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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>Fome Zero Podcast</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/fome-zero-podcast--6821949</link><description><![CDATA[Bem-vindos ao podcast do Instituto Fome Zero! O Instituto Fome Zero (IFZ) reúne especialistas em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) com a proposta de apoiar as políticas de combate à fome e a todas as formas de má nutrição, para que esta luta se torne a mais alta entre as prioridades do Brasil e da comunidade internacional.]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/6821949/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Food</category><copyright>Copyright Instituto Fome Zero Comunicação</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/74abaea69734c8f053dfa9283be73bfd.jpg</url><title>Fome Zero Podcast</title><link>https://www.spreaker.com/podcast/fome-zero-podcast--6821949</link></image><lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 14:30:20 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:name><itunes:email>feeds@spreaker.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/74abaea69734c8f053dfa9283be73bfd.jpg"/><itunes:subtitle>Bem-vindos ao podcast do Instituto Fome Zero!

O Instituto Fome Zero (IFZ) reúne especialistas em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) com a proposta de apoiar as políticas de combate à fome e a todas as formas de má nutrição, para que esta luta se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Bem-vindos ao podcast do Instituto Fome Zero! O Instituto Fome Zero (IFZ) reúne especialistas em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) com a proposta de apoiar as políticas de combate à fome e a todas as formas de má nutrição, para que esta luta se torne a mais alta entre as prioridades do Brasil e da comunidade internacional.]]></itunes:summary><itunes:category text="Arts"><itunes:category text="Food"/></itunes:category><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) #13</title><link>https://www.spreaker.com/episode/escala-brasileira-de-inseguranca-alimentar-ebia-13--73015310</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 13Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA)Neste episódio, mergulhamos na história, no funcionamento e nos bastidores de uma das ferramentas mais importantes e transformadoras do combate à fome no país: a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). Celebrando 20 anos de resultados práticos e 22 anos de sua validação, resgatamos a transição histórica de um Brasil que antes dependia apenas de estimativas e indicadores indiretos (como renda, desnutrição e custos de cestas básicas) para um modelo que passou a ouvir diretamente a experiência e a voz da população dentro de seus lares.Para guiar essa jornada, conversamos com a professora Ana Maria Segall Côrrea, médica e professora associada aposentada da Unicamp e uma das responsáveis pela criação, validação e aplicação desse instrumento revolucionário para melhor conhecer o fenômeno da fome no território brasileiro.Exploramos o processo científico e participativo que uniu a academia de todas as regiões do país e grupos focais em comunidades vulneráveis para adaptar a metodologia internacional à rica diversidade social e de hábitos alimentares do povo brasileiro. O debate aprofunda-se no funcionamento prático do sistema de pontuação da escala, na importância de sua aplicação conjunta com outras pesquisas nacionais (como a Pnad e a POF) para mapear o avanço dos alimentos ultraprocessados, e na complexa análise do chamado "núcleo duro da fome", aquele percentual persistente que resiste mesmo em períodos de grande sucesso das políticas públicas. Por fim, descobrimos os avanços urgentes e as boas expectativas para a implementação da EBIA Indígena, uma escala criada especificamente para suprir as lacunas estatísticas e dar visibilidade aos povos tradicionais do Brasil.Prepare-se para compreender como a ciência e a sensibilidade social se uniram para criar uma bússola precisa na formulação de políticas públicas e descubra por que medir a fome de forma direta e humana é o primeiro passo definitivo para eliminá-la de vez.#Fome #FomeZero #EBIA #InsegurançaAlimentar #PolíticasPúblicas #Unicamp #EstatísticaSocial #PovosIndígenas #SaúdeColetiva #NutriçãoProdução e Apresentação: Gustavo TorresCoordenação: Edward Magro, Antônio César Ortega e Renata VictalRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">a4709f70-ebf5-4e1f-8793-81ae7e819fb4</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73015310/a0e6a443_1007_8eeb_2595_a131c4135bd6.mp3" length="58285469" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 13Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA)Neste episódio, mergulhamos na história, no funcionamento e nos bastidores de uma das ferramentas mais importantes e transformadoras do combate à fome no país: a Escala...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 13Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA)Neste episódio, mergulhamos na história, no funcionamento e nos bastidores de uma das ferramentas mais importantes e transformadoras do combate à fome no país: a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). Celebrando 20 anos de resultados práticos e 22 anos de sua validação, resgatamos a transição histórica de um Brasil que antes dependia apenas de estimativas e indicadores indiretos (como renda, desnutrição e custos de cestas básicas) para um modelo que passou a ouvir diretamente a experiência e a voz da população dentro de seus lares.Para guiar essa jornada, conversamos com a professora Ana Maria Segall Côrrea, médica e professora associada aposentada da Unicamp e uma das responsáveis pela criação, validação e aplicação desse instrumento revolucionário para melhor conhecer o fenômeno da fome no território brasileiro.Exploramos o processo científico e participativo que uniu a academia de todas as regiões do país e grupos focais em comunidades vulneráveis para adaptar a metodologia internacional à rica diversidade social e de hábitos alimentares do povo brasileiro. O debate aprofunda-se no funcionamento prático do sistema de pontuação da escala, na importância de sua aplicação conjunta com outras pesquisas nacionais (como a Pnad e a POF) para mapear o avanço dos alimentos ultraprocessados, e na complexa análise do chamado "núcleo duro da fome", aquele percentual persistente que resiste mesmo em períodos de grande sucesso das políticas públicas. 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Em 2026, aniversário da publicação da obra magna Geografia da Fome e da fundação do atual Instituto de Nutrição Josué de Castro (UFRJ) por seu patrono, resgatamos dois ensaios fundamentais do autor, publicados em seu livro Ensaios de Biologia Social: A função social da ciência e A função social das universidades. <br />Para guiar essa jornada, o apresentador Gustavo Torres nos conduz por um provocativo exercício de imaginação que contrasta o sucesso estrondoso das ciências físicas e químicas com o histórico e alarmante atraso na aplicação social das ciências biológicas e médicas.<br />Exploramos o incômodo contraste de um mundo onde a ciência desvenda a cura para males devastadores (como a pelagra na Itália fascista ou o bócio endêmico no Brasil central), mas a engrenagem político-econômica escolhe deliberadamente ignorar as soluções em nome do lucro corporativo e de investimentos bélicos. O debate aprofunda-se na análise crítica da "civilização dos especialistas", fenômeno que fragmentou o saber universitário e moldou profissionais que sabem cada vez mais sobre cada vez menos, gerando "verdades cientificamente mutiladas" e um produtivismo acadêmico cego, incapaz de dialogar com as reais necessidades do povo.<br />Prepare-se para compreender por que a universidade, mais do que uma oficina de sábios, precisa urgentemente voltar a ser uma fábrica de seres humanos e descubra por que nenhum avanço tecnológico ou artigo publicado tem valor real se não estiver, antes de tudo, a serviço da vida, da justiça social e do combate à fome.<br />#Fome #FomeZero #JosuedeCastro #GeografiaDaFome #CiênciaEHumanismo #UniversidadePública #FunçãoSocialDaCiência #Especialização #SaúdePública #Nutrição<br />Produção e Apresentação: Gustavo Torres<br />Coordenação: Eduardo Magro, Antônio César Ortega e Renata Vital<br />Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></description><guid isPermaLink="false">617da172-5afc-4927-90a2-cb29ceba1639</guid><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 18:23:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72809448/9f53fa62_25bf_2998_1353_018b220a8749.mp3" length="23952454" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 12
A Função Social da Ciência e das Universidades
Neste episódio, mergulhamos nas reflexões profundas e atemporais de Josué de Castro para discutir o papel ético e político do conhecimento científico e das universidades....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 12<br />A Função Social da Ciência e das Universidades<br />Neste episódio, mergulhamos nas reflexões profundas e atemporais de Josué de Castro para discutir o papel ético e político do conhecimento científico e das universidades. Em 2026, aniversário da publicação da obra magna Geografia da Fome e da fundação do atual Instituto de Nutrição Josué de Castro (UFRJ) por seu patrono, resgatamos dois ensaios fundamentais do autor, publicados em seu livro Ensaios de Biologia Social: A função social da ciência e A função social das universidades. <br />Para guiar essa jornada, o apresentador Gustavo Torres nos conduz por um provocativo exercício de imaginação que contrasta o sucesso estrondoso das ciências físicas e químicas com o histórico e alarmante atraso na aplicação social das ciências biológicas e médicas.<br />Exploramos o incômodo contraste de um mundo onde a ciência desvenda a cura para males devastadores (como a pelagra na Itália fascista ou o bócio endêmico no Brasil central), mas a engrenagem político-econômica escolhe deliberadamente ignorar as soluções em nome do lucro corporativo e de investimentos bélicos. O debate aprofunda-se na análise crítica da "civilização dos especialistas", fenômeno que fragmentou o saber universitário e moldou profissionais que sabem cada vez mais sobre cada vez menos, gerando "verdades cientificamente mutiladas" e um produtivismo acadêmico cego, incapaz de dialogar com as reais necessidades do povo.<br />Prepare-se para compreender por que a universidade, mais do que uma oficina de sábios, precisa urgentemente voltar a ser uma fábrica de seres humanos e descubra por que nenhum avanço tecnológico ou artigo publicado tem valor real se não estiver, antes de tudo, a serviço da vida, da justiça social e do combate à fome.<br />#Fome #FomeZero #JosuedeCastro #GeografiaDaFome #CiênciaEHumanismo #UniversidadePública #FunçãoSocialDaCiência #Especialização #SaúdePública #Nutrição<br />Produção e Apresentação: Gustavo Torres<br />Coordenação: Eduardo Magro, Antônio César Ortega e Renata Vital<br />Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></itunes:summary><itunes:duration>998</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/13cc05a6bcc458a43e84807ee01ccb82.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Racismo nos Sistemas Alimentares #11</title><link>https://www.spreaker.com/episode/racismo-nos-sistemas-alimentares-11--72579922</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Racismo nos Sistemas Alimentares #11Neste episódio, mergulhamos em um debate urgente e estrutural para a sociedade brasileira: a profunda interseção entre o racismo ambiental, a desigualdade racial e a insegurança alimentar. Exploramos o conceito de Racismo Alimentar. Uma engrenagem estrutural que dita quem planta, o que se planta e quem, de fato, consegue comer com dignidade no Brasil.  Em um cenário globalizado onde a crise climática e a exploração desmedida da natureza batem à porta, as discussões deste episódio jogam luz sobre como a degradação ambiental e a fome não atingem a população de forma igualitária, expondo feridas históricas que vulnerabilizam corpos e territórios negros, indígenas e quilombolas.Para nos ajudar a desvendar esse cenário complexo e entender os mecanismos de exclusão que perpetuam a desigualdade no Brasil, recebemos Fran Paula, quilombola, engenheira agrônoma, pesquisadora em sistemas alimentares e coordenadora da  Plataforma Agricultura Ancestral.Nesta conversa, exploramos como o conceito de racismo ambiental se manifesta diretamente no território brasileiro, redefinindo nossa compreensão sobre as injustiças climáticas urbanas e rurais. Fran nos explica também como o racismo científico e a falta de neutralidade na comunidade acadêmica historicamente apagaram os saberes tradicionais. Ela discute a "ciência do cativeiro", mostrando como os manuais agrícolas e a agronomia ocidental desumanizaram e invisibilizaram as engenhosidades tecnológicas desenvolvidas pela população negra no meio rural. Além disso, a pesquisadora faz uma crítica firme aos métodos científicos atuais que, mesmo ao abordarem temas como a decolonialidade e o antirracismo, muitas vezes continuam reproduzindo lógicas coloniais e homogeneizadoras.Por fim, discutimos que, para garantir a sobrevivência e a soberania alimentar desses povos, o acesso à terra e a integridade dos territórios quilombolas são prioridades absolutas. Além disso, a pesquisadora aponta caminhos para o futuro, destacando a urgência de integrar de forma coletiva as políticas públicas rurais e urbanas, conectando o direito à alimentação saudável com a reforma agrária, a agroecologia, a geração de renda e o acesso universal à educação.Plataforma Agricultura Ancestral: www.agriculturaancestral.comCréditos:Produção e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital Imagem: Lauren Walker/Truthout#Fome #FomeZero #RacismoAmbiental #JustiçaClimática #InsegurançaAlimentar #SoberaniaAlimentar #Quilombolas #DireitoÀTerra #Agroecologia #InstitutoFomeZero<br />]]></description><guid isPermaLink="false">54186a51-26db-4bee-869a-942575a1e149</guid><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72579922/5afbcd55_3295_fccd_724c_c08d9f3a507b.mp3" length="46612619" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Racismo nos Sistemas Alimentares #11Neste episódio, mergulhamos em um debate urgente e estrutural para a sociedade brasileira: a profunda interseção entre o racismo ambiental, a desigualdade racial e a insegurança alimentar....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Racismo nos Sistemas Alimentares #11Neste episódio, mergulhamos em um debate urgente e estrutural para a sociedade brasileira: a profunda interseção entre o racismo ambiental, a desigualdade racial e a insegurança alimentar. Exploramos o conceito de Racismo Alimentar. Uma engrenagem estrutural que dita quem planta, o que se planta e quem, de fato, consegue comer com dignidade no Brasil.  Em um cenário globalizado onde a crise climática e a exploração desmedida da natureza batem à porta, as discussões deste episódio jogam luz sobre como a degradação ambiental e a fome não atingem a população de forma igualitária, expondo feridas históricas que vulnerabilizam corpos e territórios negros, indígenas e quilombolas.Para nos ajudar a desvendar esse cenário complexo e entender os mecanismos de exclusão que perpetuam a desigualdade no Brasil, recebemos Fran Paula, quilombola, engenheira agrônoma, pesquisadora em sistemas alimentares e coordenadora da  Plataforma Agricultura Ancestral.Nesta conversa, exploramos como o conceito de racismo ambiental se manifesta diretamente no território brasileiro, redefinindo nossa compreensão sobre as injustiças climáticas urbanas e rurais. Fran nos explica também como o racismo científico e a falta de neutralidade na comunidade acadêmica historicamente apagaram os saberes tradicionais. Ela discute a "ciência do cativeiro", mostrando como os manuais agrícolas e a agronomia ocidental desumanizaram e invisibilizaram as engenhosidades tecnológicas desenvolvidas pela população negra no meio rural. Além disso, a pesquisadora faz uma crítica firme aos métodos científicos atuais que, mesmo ao abordarem temas como a decolonialidade e o antirracismo, muitas vezes continuam reproduzindo lógicas coloniais e homogeneizadoras.Por fim, discutimos que, para garantir a sobrevivência e a soberania alimentar desses povos, o acesso à terra e a integridade dos territórios quilombolas são prioridades absolutas. Além disso, a pesquisadora aponta caminhos para o futuro, destacando a urgência de integrar de forma coletiva as políticas públicas rurais e urbanas, conectando o direito à alimentação saudável com a reforma agrária, a agroecologia, a geração de renda e o acesso universal à educação.Plataforma Agricultura Ancestral: www.agriculturaancestral.comCréditos:Produção e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital Imagem: Lauren Walker/Truthout#Fome #FomeZero #RacismoAmbiental #JustiçaClimática #InsegurançaAlimentar #SoberaniaAlimentar #Quilombolas #DireitoÀTerra #Agroecologia #InstitutoFomeZero<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1942</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9637bb02fa23fe99f49ff98a23dd7985.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Uma Breve História do Processamento de Alimentos #10</title><link>https://www.spreaker.com/episode/uma-breve-historia-do-processamento-de-alimentos-10--72346542</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 10<br />Neste episódio, fazemos uma viagem fascinante no tempo para desmistificar o processamento de alimentos, diferenciando de forma clara o que é o processamento milenar, a industrialização e os modernos alimentos ultraprocessados. Entenda como a evolução das técnicas moldou a nossa civilização, mas também como a obsessão científica pelo refino e pela pureza dos ingredientes nos afastou da saúde e abriu margem para armadilhas nutricionais históricas.<br />Para guiar essa jornada, o apresentador Gustavo Torres nos conduz desde o primeiro grande marco da humanidade do domínio do fogo até o surgimento das formulações industriais modernas.<br />Exploramos as origens de técnicas ancestrais como a moagem no Paleolítico, o enraizamento cultural e religioso da fermentação, o uso milenar da salga e da secagem, e até a engenharia persa de refrigeração no deserto. Na sequência, analisamos o salto da Revolução Industrial, que trouxe tecnologias indispensáveis até hoje para a segurança alimentar, como a pasteurização, o enlatamento e a refrigeração mecânica.<br />O debate aprofunda-se na virada filosófica e ideológica inspirada pelo cartesianismo no século XIX, que passou a enxergar o alimento como mero combustível e a natureza bruta como algo a ser dominado. Essa busca cega pelo alimento "tecnologicamente limpo" resultou, historicamente, no surgimento da fome oculta. No cenário contemporâneo, essa mesma lógica se desdobra nos alimentos ultraprocessados — que perdem sua matriz alimentar íntegra e sua riqueza invisível de compostos bioquímicos, substituídos por quebra-cabeças químicos de ingredientes refinados e aditivos associados a graves doenças crônicas.<br />Prepare-se para entender em detalhes os mecanismos biológicos que ligam os ultraprocessados ao adoecimento moderno e descubra por que o caminho para o futuro exige resgatar o respeito pela complexidade do que vem da terra.<br />#Fome #FomeZero #ProcessamentoDeAlimentos #Industrialização #Ultraprocessados #Nutrição #HistóriaDaAlimentação #SaúdePública #FomeOculta #ClassificaçãoNOVA<br />Produção e Apresentação: Gustavo Torres<br />Coordenação: Eduardo Magro, Antônio César Ortega e Renata Vital<br />Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></description><guid isPermaLink="false">e5f8b7f3-a420-4f58-9909-eac6d1a31989</guid><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:32:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72346542/0249d69c_d868_dab1_0b47_8ca9e1c1ed79.mp3" length="41474815" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 10
Neste episódio, fazemos uma viagem fascinante no tempo para desmistificar o processamento de alimentos, diferenciando de forma clara o que é o processamento milenar, a industrialização e os modernos alimentos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 10<br />Neste episódio, fazemos uma viagem fascinante no tempo para desmistificar o processamento de alimentos, diferenciando de forma clara o que é o processamento milenar, a industrialização e os modernos alimentos ultraprocessados. Entenda como a evolução das técnicas moldou a nossa civilização, mas também como a obsessão científica pelo refino e pela pureza dos ingredientes nos afastou da saúde e abriu margem para armadilhas nutricionais históricas.<br />Para guiar essa jornada, o apresentador Gustavo Torres nos conduz desde o primeiro grande marco da humanidade do domínio do fogo até o surgimento das formulações industriais modernas.<br />Exploramos as origens de técnicas ancestrais como a moagem no Paleolítico, o enraizamento cultural e religioso da fermentação, o uso milenar da salga e da secagem, e até a engenharia persa de refrigeração no deserto. Na sequência, analisamos o salto da Revolução Industrial, que trouxe tecnologias indispensáveis até hoje para a segurança alimentar, como a pasteurização, o enlatamento e a refrigeração mecânica.<br />O debate aprofunda-se na virada filosófica e ideológica inspirada pelo cartesianismo no século XIX, que passou a enxergar o alimento como mero combustível e a natureza bruta como algo a ser dominado. Essa busca cega pelo alimento "tecnologicamente limpo" resultou, historicamente, no surgimento da fome oculta. No cenário contemporâneo, essa mesma lógica se desdobra nos alimentos ultraprocessados — que perdem sua matriz alimentar íntegra e sua riqueza invisível de compostos bioquímicos, substituídos por quebra-cabeças químicos de ingredientes refinados e aditivos associados a graves doenças crônicas.<br />Prepare-se para entender em detalhes os mecanismos biológicos que ligam os ultraprocessados ao adoecimento moderno e descubra por que o caminho para o futuro exige resgatar o respeito pela complexidade do que vem da terra.<br />#Fome #FomeZero #ProcessamentoDeAlimentos #Industrialização #Ultraprocessados #Nutrição #HistóriaDaAlimentação #SaúdePública #FomeOculta #ClassificaçãoNOVA<br />Produção e Apresentação: Gustavo Torres<br />Coordenação: Eduardo Magro, Antônio César Ortega e Renata Vital<br />Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></itunes:summary><itunes:duration>1728</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3fbdf55c1aa2c971d30125af527d2306.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Melhora da vida no campo: um futuro sustentável pela transição da pecuária para agroflorestas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/melhora-da-vida-no-campo-um-futuro-sustentavel-pela-transicao-da-pecuaria-para-agroflorestas--72225669</link><description><![CDATA[A recente instabilidade no preço da carne bovina no Brasil, impulsionada por recordes de exportação e fatores climáticos, tem alterado os hábitos de consumo e intensificado o debate sobre renda, segurança alimentar e o futuro do campo. Diante desse cenário, a ProVeg Brasil, em parceria com a OCA (Organização Cooperativa de Trabalho, Serviços, Projetos e Consultorias em Agroecologia), apresenta o relatório "Aumentando Renda, Respeitando o Planeta, Nutrindo Pessoas".<br />O estudo analisa a transição da pecuária para Sistemas Agroflorestais (SAFs) 100% vegetais como uma resposta estrutural à crise climática, à vulnerabilidade econômica de pequenos produtores e aos desafios da fome.<br />O Cenário Atual vs. O Potencial dos SAFs<br />A pecuária ocupa cerca de 20% do território nacional, e entre 45% e 55% das pastagens brasileiras apresentam algum grau de degradação. Além disso, a atividade extensiva responde por aproximadamente 60% das emissões brasileiras de gases de efeito estufa. Em contrapartida, os alimentos vegetais já representam 63% das calorias consumidas pelos brasileiros em produtos in natura ou minimamente processados.<br />A transmissão ao vivo abordará como os SAFs transformam esse panorama ao integrar árvores, frutas, hortaliças e leguminosas. Esses sistemas biodiversos são capazes de:<br /><ul><li>Regenerar o solo e ampliar a retenção de água;<br /></li><li>Recuperar áreas degradadas e funcionar como sumidouros de carbono;<br /></li><li>Diversificar a produção agrícola e reduzir riscos climáticos.<br /></li></ul><ul><li>Amazônia: SAFs com açaí, cacau e banana geram rentabilidade líquida entre R$ 18 mil e R$ 35 mil por hectare/ano.<br /></li><li>Caatinga: Arranjos com mandioca, caju e umbu mostram alta adaptação climática e renda com baixa dependência de irrigação.<br /></li></ul><ul><li>Debatedoras: * Aline Baroni | Diretora Executiva da ProVeg Brasil<br />•Gisiliana Barbosa | Agroecóloga (OCA)<br /></li><li>Moderação: * Semíramis Domene | Professora do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva (Unifesp)</li></ul>Viabilidade Econômica e Impacto Social<br />Os dados do relatório indicam que a transição pode mais que dobrar a renda líquida por hectare, com um aumento mediano de 110% a partir do quinto ano. Em áreas degradadas articuladas a mercados especiais, cooperativas e Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), o crescimento da renda anual por hectare pode atingir expressivos 1.525%.<br />O impacto social também é profundo: para cada R$ 1 milhão em produção anual, os SAFs geram cerca de 30 empregos em tempo integral, contra apenas 7 gerados pela pecuária.<br />Análise por Biomas e Políticas Públicas<br />O encontro destacará experiências práticas em diferentes regiões:<br />O debate também proporá caminhos institucionais para viabilizar essa transição, como linhas de crédito específicas, assistência técnica qualificada, incentivos fiscais e a expansão de compras públicas via PNAE e PAA.<br /><br />Debatedoras: Aline Baroni | Diretora Executiva da ProVeg Brasil<br />Gisiliana Barbosa | Agroecóloga (OCA)<br />Moderação: Semíramis Domene | Professora do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva (Unifesp)]]></description><guid isPermaLink="false">fdb08f2e-5c73-4f6e-b4c2-725e7f3d97fc</guid><pubDate>Fri, 29 May 2026 11:36:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72225669/425120412_44100_2_5a58fbd79874d.mp3" length="79763329" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>A recente instabilidade no preço da carne bovina no Brasil, impulsionada por recordes de exportação e fatores climáticos, tem alterado os hábitos de consumo e intensificado o debate sobre renda, segurança alimentar e o futuro do campo. Diante desse...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A recente instabilidade no preço da carne bovina no Brasil, impulsionada por recordes de exportação e fatores climáticos, tem alterado os hábitos de consumo e intensificado o debate sobre renda, segurança alimentar e o futuro do campo. Diante desse cenário, a ProVeg Brasil, em parceria com a OCA (Organização Cooperativa de Trabalho, Serviços, Projetos e Consultorias em Agroecologia), apresenta o relatório "Aumentando Renda, Respeitando o Planeta, Nutrindo Pessoas".<br />O estudo analisa a transição da pecuária para Sistemas Agroflorestais (SAFs) 100% vegetais como uma resposta estrutural à crise climática, à vulnerabilidade econômica de pequenos produtores e aos desafios da fome.<br />O Cenário Atual vs. O Potencial dos SAFs<br />A pecuária ocupa cerca de 20% do território nacional, e entre 45% e 55% das pastagens brasileiras apresentam algum grau de degradação. Além disso, a atividade extensiva responde por aproximadamente 60% das emissões brasileiras de gases de efeito estufa. Em contrapartida, os alimentos vegetais já representam 63% das calorias consumidas pelos brasileiros em produtos in natura ou minimamente processados.<br />A transmissão ao vivo abordará como os SAFs transformam esse panorama ao integrar árvores, frutas, hortaliças e leguminosas. Esses sistemas biodiversos são capazes de:<br /><ul><li>Regenerar o solo e ampliar a retenção de água;<br /></li><li>Recuperar áreas degradadas e funcionar como sumidouros de carbono;<br /></li><li>Diversificar a produção agrícola e reduzir riscos climáticos.<br /></li></ul><ul><li>Amazônia: SAFs com açaí, cacau e banana geram rentabilidade líquida entre R$ 18 mil e R$ 35 mil por hectare/ano.<br /></li><li>Caatinga: Arranjos com mandioca, caju e umbu mostram alta adaptação climática e renda com baixa dependência de irrigação.<br /></li></ul><ul><li>Debatedoras: * Aline Baroni | Diretora Executiva da ProVeg Brasil<br />•Gisiliana Barbosa | Agroecóloga (OCA)<br /></li><li>Moderação: * Semíramis Domene | Professora do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva (Unifesp)</li></ul>Viabilidade Econômica e Impacto Social<br />Os dados do relatório indicam que a transição pode mais que dobrar a renda líquida por hectare, com um aumento mediano de 110% a partir do quinto ano. Em áreas degradadas articuladas a mercados especiais, cooperativas e Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), o crescimento da renda anual por hectare pode atingir expressivos 1.525%.<br />O impacto social também é profundo: para cada R$ 1 milhão em produção anual, os SAFs geram cerca de 30 empregos em tempo integral, contra apenas 7 gerados pela pecuária.<br />Análise por Biomas e Políticas Públicas<br />O encontro destacará experiências práticas em diferentes regiões:<br />O debate também proporá caminhos institucionais para viabilizar essa transição, como linhas de crédito específicas, assistência técnica qualificada, incentivos fiscais e a expansão de compras públicas via PNAE e PAA.<br /><br />Debatedoras: Aline Baroni | Diretora Executiva da ProVeg Brasil<br />Gisiliana Barbosa | Agroecóloga (OCA)<br />Moderação: Semíramis Domene | Professora do Departamento de Políticas Públicas e Saúde Coletiva (Unifesp)]]></itunes:summary><itunes:duration>4986</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/74abaea69734c8f053dfa9283be73bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Herbert de Souza, o Betinho #09</title><link>https://www.spreaker.com/episode/herbert-de-souza-o-betinho-09--71906033</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 9Hoje, o nosso olhar se volta para uma das figuras mais icônicas na luta contra a fome no Brasil, cuja voz e fragilidade física escondiam uma força capaz de mobilizar uma nação inteira: Herbert de Souza, o Betinho. Neste episódio, fazemos um movimento de resgate histórico e afetivo para entender a vida de um homem que transformou sua dor pessoal e seu exílio em combustível para a solidariedade. Para este mergulho, recebemos Daniel de Souza, filho de Betinho e presidente do Conselho da Ação da Cidadania, que compartilha memórias raras de uma infância marcada pela clandestinidade e pelo exílio na contramão de uma "relação normal" entre pai e filho. Daniel nos narra suas lembranças do Chile, Suécia e México, e como a ditadura moldou os laços familiares de uma infância fragmentada. Como a condição física de seu pai definia um convívio pautado pelo afeto possível, longe das brincadeiras físicas, mas perto das ideias e como foi a transição do exilado político para o mobilizador social que trouxe dados e estatísticas para iluminar o Brasil pós-ditadura, com a criação do IBASE.Exploramos o grande fenômeno da Ação da Cidadania, que em 1993 uniu desde artistas como Chico Buarque e Tom Jobim até empresários e donas de casa sob o lema: "Quem tem fome, tem pressa".  Para além do passado, discutimos com Daniel os desafios de mobilizar a sociedade na era das redes sociais e das fake news, e como o legado de seu pai se atualiza no combate à extrema direita e na defesa intransigente da democracia como base para qualquer política social.  Um episódio fundamental para entender que a luta contra a fome não é apenas técnica, mas um exercício diário de ética e cidadania.  #Betinho #AçãoDa Cidadania #IBASE #Solidariedade #Democracia #FomeZero #HistóriaDoBrasil #DireitoAoAlimentoProdução e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></description><guid isPermaLink="false">ffcdcaf8-f4b3-4c55-abb8-bdede572fff2</guid><pubDate>Thu, 07 May 2026 10:56:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71906033/01b86c0b_b9c5_22e7_9be9_ef42cfa1a753.mp3" length="49836905" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 9Hoje, o nosso olhar se volta para uma das figuras mais icônicas na luta contra a fome no Brasil, cuja voz e fragilidade física escondiam uma força capaz de mobilizar uma nação inteira: Herbert de Souza, o Betinho. Neste...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 9Hoje, o nosso olhar se volta para uma das figuras mais icônicas na luta contra a fome no Brasil, cuja voz e fragilidade física escondiam uma força capaz de mobilizar uma nação inteira: Herbert de Souza, o Betinho. Neste episódio, fazemos um movimento de resgate histórico e afetivo para entender a vida de um homem que transformou sua dor pessoal e seu exílio em combustível para a solidariedade. Para este mergulho, recebemos Daniel de Souza, filho de Betinho e presidente do Conselho da Ação da Cidadania, que compartilha memórias raras de uma infância marcada pela clandestinidade e pelo exílio na contramão de uma "relação normal" entre pai e filho. Daniel nos narra suas lembranças do Chile, Suécia e México, e como a ditadura moldou os laços familiares de uma infância fragmentada. Como a condição física de seu pai definia um convívio pautado pelo afeto possível, longe das brincadeiras físicas, mas perto das ideias e como foi a transição do exilado político para o mobilizador social que trouxe dados e estatísticas para iluminar o Brasil pós-ditadura, com a criação do IBASE.Exploramos o grande fenômeno da Ação da Cidadania, que em 1993 uniu desde artistas como Chico Buarque e Tom Jobim até empresários e donas de casa sob o lema: "Quem tem fome, tem pressa".  Para além do passado, discutimos com Daniel os desafios de mobilizar a sociedade na era das redes sociais e das fake news, e como o legado de seu pai se atualiza no combate à extrema direita e na defesa intransigente da democracia como base para qualquer política social.  Um episódio fundamental para entender que a luta contra a fome não é apenas técnica, mas um exercício diário de ética e cidadania.  #Betinho #AçãoDa Cidadania #IBASE #Solidariedade #Democracia #FomeZero #HistóriaDoBrasil #DireitoAoAlimentoProdução e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></itunes:summary><itunes:duration>2077</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0bf0fbfb64804665317a029cfa4a6dd1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>José Graziano por Emiliano Graziano #08</title><link>https://www.spreaker.com/episode/jose-graziano-por-emiliano-graziano-08--71612137</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 8No episódio anterior, celebramos 25 anos do Projeto Fome Zero em uma conversa técnica e histórica com um de seus mentores, José Graziano da Silva. Conversamos desde a proposta de uma Política Nacional de Segurança Alimentar, passando pelo próprio Programa Fome Zero e chegando à sua internacionalização como o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 2, o Zero Hunger. Mas quem é o homem por trás das políticas públicas e das conferências internacionais na ONU?Neste episódio, fazemos um movimento inverso: saímos dos indicadores para entrar na biografia e nas memórias de família.Para este mergulho pessoal, recebemos Emiliano Graziano, filho de José Graziano, que nos ajuda a conhecer mais de seu pai. Nesta conversa, exploramos a trajetória de vida desta grande figura da segurança alimentar brasileira e mundial sob uma perspectiva única: desde as histórias de infância e adolescência ao lado de seu pai, José Gomes, até os autores que moldaram seu pensamento e o inspiraram ao longo da trajetória.Para além do passado, Emiliano compartilha conosco as visões e previsões do pai para o futuro dos sistemas alimentares. Discutimos os desafios que Graziano ainda enxerga no horizonte, as novas frentes de combate à fome e o que as próximas gerações podem esperar e aprender com esse legado que atravessa décadas.Um episódio essencial para entender a mente e o coração de quem dedicou a vida a pensar o alimento como um direito, narrado por quem acompanhou essa jornada de perto.#Fome #SegurançaAlimentar #DireitoAoAlimento #InstitutoFomeZero #HistóriaDaFome #FomeZero #ZeroHunger #FAO #UNProdução e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital<br />]]></description><guid isPermaLink="false">8659c0f5-2d44-4d51-bf5a-82d30250f616</guid><pubDate>Fri, 24 Apr 2026 11:18:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71612137/e1336700_ed90_1dbd_90a8_f984574d95a3.mp3" length="61620105" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 8No episódio anterior, celebramos 25 anos do Projeto Fome Zero em uma conversa técnica e histórica com um de seus mentores, José Graziano da Silva. Conversamos desde a proposta de uma Política Nacional de Segurança...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 8No episódio anterior, celebramos 25 anos do Projeto Fome Zero em uma conversa técnica e histórica com um de seus mentores, José Graziano da Silva. Conversamos desde a proposta de uma Política Nacional de Segurança Alimentar, passando pelo próprio Programa Fome Zero e chegando à sua internacionalização como o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 2, o Zero Hunger. Mas quem é o homem por trás das políticas públicas e das conferências internacionais na ONU?Neste episódio, fazemos um movimento inverso: saímos dos indicadores para entrar na biografia e nas memórias de família.Para este mergulho pessoal, recebemos Emiliano Graziano, filho de José Graziano, que nos ajuda a conhecer mais de seu pai. Nesta conversa, exploramos a trajetória de vida desta grande figura da segurança alimentar brasileira e mundial sob uma perspectiva única: desde as histórias de infância e adolescência ao lado de seu pai, José Gomes, até os autores que moldaram seu pensamento e o inspiraram ao longo da trajetória.Para além do passado, Emiliano compartilha conosco as visões e previsões do pai para o futuro dos sistemas alimentares. Discutimos os desafios que Graziano ainda enxerga no horizonte, as novas frentes de combate à fome e o que as próximas gerações podem esperar e aprender com esse legado que atravessa décadas.Um episódio essencial para entender a mente e o coração de quem dedicou a vida a pensar o alimento como um direito, narrado por quem acompanhou essa jornada de perto.#Fome #SegurançaAlimentar #DireitoAoAlimento #InstitutoFomeZero #HistóriaDaFome #FomeZero #ZeroHunger #FAO #UNProdução e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>2567</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0cdd786daa9d4177f33805465dd335d6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>CIRADR+20: Terra, Direitos e os Rumos da Reforma Agrária</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ciradr-20-terra-direitos-e-os-rumos-da-reforma-agraria--71291608</link><description><![CDATA[A Conferência Internacional sobre Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural (CIRADR+20), realizada em fevereiro de 2026, na Colômbia, recolocou no centro do debate uma questão decisiva: o acesso à terra, suas formas de distribuição e os projetos de sociedade que dela decorrem. O encontro evidenciou as tensões que atravessam o cenário contemporâneo, contrapondo visões institucionais e críticas.De um lado, afirmou-se uma perspectiva institucional focada no aprimoramento de políticas públicas, governança fundiária e integração da questão agrária às agendas de segurança alimentar e sustentabilidade. Essa abordagem aposta na cooperação gradual entre Estados e organismos multilaterais. Em direção oposta, setores acadêmicos e movimentos sociais apontam os limites desse horizonte. Para esse grupo, a persistência da concentração fundiária e a financeirização da terra indicam que mudanças estruturais não ocorrem apenas por ajustes institucionais, exigindo uma reorganização social profunda que articule justiça e novas relações entre economia e natureza.As divergências na recepção dos resultados foram notáveis. Parte da sociedade civil manifestou preocupação com possíveis retrocessos nos direitos de povos indígenas e comunidades tradicionais. A disputa ultrapassa o plano normativo, alcançando o reconhecimento político e a definição dos sujeitos de direito.Um dado alarmante revela o atual isolamento do tema: a redução drástica de países signatários em relação à conferência de 2006, em Porto Alegre. Se naquele contexto mais de cem Estados aderiram ao documento final, em 2026 foram apenas 28. O contraste sugere um cenário internacional fragmentado, onde a reforma agrária perdeu centralidade nas agendas governamentais.Ainda assim, delineia-se uma concepção ampliada de reforma agrária. O acesso à terra permanece como condição de existência digna, mas agora incorporando o reconhecimento de direitos territoriais, a regulação da propriedade por critérios ecológicos e a promoção de uma alimentação saudável. A terra deixa de ser apenas recurso produtivo para ser compreendida como base da vida social e espaço de continuidade cultural. Conceitos como soberania alimentar, agroecologia e justiça climática passam a integrar o sentido de dignidade humana.A pluralidade dos sujeitos envolvidos, como camponeses, indígenas, mulheres e jovens, evidencia que a transformação depende de autonomia e capacidade de decisão, não apenas de acesso material. Embora o papel do Estado seja fundamental, a relação entre institucionalidade e mobilização social permanece como o ponto mais sensível para viabilizar mudanças consistentes.Esta análise propõe examinar os resultados da CIRADR+20 e seus consensos frágeis. Em um contexto de crises interligadas, impõe-se a pergunta: que configuração de reforma agrária pode sustentar um futuro mais justo?<br />         Convidados:<ul><li>Sérgio Sauer: Professor da UnB, diretor do Centro Brasil-China para a Agricultura Familiar e coordenador do Observatório de Conflitos Socioambientais do Matopiba.</li><li>Yamila Goldfarb: Geógrafa, professora visitante na UFABC, presidenta da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA) e membro do GT Estudios Críticos del Desarrollo Rural.<br />Moderação:</li></ul><ul><li>Sônia Moraes: Advogada agrarista, mestre pela USP e professora de Direito Agrário. Diretora da ABRA desde 1979, foi consultora do INCRA e integra o Núcleo de Economia de Francisco e Clara.</li></ul>Visite:<ul><li>Blog CIRADR+20: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbHBnY21HQ2hkcGpFNlhIOXhfd01pRWFLUFpOUXxBQ3Jtc0tsR0c5cF85bnFESXhVMUEwX0QydHh0dnVQQUJVUUpoaTZ5QjhrSm9yM0JLWTg4QjdwQzlRbFpNQ1VtMnB4Qk42bFNxMi1FcVVRWjZIVTFQQmszQ3A3VjF6RGQ2Y0QtUUY4dEo2RHZ0YXZqT3M4Nmtldw&amp;q=https%3A%2F%2Fifz.org.br%2Fcategory%2Fciradr20&amp;v=w-OVmuHFWlY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ifz.org.br/category/ciradr20</a></li><li>Dossiê CIRADR+20: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbDdtSlJiRzBra0hmVElPS29neGl4WkhaZEVtZ3xBQ3Jtc0ttNHJrckd6OTlYcDd5QUViTVRpRzhqdkozbEl5Qld2NEpvVkU1aW5mbEFzQkRkd1o0VVRMcXYyc2pyMF9EUERCRWx2akpXNk5SaXA1dU1Kai1jOUg4eklIQjBnUi1ER29WbTFfZ1NoRUFlemF3Y180RQ&amp;q=https%3A%2F%2Fifz.org.br%2Fdossie-ciradr20&amp;v=w-OVmuHFWlY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ifz.org.br/dossie-ciradr20</a></li></ul>]]></description><guid isPermaLink="false">33c53b3b-501c-4509-8154-e5e0b542c420</guid><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:36:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71291608/421960898_44100_2_9b8fda9df260b.mp3" length="97821674" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>A Conferência Internacional sobre Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural (CIRADR+20), realizada em fevereiro de 2026, na Colômbia, recolocou no centro do debate uma questão decisiva: o acesso à terra, suas formas de distribuição e os projetos de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A Conferência Internacional sobre Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural (CIRADR+20), realizada em fevereiro de 2026, na Colômbia, recolocou no centro do debate uma questão decisiva: o acesso à terra, suas formas de distribuição e os projetos de sociedade que dela decorrem. O encontro evidenciou as tensões que atravessam o cenário contemporâneo, contrapondo visões institucionais e críticas.De um lado, afirmou-se uma perspectiva institucional focada no aprimoramento de políticas públicas, governança fundiária e integração da questão agrária às agendas de segurança alimentar e sustentabilidade. Essa abordagem aposta na cooperação gradual entre Estados e organismos multilaterais. Em direção oposta, setores acadêmicos e movimentos sociais apontam os limites desse horizonte. Para esse grupo, a persistência da concentração fundiária e a financeirização da terra indicam que mudanças estruturais não ocorrem apenas por ajustes institucionais, exigindo uma reorganização social profunda que articule justiça e novas relações entre economia e natureza.As divergências na recepção dos resultados foram notáveis. Parte da sociedade civil manifestou preocupação com possíveis retrocessos nos direitos de povos indígenas e comunidades tradicionais. A disputa ultrapassa o plano normativo, alcançando o reconhecimento político e a definição dos sujeitos de direito.Um dado alarmante revela o atual isolamento do tema: a redução drástica de países signatários em relação à conferência de 2006, em Porto Alegre. Se naquele contexto mais de cem Estados aderiram ao documento final, em 2026 foram apenas 28. O contraste sugere um cenário internacional fragmentado, onde a reforma agrária perdeu centralidade nas agendas governamentais.Ainda assim, delineia-se uma concepção ampliada de reforma agrária. O acesso à terra permanece como condição de existência digna, mas agora incorporando o reconhecimento de direitos territoriais, a regulação da propriedade por critérios ecológicos e a promoção de uma alimentação saudável. A terra deixa de ser apenas recurso produtivo para ser compreendida como base da vida social e espaço de continuidade cultural. Conceitos como soberania alimentar, agroecologia e justiça climática passam a integrar o sentido de dignidade humana.A pluralidade dos sujeitos envolvidos, como camponeses, indígenas, mulheres e jovens, evidencia que a transformação depende de autonomia e capacidade de decisão, não apenas de acesso material. Embora o papel do Estado seja fundamental, a relação entre institucionalidade e mobilização social permanece como o ponto mais sensível para viabilizar mudanças consistentes.Esta análise propõe examinar os resultados da CIRADR+20 e seus consensos frágeis. Em um contexto de crises interligadas, impõe-se a pergunta: que configuração de reforma agrária pode sustentar um futuro mais justo?<br />         Convidados:<ul><li>Sérgio Sauer: Professor da UnB, diretor do Centro Brasil-China para a Agricultura Familiar e coordenador do Observatório de Conflitos Socioambientais do Matopiba.</li><li>Yamila Goldfarb: Geógrafa, professora visitante na UFABC, presidenta da Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA) e membro do GT Estudios Críticos del Desarrollo Rural.<br />Moderação:</li></ul><ul><li>Sônia Moraes: Advogada agrarista, mestre pela USP e professora de Direito Agrário. Diretora da ABRA desde 1979, foi consultora do INCRA e integra o Núcleo de Economia de Francisco e Clara.</li></ul>Visite:<ul><li>Blog CIRADR+20: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbHBnY21HQ2hkcGpFNlhIOXhfd01pRWFLUFpOUXxBQ3Jtc0tsR0c5cF85bnFESXhVMUEwX0QydHh0dnVQQUJVUUpoaTZ5QjhrSm9yM0JLWTg4QjdwQzlRbFpNQ1VtMnB4Qk42bFNxMi1FcVVRWjZIVTFQQmszQ3A3VjF6RGQ2Y0QtUUY4dEo2RHZ0YXZqT3M4Nmtldw&amp;q=https%3A%2F%2Fifz.org.br%2Fcategory%2Fciradr20&amp;v=w-OVmuHFWlY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ifz.org.br/category/ciradr20</a></li><li>Dossiê CIRADR+20: <a...]]></itunes:summary><itunes:duration>6114</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/74abaea69734c8f053dfa9283be73bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Shiologia: uma nova abordagem para a Segurança Alimentar e Nutricional</title><link>https://www.spreaker.com/episode/shiologia-uma-nova-abordagem-para-a-seguranca-alimentar-e-nutricional--70830273</link><description><![CDATA[Na tradição chinesa, comer é um ato social profundo, refletido na saudação: “Você já comeu?”. Dessa cultura nasce a shiologia, estudo que integra o ser humano, o alimento e o ambiente.Essa abordagem utiliza o conceito de shiance, que une produção, preparo e consumo em um único campo de relações. Mais que nutrição ou economia, a alimentação é vista como uma unidade que articula indivíduo, natureza e sociedade. Assim, o alimento conecta corpo, mente e território, sendo o pilar central da organização da vida comum e da saúde coletiva.A shiologia reúne contribuições de diferentes áreas do conhecimento, incluindo nutrição, agricultura, gastronomia, economia, filosofia, saúde pública e tecnologia. A proposta é construir uma compreensão integrada dos sistemas alimentares, orientada por uma pergunta prática e permanente: de que modo a alimentação pode servir melhor às pessoas e ao planeta?Esse horizonte de reflexão se organiza também em torno da ideia de shi order, a ordem que regula os sistemas alimentares. Trata-se do conjunto de princípios e formas de governança capazes de orientar políticas públicas, práticas produtivas e estruturas de abastecimento voltadas à saúde coletiva, à sustentabilidade ambiental e à justiça social.A experiência chinesa oferece um terreno particularmente fecundo para observar essas questões. O país abriga cerca de 19% da população mundial, mas dispõe de uma parcela relativamente reduzida das terras agricultáveis e dos recursos hídricos globais. Nesse contexto, a segurança alimentar assume caráter estratégico e mobiliza planejamento de longo prazo, inovação tecnológica e políticas públicas voltadas à estabilidade do abastecimento.Nas últimas décadas, a agricultura chinesa passou por transformações profundas. Reformas institucionais, investimentos em infraestrutura rural e reorganização da produção permitiram ampliar significativamente a oferta de alimentos. Ao mesmo tempo, mudanças sociais aceleradas — crescimento da renda, urbanização e novas formas de consumo — alteraram os padrões alimentares da população, ampliando a diversidade das dietas e criando novos desafios de saúde pública.Essas transformações colocam em evidência um conjunto de questões contemporâneas. A redução da subnutrição convive com o aumento da obesidade, a intensificação produtiva traz preocupações ambientais e a modernização do comércio alimentar modifica as relações entre produtores, consumidores e territórios. Em resposta, o planejamento chinês tem buscado integrar produtividade agrícola, segurança alimentar e sustentabilidade ecológica.Nesse cenário, a shiologia oferece uma chave interpretativa especialmente fértil. Ao colocar o comedor — o ser humano concreto que se alimenta — no centro do sistema, essa abordagem amplia o debate sobre segurança alimentar e nutricional. O alimento deixa de ser apenas uma mercadoria ou um insumo produtivo e passa a ser compreendido como elemento estruturante da saúde, da cultura e da continuidade da vida coletiva.A live “Shiologia: uma nova abordagem para a Segurança Alimentar e Nutricional” convida o público a explorar esse campo de pensamento ainda pouco difundido no debate internacional. A conversa examinará como essa perspectiva pode contribuir para compreender os desafios alimentares do século XXI e para imaginar sistemas alimentares capazes de sustentar uma vida longa, saudável e socialmente equilibrada.ParticipantesWalter Belik – Professor Titular da Universidade Estadual de Campinas, cofundador e Diretor-Geral Adjunto do Instituto Fome Zero.Emiliano Graziano – Engenheiro Agrônomo, Mestre em ESG, cofundador e Diretor de Desenvolvimento Institucional do Instituto Fome Zero.Leia o artigo "Shiologia: Uma Nova Abordagem para a Segurança Alimentar e Nutricional"https://ifz.org.br/shiologia-uma-nova-abordagem-para-a-seguranca-alimentar-e-nutricional/]]></description><guid isPermaLink="false">5ddfd92b-da4f-4da3-ab8f-167616d4ddea</guid><pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:43:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70830273/420430518_44100_2_e17a8d510456b.mp3" length="59136208" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Na tradição chinesa, comer é um ato social profundo, refletido na saudação: “Você já comeu?”. Dessa cultura nasce a shiologia, estudo que integra o ser humano, o alimento e o ambiente.Essa abordagem utiliza o conceito de shiance, que une produção,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Na tradição chinesa, comer é um ato social profundo, refletido na saudação: “Você já comeu?”. Dessa cultura nasce a shiologia, estudo que integra o ser humano, o alimento e o ambiente.Essa abordagem utiliza o conceito de shiance, que une produção, preparo e consumo em um único campo de relações. Mais que nutrição ou economia, a alimentação é vista como uma unidade que articula indivíduo, natureza e sociedade. Assim, o alimento conecta corpo, mente e território, sendo o pilar central da organização da vida comum e da saúde coletiva.A shiologia reúne contribuições de diferentes áreas do conhecimento, incluindo nutrição, agricultura, gastronomia, economia, filosofia, saúde pública e tecnologia. A proposta é construir uma compreensão integrada dos sistemas alimentares, orientada por uma pergunta prática e permanente: de que modo a alimentação pode servir melhor às pessoas e ao planeta?Esse horizonte de reflexão se organiza também em torno da ideia de shi order, a ordem que regula os sistemas alimentares. Trata-se do conjunto de princípios e formas de governança capazes de orientar políticas públicas, práticas produtivas e estruturas de abastecimento voltadas à saúde coletiva, à sustentabilidade ambiental e à justiça social.A experiência chinesa oferece um terreno particularmente fecundo para observar essas questões. O país abriga cerca de 19% da população mundial, mas dispõe de uma parcela relativamente reduzida das terras agricultáveis e dos recursos hídricos globais. Nesse contexto, a segurança alimentar assume caráter estratégico e mobiliza planejamento de longo prazo, inovação tecnológica e políticas públicas voltadas à estabilidade do abastecimento.Nas últimas décadas, a agricultura chinesa passou por transformações profundas. Reformas institucionais, investimentos em infraestrutura rural e reorganização da produção permitiram ampliar significativamente a oferta de alimentos. Ao mesmo tempo, mudanças sociais aceleradas — crescimento da renda, urbanização e novas formas de consumo — alteraram os padrões alimentares da população, ampliando a diversidade das dietas e criando novos desafios de saúde pública.Essas transformações colocam em evidência um conjunto de questões contemporâneas. A redução da subnutrição convive com o aumento da obesidade, a intensificação produtiva traz preocupações ambientais e a modernização do comércio alimentar modifica as relações entre produtores, consumidores e territórios. Em resposta, o planejamento chinês tem buscado integrar produtividade agrícola, segurança alimentar e sustentabilidade ecológica.Nesse cenário, a shiologia oferece uma chave interpretativa especialmente fértil. Ao colocar o comedor — o ser humano concreto que se alimenta — no centro do sistema, essa abordagem amplia o debate sobre segurança alimentar e nutricional. O alimento deixa de ser apenas uma mercadoria ou um insumo produtivo e passa a ser compreendido como elemento estruturante da saúde, da cultura e da continuidade da vida coletiva.A live “Shiologia: uma nova abordagem para a Segurança Alimentar e Nutricional” convida o público a explorar esse campo de pensamento ainda pouco difundido no debate internacional. A conversa examinará como essa perspectiva pode contribuir para compreender os desafios alimentares do século XXI e para imaginar sistemas alimentares capazes de sustentar uma vida longa, saudável e socialmente equilibrada.ParticipantesWalter Belik – Professor Titular da Universidade Estadual de Campinas, cofundador e Diretor-Geral Adjunto do Instituto Fome Zero.Emiliano Graziano – Engenheiro Agrônomo, Mestre em ESG, cofundador e Diretor de Desenvolvimento Institucional do Instituto Fome Zero.Leia o artigo "Shiologia: Uma Nova Abordagem para a Segurança Alimentar e Nutricional"https://ifz.org.br/shiologia-uma-nova-abordagem-para-a-seguranca-alimentar-e-nutricional/]]></itunes:summary><itunes:duration>3696</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/74abaea69734c8f053dfa9283be73bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Do Fome Zero ao Zero Hunger com José Graziano #07</title><link>https://www.spreaker.com/episode/do-fome-zero-ao-zero-hunger-com-jose-graziano-07--70409584</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 7<br />Neste episódio, celebramos um marco histórico: Em 2026, celebram-se 25 anos do lançamento do Projeto Fome Zero, posteriormente incorporado ao primeiro governo Lula, que colocou o Brasil como referência mundial no combate à fome e à miséria. Retornamos às raízes do Fome Zero para entender como uma política pública transformou a fome de um "problema de produção" em uma questão de direito e acesso à renda.<br />Para esta conversa fundamental, recebemos José Graziano da Silva, o principal mentor do programa, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome e ex-diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura). Com sua vasta experiência nacional e internacional, Graziano compartilha os bastidores da criação da política que retirou o Brasil do Mapa da Fome, desde o município de Guaíbas até o seu sucesso nacional.<br />Exploramos a complexidade por trás do sucesso do Fome Zero, desmistificando a ideia de que o programa se resumia apenas à transferência de renda. Graziano detalha como o Bolsa Família era apenas uma das mais de 40 iniciativas integradas, que incluíam desde o fortalecimento da agricultura familiar até o fornecimento de cisternas no semiárido e a merenda escolar.<br />Além disso, o professor nos explica o sucesso do Fome Zero a nível internacional, com muitas de suas políticas sendo reconhecidas e replicadas como modelos eficazes no combate à fome e à má nutrição. Graziano também nos conta sobre sua passagem pela FAO, desafios, conquistas e discussões sobre novos paradigmas da alimentação e agricultura, como os ultraprocessados e a agroecologia.<br /><br /><br />#Fome #FomeZero25Anos #SegurancaAlimentar #JoseGraziano #InstitutoFomeZero #PolíticasPublicas #DireitoAoAlimento #FAO<br />Produção e Apresentação: Gustavo Torres<br />Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></description><guid isPermaLink="false">fcbe4a18-b7ec-4c82-be29-6ad9e32a8da2</guid><pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70409584/4b109652_55fb_ae5e_2f46_5c0b26ec6d30.mp3" length="83480159" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 7
Neste episódio, celebramos um marco histórico: Em 2026, celebram-se 25 anos do lançamento do Projeto Fome Zero, posteriormente incorporado ao primeiro governo Lula, que colocou o Brasil como referência mundial no combate...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 7<br />Neste episódio, celebramos um marco histórico: Em 2026, celebram-se 25 anos do lançamento do Projeto Fome Zero, posteriormente incorporado ao primeiro governo Lula, que colocou o Brasil como referência mundial no combate à fome e à miséria. Retornamos às raízes do Fome Zero para entender como uma política pública transformou a fome de um "problema de produção" em uma questão de direito e acesso à renda.<br />Para esta conversa fundamental, recebemos José Graziano da Silva, o principal mentor do programa, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome e ex-diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura). Com sua vasta experiência nacional e internacional, Graziano compartilha os bastidores da criação da política que retirou o Brasil do Mapa da Fome, desde o município de Guaíbas até o seu sucesso nacional.<br />Exploramos a complexidade por trás do sucesso do Fome Zero, desmistificando a ideia de que o programa se resumia apenas à transferência de renda. Graziano detalha como o Bolsa Família era apenas uma das mais de 40 iniciativas integradas, que incluíam desde o fortalecimento da agricultura familiar até o fornecimento de cisternas no semiárido e a merenda escolar.<br />Além disso, o professor nos explica o sucesso do Fome Zero a nível internacional, com muitas de suas políticas sendo reconhecidas e replicadas como modelos eficazes no combate à fome e à má nutrição. Graziano também nos conta sobre sua passagem pela FAO, desafios, conquistas e discussões sobre novos paradigmas da alimentação e agricultura, como os ultraprocessados e a agroecologia.<br /><br /><br />#Fome #FomeZero25Anos #SegurancaAlimentar #JoseGraziano #InstitutoFomeZero #PolíticasPublicas #DireitoAoAlimento #FAO<br />Produção e Apresentação: Gustavo Torres<br />Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital]]></itunes:summary><itunes:duration>3478</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7f53129543026b030ff26b7226d0e081.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Alimentos Ultraprocessados na mira da Nova Diretriz Alimentar dos EUA #06</title><link>https://www.spreaker.com/episode/alimentos-ultraprocessados-na-mira-da-nova-diretriz-alimentar-dos-eua-06--70149211</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 6Neste episódio, mergulhamos nas recentes e polêmicas mudanças das diretrizes alimentares dos Estados Unidos, lançadas em janeiro de 2026. O documento gerou debates intensos ao inverter a pirâmide alimentar e aumentar a recomendação de proteínas de origem animal, ignorando consensos sobre a crise climática e a saúde planetária. No entanto, foi elogiado por alguns acadêmicos por incluir o problema dos alimentos ultraprocessados pela primeira vez em uma edição.Para nos ajudar a desvendar esse cenário e entender o perigo dos alimentos ultraprocessados, recebemos a Professora Dra. Semíramis Martins Álvares Domene, livre-docente da UNIFESP e integrante do Instituto Fome Zero.Nesta conversa, exploramos a Classificação NOVA, criada pelo Professor Carlos Monteiro na USP, que revolucionou a forma como entendemos o processamento de alimentos ao focar não apenas nos nutrientes, mas no nível de transformação industrial. Semíramis explica o que são alimentos ultraprocessados e como estes estão diretamente ligados à crise de obesidade, doenças cardiovasculares e até à erosão das culturas alimentares locais.Entenda ainda o impacto ambiental devastador dessas cadeias produtivas, que consomem quantidades massivas de água e destroem biomas como o Cerrado e Amazônia. Por fim, discutimos o papel fundamental de equipamentos públicos como as cozinhas solidárias, restaurantes populares e o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) como ferramentas de resistência para garantir o direito à comida de verdade para todos.Prepare-se para uma aula sobre como o ato de cozinhar e valorizar a agricultura familiar pode ser um caminho para a saúde individual e para a sustentabilidade do planeta.#Fome #FomeZero #Ultraprocessados #GuiaAlimentar #SaúdePública #InstitutoFomeZero #ComidaDeVerdade #SustentabilidadeProdução e Apresentação: Gustavo Torres Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital<br /><br /><br />]]></description><guid isPermaLink="false">94f8d053-9caf-4cf2-a036-d30806613615</guid><pubDate>Thu, 19 Feb 2026 14:10:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70149211/52bf00ee_529f_4dcc_aadc_c04d754228f7.mp3" length="46152195" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 6Neste episódio, mergulhamos nas recentes e polêmicas mudanças das diretrizes alimentares dos Estados Unidos, lançadas em janeiro de 2026. 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Semíramis Martins Álvares Domene, livre-docente da UNIFESP e integrante do Instituto Fome Zero.Nesta conversa, exploramos a Classificação NOVA, criada pelo Professor Carlos Monteiro na USP, que revolucionou a forma como entendemos o processamento de alimentos ao focar não apenas nos nutrientes, mas no nível de transformação industrial. Semíramis explica o que são alimentos ultraprocessados e como estes estão diretamente ligados à crise de obesidade, doenças cardiovasculares e até à erosão das culturas alimentares locais.Entenda ainda o impacto ambiental devastador dessas cadeias produtivas, que consomem quantidades massivas de água e destroem biomas como o Cerrado e Amazônia. Por fim, discutimos o papel fundamental de equipamentos públicos como as cozinhas solidárias, restaurantes populares e o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) como ferramentas de resistência para garantir o direito à comida de verdade para todos.Prepare-se para uma aula sobre como o ato de cozinhar e valorizar a agricultura familiar pode ser um caminho para a saúde individual e para a sustentabilidade do planeta.#Fome #FomeZero #Ultraprocessados #GuiaAlimentar #SaúdePública #InstitutoFomeZero #ComidaDeVerdade #SustentabilidadeProdução e Apresentação: Gustavo Torres Realização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital<br /><br /><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>1923</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1981a9b51062448f20740da8c74d7d95.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Josué de Castro por Ricardo de Castro (Parte 2) #05</title><link>https://www.spreaker.com/episode/josue-de-castro-por-ricardo-de-castro-parte-2-05--69761057</link><description><![CDATA[Fome Zero Podcast - Episódio 5Neste episódio, continuamos a desbravar a trajetória monumental de Josué de Castro, o brasileiro que ousou desafiar os poderosos para denunciar a fome como uma criação do ser humano. Se no primeiro capítulo vimos o despertar do cientista, aqui acompanhamos o homem público em sua fase mais combativa: como presidente do Conselho da FAO, deputado federal e intelectual no exílio.<br />Para enriquecer essa nossa conversa, contamos novamente com a presença de Ricardo de Castro, neto de Josué e professor universitário, que traz detalhes emocionantes sobre os bastidores da cassação de seu avô e os impactos profundos que a ditadura militar causou em sua família.<br />Nesta segunda parte, exploramos a "civilização dos especialistas" e a crítica ácida de Josué à ciência fragmentada, defendendo uma visão multidisciplinar que unisse o saber técnico à sensibilidade humana. Acompanhe sua atuação diplomática na ONU, onde enfrentou burocratas e interesses nacionais para tentar erradicar a fome no pós-guerra, e sua passagem vibrante pelo Congresso Nacional, onde lutou pela reforma agrária e regulamentou a profissão de nutricionista no Brasil.<br />Entenda ainda os anos de exílio em Paris, sua produção intelectual sob vigilância e como, mesmo longe de sua terra, ele antecipou debates urgentes de hoje, como a crise climática global.<br />Prepare-se para conhecer o desfecho da vida de um "cidadão do mundo" que morreu com saudade do Brasil, mas cujo legado permanece como bússola para todos que lutam por um planeta mais justo e alimentado.<br />#Fome #FomeZero #JosuedeCastro #GeopoliticaDaFome #InstitutoFomeZero #ReformaAgraria #SoberaniaAlimentar<br />Produção e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital<br />]]></description><guid isPermaLink="false">c4f45af4-83ca-4ea6-80ea-bf789b580d95</guid><pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69761057/2f20f9c6_a35c_678b_b588_627afc6e8627.mp3" length="63180371" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>Fome Zero Podcast - Episódio 5Neste episódio, continuamos a desbravar a trajetória monumental de Josué de Castro, o brasileiro que ousou desafiar os poderosos para denunciar a fome como uma criação do ser humano. 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Acompanhe sua atuação diplomática na ONU, onde enfrentou burocratas e interesses nacionais para tentar erradicar a fome no pós-guerra, e sua passagem vibrante pelo Congresso Nacional, onde lutou pela reforma agrária e regulamentou a profissão de nutricionista no Brasil.<br />Entenda ainda os anos de exílio em Paris, sua produção intelectual sob vigilância e como, mesmo longe de sua terra, ele antecipou debates urgentes de hoje, como a crise climática global.<br />Prepare-se para conhecer o desfecho da vida de um "cidadão do mundo" que morreu com saudade do Brasil, mas cujo legado permanece como bússola para todos que lutam por um planeta mais justo e alimentado.<br />#Fome #FomeZero #JosuedeCastro #GeopoliticaDaFome #InstitutoFomeZero #ReformaAgraria #SoberaniaAlimentar<br />Produção e Apresentação: Gustavo TorresRealização: Instituto Fome Zero e Bixcoito Digital<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>2633</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/842f95ae5751a8660c05db364829b065.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Josué de Castro por Ricardo de Castro (Parte 1) #04</title><link>https://www.spreaker.com/episode/josue-de-castro-por-ricardo-de-castro-parte-1-04--69519127</link><description><![CDATA[🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 4Neste episódio imperdível do Fome Zero Podcast, mergulhamos na vida e no legado de Josué de Castro, o homem que ensinou ao mundo que a paz começa pela mesa. Médico, nutrólogo, geógrafo, político e uma das figuras mais importantes do século XX. Indicado 6 vezes ao Prêmio Nobel, Josué era um homem obcecado por entender o fenômeno da fome, fenômeno esse que ele descobriu observando os homens e caranguejos nos mangues do Recife. Para guiar essa jornada, recebemos Ricardo de Castro, neto de Josué e professor universitário, que revela detalhes inéditos da intimidade e da formação desse ícone. Descubra como um jovem médico e geógrafo rompeu o tabu da fome, transformando-a de "vontade divina" em um objeto de estudo científico e diplomático.Nesta primeira parte, percorremos desde sua infância curiosa até sua ascensão no Rio de Janeiro, onde dividia o tempo entre atender a elite carioca e criar as bases para o que hoje conhecemos como o salário mínimo e os primeiros restaurantes populares do Brasil. Entenda a construção de sua obra-prima, Geografia da Fome, que completa 80 anos desafiando a "civilização dos especialistas" através de um método multidisciplinar único e mapeando as feridas abertas da nossa sociedade.Prepare-se para uma conversa profunda sobre ciência, política e a coragem de um brasileiro que foi traduzido para mais de 25 idiomas e mudou a forma como o planeta encara a nutrição.#Fome #FomeZero #JosuedeCastro #DaLamaAoCaos #InstitutoFomeZeroRealização: Instituto Fome Zero Produção e Apresentação: Gustavo Torres]]></description><guid isPermaLink="false">10ac59fe-ec81-44ba-bd4c-831c9306ccff</guid><pubDate>Tue, 20 Jan 2026 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69519127/a932e42a_e9d2_1d1f_a6ea_063e4e00f5b6.mp3" length="70217849" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 4Neste episódio imperdível do Fome Zero Podcast, mergulhamos na vida e no legado de Josué de Castro, o homem que ensinou ao mundo que a paz começa pela mesa. 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Descubra como um jovem médico e geógrafo rompeu o tabu da fome, transformando-a de "vontade divina" em um objeto de estudo científico e diplomático.Nesta primeira parte, percorremos desde sua infância curiosa até sua ascensão no Rio de Janeiro, onde dividia o tempo entre atender a elite carioca e criar as bases para o que hoje conhecemos como o salário mínimo e os primeiros restaurantes populares do Brasil. 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A CEAGESP é a maior central de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores e pescados da América Latina e a terceira maior do mundo, sendo uma empresa pública que comercializa mais de 3 milhões de toneladas por ano e tem circulação diária de 50 mil pessoas apenas no seu entreposto principal na cidade de São Paulo. Quem conduz a entrevista é o nosso membro fundador, Prof. Walter Belik, em um bate-papo sobre o tamanho e a importância da Companhia na comercialização de produtos da agricultura familiar, bem como sobre as perspectivas e os desafios a serem enfrentados no futuro.Depois da entrevista, Pechtoll nos levou para um pequeno tour pelo entreposto de São Paulo e também para conversarmos com os comerciantes para entender seus pontos de vista sobre a companhia.José Lourenço Pechtoll é Bacharel em Filosofia e em Jornalismo, com especializações em Comunicação Social, em Gestão Pública, em Agroecologia, em Agronegócio e em Armazenagem. Na CEAGESP já atuou como assessor da Presidência entre 2003 e 2004; como coordenador na Coordenadoria de Planejamento e Ouvidoria, de 2005 a 2008; e como gerente do Departamento de Armazenagem, de 2008 a 2016.O Fome Zero Podcast é uma produção do Instituto Fome Zero. A edição é de Gustavo Torres, filmagens de Renata Victal e coordenação de Antonio Cesar Ortega, Edward Magro e Renata Victal.🌟 Curta, compartilhe e siga o Fome Zero Podcast no seu agregador de podcasts preferido!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">fc8a8d41-0b04-4d5c-b660-1db91ce5d8e2</guid><pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:15:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69182607/414892804_44100_2_714eb082af4a6.mp3" length="56724583" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>🎙 Fome Zero Podcast A CEAGESP e a Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar #03
Para fechar o ano de 2025, entrevistamos  o presidente da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP), José Lourenço Pechtoll. A CEAGESP é...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🎙 Fome Zero Podcast A CEAGESP e a Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar #03<br />Para fechar o ano de 2025, entrevistamos  o presidente da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP), José Lourenço Pechtoll. A CEAGESP é a maior central de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores e pescados da América Latina e a terceira maior do mundo, sendo uma empresa pública que comercializa mais de 3 milhões de toneladas por ano e tem circulação diária de 50 mil pessoas apenas no seu entreposto principal na cidade de São Paulo. Quem conduz a entrevista é o nosso membro fundador, Prof. Walter Belik, em um bate-papo sobre o tamanho e a importância da Companhia na comercialização de produtos da agricultura familiar, bem como sobre as perspectivas e os desafios a serem enfrentados no futuro.Depois da entrevista, Pechtoll nos levou para um pequeno tour pelo entreposto de São Paulo e também para conversarmos com os comerciantes para entender seus pontos de vista sobre a companhia.José Lourenço Pechtoll é Bacharel em Filosofia e em Jornalismo, com especializações em Comunicação Social, em Gestão Pública, em Agroecologia, em Agronegócio e em Armazenagem. Na CEAGESP já atuou como assessor da Presidência entre 2003 e 2004; como coordenador na Coordenadoria de Planejamento e Ouvidoria, de 2005 a 2008; e como gerente do Departamento de Armazenagem, de 2008 a 2016.O Fome Zero Podcast é uma produção do Instituto Fome Zero. 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Francisco, ou Chico, Menezes esteve ao lado de Hebert de Souza (Betinho) no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e foi presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) entre 2004 e 2007, participando ativamente da implementação de diversas políticas públicas durante esse período como a reformulação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e na construção de um marco legal para a Segurança Alimentar e Nutricional, a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN).A gente conversou com o Chico sobre como começou seu interesse pela luta social, suas inspirações, momentos marcantes ao lado de Betinho e à frente do CONSEA, e também sobre suas previsões para o futuro do Brasil. Aperte o play e venha conferir essa história inspiradora na luta contra a fome no Brasil.O Fome Zero Podcast é uma produção do Instituto Fome Zero, com produção, edição e locução de Gustavo Torres, filmagens de Renata Victal e coordenação de Antonio Cesar Ortega, Edward Magro e Renata Victal.🌟 Curta, avalie, compartilhe e siga o Fome Zero Podcast no seu agregador de podcasts preferido!Siga também nossas redes sociais: @institutofomezero no Instagram.<br />#fome #zerohunger<br />]]></description><guid isPermaLink="false">4689190f-db69-42a9-b60a-60cd967037a0</guid><pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69098020/85377abc_a733_5995_2cec_ee94716ea754.mp3" length="68833835" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 2No segundo episódio do Fome Zero Podcast, conversamos com uma figura central na luta contra a fome no Brasil nas décadas de 90 e 00. Francisco, ou Chico, Menezes esteve ao lado de Hebert de Souza (Betinho) no Instituto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 2No segundo episódio do Fome Zero Podcast, conversamos com uma figura central na luta contra a fome no Brasil nas décadas de 90 e 00. Francisco, ou Chico, Menezes esteve ao lado de Hebert de Souza (Betinho) no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e foi presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) entre 2004 e 2007, participando ativamente da implementação de diversas políticas públicas durante esse período como a reformulação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e na construção de um marco legal para a Segurança Alimentar e Nutricional, a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN).A gente conversou com o Chico sobre como começou seu interesse pela luta social, suas inspirações, momentos marcantes ao lado de Betinho e à frente do CONSEA, e também sobre suas previsões para o futuro do Brasil. Aperte o play e venha conferir essa história inspiradora na luta contra a fome no Brasil.O Fome Zero Podcast é uma produção do Instituto Fome Zero, com produção, edição e locução de Gustavo Torres, filmagens de Renata Victal e coordenação de Antonio Cesar Ortega, Edward Magro e Renata Victal.🌟 Curta, avalie, compartilhe e siga o Fome Zero Podcast no seu agregador de podcasts preferido!Siga também nossas redes sociais: @institutofomezero no Instagram.<br />#fome #zerohunger<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>2868</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6c86f607e72f18ac35a6b7a65a251547.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>O IFZ faz um balanço da COP30</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-ifz-faz-um-balanco-da-cop30--69007290</link><description><![CDATA[A COP30 gerou grandes expectativas nos avanços do roadmap para uma transição justa e equitativa dos combustíveis fósseis, na redução do desmatamento, na definição de compromissos e indicadores de adaptação climática e no aumento do financiamento por países desenvolvidos. Esses esforços permitem que nações em desenvolvimento ampliem ações de adaptação e de recuperação de áreas degradadas por eventos extremos.Apesar das dificuldades de consenso, vários resultados relevantes foram alcançados. Destaca-se a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), que combina recursos públicos e privados, repassando investimentos a países que preservam florestas tropicais. O Fundo já conta com compromissos de US$ 6,7 bilhões.Outro avanço importante foi a adoção de 59 indicadores de adaptação (de 100 propostos), fornecendo um instrumento para medir vulnerabilidades e progressos em áreas como água, alimentos, agricultura, saúde, biodiversidade, infraestrutura, subsistência, pobreza, além de dimensões transversais (financiamento, tecnologia e capacitação).Foram ainda aprovados 29 textos (adaptação, mitigação, financiamento e implementação). A agenda de ação recebeu 120 planos de aceleração para orientar políticas públicas, medidas de redução de emissões e fortalecimento da resiliência. 122 países apresentaram NDCs revisadas, embora a ambição seja insuficiente para limitar o aquecimento global a 1,5°C.No financiamento climático, decidiu-se triplicar os recursos até 2035, apesar dos valores específicos não terem sido definidos.Outro avanço significativo foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero, que amplia o orçamento sensível ao gênero e fortalece a liderança de mulheres indígenas, afrodescendentes e rurais. As populações afrodescendentes foram incluídas em decisões como a Decisão Mutirão, indicadores da Meta Global de Adaptação e o programa de transição justa — uma demanda histórica. O movimento indígena obteve reconhecimento de seus direitos, incluindo o direito à terra.Esses resultados, especialmente sobre agricultura sustentável e segurança alimentar, serão debatidos pela Dra. Tatiana Abreu Sá, pelo Prof. Sergio Schneider e por Emiliano Milanez Graziano da Silva, com mediação do Dr. Clayton Campagnolla.Tatiana Deane de Abreu Sá é engenheira agrônoma, mestre em Biometeorologia, doutora em Ecofisiologia Vegetal, pós-doutora em Agroecologia. É pesquisadora do NEA Puxirum Agroecológico (Embrapa Amazônia Oriental) e professora colaboradora do INEAF/UFPA. Contribui com a Escola de Formação para Jovens Agricultores e integra a Rede Bragantina. Mantém trajetória dedicada ao fortalecimento da transição agroecológica na Amazônia.Sergio Schneider é professor titular de Sociologia (UFRGS), pesquisador 1A (CNPq). Realizou quatro pós-doutorados na Europa e atua em desenvolvimento rural, agricultura familiar, mercados e sistemas alimentares. Autor de extensa produção científica, foi presidente da SOBER e é vice-presidente da IRSA.Emiliano Milanez Graziano da Silva é engenheiro agrônomo (ESALQ-USP), mestre em ESG (FGV). Atuou nos três setores, coordenando programas de segurança alimentar e consultorias (comércio justo, agroecologia e sustentabilidade). Cofundador do Instituto Fome Zero, acumula 26 anos em projetos de desenvolvimento rural na América Latina.Clayton Campagnolla é engenheiro agrônomo, mestre e doutor, com pós-doutorado pela Unicamp. Foi presidente da Embrapa, diretor da ABDI e diretor da Divisão de Produção e Proteção de Plantas da FAO. Autor de mais de 120 publicações, coordena a área de Alimento e Clima do IFZ.Para mais informações, visite o Blog da COP30 no site do IFZ: ⁠<a href="https://ifz.org.br/category/cop30/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ifz.org.br/category/cop30/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">9a189a44-99a2-4190-b21c-ad84efd0dd8f</guid><pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:03:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69007290/b7395085_fd65_b207_2a7a_ead60deddcb1.mp3" length="134900688" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>A COP30 gerou grandes expectativas nos avanços do roadmap para uma transição justa e equitativa dos combustíveis fósseis, na redução do desmatamento, na definição de compromissos e indicadores de adaptação climática e no aumento do financiamento por...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A COP30 gerou grandes expectativas nos avanços do roadmap para uma transição justa e equitativa dos combustíveis fósseis, na redução do desmatamento, na definição de compromissos e indicadores de adaptação climática e no aumento do financiamento por países desenvolvidos. 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A agenda de ação recebeu 120 planos de aceleração para orientar políticas públicas, medidas de redução de emissões e fortalecimento da resiliência. 122 países apresentaram NDCs revisadas, embora a ambição seja insuficiente para limitar o aquecimento global a 1,5°C.No financiamento climático, decidiu-se triplicar os recursos até 2035, apesar dos valores específicos não terem sido definidos.Outro avanço significativo foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero, que amplia o orçamento sensível ao gênero e fortalece a liderança de mulheres indígenas, afrodescendentes e rurais. As populações afrodescendentes foram incluídas em decisões como a Decisão Mutirão, indicadores da Meta Global de Adaptação e o programa de transição justa — uma demanda histórica. O movimento indígena obteve reconhecimento de seus direitos, incluindo o direito à terra.Esses resultados, especialmente sobre agricultura sustentável e segurança alimentar, serão debatidos pela Dra. Tatiana Abreu Sá, pelo Prof. Sergio Schneider e por Emiliano Milanez Graziano da Silva, com mediação do Dr. Clayton Campagnolla.Tatiana Deane de Abreu Sá é engenheira agrônoma, mestre em Biometeorologia, doutora em Ecofisiologia Vegetal, pós-doutora em Agroecologia. É pesquisadora do NEA Puxirum Agroecológico (Embrapa Amazônia Oriental) e professora colaboradora do INEAF/UFPA. Contribui com a Escola de Formação para Jovens Agricultores e integra a Rede Bragantina. Mantém trajetória dedicada ao fortalecimento da transição agroecológica na Amazônia.Sergio Schneider é professor titular de Sociologia (UFRGS), pesquisador 1A (CNPq). Realizou quatro pós-doutorados na Europa e atua em desenvolvimento rural, agricultura familiar, mercados e sistemas alimentares. Autor de extensa produção científica, foi presidente da SOBER e é vice-presidente da IRSA.Emiliano Milanez Graziano da Silva é engenheiro agrônomo (ESALQ-USP), mestre em ESG (FGV). 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Autor de mais de 120 publicações, coordena a área de Alimento e Clima do IFZ.Para mais informações, visite o Blog da COP30 no site do IFZ: ⁠<a href="https://ifz.org.br/category/cop30/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ifz.org.br/category/cop30/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>5621</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/89cfa3d0e883a10cd63a294ec6c52380.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Pão do Povo da Rua por Ricardo Frugoli #01</title><link>https://www.spreaker.com/episode/pao-do-povo-da-rua-por-ricardo-frugoli-01--69007292</link><description><![CDATA[🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 1Pão do Povo da Rua por Ricardo Frugoli<br />No episódio de estreia do Fome Zero Podcast, conversamos sobre um dos projetos mais inspiradores do país quando o assunto é solidariedade, alimentação e dignidade: o Pão do Povo da Rua, idealizado e coordenado pelo professor Ricardo Frugoli.<br />Quem conduz a entrevista é o nosso membro fundador, Prof. Walter Belik, em um bate-papo emocionante sobre como surgiu o projeto, seu impacto nas ruas de São Paulo e a força transformadora da mobilização social.<br />Depois da entrevista, te levamos para um tour exclusivo pelo projeto e apresentamos o trailer do documentário “A Fome Tem Pressa – o Pão do Povo da Rua”, dirigido por Zarella Neto.<br />O Fome Zero Podcast é uma produção do Instituto Fome Zero, com produção, edição e locução de Gustavo Torres, filmagens de Renata Victal e coordenação de Antonio Cesar Ortega, Edward Magro e Renata Victal.<br />🌟 Curta, compartilhe e siga o Fome Zero Podcast aqui no Spotify!Siga também nossas redes sociais: @institutofomezero no Instagram.<br />Obrigado ao Prof. Ricardo pela generosidade e a você, ouvinte, pela companhia. Até o próximo episódio!]]></description><guid isPermaLink="false">0bb680c1-f8fb-426a-8974-d6b76b29ab88</guid><pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69007292/412913387_44100_2_1ad70051b75e9.mp3" length="70542732" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Instituto Fome Zero Comunicação</itunes:author><itunes:subtitle>🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 1Pão do Povo da Rua por Ricardo Frugoli
No episódio de estreia do Fome Zero Podcast, conversamos sobre um dos projetos mais inspiradores do país quando o assunto é solidariedade, alimentação e dignidade: o Pão do Povo da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🎙 Fome Zero Podcast – Episódio 1Pão do Povo da Rua por Ricardo Frugoli<br />No episódio de estreia do Fome Zero Podcast, conversamos sobre um dos projetos mais inspiradores do país quando o assunto é solidariedade, alimentação e dignidade: o Pão do Povo da Rua, idealizado e coordenado pelo professor Ricardo Frugoli.<br />Quem conduz a entrevista é o nosso membro fundador, Prof. Walter Belik, em um bate-papo emocionante sobre como surgiu o projeto, seu impacto nas ruas de São Paulo e a força transformadora da mobilização social.<br />Depois da entrevista, te levamos para um tour exclusivo pelo projeto e apresentamos o trailer do documentário “A Fome Tem Pressa – o Pão do Povo da Rua”, dirigido por Zarella Neto.<br />O Fome Zero Podcast é uma produção do Instituto Fome Zero, com produção, edição e locução de Gustavo Torres, filmagens de Renata Victal e coordenação de Antonio Cesar Ortega, Edward Magro e Renata Victal.<br />🌟 Curta, compartilhe e siga o Fome Zero Podcast aqui no Spotify!Siga também nossas redes sociais: @institutofomezero no Instagram.<br />Obrigado ao Prof. Ricardo pela generosidade e a você, ouvinte, pela companhia. Até o próximo episódio!]]></itunes:summary><itunes:duration>4409</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ab28bd612418ba38cb09f94882ab0f0b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
