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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>HORIZONTE DE EVENTOS</title><link>https://www.spreaker.com/show/horizonte-de-eventos_2</link><description><![CDATA[O Horizonte de Eventos é um podcast voltado para a divulgação da ciência da astronomia, aqui no Horizonte de Eventos, vale a máxima, a ciência tem que ser divertida, e a astronomia é sem dúvida alguma a mais divertida das ciências!!!]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/5879892/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Astronomy</category><copyright>Copyright Sergio Sacani Sancevero</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6d68f1b081a9d089b732f91b7b9a1a72.jpg</url><title>HORIZONTE DE EVENTOS</title><link>https://www.spreaker.com/show/horizonte-de-eventos_2</link></image><lastBuildDate>Sun, 07 Jun 2026 21:22:45 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Sergio Sacani Sancevero</itunes:name><itunes:email>sacani@gmail.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6d68f1b081a9d089b732f91b7b9a1a72.jpg"/><itunes:subtitle>O Horizonte de Eventos é um podcast voltado para a divulgação da ciência da astronomia, aqui no Horizonte de Eventos, vale a máxima, a ciência tem que ser divertida, e a astronomia é sem dúvida alguma a mais divertida das ciências!!!</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O Horizonte de Eventos é um podcast voltado para a divulgação da ciência da astronomia, aqui no Horizonte de Eventos, vale a máxima, a ciência tem que ser divertida, e a astronomia é sem dúvida alguma a mais divertida das ciências!!!]]></itunes:summary><itunes:category text="Science"><itunes:category text="Astronomy"/></itunes:category><itunes:explicit>false</itunes:explicit><podcast:guid>7658f46f-a6df-5f9e-b18d-def9591b9045</podcast:guid><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 101 - Uma Breve História do Projeto SETI - Parte VI</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-101-uma-breve-historia-do-projeto-seti-parte-vi--72407190</link><description><![CDATA[Uma Breve História do Projeto SETI — Parte VIO universo parece ter todos os ingredientes para estar cheio de vida: bilhões de anos de história, trilhões de galáxias, incontáveis estrelas, planetas em abundância e a química necessária espalhada por toda parte. Então por que, até hoje, ninguém respondeu? Neste episódio de Horizonte de Eventos, a série sobre o Projeto SETI chega a uma de suas perguntas mais inquietantes: se a vida inteligente deveria ser comum, onde está todo mundo? A partir do famoso Paradoxo de Fermi, formulado em Los Alamos por Enrico Fermi, mergulhamos no mistério conhecido como Grande Silêncio — a ausência desconcertante de sinais, visitas, artefatos ou transmissões vindas de outras civilizações. A jornada passa pelas ideias de Michael Hart e Frank Tipler, que argumentaram que a falta de evidências poderia indicar que não há ninguém lá fora, e pela resposta de Carl Sagan e William Newman, que lembraram que a ausência de evidência não é, necessariamente, evidência de ausência. No centro da discussão estão as sondas autorreplicantes de von Neumann, máquinas capazes de se multiplicar de estrela em estrela e transformar a galáxia inteira em um território explorado em poucos milhões de anos. Se algo assim é possível, por que não encontramos nenhuma delas? A resposta talvez esteja no conceito mais sombrio da astrobiologia moderna: o Grande Filtro. Proposto por Robin Hanson, ele sugere que em algum ponto entre a matéria sem vida e uma civilização capaz de colonizar as estrelas existe uma barreira quase impossível de atravessar. Talvez esse filtro esteja no nosso passado, o que significaria que somos raros e já vencemos a etapa mais difícil. Mas talvez ele esteja no nosso futuro — e, nesse caso, o silêncio do cosmos pode não ser uma boa notícia, mas um aviso. Este episódio também passa por Nick Bostrom e sua ideia perturbadora de que encontrar vida simples em Marte ou em luas oceânicas como Europa poderia ser, paradoxalmente, uma notícia assustadora: quanto mais fácil for a vida, mais provável é que o filtro mortal ainda esteja à nossa frente. Por fim, acompanhamos como esse debate deixou de ser apenas filosófico e atingiu a própria história institucional da SETI, com o corte do programa da NASA nos anos 1990, a luta de Jill Tarter para manter a busca viva e a persistência de uma pergunta que continua apontada para o céu. Talvez o silêncio signifique que estamos sozinhos. Talvez signifique que ainda não escutamos direito. Ou talvez seja o maior dado científico já coletado pela humanidade — e ainda não saibamos interpretá-lo.]]></description><guid isPermaLink="false">0bd9fce5-53d0-42e2-a0d1-340c76392245</guid><pubDate>Sun, 07 Jun 2026 20:40:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72407190/425686042_44100_2_6fb5627bb6e2f.mp3" length="37242252" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Uma Breve História do Projeto SETI — Parte VIO universo parece ter todos os ingredientes para estar cheio de vida: bilhões de anos de história, trilhões de galáxias, incontáveis estrelas, planetas em abundância e a química necessária espalhada por...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma Breve História do Projeto SETI — Parte VIO universo parece ter todos os ingredientes para estar cheio de vida: bilhões de anos de história, trilhões de galáxias, incontáveis estrelas, planetas em abundância e a química necessária espalhada por toda parte. Então por que, até hoje, ninguém respondeu? Neste episódio de Horizonte de Eventos, a série sobre o Projeto SETI chega a uma de suas perguntas mais inquietantes: se a vida inteligente deveria ser comum, onde está todo mundo? A partir do famoso Paradoxo de Fermi, formulado em Los Alamos por Enrico Fermi, mergulhamos no mistério conhecido como Grande Silêncio — a ausência desconcertante de sinais, visitas, artefatos ou transmissões vindas de outras civilizações. A jornada passa pelas ideias de Michael Hart e Frank Tipler, que argumentaram que a falta de evidências poderia indicar que não há ninguém lá fora, e pela resposta de Carl Sagan e William Newman, que lembraram que a ausência de evidência não é, necessariamente, evidência de ausência. No centro da discussão estão as sondas autorreplicantes de von Neumann, máquinas capazes de se multiplicar de estrela em estrela e transformar a galáxia inteira em um território explorado em poucos milhões de anos. Se algo assim é possível, por que não encontramos nenhuma delas? A resposta talvez esteja no conceito mais sombrio da astrobiologia moderna: o Grande Filtro. Proposto por Robin Hanson, ele sugere que em algum ponto entre a matéria sem vida e uma civilização capaz de colonizar as estrelas existe uma barreira quase impossível de atravessar. Talvez esse filtro esteja no nosso passado, o que significaria que somos raros e já vencemos a etapa mais difícil. Mas talvez ele esteja no nosso futuro — e, nesse caso, o silêncio do cosmos pode não ser uma boa notícia, mas um aviso. Este episódio também passa por Nick Bostrom e sua ideia perturbadora de que encontrar vida simples em Marte ou em luas oceânicas como Europa poderia ser, paradoxalmente, uma notícia assustadora: quanto mais fácil for a vida, mais provável é que o filtro mortal ainda esteja à nossa frente. 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Ela nos leva até as sondas Voyager, o lendário Disco de Ouro, as saudações em 55 idiomas, os sons da Terra, músicas de diferentes culturas e até as ondas cerebrais de Ann Druyan, gravadas enquanto ela pensava no amor.Nesta Parte V, exploramos a passagem da escuta para a mensagem: do SETI, que procura sinais de inteligência extraterrestre, ao METI, que tenta enviar mensagens para possíveis civilizações lá fora. E, no centro de tudo, uma pergunta profunda: quando falamos com o cosmos, estamos realmente tentando alcançar alienígenas — ou escrevendo uma carta para nós mesmos?Uma viagem sobre ciência, memória, solidão cósmica, esperança e o desejo humano de não ser esquecido.]]></description><guid isPermaLink="false">17762297-a9eb-4db9-af9f-e0cf5e3aceb4</guid><pubDate>Sun, 31 May 2026 17:38:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72264762/425236360_44100_2_aed869498f9ff.mp3" length="53407241" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Antes de enviarmos sinais de rádio para as estrelas, enviamos algo muito mais silencioso: objetos.Neste episódio de Horizonte de Eventos, seguimos a história dos primeiros mensageiros interestelares da humanidade: as sondas Pioneer 10 e Pioneer 11,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Antes de enviarmos sinais de rádio para as estrelas, enviamos algo muito mais silencioso: objetos.Neste episódio de Horizonte de Eventos, seguimos a história dos primeiros mensageiros interestelares da humanidade: as sondas Pioneer 10 e Pioneer 11, lançadas nos anos 1970, levando consigo as famosas Placas Pioneer — pequenos cartões-postais cósmicos gravados em metal, com figuras humanas, um mapa de pulsares, o átomo de hidrogênio e a posição da Terra no Sistema Solar.Criadas em poucas semanas por Carl Sagan, Frank Drake e Linda Salzman Sagan, essas placas foram a primeira tentativa formal da humanidade de dizer ao universo: “nós existimos”.Mas essa história não termina nas Pioneer. 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O radiotelescópio de Arecibo, recém-reformado com um transmissor de quatrocentos e cinquenta quilowatts, disparou em direção ao aglomerado globular Messier 13, a vinte e duas mil anos-luz de distância, uma sequência de mil seiscentos e setenta e nove bits codificando a química da vida, o esqueleto do DNA, a figura de um ser humano, o mapa do sistema solar e a assinatura do próprio telescópio. Durou cento e sessenta e nove segundos. A audiência se levantou em silêncio, saiu da tenda e ficou parada na borda da arquibancada, olhando para a tigela de concreto, ouvindo o canto binário ecoar pelos alto-falantes. Foi a primeira tentativa deliberada da nossa espécie de enviar uma carta para outra inteligência.Quase três anos depois, na noite de quinze de agosto de mil novecentos e setenta e sete, num laboratório modesto do interior de Ohio, o astrônomo Jerry Ehman revisava folhas de papel matricial impressas pelo radiotelescópio Big Ear da Universidade Estadual de Ohio. Os números corriam diante dos seus olhos como sempre, na maior parte zeros e uns. Até que ele viu seis caracteres seguidos, formando uma curva limpa de subida e descida, com intensidade trinta vezes acima do ruído de fundo: 6EQUJ5. Setenta e dois segundos de sinal narrowband na linha do hidrogênio, vindo da direção de Sagitário. Ehman pegou a caneta vermelha, circulou a sequência e escreveu na margem, em letra de mão, a palavra que viria a definir cinco décadas de mistério: Wow!Nesse episódio, costuramos os dois eventos como uma única arca narrativa da SETI dos anos setenta. Falamos do Projeto Ozma de Frank Drake em mil novecentos e sessenta, do artigo seminal de Cocconi e Morrison que estabeleceu a linha de mil quatrocentos e vinte mega-hertz como a frequência universal de comunicação, da Equação de Drake e do encontro fundador de Green Bank. Acompanhamos a construção do telescópio de Arecibo na cratera da floresta porto-riquenha, sua dupla vocação de astronomia e defesa contra mísseis soviéticos, e a composição cuidadosa da mensagem por Drake, Walker, French, Isaacman e Carl Sagan, incluindo o teste em que Sagan tentou decifrar o próprio envelope sem saber o conteúdo. Reconstruímos a coincidência absurda do verão de mil novecentos e setenta e sete, quando, em pouco mais de três semanas, recebemos algo que pareceu uma resposta e enviamos as duas Voyager Golden Records ao espaço interestelar.A parte final aborda a virada científica recente. Em dois mil e vinte e quatro e dois mil e vinte e cinco, o astrobiólogo Abel Méndez e sua equipe do Laboratório de Habitabilidade Planetária da Universidade de Porto Rico publicaram a hipótese mais robusta até hoje para o sinal Wow!: um maser natural de hidrogênio interestelar acionado por uma erupção de magnetar, com intensidade revisada para duzentos e cinquenta janskys e frequência corrigida para mil quatrocentos e vinte vírgula sete dois seis mega-hertz. O projeto Wow@Home agora democratiza a busca, com astrônomos amadores monitorando o céu em tempo real.]]></description><guid isPermaLink="false">b40ecdb6-cf2b-4df4-9716-b79c4a889039</guid><pubDate>Fri, 22 May 2026 03:55:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72108225/424660672_44100_2_d683aeba3c3a9.mp3" length="56791874" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Em dezesseis de novembro de mil novecentos e setenta e quatro, um grupo de cento e cinquenta pessoas reunido sob uma tenda branca na floresta tropical de Porto Rico ouviu, pela primeira vez na história, a humanidade falar com o cosmos. O...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em dezesseis de novembro de mil novecentos e setenta e quatro, um grupo de cento e cinquenta pessoas reunido sob uma tenda branca na floresta tropical de Porto Rico ouviu, pela primeira vez na história, a humanidade falar com o cosmos. O radiotelescópio de Arecibo, recém-reformado com um transmissor de quatrocentos e cinquenta quilowatts, disparou em direção ao aglomerado globular Messier 13, a vinte e duas mil anos-luz de distância, uma sequência de mil seiscentos e setenta e nove bits codificando a química da vida, o esqueleto do DNA, a figura de um ser humano, o mapa do sistema solar e a assinatura do próprio telescópio. Durou cento e sessenta e nove segundos. A audiência se levantou em silêncio, saiu da tenda e ficou parada na borda da arquibancada, olhando para a tigela de concreto, ouvindo o canto binário ecoar pelos alto-falantes. Foi a primeira tentativa deliberada da nossa espécie de enviar uma carta para outra inteligência.Quase três anos depois, na noite de quinze de agosto de mil novecentos e setenta e sete, num laboratório modesto do interior de Ohio, o astrônomo Jerry Ehman revisava folhas de papel matricial impressas pelo radiotelescópio Big Ear da Universidade Estadual de Ohio. 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Descubra como anos de testes de voo e desenvolvimento culminaram nesta obra-prima da engenharia aeroespacial.O booster Super Heavy V3 apresenta melhorias significativas: redução para três aletas de grade (agora 50% maiores e mais fortes), um novo estágio quente integrado que substitui a inter-estágio protetora de uso único e um tubo de transferência de combustível totalmente redesenhado para partidas simultâneas e mais confiáveis dos 33 motores Raptor.O Starship V3 traz um design revolucionário em seus sistemas de propulsão, permitindo um novo método de inicialização do Raptor, maior volume no tanque de propelente e um sistema de controle de reação aprimorado. Além disso, o mecanismo Starlink PEZ Dispenser foi atualizado para implantar satélites com muito mais velocidade. E mais: o Starship agora está projetado para voos de longa duração, com sistemas eficientes e conexões para transferência de propelente nave-a-nave!Em termos de aviônica, ambas as naves estreiam capacidades avançadas para altas taxas de voo e reutilização total, com cerca de 60 unidades aviônicas personalizadas e câmeras atualizadas que fornecem 50 visualizações diferentes, tudo conectado via Starlink de alta velocidade.Os motores Raptor 3 não ficam para trás: eles entregam mais empuxo (250 tf ao nível do mar e 275 tf no vácuo) e tiveram seu peso reduzido, economizando aproximadamente 1 tonelada por motor no veículo geral.Por fim, exploramos a nova Plataforma de Lançamento 2 (Pad 2) na Starbase, que traz um parque de propelentes com maior capacidade, "chopsticks" mais rápidos na torre de lançamento e uma estrutura de montagem completamente redesenhada para segurança e eficiência máximas.Tudo isso foi projetado para desbloquear as funções essenciais do veículo: reutilização total e rápida, transferência de propelente no espaço, implantação de satélites Starlink e a incrível capacidade de enviar pessoas e cargas para a Lua e Marte. Assista agora e fique por dentro do futuro da exploração espacial!👍 Curta, comente e compartilhe — se inscreva no canal e ative o sininho para não perder as próximas novidades sobre o universo SpaceX!]]></description><guid isPermaLink="false">80403248-396a-46fa-9ef9-186601c7179d</guid><pubDate>Mon, 18 May 2026 01:05:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/72049019/424349982_44100_2_806af5a89cb22.mp3" length="25944397" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>MATRICULE-SE AGORA NO CURSO DE ASTRONOMIA TOTAL DO SPACE TODAY!!!O link da pagina https://lp.academyspace.com.br/🚀 A nova geração do Starship e Super Heavy chegou! 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Descubra como anos de testes de voo e desenvolvimento culminaram nesta obra-prima da engenharia aeroespacial.O booster Super Heavy V3 apresenta melhorias significativas: redução para três aletas de grade (agora 50% maiores e mais fortes), um novo estágio quente integrado que substitui a inter-estágio protetora de uso único e um tubo de transferência de combustível totalmente redesenhado para partidas simultâneas e mais confiáveis dos 33 motores Raptor.O Starship V3 traz um design revolucionário em seus sistemas de propulsão, permitindo um novo método de inicialização do Raptor, maior volume no tanque de propelente e um sistema de controle de reação aprimorado. Além disso, o mecanismo Starlink PEZ Dispenser foi atualizado para implantar satélites com muito mais velocidade. E mais: o Starship agora está projetado para voos de longa duração, com sistemas eficientes e conexões para transferência de propelente nave-a-nave!Em termos de aviônica, ambas as naves estreiam capacidades avançadas para altas taxas de voo e reutilização total, com cerca de 60 unidades aviônicas personalizadas e câmeras atualizadas que fornecem 50 visualizações diferentes, tudo conectado via Starlink de alta velocidade.Os motores Raptor 3 não ficam para trás: eles entregam mais empuxo (250 tf ao nível do mar e 275 tf no vácuo) e tiveram seu peso reduzido, economizando aproximadamente 1 tonelada por motor no veículo geral.Por fim, exploramos a nova Plataforma de Lançamento 2 (Pad 2) na Starbase, que traz um parque de propelentes com maior capacidade, "chopsticks" mais rápidos na torre de lançamento e uma estrutura de montagem completamente redesenhada para segurança e eficiência máximas.Tudo isso foi projetado para desbloquear as funções essenciais do veículo: reutilização total e rápida, transferência de propelente no espaço, implantação de satélites Starlink e a incrível capacidade de enviar pessoas e cargas para a Lua e Marte. 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Numa estação de espaço profundo, um astrônomo soviético de trinta e um anos aponta uma antena para uma fonte de rádio distante e cogita, em plena Guerra Fria, a hipótese mais ousada que um cientista podia formular naquele momento. E se aquele sinal piscando irregularmente fosse artificial? E se, a bilhões de anos-luz daqui, alguém estivesse tentando falar com a Terra?O nome dele era Nikolai Kardashev. O objeto se chamava CTA-102. E o que aconteceu nos meses seguintes virou um dos episódios mais reveladores da história da SETI, a busca por inteligência extraterrestre. A fonte não era artificial. Era um quasar, um buraco negro supermassivo se alimentando de matéria a oito bilhões de anos-luz daqui. Kardashev errou. Mas errou para o lado certo do erro. Porque a pergunta que ele se forçou a fazer durante aquela investigação acabou gerando uma das ferramentas conceituais mais usadas, mais distorcidas e mais citadas da astronomia do último meio século.Três anos antes, do outro lado do mundo, num gabinete em Princeton, um físico britânico chamado Freeman Dyson havia publicado um paper curto e estranho na revista Science. Pouco mais de uma página. Dyson argumentava que civilizações suficientemente avançadas, sem precisar mandar sinal nenhum, deixariam pegadas inevitáveis no céu. Pegadas térmicas. Calor residual da própria existência tecnológica, irradiado em comprimentos de onda específicos no infravermelho. Era essa intuição que Kardashev tinha lido. E era essa intuição que acabaria se cristalizando, em 1964, numa régua para medir civilizações por consumo de energia. A escala de Kardashev. Os três tipos.Neste episódio, conto a história de dois homens que nunca se conheceram pessoalmente até décadas depois, e que mesmo assim construíram, em paralelo e em continentes opostos, o vocabulário com que a astronomia ainda discute o destino da inteligência no cosmos. Passo pela viagem de carro improvável que Freeman Dyson fez com Richard Feynman em 1948 e que ajudou a mudar a física quântica. Recupero o romance metafísico de Olaf Stapledon, publicado em 1937, que inspirou a famosa esfera. Conto a biografia de Kardashev, filho de bolcheviques fuzilados por Stálin que cresceu para classificar as civilizações cósmicas. Mostro como a escala se aplica à humanidade hoje, em qual degrau estamos e o que faltaria para subir.Do lado observacional, percorro o caminho que levou daquela intuição de Dyson aos telescópios infravermelhos modernos, ao IRAS, ao WISE, ao Gaia. Conto a estrela de Tabby e o frenesi de 2015. Apresento o Projeto Hefesto, a iniciativa sueca que, em 2024, identificou sete candidatos a esferas de Dyson incompletas em torno de anãs vermelhas próximas. E também conto por que, em 2025, esses sete candidatos foram, um por um, sendo questionados por novas observações em alta resolução feitas em Manchester.Conto também sobre o Paradoxo de Fermi, sobre o que o Espelho Cósmico nos revela quando olhamos para a SETI como espelho da humanidade, e por que a escala de Kardashev sobrevive a todas as críticas legítimas que recebe. No fim, o que fica é uma reflexão sobre o trabalho científico em si. Sobre como o erro de Kardashev em 1963 e o paper de Dyson em 1960 se tornaram, em conjunto, a régua que ainda usamos para medir o destino de qualquer espécie inteligente, incluindo a nossa.Aperte o play. A antena está apontada para o céu.]]></description><guid isPermaLink="false">607292bc-77fa-4dc4-ad7b-0db9d3d59f86</guid><pubDate>Wed, 13 May 2026 20:12:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71995966/424097192_44100_2_13b97e7072e0b.mp3" length="59771923" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Crimeia, outono de 1963. Numa estação de espaço profundo, um astrônomo soviético de trinta e um anos aponta uma antena para uma fonte de rádio distante e cogita, em plena Guerra Fria, a hipótese mais ousada que um cientista podia formular naquele...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Crimeia, outono de 1963. Numa estação de espaço profundo, um astrônomo soviético de trinta e um anos aponta uma antena para uma fonte de rádio distante e cogita, em plena Guerra Fria, a hipótese mais ousada que um cientista podia formular naquele momento. E se aquele sinal piscando irregularmente fosse artificial? E se, a bilhões de anos-luz daqui, alguém estivesse tentando falar com a Terra?O nome dele era Nikolai Kardashev. O objeto se chamava CTA-102. E o que aconteceu nos meses seguintes virou um dos episódios mais reveladores da história da SETI, a busca por inteligência extraterrestre. A fonte não era artificial. Era um quasar, um buraco negro supermassivo se alimentando de matéria a oito bilhões de anos-luz daqui. Kardashev errou. Mas errou para o lado certo do erro. Porque a pergunta que ele se forçou a fazer durante aquela investigação acabou gerando uma das ferramentas conceituais mais usadas, mais distorcidas e mais citadas da astronomia do último meio século.Três anos antes, do outro lado do mundo, num gabinete em Princeton, um físico britânico chamado Freeman Dyson havia publicado um paper curto e estranho na revista Science. Pouco mais de uma página. Dyson argumentava que civilizações suficientemente avançadas, sem precisar mandar sinal nenhum, deixariam pegadas inevitáveis no céu. Pegadas térmicas. Calor residual da própria existência tecnológica, irradiado em comprimentos de onda específicos no infravermelho. Era essa intuição que Kardashev tinha lido. E era essa intuição que acabaria se cristalizando, em 1964, numa régua para medir civilizações por consumo de energia. A escala de Kardashev. Os três tipos.Neste episódio, conto a história de dois homens que nunca se conheceram pessoalmente até décadas depois, e que mesmo assim construíram, em paralelo e em continentes opostos, o vocabulário com que a astronomia ainda discute o destino da inteligência no cosmos. Passo pela viagem de carro improvável que Freeman Dyson fez com Richard Feynman em 1948 e que ajudou a mudar a física quântica. Recupero o romance metafísico de Olaf Stapledon, publicado em 1937, que inspirou a famosa esfera. Conto a biografia de Kardashev, filho de bolcheviques fuzilados por Stálin que cresceu para classificar as civilizações cósmicas. Mostro como a escala se aplica à humanidade hoje, em qual degrau estamos e o que faltaria para subir.Do lado observacional, percorro o caminho que levou daquela intuição de Dyson aos telescópios infravermelhos modernos, ao IRAS, ao WISE, ao Gaia. Conto a estrela de Tabby e o frenesi de 2015. Apresento o Projeto Hefesto, a iniciativa sueca que, em 2024, identificou sete candidatos a esferas de Dyson incompletas em torno de anãs vermelhas próximas. E também conto por que, em 2025, esses sete candidatos foram, um por um, sendo questionados por novas observações em alta resolução feitas em Manchester.Conto também sobre o Paradoxo de Fermi, sobre o que o Espelho Cósmico nos revela quando olhamos para a SETI como espelho da humanidade, e por que a escala de Kardashev sobrevive a todas as críticas legítimas que recebe. No fim, o que fica é uma reflexão sobre o trabalho científico em si. Sobre como o erro de Kardashev em 1963 e o paper de Dyson em 1960 se tornaram, em conjunto, a régua que ainda usamos para medir o destino de qualquer espécie inteligente, incluindo a nossa.Aperte o play. A antena está apontada para o céu.]]></itunes:summary><itunes:duration>3736</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/57e9e5e480c82389660ab804e05e41af.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 97 - Uma Breve História do Proejto SETI - Parte II</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-97-uma-breve-historia-do-proejto-seti-parte-ii--71981941</link><description><![CDATA[Em abril de mil novecentos e sessenta, num vale enrugado das montanhas Apalaches, um astrônomo de vinte e nove anos chamado Frank Drake subiu numa antena de oitenta e cinco pés antes do nascer do sol, se enfiou numa cabine do tamanho de uma lata de lixo no foco da parabólica e apontou o equipamento para uma estrela chamada Epsilon Eridani. Tinha um orçamento total de dois mil dólares, um receptor caseiro ajustado a chave de fenda, e a esperança secreta de que quase toda estrela parecida com o Sol carregasse, em algum lugar do rebanho de planetas, uma espécie tagarela como a nossa.Foi o primeiro experimento moderno de busca por inteligência extraterrestre. Também foi o primeiro falso alarme da história da SETI. Logo no primeiro dia, um sinal perfeito de oito pulsos por segundo atravessou o alto-falante da sala de controle e, por alguns minutos vertiginosos, pareceu ter mudado tudo. Era um avião de espionagem.Um ano e meio depois, num fim de semana de Halloween, Drake reuniu nove colegas numa salinha do mesmo observatório de Green Bank. Estavam ali um futuro Nobel de Química, um neurocientista que tinha decidido que conversar com golfinhos era o melhor treino para conversar com alienígenas, e um aluno de doutorado chamado Carl Sagan que ainda não era ninguém. Naquele encontro, depois de uma noite regada a champanhe e do anúncio do Nobel de Melvin Calvin pela linha direta com Estocolmo, Drake foi até o quadro-negro e escreveu sete letras gregas multiplicadas umas pelas outras. Saiu dali a equação mais famosa da astrobiologia.Este episódio conta essa história. Como uma pergunta sem nome saiu da literatura especulativa e virou um experimento de laboratório com orçamento de prefeitura. Como dez pessoas, em três dias trancadas numa região do mundo onde o sinal de rádio é proibido por lei, inventaram um campo inteiro da ciência. Como a equação de Frank Drake deixou de ser uma calculadora para virar um espelho, em que cada geração enxergou suas próprias preocupações refletidas. Os anos sessenta enxergaram a bomba. Os anos noventa, a redução do orçamento da ciência. Os anos vinte do século vinte e um estão enxergando o clima.Há um detalhe na equação que poucos param para pensar com o cuidado que ele merece. Os seis primeiros termos dependem da física, da química e da biologia do universo. O sétimo, o L, depende da longevidade da civilização que transmite. É o único termo que cada espécie tem nas próprias mãos. É também o único que ninguém ainda conseguiu medir. Drake morreu em dois mil e vinte e dois, aos noventa e dois anos, sem ter visto um único sinal confirmado. A equação dele continua aberta no quadro-negro coletivo da espécie humana.Uma hora de escuta sobre o Projeto Ozma, sobre a Ordem do Golfinho, sobre o paradoxo de Fermi, sobre o sinal Wow!, sobre o Voyager Golden Record que hoje navega o espaço interestelar a vinte e cinco bilhões de quilômetros, e sobre a pergunta que não para de se desdobrar: quanto tempo a janela da Terra vai continuar transmitindo para o universo?<br />]]></description><guid isPermaLink="false">f7870710-0e54-4361-88d5-54fb038b45d2</guid><pubDate>Tue, 12 May 2026 20:01:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71981941/424022376_44100_2_4621740e326e1.mp3" length="52699636" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Em abril de mil novecentos e sessenta, num vale enrugado das montanhas Apalaches, um astrônomo de vinte e nove anos chamado Frank Drake subiu numa antena de oitenta e cinco pés antes do nascer do sol, se enfiou numa cabine do tamanho de uma lata de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em abril de mil novecentos e sessenta, num vale enrugado das montanhas Apalaches, um astrônomo de vinte e nove anos chamado Frank Drake subiu numa antena de oitenta e cinco pés antes do nascer do sol, se enfiou numa cabine do tamanho de uma lata de lixo no foco da parabólica e apontou o equipamento para uma estrela chamada Epsilon Eridani. Tinha um orçamento total de dois mil dólares, um receptor caseiro ajustado a chave de fenda, e a esperança secreta de que quase toda estrela parecida com o Sol carregasse, em algum lugar do rebanho de planetas, uma espécie tagarela como a nossa.Foi o primeiro experimento moderno de busca por inteligência extraterrestre. Também foi o primeiro falso alarme da história da SETI. Logo no primeiro dia, um sinal perfeito de oito pulsos por segundo atravessou o alto-falante da sala de controle e, por alguns minutos vertiginosos, pareceu ter mudado tudo. Era um avião de espionagem.Um ano e meio depois, num fim de semana de Halloween, Drake reuniu nove colegas numa salinha do mesmo observatório de Green Bank. Estavam ali um futuro Nobel de Química, um neurocientista que tinha decidido que conversar com golfinhos era o melhor treino para conversar com alienígenas, e um aluno de doutorado chamado Carl Sagan que ainda não era ninguém. Naquele encontro, depois de uma noite regada a champanhe e do anúncio do Nobel de Melvin Calvin pela linha direta com Estocolmo, Drake foi até o quadro-negro e escreveu sete letras gregas multiplicadas umas pelas outras. Saiu dali a equação mais famosa da astrobiologia.Este episódio conta essa história. Como uma pergunta sem nome saiu da literatura especulativa e virou um experimento de laboratório com orçamento de prefeitura. Como dez pessoas, em três dias trancadas numa região do mundo onde o sinal de rádio é proibido por lei, inventaram um campo inteiro da ciência. Como a equação de Frank Drake deixou de ser uma calculadora para virar um espelho, em que cada geração enxergou suas próprias preocupações refletidas. Os anos sessenta enxergaram a bomba. Os anos noventa, a redução do orçamento da ciência. Os anos vinte do século vinte e um estão enxergando o clima.Há um detalhe na equação que poucos param para pensar com o cuidado que ele merece. Os seis primeiros termos dependem da física, da química e da biologia do universo. O sétimo, o L, depende da longevidade da civilização que transmite. É o único termo que cada espécie tem nas próprias mãos. É também o único que ninguém ainda conseguiu medir. Drake morreu em dois mil e vinte e dois, aos noventa e dois anos, sem ter visto um único sinal confirmado. A equação dele continua aberta no quadro-negro coletivo da espécie humana.Uma hora de escuta sobre o Projeto Ozma, sobre a Ordem do Golfinho, sobre o paradoxo de Fermi, sobre o sinal Wow!, sobre o Voyager Golden Record que hoje navega o espaço interestelar a vinte e cinco bilhões de quilômetros, e sobre a pergunta que não para de se desdobrar: quanto tempo a janela da Terra vai continuar transmitindo para o universo?<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>3294</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8aca0ec0c93ffb12dbddad135334928a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 96 - Uma Breve História do Projeto SETI - Parte I</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-96-uma-breve-historia-do-projeto-seti-parte-i--71949167</link><description><![CDATA[O Universo está em silêncio, mas nós nunca paramos de escutar.<br />Em uma noite gelada de inverno em 1899, no alto do altiplano do Colorado, Nikola Tesla apertou os fones de ouvido contra o rosto e ouviu um padrão. Três batidas, uma pausa. Três batidas, uma pausa. Naquela época, o conceito de ondas de rádio vindas do espaço era inexistente. Ao olhar para a carta celeste e ver Marte brilhando no horizonte, Tesla teve uma intuição que mudaria para sempre a nossa relação com o cosmos: seria possível que alguém, do outro lado do abismo escuro, estivesse tentando falar conosco?<br />Neste episódio, mergulhamos na fascinante e obstinada história da Busca por Inteligência Extraterrestre, o famoso programa SETI. Mais do que uma caçada por alienígenas, essa é a história da nossa própria evolução tecnológica e filosófica. <br />Viajamos no tempo para entender como a humanidade passou da mera especulação filosófica de pensadores antigos — que já imaginavam uma pluralidade de mundos habitados — para os primeiros e ousados projetos experimentais. Você vai conhecer a ideia quase surreal do matemático Carl Friedrich Gauss, que propôs cavar um gigantesco triângulo retângulo na Sibéria para provar a marcianos que conhecíamos geometria. Vai entender como um erro de tradução transformou "sulcos naturais" em "canais de irrigação", convencendo a cultura ocidental por meio século de que Marte abrigava uma civilização agonizante — e inspirando H.G. Wells a escrever "A Guerra dos Mundos".<br />Acompanhamos a revolução do rádio com Guglielmo Marconi e a confusão inicial que transformava qualquer estática atmosférica em supostas mensagens interplanetárias. Relembramos o surreal "Dia Nacional do Silêncio de Rádio" de 1924, quando os Estados Unidos pararam para ouvir Marte, e o momento em que Karl Jansky, com uma antena montada sobre rodas de um Ford T, descobriu acidentalmente a radioastronomia ao captar o som do centro da Via Láctea.<br />Mas se o universo tem quase 14 bilhões de anos, trilhões de galáxias e bilhões de mundos potencialmente habitáveis só na nossa vizinhança cósmica... onde está todo mundo? <br />É nesse cenário de abundância cósmica e silêncio absoluto que chegamos ao verão de 1950 em Los Alamos, Novo México, onde o físico Enrico Fermi fez a pergunta que ainda ecoa nos corredores da ciência: o Paradoxo de Fermi. Passamos pela histórica Mensagem de Arecibo em 1974, a primeira vez que a Terra gritou deliberadamente para as estrelas, até chegar aos dias de hoje, com modernos complexos de radiotelescópios como o Allen Telescope Array, varrendo o céu noturno em uma busca paciente e contínua.<br />A química da vida é a química do universo. Somos feitos de poeira de estrelas. Diante de tanto tempo e espaço, parece quase inevitável que a vida tenha surgido em outros lugares. A escala cósmica mudou a pergunta: já não nos questionamos se há outros mundos, pois sabemos que há bilhões deles. A questão agora é por que eles parecem tão calados.<br />Aperte o play, olhe para as estrelas e venha com a gente escutar o silêncio do universo. Quem sabe o que — ou quem — está prestes a quebrar esse silêncio.]]></description><guid isPermaLink="false">fe4f5eff-51ad-4160-bbed-20d63b180e51</guid><pubDate>Sun, 10 May 2026 19:24:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71949167/423871850_44100_2_7ce6e103508c1.mp3" length="52639450" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>O Universo está em silêncio, mas nós nunca paramos de escutar.
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Mais do que uma caçada por alienígenas, essa é a história da nossa própria evolução tecnológica e filosófica. <br />Viajamos no tempo para entender como a humanidade passou da mera especulação filosófica de pensadores antigos — que já imaginavam uma pluralidade de mundos habitados — para os primeiros e ousados projetos experimentais. Você vai conhecer a ideia quase surreal do matemático Carl Friedrich Gauss, que propôs cavar um gigantesco triângulo retângulo na Sibéria para provar a marcianos que conhecíamos geometria. Vai entender como um erro de tradução transformou "sulcos naturais" em "canais de irrigação", convencendo a cultura ocidental por meio século de que Marte abrigava uma civilização agonizante — e inspirando H.G. Wells a escrever "A Guerra dos Mundos".<br />Acompanhamos a revolução do rádio com Guglielmo Marconi e a confusão inicial que transformava qualquer estática atmosférica em supostas mensagens interplanetárias. Relembramos o surreal "Dia Nacional do Silêncio de Rádio" de 1924, quando os Estados Unidos pararam para ouvir Marte, e o momento em que Karl Jansky, com uma antena montada sobre rodas de um Ford T, descobriu acidentalmente a radioastronomia ao captar o som do centro da Via Láctea.<br />Mas se o universo tem quase 14 bilhões de anos, trilhões de galáxias e bilhões de mundos potencialmente habitáveis só na nossa vizinhança cósmica... onde está todo mundo? <br />É nesse cenário de abundância cósmica e silêncio absoluto que chegamos ao verão de 1950 em Los Alamos, Novo México, onde o físico Enrico Fermi fez a pergunta que ainda ecoa nos corredores da ciência: o Paradoxo de Fermi. Passamos pela histórica Mensagem de Arecibo em 1974, a primeira vez que a Terra gritou deliberadamente para as estrelas, até chegar aos dias de hoje, com modernos complexos de radiotelescópios como o Allen Telescope Array, varrendo o céu noturno em uma busca paciente e contínua.<br />A química da vida é a química do universo. Somos feitos de poeira de estrelas. Diante de tanto tempo e espaço, parece quase inevitável que a vida tenha surgido em outros lugares. A escala cósmica mudou a pergunta: já não nos questionamos se há outros mundos, pois sabemos que há bilhões deles. A questão agora é por que eles parecem tão calados.<br />Aperte o play, olhe para as estrelas e venha com a gente escutar o silêncio do universo. 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Os físicos paravam no tempo zero, levantavam as mãos e diziam que dali para trás era metafísica.Isso está mudando.Um grupo pequeno de cosmólogos espalhados por Londres, Oxford, Princeton, Waterloo e Cambridge está usando uma ferramenta chamada relatividade numérica, alimentada por supercomputadores que devoram milhões de horas de processamento, para atacar essa pergunta de frente. E os resultados que estão começando a sair são desconcertantes.Neste episódio do Horizonte de Eventos, Sérgio Sacani te leva pela história completa dessa virada. A jornada começa em 1927, com o padre belga Georges Lemaître propondo a ideia do átomo primordial e levando uma bronca de Einstein. Passa por 1964, quando dois engenheiros da Bell Labs em Holmdel, lutando contra um zumbido na antena e contra pombos que insistiam em fazer ninho dentro dela, descobrem por acaso a radiação cósmica de fundo, a luz fóssil que prova que o universo já foi pequeno e quente. Atravessa 1979, quando Alan Guth tem a "spectacular realization" que daria origem à teoria da inflação. Chega em 2005, quando Frans Pretorius e dois outros grupos finalmente conseguem simular a colisão de buracos negros depois de meio século de tentativas fracassadas, abrindo caminho para a detecção das ondas gravitacionais pelo LIGO em 2016.E desemboca no presente. Eugene Lim, do King's College de Londres, junto com Katy Clough da Queen Mary e Josu Aurrekoetxea de Oxford, construiu o que ele mesmo chama de Estrela da Morte computacional. As simulações estão sugerindo que a versão de inflação mais compatível com os dados do céu é, paradoxalmente, a versão menos provável de acontecer espontaneamente. Estão mostrando que a hipótese do bounce, defendida por Paul Steinhardt em Princeton, alisa o cosmos com a mesma eficiência que a inflação. Estão indicando que buracos negros de um universo anterior podem ter sobrevivido ao ressalto e estar entre nós agora.Tem ainda a história das quatro cicatrizes circulares que Hiranya Peiris encontrou no mapa do CMB do satélite WMAP em 2011, supostas marcas de outros universos que esbarraram no nosso. E tem o experimento absurdo em que cosmólogos britânicos colidem universos miniatura dentro de uma câmara de potássio resfriado a bilionésimos de grau acima do zero absoluto.A pergunta que durante um século foi proibida finalmente pode ser feita. Por enquanto, as respostas vêm em sussurros e correlações estatísticas. Daqui a uma década, podem vir em uma língua mais clara.A tela preta começou a tremer.]]></description><guid isPermaLink="false">d49634a1-fa9f-4bb9-ae6d-932f143ab590</guid><pubDate>Sun, 03 May 2026 18:08:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71842645/423374116_44100_2_642ca564fa6a4.mp3" length="57758196" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Por quase um século, perguntar o que existia antes do big bang era considerado um tabu científico. Era tratado como questão sem sentido, equivalente a querer saber o que existe ao norte do Polo Norte. Os físicos paravam no tempo zero, levantavam as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Por quase um século, perguntar o que existia antes do big bang era considerado um tabu científico. Era tratado como questão sem sentido, equivalente a querer saber o que existe ao norte do Polo Norte. Os físicos paravam no tempo zero, levantavam as mãos e diziam que dali para trás era metafísica.Isso está mudando.Um grupo pequeno de cosmólogos espalhados por Londres, Oxford, Princeton, Waterloo e Cambridge está usando uma ferramenta chamada relatividade numérica, alimentada por supercomputadores que devoram milhões de horas de processamento, para atacar essa pergunta de frente. E os resultados que estão começando a sair são desconcertantes.Neste episódio do Horizonte de Eventos, Sérgio Sacani te leva pela história completa dessa virada. A jornada começa em 1927, com o padre belga Georges Lemaître propondo a ideia do átomo primordial e levando uma bronca de Einstein. Passa por 1964, quando dois engenheiros da Bell Labs em Holmdel, lutando contra um zumbido na antena e contra pombos que insistiam em fazer ninho dentro dela, descobrem por acaso a radiação cósmica de fundo, a luz fóssil que prova que o universo já foi pequeno e quente. Atravessa 1979, quando Alan Guth tem a "spectacular realization" que daria origem à teoria da inflação. Chega em 2005, quando Frans Pretorius e dois outros grupos finalmente conseguem simular a colisão de buracos negros depois de meio século de tentativas fracassadas, abrindo caminho para a detecção das ondas gravitacionais pelo LIGO em 2016.E desemboca no presente. Eugene Lim, do King's College de Londres, junto com Katy Clough da Queen Mary e Josu Aurrekoetxea de Oxford, construiu o que ele mesmo chama de Estrela da Morte computacional. As simulações estão sugerindo que a versão de inflação mais compatível com os dados do céu é, paradoxalmente, a versão menos provável de acontecer espontaneamente. Estão mostrando que a hipótese do bounce, defendida por Paul Steinhardt em Princeton, alisa o cosmos com a mesma eficiência que a inflação. Estão indicando que buracos negros de um universo anterior podem ter sobrevivido ao ressalto e estar entre nós agora.Tem ainda a história das quatro cicatrizes circulares que Hiranya Peiris encontrou no mapa do CMB do satélite WMAP em 2011, supostas marcas de outros universos que esbarraram no nosso. E tem o experimento absurdo em que cosmólogos britânicos colidem universos miniatura dentro de uma câmara de potássio resfriado a bilionésimos de grau acima do zero absoluto.A pergunta que durante um século foi proibida finalmente pode ser feita. Por enquanto, as respostas vêm em sussurros e correlações estatísticas. 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Subiu até passar dos cento e quarenta quilômetros de altitude, separou seu segundo estágio, deu meia-volta no ar rarefeito da estratosfera, reacendeu os motores, desceu, e pousou suavemente na água ao lado de um navio de recolha. Aquele era o primeiro estágio do Long March 10A, o foguete que vai levar a primeira tripulação chinesa à Lua antes de 2030. A China acabou de demonstrar publicamente que sabe pousar foguetes orbitais. E o mundo mal prestou atenção.Este é o segundo de dois episódios sobre o programa lunar chinês. Hoje, a conversa olha para frente. Para o que está prestes a acontecer.Em agosto deste ano, a Chang'e 7 vai partir rumo ao polo sul da Lua. Vai pousar num pico permanentemente iluminado pelo Sol perto da cratera Shackleton, e vai liberar um pequeno saltador movido a metano e oxigênio que tem missão histórica: descer fisicamente, com seus próprios motores, até o fundo de uma cratera onde o Sol nunca brilhou em pelo menos dois bilhões de anos, e medir o gelo de água que está lá embaixo, congelado a temperaturas mais frias que a superfície de Plutão.Em 2028 vem a Chang'e 8, com um robô humanoide bípede e uma impressora 3D que vai tentar fundir poeira lunar em tijolos usando luz do Sol concentrada por fibra ótica. Não é mais teste de laboratório com simulante terrestre. É a primeira tentativa de transformar regolito lunar real em material de construção.E em 2030, se tudo seguir o plano, dois taikonautas vão pousar na superfície da Lua. A arquitetura é elegante na simplicidade: dois lançamentos do foguete Long March 10, encontro em órbita lunar, descida no lander Lanyue, retorno na cápsula Mengzhou. Cada peça desse quebra-cabeça já tem precedente direto em missão chinesa anterior. A novidade é, basicamente, escala. E gente dentro.Falamos também do estado real do programa Artemis americano nesta primavera de 2026. Da vitória da Artemis II no primeiro de abril, do pouso adiado pela enésima vez para a Artemis IV, do Starship V3 que continua sem voar, do elevador de cinquenta e dois metros que pode emperrar com astronautas dentro, do Lunar Gateway suspenso, do Exploration Upper Stage cancelado. Duas estratégias para o mesmo destino. Uma conservadora, derivada de tecnologia já demonstrada. A outra ambiciosa, comercial, dependente de coisas que ainda nunca foram feitas.A pergunta que paira nos corredores da NASA, e que ninguém quer responder em voz alta: quem chega lá primeiro com gente?]]></description><guid isPermaLink="false">cf6041ca-6d0f-4d63-89ad-357e352d289d</guid><pubDate>Sat, 02 May 2026 16:32:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71830518/7742b30f_8c8b_5971_a340_4e57fadae5ce.mp3" length="76922845" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No dia onze de fevereiro deste ano, um foguete subiu da costa de Hainan ao amanhecer e fez algo que a imprensa internacional praticamente ignorou. Em vez de sumir no espaço, voltou. Subiu até passar dos cento e quarenta quilômetros de altitude,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No dia onze de fevereiro deste ano, um foguete subiu da costa de Hainan ao amanhecer e fez algo que a imprensa internacional praticamente ignorou. Em vez de sumir no espaço, voltou. Subiu até passar dos cento e quarenta quilômetros de altitude, separou seu segundo estágio, deu meia-volta no ar rarefeito da estratosfera, reacendeu os motores, desceu, e pousou suavemente na água ao lado de um navio de recolha. Aquele era o primeiro estágio do Long March 10A, o foguete que vai levar a primeira tripulação chinesa à Lua antes de 2030. A China acabou de demonstrar publicamente que sabe pousar foguetes orbitais. E o mundo mal prestou atenção.Este é o segundo de dois episódios sobre o programa lunar chinês. Hoje, a conversa olha para frente. Para o que está prestes a acontecer.Em agosto deste ano, a Chang'e 7 vai partir rumo ao polo sul da Lua. Vai pousar num pico permanentemente iluminado pelo Sol perto da cratera Shackleton, e vai liberar um pequeno saltador movido a metano e oxigênio que tem missão histórica: descer fisicamente, com seus próprios motores, até o fundo de uma cratera onde o Sol nunca brilhou em pelo menos dois bilhões de anos, e medir o gelo de água que está lá embaixo, congelado a temperaturas mais frias que a superfície de Plutão.Em 2028 vem a Chang'e 8, com um robô humanoide bípede e uma impressora 3D que vai tentar fundir poeira lunar em tijolos usando luz do Sol concentrada por fibra ótica. Não é mais teste de laboratório com simulante terrestre. É a primeira tentativa de transformar regolito lunar real em material de construção.E em 2030, se tudo seguir o plano, dois taikonautas vão pousar na superfície da Lua. A arquitetura é elegante na simplicidade: dois lançamentos do foguete Long March 10, encontro em órbita lunar, descida no lander Lanyue, retorno na cápsula Mengzhou. Cada peça desse quebra-cabeça já tem precedente direto em missão chinesa anterior. A novidade é, basicamente, escala. E gente dentro.Falamos também do estado real do programa Artemis americano nesta primavera de 2026. Da vitória da Artemis II no primeiro de abril, do pouso adiado pela enésima vez para a Artemis IV, do Starship V3 que continua sem voar, do elevador de cinquenta e dois metros que pode emperrar com astronautas dentro, do Lunar Gateway suspenso, do Exploration Upper Stage cancelado. Duas estratégias para o mesmo destino. Uma conservadora, derivada de tecnologia já demonstrada. A outra ambiciosa, comercial, dependente de coisas que ainda nunca foram feitas.A pergunta que paira nos corredores da NASA, e que ninguém quer responder em voz alta: quem chega lá primeiro com gente?]]></itunes:summary><itunes:duration>3205</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d0c3e82c064ca22132dcee33fd5af8ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 93 - China Revela Mistérios Ocultos da Lua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-93-china-revela-misterios-ocultos-da-lua--71750601</link><description><![CDATA[Descrição com 2.733 caracteres, bem dentro do limite de 4.000 do Spotify. Aqui está, pronta para colar:Em primeiro de junho de 2024, uma sonda chinesa chamada Chang'e 6 pousou num lugar onde a Terra nunca aparece no céu. Não é metáfora, é geometria. A face oculta da Lua, virada para o lado contrário do nosso planeta há quatro bilhões de anos, jamais vê o nosso azul nascer no horizonte. E foi exatamente lá, dentro da cratera Apollo, dentro da Bacia Aitken do Polo Sul — a maior e mais antiga cicatriz de impacto preservada em qualquer corpo rochoso conhecido do sistema solar — que os chineses recolheram quase dois quilos de rocha e poeira lunar e trouxeram para a Terra.Este é o primeiro de dois episódios sobre o programa lunar chinês. Hoje, a gente mergulha nas missões Chang'e 5 e Chang'e 6, nas amostras que elas trouxeram, e no que esses fragmentos de basalto começaram a revelar nos últimos meses sobre a história profunda da Lua.Vulcanismo que persistiu até dois bilhões de anos atrás, num manto que não tinha o que parecia necessário para derreter. O dínamo lunar que voltou a se reforçar há 2,8 bilhões de anos, contrariando o consenso de décadas. A face oculta com manto significativamente mais seco do que a face visível, sugerindo que o impacto que escavou a Bacia Aitken do Polo Sul redesenhou a química interna de um hemisfério inteiro. A datação precisa, pela primeira vez, desse mesmo impacto colossal em 4 bilhões e 247 milhões de anos. E a Changesita-Y, um cristal microscópico inédito, com o nome da deusa chinesa da Lua, isolado a partir de quase 140 mil partículas individuais.Falamos também sobre os 44 anos de silêncio entre a soviética Luna 24 e a chegada da Chang'e 5, sobre a engenharia da Queqiao 2 — o satélite-ponte que tornou possível a comunicação com o lado oculto — e sobre como esses achados reverberam pela planetologia inteira, ajudando a recalibrar a cronologia de Marte, Mercúrio, das luas de Júpiter e Saturno, de praticamente todas as superfícies rochosas que tentamos datar à distância.A Lua que conhecíamos era um livro pela metade. Tínhamos lido só a face visível. Agora, finalmente, alguém abriu o capítulo do outro lado.No próximo episódio: o que vem pela frente. As missões Chang'e 7 e Chang'e 8, a arquitetura da missão tripulada chinesa para 2030, e por que tudo isso conversa com o que está acontecendo — ou não está acontecendo — no programa Artemis americano.Apresentação: Sérgio Sacani — editor do blog Space Today e do canal Space Today no YouTube.Acompanhe também:Site: spacetoday.com.brYouTube: youtube.com/spacetodayInstagram: @spacetoday1#Astronomia #Lua #ChangE #China #ExploracaoEspacial #SpaceToday #HorizonteDeEventos #Cosmologia #Planetologia #BaciaAitken #SistemaSolar<br />]]></description><guid isPermaLink="false">4782579b-1a79-4f2e-a586-eab94defc14e</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:46:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71750601/7c1190a4_60d2_3e67_0d66_35ed7cd852a4.mp3" length="83626333" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Descrição com 2.733 caracteres, bem dentro do limite de 4.000 do Spotify. 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Hoje, a gente mergulha nas missões Chang'e 5 e Chang'e 6, nas amostras que elas trouxeram, e no que esses fragmentos de basalto começaram a revelar nos últimos meses sobre a história profunda da Lua.Vulcanismo que persistiu até dois bilhões de anos atrás, num manto que não tinha o que parecia necessário para derreter. O dínamo lunar que voltou a se reforçar há 2,8 bilhões de anos, contrariando o consenso de décadas. A face oculta com manto significativamente mais seco do que a face visível, sugerindo que o impacto que escavou a Bacia Aitken do Polo Sul redesenhou a química interna de um hemisfério inteiro. A datação precisa, pela primeira vez, desse mesmo impacto colossal em 4 bilhões e 247 milhões de anos. E a Changesita-Y, um cristal microscópico inédito, com o nome da deusa chinesa da Lua, isolado a partir de quase 140 mil partículas individuais.Falamos também sobre os 44 anos de silêncio entre a soviética Luna 24 e a chegada da Chang'e 5, sobre a engenharia da Queqiao 2 — o satélite-ponte que tornou possível a comunicação com o lado oculto — e sobre como esses achados reverberam pela planetologia inteira, ajudando a recalibrar a cronologia de Marte, Mercúrio, das luas de Júpiter e Saturno, de praticamente todas as superfícies rochosas que tentamos datar à distância.A Lua que conhecíamos era um livro pela metade. Tínhamos lido só a face visível. Agora, finalmente, alguém abriu o capítulo do outro lado.No próximo episódio: o que vem pela frente. As missões Chang'e 7 e Chang'e 8, a arquitetura da missão tripulada chinesa para 2030, e por que tudo isso conversa com o que está acontecendo — ou não está acontecendo — no programa Artemis americano.Apresentação: Sérgio Sacani — editor do blog Space Today e do canal Space Today no YouTube.Acompanhe também:Site: spacetoday.com.brYouTube: youtube.com/spacetodayInstagram: @spacetoday1#Astronomia #Lua #ChangE #China #ExploracaoEspacial #SpaceToday #HorizonteDeEventos #Cosmologia #Planetologia #BaciaAitken #SistemaSolar<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>3485</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/72484604b0cda6f5388a25a5388d172b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 92 - Traje Espacial: O Principal Problema do Retorno Para a Lua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-92-traje-espacial-o-principal-problema-do-retorno-para-a-lua--71658723</link><description><![CDATA[Descrição com 2.886 caracteres (dentro do limite de 3.000):Dezesseis de julho de 2013. O astronauta italiano Luca Parmitano flutua a quatrocentos quilômetros da Terra quando sente uma gota de água na nuca. Em poucos minutos, o capacete dele está enchendo. Um litro e meio de líquido cobre os olhos, o nariz, a boca. Ele volta para a câmara de descompressão guiado pela memória, cego, quase se afogando no espaço.Treze anos depois, em abril de 2026, astronautas continuam usando o mesmo modelo de traje que quase matou Parmitano. O mesmo equipamento desenhado nos anos setenta para o programa do ônibus espacial. O mesmo traje que vazou outra vez no capacete de Tim Kopra em 2016 e de Matthias Maurer em 2022.E a NASA precisa de um substituto. Precisa para a Estação Espacial Internacional, que será desativada em 2030. Precisa, principalmente, para a missão de pouso lunar do programa Artemis, prevista para 2028.Neste episódio, mergulho no relatório IG-26-006 do Office of Inspector General da NASA, publicado no dia vinte de abril, que escancara um problema gigantesco: depois de quase duas décadas tentando, depois de bilhões de dólares investidos, depois de quatro programas de desenvolvimento, a NASA ainda não tem um traje espacial novo pronto para usar.A história envolve a desistência da Collins Aerospace em 2024, deixando a Axiom Space — uma empresa fundada há menos de dez anos, sem nenhuma experiência prévia em trajes espaciais — como fornecedora única. Envolve parcerias inusitadas com a Prada, que faz os tecidos do traje, com a Nokia, que vai operar a rede 4G na Lua, com a Oakley, que desenhou a viseira, e com a GU Energy Labs, que cuida da nutrição dentro do equipamento. Envolve um cronograma original que era menos da metade do tempo histórico para projetos semelhantes da NASA. Envolve um traje que em 2024 estava acima do peso permitido, consumindo mais oxigênio, água e energia do que poderia. Envolve um conflito de design com o módulo de pouso da Blue Origin, com o lander Starship da SpaceX, com o veículo lunar de superfície.E envolve uma pergunta desconfortável: a parte mais difícil da volta à Lua, hoje, não é construir o foguete. Os foguetes existem. A Artemis II voou em abril de 2026 com tripulação. O Space Launch System funcionou. O que falta é a roupa.Conto a história completa, do A7L feito por costureiras da Playtex que durante o dia produziam sutiãs, até as oitocentas e cinquenta horas de testes que a Axiom acumulou no protótipo do AxEMU. Da pausa do programa Gateway em março passado, à primeira caminhada espacial comercial da Polaris Dawn da SpaceX em 2024.A NASA construiu o foguete do Artemis. Mas talvez tenha esquecido da roupa. E é por causa dela que a Lua continua esperando.Fonte: Relatório IG-26-006 do NASA Office of Inspector General — NASA's Acquisition of Next-Generation Spacesuit Services — 20 de abril de 2026.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">5e1734aa-381f-430d-8003-355996a73e54</guid><pubDate>Sun, 26 Apr 2026 20:06:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71658723/cd5afb66_75ee_9e79_34b6_32c4415dada3.mp3" length="72387421" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Descrição com 2.886 caracteres (dentro do limite de 3.000):Dezesseis de julho de 2013. O astronauta italiano Luca Parmitano flutua a quatrocentos quilômetros da Terra quando sente uma gota de água na nuca. Em poucos minutos, o capacete dele está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Descrição com 2.886 caracteres (dentro do limite de 3.000):Dezesseis de julho de 2013. O astronauta italiano Luca Parmitano flutua a quatrocentos quilômetros da Terra quando sente uma gota de água na nuca. Em poucos minutos, o capacete dele está enchendo. Um litro e meio de líquido cobre os olhos, o nariz, a boca. Ele volta para a câmara de descompressão guiado pela memória, cego, quase se afogando no espaço.Treze anos depois, em abril de 2026, astronautas continuam usando o mesmo modelo de traje que quase matou Parmitano. O mesmo equipamento desenhado nos anos setenta para o programa do ônibus espacial. O mesmo traje que vazou outra vez no capacete de Tim Kopra em 2016 e de Matthias Maurer em 2022.E a NASA precisa de um substituto. Precisa para a Estação Espacial Internacional, que será desativada em 2030. Precisa, principalmente, para a missão de pouso lunar do programa Artemis, prevista para 2028.Neste episódio, mergulho no relatório IG-26-006 do Office of Inspector General da NASA, publicado no dia vinte de abril, que escancara um problema gigantesco: depois de quase duas décadas tentando, depois de bilhões de dólares investidos, depois de quatro programas de desenvolvimento, a NASA ainda não tem um traje espacial novo pronto para usar.A história envolve a desistência da Collins Aerospace em 2024, deixando a Axiom Space — uma empresa fundada há menos de dez anos, sem nenhuma experiência prévia em trajes espaciais — como fornecedora única. Envolve parcerias inusitadas com a Prada, que faz os tecidos do traje, com a Nokia, que vai operar a rede 4G na Lua, com a Oakley, que desenhou a viseira, e com a GU Energy Labs, que cuida da nutrição dentro do equipamento. Envolve um cronograma original que era menos da metade do tempo histórico para projetos semelhantes da NASA. Envolve um traje que em 2024 estava acima do peso permitido, consumindo mais oxigênio, água e energia do que poderia. Envolve um conflito de design com o módulo de pouso da Blue Origin, com o lander Starship da SpaceX, com o veículo lunar de superfície.E envolve uma pergunta desconfortável: a parte mais difícil da volta à Lua, hoje, não é construir o foguete. Os foguetes existem. A Artemis II voou em abril de 2026 com tripulação. O Space Launch System funcionou. O que falta é a roupa.Conto a história completa, do A7L feito por costureiras da Playtex que durante o dia produziam sutiãs, até as oitocentas e cinquenta horas de testes que a Axiom acumulou no protótipo do AxEMU. Da pausa do programa Gateway em março passado, à primeira caminhada espacial comercial da Polaris Dawn da SpaceX em 2024.A NASA construiu o foguete do Artemis. Mas talvez tenha esquecido da roupa. E é por causa dela que a Lua continua esperando.Fonte: Relatório IG-26-006 do NASA Office of Inspector General — NASA's Acquisition of Next-Generation Spacesuit Services — 20 de abril de 2026.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>3016</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7d40014d11fa48318b50d1de398d359d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos Episódio 91 - O Fim Do Mundo Quando O Sol Morrer</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-91-o-fim-do-mundo-quando-o-sol-morrer--71641578</link><description><![CDATA[3.920 caracteres, dentro do limite com margem de segurança:Daqui a cerca de cinco bilhões de anos, o Sol vai começar a morrer. E quando uma estrela como a nossa morre, ela não simplesmente apaga. Ela inflama, incha, devora os planetas mais próximos, despeja metade da própria massa no espaço em pulsos sucessivos, deixa para trás uma nebulosa planetária de anos-luz de extensão e termina como um caroço denso do tamanho da Terra, sustentado por pressão quântica, esfriando ao longo de trilhões de anos rumo à temperatura do fundo cósmico.Esse é o destino do Sol. E também da Terra, de Júpiter, das luas geladas que hoje guardam oceanos sob crostas de gelo, do cinturão de asteroides, de tudo o que orbita por aqui. Neste episódio, conto essa história do começo ao fim. Não a partir do nosso ponto de vista humano, que vai ter sumido muito antes da fase mais dramática, mas a partir da física e da observação direta de outras estrelas que estão neste exato momento passando pelos mesmos estágios.Mercúrio é engolido inteiro pelo Sol em expansão. Vênus é vaporizado. A Terra fica pendurada numa incerteza real, debatida em artigos atuais, entre ser engolida ou escapar como casca calcinada. Os oceanos terão evaporado um bilhão de anos antes, porque o Sol já está aumentando de brilho num ritmo lento e inexorável. O destino biológico do planeta se decide muito antes do destino físico.As luas geladas do sistema externo entram, por algumas centenas de milhões de anos, na zona habitável temporária do Sol gigante vermelho. Europa, Ganimedes, Calisto, Titã, todas com um intervalo em que a água pode estar líquida na superfície. É uma janela curta em escala cósmica, e talvez a última oportunidade para vida nascer no nosso sistema.Depois da fase de gigante vermelha, o Sol expele o envelope numa nebulosa planetária. O que sobra no centro é a anã branca. Carbono e oxigênio com metade da massa solar comprimida num volume do tamanho da Terra. Uma colher de chá daquele material pesa uma tonelada e meia.Aqui a história fica menos conhecida e mais interessante. Discos de detritos só se formam em torno de anãs brancas depois que elas esfriam abaixo de 27 mil Kelvin. Discuto o trabalho de Jordan Steckloff, do Planetary Science Institute, que explicou esse limiar térmico em 2021. Conto sobre a cristalização do núcleo da anã branca, prevista em 1968 e finalmente confirmada em 2019 por Pier-Emmanuel Tremblay com dados do satélite Gaia, descobrindo um engarrafamento estatístico no diagrama de Hertzsprung-Russell que corresponde a estrelas em transição de fase, com o calor latente atrasando o resfriamento por bilhões de anos.Trago a descoberta recente da equipe de Érika Le Bourdais, da Universidade de Montreal, publicada em outubro do ano passado, sobre a anã branca LSPM J0207+3331. Três bilhões de anos depois da morte estelar, ela ainda está sendo poluída por treze elementos pesados de um corpo rochoso despedaçado pelas suas marés. Sistemas planetários continuam gravitacionalmente ativos muito depois do que se imaginava.E entramos no tempo profundo. Cem bilhões de anos depois da morte do Sol, encontros gravitacionais com estrelas vizinhas terão arrancado quase todos os planetas remanescentes. A galáxia inteira se desmonta. A Via Láctea já vai ter se fundido com Andrômeda. As estrelas restantes são ejetadas para o espaço intergaláctico. A anã branca que um dia foi o nosso Sol continua esfriando, atravessa a transição de anã negra, e em prazos de dez elevado a cem anos, se a radiação Hawking for universal, se dissolve em radiação.Mas antes da dissolução final, ela cristaliza por inteiro. Carbono comprimido sob pressão extrema vira essencialmente um diamante do tamanho de um planeta. O destino do Sol é um cristal frio vagando no escuro de um universo cada vez mais vazio. Uma imagem que muda a maneira como você olha para o céu de manhã.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">03fa6853-3a9d-47f8-9057-dce71b989eb7</guid><pubDate>Sat, 25 Apr 2026 20:24:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71641578/090403d3_37ba_14fe_6d83_f2a178d07c52.mp3" length="74940255" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>3.920 caracteres, dentro do limite com margem de segurança:Daqui a cerca de cinco bilhões de anos, o Sol vai começar a morrer. E quando uma estrela como a nossa morre, ela não simplesmente apaga. Ela inflama, incha, devora os planetas mais próximos,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[3.920 caracteres, dentro do limite com margem de segurança:Daqui a cerca de cinco bilhões de anos, o Sol vai começar a morrer. E quando uma estrela como a nossa morre, ela não simplesmente apaga. Ela inflama, incha, devora os planetas mais próximos, despeja metade da própria massa no espaço em pulsos sucessivos, deixa para trás uma nebulosa planetária de anos-luz de extensão e termina como um caroço denso do tamanho da Terra, sustentado por pressão quântica, esfriando ao longo de trilhões de anos rumo à temperatura do fundo cósmico.Esse é o destino do Sol. E também da Terra, de Júpiter, das luas geladas que hoje guardam oceanos sob crostas de gelo, do cinturão de asteroides, de tudo o que orbita por aqui. Neste episódio, conto essa história do começo ao fim. Não a partir do nosso ponto de vista humano, que vai ter sumido muito antes da fase mais dramática, mas a partir da física e da observação direta de outras estrelas que estão neste exato momento passando pelos mesmos estágios.Mercúrio é engolido inteiro pelo Sol em expansão. Vênus é vaporizado. A Terra fica pendurada numa incerteza real, debatida em artigos atuais, entre ser engolida ou escapar como casca calcinada. Os oceanos terão evaporado um bilhão de anos antes, porque o Sol já está aumentando de brilho num ritmo lento e inexorável. O destino biológico do planeta se decide muito antes do destino físico.As luas geladas do sistema externo entram, por algumas centenas de milhões de anos, na zona habitável temporária do Sol gigante vermelho. Europa, Ganimedes, Calisto, Titã, todas com um intervalo em que a água pode estar líquida na superfície. É uma janela curta em escala cósmica, e talvez a última oportunidade para vida nascer no nosso sistema.Depois da fase de gigante vermelha, o Sol expele o envelope numa nebulosa planetária. O que sobra no centro é a anã branca. Carbono e oxigênio com metade da massa solar comprimida num volume do tamanho da Terra. Uma colher de chá daquele material pesa uma tonelada e meia.Aqui a história fica menos conhecida e mais interessante. Discos de detritos só se formam em torno de anãs brancas depois que elas esfriam abaixo de 27 mil Kelvin. Discuto o trabalho de Jordan Steckloff, do Planetary Science Institute, que explicou esse limiar térmico em 2021. Conto sobre a cristalização do núcleo da anã branca, prevista em 1968 e finalmente confirmada em 2019 por Pier-Emmanuel Tremblay com dados do satélite Gaia, descobrindo um engarrafamento estatístico no diagrama de Hertzsprung-Russell que corresponde a estrelas em transição de fase, com o calor latente atrasando o resfriamento por bilhões de anos.Trago a descoberta recente da equipe de Érika Le Bourdais, da Universidade de Montreal, publicada em outubro do ano passado, sobre a anã branca LSPM J0207+3331. Três bilhões de anos depois da morte estelar, ela ainda está sendo poluída por treze elementos pesados de um corpo rochoso despedaçado pelas suas marés. Sistemas planetários continuam gravitacionalmente ativos muito depois do que se imaginava.E entramos no tempo profundo. Cem bilhões de anos depois da morte do Sol, encontros gravitacionais com estrelas vizinhas terão arrancado quase todos os planetas remanescentes. A galáxia inteira se desmonta. A Via Láctea já vai ter se fundido com Andrômeda. As estrelas restantes são ejetadas para o espaço intergaláctico. A anã branca que um dia foi o nosso Sol continua esfriando, atravessa a transição de anã negra, e em prazos de dez elevado a cem anos, se a radiação Hawking for universal, se dissolve em radiação.Mas antes da dissolução final, ela cristaliza por inteiro. Carbono comprimido sob pressão extrema vira essencialmente um diamante do tamanho de um planeta. O destino do Sol é um cristal frio vagando no escuro de um universo cada vez mais vazio. Uma imagem que muda a maneira como você olha para o céu de manhã.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>3123</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/29df442fc87dc6826566b5d9e7d83f44.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 90 - Pedaços de Marte na Terra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-90-pedacos-de-marte-na-terra--71569283</link><description><![CDATA[Você já parou para pensar que, neste exato momento, pode estar a poucos metros de um fragmento de outro mundo? O cosmos não é um conjunto de esferas intocáveis, mas um sistema dinâmico onde rochas viajam milhões de quilômetros e planetas "conversam" através de colisões colossais.<br />Neste episódio, embarcamos em uma jornada vertiginosa para entender a surpreendente ciência dos meteoritos de outros mundos. Descubra como pedaços de Marte, da Lua e de asteroides distantes conseguiram atravessar o espaço profundo e aterrissar aqui na Terra.<br />A história começa com a morte dos dinossauros: o impacto foi tão descomunal que ejetou solo e rochas para fora da atmosfera, ultrapassando a velocidade de escape. Alguns desses detritos podem ter viajado até Marte! Mergulhamos na física desses impactos e entendemos por que é quase impossível encontrarmos rochas de Vênus ou Mercúrio.<br />Viajamos até a Antártida para acompanhar o trabalho exaustivo do programa ANSMET, que recupera meteoritos vitais para a planetologia. Desvendamos os mistérios dos meteoritos marcianos — alguns abrigam minúsculas bolhas com o ar de Marte de milhões de anos atrás, funcionando como verdadeiras cápsulas do tempo.<br />Revisitamos também o controverso caso do meteorito ALH 84001, que em 1996 levou a NASA a anunciar possíveis microfósseis alienígenas, e como o rigor científico testou e explicou essas evidências. Além disso, trazemos a deliciosa história do Domaine du Météore, um vinhedo francês que por décadas produziu "vinho de cratera" como marketing, até que a ciência provou que a cratera era real!<br />Ampliando nosso horizonte, discutimos a fronteira atual: objetos interestelares como Oumuamua, que abrem a possibilidade de encontrarmos meteoritos mais antigos que o próprio Sol. Por fim, exploramos a panspermia lítica — a fascinante ideia de que a vida pode ter viajado entre planetas rochosos a bordo de meteoritos.<br />Cada meteorito é uma carta de outro mundo. Aperte os cintos, ajuste seus fones e venha desvendar as histórias escondidas nas pedras que caem do espaço.]]></description><guid isPermaLink="false">c3f63e6f-0c03-4c6a-941d-1be47c09cf10</guid><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:01:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/71569283/b10689c8_d03a_7151_88ea_3935c1a3fe6b.mp3" length="75608258" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Você já parou para pensar que, neste exato momento, pode estar a poucos metros de um fragmento de outro mundo? O cosmos não é um conjunto de esferas intocáveis, mas um sistema dinâmico onde rochas viajam milhões de quilômetros e planetas "conversam"...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Você já parou para pensar que, neste exato momento, pode estar a poucos metros de um fragmento de outro mundo? O cosmos não é um conjunto de esferas intocáveis, mas um sistema dinâmico onde rochas viajam milhões de quilômetros e planetas "conversam" através de colisões colossais.<br />Neste episódio, embarcamos em uma jornada vertiginosa para entender a surpreendente ciência dos meteoritos de outros mundos. Descubra como pedaços de Marte, da Lua e de asteroides distantes conseguiram atravessar o espaço profundo e aterrissar aqui na Terra.<br />A história começa com a morte dos dinossauros: o impacto foi tão descomunal que ejetou solo e rochas para fora da atmosfera, ultrapassando a velocidade de escape. Alguns desses detritos podem ter viajado até Marte! Mergulhamos na física desses impactos e entendemos por que é quase impossível encontrarmos rochas de Vênus ou Mercúrio.<br />Viajamos até a Antártida para acompanhar o trabalho exaustivo do programa ANSMET, que recupera meteoritos vitais para a planetologia. Desvendamos os mistérios dos meteoritos marcianos — alguns abrigam minúsculas bolhas com o ar de Marte de milhões de anos atrás, funcionando como verdadeiras cápsulas do tempo.<br />Revisitamos também o controverso caso do meteorito ALH 84001, que em 1996 levou a NASA a anunciar possíveis microfósseis alienígenas, e como o rigor científico testou e explicou essas evidências. Além disso, trazemos a deliciosa história do Domaine du Météore, um vinhedo francês que por décadas produziu "vinho de cratera" como marketing, até que a ciência provou que a cratera era real!<br />Ampliando nosso horizonte, discutimos a fronteira atual: objetos interestelares como Oumuamua, que abrem a possibilidade de encontrarmos meteoritos mais antigos que o próprio Sol. Por fim, exploramos a panspermia lítica — a fascinante ideia de que a vida pode ter viajado entre planetas rochosos a bordo de meteoritos.<br />Cada meteorito é uma carta de outro mundo. 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Prepare-se para uma jornada da história da ciência ao futuro do nosso clima.Importante: Os Ciclos de Milankovitch são um ritmo natural e lento do nosso planeta, operando em escalas de dezenas de milhares de anos. Eles NÃO são a causa das rápidas mudanças climáticas que testemunhamos hoje, impulsionadas por atividades humanas. Manteremos essas duas questões separadas, focando na magnífica mecânica celeste que rege os longos ciclos climáticos.Nossa história começa com Milutin Milankovitch (1879-1958), um brilhante cientista sérvio que, insatisfeito com uma carreira de sucesso como engenheiro, buscou um problema de escala cósmica: o mistério das eras glaciais. Ele acreditava que a resposta estava na mecânica celeste. A Primeira Guerra Mundial o surpreendeu, e ele foi feito prisioneiro de guerra. No entanto, em um ato de resiliência notável, ele transformou seu cativeiro em Budapeste em um período de intensa produtividade. Com acesso à biblioteca da Academia Húngara de Ciências, ele calculou à mão os fundamentos de sua teoria revolucionária, provando que mesmo nas circunstâncias mais sombrias, a busca pelo conhecimento pode florescer.O que são os Ciclos de Milankovitch?Milankovitch identificou três variações principais na órbita da Terra que, combinadas, atuam como o maestro do clima global:1.Excentricidade (Ciclo de ~100.000 anos): A forma da órbita da Terra muda de quase circular para ligeiramente elíptica. Essa variação, causada pela atração gravitacional de Júpiter e Saturno, altera a quantidade de energia solar que recebemos. Uma órbita mais elíptica significa uma variação maior na radiação solar entre o ponto mais próximo (periélio) e o mais distante (afélio) do Sol.2.Obliquidade (Ciclo de ~41.000 anos): A inclinação do eixo da Terra varia entre 22.1 e 24.5 graus. Essa inclinação é a razão pela qual temos estações. Uma inclinação maior leva a estações mais extremas (verões mais quentes e invernos mais frios), enquanto uma inclinação menor resulta em estações mais amenas. Verões mais frescos nas altas latitudes são a receita para o início de uma era glacial, pois permitem que a neve do inverno sobreviva e se acumule.3.Precessão (Ciclo de ~23.000 anos): O eixo da Terra "bamboleia" como um pião. Esse movimento altera a época do ano em que a Terra está mais próxima ou mais distante do Sol, mudando qual hemisfério recebe mais calor e, assim, alternando a intensidade das estações entre o Norte e o Sul ao longo de milênios.A combinação desses três ciclos cria um padrão complexo que determina a quantidade de luz solar que atinge as regiões polares. Por décadas, a teoria de Milankovitch foi recebida com ceticismo. A validação veio apenas nos anos 1970, com a análise de núcleos de gelo e sedimentos oceânicos. Esses registros naturais revelaram um padrão de mudanças climáticas que correspondia perfeitamente aos ciclos calculados por Milankovitch, provando que ele estava certo.Hoje, os Ciclos de Milankovitch são um pilar da climatologia. Eles não apenas explicam as eras glaciais da Terra, mas também nos ajudam a entender o clima de outros planetas, como Marte, que experimenta variações orbitais muito mais caóticas.Junte-se a nós neste episódio para uma exploração profunda da dança orbital da Terra, uma história de perseverança científica e uma celebração da beleza e complexidade do nosso universo. Vamos desvendar como os movimentos celestes, lentos e majestosos, moldaram o mundo que conhecemos.Este episódio é um convite para olharmos para o céu com a compreensão de que somos parte de um sistema cósmico dinâmico.A ciência é incrível.]]></description><guid isPermaLink="false">a5b8831d-69ba-4415-a7f1-d1839b94eb32</guid><pubDate>Sun, 08 Feb 2026 18:58:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69876584/417709434_44100_2_3e3c6f5d0faa5.mp3" length="37627610" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje, vamos explorar a dança cósmica que molda o nosso mundo: os Ciclos de Milankovitch. Imagine a paisagem onde você vive coberta por quilômetros de gelo. Essa foi a realidade durante as eras glaciais, e a chave para entender esse fenômeno não está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Hoje, vamos explorar a dança cósmica que molda o nosso mundo: os Ciclos de Milankovitch. Imagine a paisagem onde você vive coberta por quilômetros de gelo. Essa foi a realidade durante as eras glaciais, e a chave para entender esse fenômeno não está na Terra, mas em sua órbita ao redor do Sol. Prepare-se para uma jornada da história da ciência ao futuro do nosso clima.Importante: Os Ciclos de Milankovitch são um ritmo natural e lento do nosso planeta, operando em escalas de dezenas de milhares de anos. Eles NÃO são a causa das rápidas mudanças climáticas que testemunhamos hoje, impulsionadas por atividades humanas. Manteremos essas duas questões separadas, focando na magnífica mecânica celeste que rege os longos ciclos climáticos.Nossa história começa com Milutin Milankovitch (1879-1958), um brilhante cientista sérvio que, insatisfeito com uma carreira de sucesso como engenheiro, buscou um problema de escala cósmica: o mistério das eras glaciais. Ele acreditava que a resposta estava na mecânica celeste. A Primeira Guerra Mundial o surpreendeu, e ele foi feito prisioneiro de guerra. No entanto, em um ato de resiliência notável, ele transformou seu cativeiro em Budapeste em um período de intensa produtividade. Com acesso à biblioteca da Academia Húngara de Ciências, ele calculou à mão os fundamentos de sua teoria revolucionária, provando que mesmo nas circunstâncias mais sombrias, a busca pelo conhecimento pode florescer.O que são os Ciclos de Milankovitch?Milankovitch identificou três variações principais na órbita da Terra que, combinadas, atuam como o maestro do clima global:1.Excentricidade (Ciclo de ~100.000 anos): A forma da órbita da Terra muda de quase circular para ligeiramente elíptica. Essa variação, causada pela atração gravitacional de Júpiter e Saturno, altera a quantidade de energia solar que recebemos. 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Esse movimento altera a época do ano em que a Terra está mais próxima ou mais distante do Sol, mudando qual hemisfério recebe mais calor e, assim, alternando a intensidade das estações entre o Norte e o Sul ao longo de milênios.A combinação desses três ciclos cria um padrão complexo que determina a quantidade de luz solar que atinge as regiões polares. Por décadas, a teoria de Milankovitch foi recebida com ceticismo. A validação veio apenas nos anos 1970, com a análise de núcleos de gelo e sedimentos oceânicos. Esses registros naturais revelaram um padrão de mudanças climáticas que correspondia perfeitamente aos ciclos calculados por Milankovitch, provando que ele estava certo.Hoje, os Ciclos de Milankovitch são um pilar da climatologia. 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Neste episódio especial do **Horizonte de Eventos**, convidamos você para uma jornada através de seis olhares distintos que estão redefinindo nossa compreensão do cosmos.🌌 **O Olhar Vigilante: Nosso Guardião Solar**Começamos nossa viagem com o novo guardião da Terra, o observatório SWFO-L1 da NOAA, posicionado a 1.5 milhão de quilômetros de distância. Ele é nossa sentinela silenciosa, um sistema de alerta precoce contra a fúria das tempestades solares, protegendo nossa tecnologia e nosso modo de vida de um perigo invisível que viaja à velocidade da luz. Entenda como esse "olhar" constante para o Sol é vital para a nossa segurança.🚀 **O Olhar Retrospectivo: As Lições do Challenger**Viajamos 40 anos no passado para revisitar o desastre da Challenger. Este não é apenas um olhar de luto, mas um olhar de aprendizado. Mergulhamos na história dos O-rings, na coragem dos engenheiros que alertaram para o perigo e nas lições sobre cultura de segurança e tomada de decisão que ecoam na engenharia espacial até hoje. Uma homenagem à tripulação e um lembrete do preço do progresso.🤖 **O Olhar Artificial: Os Fantasmas de Vidro do Hubble**O que acontece quando ensinamos uma inteligência artificial a olhar para o universo? Ela descobre segredos que nossos olhos jamais viram. Acompanhe a incrível história de como uma IA, treinada por astrônomos, vasculhou décadas de dados do Telescópio Espacial Hubble e revelou mais de 300 novas lentes gravitacionais – distorções no tecido do espaço-tempo que agem como telescópios cósmicos. Um vislumbre de uma nova era de descobertas.☄️ **O Olhar Preditivo: A Chuva de Fogo em Vênus**Imagine prever uma chuva de meteoros... em outro planeta. Pela primeira vez, cientistas antecipam que Vênus será bombardeado por detritos de um asteroide em julho. Este olhar preditivo nos permite estudar a composição de mundos distantes e a dinâmica complexa do nosso sistema solar. Uma previsão que transforma o céu venusiano em um laboratório cósmico.✨ **O Olhar Violento: Fogos de Artifício no Coração da Galáxia**Apontamos nossos telescópios para o centro caótico da Via Láctea, um lugar de beleza e violência extremas. Testemunhe os "fogos de artifício estelares" ao redor do nosso buraco negro supermassivo, Sagitário A*. Estrelas nascendo e morrendo em um piscar de olhos cósmico, algumas sendo violentamente "espaguetificadas" pela gravidade colossal. Um olhar para a dança da criação e destruição que alimenta o motor da nossa galáxia.🌕 **O Olhar para o Futuro: A Promessa da Artemis II**Nossa jornada culmina na plataforma de lançamento, com o imponente foguete SLS da missão Artemis II. Este é o nosso olhar de esperança e ambição, a promessa de que a humanidade voltará à Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. Conheça a tripulação, a tecnologia e o significado deste passo gigantesco que abre um novo capítulo na exploração humana do espaço.Seis notícias, seis formas de ver o universo. Junte-se a nós no **Horizonte de Eventos** para esta exploração épica, da fúria do Sol ao nosso retorno à Lua. Dê o play e olhe para o cosmos como você nunca viu antes.]]></description><guid isPermaLink="false">c9c13c94-2fa3-4ba4-856b-da33838737fa</guid><pubDate>Thu, 29 Jan 2026 16:51:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69669811/417082729_44100_2_045adf17e0f7d.mp3" length="40822908" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Você já parou para pensar nas inúmeras formas como a humanidade observa o universo? Do nosso olhar curioso para o céu noturno às lentes poderosas dos telescópios mais avançados, estamos em uma busca incessante por respostas. 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Entenda como esse "olhar" constante para o Sol é vital para a nossa segurança.🚀 **O Olhar Retrospectivo: As Lições do Challenger**Viajamos 40 anos no passado para revisitar o desastre da Challenger. Este não é apenas um olhar de luto, mas um olhar de aprendizado. Mergulhamos na história dos O-rings, na coragem dos engenheiros que alertaram para o perigo e nas lições sobre cultura de segurança e tomada de decisão que ecoam na engenharia espacial até hoje. Uma homenagem à tripulação e um lembrete do preço do progresso.🤖 **O Olhar Artificial: Os Fantasmas de Vidro do Hubble**O que acontece quando ensinamos uma inteligência artificial a olhar para o universo? Ela descobre segredos que nossos olhos jamais viram. Acompanhe a incrível história de como uma IA, treinada por astrônomos, vasculhou décadas de dados do Telescópio Espacial Hubble e revelou mais de 300 novas lentes gravitacionais – distorções no tecido do espaço-tempo que agem como telescópios cósmicos. Um vislumbre de uma nova era de descobertas.☄️ **O Olhar Preditivo: A Chuva de Fogo em Vênus**Imagine prever uma chuva de meteoros... em outro planeta. Pela primeira vez, cientistas antecipam que Vênus será bombardeado por detritos de um asteroide em julho. Este olhar preditivo nos permite estudar a composição de mundos distantes e a dinâmica complexa do nosso sistema solar. Uma previsão que transforma o céu venusiano em um laboratório cósmico.✨ **O Olhar Violento: Fogos de Artifício no Coração da Galáxia**Apontamos nossos telescópios para o centro caótico da Via Láctea, um lugar de beleza e violência extremas. Testemunhe os "fogos de artifício estelares" ao redor do nosso buraco negro supermassivo, Sagitário A*. Estrelas nascendo e morrendo em um piscar de olhos cósmico, algumas sendo violentamente "espaguetificadas" pela gravidade colossal. Um olhar para a dança da criação e destruição que alimenta o motor da nossa galáxia.🌕 **O Olhar para o Futuro: A Promessa da Artemis II**Nossa jornada culmina na plataforma de lançamento, com o imponente foguete SLS da missão Artemis II. Este é o nosso olhar de esperança e ambição, a promessa de que a humanidade voltará à Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. Conheça a tripulação, a tecnologia e o significado deste passo gigantesco que abre um novo capítulo na exploração humana do espaço.Seis notícias, seis formas de ver o universo. Junte-se a nós no **Horizonte de Eventos** para esta exploração épica, da fúria do Sol ao nosso retorno à Lua. 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Os outros 95% são um completo mistério, dominados por duas entidades invisíveis: a **matéria escura**, a cola gravitacional que impede as galáxias de se despedaçarem, e a **energia escura**, a força misteriosa que está acelerando a expansão do cosmos.Neste episódio de Horizonte de Eventos, mergulhamos na maior caçada cósmica da história: uma busca para mapear o invisível e entender o destino do nosso universo. Junte-se a nós enquanto exploramos os resultados de seis anos do **Dark Energy Survey (DES)**, um projeto monumental que usou uma das câmeras mais poderosas do mundo para mapear uma oitava parte do céu e capturar a luz de centenas de milhões de galáxias.Descubra como os cientistas usam técnicas como o **agrupamento de galáxias** e a **lente gravitacional fraca** – a sutil distorção da luz prevista por Einstein – para criar o mapa 3D mais preciso da matéria escura no universo recente. Este mapa revelou uma das maiores tensões na cosmologia moderna: o universo hoje parece ser um pouco menos 'grumoso' e mais 'suave' do que as previsões baseadas no universo primordial sugerem.O que essa 'tensão cósmica' significa? Nossos modelos do universo estão incompletos? Estamos à beira de descobrir uma nova física? Ou há algo que ainda não entendemos sobre a gravidade?Vamos viajar até os Andes chilenos, onde o Telescópio Victor M. Blanco e sua câmera DECam observaram o céu por seis anos. Vamos conhecer a 'guerra invisível' no cosmos: de um lado, a matéria escura tentando aglomerar tudo; do outro, a energia escura tentando afastar tudo. O destino do universo depende de quem está ganhando.Os resultados revelaram valores intrigantes que diferem das previsões por 2.6 sigma. É como ter uma foto de um bebê e uma previsão de como ele seria aos 30 anos, mas ao encontrá-lo, ele ser um pouco diferente do esperado.Aperte o play e embarque nesta jornada para desvendar os segredos da maior caçada cósmica da história. Uma história sobre ciência de ponta, colaboração internacional e a busca humana por compreender nosso lugar no universo.]]></description><guid isPermaLink="false">a60aacdf-6429-4565-a5d1-55bb481789ac</guid><pubDate>Tue, 27 Jan 2026 11:51:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69619699/416928890_44100_2_e94a5e8a21e72.mp3" length="42720443" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Você já parou para pensar que tudo o que vemos – estrelas, planetas, galáxias – compõe apenas 5% do universo? 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Junte-se a nós enquanto exploramos os resultados de seis anos do **Dark Energy Survey (DES)**, um projeto monumental que usou uma das câmeras mais poderosas do mundo para mapear uma oitava parte do céu e capturar a luz de centenas de milhões de galáxias.Descubra como os cientistas usam técnicas como o **agrupamento de galáxias** e a **lente gravitacional fraca** – a sutil distorção da luz prevista por Einstein – para criar o mapa 3D mais preciso da matéria escura no universo recente. Este mapa revelou uma das maiores tensões na cosmologia moderna: o universo hoje parece ser um pouco menos 'grumoso' e mais 'suave' do que as previsões baseadas no universo primordial sugerem.O que essa 'tensão cósmica' significa? Nossos modelos do universo estão incompletos? Estamos à beira de descobrir uma nova física? Ou há algo que ainda não entendemos sobre a gravidade?Vamos viajar até os Andes chilenos, onde o Telescópio Victor M. Blanco e sua câmera DECam observaram o céu por seis anos. Vamos conhecer a 'guerra invisível' no cosmos: de um lado, a matéria escura tentando aglomerar tudo; do outro, a energia escura tentando afastar tudo. O destino do universo depende de quem está ganhando.Os resultados revelaram valores intrigantes que diferem das previsões por 2.6 sigma. É como ter uma foto de um bebê e uma previsão de como ele seria aos 30 anos, mas ao encontrá-lo, ele ser um pouco diferente do esperado.Aperte o play e embarque nesta jornada para desvendar os segredos da maior caçada cósmica da história. Uma história sobre ciência de ponta, colaboração internacional e a busca humana por compreender nosso lugar no universo.]]></itunes:summary><itunes:duration>2670</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e0540cb0f7bb95e11e3936abfd05414d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 86 - Uma Galáxia Em Chamas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-86-uma-galaxia-em-chamas--69501395</link><description><![CDATA[Imagine uma galáxia onde novas estrelas nascem 10 vezes mais rápido que na Via Láctea. Um lugar onde supernovas explodem constantemente, criando ventos tão poderosos que ejetam material a milhares de quilômetros por segundo. <br />Esse lugar existe e está a apenas 12 milhões de anos-luz de distância: é M82, a Galáxia do Charuto.Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, exploramos uma das descobertas mais impressionantes apresentadas no congresso da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247): o Projeto Cibola. <br />Usando o poder revolucionário do Telescópio Espacial James Webb, astrônomos conseguiram finalmente atravessar o denso véu de poeira cósmica que sempre ocultou o coração dessa galáxia starburst e, pela primeira vez, resolver individualmente mais de 16 milhões de estrelas em seu núcleo.Você vai descobrir:✨ <br />Como a interação gravitacional com a galáxia vizinha M81 desencadeou essa explosão de formação estelar🔭 Por que o James Webb conseguiu ver o que o Hubble não podia⭐ O que os padrões de idade das estrelas revelam sobre a história violenta de M82🌌 Como supervento galáctico esculpe o meio interestelar🧬 A surpreendente descoberta de moléculas orgânicas complexas (PAH) sobrevivendo em condições extremas.<br />Das lendárias Sete Cidades de Ouro de Cíbola à arqueologia galáctica moderna, esta é uma jornada fascinante pelos segredos de uma das galáxias mais estudadas e ainda assim mais misteriosas do universo próximo.<br />#Astronomia #JamesWebb #JWST #M82 #Galáxias #Starburst #AAS247 #CiênciaEspacial #Astrofísica]]></description><guid isPermaLink="false">b4b2ce04-9a9d-44a0-ad73-b352df1c23dd</guid><pubDate>Mon, 19 Jan 2026 01:44:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69501395/416378542_44100_2_3734cf5e85275.mp3" length="41163545" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Imagine uma galáxia onde novas estrelas nascem 10 vezes mais rápido que na Via Láctea. 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Esse lugar existe e está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Imagine uma galáxia onde novas estrelas nascem 10 vezes mais rápido que na Via Láctea. Um lugar onde supernovas explodem constantemente, criando ventos tão poderosos que ejetam material a milhares de quilômetros por segundo. <br />Esse lugar existe e está a apenas 12 milhões de anos-luz de distância: é M82, a Galáxia do Charuto.Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, exploramos uma das descobertas mais impressionantes apresentadas no congresso da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247): o Projeto Cibola. <br />Usando o poder revolucionário do Telescópio Espacial James Webb, astrônomos conseguiram finalmente atravessar o denso véu de poeira cósmica que sempre ocultou o coração dessa galáxia starburst e, pela primeira vez, resolver individualmente mais de 16 milhões de estrelas em seu núcleo.Você vai descobrir:✨ <br />Como a interação gravitacional com a galáxia vizinha M81 desencadeou essa explosão de formação estelar🔭 Por que o James Webb conseguiu ver o que o Hubble não podia⭐ O que os padrões de idade das estrelas revelam sobre a história violenta de M82🌌 Como supervento galáctico esculpe o meio interestelar🧬 A surpreendente descoberta de moléculas orgânicas complexas (PAH) sobrevivendo em condições extremas.<br />Das lendárias Sete Cidades de Ouro de Cíbola à arqueologia galáctica moderna, esta é uma jornada fascinante pelos segredos de uma das galáxias mais estudadas e ainda assim mais misteriosas do universo próximo.<br />#Astronomia #JamesWebb #JWST #M82 #Galáxias #Starburst #AAS247 #CiênciaEspacial #Astrofísica]]></itunes:summary><itunes:duration>2573</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7282b70df9e77ee8677d1617807c7c16.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episodio 84 - Especial AAS 247 - As Descobertas Que Estão Mudando A Astronomia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-84-especial-aas-247-as-descobertas-que-estao-mudando-a-astronomia--69356954</link><description><![CDATA[Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, trazemos uma cobertura completa do segundo dia da 247ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247), realizada em Phoenix, Arizona. Prepare-se para uma viagem fascinante pelos confins do universo!<br />🚀 O QUE VOCÊ VAI DESCOBRIR:<br />✨ UNIVERSO PRIMORDIAL: O Telescópio James Webb revelou que as primeiras galáxias amadureceram muito mais rápido do que imaginávamos. Elementos pesados já existiam em abundância quando o universo tinha menos de 1 bilhão de anos!<br />🦆 OS "ORNITORRINCOS" CÓSMICOS: Uma nova classe misteriosa de objetos que não se encaixa em nenhuma categoria conhecida. Seriam galáxias bebês extremamente jovens ou um novo tipo de núcleo galáctico ativo?<br />⭐ ESTRELAS-MONSTRO: Cientistas propõem que alguns dos enigmáticos "pequenos pontos vermelhos" podem ser estrelas individuais com 1 MILHÃO de vezes a massa do Sol, prestes a colapsar diretamente em buracos negros massivos.<br />💀 PLANETAS APÓS A MORTE: Como anãs brancas nos contam os segredos de mundos destruídos através da "poluição" de suas atmosferas, revelando a composição de exoplanetas rochosos e a possibilidade de vida ao redor de estrelas mortas.<br />💥 EXPLOSÕES CÓSMICAS: O filme mais longo já feito pelo Chandra mostra 25 anos de evolução do remanescente da Supernova de Kepler, expandindo a velocidades de até 14 milhões de milhas por hora!🔬 ECOS DO PASSADO: O XRISM revela que o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea foi milhares de vezes mais brilhante há apenas 100 anos.<br />🎓 INCLUSÃO NA CIÊNCIA: Conheça os programas CrEST que estão democratizando o acesso à astronomia para jovens de todo o mundo.Este é o universo como você nunca viu: mais estranho, mais complexo e infinitamente mais fascinante.#Astronomia #JamesWebb #Astrofísica #Ciência #DivulgaçãoCientífica #AAS247 #UniversoPrimordial #BuracosNegros #Exoplanetas #Supernovas]]></description><guid isPermaLink="false">6cdf388b-9eb0-4747-b837-7d9aec5c86c4</guid><pubDate>Thu, 08 Jan 2026 17:11:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69356954/0f240ddb_d8eb_b801_8e4a_8fdec5f14193.mp3" length="85433152" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, trazemos uma cobertura completa do segundo dia da 247ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247), realizada em Phoenix, Arizona. 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Seriam galáxias bebês extremamente jovens ou um novo tipo de núcleo galáctico ativo?<br />⭐ ESTRELAS-MONSTRO: Cientistas propõem que alguns dos enigmáticos "pequenos pontos vermelhos" podem ser estrelas individuais com 1 MILHÃO de vezes a massa do Sol, prestes a colapsar diretamente em buracos negros massivos.<br />💀 PLANETAS APÓS A MORTE: Como anãs brancas nos contam os segredos de mundos destruídos através da "poluição" de suas atmosferas, revelando a composição de exoplanetas rochosos e a possibilidade de vida ao redor de estrelas mortas.<br />💥 EXPLOSÕES CÓSMICAS: O filme mais longo já feito pelo Chandra mostra 25 anos de evolução do remanescente da Supernova de Kepler, expandindo a velocidades de até 14 milhões de milhas por hora!🔬 ECOS DO PASSADO: O XRISM revela que o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea foi milhares de vezes mais brilhante há apenas 100 anos.<br />🎓 INCLUSÃO NA CIÊNCIA: Conheça os programas CrEST que estão democratizando o acesso à astronomia para jovens de todo o mundo.Este é o universo como você nunca viu: mais estranho, mais complexo e infinitamente mais fascinante.#Astronomia #JamesWebb #Astrofísica #Ciência #DivulgaçãoCientífica #AAS247 #UniversoPrimordial #BuracosNegros #Exoplanetas #Supernovas]]></itunes:summary><itunes:duration>3560</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8c1d6b978f95a7b098e48bbc6a4d0084.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Evento - Episódio 83 - Ecos da AAS 247: Das Moléculas da Vida Aos Mundos Distantes</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-evento-episodio-83-ecos-da-aas-247-das-moleculas-da-vida-aos-mundos-distantes--69331218</link><description><![CDATA[Neste episódio especial, mergulhamos no 247º encontro da Sociedade Astronômica Americana para trazer as descobertas mais revolucionárias da astronomia mundial!Descubra como a missão OSIRIS-REx trouxe de Bennu moléculas essenciais para a vida, incluindo ribose e glicose, sugerindo que os blocos de construção da vida podem ser universais. Conheça a Cloud-9, a primeira "galáxia falida" que nunca conseguiu formar estrelas. <br />Desvende o mistério de Betelgeuse e sua companheira secreta Siwarha, detectada através de um rastro cósmico.Testemunhe o nascimento de um planeta gigante no Hambúrguer de Gomez, onde astrônomos detectaram sinais químicos de formação planetária em tempo real. Explore como as anãs marrons se tornaram arqueólogas galácticas e por que a detecção de fosfina em suas atmosferas mudou a busca por vida extraterrestre.<br />Das moléculas da vida em asteroides primitivos às atmosferas de exoplanetas distantes, este episódio celebra a era de ouro da astronomia. Junte-se a nós nesta jornada pelos ecos do cosmos!🔭 Horizonte de Eventos - Onde a ciência encontra a imaginação.]]></description><guid isPermaLink="false">42a95aa1-46e2-4dc0-a83f-12ece6b24b7c</guid><pubDate>Wed, 07 Jan 2026 01:03:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69331218/9d5e4174_25f0_faa4_96f8_6c6c6d0290f6.mp3" length="97792470" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio especial, mergulhamos no 247º encontro da Sociedade Astronômica Americana para trazer as descobertas mais revolucionárias da astronomia mundial!Descubra como a missão OSIRIS-REx trouxe de Bennu moléculas essenciais para a vida,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Neste episódio especial, mergulhamos no 247º encontro da Sociedade Astronômica Americana para trazer as descobertas mais revolucionárias da astronomia mundial!Descubra como a missão OSIRIS-REx trouxe de Bennu moléculas essenciais para a vida, incluindo ribose e glicose, sugerindo que os blocos de construção da vida podem ser universais. Conheça a Cloud-9, a primeira "galáxia falida" que nunca conseguiu formar estrelas. <br />Desvende o mistério de Betelgeuse e sua companheira secreta Siwarha, detectada através de um rastro cósmico.Testemunhe o nascimento de um planeta gigante no Hambúrguer de Gomez, onde astrônomos detectaram sinais químicos de formação planetária em tempo real. Explore como as anãs marrons se tornaram arqueólogas galácticas e por que a detecção de fosfina em suas atmosferas mudou a busca por vida extraterrestre.<br />Das moléculas da vida em asteroides primitivos às atmosferas de exoplanetas distantes, este episódio celebra a era de ouro da astronomia. 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Preparamos uma jornada fascinante pelas últimas descobertas e eventos que estão moldando nossa compreensão do universo e expandindo as fronteiras da exploração espacial.Começamos nossa viagem na Europa, onde a Dinamarca recebeu luz verde da Agência Espacial Europeia para sua primeira missão à Lua. A missão Máni, batizada em homenagem ao deus nórdico da Lua, representa um marco histórico para o país e um novo modelo de exploração lunar: missões pequenas, ágeis e de baixo custo que democratizam o acesso ao espaço. <br />Com lançamento previsto para 2029, o satélite mapeará a superfície lunar em alta resolução, identificando locais seguros para pousos tripulados e áreas promissoras para a busca de gelo de água nos polos lunares.Em seguida, embarcamos no primeiro lançamento da SpaceX em 2026, que colocou em órbita o terceiro satélite da constelação italiana COSMO-SkyMed. Equipado com tecnologia de Radar de Abertura Sintética, este satélite possui um superpoder: enxergar através de nuvens e na escuridão total. Essa capacidade revolucionária permite monitorar desastres naturais, detectar mudanças milimétricas no solo, combater a pesca ilegal e fornecer dados cruciais para agricultura de precisão, independentemente das condições climáticas.<br />O episódio mergulha então em um verdadeiro mistério cósmico. Fomalhaut b, celebrado como um dos primeiros exoplanetas fotografados diretamente, simplesmente desapareceu. A solução deste enigma é espetacular: nunca foi um planeta, mas sim a nuvem de destroços de uma colisão titânica entre dois asteroides gigantes. Testemunhar esse evento raro nos dá uma janela única para os processos violentos que dão origem aos planetas, incluindo possivelmente a nossa própria Terra.Ampliando nossa perspectiva, exploramos a juventude turbulenta da Via Láctea. Usando o Telescópio Espacial James Webb como uma máquina do tempo, astrônomos canadenses identificaram 877 "gêmeas" da nossa galáxia em diferentes estágios evolutivos. <br />As descobertas revelam que nossa serena galáxia espiral teve um passado caótico, marcado por fusões violentas e explosões de formação estelar, crescendo literalmente "de dentro para fora".Para os observadores do céu, trazemos um guia completo para a espetacular oposição de Júpiter em janeiro. O gigante gasoso estará em seu ponto mais próximo e brilhante do ano, visível durante toda a noite. Com simples binóculos, você poderá ver as quatro luas galileanas, recriando uma das descobertas mais importantes da história da ciência.Finalmente, celebramos uma vitória da engenhosidade humana: após cinco anos de busca meticulosa, os cosmonautas russos conseguiram selar o vazamento persistente no segmento russo da Estação Espacial Internacional, trazendo um suspiro de alívio para toda a comunidade espacial.Este episódio especial é uma celebração da curiosidade e do espírito de exploração que nos define. <br />Das missões inovadoras para a Lua até os mistérios em galáxias distantes, cada história nos conecta com o cosmos e nos lembra que vivemos em um universo dinâmico e repleto de maravilhas.Seja você astrônomo amador ou curioso sobre o universo, este episódio tem algo especial para você. Junte-se a nós nesta jornada pelo cosmos!]]></description><guid isPermaLink="false">745ef950-2f11-4dd9-9695-ed862fee7836</guid><pubDate>Mon, 05 Jan 2026 12:18:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69305759/a27d74d8_b3e3_93a4_1ec2_99a2d41ee93a.mp3" length="68741334" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>O início de 2026 nos presenteia com um dos episódios mais empolgantes do Horizonte de Eventos! Preparamos uma jornada fascinante pelas últimas descobertas e eventos que estão moldando nossa compreensão do universo e expandindo as fronteiras da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O início de 2026 nos presenteia com um dos episódios mais empolgantes do Horizonte de Eventos! Preparamos uma jornada fascinante pelas últimas descobertas e eventos que estão moldando nossa compreensão do universo e expandindo as fronteiras da exploração espacial.Começamos nossa viagem na Europa, onde a Dinamarca recebeu luz verde da Agência Espacial Europeia para sua primeira missão à Lua. A missão Máni, batizada em homenagem ao deus nórdico da Lua, representa um marco histórico para o país e um novo modelo de exploração lunar: missões pequenas, ágeis e de baixo custo que democratizam o acesso ao espaço. <br />Com lançamento previsto para 2029, o satélite mapeará a superfície lunar em alta resolução, identificando locais seguros para pousos tripulados e áreas promissoras para a busca de gelo de água nos polos lunares.Em seguida, embarcamos no primeiro lançamento da SpaceX em 2026, que colocou em órbita o terceiro satélite da constelação italiana COSMO-SkyMed. Equipado com tecnologia de Radar de Abertura Sintética, este satélite possui um superpoder: enxergar através de nuvens e na escuridão total. Essa capacidade revolucionária permite monitorar desastres naturais, detectar mudanças milimétricas no solo, combater a pesca ilegal e fornecer dados cruciais para agricultura de precisão, independentemente das condições climáticas.<br />O episódio mergulha então em um verdadeiro mistério cósmico. Fomalhaut b, celebrado como um dos primeiros exoplanetas fotografados diretamente, simplesmente desapareceu. A solução deste enigma é espetacular: nunca foi um planeta, mas sim a nuvem de destroços de uma colisão titânica entre dois asteroides gigantes. Testemunhar esse evento raro nos dá uma janela única para os processos violentos que dão origem aos planetas, incluindo possivelmente a nossa própria Terra.Ampliando nossa perspectiva, exploramos a juventude turbulenta da Via Láctea. Usando o Telescópio Espacial James Webb como uma máquina do tempo, astrônomos canadenses identificaram 877 "gêmeas" da nossa galáxia em diferentes estágios evolutivos. <br />As descobertas revelam que nossa serena galáxia espiral teve um passado caótico, marcado por fusões violentas e explosões de formação estelar, crescendo literalmente "de dentro para fora".Para os observadores do céu, trazemos um guia completo para a espetacular oposição de Júpiter em janeiro. O gigante gasoso estará em seu ponto mais próximo e brilhante do ano, visível durante toda a noite. Com simples binóculos, você poderá ver as quatro luas galileanas, recriando uma das descobertas mais importantes da história da ciência.Finalmente, celebramos uma vitória da engenhosidade humana: após cinco anos de busca meticulosa, os cosmonautas russos conseguiram selar o vazamento persistente no segmento russo da Estação Espacial Internacional, trazendo um suspiro de alívio para toda a comunidade espacial.Este episódio especial é uma celebração da curiosidade e do espírito de exploração que nos define. <br />Das missões inovadoras para a Lua até os mistérios em galáxias distantes, cada história nos conecta com o cosmos e nos lembra que vivemos em um universo dinâmico e repleto de maravilhas.Seja você astrônomo amador ou curioso sobre o universo, este episódio tem algo especial para você. 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Neste episódio de Horizonte de Eventos, mergulhamos em um dos projetos mais ambiciosos e visionários da história da exploração espacial: a Lente Gravitacional Solar. <br />Descubra como cientistas planejam transformar nosso próprio Sol em um telescópio de proporções cósmicas, uma lupa gravitacional capaz de ampliar a imagem de um exoplaneta em 100 bilhões de vezes.Baseado na Teoria da Relatividade de Einstein, o conceito parece ficção científica, mas a física é sólida. A missão, no entanto, apresenta desafios de engenharia monumentais. Junte-se a nós enquanto exploramos a jornada épica de enviar uma frota de naves espaciais a uma distância três vezes maior que a da Voyager 1, usando tecnologias de ponta como velas solares para uma viagem de 25 anos até o ponto focal do Sol. <br />Vamos desvendar como os cientistas pretendem capturar a luz distorcida em um "Anel de Einstein" e reconstruí-la em uma imagem de alta resolução, superando obstáculos como a comunicação a laser em distâncias interplanetárias e a autonomia das sondas.O que poderíamos encontrar ao final dessa jornada? Uma imagem de 800x800 pixels de uma segunda Terra, revelando sua geografia, seu clima e, talvez, a cor de sua biosfera. Este episódio não é apenas sobre tecnologia; é sobre a busca fundamental pela resposta à pergunta "estamos sozinhos no universo?". <br />Aperte o play e embarque conosco nesta incrível aventura até os limites do sistema solar, em uma missão que pode redefinir nosso lugar no cosmos e o futuro da humanidade.]]></description><guid isPermaLink="false">1e612287-4b4b-42ce-a07c-c2bfa613099c</guid><pubDate>Mon, 05 Jan 2026 02:09:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/69302374/90553fee_cbb8_5992_a464_0369d57baf6c.mp3" length="64947222" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Já imaginou poder enxergar a superfície de um planeta a anos-luz de distância com detalhes suficientes para distinguir oceanos, continentes e, quem sabe, os primeiros sinais de vida? Atualmente, nossos telescópios mais poderosos veem esses mundos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Já imaginou poder enxergar a superfície de um planeta a anos-luz de distância com detalhes suficientes para distinguir oceanos, continentes e, quem sabe, os primeiros sinais de vida? Atualmente, nossos telescópios mais poderosos veem esses mundos distantes como meros pontos de luz. Neste episódio de Horizonte de Eventos, mergulhamos em um dos projetos mais ambiciosos e visionários da história da exploração espacial: a Lente Gravitacional Solar. <br />Descubra como cientistas planejam transformar nosso próprio Sol em um telescópio de proporções cósmicas, uma lupa gravitacional capaz de ampliar a imagem de um exoplaneta em 100 bilhões de vezes.Baseado na Teoria da Relatividade de Einstein, o conceito parece ficção científica, mas a física é sólida. A missão, no entanto, apresenta desafios de engenharia monumentais. Junte-se a nós enquanto exploramos a jornada épica de enviar uma frota de naves espaciais a uma distância três vezes maior que a da Voyager 1, usando tecnologias de ponta como velas solares para uma viagem de 25 anos até o ponto focal do Sol. <br />Vamos desvendar como os cientistas pretendem capturar a luz distorcida em um "Anel de Einstein" e reconstruí-la em uma imagem de alta resolução, superando obstáculos como a comunicação a laser em distâncias interplanetárias e a autonomia das sondas.O que poderíamos encontrar ao final dessa jornada? Uma imagem de 800x800 pixels de uma segunda Terra, revelando sua geografia, seu clima e, talvez, a cor de sua biosfera. Este episódio não é apenas sobre tecnologia; é sobre a busca fundamental pela resposta à pergunta "estamos sozinhos no universo?". <br />Aperte o play e embarque conosco nesta incrível aventura até os limites do sistema solar, em uma missão que pode redefinir nosso lugar no cosmos e o futuro da humanidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>2706</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/950c63386cff214c79f2bf3c28cb4582.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 80 - O Voo 9 do Starship: Falha ou Sucesso?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-80-o-voo-9-do-starship-falha-ou-sucesso--66311704</link><description><![CDATA[A SpaceX encontrou outro obstáculo em sua busca por "tornar a vida multiplanetária". Durante o nono voo de seu foguete integrado Starship-Super Heavy na terça-feira, o veículo mais uma vez falhou em completar o voo completo conforme o planejado, perdendo a capacidade de controlar sua orientação pouco mais de 20 minutos após o início do voo.A SpaceX interrompeu a exibição de imagens ao vivo do estágio superior por cerca de 10 minutos. Quando as imagens das câmeras foram retomadas, cerca de 30 minutos após o início do voo, a Starship pôde ser vista começando a girar.“A Starship atingiu o corte programado do motor da nave, uma grande melhoria em relação ao último voo! Além disso, não houve perda significativa das placas de proteção térmica durante a subida”, disse o fundador da SpaceX, Elon Musk, em um comunicado pós-lançamento no X. “Vazamentos causaram perda de pressão do tanque principal durante a fase de navegação costeira e reentrada. Muitos dados úteis para revisar.”A missão, batizada de Starship Flight 9, foi a terceira tentativa da SpaceX de voar a versão atualizada do Bloco 2 de seu estágio superior. Nos dois voos anteriores, a nave perdeu o controle de atitude antes do desligamento de seus seis motores Raptor, menos de nove minutos após o início de suas respectivas subidas.Em um comunicado divulgado pela Administração Federal de Aviação, a agência disse estar "ciente de que uma anomalia ocorreu durante a missão SpaceX Starship Flight 9, que foi lançada na terça-feira, 27 de maio, da Starbase, Texas, e está trabalhando ativamente com a SpaceX no evento".“Não há relatos de ferimentos públicos ou danos à propriedade pública neste momento”, disse a FAA.<br />Antes da missão Starship Flight 9, Musk disse que realizaria uma palestra da empresa, intitulada "O Caminho para Tornar a Vida Multiplanetária", que, segundo ele, seria transmitida ao vivo. No entanto, a palestra estava originalmente agendada para antes do lançamento, mas foi adiada para depois e agora parece estar descartada por enquanto.Musk conversou com alguns veículos de notícias antes do lançamento, incluindo a Ars Technica. Nessa <a href="https://arstechnica.com/space/2025/05/elon-musk-turns-his-focus-back-to-space-says-starship-and-mars-matter-most/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conversa</a> , ele disse que havia "80% de chance de resolver esses problemas" relacionados ao estágio superior."Para realmente termos 100% de chance, é necessária a iteração do projeto do motor. E parte disso foi que tivemos que descobrir que precisávamos apertar os parafusos que prendiam a câmara de empuxo à cabeça do injetor após o disparo", disse Musk a Eric Berger, da Ars Technica.Musk disse na entrevista que a SpaceX pretende lançar a terceira versão de seu motor Raptor até o final do ano. Ele acrescentou que "a versão 3 da nave e do propulsor tem um redesenho bastante radical".Embora o estágio superior da Starship Versão 2 usado neste voo, número de cauda S35, tenha superado as falhas observadas com as S33 e S34, ele sofreu vários contratempos, incluindo um problema que impediu a abertura da porta do compartimento de carga. A SpaceX pretendia lançar oito painéis grandes que simulassem o tamanho e a massa dos satélites Starlink Versão 3.A perda do controle de atitude do estágio superior também impediu a SpaceX de realizar o reacendimento planejado de um dos motores Raptor no espaço. Este é um recurso que a SpaceX precisará em missões futuras para permitir que a Starship desorbite com segurança e realize queimas secundárias durante uma missão.As imagens das câmeras de bordo foram irregulares em alguns momentos, mas duraram mais de 45 minutos de voo. Após o término da missão, Jared Isaacman, o indicado para ser o próximo administrador da NASA, aplaudiu o esforço da SpaceX.]]></description><guid isPermaLink="false">048581d0-2a9b-4564-92a1-8cbc5fe085e9</guid><pubDate>Wed, 28 May 2025 12:07:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/66311704/89f75820_b2df_05ae_12b5_24715dc343bd.mp3" length="32534709" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>A SpaceX encontrou outro obstáculo em sua busca por "tornar a vida multiplanetária". Durante o nono voo de seu foguete integrado Starship-Super Heavy na terça-feira, o veículo mais uma vez falhou em completar o voo completo conforme o planejado,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A SpaceX encontrou outro obstáculo em sua busca por "tornar a vida multiplanetária". Durante o nono voo de seu foguete integrado Starship-Super Heavy na terça-feira, o veículo mais uma vez falhou em completar o voo completo conforme o planejado, perdendo a capacidade de controlar sua orientação pouco mais de 20 minutos após o início do voo.A SpaceX interrompeu a exibição de imagens ao vivo do estágio superior por cerca de 10 minutos. Quando as imagens das câmeras foram retomadas, cerca de 30 minutos após o início do voo, a Starship pôde ser vista começando a girar.“A Starship atingiu o corte programado do motor da nave, uma grande melhoria em relação ao último voo! Além disso, não houve perda significativa das placas de proteção térmica durante a subida”, disse o fundador da SpaceX, Elon Musk, em um comunicado pós-lançamento no X. “Vazamentos causaram perda de pressão do tanque principal durante a fase de navegação costeira e reentrada. Muitos dados úteis para revisar.”A missão, batizada de Starship Flight 9, foi a terceira tentativa da SpaceX de voar a versão atualizada do Bloco 2 de seu estágio superior. Nos dois voos anteriores, a nave perdeu o controle de atitude antes do desligamento de seus seis motores Raptor, menos de nove minutos após o início de suas respectivas subidas.Em um comunicado divulgado pela Administração Federal de Aviação, a agência disse estar "ciente de que uma anomalia ocorreu durante a missão SpaceX Starship Flight 9, que foi lançada na terça-feira, 27 de maio, da Starbase, Texas, e está trabalhando ativamente com a SpaceX no evento".“Não há relatos de ferimentos públicos ou danos à propriedade pública neste momento”, disse a FAA.<br />Antes da missão Starship Flight 9, Musk disse que realizaria uma palestra da empresa, intitulada "O Caminho para Tornar a Vida Multiplanetária", que, segundo ele, seria transmitida ao vivo. No entanto, a palestra estava originalmente agendada para antes do lançamento, mas foi adiada para depois e agora parece estar descartada por enquanto.Musk conversou com alguns veículos de notícias antes do lançamento, incluindo a Ars Technica. Nessa <a href="https://arstechnica.com/space/2025/05/elon-musk-turns-his-focus-back-to-space-says-starship-and-mars-matter-most/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conversa</a> , ele disse que havia "80% de chance de resolver esses problemas" relacionados ao estágio superior."Para realmente termos 100% de chance, é necessária a iteração do projeto do motor. E parte disso foi que tivemos que descobrir que precisávamos apertar os parafusos que prendiam a câmara de empuxo à cabeça do injetor após o disparo", disse Musk a Eric Berger, da Ars Technica.Musk disse na entrevista que a SpaceX pretende lançar a terceira versão de seu motor Raptor até o final do ano. Ele acrescentou que "a versão 3 da nave e do propulsor tem um redesenho bastante radical".Embora o estágio superior da Starship Versão 2 usado neste voo, número de cauda S35, tenha superado as falhas observadas com as S33 e S34, ele sofreu vários contratempos, incluindo um problema que impediu a abertura da porta do compartimento de carga. A SpaceX pretendia lançar oito painéis grandes que simulassem o tamanho e a massa dos satélites Starlink Versão 3.A perda do controle de atitude do estágio superior também impediu a SpaceX de realizar o reacendimento planejado de um dos motores Raptor no espaço. Este é um recurso que a SpaceX precisará em missões futuras para permitir que a Starship desorbite com segurança e realize queimas secundárias durante uma missão.As imagens das câmeras de bordo foram irregulares em alguns momentos, mas duraram mais de 45 minutos de voo. Após o término da missão, Jared Isaacman, o indicado para ser o próximo administrador da NASA, aplaudiu o esforço da SpaceX.]]></itunes:summary><itunes:duration>1356</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5fc1ab41a7a644b406109157e9e1791e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 79 - A Busca Por Vida Em Europa</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-79-a-busca-por-vida-em-europa--65974227</link><description><![CDATA[Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!! Vamos mergulhar fundo na missão Europa Clipper da NASA, uma jornada audaciosa até a lua gelada de Júpiter, Europa! Descobriremos por que este mundo distante, com seu vasto oceano escondido sob uma crosta de gelo, é um dos lugares mais promissores para buscar sinais de vida extraterrestre no nosso Sistema Solar. Exploraremos a história fascinante de sua descoberta, desde Galileu até as sondas Voyager e Galileo, entenderemos a geologia única de sua superfície e o incrível fenômeno do aquecimento de maré que pode manter seu oceano líquido. Detalharemos os objetivos científicos da Clipper, seus instrumentos de ponta, os desafios monumentais que ela enfrenta, como a radiação intensa de Júpiter, e o que a possível descoberta de um ambiente habitável – ou até mesmo vida – significaria para a humanidade. Preparem-se para uma viagem aos confins do Sistema Solar em busca de respostas para a pergunta: estamos sozinhos?Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!Olá, entusiastas do cosmos e mentes curiosas! Sejam bem-vindos a mais uma jornada pelo universo aqui no nosso podcast. Hoje, vamos embarcar em uma das aventuras científicas mais empolgantes do nosso tempo, uma viagem a um mundo distante, gelado, mas que pulsa com a promessa de descobertas extraordinárias. Falaremos sobre a missão Europa Clipper da NASA, uma sonda espacial destinada a desvendar os segredos de Europa, uma das luas mais intrigantes de Júpiter. Por que tanto interesse nesse pequeno mundo coberto de gelo, orbitando um gigante gasoso a centenas de milhões de quilômetros da Terra? A resposta é tão simples quanto profunda: Europa pode abrigar vida.Imaginem só: sob uma crosta espessa e congelada, cientistas acreditam existir um vasto oceano de água salgada, um oceano global que pode conter mais água do que todos os oceanos da Terra juntos. E onde há água líquida, calor e os ingredientes químicos certos, a possibilidade de vida, como a conhecemos ou talvez de formas que nem imaginamos, torna-se real. A missão Europa Clipper não vai pousar em Europa, nem perfurar o gelo em busca direta de organismos. Sua missão é investigar se as condições para a vida realmente existem por lá. É uma missão de reconhecimento astrobiológico, uma busca pela *habitabilidade* de um mundo alienígena.No grande palco do Sistema Solar, onde planetas rochosos, gigantes gasosos e inúmeras luas dançam em uma coreografia cósmica regida pela gravidade, a busca por vida além da Terra sempre fascinou a humanidade. Por muito tempo, Marte, o planeta vermelho, foi o principal foco dessa busca, com suas evidências de água passada e uma atmosfera tênue. Mas as descobertas das últimas décadas nos mostraram que a vida pode ser mais resiliente e adaptável do que pensávamos, prosperando em ambientes extremos aqui mesmo na Terra, como nas profundezas escuras e pressurizadas dos nossos oceanos, perto de fontes hidrotermais vulcânicas. E isso abriu nossos olhos para outros candidatos potenciais no Sistema Solar, lugares frios e distantes do Sol, mas que poderiam ter fontes internas de calor e água líquida escondida. Europa emergiu como um dos principais candidatos nessa nova fronteira da astrobiologia.]]></description><guid isPermaLink="false">ea4dfc10-7bf2-4da5-a726-98ed63d4f421</guid><pubDate>Wed, 07 May 2025 14:52:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65974227/ed2a86f2_2328_f401_1883_e2270c3392a6.mp3" length="68236879" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!! Vamos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!! Vamos mergulhar fundo na missão Europa Clipper da NASA, uma jornada audaciosa até a lua gelada de Júpiter, Europa! Descobriremos por que este mundo distante, com seu vasto oceano escondido sob uma crosta de gelo, é um dos lugares mais promissores para buscar sinais de vida extraterrestre no nosso Sistema Solar. Exploraremos a história fascinante de sua descoberta, desde Galileu até as sondas Voyager e Galileo, entenderemos a geologia única de sua superfície e o incrível fenômeno do aquecimento de maré que pode manter seu oceano líquido. Detalharemos os objetivos científicos da Clipper, seus instrumentos de ponta, os desafios monumentais que ela enfrenta, como a radiação intensa de Júpiter, e o que a possível descoberta de um ambiente habitável – ou até mesmo vida – significaria para a humanidade. Preparem-se para uma viagem aos confins do Sistema Solar em busca de respostas para a pergunta: estamos sozinhos?Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!Olá, entusiastas do cosmos e mentes curiosas! Sejam bem-vindos a mais uma jornada pelo universo aqui no nosso podcast. Hoje, vamos embarcar em uma das aventuras científicas mais empolgantes do nosso tempo, uma viagem a um mundo distante, gelado, mas que pulsa com a promessa de descobertas extraordinárias. Falaremos sobre a missão Europa Clipper da NASA, uma sonda espacial destinada a desvendar os segredos de Europa, uma das luas mais intrigantes de Júpiter. Por que tanto interesse nesse pequeno mundo coberto de gelo, orbitando um gigante gasoso a centenas de milhões de quilômetros da Terra? A resposta é tão simples quanto profunda: Europa pode abrigar vida.Imaginem só: sob uma crosta espessa e congelada, cientistas acreditam existir um vasto oceano de água salgada, um oceano global que pode conter mais água do que todos os oceanos da Terra juntos. E onde há água líquida, calor e os ingredientes químicos certos, a possibilidade de vida, como a conhecemos ou talvez de formas que nem imaginamos, torna-se real. A missão Europa Clipper não vai pousar em Europa, nem perfurar o gelo em busca direta de organismos. Sua missão é investigar se as condições para a vida realmente existem por lá. É uma missão de reconhecimento astrobiológico, uma busca pela *habitabilidade* de um mundo alienígena.No grande palco do Sistema Solar, onde planetas rochosos, gigantes gasosos e inúmeras luas dançam em uma coreografia cósmica regida pela gravidade, a busca por vida além da Terra sempre fascinou a humanidade. Por muito tempo, Marte, o planeta vermelho, foi o principal foco dessa busca, com suas evidências de água passada e uma atmosfera tênue. Mas as descobertas das últimas décadas nos mostraram que a vida pode ser mais resiliente e adaptável do que pensávamos, prosperando em ambientes extremos aqui mesmo na Terra, como nas profundezas escuras e pressurizadas dos nossos oceanos, perto de fontes hidrotermais vulcânicas. E isso abriu nossos olhos para outros candidatos potenciais no Sistema Solar, lugares frios e distantes do Sol, mas que poderiam ter fontes internas de calor e água líquida escondida. 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Descobriremos como essa falha, em plena Guerra Fria, levou à queda de destroços misteriosos na Nova Zelândia e deixou uma cápsula espacial, um verdadeiro 'fantasma de Vênus', orbitando a Terra por mais de 50 anos! Exploraremos os desafios de pousar no inferno venusiano, os segredos por trás da missão, sua longa jornada orbital e o que sua história nos ensina sobre a exploração espacial e o crescente problema do lixo espacial.Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!Imaginem o cenário: estamos em 1972, no auge da Corrida Espacial. A União Soviética, após ver os americanos cravarem a bandeira na Lua, está determinada a manter sua dianteira na exploração dos planetas. O alvo da vez é Vênus, o nosso vizinho mais próximo, um mundo coberto por nuvens densas e com uma superfície tão hostil que desafia a imaginação. Uma nave sofisticada, parte do lendário programa Venera, é lançada com a missão de penetrar essa atmosfera esmagadora e talvez até pousar em solo venusiano.Mas algo, algo crucial, dá terrivelmente errado logo após o lançamento. O último estágio do foguete falha. A nave, em vez de seguir sua jornada interplanetária, fica presa, girando e girando ao redor da Terra numa órbita elíptica e instável, como um **carro que patina no gelo e não consegue sair do lugar**. O que poderia ter acontecido?E a história só fica mais estranha a partir daí.Poucos dias depois, objetos metálicos misteriosos começam a cair do céu na Nova Zelândia, do outro lado do mundo, causando espanto e teorias mirabolantes. Eram esferas de titânio com inscrições em russo! Seriam destroços da missão fracassada? O governo soviético nega veementemente qualquer relação. Por que tanto segredo?Enquanto isso, a nave principal se desfaz em órbita, seus pedaços reentrando na atmosfera ao longo dos anos... exceto um. Um fragmento específico, que muitos acreditam ser a parte mais importante da missão – a cápsula de descida, projetada para suportar o inferno de Vênus – permanece lá em cima. Por décadas! Cinquenta anos orbitando a Terra como um espectro silencioso da Guerra Fria, um segredo soviético flutuando no espaço, como uma **mensagem numa garrafa que nunca chegou ao seu destino**. O que aconteceu com essa cápsula? Ela ainda está lá? Ou já caiu?O que era exatamente essa missão Venera-72? Por que ela falhou de forma tão dramática? Que segredos essa cápsula perdida guardou por tanto tempo em sua jornada solitária? E o que a queda dos seus destroços nos ensina sobre a exploração espacial e seus perigos?Para entendermos completamente a história da Kosmos 482, precisamos primeiro ajustar nossos relógios e calendários. Voltemos para o início da década de 1970, mais precisamente para o ano de 1972. A Guerra Fria, aquela disputa tensa e multifacetada entre os Estados Unidos e a União Soviética, estava em pleno vapor, e um dos seus palcos mais visíveis e simbólicos era, sem dúvida, o espaço. Mas por que o espaço se tornou um campo de batalha tão importante nessa disputa ideológica?]]></description><guid isPermaLink="false">512b1e87-054b-4a71-b35d-29f1e5a8c3ca</guid><pubDate>Mon, 05 May 2025 05:32:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65924206/d9e24d15_af9a_7f45_f9bc_141ef15e633e.mp3" length="41291032" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Space Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!!Vamos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Space Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!!Vamos desenterrar a incrível e pouco conhecida saga da Kosmos 482, uma missão soviética destinada a Vênus em 1972 que falhou logo após o lançamento. Descobriremos como essa falha, em plena Guerra Fria, levou à queda de destroços misteriosos na Nova Zelândia e deixou uma cápsula espacial, um verdadeiro 'fantasma de Vênus', orbitando a Terra por mais de 50 anos! Exploraremos os desafios de pousar no inferno venusiano, os segredos por trás da missão, sua longa jornada orbital e o que sua história nos ensina sobre a exploração espacial e o crescente problema do lixo espacial.Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!Imaginem o cenário: estamos em 1972, no auge da Corrida Espacial. A União Soviética, após ver os americanos cravarem a bandeira na Lua, está determinada a manter sua dianteira na exploração dos planetas. O alvo da vez é Vênus, o nosso vizinho mais próximo, um mundo coberto por nuvens densas e com uma superfície tão hostil que desafia a imaginação. Uma nave sofisticada, parte do lendário programa Venera, é lançada com a missão de penetrar essa atmosfera esmagadora e talvez até pousar em solo venusiano.Mas algo, algo crucial, dá terrivelmente errado logo após o lançamento. O último estágio do foguete falha. A nave, em vez de seguir sua jornada interplanetária, fica presa, girando e girando ao redor da Terra numa órbita elíptica e instável, como um **carro que patina no gelo e não consegue sair do lugar**. O que poderia ter acontecido?E a história só fica mais estranha a partir daí.Poucos dias depois, objetos metálicos misteriosos começam a cair do céu na Nova Zelândia, do outro lado do mundo, causando espanto e teorias mirabolantes. Eram esferas de titânio com inscrições em russo! Seriam destroços da missão fracassada? O governo soviético nega veementemente qualquer relação. Por que tanto segredo?Enquanto isso, a nave principal se desfaz em órbita, seus pedaços reentrando na atmosfera ao longo dos anos... exceto um. Um fragmento específico, que muitos acreditam ser a parte mais importante da missão – a cápsula de descida, projetada para suportar o inferno de Vênus – permanece lá em cima. Por décadas! Cinquenta anos orbitando a Terra como um espectro silencioso da Guerra Fria, um segredo soviético flutuando no espaço, como uma **mensagem numa garrafa que nunca chegou ao seu destino**. O que aconteceu com essa cápsula? Ela ainda está lá? Ou já caiu?O que era exatamente essa missão Venera-72? Por que ela falhou de forma tão dramática? Que segredos essa cápsula perdida guardou por tanto tempo em sua jornada solitária? E o que a queda dos seus destroços nos ensina sobre a exploração espacial e seus perigos?Para entendermos completamente a história da Kosmos 482, precisamos primeiro ajustar nossos relógios e calendários. Voltemos para o início da década de 1970, mais precisamente para o ano de 1972. A Guerra Fria, aquela disputa tensa e multifacetada entre os Estados Unidos e a União Soviética, estava em pleno vapor, e um dos seus palcos mais visíveis e simbólicos era, sem dúvida, o espaço. Mas por que o espaço se tornou um campo de batalha tão importante nessa disputa ideológica?]]></itunes:summary><itunes:duration>2577</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ff6579e5d9c9795e7285bec2bcbdda7d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 77 - Buraco Coronal, Estudo do Sol, Marte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-77-buraco-coronal-estudo-do-sol-marte--65924205</link><description><![CDATA[Bem-vindos a mais uma jornada pelo cosmos! No episódio de hoje, vamos mergulhar em algumas das notícias mais fascinantes da astronomia recente. Começaremos olhando para a nossa própria estrela, o Sol, desvendando os mistérios dos buracos coronais e como eles geram ventos solares ultrarrápidos, além de conhecermos a futura sentinela espacial da ESA, a missão Vigil, que promete revolucionar a previsão do clima espacial. Em seguida, viajaremos até Marte, onde o rover Perseverance encontrou novas e surpreendentes pistas sobre o passado aquoso do Planeta Vermelho, analisando cristais que contam histórias de antigos ambientes subterrâneos. Por fim, pegaremos carona com a sonda Lucy da NASA em seu recente encontro com o asteroide Donaldjohanson, um prelúdio emocionante para sua exploração dos fósseis do sistema solar, os asteroides Troianos de Júpiter. Preparem-se para uma viagem desde o coração do nosso sistema solar até seus confins mais primitivos!]]></description><guid isPermaLink="false">2a692769-2799-4e13-8b70-08c0fb6f8249</guid><pubDate>Wed, 30 Apr 2025 21:27:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65924205/246f04ce_46ed_e53a_dea2_21f15e486f28.mp3" length="61809320" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Bem-vindos a mais uma jornada pelo cosmos! No episódio de hoje, vamos mergulhar em algumas das notícias mais fascinantes da astronomia recente. Começaremos olhando para a nossa própria estrela, o Sol, desvendando os mistérios dos buracos coronais e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Bem-vindos a mais uma jornada pelo cosmos! No episódio de hoje, vamos mergulhar em algumas das notícias mais fascinantes da astronomia recente. Começaremos olhando para a nossa própria estrela, o Sol, desvendando os mistérios dos buracos coronais e como eles geram ventos solares ultrarrápidos, além de conhecermos a futura sentinela espacial da ESA, a missão Vigil, que promete revolucionar a previsão do clima espacial. Em seguida, viajaremos até Marte, onde o rover Perseverance encontrou novas e surpreendentes pistas sobre o passado aquoso do Planeta Vermelho, analisando cristais que contam histórias de antigos ambientes subterrâneos. Por fim, pegaremos carona com a sonda Lucy da NASA em seu recente encontro com o asteroide Donaldjohanson, um prelúdio emocionante para sua exploração dos fósseis do sistema solar, os asteroides Troianos de Júpiter. Preparem-se para uma viagem desde o coração do nosso sistema solar até seus confins mais primitivos!]]></itunes:summary><itunes:duration>2575</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1c3b73f19b64aa57f4cf73deee52b77a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 76 - Lucy, Neutrinos e Marte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-76-lucy-neutrinos-e-marte--65924209</link><description><![CDATA[Primeiro, vamos falar sobre a missão Lucy da NASA, querecentemente realizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson e estáa caminho de explorar os misteriosos asteroides troianos de Júpiter. Esta missão ambiciosa promete revelarsegredos sobre a formação do nosso Sistema Solar.<br /><br />Em seguida, mergulharemos no mundo subatômico para discutir uma descobertarecente sobre os neutrinos, as chamadas "partículas fantasmas" queatravessam nossos corpos aos trilhões a cada segundo. Cientistas estabeleceramum novo limite superior para a massa destas partículas enigmáticas, comprofundas implicações para nossa compreensão da física fundamental e dacosmologia.<br /><br />Por fim, viajaremos até o Planeta Vermelho para conhecer as últimas descobertasdo rover Perseverance da NASA na Cratera Jezero, especialmente nas intrigantesformações rochosas conhecidas como "Richie Outcrops". Estasdescobertas estão reescrevendo nossa compreensão da história geológica de Martee seu potencial para ter abrigado vida no passado.<br /><br /><br />Vamos começar nossa jornada hoje falando sobre uma das missões espaciaismais ambiciosas da atualidade: a missão Lucy da NASA. Em abril de 2025, a sonda espacial Lucyrealizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson, localizado nocinturão principal de asteroides entre Marte e Júpiter. Este encontro não foiapenas uma oportunidade científica incrível, mas também um teste crucial paraos sistemas da espaçonave antes de seus encontros com os asteroides troianos deJúpiter, que são os alvos principais da missão.<br /><br />Mas antes de entrarmos nos detalhes deste sobrevoo, vamos entender por que estamissão recebeu o nome de "Lucy". O nome é uma homenagem direta aofamoso fóssil de australopiteco descoberto na Etiópia em 1974 por DonaldJohanson e sua equipe. Este fóssil, com 3,2 milhões de anos, revolucionou nossacompreensão sobre a evolução humana e recebeu o nome de "Lucy"inspirado na música "Lucy in the Sky with Diamonds" dos Beatles, quetocava no acampamento na noite da descoberta.<br />O asteroide Donaldjohanson, com aproximadamente 3 quilômetros de diâmetro, nãofoi escolhido aleatoriamente como alvo para este sobrevoo. Seu nome homenageiaDonald Johanson, o paleoantropólogo que descobriu o fóssil Lucy, criando assimuma bela simetria entre a missão espacial e sua inspiração terrestre.Localizado no cinturão principal de asteroides, Donaldjohanson pertence a umafamília de asteroides relativamente jovem, formada há apenas cerca de 130milhões de anos após uma colisão cataclísmica entre corpos maiores.<br /><br />Durante o sobrevoo, a espaçonave Lucy passou a uma distância de aproximadamente500 quilômetros do asteroide, uma proximidade suficiente para obter imagensdetalhadas de sua superfície e coletar dados sobre sua composição, estrutura epropriedades físicas. O que torna este encontro ainda mais impressionante é queele foi realizado de forma completamente autônoma pela sonda.<br /><br />A superfície de Donaldjohanson revelou-se mais complexa do que os cientistasinicialmente esperavam. Crateras de diversos tamanhos pontilham sua superfícieirregular, contando a história de inúmeros impactos ao longo de sua existência.Variações sutis na coloração e textura sugerem uma composição heterogênea,possivelmente resultante da natureza fragmentária de sua formação após umacolisão maior.<br /><br />Para realizar sua ambiciosa missão, a NASA desenvolveu uma espaçonave querepresenta o estado da arte em tecnologia de exploração espacial. Comaproximadamente 14 metros de comprimento quando seus painéis solares estãototalmente estendidos, Lucy é uma obra-prima da engenharia aeroespacial.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">7d8f28a7-bdfc-4920-bfda-b140315831f7</guid><pubDate>Mon, 28 Apr 2025 11:55:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65924209/bdfd24e8_e4f4_2057_104e_a7c19b4d1286.mp3" length="75851048" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Primeiro, vamos falar sobre a missão Lucy da NASA, querecentemente realizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson e estáa caminho de explorar os misteriosos asteroides troianos de Júpiter. Esta missão ambiciosa promete revelarsegredos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Primeiro, vamos falar sobre a missão Lucy da NASA, querecentemente realizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson e estáa caminho de explorar os misteriosos asteroides troianos de Júpiter. Esta missão ambiciosa promete revelarsegredos sobre a formação do nosso Sistema Solar.<br /><br />Em seguida, mergulharemos no mundo subatômico para discutir uma descobertarecente sobre os neutrinos, as chamadas "partículas fantasmas" queatravessam nossos corpos aos trilhões a cada segundo. Cientistas estabeleceramum novo limite superior para a massa destas partículas enigmáticas, comprofundas implicações para nossa compreensão da física fundamental e dacosmologia.<br /><br />Por fim, viajaremos até o Planeta Vermelho para conhecer as últimas descobertasdo rover Perseverance da NASA na Cratera Jezero, especialmente nas intrigantesformações rochosas conhecidas como "Richie Outcrops". Estasdescobertas estão reescrevendo nossa compreensão da história geológica de Martee seu potencial para ter abrigado vida no passado.<br /><br /><br />Vamos começar nossa jornada hoje falando sobre uma das missões espaciaismais ambiciosas da atualidade: a missão Lucy da NASA. Em abril de 2025, a sonda espacial Lucyrealizou um sobrevoo histórico do asteroide Donaldjohanson, localizado nocinturão principal de asteroides entre Marte e Júpiter. Este encontro não foiapenas uma oportunidade científica incrível, mas também um teste crucial paraos sistemas da espaçonave antes de seus encontros com os asteroides troianos deJúpiter, que são os alvos principais da missão.<br /><br />Mas antes de entrarmos nos detalhes deste sobrevoo, vamos entender por que estamissão recebeu o nome de "Lucy". O nome é uma homenagem direta aofamoso fóssil de australopiteco descoberto na Etiópia em 1974 por DonaldJohanson e sua equipe. Este fóssil, com 3,2 milhões de anos, revolucionou nossacompreensão sobre a evolução humana e recebeu o nome de "Lucy"inspirado na música "Lucy in the Sky with Diamonds" dos Beatles, quetocava no acampamento na noite da descoberta.<br />O asteroide Donaldjohanson, com aproximadamente 3 quilômetros de diâmetro, nãofoi escolhido aleatoriamente como alvo para este sobrevoo. Seu nome homenageiaDonald Johanson, o paleoantropólogo que descobriu o fóssil Lucy, criando assimuma bela simetria entre a missão espacial e sua inspiração terrestre.Localizado no cinturão principal de asteroides, Donaldjohanson pertence a umafamília de asteroides relativamente jovem, formada há apenas cerca de 130milhões de anos após uma colisão cataclísmica entre corpos maiores.<br /><br />Durante o sobrevoo, a espaçonave Lucy passou a uma distância de aproximadamente500 quilômetros do asteroide, uma proximidade suficiente para obter imagensdetalhadas de sua superfície e coletar dados sobre sua composição, estrutura epropriedades físicas. O que torna este encontro ainda mais impressionante é queele foi realizado de forma completamente autônoma pela sonda.<br /><br />A superfície de Donaldjohanson revelou-se mais complexa do que os cientistasinicialmente esperavam. Crateras de diversos tamanhos pontilham sua superfícieirregular, contando a história de inúmeros impactos ao longo de sua existência.Variações sutis na coloração e textura sugerem uma composição heterogênea,possivelmente resultante da natureza fragmentária de sua formação após umacolisão maior.<br /><br />Para realizar sua ambiciosa missão, a NASA desenvolveu uma espaçonave querepresenta o estado da arte em tecnologia de exploração espacial. Comaproximadamente 14 metros de comprimento quando seus painéis solares estãototalmente estendidos, Lucy é uma obra-prima da engenharia aeroespacial.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>3161</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b2dae541e89a673f2cb553d0d5e17ead.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 74 - Lucy Visita O Asteroide Donaldjohanson</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-74-lucy-visita-o-asteroide-donaldjohanson--65660373</link><description><![CDATA[Em seu segundo encontro com um asteroide, a sonda espacial Lucy da NASA observou de perto um fragmento de formato único de um asteroide que se formou há cerca de 150 milhões de anos. A sonda começou a enviar imagens coletadas enquanto voava a aproximadamente 960 km do asteroide Donaldjohanson em 20 de abril de 2025.O asteroide já havia sido observado apresentando grandes variações de brilho ao longo de um período de 10 dias, então algumas das expectativas da equipe de Lucy foram confirmadas quando as primeiras imagens mostraram o que parecia ser um binário de contato alongado (um objeto formado pela colisão de dois corpos menores). No entanto, a equipe ficou surpresa com o formato peculiar do pescoço estreito que conecta os dois lóbulos, que se assemelha a duas casquinhas de sorvete aninhadas.“O asteroide Donaldjohanson tem uma geologia extremamente complexa”, afirma Hal Levison, pesquisador principal de Lucy no Southwest Research Institute, em Boulder, Colorado. “À medida que estudamos as estruturas complexas em detalhes, elas revelarão informações importantes sobre os blocos de construção e os processos de colisão que formaram os planetas do nosso Sistema Solar.”A partir de uma análise preliminar das primeiras imagens disponíveis coletadas pelo gerador de imagens L'LORRI da sonda espacial, o asteroide parece ser maior do que o estimado originalmente, com cerca de 8 km de comprimento e 3,5 km de largura em seu ponto mais largo. Neste primeiro conjunto de imagens de alta resolução enviadas pela sonda espacial, o asteroide completo não é visível, pois é maior do que o campo de visão do gerador de imagens. A equipe levará até uma semana para baixar o restante dos dados do encontro da sonda espacial; esse conjunto de dados fornecerá uma imagem mais completa da forma geral do asteroide.Assim como Dinkinesh, o primeiro alvo de sobrevoo do asteroide Lucy, Donaldjohanson não é um alvo científico primário da missão Lucy. Conforme planejado, o sobrevoo de Dinkinesh foi um teste de sistema para a missão, enquanto este encontro foi um ensaio geral completo, no qual a equipe conduziu uma série de observações densas para maximizar a coleta de dados. Os dados coletados pelos outros instrumentos científicos do Lucy, o gerador de imagens coloridas e o espectrômetro infravermelho L'Ralph e o espectrômetro infravermelho térmico L'TES, serão recuperados e analisados ​​nas próximas semanas.A sonda Lucy passará a maior parte do restante de 2025 viajando pelo cinturão principal de asteroides. Lucy encontrará o primeiro alvo principal da missão, o asteroide troiano de Júpiter, Eurybates, em agosto de 2027.“Estas primeiras imagens de Donaldjohanson demonstram mais uma vez a tremenda capacidade da sonda Lucy como motor de descoberta”, disse Tom Statler, cientista do programa da missão Lucy na sede da NASA em Washington. “O potencial para realmente abrir uma nova janela para a história do nosso sistema solar quando Lucy chegar aos asteroides troianos é imenso.”]]></description><guid isPermaLink="false">d65cb286-193e-41dd-862d-62e253fe1b51</guid><pubDate>Tue, 22 Apr 2025 04:15:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65660373/6e5c129d_3a30_4c00_483e_7aa83e362696.mp3" length="40423761" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Em seu segundo encontro com um asteroide, a sonda espacial Lucy da NASA observou de perto um fragmento de formato único de um asteroide que se formou há cerca de 150 milhões de anos. 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No entanto, a equipe ficou surpresa com o formato peculiar do pescoço estreito que conecta os dois lóbulos, que se assemelha a duas casquinhas de sorvete aninhadas.“O asteroide Donaldjohanson tem uma geologia extremamente complexa”, afirma Hal Levison, pesquisador principal de Lucy no Southwest Research Institute, em Boulder, Colorado. “À medida que estudamos as estruturas complexas em detalhes, elas revelarão informações importantes sobre os blocos de construção e os processos de colisão que formaram os planetas do nosso Sistema Solar.”A partir de uma análise preliminar das primeiras imagens disponíveis coletadas pelo gerador de imagens L'LORRI da sonda espacial, o asteroide parece ser maior do que o estimado originalmente, com cerca de 8 km de comprimento e 3,5 km de largura em seu ponto mais largo. Neste primeiro conjunto de imagens de alta resolução enviadas pela sonda espacial, o asteroide completo não é visível, pois é maior do que o campo de visão do gerador de imagens. A equipe levará até uma semana para baixar o restante dos dados do encontro da sonda espacial; esse conjunto de dados fornecerá uma imagem mais completa da forma geral do asteroide.Assim como Dinkinesh, o primeiro alvo de sobrevoo do asteroide Lucy, Donaldjohanson não é um alvo científico primário da missão Lucy. Conforme planejado, o sobrevoo de Dinkinesh foi um teste de sistema para a missão, enquanto este encontro foi um ensaio geral completo, no qual a equipe conduziu uma série de observações densas para maximizar a coleta de dados. Os dados coletados pelos outros instrumentos científicos do Lucy, o gerador de imagens coloridas e o espectrômetro infravermelho L'Ralph e o espectrômetro infravermelho térmico L'TES, serão recuperados e analisados ​​nas próximas semanas.A sonda Lucy passará a maior parte do restante de 2025 viajando pelo cinturão principal de asteroides. Lucy encontrará o primeiro alvo principal da missão, o asteroide troiano de Júpiter, Eurybates, em agosto de 2027.“Estas primeiras imagens de Donaldjohanson demonstram mais uma vez a tremenda capacidade da sonda Lucy como motor de descoberta”, disse Tom Statler, cientista do programa da missão Lucy na sede da NASA em Washington. “O potencial para realmente abrir uma nova janela para a história do nosso sistema solar quando Lucy chegar aos asteroides troianos é imenso.”]]></itunes:summary><itunes:duration>2524</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bc217d193716c5123a40deb7a043b25a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 73 - Lixo Espacial, Missão Euclid, Poeira Marciana e Missões Privadas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-73-lixo-espacial-missao-euclid-poeira-marciana-e-missoes-privadas--65656041</link><description><![CDATA[Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!! Vamos conversar sobre quatro notícias que foram destaque na astronomia nos últimos dias e deixar todos vocês atualizados de tudo que acontece no nosso universo.Vamos falar sobre a crescente crise do lixo espacial e as soluções revolucionárias sendo desenvolvidas para combatê-la; os desafios únicos que a poeira marciana representa para futuras missões tripuladas ao Planeta Vermelho; a ambiciosa missão da sonda Euclid, que está desvendando os mistérios da energia escura; e a nova era de missões privadas de astronautas que está transformando fundamentalmente quem tem acesso ao espaço e por quê.Estas quatro fronteiras representam não apenas os desafios técnicos e científicos que enfrentamos na exploração espacial, mas também refletem questões mais amplas sobre sustentabilidade, colaboração internacional, e a crescente comercialização do espaço. Então, apertem os cintos e preparem-se para uma viagem através das fronteiras mais empolgantes da exploração espacial contemporânea.Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!]]></description><guid isPermaLink="false">f80642d5-d713-4578-b324-ea0da954c682</guid><pubDate>Mon, 21 Apr 2025 18:49:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65656041/cdd85569_3a3a_c44e_e42f_aee527bdb0cc.mp3" length="43161250" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!! 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Vamos conversar sobre quatro notícias que foram destaque na astronomia nos últimos dias e deixar todos vocês atualizados de tudo que acontece no nosso universo.Vamos falar sobre a crescente crise do lixo espacial e as soluções revolucionárias sendo desenvolvidas para combatê-la; os desafios únicos que a poeira marciana representa para futuras missões tripuladas ao Planeta Vermelho; a ambiciosa missão da sonda Euclid, que está desvendando os mistérios da energia escura; e a nova era de missões privadas de astronautas que está transformando fundamentalmente quem tem acesso ao espaço e por quê.Estas quatro fronteiras representam não apenas os desafios técnicos e científicos que enfrentamos na exploração espacial, mas também refletem questões mais amplas sobre sustentabilidade, colaboração internacional, e a crescente comercialização do espaço. Então, apertem os cintos e preparem-se para uma viagem através das fronteiras mais empolgantes da exploração espacial contemporânea.Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>2695</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/874d00f2d5e00ccd98cf69d578d08e64.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 72 - Aurora Em Netuno, Escudo de Poeira E Nebulosa da Hélice</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-72-aurora-em-netuno-escudo-de-poeira-e-nebulosa-da-helice--65642077</link><description><![CDATA[Auroras em Netuno: Uma Descoberta HistóricaO Telescópio Espacial James Webb (JWST) fez história em março de 2025 ao capturar as primeiras imagens diretas de auroras em Netuno, o gigante gelado mais distante do nosso Sistema Solar. Esta descoberta marca um ponto de virada em nossa compreensão não apenas de Netuno, mas também dos processos auroras em planetas gigantes gasosos.As observações do JWST revelaram que a atmosfera superior de Netuno esfriou em várias centenas de graus nas últimas décadas, atingindo temperaturas próximas a 200 graus. Esta queda significativa de temperatura, combinada com a inclinação peculiar do campo magnético do planeta, pode explicar por que as auroras de Netuno permaneceram ocultas dos astrônomos por tanto tempo.Netuno também é conhecido por seus ventos extremos, que podem atingir velocidades superiores a 2.100 km/h, os mais rápidos registrados em qualquer planeta do Sistema Solar. Estas correntes de ar intensas, combinadas com formações de nuvens intrigantes, criam um ambiente atmosférico complexo que os cientistas ainda estão tentando compreender completamente.O Escudo Eletrodinâmico de Poeira: Revolucionando a Exploração LunarA NASA desenvolveu e testou com sucesso o Escudo Eletrodinâmico de Poeira (EDS), uma inovação que promete transformar a maneira como lidamos com um dos maiores desafios da exploração lunar: a poeira lunar abrasiva e eletricamente carregada.O EDS utiliza forças elétricas para levantar e remover o regolito lunar das superfícies, mantendo equipamentos críticos livres de poeira prejudicial. A tecnologia foi demonstrada com sucesso na superfície lunar durante a Missão 1 Blue Ghost da Firefly Aerospace, concluída em março de 2025.Este teste bem-sucedido representa um marco significativo na exploração espacial, abrindo caminho para missões lunares mais seguras e duradouras. A tecnologia pode ser aplicada a uma variedade de superfícies e equipamentos, incluindo painéis solares, radiadores térmicos, visores de capacetes e instrumentos científicos.A Nebulosa Hélice: O Fantasma de um Planeta DestruídoA Nebulosa Hélice, conhecida informalmente como o "Olho de Deus", abriga um segredo sombrio: dados do Observatório de Raios-X Chandra descobriram que a anã branca no centro da nebulosa, WD 2226-210, pode ter destruído um planeta que orbitava muito próximo a ela.A anã branca está emitindo raios-X de uma maneira que sugere a presença de material planetário sendo acretado pela estrela. Décadas de emissão constante de raios-X indicam que detritos de um planeta do tamanho de Júpiter estão caindo constantemente sobre a superfície da anã branca.Esta descoberta tem implicações profundas para nossa compreensão do destino final dos sistemas planetários, incluindo nosso próprio Sistema Solar. Em aproximadamente 5 bilhões de anos, nosso Sol seguirá um caminho evolutivo semelhante, expandindo-se em uma gigante vermelha antes de se transformar em uma anã branca.Uma Visão Interconectada do CosmosEstas três descobertas ilustram a natureza dinâmica e interconectada do universo. Elas nos lembram que o cosmos está em constante mudança e destacam o poder da curiosidade humana e da exploração científica para desvendar seus mistérios.Se você gostou deste vídeo, não se esqueça de deixar seu like, se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum conteúdo sobre as maravilhas do cosmos. Compartilhe com seus amigos que também se interessam por astronomia!#Astronomia #JamesWebb #Netuno #Auroras #NASA #EscudoDePoeiraLunar #NebulosaHelice #Ciencia #Espaco]]></description><guid isPermaLink="false">32cda1d8-a4db-40b8-8d7a-2e52c5aa6ce9</guid><pubDate>Sun, 20 Apr 2025 13:35:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65642077/6d431b26_029d_bc58_c1bd_b711060cf925.mp3" length="20141682" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Auroras em Netuno: Uma Descoberta HistóricaO Telescópio Espacial James Webb (JWST) fez história em março de 2025 ao capturar as primeiras imagens diretas de auroras em Netuno, o gigante gelado mais distante do nosso Sistema Solar. 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Estas correntes de ar intensas, combinadas com formações de nuvens intrigantes, criam um ambiente atmosférico complexo que os cientistas ainda estão tentando compreender completamente.O Escudo Eletrodinâmico de Poeira: Revolucionando a Exploração LunarA NASA desenvolveu e testou com sucesso o Escudo Eletrodinâmico de Poeira (EDS), uma inovação que promete transformar a maneira como lidamos com um dos maiores desafios da exploração lunar: a poeira lunar abrasiva e eletricamente carregada.O EDS utiliza forças elétricas para levantar e remover o regolito lunar das superfícies, mantendo equipamentos críticos livres de poeira prejudicial. A tecnologia foi demonstrada com sucesso na superfície lunar durante a Missão 1 Blue Ghost da Firefly Aerospace, concluída em março de 2025.Este teste bem-sucedido representa um marco significativo na exploração espacial, abrindo caminho para missões lunares mais seguras e duradouras. A tecnologia pode ser aplicada a uma variedade de superfícies e equipamentos, incluindo painéis solares, radiadores térmicos, visores de capacetes e instrumentos científicos.A Nebulosa Hélice: O Fantasma de um Planeta DestruídoA Nebulosa Hélice, conhecida informalmente como o "Olho de Deus", abriga um segredo sombrio: dados do Observatório de Raios-X Chandra descobriram que a anã branca no centro da nebulosa, WD 2226-210, pode ter destruído um planeta que orbitava muito próximo a ela.A anã branca está emitindo raios-X de uma maneira que sugere a presença de material planetário sendo acretado pela estrela. Décadas de emissão constante de raios-X indicam que detritos de um planeta do tamanho de Júpiter estão caindo constantemente sobre a superfície da anã branca.Esta descoberta tem implicações profundas para nossa compreensão do destino final dos sistemas planetários, incluindo nosso próprio Sistema Solar. Em aproximadamente 5 bilhões de anos, nosso Sol seguirá um caminho evolutivo semelhante, expandindo-se em uma gigante vermelha antes de se transformar em uma anã branca.Uma Visão Interconectada do CosmosEstas três descobertas ilustram a natureza dinâmica e interconectada do universo. Elas nos lembram que o cosmos está em constante mudança e destacam o poder da curiosidade humana e da exploração científica para desvendar seus mistérios.Se você gostou deste vídeo, não se esqueça de deixar seu like, se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum conteúdo sobre as maravilhas do cosmos. 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O rover Curiosity da NASA finalmente encontrou evidências concretas de um ciclo de carbono que operou no planeta vermelho há bilhões de anos, resolvendo um mistério que intrigava cientistas há décadas.Por muito tempo, os cientistas se perguntavam: se Marte já teve água líquida e uma atmosfera espessa rica em CO2, onde foram parar todos os carbonatos que deveriam ter se formado? Essa pergunta finalmente tem uma resposta!Neste vídeo, exploramos a descoberta revolucionária feita pelo rover Curiosity: a presença de siderita (um carbonato de ferro) nas camadas ricas em sulfato do Monte Sharp, na Cratera Gale. Esta é a primeira evidência direta de um ciclo de carbono em Marte e pode explicar por que o planeta perdeu seu clima habitável.O Dr. Ben Tutolo, da Universidade de Calgary, liderou esta pesquisa que representa "tanto uma descoberta surpreendente quanto um importante avanço em nossa compreensão da evolução geológica e atmosférica de Marte". As amostras coletadas pelo Curiosity continham entre 5 e 10% de siderita por peso - uma quantidade significativa que pode explicar onde foi parar o CO2 que uma vez aqueceu o planeta.Diferentemente da Terra, onde o ciclo de carbono mantém um equilíbrio que sustenta a vida há bilhões de anos, o ciclo de carbono marciano era desequilibrado: "O CO2 desce, não volta a subir". Este desequilíbrio provavelmente contribuiu para o resfriamento do planeta e a perda de sua atmosfera.Entenda como o Curiosity fez esta descoberta após mais de 10 anos explorando a superfície marciana e percorrendo mais de 34 quilômetros. Conheça os detalhes da missão, os instrumentos científicos utilizados e como os cientistas interpretaram os dados coletados.Esta descoberta não apenas nos ajuda a compreender a história de Marte, mas também tem implicações para nosso próprio planeta. O estudo dos mecanismos de formação desses minerais em Marte pode nos ajudar a desenvolver melhores técnicas de sequestro de carbono na Terra como solução para as mudanças climáticas.Como disse o Dr. Tutolo: "A coisa mais notável sobre a Terra é que ela é habitável e tem sido por pelo menos quatro bilhões de anos. Algo aconteceu com Marte que não aconteceu com a Terra." Entender essa diferença é crucial para compreendermos a fragilidade da habitabilidade planetária.Junte-se a nós nesta fascinante jornada científica que conecta dois planetas e nos ensina lições valiosas sobre clima, geologia e a busca por vida além da Terra!#Marte #NASA #Curiosity #CicloDeCarbono #Ciência #Astronomia]]></description><guid isPermaLink="false">2ef85818-4d09-48b4-bda4-216a89553716</guid><pubDate>Sat, 19 Apr 2025 05:40:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65631456/7d1673e6_63a8_0357_a023_95c08896f8d7.mp3" length="30739350" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Uma das maiores descobertas recentes sobre Marte acaba de ser publicada na prestigiada revista Science! 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Esta é a primeira evidência direta de um ciclo de carbono em Marte e pode explicar por que o planeta perdeu seu clima habitável.O Dr. Ben Tutolo, da Universidade de Calgary, liderou esta pesquisa que representa "tanto uma descoberta surpreendente quanto um importante avanço em nossa compreensão da evolução geológica e atmosférica de Marte". As amostras coletadas pelo Curiosity continham entre 5 e 10% de siderita por peso - uma quantidade significativa que pode explicar onde foi parar o CO2 que uma vez aqueceu o planeta.Diferentemente da Terra, onde o ciclo de carbono mantém um equilíbrio que sustenta a vida há bilhões de anos, o ciclo de carbono marciano era desequilibrado: "O CO2 desce, não volta a subir". Este desequilíbrio provavelmente contribuiu para o resfriamento do planeta e a perda de sua atmosfera.Entenda como o Curiosity fez esta descoberta após mais de 10 anos explorando a superfície marciana e percorrendo mais de 34 quilômetros. Conheça os detalhes da missão, os instrumentos científicos utilizados e como os cientistas interpretaram os dados coletados.Esta descoberta não apenas nos ajuda a compreender a história de Marte, mas também tem implicações para nosso próprio planeta. O estudo dos mecanismos de formação desses minerais em Marte pode nos ajudar a desenvolver melhores técnicas de sequestro de carbono na Terra como solução para as mudanças climáticas.Como disse o Dr. Tutolo: "A coisa mais notável sobre a Terra é que ela é habitável e tem sido por pelo menos quatro bilhões de anos. Algo aconteceu com Marte que não aconteceu com a Terra." Entender essa diferença é crucial para compreendermos a fragilidade da habitabilidade planetária.Junte-se a nós nesta fascinante jornada científica que conecta dois planetas e nos ensina lições valiosas sobre clima, geologia e a busca por vida além da Terra!#Marte #NASA #Curiosity #CicloDeCarbono #Ciência #Astronomia]]></itunes:summary><itunes:duration>1919</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b32ea2019861cdd45fff9805cb58ce93.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 70 - Encontramos Vida No Universo?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-70-encontramos-vida-no-universo--65627726</link><description><![CDATA[Em 2023, cientistas anunciaram ter identificado provisoriamente o gás <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Dimethyl_sulfide" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sulfeto de dimetila</a> – uma possível bioassinatura de vida – na atmosfera de K2-18b, um exoplaneta <a href="https://earthsky.org/astronomy-essentials/how-far-is-a-light-year/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a 124 anos-luz</a> de distância. Em 17 de abril de 2025, cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, <a href="https://www.cam.ac.uk/stories/strongest-hints-of-biological-activity" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anunciaram</a> ter encontrado o gás novamente com o Telescópio Espacial <a href="https://webbtelescope.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Webb</a> , mas desta vez com um sinal mais forte. Eles afirmaram que o sulfeto de dimetila parece ser milhares de vezes mais abundante em K2-18b do que na Terra. No entanto, mais dados são necessários para confirmar completamente sua presença e se ele está conectado à vida... ou não. E muitos cientistas ainda estão céticos.<br />K2-18b é um mundo <a href="https://earthsky.org/space/super-earth-mini-neptune-and-sub-neptune-exoplanets-definitions/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">super-Terra ou sub-Netuno</a> , orbitando na <a href="https://exoplanets.nasa.gov/search-for-life/habitable-zone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">zona habitável</a> – onde poderia existir água líquida – de sua estrela. Sua classificação exata também ainda é motivo de debate entre os cientistas, o que tem grande influência na descoberta relatada. Ele tem cerca de 8,6 vezes mais massa e 2,6 vezes mais massa que a Terra, e orbita uma <a href="https://earthsky.org/astronomy-essentials/what-is-a-red-dwarf-star-most-common/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrela anã vermelha</a> a cerca de 124 anos-luz de distância.Quando os cientistas <a href="https://earthsky.org/space/webb-k2-18-b-exoplanet-hycean-biosignature/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anunciaram</a> a possível detecção de sulfeto de dimetila (DMS) em setembro de 2023, usando o Telescópio Espacial Webb, a notícia gerou muita discussão. Foi uma descoberta potencialmente empolgante, sem dúvida. O gás é uma <a href="https://astrobiology.nasa.gov/education/alp/what-is-a-biosignature/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bioassinatura</a> em potencial , um traço químico, molecular ou de outra natureza de vida biológica. Mas a detecção foi fraca e longe de ser conclusiva. Os astrônomos precisariam observar o planeta novamente com o Webb para tentar determinar se o gás realmente estava lá ou não.<a href="https://www.ast.cam.ac.uk/people/nikku.madhusudhan" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nikku Madhusudhan</a> , astrofísico da Universidade de Cambridge, participou da pesquisa anterior e é o autor principal do artigo sobre as descobertas mais recentes.<br />Uma grande surpresa dos resultados é a quantidade aparente de sulfeto de dimetila na atmosfera do planeta. Se os resultados forem precisos – e ainda precisam ser confirmados – então o K2-18b tem milhares de vezes mais gás em sua atmosfera do que a Terra. Na Terra, é menos de uma parte por bilhão. Mas no K2-18b, estima-se que seja de 10 partes por milhão.As novas observações revelaram a existência provisória de um gás semelhante, o dissulfeto de dimetila . Ambas as moléculas pertencem à mesma família química e podem ser potenciais bioassinaturas.Na Terra, organismos marinhos como o plâncton produzem quase todo o sulfeto de dimetila. Mas ele também pode se formar sem vida e foi detectado em <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ad8565/pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cometas</a> e nuvens de gás no espaço. Portanto, sua presença, por si só, não é garantia de vida. Pelo menos ainda não.Alguns estudos sugerem que K2-18b é um <a href="https://earthsky.org/space/hycean-planets-exoplanets-habitability/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mundo Hiceano</a> , um planeta rochoso coberto por um oceano global, mas com uma atmosfera de hidrogênio. Poderia ser semelhante à Terra em alguns aspectos, mas também completamente alienígena. Como Madhusudhan observou:Trabalhos teóricos anteriores previram a possibilidade de altos níveis de gases à base de enxofre, como sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila, em planetas hiceanos. E agora observamos isso, em linha com o que foi previsto.Mas mesmo isso ainda é motivo de debate entre os cientistas. Outros estudos afirmam que ele pode ter um oceano de magma quente, ou ser mais como um subnetuno, com uma atmosfera profunda e densa, sem superfície sólida ou oceano. Qualquer que seja o cenário correto, é claro, tem implicações diretas para a possibilidade de vida em K2-18b.Madhusudhan fez uma declaração forte no comunicado de imprensa de Cambridge, dizendo:Considerando tudo o que sabemos sobre este planeta, um mundo Hiceano com um oceano repleto de vida é o cenário que melhor se ajusta aos dados que temos.Mas, ao mesmo tempo, ele reconhece que mesmo os novos resultados são preliminares e estão abertos ao debate, dizendo:É importante que sejamos profundamente céticos em relação aos nossos próprios resultados, porque só testando e testando novamente conseguiremos chegar ao ponto em que tenhamos confiança neles. É assim que a ciência tem que funcionar.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">418043a8-2768-44c7-800c-2077b313dbd2</guid><pubDate>Fri, 18 Apr 2025 18:58:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65627726/b4f63afe_2426_f007_0c95_89131acb5e89.mp3" length="71206539" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2023, cientistas anunciaram ter identificado provisoriamente o gás https://en.wikipedia.org/wiki/Dimethyl_sulfide – uma possível bioassinatura de vida – na atmosfera de K2-18b, um...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 2023, cientistas anunciaram ter identificado provisoriamente o gás <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Dimethyl_sulfide" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sulfeto de dimetila</a> – uma possível bioassinatura de vida – na atmosfera de K2-18b, um exoplaneta <a href="https://earthsky.org/astronomy-essentials/how-far-is-a-light-year/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a 124 anos-luz</a> de distância. Em 17 de abril de 2025, cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, <a href="https://www.cam.ac.uk/stories/strongest-hints-of-biological-activity" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anunciaram</a> ter encontrado o gás novamente com o Telescópio Espacial <a href="https://webbtelescope.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Webb</a> , mas desta vez com um sinal mais forte. Eles afirmaram que o sulfeto de dimetila parece ser milhares de vezes mais abundante em K2-18b do que na Terra. No entanto, mais dados são necessários para confirmar completamente sua presença e se ele está conectado à vida... ou não. E muitos cientistas ainda estão céticos.<br />K2-18b é um mundo <a href="https://earthsky.org/space/super-earth-mini-neptune-and-sub-neptune-exoplanets-definitions/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">super-Terra ou sub-Netuno</a> , orbitando na <a href="https://exoplanets.nasa.gov/search-for-life/habitable-zone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">zona habitável</a> – onde poderia existir água líquida – de sua estrela. Sua classificação exata também ainda é motivo de debate entre os cientistas, o que tem grande influência na descoberta relatada. 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Essas colunas de ar e poeira rodopiantes, às vezes altas, são comuns em Marte. A morte do demônio de poeira menor foi capturada durante um experimento de imagem conduzido pela equipe científica da Perseverance para entender melhor as forças em jogo na atmosfera marciana.Quando o rover tirou essas imagens de cerca de 0,6 milhas (1 quilômetro) de distância, o maior redemoinho de poeira tinha aproximadamente 210 pés (65 metros) de largura, enquanto o menor redemoinho de poeira que o seguia tinha aproximadamente 16 pés (5 metros) de largura. Dois outros redemoinhos de poeira também podem ser vistos no fundo à esquerda e no centro. O Perseverance registrou a cena em 25 de janeiro enquanto explorava a borda oeste da Cratera Jezero de Marte em um local chamado “Witch Hazel Hill”.“Vórtices convectivos — também conhecidos como redemoinhos de poeira — podem ser bem diabólicos”, disse Mark Lemmon, cientista do Perseverance no Space Science Institute em Boulder, Colorado. “Esses mini-twisters vagam pela superfície de Marte, pegando poeira conforme avançam e diminuindo a visibilidade em sua área imediata. Se dois redemoinhos de poeira se chocarem, eles podem obliterar um ao outro ou se fundir, com o mais forte consumindo o mais fraco.”Os redemoinhos de poeira são formados por colunas ascendentes e rotativas de ar quente. O ar próximo à superfície do planeta se aquece pelo contato com o solo mais quente e sobe através do ar mais denso e frio acima. À medida que outro ar se move ao longo da superfície para tomar o lugar do ar mais quente ascendente, ele começa a girar. Quando o ar que entra sobe para a coluna, ele ganha velocidade como um patinador no gelo girando, trazendo seus braços para mais perto do corpo. O ar que entra também pega poeira, e um redemoinho de poeira nasce.“Dust devils desempenham um papel significativo nos padrões climáticos marcianos”, disse Katie Stack Morgan, cientista do projeto do rover Perseverance no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA no sul da Califórnia. “O estudo do dust devil é importante porque esses fenômenos indicam condições atmosféricas, como direções e velocidades predominantes do vento, e são responsáveis ​​por cerca de metade da poeira na atmosfera marciana.”Desde o pouso em 2021, o Perseverance capturou redemoinhos em muitas ocasiões, incluindo uma em 27 de setembro de 2021, onde um enxame de redemoinhos de poeira dançou pelo chão da Cratera Jezero e o rover usou seu microfone SuperCam para gravar os primeiros sons de um redemoinho de poeira marciano.FONTE:https://www.nasa.gov/missions/mars-2020-perseverance/perseverance-rover/perseverance-rover-witnesses-one-martian-dust-devil-eating-another/#MARS #LIFE #UNIVERSE]]></description><guid isPermaLink="false">89697b3c-75e3-487e-a4c3-17ad5f6d9772</guid><pubDate>Mon, 07 Apr 2025 02:38:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/65386517/397943375_44100_2_563004ede47e9.mp3" length="10668407" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>📎 SPACE TODAY NO TEATRO: "MARTE, NOSSO PRÓXIMO DESTINO?":13 DE ABRIL | 16H | TEATRO GAZETA - SPINGRESSOS:https://bileto.sympla.com.br/event/103209Um demônio de poeira marciano pode ser visto consumindo um menor neste pequeno vídeo feito de imagens...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[📎 SPACE TODAY NO TEATRO: "MARTE, NOSSO PRÓXIMO DESTINO?":13 DE ABRIL | 16H | TEATRO GAZETA - SPINGRESSOS:https://bileto.sympla.com.br/event/103209Um demônio de poeira marciano pode ser visto consumindo um menor neste pequeno vídeo feito de imagens tiradas por uma câmera de navegação a bordo do rover Perseverance Mars da NASA. 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O Perseverance registrou a cena em 25 de janeiro enquanto explorava a borda oeste da Cratera Jezero de Marte em um local chamado “Witch Hazel Hill”.“Vórtices convectivos — também conhecidos como redemoinhos de poeira — podem ser bem diabólicos”, disse Mark Lemmon, cientista do Perseverance no Space Science Institute em Boulder, Colorado. “Esses mini-twisters vagam pela superfície de Marte, pegando poeira conforme avançam e diminuindo a visibilidade em sua área imediata. Se dois redemoinhos de poeira se chocarem, eles podem obliterar um ao outro ou se fundir, com o mais forte consumindo o mais fraco.”Os redemoinhos de poeira são formados por colunas ascendentes e rotativas de ar quente. O ar próximo à superfície do planeta se aquece pelo contato com o solo mais quente e sobe através do ar mais denso e frio acima. À medida que outro ar se move ao longo da superfície para tomar o lugar do ar mais quente ascendente, ele começa a girar. 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O ar que entra também pega poeira, e um redemoinho de poeira nasce.“Dust devils desempenham um papel significativo nos padrões climáticos marcianos”, disse Katie Stack Morgan, cientista do projeto do rover Perseverance no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA no sul da Califórnia. “O estudo do dust devil é importante porque esses fenômenos indicam condições atmosféricas, como direções e velocidades predominantes do vento, e são responsáveis ​​por cerca de metade da poeira na atmosfera marciana.”Desde o pouso em 2021, o Perseverance capturou redemoinhos em muitas ocasiões, incluindo uma em 27 de setembro de 2021, onde um enxame de redemoinhos de poeira dançou pelo chão da Cratera Jezero e o rover usou seu microfone SuperCam para gravar os primeiros sons de um redemoinho de poeira marciano.FONTE:https://www.nasa.gov/missions/mars-2020-perseverance/perseverance-rover/perseverance-rover-witnesses-one-martian-dust-devil-eating-another/#MARS #LIFE #UNIVERSE]]></itunes:summary><itunes:duration>667</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe7d86dc44b98eace919718983090577.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>OS PONTINHOS VERMELHOS DO JAMES WEBB SERIAM O CHORO INICIAL DE BURACOS NEGROS SE FORMANDO</title><link>https://www.spreaker.com/episode/os-pontinhos-vermelhos-do-james-webb-seriam-o-choro-inicial-de-buracos-negros-se-formando--64824132</link><description><![CDATA[MATRICULE-SE AGORA NO WORKSHOP DE VULCÕES, DIA 29 DE MARÇO DE 2025, O DIA TODO CONVERSANDO SOBRE AS MAIORES MARAVILHAS DA NATUREZA, APENAS R$97,00!!!https://academyspace.com.br/WORKSHOP/VISITE A SPACE TODAY STORE, E USE O CUPOM SPACEX15 PARA 15% DE DESCONTO NA LOJA, DESCONTO VÁLIDO ATÉ O LANÇAMENTO DO STARSHIP!!!https://www.spacetodaystore.com.br/Quando o Telescópio James Webb observou pela primeira vez os misteriosos Pequenos Pontos Vermelhos no universo primitivo, os astrônomos olharam incrédulos. Esses objetos estranhos, eles perceberam, eram distantes, brilhantes e estranhamente, inesperadamente, desconcertantemente vermelhos.Isso é um enigma porque estrelas jovens são azuis e se tornam vermelhas somente mais tarde na vida, quando têm vários bilhões de anos. Mas esses objetos se formaram cerca de 900 milhões de anos após o Big Bang e, portanto, não poderiam ser feitos de estrelas tão velhas. Em qualquer caso, as estrelas são incapazes de gerar tanta luz, mesmo coletivamente. Mais intrigante ainda, esses Pequenos Pontos Vermelhos parecem desaparecer rapidamente do universo primitivo. O JWST encontrou muito poucos deles depois que o universo atingiu a grande idade de cerca de 1,5 bilhão de anos.Agora temos uma espécie de resposta graças ao trabalho de Kohei Inayoshi no Instituto Kavli de Astronomia e Astrofísica em Pequim, que propõe uma explicação ousada para a origem e o destino dessa anomalia cósmica. Inayoshi argumenta que os Pequenos Pontos Vermelhos são os gritos de nascimento dos buracos negros — episódios breves e turbulentos que marcam as primeiras explosões de crescimento de buracos negros "sementes" recém-formados. Se estiver correto, esse insight remodelará nossa compreensão dos estágios iniciais da evolução dos buracos negros e abrirá uma nova janela para o alvorecer da estrutura cósmica.A descoberta de Little Red Dots foi uma das revelações mais tentadoras do JWST. Diferentemente dos Núcleos Galácticos Ativos típicos, que são extremamente brilhantes e frequentemente têm grandes galáxias hospedeiras, os Little Red Dots são pequenos — menos de 100 parsecs de tamanho — e dominados por amplas linhas de emissão sobrepostas em um continuum vermelho.Essas características sugerem que eles estão envoltos em poeira, que tende a emitir luz vermelha, com outras luzes filtradas.Mas o que realmente chamou a atenção dos astrônomos foi o quão comuns eles pareciam ser — várias ordens de magnitude mais comuns do que quasares, que são uma forma comum de AGN no universo mais antigo. Isso significa que os Little Red Dots podem ser o tipo dominante de AGN no universo inicial e eventualmente evoluir para quasares à medida que envelhecem.Curiosamente, os Pequenos Pontos Vermelhos são mais comuns em desvios para o vermelho z ~ 6–8 — quando o universo tinha menos de um bilhão de anos — mas seus números caem drasticamente abaixo de z ~ 4 quando o universo tem cerca de 1,5 bilhão de anos.A principal percepção de Inayoshi é que esse padrão é uma pista importante para a natureza dos Pequenos Pontos Vermelhos. Sua proposta é que os Pequenos Pontos Vermelhos são o primeiro ou os dois primeiros episódios de acreção de um buraco negro recém-formado. Em outras palavras, eles são os gritos de nascimento dos buracos negros.Ninguém sabe exatamente como esses primeiros buracos negros se formaram, mas o melhor palpite é que eles se formam durante o colapso de nuvens de gás densas e intocadas no universo primitivo. Esse processo os deixa no centro de ambientes excepcionalmente ricos, cheios de gás frio.À medida que esse gás se afunila para dentro do buraco negro, ele cresce e emite radiação brevemente, enquanto o gás frio ao seu redor absorve e filtra grande parte dessa luz.FONTE:https://arxiv.org/abs/2503.05537 https://www.instagram.com/spacetoday/#JAMESWEBB #GALAXIES #UNIVERSE]]></description><guid isPermaLink="false">e1af4c00-39a5-4d35-b741-9c7d50e3da47</guid><pubDate>Wed, 12 Mar 2025 00:54:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/64824132/396408156_44100_2_820453695ed6e.mp3" length="15006823" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>MATRICULE-SE AGORA NO WORKSHOP DE VULCÕES, DIA 29 DE MARÇO DE 2025, O DIA TODO CONVERSANDO SOBRE AS MAIORES MARAVILHAS DA NATUREZA, APENAS R$97,00!!!https://academyspace.com.br/WORKSHOP/VISITE A SPACE TODAY STORE, E USE O CUPOM SPACEX15 PARA 15% DE...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[MATRICULE-SE AGORA NO WORKSHOP DE VULCÕES, DIA 29 DE MARÇO DE 2025, O DIA TODO CONVERSANDO SOBRE AS MAIORES MARAVILHAS DA NATUREZA, APENAS R$97,00!!!https://academyspace.com.br/WORKSHOP/VISITE A SPACE TODAY STORE, E USE O CUPOM SPACEX15 PARA 15% DE DESCONTO NA LOJA, DESCONTO VÁLIDO ATÉ O LANÇAMENTO DO STARSHIP!!!https://www.spacetodaystore.com.br/Quando o Telescópio James Webb observou pela primeira vez os misteriosos Pequenos Pontos Vermelhos no universo primitivo, os astrônomos olharam incrédulos. 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Inayoshi argumenta que os Pequenos Pontos Vermelhos são os gritos de nascimento dos buracos negros — episódios breves e turbulentos que marcam as primeiras explosões de crescimento de buracos negros "sementes" recém-formados. Se estiver correto, esse insight remodelará nossa compreensão dos estágios iniciais da evolução dos buracos negros e abrirá uma nova janela para o alvorecer da estrutura cósmica.A descoberta de Little Red Dots foi uma das revelações mais tentadoras do JWST. Diferentemente dos Núcleos Galácticos Ativos típicos, que são extremamente brilhantes e frequentemente têm grandes galáxias hospedeiras, os Little Red Dots são pequenos — menos de 100 parsecs de tamanho — e dominados por amplas linhas de emissão sobrepostas em um continuum vermelho.Essas características sugerem que eles estão envoltos em poeira, que tende a emitir luz vermelha, com outras luzes filtradas.Mas o que realmente chamou a atenção dos astrônomos foi o quão comuns eles pareciam ser — várias ordens de magnitude mais comuns do que quasares, que são uma forma comum de AGN no universo mais antigo. Isso significa que os Little Red Dots podem ser o tipo dominante de AGN no universo inicial e eventualmente evoluir para quasares à medida que envelhecem.Curiosamente, os Pequenos Pontos Vermelhos são mais comuns em desvios para o vermelho z ~ 6–8 — quando o universo tinha menos de um bilhão de anos — mas seus números caem drasticamente abaixo de z ~ 4 quando o universo tem cerca de 1,5 bilhão de anos.A principal percepção de Inayoshi é que esse padrão é uma pista importante para a natureza dos Pequenos Pontos Vermelhos. Sua proposta é que os Pequenos Pontos Vermelhos são o primeiro ou os dois primeiros episódios de acreção de um buraco negro recém-formado. Em outras palavras, eles são os gritos de nascimento dos buracos negros.Ninguém sabe exatamente como esses primeiros buracos negros se formaram, mas o melhor palpite é que eles se formam durante o colapso de nuvens de gás densas e intocadas no universo primitivo. Esse processo os deixa no centro de ambientes excepcionalmente ricos, cheios de gás frio.À medida que esse gás se afunila para dentro do buraco negro, ele cresce e emite radiação brevemente, enquanto o gás frio ao seu redor absorve e filtra grande parte dessa luz.FONTE:https://arxiv.org/abs/2503.05537 https://www.instagram.com/spacetoday/#JAMESWEBB #GALAXIES #UNIVERSE]]></itunes:summary><itunes:duration>938</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e5d74e4dbee652e8977fa670c194138f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>MINERAL INESPERADO ENCONTRADO EM MARTE SUGERE A POSSIBLIDADE DE VIDA</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mineral-inesperado-encontrado-em-marte-sugere-a-possiblidade-de-vida--64782690</link><description><![CDATA[MATRICULE-SE AGORA NO WORKSHOP DE VULCÕES, DIA 29 DE MARÇO DE 2025, O DIA TODO CONVERSANDO SOBRE AS MAIORES MARAVILHAS DA NATUREZA, APENAS R$97,00!!!https://academyspace.com.br/WORKSHOP/VISITE A SPACE TODAY STORE, E USE O CUPOM SPACEX15 PARA 15% DE DESCONTO NA LOJA, DESCONTO VÁLIDO ATÉ O LANÇAMENTO DO STARSHIP!!!https://www.spacetodaystore.com.br/Explore a fascinante descoberta realizada pelo rover Perseverance em Marte, que promete mudar profundamente nossa compreensão sobre o passado do planeta vermelho! Neste vídeo, mergulhamos em uma pesquisa surpreendente conduzida por cientistas da Universidade Purdue, revelando minerais inesperados encontrados na superfície marciana. Os pesquisadores identificaram a presença de caulinita e espinélio, minerais que, até então, nunca haviam sido detectados dessa forma em Marte.A caulinita chamou especialmente a atenção dos cientistas, pois, na Terra, esse mineral é formado em ambientes com condições específicas, incluindo climas quentes e úmidos ou sistemas hidrotermais ativos. Sua presença em Marte sugere que o planeta teve condições ambientais bem diferentes das que imaginávamos anteriormente. Será que Marte já foi um mundo quente, úmido e potencialmente habitável? Descubra conosco como essas rochas pálidas e soltas, chamadas de "float rocks", trazem novas pistas para essa intrigante pergunta.A pesquisa contou com o instrumento SuperCam do rover Perseverance, liderado pelo renomado cientista Roger Wiens, que explica como essa poderosa ferramenta permite analisar rochas marcianas à distância com precisão inédita. Neste vídeo, detalhamos como o SuperCam ajudou a identificar mais de 4 mil dessas rochas espalhadas pela superfície marciana, apontando evidências cruciais para entender a história geológica do planeta.Além da caulinita, outro mineral fascinante detectado foi o espinélio, um mineral altamente resistente e geralmente associado a processos geológicos complexos, como altas temperaturas ou atividades vulcânicas. O espinélio fornece indícios adicionais de que Marte teve processos geológicos muito mais dinâmicos e complexos do que supúnhamos.Um dos grandes desafios enfrentados pelos cientistas é desvendar a origem exata dessas rochas. Será que elas se formaram no local onde foram encontradas, ou poderiam ter sido transportadas de regiões distantes através de eventos climáticos ou geológicos? Nesse vídeo, exploramos as diferentes hipóteses e as técnicas usadas pelos pesquisadores para buscar respostas para essas questões ainda em aberto.A descoberta desses minerais não apenas amplia o conhecimento científico sobre Marte, mas também reacende a discussão sobre a possibilidade de vida no planeta. Ambientes semelhantes aos que formam caulinita na Terra costumam abrigar organismos extremófilos, capazes de sobreviver em condições extremas. Poderiam condições similares ter favorecido o surgimento de vida em Marte?Para complementar as explicações científicas, você terá acesso a animações incríveis, entrevistas exclusivas com cientistas e imagens inéditas capturadas diretamente pela missão Perseverance. Este vídeo é uma jornada imperdível, não só pela ciência fascinante apresentada, mas também por seu potencial para redefinir completamente nossa visão sobre Marte.Se você se interessa por astronomia, exploração espacial e mistérios do universo, não perca esta oportunidade de acompanhar de perto uma das maiores descobertas da exploração marciana recente. Assista ao vídeo, deixe seu comentário sobre o que achou dessa descoberta, curta e se inscreva no canal para acompanhar futuras atualizações sobre a busca da humanidade por respostas em Marte e além!FONTE:https://www.nature.com/articles/s43247-024-01837-2#MARS #LIFE #WATER https://www.instagram.com/spacetoday/]]></description><guid isPermaLink="false">5bfbea3d-2914-4980-9473-82488559aa1c</guid><pubDate>Mon, 10 Mar 2025 03:08:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/64782690/396276374_44100_2_bc81692eec749.mp3" length="11586245" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>MATRICULE-SE AGORA NO WORKSHOP DE VULCÕES, DIA 29 DE MARÇO DE 2025, O DIA TODO CONVERSANDO SOBRE AS MAIORES MARAVILHAS DA NATUREZA, APENAS R$97,00!!!https://academyspace.com.br/WORKSHOP/VISITE A SPACE TODAY STORE, E USE O CUPOM SPACEX15 PARA 15% DE...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[MATRICULE-SE AGORA NO WORKSHOP DE VULCÕES, DIA 29 DE MARÇO DE 2025, O DIA TODO CONVERSANDO SOBRE AS MAIORES MARAVILHAS DA NATUREZA, APENAS R$97,00!!!https://academyspace.com.br/WORKSHOP/VISITE A SPACE TODAY STORE, E USE O CUPOM SPACEX15 PARA 15% DE DESCONTO NA LOJA, DESCONTO VÁLIDO ATÉ O LANÇAMENTO DO STARSHIP!!!https://www.spacetodaystore.com.br/Explore a fascinante descoberta realizada pelo rover Perseverance em Marte, que promete mudar profundamente nossa compreensão sobre o passado do planeta vermelho! Neste vídeo, mergulhamos em uma pesquisa surpreendente conduzida por cientistas da Universidade Purdue, revelando minerais inesperados encontrados na superfície marciana. Os pesquisadores identificaram a presença de caulinita e espinélio, minerais que, até então, nunca haviam sido detectados dessa forma em Marte.A caulinita chamou especialmente a atenção dos cientistas, pois, na Terra, esse mineral é formado em ambientes com condições específicas, incluindo climas quentes e úmidos ou sistemas hidrotermais ativos. Sua presença em Marte sugere que o planeta teve condições ambientais bem diferentes das que imaginávamos anteriormente. Será que Marte já foi um mundo quente, úmido e potencialmente habitável? Descubra conosco como essas rochas pálidas e soltas, chamadas de "float rocks", trazem novas pistas para essa intrigante pergunta.A pesquisa contou com o instrumento SuperCam do rover Perseverance, liderado pelo renomado cientista Roger Wiens, que explica como essa poderosa ferramenta permite analisar rochas marcianas à distância com precisão inédita. Neste vídeo, detalhamos como o SuperCam ajudou a identificar mais de 4 mil dessas rochas espalhadas pela superfície marciana, apontando evidências cruciais para entender a história geológica do planeta.Além da caulinita, outro mineral fascinante detectado foi o espinélio, um mineral altamente resistente e geralmente associado a processos geológicos complexos, como altas temperaturas ou atividades vulcânicas. O espinélio fornece indícios adicionais de que Marte teve processos geológicos muito mais dinâmicos e complexos do que supúnhamos.Um dos grandes desafios enfrentados pelos cientistas é desvendar a origem exata dessas rochas. 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Este vídeo é uma jornada imperdível, não só pela ciência fascinante apresentada, mas também por seu potencial para redefinir completamente nossa visão sobre Marte.Se você se interessa por astronomia, exploração espacial e mistérios do universo, não perca esta oportunidade de acompanhar de perto uma das maiores descobertas da exploração marciana recente. 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Neste exoplaneta recém-descoberto, que tem pelo menos metade da massa de Vênus, um ano dura pouco mais de três dias terrestres. As observações da equipa também sugerem a existência de mais três candidatos a exoplanetas, em várias órbitas em torno da estrela.  Localizada a apenas seis anos-luz de distância, a estrela de Barnard é o segundo sistema estelar mais próximo — depois do grupo de três estrelas de Alfa Centauri — e a estrela individual mais próxima de nós. Devido à sua proximidade, é o alvo principal na busca por exoplanetas semelhantes à Terra. Apesar de uma detecção promissora em 2018 , nenhum planeta orbitando a estrela de Barnard foi confirmado até agora.  A descoberta deste novo exoplaneta — anunciada num artigo publicado hoje na revista Astronomy &amp; Astrophysics — é o resultado de observações feitas ao longo dos últimos cinco anos com o VLT do ESO , localizado no Observatório do Paranal, no Chile. “Mesmo que demorasse muito, estávamos sempre confiantes de que poderíamos encontrar algo”, diz Jonay González Hernández, investigador do Instituto de Astrofísica de Canarias, em Espanha, e autor principal do artigo. A equipa procurava sinais de possíveis exoplanetas dentro da zona habitável ou temperada da estrela de Barnard – a região onde pode existir água líquida na superfície do planeta. Anãs vermelhas como a estrela de Barnard são frequentemente alvo de astrônomos, uma vez que planetas rochosos de baixa massa são mais fáceis de detectar ali do que em torno de estrelas maiores semelhantes ao Sol. [1]  Barnard b [2] , como é chamado o exoplaneta recém-descoberto, está vinte vezes mais próximo da estrela de Barnard do que Mercúrio está do Sol. Ele orbita sua estrela em 3,15 dias terrestres e tem uma temperatura superficial de cerca de 125 °C. “Barnard b é um dos exoplanetas de menor massa conhecidos e um dos poucos conhecidos com massa menor que a da Terra. Mas o planeta está demasiado próximo da estrela hospedeira, mais próximo do que a zona habitável”, explica González Hernández. “ Mesmo que a estrela seja cerca de 2.500 graus mais fria que o nosso Sol, lá é quente demais para manter água líquida na superfície. ”  Para as suas observações, a equipa utilizou o ESPRESSO , um instrumento altamente preciso concebido para medir a oscilação de uma estrela causada pela atração gravitacional de um ou mais planetas em órbita. Os resultados obtidos nestas observações foram confirmados por dados de outros instrumentos também especializados na caça de exoplanetas: HARPS no Observatório de La Silla do ESO, HARPS-N e CARMENES . Os novos dados não apoiam, no entanto, a existência do exoplaneta reportado em 2018.   Além do planeta confirmado, a equipe internacional também encontrou indícios de mais três candidatos a exoplanetas orbitando a mesma estrela. Estes candidatos, no entanto, necessitarão de observações adicionais com o ESPRESSO para serem confirmados. “Precisamos agora continuar a observar esta estrela para confirmar os outros sinais candidatos”, afirma Alejandro Suárez Mascareño, investigador também do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias e coautor do estudo. “ Mas a descoberta deste planeta, juntamente com outras descobertas anteriores, como Proxima b e d , mostra que o nosso quintal cósmico está cheio de planetas de baixa massa .”]]></description><guid isPermaLink="false">a942da0e-2ae3-4ed2-862a-c3f2271d6c9b</guid><pubDate>Wed, 02 Oct 2024 01:57:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/62189205/387391438_44100_2_ae65c554fd25d.mp3" length="15886209" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>CONSIDERE APOIAR O TRABALHO DO SPACE TODAY, ASSINANDO A PLATAFORMA SPACE TODAY PLUS PREMIUM, POR APENAS R$29,00 POR MÊS, MENOS DE 1 REAL POR DIA!!!  https://spacetodayplus.com.br/premium/   Utilizando o Very Large Telescope do Observatório Europeu do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[CONSIDERE APOIAR O TRABALHO DO SPACE TODAY, ASSINANDO A PLATAFORMA SPACE TODAY PLUS PREMIUM, POR APENAS R$29,00 POR MÊS, MENOS DE 1 REAL POR DIA!!!  https://spacetodayplus.com.br/premium/   Utilizando o Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (VLT do ESO), os astrónomos descobriram um exoplaneta em órbita da estrela de Barnard, a estrela isolada mais próxima do nosso Sol. Neste exoplaneta recém-descoberto, que tem pelo menos metade da massa de Vênus, um ano dura pouco mais de três dias terrestres. As observações da equipa também sugerem a existência de mais três candidatos a exoplanetas, em várias órbitas em torno da estrela.  Localizada a apenas seis anos-luz de distância, a estrela de Barnard é o segundo sistema estelar mais próximo — depois do grupo de três estrelas de Alfa Centauri — e a estrela individual mais próxima de nós. Devido à sua proximidade, é o alvo principal na busca por exoplanetas semelhantes à Terra. Apesar de uma detecção promissora em 2018 , nenhum planeta orbitando a estrela de Barnard foi confirmado até agora.  A descoberta deste novo exoplaneta — anunciada num artigo publicado hoje na revista Astronomy &amp; Astrophysics — é o resultado de observações feitas ao longo dos últimos cinco anos com o VLT do ESO , localizado no Observatório do Paranal, no Chile. “Mesmo que demorasse muito, estávamos sempre confiantes de que poderíamos encontrar algo”, diz Jonay González Hernández, investigador do Instituto de Astrofísica de Canarias, em Espanha, e autor principal do artigo. A equipa procurava sinais de possíveis exoplanetas dentro da zona habitável ou temperada da estrela de Barnard – a região onde pode existir água líquida na superfície do planeta. Anãs vermelhas como a estrela de Barnard são frequentemente alvo de astrônomos, uma vez que planetas rochosos de baixa massa são mais fáceis de detectar ali do que em torno de estrelas maiores semelhantes ao Sol. [1]  Barnard b [2] , como é chamado o exoplaneta recém-descoberto, está vinte vezes mais próximo da estrela de Barnard do que Mercúrio está do Sol. Ele orbita sua estrela em 3,15 dias terrestres e tem uma temperatura superficial de cerca de 125 °C. “Barnard b é um dos exoplanetas de menor massa conhecidos e um dos poucos conhecidos com massa menor que a da Terra. Mas o planeta está demasiado próximo da estrela hospedeira, mais próximo do que a zona habitável”, explica González Hernández. “ Mesmo que a estrela seja cerca de 2.500 graus mais fria que o nosso Sol, lá é quente demais para manter água líquida na superfície. ”  Para as suas observações, a equipa utilizou o ESPRESSO , um instrumento altamente preciso concebido para medir a oscilação de uma estrela causada pela atração gravitacional de um ou mais planetas em órbita. Os resultados obtidos nestas observações foram confirmados por dados de outros instrumentos também especializados na caça de exoplanetas: HARPS no Observatório de La Silla do ESO, HARPS-N e CARMENES . Os novos dados não apoiam, no entanto, a existência do exoplaneta reportado em 2018.   Além do planeta confirmado, a equipe internacional também encontrou indícios de mais três candidatos a exoplanetas orbitando a mesma estrela. Estes candidatos, no entanto, necessitarão de observações adicionais com o ESPRESSO para serem confirmados. “Precisamos agora continuar a observar esta estrela para confirmar os outros sinais candidatos”, afirma Alejandro Suárez Mascareño, investigador também do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias e coautor do estudo. “ Mas a descoberta deste planeta, juntamente com outras descobertas anteriores, como Proxima b e d , mostra que o nosso quintal cósmico está cheio de planetas de baixa massa .”]]></itunes:summary><itunes:duration>993</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/26de60a816916822525844995e623728.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 69 - L3M - O Projeto Lunar Soviético</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-69-l3m-o-projeto-lunar-sovietico--61275721</link><description><![CDATA[No episódio de hoje, vamos encerrar a pequena série sobre o programa espacial soviético da década de 1960. Já falamos sobre o foguete N1, falamos sobre o cancelamento do programa N1/L3 e no programa de hoje vamos falar sobre o ambicioso projeto L3M de levar cosmonautas para a Lua!! O projeto lunar L3M da União Soviética, parte integral da corrida espacial contra os Estados Unidos, visava estabelecer uma presença humana na Lua. Apesar de nunca ter alcançado um pouso lunar tripulado, o projeto enfrentou vários desafios técnicos e políticos, notavelmente com o foguete N1, que sofreu falhas catastróficas. No entanto, contribuiu significativamente para o desenvolvimento tecnológico, especialmente no avanço dos motores a hidrogênio, e para a engenharia de foguetes. O legado do L3M inclui melhorias na propulsão espacial e no entendimento de operações extraterrestres, marcando um período de intensa inovação apesar das adversidades enfrentadas.]]></description><guid isPermaLink="false">f94463ac-ac37-4415-a37a-6b28d3c19d47</guid><pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:46:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/61275721/4e0d4901_f498_42a6_78d9_0cb50e000a59.mp3" length="70542495" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje, vamos encerrar a pequena série sobre o programa espacial soviético da década de 1960. Já falamos sobre o foguete N1, falamos sobre o cancelamento do programa N1/L3 e no programa de hoje vamos falar sobre o ambicioso projeto L3M de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje, vamos encerrar a pequena série sobre o programa espacial soviético da década de 1960. Já falamos sobre o foguete N1, falamos sobre o cancelamento do programa N1/L3 e no programa de hoje vamos falar sobre o ambicioso projeto L3M de levar cosmonautas para a Lua!! O projeto lunar L3M da União Soviética, parte integral da corrida espacial contra os Estados Unidos, visava estabelecer uma presença humana na Lua. Apesar de nunca ter alcançado um pouso lunar tripulado, o projeto enfrentou vários desafios técnicos e políticos, notavelmente com o foguete N1, que sofreu falhas catastróficas. No entanto, contribuiu significativamente para o desenvolvimento tecnológico, especialmente no avanço dos motores a hidrogênio, e para a engenharia de foguetes. 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Nesse contexto, o foguete N1 foi desenvolvido como a resposta soviética ao programa Apollo dos Estados Unidos, com o objetivo de levar cosmonautas à Lua. O N1 representava uma das empreitadas tecnológicas mais complexas da época, sendo projetado para ser o foguete mais poderoso já construído pela União Soviética, capaz de transportar o complexo lunar L3 para missões tripuladas à Lua. Apesar das ambições, o desenvolvimento do N1 foi repleto de desafios técnicos e logísticos. A urgência de competir com o programa Apollo levou a uma série de lançamentos mal-sucedidos, com quatro tentativas de lançamento resultando em explosões ou falhas que impediram o foguete de atingir a órbita. Essas falhas, no entanto, proporcionaram valiosas lições que impulsionaram melhorias contínuas no design e na engenharia do foguete. Os engenheiros soviéticos trabalharam incansavelmente para resolver os problemas técnicos, especialmente relacionados aos 30 motores da primeira etapa do foguete, que se mostraram complexos e suscetíveis a falhas. A preparação para o quinto lançamento, conhecido como Veículo No. 8L, incorporou uma série de inovações e modificações estruturais e de controle, com o objetivo de superar os desafios enfrentados nas tentativas anteriores. Entre as melhorias estavam a certificação dos motores para múltiplos disparos e a introdução de novos métodos de diagnóstico e controle automatizado de falhas. Embora a equipe estivesse otimista com as chances de sucesso, o projeto N1/L3 foi cancelado em 1974 devido a uma combinação de fatores técnicos, financeiros e estratégicos, marcando o fim da ambição soviética de enviar cosmonautas à Lua. Apesar do cancelamento, o legado do foguete N1 é significativo na história da exploração espacial. As inovações e os avanços tecnológicos desenvolvidos durante o projeto contribuíram para o progresso contínuo da engenharia aeroespacial, influenciando futuros lançadores e missões espaciais tanto na União Soviética quanto na Rússia pós-soviética. O programa N1 simboliza a perseverança e a busca incessante pela inovação, mesmo diante de adversidades, e continua a inspirar gerações de engenheiros e cientistas em sua missão de explorar o espaço.]]></description><guid isPermaLink="false">ff45ffd1-5fb0-4ca4-a401-15cc5e651121</guid><pubDate>Mon, 02 Sep 2024 14:18:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/61239336/a2975ae2_800f_9259_2a7f_6c65e4819c80.mp3" length="43329679" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Durante a corrida espacial da segunda metade do século XX, a União Soviética e os Estados Unidos competiram pelo domínio do espaço, buscando não apenas avanços tecnológicos, mas também prestígio internacional. 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Essas falhas, no entanto, proporcionaram valiosas lições que impulsionaram melhorias contínuas no design e na engenharia do foguete. Os engenheiros soviéticos trabalharam incansavelmente para resolver os problemas técnicos, especialmente relacionados aos 30 motores da primeira etapa do foguete, que se mostraram complexos e suscetíveis a falhas. A preparação para o quinto lançamento, conhecido como Veículo No. 8L, incorporou uma série de inovações e modificações estruturais e de controle, com o objetivo de superar os desafios enfrentados nas tentativas anteriores. Entre as melhorias estavam a certificação dos motores para múltiplos disparos e a introdução de novos métodos de diagnóstico e controle automatizado de falhas. Embora a equipe estivesse otimista com as chances de sucesso, o projeto N1/L3 foi cancelado em 1974 devido a uma combinação de fatores técnicos, financeiros e estratégicos, marcando o fim da ambição soviética de enviar cosmonautas à Lua. 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Este evento não apenas marcou o fim de um esforço secreto e monumental, mas também simbolizou uma reorientação estratégica significativa no contexto da corrida espacial entre as superpotências da época. A decisão foi acompanhada pela substituição de Vasily Mishin, então líder do projeto, por Valentin Glushko, um rival de longa data e crítico feroz do N1. O cancelamento do projeto N1/L3 ocorreu em um período de intensas mudanças políticas e tecnológicas. A NASA, nos Estados Unidos, já havia concluído o programa Apollo e estava voltada para o desenvolvimento de um sistema de transporte espacial reutilizável, o que prometia revolucionar a exploração espacial. Em contraste, a União Soviética enfrentava desafios técnicos persistentes, especialmente relacionados à confiabilidade dos motores do foguete N1, que eram considerados o elemento mais problemático do programa lunar soviético. A decisão de encerrar o projeto N1/L3 foi resultado de uma série de reuniões e deliberações de alto nível, que envolve figuras proeminentes da indústria espacial soviética e do governo. Entre os participantes dessas discussões estavam Dmitry Ustinov, Secretário do Comitê Central para a indústria de defesa, Mstislav Keldysh, Chefe da Academia de Ciências, e Leonid Smirnov, Presidente da Comissão Militar-Industrial. A ausência de Vasily Mishin e Nikolai Kuznetsov, chefe do bureau de design responsável pelos motores do N1, nessas reuniões críticas, sinalizou a falta de confiança nas capacidades técnicas e na liderança do projeto. Nesse episódio vamos examinar os antecedentes do programa espacial soviético, os desafios técnicos e políticos enfrentados pelo projeto N1/L3, e as consequências da decisão de descontinuar o esforço lunar. Através de uma análise detalhada dos eventos que levaram ao cancelamento do N1, buscamos compreender as complexas interações entre política, tecnologia e ambição que moldaram um dos capítulos mais intrigantes da história da exploração espacial. Ao explorar as motivações e os impactos dessa decisão, também refletiremos sobre as lições aprendidas e a importância histórica do evento. A história do N1/L3 não é apenas um relato de falhas técnicas e disputas políticas, mas também uma janela para a determinação e os desafios enfrentados por aqueles que ousaram sonhar com a conquista do espaço. Através dessa narrativa, esperamos lançar luz sobre um período crucial da corrida espacial e suas implicações duradouras para a exploração do cosmos. <br />]]></description><guid isPermaLink="false">19c11f28-1473-4b41-9f2b-dba3df892c1b</guid><pubDate>Sat, 01 Jun 2024 23:58:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/60251262/10a01815_0edb_2ea2_6a41_4df1cc3f7fcd.mp3" length="64390237" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Em 21 de maio de 1974, a União Soviética tomou uma decisão histórica que alteraria para sempre o curso de seu programa espacial: a descontinuação do projeto N1/L3, uma ambiciosa iniciativa que visava colocar um cosmonauta na Lua. Este evento não...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 21 de maio de 1974, a União Soviética tomou uma decisão histórica que alteraria para sempre o curso de seu programa espacial: a descontinuação do projeto N1/L3, uma ambiciosa iniciativa que visava colocar um cosmonauta na Lua. Este evento não apenas marcou o fim de um esforço secreto e monumental, mas também simbolizou uma reorientação estratégica significativa no contexto da corrida espacial entre as superpotências da época. A decisão foi acompanhada pela substituição de Vasily Mishin, então líder do projeto, por Valentin Glushko, um rival de longa data e crítico feroz do N1. O cancelamento do projeto N1/L3 ocorreu em um período de intensas mudanças políticas e tecnológicas. A NASA, nos Estados Unidos, já havia concluído o programa Apollo e estava voltada para o desenvolvimento de um sistema de transporte espacial reutilizável, o que prometia revolucionar a exploração espacial. Em contraste, a União Soviética enfrentava desafios técnicos persistentes, especialmente relacionados à confiabilidade dos motores do foguete N1, que eram considerados o elemento mais problemático do programa lunar soviético. A decisão de encerrar o projeto N1/L3 foi resultado de uma série de reuniões e deliberações de alto nível, que envolve figuras proeminentes da indústria espacial soviética e do governo. Entre os participantes dessas discussões estavam Dmitry Ustinov, Secretário do Comitê Central para a indústria de defesa, Mstislav Keldysh, Chefe da Academia de Ciências, e Leonid Smirnov, Presidente da Comissão Militar-Industrial. A ausência de Vasily Mishin e Nikolai Kuznetsov, chefe do bureau de design responsável pelos motores do N1, nessas reuniões críticas, sinalizou a falta de confiança nas capacidades técnicas e na liderança do projeto. Nesse episódio vamos examinar os antecedentes do programa espacial soviético, os desafios técnicos e políticos enfrentados pelo projeto N1/L3, e as consequências da decisão de descontinuar o esforço lunar. Através de uma análise detalhada dos eventos que levaram ao cancelamento do N1, buscamos compreender as complexas interações entre política, tecnologia e ambição que moldaram um dos capítulos mais intrigantes da história da exploração espacial. Ao explorar as motivações e os impactos dessa decisão, também refletiremos sobre as lições aprendidas e a importância histórica do evento. A história do N1/L3 não é apenas um relato de falhas técnicas e disputas políticas, mas também uma janela para a determinação e os desafios enfrentados por aqueles que ousaram sonhar com a conquista do espaço. Através dessa narrativa, esperamos lançar luz sobre um período crucial da corrida espacial e suas implicações duradouras para a exploração do cosmos. <br />]]></itunes:summary><itunes:duration>2683</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0728e750848790c4ac5dee1eb27a706e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Novo E Gigantesco Vulcão Descoberto Em Marte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/novo-e-gigantesco-vulcao-descoberto-em-marte--59271187</link><description><![CDATA[DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA NA AVENIDA PAULISTA EM SÃO PAULO COM A APRESENTAÇÃO - SERÁ QUE ESTAMOS SOZINHOS? INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:  https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211  ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA:  https://academyspace.com.br/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  Em um anúncio inovador na 55ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária realizada em The Woodlands, Texas, os cientistas revelaram a descoberta de um vulcão gigante e uma possível camada de gelo glacial enterrado na parte oriental de Marte 'Província vulcânica de Tharsis, perto do equador do planeta. Observado repetidamente por naves espaciais em órbita de Marte desde a Mariner 9 em 1971 - mas profundamente erodido e irreconhecível, o vulcão gigante esteve escondido à vista de todos durante décadas numa das regiões mais emblemáticas de Marte, na fronteira entre o labirinto fortemente fracturado. Noctis Labyrinthus (Labirinto da Noite) e os desfiladeiros monumentais de Valles Marineris.  Provisoriamente designado “vulcão Noctis” enquanto se aguarda um nome oficial, a estrutura está centrada em 7° 35' S, 93° 55' W. Atinge +9.022 metros (29.600 pés) de altitude e se estende por 450 quilômetros (280 milhas) de largura. O tamanho gigantesco do vulcão e a complexa história de modificações indicam que ele está ativo há muito tempo. Na sua parte sudeste encontra-se um depósito vulcânico fino e recente, sob o qual o gelo glaciar provavelmente ainda está presente. Esta combinação de um vulcão gigante e uma possível descoberta de gelo glaciar é significativa, pois aponta para um novo local excitante para estudar a evolução geológica de Marte ao longo do tempo, procurar vida e explorar com robôs e humanos no futuro.  “Estávamos examinando a geologia de uma área onde encontramos restos de uma geleira no ano passado, quando percebemos que estávamos dentro de um vulcão enorme e profundamente erodido”, disse o Dr. Pascal Lee, cientista planetário do Instituto SETI e do Instituto Mars. baseado no Ames Research Center da NASA e principal autor do estudo .  Várias pistas, juntas, revelam a natureza vulcânica da confusão de planaltos e desfiladeiros em camadas nesta parte oriental de Noctis Labyrinthus. A área central do cume é marcada por várias mesas elevadas formando um arco, atingindo uma altura regional e descendo em declive longe da área do cume. As suaves encostas exteriores estendem-se até 225 quilómetros (140 milhas) de distância em diferentes direcções. Um remanescente de caldeira – os restos de uma cratera vulcânica desmoronada que já abrigou um lago de lava – pode ser visto perto do centro da estrutura. Fluxos de lava, depósitos piroclásticos (feitos de materiais particulados vulcânicos como cinzas, cinzas, pedra-pomes e tefra) e depósitos minerais hidratados ocorrem em diversas áreas dentro do perímetro da estrutura.  FONTE:  https://www.seti.org/press-release/giant-volcano-discovered-mars  #MARS #VOLCANO #LIFE]]></description><guid isPermaLink="false">b57f3802-8e82-4437-98b6-06f823df5f8a</guid><pubDate>Wed, 03 Apr 2024 02:02:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59271187/373043505_44100_2_2963c89303baa.mp3" length="14334327" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA NA AVENIDA PAULISTA EM SÃO PAULO COM A APRESENTAÇÃO - SERÁ QUE ESTAMOS SOZINHOS? INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA NA AVENIDA PAULISTA EM SÃO PAULO COM A APRESENTAÇÃO - SERÁ QUE ESTAMOS SOZINHOS? INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:  https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211  ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA:  https://academyspace.com.br/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  Em um anúncio inovador na 55ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária realizada em The Woodlands, Texas, os cientistas revelaram a descoberta de um vulcão gigante e uma possível camada de gelo glacial enterrado na parte oriental de Marte 'Província vulcânica de Tharsis, perto do equador do planeta. Observado repetidamente por naves espaciais em órbita de Marte desde a Mariner 9 em 1971 - mas profundamente erodido e irreconhecível, o vulcão gigante esteve escondido à vista de todos durante décadas numa das regiões mais emblemáticas de Marte, na fronteira entre o labirinto fortemente fracturado. Noctis Labyrinthus (Labirinto da Noite) e os desfiladeiros monumentais de Valles Marineris.  Provisoriamente designado “vulcão Noctis” enquanto se aguarda um nome oficial, a estrutura está centrada em 7° 35' S, 93° 55' W. Atinge +9.022 metros (29.600 pés) de altitude e se estende por 450 quilômetros (280 milhas) de largura. O tamanho gigantesco do vulcão e a complexa história de modificações indicam que ele está ativo há muito tempo. Na sua parte sudeste encontra-se um depósito vulcânico fino e recente, sob o qual o gelo glaciar provavelmente ainda está presente. Esta combinação de um vulcão gigante e uma possível descoberta de gelo glaciar é significativa, pois aponta para um novo local excitante para estudar a evolução geológica de Marte ao longo do tempo, procurar vida e explorar com robôs e humanos no futuro.  “Estávamos examinando a geologia de uma área onde encontramos restos de uma geleira no ano passado, quando percebemos que estávamos dentro de um vulcão enorme e profundamente erodido”, disse o Dr. Pascal Lee, cientista planetário do Instituto SETI e do Instituto Mars. baseado no Ames Research Center da NASA e principal autor do estudo .  Várias pistas, juntas, revelam a natureza vulcânica da confusão de planaltos e desfiladeiros em camadas nesta parte oriental de Noctis Labyrinthus. A área central do cume é marcada por várias mesas elevadas formando um arco, atingindo uma altura regional e descendo em declive longe da área do cume. As suaves encostas exteriores estendem-se até 225 quilómetros (140 milhas) de distância em diferentes direcções. Um remanescente de caldeira – os restos de uma cratera vulcânica desmoronada que já abrigou um lago de lava – pode ser visto perto do centro da estrutura. Fluxos de lava, depósitos piroclásticos (feitos de materiais particulados vulcânicos como cinzas, cinzas, pedra-pomes e tefra) e depósitos minerais hidratados ocorrem em diversas áreas dentro do perímetro da estrutura.  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INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:  https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211  ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA:  https://academyspace.com.br/  No coração de uma galáxia distante, um buraco negro supermassivo parece ter tido um caso de soluços.  Astrônomos do MIT, da Itália, da República Tcheca e de outros lugares descobriram que um buraco negro anteriormente silencioso, que fica no centro de uma galáxia a cerca de 800 milhões de anos-luz de distância, entrou em erupção repentinamente, emitindo plumas de gás a cada 8,5 dias antes. voltando ao seu estado normal e silencioso.  Os soluços periódicos são um comportamento novo que não foi observado em buracos negros até agora. Os cientistas acreditam que a explicação mais provável para as explosões deriva de um segundo buraco negro, mais pequeno, que gira em torno do buraco negro supermassivo central e lança material para fora do disco de gás do buraco negro maior a cada 8,5 dias.  As descobertas da equipa, publicadas hoje na revista Science Advances , desafiam a imagem convencional dos discos de acreção de buracos negros, que os cientistas presumiram serem discos de gás relativamente uniformes que giram em torno de um buraco negro central. Os novos resultados sugerem que os discos de acreção podem ter conteúdos mais variados, possivelmente contendo outros buracos negros e até estrelas inteiras.  FONTE:  https://www.science.org/doi/epdf/10.1126/sciadv.adj8898  #BLACKHOLE #HICUP #UNIVERSE]]></description><guid isPermaLink="false">ba010fea-45d1-402f-af8f-115c036bd241</guid><pubDate>Mon, 01 Apr 2024 11:04:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59246318/372846995_44100_2_ddd4fde712cee.mp3" length="11066722" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>CUPOM VÁLIDO PARA TODO O MÊS DE MARÇO, NÃO SE ESQUEÇA, SÃO 15% DE DESCONTO EM MARÇO, O MÊS DE CONSUMIDOR, USE SPACE15!!!  https://www.insiderstore.com.br/SpaceToday15   DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[CUPOM VÁLIDO PARA TODO O MÊS DE MARÇO, NÃO SE ESQUEÇA, SÃO 15% DE DESCONTO EM MARÇO, O MÊS DE CONSUMIDOR, USE SPACE15!!!  https://www.insiderstore.com.br/SpaceToday15   DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA NA AVENIDA PAULISTA EM SÃO PAULO COM A APRESENTAÇÃO - SERÁ QUE ESTAMOS SOZINHOS? INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:  https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211  ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA:  https://academyspace.com.br/  No coração de uma galáxia distante, um buraco negro supermassivo parece ter tido um caso de soluços.  Astrônomos do MIT, da Itália, da República Tcheca e de outros lugares descobriram que um buraco negro anteriormente silencioso, que fica no centro de uma galáxia a cerca de 800 milhões de anos-luz de distância, entrou em erupção repentinamente, emitindo plumas de gás a cada 8,5 dias antes. voltando ao seu estado normal e silencioso.  Os soluços periódicos são um comportamento novo que não foi observado em buracos negros até agora. Os cientistas acreditam que a explicação mais provável para as explosões deriva de um segundo buraco negro, mais pequeno, que gira em torno do buraco negro supermassivo central e lança material para fora do disco de gás do buraco negro maior a cada 8,5 dias.  As descobertas da equipa, publicadas hoje na revista Science Advances , desafiam a imagem convencional dos discos de acreção de buracos negros, que os cientistas presumiram serem discos de gás relativamente uniformes que giram em torno de um buraco negro central. Os novos resultados sugerem que os discos de acreção podem ter conteúdos mais variados, possivelmente contendo outros buracos negros e até estrelas inteiras.  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INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:  https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211  ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA:  https://academyspace.com.br/  Uma nova imagem da colaboração Event Horizon Telescope (EHT) revelou campos magnéticos fortes e organizados a espiralar desde a borda do buraco negro supermassivo Sagitário A* (Sgr A*). Com observações feitas pela primeira vez em luz polarizada, a nova imagem do monstro que se esconde no coração da Via Láctea revelou um campo magnético com uma estrutura muito semelhante à do buraco negro situado no centro da galáxia M87, sugerindo que campos magnéticos intensos podem ser comuns a todos os buracos negros. Esta semelhança aponta também para a existência de um jato oculto em Sgr A*. Os resultados foram publicados hoje na revista da especialidade The Astrophysical Journal Letters.  Em 2022, os cientistas revelaram a primeira imagem de Sgr A* durante conferências de imprensa em todo o mundo, incluindo no Observatório Europeu do Sul (ESO). Embora o buraco negro supermassivo da Via Láctea, que se encontra a cerca de 27 000 anos-luz de distância da Terra, seja pelo menos mil vezes mais pequeno e menos massivo do que o de M87, o primeiro buraco negro a ser fotografado, as observações revelaram que os dois têm um aspeto bastante semelhante, o que levou os cientistas a perguntarem-se se estes buracos negros partilhariam características comuns para além da sua aparência. Para o descobrir, a equipa decidiu estudar o Sgr A* em luz polarizada. Estudos anteriores da luz em torno do buraco negro de M87 (M87*) revelaram que os campos magnéticos à sua volta permitiam que o buraco negro lançasse poderosos jatos de material para o seu meio circundante. Com base neste trabalho, as novas imagens revelaram agora que o mesmo pode ser verdade para Sgr A*.  FONTE:  https://www.eso.org/public/portugal/news/eso2406/?lang  #BLACKHOLE #UNIVERSE #EHT]]></description><guid isPermaLink="false">c5954929-879e-46fc-9e37-51fff1208da5</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2024 02:22:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59203653/372443144_44100_2_47123a41fb2c3.mp3" length="14395349" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>CUPOM VÁLIDO PARA TODO O MÊS DE MARÇO, NÃO SE ESQUEÇA, SÃO 15% DE DESCONTO EM MARÇO, O MÊS DE CONSUMIDOR, USE SPACE15!!!  https://www.insiderstore.com.br/SpaceToday15   DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[CUPOM VÁLIDO PARA TODO O MÊS DE MARÇO, NÃO SE ESQUEÇA, SÃO 15% DE DESCONTO EM MARÇO, O MÊS DE CONSUMIDOR, USE SPACE15!!!  https://www.insiderstore.com.br/SpaceToday15   DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA NA AVENIDA PAULISTA EM SÃO PAULO COM A APRESENTAÇÃO - SERÁ QUE ESTAMOS SOZINHOS? INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:  https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211  ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA:  https://academyspace.com.br/  Uma nova imagem da colaboração Event Horizon Telescope (EHT) revelou campos magnéticos fortes e organizados a espiralar desde a borda do buraco negro supermassivo Sagitário A* (Sgr A*). Com observações feitas pela primeira vez em luz polarizada, a nova imagem do monstro que se esconde no coração da Via Láctea revelou um campo magnético com uma estrutura muito semelhante à do buraco negro situado no centro da galáxia M87, sugerindo que campos magnéticos intensos podem ser comuns a todos os buracos negros. Esta semelhança aponta também para a existência de um jato oculto em Sgr A*. Os resultados foram publicados hoje na revista da especialidade The Astrophysical Journal Letters.  Em 2022, os cientistas revelaram a primeira imagem de Sgr A* durante conferências de imprensa em todo o mundo, incluindo no Observatório Europeu do Sul (ESO). Embora o buraco negro supermassivo da Via Láctea, que se encontra a cerca de 27 000 anos-luz de distância da Terra, seja pelo menos mil vezes mais pequeno e menos massivo do que o de M87, o primeiro buraco negro a ser fotografado, as observações revelaram que os dois têm um aspeto bastante semelhante, o que levou os cientistas a perguntarem-se se estes buracos negros partilhariam características comuns para além da sua aparência. Para o descobrir, a equipa decidiu estudar o Sgr A* em luz polarizada. Estudos anteriores da luz em torno do buraco negro de M87 (M87*) revelaram que os campos magnéticos à sua volta permitiam que o buraco negro lançasse poderosos jatos de material para o seu meio circundante. Com base neste trabalho, as novas imagens revelaram agora que o mesmo pode ser verdade para Sgr A*.  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Uma delas é a galáxia excepcionalmente luminosa GN-z11, que existia quando o universo tinha apenas uma pequena fração da sua idade atual. Uma das galáxias mais jovens e distantes já observadas, é também uma das mais enigmáticas. Por que é tão brilhante? Webb parece ter encontrado a resposta.  Cientistas que usaram Webb para estudar GN-z11 também descobriram algumas evidências tentadoras da existência de estrelas de População III aninhadas nos arredores desta galáxia remota. Estas estrelas indescritíveis – as primeiras a trazer luz ao universo – são puramente feitas de hidrogénio e hélio. Nenhuma detecção definitiva de tais estrelas foi feita, mas os cientistas sabem que elas devem existir. Agora, com Webb, a descoberta deles parece mais próxima do que nunca.  FONTES:  https://webbtelescope.org/contents/news-releases/2024/news-2024-106.html  https://www.nature.com/articles/s41586-024-07052-5  https://arxiv.org/abs/2306.00953  #JAMESWEBB #GALAXY #UNIVERSE]]></description><guid isPermaLink="false">0f71f76b-008b-4cb9-a9f0-47766a8ef9c0</guid><pubDate>Mon, 25 Mar 2024 02:56:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59160182/372093834_44100_2_3e65d591216c.mp3" length="12689657" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  Cumprindo a sua promessa de transformar a nossa compreensão do universo primitivo, o Telescópio Espacial James Webb está a sondar galáxias perto do início dos tempos. Uma delas é a galáxia excepcionalmente luminosa GN-z11, que existia quando o universo tinha apenas uma pequena fração da sua idade atual. Uma das galáxias mais jovens e distantes já observadas, é também uma das mais enigmáticas. Por que é tão brilhante? Webb parece ter encontrado a resposta.  Cientistas que usaram Webb para estudar GN-z11 também descobriram algumas evidências tentadoras da existência de estrelas de População III aninhadas nos arredores desta galáxia remota. Estas estrelas indescritíveis – as primeiras a trazer luz ao universo – são puramente feitas de hidrogénio e hélio. Nenhuma detecção definitiva de tais estrelas foi feita, mas os cientistas sabem que elas devem existir. Agora, com Webb, a descoberta deles parece mais próxima do que nunca.  FONTES:  https://webbtelescope.org/contents/news-releases/2024/news-2024-106.html  https://www.nature.com/articles/s41586-024-07052-5  https://arxiv.org/abs/2306.00953  #JAMESWEBB #GALAXY #UNIVERSE]]></itunes:summary><itunes:duration>794</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/be982dec483d82e595160d84f3b3644a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>O Universo Sem Matéria Escura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-universo-sem-materia-escura--59107424</link><description><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  O modelo teórico atual para a composição do universo é que ele é feito de “matéria normal”, “energia escura” e “matéria escura”. Um novo estudo da uOttawa desafia isso. Um estudo da Universidade de Ottawa publicado hoje desafia o modelo atual do Universo ao mostrar que, de facto, não há espaço para a matéria escura.  Na cosmologia, o termo “matéria escura” descreve tudo o que parece não interagir com a luz ou o campo eletromagnético, ou que só pode ser explicado através da força gravitacional. Não podemos vê-lo, nem sabemos do que é feito, mas ajuda-nos a compreender como se comportam as galáxias, os planetas e as estrelas.  Rajendra Gupta , professor de física da Faculdade de Ciências, usou uma combinação de constantes de acoplamento covariantesnordestelink externo(CCC) e “ luz cansadanordestelink externo”Teorias (TL) (o modelo CCC + TL) para chegar a esta conclusão. Este modelo combina duas ideias – sobre como as forças da natureza diminuem ao longo do tempo cósmico e sobre a perda de energia da luz quando viaja uma longa distância. Foi testado e demonstrou corresponder a várias observações, tais como sobre a forma como as galáxias estão espalhadas e como a luz do universo primitivo evoluiu.  Esta descoberta desafia a compreensão prevalecente do universo, que sugere que cerca de 27% dele é composto de matéria escura e menos de 5% de matéria comum, permanecendo sendo a energia escura. “As descobertas do estudo confirmam que nosso  trabalho anterior (“ Observações iniciais do universo JWST e cosmologia ΛCDMnordestelink externo”) sobre a  idade do universo ser  26,7 bilhões de anos nos permitiu descobrir que o universo não requer matéria escura para existir”, explica Gupta. “Na cosmologia padrão, diz-se que a expansão acelerada do universo é causada pela energia escura, mas na verdade se deve ao enfraquecimento das forças da natureza à medida que ela se expande, e não à energia escura.”  “Desvios para o vermelho” referem-se a quando a luz é deslocada em direção à parte vermelha do espectro. O pesquisador analisou dados de artigos recentes sobre a distribuição de galáxias em baixos redshifts e o tamanho angular do horizonte sonoro na literatura em altos redshifts.  “Existem vários artigos que questionam a existência de matéria escura, mas o meu é o primeiro, que eu saiba, que elimina a sua existência cosmológica, ao mesmo tempo que é consistente com observações cosmológicas chave que tivemos tempo de confirmar”, diz Gupta.  Ao desafiar a necessidade de matéria escura no universo  e ao fornecer evidências para um novo modelo cosmológico, este estudo abre novos caminhos para explorar as propriedades fundamentais do universo.  FONTES:  https://www.uottawa.ca/about-us/media/news/new-research-suggests-our-universe-has-no-dark-matter  https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ad1bc6/pdf  https://arxiv.org/pdf/2201.11667.pdf  #DARKMATTER #UNIVERSE #LIFE]]></description><guid isPermaLink="false">3c76bef8-1ab6-49a5-b94a-eb37bca8e3cc</guid><pubDate>Wed, 20 Mar 2024 00:59:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59107424/371524520_44100_2_7c5796505638d.mp3" length="12475244" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  O modelo teórico atual para a composição do universo é que ele é feito de “matéria normal”, “energia escura” e “matéria escura”. Um novo estudo da uOttawa desafia isso. Um estudo da Universidade de Ottawa publicado hoje desafia o modelo atual do Universo ao mostrar que, de facto, não há espaço para a matéria escura.  Na cosmologia, o termo “matéria escura” descreve tudo o que parece não interagir com a luz ou o campo eletromagnético, ou que só pode ser explicado através da força gravitacional. Não podemos vê-lo, nem sabemos do que é feito, mas ajuda-nos a compreender como se comportam as galáxias, os planetas e as estrelas.  Rajendra Gupta , professor de física da Faculdade de Ciências, usou uma combinação de constantes de acoplamento covariantesnordestelink externo(CCC) e “ luz cansadanordestelink externo”Teorias (TL) (o modelo CCC + TL) para chegar a esta conclusão. Este modelo combina duas ideias – sobre como as forças da natureza diminuem ao longo do tempo cósmico e sobre a perda de energia da luz quando viaja uma longa distância. Foi testado e demonstrou corresponder a várias observações, tais como sobre a forma como as galáxias estão espalhadas e como a luz do universo primitivo evoluiu.  Esta descoberta desafia a compreensão prevalecente do universo, que sugere que cerca de 27% dele é composto de matéria escura e menos de 5% de matéria comum, permanecendo sendo a energia escura. “As descobertas do estudo confirmam que nosso  trabalho anterior (“ Observações iniciais do universo JWST e cosmologia ΛCDMnordestelink externo”) sobre a  idade do universo ser  26,7 bilhões de anos nos permitiu descobrir que o universo não requer matéria escura para existir”, explica Gupta. “Na cosmologia padrão, diz-se que a expansão acelerada do universo é causada pela energia escura, mas na verdade se deve ao enfraquecimento das forças da natureza à medida que ela se expande, e não à energia escura.”  “Desvios para o vermelho” referem-se a quando a luz é deslocada em direção à parte vermelha do espectro. O pesquisador analisou dados de artigos recentes sobre a distribuição de galáxias em baixos redshifts e o tamanho angular do horizonte sonoro na literatura em altos redshifts.  “Existem vários artigos que questionam a existência de matéria escura, mas o meu é o primeiro, que eu saiba, que elimina a sua existência cosmológica, ao mesmo tempo que é consistente com observações cosmológicas chave que tivemos tempo de confirmar”, diz Gupta.  Ao desafiar a necessidade de matéria escura no universo  e ao fornecer evidências para um novo modelo cosmológico, este estudo abre novos caminhos para explorar as propriedades fundamentais do universo.  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Chamados de quasares, os buracos negros devoradores de gás são, ironicamente, alguns dos objetos mais brilhantes do Universo.  O novo mapa regista a localização de cerca de 1,3 milhões de quasares no espaço e no tempo, o mais distante dos quais brilhou quando o Universo tinha apenas 1,5 mil milhões de anos. (Para efeito de comparação, o Universo tem agora 13,7 mil milhões de anos.)  "Este catálogo de quasar é diferente de todos os catálogos anteriores porque nos dá um mapa tridimensional do maior volume do Universo de sempre," afirma o co-criador do mapa David Hogg, investigador sénior do Centro de Pesquisa Computacional do Flatiron Institute. Astrofísica na cidade de Nova York e professor de física e ciência de dados na Universidade de Nova York. “Não é o catálogo com mais quasares, e não é o catálogo com as medições de quasares de melhor qualidade, mas é o catálogo com o maior volume total do universo mapeado.”  Hogg e seus colegas apresentam o mapa num artigo publicado no The Astrophysical Journal . A autora principal do artigo, Kate Storey-Fisher, é pesquisadora de pós-doutorado no Centro Internacional de Física de Donostia, na Espanha.  Os cientistas construíram o novo mapa usando dados do telescópio espacial Gaia da Agência Espacial Europeia. Embora o objetivo principal do Gaia seja mapear as estrelas da nossa galáxia, ele também detecta inadvertidamente objetos fora da Via Láctea, como quasares e outras galáxias , enquanto examina o céu.  "Fomos capazes de fazer medições de como a matéria se aglomera no Universo primitivo , que são tão precisas como algumas das dos principais projectos de pesquisa internacionais - o que é bastante notável, dado que obtivemos os nossos dados como um 'bónus' da Via Láctea. projeto Gaia focado", diz Storey-Fisher.   FONTES:  https://www.esa.int/Science_Exploration/Space_Science/Gaia  https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ad1328/pdf]]></description><guid isPermaLink="false">ddfd4bc2-ad23-48e3-8734-2253878fa044</guid><pubDate>Tue, 19 Mar 2024 03:24:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59097449/371414398_44100_2_fe6734c9fcab7.mp3" length="12120397" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>CUPOM VÁLIDO PARA TODO O MÊS DE MARÇO, NÃO SE ESQUEÇA, SÃO 15% DE DESCONTO EM MARÇO, O MÊS DE CONSUMIDOR, USE SPACE15!!!  https://www.insiderstore.com.br/SpaceToday15   Os astrónomos mapearam o maior volume de sempre do Universo com um novo mapa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[CUPOM VÁLIDO PARA TODO O MÊS DE MARÇO, NÃO SE ESQUEÇA, SÃO 15% DE DESCONTO EM MARÇO, O MÊS DE CONSUMIDOR, USE SPACE15!!!  https://www.insiderstore.com.br/SpaceToday15   Os astrónomos mapearam o maior volume de sempre do Universo com um novo mapa de buracos negros supermassivos activos que vivem nos centros das galáxias. Chamados de quasares, os buracos negros devoradores de gás são, ironicamente, alguns dos objetos mais brilhantes do Universo.  O novo mapa regista a localização de cerca de 1,3 milhões de quasares no espaço e no tempo, o mais distante dos quais brilhou quando o Universo tinha apenas 1,5 mil milhões de anos. (Para efeito de comparação, o Universo tem agora 13,7 mil milhões de anos.)  "Este catálogo de quasar é diferente de todos os catálogos anteriores porque nos dá um mapa tridimensional do maior volume do Universo de sempre," afirma o co-criador do mapa David Hogg, investigador sénior do Centro de Pesquisa Computacional do Flatiron Institute. Astrofísica na cidade de Nova York e professor de física e ciência de dados na Universidade de Nova York. “Não é o catálogo com mais quasares, e não é o catálogo com as medições de quasares de melhor qualidade, mas é o catálogo com o maior volume total do universo mapeado.”  Hogg e seus colegas apresentam o mapa num artigo publicado no The Astrophysical Journal . A autora principal do artigo, Kate Storey-Fisher, é pesquisadora de pós-doutorado no Centro Internacional de Física de Donostia, na Espanha.  Os cientistas construíram o novo mapa usando dados do telescópio espacial Gaia da Agência Espacial Europeia. Embora o objetivo principal do Gaia seja mapear as estrelas da nossa galáxia, ele também detecta inadvertidamente objetos fora da Via Láctea, como quasares e outras galáxias , enquanto examina o céu.  "Fomos capazes de fazer medições de como a matéria se aglomera no Universo primitivo , que são tão precisas como algumas das dos principais projectos de pesquisa internacionais - o que é bastante notável, dado que obtivemos os nossos dados como um 'bónus' da Via Láctea. projeto Gaia focado", diz Storey-Fisher.   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E desde então os astrônomos buscam de todas as maneiras encontrar essas moléculas.  Isso é muito importante pois essas moléculas seriam fundamentais para tornar planetas habitáveis.  Mas aí veio ele, o Telescópio Espacial James Webb e com a sua resolução e a sua sensibilidade, era a chance dos astrônomos conseguirem detectar essas moléculas.  O James Webb foi então apontado para a estrela conhecida como IRAS 2A, essa estrela é na verdade uma protoestrela de baixa massa.  Ela pode ser muito semelhante aos estágios iniciais do nosso próprio Sol e do nosso Sistema Solar.  Assim, se os astrônomos conseguissem identificar as espécies químicas que eles estavam procurando nessa protoestrela, elas também poderiam estar presentes na formação do nosso Sistema Solar.  E os astrônomos conseguiram, eles identificaram com o James Webb moléculas simples como o metano, até moléculas bem mais complexas como o ácido acético e o etanol, e o mais importante, detectaram essas moléculas em sua fase sólida, ou seja, gelos dessas moléculas.  Essas moléculas já haviam sido detectadas na fase gasosa, isso quer dizer que os gelos detectados agora sofrem sublimação e se transformam em gases e assim, os astrônomos podem traçar então como é a história dessas moléculas no espaço.  A importância desse trabalho é que essas moléculas agora podem ser transportadas para cometas, asteroides e até mesmo para planetas, à medida que o sistema vai evoluindo.  Os cometas e os asteroides podem colidir com os planetas e então transportar esses ingredientes que são fundamentais para gerar mundos habitáveis.  Outra molécula importante detectada pelos astrônomos com o James Webb foi o dióxido de enxofre, como sabemos, o enxofre é essencial para a vida na Terra.  Os astrônomos vão seguir usando o James Webb para procurar as moléculas em estrelas jovens e em jovens sistemas planetários, entender a astroquímica, e como essas moléculas são transportadas é fundamental e crucial para entender como os blocos fundamentais para a construção da hbitabilidade de um planeta surgem e podem chegar até os planetas, contribuindo de forma definitiva para a química pré-biótica.  FONTE:  https://science.nasa.gov/missions/webb/cheers-nasas-webb-finds-ethanol-other-icy-ingredients-for-worlds/  #JAMESWEBB #HABITABLE #LIFE]]></description><guid isPermaLink="false">4b3fec6a-b7c5-467e-a4ca-3a2945b6de2d</guid><pubDate>Mon, 18 Mar 2024 01:53:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59082681/371280270_44100_2_045a75b9fe315.mp3" length="11691571" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  Há décadas os astrônomos previram através de experiências em laboratório que moléculas orgânicas complexas, conhecidas como COMs, na fase sólida poderiam ser encontradas em protoestrelas.  E desde então os astrônomos buscam de todas as maneiras encontrar essas moléculas.  Isso é muito importante pois essas moléculas seriam fundamentais para tornar planetas habitáveis.  Mas aí veio ele, o Telescópio Espacial James Webb e com a sua resolução e a sua sensibilidade, era a chance dos astrônomos conseguirem detectar essas moléculas.  O James Webb foi então apontado para a estrela conhecida como IRAS 2A, essa estrela é na verdade uma protoestrela de baixa massa.  Ela pode ser muito semelhante aos estágios iniciais do nosso próprio Sol e do nosso Sistema Solar.  Assim, se os astrônomos conseguissem identificar as espécies químicas que eles estavam procurando nessa protoestrela, elas também poderiam estar presentes na formação do nosso Sistema Solar.  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Os astrônomos vão seguir usando o James Webb para procurar as moléculas em estrelas jovens e em jovens sistemas planetários, entender a astroquímica, e como essas moléculas são transportadas é fundamental e crucial para entender como os blocos fundamentais para a construção da hbitabilidade de um planeta surgem e podem chegar até os planetas, contribuindo de forma definitiva para a química pré-biótica.  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Como parte de um projeto financiado pela NASA, uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade Villanova obteve uma visão nunca antes vista do motor central no coração da nossa galáxia.  O novo mapa desta região central da Via Láctea , que levou quatro anos para ser montado, revela a relação entre os campos magnéticos no coração da nossa galáxia e as estruturas de poeira fria que ali habitam. Essa poeira forma os blocos de construção das estrelas, dos planetas e, em última análise, da vida como a conhecemos. O motor central da Via Láctea impulsiona esse processo.]]></description><guid isPermaLink="false">b28d9c36-7b61-460c-95ef-0e8ccf5b98ea</guid><pubDate>Sat, 16 Mar 2024 22:34:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59073834/371165788_44100_2_af66f2d141a06.mp3" length="12517876" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  A Via Láctea é a nossa galáxia natal, mas quão bem a conhecemos? Como parte de um projeto financiado pela NASA, uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade Villanova obteve uma visão nunca antes vista do motor central no coração da nossa galáxia.  O novo mapa desta região central da Via Láctea , que levou quatro anos para ser montado, revela a relação entre os campos magnéticos no coração da nossa galáxia e as estruturas de poeira fria que ali habitam. Essa poeira forma os blocos de construção das estrelas, dos planetas e, em última análise, da vida como a conhecemos. O motor central da Via Láctea impulsiona esse processo.]]></itunes:summary><itunes:duration>783</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ddbcade3cc8c106d019b678bcb9a9808.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Análise Complta do Terceiro Voo do Starship</title><link>https://www.spreaker.com/episode/analise-complta-do-terceiro-voo-do-starship--59062750</link><description><![CDATA[GRADUAÇÃO DA LINK BUSINESS EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Faça sua pré-inscrição aqui: https://lsb.edu.br/linkday/#graduacao  HOSTINGER - Lance seu projeto com a Hostinger e ganhe o domínio grátis por um ano. Link: https://hostinger.com.br/spacetoday + cupom FOGUETE para 10% de desconto extra!  PHD NOS EUA - Conheça o caminho para fazer mestrado, PhD, estágio acadêmico e pós-doutorado nos EUA! Participe do evento Vivendo de Pesquisa na América, de 18 a 24 de Março! Inscrições em https://bit.ly/48SGcFf  GIRAMUNDO vai levar você para ver o Eclipse Solar Total com Sérgio Sacani nos EUA! Entre em https://spacetoday.com.br/eclipse24  PÓS-GRADUAÇÃO EM ASTRONOMIA - Faça sua pré-inscrição e receba condições especiais quando abrirmos inscrições no dia 18/03/2024. https://sptd.tv/astronomia  DRIVE PNEUS: Já olhou os pneus do seu carro hoje? Não está chegando a hora de trocar? Amigo da Astronomia prefere trocar na DRIVE PNEUS usando o cupom SPACE80 https://www.drivepneus.com.br/spacetoday?parceiro=spacetoday&amp;utm_source=influenciador&amp;utm_medium=spacetoday  O terceiro teste de voo da Starship estreará várias atualizações no veículo e na infraestrutura terrestre, algumas como resultado direto das lições aprendidas nos primeiros teste de voo da Starship! Será que dessa vez vai explodir? É o que veremos aqui no Space Today!  #starship #launch #lançamento]]></description><guid isPermaLink="false">ac59039b-40a7-400d-9fbd-d5faa5d43cb4</guid><pubDate>Fri, 15 Mar 2024 21:51:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59062750/371074254_44100_2_638c2cb936f34.mp3" length="98920488" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>GRADUAÇÃO DA LINK BUSINESS EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Faça sua pré-inscrição aqui: https://lsb.edu.br/linkday/#graduacao  HOSTINGER - Lance seu projeto com a Hostinger e ganhe o domínio grátis por um ano. Link: https://hostinger.com.br/spacetoday +...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[GRADUAÇÃO DA LINK BUSINESS EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Faça sua pré-inscrição aqui: https://lsb.edu.br/linkday/#graduacao  HOSTINGER - Lance seu projeto com a Hostinger e ganhe o domínio grátis por um ano. Link: https://hostinger.com.br/spacetoday + cupom FOGUETE para 10% de desconto extra!  PHD NOS EUA - Conheça o caminho para fazer mestrado, PhD, estágio acadêmico e pós-doutorado nos EUA! Participe do evento Vivendo de Pesquisa na América, de 18 a 24 de Março! Inscrições em https://bit.ly/48SGcFf  GIRAMUNDO vai levar você para ver o Eclipse Solar Total com Sérgio Sacani nos EUA! Entre em https://spacetoday.com.br/eclipse24  PÓS-GRADUAÇÃO EM ASTRONOMIA - Faça sua pré-inscrição e receba condições especiais quando abrirmos inscrições no dia 18/03/2024. https://sptd.tv/astronomia  DRIVE PNEUS: Já olhou os pneus do seu carro hoje? Não está chegando a hora de trocar? Amigo da Astronomia prefere trocar na DRIVE PNEUS usando o cupom SPACE80 https://www.drivepneus.com.br/spacetoday?parceiro=spacetoday&amp;utm_source=influenciador&amp;utm_medium=spacetoday  O terceiro teste de voo da Starship estreará várias atualizações no veículo e na infraestrutura terrestre, algumas como resultado direto das lições aprendidas nos primeiros teste de voo da Starship! Será que dessa vez vai explodir? É o que veremos aqui no Space Today!  #starship #launch #lançamento]]></itunes:summary><itunes:duration>6183</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7f125852d5ae939804260df1b36b0d33.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Histórico - O Terceiro Lançamento do Starship - O Maior Foguete do Mundo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/historico-o-terceiro-lancamento-do-starship-o-maior-foguete-do-mundo--59052479</link><description><![CDATA[GRADUAÇÃO DA LINK BUSINESS EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Faça sua pré-inscrição aqui: https://lsb.edu.br/linkday/#graduacao  HOSTINGER - Lance seu projeto com a Hostinger e ganhe o domínio grátis por um ano. Link: https://hostinger.com.br/spacetoday + cupom FOGUETE para 10% de desconto extra!  PHD NOS EUA - Conheça o caminho para fazer mestrado, PhD, estágio acadêmico e pós-doutorado nos EUA! 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É o que veremos aqui no Space Today!  #starship #launch #lançamento]]></description><guid isPermaLink="false">1271bf02-7fd0-4c53-9d4c-d6f79fa1d7b3</guid><pubDate>Fri, 15 Mar 2024 03:47:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59052479/370980356_44100_2_7ef49e3260612.mp3" length="200628766" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>GRADUAÇÃO DA LINK BUSINESS EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Faça sua pré-inscrição aqui: https://lsb.edu.br/linkday/#graduacao  HOSTINGER - Lance seu projeto com a Hostinger e ganhe o domínio grátis por um ano. Link: https://hostinger.com.br/spacetoday +...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[GRADUAÇÃO DA LINK BUSINESS EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - Faça sua pré-inscrição aqui: https://lsb.edu.br/linkday/#graduacao  HOSTINGER - Lance seu projeto com a Hostinger e ganhe o domínio grátis por um ano. 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É o que veremos aqui no Space Today!  #starship #launch #lançamento]]></itunes:summary><itunes:duration>12540</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/82095892e64f8847639ef7c0f804db57.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Usina Nuclear Na Lua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/usina-nuclear-na-lua--59037181</link><description><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  A agência espacial russa Roscosmos anunciou planos de trabalhar com a China para construir um reator nuclear automatizado na Lua até 2035. O reator proposto ajudará a fornecer energia a uma base lunar proposta que os dois países irão operar em conjunto.   Em 2021, a Roscosmos e a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) revelaram que pretendiam construir uma base partilhada na Lua , denominada Estação Internacional de Investigação Lunar (ILRS), que alegaram na altura estaria "aberta a todos os interessados". países e parceiros internacionais."   No entanto, é improvável que os astronautas da NASA sejam autorizados a visitar esta base devido às relações historicamente geladas com a CNSA e a uma ruptura mais recente com a Roscosmos, que deixará a Estação Espacial Internacional em 2025 em resposta às sanções dos EUA sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia em Fevereiro de 2022.  Na terça-feira (5 de março), a Roscosmos anunciou que eventualmente tentará construir um reator nuclear ao lado do CNSA, que teoricamente seria capaz de alimentar o ILRS.   “Hoje estamos considerando seriamente um projeto – em algum momento na virada de 2033-2035 – para entregar e instalar uma unidade de energia na superfície lunar junto com nossos colegas chineses”, disse o diretor-geral da Roscosmos, Yury Borisov, ao site de notícias estatal russo TASS .  Borisov acrescentou que o desafiador trabalho de construção provavelmente seria realizado de forma autônoma, “sem a presença de seres humanos”, e que as soluções tecnológicas necessárias para realizá-lo estão “quase prontas”.   A Roscosmos também pretende usar enormes foguetes movidos a energia nuclear para transferir carga para a Lua para construir esta base, mas a agência ainda não descobriu como construir essas espaçonaves com segurança, informou a Reuters .]]></description><guid isPermaLink="false">e3d7ad10-f90d-44e4-8e9c-0f027ec22ed9</guid><pubDate>Wed, 13 Mar 2024 20:28:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59037181/370817269_44100_2_3426230202ed7.mp3" length="11302451" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  A agência espacial russa Roscosmos anunciou planos de trabalhar com a China para construir um reator nuclear automatizado na Lua até 2035. O reator proposto ajudará a fornecer energia a uma base lunar proposta que os dois países irão operar em conjunto.   Em 2021, a Roscosmos e a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) revelaram que pretendiam construir uma base partilhada na Lua , denominada Estação Internacional de Investigação Lunar (ILRS), que alegaram na altura estaria "aberta a todos os interessados". países e parceiros internacionais."   No entanto, é improvável que os astronautas da NASA sejam autorizados a visitar esta base devido às relações historicamente geladas com a CNSA e a uma ruptura mais recente com a Roscosmos, que deixará a Estação Espacial Internacional em 2025 em resposta às sanções dos EUA sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia em Fevereiro de 2022.  Na terça-feira (5 de março), a Roscosmos anunciou que eventualmente tentará construir um reator nuclear ao lado do CNSA, que teoricamente seria capaz de alimentar o ILRS.   “Hoje estamos considerando seriamente um projeto – em algum momento na virada de 2033-2035 – para entregar e instalar uma unidade de energia na superfície lunar junto com nossos colegas chineses”, disse o diretor-geral da Roscosmos, Yury Borisov, ao site de notícias estatal russo TASS .  Borisov acrescentou que o desafiador trabalho de construção provavelmente seria realizado de forma autônoma, “sem a presença de seres humanos”, e que as soluções tecnológicas necessárias para realizá-lo estão “quase prontas”.   A Roscosmos também pretende usar enormes foguetes movidos a energia nuclear para transferir carga para a Lua para construir esta base, mas a agência ainda não descobriu como construir essas espaçonaves com segurança, informou a Reuters .]]></itunes:summary><itunes:duration>707</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/93a3d3bf425a93608d2f63be7d05e7ec.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>James Webb Confirma Medidas do Hubble E Crise Cosmológica Continua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/james-webb-confirma-medidas-do-hubble-e-crise-cosmologica-continua--59008381</link><description><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  A taxa de expansão do Universo, conhecida como constante de Hubble, é um dos parâmetros fundamentais para a compreensão da evolução e do destino final do cosmos. No entanto, observa-se uma diferença persistente, chamada Tensão de Hubble, entre o valor da constante medida com uma vasta gama de indicadores de distância independentes e o seu valor previsto a partir do brilho residual do Big Bang. O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA confirmou que o olhar atento do Telescópio Espacial Hubble estava certo o tempo todo, apagando qualquer dúvida remanescente sobre as medições do Hubble.  Uma das justificativas científicas para a construção do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA foi usar o seu poder de observação para fornecer um valor exato para a taxa de expansão do Universo. Antes do lançamento do Hubble em 1990, as observações feitas por telescópios terrestres produziam enormes incertezas. Dependendo dos valores deduzidos para a taxa de expansão, o Universo pode ter entre 10 e 20 mil milhões de anos. Nos últimos 34 anos, o Hubble reduziu esta medição para uma precisão de menos de um por cento, dividindo a diferença com um valor de idade de 13,8 mil milhões de anos. Isto foi conseguido através do refinamento da chamada “escada de distância cósmica”, medindo importantes marcadores conhecidos como estrelas variáveis ​​Cefeidas.  No entanto, o valor do Hubble não concorda com outras medições que implicam que o Universo se expandiu mais rapidamente após o Big Bang. Estas observações foram feitas pelo mapeamento da radiação cósmica de fundo em micro-ondas do satélite Planck da ESA - um modelo de como a estrutura do Universo evoluiria depois de arrefecer após o Big Bang.  A solução simples para o dilema seria dizer que talvez as observações do Hubble estejam erradas, como resultado de alguma imprecisão que se insinua nas suas medições dos parâmetros do espaço profundo. Depois veio o Telescópio Espacial James Webb, permitindo aos astrónomos verificar os resultados do Hubble. As visualizações infravermelhas das Cefeidas feitas por Webb concordaram com os dados de luz óptica do Hubble. Webb confirmou que o olhar atento do telescópio Hubble estava certo o tempo todo, eliminando qualquer dúvida remanescente sobre as medições do Hubble.  O resultado final é que a chamada Tensão de Hubble entre o que acontece no Universo próximo e a expansão do Universo primordial continua a ser um enigma incómodo para os cosmólogos. Pode haver algo entrelaçado na estrutura do espaço que ainda não entendemos.  A resolução desta discrepância requer uma nova física? Ou é resultado de erros de medição entre os dois métodos diferentes usados ​​para determinar a taxa de expansão do espaço?  O Hubble e o Webb uniram-se agora para produzir medições definitivas, reforçando a ideia de que algo mais – e não erros de medição – está a influenciar a taxa de expansão.  Como verificação cruzada, uma observação inicial de Webb em 2023 confirmou que as medições do Hubble do Universo em expansão eram precisas. No entanto, na esperança de aliviar a Tensão Hubble, alguns cientistas especularam que erros invisíveis na medição podem crescer e tornar-se visíveis à medida que olhamos mais profundamente no Universo. Em particular, a aglomeração estelar poderia afectar as medições de brilho de estrelas mais distantes de uma forma sistemática.]]></description><guid isPermaLink="false">034a2b4b-b168-42c4-b209-d154fa062f4d</guid><pubDate>Mon, 11 Mar 2024 20:17:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/59008381/370542685_44100_2_3e69ef62f1c0e.mp3" length="12259159" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  A taxa de expansão do Universo, conhecida como constante de Hubble, é um dos parâmetros fundamentais para a compreensão da evolução e do destino final do cosmos. No entanto, observa-se uma diferença persistente, chamada Tensão de Hubble, entre o valor da constante medida com uma vasta gama de indicadores de distância independentes e o seu valor previsto a partir do brilho residual do Big Bang. O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA confirmou que o olhar atento do Telescópio Espacial Hubble estava certo o tempo todo, apagando qualquer dúvida remanescente sobre as medições do Hubble.  Uma das justificativas científicas para a construção do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA foi usar o seu poder de observação para fornecer um valor exato para a taxa de expansão do Universo. Antes do lançamento do Hubble em 1990, as observações feitas por telescópios terrestres produziam enormes incertezas. Dependendo dos valores deduzidos para a taxa de expansão, o Universo pode ter entre 10 e 20 mil milhões de anos. Nos últimos 34 anos, o Hubble reduziu esta medição para uma precisão de menos de um por cento, dividindo a diferença com um valor de idade de 13,8 mil milhões de anos. Isto foi conseguido através do refinamento da chamada “escada de distância cósmica”, medindo importantes marcadores conhecidos como estrelas variáveis ​​Cefeidas.  No entanto, o valor do Hubble não concorda com outras medições que implicam que o Universo se expandiu mais rapidamente após o Big Bang. Estas observações foram feitas pelo mapeamento da radiação cósmica de fundo em micro-ondas do satélite Planck da ESA - um modelo de como a estrutura do Universo evoluiria depois de arrefecer após o Big Bang.  A solução simples para o dilema seria dizer que talvez as observações do Hubble estejam erradas, como resultado de alguma imprecisão que se insinua nas suas medições dos parâmetros do espaço profundo. Depois veio o Telescópio Espacial James Webb, permitindo aos astrónomos verificar os resultados do Hubble. As visualizações infravermelhas das Cefeidas feitas por Webb concordaram com os dados de luz óptica do Hubble. Webb confirmou que o olhar atento do telescópio Hubble estava certo o tempo todo, eliminando qualquer dúvida remanescente sobre as medições do Hubble.  O resultado final é que a chamada Tensão de Hubble entre o que acontece no Universo próximo e a expansão do Universo primordial continua a ser um enigma incómodo para os cosmólogos. Pode haver algo entrelaçado na estrutura do espaço que ainda não entendemos.  A resolução desta discrepância requer uma nova física? Ou é resultado de erros de medição entre os dois métodos diferentes usados ​​para determinar a taxa de expansão do espaço?  O Hubble e o Webb uniram-se agora para produzir medições definitivas, reforçando a ideia de que algo mais – e não erros de medição – está a influenciar a taxa de expansão.  Como verificação cruzada, uma observação inicial de Webb em 2023 confirmou que as medições do Hubble do Universo em expansão eram precisas. No entanto, na esperança de aliviar a Tensão Hubble, alguns cientistas especularam que erros invisíveis na medição podem crescer e tornar-se visíveis à medida que olhamos mais profundamente no Universo. 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LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani]]></description><guid isPermaLink="false">cfd1372f-6404-46b6-a35a-b379de2b5bcc</guid><pubDate>Mon, 11 Mar 2024 04:47:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/58998465/370462661_44100_2_dab5362a65fbe.mp3" length="72144351" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Vamos conversar sobre algumas das mais importantes notícias da semana no mundo da astronomia, astronáutica e ufologia!!!  LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Vamos conversar sobre algumas das mais importantes notícias da semana no mundo da astronomia, astronáutica e ufologia!!!  LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani]]></itunes:summary><itunes:duration>4509</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/61193e4013763519a6c71eb509862ae8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>James Webb Faz Imagens Impressionates de Berçário De Estrelas Gigantes</title><link>https://www.spreaker.com/episode/james-webb-faz-imagens-impressionates-de-bercario-de-estrelas-gigantes--58986836</link><description><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani   Duas novas imagens do NIRCam (Near-Infrared Camera) e MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA mostram a região de formação estelar NGC 604, localizada na Galáxia do Triângulo (M33), 2,73 milhões de luz -anos longe da Terra. Nestas imagens, bolhas cavernosas e filamentos de gás esticados gravam uma tapeçaria mais detalhada e completa do nascimento de estrelas do que a vista no passado.]]></description><guid isPermaLink="false">d23f2212-abe2-4a1e-96d1-8b0f52e51ae5</guid><pubDate>Sun, 10 Mar 2024 03:20:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/58986836/370348178_44100_2_59867a80a3037.mp3" length="10746147" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani   Duas novas imagens do NIRCam (Near-Infrared Camera) e MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA mostram a região de formação estelar NGC 604, localizada na Galáxia do Triângulo (M33), 2,73 milhões de luz -anos longe da Terra. Nestas imagens, bolhas cavernosas e filamentos de gás esticados gravam uma tapeçaria mais detalhada e completa do nascimento de estrelas do que a vista no passado.]]></itunes:summary><itunes:duration>672</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9eff99318b26d8916ff4851bf6ffdcec.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>James Webb Descobriu Galáxia Morta No Início do Universo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/james-webb-descobriu-galaxia-morta-no-inicio-do-universo--58978917</link><description><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  Uma galáxia que parou repentinamente de formar novas estrelas há mais de 13 bilhões de anos foi observada por astrônomos.  Usando o Telescópio Espacial James Webb, uma equipe internacional de astrônomos liderada pela Universidade de Cambridge avistou uma galáxia “morta” quando o universo tinha apenas 700 milhões de anos, a galáxia mais antiga já observada.  Esta galáxia parece ter vivido rapidamente e morrido jovem: a formação estelar ocorreu rapidamente e parou quase com a mesma rapidez, o que é inesperado num momento tão precoce da evolução do Universo. No entanto, não está claro se o estado de “extinção” desta galáxia é temporário ou permanente, e o que fez com que ela parasse de formar novas estrelas.  Os resultados , publicados na revista Nature , podem ser importantes para ajudar os astrónomos a compreender como e porquê as galáxias param de formar novas estrelas e se os factores que afectam a formação estelar mudaram ao longo de milhares de milhões de anos.  “As primeiras centenas de milhões de anos do Universo foram uma fase muito ativa, com muitas nuvens de gás colapsando para formar novas estrelas,” disse Tobias Looser do Instituto Kavli de Cosmologia, o primeiro autor do artigo. “As galáxias precisam de um rico suprimento de gás para formar novas estrelas, e o universo primitivo era como um bufê à vontade.”  “Só mais tarde no Universo é que começamos a ver as galáxias pararem de formar estrelas, seja devido a um buraco negro ou qualquer outra coisa,” disse o co-autor Dr. Francesco D'Eugenio, também do Instituto Kavli de Cosmologia.  Os astrônomos acreditam que a formação de estrelas pode ser retardada ou interrompida por diferentes fatores, os quais privarão uma galáxia do gás necessário para formar novas estrelas. Fatores internos, como um buraco negro supermassivo ou o feedback da formação estelar, podem empurrar o gás para fora da galáxia, fazendo com que a formação estelar pare rapidamente. Alternativamente, o gás pode ser consumido muito rapidamente pela formação de estrelas, sem ser prontamente reabastecido por gás fresco dos arredores da galáxia, resultando na fome da galáxia.  “Não temos certeza se algum desses cenários pode explicar o que vimos agora com Webb”, disse o co-autor Professor Roberto Maiolino. “Até agora, para compreender o universo primitivo, utilizámos modelos baseados no universo moderno. Mas agora que podemos ver muito mais atrás no tempo e observar que a formação estelar foi extinta tão rapidamente nesta galáxia, os modelos baseados no universo moderno podem precisar de ser revistos.”  Usando dados do JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey), os astrônomos determinaram que esta galáxia experimentou um curto e intenso período de formação estelar durante um período entre 30 e 90 milhões de anos. Mas entre 10 e 20 milhões de anos antes do momento em que foi observado com Webb, a formação de estrelas parou repentinamente.]]></description><guid isPermaLink="false">17865862-bb48-4e37-9b3d-0773e1b4d5d2</guid><pubDate>Sat, 09 Mar 2024 04:52:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/58978917/370266703_44100_2_b452ebb56ebdd.mp3" length="10892851" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[LINKS ÚTEIS DO SPACE TODAY:  LINK PARA O GRUPO DO WHATSAPP SOBRE ATUALIZAÇÕES ESPACIAIS:  https://app.gruposinteligentes.com/r/mundo-aeroespacial  CANAL DO TELEGRAM DO SPACE TODAY:  https://t.me/canalspacetoday  LINK PARA RESERVAR SUA VAGA NA VIAGEM DO ECLIPSE:  https://spacetoday.com.br/ECLIPSE24/  LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS:  https://spacetodayplus.com.br/premium/  LINK PARA VOCÊ FAZER SUA DUPLA CIDADANIA:  https://lp.mastercidadania.com.br/cidadaoeuropeu/?utm_source=influenciador&amp;utm_medium=sergiosacani  Uma galáxia que parou repentinamente de formar novas estrelas há mais de 13 bilhões de anos foi observada por astrônomos.  Usando o Telescópio Espacial James Webb, uma equipe internacional de astrônomos liderada pela Universidade de Cambridge avistou uma galáxia “morta” quando o universo tinha apenas 700 milhões de anos, a galáxia mais antiga já observada.  Esta galáxia parece ter vivido rapidamente e morrido jovem: a formação estelar ocorreu rapidamente e parou quase com a mesma rapidez, o que é inesperado num momento tão precoce da evolução do Universo. No entanto, não está claro se o estado de “extinção” desta galáxia é temporário ou permanente, e o que fez com que ela parasse de formar novas estrelas.  Os resultados , publicados na revista Nature , podem ser importantes para ajudar os astrónomos a compreender como e porquê as galáxias param de formar novas estrelas e se os factores que afectam a formação estelar mudaram ao longo de milhares de milhões de anos.  “As primeiras centenas de milhões de anos do Universo foram uma fase muito ativa, com muitas nuvens de gás colapsando para formar novas estrelas,” disse Tobias Looser do Instituto Kavli de Cosmologia, o primeiro autor do artigo. “As galáxias precisam de um rico suprimento de gás para formar novas estrelas, e o universo primitivo era como um bufê à vontade.”  “Só mais tarde no Universo é que começamos a ver as galáxias pararem de formar estrelas, seja devido a um buraco negro ou qualquer outra coisa,” disse o co-autor Dr. Francesco D'Eugenio, também do Instituto Kavli de Cosmologia.  Os astrônomos acreditam que a formação de estrelas pode ser retardada ou interrompida por diferentes fatores, os quais privarão uma galáxia do gás necessário para formar novas estrelas. Fatores internos, como um buraco negro supermassivo ou o feedback da formação estelar, podem empurrar o gás para fora da galáxia, fazendo com que a formação estelar pare rapidamente. Alternativamente, o gás pode ser consumido muito rapidamente pela formação de estrelas, sem ser prontamente reabastecido por gás fresco dos arredores da galáxia, resultando na fome da galáxia.  “Não temos certeza se algum desses cenários pode explicar o que vimos agora com Webb”, disse o co-autor Professor Roberto Maiolino. “Até agora, para compreender o universo primitivo, utilizámos modelos baseados no universo moderno. Mas agora que podemos ver muito mais atrás no tempo e observar que a formação estelar foi extinta tão rapidamente nesta galáxia, os modelos baseados no universo moderno podem precisar de ser revistos.”  Usando dados do JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey), os astrônomos determinaram que esta galáxia experimentou um curto e intenso período de formação estelar durante um período entre 30 e 90 milhões de anos. 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Esses são os dois braços do gigantesco Programa Artemis da NASA e só prova a velha frase dita há anos por todos, The Space is Hard!!!]]></description><guid isPermaLink="false">3e9b126e-6ece-4bcd-a77b-daa849ea61c5</guid><pubDate>Fri, 12 Jan 2024 00:19:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/58309587/285ab20a_a559_7a99_0deb_eb266d3baafc.mp3" length="22115287" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Em uma mesma semana, a NASA anunciou o adiamento das missões Artemis II e III, as missões que irão levar astronautas novamente para a Lua, e a Astrobotic não teve sucesso com a sua missão Peregrine que apresentou problemas e não conseguirá pousar na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em uma mesma semana, a NASA anunciou o adiamento das missões Artemis II e III, as missões que irão levar astronautas novamente para a Lua, e a Astrobotic não teve sucesso com a sua missão Peregrine que apresentou problemas e não conseguirá pousar na Lua. 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O problema é, como detectar esses buracos negros, hoje conseguimos detectar 1, mas a estimativa é que existam cerca de 100 milhões espalhados por aí, vagando, silenciosos, solitários e invisíveis aos nossos olhos. Um episódio sobre os objetos mais exóticos do nosso universo!!!]]></description><guid isPermaLink="false">7faea230-954e-4379-b7bb-e74b00a388f6</guid><pubDate>Fri, 24 Nov 2023 21:05:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57800798/af35a922_1fe0_4bdf_500e_d076dde728c9.mp3" length="26619402" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Existe um tipo de buraco negro que pode nos assustar demais, são os buracos negros errantes, buracos negros solitários que podem estar vagando pela nossa galáxias. 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Um episódio sobre os objetos mais exóticos do nosso universo!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>2214</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/db71df71c7c260e17da66f03b84826b3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 64 - Sojourner - O Primeiro Rover Marciano</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-64-sojourner-o-primeiro-rover-marciano--57538366</link><description><![CDATA[No episódio de hoje vamos conversar sobre o Sojourner, o pequeno rover que a NASA mandou em 1997 para Marte, uma prova de tecnologia, que era para funcionar apenas 7 dias em Marte, mas acabou funcionando quase por 100 dias, provou que era possível andar em Marte com um robô e pavimentou o caminho para a grande exploração marciana com grandes rovers como o Curiosity e o Perseverance!!!]]></description><guid isPermaLink="false">c0451218-cbbd-4573-a415-2983da51e709</guid><pubDate>Tue, 07 Nov 2023 01:50:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57538366/e75c7bca_e8c4_abb6_c60d_208202a1380d.mp3" length="22164189" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje vamos conversar sobre o Sojourner, o pequeno rover que a NASA mandou em 1997 para Marte, uma prova de tecnologia, que era para funcionar apenas 7 dias em Marte, mas acabou funcionando quase por 100 dias, provou que era possível...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje vamos conversar sobre o Sojourner, o pequeno rover que a NASA mandou em 1997 para Marte, uma prova de tecnologia, que era para funcionar apenas 7 dias em Marte, mas acabou funcionando quase por 100 dias, provou que era possível andar em Marte com um robô e pavimentou o caminho para a grande exploração marciana com grandes rovers como o Curiosity e o Perseverance!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>1846</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f56736719bade58ec47d882cc4e02376.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 63 - Vesto Slipher E A Expansão do Universo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-63-vesto-slipher-e-a-expansao-do-universo--57504611</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do Horizonte de Eventos vamos contar a história do astrônomo Vesto Slipher, o Vesto foi um dos astrônomos mais importantes da história, ele trabalhou no Observatório Lowell, com um dos primeiros espectrógrafos da história, e com isso ele conseguiu medir o espectro das galáxias, e usando o Efeito Dopler ele conseguiu determinar a velocidade com a qual as galáxias estão se afastando de nós. Essas medidas juntamente com as medidas de distâncias feitas pelo Edwin Hubble no Observatório de Monte Wilson, foram responsáveis por montar um dos gráficos mais importantes da astronomia, que nos mostrou que o universo está em expansão.]]></description><guid isPermaLink="false">abbe184e-7dca-4537-bc1e-fa654cd97f48</guid><pubDate>Fri, 03 Nov 2023 19:13:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57504611/67ec70b9_599c_4de5_2733_4a5f63b71d54.mp3" length="26681005" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do Horizonte de Eventos vamos contar a história do astrônomo Vesto Slipher, o Vesto foi um dos astrônomos mais importantes da história, ele trabalhou no Observatório Lowell, com um dos primeiros espectrógrafos da história, e com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do Horizonte de Eventos vamos contar a história do astrônomo Vesto Slipher, o Vesto foi um dos astrônomos mais importantes da história, ele trabalhou no Observatório Lowell, com um dos primeiros espectrógrafos da história, e com isso ele conseguiu medir o espectro das galáxias, e usando o Efeito Dopler ele conseguiu determinar a velocidade com a qual as galáxias estão se afastando de nós. 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Como andam os investimentos? Será que vale a pena investir na fusão nuclear? Voicê já parou para pensar qual é o prejuízo causado pelas mudanças climáticas, que são desencadeadas pelo uso de combustíveis fósseis e de outras fontes não tão limpas assim? Saiba que a fusão nuclear pode ser a salvação da humanidade, geração de energia eficiente, e limpa de verdade, esse é o futuro da Terra, o futuro da energia no nosso planeta.]]></description><guid isPermaLink="false">1c1f3350-4a17-4d6c-beef-d1eff5d2dc73</guid><pubDate>Fri, 27 Oct 2023 15:24:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57411675/6f6ba041_52d5_e51e_8e59_b2c5851572e7.mp3" length="21917858" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje vamos nos atualizar sobre as novidades relativas ao processo de fusão nuclear para a geração de energia, você sabia que o National Ignition Facility nos EUA conseguiu gerar energia positiva pela segunda vez usando a fusão nuclear?...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje vamos nos atualizar sobre as novidades relativas ao processo de fusão nuclear para a geração de energia, você sabia que o National Ignition Facility nos EUA conseguiu gerar energia positiva pela segunda vez usando a fusão nuclear? 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Saiba que a fusão nuclear pode ser a salvação da humanidade, geração de energia eficiente, e limpa de verdade, esse é o futuro da Terra, o futuro da energia no nosso planeta.]]></itunes:summary><itunes:duration>1825</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/23cda038a994c47b9fcaaa537005762c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 61 - A Era Das Trevas Do Universo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-61-a-era-das-trevas-do-universo--57297696</link><description><![CDATA[O Big Bang deixou uma marca brilhante em todo o céu chamada radiação cósmica de fundo em micro-ondas, representando o universo quando ele tinha 380.000 anos de idade. Medições cada vez mais precisas desta radiação revelaram detalhes sem precedentes sobre os primeiros momentos cósmicos. Mas desde então até ao surgimento de galáxias grandes e brilhantes o suficiente para os telescópios atuais, os cientistas não têm qualquer informação. Sempre misteriosas, essa chamada era das trevas do universo pode ser considerada a fronteira final da cosmologia. <br /> E é uma fronteira fundamental. Representa os anos de maior formação do universo, quando este amadureceu de uma sopa primordial para o cosmos que reconhecemos hoje. <br /> Mesmo sem muitos dados diretos sobre esta época, os pesquisadores fizeram grandes avanços com teoria e modelos computacionais, simulando o universo através do nascimento das primeiras estrelas. Em breve, eles poderão colocar essas teorias à prova. Dentro de alguns anos, um conjunto de novos telescópios com novas capacidades começará a perscrutar a escuridão e, pela primeira vez, os astrónomos alcançarão o desconhecido.]]></description><guid isPermaLink="false">678109b3-edff-49c4-8049-72b83f8fecbd</guid><pubDate>Wed, 18 Oct 2023 21:25:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57297696/c68c816f_0980_68ea_7b64_2b10f652d90a.mp3" length="19360919" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>O Big Bang deixou uma marca brilhante em todo o céu chamada radiação cósmica de fundo em micro-ondas, representando o universo quando ele tinha 380.000 anos de idade. Medições cada vez mais precisas desta radiação revelaram detalhes sem precedentes...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O Big Bang deixou uma marca brilhante em todo o céu chamada radiação cósmica de fundo em micro-ondas, representando o universo quando ele tinha 380.000 anos de idade. Medições cada vez mais precisas desta radiação revelaram detalhes sem precedentes sobre os primeiros momentos cósmicos. Mas desde então até ao surgimento de galáxias grandes e brilhantes o suficiente para os telescópios atuais, os cientistas não têm qualquer informação. Sempre misteriosas, essa chamada era das trevas do universo pode ser considerada a fronteira final da cosmologia. <br /> E é uma fronteira fundamental. Representa os anos de maior formação do universo, quando este amadureceu de uma sopa primordial para o cosmos que reconhecemos hoje. <br /> Mesmo sem muitos dados diretos sobre esta época, os pesquisadores fizeram grandes avanços com teoria e modelos computacionais, simulando o universo através do nascimento das primeiras estrelas. Em breve, eles poderão colocar essas teorias à prova. Dentro de alguns anos, um conjunto de novos telescópios com novas capacidades começará a perscrutar a escuridão e, pela primeira vez, os astrónomos alcançarão o desconhecido.]]></itunes:summary><itunes:duration>1610</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0094d556d88893d1d3626e3ff34cc600.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 60 - Missão Psyche</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-60-missao-psyche--57169819</link><description><![CDATA[No dia 12 de outubro de 2023, depois de muitos atrasos, a NASA irá lançar a missão Psyche, que tem como objetivo estudar o asteroide homônimo, 16 Psyche. Esse asteroide ao que tudo indica é composto na sua maior parte por metais, e pode ser o núcleo de um protoplaneta ou de um planetesimal que não chegou a se formar. Isso quer dizer que esse asteroide nos dá a chance de estudarmos o núcleo da Terra, um local inatingível e entendermos como o nosso planeta se formou, além de muitas outas coisas que você irá descobrir ouvindo esse episódio. E no dia 12 de outubro estaremos juntos para acompanhar o lançamento da Psyche a bordo do Falcon Heavy.]]></description><guid isPermaLink="false">be0c7399-80a9-4f96-9dab-b22e81788adf</guid><pubDate>Mon, 09 Oct 2023 15:36:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57169819/4795f791_22be_220a_0135_856984ae4bf8.mp3" length="19702627" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No dia 12 de outubro de 2023, depois de muitos atrasos, a NASA irá lançar a missão Psyche, que tem como objetivo estudar o asteroide homônimo, 16 Psyche. Esse asteroide ao que tudo indica é composto na sua maior parte por metais, e pode ser o núcleo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No dia 12 de outubro de 2023, depois de muitos atrasos, a NASA irá lançar a missão Psyche, que tem como objetivo estudar o asteroide homônimo, 16 Psyche. Esse asteroide ao que tudo indica é composto na sua maior parte por metais, e pode ser o núcleo de um protoplaneta ou de um planetesimal que não chegou a se formar. Isso quer dizer que esse asteroide nos dá a chance de estudarmos o núcleo da Terra, um local inatingível e entendermos como o nosso planeta se formou, além de muitas outas coisas que você irá descobrir ouvindo esse episódio. E no dia 12 de outubro estaremos juntos para acompanhar o lançamento da Psyche a bordo do Falcon Heavy.]]></itunes:summary><itunes:duration>1641</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2fd417794934fdb6b90595689bac0a6e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 59 - Sistema Solar - Parte I</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-59-sistema-solar-parte-i--57059137</link><description><![CDATA[Estamos de volta, e nesse episódio vamos começar uma viagem pelo nosso Sistema Solar, mas quem vai nos guiar nessa viagem são as novas descobertas que estão sendo apresentadas no congresso da Divisão de Ciência Planetária da Sociedade Astronômica Americana, congresso que estou tendo a honra de participar e trazer para vocês o que de mais atualizado está sendo discutido atualmente sobre a nossa vizinhança no universo. Nesse episódio um pouco sobre Mercúrio e a missão BepiColombo, a origem das luas marcianas, principalmente um estudo sobre Fobos, a maior lua de Marte, não podia começar falando sobre o Sistema Solar sem falar de asteroides, então um pouco sobre o Psyche e os estudos feitos com o SOFIA e para finalizar esse episódio toda a complexidade de Plutão e seu satélite Caronte. É o começo de uma viagem através dos detalhes mais profundos e misteriosos do nosso sistema planetário.]]></description><guid isPermaLink="false">8fba19eb-4388-4e8e-9072-38a13eb58825</guid><pubDate>Wed, 04 Oct 2023 13:45:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/57059137/bc16ee40_d198_f2fb_3517_21aa97aee7f8.mp3" length="30027147" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Estamos de volta, e nesse episódio vamos começar uma viagem pelo nosso Sistema Solar, mas quem vai nos guiar nessa viagem são as novas descobertas que estão sendo apresentadas no congresso da Divisão de Ciência Planetária da Sociedade Astronômica...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Estamos de volta, e nesse episódio vamos começar uma viagem pelo nosso Sistema Solar, mas quem vai nos guiar nessa viagem são as novas descobertas que estão sendo apresentadas no congresso da Divisão de Ciência Planetária da Sociedade Astronômica Americana, congresso que estou tendo a honra de participar e trazer para vocês o que de mais atualizado está sendo discutido atualmente sobre a nossa vizinhança no universo. Nesse episódio um pouco sobre Mercúrio e a missão BepiColombo, a origem das luas marcianas, principalmente um estudo sobre Fobos, a maior lua de Marte, não podia começar falando sobre o Sistema Solar sem falar de asteroides, então um pouco sobre o Psyche e os estudos feitos com o SOFIA e para finalizar esse episódio toda a complexidade de Plutão e seu satélite Caronte. É o começo de uma viagem através dos detalhes mais profundos e misteriosos do nosso sistema planetário.]]></itunes:summary><itunes:duration>2499</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bfffea096a5d4555beaec955257db352.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 58 - A Missão JUICE Para As Luas Congeladas de Júpiter</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-58-a-missao-juice-para-as-luas-congeladas-de-jupiter--54087788</link><description><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos, tudo que você precisa saber sobre a nova missão interplanetária da humanidade, esotu falando da missão JUICE da ESA que será lançada dia 13 de abril de 2023 para uma viagem de 8 anos até Júpiter e seu sistema de luas. O objetivo da missão é estudar as luas congeladas de Júpiter, Europa, Calisto e Ganimedes. Com um destaque especial para Ganimedes que será uma lua orbitada pela missão. Por que via dmeorar tanto? Quais são seus instrumentos? Ela vai procurar vida? Por que não vai orbitar Europa? Todas essas questões e muitas outras são discutidas nesse episódio especial da missão JUICE para vocês, espero que gostem!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53515032</guid><pubDate>Wed, 12 Apr 2023 16:03:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087788/327804905_44100_2_9155a74ec3d4a9bb.mp3" length="42283194" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio do Horizonte de Eventos, tudo que você precisa saber sobre a nova missão interplanetária da humanidade, esotu falando da missão JUICE da ESA que será lançada dia 13 de abril de 2023 para uma viagem de 8 anos até Júpiter e seu sistema de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos, tudo que você precisa saber sobre a nova missão interplanetária da humanidade, esotu falando da missão JUICE da ESA que será lançada dia 13 de abril de 2023 para uma viagem de 8 anos até Júpiter e seu sistema de luas. O objetivo da missão é estudar as luas congeladas de Júpiter, Europa, Calisto e Ganimedes. Com um destaque especial para Ganimedes que será uma lua orbitada pela missão. Por que via dmeorar tanto? Quais são seus instrumentos? Ela vai procurar vida? Por que não vai orbitar Europa? Todas essas questões e muitas outras são discutidas nesse episódio especial da missão JUICE para vocês, espero que gostem!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>3518</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b24ca234583a1290ac433a545ac8e1c6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 57 - Luas Irregulares do Sistema Solar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-57-luas-irregulares-do-sistema-solar--54087789</link><description><![CDATA[<b>E no programa de hoje vamos falar sobre satélites naturais do nosso Sistema Solar, mas um tipo peculiar desses satélites, ou luas, vamos falar sobre as luas irregulares do Sistema Solar, luas que não são muito comentadas, são esquecidas, por serem pequenas, mas são de crucial importância e guardam os segredos da formação do nosso Sistema Solar.</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53162368</guid><pubDate>Fri, 10 Mar 2023 21:10:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087789/327804869_44100_2_4f88d16609f34e61.mp3" length="29879810" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>E no programa de hoje vamos falar sobre satélites naturais do nosso Sistema Solar, mas um tipo peculiar desses satélites, ou luas, vamos falar sobre as luas irregulares do Sistema Solar, luas que não são muito comentadas, são esquecidas, por serem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>E no programa de hoje vamos falar sobre satélites naturais do nosso Sistema Solar, mas um tipo peculiar desses satélites, ou luas, vamos falar sobre as luas irregulares do Sistema Solar, luas que não são muito comentadas, são esquecidas, por serem pequenas, mas são de crucial importância e guardam os segredos da formação do nosso Sistema Solar.</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>2488</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bfc96a28aad602c23f80d4d377586789.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 56 - Giro de Notícias - IA Para Rastrear OVNIS, Auroras nas Luas de Júpiter e Muito Mais</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-56-giro-de-noticias-ia-para-rastrear-ovnis-auroras-nas-luas-de-jupiter-e-muito-mais--54087793</link><description><![CDATA[No episódio de hoje, vamos trazer uma rodada de notícias para vocês sobre o que tem acontecido no nosso universo. Vamos começar falando sobre a luz oculta do Sol, isso mesmo, você sabia que existe um tipo de luz que só determinados instrumentos podem ver, e é sobre isso que vamos falar com vocês, vamos falar também de uma startup de Inteligência Artificial que usa imagens de satélites para rastrear veículos aéreos, inclusive usou para rastrear o famoso balão chinês que cruzou os céus dos EUA no dia 4 de fevereiro de 2023, vamos falar sobre um novo tipo de aurora que os astrônomos descobriram nas 4 maiores lua de Júpiter usando um dos maiores telescópios na Terra, o Keck e vamos terminar falando sobre uma pesquisa que encontrou pegadas de uma migração em massa de estrelas na galáxia de Andrômeda.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52830081</guid><pubDate>Thu, 23 Feb 2023 20:12:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087793/327804918_44100_2_ece69523b1dc9abc.mp3" length="25763674" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje, vamos trazer uma rodada de notícias para vocês sobre o que tem acontecido no nosso universo. Vamos começar falando sobre a luz oculta do Sol, isso mesmo, você sabia que existe um tipo de luz que só determinados instrumentos podem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje, vamos trazer uma rodada de notícias para vocês sobre o que tem acontecido no nosso universo. Vamos começar falando sobre a luz oculta do Sol, isso mesmo, você sabia que existe um tipo de luz que só determinados instrumentos podem ver, e é sobre isso que vamos falar com vocês, vamos falar também de uma startup de Inteligência Artificial que usa imagens de satélites para rastrear veículos aéreos, inclusive usou para rastrear o famoso balão chinês que cruzou os céus dos EUA no dia 4 de fevereiro de 2023, vamos falar sobre um novo tipo de aurora que os astrônomos descobriram nas 4 maiores lua de Júpiter usando um dos maiores telescópios na Terra, o Keck e vamos terminar falando sobre uma pesquisa que encontrou pegadas de uma migração em massa de estrelas na galáxia de Andrômeda.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>2145</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/195d5d3d4eeacd1dff77d831f8da23de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 55 - As Galáxias Espirais</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-55-as-galaxias-espirais--54087798</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos falar tudo que você precisa saber sobre as galáxias espirais. Como elas se formam, como seus braços espirais se formam, a importância dos braços espirais, por que é tão difícil estudar a Via Láctea, como as galáxias espirais estão distribuídas pelo tempo e pelo espaço e muitos mais dtalhes, trazendo para vocês sempre o que existe de mais recente nas pesquisas feitas para entender essas maravilhosas ilhas do universo, e que constituem um importante alicerce do universo em que vivemos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52675828</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2023 22:37:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087798/327804967_44100_2_e486734788b8cdb1.mp3" length="27857678" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos falar tudo que você precisa saber sobre as galáxias espirais. Como elas se formam, como seus braços espirais se formam, a importância dos braços espirais, por que é tão difícil estudar a Via Láctea, como as galáxias espirais estão...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vamos falar tudo que você precisa saber sobre as galáxias espirais. Como elas se formam, como seus braços espirais se formam, a importância dos braços espirais, por que é tão difícil estudar a Via Láctea, como as galáxias espirais estão distribuídas pelo tempo e pelo espaço e muitos mais dtalhes, trazendo para vocês sempre o que existe de mais recente nas pesquisas feitas para entender essas maravilhosas ilhas do universo, e que constituem um importante alicerce do universo em que vivemos.]]></itunes:summary><itunes:duration>2321</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d975f266686aae0d20b02295134b0bf6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 54 - A Origem da Água Na Terra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-54-a-origem-da-agua-na-terra--54087794</link><description><![CDATA[Você já parou para pensar qual a origem da água na Terra? Então, esse é um dos temas que mais intriga a mente dos pesquisadores atualmente, nós realmente não sabemos como a água, essencial para quase tudo no nosso planeta veio parar aqui. Nesse episódio vou conversar com vocês sobre as hipóteses que existem hoje para explicar a origem da água, lembrando que nenhuma das hipóteses até o momento explica completamente a origem da água na Terra.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52540217</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2023 14:51:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087794/327804940_44100_2_a026f1d438770635.mp3" length="26017289" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Você já parou para pensar qual a origem da água na Terra? Então, esse é um dos temas que mais intriga a mente dos pesquisadores atualmente, nós realmente não sabemos como a água, essencial para quase tudo no nosso planeta veio parar aqui. Nesse...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Você já parou para pensar qual a origem da água na Terra? Então, esse é um dos temas que mais intriga a mente dos pesquisadores atualmente, nós realmente não sabemos como a água, essencial para quase tudo no nosso planeta veio parar aqui. Nesse episódio vou conversar com vocês sobre as hipóteses que existem hoje para explicar a origem da água, lembrando que nenhuma das hipóteses até o momento explica completamente a origem da água na Terra.]]></itunes:summary><itunes:duration>2166</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e5aa2e94eb20c2604f8684f0c90b449.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 53 - Eventos Espaciais de 2023</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-53-eventos-espaciais-de-2023--54087790</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou comentar com vocês sobre alguns eventos espaciais importantes que acontecerão no decorrer do ano de 2023. Teremos algums missões espaciais importantes, como o lançamento da JUICE para Júpiter, da Psyche para o asteroide 16 Psyche, e da Euclid para estudar o universo, teremos a chegada das amostras da OSIRIS-REx e dois eclipses solares especiais, um híbrido e outro o grande eclipse anelar de 2023 no Brasil. E muito mais!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52512218</guid><pubDate>Sun, 22 Jan 2023 22:39:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087790/327804883_44100_2_f51be4eb11c38899.mp3" length="35557543" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou comentar com vocês sobre alguns eventos espaciais importantes que acontecerão no decorrer do ano de 2023. Teremos algums missões espaciais importantes, como o lançamento da JUICE para Júpiter, da Psyche para o asteroide 16 Psyche, e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou comentar com vocês sobre alguns eventos espaciais importantes que acontecerão no decorrer do ano de 2023. Teremos algums missões espaciais importantes, como o lançamento da JUICE para Júpiter, da Psyche para o asteroide 16 Psyche, e da Euclid para estudar o universo, teremos a chegada das amostras da OSIRIS-REx e dois eclipses solares especiais, um híbrido e outro o grande eclipse anelar de 2023 no Brasil. E muito mais!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>2956</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3f64930d01918f5cadb9279dfdf30d90.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 52 - Retrospectiva 2022</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-52-retrospectiva-2022--54087797</link><description><![CDATA[Ainda dá tempo, e no programa de hoje aquela retrospectiva do ano de 2022, um ano repleto de fatos importantes e interessantes no mundo da astronomia, foto do buraco negro da Via Láctea, James Webb finalmente funcionando, DART, Artemis I, Nobel de Física, Fusão Nuclear entre outras coisas, aproveita esse programa para lembrar das coisas mais importantes que aconteceu no ano que acabou de acabar, e caso eu tenha esquecido de algum fato, por favor lembre nos comentários.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52486204</guid><pubDate>Thu, 19 Jan 2023 17:40:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087797/327804963_44100_2_d804365ca308b812.mp3" length="51065717" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Ainda dá tempo, e no programa de hoje aquela retrospectiva do ano de 2022, um ano repleto de fatos importantes e interessantes no mundo da astronomia, foto do buraco negro da Via Láctea, James Webb finalmente funcionando, DART, Artemis I, Nobel de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Ainda dá tempo, e no programa de hoje aquela retrospectiva do ano de 2022, um ano repleto de fatos importantes e interessantes no mundo da astronomia, foto do buraco negro da Via Láctea, James Webb finalmente funcionando, DART, Artemis I, Nobel de Física, Fusão Nuclear entre outras coisas, aproveita esse programa para lembrar das coisas mais importantes que aconteceu no ano que acabou de acabar, e caso eu tenha esquecido de algum fato, por favor lembre nos comentários.]]></itunes:summary><itunes:duration>4246</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/eb1411467d39203d2c51da0770d8bdba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 51 - Resumo do Quarto Dia do Congresso da Sociedade Astronômica Americana</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-51-resumo-do-quarto-dia-do-congresso-da-sociedade-astronomica-americana--54087801</link><description><![CDATA[Chegamos ao fim da nossa cobertura do congresso da Sociedade Astronônomica Americana, nesse epsõdio tudo o que rolou no quarto e último dia do congresso, uma semana de verdadeira celebração para a astronomia, onde forma apresentados trabalhos importantes e de ponta sobre o que está acontecendo no mundo da pesquisa e das descobertas astronômicas no momento.Espero que tenham gostado dessa pequena série aqui no Horizonte de Eventos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52441779</guid><pubDate>Sat, 14 Jan 2023 17:52:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087801/327804937_44100_2_74e01cc81709c60e.mp3" length="34434667" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Chegamos ao fim da nossa cobertura do congresso da Sociedade Astronônomica Americana, nesse epsõdio tudo o que rolou no quarto e último dia do congresso, uma semana de verdadeira celebração para a astronomia, onde forma apresentados trabalhos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Chegamos ao fim da nossa cobertura do congresso da Sociedade Astronônomica Americana, nesse epsõdio tudo o que rolou no quarto e último dia do congresso, uma semana de verdadeira celebração para a astronomia, onde forma apresentados trabalhos importantes e de ponta sobre o que está acontecendo no mundo da pesquisa e das descobertas astronômicas no momento.Espero que tenham gostado dessa pequena série aqui no Horizonte de Eventos.]]></itunes:summary><itunes:duration>2866</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bc210bd781c98fbcec120b8d97dbd61b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 50 - Resumo do Terceiro Dia do Congresso da Sociedade Astronômica Americana</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-50-resumo-do-terceiro-dia-do-congresso-da-sociedade-astronomica-americana--54087806</link><description><![CDATA[Continuamos a nossa série sobre o congresso da Sociedade Astronômica America, o AAS 241, que aconteceu em Seatle onde foram apresentados os principais trabalhos da área de astronomia, o estado da arte da pesquisa astronômica. Hoje vamos fazer aquele resumo sobre o que rolou no terceiro dia do congresso, espero que gostem das novidades.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52435451</guid><pubDate>Fri, 13 Jan 2023 19:39:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087806/327804941_44100_2_32b98f3c9dd90c42.mp3" length="39724593" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Continuamos a nossa série sobre o congresso da Sociedade Astronômica America, o AAS 241, que aconteceu em Seatle onde foram apresentados os principais trabalhos da área de astronomia, o estado da arte da pesquisa astronômica. 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O estado da arte da astronomia está sendo apresentado ao mundo durante esse evento, o AAS241.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52426211</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2023 20:52:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087810/327804857_44100_2_0b75ac72d83c0dc2.mp3" length="40249980" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje vamos continuar com a série sobre o congresso da Sociedade Astronômica Americana e vamos para o resumo do segundo dia do congresso que está acontecendo em Seatle nos EUA. O estado da arte da astronomia está sendo apresentado ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje vamos continuar com a série sobre o congresso da Sociedade Astronômica Americana e vamos para o resumo do segundo dia do congresso que está acontecendo em Seatle nos EUA. 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Será uma série de vídeos resumindo os dias do congresso para que vocês fiquem informados sobre o estado da arte da astronomia, o que está sendo pesquisadoe e discutido no momento e o que vem por aí, espero que gostem dessa série.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52417780</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2023 01:11:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087803/327804853_44100_2_a721cf5f28604912.mp3" length="47009787" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Começa a nossa série de episódios sobre um dos maiores e mais importantes congressos de astronomia do mundo, o congressod a Sociedade Astronômica America, ou AAS, é o AAS241. 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Será uma série de vídeos resumindo os dias do congresso para que vocês fiquem informados sobre o estado da arte da astronomia, o que está sendo pesquisadoe e discutido no momento e o que vem por aí, espero que gostem dessa série.]]></itunes:summary><itunes:duration>3911</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/52c02f51ff009710b0bec4473c788e23.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 47 - O Movimento de Precessão da Terra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-47-o-movimento-de-precessao-da-terra--54087800</link><description><![CDATA[<b>No programa de hoje vamos falar de um dos movimentos que o nosso planeta possui mas que é pouco comentado, o movimento de peão que a Terra tem, vamos entender como esse movimento faz o céu do planeta mudar a cada 25 mil anos aproximadamente. Hoje vamos falar do movimento de precessão do planeta Terra.</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52374003</guid><pubDate>Fri, 06 Jan 2023 22:05:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087800/327804914_44100_2_2ecd8b0a0748f179.mp3" length="61522940" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No programa de hoje vamos falar de um dos movimentos que o nosso planeta possui mas que é pouco comentado, o movimento de peão que a Terra tem, vamos entender como esse movimento faz o céu do planeta mudar a cada 25 mil anos aproximadamente. Hoje...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>No programa de hoje vamos falar de um dos movimentos que o nosso planeta possui mas que é pouco comentado, o movimento de peão que a Terra tem, vamos entender como esse movimento faz o céu do planeta mudar a cada 25 mil anos aproximadamente. Hoje vamos falar do movimento de precessão do planeta Terra.</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>2564</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6530ccc7a9455ac903c296be74cad27e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 46 - Notícias (Campo Magnético Em Marte, Placas Tectônicas, Dinossauros)</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-46-noticias-campo-magnetico-em-marte-placas-tectonicas-dinossauros--54087804</link><description><![CDATA[<b>No programa de hoje não falarei de um tema só, mas vou fazer um apanhado de 3 notícias muito interessantes, na primeira vamos falar sobre o campo magnético de Marte, ele pode ter durado mais do que se pensava e pode ter até sofrido reversões.<br />Depois vou contar para vocÊs sobre um trabalho sensacional de simulação que fez o nosso planeta voltar no tempo para entender como as placas estavam antes do Pangeia e como elas se movimentaram.<br />E por fim, vamos falar da morte dos dinossauros novamente, dessa vez uma análise mostra o que pode ter acontecido logo após o impacto do grande de 66 milhões de anos atrás.<br /></b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52346733</guid><pubDate>Tue, 03 Jan 2023 23:25:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087804/327804957_44100_2_d601028c76109e09.mp3" length="87751713" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No programa de hoje não falarei de um tema só, mas vou fazer um apanhado de 3 notícias muito interessantes, na primeira vamos falar sobre o campo magnético de Marte, ele pode ter durado mais do que se pensava e pode ter até sofrido reversões.
Depois...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>No programa de hoje não falarei de um tema só, mas vou fazer um apanhado de 3 notícias muito interessantes, na primeira vamos falar sobre o campo magnético de Marte, ele pode ter durado mais do que se pensava e pode ter até sofrido reversões.<br />Depois vou contar para vocÊs sobre um trabalho sensacional de simulação que fez o nosso planeta voltar no tempo para entender como as placas estavam antes do Pangeia e como elas se movimentaram.<br />E por fim, vamos falar da morte dos dinossauros novamente, dessa vez uma análise mostra o que pode ter acontecido logo após o impacto do grande de 66 milhões de anos atrás.<br /></b>]]></itunes:summary><itunes:duration>3656</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/334564ef69ac90913250d1019dced9ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 45 - O Que Matou os Dinossauros?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-45-o-que-matou-os-dinossauros--54087811</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do Horizonte de Eventos vamos conversar sobre a morte dos dinossauros, ou em termos técnicos, a Quinta Grande Extinção em Massa da Terra, ou a Extinção K-Pg. Alguma coisa, ou algumas coisas aconteram com o planeta Terra há 66 milhões de anos que levou ao fim dos dinossuaros e deu chance para que os mamíferos surgissem e dominassem o planeta. Mas o que aconteceu, como eles morreram? Foi um asteroide? Foram erupções vulcânicas? Foram vários asteroides? Foi uma combinação de tudo isso? Ou foi algo que não temos nem ideia? Nesse episódio todas essas hipóteses explicadas para vocês. Espero que gostem!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52310273</guid><pubDate>Thu, 29 Dec 2022 22:26:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087811/327804912_48000_2_a5d9092197775b74.mp3" length="46345329" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do Horizonte de Eventos vamos conversar sobre a morte dos dinossauros, ou em termos técnicos, a Quinta Grande Extinção em Massa da Terra, ou a Extinção K-Pg. Alguma coisa, ou algumas coisas aconteram com o planeta Terra há 66...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do Horizonte de Eventos vamos conversar sobre a morte dos dinossauros, ou em termos técnicos, a Quinta Grande Extinção em Massa da Terra, ou a Extinção K-Pg. Alguma coisa, ou algumas coisas aconteram com o planeta Terra há 66 milhões de anos que levou ao fim dos dinossuaros e deu chance para que os mamíferos surgissem e dominassem o planeta. Mas o que aconteceu, como eles morreram? Foi um asteroide? Foram erupções vulcânicas? Foram vários asteroides? Foi uma combinação de tudo isso? Ou foi algo que não temos nem ideia? Nesse episódio todas essas hipóteses explicadas para vocês. Espero que gostem!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>1931</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/81eb5e389eed43d2c362af83682e0f72.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 44 - Antimatéria</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-44-antimateria--54087813</link><description><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos vamos falar sobre a antimatéria, um dos maiores mistérios do universo, da astronomia, cosmologia e das ciências em geral. Por que tem mais matéria que antimatéria? Será que tem mesmo, ou nós vivemos num canto dominado por matéria? Por que nós ainda existimos? Por que as bananas existem? Por que não foi tudo aniquilado logo depois do big Bang? Onde está a antimatéria perdida? Tudo isso e muito mais no episódio de hoje.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52292488</guid><pubDate>Tue, 27 Dec 2022 21:10:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087813/327804867_48000_2_1d70eba1ce6b33e0.mp3" length="45597759" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio do Horizonte de Eventos vamos falar sobre a antimatéria, um dos maiores mistérios do universo, da astronomia, cosmologia e das ciências em geral. Por que tem mais matéria que antimatéria? Será que tem mesmo, ou nós vivemos num canto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos vamos falar sobre a antimatéria, um dos maiores mistérios do universo, da astronomia, cosmologia e das ciências em geral. Por que tem mais matéria que antimatéria? Será que tem mesmo, ou nós vivemos num canto dominado por matéria? Por que nós ainda existimos? Por que as bananas existem? Por que não foi tudo aniquilado logo depois do big Bang? Onde está a antimatéria perdida? Tudo isso e muito mais no episódio de hoje.]]></itunes:summary><itunes:duration>1900</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e5bc5904c6fccc6d98e25b20a08958cb.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 43 - A Equação de Drake</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-43-a-equacao-de-drake--54087799</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês um pouco da história de um grande astrofísico que nos deixou em 2022, e que foi responsável por criar uma equação que é muito falada e comentada até os dias de hoje, mesmo ela tendo sido criada nos anos 1960, estou falando de Frank Drake e da sua famosa Equação de Drake. Vamos passar por todos os fatores da equação explicando o que é cada um deles e discutindo como esses fatores poderiam atualmente ser determinados, e as principais diferenças com a década de 1960 quando a equação foi criada. Espero que gostem e fica aqui a minha singela homenagem a Frank Drake.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52261175</guid><pubDate>Thu, 22 Dec 2022 21:36:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087799/327804942_48000_2_45563eb5b69596d4.mp3" length="45514340" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês um pouco da história de um grande astrofísico que nos deixou em 2022, e que foi responsável por criar uma equação que é muito falada e comentada até os dias de hoje, mesmo ela tendo sido criada nos anos 1960, estou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês um pouco da história de um grande astrofísico que nos deixou em 2022, e que foi responsável por criar uma equação que é muito falada e comentada até os dias de hoje, mesmo ela tendo sido criada nos anos 1960, estou falando de Frank Drake e da sua famosa Equação de Drake. Vamos passar por todos os fatores da equação explicando o que é cada um deles e discutindo como esses fatores poderiam atualmente ser determinados, e as principais diferenças com a década de 1960 quando a equação foi criada. Espero que gostem e fica aqui a minha singela homenagem a Frank Drake.]]></itunes:summary><itunes:duration>1897</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/89bc4051351068e574bd8fa32fac7950.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 42 - 10 Anos do Rover Curiosity Em Marte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-42-10-anos-do-rover-curiosity-em-marte--54087791</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos comemorar os 10 anos da chegada do rover Curiosity da NASA em Marte, mais precisamente na Cratera Gale. Vamos conversar de maneira geral sobre tudo que ele já fez desde a sua chegada até hoje, as suas grandes descobertas, seus desafios e problemas e o sobre o grande mistério do metano em Marte. Tentei resumir esses 10 anos de história incrível do rover que no momento está escalando uma montanha de 5 km de altura no centro da sua cratera.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52238660</guid><pubDate>Tue, 20 Dec 2022 17:21:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087791/327804988_48000_2_0e9375db054e3a0f.mp3" length="90119211" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos comemorar os 10 anos da chegada do rover Curiosity da NASA em Marte, mais precisamente na Cratera Gale. 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Tentei resumir esses 10 anos de história incrível do rover que no momento está escalando uma montanha de 5 km de altura no centro da sua cratera.]]></itunes:summary><itunes:duration>3755</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a1a797eae09f5b7d53d7a7a25b3ce5e2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 41 - Apollo 17 - Parte II</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-41-apollo-17-parte-ii--54087808</link><description><![CDATA[Nessa segunda parte do Horizonte de Eventos sobre a missão Apollo 17 vamos ver como foi o lançamento da missão, a única Apollo a ser lançada durante a noite, fazendo a noite virar dia, vamos comentar como foram os dias viajando até a Lua. O pouso no Vale de Taurus Litrow, e vamos falar sobre todas as caminhadas lunares, os locais visitados, as principais descobertas feitas pela missão, vamos falar também da missão científica na óribta da Lua, falar do retorno para a Terra e a partir de agora só esperar pela Artemis pousar na Lua!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52197825</guid><pubDate>Thu, 15 Dec 2022 19:45:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087808/327804885_48000_2_c337b2b948a8961c.mp3" length="108791965" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa segunda parte do Horizonte de Eventos sobre a missão Apollo 17 vamos ver como foi o lançamento da missão, a única Apollo a ser lançada durante a noite, fazendo a noite virar dia, vamos comentar como foram os dias viajando até a Lua. O pouso no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa segunda parte do Horizonte de Eventos sobre a missão Apollo 17 vamos ver como foi o lançamento da missão, a única Apollo a ser lançada durante a noite, fazendo a noite virar dia, vamos comentar como foram os dias viajando até a Lua. O pouso no Vale de Taurus Litrow, e vamos falar sobre todas as caminhadas lunares, os locais visitados, as principais descobertas feitas pela missão, vamos falar também da missão científica na óribta da Lua, falar do retorno para a Terra e a partir de agora só esperar pela Artemis pousar na Lua!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>4533</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/385af9362a0b9e96ab55475556eed8d7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 40 - Apollo 17 - Parte I</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-40-apollo-17-parte-i--54087792</link><description><![CDATA[A missão Apollo 17 foi a última vez, pelo menos até agora que o ser humano viajou e pisou na superfície da Lua. Essa foi uma missão muito diferenciada, onde o foco foi dado para a ciência, tanto que foi a primeira vez que um cientista, no caso um geólogo viajou até a Lua. A missão Apollo 17 está fazendo 50 anos, e por isso teremos dois episódios sobre essa missão. Nesse primeiro episódio vamos falar um pouco sobre a missão, a escolha da tripulação, a escolha do local de pouso, os equipamentos e instrumentos que fizeram parte da missão Apollo 17. Na Parte II, vamos falar do lançamento, da viagem até a Lua, das atividades tanto em solo lunar como na órbita do nosso satélite, e o retorno para a Terra, encerrando o programa Apollo da NASA.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52185999</guid><pubDate>Wed, 14 Dec 2022 16:14:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087792/327804970_48000_2_625d0df67f0f1383.mp3" length="91206275" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>A missão Apollo 17 foi a última vez, pelo menos até agora que o ser humano viajou e pisou na superfície da Lua. Essa foi uma missão muito diferenciada, onde o foco foi dado para a ciência, tanto que foi a primeira vez que um cientista, no caso um...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A missão Apollo 17 foi a última vez, pelo menos até agora que o ser humano viajou e pisou na superfície da Lua. Essa foi uma missão muito diferenciada, onde o foco foi dado para a ciência, tanto que foi a primeira vez que um cientista, no caso um geólogo viajou até a Lua. A missão Apollo 17 está fazendo 50 anos, e por isso teremos dois episódios sobre essa missão. Nesse primeiro episódio vamos falar um pouco sobre a missão, a escolha da tripulação, a escolha do local de pouso, os equipamentos e instrumentos que fizeram parte da missão Apollo 17. Na Parte II, vamos falar do lançamento, da viagem até a Lua, das atividades tanto em solo lunar como na órbita do nosso satélite, e o retorno para a Terra, encerrando o programa Apollo da NASA.]]></itunes:summary><itunes:duration>3800</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9fca14eb03223df3c1e9a67ed5fee65e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 39 - Toda A Complexa História da Descoberta de Netuno</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-39-toda-a-complexa-historia-da-descoberta-de-netuno--54087818</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos conversar sobre uma das histórias mais intrigantes e interessantes da astronomia, a descoberta do planeta Netuno. Uma história repleta de personagens e reviravoltas que mostra como era feita a astronomia nos anos 1700/1800 e conta também como Netuno foi primeiro descoberto matematicamente, será que vale, ou só depois de observar o planeta, deixa aí o seu comentário!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51458506</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2022 20:56:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087818/327804932_48000_2_00921af07c883351.mp3" length="47193329" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos conversar sobre uma das histórias mais intrigantes e interessantes da astronomia, a descoberta do planeta Netuno. Uma história repleta de personagens e reviravoltas que mostra como era feita a astronomia nos anos 1700/1800 e conta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vamos conversar sobre uma das histórias mais intrigantes e interessantes da astronomia, a descoberta do planeta Netuno. Uma história repleta de personagens e reviravoltas que mostra como era feita a astronomia nos anos 1700/1800 e conta também como Netuno foi primeiro descoberto matematicamente, será que vale, ou só depois de observar o planeta, deixa aí o seu comentário!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>1967</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b89155287559ee7ea318a5cdd866cdc0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 38 - O Impacto da Dart No Dimorphos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-38-o-impacto-da-dart-no-dimorphos--54087828</link><description><![CDATA[Nesse episódio tudo que você precisa saber sobre a colisão da sonda DART da NASA com o asteroide Dimorphos, esse é o primeiro teste de Defesa Planetária. Como será o impacto, o que esperar, para que explodir milhões de dólares em um asteroide, isso vai nos salvar, a resposta para todas essas e outras questões no episódio de hoje do Horizonte de Eventos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51381649</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2022 05:25:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087828/327804935_48000_2_089fb707f5fcf7e2.mp3" length="57539869" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio tudo que você precisa saber sobre a colisão da sonda DART da NASA com o asteroide Dimorphos, esse é o primeiro teste de Defesa Planetária. Como será o impacto, o que esperar, para que explodir milhões de dólares em um asteroide, isso...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio tudo que você precisa saber sobre a colisão da sonda DART da NASA com o asteroide Dimorphos, esse é o primeiro teste de Defesa Planetária. Como será o impacto, o que esperar, para que explodir milhões de dólares em um asteroide, isso vai nos salvar, a resposta para todas essas e outras questões no episódio de hoje do Horizonte de Eventos.]]></itunes:summary><itunes:duration>2398</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c268b029ff9c42e24b9b48885dee376d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 37 - Retrospectiva 2021</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-37-retrospectiva-2021--54087827</link><description><![CDATA[É aquela época do ano, não tem jeito, então preparei aqui uma lista com 10 fatos que marcaram o mundo da astronomia e da astronáutica para todos vocês e ainda no final uma pequena perspectiva do que está por vir aí em 2022!!! Espero que gostem, aproveitem, e um ótimo 2022 para todos vocês!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48124040</guid><pubDate>Fri, 31 Dec 2021 20:26:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087827/327804915_48000_2_2e622cd66ceb1b5f.mp3" length="121101470" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>É aquela época do ano, não tem jeito, então preparei aqui uma lista com 10 fatos que marcaram o mundo da astronomia e da astronáutica para todos vocês e ainda no final uma pequena perspectiva do que está por vir aí em 2022!!! Espero que gostem,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[É aquela época do ano, não tem jeito, então preparei aqui uma lista com 10 fatos que marcaram o mundo da astronomia e da astronáutica para todos vocês e ainda no final uma pequena perspectiva do que está por vir aí em 2022!!! Espero que gostem, aproveitem, e um ótimo 2022 para todos vocês!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>5046</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04dcffd666cbb562a1629e9e0edd5b9f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 36 - O Telescópio Espacial James Webb</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-36-o-telescopio-espacial-james-webb--54087805</link><description><![CDATA[Nesse episódio tudo sobre o Telescópio Espacial James Webb, o mais caro, mais sofisticado, mais esperado, mais problemático, maior, mais tecnológico telescópio espacial já lançado pelo ser humano. Aprenda tudo sobre ele, desde a sua concepção, passando pelos problemas, até o porque vai demorar 6 meses para ele começar a funcionar cientificamente.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48044974</guid><pubDate>Fri, 24 Dec 2021 07:11:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087805/327804875_48000_2_3993fadd8f300cde.mp3" length="93474939" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio tudo sobre o Telescópio Espacial James Webb, o mais caro, mais sofisticado, mais esperado, mais problemático, maior, mais tecnológico telescópio espacial já lançado pelo ser humano. Aprenda tudo sobre ele, desde a sua concepção,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio tudo sobre o Telescópio Espacial James Webb, o mais caro, mais sofisticado, mais esperado, mais problemático, maior, mais tecnológico telescópio espacial já lançado pelo ser humano. Aprenda tudo sobre ele, desde a sua concepção, passando pelos problemas, até o porque vai demorar 6 meses para ele começar a funcionar cientificamente.]]></itunes:summary><itunes:duration>3895</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c9685c0090bc20e8858068bdeff51771.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte De Eventos News Ep.01 - Atmosfera de Plutão, Cometa-Asteroide, Asteroides Metálicos e SAR</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-news-ep-01-atmosfera-de-plutao-cometa-asteroide-asteroides-metalicos-e-sar--54087826</link><description><![CDATA[No programa de hoje, vamos falar sobre algumas notícias da nossa vizinhança cósmica, o Sistema Solar, onde um novo objeto foi descoberto tendo um comportamento tanto de asteroide como cometa, vamos falar também sobre a caracterização de asteroides metálicos próximos da Terra, que podem despertar a vontade da mineração espacial, vamos comentar também sobre as mudanças analisadas e observadas da atmosfera de Plutão, observações feitas durante uma ocultação de estrela e vamos terminar com uma notícia do mundo da astronáutica/investimentos/economia, onde uma parceria de empresas chinesas está prestes a criar uma constelação de satélites que usam SAR, o radar de abertura sintética para imagear a Terra.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47018093</guid><pubDate>Sun, 17 Oct 2021 17:31:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087826/327804878_48000_2_bd174fda4d69ecd4.mp3" length="52577773" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No programa de hoje, vamos falar sobre algumas notícias da nossa vizinhança cósmica, o Sistema Solar, onde um novo objeto foi descoberto tendo um comportamento tanto de asteroide como cometa, vamos falar também sobre a caracterização de asteroides...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No programa de hoje, vamos falar sobre algumas notícias da nossa vizinhança cósmica, o Sistema Solar, onde um novo objeto foi descoberto tendo um comportamento tanto de asteroide como cometa, vamos falar também sobre a caracterização de asteroides metálicos próximos da Terra, que podem despertar a vontade da mineração espacial, vamos comentar também sobre as mudanças analisadas e observadas da atmosfera de Plutão, observações feitas durante uma ocultação de estrela e vamos terminar com uma notícia do mundo da astronáutica/investimentos/economia, onde uma parceria de empresas chinesas está prestes a criar uma constelação de satélites que usam SAR, o radar de abertura sintética para imagear a Terra.]]></itunes:summary><itunes:duration>2191</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9f5940d76343f988b8b5686f103285e4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 35 - A Missão Lucy</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-35-a-missao-lucy--54087814</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês um pouco sobre a missão Lucy que a NASA está enviando para estudar os asteroides Troianos de Júpiter. Todos os detalhes da missão que vai passar 13 anos vagando pelo nosso Sistema Solar para tentar responder grandes questões a respeito da origem e evolução do nosso sistema, e muito provavelmente levantar muito mais questões!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46976765</guid><pubDate>Thu, 14 Oct 2021 16:53:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087814/327804966_48000_2_955a87908e644dbf.mp3" length="41526064" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês um pouco sobre a missão Lucy que a NASA está enviando para estudar os asteroides Troianos de Júpiter. Todos os detalhes da missão que vai passar 13 anos vagando pelo nosso Sistema Solar para tentar responder...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês um pouco sobre a missão Lucy que a NASA está enviando para estudar os asteroides Troianos de Júpiter. Todos os detalhes da missão que vai passar 13 anos vagando pelo nosso Sistema Solar para tentar responder grandes questões a respeito da origem e evolução do nosso sistema, e muito provavelmente levantar muito mais questões!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>1730</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7e335e5933e5659ec50c3ac639ff1b34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 34 - A Chegada do James Webb Na Guiana Francesa</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-34-a-chegada-do-james-webb-na-guiana-francesa--54087795</link><description><![CDATA[Nesse episódio você vai encontrar a história completa de um grande momento da exploração espacial humana, mas que ainda está acontecendo aqui na Terra, o dia em que o Telescópio Espacial James Webb chegou na Guiana Francesa, o local de onde será lançado para o espaço para desvendar os mais profundos mistérios do universo. Todos os detalhes dessa viagem incrível realizada pelo telescópio espacial.<br /><br />E se você tem interesse em ver o lançamento do James Webb ao vivo e junto com a equipe do Space Today, nós preparamos uma verdadeira expedição para todos nós, para saber os detalhes e consultar tudo sobre a expedição acesse:<br /><br /><a href="https://www.spacetoday.com.br/jameswebb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.spacetoday.com.br/jameswebb</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46950957</guid><pubDate>Wed, 13 Oct 2021 05:45:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087795/327804964_48000_2_1c7d1fdc26a2db6b.mp3" length="65801586" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio você vai encontrar a história completa de um grande momento da exploração espacial humana, mas que ainda está acontecendo aqui na Terra, o dia em que o Telescópio Espacial James Webb chegou na Guiana Francesa, o local de onde será...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio você vai encontrar a história completa de um grande momento da exploração espacial humana, mas que ainda está acontecendo aqui na Terra, o dia em que o Telescópio Espacial James Webb chegou na Guiana Francesa, o local de onde será lançado para o espaço para desvendar os mais profundos mistérios do universo. Todos os detalhes dessa viagem incrível realizada pelo telescópio espacial.<br /><br />E se você tem interesse em ver o lançamento do James Webb ao vivo e junto com a equipe do Space Today, nós preparamos uma verdadeira expedição para todos nós, para saber os detalhes e consultar tudo sobre a expedição acesse:<br /><br /><a href="https://www.spacetoday.com.br/jameswebb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.spacetoday.com.br/jameswebb</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2742</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9b13bbfe8dc0934ae7efdfbe42f9b62b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 33 - 20 Anos da Missão WMAP: O Universo Nunca Mais Foi O Mesmo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-33-20-anos-da-missao-wmap-o-universo-nunca-mais-foi-o-mesmo--54087796</link><description><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos vamos conversar sobre os 20 anos de uma das missões mais importantes para o nosso entendimento do universo, a missão WMAP que foi lançada para fazer o mapa mais preciso até então da chamada radiação cósmica de fundo. A missão WMAP revolucionou nossa visão do universo, ajudou a estabelecer os ingredientes do universo, ajudou a calcular a idade do universo de forma precisa, a definir a sua forma e respaldar a ideia da expansão acelerada do universo.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46110783</guid><pubDate>Mon, 16 Aug 2021 11:40:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087796/327804987_48000_2_398e69ac5cb27442.mp3" length="49933788" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio do Horizonte de Eventos vamos conversar sobre os 20 anos de uma das missões mais importantes para o nosso entendimento do universo, a missão WMAP que foi lançada para fazer o mapa mais preciso até então da chamada radiação cósmica de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos vamos conversar sobre os 20 anos de uma das missões mais importantes para o nosso entendimento do universo, a missão WMAP que foi lançada para fazer o mapa mais preciso até então da chamada radiação cósmica de fundo. A missão WMAP revolucionou nossa visão do universo, ajudou a estabelecer os ingredientes do universo, ajudou a calcular a idade do universo de forma precisa, a definir a sua forma e respaldar a ideia da expansão acelerada do universo.]]></itunes:summary><itunes:duration>2081</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ce6ea2f8e9fa61ab121f4bc998cfaef9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 32 - Vamos Voltar Para Vênus</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-32-vamos-voltar-para-venus--54087843</link><description><![CDATA[No episódio de hoje vamos conversar sobre as 3 missões que irão explorar Vênus no início da década de 2030. Serão duas missões da NASA, a VERITAS e a DAVINCI+ e uma missão da ESA, a EnVision. Os detalhes de cada missão, seus instrumentos, seus objetivos, como elas irão colaborar entre elas, você ouve nessa edição do Horizonte de Eventos. Prepara a bike e a esteira para aquele cardio, prepara o carro para levar o filho para a escola, a louça e a casa para arrumar, e vamos juntos em mais uma viagem pelo mundo do conhecimento.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45355569</guid><pubDate>Fri, 18 Jun 2021 14:18:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087843/327804928_44100_2_9b36360a2ec5ffa0.mp3" length="32595791" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje vamos conversar sobre as 3 missões que irão explorar Vênus no início da década de 2030. Serão duas missões da NASA, a VERITAS e a DAVINCI+ e uma missão da ESA, a EnVision. Os detalhes de cada missão, seus instrumentos, seus...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje vamos conversar sobre as 3 missões que irão explorar Vênus no início da década de 2030. Serão duas missões da NASA, a VERITAS e a DAVINCI+ e uma missão da ESA, a EnVision. Os detalhes de cada missão, seus instrumentos, seus objetivos, como elas irão colaborar entre elas, você ouve nessa edição do Horizonte de Eventos. Prepara a bike e a esteira para aquele cardio, prepara o carro para levar o filho para a escola, a louça e a casa para arrumar, e vamos juntos em mais uma viagem pelo mundo do conhecimento.]]></itunes:summary><itunes:duration>2719</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/69000d785f84602f0edf23b4bc1d6148.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 31 - A História do Diagrama H-R</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-31-a-historia-do-diagrama-h-r--54087841</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar a história de um dos diagramas mais importantes da astrofísica estelar, o diagrama Hertzsprung-Russell, ou Diagrama H-R como é conhecido, é com esse diagrama que os astrônomos estudam a a vida das estrelas. Esse episódio complementa o episódio anterior onde expliquei a vida do nosso So.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45071161</guid><pubDate>Fri, 28 May 2021 01:45:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087841/327804880_44100_2_1a307608651ef186.mp3" length="19900074" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar a história de um dos diagramas mais importantes da astrofísica estelar, o diagrama Hertzsprung-Russell, ou Diagrama H-R como é conhecido, é com esse diagrama que os astrônomos estudam a a vida das estrelas. Esse episódio...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar a história de um dos diagramas mais importantes da astrofísica estelar, o diagrama Hertzsprung-Russell, ou Diagrama H-R como é conhecido, é com esse diagrama que os astrônomos estudam a a vida das estrelas. Esse episódio complementa o episódio anterior onde expliquei a vida do nosso So.]]></itunes:summary><itunes:duration>1660</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6f57f984a6af8482c0e0d5b0ad6bb30d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 30 - A Morte do Sol</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-30-a-morte-do-sol--54087846</link><description><![CDATA[Nessa edição do Horizonte de Eventos vou conversar com vocês sobre como será a morte da nossa estrela, o Sol, e de estrelas que são parecidas com o Sol. Vou contar o passo a passo da jornada evolutiva da estrela, o que vai acontecendo com ela e como ela vai se transformando à medida que o tempo vai passando até chegar em um momento que ela morre. Vamos ver que como tudo na vida, as estrelas também possuem um ciclo de vida.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44814207</guid><pubDate>Fri, 14 May 2021 14:40:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087846/327804911_44100_2_25dc0a80b868d0e1.mp3" length="19733170" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa edição do Horizonte de Eventos vou conversar com vocês sobre como será a morte da nossa estrela, o Sol, e de estrelas que são parecidas com o Sol. Vou contar o passo a passo da jornada evolutiva da estrela, o que vai acontecendo com ela e como...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa edição do Horizonte de Eventos vou conversar com vocês sobre como será a morte da nossa estrela, o Sol, e de estrelas que são parecidas com o Sol. Vou contar o passo a passo da jornada evolutiva da estrela, o que vai acontecendo com ela e como ela vai se transformando à medida que o tempo vai passando até chegar em um momento que ela morre. Vamos ver que como tudo na vida, as estrelas também possuem um ciclo de vida.]]></itunes:summary><itunes:duration>1646</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5d907e444ff907a3d4a82109dfe576d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 29 - 60 Anos do Voo de Alan Shepard</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-29-60-anos-do-voo-de-alan-shepard--54087815</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês outro momento histórico da exploração espacial humana. Em 1961, 3 semanas depois de Yuri Gagarin ter realizado a sua missão, tornando-se o primeiro ser humano a ir ao espaço e entrar na órbita da Terra, era a vez dos Estados Unidos mandar um de seus astronautas ao espaço pela primeira vez, e o escolhido foi Alan Shepard. Vou contar alguns fatos curiosos e interessantes desse voo que entrou para a história da exploração espacial.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44656626</guid><pubDate>Thu, 06 May 2021 10:59:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087815/327804873_48000_2_4b03c233dc1bec3f.mp3" length="50433756" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês outro momento histórico da exploração espacial humana. Em 1961, 3 semanas depois de Yuri Gagarin ter realizado a sua missão, tornando-se o primeiro ser humano a ir ao espaço e entrar na órbita da Terra, era a vez...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês outro momento histórico da exploração espacial humana. Em 1961, 3 semanas depois de Yuri Gagarin ter realizado a sua missão, tornando-se o primeiro ser humano a ir ao espaço e entrar na órbita da Terra, era a vez dos Estados Unidos mandar um de seus astronautas ao espaço pela primeira vez, e o escolhido foi Alan Shepard. Vou contar alguns fatos curiosos e interessantes desse voo que entrou para a história da exploração espacial.]]></itunes:summary><itunes:duration>2102</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b343cd0c8d0484d5dae7061a35e7e909.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 28 - O Primeiro Voo de Um Ônibus Espacial</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-28-o-primeiro-voo-de-um-onibus-espacial--54087809</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês a história do primeiro voo de um ônibus espacial, o Collumbia, que no dia 12 de abril de 1981, apenas 20 anos depois do histórico voo do Yuri Gagarin, partiu de Cabo Canaveral, na Flórida para entrar na história. Esse voo, conhecido como STS-1 marcou o início do programa dos ônibus espaciais da NASA, um programa que durou 30 anos, e que teve muito sucesso, embora dois acidentes graves e o custo elevado decretou o seu fim em 2011. Mas essa história eu conto depois. Aproveite o episódio.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44597495</guid><pubDate>Sun, 02 May 2021 18:34:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087809/327804909_48000_2_b8002c9d7c06894f.mp3" length="52503320" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês a história do primeiro voo de um ônibus espacial, o Collumbia, que no dia 12 de abril de 1981, apenas 20 anos depois do histórico voo do Yuri Gagarin, partiu de Cabo Canaveral, na Flórida para entrar na história....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês a história do primeiro voo de um ônibus espacial, o Collumbia, que no dia 12 de abril de 1981, apenas 20 anos depois do histórico voo do Yuri Gagarin, partiu de Cabo Canaveral, na Flórida para entrar na história. Esse voo, conhecido como STS-1 marcou o início do programa dos ônibus espaciais da NASA, um programa que durou 30 anos, e que teve muito sucesso, embora dois acidentes graves e o custo elevado decretou o seu fim em 2011. Mas essa história eu conto depois. Aproveite o episódio.]]></itunes:summary><itunes:duration>2188</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3ea1b86df0f1c95e9ce5a14ad0da5215.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 27 - 60 Anos do Voo de Yuri Gagarin</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-27-60-anos-do-voo-de-yuri-gagarin--54087824</link><description><![CDATA[Episódio especial em comemoração aos 60 anos do voo histórico de Yuti Gagarin, o primeiro ser humano a ir ao espaço e entrar na órbita da Terra. Um pouco da biografia desse herói, a preparação para o voo, o voo, a volta, e o que aconteceu depois. Espero que gostem!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44311245</guid><pubDate>Tue, 13 Apr 2021 01:42:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087824/327804958_44100_2_9c3336b6f6eaf46f.mp3" length="23189745" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Episódio especial em comemoração aos 60 anos do voo histórico de Yuti Gagarin, o primeiro ser humano a ir ao espaço e entrar na órbita da Terra. Um pouco da biografia desse herói, a preparação para o voo, o voo, a volta, e o que aconteceu depois....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Episódio especial em comemoração aos 60 anos do voo histórico de Yuti Gagarin, o primeiro ser humano a ir ao espaço e entrar na órbita da Terra. Um pouco da biografia desse herói, a preparação para o voo, o voo, a volta, e o que aconteceu depois. Espero que gostem!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>1935</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8b0d51a810ea981d7affdcaa0d455216.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 26 - As Galáxias Elípticas Podem Resolver a Crise Cosmológica?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-26-as-galaxias-elipticas-podem-resolver-a-crise-cosmologica--54087819</link><description><![CDATA[No episódio de hoje vamos conversar um pouco sobre algo que atormenta os astrônomos, cosmólogos, físicos e muito mais gente, a chamada crise cosmológica, isso quer dizer que ao medir a taxa de expansão do universo usando métodos diferentes, que estão baseados em medidas feitas do universo local ou do universo primordial, o resultado é muito diferente. E nesse episódio vou mostrar para vocês mais uma técnica definida agora e que só acirra toda essa crise do universo. Essa nova técnica é baseada nas chamadas galáxias elípticas, ou seja, será que essas galáxias podem ajudar a resolver a crise cosmológica?]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44080531</guid><pubDate>Sat, 27 Mar 2021 22:35:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087819/327804949_44100_2_c6bbb9596765a9e2.mp3" length="26282439" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje vamos conversar um pouco sobre algo que atormenta os astrônomos, cosmólogos, físicos e muito mais gente, a chamada crise cosmológica, isso quer dizer que ao medir a taxa de expansão do universo usando métodos diferentes, que estão...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje vamos conversar um pouco sobre algo que atormenta os astrônomos, cosmólogos, físicos e muito mais gente, a chamada crise cosmológica, isso quer dizer que ao medir a taxa de expansão do universo usando métodos diferentes, que estão baseados em medidas feitas do universo local ou do universo primordial, o resultado é muito diferente. E nesse episódio vou mostrar para vocês mais uma técnica definida agora e que só acirra toda essa crise do universo. Essa nova técnica é baseada nas chamadas galáxias elípticas, ou seja, será que essas galáxias podem ajudar a resolver a crise cosmológica?]]></itunes:summary><itunes:duration>2193</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0162f372c71bd8dddc6384eaf7313650.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 25 - Notícias - Luas de Marte, Crise da Cosmologia, Temperatura de Estrelas, Aglomerado de Galáxias</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-25-noticias-luas-de-marte-crise-da-cosmologia-temperatura-de-estrelas-aglomerado-de-galaxias--54087802</link><description><![CDATA[Nessa edição do Horizonte de Eventos vou conversar com vocês sobre mais um conjunto de notícias que foi destaque no mundo da astronomia. Vamos começar falando sobre a detecção de um aglomerado de galáxias em formação lá no universo primordial, usando o maior telescópio da Terra na atualidade, depois vamos falar sobre um estudo que mostra que os satélites naturais de Marte, fobos e Deimos podem ter uma origem comum, vamos passar então para a cosmologia, onde um grupo de físicos está tentando explicar as discrepâncias nas medidas da expansão do universo com um novo tipo de energia escura que atuou no início do universo e vamos terminar falando de uma nova técnica desenvolvida pelos astrônomos para medir a temperatura de estrelas do tipo supergigante vermelhas, as estrelas que terminam suas vidas como supernovas do Tipo II e semeiam o universo com os elementos químicos essenciais para a vida.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43858470</guid><pubDate>Fri, 12 Mar 2021 15:45:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087802/327804975_48000_2_152bea47768039c8.mp3" length="60638747" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa edição do Horizonte de Eventos vou conversar com vocês sobre mais um conjunto de notícias que foi destaque no mundo da astronomia. Vamos começar falando sobre a detecção de um aglomerado de galáxias em formação lá no universo primordial, usando...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa edição do Horizonte de Eventos vou conversar com vocês sobre mais um conjunto de notícias que foi destaque no mundo da astronomia. Vamos começar falando sobre a detecção de um aglomerado de galáxias em formação lá no universo primordial, usando o maior telescópio da Terra na atualidade, depois vamos falar sobre um estudo que mostra que os satélites naturais de Marte, fobos e Deimos podem ter uma origem comum, vamos passar então para a cosmologia, onde um grupo de físicos está tentando explicar as discrepâncias nas medidas da expansão do universo com um novo tipo de energia escura que atuou no início do universo e vamos terminar falando de uma nova técnica desenvolvida pelos astrônomos para medir a temperatura de estrelas do tipo supergigante vermelhas, as estrelas que terminam suas vidas como supernovas do Tipo II e semeiam o universo com os elementos químicos essenciais para a vida.]]></itunes:summary><itunes:duration>2527</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/daed8c7c2c0e6b054e4091b4d5ebe34c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 24 - Notícias - Crosta Pulverizada, Gelo de Água em Marte, Neutrino Fest</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-24-noticias-crosta-pulverizada-gelo-de-agua-em-marte-neutrino-fest--54087823</link><description><![CDATA[Mais uma edição do Horizonte de Eventos em forma de notícias astronômicas para todos vocês. Nesse episódio vamos falar do estudo que mostrou a presença da crosta vaporizada de planetas na atmosfera gasosa de estrelas do tipo anãs brancas, vamos comentar sobre um estudo que descobriu gelo de água na subsuperfície marciana em latitudes intermediárias, e no final 2 notícias sobre neutrinos no que ficou conhecido na última semana como neutrino fest!!! Espero que gostem]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43697985</guid><pubDate>Tue, 02 Mar 2021 04:48:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087823/327804929_48000_2_8c45ce8797c93788.mp3" length="73050080" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Mais uma edição do Horizonte de Eventos em forma de notícias astronômicas para todos vocês. Nesse episódio vamos falar do estudo que mostrou a presença da crosta vaporizada de planetas na atmosfera gasosa de estrelas do tipo anãs brancas, vamos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Mais uma edição do Horizonte de Eventos em forma de notícias astronômicas para todos vocês. Nesse episódio vamos falar do estudo que mostrou a presença da crosta vaporizada de planetas na atmosfera gasosa de estrelas do tipo anãs brancas, vamos comentar sobre um estudo que descobriu gelo de água na subsuperfície marciana em latitudes intermediárias, e no final 2 notícias sobre neutrinos no que ficou conhecido na última semana como neutrino fest!!! Espero que gostem]]></itunes:summary><itunes:duration>3044</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/522814a153795db8e692205cfce7a593.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 23 - Notícias - Farfarout, Marte, Exoplanetas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-23-noticias-farfarout-marte-exoplanetas--54087830</link><description><![CDATA[Uma edição diferente do podcast para vocês, vamos conversar sobre 4 notícias astronômicas que foram destaque nas últimas semanas, onde ficamos muito focados em Marte. Começamos falando do Farfarout, o objeto mais distante confirmado no Sistema Solar, depois passamos para duas importantes descobertas da sonda TGO na órbita marciana, falamos da detecção de NO2 na atmosfera de exoplanetas para detectar civilizações avançadas e finalizamos com a origem das super-Terras e mini-Netunos.<br /><br />Fontes:<br /><br /><a href="https://www.mcgill.ca/newsroom/channels/news/astronomers-uncover-mysterious-origins-super-earths-328401" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.mcgill.ca/newsroom/channels/news/astronomers-uncover-mysterious-origins-super-earths-328401</a><br /><br /><a href="https://www.nasa.gov/press-release/goddard/2021/technosignature" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nasa.gov/press-release/goddard/2021/technosignature</a><br /><br /><a href="http://news.nau.edu/trijillo-farfarout/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://news.nau.edu/trijillo-farfarout/#</a>.YDJ-n2hKiUn<br /><br /><a href="https://www.esa.int/Science_Exploration/Human_and_Robotic_Exploration/Exploration/ExoMars/ExoMars_discovers_new_gas_and_traces_water_loss_on_Mars" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.esa.int/Science_Exploration/Human_and_Robotic_Exploration/Exploration/ExoMars/ExoMars_discovers_new_gas_and_traces_water_loss_on_Mars</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43575288</guid><pubDate>Mon, 22 Feb 2021 01:13:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087830/327804925_48000_2_0339cd3889e5baf8.mp3" length="48050843" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Uma edição diferente do podcast para vocês, vamos conversar sobre 4 notícias astronômicas que foram destaque nas últimas semanas, onde ficamos muito focados em Marte. Começamos falando do Farfarout, o objeto mais distante confirmado no Sistema Solar,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma edição diferente do podcast para vocês, vamos conversar sobre 4 notícias astronômicas que foram destaque nas últimas semanas, onde ficamos muito focados em Marte. Começamos falando do Farfarout, o objeto mais distante confirmado no Sistema Solar, depois passamos para duas importantes descobertas da sonda TGO na órbita marciana, falamos da detecção de NO2 na atmosfera de exoplanetas para detectar civilizações avançadas e finalizamos com a origem das super-Terras e mini-Netunos.<br /><br />Fontes:<br /><br /><a href="https://www.mcgill.ca/newsroom/channels/news/astronomers-uncover-mysterious-origins-super-earths-328401" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.mcgill.ca/newsroom/channels/news/astronomers-uncover-mysterious-origins-super-earths-328401</a><br /><br /><a href="https://www.nasa.gov/press-release/goddard/2021/technosignature" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nasa.gov/press-release/goddard/2021/technosignature</a><br /><br /><a href="http://news.nau.edu/trijillo-farfarout/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://news.nau.edu/trijillo-farfarout/#</a>.YDJ-n2hKiUn<br /><br /><a href="https://www.esa.int/Science_Exploration/Human_and_Robotic_Exploration/Exploration/ExoMars/ExoMars_discovers_new_gas_and_traces_water_loss_on_Mars" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.esa.int/Science_Exploration/Human_and_Robotic_Exploration/Exploration/ExoMars/ExoMars_discovers_new_gas_and_traces_water_loss_on_Mars</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2002</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3033afc6f30fa6966c93d08f9524b1a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 22 - A Missão do Rover Perseverance Em Marte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-22-a-missao-do-rover-perseverance-em-marte--54087829</link><description><![CDATA[No episódio de hoje vou conversar com vocês sobre a missão do Rover Perseverance da NASA em Marte, uma missão que está chegando em Marte no próximo dia 18 de fevereiro de 2021, e que tem o claro e bem definido objetivo de descobrir se Marte no passado teve ou não teve vida. Além disso, a missão tem uma série de outros objetivos e está levando equipamentos de última geração para explorar o Planeta Vermelho, conto tudo para vocês nessa edição. E para ficar por dentro, vou deixar aqui o link para você entrar no meu grupo e pegar de graça um ebook especial com todos os detalhes sobre a missão e já vou deixar aqui também o link para a live no YouTube onde acompanharemos ao vivo a chegada do Perseverance em Marte.<br /><br />Link para o ebook:<br /><br /><a href="https://spacetoday.com.br/perseverance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://spacetoday.com.br/perseverance/</a><br /><br />Link para a Live:<br /><br /><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2eva-zGUpTs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=2eva-zGUpTs</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43461993</guid><pubDate>Sun, 14 Feb 2021 17:28:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087829/327804968_44100_2_1fe09bbe24f3090f.mp3" length="83181239" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje vou conversar com vocês sobre a missão do Rover Perseverance da NASA em Marte, uma missão que está chegando em Marte no próximo dia 18 de fevereiro de 2021, e que tem o claro e bem definido objetivo de descobrir se Marte no passado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje vou conversar com vocês sobre a missão do Rover Perseverance da NASA em Marte, uma missão que está chegando em Marte no próximo dia 18 de fevereiro de 2021, e que tem o claro e bem definido objetivo de descobrir se Marte no passado teve ou não teve vida. Além disso, a missão tem uma série de outros objetivos e está levando equipamentos de última geração para explorar o Planeta Vermelho, conto tudo para vocês nessa edição. E para ficar por dentro, vou deixar aqui o link para você entrar no meu grupo e pegar de graça um ebook especial com todos os detalhes sobre a missão e já vou deixar aqui também o link para a live no YouTube onde acompanharemos ao vivo a chegada do Perseverance em Marte.<br /><br />Link para o ebook:<br /><br /><a href="https://spacetoday.com.br/perseverance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://spacetoday.com.br/perseverance/</a><br /><br />Link para a Live:<br /><br /><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2eva-zGUpTs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=2eva-zGUpTs</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3471</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2ecc41767d7bffcb8aa103c09939d6ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 21 - Challenger - O Acidente</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-21-challenger-o-acidente--54087812</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês a terrível história de outro acidente marcante da história da exploração espacial, o dia em que o Ônibus Espacial Challenger explodiu nos céus da Flórida. É um acidente que marcou, principalmente as pessoas da minha geração. Você vai ver como uma trágica sequência de eventos e combinação de eventos que levou ao acidente. Fica a dica para assistir o documento da Netflix e acompanhar a grande quantidade de material que existe sobre esse acidente.<br /><br />Fonte:<br /><br /><a href="https://www.americaspace.com/2021/01/28/go-at-throttle-up-remembering-challengers-final-flight-otd-in-1986/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.americaspace.com/2021/01/28/go-at-throttle-up-remembering-challengers-final-flight-otd-in-1986/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43335970</guid><pubDate>Sun, 07 Feb 2021 18:42:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087812/327804927_44100_2_cd9d0ff5bcbca75d.mp3" length="36800840" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês a terrível história de outro acidente marcante da história da exploração espacial, o dia em que o Ônibus Espacial Challenger explodiu nos céus da Flórida. É um acidente que marcou, principalmente as pessoas da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês a terrível história de outro acidente marcante da história da exploração espacial, o dia em que o Ônibus Espacial Challenger explodiu nos céus da Flórida. É um acidente que marcou, principalmente as pessoas da minha geração. Você vai ver como uma trágica sequência de eventos e combinação de eventos que levou ao acidente. Fica a dica para assistir o documento da Netflix e acompanhar a grande quantidade de material que existe sobre esse acidente.<br /><br />Fonte:<br /><br /><a href="https://www.americaspace.com/2021/01/28/go-at-throttle-up-remembering-challengers-final-flight-otd-in-1986/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.americaspace.com/2021/01/28/go-at-throttle-up-remembering-challengers-final-flight-otd-in-1986/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3071</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2e3c9cde0e7d1ea85af2aa7748413863.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 20 - Apollo 1 - The Fire</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-20-apollo-1-the-fire--54087820</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês, a trágica e triste história do acidente com a Apollo 1 que matou 3 astronautas, Virgil Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee, um dos mais trágicos acidentes da história da exploração espacial. Coloquei áudios originais ao longo do episódio e é bem pesado em determinados pontos, então, caso você tenha problemas com isso, aconselho a não ouvir o episódio.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43213383</guid><pubDate>Sun, 31 Jan 2021 16:21:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087820/327804939_48000_2_9a67359d65b6b675.mp3" length="45651358" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês, a trágica e triste história do acidente com a Apollo 1 que matou 3 astronautas, Virgil Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee, um dos mais trágicos acidentes da história da exploração espacial. Coloquei áudios...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês, a trágica e triste história do acidente com a Apollo 1 que matou 3 astronautas, Virgil Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee, um dos mais trágicos acidentes da história da exploração espacial. Coloquei áudios originais ao longo do episódio e é bem pesado em determinados pontos, então, caso você tenha problemas com isso, aconselho a não ouvir o episódio.]]></itunes:summary><itunes:duration>1902</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9b0e1de7066dfa3a8cd9c871c1b0e27c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 19 - Contagem de Crateras E Buraco Negro Intermediário</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-19-contagem-de-crateras-e-buraco-negro-intermediario--54087807</link><description><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos, vamos falar de duas pesquisas muito interessantes uma da área de ciência planetária, onde os pesquisadores, literalmente contam crateras na Lua para determinar melhor a idade das rochas, e na outra, o que pode ser uma grande descoberta dos astrônomos, mais um buraco negro de massa intermediária. Espero que gostem!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43115120</guid><pubDate>Mon, 25 Jan 2021 22:58:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087807/327804936_44100_2_2a8812ad31dd416b.mp3" length="23140076" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio do Horizonte de Eventos, vamos falar de duas pesquisas muito interessantes uma da área de ciência planetária, onde os pesquisadores, literalmente contam crateras na Lua para determinar melhor a idade das rochas, e na outra, o que pode...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio do Horizonte de Eventos, vamos falar de duas pesquisas muito interessantes uma da área de ciência planetária, onde os pesquisadores, literalmente contam crateras na Lua para determinar melhor a idade das rochas, e na outra, o que pode ser uma grande descoberta dos astrônomos, mais um buraco negro de massa intermediária. Espero que gostem!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>1449</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7fa249f4c0574921cf0733bb5b19b479.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 8 - 2019 - O Segundo Ano Mais Quente da História</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-8-2019-o-segundo-ano-mais-quente-da-historia--54087831</link><description><![CDATA[A NASA e o NOAA lançaram o seu relatório anual sobre a condição climática do planeta Terra no ano de 2019. E o ano de 2019 foi o segundo ano mais quente da história, só perdendo para 2016. Mas o que é aquecimento global, mudança climática, quais as consequências, como podemos tentar resolver, tudo isso e um pouco mais nesse episódio.<br /><br />Para consultar o relatório acesse:<br /><br /><a href="https://www.nasa.gov/press-release/nasa-noaa-analyses-reveal-2019-second-warmest-year-on-record" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nasa.gov/press-release/nasa-noaa-analyses-reveal-2019-second-warmest-year-on-record</a><br /><br /><a href="https://data.giss.nasa.gov/gistemp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://data.giss.nasa.gov/gistemp/</a><br /><br /><a href="https://www.nasa.gov/topics/earth/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nasa.gov/topics/earth/index.html</a><br /><br /><a href="https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/briefings/20200115.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/briefings/20200115.pdf</a><br /><br /><a href="https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/global/201913" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/global/201913</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43101998</guid><pubDate>Mon, 25 Jan 2021 05:34:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087831/327804938_44100_2_2a23a893f5bf4284.mp3" length="45607997" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>A NASA e o NOAA lançaram o seu relatório anual sobre a condição climática do planeta Terra no ano de 2019. 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Mas o que é aquecimento global, mudança climática, quais as consequências, como podemos tentar resolver, tudo isso e um pouco mais nesse episódio.<br /><br />Para consultar o relatório acesse:<br /><br /><a href="https://www.nasa.gov/press-release/nasa-noaa-analyses-reveal-2019-second-warmest-year-on-record" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nasa.gov/press-release/nasa-noaa-analyses-reveal-2019-second-warmest-year-on-record</a><br /><br /><a href="https://data.giss.nasa.gov/gistemp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://data.giss.nasa.gov/gistemp/</a><br /><br /><a href="https://www.nasa.gov/topics/earth/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.nasa.gov/topics/earth/index.html</a><br /><br /><a href="https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/briefings/20200115.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/briefings/20200115.pdf</a><br /><br /><a href="https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/global/201913" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ncdc.noaa.gov/sotc/global/201913</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>1903</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d905dafbf05334c837e553ec8016e121.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 7 - Betelgeuse Vai Explodir?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-7-betelgeuse-vai-explodir--54087825</link><description><![CDATA[No mês de Dezembro de 2019, astrônomos e curiosos começaram a notar algo interessante no céu.<br /><br />A estrela Betelgeuse, que fica na constelação de Orion e que aqui para nós na Terra tem uma coloração laranja, estava diminuindo de brilho de forma considerável.<br /><br />Muitas pessoas então perguntaram e postaram se algo estava acontecendo com a estrela.<br /><br />Será que ela está prestes a explodir, será que ela vai se transformar numa supernova?]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43101703</guid><pubDate>Mon, 25 Jan 2021 05:21:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087825/327804961_44100_2_7a0827463dbad21c.mp3" length="41240925" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No mês de Dezembro de 2019, astrônomos e curiosos começaram a notar algo interessante no céu.

A estrela Betelgeuse, que fica na constelação de Orion e que aqui para nós na Terra tem uma coloração laranja, estava diminuindo de brilho de forma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No mês de Dezembro de 2019, astrônomos e curiosos começaram a notar algo interessante no céu.<br /><br />A estrela Betelgeuse, que fica na constelação de Orion e que aqui para nós na Terra tem uma coloração laranja, estava diminuindo de brilho de forma considerável.<br /><br />Muitas pessoas então perguntaram e postaram se algo estava acontecendo com a estrela.<br /><br />Será que ela está prestes a explodir, será que ela vai se transformar numa supernova?]]></itunes:summary><itunes:duration>1721</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0e9680fd332d9a9377ad0e4aafce99a3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 6 - Vikram É Encontrado na Lua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-6-vikram-e-encontrado-na-lua--54087832</link><description><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês a história do módulo de pouso Vikram da missão Chandrayaan 2 que depois de ficar perdido em solo lunar, onde se chocou, foi encontrado pela missão LRO da NASA.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43101526</guid><pubDate>Mon, 25 Jan 2021 04:56:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087832/327804908_44100_2_95a6866ba42285b6.mp3" length="48712225" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vou contar para vocês a história do módulo de pouso Vikram da missão Chandrayaan 2 que depois de ficar perdido em solo lunar, onde se chocou, foi encontrado pela missão LRO da NASA.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vou contar para vocês a história do módulo de pouso Vikram da missão Chandrayaan 2 que depois de ficar perdido em solo lunar, onde se chocou, foi encontrado pela missão LRO da NASA.]]></itunes:summary><itunes:duration>1523</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6b44473db9c93094dd0ff654dac5a243.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 3 - Luna 2 - Os 60 Anos Do Primeiro Objeto A Atingir a Lua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-3-luna-2-os-60-anos-do-primeiro-objeto-a-atingir-a-lua--54087835</link><description><![CDATA[Nesse episódio conto a história da missão Luna 2, esse foi o primeiro objeto construído pelo ser humano a atingir a Lua.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43101443</guid><pubDate>Mon, 25 Jan 2021 04:41:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087835/327804973_44100_2_085a61de2a230847.mp3" length="40807781" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio conto a história da missão Luna 2, esse foi o primeiro objeto construído pelo ser humano a atingir a Lua.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio conto a história da missão Luna 2, esse foi o primeiro objeto construído pelo ser humano a atingir a Lua.]]></itunes:summary><itunes:duration>1276</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/98ba4bb3a4cf528bffda2809c2bb2e10.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 18 - A Missão Apollo 5</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-18-a-missao-apollo-5--54087845</link><description><![CDATA[Nessa edição vou contar para vocês a história da missão Apollo 5, uma missão esquecida por muitos, mas muito importante, pois foi a primeira vez que o módulo lunar foi para o espaço, porém, tudo isso é rocket science, e embora o planejamento para a missão tenha sido perfeito, a realidade foi outra completamente diferente, ouça aí e saiba tudo sobre essa importante missão que ajudou a pavimentar a ida do homem para a Lua.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/43094391</guid><pubDate>Sun, 24 Jan 2021 16:50:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087845/327804921_44100_2_da358bf7faf79724.mp3" length="24003948" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa edição vou contar para vocês a história da missão Apollo 5, uma missão esquecida por muitos, mas muito importante, pois foi a primeira vez que o módulo lunar foi para o espaço, porém, tudo isso é rocket science, e embora o planejamento para a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa edição vou contar para vocês a história da missão Apollo 5, uma missão esquecida por muitos, mas muito importante, pois foi a primeira vez que o módulo lunar foi para o espaço, porém, tudo isso é rocket science, e embora o planejamento para a missão tenha sido perfeito, a realidade foi outra completamente diferente, ouça aí e saiba tudo sobre essa importante missão que ajudou a pavimentar a ida do homem para a Lua.]]></itunes:summary><itunes:duration>2003</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e04731e8820b1fe927cb326eebd68561.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 17 - A História da Água na Lua</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-17-a-historia-da-agua-na-lua--54087816</link><description><![CDATA[Nessa edição do horizonte de eventos vou contar para vocês a história completa sobre a água na Lua. Começando lá na década de 60 com o histórico trabalho de Murray, passando por todas as missões que detectaram algo relacionado com a água na Lua e culminando na grande descoberta feita pela SOFIA e publicada em 2020. Além disso ainda vamos conversar sobre o futuro, o que os próximos anos reservam sobre a exploração da água na Lua e sobre o Programa Artemis da NASA.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/42977499</guid><pubDate>Sun, 17 Jan 2021 15:40:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087816/327804924_48000_2_6354dbb68361bd75.mp3" length="69222560" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa edição do horizonte de eventos vou contar para vocês a história completa sobre a água na Lua. Começando lá na década de 60 com o histórico trabalho de Murray, passando por todas as missões que detectaram algo relacionado com a água na Lua e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa edição do horizonte de eventos vou contar para vocês a história completa sobre a água na Lua. Começando lá na década de 60 com o histórico trabalho de Murray, passando por todas as missões que detectaram algo relacionado com a água na Lua e culminando na grande descoberta feita pela SOFIA e publicada em 2020. Além disso ainda vamos conversar sobre o futuro, o que os próximos anos reservam sobre a exploração da água na Lua e sobre o Programa Artemis da NASA.]]></itunes:summary><itunes:duration>2885</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d913c810e7ab50e79c598ee4d6e6bc6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 16 - A Nova História da Via Láctea</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-16-a-nova-historia-da-via-lactea--54087834</link><description><![CDATA[Nesse episódio do podcast horizonte de Eventos, vou contar para vocês como a história da nossa galáxia, a Via Láctea, mudou radicalmente nos últimos 2 anos. A missão Gaia da ESA derramou uma quantidade de dados impressionantes, que os astrônomos estão estudando para contar uma nova história sobre como a nossa galáxia se formou, evoluiu e como será o seu futuro.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/42858519</guid><pubDate>Sat, 09 Jan 2021 15:29:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087834/327804946_48000_2_f77db8d853c29c03.mp3" length="50397152" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio do podcast horizonte de Eventos, vou contar para vocês como a história da nossa galáxia, a Via Láctea, mudou radicalmente nos últimos 2 anos. A missão Gaia da ESA derramou uma quantidade de dados impressionantes, que os astrônomos estão...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio do podcast horizonte de Eventos, vou contar para vocês como a história da nossa galáxia, a Via Láctea, mudou radicalmente nos últimos 2 anos. A missão Gaia da ESA derramou uma quantidade de dados impressionantes, que os astrônomos estão estudando para contar uma nova história sobre como a nossa galáxia se formou, evoluiu e como será o seu futuro.]]></itunes:summary><itunes:duration>2100</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/39fa1e5e427bf695e572182fdb606fc6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 15 - Os Eventos Espaciais de 2021</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-15-os-eventos-espaciais-de-2021--54087836</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos passar pelos principais eventos astronômicos e astronáuticos que estão programados para o ano de 2021. Já pega um caderno e anota que vai ser em ordem cronológica.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/42761064</guid><pubDate>Sat, 02 Jan 2021 17:27:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087836/327804944_48000_2_6f5a7018a79f0a09.mp3" length="50481248" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos passar pelos principais eventos astronômicos e astronáuticos que estão programados para o ano de 2021. Já pega um caderno e anota que vai ser em ordem cronológica.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vamos passar pelos principais eventos astronômicos e astronáuticos que estão programados para o ano de 2021. Já pega um caderno e anota que vai ser em ordem cronológica.]]></itunes:summary><itunes:duration>2104</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b8be81df98e6520587243c7671d928a8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 14 - A Descoberta Da Semente Dos Buracos Negros Supermassivos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-14-a-descoberta-da-semente-dos-buracos-negros-supermassivos--54087849</link><description><![CDATA[Os astrônomos conseguiram pela primeira vez detectar de forma clara um buraco negro de massa intermediária, usando o LIGO e o VIRGO. Esse tipo de buraco negro é considerado a semente dos buracos negros supermassivos. Ouça esse episódio e entenda como foi feita essa descoberta incrível além de entender detalhes importantes sobre os buracos negros.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/41190574</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2020 22:12:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087849/327804959_48000_2_5cf1439c5fea3cbd.mp3" length="54729248" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Os astrônomos conseguiram pela primeira vez detectar de forma clara um buraco negro de massa intermediária, usando o LIGO e o VIRGO. Esse tipo de buraco negro é considerado a semente dos buracos negros supermassivos. Ouça esse episódio e entenda como...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Os astrônomos conseguiram pela primeira vez detectar de forma clara um buraco negro de massa intermediária, usando o LIGO e o VIRGO. Esse tipo de buraco negro é considerado a semente dos buracos negros supermassivos. Ouça esse episódio e entenda como foi feita essa descoberta incrível além de entender detalhes importantes sobre os buracos negros.]]></itunes:summary><itunes:duration>2281</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/77575b3d4c39c24b45aa964422e3bd2e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 13 - Astrônomo Amador Brasileiro Descobre Asteroide Com 1km de Diâmetro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-13-astronomo-amador-brasileiro-descobre-asteroide-com-1km-de-diametro--54087839</link><description><![CDATA[Leonardo Amaral, um astrônomo amador brasileiro que recebeu um grant de 8500 dólares da Planetary Society fez uma descoberta impressionte, um asteroide, um NEO com 1 km de diâmetro. Essa descoberta mostra que tem muita coisa na nossa vizinhança cósmica que ainda precisa ser descoberta e estudada, ouça esse episódio e entenda um pouco sobre toda a problmeática dos NEOs, dos asteroides, a descoberta e tudo mais.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/40891646</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2020 19:28:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087839/327804920_48000_2_f3639957bec26f09.mp3" length="44574368" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Leonardo Amaral, um astrônomo amador brasileiro que recebeu um grant de 8500 dólares da Planetary Society fez uma descoberta impressionte, um asteroide, um NEO com 1 km de diâmetro. Essa descoberta mostra que tem muita coisa na nossa vizinhança...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Leonardo Amaral, um astrônomo amador brasileiro que recebeu um grant de 8500 dólares da Planetary Society fez uma descoberta impressionte, um asteroide, um NEO com 1 km de diâmetro. Essa descoberta mostra que tem muita coisa na nossa vizinhança cósmica que ainda precisa ser descoberta e estudada, ouça esse episódio e entenda um pouco sobre toda a problmeática dos NEOs, dos asteroides, a descoberta e tudo mais.]]></itunes:summary><itunes:duration>1858</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7e727038a25e7b47dc71aea33baa1d5a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 12 - Como Uma Missão Para Marte Pode Mudar Um País - A Missão Hope dos Emirados Árabes Unidos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-12-como-uma-missao-para-marte-pode-mudar-um-pais-a-missao-hope-dos-emirados-arabes-unidos--54087838</link><description><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos irão lançar a sua primeira missão para Marte, na verdade, a primeira missão interplanetária de um país árabe. A missão tem um objetivo científico que é entender a atmosfera de Marte, mas muito além do objetivo científico, ela tem o objetivo de mudar o pensamento de uma nação e incentivar os jovens nas áreas de ciências e tecnologia. Ouça esse programa cheio de estatísticas sobre a educação nesse país árabe e sobre a importante participação das mulheres na missão.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/39838875</guid><pubDate>Sat, 18 Jul 2020 20:22:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087838/327804969_44100_2_cb69180df4622827.mp3" length="28470365" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Os Emirados Árabes Unidos irão lançar a sua primeira missão para Marte, na verdade, a primeira missão interplanetária de um país árabe. A missão tem um objetivo científico que é entender a atmosfera de Marte, mas muito além do objetivo científico, ela...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos irão lançar a sua primeira missão para Marte, na verdade, a primeira missão interplanetária de um país árabe. A missão tem um objetivo científico que é entender a atmosfera de Marte, mas muito além do objetivo científico, ela tem o objetivo de mudar o pensamento de uma nação e incentivar os jovens nas áreas de ciências e tecnologia. Ouça esse programa cheio de estatísticas sobre a educação nesse país árabe e sobre a importante participação das mulheres na missão.]]></itunes:summary><itunes:duration>1783</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ee43b28138033aaf4b432977d7b3c7c9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 11 - Missão TRIDENT Para Tritão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-11-missao-trident-para-tritao--54087840</link><description><![CDATA[ENTRE NA COMUNIDADE SPARKLE DO SPACE TODAY NO HOTMART:<br /><br /><a href="https://sparkle.onelink.me/twwu/spacetoday" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://sparkle.onelink.me/twwu/spacetoday</a><br /><br />--------------------------------------------------------------------<br />VISITE A LOJA DO SPACE TODAY:<br /><br /><a href="https://www.spacetodaystore.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.spacetodaystore.com</a><br /><br />--------------------------------------------------------------------<br /><br />SEJA MEMBRO DO SPACE TODAY E AJUDE COM A CRIAÇÃO DE CONTEÚDO SÉRIA NA ÁREA DE ASTRONOMIA:<br /><br /><a href="https://www.patreon.com/spacetoday" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.patreon.com/spacetoday</a><br /><br /><a href="https://apoia.se/spacetoday" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://apoia.se/spacetoday</a><br /><br /><a href="https://www.youtube.com/channel/UC_Fk7hHbl7vv_7K8tYqJd5A/join" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/channel/UC_Fk7hHbl7vv_7K8tYqJd5A/join</a><br /><br />--------------------------------------------------------------------<br /><br />Essa semana vamos continuar falando de uma missão para os confins do nosso Sistema Solar, e vamos falar da missão TRIDENT. A TRIDENT é uma missão que está sendo considerada dentro do Discovery Program da NASA, ou seja, missões rápidas e baratas para explorar os planetas. Ela está concorrendo com outras 3 missões, 2 para Vênus e uma para Io, e o resultado das duas finalistas sai em meados de 2021. Entenda o que é o Discovery Program, a missão TRIDENT, a importância de explorar Tritão, tudo nesse episódio.<br /><br />Fonte:<br /><br /><a href="https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7597" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7597</a><br /><br /><a href="https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7680" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7680</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/35998531</guid><pubDate>Sat, 04 Jul 2020 22:22:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087840/327804977_44100_2_1342af6506dd141a.mp3" length="33942282" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>ENTRE NA COMUNIDADE SPARKLE DO SPACE TODAY NO HOTMART:

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A TRIDENT é uma missão que está sendo considerada dentro do Discovery Program da NASA, ou seja, missões rápidas e baratas para explorar os planetas. Ela está concorrendo com outras 3 missões, 2 para Vênus e uma para Io, e o resultado das duas finalistas sai em meados de 2021. Entenda o que é o Discovery Program, a missão TRIDENT, a importância de explorar Tritão, tudo nesse episódio.<br /><br />Fonte:<br /><br /><a href="https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7597" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7597</a><br /><br /><a href="https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7680" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?feature=7680</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2126</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/88e5ba4f19c7ce518cc99c41336c779b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 10 - Missão Para Urano e Netuno</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-10-missao-para-urano-e-netuno--54087821</link><description><![CDATA[ENTRE NA COMUNIDADE SPARKLE DO SPACE TODAY NO HOTMART:<br /><br /><a href="https://sparkle.onelink.me/twwu/spacetoday" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://sparkle.onelink.me/twwu/spacetoday</a><br /><br />--------------------------------------------------------------------<br />VISITE A LOJA DO SPACE TODAY:<br /><br /><a href="https://www.spacetodaystore.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.spacetodaystore.com</a><br /><br />--------------------------------------------------------------------<br /><br />SEJA MEMBRO DO SPACE TODAY E AJUDE COM A CRIAÇÃO DE CONTEÚDO SÉRIA NA ÁREA DE ASTRONOMIA:<br /><br /><a href="https://www.patreon.com/spacetoday" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.patreon.com/spacetoday</a><br /><br /><a href="https://apoia.se/spacetoday" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://apoia.se/spacetoday</a><br /><br /><a href="https://www.youtube.com/channel/UC_Fk7hHbl7vv_7K8tYqJd5A/join" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/channel/UC_Fk7hHbl7vv_7K8tYqJd5A/join</a><br /><br />--------------------------------------------------------------------<br /><br />Nesse episódio vamos conversar sobre uma possível missão para os planetas gigantes congelados do nosso Sistema Solar, Urano e Netuno. Um raro alinhamento planetário irá acontecer no início dos anos 2030 e com esse alinhamento seria possível enviar uma missão para estudar os planetas. Mas existem muitos problemas. Quais são esses problemas, os benefícios de uma missão para esses planetas, que alinhamento é esse e muito mais nessa edição do Horizonte de Eventos.<br /><br />O programa Voyage 2050 da ESA:<br /><br /><a href="https://www.cosmos.esa.int/web/voyage-2050" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.cosmos.esa.int/web/voyage-2050</a><br /><br />Exemplo do Planetary Decadal Survey da NASA:<br /><br /><a href="https://science.nasa.gov/science-pink/s3fs-public/atoms/files/Planetary_DS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://science.nasa.gov/science-pink/s3fs-public/atoms/files/Planetary_DS.pdf</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/34196070</guid><pubDate>Sun, 28 Jun 2020 21:33:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087821/327804922_44100_2_487bd20f884ff9e9.mp3" length="35389249" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>ENTRE NA COMUNIDADE SPARKLE DO SPACE TODAY NO HOTMART:

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Um raro alinhamento planetário irá acontecer no início dos anos 2030 e com esse alinhamento seria possível enviar uma missão para estudar os planetas. Mas existem muitos problemas. Quais são esses problemas, os benefícios de uma missão para esses planetas, que alinhamento é esse e muito mais nessa edição do Horizonte de Eventos.<br /><br />O programa Voyage 2050 da ESA:<br /><br /><a href="https://www.cosmos.esa.int/web/voyage-2050" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.cosmos.esa.int/web/voyage-2050</a><br /><br />Exemplo do Planetary Decadal Survey da NASA:<br /><br /><a href="https://science.nasa.gov/science-pink/s3fs-public/atoms/files/Planetary_DS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://science.nasa.gov/science-pink/s3fs-public/atoms/files/Planetary_DS.pdf</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>1477</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c7d43210b15a4e376416f972d35d1cde.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 9 - Resumo Astronômico Semanal - SpaceX, Oumuamua e Exoplaneta Parecido Com a Terra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-9-resumo-astronomico-semanal-spacex-oumuamua-e-exoplaneta-parecido-com-a-terra--54087848</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos testar um novo tipo de programa, um resumo dos principais acontecimentos da astronomia e da astronáutica ocorridos na última semana. E nesse episódio vamos falar da SpaceX e uma semana agitada na empresa, vamos falar do nosso primeiro visitante interestelar, o Oumuamua, que pode ser um iceberg de hidrogênio e vamos comentar sobre o exoplaneta parecido com a Terra descoberto num sistema que lembra muito o nosso Sistema Solar. Espero que gostem e espero o comentário de todos.<br /><br />Links para as lives da Crew Dragon Demo 2:<br /><br /><a href="https://youtu.be/irT6AtrWrWA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/irT6AtrWrWA</a><br /><br /><a href="https://youtu.be/IZa7JhnpNfc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/IZa7JhnpNfc</a><br /><br /><a href="https://youtu.be/8zdwLVWceIk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/8zdwLVWceIk</a><br /><br /><a href="https://youtu.be/9Mmh05hsjDA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/9Mmh05hsjDA</a><br /><br />Link para o artigo sobre o Oumuamua:<br /><br /><a href="https://phys.org/news/2020-06-mysterious-interstellar-visitor-dark-hydrogen.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://phys.org/news/2020-06-mysterious-interstellar-visitor-dark-hydrogen.html</a><br /><br />Link para o artigo sobre o exoplaneta KOI-456.04:<br /><br /><a href="https://www.mps.mpg.de/6567251/news_publication_14901977_transferred?c=6775" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.mps.mpg.de/6567251/news_publication_14901977_transferred?c=6775</a><br /><br />Me siga nas redes sociais:<br /><br />@spacetoday1 no Twitter e no Instagram<br /><br />Space Today no Facebook<br /><br />Se inscreva no meu canal no YouTube:<br /><br /><a href="https://youtu.be/bRxH0oj4nvs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/bRxH0oj4nvs</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/29730878</guid><pubDate>Sat, 06 Jun 2020 19:33:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087848/327804948_44100_2_7a6de1b6b1dccf17.mp3" length="52297383" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos testar um novo tipo de programa, um resumo dos principais acontecimentos da astronomia e da astronáutica ocorridos na última semana. E nesse episódio vamos falar da SpaceX e uma semana agitada na empresa, vamos falar do nosso...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vamos testar um novo tipo de programa, um resumo dos principais acontecimentos da astronomia e da astronáutica ocorridos na última semana. E nesse episódio vamos falar da SpaceX e uma semana agitada na empresa, vamos falar do nosso primeiro visitante interestelar, o Oumuamua, que pode ser um iceberg de hidrogênio e vamos comentar sobre o exoplaneta parecido com a Terra descoberto num sistema que lembra muito o nosso Sistema Solar. Espero que gostem e espero o comentário de todos.<br /><br />Links para as lives da Crew Dragon Demo 2:<br /><br /><a href="https://youtu.be/irT6AtrWrWA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/irT6AtrWrWA</a><br /><br /><a href="https://youtu.be/IZa7JhnpNfc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/IZa7JhnpNfc</a><br /><br /><a href="https://youtu.be/8zdwLVWceIk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/8zdwLVWceIk</a><br /><br /><a href="https://youtu.be/9Mmh05hsjDA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/9Mmh05hsjDA</a><br /><br />Link para o artigo sobre o Oumuamua:<br /><br /><a href="https://phys.org/news/2020-06-mysterious-interstellar-visitor-dark-hydrogen.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://phys.org/news/2020-06-mysterious-interstellar-visitor-dark-hydrogen.html</a><br /><br />Link para o artigo sobre o exoplaneta KOI-456.04:<br /><br /><a href="https://www.mps.mpg.de/6567251/news_publication_14901977_transferred?c=6775" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.mps.mpg.de/6567251/news_publication_14901977_transferred?c=6775</a><br /><br />Me siga nas redes sociais:<br /><br />@spacetoday1 no Twitter e no Instagram<br /><br />Space Today no Facebook<br /><br />Se inscreva no meu canal no YouTube:<br /><br /><a href="https://youtu.be/bRxH0oj4nvs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://youtu.be/bRxH0oj4nvs</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2182</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0702fde1dc78d2bad4c17242dfd741af.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horixonte de Eventos - Episódio 2 - Matéria Escura - Como Acreditar Em Algo Que Não Se Pode Ver?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horixonte-de-eventos-episodio-2-materia-escura-como-acreditar-em-algo-que-nao-se-pode-ver--54087822</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos conversar um pouco sobre a tão falada matéria escura, como milhares de astrônomos espalhados por todo o mundo acreditam em algo que é invisível, eles estão todos loucos, ou existem pistas, existem evidências sobre a matéria escura? Ouça esse episódio e descubra.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/23472431</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2020 17:16:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087822/327804943_44100_2_bfb3446d10a23bab.mp3" length="37479154" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos conversar um pouco sobre a tão falada matéria escura, como milhares de astrônomos espalhados por todo o mundo acreditam em algo que é invisível, eles estão todos loucos, ou existem pistas, existem evidências sobre a matéria...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vamos conversar um pouco sobre a tão falada matéria escura, como milhares de astrônomos espalhados por todo o mundo acreditam em algo que é invisível, eles estão todos loucos, ou existem pistas, existem evidências sobre a matéria escura? Ouça esse episódio e descubra.]]></itunes:summary><itunes:duration>1172</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c7b389aa80a5d62de0b7b202e134f823.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 1 - A Saga Da Missão Chandrayaan-2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-1-a-saga-da-missao-chandrayaan-2--54087847</link><description><![CDATA[Nesse episódio vamos contar um pouco da história da missão indiana para Lua, a Chandrayaan-2 que acabou de forma trágica com a colisão do Vikram com a superfície da Lua.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/23451649</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2020 03:46:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087847/327804960_44100_2_720230473a2925b0.mp3" length="30440721" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse episódio vamos contar um pouco da história da missão indiana para Lua, a Chandrayaan-2 que acabou de forma trágica com a colisão do Vikram com a superfície da Lua.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse episódio vamos contar um pouco da história da missão indiana para Lua, a Chandrayaan-2 que acabou de forma trágica com a colisão do Vikram com a superfície da Lua.]]></itunes:summary><itunes:duration>952</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2f2d8f309cb247c714fc0675c0553c87.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 5 - Onde Estão As Sementes dos Buracos Negros Supermassivos?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-5-onde-estao-as-sementes-dos-buracos-negros-supermassivos--54087833</link><description><![CDATA[Nesse mais novo episódio do podcast Horizonte de Eventos, vamos conversar sobre algo que intriga os astrônomos, onde estão as sementes que dão origem aos buracos negros supermassivos? Essas sementes seriam os chamados buracos negros de massa intermediária, mas até agora, os astrônomos não conseguiram detectar esses buracos negros. Será que eles realmente existem, será que não temos tecnologia ainda para detectar esse tipo de buraco negro? Junto com a matéria e a energia escura, esse é um dos grandes mistérios do nosso universo atualmente e que tira o sono dos astrônomos. Nesse programa, vamos tentar entender um pouco melhor todo esse problema.]]></description><guid isPermaLink="false">tag:soundcloud,2010:tracks/694656481</guid><pubDate>Sat, 12 Oct 2019 12:16:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087833/327804981_44100_2_1d83dad226f907fa.mp3" length="53849780" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse mais novo episódio do podcast Horizonte de Eventos, vamos conversar sobre algo que intriga os astrônomos, onde estão as sementes que dão origem aos buracos negros supermassivos? Essas sementes seriam os chamados buracos negros de massa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse mais novo episódio do podcast Horizonte de Eventos, vamos conversar sobre algo que intriga os astrônomos, onde estão as sementes que dão origem aos buracos negros supermassivos? Essas sementes seriam os chamados buracos negros de massa intermediária, mas até agora, os astrônomos não conseguiram detectar esses buracos negros. Será que eles realmente existem, será que não temos tecnologia ainda para detectar esse tipo de buraco negro? Junto com a matéria e a energia escura, esse é um dos grandes mistérios do nosso universo atualmente e que tira o sono dos astrônomos. Nesse programa, vamos tentar entender um pouco melhor todo esse problema.]]></itunes:summary><itunes:duration>1683</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5bd7c8eda197d32aeb2ebe89306a4d2a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos Episódio 1 - A Missão Chandrayaan-2 E O Seu Lander Perdido</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-1-a-missao-chandrayaan-2-e-o-seu-lander-perdido--54087842</link><description><![CDATA[Nesse primeiro episódio vamos conversar sobre a missão Chandrayaan 2 da Índia.]]></description><guid isPermaLink="false">26f0e54b-bdfc-8fc0-f3f2-54b5adefeb7b</guid><pubDate>Wed, 18 Sep 2019 20:56:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087842/24121184_44100_2_a610c92c65317.mp3" length="30440721" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>Nesse primeiro episódio vamos conversar sobre a missão Chandrayaan 2 da Índia.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesse primeiro episódio vamos conversar sobre a missão Chandrayaan 2 da Índia.]]></itunes:summary><itunes:duration>952</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cb8bca30ead197b08743898bfff413a8.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>1</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Horizonte de Eventos - Episódio 4 - 4 Anos da Detecção da Primeira Onda Gravitacional</title><link>https://www.spreaker.com/episode/horizonte-de-eventos-episodio-4-4-anos-da-deteccao-da-primeira-onda-gravitacional--54087837</link><description><![CDATA[No dia 14 de Setembro de 2015, os cientistas no LIGO detectaram pela primeira vez na história uma onda gravitacional gerada pela fusão de dois buracos negros de massa estelar. Essa detecção comprovou uma conclusão importante da Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein, além de mostrar a aplicabilidade do LIGO e também comprovar a existência dos buracos negros de massa estelar. Nesse episódio vou contar um pouco da história dessa primeira detecção e a importância das ondas gravitacionais para a astronomia.]]></description><guid isPermaLink="false">tag:soundcloud,2010:tracks/682197728</guid><pubDate>Tue, 17 Sep 2019 02:32:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/54087837/327804934_44100_2_56a01d1a192dd5b9.mp3" length="44525109" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Sergio Sacani Sancevero</itunes:author><itunes:subtitle>No dia 14 de Setembro de 2015, os cientistas no LIGO detectaram pela primeira vez na história uma onda gravitacional gerada pela fusão de dois buracos negros de massa estelar. 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