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Os problemas ambientais do século XXI estão atrelados às esferas social, política e econômica. Cerca de 3,6 bilhões de pessoas, em todo o planeta, vivem em contextos “altamente vulneráveis”, conforme o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). No Rio de Janeiro, a preocupação é com a Baía de Guanabara e seu entorno. Como promover justiça ambiental e democracia climática? Qual é o papel da ciência nesta disputa? Denise Freire, pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ, Luís Fernandes, secretário executivo do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e Jerson Lima, presidente da Faperj, comentam.

Reportagem: Gabrielle Oliveira, Davi Maia e Giulia Canatto

Edição: Thiago Kropf
Os problemas ambientais do século XXI estão atrelados às esferas social, política e econômica. Cerca de 3,6 bilhões de pessoas, em todo o planeta, vivem em contextos “altamente vulneráveis”, conforme o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). No Rio de Janeiro, a preocupação é com a Baía de Guanabara e seu entorno. Como promover justiça ambiental e democracia climática? Qual é o papel da ciência nesta disputa? Denise Freire, pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ, Luís Fernandes, secretário executivo do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e Jerson Lima, presidente da Faperj, comentam. Reportagem: Gabrielle Oliveira, Davi Maia e Giulia Canatto Edição: Thiago Kropf read more read less

11 months ago #baíadeguanabara, #ciência, #democraciaclimática, #economia, #educação, #equidade, #futuro, #futurosdabaiadeguanabara, #igualdade, #informaçãoeconhecimento, #meioambiente, #mudançasclimáticas, #pesquisa, #política, #radioufrj, #sociedade, #ufrj