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Taxa de câmbio, estiagem e encarecimento do custo da energia elétrica, além dos preços dos combustíveis. Estes são alguns dos fatores que ajudam a explicar a elevada inflação do Brasil ao final do ano de 2021. Na terça-feira (11/01), o IBGE divulgou o índice, que foi de 10,06%, quase o dobro da meta projetada pelo Banco Central.

O economista Fernando de Aquino, conselheiro do Conselho Federal de Economia (Cofecon), destacou, em entrevista concedida à Agência Radioweb, que a população de menor renda, por consequência desta inflação, é a que mais perde poder de compra. Ainda de acordo com o que afirma o especialista, a elevada inflação pode ser revertida durante 2022, porém é necessária uma combinação de variadas situações.
Taxa de câmbio, estiagem e encarecimento do custo da energia elétrica, além dos preços dos combustíveis. Estes são alguns dos fatores que ajudam a explicar a elevada inflação do Brasil ao final do ano de 2021. Na terça-feira (11/01), o IBGE divulgou o índice, que foi de 10,06%, quase o dobro da meta projetada pelo Banco Central. O economista Fernando de Aquino, conselheiro do Conselho Federal de Economia (Cofecon), destacou, em entrevista concedida à Agência Radioweb, que a população de menor renda, por consequência desta inflação, é a que mais perde poder de compra. Ainda de acordo com o que afirma o especialista, a elevada inflação pode ser revertida durante 2022, porém é necessária uma combinação de variadas situações. read more read less

2 years ago #aquino, #brasil, #cofecon, #combustíveis, #dólar, #economia, #energia, #fernando, #inflação