<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>Crimes Reais</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/crimes-reais--7178057</link><description><![CDATA[Bem-vindo ao <b>Crimes Reais</b>, o seu ponto de encontro com o mistério, o suspense e o jornalismo investigativo de alta intensidade. Se você é fascinado por entender os mistérios por trás de crimes que chocaram o mundo, este é o seu lugar.Nossa missão é ir além das manchetes. Aqui, mergulhamos fundo em:<ul><li><b>Investigações Detalhadas:</b> Análises minuciosas de cenas de crime, evidências forenses e perfis psicológicos de serial killers e criminosos notórios.</li><li><b>Casos Arquivados e Mistérios Sem Solução:</b> Um olhar atento sobre os mistérios que a polícia ainda não conseguiu desvendar, trazendo teorias e atualizações.</li><li><b>Respeito e Verdade:</b> Todas as histórias são contadas com profundo respeito às vítimas e seus familiares, focando nos fatos reais e na busca pela justiça.</li></ul>]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/7178057/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>True Crime</category><copyright>Copyright Crimes Reais</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6b82d7344be7bcad1fa1ef6e77fcd009.jpg</url><title>Crimes Reais</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/crimes-reais--7178057</link></image><lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 00:45:12 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Crimes Reais</itunes:name><itunes:email>feeds@spreaker.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6b82d7344be7bcad1fa1ef6e77fcd009.jpg"/><itunes:subtitle>Bem-vindo ao Crimes Reais, o seu ponto de encontro com o mistério, o suspense e o jornalismo investigativo de alta intensidade. Se você é fascinado por entender os mistérios por trás de crimes que chocaram o mundo, este é o seu lugar.Nossa missão é ir...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Bem-vindo ao <b>Crimes Reais</b>, o seu ponto de encontro com o mistério, o suspense e o jornalismo investigativo de alta intensidade. Se você é fascinado por entender os mistérios por trás de crimes que chocaram o mundo, este é o seu lugar.Nossa missão é ir além das manchetes. Aqui, mergulhamos fundo em:<ul><li><b>Investigações Detalhadas:</b> Análises minuciosas de cenas de crime, evidências forenses e perfis psicológicos de serial killers e criminosos notórios.</li><li><b>Casos Arquivados e Mistérios Sem Solução:</b> Um olhar atento sobre os mistérios que a polícia ainda não conseguiu desvendar, trazendo teorias e atualizações.</li><li><b>Respeito e Verdade:</b> Todas as histórias são contadas com profundo respeito às vítimas e seus familiares, focando nos fatos reais e na busca pela justiça.</li></ul>]]></itunes:summary><itunes:category text="True Crime"/><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>Caso Queena Phu</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-queena-phu--72997899</link><description><![CDATA[Era noite de 24 de abril de 2008, e Queena Phu, de 18 anos, uma estudante exemplar prestes a se formar no ensino médio, foi à biblioteca de Bloomingdale, na Flórida, para devolver alguns livros. Sua vida perfeita desabou em segundos: ao telefone com uma amiga, ela mencionou um "homem estranho" sentado no banco. A amiga ouviu seu grito antes da chamada cair.<br />No local, um serial killer, Kendrick Morris, de apenas 16 anos, a violentou brutalmente e a espancou com tamanha violência que a deixou nua em cima de um formigueiro, com o crânio fraturado e o cérebro danificado. Encontrada inconsciente e abandonada para morrer, sua sobrevivência é um milagre.<br />A vida de Queena se transformou em uma batalha diária por cada movimento. O ataque a deixou tetraplégica, cega, incapaz de falar e com danos cerebrais graves que a aprisionaram em um corpo que não obedece. No entanto, sua força de vontade é uma lição de resiliência. Após anos de terapia, ela deu os primeiros passos em uma clínica de reabilitação, mostrando que seu espírito jamais foi quebrado.<br />O agressor, Kendrick Morris, foi condenado à prisão perpétua, mas o trauma e a luta de Queena continuam. Sua história viralizou no documentário "#TextMeWhenYouGetHome", expondo a vulnerabilidade das mulheres e o preço da violência.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997899</guid><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 00:45:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997899/caso_queena_phu_mp3.mp3" length="5007073" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Era noite de 24 de abril de 2008, e Queena Phu, de 18 anos, uma estudante exemplar prestes a se formar no ensino médio, foi à biblioteca de Bloomingdale, na Flórida, para devolver alguns livros. Sua vida perfeita desabou em segundos: ao telefone com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Era noite de 24 de abril de 2008, e Queena Phu, de 18 anos, uma estudante exemplar prestes a se formar no ensino médio, foi à biblioteca de Bloomingdale, na Flórida, para devolver alguns livros. Sua vida perfeita desabou em segundos: ao telefone com uma amiga, ela mencionou um "homem estranho" sentado no banco. A amiga ouviu seu grito antes da chamada cair.<br />No local, um serial killer, Kendrick Morris, de apenas 16 anos, a violentou brutalmente e a espancou com tamanha violência que a deixou nua em cima de um formigueiro, com o crânio fraturado e o cérebro danificado. Encontrada inconsciente e abandonada para morrer, sua sobrevivência é um milagre.<br />A vida de Queena se transformou em uma batalha diária por cada movimento. O ataque a deixou tetraplégica, cega, incapaz de falar e com danos cerebrais graves que a aprisionaram em um corpo que não obedece. No entanto, sua força de vontade é uma lição de resiliência. Após anos de terapia, ela deu os primeiros passos em uma clínica de reabilitação, mostrando que seu espírito jamais foi quebrado.<br />O agressor, Kendrick Morris, foi condenado à prisão perpétua, mas o trauma e a luta de Queena continuam. Sua história viralizou no documentário "#TextMeWhenYouGetHome", expondo a vulnerabilidade das mulheres e o preço da violência.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>312</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4d309b1e8741095d8392a5f8d14580f0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Miss PacMan</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-miss-pacman--72997898</link><description><![CDATA[Uma mulher em agonia, com o rosto partido ao meio por um golpe de facão, ainda viva enquanto vizinhos gravam sua dor. O apelido "Miss PacMan" veio da semelhança macabra de seu rosto mutilado com o famoso personagem de videogame. Este é o caso de Alejandra Ico Chub, uma tragédia que chocou a Guatemala e viralizou como uma das imagens mais perturbadoras da internet.<br />Em 29 de outubro de 2018, na aldeia La Isla del Norte, em San Miguel, Alta Verapaz, Guatemala, Alejandra Ico Chub, de 32 anos e mãe de três filhos, foi brutalmente atacada por seu companheiro, Mario Tut Ical [citation:1][citation:2][citation:5]. O crime foi motivado por um ataque de ciúmes: Alejandra havia dito que iria visitar sua irmã, mas Tut Ical a viu saindo de um caminhão e a acusou de infidelidade [citation:5][citation:8][citation:10].<br />Tut Ical a atacou com um facão, decepando suas mãos e partindo seu rosto horizontalmente, criando uma ferida que se assemelhava à boca aberta do personagem de videogame, o que lhe rendeu o apelido "Miss PacMan" [citation:1][citation:2][citation:5]. Vizinhos ouviram seus gritos e foram ao local, onde encontraram Alejandra ainda viva, em estado crítico, agonizando por cerca de 30 minutos antes de falecer [citation:6][citation:9][citation:10]. A cena foi gravada por testemunhas, e o vídeo, posteriormente, viralizou na internet, sendo compartilhado como conteúdo de choque [citation:1][citation:15].<br />Tut Ical fugiu, mas foi preso quatro dias depois na aldeia Las Muñecas, em Quiché, enquanto tentava escapar para o México [citation:2][citation:5][citation:6]. Em agosto de 2023, ele foi condenado pelo Tribunal de Sentença de Feminicídio de Cobán a 50 anos de prisão e ao pagamento de indenização a cada um dos três filhos da vítima [citation:2][citation:5]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997898</guid><pubDate>Sun, 19 Jul 2026 17:45:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997898/caso_miss_pacman_mp3.mp3" length="1865405" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Uma mulher em agonia, com o rosto partido ao meio por um golpe de facão, ainda viva enquanto vizinhos gravam sua dor. O apelido "Miss PacMan" veio da semelhança macabra de seu rosto mutilado com o famoso personagem de videogame. Este é o caso de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma mulher em agonia, com o rosto partido ao meio por um golpe de facão, ainda viva enquanto vizinhos gravam sua dor. O apelido "Miss PacMan" veio da semelhança macabra de seu rosto mutilado com o famoso personagem de videogame. Este é o caso de Alejandra Ico Chub, uma tragédia que chocou a Guatemala e viralizou como uma das imagens mais perturbadoras da internet.<br />Em 29 de outubro de 2018, na aldeia La Isla del Norte, em San Miguel, Alta Verapaz, Guatemala, Alejandra Ico Chub, de 32 anos e mãe de três filhos, foi brutalmente atacada por seu companheiro, Mario Tut Ical [citation:1][citation:2][citation:5]. O crime foi motivado por um ataque de ciúmes: Alejandra havia dito que iria visitar sua irmã, mas Tut Ical a viu saindo de um caminhão e a acusou de infidelidade [citation:5][citation:8][citation:10].<br />Tut Ical a atacou com um facão, decepando suas mãos e partindo seu rosto horizontalmente, criando uma ferida que se assemelhava à boca aberta do personagem de videogame, o que lhe rendeu o apelido "Miss PacMan" [citation:1][citation:2][citation:5]. Vizinhos ouviram seus gritos e foram ao local, onde encontraram Alejandra ainda viva, em estado crítico, agonizando por cerca de 30 minutos antes de falecer [citation:6][citation:9][citation:10]. A cena foi gravada por testemunhas, e o vídeo, posteriormente, viralizou na internet, sendo compartilhado como conteúdo de choque [citation:1][citation:15].<br />Tut Ical fugiu, mas foi preso quatro dias depois na aldeia Las Muñecas, em Quiché, enquanto tentava escapar para o México [citation:2][citation:5][citation:6]. Em agosto de 2023, ele foi condenado pelo Tribunal de Sentença de Feminicídio de Cobán a 50 anos de prisão e ao pagamento de indenização a cada um dos três filhos da vítima [citation:2][citation:5]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>115</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bcae6f7613b742a4151298f5099fede7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Kevin Jazrael Davis</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-kevin-jazrael-davis--72997897</link><description><![CDATA["Eu acho que perdi minha virgindade com um cadáver." Esta foi a resposta gelada de um jovem de 18 anos aos detetives, após confessar que assassinou brutalmente a própria mãe, violou seu corpo e descreveu o cérebro dela como tendo a textura de "massa de modelar". Este é o caso de Kevin Jazrael Davis, um crime que chocou o Texas em 2014.<br />Em 26 de março de 2014, na cidade de Corpus Christi, Texas, Kevin Jazrael Davis, de 18 anos, vivia com sua mãe, Kimberly Hill, de 50 anos [citation:1][citation:6]. Kevin confessou à polícia que sofria de pensamentos sexuais perversos desde jovem e, naquele dia, confessou à mãe que odiava as pessoas e contemplava o suicídio. A mãe, chocada, respondeu que não poderia impedi-lo se ele escolhesse tirar a própria vida [citation:7]. Interpretando a resposta como desprezo, Kevin foi tomado pela fúria.<br />Enquanto Kimberly estava no sofá da sala, ele a atacou por trás, tentando estrangulá-la com um cabo de videogame [citation:7][citation:11]. Quando ela começou a gritar, ele pegou um martelo e desferiu mais de vinte golpes em seu crânio [citation:1][citation:8]. Para "ter certeza de que ela estava morta", ele pegou uma faca e a girou dentro do cérebro da mãe, repetindo o ato com a mão e descrevendo a sensação do tecido cerebral como "massa de modelar" [citation:1][citation:4][citation:7]. Após o assassinato, Kevin violou sexualmente o cadáver de sua mãe, dizendo mais tarde aos detetives que "perdeu a virgindade com um cadáver" [citation:1][citation:6].<br />Ele fugiu de bicicleta, mas na manhã seguinte se entregou, pedindo a um vizinho que chamasse a polícia [citation:8]. Durante o interrogatório, ele demonstrou total frieza, dizendo que, de certa forma, amava a mãe, mas não se arrependia do que fez [citation:7]. No tribunal, ele sorriu ao ouvir os depoimentos e assentiu para as testemunhas. O júri levou menos de uma hora para condená-lo à prisão perpétua, a pena máxima, depois que ele se declarou culpado de homicídio em segundo grau [citation:4][citation:8][citation:11]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que exploram o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997897</guid><pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:45:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997897/caso_kevin_jazrael_davis_mp3.mp3" length="5421687" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>"Eu acho que perdi minha virgindade com um cadáver." Esta foi a resposta gelada de um jovem de 18 anos aos detetives, após confessar que assassinou brutalmente a própria mãe, violou seu corpo e descreveu o cérebro dela como tendo a textura de "massa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA["Eu acho que perdi minha virgindade com um cadáver." Esta foi a resposta gelada de um jovem de 18 anos aos detetives, após confessar que assassinou brutalmente a própria mãe, violou seu corpo e descreveu o cérebro dela como tendo a textura de "massa de modelar". Este é o caso de Kevin Jazrael Davis, um crime que chocou o Texas em 2014.<br />Em 26 de março de 2014, na cidade de Corpus Christi, Texas, Kevin Jazrael Davis, de 18 anos, vivia com sua mãe, Kimberly Hill, de 50 anos [citation:1][citation:6]. Kevin confessou à polícia que sofria de pensamentos sexuais perversos desde jovem e, naquele dia, confessou à mãe que odiava as pessoas e contemplava o suicídio. A mãe, chocada, respondeu que não poderia impedi-lo se ele escolhesse tirar a própria vida [citation:7]. Interpretando a resposta como desprezo, Kevin foi tomado pela fúria.<br />Enquanto Kimberly estava no sofá da sala, ele a atacou por trás, tentando estrangulá-la com um cabo de videogame [citation:7][citation:11]. Quando ela começou a gritar, ele pegou um martelo e desferiu mais de vinte golpes em seu crânio [citation:1][citation:8]. Para "ter certeza de que ela estava morta", ele pegou uma faca e a girou dentro do cérebro da mãe, repetindo o ato com a mão e descrevendo a sensação do tecido cerebral como "massa de modelar" [citation:1][citation:4][citation:7]. Após o assassinato, Kevin violou sexualmente o cadáver de sua mãe, dizendo mais tarde aos detetives que "perdeu a virgindade com um cadáver" [citation:1][citation:6].<br />Ele fugiu de bicicleta, mas na manhã seguinte se entregou, pedindo a um vizinho que chamasse a polícia [citation:8]. Durante o interrogatório, ele demonstrou total frieza, dizendo que, de certa forma, amava a mãe, mas não se arrependia do que fez [citation:7]. No tribunal, ele sorriu ao ouvir os depoimentos e assentiu para as testemunhas. O júri levou menos de uma hora para condená-lo à prisão perpétua, a pena máxima, depois que ele se declarou culpado de homicídio em segundo grau [citation:4][citation:8][citation:11]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que exploram o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>337</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5892836d35c88a0f7f8fe5fadc8c6286.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso João Hélio</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-joao-helio--72997896</link><description><![CDATA[O que deveria ser uma volta para casa se transformou em um pesadelo de 7 quilômetros. Em uma noite de fevereiro, o Brasil assistiu estarrecido à cena de um menino de seis anos sendo arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro, preso ao cinto de segurança de um carro roubado, enquanto sua mãe e irmã corriam atrás, desesperadas.<br />Este é o Caso João Hélio, um crime que chocou o país e reabriu o debate sobre violência, impunidade e a crueldade humana.<br />Na noite de 7 de fevereiro de 2007, João Hélio Fernandes Vieites voltava para casa no carro de sua mãe, Rosa, após um encontro religioso. Ao pararem em um semáforo em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, foram surpreendidos por quatro homens armados que desceram de um táxi [citation:3][citation:6]. Eles cercaram o carro e forçaram todos a sair. Rosa conseguiu tirar a filha, Aline, mas, ao tentar soltar João Hélio do cinto de segurança do banco de trás, foi empurrada pelos assaltantes, que fecharam a porta e aceleraram, deixando a criança presa pelo lado de fora do veículo [citation:1][citation:3][citation:6]. O menino foi arrastado por cerca de 7 km em uma rota sinuosa que passou pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura [citation:2][citation:3][citation:6]. Durante o trajeto, os criminosos ignoraram os gritos de moradores e os alertas de um motociclista que os perseguiu, chegando a apontar uma arma para ele [citation:3][citation:5].<br />Um dos assaltantes chegou a gritar que aquilo não era uma criança, mas um "boneco de Judas" [citation:1][citation:3][citation:5]. Apenas 8 horas após o crime, os cinco envolvidos foram presos [citation:3]. Dois deles foram condenados em janeiro de 2008: Carlos Eduardo Toledo Lima, o motorista, a 45 anos; Diego Nascimento da Silva a 44 anos e 3 meses; e Carlos Roberto da Silva e Tiago Abreu Matos a 39 anos cada, todos por latrocínio (roubo seguido de morte) [citation:1][citation:2][citation:6]. O menor de idade, Ezequiel Toledo Lima, foi condenado a uma medida socioeducativa de 3 anos em regime fechado e 2 em regime semiaberto [citation:6]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997896</guid><pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:40:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997896/utf_8_q_caso_jo_c3_a3o_h_c3_a9lio_mp3_mp3.mp3" length="3840905" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>O que deveria ser uma volta para casa se transformou em um pesadelo de 7 quilômetros. Em uma noite de fevereiro, o Brasil assistiu estarrecido à cena de um menino de seis anos sendo arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro, preso ao cinto de segurança...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O que deveria ser uma volta para casa se transformou em um pesadelo de 7 quilômetros. Em uma noite de fevereiro, o Brasil assistiu estarrecido à cena de um menino de seis anos sendo arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro, preso ao cinto de segurança de um carro roubado, enquanto sua mãe e irmã corriam atrás, desesperadas.<br />Este é o Caso João Hélio, um crime que chocou o país e reabriu o debate sobre violência, impunidade e a crueldade humana.<br />Na noite de 7 de fevereiro de 2007, João Hélio Fernandes Vieites voltava para casa no carro de sua mãe, Rosa, após um encontro religioso. Ao pararem em um semáforo em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, foram surpreendidos por quatro homens armados que desceram de um táxi [citation:3][citation:6]. Eles cercaram o carro e forçaram todos a sair. Rosa conseguiu tirar a filha, Aline, mas, ao tentar soltar João Hélio do cinto de segurança do banco de trás, foi empurrada pelos assaltantes, que fecharam a porta e aceleraram, deixando a criança presa pelo lado de fora do veículo [citation:1][citation:3][citation:6]. O menino foi arrastado por cerca de 7 km em uma rota sinuosa que passou pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura [citation:2][citation:3][citation:6]. Durante o trajeto, os criminosos ignoraram os gritos de moradores e os alertas de um motociclista que os perseguiu, chegando a apontar uma arma para ele [citation:3][citation:5].<br />Um dos assaltantes chegou a gritar que aquilo não era uma criança, mas um "boneco de Judas" [citation:1][citation:3][citation:5]. Apenas 8 horas após o crime, os cinco envolvidos foram presos [citation:3]. Dois deles foram condenados em janeiro de 2008: Carlos Eduardo Toledo Lima, o motorista, a 45 anos; Diego Nascimento da Silva a 44 anos e 3 meses; e Carlos Roberto da Silva e Tiago Abreu Matos a 39 anos cada, todos por latrocínio (roubo seguido de morte) [citation:1][citation:2][citation:6]. O menor de idade, Ezequiel Toledo Lima, foi condenado a uma medida socioeducativa de 3 anos em regime fechado e 2 em regime semiaberto [citation:6]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>239</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6c419bf15c2c4eb1f139405d1900940d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Elisabeth Fritzl</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-elisabeth-fritzl--72997851</link><description><![CDATA[Em 2008, o mundo descobriu um dos crimes mais monstruosos da história moderna: um pai que manteve a própria filha presa em um porão por 24 anos, estuprou-a inúmeras vezes e com ela teve sete filhos. Mas a verdadeira pergunta que permanece é: como isso foi possível, com dezenas de pistas ignoradas pelas autoridades?<br />Em 28 de agosto de 1984, Josef Fritzl, um engenheiro de 73 anos, enganou sua filha Elisabeth, de 18 anos, levando-a ao porão da casa da família em Amstetten, na Áustria[citation:7][citation:10]. Ele a dopou com éter e a trancou em um calabouço que ele mesmo construiu, com uma porta de aço e concreto de 500 kg, acessível apenas por um código eletrônico[citation:3][citation:7]. Durante 24 anos, Elisabeth viveu em um espaço de apenas 35 a 55 metros quadrados, sem janelas, onde foi estuprada até três vezes por semana, com as crianças sendo castigadas se ela resistisse[citation:4][citation:6].<br />Ela deu à luz sete filhos no cativeiro. Um deles, um menino gêmeo, morreu pouco após o nascimento por falta de assistência médica, um crime pelo qual Fritzl seria condenado por homicídio culposo[citation:5][citation:7][citation:11]. Três das crianças foram tiradas do porão por Fritzl ainda bebês e criadas pela esposa dele, Rosemarie, que acreditava que eram netos abandonados[citation:3][citation:7]. A farsa foi tão bem-sucedida que os assistentes sociais aprovaram os "avós" como tutores, e um grafólogo autenticou cartas forjadas que Fritzl forçou Elisabeth a escrever[citation:1][citation:2][citation:4]. Os outros três filhos, incluindo Kerstin, que ficou gravemente doente, viveram toda a vida no cativeiro, sem nunca ver a luz do sol[citation:5][citation:7].<br />O caso só foi descoberto em abril de 2008, quando Kerstin entrou em coma e Fritzl a levou ao hospital. Um médico desconfiou da história de Fritzl e acionou a polícia[citation:3][citation:7]. Elisabeth e seus dois filhos foram finalmente libertados, e Josef Fritzl foi preso. Em 2009, ele se declarou culpado e foi condenado à prisão perpétua em uma instituição psiquiátrica[citation:11]. A história de Elisabeth é um testemunho de sobrevivência extrema, enquanto a fachada de normalidade e o fracasso das autoridades austríacas em conectar as pistas—como uma conta de luz exorbitante paga por um inquilino e vizinhos que ouviam gritos do porão—tornam o caso ainda mais perturbador[citation:1][citation:2][citation:9].<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997851</guid><pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:40:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997851/caso_elisabeth_fritzl_mp3.mp3" length="5189587" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2008, o mundo descobriu um dos crimes mais monstruosos da história moderna: um pai que manteve a própria filha presa em um porão por 24 anos, estuprou-a inúmeras vezes e com ela teve sete filhos. Mas a verdadeira pergunta que permanece é: como isso...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 2008, o mundo descobriu um dos crimes mais monstruosos da história moderna: um pai que manteve a própria filha presa em um porão por 24 anos, estuprou-a inúmeras vezes e com ela teve sete filhos. Mas a verdadeira pergunta que permanece é: como isso foi possível, com dezenas de pistas ignoradas pelas autoridades?<br />Em 28 de agosto de 1984, Josef Fritzl, um engenheiro de 73 anos, enganou sua filha Elisabeth, de 18 anos, levando-a ao porão da casa da família em Amstetten, na Áustria[citation:7][citation:10]. Ele a dopou com éter e a trancou em um calabouço que ele mesmo construiu, com uma porta de aço e concreto de 500 kg, acessível apenas por um código eletrônico[citation:3][citation:7]. Durante 24 anos, Elisabeth viveu em um espaço de apenas 35 a 55 metros quadrados, sem janelas, onde foi estuprada até três vezes por semana, com as crianças sendo castigadas se ela resistisse[citation:4][citation:6].<br />Ela deu à luz sete filhos no cativeiro. Um deles, um menino gêmeo, morreu pouco após o nascimento por falta de assistência médica, um crime pelo qual Fritzl seria condenado por homicídio culposo[citation:5][citation:7][citation:11]. Três das crianças foram tiradas do porão por Fritzl ainda bebês e criadas pela esposa dele, Rosemarie, que acreditava que eram netos abandonados[citation:3][citation:7]. A farsa foi tão bem-sucedida que os assistentes sociais aprovaram os "avós" como tutores, e um grafólogo autenticou cartas forjadas que Fritzl forçou Elisabeth a escrever[citation:1][citation:2][citation:4]. Os outros três filhos, incluindo Kerstin, que ficou gravemente doente, viveram toda a vida no cativeiro, sem nunca ver a luz do sol[citation:5][citation:7].<br />O caso só foi descoberto em abril de 2008, quando Kerstin entrou em coma e Fritzl a levou ao hospital. Um médico desconfiou da história de Fritzl e acionou a polícia[citation:3][citation:7]. Elisabeth e seus dois filhos foram finalmente libertados, e Josef Fritzl foi preso. Em 2009, ele se declarou culpado e foi condenado à prisão perpétua em uma instituição psiquiátrica[citation:11]. A história de Elisabeth é um testemunho de sobrevivência extrema, enquanto a fachada de normalidade e o fracasso das autoridades austríacas em conectar as pistas—como uma conta de luz exorbitante paga por um inquilino e vizinhos que ouviam gritos do porão—tornam o caso ainda mais perturbador[citation:1][citation:2][citation:9].<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>323</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ede0aa7fea5e990f3abf41a0bb5aab0b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Fernanda Soares Militão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-fernanda-soares-militao--72997849</link><description><![CDATA[Uma menina de 12 anos que caminhava para a escola foi arrastada para um matagal, estuprada e degolada. Seu sangue foi recolhido e armazenado por dias. O que parecia um crime bárbaro e isolado revelou, na verdade, uma teia de assassinatos rituais que chocou o estado de Goiás e expôs o lado mais sombrio do ocultismo.<br />Em 21 de maio de 1992, Fernanda Soares Militão, de apenas 12 anos, foi assassinada em Guapó, Goiás [citation:1]. Ela caminhava para a escola quando foi surpreendida por Vicente Natal do Nascimento e João Maria Rocha Silva, que a arrastaram para um matagal, onde foi estuprada e degolada com uma faca [citation:1]. Seu corpo foi encontrado com marcas de violência e abuso sexual [citation:1].<br />O que torna este caso ainda mais perturbador é que seu sangue foi recolhido e armazenado por quatro dias por Maria de Lourdes Rocha Lemes, mãe de João Maria, que confessou o crime [citation:1]. As investigações revelaram que o assassinato não foi isolado. O crime foi relacionado a outras duas mortes: a de Michael Mendes, de 4 anos, assassinado em Goiânia em 1989, e a de Dalva Elias Faleiro Nunes, de 23 anos, morta em Guapó em 1990 [citation:1].<br />Todos os crimes foram cometidos como prática de rituais de magia negra [citation:1]. A seita, composta por seis pessoas, foi presa durante um ritual no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, onde foi apreendida uma mistura de sangue, farinha, azeite-de-dendê e cachaça [citation:1]. O ritual era comandado pelo pai de santo Edmilson Barbosa da Silva [citation:1]. Em 1994, os quatro principais criminosos foram condenados pelo crime [citation:1]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997849</guid><pubDate>Sat, 18 Jul 2026 00:40:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997849/utf_8_q_caso_fernanda_soares_milit_c3_a3o_mp3_mp3.mp3" length="2887979" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Uma menina de 12 anos que caminhava para a escola foi arrastada para um matagal, estuprada e degolada. Seu sangue foi recolhido e armazenado por dias. O que parecia um crime bárbaro e isolado revelou, na verdade, uma teia de assassinatos rituais que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma menina de 12 anos que caminhava para a escola foi arrastada para um matagal, estuprada e degolada. Seu sangue foi recolhido e armazenado por dias. O que parecia um crime bárbaro e isolado revelou, na verdade, uma teia de assassinatos rituais que chocou o estado de Goiás e expôs o lado mais sombrio do ocultismo.<br />Em 21 de maio de 1992, Fernanda Soares Militão, de apenas 12 anos, foi assassinada em Guapó, Goiás [citation:1]. Ela caminhava para a escola quando foi surpreendida por Vicente Natal do Nascimento e João Maria Rocha Silva, que a arrastaram para um matagal, onde foi estuprada e degolada com uma faca [citation:1]. Seu corpo foi encontrado com marcas de violência e abuso sexual [citation:1].<br />O que torna este caso ainda mais perturbador é que seu sangue foi recolhido e armazenado por quatro dias por Maria de Lourdes Rocha Lemes, mãe de João Maria, que confessou o crime [citation:1]. As investigações revelaram que o assassinato não foi isolado. O crime foi relacionado a outras duas mortes: a de Michael Mendes, de 4 anos, assassinado em Goiânia em 1989, e a de Dalva Elias Faleiro Nunes, de 23 anos, morta em Guapó em 1990 [citation:1].<br />Todos os crimes foram cometidos como prática de rituais de magia negra [citation:1]. A seita, composta por seis pessoas, foi presa durante um ritual no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, onde foi apreendida uma mistura de sangue, farinha, azeite-de-dendê e cachaça [citation:1]. O ritual era comandado pelo pai de santo Edmilson Barbosa da Silva [citation:1]. Em 1994, os quatro principais criminosos foram condenados pelo crime [citation:1]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/37a6e3e92506e030f4d3374fff140212.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Garanhuns</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-garanhuns--72997850</link><description><![CDATA[Na tranquila cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, uma fachada de normalidade escondia uma seita macabra que assassinou, esquartejou e praticou canibalismo com suas vítimas. Pior: a carne humana era vendida como salgados nas ruas, e uma criança foi forçada a comer a própria mãe.<br />Este é o caso dos "Canibais de Garanhuns", um dos crimes mais bárbaros e chocantes da história do Brasil, que uniu fanatismo religioso, esquizofrenia e um triângulo amoroso doentio em uma série de assassinatos ritualísticos.<br />Em 2012, a polícia de Pernambuco descobriu que Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, sua esposa Isabel Cristina Pires e sua amante Bruna Cristina Oliveira formavam um trisal que liderava uma seita chamada "O Cartel". O grupo pregava a "purificação do mundo" através do controle populacional, acreditando que matar mulheres "impuras" e consumir sua carne era um ritual necessário para abrir um "portal para o paraíso" [citation:2][citation:6].<br />Entre 2008 e 2012, o trio atraiu três vítimas com promessas de emprego como babás [citation:7][citation:4]. A primeira foi Jéssica Camila da Silva Pereira, de 17 anos, assassinada em Olinda em 2008. Seu corpo foi esquartejado, temperado com sal e cominho, grelhado e consumido pelo trio — e parte de sua carne foi servida para sua própria filha de 1 ano, que o grupo adotou [citation:2][citation:10]. Em 2012, já em Garanhuns, mataram Giselly Helena da Silva, de 31 anos, e Alexandra da Silva Falcão, de 20 anos. A carne das vítimas, retirada principalmente das nádegas e coxas, era moída e transformada em empadas e coxinhas, vendidas para vizinhos, escolas, hospitais e policiais que, sem saber, consumiram carne humana [citation:2][citation:7].<br />O trio foi preso em abril de 2012 após usarem o cartão de crédito de uma das vítimas em lojas da cidade, sendo flagrados por câmeras de segurança [citation:2][citation:5]. A filha de 5 anos da primeira vítima, que vivia com os assassinos, foi quem descreveu os crimes à polícia [citation:2]. Em 2018, o trio foi condenado a penas que somam mais de 70 anos de prisão cada um [citation:2][citation:8]. Jorge, que foi diagnosticado como esquizofrênico, escreveu um livro na prisão intitulado "Revelações de um Esquizofrênico" e recentemente se tornou pastor evangélico atrás das grades [citation:2][citation:12]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997850</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:40:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997850/caso_garanhuns_mp3.mp3" length="5137775" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Na tranquila cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, uma fachada de normalidade escondia uma seita macabra que assassinou, esquartejou e praticou canibalismo com suas vítimas. Pior: a carne humana era vendida como salgados nas ruas, e uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Na tranquila cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, uma fachada de normalidade escondia uma seita macabra que assassinou, esquartejou e praticou canibalismo com suas vítimas. Pior: a carne humana era vendida como salgados nas ruas, e uma criança foi forçada a comer a própria mãe.<br />Este é o caso dos "Canibais de Garanhuns", um dos crimes mais bárbaros e chocantes da história do Brasil, que uniu fanatismo religioso, esquizofrenia e um triângulo amoroso doentio em uma série de assassinatos ritualísticos.<br />Em 2012, a polícia de Pernambuco descobriu que Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, sua esposa Isabel Cristina Pires e sua amante Bruna Cristina Oliveira formavam um trisal que liderava uma seita chamada "O Cartel". O grupo pregava a "purificação do mundo" através do controle populacional, acreditando que matar mulheres "impuras" e consumir sua carne era um ritual necessário para abrir um "portal para o paraíso" [citation:2][citation:6].<br />Entre 2008 e 2012, o trio atraiu três vítimas com promessas de emprego como babás [citation:7][citation:4]. A primeira foi Jéssica Camila da Silva Pereira, de 17 anos, assassinada em Olinda em 2008. Seu corpo foi esquartejado, temperado com sal e cominho, grelhado e consumido pelo trio — e parte de sua carne foi servida para sua própria filha de 1 ano, que o grupo adotou [citation:2][citation:10]. Em 2012, já em Garanhuns, mataram Giselly Helena da Silva, de 31 anos, e Alexandra da Silva Falcão, de 20 anos. A carne das vítimas, retirada principalmente das nádegas e coxas, era moída e transformada em empadas e coxinhas, vendidas para vizinhos, escolas, hospitais e policiais que, sem saber, consumiram carne humana [citation:2][citation:7].<br />O trio foi preso em abril de 2012 após usarem o cartão de crédito de uma das vítimas em lojas da cidade, sendo flagrados por câmeras de segurança [citation:2][citation:5]. A filha de 5 anos da primeira vítima, que vivia com os assassinos, foi quem descreveu os crimes à polícia [citation:2]. Em 2018, o trio foi condenado a penas que somam mais de 70 anos de prisão cada um [citation:2][citation:8]. Jorge, que foi diagnosticado como esquizofrênico, escreveu um livro na prisão intitulado "Revelações de um Esquizofrênico" e recentemente se tornou pastor evangélico atrás das grades [citation:2][citation:12]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>319</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d6267ac324bc281199d37890c66c5c05.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Hacienda HealthCare_ Nathan Sutherland</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-hacienda-healthcare-nathan-sutherland--72997848</link><description><![CDATA[Uma paciente incapaz, em estado vegetativo há mais de uma década, deu à luz em uma instituição de saúde no Arizona. A equipe do local não sabia que ela estava grávida até o momento do parto. A investigação revelou um dos crimes mais chocantes contra uma pessoa vulnerável nos Estados Unidos.<br />Em 29 de dezembro de 2018, uma paciente de 29 anos da Hacienda HealthCare, em Phoenix, Arizona, que vivia na instituição desde os 3 anos de idade devido a graves deficiências intelectuais e físicas, deu à luz um bebê saudável[citation:4][citation:5][citation:13]. A equipe só descobriu a gravidez durante o trabalho de parto, o que desencadeou uma investigação policial por agressão sexual[citation:11][citation:14].<br />As autoridades coletaram amostras de DNA de todos os funcionários homens da unidade, e o teste confirmou que o pai da criança era Nathan Sutherland, um enfermeiro prático licenciado que cuidava da paciente na época[citation:1][citation:4][citation:7]. Sutherland, que tinha 37 anos na época, trabalhava na Hacienda há oito anos e era descrito como bem-quisto pela equipe, apesar de seu comportamento ter mudado drasticamente nos meses anteriores ao parto[citation:11][citation:13]. A investigação revelou que a paciente, que não fala e tem mobilidade limitada, havia sido vítima de múltiplos abusos sexuais, indo além do ato que resultou na gravidez[citation:7][citation:14].<br />A família da vítima entrou com ações judiciais e recebeu indenizações significativas, incluindo um acordo de US$ 15 milhões com o espólio de seu médico de longa data, Dr. Phillip Gear Jr., que não diagnosticou a gravidez, e US$ 7,5 milhões do estado do Arizona[citation:7]. Em 2021, Sutherland se declarou culpado de agressão sexual e abuso de adulto vulnerável, sendo condenado à pena máxima de 10 anos de prisão[citation:11][citation:15]. O caso expôs falhas sistêmicas na supervisão de instituições de cuidados de longo prazo e resultou em novas leis no Arizona, incluindo a exigência de licenciamento estadual para essas instalações e a implementação de verificações de antecedentes mais rigorosas[citation:9][citation:11][citation:13].<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997848</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997848/caso_hacienda_healthcare_nathan_sutherland_mp3.mp3" length="3518045" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Uma paciente incapaz, em estado vegetativo há mais de uma década, deu à luz em uma instituição de saúde no Arizona. A equipe do local não sabia que ela estava grávida até o momento do parto. A investigação revelou um dos crimes mais chocantes contra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma paciente incapaz, em estado vegetativo há mais de uma década, deu à luz em uma instituição de saúde no Arizona. A equipe do local não sabia que ela estava grávida até o momento do parto. A investigação revelou um dos crimes mais chocantes contra uma pessoa vulnerável nos Estados Unidos.<br />Em 29 de dezembro de 2018, uma paciente de 29 anos da Hacienda HealthCare, em Phoenix, Arizona, que vivia na instituição desde os 3 anos de idade devido a graves deficiências intelectuais e físicas, deu à luz um bebê saudável[citation:4][citation:5][citation:13]. A equipe só descobriu a gravidez durante o trabalho de parto, o que desencadeou uma investigação policial por agressão sexual[citation:11][citation:14].<br />As autoridades coletaram amostras de DNA de todos os funcionários homens da unidade, e o teste confirmou que o pai da criança era Nathan Sutherland, um enfermeiro prático licenciado que cuidava da paciente na época[citation:1][citation:4][citation:7]. Sutherland, que tinha 37 anos na época, trabalhava na Hacienda há oito anos e era descrito como bem-quisto pela equipe, apesar de seu comportamento ter mudado drasticamente nos meses anteriores ao parto[citation:11][citation:13]. A investigação revelou que a paciente, que não fala e tem mobilidade limitada, havia sido vítima de múltiplos abusos sexuais, indo além do ato que resultou na gravidez[citation:7][citation:14].<br />A família da vítima entrou com ações judiciais e recebeu indenizações significativas, incluindo um acordo de US$ 15 milhões com o espólio de seu médico de longa data, Dr. Phillip Gear Jr., que não diagnosticou a gravidez, e US$ 7,5 milhões do estado do Arizona[citation:7]. Em 2021, Sutherland se declarou culpado de agressão sexual e abuso de adulto vulnerável, sendo condenado à pena máxima de 10 anos de prisão[citation:11][citation:15]. O caso expôs falhas sistêmicas na supervisão de instituições de cuidados de longo prazo e resultou em novas leis no Arizona, incluindo a exigência de licenciamento estadual para essas instalações e a implementação de verificações de antecedentes mais rigorosas[citation:9][citation:11][citation:13].<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/caf8143d2f7bd70470c867687a89fa91.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Alison Botha_ encontrada quase sem a cabeça_ com os órgã0s para fora do c_rpo... e viva</title><link>https://www.spreaker.com/episode/alison-botha-encontrada-quase-sem-a-cabeca-com-os-orga0s-para-fora-do-c-rpo-e-viva--72997847</link><description><![CDATA[Ela foi estuprada, esfaqueada mais de 50 vezes, teve a garganta cortada 16 vezes e foi deixada para morrer com as próprias mãos segurando os intestinos. Mas Alison Botha se recusou a morrer. Esta é a história real de como uma mulher sobreviveu ao inacreditável e ainda encontrou forças para viver.<br />Na noite de 18 de dezembro de 1994, em Porto Elizabeth, na África do Sul, Alison, uma corretora de seguros de 27 anos, chegava em casa quando foi abordada por Frans du Toit, que a sequestrou. Ele buscou um comparsa, Theuns Kruger, e os dois a levaram para uma área deserta, onde a estupraram e decidiram matá-la, invocando "Oom Nick", uma referência a Satã [citation:1][citation:6]. Enquanto um a estrangulava, o outro cortava sua garganta [citation:11]. Ela ouviu a própria carne sendo rasgada [citation:4].<br />Ao recuperar a consciência, Alison percebeu a gravidade de seus ferimentos. Sua cabeça estava praticamente decapitada, "pendurada para trás entre as omoplatas" [citation:1]. Ao tocar a barriga, sentiu algo "morno, molhado e viscoso": seus próprios intestinos estavam expostos [citation:6]. Determinada a sobreviver, ela usou uma mão para segurar os órgãos no lugar e a outra para segurar a cabeça, rastejando até a estrada e deitando-se no asfalto para forçar um carro a parar [citation:1]. Foi encontrada por um veterinário que reposicionou sua tireoide, que estava saindo pelo pescoço, salvando sua vida [citation:4].<br />Os agressores, que se identificaram como satanistas, foram condenados à prisão perpétua em 1995 [citation:11]. Alison reconstruiu sua vida, casou-se, teve dois filhos e tornou-se palestrante motivacional [citation:6]. Em 2023, para sua consternação, os agressores foram libertados condicionalmente [citation:1]. Em 2024, Alison sofreu um aneurisma cerebral rompido, passou por cirurgias e precisou reaprender a andar e falar [citation:3][citation:9]. Em fevereiro de 2025, a liberdade condicional dos agressores foi revogada [citation:1]. A história de Alison é um testemunho de força, resiliência e da incrível vontade de viver.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997847</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 21:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997847/utf_8_q_alison_botha_5f_encontrada_quase_sem_a_cabe_c3_a7a_5f_com_o_utf_8_q_s_c3_b3rg_c3_a30s_para_fora_do_c_5fr_utf_8_q_po_e_viva_mp3_5f160k_mp3.mp3" length="10994296" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Ela foi estuprada, esfaqueada mais de 50 vezes, teve a garganta cortada 16 vezes e foi deixada para morrer com as próprias mãos segurando os intestinos. Mas Alison Botha se recusou a morrer. Esta é a história real de como uma mulher sobreviveu ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Ela foi estuprada, esfaqueada mais de 50 vezes, teve a garganta cortada 16 vezes e foi deixada para morrer com as próprias mãos segurando os intestinos. Mas Alison Botha se recusou a morrer. Esta é a história real de como uma mulher sobreviveu ao inacreditável e ainda encontrou forças para viver.<br />Na noite de 18 de dezembro de 1994, em Porto Elizabeth, na África do Sul, Alison, uma corretora de seguros de 27 anos, chegava em casa quando foi abordada por Frans du Toit, que a sequestrou. Ele buscou um comparsa, Theuns Kruger, e os dois a levaram para uma área deserta, onde a estupraram e decidiram matá-la, invocando "Oom Nick", uma referência a Satã [citation:1][citation:6]. Enquanto um a estrangulava, o outro cortava sua garganta [citation:11]. Ela ouviu a própria carne sendo rasgada [citation:4].<br />Ao recuperar a consciência, Alison percebeu a gravidade de seus ferimentos. Sua cabeça estava praticamente decapitada, "pendurada para trás entre as omoplatas" [citation:1]. Ao tocar a barriga, sentiu algo "morno, molhado e viscoso": seus próprios intestinos estavam expostos [citation:6]. Determinada a sobreviver, ela usou uma mão para segurar os órgãos no lugar e a outra para segurar a cabeça, rastejando até a estrada e deitando-se no asfalto para forçar um carro a parar [citation:1]. Foi encontrada por um veterinário que reposicionou sua tireoide, que estava saindo pelo pescoço, salvando sua vida [citation:4].<br />Os agressores, que se identificaram como satanistas, foram condenados à prisão perpétua em 1995 [citation:11]. Alison reconstruiu sua vida, casou-se, teve dois filhos e tornou-se palestrante motivacional [citation:6]. Em 2023, para sua consternação, os agressores foram libertados condicionalmente [citation:1]. Em 2024, Alison sofreu um aneurisma cerebral rompido, passou por cirurgias e precisou reaprender a andar e falar [citation:3][citation:9]. Em fevereiro de 2025, a liberdade condicional dos agressores foi revogada [citation:1]. A história de Alison é um testemunho de força, resiliência e da incrível vontade de viver.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>546</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4ce4979e271ee3bfd695563ab7727ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>A VERDADEIRA história do CARNICEIRO DE PLAINFIELD_ ED GEIN</title><link>https://www.spreaker.com/episode/a-verdadeira-historia-do-carniceiro-de-plainfield-ed-gein--72997846</link><description><![CDATA[Antes de Norman Bates, Leatherface ou Buffalo Bill, existiu Ed Gein. Um fazendeiro isolado de Wisconsin cuja casa escondia um cenário tão macabro que redefiniu o gênero do terror. Mas o que a cultura pop transformou em mito, a história real revela como uma tragédia de isolamento, loucura e uma devoção doentia à memória da mãe.<br />Edward Theodore Gein nasceu em 1906, filho de uma mãe religiosa e controladora que o isolou do mundo, pregando que as mulheres eram instrumentos do diabo [citation:3][citation:4][citation:8]. Com a morte do pai e, em 1945, da mãe, sua âncora com a realidade se rompeu. Mergulhado em solidão, Gein começou a profanar túmulos, usando a pele e os ossos das mortas para confeccionar objetos e um "traje feminino", numa tentativa psicótica de "se tornar" a mãe que perdeu [citation:4][citation:7][citation:11]. Em 1957, o desaparecimento da dona de uma loja de ferragens, Bernice Worden, levou a polícia à sua fazenda. Lá, encontraram o corpo dela pendurado como um animal abatido, ao lado de uma coleção de horrores: cadeiras estofadas com pele humana, tigelas de crânios, máscaras de rostos e um cinto feito de mamilos [citation:4][citation:9][citation:13]. Gein confessou os assassinatos de Worden e de Mary Hogan, mas foi considerado legalmente insano e internado em um hospital psiquiátrico, onde morreu em 1984 [citation:3][citation:4][citation:11]. Mais do que um serial killer, a verdadeira história de Ed Gein é a de uma mente quebrada pela perda, que transformou a necrofilia e a profanação em uma forma distorcida de amor.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72997846</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72997846/utf_8_q_a_verdadeira_hist_c3_b3ria_do_carniceiro_utf_8_q_de_plainfield_5f_ed_gein_mp3_5f160k_mp3.mp3" length="21042513" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>Antes de Norman Bates, Leatherface ou Buffalo Bill, existiu Ed Gein. Um fazendeiro isolado de Wisconsin cuja casa escondia um cenário tão macabro que redefiniu o gênero do terror. Mas o que a cultura pop transformou em mito, a história real revela...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Antes de Norman Bates, Leatherface ou Buffalo Bill, existiu Ed Gein. Um fazendeiro isolado de Wisconsin cuja casa escondia um cenário tão macabro que redefiniu o gênero do terror. Mas o que a cultura pop transformou em mito, a história real revela como uma tragédia de isolamento, loucura e uma devoção doentia à memória da mãe.<br />Edward Theodore Gein nasceu em 1906, filho de uma mãe religiosa e controladora que o isolou do mundo, pregando que as mulheres eram instrumentos do diabo [citation:3][citation:4][citation:8]. Com a morte do pai e, em 1945, da mãe, sua âncora com a realidade se rompeu. Mergulhado em solidão, Gein começou a profanar túmulos, usando a pele e os ossos das mortas para confeccionar objetos e um "traje feminino", numa tentativa psicótica de "se tornar" a mãe que perdeu [citation:4][citation:7][citation:11]. Em 1957, o desaparecimento da dona de uma loja de ferragens, Bernice Worden, levou a polícia à sua fazenda. Lá, encontraram o corpo dela pendurado como um animal abatido, ao lado de uma coleção de horrores: cadeiras estofadas com pele humana, tigelas de crânios, máscaras de rostos e um cinto feito de mamilos [citation:4][citation:9][citation:13]. Gein confessou os assassinatos de Worden e de Mary Hogan, mas foi considerado legalmente insano e internado em um hospital psiquiátrico, onde morreu em 1984 [citation:3][citation:4][citation:11]. Mais do que um serial killer, a verdadeira história de Ed Gein é a de uma mente quebrada pela perda, que transformou a necrofilia e a profanação em uma forma distorcida de amor.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1050</itunes:duration><itunes:keywords>case,cold,crime,criminal,dark,detective,disappearances,documentary,files,history,investigation,killer,mysteries,mysterious,psychology,real,serial,stories,true,unsolved</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/294812bfc27cb0cb3a8566d39a7f917b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Oneal Ron Morris_ a médica tóxica do bumbum</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-oneal-ron-morris-a-medica-toxica-do-bumbum--72961971</link><description><![CDATA[== ONEAL RON MORRIS ==<br />DESCRIÇÃO:<br />Oneal Ron Morris, conhecida como "médica tóxica do bumbum", era uma mulher transgênero de 36 anos que aplicava procedimentos estéticos ilegais na Flórida, EUA, sem possuir licença médica [citation:1][citation:4]. Ela usava uma mistura letal de selante de pneu Fix-a-Flat, cimento, supercola, silicone e óleo mineral para aumentar os glúteos, quadris, coxas e seios de suas vítimas [citation:1][citation:3][citation:4].<br />Shatarka Nuby, de 31 anos, pagou US$ 2.000 a Morris por cerca de 10 injeções entre 2007 e 2010 e morreu em 2012 devido a uma "migração sistêmica massiva de silicone" que causou insuficiência respiratória [citation:2][citation:4][citation:6]. Em 2017, Morris foi condenada a 10 anos de prisão por homicídio culposo, além de 5 anos de liberdade condicional, após declarar-se culpada [citation:1][citation:3][citation:4]. Uma das vítimas, Rajee Narinesingh, que recebeu injeções no rosto, precisou de cirurgias corretivas no programa Botched e sofreu com cimento industrial no organismo por anos [citation:6][citation:7][citation:9].<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72961971</guid><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:34:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72961971/319d14bf_6040_4e0b_bcc0_b9752d87678d.mp3" length="4847114" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>== ONEAL RON MORRIS ==
DESCRIÇÃO:
Oneal Ron Morris, conhecida como "médica tóxica do bumbum", era uma mulher transgênero de 36 anos que aplicava procedimentos estéticos ilegais na Flórida, EUA, sem possuir licença médica [citation:1][citation:4]. Ela...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[== ONEAL RON MORRIS ==<br />DESCRIÇÃO:<br />Oneal Ron Morris, conhecida como "médica tóxica do bumbum", era uma mulher transgênero de 36 anos que aplicava procedimentos estéticos ilegais na Flórida, EUA, sem possuir licença médica [citation:1][citation:4]. Ela usava uma mistura letal de selante de pneu Fix-a-Flat, cimento, supercola, silicone e óleo mineral para aumentar os glúteos, quadris, coxas e seios de suas vítimas [citation:1][citation:3][citation:4].<br />Shatarka Nuby, de 31 anos, pagou US$ 2.000 a Morris por cerca de 10 injeções entre 2007 e 2010 e morreu em 2012 devido a uma "migração sistêmica massiva de silicone" que causou insuficiência respiratória [citation:2][citation:4][citation:6]. Em 2017, Morris foi condenada a 10 anos de prisão por homicídio culposo, além de 5 anos de liberdade condicional, após declarar-se culpada [citation:1][citation:3][citation:4]. Uma das vítimas, Rajee Narinesingh, que recebeu injeções no rosto, precisou de cirurgias corretivas no programa Botched e sofreu com cimento industrial no organismo por anos [citation:6][citation:7][citation:9].<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>301</itunes:duration><itunes:keywords>bumbum,cimento,cola,de,estético,falsa,fix-a-flat,ilegal,industrial,médica,morris,morte,nuby,paciente,procedimento,ron,shatarka,silicone,super,tags: oneal</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f5501d5de2ec4afea3c8010020a60b04.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>2</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Miguel Ryan Mendes Alves</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-miguel-ryan-mendes-alves--72961613</link><description><![CDATA[== MIGUEL RYAN MENDES ALVES ==<br />DESCRIÇÃO:<br />Menino de 6 anos assassinado e decapitado pela própria mãe, Maria Rosália Gonçalves Mendes, em 20 de setembro de 2024, em João Pessoa, Paraíba [citation:1]. O crime ocorreu no bairro de Mangabeira. Vizinhos ouviram os gritos de socorro da criança durante a madrugada, com frases como "Socorro, vou morrer", "estou com medo, mamãe" e "mamãe, eu te amo" [citation:1][citation:3]. Ao chegar ao apartamento, a polícia encontrou Maria Rosália com a cabeça do filho no colo e a criança já sem vida na cozinha [citation:1][citation:2]. A mãe, que apresentava sinais de transtorno mental, tentou atacar os policiais com facas e foi baleada [citation:1][citation:3]. Ela possuía histórico de problemas de saúde mental, tendo sido internada no Hospital Psiquiátrico Juliano Moreia cerca de um ano antes do crime, mas havia abandonado o tratamento [citation:1][citation:8]. No apartamento foram encontrados vídeos de rituais satânicos de decapitação e um gato agonizando [citation:1][citation:3]. Maria Rosália faleceu em 17 de outubro de 2024 devido a complicações dos ferimentos [citation:1][citation:6]. Posteriormente, seu corpo foi exumado e queimado por um grupo não identificado no cemitério onde foi enterrada [citation:1][citation:10].<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72961613</guid><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:30:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72961613/ad997fe3_19d8_4ec7_a0dd_ab8e47173f7e.mp3" length="2546239" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>== MIGUEL RYAN MENDES ALVES ==
DESCRIÇÃO:
Menino de 6 anos assassinado e decapitado pela própria mãe, Maria Rosália Gonçalves Mendes, em 20 de setembro de 2024, em João Pessoa, Paraíba [citation:1]. O crime ocorreu no bairro de Mangabeira. Vizinhos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[== MIGUEL RYAN MENDES ALVES ==<br />DESCRIÇÃO:<br />Menino de 6 anos assassinado e decapitado pela própria mãe, Maria Rosália Gonçalves Mendes, em 20 de setembro de 2024, em João Pessoa, Paraíba [citation:1]. O crime ocorreu no bairro de Mangabeira. Vizinhos ouviram os gritos de socorro da criança durante a madrugada, com frases como "Socorro, vou morrer", "estou com medo, mamãe" e "mamãe, eu te amo" [citation:1][citation:3]. Ao chegar ao apartamento, a polícia encontrou Maria Rosália com a cabeça do filho no colo e a criança já sem vida na cozinha [citation:1][citation:2]. A mãe, que apresentava sinais de transtorno mental, tentou atacar os policiais com facas e foi baleada [citation:1][citation:3]. Ela possuía histórico de problemas de saúde mental, tendo sido internada no Hospital Psiquiátrico Juliano Moreia cerca de um ano antes do crime, mas havia abandonado o tratamento [citation:1][citation:8]. No apartamento foram encontrados vídeos de rituais satânicos de decapitação e um gato agonizando [citation:1][citation:3]. Maria Rosália faleceu em 17 de outubro de 2024 devido a complicações dos ferimentos [citation:1][citation:6]. Posteriormente, seu corpo foi exumado e queimado por um grupo não identificado no cemitério onde foi enterrada [citation:1][citation:10].<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>2024,alves,autismo,bárbaro,brasil,crime,decapitação,filicídio,gonçalves,joão,maria,mendes,mental,miguel,paraíba,pessoa,rituais,rosália,ryan,saúde</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/51a52380410dd100998e29d26003f463.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>2</itunes:episode><itunes:episodeType>trailer</itunes:episodeType></item><item><title>Caso Asifa Bano</title><link>https://www.spreaker.com/episode/caso-asifa-bano--72961506</link><description><![CDATA[O corpo de Asifa foi encontrado uma semana depois, em 17 de janeiro, em uma floresta a cerca de um quilômetro de sua casa <a href="https://m.sohu.com/a/228628595_420076/?pvid=000115_3w_a&amp;_f=index_chan08socnews_4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murder_of_Asifa_Bano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. A investigação revelou que ela foi sequestrada, mantida em cativeiro em um templo local por três dias, drogada com sedativos, estuprada repetidamente por vários homens e, por fim, estrangulada e atingida na cabeça com uma pedra pesada <a href="https://m.sohu.com/a/228628595_420076/?pvid=000115_3w_a&amp;_f=index_chan08socnews_4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43726570" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ettoday.net/news/20180420/1153828.htm?feature=profile_044&amp;tab_id=733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.O crime chocou a Índia e gerou enorme comoção pública, especialmente porque entre os oito acusados estavam quatro policiais que supostamente tentaram destruir provas e acobertar o crime <a href="https://m.sohu.com/a/228628595_420076/?pvid=000115_3w_a&amp;_f=index_chan08socnews_4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43726570" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ettoday.net/news/20180420/1153828.htm?feature=profile_044&amp;tab_id=733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. O caso também expôs profundas tensões religiosas, já que a vítima era muçulmana e os principais suspeitos eram hindus. O motivo apontado para o crime foi a tentativa de expulsar a comunidade muçulmana Bakarwal da região, em meio a disputas por terras e recursos <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43726570" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://wnyc.org/story/gang-rape-and-murder-of-8-year-old-girl-sparks-outrage-across-india/#commentform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://dua.tempo.co/internasional/asifa-bano-anak-gembala-tewas-disulut-kebencian-agama-di-india-942773" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.O julgamento ocorreu em meio a protestos em todo o país. Em junho de 2019, seis dos sete acusados adultos foram condenados. O principal mentor, Sanji Ram, e outros dois réus receberam pena de 25 anos de prisão perpétua; outros três foram condenados a cinco anos por destruição de provas <a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murder_of_Asifa_Bano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://news.ebc.net.tw/News/world/166636" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. Um dos acusados foi absolvido por falta de provas, e um menor de idade foi julgado à parte <a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murder_of_Asifa_Bano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ettoday.net/news/20180420/1153828.htm?feature=profile_044&amp;tab_id=733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72961506</guid><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:21:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72961506/ce403544_6812_4b09_b5ce_9de8e636ecc7.mp3" length="3873927" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Crimes Reais</itunes:author><itunes:subtitle>O corpo de Asifa foi encontrado uma semana depois, em 17 de janeiro, em uma floresta a cerca de um quilômetro de sua casa . A investigação revelou que ela foi sequestrada, mantida em cativeiro em um templo local por três dias, drogada com sedativos,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O corpo de Asifa foi encontrado uma semana depois, em 17 de janeiro, em uma floresta a cerca de um quilômetro de sua casa <a href="https://m.sohu.com/a/228628595_420076/?pvid=000115_3w_a&amp;_f=index_chan08socnews_4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murder_of_Asifa_Bano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. A investigação revelou que ela foi sequestrada, mantida em cativeiro em um templo local por três dias, drogada com sedativos, estuprada repetidamente por vários homens e, por fim, estrangulada e atingida na cabeça com uma pedra pesada <a href="https://m.sohu.com/a/228628595_420076/?pvid=000115_3w_a&amp;_f=index_chan08socnews_4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43726570" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ettoday.net/news/20180420/1153828.htm?feature=profile_044&amp;tab_id=733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.O crime chocou a Índia e gerou enorme comoção pública, especialmente porque entre os oito acusados estavam quatro policiais que supostamente tentaram destruir provas e acobertar o crime <a href="https://m.sohu.com/a/228628595_420076/?pvid=000115_3w_a&amp;_f=index_chan08socnews_4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43726570" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ettoday.net/news/20180420/1153828.htm?feature=profile_044&amp;tab_id=733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. O caso também expôs profundas tensões religiosas, já que a vítima era muçulmana e os principais suspeitos eram hindus. O motivo apontado para o crime foi a tentativa de expulsar a comunidade muçulmana Bakarwal da região, em meio a disputas por terras e recursos <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43726570" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://wnyc.org/story/gang-rape-and-murder-of-8-year-old-girl-sparks-outrage-across-india/#commentform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://dua.tempo.co/internasional/asifa-bano-anak-gembala-tewas-disulut-kebencian-agama-di-india-942773" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.O julgamento ocorreu em meio a protestos em todo o país. Em junho de 2019, seis dos sete acusados adultos foram condenados. O principal mentor, Sanji Ram, e outros dois réus receberam pena de 25 anos de prisão perpétua; outros três foram condenados a cinco anos por destruição de provas <a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murder_of_Asifa_Bano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://news.ebc.net.tw/News/world/166636" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. Um dos acusados foi absolvido por falta de provas, e um menor de idade foi julgado à parte <a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murder_of_Asifa_Bano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ettoday.net/news/20180420/1153828.htm?feature=profile_044&amp;tab_id=733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>2018,asifa,assassinato,bakarwal,bano,caxemira,coletivo,comunidade,e,estupro,étnica,hindus,índia,infantil,jammu,muçulmanos,polícia,religiosa,tensão,violência</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1972e5d6e31b3a55c307b32abfef6467.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episodeType>trailer</itunes:episodeType></item></channel></rss>
