luto”, Chimamanda Ngozi Adichie “Sobre estar doente”, Virginia Woolf “A morte é um dia que vale a pena viver”, Ana Cláudia Quintana Arantes “Sociedade paliativa: a dor hoje”, Byung-Chul Han “Noite e dia desconhecidos”, Bae Su-Ah “Ânsia eterna”, Júlia Lopes de Almeida Contos de Lima Barreto “Pequeno manual antirracista”, Djamila Ribeiro “Salvar o fogo”, Itamar Vieira Jr. “Um defeito de cor”, Ana Maria Gonçalves “Da vida nas ruas ao teto dos livros”, Clarice Fortunato “O ócio criativo”, Domenico De Masi “A vida não é útil”, Ailton Krenak