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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>Trabalho de História</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/trabalho-de-historia--7164665</link><description><![CDATA[Episódios rápidos, sintetizando e promovendo diálogos entre leituras e temas de História e Ciências Humanas, de forma clara, direta e com embasamento bibliográfico.]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/7164665/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>History</category><copyright>Copyright Victor Lemos</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d99e42a36fbbe13d45427a3adc353932.jpg</url><title>Trabalho de História</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/trabalho-de-historia--7164665</link></image><lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 22:58:08 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Victor Lemos</itunes:name><itunes:email>feeds@spreaker.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d99e42a36fbbe13d45427a3adc353932.jpg"/><itunes:subtitle>Episódios rápidos, sintetizando e promovendo diálogos entre leituras e temas de História e Ciências Humanas, de forma clara, direta e com embasamento bibliográfico.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Episódios rápidos, sintetizando e promovendo diálogos entre leituras e temas de História e Ciências Humanas, de forma clara, direta e com embasamento bibliográfico.]]></itunes:summary><itunes:category text="History"/><itunes:explicit>false</itunes:explicit><podcast:guid>1cc9c202-b5f0-5a81-8ed8-fd1737eb8f5e</podcast:guid><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>O vôo interrompido da Panair do Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-voo-interrompido-da-panair-do-brasil--73520702</link><description><![CDATA[Num enredo que mistura minha paixão por música, minha curiosidade sobre aviões (que, na maior parte do tempo, serve pra equilibrar com meu desconforto amedrontado, sempre que eu viajo de avião) e muita História do Brasil, o Trabalho de História de hoje tenta, a partir da pedrada escrita por Milton Nascimento e Fernando Brandt, resgatar a trajetória abruptamente interrompida da Panair do Brasil.<br />BibliografiaBARBOSA, Ney Pereira. Nas Asas da História: Lembranças da Panair do Brasil. Rio de Janeiro: Agir, 1996.BRANT, Fernando; NASCIMENTO, Milton. Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar). In: Minas. EMI-Odeon, 1975.FAY, Claudia Musa. Crise nas Alturas: a Questão da Aviação Civil (1927–1975). 2001. Tese (Doutorado em História). Universidade Federal do Rio Grande do Sul.FAY, Claudia Musa; OLIVEIRA, Geneci Guimarães de. A aviação comercial brasileira durante os anos 1950–1970: a crise da Real, da Panair e da Cruzeiro do Sul. Revista da UNIFA, v. 26, n. 33, 2013.BRASIL. Decreto-Lei nº 3.462, de 25 de julho de 1941. Autoriza a Panair do Brasil S.A. a construir, melhorar e aparelhar aeroportos no Norte e Nordeste do país.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">723b24d2-0888-4b39-867e-92a0677e2b08</guid><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:17:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73520702/9baaabf4_b9e3_c334_1ec9_40a8320f7611.mp3" length="36481536" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Num enredo que mistura minha paixão por música, minha curiosidade sobre aviões (que, na maior parte do tempo, serve pra equilibrar com meu desconforto amedrontado, sempre que eu viajo de avião) e muita História do Brasil, o Trabalho de História de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Num enredo que mistura minha paixão por música, minha curiosidade sobre aviões (que, na maior parte do tempo, serve pra equilibrar com meu desconforto amedrontado, sempre que eu viajo de avião) e muita História do Brasil, o Trabalho de História de hoje tenta, a partir da pedrada escrita por Milton Nascimento e Fernando Brandt, resgatar a trajetória abruptamente interrompida da Panair do Brasil.<br />BibliografiaBARBOSA, Ney Pereira. Nas Asas da História: Lembranças da Panair do Brasil. Rio de Janeiro: Agir, 1996.BRANT, Fernando; NASCIMENTO, Milton. Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar). In: Minas. EMI-Odeon, 1975.FAY, Claudia Musa. Crise nas Alturas: a Questão da Aviação Civil (1927–1975). 2001. Tese (Doutorado em História). Universidade Federal do Rio Grande do Sul.FAY, Claudia Musa; OLIVEIRA, Geneci Guimarães de. A aviação comercial brasileira durante os anos 1950–1970: a crise da Real, da Panair e da Cruzeiro do Sul. Revista da UNIFA, v. 26, n. 33, 2013.BRASIL. Decreto-Lei nº 3.462, de 25 de julho de 1941. 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Antes de ocupar rádios, discos, conservatórios, universidades e salas de concerto, ele foi associado à boemia, à desordem e à vadiagem — não apenas por causa de seu som, mas principalmente por causa das pessoas, dos espaços e das práticas culturais às quais estava ligado.<br /><br />BibliografiaANTUNES, Gilson Uehara. Américo Jacomino “Canhoto” e o desenvolvimento da arte solística do violão em São Paulo. 2002. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.GLOEDEN, Edelton. O ressurgimento do violão no século XX: Miguel Llobet, Emilio Pujol e Andrés Segovia. 1996. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1996.GONÇALVES, Leandro Márcio. O processo de difusão do violão clássico no Brasil através da “Escola de Tárrega” entre 1916 e 1960. 2015. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Artes, Universidade de Évora, Évora, 2015. PEREIRA, Marcelo Fernandes; GLOEDEN, Edelton. De maldito a erudito: caminhos do violão solista no Brasil. Composição: Revista de Ciências Sociais da UFMS, Campo Grande, v. 6, n. 10, p. 68–91, jul. 2012. FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002.A publicação é um conjunto documental e fonográfico composto pelo livro, quatro CDs de áudio e cinco CD-ROMs com documentos, imagens, partituras e outros materiais relacionados à gravadora. Isto É Bom. Composição: Xisto Bahia; Intérprete: Bahiano. In: FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002. Bolim Bolacho. Intérprete: Eduardo das Neves. In: FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">e57b85e8-f965-43c2-ac34-85cfd766c975</guid><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 04:08:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73252163/74301045_c068_e28e_4393_cab82f7b1950.mp3" length="39793057" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Portátil, relativamente barato e capaz de reunir uma roda inteira ao redor de poucos acordes, o violão tornou-se um dos instrumentos mais presentes na vida social brasileira. Mas sua história está longe de ser uma trajetória tranquila. Antes de ocupar...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Portátil, relativamente barato e capaz de reunir uma roda inteira ao redor de poucos acordes, o violão tornou-se um dos instrumentos mais presentes na vida social brasileira. Mas sua história está longe de ser uma trajetória tranquila. Antes de ocupar rádios, discos, conservatórios, universidades e salas de concerto, ele foi associado à boemia, à desordem e à vadiagem — não apenas por causa de seu som, mas principalmente por causa das pessoas, dos espaços e das práticas culturais às quais estava ligado.<br /><br />BibliografiaANTUNES, Gilson Uehara. Américo Jacomino “Canhoto” e o desenvolvimento da arte solística do violão em São Paulo. 2002. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.GLOEDEN, Edelton. O ressurgimento do violão no século XX: Miguel Llobet, Emilio Pujol e Andrés Segovia. 1996. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1996.GONÇALVES, Leandro Márcio. O processo de difusão do violão clássico no Brasil através da “Escola de Tárrega” entre 1916 e 1960. 2015. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Artes, Universidade de Évora, Évora, 2015. PEREIRA, Marcelo Fernandes; GLOEDEN, Edelton. De maldito a erudito: caminhos do violão solista no Brasil. Composição: Revista de Ciências Sociais da UFMS, Campo Grande, v. 6, n. 10, p. 68–91, jul. 2012. FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002.A publicação é um conjunto documental e fonográfico composto pelo livro, quatro CDs de áudio e cinco CD-ROMs com documentos, imagens, partituras e outros materiais relacionados à gravadora. Isto É Bom. Composição: Xisto Bahia; Intérprete: Bahiano. In: FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002. Bolim Bolacho. Intérprete: Eduardo das Neves. In: FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. 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Passamos pelas origens do projeto na Alemanha nazista, por sua transformação em veículo civil no pós-guerra e pelo processo de industrialização que levou à fabricação do primeiro Fusca nacional, em 1959.Entre anúncios antigos, memórias familiares e preços expressos em moedas que já desapareceram, investigamos também como o Volkswagen Sedan ganhou das ruas o apelido de Fusca e quanto uma família trabalhadora precisava desembolsar para comprar um automóvel novo. Mais do que a história de um carro, o episódio discute as promessas de modernidade e ascensão social associadas ao consumo — e por que uma vida melhor para a classe trabalhadora não pode depender apenas de sua capacidade de comprar mais.<br /><br />Bibliografia e fontesEstudos acadêmicos e obras de referênciaBUSSOLA, Diego; MIRANDA, Florencia. Problemas metodológicos para a análise de textos históricos: o caso “Fusca” (1950–1970). Eutomia, Recife, 29(1), p. 1–18, out. 2021. DIAS, Aline Passeri; SILVA, Felipe Jardim da; CHALEGRE, Rosana Ferreira; SÁ, Celso Pereira de; WOLTER, Rafael Pecly. Sobre a memória social dos “Anos Dourados”: Fusca, Copa do Mundo, Bossa Nova e Miss Brasil. Psicologia: Teoria e Prática, São Paulo, v. 13, n. 3, dez. 2011. LATINI, Sydney A. A implantação da indústria automobilística no Brasil: da substituição de importações ativa à globalização passiva. São Paulo: Alaúde Editorial, 2007.<br />Anúncios compilados por Canal PL - https://www.youtube.com/channel/UC2z0Folvh2T5rDfq9Ik6FqQ<br />Áudios de Arquivo:História Contada - https://www.youtube.com/@HistoriaContadaArquivo Nacional-https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br]]></description><guid isPermaLink="false">55b4c987-651f-4f6e-ab4a-29e1b3f0b90c</guid><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 23:30:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73116642/428417285_44100_2_23c286de3c945.mp3" length="38273105" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Partindo de um anúncio publicado no Jornal do Brasil em dezembro de 1950 — quando ainda era necessário ensinar aos leitores como pronunciar “Volkswagen” —, este episódio percorre a longa estrada do Fusca no Brasil. 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Mais do que a história de um carro, o episódio discute as promessas de modernidade e ascensão social associadas ao consumo — e por que uma vida melhor para a classe trabalhadora não pode depender apenas de sua capacidade de comprar mais.<br /><br />Bibliografia e fontesEstudos acadêmicos e obras de referênciaBUSSOLA, Diego; MIRANDA, Florencia. Problemas metodológicos para a análise de textos históricos: o caso “Fusca” (1950–1970). Eutomia, Recife, 29(1), p. 1–18, out. 2021. DIAS, Aline Passeri; SILVA, Felipe Jardim da; CHALEGRE, Rosana Ferreira; SÁ, Celso Pereira de; WOLTER, Rafael Pecly. Sobre a memória social dos “Anos Dourados”: Fusca, Copa do Mundo, Bossa Nova e Miss Brasil. Psicologia: Teoria e Prática, São Paulo, v. 13, n. 3, dez. 2011. LATINI, Sydney A. A implantação da indústria automobilística no Brasil: da substituição de importações ativa à globalização passiva. 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Em 1978, a Argentina foi campeã do mundo enquanto o regime de Videla tentava esconder seus crimes.Neste episódio de Trabalho de História, voltamos à Argentina dos anos 1970 para entender como a morte de Perón, o golpe de 1976, o terrorismo de Estado e a propaganda política se cruzaram com a Copa do Mundo de 1978. No centro da história, a polêmica vitória sobre o Peru, a presença de Videla e Henry Kissinger nos bastidores e o uso do futebol como vitrine de uma ditadura.<br />Bibliografia:AGOSTINO, Gilberto. Vencer ou morrer: futebol, geopolítica e identidade nacional. Rio de Janeiro: Mauad, 2002.COMISIÓN NACIONAL SOBRE LA DESAPARICIÓN DE PERSONAS — CONADEP. Nunca más: informe de la Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas. Buenos Aires: Eudeba, 1984.LLONTO, Pablo. La vergüenza de todos: el dedo en la llaga del Mundial 78. Buenos Aires: Ediciones Madres de Plaza de Mayo, 2005.YALLOP, David A. How They Stole the Game. Londres: Poetic Publishing, 1999.AMNESTY INTERNATIONAL. The 1978 World Cup and Human Rights: What Sportspeople Think. Londres: Amnesty International, 1978.NATIONAL SECURITY ARCHIVE. Argentina’s Military Coup of 1976: What the U.S. Knew. Washington, D.C.: George Washington University, 2021.ARGENTINA. Archivo Nacional de la Memoria. Registro Unificado de Víctimas del Terrorismo de Estado. Buenos Aires: Secretaría de Derechos Humanos.DAANEN, Benjamin. “Football, Dictatorship, and Human Rights: The 1978 World Cup and Solidarity Activism in the Netherlands for Argentina”. European Review of Latin American and Caribbean Studies, 2022.REIN, Raanan. “Sport, Politics and Exile: Protests in Israel during the World Cup in Argentina, 1978”. The International Journal of the History of Sport, 2009.FERNÁNDEZ MOORES, Ezequiel. “The Many Faces of Argentina ’78”. Play the Game.MITRE, Santiago. Argentina, 1985. Argentina: Amazon Studios, 2022. Filme.]]></description><guid isPermaLink="false">1b3d09ec-d866-478e-a3b1-c9eaab237ff5</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:50:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73017614/428080193_44100_2_8881daccbd728.mp3" length="45651756" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Uma Copa cercada por ditadura, propaganda, desaparecimentos e um jogo que até hoje levanta suspeitas. Em 1978, a Argentina foi campeã do mundo enquanto o regime de Videla tentava esconder seus crimes.Neste episódio de Trabalho de História, voltamos à...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma Copa cercada por ditadura, propaganda, desaparecimentos e um jogo que até hoje levanta suspeitas. Em 1978, a Argentina foi campeã do mundo enquanto o regime de Videla tentava esconder seus crimes.Neste episódio de Trabalho de História, voltamos à Argentina dos anos 1970 para entender como a morte de Perón, o golpe de 1976, o terrorismo de Estado e a propaganda política se cruzaram com a Copa do Mundo de 1978. No centro da história, a polêmica vitória sobre o Peru, a presença de Videla e Henry Kissinger nos bastidores e o uso do futebol como vitrine de uma ditadura.<br />Bibliografia:AGOSTINO, Gilberto. Vencer ou morrer: futebol, geopolítica e identidade nacional. Rio de Janeiro: Mauad, 2002.COMISIÓN NACIONAL SOBRE LA DESAPARICIÓN DE PERSONAS — CONADEP. Nunca más: informe de la Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas. Buenos Aires: Eudeba, 1984.LLONTO, Pablo. La vergüenza de todos: el dedo en la llaga del Mundial 78. Buenos Aires: Ediciones Madres de Plaza de Mayo, 2005.YALLOP, David A. How They Stole the Game. Londres: Poetic Publishing, 1999.AMNESTY INTERNATIONAL. The 1978 World Cup and Human Rights: What Sportspeople Think. Londres: Amnesty International, 1978.NATIONAL SECURITY ARCHIVE. Argentina’s Military Coup of 1976: What the U.S. Knew. Washington, D.C.: George Washington University, 2021.ARGENTINA. Archivo Nacional de la Memoria. Registro Unificado de Víctimas del Terrorismo de Estado. Buenos Aires: Secretaría de Derechos Humanos.DAANEN, Benjamin. “Football, Dictatorship, and Human Rights: The 1978 World Cup and Solidarity Activism in the Netherlands for Argentina”. European Review of Latin American and Caribbean Studies, 2022.REIN, Raanan. “Sport, Politics and Exile: Protests in Israel during the World Cup in Argentina, 1978”. The International Journal of the History of Sport, 2009.FERNÁNDEZ MOORES, Ezequiel. “The Many Faces of Argentina ’78”. Play the Game.MITRE, Santiago. Argentina, 1985. Argentina: Amazon Studios, 2022. 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Discutimos o papel da indústria algodoeira, da busca permanente pelo lucro e da expansão das ferrovias como motores da economia britânica, mostrando como o capitalismo criou as condições materiais que tornaram a Revolução Industrial não apenas possível, mas economicamente necessária.ReferênciaHOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: Europa 1789–1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017.]]></description><guid isPermaLink="false">1f57ff29-e898-4ba1-963a-46077fc0eceb</guid><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:21:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72895702/427661736_44100_2_004a934849ef2.mp3" length="24577000" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio, exploramos a interpretação de Eric Hobsbawm sobre as origens da Revolução Industrial inglesa. 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O episódio propõe uma leitura que privilegia as relações sociais e econômicas, mostrando que a Revolução Industrial foi consequência da consolidação do capitalismo, e não apenas do avanço tecnológico. Referências: HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: Europa 1789–1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017.  WOOD, Ellen Meiksins. A origem do capitalismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.]]></description><guid isPermaLink="false">e9ee3d74-2407-4290-a5ae-3fc0436a5a44</guid><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:16:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72893932/427657459_44100_2_3fd62dedfc1c2.mp3" length="21569366" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio, discutimos por que a Inglaterra se tornou o berço do capitalismo e, posteriormente, da Revolução Industrial. A partir das interpretações de Ellen Meiksins Wood e Eric Hobsbawm, analisamos como as transformações agrárias inglesas, os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, discutimos por que a Inglaterra se tornou o berço do capitalismo e, posteriormente, da Revolução Industrial. A partir das interpretações de Ellen Meiksins Wood e Eric Hobsbawm, analisamos como as transformações agrárias inglesas, os cercamentos dos campos, a formação de trabalhadores assalariados e a lógica do lucro criaram as condições para o surgimento do capitalismo e para a industrialização. O episódio propõe uma leitura que privilegia as relações sociais e econômicas, mostrando que a Revolução Industrial foi consequência da consolidação do capitalismo, e não apenas do avanço tecnológico. Referências: HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: Europa 1789–1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017.  WOOD, Ellen Meiksins. A origem do capitalismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.]]></itunes:summary><itunes:duration>1348</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/814aabce302c88b3e54b9b8981be113d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Diálogos em Teoria da História: Bloch, Ortega Y Gasset, Marrou e Löwith</title><link>https://www.spreaker.com/episode/dialogos-em-teoria-da-historia-bloch-ortega-y-gasset-marrou-e-lowith--72893934</link><description><![CDATA[Neste episódio, discutimos as principais contribuições de Marc Bloch em Apologia da História, obra fundamental para a historiografia do século XX. A partir de sua concepção da história como ciência dos homens no tempo, refletimos sobre o papel do historiador, a interpretação das fontes e a construção do conhecimento histórico. O debate é enriquecido pelo diálogo com José Ortega y Gasset, Henri-Irénée Marrou e Karl Löwith, abordando questões como leitura, subjetividade, método histórico e os desafios de atribuir sentido à experiência humana no tempo.]]></description><guid isPermaLink="false">d50d6bdf-2d36-47d1-b180-f875914ea205</guid><pubDate>Sun, 07 Jun 2026 15:26:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72893934/425670576_44100_2_3d44c3a1e6afe.mp3" length="10792707" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Victor Lemos</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio, discutimos as principais contribuições de Marc Bloch em Apologia da História, obra fundamental para a historiografia do século XX. A partir de sua concepção da história como ciência dos homens no tempo, refletimos sobre o papel do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Neste episódio, discutimos as principais contribuições de Marc Bloch em Apologia da História, obra fundamental para a historiografia do século XX. A partir de sua concepção da história como ciência dos homens no tempo, refletimos sobre o papel do historiador, a interpretação das fontes e a construção do conhecimento histórico. O debate é enriquecido pelo diálogo com José Ortega y Gasset, Henri-Irénée Marrou e Karl Löwith, abordando questões como leitura, subjetividade, método histórico e os desafios de atribuir sentido à experiência humana no tempo.]]></itunes:summary><itunes:duration>675</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7f5913c00e1402b96718a3e941e3621e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
