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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>+ do que golfistas</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/do-que-golfistas--7307357</link><description><![CDATA[Há pessoas que jogam golfe. Uns porque é a sua profissão, outros porque é onde se sentem bem. "Mais do que Golfistas" é o podcast que explora os dois lados deste desporto. Aqui, Rui Morris, presidente da PGA Portugal e antigo golfista profissional, conversa com pessoas que têm uma relação genuína com o golfe: desde jogadores e treinadores do circuito profissional, a empresários, atletas de outras modalidades e figuras públicas para quem o golfe entrou na vida e ficou. O golfe é o ponto de partida. A conversa vai além do campo. Cada episódio traz perspetivas sobre competição, carreira, mentalidade e vida, com a honestidade de quem partilha mais do que o green. Uma iniciativa da Rumo. Ouve em todas as plataformas de podcast e no YouTube.]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/7307357/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Golf</category><copyright>Copyright Liliana FM</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg</url><title>+ do que golfistas</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/do-que-golfistas--7307357</link></image><lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 20:49:05 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Liliana FM</itunes:name><itunes:email>agencyrumo@gmail.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:subtitle>Há pessoas que jogam golfe. Uns porque é a sua profissão, outros porque é onde se sentem bem. "Mais do que Golfistas" é o podcast que explora os dois lados deste desporto. Aqui, Rui Morris, presidente da PGA Portugal e antigo golfista profissional,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há pessoas que jogam golfe. Uns porque é a sua profissão, outros porque é onde se sentem bem. "Mais do que Golfistas" é o podcast que explora os dois lados deste desporto. Aqui, Rui Morris, presidente da PGA Portugal e antigo golfista profissional, conversa com pessoas que têm uma relação genuína com o golfe: desde jogadores e treinadores do circuito profissional, a empresários, atletas de outras modalidades e figuras públicas para quem o golfe entrou na vida e ficou. O golfe é o ponto de partida. A conversa vai além do campo. Cada episódio traz perspetivas sobre competição, carreira, mentalidade e vida, com a honestidade de quem partilha mais do que o green. Uma iniciativa da Rumo. 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Rui foi jogador profissional, percebeu cedo que o golfe lhe tinha dado muito mais do que resultados desportivos, e passou os últimos anos a trabalhar dentro da modalidade: reativou um campo em Amarante, construiu uma carreira à volta do jogo e é hoje presidente da PGA Portugal. Neste episódio conta essa história, sem filtros e sem pressa. Neste episódio vai ouvir: - como o golfe entrou na vida do Rui e o que ficou quando a carreira profissional terminou - porque é que o Oporto Golf Club foi o sítio escolhido para arrancar este projeto - quem são os três tipos de convidados que vão passar por este podcast - o que o Rui quer que leves de cada episódio, mesmo que nunca tenhas tocado numa bola de golfe O golfe não precisa de ser o teu mundo para teres aqui algo que vale a pena ouvir. Só precisas de ter curiosidade por pessoas que vivem o que fazem a sério.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768520</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:53:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768520/ep_1_1.mp3" length="12837875" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há desportos que se praticam. O golfe, para muita gente, acaba por se viver. Neste primeiro episódio, não há convidado. O host deste podcast, Rui Morris apresenta-se e conta porque é que este podcast existe e o que podes esperar daqui para a frente....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há desportos que se praticam. O golfe, para muita gente, acaba por se viver. Neste primeiro episódio, não há convidado. O host deste podcast, Rui Morris apresenta-se e conta porque é que este podcast existe e o que podes esperar daqui para a frente. Uma conversa que começa no Oporto Golf Club, o lugar onde o golfe nasceu em Portugal, e que serve de ponto de partida para tudo o que vem a seguir. Rui foi jogador profissional, percebeu cedo que o golfe lhe tinha dado muito mais do que resultados desportivos, e passou os últimos anos a trabalhar dentro da modalidade: reativou um campo em Amarante, construiu uma carreira à volta do jogo e é hoje presidente da PGA Portugal. Neste episódio conta essa história, sem filtros e sem pressa. Neste episódio vai ouvir: - como o golfe entrou na vida do Rui e o que ficou quando a carreira profissional terminou - porque é que o Oporto Golf Club foi o sítio escolhido para arrancar este projeto - quem são os três tipos de convidados que vão passar por este podcast - o que o Rui quer que leves de cada episódio, mesmo que nunca tenhas tocado numa bola de golfe O golfe não precisa de ser o teu mundo para teres aqui algo que vale a pena ouvir. 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Neste episódio, Rui Morris recebe um dos melhores árbitros portugueses de sempre para uma conversa que passa pelo futebol, pelo golfe e por tudo o que os dois têm em comum: a pressão, o erro, o controlo emocional e a arte de estar nivelado quando tudo à volta está a puxar para os extremos. Artur fala sobre como usou o golfe como treino mental durante a carreira na arbitragem, o que é entrar em campo para uma meia-final da Liga dos Campeões, e como está a viver a transição para a vida depois do apito. Também desmistifica a ideia de que o golfe é um desporto para velhos, com a frontalidade de quem já ouviu muitos mitos e não tem paciência para eles.Uma conversa sobre desporto, mas também sobre liderança, gestão de conflito e o que o campo de golfe ensina que a sala de reuniões não consegue replicar. Com passagem pelos Jogos Olímpicos de Tóquio, pelo Santiago Bernabéu e pelos campos de golfe portugueses que o Artur quer ainda conhecer melhor. Artur Soares Dias é árbitro internacional de futebol, um dos mais reconhecidos da história do desporto português, com presença em Jogos Olímpicos, Europeus e na Liga dos Campeões. Fora de campo, é empresário e golfista assumido, ainda que com alguma relutância em jogar à chuva. Neste episódio vai ouvir: - como o golfe entrou na vida do Artur e porque ficou, mesmo achando que era "demasiado parado" - as semelhanças entre arbitrar um jogo de Champions e gerir a pressão numa volta de golfe - o que é o "all-in-one" na arbitragem e porque os Jogos Olímpicos de Tóquio foram o dele - porque é que a avaliação pública é irrelevante, no futebol e no golfe - o que responde quando lhe dizem que o golfe é um desporto para velhos Há desportos que se treinam. Outros que se usam para treinar tudo o resto. O golfe, para o Artur, foi sempre as duas coisas.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768463</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:55:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768463/ep1_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Gerir uma falta mal marcada num jogo da Champions e recuperar de uma tacada falhada no green têm mais em comum do que parece. Artur Soares Dias percebeu isso há mais de 20 anos, e desde então o golfe nunca saiu da sua vida. Neste episódio, Rui Morris...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Gerir uma falta mal marcada num jogo da Champions e recuperar de uma tacada falhada no green têm mais em comum do que parece. Artur Soares Dias percebeu isso há mais de 20 anos, e desde então o golfe nunca saiu da sua vida. Neste episódio, Rui Morris recebe um dos melhores árbitros portugueses de sempre para uma conversa que passa pelo futebol, pelo golfe e por tudo o que os dois têm em comum: a pressão, o erro, o controlo emocional e a arte de estar nivelado quando tudo à volta está a puxar para os extremos. Artur fala sobre como usou o golfe como treino mental durante a carreira na arbitragem, o que é entrar em campo para uma meia-final da Liga dos Campeões, e como está a viver a transição para a vida depois do apito. Também desmistifica a ideia de que o golfe é um desporto para velhos, com a frontalidade de quem já ouviu muitos mitos e não tem paciência para eles.Uma conversa sobre desporto, mas também sobre liderança, gestão de conflito e o que o campo de golfe ensina que a sala de reuniões não consegue replicar. Com passagem pelos Jogos Olímpicos de Tóquio, pelo Santiago Bernabéu e pelos campos de golfe portugueses que o Artur quer ainda conhecer melhor. Artur Soares Dias é árbitro internacional de futebol, um dos mais reconhecidos da história do desporto português, com presença em Jogos Olímpicos, Europeus e na Liga dos Campeões. Fora de campo, é empresário e golfista assumido, ainda que com alguma relutância em jogar à chuva. Neste episódio vai ouvir: - como o golfe entrou na vida do Artur e porque ficou, mesmo achando que era "demasiado parado" - as semelhanças entre arbitrar um jogo de Champions e gerir a pressão numa volta de golfe - o que é o "all-in-one" na arbitragem e porque os Jogos Olímpicos de Tóquio foram o dele - porque é que a avaliação pública é irrelevante, no futebol e no golfe - o que responde quando lhe dizem que o golfe é um desporto para velhos Há desportos que se treinam. Outros que se usam para treinar tudo o resto. 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Neste episódio, Rui Morris recebe um dos melhores árbitros portugueses de sempre para uma conversa que passa pelo futebol, pelo golfe e por tudo o que os dois têm em comum: a pressão, o erro, o controlo emocional e a arte de estar nivelado quando tudo à volta está a puxar para os extremos. Artur fala sobre como usou o golfe como treino mental durante a carreira na arbitragem, o que é entrar em campo para uma meia-final da Liga dos Campeões, e como está a viver a transição para a vida depois do apito. Também desmistifica a ideia de que o golfe é um desporto para velhos, com a frontalidade de quem já ouviu muitos mitos e não tem paciência para eles.Uma conversa sobre desporto, mas também sobre liderança, gestão de conflito e o que o campo de golfe ensina que a sala de reuniões não consegue replicar. Com passagem pelos Jogos Olímpicos de Tóquio, pelo Santiago Bernabéu e pelos campos de golfe portugueses que o Artur quer ainda conhecer melhor. Artur Soares Dias é árbitro internacional de futebol, um dos mais reconhecidos da história do desporto português, com presença em Jogos Olímpicos, Europeus e na Liga dos Campeões. Fora de campo, é empresário e golfista assumido, ainda que com alguma relutância em jogar à chuva. Neste episódio vai ouvir: - como o golfe entrou na vida do Artur e porque ficou, mesmo achando que era "demasiado parado" - as semelhanças entre arbitrar um jogo de Champions e gerir a pressão numa volta de golfe - o que é o "all-in-one" na arbitragem e porque os Jogos Olímpicos de Tóquio foram o dele - porque é que a avaliação pública é irrelevante, no futebol e no golfe - o que responde quando lhe dizem que o golfe é um desporto para velhos Há desportos que se treinam. Outros que se usam para treinar tudo o resto. 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Neste episódio, Rui Morris recebe um dos melhores árbitros portugueses de sempre para uma conversa que passa pelo futebol, pelo golfe e por tudo o que os dois têm em comum: a pressão, o erro, o controlo emocional e a arte de estar nivelado quando tudo à volta está a puxar para os extremos. Artur fala sobre como usou o golfe como treino mental durante a carreira na arbitragem, o que é entrar em campo para uma meia-final da Liga dos Campeões, e como está a viver a transição para a vida depois do apito. Também desmistifica a ideia de que o golfe é um desporto para velhos, com a frontalidade de quem já ouviu muitos mitos e não tem paciência para eles.Uma conversa sobre desporto, mas também sobre liderança, gestão de conflito e o que o campo de golfe ensina que a sala de reuniões não consegue replicar. Com passagem pelos Jogos Olímpicos de Tóquio, pelo Santiago Bernabéu e pelos campos de golfe portugueses que o Artur quer ainda conhecer melhor. Artur Soares Dias é árbitro internacional de futebol, um dos mais reconhecidos da história do desporto português, com presença em Jogos Olímpicos, Europeus e na Liga dos Campeões. Fora de campo, é empresário e golfista assumido, ainda que com alguma relutância em jogar à chuva. Neste episódio vai ouvir: - como o golfe entrou na vida do Artur e porque ficou, mesmo achando que era "demasiado parado" - as semelhanças entre arbitrar um jogo de Champions e gerir a pressão numa volta de golfe - o que é o "all-in-one" na arbitragem e porque os Jogos Olímpicos de Tóquio foram o dele - porque é que a avaliação pública é irrelevante, no futebol e no golfe - o que responde quando lhe dizem que o golfe é um desporto para velhos Há desportos que se treinam. Outros que se usam para treinar tudo o resto. 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Neste episódio, o Rui Morris conversa com Daniel Rodrigues sobre: a infância a ser tirado do campo à força pela mãe, o que os Estados Unidos lhe deram que Portugal ainda não consegue dar aos atletas jovens, e como se gere uma semana de escola de qualificação com um trolley elétrico e sem caddy enquanto toda a gente à volta está a desmoronar. Daniel Rodrigues é jogador profissional de golfe e membro do European Tour. Cresceu no Porto, passou pelo City Golf e pelo Clube de Golfe de Miramar, estudou e jogou na Texas A&amp;M University, e é hoje uma das referências do golfe português na primeira divisão europeia. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar - o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente - como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar - o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador Jogar bem resolve quase tudo. O difícil é acreditar nisso quando os resultados ainda não provaram nada.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768526</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:00:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768526/ep_dividido_2_1.mp3" length="34457859" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem chegue ao golfe profissional com tudo preparado. 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Cresceu no Porto, passou pelo City Golf e pelo Clube de Golfe de Miramar, estudou e jogou na Texas A&amp;M University, e é hoje uma das referências do golfe português na primeira divisão europeia. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar - o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente - como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar - o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador Jogar bem resolve quase tudo. 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Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar - o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente - como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar - o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador Jogar bem resolve quase tudo. O difícil é acreditar nisso quando os resultados ainda não provaram nada.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768464</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:03:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768464/ep_dividido_2.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem chegue ao golfe profissional com tudo preparado. 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Cresceu no Porto, passou pelo City Golf e pelo Clube de Golfe de Miramar, estudou e jogou na Texas A&amp;M University, e é hoje uma das referências do golfe português na primeira divisão europeia. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar - o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente - como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar - o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador Jogar bem resolve quase tudo. O difícil é acreditar nisso quando os resultados ainda não provaram nada.]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E3|Treinar bem é muito mais do que bater bolas com Nelson Ribeiro  parte 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e3-treinar-bem-e-muito-mais-do-que-bater-bolas-com-nelson-ribeiro-parte-2--74768527</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768527</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:11:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768527/ep3_dividido_parte_2.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E3|Treinar bem é muito mais do que bater bolas com Nelson Ribeiro - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e3-treinar-bem-e-muito-mais-do-que-bater-bolas-com-nelson-ribeiro-parte-1--74768524</link><description><![CDATA[Nelson Ribeiro foi convidado para estagiar num campo de golfe porque precisava de dinheiro para tirar a carta de condução. Ficou 14 anos. Saiu com 24 campeões. O que aconteceu no meio é o tema deste episódio. Nelson Ribeiro é hoje um dos treinadores mais reconhecidos do golfe português, selecionador nacional, Diretor Técnico Nacional e antigo selecionador do Brasil. Mas a conversa com Rui Morris vai muito além do curriculum: fala sobre o que significa realmente treinar, porque é que os melhores jogadores saem de grupos que ninguém apostaria neles, e o que é que o golfe tem que a sala de reuniões não consegue ensinar. Nelson Ribeiro treina há mais de 20 anos, tem licenciatura em Ciências do Desporto, mestrados em Psicologia do Desporto e Treino de Alto Rendimento, e está neste momento a concluir o doutoramento. Não por colecionar diplomas, como ele próprio diz, mas porque acredita que um treinador que não estuda está a brincar com os sonhos dos outros. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida de Nelson aos 12 anos, no OPorto Golf Club - o que construiu em Miramar com os jogadores que ninguém queria - o que é que o Brasil tem que Portugal devia aprender, e vice-versa - porque a pergunta "como estás tu?" pode ser mais útil do que qualquer tecnologia de análise de swing Há treinadores que sabem muito e há treinadores que conseguem chegar às pessoas. Nelson é dos que aprendeu a fazer os dois ao mesmo tempo.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768524</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:11:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768524/ep3_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Nelson Ribeiro foi convidado para estagiar num campo de golfe porque precisava de dinheiro para tirar a carta de condução. Ficou 14 anos. Saiu com 24 campeões. 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Não por colecionar diplomas, como ele próprio diz, mas porque acredita que um treinador que não estuda está a brincar com os sonhos dos outros. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida de Nelson aos 12 anos, no OPorto Golf Club - o que construiu em Miramar com os jogadores que ninguém queria - o que é que o Brasil tem que Portugal devia aprender, e vice-versa - porque a pergunta "como estás tu?" pode ser mais útil do que qualquer tecnologia de análise de swing Há treinadores que sabem muito e há treinadores que conseguem chegar às pessoas. 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Mas a conversa com Rui Morris vai muito além do curriculum: fala sobre o que significa realmente treinar, porque é que os melhores jogadores saem de grupos que ninguém apostaria neles, e o que é que o golfe tem que a sala de reuniões não consegue ensinar. Nelson Ribeiro treina há mais de 20 anos, tem licenciatura em Ciências do Desporto, mestrados em Psicologia do Desporto e Treino de Alto Rendimento, e está neste momento a concluir o doutoramento. Não por colecionar diplomas, como ele próprio diz, mas porque acredita que um treinador que não estuda está a brincar com os sonhos dos outros. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida de Nelson aos 12 anos, no OPorto Golf Club - o que construiu em Miramar com os jogadores que ninguém queria - o que é que o Brasil tem que Portugal devia aprender, e vice-versa - porque a pergunta "como estás tu?" pode ser mais útil do que qualquer tecnologia de análise de swing Há treinadores que sabem muito e há treinadores que conseguem chegar às pessoas. Nelson é dos que aprendeu a fazer os dois ao mesmo tempo.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768522</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:12:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768522/ep3_dividido_parte_3.mp3" length="19257101" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Nelson Ribeiro foi convidado para estagiar num campo de golfe porque precisava de dinheiro para tirar a carta de condução. Ficou 14 anos. Saiu com 24 campeões. 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Não por colecionar diplomas, como ele próprio diz, mas porque acredita que um treinador que não estuda está a brincar com os sonhos dos outros. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida de Nelson aos 12 anos, no OPorto Golf Club - o que construiu em Miramar com os jogadores que ninguém queria - o que é que o Brasil tem que Portugal devia aprender, e vice-versa - porque a pergunta "como estás tu?" pode ser mais útil do que qualquer tecnologia de análise de swing Há treinadores que sabem muito e há treinadores que conseguem chegar às pessoas. 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Neste episódio de Mais do que Golfistas, o Rui Morris conversa com Tomás Bessa, campeão nacional de profissionais em 2025, sobre o percurso que começou na Quinta da Laje, em Paredes, passou pelo andebol de alta competição e chegou ao Hotel Planner Tour e ao DP World Tour. Falam da pressão de ser conhecido como o jogador que batia mais longe, da lesão que o afastou dos torneios durante um ano e do trabalho psicológico que fez para voltar a jogar sem se destruir a cada mau resultado. É uma conversa sobre golfe português, mas também sobre perfeccionismo, família e o que significa recomeçar. Tomás Bessa é um dos nomes mais fortes do golfe profissional português da sua geração. Venceu no Alps Tour, já liderou torneios do Hotel Planner Tour e persegue agora o objetivo de chegar ao DP World Tour. Neste episódio vais ouvir: - como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe - a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos - o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico - como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo - porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768521</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:14:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768521/ep4_dividido_parte_3.mp3" length="20300327" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 16 anos, o Tomás Bessa teve de escolher entre a seleção nacional de golfe e a seleção nacional de andebol. 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É uma conversa sobre golfe português, mas também sobre perfeccionismo, família e o que significa recomeçar. Tomás Bessa é um dos nomes mais fortes do golfe profissional português da sua geração. Venceu no Alps Tour, já liderou torneios do Hotel Planner Tour e persegue agora o objetivo de chegar ao DP World Tour. Neste episódio vais ouvir: - como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe - a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos - o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico - como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo - porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></itunes:summary><itunes:duration>846</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E4| O preço mental de ser campeão com Tomás Bessa - parte 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e4-o-preco-mental-de-ser-campeao-com-tomas-bessa-parte-2--74768517</link><description><![CDATA[Aos 16 anos, o Tomás Bessa teve de escolher entre a seleção nacional de golfe e a seleção nacional de andebol. Escolheu o golfe. Uma década depois, uma fratura óssea na mão esquerda quase pôs fim à carreira e obrigou-o a repensar tudo: o jogo, o corpo e a forma como se tratava a si próprio. Neste episódio de Mais do que Golfistas, o Rui Morris conversa com Tomás Bessa, campeão nacional de profissionais em 2025, sobre o percurso que começou na Quinta da Laje, em Paredes, passou pelo andebol de alta competição e chegou ao Hotel Planner Tour e ao DP World Tour. Falam da pressão de ser conhecido como o jogador que batia mais longe, da lesão que o afastou dos torneios durante um ano e do trabalho psicológico que fez para voltar a jogar sem se destruir a cada mau resultado. É uma conversa sobre golfe português, mas também sobre perfeccionismo, família e o que significa recomeçar. Tomás Bessa é um dos nomes mais fortes do golfe profissional português da sua geração. Venceu no Alps Tour, já liderou torneios do Hotel Planner Tour e persegue agora o objetivo de chegar ao DP World Tour. Neste episódio vais ouvir: - como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe - a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos - o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico - como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo - porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768517</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:14:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768517/ep4_dividido_parte_2.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 16 anos, o Tomás Bessa teve de escolher entre a seleção nacional de golfe e a seleção nacional de andebol. 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É uma conversa sobre golfe português, mas também sobre perfeccionismo, família e o que significa recomeçar. Tomás Bessa é um dos nomes mais fortes do golfe profissional português da sua geração. Venceu no Alps Tour, já liderou torneios do Hotel Planner Tour e persegue agora o objetivo de chegar ao DP World Tour. Neste episódio vais ouvir: - como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe - a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos - o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico - como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo - porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E4| O preço mental de ser campeão com Tomás Bessa - parte 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e4-o-preco-mental-de-ser-campeao-com-tomas-bessa-parte-1--74768523</link><description><![CDATA[Aos 16 anos, o Tomás Bessa teve de escolher entre a seleção nacional de golfe e a seleção nacional de andebol. 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Neste episódio vais ouvir: - como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe - a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos - o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico - como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo - porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768523</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:15:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768523/ep4_dividido_parte_1.mp3" length="28946440" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 16 anos, o Tomás Bessa teve de escolher entre a seleção nacional de golfe e a seleção nacional de andebol. 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Neste episódio vais ouvir: - como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe - a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos - o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico - como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo - porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></itunes:summary><itunes:duration>1207</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E5 | Uma vida nova no golfe, depois de 17 anos no futebol com Marcelo Guedes - parte 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e5-uma-vida-nova-no-golfe-depois-de-17-anos-no-futebol-com-marcelo-guedes-parte-2--74768515</link><description><![CDATA[Marcelo Guedes passou dezassete anos a jogar futebol ao mais alto nível: Santos, Olympique de Lyon, Beşiktaş, PSV Eindhoven. Numa temporada em França, marcada pelos assobios da própria claque do Lyon em cada jogo em casa, foi também a temporada em que descobriu o golfe. E foi ali que encontrou algo que o futebol, com toda a pressão que trazia, nunca lhe tinha dado.<br />Neste episódio de Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Marcelo Guedes sobre a descoberta tardia do golfe, através de um almoço de clube com colegas da Premier League, e sobre como o jogo se tornou o seu refúgio nos momentos mais difíceis da carreira.<br />Marcelo Guedes fez uma carreira de dezassete anos no futebol profissional, com passagens pelo Brasil, pela Polónia, pela Holanda, pela Turquia, pela França e pela Austrália. Hoje é um dos casos mais interessantes de transição de um desporto de elite para o golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como um almoço num clube de golfe em Lyon, a convite de colegas da Premier League, mudou a vida do Marcelo<br />  • a diferença entre a pressão de segundos do futebol e as quatro horas de decisões do golfe<br />  • o episódio em que foi vaiado pela sua própria claque durante seis meses e como o golfe o ajudou a atravessar essa fase<br />  • a semifinal da Champions League disputada em Portugal, durante a pandemia<br />  • porque decidiu, já depois de pendurar as chuteiras, tentar a vida como golfista profissional<br />Talvez o mais interessante não seja trocar um desporto por outro. É perceber que a disciplina que nos formou num sítio pode dar-nos uma segunda vida, completamente diferente, noutro.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768515</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:17:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768515/ep5_dividido_parte_2.mp3" length="39678378" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Marcelo Guedes passou dezassete anos a jogar futebol ao mais alto nível: Santos, Olympique de Lyon, Beşiktaş, PSV Eindhoven. Numa temporada em França, marcada pelos assobios da própria claque do Lyon em cada jogo em casa, foi também a temporada em que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Marcelo Guedes passou dezassete anos a jogar futebol ao mais alto nível: Santos, Olympique de Lyon, Beşiktaş, PSV Eindhoven. 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Hoje é um dos casos mais interessantes de transição de um desporto de elite para o golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como um almoço num clube de golfe em Lyon, a convite de colegas da Premier League, mudou a vida do Marcelo<br />  • a diferença entre a pressão de segundos do futebol e as quatro horas de decisões do golfe<br />  • o episódio em que foi vaiado pela sua própria claque durante seis meses e como o golfe o ajudou a atravessar essa fase<br />  • a semifinal da Champions League disputada em Portugal, durante a pandemia<br />  • porque decidiu, já depois de pendurar as chuteiras, tentar a vida como golfista profissional<br />Talvez o mais interessante não seja trocar um desporto por outro. É perceber que a disciplina que nos formou num sítio pode dar-nos uma segunda vida, completamente diferente, noutro.]]></itunes:summary><itunes:duration>1654</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E5 | Uma vida nova no golfe, depois de 17 anos no futebol com Marcelo Guedes - parte 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e5-uma-vida-nova-no-golfe-depois-de-17-anos-no-futebol-com-marcelo-guedes-parte-1--74768518</link><description><![CDATA[Marcelo Guedes passou dezassete anos a jogar futebol ao mais alto nível: Santos, Olympique de Lyon, Beşiktaş, PSV Eindhoven. Numa temporada em França, marcada pelos assobios da própria claque do Lyon em cada jogo em casa, foi também a temporada em que descobriu o golfe. E foi ali que encontrou algo que o futebol, com toda a pressão que trazia, nunca lhe tinha dado.<br />Neste episódio de Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Marcelo Guedes sobre a descoberta tardia do golfe, através de um almoço de clube com colegas da Premier League, e sobre como o jogo se tornou o seu refúgio nos momentos mais difíceis da carreira.<br />Marcelo Guedes fez uma carreira de dezassete anos no futebol profissional, com passagens pelo Brasil, pela Polónia, pela Holanda, pela Turquia, pela França e pela Austrália. Hoje é um dos casos mais interessantes de transição de um desporto de elite para o golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como um almoço num clube de golfe em Lyon, a convite de colegas da Premier League, mudou a vida do Marcelo<br />  • a diferença entre a pressão de segundos do futebol e as quatro horas de decisões do golfe<br />  • o episódio em que foi vaiado pela sua própria claque durante seis meses e como o golfe o ajudou a atravessar essa fase<br />  • a semifinal da Champions League disputada em Portugal, durante a pandemia<br />  • porque decidiu, já depois de pendurar as chuteiras, tentar a vida como golfista profissional<br />Talvez o mais interessante não seja trocar um desporto por outro. É perceber que a disciplina que nos formou num sítio pode dar-nos uma segunda vida, completamente diferente, noutro.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768518</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:17:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768518/ep5_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Marcelo Guedes passou dezassete anos a jogar futebol ao mais alto nível: Santos, Olympique de Lyon, Beşiktaş, PSV Eindhoven. Numa temporada em França, marcada pelos assobios da própria claque do Lyon em cada jogo em casa, foi também a temporada em que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Marcelo Guedes passou dezassete anos a jogar futebol ao mais alto nível: Santos, Olympique de Lyon, Beşiktaş, PSV Eindhoven. Numa temporada em França, marcada pelos assobios da própria claque do Lyon em cada jogo em casa, foi também a temporada em que descobriu o golfe. E foi ali que encontrou algo que o futebol, com toda a pressão que trazia, nunca lhe tinha dado.<br />Neste episódio de Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Marcelo Guedes sobre a descoberta tardia do golfe, através de um almoço de clube com colegas da Premier League, e sobre como o jogo se tornou o seu refúgio nos momentos mais difíceis da carreira.<br />Marcelo Guedes fez uma carreira de dezassete anos no futebol profissional, com passagens pelo Brasil, pela Polónia, pela Holanda, pela Turquia, pela França e pela Austrália. Hoje é um dos casos mais interessantes de transição de um desporto de elite para o golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como um almoço num clube de golfe em Lyon, a convite de colegas da Premier League, mudou a vida do Marcelo<br />  • a diferença entre a pressão de segundos do futebol e as quatro horas de decisões do golfe<br />  • o episódio em que foi vaiado pela sua própria claque durante seis meses e como o golfe o ajudou a atravessar essa fase<br />  • a semifinal da Champions League disputada em Portugal, durante a pandemia<br />  • porque decidiu, já depois de pendurar as chuteiras, tentar a vida como golfista profissional<br />Talvez o mais interessante não seja trocar um desporto por outro. É perceber que a disciplina que nos formou num sítio pode dar-nos uma segunda vida, completamente diferente, noutro.]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E6| Parar o golfe para não desistir dele com Pedro Figueiredo - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e6-parar-o-golfe-para-nao-desistir-dele-com-pedro-figueiredo-parte-1--74768519</link><description><![CDATA[Havia dias de treino em que a bola não ia para onde ele queria. Nem perto. Ao fim de três anos assim, Pedro Figueiredo percebeu que não aguentava mais a frustração e fez o que quase nenhum profissional faz: parou. Viajou três meses pela América do Sul, mochila às costas, sozinho, sem tocar num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Pedro Figueiredo sobre o caminho que o levou de um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru até quase uma década entre o DP World Tour e o Hotel Planner Tour. Falam da carreira amadora, da passagem por UCLA, dos primeiros anos como profissional que correram mal, da decisão de descer à terceira divisão europeia para recomeçar, e das três vezes que passou a escola de qualificação. Pelo meio, o momento que o golfe português está a viver, com vários portugueses a discutir torneios semana após semana.<br />Pedro Figueiredo é um dos nomes mais constantes do golfe profissional português. Venceu no Hotel Planner Tour em 2018, representou Portugal desde as camadas jovens e continua a competir ao mais alto nível europeu.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru acabou no golfe universitário em Los Angeles<br />• o que muda quando se passa de amador acompanhado a profissional sozinho<br />• porque é que três meses longe do golfe fizeram mais pelo jogo dele do que três anos de treino<br />• porque é que ele sai mais orgulhoso de uma volta em 80 do que de uma volta em 64<br />• o que está a mudar no golfe português e porque é que isto pode ser só o início<br />Às vezes a única forma de voltar a jogar bem é não pegar num taco durante três meses.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768519</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:18:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768519/ep6_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Havia dias de treino em que a bola não ia para onde ele queria. 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Pelo meio, o momento que o golfe português está a viver, com vários portugueses a discutir torneios semana após semana.<br />Pedro Figueiredo é um dos nomes mais constantes do golfe profissional português. Venceu no Hotel Planner Tour em 2018, representou Portugal desde as camadas jovens e continua a competir ao mais alto nível europeu.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru acabou no golfe universitário em Los Angeles<br />• o que muda quando se passa de amador acompanhado a profissional sozinho<br />• porque é que três meses longe do golfe fizeram mais pelo jogo dele do que três anos de treino<br />• porque é que ele sai mais orgulhoso de uma volta em 80 do que de uma volta em 64<br />• o que está a mudar no golfe português e porque é que isto pode ser só o início<br />Às vezes a única forma de voltar a jogar bem é não pegar num taco durante três meses.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E6| Parar o golfe para não desistir dele com Pedro Figueiredo - PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e6-parar-o-golfe-para-nao-desistir-dele-com-pedro-figueiredo-parte-2--74768516</link><description><![CDATA[Havia dias de treino em que a bola não ia para onde ele queria. Nem perto. Ao fim de três anos assim, Pedro Figueiredo percebeu que não aguentava mais a frustração e fez o que quase nenhum profissional faz: parou. Viajou três meses pela América do Sul, mochila às costas, sozinho, sem tocar num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Pedro Figueiredo sobre o caminho que o levou de um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru até quase uma década entre o DP World Tour e o Hotel Planner Tour. Falam da carreira amadora, da passagem por UCLA, dos primeiros anos como profissional que correram mal, da decisão de descer à terceira divisão europeia para recomeçar, e das três vezes que passou a escola de qualificação. Pelo meio, o momento que o golfe português está a viver, com vários portugueses a discutir torneios semana após semana.<br />Pedro Figueiredo é um dos nomes mais constantes do golfe profissional português. Venceu no Hotel Planner Tour em 2018, representou Portugal desde as camadas jovens e continua a competir ao mais alto nível europeu.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru acabou no golfe universitário em Los Angeles<br />• o que muda quando se passa de amador acompanhado a profissional sozinho<br />• porque é que três meses longe do golfe fizeram mais pelo jogo dele do que três anos de treino<br />• porque é que ele sai mais orgulhoso de uma volta em 80 do que de uma volta em 64<br />• o que está a mudar no golfe português e porque é que isto pode ser só o início<br />Às vezes a única forma de voltar a jogar bem é não pegar num taco durante três meses.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768516</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:19:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768516/ep6_dividido_parte_2.mp3" length="42479540" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Havia dias de treino em que a bola não ia para onde ele queria. 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Pelo meio, o momento que o golfe português está a viver, com vários portugueses a discutir torneios semana após semana.<br />Pedro Figueiredo é um dos nomes mais constantes do golfe profissional português. Venceu no Hotel Planner Tour em 2018, representou Portugal desde as camadas jovens e continua a competir ao mais alto nível europeu.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru acabou no golfe universitário em Los Angeles<br />• o que muda quando se passa de amador acompanhado a profissional sozinho<br />• porque é que três meses longe do golfe fizeram mais pelo jogo dele do que três anos de treino<br />• porque é que ele sai mais orgulhoso de uma volta em 80 do que de uma volta em 64<br />• o que está a mudar no golfe português e porque é que isto pode ser só o início<br />Às vezes a única forma de voltar a jogar bem é não pegar num taco durante três meses.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1771</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E8| A radialista que se apaixonou pelo golfe com Carolina Torres -  PARTE 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e8-a-radialista-que-se-apaixonou-pelo-golfe-com-carolina-torres-parte-3--74768885</link><description><![CDATA[Calças caqui vincadas, polos, pessoas com dezassete nomes era isto que a Carolina Torres achava que o golfe era antes de pegar num taco pela primeira vez. Aceitou o desafio de apresentar um programa sobre golfe meio a contragosto, achando aquilo tudo um bocado ridículo. Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. É aprender a jogar com toda a gente a olhar e continuar na mesma.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768885</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:26:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768885/ep_8_dividido_parte_3.mp3" length="31052954" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Calças caqui vincadas, polos, pessoas com dezassete nomes era isto que a Carolina Torres achava que o golfe era antes de pegar num taco pela primeira vez. Aceitou o desafio de apresentar um programa sobre golfe meio a contragosto, achando aquilo tudo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Calças caqui vincadas, polos, pessoas com dezassete nomes era isto que a Carolina Torres achava que o golfe era antes de pegar num taco pela primeira vez. Aceitou o desafio de apresentar um programa sobre golfe meio a contragosto, achando aquilo tudo um bocado ridículo. Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. 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Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. 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Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. 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Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. 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Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. 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Ao contrário do habotial, sem ninguém da família a jogar.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Ricardo Lopes sobre o caminho que o levou de caddy master, a diretor do Old Course de Vilamoura, um dos campos mais emblemáticos do país. Falam da decisão de deixar de perseguir uma carreira de jogador quando percebeu que não tinha o jogo para chegar ao topo, dos 12 anos dedicados à PGA Portugal, da estratégia que juntou a associação e a Federação Portuguesa de Golfe, e da tensão entre o golfe de luxo e o golfe para todos.<br />Ricardo Lopes é presidente da Assembleia Geral da PGA Portugal e diretor do Old Course de Vilamoura. Começou a trabalhar nos campos em 2003 e fez todas as etapas da operação até chegar à direção. É treinador de golfe e uma das pessoas que mais puxa pelo golfe profissional em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como um miúdo do Algarve entrou no golfe a apanhar e a vender bolas perdidas<br />- porque é que decidir não ser jogador profissional foi o início do resto da carreira<br />- o que mudou na PGA Portugal em 16 anos<br />- como conciliar um destino de golfe de luxo com a democratização da modalidade<br />- porque é que formar boas pessoas conta tanto como formar bons jogadores<br />Nem toda a gente que começa a apanhar bolas vai jogar no circuito. Alguns ficam a tomar conta do campo onde cresceram.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768883</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:26:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768883/ep_7_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 12 anos, o negócio do Ricardo Lopes era apanhar bolas de golfe que os clientes deixavam perdidas no campo e vendê-las, ainda em escudos. Vivia no buraco 16 do Pinhal, em Vilamoura, e passava os fins de tarde a fugir à segurança com o cão e um saco...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Aos 12 anos, o negócio do Ricardo Lopes era apanhar bolas de golfe que os clientes deixavam perdidas no campo e vendê-las, ainda em escudos. Vivia no buraco 16 do Pinhal, em Vilamoura, e passava os fins de tarde a fugir à segurança com o cão e um saco cheio de bolas. Foi assim que entrou no golfe. Ao contrário do habotial, sem ninguém da família a jogar.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Ricardo Lopes sobre o caminho que o levou de caddy master, a diretor do Old Course de Vilamoura, um dos campos mais emblemáticos do país. Falam da decisão de deixar de perseguir uma carreira de jogador quando percebeu que não tinha o jogo para chegar ao topo, dos 12 anos dedicados à PGA Portugal, da estratégia que juntou a associação e a Federação Portuguesa de Golfe, e da tensão entre o golfe de luxo e o golfe para todos.<br />Ricardo Lopes é presidente da Assembleia Geral da PGA Portugal e diretor do Old Course de Vilamoura. Começou a trabalhar nos campos em 2003 e fez todas as etapas da operação até chegar à direção. É treinador de golfe e uma das pessoas que mais puxa pelo golfe profissional em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como um miúdo do Algarve entrou no golfe a apanhar e a vender bolas perdidas<br />- porque é que decidir não ser jogador profissional foi o início do resto da carreira<br />- o que mudou na PGA Portugal em 16 anos<br />- como conciliar um destino de golfe de luxo com a democratização da modalidade<br />- porque é que formar boas pessoas conta tanto como formar bons jogadores<br />Nem toda a gente que começa a apanhar bolas vai jogar no circuito. Alguns ficam a tomar conta do campo onde cresceram.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E7| De caddy master a diretor do Old Course Vilamoura com Ricardo Lopes -  PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e7-de-caddy-master-a-diretor-do-old-course-vilamoura-com-ricardo-lopes-parte-2--74768882</link><description><![CDATA[Aos 12 anos, o negócio do Ricardo Lopes era apanhar bolas de golfe que os clientes deixavam perdidas no campo e vendê-las, ainda em escudos. Vivia no buraco 16 do Pinhal, em Vilamoura, e passava os fins de tarde a fugir à segurança com o cão e um saco cheio de bolas. Foi assim que entrou no golfe. Ao contrário do habotial, sem ninguém da família a jogar.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Ricardo Lopes sobre o caminho que o levou de caddy master, a diretor do Old Course de Vilamoura, um dos campos mais emblemáticos do país. Falam da decisão de deixar de perseguir uma carreira de jogador quando percebeu que não tinha o jogo para chegar ao topo, dos 12 anos dedicados à PGA Portugal, da estratégia que juntou a associação e a Federação Portuguesa de Golfe, e da tensão entre o golfe de luxo e o golfe para todos.<br />Ricardo Lopes é presidente da Assembleia Geral da PGA Portugal e diretor do Old Course de Vilamoura. Começou a trabalhar nos campos em 2003 e fez todas as etapas da operação até chegar à direção. É treinador de golfe e uma das pessoas que mais puxa pelo golfe profissional em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como um miúdo do Algarve entrou no golfe a apanhar e a vender bolas perdidas<br />- porque é que decidir não ser jogador profissional foi o início do resto da carreira<br />- o que mudou na PGA Portugal em 16 anos<br />- como conciliar um destino de golfe de luxo com a democratização da modalidade<br />- porque é que formar boas pessoas conta tanto como formar bons jogadores<br />Nem toda a gente que começa a apanhar bolas vai jogar no circuito. 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Ao contrário do habotial, sem ninguém da família a jogar.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Ricardo Lopes sobre o caminho que o levou de caddy master, a diretor do Old Course de Vilamoura, um dos campos mais emblemáticos do país. Falam da decisão de deixar de perseguir uma carreira de jogador quando percebeu que não tinha o jogo para chegar ao topo, dos 12 anos dedicados à PGA Portugal, da estratégia que juntou a associação e a Federação Portuguesa de Golfe, e da tensão entre o golfe de luxo e o golfe para todos.<br />Ricardo Lopes é presidente da Assembleia Geral da PGA Portugal e diretor do Old Course de Vilamoura. Começou a trabalhar nos campos em 2003 e fez todas as etapas da operação até chegar à direção. É treinador de golfe e uma das pessoas que mais puxa pelo golfe profissional em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como um miúdo do Algarve entrou no golfe a apanhar e a vender bolas perdidas<br />- porque é que decidir não ser jogador profissional foi o início do resto da carreira<br />- o que mudou na PGA Portugal em 16 anos<br />- como conciliar um destino de golfe de luxo com a democratização da modalidade<br />- porque é que formar boas pessoas conta tanto como formar bons jogadores<br />Nem toda a gente que começa a apanhar bolas vai jogar no circuito. 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É mais parecida com passar de um hotel de cinco estrelas para um de três, de um dia para o outro, e voltar a subir sozinho.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Ricardo Santos, uma das maiores referências do golfe português. Falam da vitória histórica no Madeira Islands Open em 2012, a primeira de um português em casa no European Tour, da solidão da vida em circuito e da resiliência para subir, descer e voltar a subir de divisão, numa carreira com mais de 15 anos.<br />Ricardo Santos é um dos nomes maiores da história do golfe português, com mais de 15 anos nos principais circuitos europeus. Hoje ajuda a Federação Portuguesa de Golfe a preparar as seleções nacionais, e transmite às gerações mais novas o que aprendeu em mais de uma década e meia ao mais alto nível.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como o golfe entrou na vida de Ricardo aos nove anos, pela mão de um tio treinador<br />  • o que significa perder o lugar na primeira divisão e ter de reconquistar tudo outra vez<br />  • os conselhos que dá à nova geração de profissionais portugueses que está agora a despontar<br />Ninguém vê, ao domingo na televisão, a solidão de quem vive uma vida inteira dentro do golfe, só se vê a vitória.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768878</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:27:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768878/ep_9_dividido_parte_1.mp3" length="66696931" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Achas que a vida de golfista profissional é como a do Rory McIlroy aos domingos, sempre acompanhado pela família, sempre sorridente? Ricardo Santos diz que não. É mais parecida com passar de um hotel de cinco estrelas para um de três, de um dia para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Achas que a vida de golfista profissional é como a do Rory McIlroy aos domingos, sempre acompanhado pela família, sempre sorridente? Ricardo Santos diz que não. É mais parecida com passar de um hotel de cinco estrelas para um de três, de um dia para o outro, e voltar a subir sozinho.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Ricardo Santos, uma das maiores referências do golfe português. Falam da vitória histórica no Madeira Islands Open em 2012, a primeira de um português em casa no European Tour, da solidão da vida em circuito e da resiliência para subir, descer e voltar a subir de divisão, numa carreira com mais de 15 anos.<br />Ricardo Santos é um dos nomes maiores da história do golfe português, com mais de 15 anos nos principais circuitos europeus. 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Hoje ajuda a Federação Portuguesa de Golfe a preparar as seleções nacionais, e transmite às gerações mais novas o que aprendeu em mais de uma década e meia ao mais alto nível.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como o golfe entrou na vida de Ricardo aos nove anos, pela mão de um tio treinador<br />  • o que significa perder o lugar na primeira divisão e ter de reconquistar tudo outra vez<br />  • os conselhos que dá à nova geração de profissionais portugueses que está agora a despontar<br />Ninguém vê, ao domingo na televisão, a solidão de quem vive uma vida inteira dentro do golfe, só se vê a vitória.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768877</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:28:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768877/ep_9_dividido_parte_2.mp3" length="37897245" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Achas que a vida de golfista profissional é como a do Rory McIlroy aos domingos, sempre acompanhado pela família, sempre sorridente? 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Hoje ajuda a Federação Portuguesa de Golfe a preparar as seleções nacionais, e transmite às gerações mais novas o que aprendeu em mais de uma década e meia ao mais alto nível.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como o golfe entrou na vida de Ricardo aos nove anos, pela mão de um tio treinador<br />  • o que significa perder o lugar na primeira divisão e ter de reconquistar tudo outra vez<br />  • os conselhos que dá à nova geração de profissionais portugueses que está agora a despontar<br />Ninguém vê, ao domingo na televisão, a solidão de quem vive uma vida inteira dentro do golfe, só se vê a vitória.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1580</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E10| Aos 15 anos, Campeã Nacional absoluta com Inês Belchior -  PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e10-aos-15-anos-campea-nacional-absoluta-com-ines-belchior-parte-1--74768887</link><description><![CDATA[Há decisões de driver e decisões de layup. As primeiras são a fundo, sem medo do resultado. As segundas são mais pensadas, mais seguras. Inês Belchior aprendeu a distinguir as duas desde cedo, e foi essa lógica que a levou, aos 18 anos, a trocar os campos portugueses por uma bolsa de golfe nos Estados Unidos.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Inês Belchior, uma das jogadoras mais promissoras do golfe feminino português. Falam da infância de Inês nos campos da Aroeira, do título de campeã nacional absoluta conquistado aos 15 anos, da Seleção Nacional e da decisão de deixar Portugal para jogar golfe universitário na Mississippi State University.<br />Inês Belchior é atleta de golfe, internacional pela seleção portuguesa e joga pela Mississippi State University, na NCAA. Soma já vários títulos nacionais e faz parte da nova geração do golfe feminino português, que está a começar a abrir caminho lá fora.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como o golfe se tornou uma tradição de família, desde os seis anos<br />- o que mudou quando se sagrou campeã nacional absoluta com 15 anos, a competir contra adultas<br />- como foi deixar Portugal e a família para jogar golfe universitário nos Estados Unidos<br />- o que falta estruturar em Portugal para o golfe feminino crescer, dos horários escolares aos campos municipais<br />A pressão não desaparece. O corpo é que se vai habituando a jogar mesmo sob pressão.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768887</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:29:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768887/ep_10_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há decisões de driver e decisões de layup. As primeiras são a fundo, sem medo do resultado. As segundas são mais pensadas, mais seguras. Inês Belchior aprendeu a distinguir as duas desde cedo, e foi essa lógica que a levou, aos 18 anos, a trocar os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há decisões de driver e decisões de layup. As primeiras são a fundo, sem medo do resultado. As segundas são mais pensadas, mais seguras. Inês Belchior aprendeu a distinguir as duas desde cedo, e foi essa lógica que a levou, aos 18 anos, a trocar os campos portugueses por uma bolsa de golfe nos Estados Unidos.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Inês Belchior, uma das jogadoras mais promissoras do golfe feminino português. Falam da infância de Inês nos campos da Aroeira, do título de campeã nacional absoluta conquistado aos 15 anos, da Seleção Nacional e da decisão de deixar Portugal para jogar golfe universitário na Mississippi State University.<br />Inês Belchior é atleta de golfe, internacional pela seleção portuguesa e joga pela Mississippi State University, na NCAA. Soma já vários títulos nacionais e faz parte da nova geração do golfe feminino português, que está a começar a abrir caminho lá fora.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como o golfe se tornou uma tradição de família, desde os seis anos<br />- o que mudou quando se sagrou campeã nacional absoluta com 15 anos, a competir contra adultas<br />- como foi deixar Portugal e a família para jogar golfe universitário nos Estados Unidos<br />- o que falta estruturar em Portugal para o golfe feminino crescer, dos horários escolares aos campos municipais<br />A pressão não desaparece. O corpo é que se vai habituando a jogar mesmo sob pressão.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E11| De Selecionador a Presidente da Federação Portuguesa de Golfe - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e11-de-selecionador-a-presidente-da-federacao-portuguesa-de-golfe-parte-1--74768879</link><description><![CDATA[Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? Era assim como Selecionador, continua a ser assim como Presidente.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74768879</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:30:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74768879/ep_11_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? Era assim como Selecionador, continua a ser assim como Presidente.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E11| De Selecionador a Presidente da Federação Portuguesa de Golfe -  PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e11-de-selecionador-a-presidente-da-federacao-portuguesa-de-golfe-parte-2--74768886</link><description><![CDATA[Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? 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Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? Era assim como Selecionador, continua a ser assim como Presidente.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E12| Primeiro engenheiro, depois profissional de golfe com Vasco Alves -  PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e12-primeiro-engenheiro-depois-profissional-de-golfe-com-vasco-alves-parte-2--74769014</link><description><![CDATA[Aos 18 anos, quem é bom amador de golfe costuma escolher entre a faculdade e o circuito profissional. Vasco Alves escolheu os dois, mas pela ordem contrária à habitual: tirou primeiro o curso de engenharia mecânica, e só depois decidiu ser profissional de golfe.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe Vasco Alves, antigo número um nacional amador e hoje profissional no Alps Tour. Falam da decisão pouco comum de acabar primeiro a faculdade, da transição para o profissionalismo, e do momento em que se tornou o único português a competir nesse circuito.<br />Vasco Alves é profissional de golfe há cerca de dois anos, licenciado e mestre em engenharia mecânica, e joga atualmente no Alps Tour, a terceira divisão europeia. Foi número um nacional amador, representou a seleção portuguesa em mais de 40 torneios internacionais, e venceu o seu primeiro torneio como profissional em Ponte de Lima.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como escolheu tirar o curso de engenharia mecânica antes de arriscar a carreira profissional<br />  • o que sentiu ao tornar-se o único jogador português no Alps Tour<br />  • como gere a pressão de jogar bem quase todos os dias sem ver ainda o resultado que espera<br />Há sempre um shot que nos faz voltar, mesmo depois de um dia mau. É talvez a explicação mais simples de porque é que ninguém larga este jogo.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769014</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:34:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769014/ep_12_dividido_parte_2.mp3" length="32748196" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 18 anos, quem é bom amador de golfe costuma escolher entre a faculdade e o circuito profissional. Vasco Alves escolheu os dois, mas pela ordem contrária à habitual: tirou primeiro o curso de engenharia mecânica, e só depois decidiu ser...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Aos 18 anos, quem é bom amador de golfe costuma escolher entre a faculdade e o circuito profissional. Vasco Alves escolheu os dois, mas pela ordem contrária à habitual: tirou primeiro o curso de engenharia mecânica, e só depois decidiu ser profissional de golfe.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe Vasco Alves, antigo número um nacional amador e hoje profissional no Alps Tour. Falam da decisão pouco comum de acabar primeiro a faculdade, da transição para o profissionalismo, e do momento em que se tornou o único português a competir nesse circuito.<br />Vasco Alves é profissional de golfe há cerca de dois anos, licenciado e mestre em engenharia mecânica, e joga atualmente no Alps Tour, a terceira divisão europeia. Foi número um nacional amador, representou a seleção portuguesa em mais de 40 torneios internacionais, e venceu o seu primeiro torneio como profissional em Ponte de Lima.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como escolheu tirar o curso de engenharia mecânica antes de arriscar a carreira profissional<br />  • o que sentiu ao tornar-se o único jogador português no Alps Tour<br />  • como gere a pressão de jogar bem quase todos os dias sem ver ainda o resultado que espera<br />Há sempre um shot que nos faz voltar, mesmo depois de um dia mau. É talvez a explicação mais simples de porque é que ninguém larga este jogo.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1365</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E12| Primeiro engenheiro, depois profissional de golfe com Vasco Alves - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e12-primeiro-engenheiro-depois-profissional-de-golfe-com-vasco-alves-parte-1--74769015</link><description><![CDATA[Aos 18 anos, quem é bom amador de golfe costuma escolher entre a faculdade e o circuito profissional. Vasco Alves escolheu os dois, mas pela ordem contrária à habitual: tirou primeiro o curso de engenharia mecânica, e só depois decidiu ser profissional de golfe.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe Vasco Alves, antigo número um nacional amador e hoje profissional no Alps Tour. Falam da decisão pouco comum de acabar primeiro a faculdade, da transição para o profissionalismo, e do momento em que se tornou o único português a competir nesse circuito.<br />Vasco Alves é profissional de golfe há cerca de dois anos, licenciado e mestre em engenharia mecânica, e joga atualmente no Alps Tour, a terceira divisão europeia. Foi número um nacional amador, representou a seleção portuguesa em mais de 40 torneios internacionais, e venceu o seu primeiro torneio como profissional em Ponte de Lima.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como escolheu tirar o curso de engenharia mecânica antes de arriscar a carreira profissional<br />  • o que sentiu ao tornar-se o único jogador português no Alps Tour<br />  • como gere a pressão de jogar bem quase todos os dias sem ver ainda o resultado que espera<br />Há sempre um shot que nos faz voltar, mesmo depois de um dia mau. É talvez a explicação mais simples de porque é que ninguém larga este jogo.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769015</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:34:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769015/ep_12_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 18 anos, quem é bom amador de golfe costuma escolher entre a faculdade e o circuito profissional. Vasco Alves escolheu os dois, mas pela ordem contrária à habitual: tirou primeiro o curso de engenharia mecânica, e só depois decidiu ser...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Aos 18 anos, quem é bom amador de golfe costuma escolher entre a faculdade e o circuito profissional. Vasco Alves escolheu os dois, mas pela ordem contrária à habitual: tirou primeiro o curso de engenharia mecânica, e só depois decidiu ser profissional de golfe.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe Vasco Alves, antigo número um nacional amador e hoje profissional no Alps Tour. Falam da decisão pouco comum de acabar primeiro a faculdade, da transição para o profissionalismo, e do momento em que se tornou o único português a competir nesse circuito.<br />Vasco Alves é profissional de golfe há cerca de dois anos, licenciado e mestre em engenharia mecânica, e joga atualmente no Alps Tour, a terceira divisão europeia. Foi número um nacional amador, representou a seleção portuguesa em mais de 40 torneios internacionais, e venceu o seu primeiro torneio como profissional em Ponte de Lima.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como escolheu tirar o curso de engenharia mecânica antes de arriscar a carreira profissional<br />  • o que sentiu ao tornar-se o único jogador português no Alps Tour<br />  • como gere a pressão de jogar bem quase todos os dias sem ver ainda o resultado que espera<br />Há sempre um shot que nos faz voltar, mesmo depois de um dia mau. É talvez a explicação mais simples de porque é que ninguém larga este jogo.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E11| De Selecionador a Presidente da Federação Portuguesa de Golfe - PARTE 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e11-de-selecionador-a-presidente-da-federacao-portuguesa-de-golfe-parte-3--74769013</link><description><![CDATA[Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? Era assim como Selecionador, continua a ser assim como Presidente.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769013</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:34:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769013/ep_11_dividido_parte_3.mp3" length="31982704" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? Era assim como Selecionador, continua a ser assim como Presidente.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1333</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E13| Nasceu dentro do golfe, hoje ensina a falhar melhor com Susana Ribeiro - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e13-nasceu-dentro-do-golfe-hoje-ensina-a-falhar-melhor-com-susana-ribeiro-parte-1--74769171</link><description><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa.<br />Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça<br />  • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional<br />  • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor<br />  • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe<br />O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769171</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:48:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769171/ep_13_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa.<br />Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça<br />  • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional<br />  • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor<br />  • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe<br />O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E13| Nasceu dentro do golfe, hoje ensina a falhar melhor com Susana Ribeiro -  PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e13-nasceu-dentro-do-golfe-hoje-ensina-a-falhar-melhor-com-susana-ribeiro-parte-2--74769174</link><description><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa.<br />Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça<br />  • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional<br />  • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor<br />  • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe<br />O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769174</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:49:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769174/ep_13_dividido_parte_2.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa.<br />Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça<br />  • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional<br />  • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor<br />  • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe<br />O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E14|O golfe visto por dois comediantes com Tiago e Miguel do "Par a Par" - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e14-o-golfe-visto-por-dois-comediantes-com-tiago-e-miguel-do-par-a-par-parte-1--74769173</link><description><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769173</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:50:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769173/ep_14_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E14|O golfe visto por dois comediantes com Tiago e Miguel do "Par a Par" - PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e14-o-golfe-visto-por-dois-comediantes-com-tiago-e-miguel-do-par-a-par-parte-2--74769169</link><description><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769169</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:50:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769169/ep_14_dividido_parte_2.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E14|O golfe visto por dois comediantes com Tiago e Miguel do "Par a Par" -  PARTE 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e14-o-golfe-visto-por-dois-comediantes-com-tiago-e-miguel-do-par-a-par-parte-3--74769161</link><description><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769161</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:51:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769161/ep_14_dividido_parte_3.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E14|O golfe visto por dois comediantes com Tiago e Miguel do "Par a Par" -  PARTE 4</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e14-o-golfe-visto-por-dois-comediantes-com-tiago-e-miguel-do-par-a-par-parte-4--74769164</link><description><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769164</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:51:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769164/ep_14_dividido_parte_4.mp3" length="13141940" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>548</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E13| Nasceu dentro do golfe, hoje ensina a falhar melhor com Susana Ribeiro- PARTE 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e13-nasceu-dentro-do-golfe-hoje-ensina-a-falhar-melhor-com-susana-ribeiro-parte-3--74769163</link><description><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa.<br />Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça<br />  • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional<br />  • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor<br />  • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe<br />O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769163</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:52:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769163/ep_13_dividido_parte_3.mp3" length="12559514" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa.<br />Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça<br />  • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional<br />  • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor<br />  • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe<br />O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>524</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E15|Ser profissional de golfe é gerir a tua própria empresa, diz Pedro Lencart -  PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e15-ser-profissional-de-golfe-e-gerir-a-tua-propria-empresa-diz-pedro-lencart-parte-1--74769167</link><description><![CDATA[Aos 15 anos, foi à Escócia e nem passou o corte. Aos 16, voltou e falhou por duas pancadas. Aos 17, venceu um dos torneios mais antigos e mais difíceis do golfe júnior mundial.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morri recebe Pedro Lencart, um dos golfistas amadores mais titulados do golfe português. Falam da vitória no British Boys Amateur Championship e no Jacques Léglise Trophy, da passagem pela universidade nos Estados Unidos, e da estreia como profissional em 2021, que terminou logo com um título nacional absoluto. Falam também do que significa ser profissional de golfe: gerir sozinho a equipa técnica, o calendário e as viagens, como se fosse dono de uma empresa.<br />Pedro Lencart joga golfe desde criança, no Clube de Golfe de Miramar, representou a seleção nacional como amador, e é hoje profissional há cerca de cinco anos, com dois títulos de campeão nacional de profissionais e uma vitória na Timestamp Golf Tour Final de 2025.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como foi falhar o corte duas vezes no British Boys Amateur antes de o vencer à terceira tentativa<br />• a diferença entre a seleção nacional tratar de tudo e ter de gerir sozinho a carreira como profissional<br />• porque diz que ser profissional de golfe é como ser dono de uma empresa<br />• como lida com a pressão de nunca ter atingido os resultados que se esperavam dele<br />• como vê o momento atual do golfe português, com vários portugueses a competir lá fora<br />Não existe chegar lá. Há sempre outro objetivo a seguir, mesmo depois de se atingir o anterior. É talvez a única certeza de quem decide competir para viver disto.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769167</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:53:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769167/ep_15_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 15 anos, foi à Escócia e nem passou o corte. Aos 16, voltou e falhou por duas pancadas. Aos 17, venceu um dos torneios mais antigos e mais difíceis do golfe júnior mundial.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morri recebe Pedro Lencart,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Aos 15 anos, foi à Escócia e nem passou o corte. Aos 16, voltou e falhou por duas pancadas. Aos 17, venceu um dos torneios mais antigos e mais difíceis do golfe júnior mundial.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morri recebe Pedro Lencart, um dos golfistas amadores mais titulados do golfe português. Falam da vitória no British Boys Amateur Championship e no Jacques Léglise Trophy, da passagem pela universidade nos Estados Unidos, e da estreia como profissional em 2021, que terminou logo com um título nacional absoluto. Falam também do que significa ser profissional de golfe: gerir sozinho a equipa técnica, o calendário e as viagens, como se fosse dono de uma empresa.<br />Pedro Lencart joga golfe desde criança, no Clube de Golfe de Miramar, representou a seleção nacional como amador, e é hoje profissional há cerca de cinco anos, com dois títulos de campeão nacional de profissionais e uma vitória na Timestamp Golf Tour Final de 2025.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como foi falhar o corte duas vezes no British Boys Amateur antes de o vencer à terceira tentativa<br />• a diferença entre a seleção nacional tratar de tudo e ter de gerir sozinho a carreira como profissional<br />• porque diz que ser profissional de golfe é como ser dono de uma empresa<br />• como lida com a pressão de nunca ter atingido os resultados que se esperavam dele<br />• como vê o momento atual do golfe português, com vários portugueses a competir lá fora<br />Não existe chegar lá. Há sempre outro objetivo a seguir, mesmo depois de se atingir o anterior. É talvez a única certeza de quem decide competir para viver disto.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E15|Ser profissional de golfe é gerir a tua própria empresa, diz Pedro Lencart - PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e15-ser-profissional-de-golfe-e-gerir-a-tua-propria-empresa-diz-pedro-lencart-parte-2--74769166</link><description><![CDATA[Aos 15 anos, foi à Escócia e nem passou o corte. Aos 16, voltou e falhou por duas pancadas. Aos 17, venceu um dos torneios mais antigos e mais difíceis do golfe júnior mundial.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morri recebe Pedro Lencart, um dos golfistas amadores mais titulados do golfe português. Falam da vitória no British Boys Amateur Championship e no Jacques Léglise Trophy, da passagem pela universidade nos Estados Unidos, e da estreia como profissional em 2021, que terminou logo com um título nacional absoluto. Falam também do que significa ser profissional de golfe: gerir sozinho a equipa técnica, o calendário e as viagens, como se fosse dono de uma empresa.<br />Pedro Lencart joga golfe desde criança, no Clube de Golfe de Miramar, representou a seleção nacional como amador, e é hoje profissional há cerca de cinco anos, com dois títulos de campeão nacional de profissionais e uma vitória na Timestamp Golf Tour Final de 2025.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como foi falhar o corte duas vezes no British Boys Amateur antes de o vencer à terceira tentativa<br />• a diferença entre a seleção nacional tratar de tudo e ter de gerir sozinho a carreira como profissional<br />• porque diz que ser profissional de golfe é como ser dono de uma empresa<br />• como lida com a pressão de nunca ter atingido os resultados que se esperavam dele<br />• como vê o momento atual do golfe português, com vários portugueses a competir lá fora<br />Não existe chegar lá. Há sempre outro objetivo a seguir, mesmo depois de se atingir o anterior. É talvez a única certeza de quem decide competir para viver disto.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769166</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:53:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769166/ep_15_dividido_parte_2.mp3" length="30499994" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 15 anos, foi à Escócia e nem passou o corte. Aos 16, voltou e falhou por duas pancadas. Aos 17, venceu um dos torneios mais antigos e mais difíceis do golfe júnior mundial.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morri recebe Pedro Lencart,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Aos 15 anos, foi à Escócia e nem passou o corte. Aos 16, voltou e falhou por duas pancadas. Aos 17, venceu um dos torneios mais antigos e mais difíceis do golfe júnior mundial.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morri recebe Pedro Lencart, um dos golfistas amadores mais titulados do golfe português. Falam da vitória no British Boys Amateur Championship e no Jacques Léglise Trophy, da passagem pela universidade nos Estados Unidos, e da estreia como profissional em 2021, que terminou logo com um título nacional absoluto. Falam também do que significa ser profissional de golfe: gerir sozinho a equipa técnica, o calendário e as viagens, como se fosse dono de uma empresa.<br />Pedro Lencart joga golfe desde criança, no Clube de Golfe de Miramar, representou a seleção nacional como amador, e é hoje profissional há cerca de cinco anos, com dois títulos de campeão nacional de profissionais e uma vitória na Timestamp Golf Tour Final de 2025.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como foi falhar o corte duas vezes no British Boys Amateur antes de o vencer à terceira tentativa<br />• a diferença entre a seleção nacional tratar de tudo e ter de gerir sozinho a carreira como profissional<br />• porque diz que ser profissional de golfe é como ser dono de uma empresa<br />• como lida com a pressão de nunca ter atingido os resultados que se esperavam dele<br />• como vê o momento atual do golfe português, com vários portugueses a competir lá fora<br />Não existe chegar lá. Há sempre outro objetivo a seguir, mesmo depois de se atingir o anterior. É talvez a única certeza de quem decide competir para viver disto.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1271</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E16| Estava a treinar os alunos e venceu o nacional, com Tomás Silva -  PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e16-estava-a-treinar-os-alunos-e-venceu-o-nacional-com-tomas-silva-parte-1--74769165</link><description><![CDATA[Não estava a preparar-se para o Campeonato Nacional. Estava a treinar os seus próprios alunos, numa altura em que já nem competia a tempo inteiro há vários anos. Mesmo assim, venceu.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Tomás Silva, treinador no Club de Golfe do Estoril e agora tricampeão nacional de profissionais, depois de títulos em 2018, 2019 e 2026. Falam de como o golfe entrou na vida dele aos sete anos, depois da morte da mãe, quando o pai o levou para o campo pela primeira vez. Falam também da carreira como amador internacional, da transição difícil para o profissionalismo, e da decisão de trocar a competição a tempo inteiro pelo ensino.<br />Tomás Silva joga golfe desde os sete anos, foi três vezes campeão nacional amador, representou Portugal em campeonatos do mundo e da Europa, e foi profissional durante cinco anos sem nunca terminar uma época a perder dinheiro. É hoje treinador no Club de Golfe do Estoril e comentador de golfe na SportTV.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • porque diz que ser profissional não é bater uma dúzia de bolas todos os dias<br />  • como foi assistir, dentro de campo, ao primeiro 59 da história do European Tour<br />  • o que mudou entre o Tomás Silva de 2018 e o de agora<br />  • como preparou este título sem quase treinar, a dividir o tempo pelos próprios alunos<br />  • o que diz aos pais que criam expectativas a mais em cima dos filhos<br />Ele não lhe chama sacrifício. Chama-lhe escolha. É talvez a diferença entre viver arrependido e viver em paz com aquilo que se decidiu.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769165</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:55:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769165/ep_16_dividido_parte_1.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Não estava a preparar-se para o Campeonato Nacional. Estava a treinar os seus próprios alunos, numa altura em que já nem competia a tempo inteiro há vários anos. Mesmo assim, venceu.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não estava a preparar-se para o Campeonato Nacional. Estava a treinar os seus próprios alunos, numa altura em que já nem competia a tempo inteiro há vários anos. Mesmo assim, venceu.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Tomás Silva, treinador no Club de Golfe do Estoril e agora tricampeão nacional de profissionais, depois de títulos em 2018, 2019 e 2026. Falam de como o golfe entrou na vida dele aos sete anos, depois da morte da mãe, quando o pai o levou para o campo pela primeira vez. Falam também da carreira como amador internacional, da transição difícil para o profissionalismo, e da decisão de trocar a competição a tempo inteiro pelo ensino.<br />Tomás Silva joga golfe desde os sete anos, foi três vezes campeão nacional amador, representou Portugal em campeonatos do mundo e da Europa, e foi profissional durante cinco anos sem nunca terminar uma época a perder dinheiro. É hoje treinador no Club de Golfe do Estoril e comentador de golfe na SportTV.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • porque diz que ser profissional não é bater uma dúzia de bolas todos os dias<br />  • como foi assistir, dentro de campo, ao primeiro 59 da história do European Tour<br />  • o que mudou entre o Tomás Silva de 2018 e o de agora<br />  • como preparou este título sem quase treinar, a dividir o tempo pelos próprios alunos<br />  • o que diz aos pais que criam expectativas a mais em cima dos filhos<br />Ele não lhe chama sacrifício. Chama-lhe escolha. É talvez a diferença entre viver arrependido e viver em paz com aquilo que se decidiu.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E16| Estava a treinar os alunos e venceu o nacional, com Tomás Silva - PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e16-estava-a-treinar-os-alunos-e-venceu-o-nacional-com-tomas-silva-parte-2--74769172</link><description><![CDATA[Não estava a preparar-se para o Campeonato Nacional. Estava a treinar os seus próprios alunos, numa altura em que já nem competia a tempo inteiro há vários anos. Mesmo assim, venceu.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Tomás Silva, treinador no Club de Golfe do Estoril e agora tricampeão nacional de profissionais, depois de títulos em 2018, 2019 e 2026. Falam de como o golfe entrou na vida dele aos sete anos, depois da morte da mãe, quando o pai o levou para o campo pela primeira vez. Falam também da carreira como amador internacional, da transição difícil para o profissionalismo, e da decisão de trocar a competição a tempo inteiro pelo ensino.<br />Tomás Silva joga golfe desde os sete anos, foi três vezes campeão nacional amador, representou Portugal em campeonatos do mundo e da Europa, e foi profissional durante cinco anos sem nunca terminar uma época a perder dinheiro. É hoje treinador no Club de Golfe do Estoril e comentador de golfe na SportTV.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • porque diz que ser profissional não é bater uma dúzia de bolas todos os dias<br />  • como foi assistir, dentro de campo, ao primeiro 59 da história do European Tour<br />  • o que mudou entre o Tomás Silva de 2018 e o de agora<br />  • como preparou este título sem quase treinar, a dividir o tempo pelos próprios alunos<br />  • o que diz aos pais que criam expectativas a mais em cima dos filhos<br />Ele não lhe chama sacrifício. Chama-lhe escolha. É talvez a diferença entre viver arrependido e viver em paz com aquilo que se decidiu.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769172</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:57:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769172/ep_16_dividido_parte_2.mp3" length="36489767" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Não estava a preparar-se para o Campeonato Nacional. Estava a treinar os seus próprios alunos, numa altura em que já nem competia a tempo inteiro há vários anos. Mesmo assim, venceu.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não estava a preparar-se para o Campeonato Nacional. Estava a treinar os seus próprios alunos, numa altura em que já nem competia a tempo inteiro há vários anos. Mesmo assim, venceu.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Tomás Silva, treinador no Club de Golfe do Estoril e agora tricampeão nacional de profissionais, depois de títulos em 2018, 2019 e 2026. Falam de como o golfe entrou na vida dele aos sete anos, depois da morte da mãe, quando o pai o levou para o campo pela primeira vez. Falam também da carreira como amador internacional, da transição difícil para o profissionalismo, e da decisão de trocar a competição a tempo inteiro pelo ensino.<br />Tomás Silva joga golfe desde os sete anos, foi três vezes campeão nacional amador, representou Portugal em campeonatos do mundo e da Europa, e foi profissional durante cinco anos sem nunca terminar uma época a perder dinheiro. É hoje treinador no Club de Golfe do Estoril e comentador de golfe na SportTV.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • porque diz que ser profissional não é bater uma dúzia de bolas todos os dias<br />  • como foi assistir, dentro de campo, ao primeiro 59 da história do European Tour<br />  • o que mudou entre o Tomás Silva de 2018 e o de agora<br />  • como preparou este título sem quase treinar, a dividir o tempo pelos próprios alunos<br />  • o que diz aos pais que criam expectativas a mais em cima dos filhos<br />Ele não lhe chama sacrifício. Chama-lhe escolha. É talvez a diferença entre viver arrependido e viver em paz com aquilo que se decidiu.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1521</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E17|Trocou o swing pela gestão do golfe português, com Miguel Gaspar - PARTE 1</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e17-trocou-o-swing-pela-gestao-do-golfe-portugues-com-miguel-gaspar-parte-1--74769168</link><description><![CDATA[Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.<br />Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área<br />  • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos<br />  • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu<br />  • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão<br />Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769168</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:57:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769168/ep_17_dividido_parte_1.mp3" length="28800990" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.<br />Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área<br />  • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos<br />  • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu<br />  • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão<br />Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1201</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E17|Trocou o swing pela gestão do golfe português, com Miguel Gaspar - PARTE 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e17-trocou-o-swing-pela-gestao-do-golfe-portugues-com-miguel-gaspar-parte-2--74769162</link><description><![CDATA[Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.<br />Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área<br />  • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos<br />  • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu<br />  • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão<br />Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769162</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:58:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769162/ep_17_dividido_parte_2.mp3" length="28800990" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.<br />Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área<br />  • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos<br />  • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu<br />  • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão<br />Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1201</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E17|Trocou o swing pela gestão do golfe português, com Miguel Gaspar -  PARTE 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e17-trocou-o-swing-pela-gestao-do-golfe-portugues-com-miguel-gaspar-parte-3--74769170</link><description><![CDATA[Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.<br />Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área<br />  • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos<br />  • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu<br />  • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão<br />Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769170</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:59:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769170/ep_17_dividido_parte_3.mp3" length="18399449" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.
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Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área<br />  • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos<br />  • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu<br />  • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão<br />Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. 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Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? Era assim como Selecionador, continua a ser assim como Presidente.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769448</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:04:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769448/ep_11_dividido_parte_3.mp3" length="31982704" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 2001 foi convidado para ser selecionador nacional de golfe. Tinha na equipa nomes como Ricardo Santos e Hugo Santos, ainda a começar. Mais de duas décadas depois, Pedro Nunes Pedro está à frente da Federação Portuguesa de Golfe, e continua a fazer a mesma pergunta todos os dias: o que é que fez hoje pelo golfe?<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Pedro Nunes Pedro, Presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Falam do percurso que o levou de Selecionador Nacional, entre 2000 e 2002, à presidência da federação, das gerações de golfistas portugueses que atravessou pelo caminho, e do trabalho atual junto de clubes e autarquias, sob o lema Juntos Somos Mais Golfe.<br />Pedro Nunes Pedro começou a jogar golfe em criança, em Angola, por influência do pai. Foi capitão da seleção nacional, presidente do Lisbon Sports Club entre 2014 e 2024, e fez, em paralelo, uma carreira longa em comunicação e marketing. Hoje lidera a Federação Portuguesa de Golfe, com o objetivo de duplicar o número de jogadores em Portugal.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />  • como foi ser selecionador nacional com jogadores como Ricardo Santos e Hugo Santos ainda a começar<br />  • o que mudou entre a federação de 2001 e a de hoje, em estrutura e em condições<br />  • porque é que Pedro considera o acesso, e não o preço, o verdadeiro obstáculo ao crescimento do golfe em Portugal<br />  • os planos da federação para os campos municipais, o desporto escolar e a formação de mais professores<br />Todos os dias, a mesma pergunta: o que é que fizeste hoje pelo golfe? 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Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. É aprender a jogar com toda a gente a olhar e continuar na mesma.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769450</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:06:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769450/ep_8_dividido_parte_3.mp3" length="31052954" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Calças caqui vincadas, polos, pessoas com dezassete nomes era isto que a Carolina Torres achava que o golfe era antes de pegar num taco pela primeira vez. Aceitou o desafio de apresentar um programa sobre golfe meio a contragosto, achando aquilo tudo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Calças caqui vincadas, polos, pessoas com dezassete nomes era isto que a Carolina Torres achava que o golfe era antes de pegar num taco pela primeira vez. Aceitou o desafio de apresentar um programa sobre golfe meio a contragosto, achando aquilo tudo um bocado ridículo. Depois ficou em silêncio no campo, ouviu o barulho de fundo desaparecer, e percebeu que tinha entrado noutra coisa.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Carolina Torres, radialista, atriz, cantora e agora golfista federada por convicção própria. Aqui falam do preconceito que afasta tanta gente do golfe, do que o campo lhe ensinou sobre lidar com a pressão de ter olhos postos em si, e da lição que ela leva para toda a vida: a última tacada não existe, só interessa a próxima. Pelo meio, o paradoxo do golfe português, um destino que o mundo inteiro quer visitar mas onde o próprio português muitas vezes sente que não cabe.<br />Carolina Torres trabalha em rádio na Comercial e construiu uma carreira a saltar entre música, representação e comunicação. Entrou no golfe através de uma iniciativa para desmontar a ideia de que é um desporto fechado, e tornou-se uma das vozes que mais gente traz a campo pela primeira vez.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• porque é que o preconceito de que o golfe é para velhos e ricos afasta tanta gente que ia adorar o jogo<br />• o que o campo ensina sobre esquecer o erro anterior e seguir para a próxima tacada<br />• como funciona o handicap, e porque é que alguém que começou ontem pode ganhar a um jogador experiente<br />• porque é que o golfe português vive um paradoxo entre o destino de luxo e o golfe para todos<br />Às vezes a coragem não é aguentar a pressão. É aprender a jogar com toda a gente a olhar e continuar na mesma.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1294</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E17|Trocou o swing pela gestão do golfe português, com Miguel Gaspar - parte 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e17-trocou-o-swing-pela-gestao-do-golfe-portugues-com-miguel-gaspar-parte-2--74769449</link><description><![CDATA[Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro. Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português. Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe. Neste episódio vais ouvir: • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769449</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:07:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769449/ep_17_dividido_parte_3.mp3" length="18399449" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro. 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Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe. Neste episódio vais ouvir: • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. 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Neste episódio de Mais do que Golfistas, o Rui Morris conversa com Tomás Bessa, campeão nacional de profissionais em 2025, sobre o percurso que começou na Quinta da Laje, em Paredes, passou pelo andebol de alta competição e chegou ao Hotel Planner Tour e ao DP World Tour. Falam da pressão de ser conhecido como o jogador que batia mais longe, da lesão que o afastou dos torneios durante um ano e do trabalho psicológico que fez para voltar a jogar sem se destruir a cada mau resultado. É uma conversa sobre golfe português, mas também sobre perfeccionismo, família e o que significa recomeçar. Tomás Bessa é um dos nomes mais fortes do golfe profissional português da sua geração. Venceu no Alps Tour, já liderou torneios do Hotel Planner Tour e persegue agora o objetivo de chegar ao DP World Tour. Neste episódio vais ouvir: • como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe • a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos • o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico • como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo • porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769445</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:08:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769445/ep4_dividido_parte_3.mp3" length="20300327" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Aos 16 anos, o Tomás Bessa teve de escolher entre a seleção nacional de golfe e a seleção nacional de andebol. 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É uma conversa sobre golfe português, mas também sobre perfeccionismo, família e o que significa recomeçar. Tomás Bessa é um dos nomes mais fortes do golfe profissional português da sua geração. Venceu no Alps Tour, já liderou torneios do Hotel Planner Tour e persegue agora o objetivo de chegar ao DP World Tour. Neste episódio vais ouvir: • como a Quinta da Laje, um campo improvisado no quintal de um amigo do pai, moldou a paixão do Tomás pelo golfe • a decisão difícil entre o golfe e o andebol de alta competição aos 16 anos • o que a fratura óssea na mão lhe ensinou sobre pedir ajuda e não se conformar com um diagnóstico • como o trabalho com um psicólogo mudou a relação dele com os erros em campo • porque é que o golfe português está, na opinião dele, no melhor momento dos últimos anos Talvez a lição maior deste episódio não seja sobre golfe, é perceber que aquilo que achamos que nos está a destruir, às vezes, é só a forma como olhamos para isso.]]></itunes:summary><itunes:duration>846</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E3| 56 países, duas seleções - parte 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e3-56-paises-duas-selecoes-parte-3--74769447</link><description><![CDATA[Nelson Ribeiro foi convidado para estagiar num campo de golfe porque precisava de dinheiro para tirar a carta de condução. Ficou 14 anos. Saiu com 24 campeões. O que aconteceu no meio é o tema deste episódio. Nelson Ribeiro é hoje um dos treinadores mais reconhecidos do golfe português, selecionador nacional, Diretor Técnico Nacional e antigo selecionador do Brasil. Mas a conversa com Rui Morris vai muito além do curriculum: fala sobre o que significa realmente treinar, porque é que os melhores jogadores saem de grupos que ninguém apostaria neles, e o que é que o golfe tem que a sala de reuniões não consegue ensinar. Nelson Ribeiro treina há mais de 20 anos, tem licenciatura em Ciências do Desporto, mestrados em Psicologia do Desporto e Treino de Alto Rendimento, e está neste momento a concluir o doutoramento. Não por colecionar diplomas, como ele próprio diz, mas porque acredita que um treinador que não estuda está a brincar com os sonhos dos outros. Neste episódio vais ouvir: • como o golfe entrou na vida de Nelson aos 12 anos, no OPorto Golf Club • o que construiu em Miramar com os jogadores que ninguém queria • o que é que o Brasil tem que Portugal devia aprender, e vice-versa • porque a pergunta "como estás tu?" pode ser mais útil do que qualquer tecnologia de análise de swing Há treinadores que sabem muito e há treinadores que conseguem chegar às pessoas. Nelson é dos que aprendeu a fazer os dois ao mesmo tempo.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769447</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:09:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769447/ep3_dividido_parte_3.mp3" length="19257101" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Nelson Ribeiro foi convidado para estagiar num campo de golfe porque precisava de dinheiro para tirar a carta de condução. Ficou 14 anos. Saiu com 24 campeões. 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Não por colecionar diplomas, como ele próprio diz, mas porque acredita que um treinador que não estuda está a brincar com os sonhos dos outros. Neste episódio vais ouvir: • como o golfe entrou na vida de Nelson aos 12 anos, no OPorto Golf Club • o que construiu em Miramar com os jogadores que ninguém queria • o que é que o Brasil tem que Portugal devia aprender, e vice-versa • porque a pergunta "como estás tu?" pode ser mais útil do que qualquer tecnologia de análise de swing Há treinadores que sabem muito e há treinadores que conseguem chegar às pessoas. 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Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa. Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia. Neste episódio vais ouvir: • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. Prémia quem aprende a lidar bem com a que falhou.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769453</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:10:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769453/ep_13_dividido_parte_3.mp3" length="12559514" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida. Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há quem se lembre do primeiro dia em que pegou num taco de golfe. Susana Ribeiro não. As primeiras memórias que tem já são de torneios, porque começou a ir ao campo com duas semanas de vida. Neste episódio do Mais do que Golfistas, o podcast de golfe Portugal apresentado por Rui Morris, a convidada é Susana Ribeiro, uma das jogadoras mais tituladas do golfe feminino português. Falam do caminho de amadora internacional a profissional, dos anos em que ficou sempre em segundo lugar antes de uma vitória mudar tudo, e da transição entre uma seleção nacional que tratava de tudo e a solidão do profissionalismo. Falam também da vida depois da competição: hoje é treinadora e comentadora, casou com Nuno Campino, antigo selecionador nacional, e é mãe da Luísa. Susana Ribeiro está ligada ao golfe desde bebé, representou a seleção portuguesa como amadora, e foi profissional durante quase uma década, com passagens pelo Ladies European Tour Access Series, pelo Santander Golf Tour e por convites na Ladies European Tour, a primeira divisão europeia. Neste episódio vais ouvir: • o que mudou depois da vitória na Taça da Federação, a prova que lhe destravou a cabeça • como foi passar de uma seleção que tratava de tudo para gerir sozinha viagens, hotéis e orçamento como profissional • porque diz que o golfe não é um jogo de tacadas perfeitas, mas de tacadas falhadas, e ganha quem falhar melhor • o que falta em Portugal para haver mais mulheres a jogar golfe O golfe não perdoa quem anda à procura da tacada perfeita. 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Dani está na sua primeira época completa no European Tour e já tem um segundo lugar na Turquia.<br />Neste episódio, o Rui Morris conversa com Daniel Rodrigues sobre: a infância a ser tirado do campo à força pela mãe, o que os Estados Unidos lhe deram que Portugal ainda não consegue dar aos atletas jovens, e como se gere uma semana de escola de qualificação com um trolley elétrico e sem caddy enquanto toda a gente à volta está a desmoronar.<br />Daniel Rodrigues é jogador profissional de golfe e membro do European Tour. Cresceu no Porto, passou pelo City Golf e pelo Clube de Golfe de Miramar, estudou e jogou na Texas A&amp;M University, e é hoje uma das referências do golfe português na primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar<br />• o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente<br />• como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar<br />• o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador<br />Jogar bem resolve quase tudo. O difícil é acreditar nisso quando os resultados ainda não provaram nada.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769452</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:13:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769452/ep_dividido_2_2.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Há quem chegue ao golfe profissional com tudo preparado. Daniel Rodrigues chegou porque, em criança, o apartamento da família dava para o campo do City Golf no Porto. Dani está na sua primeira época completa no European Tour e já tem um segundo lugar...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há quem chegue ao golfe profissional com tudo preparado. Daniel Rodrigues chegou porque, em criança, o apartamento da família dava para o campo do City Golf no Porto. Dani está na sua primeira época completa no European Tour e já tem um segundo lugar na Turquia.<br />Neste episódio, o Rui Morris conversa com Daniel Rodrigues sobre: a infância a ser tirado do campo à força pela mãe, o que os Estados Unidos lhe deram que Portugal ainda não consegue dar aos atletas jovens, e como se gere uma semana de escola de qualificação com um trolley elétrico e sem caddy enquanto toda a gente à volta está a desmoronar.<br />Daniel Rodrigues é jogador profissional de golfe e membro do European Tour. Cresceu no Porto, passou pelo City Golf e pelo Clube de Golfe de Miramar, estudou e jogou na Texas A&amp;M University, e é hoje uma das referências do golfe português na primeira divisão europeia.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />• como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar<br />• o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente<br />• como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar<br />• o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador<br />Jogar bem resolve quase tudo. O difícil é acreditar nisso quando os resultados ainda não provaram nada.]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E14|Desmistificar o golfe através da comédia, com Tiago e Miguel - parte 3</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e14-desmistificar-o-golfe-atraves-da-comedia-com-tiago-e-miguel-parte-3--74769446</link><description><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769446</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:19:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769446/ep_14_dividido_parte_3.mp3" length="29207246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1217</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>E14|Desmistificar o golfe através da comédia, com Tiago e Miguel PARTE 4</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e14-desmistificar-o-golfe-atraves-da-comedia-com-tiago-e-miguel-parte-4--74769451</link><description><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74769451</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:20:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74769451/ep_14_dividido_parte_4.mp3" length="13141940" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Liliana FM</itunes:author><itunes:subtitle>Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.<br />Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.<br />Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.<br />Neste episódio vais ouvir:<br />- como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe<br />- porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai<br />- quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar<br />como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up<br />- o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos<br />Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>548</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5dabbafa647294e9622b63be196f1e9a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
