<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>BBCast Agro</title><link>https://broto.com.br/</link><description><![CDATA[Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/5002221/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Business</category><copyright>Copyright Broto</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d70f412c4db7a122acc5574799ad3da6.jpg</url><title>BBCast Agro</title><link>https://broto.com.br/</link></image><lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 10:02:56 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Broto</itunes:name><itunes:email>faleconosco@broto.com.br</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d70f412c4db7a122acc5574799ad3da6.jpg"/><itunes:subtitle>Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!]]></itunes:summary><itunes:category text="Business"/><itunes:explicit>false</itunes:explicit><podcast:guid>8d85c886-96e8-5469-b9f4-9bba379e574f</podcast:guid><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>Milho: Pro Farmer reduz estimativa de produtividade nos EUA e preços avançam | BBCast Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-pro-farmer-reduz-estimativa-de-produtividade-nos-eua-e-precos-avancam-bbcast-agro--74700132</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do milho, com destaque para as perspectivas da safra norte-americana, os impactos do Pro Farmer Crop Tour, a produção europeia e o avanço da colheita da segunda safra no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Mercado internacional: Os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago apresentaram forte volatilidade em agosto, com vencimentos para dezembro de 2026 negociados acima de US$ 5 por bushel. 🇺🇸 Safra dos EUA: O Pro Farmer Crop Tour apontou produtividade média cerca de 4% inferior à estimada pelo USDA, levantando dúvidas sobre o tamanho da produção norte-americana. <br /><br />📉 Oferta global: Uma possível redução da produção dos Estados Unidos pode diminuir a oferta mundial de milho e contribuir para a sustentação dos preços. <br /><br />🌍 Europa e Mar Negro: Problemas climáticos em importantes regiões produtoras da União Europeia e as incertezas relacionadas ao conflito no Mar Negro seguem influenciando as cotações internacionais. 🇧🇷 Mercado brasileiro: A colheita do milho segunda safra está próxima do fim, com menos de 10% da área ainda a ser colhida. Paraná, Minas Gerais e São Paulo avançaram com os trabalhos favorecidos pelo clima mais seco. <br /><br />💰 Preços: O Indicador CEPEA/Esalq acumulou alta de 5% nos últimos 15 dias, superando R$ 68 por saca. Os contratos futuros para o início de 2027 já registram preços acima de R$ 80 por saca. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços e na preservação das margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74700132</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74700132/28082026.mp3" length="962821" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do milho, com destaque para as perspectivas da safra norte-americana, os impactos do Pro Farmer Crop Tour, a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do milho, com destaque para as perspectivas da safra norte-americana, os impactos do Pro Farmer Crop Tour, a produção europeia e o avanço da colheita da segunda safra no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Mercado internacional: Os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago apresentaram forte volatilidade em agosto, com vencimentos para dezembro de 2026 negociados acima de US$ 5 por bushel. 🇺🇸 Safra dos EUA: O Pro Farmer Crop Tour apontou produtividade média cerca de 4% inferior à estimada pelo USDA, levantando dúvidas sobre o tamanho da produção norte-americana. <br /><br />📉 Oferta global: Uma possível redução da produção dos Estados Unidos pode diminuir a oferta mundial de milho e contribuir para a sustentação dos preços. <br /><br />🌍 Europa e Mar Negro: Problemas climáticos em importantes regiões produtoras da União Europeia e as incertezas relacionadas ao conflito no Mar Negro seguem influenciando as cotações internacionais. 🇧🇷 Mercado brasileiro: A colheita do milho segunda safra está próxima do fim, com menos de 10% da área ainda a ser colhida. Paraná, Minas Gerais e São Paulo avançaram com os trabalhos favorecidos pelo clima mais seco. <br /><br />💰 Preços: O Indicador CEPEA/Esalq acumulou alta de 5% nos últimos 15 dias, superando R$ 68 por saca. Os contratos futuros para o início de 2027 já registram preços acima de R$ 80 por saca. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços e na preservação das margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>161</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,cepea,elnino,hedge,mercadoagricola,mercadodomilho,mercadofuturo,milho,opcoesagro,precodomilho,producaodemilho,profarmercroptour,safraestadosunidos,safrinha,segundasafra,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de Corte: exportações, mercado futuro e perspectivas para a arroba | BBCast Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-corte-exportacoes-mercado-futuro-e-perspectivas-para-a-arroba-bbcast-agro--74698744</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o comportamento da arroba, as exportações brasileiras de carne bovina, o mercado futuro e as oportunidades de gestão de risco para o pecuarista.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Mercado físico: O indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo recuou cerca de 1% no mês, enquanto o indicador do bezerro apresentou leve valorização. <br /><br />📉 Preços da arroba: Após altas nas primeiras semanas de agosto, algumas praças registraram queda de até R$ 5,00/@, com a arroba negociada a R$ 340,00 em São Paulo e no Pará. <br /><br />🌎 Exportações: Os embarques brasileiros de carne bovina in natura recuaram 26,4% nos primeiros 15 dias úteis de agosto, influenciados principalmente pela redução das compras chinesas. <br /><br />📈 Mercado futuro: Os contratos de boi gordo na B3 apresentaram valorização nos vencimentos de setembro e outubro, sinalizando expectativas mais otimistas para os preços. 🇺🇸 Mercado norte-americano: A autorização dos Estados Unidos para importar até 300 mil toneladas de carne bovina para produção de carne moída pode abrir oportunidades para o Brasil e favorecer as exportações. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro, incluindo opções de venda (Put) referenciadas na B3, além do Custeio Agropecuário para apoiar o planejamento da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74698744</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74698744/2708.mp3" length="1742576" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o comportamento da arroba, as exportações brasileiras de carne bovina, o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o comportamento da arroba, as exportações brasileiras de carne bovina, o mercado futuro e as oportunidades de gestão de risco para o pecuarista.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Mercado físico: O indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo recuou cerca de 1% no mês, enquanto o indicador do bezerro apresentou leve valorização. <br /><br />📉 Preços da arroba: Após altas nas primeiras semanas de agosto, algumas praças registraram queda de até R$ 5,00/@, com a arroba negociada a R$ 340,00 em São Paulo e no Pará. <br /><br />🌎 Exportações: Os embarques brasileiros de carne bovina in natura recuaram 26,4% nos primeiros 15 dias úteis de agosto, influenciados principalmente pela redução das compras chinesas. <br /><br />📈 Mercado futuro: Os contratos de boi gordo na B3 apresentaram valorização nos vencimentos de setembro e outubro, sinalizando expectativas mais otimistas para os preços. 🇺🇸 Mercado norte-americano: A autorização dos Estados Unidos para importar até 300 mil toneladas de carne bovina para produção de carne moída pode abrir oportunidades para o Brasil e favorecer as exportações. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro, incluindo opções de venda (Put) referenciadas na B3, além do Custeio Agropecuário para apoiar o planejamento da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>291</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,china,creditorural,esalq,exportacaodecarnebovina,gestaoderisco,mercadodoboi,mercadofuturo,opcoesagro,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>MP 1.376/2026: nova linha para composição de dívidas rurais</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mp-1-376-2026-nova-linha-para-composicao-de-dividas-rurais--74698709</link><description><![CDATA[Entenda as regras da Medida Provisória 1.376/2026, as faixas de enquadramento, limites, juros e prazos das novas linhas de composição de dívidas rurais no Banco do Brasil<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74698709</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:12:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74698709/bbcast_2608_mp.mp3" length="4700651" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Entenda as regras da Medida Provisória 1.376/2026, as faixas de enquadramento, limites, juros e prazos das novas linhas de composição de dívidas rurais no Banco do Brasil

👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Entenda as regras da Medida Provisória 1.376/2026, as faixas de enquadramento, limites, juros e prazos das novas linhas de composição de dívidas rurais no Banco do Brasil<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>294</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,composicaodedividas,creditoagropecuario,creditoconsciente,creditorural,dividasrurais,financiamentorural,juros,mp1376-2026,portariamf2423,produtorrural,renegociacaodedividasrurais,resolucaocmn5330</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Feijão: segunda safra concluída, terceira safra avança e El Niño exige atenção | BBCast Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/feijao-segunda-safra-concluida-terceira-safra-avanca-e-el-nino-exige-atencao-bbcast-agro--74685075</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para o encerramento da segunda safra, as perspectivas para a terceira safra e os impactos do fenômeno El Niño sobre a temporada 2026/27.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🫘 Segunda safra: A colheita está praticamente concluída, com produção estimada em aproximadamente 1,3 milhão de toneladas, consolidando essa etapa como a principal responsável pelo abastecimento interno. <br /><br />📊 Produção nacional: A safra brasileira de feijão 2025/26 deve alcançar cerca de 3 milhões de toneladas, com ligeira redução em relação ao ciclo anterior, principalmente devido à menor área cultivada e a problemas fitossanitários. <br /><br />🌱 Terceira safra: A produção é estimada em aproximadamente 681 mil toneladas. As áreas irrigadas apresentam perspectivas favoráveis, enquanto as lavouras de sequeiro no Nordeste permanecem dependentes da regularidade das chuvas. <br /><br />🌦️ El Niño: A confirmação do fenômeno para a safra verão 2026/27 aumenta a atenção sobre os riscos climáticos, com possibilidade de chuvas acima da média no Sul e menores precipitações em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Norte. <br /><br />🌡️ Condições climáticas: A previsão de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil pode elevar os riscos produtivos e exigir planejamento mais cuidadoso para a próxima temporada. <br /><br />🛡️ Gestão e crédito: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão, contribuindo para o planejamento e a adoção de estratégias de mitigação de riscos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74685075</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74685075/260826.mp3" length="1379108" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para o encerramento da segunda safra, as perspectivas para a terceira safra e os impactos do fenômeno El Niño...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para o encerramento da segunda safra, as perspectivas para a terceira safra e os impactos do fenômeno El Niño sobre a temporada 2026/27.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🫘 Segunda safra: A colheita está praticamente concluída, com produção estimada em aproximadamente 1,3 milhão de toneladas, consolidando essa etapa como a principal responsável pelo abastecimento interno. <br /><br />📊 Produção nacional: A safra brasileira de feijão 2025/26 deve alcançar cerca de 3 milhões de toneladas, com ligeira redução em relação ao ciclo anterior, principalmente devido à menor área cultivada e a problemas fitossanitários. <br /><br />🌱 Terceira safra: A produção é estimada em aproximadamente 681 mil toneladas. As áreas irrigadas apresentam perspectivas favoráveis, enquanto as lavouras de sequeiro no Nordeste permanecem dependentes da regularidade das chuvas. <br /><br />🌦️ El Niño: A confirmação do fenômeno para a safra verão 2026/27 aumenta a atenção sobre os riscos climáticos, com possibilidade de chuvas acima da média no Sul e menores precipitações em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Norte. <br /><br />🌡️ Condições climáticas: A previsão de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil pode elevar os riscos produtivos e exigir planejamento mais cuidadoso para a próxima temporada. <br /><br />🛡️ Gestão e crédito: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão, contribuindo para o planejamento e a adoção de estratégias de mitigação de riscos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>230</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,clima,conab,elnino,feijao,feijao2026,feijao2026-27,feijaodesequeiro,feijaoirrigado,mercadodofeijao,producaodefeijao,safradofeijao,segundasafra,terceirasafra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/567ecd70ebd5a812550b3dc359ac90a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra 2026/27, etanol, açúcar e desafios para as margens | BBCast Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-2026-27-etanol-acucar-e-desafios-para-as-margens-bbcast-agro--74644365</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, André Longhi Javarez, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cadeia sucroenergética, com destaque para as perspectivas da safra 2026/27, os mercados de etanol e açúcar e os principais desafios para produtores e usinas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Safra 2026/27: A região Centro-Sul está em plena colheita, com expectativa de produção de aproximadamente 642 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e um mix industrial estimado em 42,5% para açúcar e 57,5% para etanol. <br /><br />⛽ Etanol: A produção de etanol de cana no Centro-Sul deve superar 27,6 bilhões de litros, enquanto o etanol de milho pode alcançar 10,25 bilhões de litros. A competitividade do biocombustível favorece a demanda e contribui para a estabilidade do abastecimento. <br /><br />🍬 Mercado de açúcar: A recuperação das cotações internacionais, influenciada pelas preocupações climáticas e pela possibilidade de redução da produção de cana na Índia, mantém o mercado no radar das usinas. <br /><br />📉 ATR e rentabilidade: O valor do ATR recuou de aproximadamente R$ 1,09/kg em janeiro para R$ 0,88/kg em julho, enquanto os custos de renovação e manutenção dos canaviais permanecem elevados, pressionando as margens da atividade. <br /><br />🌽 Etanol de milho: A expansão da produção, estimada em cerca de 10,25 bilhões de litros, aumenta a participação do cereal na matriz de biocombustíveis e influencia a dinâmica do mercado sucroenergético. <br /><br />⚠️ Pontos de atenção: Preços do petróleo e da gasolina, condições climáticas globais, cotações do açúcar, expansão do etanol de milho, endividamento e produtividade dos canaviais serão determinantes para os próximos meses. <br /><br />📊 Gestão: Em um ambiente de margens pressionadas, produtividade, tecnologia, eficiência operacional e controle dos custos são fundamentais para preservar a rentabilidade e a sustentabilidade da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74644365</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74644365/utf_8_q_cana_de_a_c3_a7ucar_25082026_mp3.mp3" length="4107701" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, André Longhi Javarez, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cadeia sucroenergética, com destaque para as perspectivas da safra 2026/27, os mercados de etanol e açúcar e os principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, André Longhi Javarez, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cadeia sucroenergética, com destaque para as perspectivas da safra 2026/27, os mercados de etanol e açúcar e os principais desafios para produtores e usinas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Safra 2026/27: A região Centro-Sul está em plena colheita, com expectativa de produção de aproximadamente 642 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e um mix industrial estimado em 42,5% para açúcar e 57,5% para etanol. <br /><br />⛽ Etanol: A produção de etanol de cana no Centro-Sul deve superar 27,6 bilhões de litros, enquanto o etanol de milho pode alcançar 10,25 bilhões de litros. A competitividade do biocombustível favorece a demanda e contribui para a estabilidade do abastecimento. <br /><br />🍬 Mercado de açúcar: A recuperação das cotações internacionais, influenciada pelas preocupações climáticas e pela possibilidade de redução da produção de cana na Índia, mantém o mercado no radar das usinas. <br /><br />📉 ATR e rentabilidade: O valor do ATR recuou de aproximadamente R$ 1,09/kg em janeiro para R$ 0,88/kg em julho, enquanto os custos de renovação e manutenção dos canaviais permanecem elevados, pressionando as margens da atividade. <br /><br />🌽 Etanol de milho: A expansão da produção, estimada em cerca de 10,25 bilhões de litros, aumenta a participação do cereal na matriz de biocombustíveis e influencia a dinâmica do mercado sucroenergético. <br /><br />⚠️ Pontos de atenção: Preços do petróleo e da gasolina, condições climáticas globais, cotações do açúcar, expansão do etanol de milho, endividamento e produtividade dos canaviais serão determinantes para os próximos meses. <br /><br />📊 Gestão: Em um ambiente de margens pressionadas, produtividade, tecnologia, eficiência operacional e controle dos custos são fundamentais para preservar a rentabilidade e a sustentabilidade da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>257</itunes:duration><itunes:keywords>acucar,agronegocio,atr,bancodobrasil,bbcastagro,cadeiasucroenergetica,cana-de-acucar,canavial,centrosul,etanol,etanoldemilho,gestaodecustos,mercadodeacucar,mercadodeetanol,precodoatr,produtividade,safra2026-27</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088ae56e3f4b71089b8073125f043b54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BBCast Agro - Cenários Agro – 24/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bbcast-agro-cenarios-agro-24-08-2026--74638899</link><description><![CDATA[🌱 Soja (00:24): Mercado atento ao <i>Pro Farmer Crop Tour</i> e ao clima nos EUA. Preços no Brasil são sustentados pela oferta menor, câmbio e prêmios elevados.<br /><br />🌽Milho (01:28): Chuvas no <i>Corn Belt</i>, balanço global ajustado, petróleo volátil e risco climático do <i>El Niño</i> despertam a atenção dos analistas.<br /><br />☕Café (02:23): Tempo seco deve favorecer a colheita e secagem no Brasil. Qualidade do arábica, safra volumosa e retomada parcial das exportações colombianas seguem no radar.<br /><br />🐂Boi Gordo (03:31) Exportações, oferta ajustada de animais e reposição no mercado interno devem manter preços firmes, com estabilidade na arroba ao longo da semana.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74638899</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:20:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74638899/bbcast_2408_cenarios.mp3" length="4654675" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>🌱 Soja (00:24): Mercado atento ao Pro Farmer Crop Tour e ao clima nos EUA. Preços no Brasil são sustentados pela oferta menor, câmbio e prêmios elevados.

🌽Milho (01:28): Chuvas no Corn Belt, balanço global ajustado, petróleo volátil e risco climático...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🌱 Soja (00:24): Mercado atento ao <i>Pro Farmer Crop Tour</i> e ao clima nos EUA. Preços no Brasil são sustentados pela oferta menor, câmbio e prêmios elevados.<br /><br />🌽Milho (01:28): Chuvas no <i>Corn Belt</i>, balanço global ajustado, petróleo volátil e risco climático do <i>El Niño</i> despertam a atenção dos analistas.<br /><br />☕Café (02:23): Tempo seco deve favorecer a colheita e secagem no Brasil. Qualidade do arábica, safra volumosa e retomada parcial das exportações colombianas seguem no radar.<br /><br />🐂Boi Gordo (03:31) Exportações, oferta ajustada de animais e reposição no mercado interno devem manter preços firmes, com estabilidade na arroba ao longo da semana.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>291</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cambio,cenarioagro,climanoseua,cornbelt,elnino,exportacoes,mercadodecafe,mercadodoboi,milho,premiosdasoja,profarmercroptour,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja ganha força com clima nos EUA, demanda chinesa e alta do petróleo | BBCast Agro 21/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-ganha-forca-com-clima-nos-eua-demanda-chinesa-e-alta-do-petroleo-bbcast-agro-21-08-2026--74421490</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos, a demanda chinesa, a valorização do petróleo e os impactos do El Niño na próxima safra brasileira seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Clima nos EUA: Chuvas intensas causaram inundações em algumas regiões produtoras, enquanto a previsão de temperaturas elevadas no Kansas mantém a atenção do mercado em um momento decisivo para a definição da produtividade. <br /><br />📈 Demanda e esmagamento: O esmagamento de soja nos Estados Unidos atingiu recorde para o mês, com crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior, reforçando a percepção de demanda aquecida. <br /><br />Compras da China: A aquisição de mais de 260 mil toneladas de soja norte-americana pela China e a expectativa de manutenção dos acordos comerciais entre os dois países dão suporte às cotações internacionais. <br /><br />🛢️ Petróleo e óleo de soja: A valorização do petróleo impulsionou os preços do óleo de soja, fortalecendo todo o complexo soja na Bolsa de Chicago. <br /><br />💵 Mercado brasileiro: A alta do dólar frente ao real e os prêmios mais firmes nos portos continuam sustentando os preços internos da soja. <br /><br />🌦️ Safra 2026/27: O mercado já acompanha os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a próxima safra brasileira, especialmente nas regiões Sul e Norte do país. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece soluções de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, auxiliando o produtor na comercialização da safra e na proteção da renda. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74421490</guid><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74421490/21082026.mp3" length="1168300" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos, a demanda chinesa, a valorização do petróleo e os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos, a demanda chinesa, a valorização do petróleo e os impactos do El Niño na próxima safra brasileira seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Clima nos EUA: Chuvas intensas causaram inundações em algumas regiões produtoras, enquanto a previsão de temperaturas elevadas no Kansas mantém a atenção do mercado em um momento decisivo para a definição da produtividade. <br /><br />📈 Demanda e esmagamento: O esmagamento de soja nos Estados Unidos atingiu recorde para o mês, com crescimento de 10,7% em relação ao ano anterior, reforçando a percepção de demanda aquecida. <br /><br />Compras da China: A aquisição de mais de 260 mil toneladas de soja norte-americana pela China e a expectativa de manutenção dos acordos comerciais entre os dois países dão suporte às cotações internacionais. <br /><br />🛢️ Petróleo e óleo de soja: A valorização do petróleo impulsionou os preços do óleo de soja, fortalecendo todo o complexo soja na Bolsa de Chicago. <br /><br />💵 Mercado brasileiro: A alta do dólar frente ao real e os prêmios mais firmes nos portos continuam sustentando os preços internos da soja. <br /><br />🌦️ Safra 2026/27: O mercado já acompanha os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a próxima safra brasileira, especialmente nas regiões Sul e Norte do país. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece soluções de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, auxiliando o produtor na comercialização da safra e na proteção da renda. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,china,climanosestadosunidos,demandachinesa,dolar,elnino,hedge,mercadodasoja,oleodesoja,opcoesagro,petroleo,premiosnosportos,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Suinocultura: oferta elevada pressiona preços mesmo com exportações em alta | BBCast Agro - 20/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/suinocultura-oferta-elevada-pressiona-precos-mesmo-com-exportacoes-em-alta-bbcast-agro-20-08-2026--74385640</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Bruno Viglioni, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira. Apesar do forte desempenho das exportações, o aumento da produção e a dificuldade de absorção pelo mercado interno seguem pressionando a rentabilidade dos produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐖 Produção em alta: O aumento do plantel e os ganhos de produtividade elevaram a oferta de carne suína em 2026. Segundo o IBGE, os abates cresceram 5,5% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período de 2025. <br /><br />📉 Pressão sobre os preços: O excesso de oferta no mercado doméstico contribuiu para a queda das cotações do suíno nas principais regiões produtoras do país. <br /><br />🌎 Exportações aquecidas: De acordo com o Comex, o Brasil exportou 914 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. <br /><br />🛒 Consumo interno: A demanda doméstica permanece enfraquecida. A concorrência com as carnes bovina e de frango, além das limitações de consumo das famílias, dificulta o equilíbrio entre oferta e demanda. <br /><br />🌽 Custos de produção: A ampla oferta de milho e farelo de soja mantém os custos relativamente controlados. No entanto, a queda nos preços de venda tem reduzido significativamente as margens dos produtores. <br /><br />🌦️ Atenção ao clima: O fortalecimento do El Niño aumenta os riscos de oscilações nos preços dos grãos, reforçando a importância do planejamento na compra de insumos. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e soluções de custeio agropecuário para auxiliar o produtor na gestão da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74385640</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:11:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74385640/2008.mp3" length="1196199" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Bruno Viglioni, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira. Apesar do forte desempenho das exportações, o aumento da produção e a dificuldade de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Bruno Viglioni, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira. Apesar do forte desempenho das exportações, o aumento da produção e a dificuldade de absorção pelo mercado interno seguem pressionando a rentabilidade dos produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐖 Produção em alta: O aumento do plantel e os ganhos de produtividade elevaram a oferta de carne suína em 2026. Segundo o IBGE, os abates cresceram 5,5% no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período de 2025. <br /><br />📉 Pressão sobre os preços: O excesso de oferta no mercado doméstico contribuiu para a queda das cotações do suíno nas principais regiões produtoras do país. <br /><br />🌎 Exportações aquecidas: De acordo com o Comex, o Brasil exportou 914 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. <br /><br />🛒 Consumo interno: A demanda doméstica permanece enfraquecida. A concorrência com as carnes bovina e de frango, além das limitações de consumo das famílias, dificulta o equilíbrio entre oferta e demanda. <br /><br />🌽 Custos de produção: A ampla oferta de milho e farelo de soja mantém os custos relativamente controlados. No entanto, a queda nos preços de venda tem reduzido significativamente as margens dos produtores. <br /><br />🌦️ Atenção ao clima: O fortalecimento do El Niño aumenta os riscos de oscilações nos preços dos grãos, reforçando a importância do planejamento na compra de insumos. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e soluções de custeio agropecuário para auxiliar o produtor na gestão da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,carnesuina,comex,custeioagropecuario,elnino,exportacaodecarnesuina,farelodesoja,ibge,mercadosuino,milho,producaodesuinos,suinocultura,suinos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0726e960f00d66927bf1cad034276e4a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Conilon: colheita avança, exportações reagem e mercado segue atento | BBCast Agro - 19/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-colheita-avanca-exportacoes-reagem-e-mercado-segue-atento-bbcast-agro-19-08-2026--74259480</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. Com a colheita praticamente concluída nas principais regiões produtoras, o mercado acompanha o comportamento dos produtores, o ritmo das exportações e os movimentos da Bolsa de Londres.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Colheita avançada: A colheita nacional de café atingiu 76% até o fim de julho, com o conilon praticamente finalizado, alcançando 98% da área colhida. <br /><br />🌱 Produção em campo: Apesar do avanço dos trabalhos, ainda existem relatos de quebras localizadas em áreas produtoras do Espírito Santo e de Rondônia, exigindo atenção do mercado. <br /><br />📊 Oferta e demanda: O mercado já não apresenta o mesmo aperto observado no primeiro semestre, mas a oferta também não é suficiente para provocar quedas mais acentuadas nos preços. <br /><br />🌎 Exportações: Segundo o Cecafé, o Brasil exportou 3 milhões de sacas em julho, volume 9,9% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, os embarques somam 21 milhões de sacas. <br /><br />💱 Fatores de mercado: Câmbio, ritmo dos embarques, qualidade dos lotes e o comportamento das cotações na Bolsa de Londres seguem como os principais direcionadores dos preços nas próximas semanas. <br /><br />📈 Preços: O contrato do conilon para novembro de 2026 na Bolsa de Londres é negociado a USD 3.590 por tonelada, enquanto o café tipo 7 é cotado a R$ 1.003 por saca no mercado capixaba. <br /><br />💡 Soluções BB: O Banco do Brasil oferece soluções de crédito e apoio financeiro para auxiliar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74259480</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74259480/190826.mp3" length="1169397" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. Com a colheita praticamente concluída nas principais regiões produtoras, o mercado acompanha o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. Com a colheita praticamente concluída nas principais regiões produtoras, o mercado acompanha o comportamento dos produtores, o ritmo das exportações e os movimentos da Bolsa de Londres.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Colheita avançada: A colheita nacional de café atingiu 76% até o fim de julho, com o conilon praticamente finalizado, alcançando 98% da área colhida. <br /><br />🌱 Produção em campo: Apesar do avanço dos trabalhos, ainda existem relatos de quebras localizadas em áreas produtoras do Espírito Santo e de Rondônia, exigindo atenção do mercado. <br /><br />📊 Oferta e demanda: O mercado já não apresenta o mesmo aperto observado no primeiro semestre, mas a oferta também não é suficiente para provocar quedas mais acentuadas nos preços. <br /><br />🌎 Exportações: Segundo o Cecafé, o Brasil exportou 3 milhões de sacas em julho, volume 9,9% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, os embarques somam 21 milhões de sacas. <br /><br />💱 Fatores de mercado: Câmbio, ritmo dos embarques, qualidade dos lotes e o comportamento das cotações na Bolsa de Londres seguem como os principais direcionadores dos preços nas próximas semanas. <br /><br />📈 Preços: O contrato do conilon para novembro de 2026 na Bolsa de Londres é negociado a USD 3.590 por tonelada, enquanto o café tipo 7 é cotado a R$ 1.003 por saca no mercado capixaba. <br /><br />💡 Soluções BB: O Banco do Brasil oferece soluções de crédito e apoio financeiro para auxiliar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,cafeconilon,cafeespiritosanto,cafeicultura,caferobusta,caferondonia,cecafe,colheitadocafe,conilon,exportacaodecafe,mercadodocafe,precodocafe</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Banana: inverno reduz oferta, mas preços seguem pressionados | BBCast Agro - 18/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/banana-inverno-reduz-oferta-mas-precos-seguem-pressionados-bbcast-agro-18-08-2026--74217638</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Renata Licciardi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lages (SC), analisa o cenário da bananicultura brasileira. O mercado acompanha os efeitos do inverno sobre a produção, os desafios fitossanitários e o comportamento dos preços das variedades Nanica e Prata.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍌 Produção nacional: A banana segue entre as frutas mais produzidas do Brasil, com cerca de 7,2 milhões de toneladas em 2025. São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina permanecem entre os principais estados produtores. <br /><br />❄️ Efeito do inverno: As temperaturas mais baixas reduziram o desenvolvimento dos bananais e limitaram a oferta de frutos de melhor qualidade, especialmente no Vale do Ribeira (SP) e no Norte de Santa Catarina. <br /><br />📦 Banana Nanica: A oferta mais restrita tem sido acompanhada por uma demanda doméstica moderada, resultando em um mercado relativamente equilibrado e sem pressão significativa de alta nos preços. <br /><br />📈 Banana Prata: A oferta limitada no Norte de Minas Gerais mantém o mercado mais firme, contribuindo para a sustentação das cotações. <br /><br />🌱 Sanidade vegetal: O avanço do Mal-do-Panamá continua impactando áreas produtoras de Minas Gerais e Bahia, reduzindo a produtividade e exigindo atenção dos produtores. <br /><br />🌡️ Clima e preços: As massas de ar frio e episódios de geadas registrados no Centro-Sul influenciaram a produção. Apesar disso, os preços das variedades Nanica e Prata apresentaram recuos em comparação ao mesmo período de 2025, refletindo um mercado mais equilibrado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74217638</guid><pubDate>Tue, 18 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74217638/banana.mp3" length="3777096" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Renata Licciardi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lages (SC), analisa o cenário da bananicultura brasileira. O mercado acompanha os efeitos do inverno sobre a produção, os desafios fitossanitários e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Renata Licciardi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lages (SC), analisa o cenário da bananicultura brasileira. O mercado acompanha os efeitos do inverno sobre a produção, os desafios fitossanitários e o comportamento dos preços das variedades Nanica e Prata.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍌 Produção nacional: A banana segue entre as frutas mais produzidas do Brasil, com cerca de 7,2 milhões de toneladas em 2025. São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina permanecem entre os principais estados produtores. <br /><br />❄️ Efeito do inverno: As temperaturas mais baixas reduziram o desenvolvimento dos bananais e limitaram a oferta de frutos de melhor qualidade, especialmente no Vale do Ribeira (SP) e no Norte de Santa Catarina. <br /><br />📦 Banana Nanica: A oferta mais restrita tem sido acompanhada por uma demanda doméstica moderada, resultando em um mercado relativamente equilibrado e sem pressão significativa de alta nos preços. <br /><br />📈 Banana Prata: A oferta limitada no Norte de Minas Gerais mantém o mercado mais firme, contribuindo para a sustentação das cotações. <br /><br />🌱 Sanidade vegetal: O avanço do Mal-do-Panamá continua impactando áreas produtoras de Minas Gerais e Bahia, reduzindo a produtividade e exigindo atenção dos produtores. <br /><br />🌡️ Clima e preços: As massas de ar frio e episódios de geadas registrados no Centro-Sul influenciaram a produção. Apesar disso, os preços das variedades Nanica e Prata apresentaram recuos em comparação ao mesmo período de 2025, refletindo um mercado mais equilibrado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>237</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,climanaeuropa,colheitadasafrinha,estoquesdemilho,exportacoesdemilho,mercadodomilho,milho,opcoesagro,precodomilho,safraamericana,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/25daf9b97092b40c32e3c3f2ddb8f9a9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BB Cast Agro - Cenários Agro – 17/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bb-cast-agro-cenarios-agro-17-08-2026--74204734</link><description><![CDATA[🌱 Soja (00:22): Soja: USDA indica oferta global maior; clima favorável nos EUA e demanda chinesa sustentam preços. No Brasil, oferta segue restrita e negociações lentas.  <br /><br />🌽Milho (01:40): Calor e seca na Europa reduzem o potencial produtivo, favorecem exportações de Brasil e EUA; colheita avança no Centro-Oeste.  <br /><br />☕Café (02:32): Clima seco e quente no Brasil acelera a colheita, mas aumenta preocupações com a safra 2027.  <br /><br />🐂Boi Gordo (03:49): Cota da China esgotada tem impacto limitado; exportações se diversificam, consumo interno sustenta a arroba e reforça a gestão de risco.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/74204734</guid><pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:06:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/74204734/bbcast_1708_cenarios.mp3" length="4926349" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>🌱 Soja (00:22): Soja: USDA indica oferta global maior; clima favorável nos EUA e demanda chinesa sustentam preços. No Brasil, oferta segue restrita e negociações lentas.  

🌽Milho (01:40): Calor e seca na Europa reduzem o potencial produtivo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🌱 Soja (00:22): Soja: USDA indica oferta global maior; clima favorável nos EUA e demanda chinesa sustentam preços. No Brasil, oferta segue restrita e negociações lentas.  <br /><br />🌽Milho (01:40): Calor e seca na Europa reduzem o potencial produtivo, favorecem exportações de Brasil e EUA; colheita avança no Centro-Oeste.  <br /><br />☕Café (02:32): Clima seco e quente no Brasil acelera a colheita, mas aumenta preocupações com a safra 2027.  <br /><br />🐂Boi Gordo (03:49): Cota da China esgotada tem impacto limitado; exportações se diversificam, consumo interno sustenta a arroba e reforça a gestão de risco.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>308</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,china,climanaeuropa,climanoseua,commodities,exportacoes,mercadoagricola,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: USDA reduz estoques, Europa preocupa e preços seguem firmes | BB Cast Agro - 14/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-usda-reduz-estoques-europa-preocupa-e-precos-seguem-firmes-bb-cast-agro-14-08-2026--73917939</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do milho. O novo relatório do USDA, o cenário climático na Europa e o avanço da colheita brasileira seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Relatório do USDA: O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos elevou a projeção das exportações americanas e reduziu os estoques finais, contribuindo para a sustentação das cotações na Bolsa de Chicago. <br /><br />📊 Safra norte-americana: Apesar da redução dos estoques, a expectativa continua sendo de uma produção robusta, que poderá resultar na segunda maior safra de milho da história dos Estados Unidos. <br /><br />🌍 Clima na Europa: Ondas de seca e calor extremo em importantes regiões produtoras, como França, Hungria e Espanha, aumentam as preocupações com a oferta local e podem estimular importações do cereal. <br /><br />🚜 Safra brasileira: A colheita avança para a reta final, com expectativa de aumento da produtividade em estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso, podendo elevar a produção nacional. <br /><br />💰 Preços e oportunidades: As cotações no mercado físico seguem encontrando suporte próximo a R$ 65 por saca, enquanto os contratos futuros para o início de 2027 permanecem acima de R$ 70 por saca. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), ferramentas que auxiliam o produtor na proteção contra oscilações de preços e na preservação de margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73917939</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73917939/1408.mp3" length="1105920" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do milho. O novo relatório do USDA, o cenário climático na Europa e o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do milho. O novo relatório do USDA, o cenário climático na Europa e o avanço da colheita brasileira seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Relatório do USDA: O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos elevou a projeção das exportações americanas e reduziu os estoques finais, contribuindo para a sustentação das cotações na Bolsa de Chicago. <br /><br />📊 Safra norte-americana: Apesar da redução dos estoques, a expectativa continua sendo de uma produção robusta, que poderá resultar na segunda maior safra de milho da história dos Estados Unidos. <br /><br />🌍 Clima na Europa: Ondas de seca e calor extremo em importantes regiões produtoras, como França, Hungria e Espanha, aumentam as preocupações com a oferta local e podem estimular importações do cereal. <br /><br />🚜 Safra brasileira: A colheita avança para a reta final, com expectativa de aumento da produtividade em estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso, podendo elevar a produção nacional. <br /><br />💰 Preços e oportunidades: As cotações no mercado físico seguem encontrando suporte próximo a R$ 65 por saca, enquanto os contratos futuros para o início de 2027 permanecem acima de R$ 70 por saca. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), ferramentas que auxiliam o produtor na proteção contra oscilações de preços e na preservação de margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,climanaeuropa,colheitadasafrinha,estoquesdemilho,exportacoesdemilho,mercadodomilho,milho,opcoesagro,precodomilho,safraamericana,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: preços firmes, custos em queda e déficit na balança comercial | BBCast Agro - 13/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-precos-firmes-custos-em-queda-e-deficit-na-balanca-comercial-bbcast-agro-13-08-2026--73849148</link><description><![CDATA[O episódio de hoje do BBCast Agro apresenta o cenário da bovinocultura de leite, com análise dos preços pagos ao produtor, custos de produção, oferta, demanda e comércio exterior.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preços do leite: Em junho, o preço médio pago ao produtor subiu 3% em relação a maio e ao mesmo período de 2025, chegando a R$ 2,74 por litro. A captação abaixo do esperado e o mercado spot aquecido mantêm um cenário de preços firmes. <br /><br />📈 Perspectivas: Os Conseleites do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná projetam reajustes positivos entre 1% e 3% para julho. <br /><br />🌱 Custos de produção: O ICPLeite/Embrapa registrou queda pelo terceiro mês consecutivo. Entre abril e junho, os custos recuaram 2%, com destaque para a redução dos preços dos insumos volumosos e concentrados. <br /><br />🌎 Mercado externo: As exportações brasileiras de lácteos recuaram em junho, enquanto as importações, apesar da queda mensal, permaneceram acima do registrado no mesmo período de 2025. <br /><br />📊 Balança comercial: O déficit brasileiro de lácteos chegou a US$ 519 milhões, equivalente a 1,2 bilhão de litros de leite. <br /><br />💡 Gestão: O cenário reforça a importância do controle de custos e do planejamento da produção para melhorar a eficiência e a sustentabilidade da atividade leiteira. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, contribuindo para que o produtor adquira insumos no momento mais adequado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73849148</guid><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73849148/1308.mp3" length="1461864" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio de hoje do BBCast Agro apresenta o cenário da bovinocultura de leite, com análise dos preços pagos ao produtor, custos de produção, oferta, demanda e comércio exterior.

Destaques do episódio:

🥛 Preços do leite: Em junho, o preço médio...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio de hoje do BBCast Agro apresenta o cenário da bovinocultura de leite, com análise dos preços pagos ao produtor, custos de produção, oferta, demanda e comércio exterior.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preços do leite: Em junho, o preço médio pago ao produtor subiu 3% em relação a maio e ao mesmo período de 2025, chegando a R$ 2,74 por litro. A captação abaixo do esperado e o mercado spot aquecido mantêm um cenário de preços firmes. <br /><br />📈 Perspectivas: Os Conseleites do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná projetam reajustes positivos entre 1% e 3% para julho. <br /><br />🌱 Custos de produção: O ICPLeite/Embrapa registrou queda pelo terceiro mês consecutivo. Entre abril e junho, os custos recuaram 2%, com destaque para a redução dos preços dos insumos volumosos e concentrados. <br /><br />🌎 Mercado externo: As exportações brasileiras de lácteos recuaram em junho, enquanto as importações, apesar da queda mensal, permaneceram acima do registrado no mesmo período de 2025. <br /><br />📊 Balança comercial: O déficit brasileiro de lácteos chegou a US$ 519 milhões, equivalente a 1,2 bilhão de litros de leite. <br /><br />💡 Gestão: O cenário reforça a importância do controle de custos e do planejamento da produção para melhorar a eficiência e a sustentabilidade da atividade leiteira. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, contribuindo para que o produtor adquira insumos no momento mais adequado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadeleite,cepea,conseleite,custodeproducao,embrapa,exportacoesdelacteos,importacoesdeleite,leite,leite2026,mercadodoleite,pecuarialeiteira,precodoleite,producaodeleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: área reduzida, preços em alta e atenção ao clima no Sul | BBCast Agro - 12/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-area-reduzida-precos-em-alta-e-atencao-ao-clima-no-sul-bbcast-agro-12-08-2026--73827256</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para o mercado internacional, a redução da área cultivada no Brasil, as condições das lavouras no Paraná e no Rio Grande do Sul e o comportamento dos preços.<br /><br />🌾 Mercado internacional: As cotações em Chicago apresentaram volatilidade no último mês. Apesar de momentos de alta mais expressiva, a expectativa de boas safras nos principais países exportadores e o avanço da colheita no Hemisfério Norte ampliaram a disponibilidade do cereal e limitaram os ganhos.<br /><br />Safra brasileira: O plantio foi finalizado, e a área cultivada deve ser a menor dos últimos oito anos, próxima de 2 milhões de hectares. A Região Sul, principal produtora do país, registrou redução significativa da área.<br /><br />🌱 Paraná: As lavouras apresentam bom desenvolvimento, com predominância das fases de floração e frutificação. As condições climáticas têm favorecido o enchimento dos grãos.<br /><br />🌧️ Rio Grande do Sul: O excesso de chuvas mantém elevada a umidade do solo e dificulta algumas operações de campo. A atenção se volta para o risco de doenças fúngicas, especialmente com o avanço das lavouras para a fase de floração e a influência do El Niño.<br /><br />📈 Preços: A menor oferta disponível durante a entressafra e a expectativa de redução da produção nacional têm contribuído para a valorização das cotações no mercado interno.<br /><br />🚜 Apoio ao produtor: O Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos, contribuindo para o desenvolvimento e a eficiência das atividades no campo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73827256</guid><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73827256/120826.mp3" length="998556" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para o mercado internacional, a redução da área cultivada no Brasil, as condições das...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para o mercado internacional, a redução da área cultivada no Brasil, as condições das lavouras no Paraná e no Rio Grande do Sul e o comportamento dos preços.<br /><br />🌾 Mercado internacional: As cotações em Chicago apresentaram volatilidade no último mês. Apesar de momentos de alta mais expressiva, a expectativa de boas safras nos principais países exportadores e o avanço da colheita no Hemisfério Norte ampliaram a disponibilidade do cereal e limitaram os ganhos.<br /><br />Safra brasileira: O plantio foi finalizado, e a área cultivada deve ser a menor dos últimos oito anos, próxima de 2 milhões de hectares. A Região Sul, principal produtora do país, registrou redução significativa da área.<br /><br />🌱 Paraná: As lavouras apresentam bom desenvolvimento, com predominância das fases de floração e frutificação. As condições climáticas têm favorecido o enchimento dos grãos.<br /><br />🌧️ Rio Grande do Sul: O excesso de chuvas mantém elevada a umidade do solo e dificulta algumas operações de campo. A atenção se volta para o risco de doenças fúngicas, especialmente com o avanço das lavouras para a fase de floração e a influência do El Niño.<br /><br />📈 Preços: A menor oferta disponível durante a entressafra e a expectativa de redução da produção nacional têm contribuído para a valorização das cotações no mercado interno.<br /><br />🚜 Apoio ao produtor: O Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos, contribuindo para o desenvolvimento e a eficiência das atividades no campo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>167</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,chicago,clima,conab,doencasfungicas,elnino,mercadodotrigo,parana,precodotrigo,riograndedosul,safradetrigo,trigo,trigo2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca316a027ecbb79a09a63d86f1fb4c34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>El Niño forte, temperaturas elevadas e chuvas irregulares no agro | BBCast Agro - 11/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/el-nino-forte-temperaturas-elevadas-e-chuvas-irregulares-no-agro-bbcast-agro-11-08-2026--73767656</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Canoinhas (SC), analisa o cenário climático e os impactos das condições previstas para o agronegócio brasileiro.<br /><br />🌦️ El Niño: O fenômeno segue ativo e em fortalecimento, com alta probabilidade de permanência até o início de 2027 e possibilidade de atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro. <br /><br />🌡️ Temperaturas: Agosto deve apresentar temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, aumentando a atenção para a disponibilidade hídrica e o manejo das lavouras e pastagens. <br /><br />🌧️ Chuvas: Os volumes devem variar entre as regiões, com destaque para maiores precipitações no Norte, partes do Centro-Oeste e Rio Grande do Sul, enquanto áreas do Nordeste e centro-sul podem registrar chuvas abaixo da média. <br /><br />🌱 Impactos no agro: O clima favorece a colheita de culturas de segunda safra em algumas regiões, mas pode aumentar a incidência de doenças, reduzir a disponibilidade de pastagens e exigir maior atenção à irrigação. <br /><br />☕🌾 Café e cana-de-açúcar: O tempo mais seco no Sudeste tende a favorecer o avanço da colheita, enquanto as temperaturas elevadas e a evapotranspiração exigem atenção ao manejo da umidade do solo. <br /><br />📊 Planejamento: O monitoramento climático e o acompanhamento da evolução das lavouras são fundamentais para apoiar decisões mais seguras ao longo da safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73767656</guid><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73767656/11082026_bbcast_agro_clima.mp3" length="3166039" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Canoinhas (SC), analisa o cenário climático e os impactos das condições previstas para o agronegócio brasileiro.

🌦️ El Niño: O fenômeno segue ativo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Canoinhas (SC), analisa o cenário climático e os impactos das condições previstas para o agronegócio brasileiro.<br /><br />🌦️ El Niño: O fenômeno segue ativo e em fortalecimento, com alta probabilidade de permanência até o início de 2027 e possibilidade de atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro. <br /><br />🌡️ Temperaturas: Agosto deve apresentar temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, aumentando a atenção para a disponibilidade hídrica e o manejo das lavouras e pastagens. <br /><br />🌧️ Chuvas: Os volumes devem variar entre as regiões, com destaque para maiores precipitações no Norte, partes do Centro-Oeste e Rio Grande do Sul, enquanto áreas do Nordeste e centro-sul podem registrar chuvas abaixo da média. <br /><br />🌱 Impactos no agro: O clima favorece a colheita de culturas de segunda safra em algumas regiões, mas pode aumentar a incidência de doenças, reduzir a disponibilidade de pastagens e exigir maior atenção à irrigação. <br /><br />☕🌾 Café e cana-de-açúcar: O tempo mais seco no Sudeste tende a favorecer o avanço da colheita, enquanto as temperaturas elevadas e a evapotranspiração exigem atenção ao manejo da umidade do solo. <br /><br />📊 Planejamento: O monitoramento climático e o acompanhamento da evolução das lavouras são fundamentais para apoiar decisões mais seguras ao longo da safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bbcastagro,cafe,canadeacucar,cenarioclimatico,chuvas,clima,elnino,inmet,milho,noaa,pecuaria,previsaoclimatica,soja,temperaturas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04c3509a93145b14fe8d05dedd3e13de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BB Cast Agro - Cenários Agro – 10/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bb-cast-agro-cenarios-agro-10-08-2026--73756565</link><description><![CDATA[🌱 Soja (00:22): Soja: Relatório do USDA e clima nos EUA devem trazer volatilidade a Chicago. No Brasil, dólar, prêmios firmes e retenção de vendas sustentam os preços.<br /><br />🌽Milho (01:42): USDA pode reforçar ampla oferta nos EUA e pressionar Chicago. No Brasil, preços seguem perto de R$ 65 por saca, com expectativa de safra recorde. <br /><br />☕Café (02:33): Clima seco deve acelerar a colheita e ampliar a oferta. Produtores seguem cautelosos, enquanto El Niño, Vietnã e Oriente Médio mantêm volatilidade. <br /><br />🐂Boi Gordo (03:47): Mercado segue cauteloso com a cota chinesa. Consumo interno, resistência dos pecuaristas e custos de reposição sustentam estabilidade no curto prazo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73756565</guid><pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:17:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73756565/bbcast_1008_cenarios.mp3" length="4716115" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>🌱 Soja (00:22): Soja: Relatório do USDA e clima nos EUA devem trazer volatilidade a Chicago. No Brasil, dólar, prêmios firmes e retenção de vendas sustentam os preços.

🌽Milho (01:42): USDA pode reforçar ampla oferta nos EUA e pressionar Chicago. No...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🌱 Soja (00:22): Soja: Relatório do USDA e clima nos EUA devem trazer volatilidade a Chicago. No Brasil, dólar, prêmios firmes e retenção de vendas sustentam os preços.<br /><br />🌽Milho (01:42): USDA pode reforçar ampla oferta nos EUA e pressionar Chicago. No Brasil, preços seguem perto de R$ 65 por saca, com expectativa de safra recorde. <br /><br />☕Café (02:33): Clima seco deve acelerar a colheita e ampliar a oferta. Produtores seguem cautelosos, enquanto El Niño, Vietnã e Oriente Médio mantêm volatilidade. <br /><br />🐂Boi Gordo (03:47): Mercado segue cauteloso com a cota chinesa. Consumo interno, resistência dos pecuaristas e custos de reposição sustentam estabilidade no curto prazo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>295</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,china,clima,commodities,elnino,exportacoes,mercadoagro,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: clima nos EUA e dólar sustentam o mercado brasileiro | BBCast Agro - 07/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-clima-nos-eua-e-dolar-sustentam-o-mercado-brasileiro-bbcast-agro-07-08-2026--73561398</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. As perspectivas para a safra norte-americana, o comportamento do dólar, os prêmios nos portos e o cenário geopolítico seguem determinando a formação dos preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Safra dos EUA: As boas condições climáticas reforçam a expectativa de uma safra cheia nos Estados Unidos, pressionando as cotações na Bolsa de Chicago. <br /><br />🌦️ Clima e mercado: Temperaturas elevadas acompanhadas de chuvas regulares reduzem os riscos climáticos e incentivam os fundos de investimento a diminuírem posições compradas. <br /><br />🌍 Geopolítica: As negociações entre Estados Unidos e Irã e a queda dos preços do petróleo reduzem o interesse pelos biocombustíveis, influenciando o complexo soja, especialmente o farelo. <br /><br />💵 Mercado brasileiro: A valorização do dólar frente ao real e os prêmios firmes nos portos continuam sustentando os preços internos, mesmo com a pressão sobre Chicago. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece operações de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, para auxiliar o produtor na comercialização e proteção da renda.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73561398</guid><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73561398/07082026.mp3" length="1094321" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. As perspectivas para a safra norte-americana, o comportamento do dólar, os prêmios...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. As perspectivas para a safra norte-americana, o comportamento do dólar, os prêmios nos portos e o cenário geopolítico seguem determinando a formação dos preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Safra dos EUA: As boas condições climáticas reforçam a expectativa de uma safra cheia nos Estados Unidos, pressionando as cotações na Bolsa de Chicago. <br /><br />🌦️ Clima e mercado: Temperaturas elevadas acompanhadas de chuvas regulares reduzem os riscos climáticos e incentivam os fundos de investimento a diminuírem posições compradas. <br /><br />🌍 Geopolítica: As negociações entre Estados Unidos e Irã e a queda dos preços do petróleo reduzem o interesse pelos biocombustíveis, influenciando o complexo soja, especialmente o farelo. <br /><br />💵 Mercado brasileiro: A valorização do dólar frente ao real e os prêmios firmes nos portos continuam sustentando os preços internos, mesmo com a pressão sobre Chicago. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece operações de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, para auxiliar o produtor na comercialização e proteção da renda.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustiveis,bolsadechicago,cbot,climanosestadosunidos,dolar,farelodesoja,hedge,mercadodasoja,opcoesagro,premiosnosportos,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: oferta restrita sustenta arroba em meio à queda nas exportações | BBCast Agro - 06/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-oferta-restrita-sustenta-arroba-em-meio-a-queda-nas-exportacoes-bbcast-agro-06-08-2026--73507856</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, José Antônio Cecilio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte. O mercado segue sustentado pela oferta restrita de animais para abate, enquanto a desaceleração das exportações para a China aumenta as incertezas para o setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Mercado físico: A arroba do boi gordo segue firme, impulsionada pela dificuldade dos frigoríficos em completar as escalas de abate, que permanecem entre cinco e sete dias úteis. <br /><br />📈 Preços: Em 4 de agosto, o Indicador CEPEA registrou a arroba em R$ 350,20. Em São Paulo, o boi comum foi negociado a R$ 348,00/@ e o boi China a R$ 350,00/@. <br /><br />🌍 Exportações: Os embarques de carne bovina recuaram em julho frente ao mesmo período de 2025, refletindo o esgotamento da cota anual de importação da China e a incidência de tarifas adicionais. <br /><br />⚠️ Perspectivas: A valorização da arroba está mais relacionada à menor oferta de animais do que ao fortalecimento da demanda, mantendo o mercado atento ao comportamento das exportações no terceiro trimestre. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o produtor na proteção de preços, no planejamento financeiro e na condução da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73507856</guid><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73507856/060826.mp3" length="1507474" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, José Antônio Cecilio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte. O mercado segue sustentado pela oferta restrita de animais para abate, enquanto a desaceleração das...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, José Antônio Cecilio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte. O mercado segue sustentado pela oferta restrita de animais para abate, enquanto a desaceleração das exportações para a China aumenta as incertezas para o setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Mercado físico: A arroba do boi gordo segue firme, impulsionada pela dificuldade dos frigoríficos em completar as escalas de abate, que permanecem entre cinco e sete dias úteis. <br /><br />📈 Preços: Em 4 de agosto, o Indicador CEPEA registrou a arroba em R$ 350,20. Em São Paulo, o boi comum foi negociado a R$ 348,00/@ e o boi China a R$ 350,00/@. <br /><br />🌍 Exportações: Os embarques de carne bovina recuaram em julho frente ao mesmo período de 2025, refletindo o esgotamento da cota anual de importação da China e a incidência de tarifas adicionais. <br /><br />⚠️ Perspectivas: A valorização da arroba está mais relacionada à menor oferta de animais do que ao fortalecimento da demanda, mantendo o mercado atento ao comportamento das exportações no terceiro trimestre. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o produtor na proteção de preços, no planejamento financeiro e na condução da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>252</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,bovinoculturadecorte,cepea,china,custeioagropecuario,exportacoes,mercadodoboi,opcoesagro,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: colheita, clima e volatilidade marcam o mercado | BBCast Agro - 05/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-colheita-clima-e-volatilidade-marcam-o-mercado-bbcast-agro-05-08-2026--73440229</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do café arábica. O mercado segue atento ao avanço da colheita brasileira, às perspectivas para a safra, ao clima e aos impactos da volatilidade nas cotações internacionais.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Safra brasileira: O avanço da colheita amplia a oferta de café, enquanto o USDA projeta produção de 47,5 milhões de sacas de arábica no Brasil em 2026, alta de 25% em relação ao ano anterior. <br /><br />🌦️ Clima: As chuvas de junho e julho retardaram a colheita, e a possibilidade de um super El Niño mantém o mercado atento aos impactos sobre a safra de 2027. <br /><br />🚜 Colheita: Segundo a Safras &amp; Mercado, a colheita do café arábica alcançou 69% no fim de julho, ainda refletindo o início mais lento da temporada. <br /><br />📈 Mercado interno: Os produtores seguem comercializando parte da produção, enquanto compradores acompanham a evolução da colheita e o comportamento das bolsas internacionais. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de ferramentas como Termo de Mercadorias e Opções Agro para auxiliar na proteção de preços e no planejamento financeiro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73440229</guid><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73440229/050826.mp3" length="924734" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do café arábica. O mercado segue atento ao avanço da colheita brasileira, às perspectivas para a safra, ao clima e aos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do café arábica. O mercado segue atento ao avanço da colheita brasileira, às perspectivas para a safra, ao clima e aos impactos da volatilidade nas cotações internacionais.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Safra brasileira: O avanço da colheita amplia a oferta de café, enquanto o USDA projeta produção de 47,5 milhões de sacas de arábica no Brasil em 2026, alta de 25% em relação ao ano anterior. <br /><br />🌦️ Clima: As chuvas de junho e julho retardaram a colheita, e a possibilidade de um super El Niño mantém o mercado atento aos impactos sobre a safra de 2027. <br /><br />🚜 Colheita: Segundo a Safras &amp; Mercado, a colheita do café arábica alcançou 69% no fim de julho, ainda refletindo o início mais lento da temporada. <br /><br />📈 Mercado interno: Os produtores seguem comercializando parte da produção, enquanto compradores acompanham a evolução da colheita e o comportamento das bolsas internacionais. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de ferramentas como Termo de Mercadorias e Opções Agro para auxiliar na proteção de preços e no planejamento financeiro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cafe,cafearabica,cafeicultura,colheitadocafe,elnino,mercadodocafe,opcoesagro,safrasemercado,termodemercadorias,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: petróleo, clima e colheita influenciam o mercado | BBCast Agro - 04/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-petroleo-clima-e-colheita-influenciam-o-mercado-bbcast-agro-04-08-2026--73391913</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que movimentam o mercado do algodão. A volatilidade do petróleo, as condições climáticas no Brasil e as perspectivas para a safra seguem no radar dos produtores e do mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌿 Petróleo e geopolítica: A retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã elevou novamente as cotações do petróleo, contribuindo para a sustentação dos preços da pluma. <br /><br />🌦️ Colheita no Brasil: As chuvas registradas na segunda quinzena de julho reduziram o ritmo da colheita no Centro-Norte do país, que segue abaixo do observado no mesmo período do ano passado. <br /><br />📈 Perspectivas da safra: A expectativa de boas produtividades e a reação positiva dos preços fortalecem o otimismo dos cotonicultores para as safras 2025/26 e 2026/27. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3 para apoiar o produtor na proteção de preços e na comercialização da produção. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73391913</guid><pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73391913/algodao_04082026.mp3" length="1757935" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que movimentam o mercado do algodão. A volatilidade do petróleo, as condições climáticas no Brasil e as perspectivas para a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que movimentam o mercado do algodão. A volatilidade do petróleo, as condições climáticas no Brasil e as perspectivas para a safra seguem no radar dos produtores e do mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌿 Petróleo e geopolítica: A retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã elevou novamente as cotações do petróleo, contribuindo para a sustentação dos preços da pluma. <br /><br />🌦️ Colheita no Brasil: As chuvas registradas na segunda quinzena de julho reduziram o ritmo da colheita no Centro-Norte do país, que segue abaixo do observado no mesmo período do ano passado. <br /><br />📈 Perspectivas da safra: A expectativa de boas produtividades e a reação positiva dos preços fortalecem o otimismo dos cotonicultores para as safras 2025/26 e 2026/27. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3 para apoiar o produtor na proteção de preços e na comercialização da produção. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>110</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,algodao,b3,bancodobrasil,bbcastagro,colheitadoalgodao,commodities,estadosunidos,ira,mercadodoalgodao,ndf,opcoesagro,petroleo,pluma</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BBCast Agro - Cenários Agro – 03/08/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bbcast-agro-cenarios-agro-03-08-2026--73383652</link><description><![CDATA[No episódio desta semana do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O clima, a demanda internacional, a oferta de grãos e o ritmo das exportações seguem no centro das atenções e podem impactar as cotações nas próximas semanas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja (00:22): O mercado monitora as condições climáticas nos Estados Unidos, a demanda aquecida e os efeitos do El Niño, fatores que podem sustentar os preços em Chicago e no mercado brasileiro. <br /><br />🌽 Milho (01:36): A irregularidade climática nos EUA pode elevar a volatilidade na Bolsa de Chicago, enquanto a colheita da segunda safra mantém a oferta elevada no Brasil. <br /><br />☕ Café (03:03): Estoques baixos e oferta restrita sustentam as cotações, mas a expectativa de uma safra global maior limita altas mais expressivas e mantém a volatilidade. <br /><br />🐂 Boi Gordo (04:41): A oferta restrita sustenta os preços da arroba, porém o menor ritmo das exportações para a China mantém o mercado atento e reforça a importância da gestão de riscos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73383652</guid><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:14:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73383652/bbcast_0308_cenarios.mp3" length="6156402" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio desta semana do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O clima, a demanda internacional, a oferta de grãos e o ritmo das exportações seguem no centro das atenções e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio desta semana do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O clima, a demanda internacional, a oferta de grãos e o ritmo das exportações seguem no centro das atenções e podem impactar as cotações nas próximas semanas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja (00:22): O mercado monitora as condições climáticas nos Estados Unidos, a demanda aquecida e os efeitos do El Niño, fatores que podem sustentar os preços em Chicago e no mercado brasileiro. <br /><br />🌽 Milho (01:36): A irregularidade climática nos EUA pode elevar a volatilidade na Bolsa de Chicago, enquanto a colheita da segunda safra mantém a oferta elevada no Brasil. <br /><br />☕ Café (03:03): Estoques baixos e oferta restrita sustentam as cotações, mas a expectativa de uma safra global maior limita altas mais expressivas e mantém a volatilidade. <br /><br />🐂 Boi Gordo (04:41): A oferta restrita sustenta os preços da arroba, porém o menor ritmo das exportações para a China mantém o mercado atento e reforça a importância da gestão de riscos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>385</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cbot,cenariosagro,china,commodities,elnino,exportacoes,mercadoagricola,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: seca nos EUA e atraso na colheita brasileira elevam cotações | BBcast Agro - 31/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-seca-nos-eua-e-atraso-na-colheita-brasileira-elevam-cotacoes-bbcast-agro-31-07-2026--73289054</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, analisa a volatilidade gerada por fatores geopolíticos e climáticos em <b>Chicago</b> e o suporte de preços no mercado interno.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Clima nos EUA e CBOT:</b> o contrato Dez/26 acumulou alta de <b>10,21%</b> no mês, cotado a <b>US$ 4,80/bushel</b>. A seca no cinturão produtor afeta a fase crítica de polinização (<b>78%</b> da área), reduzindo o índice de lavouras boas/excelentes para <b>63%</b> (contra <b>73%</b> em 2025).<br /><br />🌍 <b>Geopolítica:</b> conflitos no Oriente Médio e no Mar Negro seguem trazendo alta volatilidade ao mercado internacional, com reações imediatas a cada desdobramento das tensões.<br /><br />🇧🇷 <b>Ritmo da colheita:</b> a 2ª safra atinge <b>58,3%</b> da área colhida no <b>Brasil</b>, ritmo abaixo da média histórica de <b>65,9%</b>. O <b>Mato Grosso</b> avança para o fim (<b>87,9%</b>), enquanto o <b>Paraná</b> registra atraso significativo (<b>29%</b>).<br /><br />📈 <b>Alta na B3:</b> o atraso nos trabalhos de campo restringe a oferta imediata e sustenta as cotações. Na <b>B3</b>, o vencimento Mar/27 valorizou <b>R$ 4,34</b> no mês, encerrando a <b>R$ 79,41/saca</b>.🛡️<br /><b></b><br /><b>Gestão de risco:</b> para garantir margem frente à volatilidade global e às incertezas locais, o <b>BB</b> disponibiliza ferramentas de proteção como as <b>Opções Agro BB</b> e operações de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73289054</guid><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:33:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73289054/20260731_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1668441" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba-MG, analisa a volatilidade gerada por fatores geopolíticos e climáticos em Chicago e o suporte de preços no mercado interno.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, analisa a volatilidade gerada por fatores geopolíticos e climáticos em <b>Chicago</b> e o suporte de preços no mercado interno.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Clima nos EUA e CBOT:</b> o contrato Dez/26 acumulou alta de <b>10,21%</b> no mês, cotado a <b>US$ 4,80/bushel</b>. A seca no cinturão produtor afeta a fase crítica de polinização (<b>78%</b> da área), reduzindo o índice de lavouras boas/excelentes para <b>63%</b> (contra <b>73%</b> em 2025).<br /><br />🌍 <b>Geopolítica:</b> conflitos no Oriente Médio e no Mar Negro seguem trazendo alta volatilidade ao mercado internacional, com reações imediatas a cada desdobramento das tensões.<br /><br />🇧🇷 <b>Ritmo da colheita:</b> a 2ª safra atinge <b>58,3%</b> da área colhida no <b>Brasil</b>, ritmo abaixo da média histórica de <b>65,9%</b>. O <b>Mato Grosso</b> avança para o fim (<b>87,9%</b>), enquanto o <b>Paraná</b> registra atraso significativo (<b>29%</b>).<br /><br />📈 <b>Alta na B3:</b> o atraso nos trabalhos de campo restringe a oferta imediata e sustenta as cotações. Na <b>B3</b>, o vencimento Mar/27 valorizou <b>R$ 4,34</b> no mês, encerrando a <b>R$ 79,41/saca</b>.🛡️<br /><b></b><br /><b>Gestão de risco:</b> para garantir margem frente à volatilidade global e às incertezas locais, o <b>BB</b> disponibiliza ferramentas de proteção como as <b>Opções Agro BB</b> e operações de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>279</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,colheitademilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,safrinha,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/255879f12bbd143f0ba27664455d8f04.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Avicultura: exportações recordes e custos sustentam o setor | BBCast Agro - 30/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/avicultura-exportacoes-recordes-e-custos-sustentam-o-setor-bbcast-agro-30-07-2026--73214071</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Alécio Antônio Petry, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da avicultura de corte. O programa destaca a recuperação das exportações brasileiras, o comportamento dos preços no mercado interno, os custos de produção e as estratégias para fortalecer a rentabilidade da atividade.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐔 Exportações: Após a retomada gradual dos embarques, o Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com recorde histórico de exportações de carne de frango, 13% acima do mesmo período de 2025. <br /><br />🌍 Mercado internacional: A retomada das compras pela China, incluindo os embarques do Rio Grande do Sul, contribuiu para o forte desempenho das exportações. <br /><br />📉 Mercado interno: Os preços do frango vivo seguem oscilando e ainda enfrentam dificuldades para retornar aos níveis observados antes da influenza aviária. <br /><br />📊 Produção: No primeiro trimestre de 2026, o Brasil abateu cerca de 1,71 bilhão de frangos, alta de 5,6% em relação ao mesmo período de 2025, com o Paraná mantendo a liderança nacional. <br /><br />🌽 Custos e gestão: Os custos de produção permanecem favorecidos pelos preços mais baixos da ração. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do milho e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o planejamento e a competitividade do produtor. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73214071</guid><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73214071/3007.mp3" length="1342276" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Alécio Antônio Petry, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da avicultura de corte. O programa destaca a recuperação das exportações brasileiras, o comportamento dos preços no mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Alécio Antônio Petry, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da avicultura de corte. O programa destaca a recuperação das exportações brasileiras, o comportamento dos preços no mercado interno, os custos de produção e as estratégias para fortalecer a rentabilidade da atividade.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐔 Exportações: Após a retomada gradual dos embarques, o Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com recorde histórico de exportações de carne de frango, 13% acima do mesmo período de 2025. <br /><br />🌍 Mercado internacional: A retomada das compras pela China, incluindo os embarques do Rio Grande do Sul, contribuiu para o forte desempenho das exportações. <br /><br />📉 Mercado interno: Os preços do frango vivo seguem oscilando e ainda enfrentam dificuldades para retornar aos níveis observados antes da influenza aviária. <br /><br />📊 Produção: No primeiro trimestre de 2026, o Brasil abateu cerca de 1,71 bilhão de frangos, alta de 5,6% em relação ao mesmo período de 2025, com o Paraná mantendo a liderança nacional. <br /><br />🌽 Custos e gestão: Os custos de produção permanecem favorecidos pelos preços mais baixos da ração. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do milho e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o planejamento e a competitividade do produtor. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,avicultura,bancodobrasil,bbcastagro,carnedefrango,china,custeioagropecuario,custodeproducao,exportacoes,frangodecorte,influenzaaviaria,mercadofuturo,milho,racao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8652f4cb75c7d9ab72f8ad6c6bb47bb9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Batata: colheita em ritmo firme e custos exigem planejamento financeiro | BBcast Agro - 29/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/batata-colheita-em-ritmo-firme-e-custos-exigem-planejamento-financeiro-bbcast-agro-29-07-2026--73235449</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru-SP</b>, analisa a dinâmica de oferta, os custos de produção e o comportamento dos preços no mercado de batata.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 <b>Balanço da safra:</b> segundo o <b>IBGE</b>, a produção total de batata inglesa em <b>2026</b> recuou cerca de <b>8%</b> em relação ao ano anterior, devido à redução de <b>12,397 mil</b> hectares de área. No entanto, a produtividade média registrou alta de <b>3%</b>.<br /><br />📉 <b>Pressão de preços:</b> na primeira semana de julho, as cotações da batata Ágata recuaram devido ao aumento da oferta pela aceleração da colheita e pelo consumo moderado típico do período de férias escolares.<br /><br />📈 <b>Reação no IEA:</b> no dia 28 de julho, o saco de <b>50 kg</b> da batata comum lavada reagiu e fechou cotado a <b>R$ 99,39</b>, representando uma alta diária de <b>16,7%</b>, segundo dados do <b>IEA</b>.<br /><br />💰 <b>Custos de produção:</b> a atividade exige alto investimento e nível tecnológico. Entre os principais itens do custo estão a batata-semente, fertilizantes, defensivos, irrigação e mão de obra.<br /><br />🚜 <b>Custeio BB:</b> para apoiar o planejamento fitossanitário e a aquisição de insumos de qualidade, o <b>Banco do Brasil</b> oferece linhas de <b>Custeio Agropecuário</b> adaptadas às necessidades do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73235449</guid><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:15:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73235449/20260729_bbcast_agro_cenario_da_olericultura.mp3" length="1292748" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, analisa a dinâmica de oferta, os custos de produção e o comportamento dos preços no mercado de batata.

Destaques do episódio:

📊 Balanço da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru-SP</b>, analisa a dinâmica de oferta, os custos de produção e o comportamento dos preços no mercado de batata.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 <b>Balanço da safra:</b> segundo o <b>IBGE</b>, a produção total de batata inglesa em <b>2026</b> recuou cerca de <b>8%</b> em relação ao ano anterior, devido à redução de <b>12,397 mil</b> hectares de área. No entanto, a produtividade média registrou alta de <b>3%</b>.<br /><br />📉 <b>Pressão de preços:</b> na primeira semana de julho, as cotações da batata Ágata recuaram devido ao aumento da oferta pela aceleração da colheita e pelo consumo moderado típico do período de férias escolares.<br /><br />📈 <b>Reação no IEA:</b> no dia 28 de julho, o saco de <b>50 kg</b> da batata comum lavada reagiu e fechou cotado a <b>R$ 99,39</b>, representando uma alta diária de <b>16,7%</b>, segundo dados do <b>IEA</b>.<br /><br />💰 <b>Custos de produção:</b> a atividade exige alto investimento e nível tecnológico. Entre os principais itens do custo estão a batata-semente, fertilizantes, defensivos, irrigação e mão de obra.<br /><br />🚜 <b>Custeio BB:</b> para apoiar o planejamento fitossanitário e a aquisição de insumos de qualidade, o <b>Banco do Brasil</b> oferece linhas de <b>Custeio Agropecuário</b> adaptadas às necessidades do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,batata,bbcastagro,cepea,custeioagro,hortifruti,ibge,iea,olericultura,preçodabatata</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f578398e411db934733d399ad0e97a5c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: geopolítica, clima e exportações sustentam mercado | BBCast Agro - 28/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-geopolitica-clima-e-exportacoes-sustentam-mercado-bbcast-agro-28-07-2026--73195582</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do algodão. O mercado acompanha os impactos das tensões geopolíticas, das condições climáticas nos Estados Unidos e do forte desempenho das exportações brasileiras sobre os preços da pluma.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌿 Geopolítica: A retomada do conflito entre Irã e Estados Unidos elevou o preço do petróleo, favorecendo a competitividade da pluma frente às fibras sintéticas.<br /><br />🌦️ Clima nos EUA: A irregularidade das chuvas mantém o estresse hídrico nas lavouras norte-americanas e aumenta as expectativas de maior taxa de abandono da safra. <br /><br />📈 Mercado brasileiro: A valorização da pluma abriu oportunidades de comercialização, com avanço das vendas das safras 2025/26 e 2026/27, especialmente em Mato Grosso. <br /><br />🚢 Exportações: O Brasil comercializou 3,21 milhões de toneladas de pluma entre agosto/2025 e junho/2026, volume 18% superior ao do ciclo anterior, consolidando sua liderança no mercado internacional. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3 para apoiar a gestão de preços e a comercialização da produção. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73195582</guid><pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73195582/utf_8_q_algod_c3_a3o_28072026_mp3.mp3" length="2465540" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do algodão. O mercado acompanha os impactos das tensões geopolíticas, das condições climáticas nos Estados Unidos e do forte desempenho das...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do algodão. O mercado acompanha os impactos das tensões geopolíticas, das condições climáticas nos Estados Unidos e do forte desempenho das exportações brasileiras sobre os preços da pluma.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌿 Geopolítica: A retomada do conflito entre Irã e Estados Unidos elevou o preço do petróleo, favorecendo a competitividade da pluma frente às fibras sintéticas.<br /><br />🌦️ Clima nos EUA: A irregularidade das chuvas mantém o estresse hídrico nas lavouras norte-americanas e aumenta as expectativas de maior taxa de abandono da safra. <br /><br />📈 Mercado brasileiro: A valorização da pluma abriu oportunidades de comercialização, com avanço das vendas das safras 2025/26 e 2026/27, especialmente em Mato Grosso. <br /><br />🚢 Exportações: O Brasil comercializou 3,21 milhões de toneladas de pluma entre agosto/2025 e junho/2026, volume 18% superior ao do ciclo anterior, consolidando sua liderança no mercado internacional. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3 para apoiar a gestão de preços e a comercialização da produção. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>algodao,algodaobrasileiro,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadenovaiorque,estadosunidos,exportacoes,ira,mercadodoalgodao,ndf,opcoesagro,petroleo,pluma</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BB Cast Agro - Cenários Agro – 27/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bb-cast-agro-cenarios-agro-27-07-2026--73192832</link><description><![CDATA[No episódio desta semana do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem movimentar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O cenário segue influenciado pelas condições climáticas, pela demanda internacional e pelas tensões geopolíticas, com reflexos diretos nas commodities agrícolas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja (00:22): Demanda chinesa, tensões geopolíticas e o clima nos Estados Unidos mantêm viés altista para as cotações. <br /><br />🌽 Milho (01:38): As condições climáticas nos EUA e o atraso da safrinha no Brasil sustentam os preços no curto prazo. <br /><br />☕ Café (03:14): O tempo seco acelera a colheita no Brasil, mas as incertezas sobre os impactos do El Niño, a oferta e a qualidade dos grãos mantêm a volatilidade. <br /><br />🐂 Boi Gordo (04:26): A oferta mais restrita sustenta a arroba no curto prazo, enquanto exportações e retomada da demanda externa favorecem perspectivas de alta no fim do ano. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73192832</guid><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 13:40:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73192832/utf_8_q_c3_81udio_bbcast_agro_27_07_26_mp3.mp3" length="14339428" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio desta semana do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem movimentar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O cenário segue influenciado pelas condições climáticas, pela demanda internacional e pelas tensões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio desta semana do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem movimentar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O cenário segue influenciado pelas condições climáticas, pela demanda internacional e pelas tensões geopolíticas, com reflexos diretos nas commodities agrícolas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja (00:22): Demanda chinesa, tensões geopolíticas e o clima nos Estados Unidos mantêm viés altista para as cotações. <br /><br />🌽 Milho (01:38): As condições climáticas nos EUA e o atraso da safrinha no Brasil sustentam os preços no curto prazo. <br /><br />☕ Café (03:14): O tempo seco acelera a colheita no Brasil, mas as incertezas sobre os impactos do El Niño, a oferta e a qualidade dos grãos mantêm a volatilidade. <br /><br />🐂 Boi Gordo (04:26): A oferta mais restrita sustenta a arroba no curto prazo, enquanto exportações e retomada da demanda externa favorecem perspectivas de alta no fim do ano. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>354</itunes:duration><itunes:keywords>algodao,algodaobrasileiro,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadenovaiorque,estadosunidos,exportacoes,ira,mercadodoalgodao,ndf,opcoesagro,petroleo,pluma</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: clima nos EUA e demanda chinesa impulsionam mercado | BBCast Agro - 24/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-clima-nos-eua-e-demanda-chinesa-impulsionam-mercado-bbcast-agro-24-07-2026--73191712</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja. O mercado acompanha as condições climáticas nos Estados Unidos, a retomada das compras chinesas, os impactos das tensões geopolíticas e a valorização dos preços no mercado brasileiro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Clima nos EUA: O mercado monitora o aumento das temperaturas no Meio-Oeste norte-americano, enquanto o USDA mantém expectativa de uma safra cheia. 🇨🇳 Demanda chinesa: A retomada das compras de soja dos Estados Unidos tem dado sustentação às cotações na Bolsa de Chicago. <br /><br />🌍 Geopolítica: As tensões no Oriente Médio e no Mar Negro elevam os custos logísticos e fortalecem os preços do petróleo, dando suporte ao complexo soja. <br /><br />📈 Mercado brasileiro: A combinação entre Chicago, prêmios portuários mais altos e câmbio valorizado melhorou a paridade de exportação e favoreceu a comercialização. <br /><br />💰 Preços: O contrato agosto/26 na CBOT encerrou 22/07 cotado a US$ 12,33/bushel. No mercado interno, o Indicador CEPEA atingiu R$ 145,45/saca, alta de 8,89% em julho. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, para ampliar a segurança e a previsibilidade da comercialização. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73191712</guid><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:06:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73191712/2407.mp3" length="1037270" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja. O mercado acompanha as condições climáticas nos Estados Unidos, a retomada das compras chinesas, os impactos das tensões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja. O mercado acompanha as condições climáticas nos Estados Unidos, a retomada das compras chinesas, os impactos das tensões geopolíticas e a valorização dos preços no mercado brasileiro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Clima nos EUA: O mercado monitora o aumento das temperaturas no Meio-Oeste norte-americano, enquanto o USDA mantém expectativa de uma safra cheia. 🇨🇳 Demanda chinesa: A retomada das compras de soja dos Estados Unidos tem dado sustentação às cotações na Bolsa de Chicago. <br /><br />🌍 Geopolítica: As tensões no Oriente Médio e no Mar Negro elevam os custos logísticos e fortalecem os preços do petróleo, dando suporte ao complexo soja. <br /><br />📈 Mercado brasileiro: A combinação entre Chicago, prêmios portuários mais altos e câmbio valorizado melhorou a paridade de exportação e favoreceu a comercialização. <br /><br />💰 Preços: O contrato agosto/26 na CBOT encerrou 22/07 cotado a US$ 12,33/bushel. No mercado interno, o Indicador CEPEA atingiu R$ 145,45/saca, alta de 8,89% em julho. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: O Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, para ampliar a segurança e a previsibilidade da comercialização. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,chicago,china,climanoseua,marnegro,mercadodasoja,oleodesoja,opcoesagro,orientemedio,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: arroba estável e exportações desaceleram | BBCast Agro - 23/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-arroba-estavel-e-exportacoes-desaceleram-bbcast-agro-23-07-2026--73108319</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte. O mercado acompanha a estabilidade da arroba, a desaceleração das exportações diante do limite da cota chinesa e as oportunidades de proteção de preços no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba estável: O Indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo registrou leve alta de 0,21% entre 1º e 20 de julho, alcançando R$ 337,10/@.<br /><br />🐄 Mercado físico: Os preços permaneceram estáveis nas principais praças pecuárias, com negociações em torno de R$ 328,50/@ em São Paulo e Mato Grosso do Sul. <br /><br />🌎 Exportações: Nos primeiros 13 dias úteis de julho, os embarques de carne bovina in natura recuaram 10,3% frente ao mesmo período de 2025, refletindo a proximidade do limite da cota chinesa. <br /><br />💵 Preço internacional: Apesar da menor demanda externa, o valor médio da tonelada exportada subiu 15% na comparação anual, reforçando a valorização da carne bovina brasileira. <br /><br />📈 Mercado futuro: Os contratos do boi gordo para agosto e setembro de 2026 registraram valorização na B3, ampliando oportunidades para estratégias de proteção de preços. <br /><br />💼 Soluções BB: O Banco do Brasil oferece Opções Agro, Custeio Agropecuário e outras soluções para apoiar a gestão de riscos e o financiamento da atividade pecuária. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73108319</guid><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73108319/2307.mp3" length="1536783" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte. O mercado acompanha a estabilidade da arroba, a desaceleração das exportações diante do limite da cota chinesa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte. O mercado acompanha a estabilidade da arroba, a desaceleração das exportações diante do limite da cota chinesa e as oportunidades de proteção de preços no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba estável: O Indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo registrou leve alta de 0,21% entre 1º e 20 de julho, alcançando R$ 337,10/@.<br /><br />🐄 Mercado físico: Os preços permaneceram estáveis nas principais praças pecuárias, com negociações em torno de R$ 328,50/@ em São Paulo e Mato Grosso do Sul. <br /><br />🌎 Exportações: Nos primeiros 13 dias úteis de julho, os embarques de carne bovina in natura recuaram 10,3% frente ao mesmo período de 2025, refletindo a proximidade do limite da cota chinesa. <br /><br />💵 Preço internacional: Apesar da menor demanda externa, o valor médio da tonelada exportada subiu 15% na comparação anual, reforçando a valorização da carne bovina brasileira. <br /><br />📈 Mercado futuro: Os contratos do boi gordo para agosto e setembro de 2026 registraram valorização na B3, ampliando oportunidades para estratégias de proteção de preços. <br /><br />💼 Soluções BB: O Banco do Brasil oferece Opções Agro, Custeio Agropecuário e outras soluções para apoiar a gestão de riscos e o financiamento da atividade pecuária. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>257</itunes:duration><itunes:keywords>arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,cepea,china,creditorural,esalq,exportacaodecarnebovina,opcoesagro,pecuaria,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Feijão: exportações recordes e estoques baixos sustentam o mercado | BBCast Agro - 22/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/feijao-exportacoes-recordes-e-estoques-baixos-sustentam-o-mercado-bbcast-agro-22-07-2026--73090740</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão. O mercado acompanha o recorde das exportações brasileiras, a evolução da segunda safra, os impactos das geadas no Paraná e o comportamento dos preços diante da baixa disponibilidade de estoques.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🫘 Exportações em alta: O Brasil embarcou 149,26 mil toneladas de feijão no primeiro semestre de 2026, o maior volume da série histórica da Secex para o período. <br /><br />📦 Oferta aumenta: O avanço da colheita da segunda safra elevou a disponibilidade de feijão-carioca, contribuindo para a acomodação dos preços no mercado interno. <br /><br />❄️ Impactos das geadas: As principais perdas ocorreram no Paraná, onde geadas reduziram a produtividade e comprometeram a qualidade dos grãos. <br /><br />📉 Estoques reduzidos: Os estoques nacionais seguem em níveis historicamente baixos, sustentando o mercado mesmo com o avanço da colheita. <br /><br />💰 Preços: O feijão-carioca especial é negociado próximo de R$ 380,00 por saca de 60 kg, enquanto o feijão-preto varia entre R$ 200,00 e R$ 230,00 nas principais regiões produtoras do Sul. <br /><br />🌱 Apoio ao produtor: O Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de investimento e custeio para apoiar os produtores de feijão em todas as etapas da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73090740</guid><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73090740/220726.mp3" length="1309048" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão. O mercado acompanha o recorde das exportações brasileiras, a evolução da segunda safra, os impactos das geadas no Paraná e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão. O mercado acompanha o recorde das exportações brasileiras, a evolução da segunda safra, os impactos das geadas no Paraná e o comportamento dos preços diante da baixa disponibilidade de estoques.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🫘 Exportações em alta: O Brasil embarcou 149,26 mil toneladas de feijão no primeiro semestre de 2026, o maior volume da série histórica da Secex para o período. <br /><br />📦 Oferta aumenta: O avanço da colheita da segunda safra elevou a disponibilidade de feijão-carioca, contribuindo para a acomodação dos preços no mercado interno. <br /><br />❄️ Impactos das geadas: As principais perdas ocorreram no Paraná, onde geadas reduziram a produtividade e comprometeram a qualidade dos grãos. <br /><br />📉 Estoques reduzidos: Os estoques nacionais seguem em níveis historicamente baixos, sustentando o mercado mesmo com o avanço da colheita. <br /><br />💰 Preços: O feijão-carioca especial é negociado próximo de R$ 380,00 por saca de 60 kg, enquanto o feijão-preto varia entre R$ 200,00 e R$ 230,00 nas principais regiões produtoras do Sul. <br /><br />🌱 Apoio ao produtor: O Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de investimento e custeio para apoiar os produtores de feijão em todas as etapas da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,conab,creditorural,estoques,exportacoes,feijao,feijaocarioca,feijaopreto,geadasnoparana,mercadodofeijao,safra2026,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/567ecd70ebd5a812550b3dc359ac90a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra avança e E32 reduz pressão sobre preços | BBCast Agro - 21/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-avanca-e-e32-reduz-pressao-sobre-precos-bbcast-agro-21-07-2026--73085274</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cana-de-açúcar. O avanço da moagem no Centro-Sul amplia a oferta de etanol, mas a adoção da mistura obrigatória E32 na gasolina altera a dinâmica do mercado, fortalecendo a demanda e reduzindo o risco de excesso de oferta.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Moagem em alta: O avanço da safra 2026/27 no Centro-Sul aumenta a produção de etanol anidro e hidratado, impulsionado pela maior eficiência industrial. <br /><br />⛽ E32 muda o mercado: A decisão do CNPE de elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% amplia a demanda nacional e reduz a necessidade de importação de combustíveis. <br /><br />📈 Demanda cresce: O consumo de etanol anidro pode se aproximar de 15 bilhões de litros em 2026, acima dos 13,2 bilhões registrados em 2025. <br /><br />🚜 Oferta e demanda em equilíbrio: Mesmo com uma safra volumosa, a expansão do consumo reduz a possibilidade de excesso de estoques e limita a pressão baixista sobre os preços. <br /><br />💧 Etanol hidratado: A disponibilidade continua crescendo, refletindo o aumento da produção e do abastecimento do mercado interno. <br /><br />💼 Apoio ao produtor: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio para apoiar os produtores de cana-de-açúcar em todas as etapas da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73085274</guid><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73085274/acucar21072026.mp3" length="4784377" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cana-de-açúcar. O avanço da moagem no Centro-Sul amplia a oferta de etanol, mas a adoção da mistura obrigatória E32 na gasolina...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da cana-de-açúcar. O avanço da moagem no Centro-Sul amplia a oferta de etanol, mas a adoção da mistura obrigatória E32 na gasolina altera a dinâmica do mercado, fortalecendo a demanda e reduzindo o risco de excesso de oferta.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Moagem em alta: O avanço da safra 2026/27 no Centro-Sul aumenta a produção de etanol anidro e hidratado, impulsionado pela maior eficiência industrial. <br /><br />⛽ E32 muda o mercado: A decisão do CNPE de elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% amplia a demanda nacional e reduz a necessidade de importação de combustíveis. <br /><br />📈 Demanda cresce: O consumo de etanol anidro pode se aproximar de 15 bilhões de litros em 2026, acima dos 13,2 bilhões registrados em 2025. <br /><br />🚜 Oferta e demanda em equilíbrio: Mesmo com uma safra volumosa, a expansão do consumo reduz a possibilidade de excesso de estoques e limita a pressão baixista sobre os preços. <br /><br />💧 Etanol hidratado: A disponibilidade continua crescendo, refletindo o aumento da produção e do abastecimento do mercado interno. <br /><br />💼 Apoio ao produtor: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio para apoiar os produtores de cana-de-açúcar em todas as etapas da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>299</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustiveis,canadeacucar,cnpe,creditorural,e32,etanol,etanolanidro,etanolhidratado,mercadodoetanol,moagemdecana,safra202627,setorsucroenergetico</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088ae56e3f4b71089b8073125f043b54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BBCast Agro - Cenários Agro – 20/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bbcast-agro-cenarios-agro-20-07-2026--73067407</link><description><![CDATA[🌱 Soja (00:21): Soja: Tensões no Oriente-Médio, demanda chinesa e condições climáticas nos EUA pautarão as cotações na Bolsa de Chicago<br /><br />🌽Milho (01:51): Geopolítica e clima nos EUA mantêm a volatilidade dos preços. Safra recorde no Brasil amplia a necessidade de acelerar exportações.<br /><br />☕Café (03:00): Incertezas climáticas geram volatilidade às cotações do café.<br /><br />🐂Boi Gordo (04:33): Cota chinesa perto do limite e consumo mais fraco pressionam a arroba. A partir de outubro, exportações podem sustentar recuperação dos preços.<br /><br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73067407</guid><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73067407/bbcast_2007_cenarios.mp3" length="5638969" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>🌱 Soja (00:21): Soja: Tensões no Oriente-Médio, demanda chinesa e condições climáticas nos EUA pautarão as cotações na Bolsa de Chicago

🌽Milho (01:51): Geopolítica e clima nos EUA mantêm a volatilidade dos preços. Safra recorde no Brasil amplia a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🌱 Soja (00:21): Soja: Tensões no Oriente-Médio, demanda chinesa e condições climáticas nos EUA pautarão as cotações na Bolsa de Chicago<br /><br />🌽Milho (01:51): Geopolítica e clima nos EUA mantêm a volatilidade dos preços. Safra recorde no Brasil amplia a necessidade de acelerar exportações.<br /><br />☕Café (03:00): Incertezas climáticas geram volatilidade às cotações do café.<br /><br />🐂Boi Gordo (04:33): Cota chinesa perto do limite e consumo mais fraco pressionam a arroba. A partir de outubro, exportações podem sustentar recuperação dos preços.<br /><br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>353</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,bolsadechicago,cafe,cbot,cenariosagro,china,clima,commodities,exportacoes,mercadoagricola,milho,orientemedio,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: Chicago sobe com USDA e tensão no Mar Negro | BBCast Agro - 17/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-chicago-sobe-com-usda-e-tensao-no-mar-negro-bbcast-agro-17-07-2026--73016901</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho. O mercado internacional reage à redução dos estoques projetados pelo USDA e ao aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia, enquanto, no Brasil, a colheita da segunda safra e o ritmo das negociações seguem influenciando os preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Chicago em alta: o contrato setembro/2026 acumulou valorização de 7,38% entre os dias 1º e 15 de julho, impulsionado pelas revisões do USDA. <br /><br />📊 Estoques menores: o USDA reduziu a estimativa dos estoques finais dos Estados Unidos e também dos estoques mundiais para a safra 2026/27, fortalecendo as cotações internacionais. <br /><br />🌍 Mar Negro no radar: o aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia elevou os riscos para o escoamento de grãos, contribuindo para a valorização das commodities agrícolas. <br /><br />🚜 Colheita da segunda safra: no Brasil, a colheita atingiu 38,9% da área, ritmo abaixo da média dos últimos cinco anos, segundo a Conab. <br /><br />💰 Mercado interno estável: a baixa liquidez, o foco dos produtores na colheita e o suporte do mercado externo mantiveram os preços firmes, embora o avanço da colheita possa aumentar a pressão nas próximas semanas. <br /><br />📈 Indicador Cepea/B3: a saca encerrou o dia 15 de julho cotada a R$ 64,77, acumulando valorização de 1,87% no mês. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/73016901</guid><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/73016901/1707.mp3" length="1500734" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho. O mercado internacional reage à redução dos estoques projetados pelo USDA e ao aumento das tensões entre...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho. O mercado internacional reage à redução dos estoques projetados pelo USDA e ao aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia, enquanto, no Brasil, a colheita da segunda safra e o ritmo das negociações seguem influenciando os preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Chicago em alta: o contrato setembro/2026 acumulou valorização de 7,38% entre os dias 1º e 15 de julho, impulsionado pelas revisões do USDA. <br /><br />📊 Estoques menores: o USDA reduziu a estimativa dos estoques finais dos Estados Unidos e também dos estoques mundiais para a safra 2026/27, fortalecendo as cotações internacionais. <br /><br />🌍 Mar Negro no radar: o aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia elevou os riscos para o escoamento de grãos, contribuindo para a valorização das commodities agrícolas. <br /><br />🚜 Colheita da segunda safra: no Brasil, a colheita atingiu 38,9% da área, ritmo abaixo da média dos últimos cinco anos, segundo a Conab. <br /><br />💰 Mercado interno estável: a baixa liquidez, o foco dos produtores na colheita e o suporte do mercado externo mantiveram os preços firmes, embora o avanço da colheita possa aumentar a pressão nas próximas semanas. <br /><br />📈 Indicador Cepea/B3: a saca encerrou o dia 15 de julho cotada a R$ 64,77, acumulando valorização de 1,87% no mês. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>251</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,cepea,commoditiesagricolas,conab,marnegro,mercadodomilho,milho,milhosegundasafra,opcoesagrobb,precodomilho,produtorrural,russia,safrinha,ucrania,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>El Niño se fortalece e exige atenção no campo | BBCast Agro - 16/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/el-nino-se-fortalece-e-exige-atencao-no-campo-bbcast-agro-16-07-2026--72971984</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as perspectivas climáticas para o trimestre de julho a setembro de 2026. O fortalecimento do fenômeno El Niño e as previsões do NOAA e do INMET indicam temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil e impactos distintos para as principais regiões produtoras.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌦️ El Niño ganha força: a NOAA informa que o fenômeno continua se intensificando, com 97% de probabilidade de persistir até o início da primavera de 2027 e 81% de chance de atingir forte intensidade entre outubro e dezembro. <br /><br />🌡️ Temperaturas elevadas: o trimestre será marcado por calor acima da média em praticamente todo o país, influenciando o desenvolvimento das lavouras e das pastagens. <br /><br />🌱 Região Norte: chuvas abaixo da média reduzem a disponibilidade hídrica ao longo do trimestre, favorecendo a colheita do milho segunda safra, mas elevando o risco para lavouras tardias e pastagens. <br /><br />🌾 Nordeste: tempo seco beneficia a colheita do algodão no MATOPIBA, enquanto o déficit hídrico pode comprometer milho, feijão de sequeiro e a produção de forragem. <br /><br />🚜 Centro-Oeste: redução gradual da umidade do solo favorece a colheita do milho, sorgo e algodão, mas exige atenção para o início da semeadura da soja 2026/27. <br /><br />☕ Sudeste: período seco exige monitoramento da cafeicultura e das culturas de inverno, principalmente em Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. <br /><br />🌾 Sul: chuvas acima da média favorecem o trigo e outras culturas de inverno, mas aumentam o risco de doenças fúngicas e dificultam operações no campo. <br /><br />📊 Planejamento é essencial: o acompanhamento das condições climáticas e da evolução das safras é fundamental para apoiar decisões no agronegócio. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72971984</guid><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72971984/1607.mp3" length="1735523" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as perspectivas climáticas para o trimestre de julho a setembro de 2026. O fortalecimento do fenômeno El Niño e as previsões do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as perspectivas climáticas para o trimestre de julho a setembro de 2026. O fortalecimento do fenômeno El Niño e as previsões do NOAA e do INMET indicam temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil e impactos distintos para as principais regiões produtoras.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌦️ El Niño ganha força: a NOAA informa que o fenômeno continua se intensificando, com 97% de probabilidade de persistir até o início da primavera de 2027 e 81% de chance de atingir forte intensidade entre outubro e dezembro. <br /><br />🌡️ Temperaturas elevadas: o trimestre será marcado por calor acima da média em praticamente todo o país, influenciando o desenvolvimento das lavouras e das pastagens. <br /><br />🌱 Região Norte: chuvas abaixo da média reduzem a disponibilidade hídrica ao longo do trimestre, favorecendo a colheita do milho segunda safra, mas elevando o risco para lavouras tardias e pastagens. <br /><br />🌾 Nordeste: tempo seco beneficia a colheita do algodão no MATOPIBA, enquanto o déficit hídrico pode comprometer milho, feijão de sequeiro e a produção de forragem. <br /><br />🚜 Centro-Oeste: redução gradual da umidade do solo favorece a colheita do milho, sorgo e algodão, mas exige atenção para o início da semeadura da soja 2026/27. <br /><br />☕ Sudeste: período seco exige monitoramento da cafeicultura e das culturas de inverno, principalmente em Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. <br /><br />🌾 Sul: chuvas acima da média favorecem o trigo e outras culturas de inverno, mas aumentam o risco de doenças fúngicas e dificultam operações no campo. <br /><br />📊 Planejamento é essencial: o acompanhamento das condições climáticas e da evolução das safras é fundamental para apoiar decisões no agronegócio. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>290</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bbcastagro,cafe,clima,climanocampo,elnino,inmet,matopiba,milho,monitoramentoclimatico,noaa,pecuaria,previsaodotempo,safra2026,soja,trigo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04c3509a93145b14fe8d05dedd3e13de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Conilon: colheita avança, preços reagem e exportações crescem | BBCast Agro - 15/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-colheita-avanca-precos-reagem-e-exportacoes-crescem-bbcast-agro-15-07-2026--72968835</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A colheita avança em ritmo mais lento que o esperado, os preços voltam a subir no mercado físico e as exportações seguem em forte expansão, enquanto produtores acompanham diferenças entre as estimativas oficiais e a realidade observada no campo.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Preços voltam a subir: mesmo com o avanço da colheita, a oferta disponível permanece mais ajustada, favorecendo a recuperação das cotações do café conilon. <br /><br />🌱 Produção gera divergências: a Conab estima produção nacional de 20,9 milhões de sacas em 2026, mas produtores relatam rendimento abaixo do esperado em importantes regiões produtoras. <br /><br />📍 Espírito Santo lidera a produção: o principal estado produtor deve colher 13,6 milhões de sacas, enquanto Bahia e Rondônia também se destacam na produção de cafés canéforas. <br /><br />🌾 Colheita em ritmo mais lento: a colheita nacional alcançou 52% da área, abaixo dos 60% registrados no mesmo período do ano passado. <br /><br />📉 Desafios no campo: maturação irregular, menor rendimento de secagem e perdas no norte do Espírito Santo e sul da Bahia preocupam os produtores. <br /><br />🌎 Exportações em alta: os embarques de conilon e robusta cresceram 193% em maio na comparação anual, reforçando a competitividade dos cafés canéforas no mercado internacional. <br /><br />📈 Mercado acompanha as cotações: o contrato setembro/2026 na Bolsa de Londres é negociado em US$ 3.819 por tonelada, enquanto o café tipo 7 em Vitória iniciou a semana cotado a R$ 1.065 por saca. <br /><br />💰 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito estruturadas para apoiar custeio, investimentos e as diversas etapas da atividade cafeeira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72968835</guid><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72968835/150726.mp3" length="1348388" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A colheita avança em ritmo mais lento que o esperado, os preços voltam a subir no mercado físico...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A colheita avança em ritmo mais lento que o esperado, os preços voltam a subir no mercado físico e as exportações seguem em forte expansão, enquanto produtores acompanham diferenças entre as estimativas oficiais e a realidade observada no campo.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Preços voltam a subir: mesmo com o avanço da colheita, a oferta disponível permanece mais ajustada, favorecendo a recuperação das cotações do café conilon. <br /><br />🌱 Produção gera divergências: a Conab estima produção nacional de 20,9 milhões de sacas em 2026, mas produtores relatam rendimento abaixo do esperado em importantes regiões produtoras. <br /><br />📍 Espírito Santo lidera a produção: o principal estado produtor deve colher 13,6 milhões de sacas, enquanto Bahia e Rondônia também se destacam na produção de cafés canéforas. <br /><br />🌾 Colheita em ritmo mais lento: a colheita nacional alcançou 52% da área, abaixo dos 60% registrados no mesmo período do ano passado. <br /><br />📉 Desafios no campo: maturação irregular, menor rendimento de secagem e perdas no norte do Espírito Santo e sul da Bahia preocupam os produtores. <br /><br />🌎 Exportações em alta: os embarques de conilon e robusta cresceram 193% em maio na comparação anual, reforçando a competitividade dos cafés canéforas no mercado internacional. <br /><br />📈 Mercado acompanha as cotações: o contrato setembro/2026 na Bolsa de Londres é negociado em US$ 3.819 por tonelada, enquanto o café tipo 7 em Vitória iniciou a semana cotado a R$ 1.065 por saca. <br /><br />💰 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito estruturadas para apoiar custeio, investimentos e as diversas etapas da atividade cafeeira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>225</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bahia,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,cafecanefora,cafeconilon,cafeicultura,caferobusta,cafetipo7,colheitadocafe,conab,espiritosanto,exportacaodecafe,mercadodocafe,produtorrural,rondonia,victoriaes</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bananicultura: oferta, preços e mercado no segundo semestre | BBCast Agro - 14/07/202</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bananicultura-oferta-precos-e-mercado-no-segundo-semestre-bbcast-agro-14-07-202--72966499</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bananicultura. O mercado acompanha a redução da área cultivada, os impactos do clima sobre a oferta, o comportamento dos preços no atacado e as perspectivas para o segundo semestre de 2026.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍌 Produção em leve queda: dados do IBGE indicam retração de 1,1% na área cultivada e estimativa de produção 0,9% menor em relação à safra de 2025. <br /><br />🌱 Cultura com oferta contínua: por ser uma cultura perene, a banana é colhida durante todo o ano, garantindo abastecimento constante do mercado interno, principal destino da produção nacional. <br /><br />📉 Demanda mais fraca no curto prazo: o período de férias escolares reduziu o consumo, pressionando os preços no atacado durante o mês de julho. <br /><br />💲 Cotações em São Paulo: a caixa de banana nanica (22 kg) foi cotada a R$ 53,20 e a banana prata-anã (20 kg) a R$ 110,00, com recuos mensais de 14,0% e 13,5%, respectivamente. <br /><br />❄️ Clima influencia o mercado: as baixas temperaturas em importantes regiões produtoras, como o Vale do Ribeira (SP), podem favorecer a recuperação dos preços ao longo do segundo semestre. <br /><br />🌎 Exportações recuam: entre janeiro e maio de 2026, o Brasil exportou cerca de 27,5 mil toneladas, volume 21% inferior ao mesmo período de 2025. Em contrapartida, o preço médio de exportação avançou 14,5%, alcançando aproximadamente US$ 420 por tonelada. <br /><br />📈 Perspectivas para os próximos meses: a expectativa é de mercado bem abastecido, com oferta relativamente elevada e preços mais firmes do que os registrados no início do ano. <br /><br />💰 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção e contribuir para uma safra mais eficiente e sustentável. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72966499</guid><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72966499/1407.mp3" length="1308421" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bananicultura. O mercado acompanha a redução da área cultivada, os impactos do clima sobre a oferta, o comportamento dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bananicultura. O mercado acompanha a redução da área cultivada, os impactos do clima sobre a oferta, o comportamento dos preços no atacado e as perspectivas para o segundo semestre de 2026.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍌 Produção em leve queda: dados do IBGE indicam retração de 1,1% na área cultivada e estimativa de produção 0,9% menor em relação à safra de 2025. <br /><br />🌱 Cultura com oferta contínua: por ser uma cultura perene, a banana é colhida durante todo o ano, garantindo abastecimento constante do mercado interno, principal destino da produção nacional. <br /><br />📉 Demanda mais fraca no curto prazo: o período de férias escolares reduziu o consumo, pressionando os preços no atacado durante o mês de julho. <br /><br />💲 Cotações em São Paulo: a caixa de banana nanica (22 kg) foi cotada a R$ 53,20 e a banana prata-anã (20 kg) a R$ 110,00, com recuos mensais de 14,0% e 13,5%, respectivamente. <br /><br />❄️ Clima influencia o mercado: as baixas temperaturas em importantes regiões produtoras, como o Vale do Ribeira (SP), podem favorecer a recuperação dos preços ao longo do segundo semestre. <br /><br />🌎 Exportações recuam: entre janeiro e maio de 2026, o Brasil exportou cerca de 27,5 mil toneladas, volume 21% inferior ao mesmo período de 2025. Em contrapartida, o preço médio de exportação avançou 14,5%, alcançando aproximadamente US$ 420 por tonelada. <br /><br />📈 Perspectivas para os próximos meses: a expectativa é de mercado bem abastecido, com oferta relativamente elevada e preços mais firmes do que os registrados no início do ano. <br /><br />💰 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção e contribuir para uma safra mais eficiente e sustentável. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agro,banana,bananananica,bananaprata,bananicultura,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,custeioagropecuario,exportacaodebanana,fruticultura,ibge,mercadodabanana,producaodebanana,safra2026,valedoribeira</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/25daf9b97092b40c32e3c3f2ddb8f9a9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro | BBCast Agro – 13/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-bbcast-agro-13-07-2026--72949294</link><description><![CDATA[🌱 Soja (00:24): Soja: Mercado monitora relatório do USDA, clima nos EUA e tensões no Oriente Médio.<br /><br />🌽Milho (02:04): Clima nos EUA e relatório do USDA seguem no radar do milho, enquanto a colheita da segunda safra pressiona os preços no Brasil.<br /><br />☕Café (03:24): Clima, colheita atrasada e dúvidas sobre a qualidade da safra mantêm a volatilidade no mercado de café.<br /><br />🐂Boi Gordo (04:43): China perto do limite de importação pressiona o preço da arroba no mercado interno. Poderá haver recuperação a partir de outubro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72949294</guid><pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:45:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72949294/4566bc8d_82dc_478c_8879_bd3c449d82ab.mp3" length="6238322" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>🌱 Soja (00:24): Soja: Mercado monitora relatório do USDA, clima nos EUA e tensões no Oriente Médio.

🌽Milho (02:04): Clima nos EUA e relatório do USDA seguem no radar do milho, enquanto a colheita da segunda safra pressiona os preços no Brasil.

☕Café...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🌱 Soja (00:24): Soja: Mercado monitora relatório do USDA, clima nos EUA e tensões no Oriente Médio.<br /><br />🌽Milho (02:04): Clima nos EUA e relatório do USDA seguem no radar do milho, enquanto a colheita da segunda safra pressiona os preços no Brasil.<br /><br />☕Café (03:24): Clima, colheita atrasada e dúvidas sobre a qualidade da safra mantêm a volatilidade no mercado de café.<br /><br />🐂Boi Gordo (04:43): China perto do limite de importação pressiona o preço da arroba no mercado interno. Poderá haver recuperação a partir de outubro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>390</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,arrobadoboi,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,china,climanosestadosunidos,colheitadocafe,exportacoes,mercadoagricola,mercadodasoja,mercadodocafe,mercadodomilho,milho,relatoriousda,segundasafra,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: demanda chinesa e clima nos EUA elevam indicador Cepea | BBcast Agro - 10/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-demanda-chinesa-e-clima-nos-eua-elevam-indicador-cepea-bbcast-agro-10-07-2026--72914208</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Italvaci</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa os impactos do último relatório do <b>USDA</b>, a reação do mercado ao acordo geopolítico e o andamento da comercialização no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Geopolítica e demanda:</b> o mercado reagiu positivamente com a elevação da demanda chinesa pelo grão norte-americano. O acordo de paz entre <b>EUA</b> e <b>Irã</b> derrubou as cotações do petróleo, mas as incertezas ainda geram volatilidade no complexo.<br /><br />🇺🇸 <b>Relatório USDA e safra:</b> a área americana foi estimada em <b>34,56 milhões</b> de hectares, com estoques trimestrais <b>5%</b> superiores aos de 2025 (<b>28,9 milhões</b> de toneladas). Atualmente, <b>64%</b> das lavouras estão em condições boas ou excelentes.<br /><br />🔥 <b>Alerta climático:</b> mapas meteorológicos indicam tempo seco e altas temperaturas para a segunda quinzena de julho no <i>Corn Belt</i>. O risco climático acende o sinal de alerta para o desenvolvimento das plantas e eleva o prêmio de risco em <b>Chicago</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Comercialização nacional:</b> as vendas da safra <b>25/26</b> atingiram <b>71,5%</b> (<b>127 milhões</b> de toneladas). Já a comercialização antecipada do ciclo <b>26/27</b> segue lenta (<b>13,9%</b>), refletindo o receio dos produtores com o fenômeno <b>El Niño</b>.<br /><br />📈 <b>Preços e portos:</b> na <b>CBOT</b>, o vencimento Ago/26 fechou a <b>US$ 11,9325/bushel</b>. No cenário interno, o indicador <b>Cepea</b> subiu <b>5,11%</b> no mês, cotado a <b>R$ 140,40/saca</b>, impulsionado por prêmios firmes nos portos (até <b>US$ 1,10</b> para agosto).<br /><br />🛡️ <b>Proteção dinanceira:</b> para mitigar a volatilidade cambial e de preços, o <b>BB</b> disponibiliza ferramentas de proteção como as <b>Opções Agro</b> e as operações de travamento de câmbio, garantindo maior previsibilidade ao caixa da fazenda.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72914208</guid><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:27:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72914208/cc7b8f38_d0d5_48ca_be84_a218b3622479.mp3" length="1157799" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Italvaci, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa os impactos do último relatório do USDA, a reação do mercado ao acordo geopolítico e o andamento da comercialização no Brasil.

Destaques do episódio:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Italvaci</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa os impactos do último relatório do <b>USDA</b>, a reação do mercado ao acordo geopolítico e o andamento da comercialização no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Geopolítica e demanda:</b> o mercado reagiu positivamente com a elevação da demanda chinesa pelo grão norte-americano. O acordo de paz entre <b>EUA</b> e <b>Irã</b> derrubou as cotações do petróleo, mas as incertezas ainda geram volatilidade no complexo.<br /><br />🇺🇸 <b>Relatório USDA e safra:</b> a área americana foi estimada em <b>34,56 milhões</b> de hectares, com estoques trimestrais <b>5%</b> superiores aos de 2025 (<b>28,9 milhões</b> de toneladas). Atualmente, <b>64%</b> das lavouras estão em condições boas ou excelentes.<br /><br />🔥 <b>Alerta climático:</b> mapas meteorológicos indicam tempo seco e altas temperaturas para a segunda quinzena de julho no <i>Corn Belt</i>. O risco climático acende o sinal de alerta para o desenvolvimento das plantas e eleva o prêmio de risco em <b>Chicago</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Comercialização nacional:</b> as vendas da safra <b>25/26</b> atingiram <b>71,5%</b> (<b>127 milhões</b> de toneladas). Já a comercialização antecipada do ciclo <b>26/27</b> segue lenta (<b>13,9%</b>), refletindo o receio dos produtores com o fenômeno <b>El Niño</b>.<br /><br />📈 <b>Preços e portos:</b> na <b>CBOT</b>, o vencimento Ago/26 fechou a <b>US$ 11,9325/bushel</b>. No cenário interno, o indicador <b>Cepea</b> subiu <b>5,11%</b> no mês, cotado a <b>R$ 140,40/saca</b>, impulsionado por prêmios firmes nos portos (até <b>US$ 1,10</b> para agosto).<br /><br />🛡️ <b>Proteção dinanceira:</b> para mitigar a volatilidade cambial e de preços, o <b>BB</b> disponibiliza ferramentas de proteção como as <b>Opções Agro</b> e as operações de travamento de câmbio, garantindo maior previsibilidade ao caixa da fazenda.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,elniñosoja,exportaçãosoja,mercadodasoja,opçõesagrobb,preçodasoja,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c6d73fe7585f2bdd42a3fc203e135220.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Suinocultura: exportações fortes e custos menores favorecem o setor | BBCast Agro – 09/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/suinocultura-exportacoes-fortes-e-custos-menores-favorecem-o-setor-bbcast-agro-09-07-2026--72869839</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da suinocultura. As exportações brasileiras seguem em ritmo forte, os custos de alimentação permanecem mais baixos e o mercado acompanha os efeitos da maior oferta de carne no consumo interno.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐖 Exportações seguem em alta: no primeiro semestre de 2026, o Brasil embarcou mais de 794 mil toneladas de carne suína, volume 10% superior ao registrado no mesmo período de 2025.<br /><br />🌎 Mercado externo impulsiona o setor: Filipinas, Japão, Chile e China permaneceram entre os principais destinos das exportações brasileiras em junho.<br /><br />📈 Carne suína ganha competitividade: segundo o Cepea, a diferença de preços em relação à carne bovina atingiu o maior nível da série histórica, favorecendo o consumo da proteína.<br /><br />🌽 Custos de produção seguem mais baixos: preços reduzidos do milho e do farelo de soja continuam contribuindo para aliviar parte dos custos da atividade.<br /><br />⚠️ Relação de troca preocupa produtores: apesar do menor custo dos insumos, a queda dos preços do suíno vivo reduziu a relação de troca com o milho nos últimos 12 meses.<br /><br />💰 Mercado mostra sinais de recuperação: os indicadores do suíno vivo registraram leve alta no início de julho em importantes estados produtores.<br /><br />🌾 Safrinha de milho permanece no radar: o desempenho da segunda safra poderá influenciar diretamente os custos de alimentação nos próximos meses.<br /><br />🛡️ Planejamento é fundamental: acompanhar o mercado de grãos e organizar a compra de insumos ajuda a reduzir riscos e aumentar a eficiência da produção.<br /><br />🏦 Banco do Brasil apoia o produtor: o BB oferece mecanismos de proteção de preços do milho, além de linhas de Custeio Agropecuário para fortalecer o planejamento financeiro da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72869839</guid><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72869839/0907.mp3" length="1239301" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da suinocultura. As exportações brasileiras seguem em ritmo forte, os custos de alimentação permanecem mais baixos e o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da suinocultura. As exportações brasileiras seguem em ritmo forte, os custos de alimentação permanecem mais baixos e o mercado acompanha os efeitos da maior oferta de carne no consumo interno.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐖 Exportações seguem em alta: no primeiro semestre de 2026, o Brasil embarcou mais de 794 mil toneladas de carne suína, volume 10% superior ao registrado no mesmo período de 2025.<br /><br />🌎 Mercado externo impulsiona o setor: Filipinas, Japão, Chile e China permaneceram entre os principais destinos das exportações brasileiras em junho.<br /><br />📈 Carne suína ganha competitividade: segundo o Cepea, a diferença de preços em relação à carne bovina atingiu o maior nível da série histórica, favorecendo o consumo da proteína.<br /><br />🌽 Custos de produção seguem mais baixos: preços reduzidos do milho e do farelo de soja continuam contribuindo para aliviar parte dos custos da atividade.<br /><br />⚠️ Relação de troca preocupa produtores: apesar do menor custo dos insumos, a queda dos preços do suíno vivo reduziu a relação de troca com o milho nos últimos 12 meses.<br /><br />💰 Mercado mostra sinais de recuperação: os indicadores do suíno vivo registraram leve alta no início de julho em importantes estados produtores.<br /><br />🌾 Safrinha de milho permanece no radar: o desempenho da segunda safra poderá influenciar diretamente os custos de alimentação nos próximos meses.<br /><br />🛡️ Planejamento é fundamental: acompanhar o mercado de grãos e organizar a compra de insumos ajuda a reduzir riscos e aumentar a eficiência da produção.<br /><br />🏦 Banco do Brasil apoia o produtor: o BB oferece mecanismos de proteção de preços do milho, além de linhas de Custeio Agropecuário para fortalecer o planejamento financeiro da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,baurusp,bbcastagro,carnesuina,cepea,chile,china,custeioagropecuario,custosdeproducao,exportacaodecarnesuina,farelodesoja,filipinas,japao,mercadodesuinos,mercadofuturodomilho,milho,suinocultura,suinos2026,suinovivo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0726e960f00d66927bf1cad034276e4a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: clima, redução de área e oferta menor movimentam o mercado | BBCast Agro – 08/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-clima-reducao-de-area-e-oferta-menor-movimentam-o-mercado-bbcast-agro-08-07-2026--72868843</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do trigo. O cenário reúne volatilidade no mercado internacional, redução da área cultivada no Brasil e preocupação com os impactos climáticos sobre a safra.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌾 Chicago registra volatilidade: as cotações do trigo acumularam alta de 5% nos últimos 30 dias, mesmo diante da expectativa de aumento da produção na Rússia.🇺🇸 Safra dos EUA segue no radar: as condições das lavouras de trigo de inverno estão abaixo das registradas no ano passado, aumentando a atenção sobre a oferta global.<br /><br />🚜 Plantio entra na reta final: cerca de 90% da área brasileira já foi semeada, com Paraná e Rio Grande do Sul avançando acima da média dos últimos cinco anos.<br /><br />📉 Área cultivada deve encolher: novas estimativas indicam redução da área plantada no Rio Grande do Sul e no Paraná, levando a área nacional para menos de 2 milhões de hectares.<br /><br />💰 Rentabilidade preocupa produtores: preços mais baixos em relação à safra anterior, aliados ao aumento dos custos de produção, têm reduzido o interesse pelo cultivo do trigo.<br /><br />🌧️ El Niño preocupa o Sul do país: a possibilidade de um fenômeno mais intenso aumenta o risco de excesso de chuvas durante o desenvolvimento da cultura, favorecendo doenças como brusone e giberela.<br /><br />🌾 Produção brasileira deve cair: a expectativa é de uma safra inferior a 6 milhões de toneladas, redução de aproximadamente 25% em relação a 2025.<br /><br />📈 Mercado interno sustenta preços: a menor disponibilidade de trigo no Brasil tem contribuído para a valorização recente das cotações, mesmo com preços ainda abaixo dos registrados há um ano.<br /><br />🚜 Banco do Brasil apoia o produtor: linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos ajudam a fortalecer a competitividade e a eficiência da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72868843</guid><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:50:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72868843/080726.mp3" length="1135699" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do trigo. O cenário reúne volatilidade no mercado internacional,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do trigo. O cenário reúne volatilidade no mercado internacional, redução da área cultivada no Brasil e preocupação com os impactos climáticos sobre a safra.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌾 Chicago registra volatilidade: as cotações do trigo acumularam alta de 5% nos últimos 30 dias, mesmo diante da expectativa de aumento da produção na Rússia.🇺🇸 Safra dos EUA segue no radar: as condições das lavouras de trigo de inverno estão abaixo das registradas no ano passado, aumentando a atenção sobre a oferta global.<br /><br />🚜 Plantio entra na reta final: cerca de 90% da área brasileira já foi semeada, com Paraná e Rio Grande do Sul avançando acima da média dos últimos cinco anos.<br /><br />📉 Área cultivada deve encolher: novas estimativas indicam redução da área plantada no Rio Grande do Sul e no Paraná, levando a área nacional para menos de 2 milhões de hectares.<br /><br />💰 Rentabilidade preocupa produtores: preços mais baixos em relação à safra anterior, aliados ao aumento dos custos de produção, têm reduzido o interesse pelo cultivo do trigo.<br /><br />🌧️ El Niño preocupa o Sul do país: a possibilidade de um fenômeno mais intenso aumenta o risco de excesso de chuvas durante o desenvolvimento da cultura, favorecendo doenças como brusone e giberela.<br /><br />🌾 Produção brasileira deve cair: a expectativa é de uma safra inferior a 6 milhões de toneladas, redução de aproximadamente 25% em relação a 2025.<br /><br />📈 Mercado interno sustenta preços: a menor disponibilidade de trigo no Brasil tem contribuído para a valorização recente das cotações, mesmo com preços ainda abaixo dos registrados há um ano.<br /><br />🚜 Banco do Brasil apoia o produtor: linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos ajudam a fortalecer a competitividade e a eficiência da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,brusone,cbot,cereal,chicago,conab,culturasdeinverno,deralpr,elnino,ematerrs,giberela,mercadodotrigo,precosdotrigo,presidenteprudentesp,producaodetrigo,safradetrigo,trigo,trigo2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca316a027ecbb79a09a63d86f1fb4c34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: preços estáveis, custos menores e importações em alta | BBCast Agro – 07/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-precos-estaveis-custos-menores-e-importacoes-em-alta-bbcast-agro-07-07-2026--72853826</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), apresenta os principais destaques da bovinocultura de leite. O mercado mostra estabilidade nos preços pagos ao produtor, enquanto os custos de produção recuam levemente e o déficit da balança comercial de lácteos segue em níveis elevados.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preço do leite permanece estável: segundo o Cepea, o valor médio pago ao produtor em maio foi de R$ 2,66 por litro, mantendo os mesmos patamares do mês anterior e de maio de 2025.<br /><br />📊 Mercado spot indica acomodação: a estabilidade dos preços entre maio e junho reforça a expectativa de manutenção da remuneração ao produtor no curto prazo.<br /><br />📍 Conseleites confirmam tendência: projeções dos Conseleites do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná apontam continuidade do cenário de estabilidade para junho.<br /><br />🌱 Custos de produção recuam: levantamento da Embrapa mostra redução de 0,7% em maio, impulsionada principalmente pela queda nos custos da alimentação do rebanho.<br /><br />📈 Ano ainda registra custos maiores: apesar da redução mensal, o custo de produção acumula alta de 2,3% em 2026.<br /><br />🌎 Exportações crescem no mês: os embarques brasileiros de lácteos aumentaram 46% em maio na comparação com abril, totalizando 5,8 milhões de litros equivalentes.<br /><br />📦 Importações seguem elevadas: as compras externas cresceram 3,5% no mês e acumulam alta de 28% nos últimos 12 meses, ampliando o déficit da balança comercial.<br /><br />⚠️ Déficit atinge nível histórico: o saldo negativo da balança comercial de lácteos chegou ao maior valor registrado nos últimos 25 anos.<br /><br />💰 Gestão eficiente faz a diferença: planejamento da produção e controle dos custos permanecem fundamentais para enfrentar o atual cenário do mercado.<br /><br />🏦 Banco do Brasil apoia o produtor: linhas de crédito para custeio ajudam na aquisição de insumos no momento mais adequado, contribuindo para maior eficiência e sustentabilidade da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72853826</guid><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:40:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72853826/0707.mp3" length="1204506" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), apresenta os principais destaques da bovinocultura de leite. O mercado mostra estabilidade nos preços pagos ao produtor, enquanto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), apresenta os principais destaques da bovinocultura de leite. O mercado mostra estabilidade nos preços pagos ao produtor, enquanto os custos de produção recuam levemente e o déficit da balança comercial de lácteos segue em níveis elevados.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preço do leite permanece estável: segundo o Cepea, o valor médio pago ao produtor em maio foi de R$ 2,66 por litro, mantendo os mesmos patamares do mês anterior e de maio de 2025.<br /><br />📊 Mercado spot indica acomodação: a estabilidade dos preços entre maio e junho reforça a expectativa de manutenção da remuneração ao produtor no curto prazo.<br /><br />📍 Conseleites confirmam tendência: projeções dos Conseleites do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná apontam continuidade do cenário de estabilidade para junho.<br /><br />🌱 Custos de produção recuam: levantamento da Embrapa mostra redução de 0,7% em maio, impulsionada principalmente pela queda nos custos da alimentação do rebanho.<br /><br />📈 Ano ainda registra custos maiores: apesar da redução mensal, o custo de produção acumula alta de 2,3% em 2026.<br /><br />🌎 Exportações crescem no mês: os embarques brasileiros de lácteos aumentaram 46% em maio na comparação com abril, totalizando 5,8 milhões de litros equivalentes.<br /><br />📦 Importações seguem elevadas: as compras externas cresceram 3,5% no mês e acumulam alta de 28% nos últimos 12 meses, ampliando o déficit da balança comercial.<br /><br />⚠️ Déficit atinge nível histórico: o saldo negativo da balança comercial de lácteos chegou ao maior valor registrado nos últimos 25 anos.<br /><br />💰 Gestão eficiente faz a diferença: planejamento da produção e controle dos custos permanecem fundamentais para enfrentar o atual cenário do mercado.<br /><br />🏦 Banco do Brasil apoia o produtor: linhas de crédito para custeio ajudam na aquisição de insumos no momento mais adequado, contribuindo para maior eficiência e sustentabilidade da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,balancacomercial,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadeleite,campomouraopr,cepea,conseleite,custeioagropecuario,custosdeproducao,embrapa,exportacaodelacteos,importacaodeleite,lacteos,leite,leite2026,leitespot,mercadodoleite,pecuarialeiteira,produtorrural</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja, milho, café e boi gordo: clima, safra e exportações movimentam o agro | BBCast Agro – 06/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-milho-cafe-e-boi-gordo-clima-safra-e-exportacoes-movimentam-o-agro-bbcast-agro-06-07-2026--72838826</link><description><![CDATA[🌱 Soja (00:22): Mercado atento ao clima nos Estados Unidos, às compras chinesas e ao efeito da ampla oferta global sobre os preços. <br /><br />🌽Milho (01:37): Relatório do USDA, estoques elevados e entrada da safra brasileira devem seguir orientando as cotações. <br /><br />☕Café (02:28): Clima mais seco favorece a colheita, mas qualidade dos grãos, El Niño e volatilidade seguem no radar. <br /><br />🐂Boi Gordo (03:47): Oferta confortável limita altas, enquanto exportações firmes ajudam a sustentar a arroba.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72838826</guid><pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:25:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72838826/bbcast_0607_cenarios.mp3" length="5086845" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>🌱 Soja (00:22): Mercado atento ao clima nos Estados Unidos, às compras chinesas e ao efeito da ampla oferta global sobre os preços. 

🌽Milho (01:37): Relatório do USDA, estoques elevados e entrada da safra brasileira devem seguir orientando as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[🌱 Soja (00:22): Mercado atento ao clima nos Estados Unidos, às compras chinesas e ao efeito da ampla oferta global sobre os preços. <br /><br />🌽Milho (01:37): Relatório do USDA, estoques elevados e entrada da safra brasileira devem seguir orientando as cotações. <br /><br />☕Café (02:28): Clima mais seco favorece a colheita, mas qualidade dos grãos, El Niño e volatilidade seguem no radar. <br /><br />🐂Boi Gordo (03:47): Oferta confortável limita altas, enquanto exportações firmes ajudam a sustentar a arroba.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>318</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,arrobadoboi,b3,bbcastagro,boigordo,cafe,cbot,cenariosagro,china,climanosestadosunidos,elnino,exportacoes,mercadoagricola,mercadodasoja,mercadodocafe,mercadodomilho,milho,safrabrasileira,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: China pressiona mercado e arroba recua em junho | BBCast Agro – 02/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-china-pressiona-mercado-e-arroba-recua-em-junho-bbcast-agro-02-07-2026--72773916</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. A proximidade do preenchimento da cota chinesa, a pressão sobre a arroba e as oportunidades de proteção no mercado futuro seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Arroba acumula queda em junho: o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo encerrou o mês cotado em R$ 336,40/@, registrando desvalorização de 3,8% no período.<br /><br />🐄 Bezerro também recua: o indicador CEPEA/ESALQ-MS fechou junho em R$ 3.387,00 por cabeça, equivalente a aproximadamente R$ 15,60/kg vivo.<br /><br />📉 Mercado físico perde força: nas principais praças pecuárias do país, a arroba apresentou retração próxima de R$ 5,00/@ ao longo das últimas semanas.<br /><br />Cota chinesa preocupa o setor: com cerca de 80% do volume já utilizado, o mercado monitora o atingimento do limite de 1,1 milhão de toneladas livres da tarifa adicional de 55%.<br /><br />🏭 Frigoríficos reduzem abates para exportação: a proximidade do esgotamento da cota chinesa diminuiu a procura por animais com padrão exportação, pressionando os preços internos.<br /><br />🌎 Exportações seguem aquecidas: nos primeiros 14 dias úteis de junho, o Brasil exportou 187 mil toneladas de carne bovina in natura, com forte crescimento em relação ao ano anterior.<br /><br />💵 Preço internacional continua valorizado: a tonelada da carne bovina exportada alcançou média de US$ 6.526, reforçando a competitividade brasileira no mercado externo.<br /><br />📈 Mercado futuro aponta cautela: os contratos de julho e agosto negociados na B3 registraram recuo nos últimos dias, refletindo o cenário de maior oferta e incertezas nas exportações.<br /><br />🛡️ Proteção de preços ganha importância: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB para auxiliar os produtores na gestão dos riscos e na previsibilidade financeira da atividade.<br /><br />💰 Custeio agropecuário apoia a produção: além das ferramentas de hedge, o BB oferece linhas de financiamento para despesas operacionais e investimentos na pecuária.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72773916</guid><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72773916/0207.mp3" length="1612330" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. A proximidade do preenchimento da cota chinesa, a pressão sobre a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. A proximidade do preenchimento da cota chinesa, a pressão sobre a arroba e as oportunidades de proteção no mercado futuro seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Arroba acumula queda em junho: o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo encerrou o mês cotado em R$ 336,40/@, registrando desvalorização de 3,8% no período.<br /><br />🐄 Bezerro também recua: o indicador CEPEA/ESALQ-MS fechou junho em R$ 3.387,00 por cabeça, equivalente a aproximadamente R$ 15,60/kg vivo.<br /><br />📉 Mercado físico perde força: nas principais praças pecuárias do país, a arroba apresentou retração próxima de R$ 5,00/@ ao longo das últimas semanas.<br /><br />Cota chinesa preocupa o setor: com cerca de 80% do volume já utilizado, o mercado monitora o atingimento do limite de 1,1 milhão de toneladas livres da tarifa adicional de 55%.<br /><br />🏭 Frigoríficos reduzem abates para exportação: a proximidade do esgotamento da cota chinesa diminuiu a procura por animais com padrão exportação, pressionando os preços internos.<br /><br />🌎 Exportações seguem aquecidas: nos primeiros 14 dias úteis de junho, o Brasil exportou 187 mil toneladas de carne bovina in natura, com forte crescimento em relação ao ano anterior.<br /><br />💵 Preço internacional continua valorizado: a tonelada da carne bovina exportada alcançou média de US$ 6.526, reforçando a competitividade brasileira no mercado externo.<br /><br />📈 Mercado futuro aponta cautela: os contratos de julho e agosto negociados na B3 registraram recuo nos últimos dias, refletindo o cenário de maior oferta e incertezas nas exportações.<br /><br />🛡️ Proteção de preços ganha importância: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB para auxiliar os produtores na gestão dos riscos e na previsibilidade financeira da atividade.<br /><br />💰 Custeio agropecuário apoia a produção: além das ferramentas de hedge, o BB oferece linhas de financiamento para despesas operacionais e investimentos na pecuária.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>269</itunes:duration><itunes:keywords>arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,china,cotachinesa,custeioagropecuario,exportacaodecarnebovina,exportacoes,mercadofuturo,mercadopecuario,opcoesagrobb,pecuaria,pecuariabrasileira,rioverdego</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: volatilidade, safra maior e clima desafiam o mercado | BBCast Agro – 01/07/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-volatilidade-safra-maior-e-clima-desafiam-o-mercado-bbcast-agro-01-07-2026--72758982</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), apresenta os principais movimentos do mercado do café arábica. As estimativas de uma safra mais robusta no Brasil pressionam as cotações, enquanto o clima nas regiões produtoras segue influenciando o ritmo da colheita e a qualidade dos grãos.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Junho foi marcado por forte volatilidade: as cotações do café arábica oscilaram significativamente nas bolsas internacionais e no mercado brasileiro ao longo do mês.<br /><br />📉 Expectativa de safra maior pressiona preços: projeções do USDA apontam produção brasileira de 71 milhões de sacas, enquanto a Conab estima 66 milhões, aumentando a percepção de maior oferta global.<br /><br />🌧️ Chuvas atrasam trabalhos no campo: precipitações em importantes regiões produtoras, como Minas Gerais e São Paulo, dificultaram a colheita, a secagem e o beneficiamento dos grãos.<br /><br />📊 Colheita avança em ritmo mais lento: até o final de junho, aproximadamente 29% da área de café arábica havia sido colhida, abaixo dos 34% registrados no mesmo período do ano passado.<br /><br />🌤️ Julho pode favorecer os trabalhos: a previsão de tempo mais seco na primeira quinzena do mês tende a acelerar a retirada dos grãos e melhorar o andamento da safra.<br /><br />🌱 Qualidade da produção segue no radar: o mercado acompanha atentamente os impactos das chuvas sobre o padrão dos grãos e da bebida nesta temporada.<br /><br />💰 Comercialização deve avançar gradualmente: produtores aguardam melhor definição do volume e da qualidade da safra antes de intensificar as vendas.<br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção ajudam no planejamento: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para apoiar a gestão de riscos e a previsibilidade financeira do produtor.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72758982</guid><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72758982/010726.mp3" length="775680" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), apresenta os principais movimentos do mercado do café arábica. As estimativas de uma safra mais robusta no Brasil pressionam as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), apresenta os principais movimentos do mercado do café arábica. As estimativas de uma safra mais robusta no Brasil pressionam as cotações, enquanto o clima nas regiões produtoras segue influenciando o ritmo da colheita e a qualidade dos grãos.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Junho foi marcado por forte volatilidade: as cotações do café arábica oscilaram significativamente nas bolsas internacionais e no mercado brasileiro ao longo do mês.<br /><br />📉 Expectativa de safra maior pressiona preços: projeções do USDA apontam produção brasileira de 71 milhões de sacas, enquanto a Conab estima 66 milhões, aumentando a percepção de maior oferta global.<br /><br />🌧️ Chuvas atrasam trabalhos no campo: precipitações em importantes regiões produtoras, como Minas Gerais e São Paulo, dificultaram a colheita, a secagem e o beneficiamento dos grãos.<br /><br />📊 Colheita avança em ritmo mais lento: até o final de junho, aproximadamente 29% da área de café arábica havia sido colhida, abaixo dos 34% registrados no mesmo período do ano passado.<br /><br />🌤️ Julho pode favorecer os trabalhos: a previsão de tempo mais seco na primeira quinzena do mês tende a acelerar a retirada dos grãos e melhorar o andamento da safra.<br /><br />🌱 Qualidade da produção segue no radar: o mercado acompanha atentamente os impactos das chuvas sobre o padrão dos grãos e da bebida nesta temporada.<br /><br />💰 Comercialização deve avançar gradualmente: produtores aguardam melhor definição do volume e da qualidade da safra antes de intensificar as vendas.<br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção ajudam no planejamento: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para apoiar a gestão de riscos e a previsibilidade financeira do produtor.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>130</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadenovaiorque,cafe2026,cafearabica,cafeicultura,camposdeholambra,colheitadocafe,conab,mercadodocafe,minasgerais,ndf,opcoesagrobb,precosdocafe,safradecafe,saopaulo,usda,volatilidadedocafe</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: trégua no Oriente Médio muda cenário e mercado monitora safra dos EUA | BBCast Agro – 30/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-tregua-no-oriente-medio-muda-cenario-e-mercado-monitora-safra-dos-eua-bbcast-agro-30-06-2026--72739285</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que movimentam o mercado do algodão. O fim das tensões entre Estados Unidos e Irã alterou o cenário das commodities energéticas, enquanto as condições climáticas nos Estados Unidos seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🧵 Trégua reduz pressão sobre o petróleo: o acordo entre Estados Unidos e Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz reduziram o risco geopolítico e devolveram maior estabilidade ao mercado internacional de energia.<br /><br />🛢️ Petróleo recua após máximas históricas: após superar US$ 110 por barril durante o conflito, a commodity voltou para níveis próximos de US$ 80, reduzindo a pressão sobre custos industriais.<br /><br />🏭 Fibras sintéticas recuperam competitividade: com a queda do petróleo, materiais como o poliéster voltaram a competir com a pluma de algodão na indústria têxtil mundial.<br /><br />🌦️ Clima nos Estados Unidos segue no radar: o déficit hídrico registrado durante o plantio da safra norte-americana continua sendo um fator importante para a formação dos preços futuros.<br /><br />📉 Histórico de abandono preocupa o mercado: anos de semeadura em condições de baixa umidade apresentaram taxas elevadas de abandono de áreas, como ocorreu em 2022.<br /><br />🌎 Brasil ganha protagonismo nas exportações: maior exportador mundial de algodão, o país avança na colheita com produtividades elevadas e pode aproveitar oportunidades comerciais no mercado internacional.<br /><br />📈 Gestão de risco segue fundamental: diante da volatilidade dos preços e do câmbio, ferramentas de proteção podem contribuir para maior previsibilidade financeira ao produtor.<br /><br />🛡️ Opções Agro BB e NDF disponíveis: o Banco do Brasil oferece instrumentos de hedge e proteção de preços para apoiar as decisões comerciais e financeiras do produtor rural.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72739285</guid><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72739285/algodao_30062026.mp3" length="2426670" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que movimentam o mercado do algodão. O fim das tensões entre Estados Unidos e Irã alterou o cenário...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que movimentam o mercado do algodão. O fim das tensões entre Estados Unidos e Irã alterou o cenário das commodities energéticas, enquanto as condições climáticas nos Estados Unidos seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🧵 Trégua reduz pressão sobre o petróleo: o acordo entre Estados Unidos e Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz reduziram o risco geopolítico e devolveram maior estabilidade ao mercado internacional de energia.<br /><br />🛢️ Petróleo recua após máximas históricas: após superar US$ 110 por barril durante o conflito, a commodity voltou para níveis próximos de US$ 80, reduzindo a pressão sobre custos industriais.<br /><br />🏭 Fibras sintéticas recuperam competitividade: com a queda do petróleo, materiais como o poliéster voltaram a competir com a pluma de algodão na indústria têxtil mundial.<br /><br />🌦️ Clima nos Estados Unidos segue no radar: o déficit hídrico registrado durante o plantio da safra norte-americana continua sendo um fator importante para a formação dos preços futuros.<br /><br />📉 Histórico de abandono preocupa o mercado: anos de semeadura em condições de baixa umidade apresentaram taxas elevadas de abandono de áreas, como ocorreu em 2022.<br /><br />🌎 Brasil ganha protagonismo nas exportações: maior exportador mundial de algodão, o país avança na colheita com produtividades elevadas e pode aproveitar oportunidades comerciais no mercado internacional.<br /><br />📈 Gestão de risco segue fundamental: diante da volatilidade dos preços e do câmbio, ferramentas de proteção podem contribuir para maior previsibilidade financeira ao produtor.<br /><br />🛡️ Opções Agro BB e NDF disponíveis: o Banco do Brasil oferece instrumentos de hedge e proteção de preços para apoiar as decisões comerciais e financeiras do produtor rural.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>152</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,algodao,algodao2026,bancodobrasil,bbcastagro,camposdeholambra,cotonicultura,estadosunidos,exportacaodealgodao,fibrassinteticas,hedgeagricola,ira,mercadodoalgodao,mercadointernacional,ndf,opcoesagrobb,petroleo,plumadealgodao,poliester,safraamericana</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>BBCast Agro - Fenômeno El Niño – 29/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bbcast-agro-fenomeno-el-nino-29-06-2026--72738718</link><description><![CDATA[El Niño (00:27): Os efeitos desse fenômeno climático no agro e como a variabilidade climática pode impactar culturas como soja, milho, café e a pecuária. Planejamento, informação e ferramentas de proteção podem apoiar melhores decisões e atravessar esse período com mais segurança<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72738718</guid><pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:30:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72738718/bbcast_elnino_2906.mp3" length="5167511" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>El Niño (00:27): Os efeitos desse fenômeno climático no agro e como a variabilidade climática pode impactar culturas como soja, milho, café e a pecuária. Planejamento, informação e ferramentas de proteção podem apoiar melhores decisões e atravessar...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[El Niño (00:27): Os efeitos desse fenômeno climático no agro e como a variabilidade climática pode impactar culturas como soja, milho, café e a pecuária. Planejamento, informação e ferramentas de proteção podem apoiar melhores decisões e atravessar esse período com mais segurança<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>323</itunes:duration><itunes:keywords>agrobrasileiro,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cafe,climaeagricultura,climanoagro,elnino,fenomenosclimaticos,gestaoderisco,milho,monitoramentoclimatico,mudancasclimaticas,pecuaria,planejamentoagricola,protecaodeprecos,segurorural,soja,sustentabilidadenocampo,variabilidadeclimatica</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: acordo no Oriente Médio e clima nos EUA trazem volatilidade a Chicago | BBcast Agro - 26/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-acordo-no-oriente-medio-e-clima-nos-eua-trazem-volatilidade-a-chicago-bbcast-agro-26-06-2026--72702729</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa os reflexos das negociações geopolíticas globais, o andamento da safra americana e o bom ritmo das exportações brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Geopolítica e Petróleo:</b> as incertezas em torno do acordo de paz entre <b>Irã</b> e <b>EUA</b> mantêm a volatilidade nos preços do petróleo, impactando o setor de biocombustíveis e o complexo soja.<br /><br />🇺🇸 <b>Safra dos EUA:</b> o plantio atinge <b>97%</b> da área, com lavouras em boas condições. No entanto, mapas indicam tempo seco e altas temperaturas na segunda quinzena de julho, o que eleva o prêmio de risco em <b>Chicago</b>. As vendas da nova safra <b>2026/27</b> para a <b>China</b> dão suporte às cotações.<br /><br />🇧🇷 <b>Exportações do Brasil:</b> o país mantém um ritmo forte nos embarques, registrando um acumulado de <b>77,2 milhões</b> de toneladas exportadas até junho.🇦🇷 <b>Argentina:</b> a colheita da safra de soja caminha para o encerramento, atingindo <b>97,2%</b> da área semeada, com uma produção total estimada em <b>50,1 milhões</b> de toneladas.<br /><br />📈 <b>Preços e Hedge:</b> o indicador <b>Cepea</b> fechou cotado a <b>R$ 134,35/saca</b> (alta de 4% no mês), acompanhando as reações externas e prêmios firmes nos portos. Para mitigar riscos, o <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Jul/26</b> (strike até US$ 11,19) e <b>Ago/26</b> (strike até US$ 11,23).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72702729</guid><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:46:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72702729/20260626_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1230524" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa os reflexos das negociações geopolíticas globais, o andamento da safra americana e o bom ritmo das exportações brasileiras.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa os reflexos das negociações geopolíticas globais, o andamento da safra americana e o bom ritmo das exportações brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Geopolítica e Petróleo:</b> as incertezas em torno do acordo de paz entre <b>Irã</b> e <b>EUA</b> mantêm a volatilidade nos preços do petróleo, impactando o setor de biocombustíveis e o complexo soja.<br /><br />🇺🇸 <b>Safra dos EUA:</b> o plantio atinge <b>97%</b> da área, com lavouras em boas condições. No entanto, mapas indicam tempo seco e altas temperaturas na segunda quinzena de julho, o que eleva o prêmio de risco em <b>Chicago</b>. As vendas da nova safra <b>2026/27</b> para a <b>China</b> dão suporte às cotações.<br /><br />🇧🇷 <b>Exportações do Brasil:</b> o país mantém um ritmo forte nos embarques, registrando um acumulado de <b>77,2 milhões</b> de toneladas exportadas até junho.🇦🇷 <b>Argentina:</b> a colheita da safra de soja caminha para o encerramento, atingindo <b>97,2%</b> da área semeada, com uma produção total estimada em <b>50,1 milhões</b> de toneladas.<br /><br />📈 <b>Preços e Hedge:</b> o indicador <b>Cepea</b> fechou cotado a <b>R$ 134,35/saca</b> (alta de 4% no mês), acompanhando as reações externas e prêmios firmes nos portos. Para mitigar riscos, o <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Jul/26</b> (strike até US$ 11,19) e <b>Ago/26</b> (strike até US$ 11,23).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>206</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,exportaçãosoja,mercadodasoja,opçõesagrobb,preçodasoja,safraamericana,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/35bc4c9cf9a2191736cf0e1a167fed48.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: exportações sustentam mercado em meio à pressão da oferta | BBCast Agro – 25/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-exportacoes-sustentam-mercado-em-meio-a-pressao-da-oferta-bbcast-agro-25-06-2026--72676403</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. Exportações aquecidas, pressão da oferta no mercado interno e estratégias de proteção de preços seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Arroba recua em junho: o indicador do boi gordo CEPEA registrou cotação de R$ 340,50/@ em 23 de junho, acumulando queda de aproximadamente 1% no período.<br /><br />🏭 Indústria abastecida pressiona preços: escalas de abate ao redor de sete dias contribuíram para uma postura mais agressiva dos frigoríficos nas negociações.<br /><br />🌎 Exportações seguem aquecidas: nos primeiros 14 dias úteis de junho, o Brasil exportou 187 mil toneladas de carne bovina in natura, com crescimento de aproximadamente 11% em relação ao mesmo período de 2025.<br /><br />💵 Preço internacional em alta: o valor médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.526 por tonelada, avanço próximo de 20% na comparação anual.🇨🇳 China e Estados Unidos sustentam a demanda: o forte ritmo das exportações contribui para limitar movimentos mais intensos de queda no mercado interno.<br /><br />🌾 Período seco aumenta oferta de animais: a redução da qualidade das pastagens tende a elevar a disponibilidade de bovinos terminados nas próximas semanas.<br /><br />📊 Abate de fêmeas segue elevado: o primeiro trimestre de 2026 registrou participação recorde de 49,9% de fêmeas nos abates, sinalizando mudanças importantes no ciclo pecuário.<br /><br />📈 Mercado futuro ganha relevância: diante da volatilidade, estratégias de mitigação de risco e proteção de preços tornam-se ferramentas importantes para o produtor.<br /><br />🛡️ Opções Agro BB disponíveis: o Banco do Brasil oferece opções de venda referenciadas na B3 para apoiar o planejamento e a previsibilidade financeira da atividade pecuária.<br /><br />💰 Custeio para fortalecer a produção: além da gestão de preços, o BB disponibiliza linhas de custeio agropecuário para apoiar todas as etapas do ciclo produtivo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72676403</guid><pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72676403/2506.mp3" length="1476597" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. Exportações aquecidas, pressão da oferta no mercado interno e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. Exportações aquecidas, pressão da oferta no mercado interno e estratégias de proteção de preços seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Arroba recua em junho: o indicador do boi gordo CEPEA registrou cotação de R$ 340,50/@ em 23 de junho, acumulando queda de aproximadamente 1% no período.<br /><br />🏭 Indústria abastecida pressiona preços: escalas de abate ao redor de sete dias contribuíram para uma postura mais agressiva dos frigoríficos nas negociações.<br /><br />🌎 Exportações seguem aquecidas: nos primeiros 14 dias úteis de junho, o Brasil exportou 187 mil toneladas de carne bovina in natura, com crescimento de aproximadamente 11% em relação ao mesmo período de 2025.<br /><br />💵 Preço internacional em alta: o valor médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.526 por tonelada, avanço próximo de 20% na comparação anual.🇨🇳 China e Estados Unidos sustentam a demanda: o forte ritmo das exportações contribui para limitar movimentos mais intensos de queda no mercado interno.<br /><br />🌾 Período seco aumenta oferta de animais: a redução da qualidade das pastagens tende a elevar a disponibilidade de bovinos terminados nas próximas semanas.<br /><br />📊 Abate de fêmeas segue elevado: o primeiro trimestre de 2026 registrou participação recorde de 49,9% de fêmeas nos abates, sinalizando mudanças importantes no ciclo pecuário.<br /><br />📈 Mercado futuro ganha relevância: diante da volatilidade, estratégias de mitigação de risco e proteção de preços tornam-se ferramentas importantes para o produtor.<br /><br />🛡️ Opções Agro BB disponíveis: o Banco do Brasil oferece opções de venda referenciadas na B3 para apoiar o planejamento e a previsibilidade financeira da atividade pecuária.<br /><br />💰 Custeio para fortalecer a produção: além da gestão de preços, o BB disponibiliza linhas de custeio agropecuário para apoiar todas as etapas do ciclo produtivo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>arrobadoboi,b3,bancodobrasil,barretossp,bbcastagro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,china,custeioagropecuario,exportacaodecarnebovina,exportacoes,ibge,mercadofuturo,mercadopecuario,opcoesagrobb,pecuaria,pecuariabrasileira,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Feijão: quebra de safra, oferta restrita e preços em destaque | BBCast Agro – 24/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/feijao-quebra-de-safra-oferta-restrita-e-precos-em-destaque-bbcast-agro-24-06-2026--72653984</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Pedro Augusto Custódio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do mercado de feijão. A redução da área plantada, as adversidades climáticas e a quebra de safra em importantes regiões produtoras impactaram a oferta e movimentaram os preços ao longo de 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Produção em queda: a safra brasileira de feijão 2026 enfrenta restrição de oferta, com produção estimada em 763 mil toneladas, redução de 15,7% em relação à safra anterior.<br /><br />📉 Feijão preto é o mais afetado: a segunda safra registrou queda de 41,4% na produção, refletindo a redução de área cultivada e os problemas climáticos no Paraná, principal estado produtor.<br /><br />🌦️ Clima impacta qualidade e produtividade: geadas, excesso de chuvas e atrasos na colheita comprometeram tanto o volume quanto a qualidade dos grãos colhidos.<br /><br />💰 Preços dispararam no primeiro semestre: o feijão cores especial atingiu R$ 480,00 por saca de 60 kg em maio, impulsionado pela escassez de produto com padrão comercial exigido pelo mercado.<br /><br />📊 Mercado passa por ajuste: com o avanço da colheita e maior disponibilidade física, os preços recuaram para a faixa entre R$ 340,00 e R$ 380,00 por saca.<br /><br />⚫ Feijão preto segue monitorado: apesar da menor demanda, a forte redução de área cultivada e as perdas produtivas mantêm o mercado atento ao comportamento da oferta nos próximos meses.<br /><br />🏦 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de custeio e investimento para apoiar a produção de feijão, com condições adequadas às necessidades do setor.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72653984</guid><pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72653984/2406.mp3" length="1145730" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Pedro Augusto Custódio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do mercado de feijão. A redução da área plantada, as adversidades climáticas e a quebra de safra em importantes regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Pedro Augusto Custódio, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do mercado de feijão. A redução da área plantada, as adversidades climáticas e a quebra de safra em importantes regiões produtoras impactaram a oferta e movimentaram os preços ao longo de 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Produção em queda: a safra brasileira de feijão 2026 enfrenta restrição de oferta, com produção estimada em 763 mil toneladas, redução de 15,7% em relação à safra anterior.<br /><br />📉 Feijão preto é o mais afetado: a segunda safra registrou queda de 41,4% na produção, refletindo a redução de área cultivada e os problemas climáticos no Paraná, principal estado produtor.<br /><br />🌦️ Clima impacta qualidade e produtividade: geadas, excesso de chuvas e atrasos na colheita comprometeram tanto o volume quanto a qualidade dos grãos colhidos.<br /><br />💰 Preços dispararam no primeiro semestre: o feijão cores especial atingiu R$ 480,00 por saca de 60 kg em maio, impulsionado pela escassez de produto com padrão comercial exigido pelo mercado.<br /><br />📊 Mercado passa por ajuste: com o avanço da colheita e maior disponibilidade física, os preços recuaram para a faixa entre R$ 340,00 e R$ 380,00 por saca.<br /><br />⚫ Feijão preto segue monitorado: apesar da menor demanda, a forte redução de área cultivada e as perdas produtivas mantêm o mercado atento ao comportamento da oferta nos próximos meses.<br /><br />🏦 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de custeio e investimento para apoiar a produção de feijão, com condições adequadas às necessidades do setor.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agriculturabrasileira,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,conab,creditorural,custeioagricola,feijao,feijao2026,feijaocores,feijaopreto,investimentorural,mercadoagricola,mercadodofeijao,parana,pedroaugustocustodio,precosdofeijao,producaoagricola,quebradesafra,safradefeijao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/567ecd70ebd5a812550b3dc359ac90a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: soja, milho, café e boi gordo: o que movimenta o agro | BB Cast Agro 22/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-o-que-movimenta-o-agro-bb-cast-agro-22-06-2026--72632652</link><description><![CDATA[No episódio do BB Cast Agro – Cenários Agro, acompanhamos os principais fatores que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo nesta semana. Clima nos Estados Unidos, ritmo da colheita brasileira, demanda internacional e desafios logísticos seguem no radar dos produtores e agentes do mercado.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:22): Clima nos EUA pressiona Chicago; possível demanda chinesa sustenta. No Brasil, preços seguem dólar e mercado externo, com oferta elevada. <br /><br />🌽Milho (01:34): Grandes safras mantêm viés baixista; no Brasil, colheita pressiona preços e limitações de armazenamento elevam custos.<br /><br />☕Café (02:42): Safra elevada e estoques pressionam preços; produtores cautelosos e volatilidade segue influenciada por câmbio e mercado externo. <br /><br />🐂Boi Gordo (04:26): Exportações firmes sustentam preços, mas seca aumenta oferta; abates desaceleram e limitam quedas, com risco e necessidade de gestão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72632652</guid><pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:20:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72632652/cenarios_agro_2206.mp3" length="6062780" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio do BB Cast Agro – Cenários Agro, acompanhamos os principais fatores que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo nesta semana. Clima nos Estados Unidos, ritmo da colheita brasileira, demanda internacional e desafios...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio do BB Cast Agro – Cenários Agro, acompanhamos os principais fatores que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo nesta semana. Clima nos Estados Unidos, ritmo da colheita brasileira, demanda internacional e desafios logísticos seguem no radar dos produtores e agentes do mercado.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:22): Clima nos EUA pressiona Chicago; possível demanda chinesa sustenta. No Brasil, preços seguem dólar e mercado externo, com oferta elevada. <br /><br />🌽Milho (01:34): Grandes safras mantêm viés baixista; no Brasil, colheita pressiona preços e limitações de armazenamento elevam custos.<br /><br />☕Café (02:42): Safra elevada e estoques pressionam preços; produtores cautelosos e volatilidade segue influenciada por câmbio e mercado externo. <br /><br />🐂Boi Gordo (04:26): Exportações firmes sustentam preços, mas seca aumenta oferta; abates desaceleram e limitam quedas, com risco e necessidade de gestão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>379</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cbot,cenariosagro,chicago,demandachinesa,dolar,exportacoes,gestaoderisco,mercadoagricola,mercadodasoja,mercadodocafe,mercadodomilho,milho,precosagricolas,safraamericana,safrabrasileira,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: pressão nos preços, safra dos EUA e colheita brasileira | BBCast Agro – 19/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-pressao-nos-precos-safra-dos-eua-e-colheita-brasileira-bbcast-agro-19-06-2026--72584438</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do milho. O avanço da safra norte-americana, os dados do USDA, a expectativa de maior oferta no Brasil e as ferramentas de proteção de preços disponíveis ao produtor seguem no radar do setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Chicago em queda: os contratos futuros do milho iniciaram junho em movimento de desvalorização, pressionados pelo bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e pela retração nos preços do petróleo. 🇺🇸 Safra dos EUA avança: cerca de 68% das lavouras norte-americanas são classificadas como boas ou excelentes, reforçando a expectativa de ampla oferta global. <br /><br />📉 USDA amplia estoques: o relatório mensal de oferta e demanda elevou as estimativas dos estoques finais dos Estados Unidos e do mundo, fator interpretado pelo mercado como baixista para o cereal. <br /><br />🌎 Geopolítica influencia preços: o acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã e a possível reabertura do Estreito de Ormuz contribuíram para reduzir a pressão sobre os mercados de energia e commodities. <br /><br />🚜 Oferta brasileira no radar: mesmo com a colheita da segunda safra ainda em fase inicial, a expectativa de maior disponibilidade do cereal já pressiona os preços internos. <br /><br />📊 Conab revisa produção: o 9º Levantamento da Safra 2025/26 elevou a estimativa de produção brasileira para 140,46 milhões de toneladas. <br /><br />💰 Indicador Cepea recua: o Cepea/B3 encerrou o dia 16 de junho cotado a R$ 63,05 por saca, acumulando queda próxima de 2,9% no mês. <br /><br />🛡️ Proteção para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF), auxiliando na gestão de riscos e na preservação das margens da atividade. <br /><br />📱 Simulações no App BB: produtores podem consultar vencimentos e simular operações diretamente pelo Menu Agro no aplicativo do Banco do Brasil. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72584438</guid><pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72584438/1906.mp3" length="1660134" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do milho. O avanço da safra norte-americana, os dados do USDA, a expectativa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa os principais fatores que influenciam o mercado do milho. O avanço da safra norte-americana, os dados do USDA, a expectativa de maior oferta no Brasil e as ferramentas de proteção de preços disponíveis ao produtor seguem no radar do setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Chicago em queda: os contratos futuros do milho iniciaram junho em movimento de desvalorização, pressionados pelo bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e pela retração nos preços do petróleo. 🇺🇸 Safra dos EUA avança: cerca de 68% das lavouras norte-americanas são classificadas como boas ou excelentes, reforçando a expectativa de ampla oferta global. <br /><br />📉 USDA amplia estoques: o relatório mensal de oferta e demanda elevou as estimativas dos estoques finais dos Estados Unidos e do mundo, fator interpretado pelo mercado como baixista para o cereal. <br /><br />🌎 Geopolítica influencia preços: o acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã e a possível reabertura do Estreito de Ormuz contribuíram para reduzir a pressão sobre os mercados de energia e commodities. <br /><br />🚜 Oferta brasileira no radar: mesmo com a colheita da segunda safra ainda em fase inicial, a expectativa de maior disponibilidade do cereal já pressiona os preços internos. <br /><br />📊 Conab revisa produção: o 9º Levantamento da Safra 2025/26 elevou a estimativa de produção brasileira para 140,46 milhões de toneladas. <br /><br />💰 Indicador Cepea recua: o Cepea/B3 encerrou o dia 16 de junho cotado a R$ 63,05 por saca, acumulando queda próxima de 2,9% no mês. <br /><br />🛡️ Proteção para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF), auxiliando na gestão de riscos e na preservação das margens da atividade. <br /><br />📱 Simulações no App BB: produtores podem consultar vencimentos e simular operações diretamente pelo Menu Agro no aplicativo do Banco do Brasil. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>277</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,cepea,conab,daniloteodoro,hedgeagro,mercadoagricola,mercadodomilho,milho,milho2026,milhosegundasafra,ndf,opcoesagrobb,precosdomilho,safrademilho,uberabamg,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: preços recuam, custos desafiam e gestão ganha importância | BBCast Agro - 18/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-precos-recuam-custos-desafiam-e-gestao-ganha-importancia-bbcast-agro-18-06-2026--72565374</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), analisa o cenário da bovinocultura de leite. O mercado mostra sinais de acomodação nos preços ao produtor, enquanto os custos seguem exigindo atenção redobrada na gestão da atividade. Além disso, o comportamento dos derivados lácteos e o déficit da balança comercial permanecem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥛 Preço do leite avança em abril: segundo o Cepea, o valor pago ao produtor registrou alta de 11% em relação ao mês anterior, atingindo média de R$ 2,65 por litro na "Média Brasil". <br /><br />📉 Comparação anual ainda negativa: apesar da recuperação mensal, o preço do leite ficou 3% abaixo do observado em abril de 2025. <br /><br />🔄 Mercado começa a se acomodar: o leite spot recuou R$ 0,09 por litro entre a primeira quinzena de maio e a primeira quinzena de junho, indicando tendência de leve queda nos preços ao produtor. <br /><br />📊 Conseleites projetam redução: estimativas para maio apontam retração próxima de 3% no valor pago ao produtor nos principais estados produtores. <br /><br />🧀 Derivados registram alta expressiva: a menor oferta no campo e estoques ajustados impulsionaram os preços. O leite UHT avançou 20%, a muçarela subiu 12,5% e o leite em pó fracionado teve alta de 1,5%. <br /><br />🌾 Custos dão pequeno alívio: segundo a Embrapa, os custos de produção caíram 0,5% em abril, principalmente devido à redução nas despesas com alimentação do rebanho. <br /><br />📈 Alta persiste no acumulado: mesmo com a queda mensal, os custos ainda acumulam elevação de 3,0% em 2026. <br /><br />🌎 Exportações perdem força: os embarques brasileiros de lácteos recuaram 29% em abril, totalizando cerca de 4 milhões de litros equivalentes. <br /><br />🚢 Importações seguem elevadas: apesar da redução no mês, as compras externas somaram 213 milhões de litros equivalentes e continuam crescendo no acumulado de 12 meses. <br /><br />⚖️ Déficit preocupa o setor: a balança comercial de lácteos registra saldo negativo de US$ 331 milhões em 2026, equivalente a aproximadamente 779 milhões de litros de leite. <br /><br />📋 Gestão é fundamental: controle de custos, planejamento da produção e eficiência operacional seguem como pilares para preservar a rentabilidade da atividade. <br /><br />🤝 BB ao lado do produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição estratégica de insumos, promovendo maior eficiência e sustentabilidade na pecuária leiteira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72565374</guid><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72565374/1806.mp3" length="1342903" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), analisa o cenário da bovinocultura de leite. O mercado mostra sinais de acomodação nos preços ao produtor, enquanto os custos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), analisa o cenário da bovinocultura de leite. O mercado mostra sinais de acomodação nos preços ao produtor, enquanto os custos seguem exigindo atenção redobrada na gestão da atividade. Além disso, o comportamento dos derivados lácteos e o déficit da balança comercial permanecem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥛 Preço do leite avança em abril: segundo o Cepea, o valor pago ao produtor registrou alta de 11% em relação ao mês anterior, atingindo média de R$ 2,65 por litro na "Média Brasil". <br /><br />📉 Comparação anual ainda negativa: apesar da recuperação mensal, o preço do leite ficou 3% abaixo do observado em abril de 2025. <br /><br />🔄 Mercado começa a se acomodar: o leite spot recuou R$ 0,09 por litro entre a primeira quinzena de maio e a primeira quinzena de junho, indicando tendência de leve queda nos preços ao produtor. <br /><br />📊 Conseleites projetam redução: estimativas para maio apontam retração próxima de 3% no valor pago ao produtor nos principais estados produtores. <br /><br />🧀 Derivados registram alta expressiva: a menor oferta no campo e estoques ajustados impulsionaram os preços. O leite UHT avançou 20%, a muçarela subiu 12,5% e o leite em pó fracionado teve alta de 1,5%. <br /><br />🌾 Custos dão pequeno alívio: segundo a Embrapa, os custos de produção caíram 0,5% em abril, principalmente devido à redução nas despesas com alimentação do rebanho. <br /><br />📈 Alta persiste no acumulado: mesmo com a queda mensal, os custos ainda acumulam elevação de 3,0% em 2026. <br /><br />🌎 Exportações perdem força: os embarques brasileiros de lácteos recuaram 29% em abril, totalizando cerca de 4 milhões de litros equivalentes. <br /><br />🚢 Importações seguem elevadas: apesar da redução no mês, as compras externas somaram 213 milhões de litros equivalentes e continuam crescendo no acumulado de 12 meses. <br /><br />⚖️ Déficit preocupa o setor: a balança comercial de lácteos registra saldo negativo de US$ 331 milhões em 2026, equivalente a aproximadamente 779 milhões de litros de leite. <br /><br />📋 Gestão é fundamental: controle de custos, planejamento da produção e eficiência operacional seguem como pilares para preservar a rentabilidade da atividade. <br /><br />🤝 BB ao lado do produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição estratégica de insumos, promovendo maior eficiência e sustentabilidade na pecuária leiteira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>balancacomercial,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadeleite,campomouraopr,cepea,conseleite,custosdeproducao,derivadoslacteos,embrapa,exportacaodelacteos,importacaodelacteos,leite,leiteempo,leitespot,leiteuht,mercadodoleite,mucarela,pecuarialeiteira,precodoleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Conilon: Safra Avança com Preços Pressionados e Exportações em Alta | BBCast Agro 17/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-safra-avanca-com-precos-pressionados-e-exportacoes-em-alta-bbcast-agro-17-06-2026--72548978</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A entrada da nova safra brasileira pressiona os preços, enquanto as exportações seguem aquecidas e o mercado acompanha o ritmo da colheita e os desafios logísticos do setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Mercado em viés defensivo: o café conilon iniciou junho sob pressão nos preços, refletindo a entrada da nova safra brasileira e o aumento gradual da oferta. <br /><br />🚢 Exportações ganham força: o robusta ampliou sua participação nos embarques externos, mantendo ritmo firme e reforçando a competitividade do conilon no mercado internacional. <br /><br />🌱 Colheita mais lenta no campo: até o fim de maio, cerca de 25% da safra havia sido colhida, percentual 14% inferior ao registrado no mesmo período de 2025. <br /><br />📉 Espírito Santo projeta menor produção: a Conab estima 13,6 milhões de sacas de conilon no estado, queda de 4,2% em relação ao ciclo anterior. <br /><br />📈 Canéfora brasileiro segue resiliente: apesar da redução no Espírito Santo, a produção nacional total de cafés canéforas deve alcançar 20,9 milhões de sacas em 2026, com crescimento de 0,8%. <br /><br />🌍 Comércio exterior aquecido: os embarques de café conilon no primeiro trimestre somaram 780.911 sacas, representando cerca de 9% das exportações totais de café no período. <br /><br />🚛 Logística continua no radar: custos com contêineres, fretes e seguros permanecem como fatores importantes para o escoamento eficiente da produção. <br /><br />💹 Mercado internacional acompanha Londres: o contrato do conilon com vencimento em setembro de 2026 foi negociado a US$ 3.517 por tonelada. <br /><br />💰 Preços no mercado interno: o café tipo 7 iniciou a semana cotado a R$ 928,00 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória. <br /><br />🤝 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito e soluções estruturadas para apoiar decisões estratégicas em todas as etapas da atividade cafeeira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72548978</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72548978/170626.mp3" length="1107957" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A entrada da nova safra brasileira pressiona os preços, enquanto as exportações seguem aquecidas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon. A entrada da nova safra brasileira pressiona os preços, enquanto as exportações seguem aquecidas e o mercado acompanha o ritmo da colheita e os desafios logísticos do setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Mercado em viés defensivo: o café conilon iniciou junho sob pressão nos preços, refletindo a entrada da nova safra brasileira e o aumento gradual da oferta. <br /><br />🚢 Exportações ganham força: o robusta ampliou sua participação nos embarques externos, mantendo ritmo firme e reforçando a competitividade do conilon no mercado internacional. <br /><br />🌱 Colheita mais lenta no campo: até o fim de maio, cerca de 25% da safra havia sido colhida, percentual 14% inferior ao registrado no mesmo período de 2025. <br /><br />📉 Espírito Santo projeta menor produção: a Conab estima 13,6 milhões de sacas de conilon no estado, queda de 4,2% em relação ao ciclo anterior. <br /><br />📈 Canéfora brasileiro segue resiliente: apesar da redução no Espírito Santo, a produção nacional total de cafés canéforas deve alcançar 20,9 milhões de sacas em 2026, com crescimento de 0,8%. <br /><br />🌍 Comércio exterior aquecido: os embarques de café conilon no primeiro trimestre somaram 780.911 sacas, representando cerca de 9% das exportações totais de café no período. <br /><br />🚛 Logística continua no radar: custos com contêineres, fretes e seguros permanecem como fatores importantes para o escoamento eficiente da produção. <br /><br />💹 Mercado internacional acompanha Londres: o contrato do conilon com vencimento em setembro de 2026 foi negociado a US$ 3.517 por tonelada. <br /><br />💰 Preços no mercado interno: o café tipo 7 iniciou a semana cotado a R$ 928,00 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória. <br /><br />🤝 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito e soluções estruturadas para apoiar decisões estratégicas em todas as etapas da atividade cafeeira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,cafecanefora,cafeconilon,cafeicultura,caferobusta,colheitadocafe,conab,conilon2026,espiritosanto,exportacaodecafe,logisticadocafe,mercadodocafe,precosdocafe,produtorrural,robusta,safradecafe,vitóriaes</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado da Maçã: Safra Recupera Produção e Oferta Pressiona os Preços | BBCast Agro 16/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-da-maca-safra-recupera-producao-e-oferta-pressiona-os-precos-bbcast-agro-16-06-2026--72535493</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte. A recuperação da arroba no início de junho, o desempenho das exportações, o comportamento do mercado físico e as oportunidades de proteção de preços seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba volta a subir: após as quedas observadas em maio, o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo apresentou recuperação no início de junho, acumulando valorização no mês. <br /><br />📈 Mercado físico firme: as principais praças pecuárias mantiveram preços sustentados, com destaque para São Paulo e Mato Grosso. <br /><br />🐄 Bezerro mostra acomodação: o indicador CEPEA/ESALQ-MS registra leve ajuste nos preços, refletindo um mercado mais equilibrado neste início de mês. <br /><br />🌎 Exportações em ritmo forte: os embarques de carne bovina seguem aquecidos, com crescimento expressivo tanto em volume quanto em valor na comparação com o ano anterior. <br /><br />💵 Preço internacional valorizado: a carne bovina brasileira mantém forte competitividade no mercado externo, impulsionando a receita das exportações. <br /><br />📊 Mercado futuro em ajuste: contratos do boi gordo negociados na B3 registraram leve desvalorização nos últimos dias, refletindo expectativas para os próximos meses. <br /><br />🛡️ Gestão de risco no campo: as Opções Agro BB continuam disponíveis para auxiliar produtores na proteção de preços e no planejamento financeiro da atividade. <br /><br />💰 Custeio Agropecuário BB: produtores contam com soluções de crédito para financiar despesas da produção e garantir maior eficiência na gestão da propriedade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72535493</guid><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72535493/maca16062026.mp3" length="2840867" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte. A recuperação da arroba no início de junho, o desempenho das exportações, o comportamento do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte. A recuperação da arroba no início de junho, o desempenho das exportações, o comportamento do mercado físico e as oportunidades de proteção de preços seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba volta a subir: após as quedas observadas em maio, o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo apresentou recuperação no início de junho, acumulando valorização no mês. <br /><br />📈 Mercado físico firme: as principais praças pecuárias mantiveram preços sustentados, com destaque para São Paulo e Mato Grosso. <br /><br />🐄 Bezerro mostra acomodação: o indicador CEPEA/ESALQ-MS registra leve ajuste nos preços, refletindo um mercado mais equilibrado neste início de mês. <br /><br />🌎 Exportações em ritmo forte: os embarques de carne bovina seguem aquecidos, com crescimento expressivo tanto em volume quanto em valor na comparação com o ano anterior. <br /><br />💵 Preço internacional valorizado: a carne bovina brasileira mantém forte competitividade no mercado externo, impulsionando a receita das exportações. <br /><br />📊 Mercado futuro em ajuste: contratos do boi gordo negociados na B3 registraram leve desvalorização nos últimos dias, refletindo expectativas para os próximos meses. <br /><br />🛡️ Gestão de risco no campo: as Opções Agro BB continuam disponíveis para auxiliar produtores na proteção de preços e no planejamento financeiro da atividade. <br /><br />💰 Custeio Agropecuário BB: produtores contam com soluções de crédito para financiar despesas da produção e garantir maior eficiência na gestão da propriedade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,custeioagropecuario,esalq,exportacaodecarnebovina,mercadofuturo,mercadopecuario,opcoesagrobb,pecuaria,pecuariabrasileira,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ad909bc936e515caba424204624d377c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: Soja, Milho, Café e Boi Gordo sob Pressão do Mercado Global | 15/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-sob-pressao-do-mercado-global-15-06-2026--72537826</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro – Cenários Agro, acompanhe os principais fatores que podem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. Clima nos Estados Unidos, tensões no Oriente Médio, comportamento do dólar, exportações e movimentações da demanda internacional seguem no radar dos agentes do agronegócio.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja em compasso de espera: traders acompanham o desenvolvimento da safra norte-americana, os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e os impactos dos preços do petróleo sobre o complexo soja. <br /><br />📊 USDA segue influenciando Chicago: os dados do último relatório de oferta e demanda continuam repercutindo na CBOT, enquanto fundos ajustam suas posições no mercado. <br /><br />🌧️ Clima nos EUA exige atenção: a manutenção de boa umidade favorece parte das lavouras, mas chuvas mais intensas previstas para os próximos 15 dias podem comprometer a qualidade da safra. <br /><br />💰 Mercado interno da soja estável: a comercialização tende a avançar com melhores condições para negociações de prazo mais longo, enquanto a combinação entre prêmios elevados, dólar firme e menor disponibilidade pode sustentar leves altas no médio prazo. <br /><br />🌽 Milho sul-americano ganha competitividade: dólar valorizado favorece Brasil e Argentina frente ao milho norte-americano, fortalecendo a paridade de exportação brasileira. <br /><br />🚜 Oferta pressiona o cereal: a colheita no Brasil e na Argentina, aliada ao bom desenvolvimento das lavouras nos EUA, mantém viés baixista para o mercado internacional do milho.<br /><br />☕ Maior oferta de café no radar: a entrada da safra brasileira amplia a disponibilidade do produto e reforça expectativas de produção volumosa. <br /><br />🌎 Volatilidade segue presente: o cenário geopolítico continua trazendo incertezas às commodities, enquanto o mercado monitora os possíveis impactos do El Niño sobre a próxima safra brasileira. <br /><br />📍 Qualidade do café preocupa produtores: relatos indicam atenção ao tamanho dos grãos nas primeiras áreas colhidas, especialmente no Sul de Minas e na Mogiana Paulista, fator importante para a formação dos preços. <br /><br />🐂 Exportações sustentam o boi gordo: a demanda aquecida da China e dos Estados Unidos mantém firmeza na arroba, mesmo diante da oferta regular de animais. <br /><br />⚠️ Cota chinesa exige cautela: a proximidade do limite de 1,1 milhão de toneladas pode desacelerar os embarques, elevar a oferta interna e pressionar os preços da arroba nos próximos meses. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72537826</guid><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:30:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72537826/bbcast_cenarios_150626.mp3" length="4994058" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro – Cenários Agro, acompanhe os principais fatores que podem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. Clima nos Estados Unidos, tensões no Oriente Médio, comportamento do dólar, exportações e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro – Cenários Agro, acompanhe os principais fatores que podem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. Clima nos Estados Unidos, tensões no Oriente Médio, comportamento do dólar, exportações e movimentações da demanda internacional seguem no radar dos agentes do agronegócio.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja em compasso de espera: traders acompanham o desenvolvimento da safra norte-americana, os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e os impactos dos preços do petróleo sobre o complexo soja. <br /><br />📊 USDA segue influenciando Chicago: os dados do último relatório de oferta e demanda continuam repercutindo na CBOT, enquanto fundos ajustam suas posições no mercado. <br /><br />🌧️ Clima nos EUA exige atenção: a manutenção de boa umidade favorece parte das lavouras, mas chuvas mais intensas previstas para os próximos 15 dias podem comprometer a qualidade da safra. <br /><br />💰 Mercado interno da soja estável: a comercialização tende a avançar com melhores condições para negociações de prazo mais longo, enquanto a combinação entre prêmios elevados, dólar firme e menor disponibilidade pode sustentar leves altas no médio prazo. <br /><br />🌽 Milho sul-americano ganha competitividade: dólar valorizado favorece Brasil e Argentina frente ao milho norte-americano, fortalecendo a paridade de exportação brasileira. <br /><br />🚜 Oferta pressiona o cereal: a colheita no Brasil e na Argentina, aliada ao bom desenvolvimento das lavouras nos EUA, mantém viés baixista para o mercado internacional do milho.<br /><br />☕ Maior oferta de café no radar: a entrada da safra brasileira amplia a disponibilidade do produto e reforça expectativas de produção volumosa. <br /><br />🌎 Volatilidade segue presente: o cenário geopolítico continua trazendo incertezas às commodities, enquanto o mercado monitora os possíveis impactos do El Niño sobre a próxima safra brasileira. <br /><br />📍 Qualidade do café preocupa produtores: relatos indicam atenção ao tamanho dos grãos nas primeiras áreas colhidas, especialmente no Sul de Minas e na Mogiana Paulista, fator importante para a formação dos preços. <br /><br />🐂 Exportações sustentam o boi gordo: a demanda aquecida da China e dos Estados Unidos mantém firmeza na arroba, mesmo diante da oferta regular de animais. <br /><br />⚠️ Cota chinesa exige cautela: a proximidade do limite de 1,1 milhão de toneladas pode desacelerar os embarques, elevar a oferta interna e pressionar os preços da arroba nos próximos meses. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>313</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cafearabica,caferobusta,cbot,cenariosagro,china,dolar,estadosunidos,exportacoes,mercadoagricola,milho,milhosafrinha,petroleo,safraamericana,safrabrasileira,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado da Soja: Safra dos EUA Avança, Exportações Brasileiras Crescem e Preços Estáveis</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-da-soja-safra-dos-eua-avanca-exportacoes-brasileiras-crescem-e-precos-estaveis--72488469</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O avanço do plantio nos Estados Unidos, o desempenho das exportações brasileiras, a safra recorde no Brasil e as tensões geopolíticas no Oriente Médio seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Plantio acelerado nos EUA: a semeadura da safra 2026/27 alcançou 92% da área prevista, superando a média histórica e reforçando as perspectivas de boa produção. <br /><br />🌦️ Condições favoráveis das lavouras: clima positivo e elevado percentual de áreas classificadas como boas e excelentes sustentam expectativas otimistas para a safra norte-americana. <br /><br />🌍 Tensões no Oriente Médio: as negociações entre Irã e Estados Unidos continuam gerando volatilidade no petróleo, com reflexos sobre os biocombustíveis e o complexo soja. <br /><br />🚢 Exportações brasileiras em destaque: o Brasil embarcou 55 milhões de toneladas até maio, superando o mesmo período do ano passado e mantendo forte presença no mercado internacional. <br /><br />📈 Safra recorde no Brasil: a Conab estima produção de 180,1 milhões de toneladas, reforçando a liderança brasileira na oferta global da oleaginosa. 🇦🇷 Argentina avança na colheita: os trabalhos já alcançam mais de 90% da área plantada, com expectativa de produção superior à safra anterior. <br /><br />💵 Mercado e preços: o contrato julho/26 na CBOT encerrou cotado a US$ 11,23 por bushel, enquanto o indicador CEPEA permaneceu estável em R$ 132,23 por saca. <br /><br />🛡️ Gestão de riscos no agro: o BB disponibiliza soluções de hedge, travamento de câmbio e Opções Agro BB para auxiliar na comercialização e proteção da renda do produtor. <br /><br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72488469</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72488469/1206.mp3" length="1250429" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O avanço do plantio nos Estados Unidos, o desempenho das exportações brasileiras, a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. O avanço do plantio nos Estados Unidos, o desempenho das exportações brasileiras, a safra recorde no Brasil e as tensões geopolíticas no Oriente Médio seguem no radar dos produtores e investidores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Plantio acelerado nos EUA: a semeadura da safra 2026/27 alcançou 92% da área prevista, superando a média histórica e reforçando as perspectivas de boa produção. <br /><br />🌦️ Condições favoráveis das lavouras: clima positivo e elevado percentual de áreas classificadas como boas e excelentes sustentam expectativas otimistas para a safra norte-americana. <br /><br />🌍 Tensões no Oriente Médio: as negociações entre Irã e Estados Unidos continuam gerando volatilidade no petróleo, com reflexos sobre os biocombustíveis e o complexo soja. <br /><br />🚢 Exportações brasileiras em destaque: o Brasil embarcou 55 milhões de toneladas até maio, superando o mesmo período do ano passado e mantendo forte presença no mercado internacional. <br /><br />📈 Safra recorde no Brasil: a Conab estima produção de 180,1 milhões de toneladas, reforçando a liderança brasileira na oferta global da oleaginosa. 🇦🇷 Argentina avança na colheita: os trabalhos já alcançam mais de 90% da área plantada, com expectativa de produção superior à safra anterior. <br /><br />💵 Mercado e preços: o contrato julho/26 na CBOT encerrou cotado a US$ 11,23 por bushel, enquanto o indicador CEPEA permaneceu estável em R$ 132,23 por saca. <br /><br />🛡️ Gestão de riscos no agro: o BB disponibiliza soluções de hedge, travamento de câmbio e Opções Agro BB para auxiliar na comercialização e proteção da renda do produtor. <br /><br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>209</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,chicagoboardoftrade,conab,exportacoesdesoja,hedgeagro,lucianoscuccuglia,mercadoagricola,mercadodasoja,opcoesagrobb,precosdasoja,safraamericana,safrasoja2026,soja,sojaargentina,sojabrasil,sojaestadosunidos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo reage em junho e exportações seguem aquecidas | BBCast Agro - 11/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-reage-em-junho-e-exportacoes-seguem-aquecidas-bbcast-agro-11-06-2026--72462758</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte. A recuperação da arroba no início de junho, o desempenho das exportações, o comportamento do mercado físico e as oportunidades de proteção de preços seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba volta a subir: após as quedas observadas em maio, o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo apresentou recuperação no início de junho, acumulando valorização no mês. <br /><br />📈 Mercado físico firme: as principais praças pecuárias mantiveram preços sustentados, com destaque para São Paulo e Mato Grosso. <br /><br />🐄 Bezerro mostra acomodação: o indicador CEPEA/ESALQ-MS registra leve ajuste nos preços, refletindo um mercado mais equilibrado neste início de mês. <br /><br />🌎 Exportações em ritmo forte: os embarques de carne bovina seguem aquecidos, com crescimento expressivo tanto em volume quanto em valor na comparação com o ano anterior. <br /><br />💵 Preço internacional valorizado: a carne bovina brasileira mantém forte competitividade no mercado externo, impulsionando a receita das exportações. <br /><br />📊 Mercado futuro em ajuste: contratos do boi gordo negociados na B3 registraram leve desvalorização nos últimos dias, refletindo expectativas para os próximos meses. <br /><br />🛡️ Gestão de risco no campo: as Opções Agro BB continuam disponíveis para auxiliar produtores na proteção de preços e no planejamento financeiro da atividade. <br /><br />💰 Custeio Agropecuário BB: produtores contam com soluções de crédito para financiar despesas da produção e garantir maior eficiência na gestão da propriedade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72462758</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72462758/1106_boi.mp3" length="1380989" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte. A recuperação da arroba no início de junho, o desempenho das exportações, o comportamento do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte. A recuperação da arroba no início de junho, o desempenho das exportações, o comportamento do mercado físico e as oportunidades de proteção de preços seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba volta a subir: após as quedas observadas em maio, o indicador CEPEA/ESALQ do boi gordo apresentou recuperação no início de junho, acumulando valorização no mês. <br /><br />📈 Mercado físico firme: as principais praças pecuárias mantiveram preços sustentados, com destaque para São Paulo e Mato Grosso. <br /><br />🐄 Bezerro mostra acomodação: o indicador CEPEA/ESALQ-MS registra leve ajuste nos preços, refletindo um mercado mais equilibrado neste início de mês. <br /><br />🌎 Exportações em ritmo forte: os embarques de carne bovina seguem aquecidos, com crescimento expressivo tanto em volume quanto em valor na comparação com o ano anterior. <br /><br />💵 Preço internacional valorizado: a carne bovina brasileira mantém forte competitividade no mercado externo, impulsionando a receita das exportações. <br /><br />📊 Mercado futuro em ajuste: contratos do boi gordo negociados na B3 registraram leve desvalorização nos últimos dias, refletindo expectativas para os próximos meses. <br /><br />🛡️ Gestão de risco no campo: as Opções Agro BB continuam disponíveis para auxiliar produtores na proteção de preços e no planejamento financeiro da atividade. <br /><br />💰 Custeio Agropecuário BB: produtores contam com soluções de crédito para financiar despesas da produção e garantir maior eficiência na gestão da propriedade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,custeioagropecuario,esalq,exportacaodecarnebovina,mercadofuturo,mercadopecuario,opcoesagrobb,pecuaria,pecuariabrasileira,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: plantio avança, área recua e mercado acompanha safra global | BBCast Agro - 10/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-plantio-avanca-area-recua-e-mercado-acompanha-safra-global-bbcast-agro-10-06-2026--72440826</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo. O mercado acompanha o avanço da colheita no Hemisfério Norte, a redução da área cultivada no Brasil, os impactos do El Niño e os movimentos da Argentina que podem influenciar a oferta e os preços nos próximos meses.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌾 Safra global no radar: melhora das condições climáticas nos Estados Unidos reforça a expectativa de uma oferta mundial confortável, pressionando as cotações internacionais. <br /><br />📉 Queda em Chicago: após atingir máximas recentes, os preços do trigo recuaram diante das perspectivas mais favoráveis para a produção no Hemisfério Norte. 🇦🇷 Argentina reduz tarifas de exportação: decisão pode estimular o aumento da área cultivada e ampliar a oferta futura, fator acompanhado de perto pelo mercado brasileiro. <br /><br />🚜 Plantio avança no Brasil: cerca de 45% da área prevista já foi semeada, com estados do Centro-Oeste e Sudeste concluindo os trabalhos de campo. <br /><br />📊 Menor área em sete anos: a safra brasileira deverá registrar redução de 12,5% na área cultivada, influenciada pelos custos elevados e pelos riscos climáticos associados ao El Niño. <br /><br />🌧️ Clima preocupa produtores: previsão de maior volume de chuvas na Região Sul durante o ciclo da cultura aumenta a cautela dos triticultores. <br /><br />📦 Produção nacional menor: a estimativa aponta para queda significativa da produção em comparação à safra anterior. <br /><br />💰 Preços sustentados pela oferta restrita: mesmo abaixo dos níveis do ano passado, as cotações encontram suporte na menor disponibilidade interna e na expectativa de redução da produção brasileira. <br /><br />🌱 Crédito para culturas de inverno: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de custeio para apoiar os produtores durante a safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72440826</guid><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72440826/100626_trigo.mp3" length="1043853" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo. O mercado acompanha o avanço da colheita no Hemisfério Norte, a redução da área cultivada no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo. O mercado acompanha o avanço da colheita no Hemisfério Norte, a redução da área cultivada no Brasil, os impactos do El Niño e os movimentos da Argentina que podem influenciar a oferta e os preços nos próximos meses.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌾 Safra global no radar: melhora das condições climáticas nos Estados Unidos reforça a expectativa de uma oferta mundial confortável, pressionando as cotações internacionais. <br /><br />📉 Queda em Chicago: após atingir máximas recentes, os preços do trigo recuaram diante das perspectivas mais favoráveis para a produção no Hemisfério Norte. 🇦🇷 Argentina reduz tarifas de exportação: decisão pode estimular o aumento da área cultivada e ampliar a oferta futura, fator acompanhado de perto pelo mercado brasileiro. <br /><br />🚜 Plantio avança no Brasil: cerca de 45% da área prevista já foi semeada, com estados do Centro-Oeste e Sudeste concluindo os trabalhos de campo. <br /><br />📊 Menor área em sete anos: a safra brasileira deverá registrar redução de 12,5% na área cultivada, influenciada pelos custos elevados e pelos riscos climáticos associados ao El Niño. <br /><br />🌧️ Clima preocupa produtores: previsão de maior volume de chuvas na Região Sul durante o ciclo da cultura aumenta a cautela dos triticultores. <br /><br />📦 Produção nacional menor: a estimativa aponta para queda significativa da produção em comparação à safra anterior. <br /><br />💰 Preços sustentados pela oferta restrita: mesmo abaixo dos níveis do ano passado, as cotações encontram suporte na menor disponibilidade interna e na expectativa de redução da produção brasileira. <br /><br />🌱 Crédito para culturas de inverno: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de custeio para apoiar os produtores durante a safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,bbcastagro,bolsadechicago,cepea,conab,culturasdeinverno,elnino,esalq,mercadodotrigo,plantiodetrigo,precosdotrigo,safradetrigo,trigo,trigo2026,trigoargentina,trigoestadosunidos,trigonobrasil,trigoparana,trigoriograndedosul</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca316a027ecbb79a09a63d86f1fb4c34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima no agro: El Niño ganha força e calor preocupa produtores | BBCast Agro - 09/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-no-agro-el-nino-ganha-forca-e-calor-preocupa-produtores-bbcast-agro-09-06-2026--72436254</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances de formação do El Niño e trazem alertas importantes sobre calor acima da média, chuvas irregulares e impactos para as principais regiões produtoras do país.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 El Niño no radar: relatório da NOAA aponta aumento da probabilidade de formação do fenômeno ao longo de 2026, com possibilidade de permanência durante o verão 2026/27. <br /><br />📊 Intensidade ainda indefinida: apesar das elevadas chances de ocorrência, especialistas destacam que ainda existe incerteza sobre a força que o fenômeno poderá atingir. <br /><br />☀️ Junho mais quente: previsão do INMET indica temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil, elevando a atenção para o manejo das lavouras. <br /><br />🌧️ Chuvas irregulares pelo país: Norte, Nordeste e parte do Sul devem registrar maiores volumes de precipitação, enquanto Centro-Oeste e Sudeste enfrentam cenário mais seco. <br /><br />🌽 Impactos nas lavouras: excesso de umidade pode dificultar colheitas e aumentar riscos fitossanitários, enquanto a falta de chuvas eleva o risco de estresse hídrico e perda de produtividade. <br /><br />🐄 Pastagens em atenção: temperaturas elevadas e menor disponibilidade hídrica podem afetar o desenvolvimento das áreas de pastagem em importantes regiões pecuárias. <br /><br />🌱 Culturas de inverno favorecidas: no Sul, o aumento das chuvas pode beneficiar culturas como o trigo, embora o excesso de umidade exija maior atenção no manejo. <br /><br />📈 Monitoramento climático é essencial: acompanhar previsões e condições climáticas segue sendo uma ferramenta estratégica para a tomada de decisões no campo. <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72436254</guid><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72436254/clima_09062026.mp3" length="3844805" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances de formação do El Niño e trazem alertas importantes sobre calor acima da média, chuvas irregulares e impactos para as principais regiões produtoras do país.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 El Niño no radar: relatório da NOAA aponta aumento da probabilidade de formação do fenômeno ao longo de 2026, com possibilidade de permanência durante o verão 2026/27. <br /><br />📊 Intensidade ainda indefinida: apesar das elevadas chances de ocorrência, especialistas destacam que ainda existe incerteza sobre a força que o fenômeno poderá atingir. <br /><br />☀️ Junho mais quente: previsão do INMET indica temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil, elevando a atenção para o manejo das lavouras. <br /><br />🌧️ Chuvas irregulares pelo país: Norte, Nordeste e parte do Sul devem registrar maiores volumes de precipitação, enquanto Centro-Oeste e Sudeste enfrentam cenário mais seco. <br /><br />🌽 Impactos nas lavouras: excesso de umidade pode dificultar colheitas e aumentar riscos fitossanitários, enquanto a falta de chuvas eleva o risco de estresse hídrico e perda de produtividade. <br /><br />🐄 Pastagens em atenção: temperaturas elevadas e menor disponibilidade hídrica podem afetar o desenvolvimento das áreas de pastagem em importantes regiões pecuárias. <br /><br />🌱 Culturas de inverno favorecidas: no Sul, o aumento das chuvas pode beneficiar culturas como o trigo, embora o excesso de umidade exija maior atenção no manejo. <br /><br />📈 Monitoramento climático é essencial: acompanhar previsões e condições climáticas segue sendo uma ferramenta estratégica para a tomada de decisões no campo. <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>241</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,caloracimadamedia,chuvasirregulares,climaeagricultura,climanoagro,climanobrasil,elnino,estressehidrico,inmet,milhosegundasafra,monitoramentoclimatico,noaa,pastagens,previsaoclimatica,previsaodotempoagro,safra2026,trigo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04c3509a93145b14fe8d05dedd3e13de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: soja estável, milho pressionado, café em foco e boi sustentado | BBCast Agro 08/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-soja-estavel-milho-pressionado-cafe-em-foco-e-boi-sustentado-bbcast-agro-08-06-2026--72418529</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo. Clima nos Estados Unidos, novo relatório do USDA, evolução da colheita brasileira, demanda global e exportações seguem movimentando as commodities agrícolas. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja sob influência global: mercado acompanha as compras chinesas, o clima favorável nos Estados Unidos e os desdobramentos das tensões geopolíticas que afetam petróleo, câmbio e preços internacionais.<br /><br />🌽 Milho no radar do USDA: relatório de oferta e demanda pode trazer novas sinalizações para a safra norte-americana, enquanto a colheita da segunda safra brasileira avança e pressiona os preços internos.<br /><br />☕ Café em período de colheita: clima seco favorece os trabalhos no campo. Mercado monitora a intensidade do El Niño, a safra brasileira e o comportamento dos estoques globais.<br /><br />📊 Oferta e demanda em foco: projeções para a produção brasileira e mundial continuam influenciando a volatilidade das cotações agrícolas.<br /><br />🐂 Boi gordo sustentado pelas exportações: demanda internacional, especialmente da China, segue dando suporte ao mercado, enquanto o setor acompanha possíveis impactos de tarifas e cotas de importação.<br /><br />🌎 Geopolítica e commodities: conflitos internacionais e oscilações do petróleo continuam influenciando os mercados agrícolas e as decisões dos investidores.<br /><br />💰 Gestão de risco e planejamento: produtores seguem atentos às oportunidades de comercialização e proteção de margens diante da volatilidade dos mercados.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72418529</guid><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 14:30:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72418529/bbcast_cenarios_08062026.mp3" length="6793372" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo. Clima nos Estados Unidos, novo relatório do USDA, evolução da colheita brasileira, demanda global e exportações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo. Clima nos Estados Unidos, novo relatório do USDA, evolução da colheita brasileira, demanda global e exportações seguem movimentando as commodities agrícolas. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja sob influência global: mercado acompanha as compras chinesas, o clima favorável nos Estados Unidos e os desdobramentos das tensões geopolíticas que afetam petróleo, câmbio e preços internacionais.<br /><br />🌽 Milho no radar do USDA: relatório de oferta e demanda pode trazer novas sinalizações para a safra norte-americana, enquanto a colheita da segunda safra brasileira avança e pressiona os preços internos.<br /><br />☕ Café em período de colheita: clima seco favorece os trabalhos no campo. Mercado monitora a intensidade do El Niño, a safra brasileira e o comportamento dos estoques globais.<br /><br />📊 Oferta e demanda em foco: projeções para a produção brasileira e mundial continuam influenciando a volatilidade das cotações agrícolas.<br /><br />🐂 Boi gordo sustentado pelas exportações: demanda internacional, especialmente da China, segue dando suporte ao mercado, enquanto o setor acompanha possíveis impactos de tarifas e cotas de importação.<br /><br />🌎 Geopolítica e commodities: conflitos internacionais e oscilações do petróleo continuam influenciando os mercados agrícolas e as decisões dos investidores.<br /><br />💰 Gestão de risco e planejamento: produtores seguem atentos às oportunidades de comercialização e proteção de margens diante da volatilidade dos mercados.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>425</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,bolsadechicago,cafe,cafearabica,caferobusta,cbot,cenariosagro,china,chinaimportacoes,commoditiesagricolas,elnino,exportacaodecarnebovina,mercadodasoja,milho,milhosafrinha,pecuaria,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: colheita avança, vendas seguem lentas e El Niño preocupa | BBCast Agro - 03/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-colheita-avanca-vendas-seguem-lentas-e-el-nino-preocupa-bbcast-agro-03-06-2026--72301543</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), analisa o cenário do café arábica. O avanço da colheita da safra 2026, a comercialização mais lenta, a volatilidade do mercado internacional e os riscos climáticos para a próxima safra seguem no radar dos cafeicultores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Colheita da safra 2026 em andamento: os trabalhos avançam nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecidos pelo clima mais seco, embora em ritmo mais lento que o registrado no ano passado. <br /><br />🌦️ Chuvas podem acelerar os trabalhos: a previsão de precipitações pontuais nas próximas semanas tende a favorecer o avanço da colheita nas áreas produtoras. <br /><br />📈 Expectativa de boa produtividade: produtores demonstram otimismo com o peso dos grãos e o potencial produtivo das lavouras nesta safra.<br /><br /> 🌱 Qualidade deve melhorar ao longo da colheita: nesta fase inicial há maior presença de grãos verdes e maturação desuniforme, condição que tende a evoluir positivamente nas próximas semanas.<br /><br />💰 Comercialização permanece cautelosa: os cafeicultores seguem negociando de forma pontual, priorizando necessidades de fluxo de caixa diante dos preços inferiores aos observados no início da safra passada. <br /><br />📦 Estoques ainda disponíveis: entre 10% e 15% da safra 2025 permanecem armazenados e aguardam oportunidades de comercialização. <br /><br />🌎 Mercado internacional segue volátil: baixos estoques globais, demanda aquecida, dólar enfraquecido, conflitos geopolíticos e atuação dos fundos especulativos continuam influenciando as cotações. <br /><br />⛽ Custos de produção no radar: as tensões internacionais mantêm pressão sobre combustíveis e fertilizantes, elevando a preocupação com os custos da próxima safra. <br /><br />🌦️ El Niño preocupa o setor: a possibilidade de um evento climático mais intenso no segundo semestre de 2026 pode provocar temperaturas elevadas e chuvas irregulares durante a florada e o enchimento dos grãos. <br /><br />💵 Preços seguem remuneradores: apesar da queda em relação aos níveis observados anteriormente, o café arábica continua apresentando rentabilidade positiva para a atividade. <br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção disponíveis: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito, comercialização e gestão de riscos, incluindo Termo de Mercadorias e Opções Agro BB.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72301543</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72301543/cafe0306.mp3" length="1201214" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), analisa o cenário do café arábica. O avanço da colheita da safra 2026, a comercialização mais lenta, a volatilidade do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), analisa o cenário do café arábica. O avanço da colheita da safra 2026, a comercialização mais lenta, a volatilidade do mercado internacional e os riscos climáticos para a próxima safra seguem no radar dos cafeicultores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Colheita da safra 2026 em andamento: os trabalhos avançam nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecidos pelo clima mais seco, embora em ritmo mais lento que o registrado no ano passado. <br /><br />🌦️ Chuvas podem acelerar os trabalhos: a previsão de precipitações pontuais nas próximas semanas tende a favorecer o avanço da colheita nas áreas produtoras. <br /><br />📈 Expectativa de boa produtividade: produtores demonstram otimismo com o peso dos grãos e o potencial produtivo das lavouras nesta safra.<br /><br /> 🌱 Qualidade deve melhorar ao longo da colheita: nesta fase inicial há maior presença de grãos verdes e maturação desuniforme, condição que tende a evoluir positivamente nas próximas semanas.<br /><br />💰 Comercialização permanece cautelosa: os cafeicultores seguem negociando de forma pontual, priorizando necessidades de fluxo de caixa diante dos preços inferiores aos observados no início da safra passada. <br /><br />📦 Estoques ainda disponíveis: entre 10% e 15% da safra 2025 permanecem armazenados e aguardam oportunidades de comercialização. <br /><br />🌎 Mercado internacional segue volátil: baixos estoques globais, demanda aquecida, dólar enfraquecido, conflitos geopolíticos e atuação dos fundos especulativos continuam influenciando as cotações. <br /><br />⛽ Custos de produção no radar: as tensões internacionais mantêm pressão sobre combustíveis e fertilizantes, elevando a preocupação com os custos da próxima safra. <br /><br />🌦️ El Niño preocupa o setor: a possibilidade de um evento climático mais intenso no segundo semestre de 2026 pode provocar temperaturas elevadas e chuvas irregulares durante a florada e o enchimento dos grãos. <br /><br />💵 Preços seguem remuneradores: apesar da queda em relação aos níveis observados anteriormente, o café arábica continua apresentando rentabilidade positiva para a atividade. <br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção disponíveis: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito, comercialização e gestão de riscos, incluindo Termo de Mercadorias e Opções Agro BB.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,broto,cafearabica,cafebrasileiro,cafeemminasgerais,cafeicultor,cafeicultura,colheitadecafe,comercializacaodecafe,commoditiesagricolas,elnino,mercadodocafe,mercadointernacionaldocafe,opcoesagrobb,patosdeminas,precodocafe,producaodecafe,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Batata: oferta reduzida, clima adverso e preços elevados no mercado | BBCast Agro - 02/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/batata-oferta-reduzida-clima-adverso-e-precos-elevados-no-mercado-bbcast-agro-02-06-2026--72295078</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que vêm sustentando os preços elevados da batata em 2026. Condições climáticas adversas, redução da oferta e reflexos da safra anterior seguem influenciando o mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥔 Preços seguem em alta: a batata mantém valorização expressiva no mercado brasileiro, impulsionada pela menor oferta do produto. <br /><br />🌦️ Clima prejudicou a produção: estiagem entre março e abril e temperaturas elevadas comprometeram o desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras. <br /><br />📉 Menor produtividade no campo: houve redução no calibre dos tubérculos e queda na produtividade por hectare, limitando o volume disponível para comercialização. <br /><br />🚜 Reflexos da safra recorde de 2025: o excesso de oferta no ano passado derrubou os preços ao produtor e reduziu a rentabilidade da atividade. <br /><br />💰 Menores investimentos na nova safra: com margens apertadas, muitos produtores diminuíram os investimentos em insumos e manejo, impactando o desempenho produtivo em 2026. <br /><br />📍 Minas Gerais lidera a produção nacional: o estado permanece como principal produtor de batata-inglesa do país, seguido por Paraná e São Paulo. <br /><br />🏪 Mercado atacadista aquecido: os preços da batata tipo ágata seguem elevados nas principais centrais de abastecimento do país. <br /><br />🌱 Crédito para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de custeio e investimento para apoiar os produtores de batata em todas as etapas da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72295078</guid><pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72295078/batata02062026.mp3" length="3902901" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que vêm sustentando os preços elevados da batata em 2026. Condições climáticas adversas, redução da oferta e reflexos da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que vêm sustentando os preços elevados da batata em 2026. Condições climáticas adversas, redução da oferta e reflexos da safra anterior seguem influenciando o mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥔 Preços seguem em alta: a batata mantém valorização expressiva no mercado brasileiro, impulsionada pela menor oferta do produto. <br /><br />🌦️ Clima prejudicou a produção: estiagem entre março e abril e temperaturas elevadas comprometeram o desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras. <br /><br />📉 Menor produtividade no campo: houve redução no calibre dos tubérculos e queda na produtividade por hectare, limitando o volume disponível para comercialização. <br /><br />🚜 Reflexos da safra recorde de 2025: o excesso de oferta no ano passado derrubou os preços ao produtor e reduziu a rentabilidade da atividade. <br /><br />💰 Menores investimentos na nova safra: com margens apertadas, muitos produtores diminuíram os investimentos em insumos e manejo, impactando o desempenho produtivo em 2026. <br /><br />📍 Minas Gerais lidera a produção nacional: o estado permanece como principal produtor de batata-inglesa do país, seguido por Paraná e São Paulo. <br /><br />🏪 Mercado atacadista aquecido: os preços da batata tipo ágata seguem elevados nas principais centrais de abastecimento do país. <br /><br />🌱 Crédito para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de custeio e investimento para apoiar os produtores de batata em todas as etapas da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,bancodobrasil,batata,batatainglesa,bbcastagro,ceagesp,ceasaminas,cepea,climaeagricultura,estiagem,horticultura,mercadodabatata,minasgerais,parana,precodabatata,producaodebatata,produtividadeagricola,safradabatata,saopaulo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c5621585806c7818839dcdf15145aaf4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: clima, China e exportações movimentam soja, milho, café e boi | BBCast Agro - 01/06/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-clima-china-e-exportacoes-movimentam-soja-milho-cafe-e-boi-bbcast-agro-01-06-2026--72279156</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, acompanhe os principais acontecimentos que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O cenário internacional segue marcado pelas negociações entre China e Estados Unidos, tensões no Oriente Médio e pelas condições climáticas nos principais países produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja sob influência do clima e da geopolítica: o avanço acelerado do plantio nos Estados Unidos e as negociações envolvendo China, Irã e EUA seguem no radar dos mercados internacionais. <br /><br />📊 Chicago monitora a nova safra americana: condições climáticas favoráveis no Meio-Oeste aumentam as expectativas de uma oferta robusta, limitando movimentos de alta nas cotações. <br /><br />🚢 Mercado interno mais estável: com pequenas oscilações nos prêmios de exportação e no câmbio, os preços da soja tendem a permanecer relativamente sustentados no curto prazo. <br /><br />🌽 Milho entra em fase de colheita: a ausência de chuvas nas regiões produtoras favorece o avanço da segunda safra, ampliando a oferta e pressionando os preços no mercado físico. <br /><br />📈 Contratos futuros refletem menor oferta adiante: vencimentos mais longos continuam incorporando expectativas de produção abaixo do potencial inicialmente projetado. <br /><br />☕ Colheita do café ganha ritmo: o clima seco favorece a retirada e secagem dos grãos, contribuindo para melhor qualidade da safra brasileira. <br /><br />🌦️ El Niño segue no radar: a possibilidade de fortalecimento do fenômeno no segundo semestre preocupa o mercado e pode impactar a próxima florada do café. <br /><br />🌍 Mercado internacional acompanha Vietnã e Indonésia: as condições climáticas nos principais produtores de café robusta continuam influenciando as expectativas globais de oferta. <br /><br />🐂 Exportações sustentam o boi gordo: a demanda externa segue firme e contribui para a manutenção dos preços da arroba no mercado interno. 🇨🇳 China continua sendo fator decisivo: o cumprimento da cota de importação chinesa poderá alterar o fluxo das exportações brasileiras e impactar os preços da pecuária nos próximos meses. <br /><br />📉 Oferta sazonal de animais aumenta: mesmo com maior disponibilidade de gado para abate, a demanda doméstica e as exportações ajudam a equilibrar o mercado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72279156</guid><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:06:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72279156/bbcast_01062026_cenarios.mp3" length="5796957" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, acompanhe os principais acontecimentos que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O cenário internacional segue marcado pelas negociações entre China e Estados Unidos, tensões no Oriente...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, acompanhe os principais acontecimentos que devem influenciar os mercados da soja, milho, café e boi gordo. O cenário internacional segue marcado pelas negociações entre China e Estados Unidos, tensões no Oriente Médio e pelas condições climáticas nos principais países produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Soja sob influência do clima e da geopolítica: o avanço acelerado do plantio nos Estados Unidos e as negociações envolvendo China, Irã e EUA seguem no radar dos mercados internacionais. <br /><br />📊 Chicago monitora a nova safra americana: condições climáticas favoráveis no Meio-Oeste aumentam as expectativas de uma oferta robusta, limitando movimentos de alta nas cotações. <br /><br />🚢 Mercado interno mais estável: com pequenas oscilações nos prêmios de exportação e no câmbio, os preços da soja tendem a permanecer relativamente sustentados no curto prazo. <br /><br />🌽 Milho entra em fase de colheita: a ausência de chuvas nas regiões produtoras favorece o avanço da segunda safra, ampliando a oferta e pressionando os preços no mercado físico. <br /><br />📈 Contratos futuros refletem menor oferta adiante: vencimentos mais longos continuam incorporando expectativas de produção abaixo do potencial inicialmente projetado. <br /><br />☕ Colheita do café ganha ritmo: o clima seco favorece a retirada e secagem dos grãos, contribuindo para melhor qualidade da safra brasileira. <br /><br />🌦️ El Niño segue no radar: a possibilidade de fortalecimento do fenômeno no segundo semestre preocupa o mercado e pode impactar a próxima florada do café. <br /><br />🌍 Mercado internacional acompanha Vietnã e Indonésia: as condições climáticas nos principais produtores de café robusta continuam influenciando as expectativas globais de oferta. <br /><br />🐂 Exportações sustentam o boi gordo: a demanda externa segue firme e contribui para a manutenção dos preços da arroba no mercado interno. 🇨🇳 China continua sendo fator decisivo: o cumprimento da cota de importação chinesa poderá alterar o fluxo das exportações brasileiras e impactar os preços da pecuária nos próximos meses. <br /><br />📉 Oferta sazonal de animais aumenta: mesmo com maior disponibilidade de gado para abate, a demanda doméstica e as exportações ajudam a equilibrar o mercado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>363</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,bolsadechicago,cafe,cbot,cenariosagro,china,commoditiesagricolas,conab,elnino,estadosunidos,exportacoes,mercadoagricola,mercadodocafe,mercadodomilho,milho,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: exportações aquecidas, pressão nos preços e mercado futuro em foco | BBCast Agro - 28/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-exportacoes-aquecidas-pressao-nos-precos-e-mercado-futuro-em-foco-bbcast-agro-28-05-2026--72187965</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), apresenta os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. Dados de abate, exportações, comportamento dos preços e oportunidades no mercado futuro seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Abates crescem em 2026: dados preliminares do IBGE apontam cerca de 10,3 milhões de animais abatidos no primeiro trimestre, alta de 6,2% frente ao mesmo período do ano passado. <br /><br />📊 Pressão sobre o boi gordo: o indicador CEPEA/ESALQ acumulou desvalorização de 2,33% em maio, refletindo ajustes no mercado físico. <br /><br />🐄 Bezerro segue valorizado: enquanto a arroba recuou, o indicador do bezerro manteve trajetória positiva e ultrapassou R$ 3.425 por cabeça. <br /><br />📍 Mercado regional apresenta diferenças: Mato Grosso registrou negociações acima de São Paulo, movimento impulsionado pela busca por animais destinados à exportação. <br /><br />🌎 Exportações seguem fortes: embarques de carne bovina mantiveram ritmo aquecido em maio, com aumento expressivo no volume e valorização dos preços internacionais. <br /><br />📈 Mercado futuro reage: contratos negociados na B3 apresentaram leve valorização nos últimos dias, sinalizando oportunidades de proteção para o produtor. <br /><br />🛡️ Ferramentas de mitigação de risco: Opções Agro BB seguem disponíveis para apoiar estratégias de proteção de preços e previsibilidade financeira. <br /><br />💰 Planejamento no campo: além da gestão de preços, o BB oferece linhas de custeio para apoiar investimentos e despesas da atividade pecuária. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72187965</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72187965/2805_boi.mp3" length="1562174" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), apresenta os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. Dados de abate, exportações, comportamento dos preços e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), apresenta os principais movimentos do mercado da bovinocultura de corte. Dados de abate, exportações, comportamento dos preços e oportunidades no mercado futuro seguem no radar dos pecuaristas.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Abates crescem em 2026: dados preliminares do IBGE apontam cerca de 10,3 milhões de animais abatidos no primeiro trimestre, alta de 6,2% frente ao mesmo período do ano passado. <br /><br />📊 Pressão sobre o boi gordo: o indicador CEPEA/ESALQ acumulou desvalorização de 2,33% em maio, refletindo ajustes no mercado físico. <br /><br />🐄 Bezerro segue valorizado: enquanto a arroba recuou, o indicador do bezerro manteve trajetória positiva e ultrapassou R$ 3.425 por cabeça. <br /><br />📍 Mercado regional apresenta diferenças: Mato Grosso registrou negociações acima de São Paulo, movimento impulsionado pela busca por animais destinados à exportação. <br /><br />🌎 Exportações seguem fortes: embarques de carne bovina mantiveram ritmo aquecido em maio, com aumento expressivo no volume e valorização dos preços internacionais. <br /><br />📈 Mercado futuro reage: contratos negociados na B3 apresentaram leve valorização nos últimos dias, sinalizando oportunidades de proteção para o produtor. <br /><br />🛡️ Ferramentas de mitigação de risco: Opções Agro BB seguem disponíveis para apoiar estratégias de proteção de preços e previsibilidade financeira. <br /><br />💰 Planejamento no campo: além da gestão de preços, o BB oferece linhas de custeio para apoiar investimentos e despesas da atividade pecuária. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>261</itunes:duration><itunes:keywords>agro,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,exportacaodecarnebovina,ibge,mercadofuturo,mercadopecuario,opcoesagrobb,pecuaria,pecuariabrasileira,rioverdego,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra maior, etanol em alta e clima no radar | BBCast Agro - 27/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-maior-etanol-em-alta-e-clima-no-radar-bbcast-agro-27-05-2026--72172574</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Licia Bertolute, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz os principais destaques para o mercado da cana-de-açúcar. A nova safra brasileira começa com expectativa de produção recorde, avanço do etanol e atenção voltada ao cenário climático global.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Nova safra em andamento: abril marcou o início do ciclo 2026/27 da cana-de-açúcar, com expectativa de crescimento da produção nacional. <br /><br />📊 Produção recorde no radar: a Conab projeta safra de 709,1 milhões de toneladas, alta de 5,3% em relação ao ciclo anterior. <br /><br />🚜 Produtividade em recuperação: a expectativa é de aumento da produtividade média e expansão da área colhida em todo o país. <br /><br />🍬 Menor foco no açúcar: apesar do maior volume de cana processada, o mercado projeta redução na produção de açúcar e maior direcionamento para o etanol. <br /><br />⛽ Etanol ganha protagonismo: o biocombustível segue como foco estratégico das usinas, impulsionado pela maior competitividade no mercado interno. <br /><br />🌎 Mercado internacional volátil: as cotações do açúcar seguem influenciadas pelas preocupações climáticas e pela possibilidade de formação de um El Niño forte. <br /><br />🌦️ Clima no radar do setor: riscos climáticos podem impactar produtividade, ATR e disponibilidade exportável nos próximos meses. <br /><br />🏭 Moagem segue forte: mesmo com paralisações pontuais causadas pelas chuvas, o processamento da safra avança no Centro-Sul do Brasil. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72172574</guid><pubDate>Wed, 27 May 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72172574/270526.mp3" length="892604" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Licia Bertolute, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz os principais destaques para o mercado da cana-de-açúcar. A nova safra brasileira começa com expectativa de produção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Licia Bertolute, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz os principais destaques para o mercado da cana-de-açúcar. A nova safra brasileira começa com expectativa de produção recorde, avanço do etanol e atenção voltada ao cenário climático global.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Nova safra em andamento: abril marcou o início do ciclo 2026/27 da cana-de-açúcar, com expectativa de crescimento da produção nacional. <br /><br />📊 Produção recorde no radar: a Conab projeta safra de 709,1 milhões de toneladas, alta de 5,3% em relação ao ciclo anterior. <br /><br />🚜 Produtividade em recuperação: a expectativa é de aumento da produtividade média e expansão da área colhida em todo o país. <br /><br />🍬 Menor foco no açúcar: apesar do maior volume de cana processada, o mercado projeta redução na produção de açúcar e maior direcionamento para o etanol. <br /><br />⛽ Etanol ganha protagonismo: o biocombustível segue como foco estratégico das usinas, impulsionado pela maior competitividade no mercado interno. <br /><br />🌎 Mercado internacional volátil: as cotações do açúcar seguem influenciadas pelas preocupações climáticas e pela possibilidade de formação de um El Niño forte. <br /><br />🌦️ Clima no radar do setor: riscos climáticos podem impactar produtividade, ATR e disponibilidade exportável nos próximos meses. <br /><br />🏭 Moagem segue forte: mesmo com paralisações pontuais causadas pelas chuvas, o processamento da safra avança no Centro-Sul do Brasil. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>149</itunes:duration><itunes:keywords>acucar,agrobrasil,agronegocio,atr,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustivel,canadeacucar,commoditiesagricolas,conab,elnino,etanol,mercadosucroenergetico,moagem,producaodecana,ribeiraopreto,safra2026,safrarecorde,usinas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088ae56e3f4b71089b8073125f043b54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: petróleo, clima nos EUA e alta da pluma impulsionam mercado | BBCast Agro - 26/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-petroleo-clima-nos-eua-e-alta-da-pluma-impulsionam-mercado-bbcast-agro-26-05-2026--72156066</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que estão influenciando o mercado do algodão. Geopolítica, petróleo, clima nos Estados Unidos e avanço da comercialização no Brasil seguem movimentando as cotações da pluma.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica influencia os preços: desde o agravamento das tensões entre Irã e Estados Unidos, o mercado passou a incorporar maior volatilidade e impactos sobre o petróleo. <br /><br />📈 Pluma em forte valorização: as cotações do algodão na Bolsa de Nova Iorque acumularam alta de cerca de 22% desde fevereiro, impulsionadas principalmente pelo petróleo. <br /><br />🧵 Fibra sintética mais cara: o aumento dos custos do poliéster e outras fibras derivadas do petróleo fortaleceu a competitividade da fibra natural no setor têxtil. <br /><br />🌦️ Clima nos EUA no radar: o período mais seco dos últimos anos durante a semeadura elevou preocupações sobre a produção norte-americana, apesar do retorno recente das chuvas. <br /><br />📊 Mercado já precifica a próxima safra: o risco de menor oferta futura fortaleceu os contratos futuros e ampliou o movimento de alta nas cotações. 🇧🇷 Produção brasileira revisada para cima: a Conab elevou a estimativa nacional para 3,97 milhões de toneladas, favorecida pelas chuvas em estados produtores. <br /><br />🚜 Comercialização avança: produtores de Mato Grosso ampliaram as vendas tanto da safra atual quanto da próxima temporada. <br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção: Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB, NDF e mecanismos de hedge para apoiar a tomada de decisão e reduzir riscos de mercado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72156066</guid><pubDate>Tue, 26 May 2026 17:13:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72156066/26052026_algod_o.mp3" length="2756021" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que estão influenciando o mercado do algodão. Geopolítica, petróleo, clima nos Estados Unidos e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa os principais fatores que estão influenciando o mercado do algodão. Geopolítica, petróleo, clima nos Estados Unidos e avanço da comercialização no Brasil seguem movimentando as cotações da pluma.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica influencia os preços: desde o agravamento das tensões entre Irã e Estados Unidos, o mercado passou a incorporar maior volatilidade e impactos sobre o petróleo. <br /><br />📈 Pluma em forte valorização: as cotações do algodão na Bolsa de Nova Iorque acumularam alta de cerca de 22% desde fevereiro, impulsionadas principalmente pelo petróleo. <br /><br />🧵 Fibra sintética mais cara: o aumento dos custos do poliéster e outras fibras derivadas do petróleo fortaleceu a competitividade da fibra natural no setor têxtil. <br /><br />🌦️ Clima nos EUA no radar: o período mais seco dos últimos anos durante a semeadura elevou preocupações sobre a produção norte-americana, apesar do retorno recente das chuvas. <br /><br />📊 Mercado já precifica a próxima safra: o risco de menor oferta futura fortaleceu os contratos futuros e ampliou o movimento de alta nas cotações. 🇧🇷 Produção brasileira revisada para cima: a Conab elevou a estimativa nacional para 3,97 milhões de toneladas, favorecida pelas chuvas em estados produtores. <br /><br />🚜 Comercialização avança: produtores de Mato Grosso ampliaram as vendas tanto da safra atual quanto da próxima temporada. <br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção: Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB, NDF e mecanismos de hedge para apoiar a tomada de decisão e reduzir riscos de mercado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>agrobrasil,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadenovaiorque,climanoseua,commoditiesagricolas,conab,fibrassinteticas,hedgeagricola,imea,matogrosso,mercadodoalgodao,opcoesagrobb,petroleo,pluma,poliester,safraamericana</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: geopolítica, safra e pressão climática movimentam mercados | BBCast Agro 25/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-geopolitica-safra-e-pressao-climatica-movimentam-mercados-bbcast-agro-25-05-2026--72153801</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana. Geopolítica, clima, exportações e comportamento da oferta global seguem ditando o ritmo das commodities agropecuárias.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica segue no radar: impasses nas negociações entre Estados Unidos e Irã mantêm a volatilidade nos mercados e influenciam diretamente petróleo, dólar e commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja com foco em Chicago: mercado acompanha os desdobramentos entre Donald Trump e Xi Jinping, além das projeções de exportação e estoques norte-americanos. <br /><br />🌱 Clima pressiona mercado: boas condições de umidade nas áreas produtoras dos EUA podem pressionar preços, enquanto o avanço do plantio da safra 2026/27 segue em destaque. <br /><br />🌽 Milho entre estoques elevados e expectativa da safrinha: o mercado interno continua dividido entre grande disponibilidade de estoques e preocupações com o potencial produtivo da segunda safra brasileira. <br /><br />☕ Colheita do café avança: tempo seco favorece os trabalhos no campo, mas projeções divergentes para a safra brasileira e preocupações com um possível El Niño seguem no radar. <br /><br />🌦️ Clima preocupa para o segundo semestre: modelos internacionais indicam possibilidade de El Niño mais intenso, elevando riscos para a florada e produtividade do café. <br /><br />🐂 Mercado do boi sob pressão sazonal: início do período seco reduz a qualidade das pastagens e amplia a oferta de animais terminados, pressionando preços em algumas regiões. <br /><br />📈 Exportações seguem acompanhadas: cotas chinesas, mercado europeu e possíveis alterações tarifárias nos EUA permanecem entre os fatores de atenção. <br /><br />🛡️ Gestão de risco continua essencial: diante da volatilidade e mudanças no cenário global, estratégias de proteção seguem fundamentais para a tomada de decisão no agro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72153801</guid><pubDate>Mon, 25 May 2026 12:40:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72153801/25052026_bbcast_cenarios.mp3" length="4906704" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana. Geopolítica, clima, exportações e comportamento da oferta global seguem ditando o ritmo das...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana. Geopolítica, clima, exportações e comportamento da oferta global seguem ditando o ritmo das commodities agropecuárias.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica segue no radar: impasses nas negociações entre Estados Unidos e Irã mantêm a volatilidade nos mercados e influenciam diretamente petróleo, dólar e commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja com foco em Chicago: mercado acompanha os desdobramentos entre Donald Trump e Xi Jinping, além das projeções de exportação e estoques norte-americanos. <br /><br />🌱 Clima pressiona mercado: boas condições de umidade nas áreas produtoras dos EUA podem pressionar preços, enquanto o avanço do plantio da safra 2026/27 segue em destaque. <br /><br />🌽 Milho entre estoques elevados e expectativa da safrinha: o mercado interno continua dividido entre grande disponibilidade de estoques e preocupações com o potencial produtivo da segunda safra brasileira. <br /><br />☕ Colheita do café avança: tempo seco favorece os trabalhos no campo, mas projeções divergentes para a safra brasileira e preocupações com um possível El Niño seguem no radar. <br /><br />🌦️ Clima preocupa para o segundo semestre: modelos internacionais indicam possibilidade de El Niño mais intenso, elevando riscos para a florada e produtividade do café. <br /><br />🐂 Mercado do boi sob pressão sazonal: início do período seco reduz a qualidade das pastagens e amplia a oferta de animais terminados, pressionando preços em algumas regiões. <br /><br />📈 Exportações seguem acompanhadas: cotas chinesas, mercado europeu e possíveis alterações tarifárias nos EUA permanecem entre os fatores de atenção. <br /><br />🛡️ Gestão de risco continua essencial: diante da volatilidade e mudanças no cenário global, estratégias de proteção seguem fundamentais para a tomada de decisão no agro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>307</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cbot,cenariosagro,chicago,china,commodities,donaldtrump,elnino,exportacoes,mercadoagricola,milho,pecuaria,safrabrasileira,soja,usda,xijinping</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: USDA projeta menor safra nos EUA e Conab eleva oferta no Brasil | BBcast Agro - 22/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-usda-projeta-menor-safra-nos-eua-e-conab-eleva-oferta-no-brasil-bbcast-agro-22-05-2026--72120196</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, traz os números do primeiro relatório do <b>USDA</b> para a safra americana <b>2026/27</b> e analisa a pressão sobre as cotações internas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Safra americana:</b> o <b>USDA</b> projetou a safra <b>2026/27</b> em <b>406,29 milhões</b> de toneladas, queda de <b>6%</b> frente ao ciclo anterior devido à redução de <b>4,23%</b> na área. Apesar do recuo, esta pode ser a segunda maior safra da história dos <b>EUA</b>.<br /><br />🚜 <b>Ritmo do plantio:</b> os trabalhos de campo nos <b>Estados Unidos</b> avançam rapidamente e já atingem <b>76%</b> da área total, superando em seis pontos percentuais a média dos últimos cinco anos.<br /><br />🇧🇷 <b>Oferta nacional:</b> a <b>Conab</b> revisou para cima a estimativa da 1ª safra brasileira, agora projetada em <b>28,46 milhões</b> de toneladas. O volume é <b>14%</b> superior ao da temporada anterior, elevando a disponibilidade interna.<br /><br />📉 <b>Mercado físico:</b> com armazéns cheios e compradores retraídos, os vendedores mostram maior flexibilidade. O indicador <b>Cepea/B3</b> encerrou cotado a <b>R$ 65,34/saca</b>, acumulando queda de <b>2,35%</b> em maio.<br /><br />🛡️ <b>Opções de venda:</b> para enfrentar o cenário de baixa e proteger a receita, o <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Julho/26</b> (strike até <b>R$ 66,95</b>) e <b>Setembro/26</b> (strike até <b>R$ 69,77</b>).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72120196</guid><pubDate>Fri, 22 May 2026 19:51:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72120196/20260522_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1788029" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba-MG, traz os números do primeiro relatório do USDA para a safra americana 2026/27 e analisa a pressão sobre as cotações internas.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, traz os números do primeiro relatório do <b>USDA</b> para a safra americana <b>2026/27</b> e analisa a pressão sobre as cotações internas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Safra americana:</b> o <b>USDA</b> projetou a safra <b>2026/27</b> em <b>406,29 milhões</b> de toneladas, queda de <b>6%</b> frente ao ciclo anterior devido à redução de <b>4,23%</b> na área. Apesar do recuo, esta pode ser a segunda maior safra da história dos <b>EUA</b>.<br /><br />🚜 <b>Ritmo do plantio:</b> os trabalhos de campo nos <b>Estados Unidos</b> avançam rapidamente e já atingem <b>76%</b> da área total, superando em seis pontos percentuais a média dos últimos cinco anos.<br /><br />🇧🇷 <b>Oferta nacional:</b> a <b>Conab</b> revisou para cima a estimativa da 1ª safra brasileira, agora projetada em <b>28,46 milhões</b> de toneladas. O volume é <b>14%</b> superior ao da temporada anterior, elevando a disponibilidade interna.<br /><br />📉 <b>Mercado físico:</b> com armazéns cheios e compradores retraídos, os vendedores mostram maior flexibilidade. O indicador <b>Cepea/B3</b> encerrou cotado a <b>R$ 65,34/saca</b>, acumulando queda de <b>2,35%</b> em maio.<br /><br />🛡️ <b>Opções de venda:</b> para enfrentar o cenário de baixa e proteger a receita, o <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Julho/26</b> (strike até <b>R$ 66,95</b>) e <b>Setembro/26</b> (strike até <b>R$ 69,77</b>).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>298</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,conab,mercadodomilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,safrademilho2026,usdasafraamericana</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/255879f12bbd143f0ba27664455d8f04.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Suinocultura: exportações em alta e margens pressionadas no setor | BBCast Agro - 21/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/suinocultura-exportacoes-em-alta-e-margens-pressionadas-no-setor-bbcast-agro-21-05-2026--72096974</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Bruno Viglioni, do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta os principais destaques do mercado da suinocultura, abordando exportações, mercado interno, rentabilidade e os desafios enfrentados pelos produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐖 Setor vive cenário de contrastes: enquanto as exportações seguem em ritmo forte, os produtores enfrentam pressão sobre as margens de rentabilidade. <br /><br />📈 Exportações seguem acima da média: em abril, os embarques brasileiros de carne suína superaram 138 mil toneladas, mantendo desempenho positivo no ano. <br /><br />🌏 Mercado asiático lidera compras: Filipinas, Japão e China permanecem entre os principais destinos da carne suína brasileira. 🇨🇳 China reduz importações: o principal consumidor mundial continua diminuindo gradualmente suas compras externas, alterando a dinâmica do mercado. <br /><br />📉 Mercado interno enfrenta dificuldades: consumo doméstico enfraquecido e maior oferta de proteína animal ampliam a pressão sobre os preços pagos ao produtor. <br /><br />💰 Rentabilidade negativa preocupa: em diversas regiões, os valores pagos ao produtor ficaram abaixo do custo de produção. <br /><br />🌽 Custos seguem no radar: o desempenho da safrinha de milho poderá influenciar diretamente os custos de alimentação nos próximos meses. <br /><br />🛡️ Planejamento e proteção são essenciais: Banco do Brasil disponibiliza mecanismos de proteção de preços e linhas de custeio para apoiar o produtor rural.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72096974</guid><pubDate>Thu, 21 May 2026 12:30:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72096974/20_05.mp3" length="1757466" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Bruno Viglioni, do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta os principais destaques do mercado da suinocultura, abordando exportações, mercado interno, rentabilidade e os desafios...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Bruno Viglioni, do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta os principais destaques do mercado da suinocultura, abordando exportações, mercado interno, rentabilidade e os desafios enfrentados pelos produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐖 Setor vive cenário de contrastes: enquanto as exportações seguem em ritmo forte, os produtores enfrentam pressão sobre as margens de rentabilidade. <br /><br />📈 Exportações seguem acima da média: em abril, os embarques brasileiros de carne suína superaram 138 mil toneladas, mantendo desempenho positivo no ano. <br /><br />🌏 Mercado asiático lidera compras: Filipinas, Japão e China permanecem entre os principais destinos da carne suína brasileira. 🇨🇳 China reduz importações: o principal consumidor mundial continua diminuindo gradualmente suas compras externas, alterando a dinâmica do mercado. <br /><br />📉 Mercado interno enfrenta dificuldades: consumo doméstico enfraquecido e maior oferta de proteína animal ampliam a pressão sobre os preços pagos ao produtor. <br /><br />💰 Rentabilidade negativa preocupa: em diversas regiões, os valores pagos ao produtor ficaram abaixo do custo de produção. <br /><br />🌽 Custos seguem no radar: o desempenho da safrinha de milho poderá influenciar diretamente os custos de alimentação nos próximos meses. <br /><br />🛡️ Planejamento e proteção são essenciais: Banco do Brasil disponibiliza mecanismos de proteção de preços e linhas de custeio para apoiar o produtor rural.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>293</itunes:duration><itunes:keywords>agrícola,agronegócio,animal,banco,carne,china,custo,de,do,exportação,filipinas,mercado,milho,produção,proteína,safrinha,suína,suíno,suinocultura,suínos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0726e960f00d66927bf1cad034276e4a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Conilon: safra avança, estoques apertados e mercado volátil | BBCast Agro - 20/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-safra-avanca-estoques-apertados-e-mercado-volatil-bbcast-agro-20-05-2026--72069960</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Rômulo Bastos Chagas, do Banco do Brasil em Vitória, apresenta os principais destaques do mercado de café Conilon, abordando a evolução da safra brasileira, cenário internacional, exportações e movimentações nas cotações.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Mercado segue atento à nova safra: a expectativa de maior oferta brasileira mantém pressão sobre os preços do café Conilon. <br /><br />📊 Estoques globais apertados: o mercado internacional sinaliza redução dos estoques certificados e maior volatilidade nas cotações em Londres. <br /><br />📈 Oscilações marcam o cenário externo: movimentos de realização de lucros e ajustes nos contratos mantêm agentes atentos aos mercados. <br /><br />🌱 Colheita inicia no Espírito Santo: os trabalhos começaram em ritmo lento devido à maturação irregular e dificuldades com mão de obra. <br /><br />⚠️ Produção menor no radar: estimativas apontam safra até 15% inferior à registrada no ano anterior. <br /><br />🌍 Exportações seguem relevantes: embarques de café canéfora avançaram no primeiro trimestre, embora logística, fretes e seguros continuem sendo fatores críticos. <br /><br />💰 Mercado acompanha Bolsa de Londres: contratos futuros seguem influenciando a formação dos preços internacionais. <br /><br />🏦 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito e soluções estruturadas para apoiar decisões em todas as etapas da atividade agrícola. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72069960</guid><pubDate>Wed, 20 May 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72069960/200526.mp3" length="1032725" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Rômulo Bastos Chagas, do Banco do Brasil em Vitória, apresenta os principais destaques do mercado de café Conilon, abordando a evolução da safra brasileira, cenário internacional,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Rômulo Bastos Chagas, do Banco do Brasil em Vitória, apresenta os principais destaques do mercado de café Conilon, abordando a evolução da safra brasileira, cenário internacional, exportações e movimentações nas cotações.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Mercado segue atento à nova safra: a expectativa de maior oferta brasileira mantém pressão sobre os preços do café Conilon. <br /><br />📊 Estoques globais apertados: o mercado internacional sinaliza redução dos estoques certificados e maior volatilidade nas cotações em Londres. <br /><br />📈 Oscilações marcam o cenário externo: movimentos de realização de lucros e ajustes nos contratos mantêm agentes atentos aos mercados. <br /><br />🌱 Colheita inicia no Espírito Santo: os trabalhos começaram em ritmo lento devido à maturação irregular e dificuldades com mão de obra. <br /><br />⚠️ Produção menor no radar: estimativas apontam safra até 15% inferior à registrada no ano anterior. <br /><br />🌍 Exportações seguem relevantes: embarques de café canéfora avançaram no primeiro trimestre, embora logística, fretes e seguros continuem sendo fatores críticos. <br /><br />💰 Mercado acompanha Bolsa de Londres: contratos futuros seguem influenciando a formação dos preços internacionais. <br /><br />🏦 Soluções para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito e soluções estruturadas para apoiar decisões em todas as etapas da atividade agrícola. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>2026,agrícola,agronegócio,bastos,bolsa,brasil,café,canéfora,chagas,conilon,de,do,espírito,exportação,londres,mercado,robusta,rômulo,safra,santo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Arroz: safra menor, baixa liquidez e mercado pressionado | BBCast Agro - 19/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/arroz-safra-menor-baixa-liquidez-e-mercado-pressionado-bbcast-agro-19-05-2026--72069174</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Thiago Gonçalves Teixeira, do Banco do Brasil, apresenta os principais destaques do mercado do arroz, abordando a redução da safra brasileira, o cenário do mercado no Rio Grande do Sul e as medidas de apoio à comercialização.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌾 Produção menor em 2025/26: a Conab estima safra de 11,08 milhões de toneladas, representando queda de 13,1% em comparação ao ciclo anterior. <br /><br />📉 Área plantada recua: preços baixos desestimularam o plantio e a área cultivada apresentou redução em relação à safra passada. <br /><br />🚜 Colheita praticamente concluída no Rio Grande do Sul: principal estado produtor do país registra excelente desempenho produtivo e alta qualidade dos grãos colhidos. <br /><br />💧 Condições climáticas favoreceram a produtividade: disponibilidade hídrica e manejo adequado sustentaram bons resultados no campo. <br /><br />📊 Mercado segue com baixa liquidez: a comercialização permanece limitada diante da demanda enfraquecida e do recuo das exportações brasileiras. <br /><br />💰 Preços continuam pressionados: o Indicador CEPEA/IRGA-RS segue refletindo um cenário de cautela entre produtores e compradores. <br /><br />🏛️ Pepro busca apoiar a comercialização: mecanismo do Governo Federal auxilia produtores em momentos de preços abaixo do mínimo estabelecido. <br /><br />🌱 Crédito para o produtor rural: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimento e custeio para apoiar a atividade e fortalecer o planejamento da safra. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72069174</guid><pubDate>Tue, 19 May 2026 14:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72069174/19052026arroz.mp3" length="3194879" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Thiago Gonçalves Teixeira, do Banco do Brasil, apresenta os principais destaques do mercado do arroz, abordando a redução da safra brasileira, o cenário do mercado no Rio Grande do Sul e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Thiago Gonçalves Teixeira, do Banco do Brasil, apresenta os principais destaques do mercado do arroz, abordando a redução da safra brasileira, o cenário do mercado no Rio Grande do Sul e as medidas de apoio à comercialização.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌾 Produção menor em 2025/26: a Conab estima safra de 11,08 milhões de toneladas, representando queda de 13,1% em comparação ao ciclo anterior. <br /><br />📉 Área plantada recua: preços baixos desestimularam o plantio e a área cultivada apresentou redução em relação à safra passada. <br /><br />🚜 Colheita praticamente concluída no Rio Grande do Sul: principal estado produtor do país registra excelente desempenho produtivo e alta qualidade dos grãos colhidos. <br /><br />💧 Condições climáticas favoreceram a produtividade: disponibilidade hídrica e manejo adequado sustentaram bons resultados no campo. <br /><br />📊 Mercado segue com baixa liquidez: a comercialização permanece limitada diante da demanda enfraquecida e do recuo das exportações brasileiras. <br /><br />💰 Preços continuam pressionados: o Indicador CEPEA/IRGA-RS segue refletindo um cenário de cautela entre produtores e compradores. <br /><br />🏛️ Pepro busca apoiar a comercialização: mecanismo do Governo Federal auxilia produtores em momentos de preços abaixo do mínimo estabelecido. <br /><br />🌱 Crédito para o produtor rural: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimento e custeio para apoiar a atividade e fortalecer o planejamento da safra. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>2026,agrícola,agronegócio,arroz,banco,brasil,cepea,conab,de,do,grande,irrigado,mercado,pepro,produtor,rio,rural,safra,sul,thiago</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/af9e7d681fa36e4e95c3643eae20c8d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: soja, milho, café e boi entre clima e mercado global | BBCast Agro 18/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-soja-milho-cafe-e-boi-entre-clima-e-mercado-global-bbcast-agro-18-05-2026--72055318</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Cristiani e Samuel apresentam os principais fatos que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo, com destaque para cenário geopolítico, clima, projeções de safra e impactos no comércio internacional.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Negociações entre China e EUA no radar: o encontro entre Xi Jinping e Donald Trump pode influenciar o comércio global e trazer reflexos diretos às commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja entre geopolítica e clima: estresse hídrico em áreas do Meio-Oeste americano, relatório do USDA e oscilações no petróleo seguem trazendo volatilidade às cotações. <br /><br />🌽 Milho atento à safra dos EUA e ao Brasil: a redução da área norte-americana e revisões na produção brasileira mantêm o mercado em alerta. <br /><br />🚜 Safrinha brasileira em fase decisiva: consultorias revisam números e o mercado acompanha clima, produtividade e início da colheita. <br /><br />☕ Café monitora El Niño: previsão de um fenômeno mais intenso no segundo semestre preocupa produtores diante dos riscos para florada e enchimento de grãos. <br /><br />📉 Mercado cafeeiro segue cauteloso: oscilações de preços e expectativa pelo novo levantamento da Conab mantêm produtores mais retraídos nas negociações. <br /><br />🌍 Oferta global no radar: Vietnã e Indonésia seguem acompanhados pelo mercado por sua importância no equilíbrio mundial do café. <br /><br />🐂 Exportações de carne e União Europeia: possíveis ajustes regulatórios podem influenciar as exportações brasileiras para um mercado estratégico de alto valor agregado. <br /><br />📈 Boi gordo com estabilidade: mercado interno apresenta leve viés de baixa diante do aumento sazonal da oferta e do acompanhamento das exportações para a China. <br /><br />🛡️ Gestão e estratégia: produtores seguem atentos aos movimentos do mercado para proteger margens e identificar oportunidades diante do cenário global. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72055318</guid><pubDate>Mon, 18 May 2026 13:30:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72055318/bbcast_1805_cenarios.mp3" length="5248595" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, Cristiani e Samuel apresentam os principais fatos que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo, com destaque para cenário geopolítico, clima, projeções de safra e impactos no comércio...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, Cristiani e Samuel apresentam os principais fatos que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo, com destaque para cenário geopolítico, clima, projeções de safra e impactos no comércio internacional.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Negociações entre China e EUA no radar: o encontro entre Xi Jinping e Donald Trump pode influenciar o comércio global e trazer reflexos diretos às commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja entre geopolítica e clima: estresse hídrico em áreas do Meio-Oeste americano, relatório do USDA e oscilações no petróleo seguem trazendo volatilidade às cotações. <br /><br />🌽 Milho atento à safra dos EUA e ao Brasil: a redução da área norte-americana e revisões na produção brasileira mantêm o mercado em alerta. <br /><br />🚜 Safrinha brasileira em fase decisiva: consultorias revisam números e o mercado acompanha clima, produtividade e início da colheita. <br /><br />☕ Café monitora El Niño: previsão de um fenômeno mais intenso no segundo semestre preocupa produtores diante dos riscos para florada e enchimento de grãos. <br /><br />📉 Mercado cafeeiro segue cauteloso: oscilações de preços e expectativa pelo novo levantamento da Conab mantêm produtores mais retraídos nas negociações. <br /><br />🌍 Oferta global no radar: Vietnã e Indonésia seguem acompanhados pelo mercado por sua importância no equilíbrio mundial do café. <br /><br />🐂 Exportações de carne e União Europeia: possíveis ajustes regulatórios podem influenciar as exportações brasileiras para um mercado estratégico de alto valor agregado. <br /><br />📈 Boi gordo com estabilidade: mercado interno apresenta leve viés de baixa diante do aumento sazonal da oferta e do acompanhamento das exportações para a China. <br /><br />🛡️ Gestão e estratégia: produtores seguem atentos aos movimentos do mercado para proteger margens e identificar oportunidades diante do cenário global. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>328</itunes:duration><itunes:keywords>agrícola,agrícolas,agro,agronegócio,boi,café,cenários,china,commodities,donald,e,eua,gordo,jinping,mercado,milho,soja,trump,usda,xi</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: volatilidade global, safra recorde e mercado atento aos EUA | BBCast Agro - 15/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-volatilidade-global-safra-recorde-e-mercado-atento-aos-eua-bbcast-agro-15-05-2026--72008717</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Luciano Scuccuglia, do Banco do Brasil, apresenta os principais destaques do mercado da soja, com foco no cenário internacional, andamento da safra norte-americana, produção recorde no Brasil e oportunidades de proteção de preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica mantém mercado em alerta: tensões no Oriente Médio seguem elevando a aversão ao risco e mantendo a volatilidade nos preços do petróleo e das commodities. <br /><br />📊 Soja em Chicago oscilando: as cotações na CBOT seguem sensíveis ao ambiente externo e aos movimentos dos fundos de investimento. <br /><br />🌱 Plantio acelerado nos EUA: o USDA aponta avanço acima da média histórica, com quase metade da área prevista já semeada. <br /><br />⚠️ Clima no radar: Illinois, Iowa e Minnesota apresentam pontos de atenção relacionados ao risco de seca. <br /><br />🏭 Demanda por biocombustíveis impulsiona esmagamento: aumento da demanda nos EUA traz suporte aos preços internacionais. <br />Brasil confirma safra recorde: a produção brasileira deve atingir 179,15 milhões de toneladas, segundo estimativas da Conab. <br />Argentina enfrenta atraso: chuvas dificultam o avanço da colheita e mantêm o mercado atento ao ritmo da oferta. <br /><br />📈 Mercado físico com leve valorização: indicador CEPEA registra alta e prêmios seguem positivos nos portos brasileiros. <br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção: Banco do Brasil disponibiliza soluções como Opções Agro BB e mecanismos de hedge para auxiliar o produtor diante da volatilidade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/72008717</guid><pubDate>Fri, 15 May 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/72008717/1505_soja.mp3" length="1390550" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Luciano Scuccuglia, do Banco do Brasil, apresenta os principais destaques do mercado da soja, com foco no cenário internacional, andamento da safra norte-americana, produção recorde no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Luciano Scuccuglia, do Banco do Brasil, apresenta os principais destaques do mercado da soja, com foco no cenário internacional, andamento da safra norte-americana, produção recorde no Brasil e oportunidades de proteção de preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica mantém mercado em alerta: tensões no Oriente Médio seguem elevando a aversão ao risco e mantendo a volatilidade nos preços do petróleo e das commodities. <br /><br />📊 Soja em Chicago oscilando: as cotações na CBOT seguem sensíveis ao ambiente externo e aos movimentos dos fundos de investimento. <br /><br />🌱 Plantio acelerado nos EUA: o USDA aponta avanço acima da média histórica, com quase metade da área prevista já semeada. <br /><br />⚠️ Clima no radar: Illinois, Iowa e Minnesota apresentam pontos de atenção relacionados ao risco de seca. <br /><br />🏭 Demanda por biocombustíveis impulsiona esmagamento: aumento da demanda nos EUA traz suporte aos preços internacionais. <br />Brasil confirma safra recorde: a produção brasileira deve atingir 179,15 milhões de toneladas, segundo estimativas da Conab. <br />Argentina enfrenta atraso: chuvas dificultam o avanço da colheita e mantêm o mercado atento ao ritmo da oferta. <br /><br />📈 Mercado físico com leve valorização: indicador CEPEA registra alta e prêmios seguem positivos nos portos brasileiros. <br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção: Banco do Brasil disponibiliza soluções como Opções Agro BB e mecanismos de hedge para auxiliar o produtor diante da volatilidade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>232</itunes:duration><itunes:keywords>2026,agrícola,agro,agronegócio,bb,board,brasileira,cbot,chicago,conab,da,eua,exportação,hedge,luciano,mercado,opções,safra,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: mercado pressionado, exportações fortes e atenção ao pasto | BBCast Agro - 14/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-mercado-pressionado-exportacoes-fortes-e-atencao-ao-pasto-bbcast-agro-14-05-2026--71992648</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz os principais destaques do mercado da bovinocultura de corte, com foco nas exportações, comportamento da arroba, escalas de abate e perspectivas para os próximos meses.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba em queda: o indicador Cepea do boi gordo foi cotado em R$ 348,80/ no dia 12 de maio, refletindo pressão no mercado físico. <br /><br />📉 Mercado cauteloso: frigoríficos seguem adotando postura mais seletiva nas compras, enquanto a escala média nacional de abate alcança cerca de dez dias úteis. <br /><br />🌾 Pastagens influenciam oferta: a perda gradual da qualidade do pasto aumenta a necessidade de negociação e amplia a disponibilidade de animais no mercado. <br /><br />🌍 Exportações aquecidas: embarques de carne bovina registraram forte avanço no início de maio, com alta expressiva no volume e no preço médio das operações. 🇨🇳 China no radar: o mercado futuro acompanha as incertezas relacionadas ao ritmo das exportações para o mercado chinês. <br /><br />📊 Mercado futuro precifica ajustes: contratos já refletem expectativa de pressão mais acentuada até agosto, em função da entressafra do pasto. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: produtores podem utilizar ferramentas de proteção de preços, como as Opções Agro BB, para preservar margens da atividade. <br /><br />💰 Custeio agropecuário: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito para apoiar o ciclo produtivo da pecuária de corte. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71992648</guid><pubDate>Thu, 14 May 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71992648/1405_corte.mp3" length="1343059" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz os principais destaques do mercado da bovinocultura de corte, com foco nas exportações, comportamento da arroba, escalas de abate e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz os principais destaques do mercado da bovinocultura de corte, com foco nas exportações, comportamento da arroba, escalas de abate e perspectivas para os próximos meses.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba em queda: o indicador Cepea do boi gordo foi cotado em R$ 348,80/ no dia 12 de maio, refletindo pressão no mercado físico. <br /><br />📉 Mercado cauteloso: frigoríficos seguem adotando postura mais seletiva nas compras, enquanto a escala média nacional de abate alcança cerca de dez dias úteis. <br /><br />🌾 Pastagens influenciam oferta: a perda gradual da qualidade do pasto aumenta a necessidade de negociação e amplia a disponibilidade de animais no mercado. <br /><br />🌍 Exportações aquecidas: embarques de carne bovina registraram forte avanço no início de maio, com alta expressiva no volume e no preço médio das operações. 🇨🇳 China no radar: o mercado futuro acompanha as incertezas relacionadas ao ritmo das exportações para o mercado chinês. <br /><br />📊 Mercado futuro precifica ajustes: contratos já refletem expectativa de pressão mais acentuada até agosto, em função da entressafra do pasto. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: produtores podem utilizar ferramentas de proteção de preços, como as Opções Agro BB, para preservar margens da atividade. <br /><br />💰 Custeio agropecuário: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito para apoiar o ciclo produtivo da pecuária de corte. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,arroba,banco,bbcast,boi,bovino,bovinocultura,brasil,carne,cepea,corte,de,do,exportação,futuro,gordo,mercado,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: oferta global, clima e custos pressionam safra brasileira | BBCast Agro - 13/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-oferta-global-clima-e-custos-pressionam-safra-brasileira-bbcast-agro-13-05-2026--71989505</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta os principais destaques do mercado de trigo, com foco no cenário internacional, redução da área plantada no Brasil, clima e custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio: 🌾 Oferta global elevada: o mercado internacional segue com ampla oferta e altos estoques de trigo, mantendo atenção sobre o comportamento das cotações. <br /><br />🌎 Clima e geopolítica no radar: fatores climáticos nos Estados Unidos e tensões no Oriente Médio seguem influenciando petróleo, fertilizantes e o mercado agrícola. <br /><br />📈 Chicago em alta: as cotações do trigo acumularam valorização superior a 9% no mês, com contratos próximos de US$ 6,32 por bushel. <br /><br />🚜 Plantio da safra 2026: o avanço da semeadura no Brasil segue abaixo da média histórica, refletindo cautela dos produtores. <br /><br />📉 Menor área cultivada: a Conab projeta retração de 9,2% na área destinada ao trigo, influenciada por custos elevados, baixa rentabilidade e risco climático associado ao El Niño. <br /><br />🌦️ Rio Grande do Sul em atenção: a revisão da área de plantio no estado impactou diretamente as projeções nacionais de produção. <br /><br />💰 Preços em recuperação: o indicador Cepea/Esalq Paraná registra alta nos últimos 30 dias, sustentado pela estiagem nos EUA e aumento dos custos logísticos. <br /><br />🏦 Crédito para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de custeio para apoiar o planejamento das culturas de inverno. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71989505</guid><pubDate>Wed, 13 May 2026 13:55:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71989505/130526.mp3" length="1256855" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta os principais destaques do mercado de trigo, com foco no cenário internacional, redução da área plantada no Brasil, clima e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta os principais destaques do mercado de trigo, com foco no cenário internacional, redução da área plantada no Brasil, clima e custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio: 🌾 Oferta global elevada: o mercado internacional segue com ampla oferta e altos estoques de trigo, mantendo atenção sobre o comportamento das cotações. <br /><br />🌎 Clima e geopolítica no radar: fatores climáticos nos Estados Unidos e tensões no Oriente Médio seguem influenciando petróleo, fertilizantes e o mercado agrícola. <br /><br />📈 Chicago em alta: as cotações do trigo acumularam valorização superior a 9% no mês, com contratos próximos de US$ 6,32 por bushel. <br /><br />🚜 Plantio da safra 2026: o avanço da semeadura no Brasil segue abaixo da média histórica, refletindo cautela dos produtores. <br /><br />📉 Menor área cultivada: a Conab projeta retração de 9,2% na área destinada ao trigo, influenciada por custos elevados, baixa rentabilidade e risco climático associado ao El Niño. <br /><br />🌦️ Rio Grande do Sul em atenção: a revisão da área de plantio no estado impactou diretamente as projeções nacionais de produção. <br /><br />💰 Preços em recuperação: o indicador Cepea/Esalq Paraná registra alta nos últimos 30 dias, sustentado pela estiagem nos EUA e aumento dos custos logísticos. <br /><br />🏦 Crédito para o produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de custeio para apoiar o planejamento das culturas de inverno. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>2026,agro,agronegócio,banco,bbcast,brasil,cbot,cepea,chicago,clima,conab,culturas,de,do,inverno,mercado,no,safra,trigo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca316a027ecbb79a09a63d86f1fb4c34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Citricultura: greening, exportações e desafios da safra 2026/27 | BBCast Agro - 12/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/citricultura-greening-exportacoes-e-desafios-da-safra-2026-27-bbcast-agro-12-05-2026--71974946</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta os principais destaques do cenário da citricultura brasileira, com foco na safra de laranja, avanço do greening, exportações e perspectivas para o setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍊 Safra confirmada: a produção brasileira de laranja 2025/26 foi consolidada em 292,94 milhões de caixas, mostrando recuperação frente ao ciclo anterior. <br /><br />📉 Perspectiva de queda: para a safra 2026/27, já existe projeção de redução para cerca de 255 milhões de caixas, influenciada pela bienalidade negativa e pelo clima irregular. <br /><br />⚠️ Greening preocupa o setor: o avanço do HLB segue como o principal desafio fitossanitário da citricultura, elevando custos e comprometendo a produtividade. <br /><br />🌱 Expansão para novas regiões: produtores buscam alternativas em áreas como Triângulo Mineiro e Mato Grosso do Sul para reduzir riscos e ampliar a sustentabilidade da atividade. <br /><br />🌍 Exportações em transformação: os Estados Unidos ampliaram participação nas compras de suco de laranja brasileiro, enquanto Europa e Ásia registram retração na demanda. <br /><br />🚜 Tecnologia e investimentos: crédito rural, irrigação, mecanização e renovação de pomares seguem fundamentais para aumentar a eficiência produtiva. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71974946</guid><pubDate>Tue, 12 May 2026 12:30:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71974946/citricultura_12052026.mp3" length="2837941" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta os principais destaques do cenário da citricultura brasileira, com foco na safra de laranja, avanço do greening, exportações e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta os principais destaques do cenário da citricultura brasileira, com foco na safra de laranja, avanço do greening, exportações e perspectivas para o setor.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍊 Safra confirmada: a produção brasileira de laranja 2025/26 foi consolidada em 292,94 milhões de caixas, mostrando recuperação frente ao ciclo anterior. <br /><br />📉 Perspectiva de queda: para a safra 2026/27, já existe projeção de redução para cerca de 255 milhões de caixas, influenciada pela bienalidade negativa e pelo clima irregular. <br /><br />⚠️ Greening preocupa o setor: o avanço do HLB segue como o principal desafio fitossanitário da citricultura, elevando custos e comprometendo a produtividade. <br /><br />🌱 Expansão para novas regiões: produtores buscam alternativas em áreas como Triângulo Mineiro e Mato Grosso do Sul para reduzir riscos e ampliar a sustentabilidade da atividade. <br /><br />🌍 Exportações em transformação: os Estados Unidos ampliaram participação nas compras de suco de laranja brasileiro, enquanto Europa e Ásia registram retração na demanda. <br /><br />🚜 Tecnologia e investimentos: crédito rural, irrigação, mecanização e renovação de pomares seguem fundamentais para aumentar a eficiência produtiva. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,banco,bbcast,brasil,brasileira,citricultura,citros,da,de,do,exportação,greening,hlb,laranja,mercado,nataly,safra,suco</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6350caa7833b0518913f91239b439c29.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: USDA, clima e mercado global movimentam soja, milho e boi | BBCast Agro 11/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-usda-clima-e-mercado-global-movimentam-soja-milho-e-boi-bbcast-agro-11-05-2026--71956165</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o relatório do USDA, clima nos Estados Unidos, mercado internacional e perspectivas para o agro brasileiro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />📊 USDA no radar: divulgação do relatório mundial de oferta e demanda pode trazer ajustes em estoques, produção e consumo, aumentando a volatilidade nas commodities agrícolas. <br /><br />🌱 Soja em atenção: expectativa de encontro entre Donald Trump e Xi Jinping pode impactar a demanda chinesa pela soja americana e movimentar Chicago. <br /><br />🛢️ Complexo soja e petróleo: oscilações do petróleo, dólar e atuação dos fundos seguem influenciando especialmente o mercado do óleo de soja. <br /><br />🌽 Milho e clima nos EUA: atrasos pontuais no plantio americano e expectativa pelo boletim da Conab podem mexer com os preços no curto prazo. <br /><br />☕ Café com safra recorde: entrada da nova safra brasileira amplia a oferta global e mantém pressão estrutural sobre as cotações. <br /><br />🌤️ Clima favorável: tempo seco e noites frias ajudam a colheita do café, enquanto o mercado segue atento ao cenário geopolítico. <br /><br />🐂 Boi gordo em transição: queda na qualidade das pastagens pode elevar a oferta de animais, mas ritmo mais cadenciado limita quedas bruscas da arroba. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: estratégias de proteção seguem essenciais para preservar margens diante da volatilidade de preços e custos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71956165</guid><pubDate>Mon, 11 May 2026 12:45:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71956165/bbcast_11052026_cenarios.mp3" length="4426887" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o relatório do USDA, clima nos Estados Unidos, mercado internacional e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o relatório do USDA, clima nos Estados Unidos, mercado internacional e perspectivas para o agro brasileiro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />📊 USDA no radar: divulgação do relatório mundial de oferta e demanda pode trazer ajustes em estoques, produção e consumo, aumentando a volatilidade nas commodities agrícolas. <br /><br />🌱 Soja em atenção: expectativa de encontro entre Donald Trump e Xi Jinping pode impactar a demanda chinesa pela soja americana e movimentar Chicago. <br /><br />🛢️ Complexo soja e petróleo: oscilações do petróleo, dólar e atuação dos fundos seguem influenciando especialmente o mercado do óleo de soja. <br /><br />🌽 Milho e clima nos EUA: atrasos pontuais no plantio americano e expectativa pelo boletim da Conab podem mexer com os preços no curto prazo. <br /><br />☕ Café com safra recorde: entrada da nova safra brasileira amplia a oferta global e mantém pressão estrutural sobre as cotações. <br /><br />🌤️ Clima favorável: tempo seco e noites frias ajudam a colheita do café, enquanto o mercado segue atento ao cenário geopolítico. <br /><br />🐂 Boi gordo em transição: queda na qualidade das pastagens pode elevar a oferta de animais, mas ritmo mais cadenciado limita quedas bruscas da arroba. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: estratégias de proteção seguem essenciais para preservar margens diante da volatilidade de preços e custos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>277</itunes:duration><itunes:keywords>agrícola,agrícolas,agro,agronegócio,banco,bb,boi,brasil,café,cast,cenários,clima,commodities,do,gordo,mercado,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: volatilidade em Chicago, pressão no Brasil e clima no radar | BBcast Agro - 08/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-volatilidade-em-chicago-pressao-no-brasil-e-clima-no-radar-bbcast-agro-08-05-2026--71909815</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Danilo Teodoro analisa o cenário do mercado de milho, marcado pela volatilidade internacional, pressão sobre os preços no Brasil e preocupação com o clima na segunda safra.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Chicago volátil: o mercado internacional foi influenciado pelo avanço do plantio nos Estados Unidos, oscilações do petróleo e tensões geopolíticas. <br /><br />📈 Demanda externa sustentando preços: bons embarques e novas vendas de milho norte-americano ajudaram a limitar quedas nas cotações. <br /><br />🌍 Conflitos no radar: as tensões entre Estados Unidos e Irã adicionaram prêmio de risco ao mercado global de commodities. <br /><br />🚜 Plantio acelerado nos EUA: segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, 38% da área já havia sido semeada até o início de maio. <br /><br />💵 Pressão baixista no Brasil: avanço da colheita da safra verão, dólar mais fraco e compradores retraídos pressionaram o mercado interno. <br /><br />🌤️ Clima preocupa produtores: calor e tempo seco em regiões produtoras da segunda safra reduziram a oferta no mercado spot. <br /><br />📊 Leve recuperação nos preços: o indicador Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada/B3 voltou a subir no fim de abril. <br /><br />🛡️ Proteção de margem: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e operações de NDF para auxiliar na gestão de risco da comercialização. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71909815</guid><pubDate>Fri, 08 May 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71909815/0805.mp3" length="1668911" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Danilo Teodoro analisa o cenário do mercado de milho, marcado pela volatilidade internacional, pressão sobre os preços no Brasil e preocupação com o clima na segunda safra.

Destaques do episódio: 

🌽...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Danilo Teodoro analisa o cenário do mercado de milho, marcado pela volatilidade internacional, pressão sobre os preços no Brasil e preocupação com o clima na segunda safra.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌽 Chicago volátil: o mercado internacional foi influenciado pelo avanço do plantio nos Estados Unidos, oscilações do petróleo e tensões geopolíticas. <br /><br />📈 Demanda externa sustentando preços: bons embarques e novas vendas de milho norte-americano ajudaram a limitar quedas nas cotações. <br /><br />🌍 Conflitos no radar: as tensões entre Estados Unidos e Irã adicionaram prêmio de risco ao mercado global de commodities. <br /><br />🚜 Plantio acelerado nos EUA: segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, 38% da área já havia sido semeada até o início de maio. <br /><br />💵 Pressão baixista no Brasil: avanço da colheita da safra verão, dólar mais fraco e compradores retraídos pressionaram o mercado interno. <br /><br />🌤️ Clima preocupa produtores: calor e tempo seco em regiões produtoras da segunda safra reduziram a oferta no mercado spot. <br /><br />📊 Leve recuperação nos preços: o indicador Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada/B3 voltou a subir no fim de abril. <br /><br />🛡️ Proteção de margem: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e operações de NDF para auxiliar na gestão de risco da comercialização. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>279</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,banco,bbcast,brasil,cbot,cepea,chicago,clima,cotação,exportações,mercado,milho,safrinha,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: preços em alta, custos pressionados e aumento das importações | BBCast Agro - 07/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-precos-em-alta-custos-pressionados-e-aumento-das-importacoes-bbcast-agro-07-05-2026--71894138</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Teodoro Contin analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recuperação dos preços ao produtor, alta nos custos de produção e avanço das importações.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥛 Preços em recuperação: segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o leite registrou alta de 11,7% em março, com média de R$ 2,39/litro. <br /><br />📈 Pressão altista no curto prazo: o mercado spot apresentou forte valorização, indicando continuidade de alta nos próximos meses. <br /><br />📊 Projeções positivas: dados dos Conseleites apontam aumento médio de 8% no preço ao produtor em abril. <br /><br />💸 Custos em elevação: conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o custo de produção subiu 2,7% em março, puxado principalmente pela alimentação do rebanho. <br /><br />🌍 Comércio exterior em alerta:<br /><ul><li>Exportações com leve alta mensal, mas queda anual</li><li>Importações avançaram mais de 30% no mês</li><li>Déficit na balança láctea segue elevado</li></ul><br /><br />🧀 Leite em pó em destaque: principal produto importado, ampliando a pressão sobre o mercado interno. <br /><br />⚠️ Gestão eficiente é essencial: diante do cenário, produtores devem reforçar o controle de custos e planejamento da produção. <br /><br />💰 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição de insumos e fortalecimento da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71894138</guid><pubDate>Thu, 07 May 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71894138/07052026_bbcast_leite.mp3" length="1052003" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Teodoro Contin analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recuperação dos preços ao produtor, alta nos custos de produção e avanço das importações.

Destaques do episódio: 

🥛 Preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Teodoro Contin analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recuperação dos preços ao produtor, alta nos custos de produção e avanço das importações.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥛 Preços em recuperação: segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o leite registrou alta de 11,7% em março, com média de R$ 2,39/litro. <br /><br />📈 Pressão altista no curto prazo: o mercado spot apresentou forte valorização, indicando continuidade de alta nos próximos meses. <br /><br />📊 Projeções positivas: dados dos Conseleites apontam aumento médio de 8% no preço ao produtor em abril. <br /><br />💸 Custos em elevação: conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o custo de produção subiu 2,7% em março, puxado principalmente pela alimentação do rebanho. <br /><br />🌍 Comércio exterior em alerta:<br /><ul><li>Exportações com leve alta mensal, mas queda anual</li><li>Importações avançaram mais de 30% no mês</li><li>Déficit na balança láctea segue elevado</li></ul><br /><br />🧀 Leite em pó em destaque: principal produto importado, ampliando a pressão sobre o mercado interno. <br /><br />⚠️ Gestão eficiente é essencial: diante do cenário, produtores devem reforçar o controle de custos e planejamento da produção. <br /><br />💰 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição de insumos e fortalecimento da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agro banco,brasil,comercial produção,do,leite agronegócio custo,leite balança,leite bbcast,leite bovinocultura,leite mercado,leite preço,produção importação</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: safra recorde, custos em alta e volatilidade no mercado | BBCast Agro - 06/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-safra-recorde-custos-em-alta-e-volatilidade-no-mercado-bbcast-agro-06-05-2026--71889338</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Marcelo Oliveira Porto apresenta o cenário do mercado de café arábica, com destaque para a expectativa de safra recorde no Brasil e a volatilidade no ambiente internacional.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Safra recorde à vista: a Companhia Nacional de Abastecimento projeta produção próxima de 66 milhões de sacas, impulsionada pelas boas condições climáticas no início do ano. <br /><br />🌤️ Clima favoreceu as lavouras: chuvas regulares e temperaturas amenas entre janeiro e março garantiram bom desenvolvimento dos frutos e ramos produtivos. <br /><br />🌍 Volatilidade no mercado global: baixos estoques, consumo aquecido, dólar mais fraco e tensões geopolíticas seguem influenciando os preços. <br /><br />⛽ Custos de produção em alta: o cenário internacional pressiona combustíveis e fertilizantes, elevando o custo da atividade. <br /><br />🌊 El Niño no radar: a possível formação do El Niño no segundo semestre pode trazer impactos para a safra 2026/27. <br /><br />📉 Comercialização cautelosa: produtores seguem atentos às oscilações de preços, mas a proximidade da colheita tende a intensificar as vendas. <br /><br />💰 Preços ainda atrativos: o café arábica vem sendo negociado entre R$ 1.850 e R$ 1.950 por saca no mercado físico. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece soluções como crédito rural, termo de mercadorias e Opções Agro para proteção de margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71889338</guid><pubDate>Wed, 06 May 2026 12:14:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71889338/bbcast_06052026_arabica.mp3" length="1122220" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Marcelo Oliveira Porto apresenta o cenário do mercado de café arábica, com destaque para a expectativa de safra recorde no Brasil e a volatilidade no ambiente internacional.

Destaques do episódio: 

☕...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor Marcelo Oliveira Porto apresenta o cenário do mercado de café arábica, com destaque para a expectativa de safra recorde no Brasil e a volatilidade no ambiente internacional.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Safra recorde à vista: a Companhia Nacional de Abastecimento projeta produção próxima de 66 milhões de sacas, impulsionada pelas boas condições climáticas no início do ano. <br /><br />🌤️ Clima favoreceu as lavouras: chuvas regulares e temperaturas amenas entre janeiro e março garantiram bom desenvolvimento dos frutos e ramos produtivos. <br /><br />🌍 Volatilidade no mercado global: baixos estoques, consumo aquecido, dólar mais fraco e tensões geopolíticas seguem influenciando os preços. <br /><br />⛽ Custos de produção em alta: o cenário internacional pressiona combustíveis e fertilizantes, elevando o custo da atividade. <br /><br />🌊 El Niño no radar: a possível formação do El Niño no segundo semestre pode trazer impactos para a safra 2026/27. <br /><br />📉 Comercialização cautelosa: produtores seguem atentos às oscilações de preços, mas a proximidade da colheita tende a intensificar as vendas. <br /><br />💰 Preços ainda atrativos: o café arábica vem sendo negociado entre R$ 1.850 e R$ 1.950 por saca no mercado físico. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece soluções como crédito rural, termo de mercadorias e Opções Agro para proteção de margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agrícola bbcast,agro,agro banco,arábica mercado,brasil,brasil preço,café,café agronegócio café,café clima,café el,café safra,do,niño produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima no agro: El Niño no radar e impactos na safra | BBCast Agro - 05/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-no-agro-el-nino-no-radar-e-impactos-na-safra-bbcast-agro-05-05-2026--71875151</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, o assessor Marcelo Matsumura apresenta as atualizações do cenário climático e os impactos esperados para a agricultura brasileira em 2026, com destaque para a possível formação do El Niño.<br /><br />Confira os principais pontos: <br /><br />🌦️ Neutralidade climática no curto prazo: há cerca de 80% de chance de manutenção das condições neutras até o fim do primeiro semestre. <br /><br />🌊 El Niño ganhando força: a probabilidade de formação supera 60% entre maio e julho, podendo ultrapassar 90% no segundo semestre. <br /><br />🌱 Impactos na produção agrícola:<ul><li>Norte e Nordeste: maior risco de estiagem em culturas de sequeiro</li><li>Centro-Oeste e Sudeste: início do período seco e atenção ao milho safrinha</li><li>Sul: aumento das chuvas, com riscos de excesso hídrico e doenças</li></ul><br /><br />🌾 Desafios no campo: mudanças no regime de chuvas podem afetar produtividade, qualidade das pastagens e operações agrícolas. <br /><br />☕ Condições no Sudeste: clima mais seco favorece a colheita do café e a maturação da cana-de-açúcar. <br /><br />⚠️ Atenção do produtor: o monitoramento climático é essencial para tomada de decisão e mitigação de riscos ao longo da safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71875151</guid><pubDate>Tue, 05 May 2026 12:35:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71875151/clima_05052026.mp3" length="4359731" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, o assessor Marcelo Matsumura apresenta as atualizações do cenário climático e os impactos esperados para a agricultura brasileira em 2026, com destaque para a possível formação do El Niño.

Confira os principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, o assessor Marcelo Matsumura apresenta as atualizações do cenário climático e os impactos esperados para a agricultura brasileira em 2026, com destaque para a possível formação do El Niño.<br /><br />Confira os principais pontos: <br /><br />🌦️ Neutralidade climática no curto prazo: há cerca de 80% de chance de manutenção das condições neutras até o fim do primeiro semestre. <br /><br />🌊 El Niño ganhando força: a probabilidade de formação supera 60% entre maio e julho, podendo ultrapassar 90% no segundo semestre. <br /><br />🌱 Impactos na produção agrícola:<ul><li>Norte e Nordeste: maior risco de estiagem em culturas de sequeiro</li><li>Centro-Oeste e Sudeste: início do período seco e atenção ao milho safrinha</li><li>Sul: aumento das chuvas, com riscos de excesso hídrico e doenças</li></ul><br /><br />🌾 Desafios no campo: mudanças no regime de chuvas podem afetar produtividade, qualidade das pastagens e operações agrícolas. <br /><br />☕ Condições no Sudeste: clima mais seco favorece a colheita do café e a maturação da cana-de-açúcar. <br /><br />⚠️ Atenção do produtor: o monitoramento climático é essencial para tomada de decisão e mitigação de riscos ao longo da safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>273</itunes:duration><itunes:keywords>2026 milho,agrícola monitoramento,agro,brasil,brasil safra,clima cenário,climático banco,climático el,climático produção,do,niño previsão,safrinha risco,tempo agronegócio clima</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04c3509a93145b14fe8d05dedd3e13de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: soja, milho e boi sob volatilidade e clima no radar | BBCast Agro 04/05/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-soja-milho-e-boi-sob-volatilidade-e-clima-no-radar-bbcast-agro-04-05-2026--71855604</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica global de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica e volatilidade: tensões globais e oscilações do petróleo seguem influenciando os mercados de commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja em foco: mercado atento às negociações entre China e Estados Unidos e ao avanço da safra norte-americana, com impacto nas cotações em Chicago.<br /><br />🌧️ Clima nos EUA: condições favoráveis devem manter o plantio em ritmo acelerado, acima da média histórica. <br /><br />🌽 Milho sob pressão: boa safra argentina e incertezas sobre a produção brasileira aumentam a volatilidade no curto prazo. 🇧🇷 Clima no Brasil: redução das chuvas em maio preocupa produtores e pode impactar o desenvolvimento do milho segunda safra. <br /><br />⚠️ Risco climático: possibilidade de El Niño forte pode afetar a colheita e a qualidade dos grãos. <br /><br />📉 Oferta elevada: expectativa de safra robusta no Brasil segue pressionando estruturalmente os preços. <br /><br />🐂 Boi gordo em ajuste: mercado inicia a semana com leve desvalorização, mas ainda sustentado pela demanda externa. 🇨🇳 Cota chinesa no radar: principal fator de risco para as exportações e formação de preços no mercado futuro. <br /><br />🌾 Impacto da seca: avanço do período seco pode aumentar a oferta de animais e limitar altas na arroba. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: cenário reforça a importância de estratégias de proteção de preços diante da volatilidade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71855604</guid><pubDate>Mon, 04 May 2026 13:52:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71855604/bbcast_0405_cenarios_agro.mp3" length="5689124" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica global de oferta e demanda.

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica global de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica e volatilidade: tensões globais e oscilações do petróleo seguem influenciando os mercados de commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja em foco: mercado atento às negociações entre China e Estados Unidos e ao avanço da safra norte-americana, com impacto nas cotações em Chicago.<br /><br />🌧️ Clima nos EUA: condições favoráveis devem manter o plantio em ritmo acelerado, acima da média histórica. <br /><br />🌽 Milho sob pressão: boa safra argentina e incertezas sobre a produção brasileira aumentam a volatilidade no curto prazo. 🇧🇷 Clima no Brasil: redução das chuvas em maio preocupa produtores e pode impactar o desenvolvimento do milho segunda safra. <br /><br />⚠️ Risco climático: possibilidade de El Niño forte pode afetar a colheita e a qualidade dos grãos. <br /><br />📉 Oferta elevada: expectativa de safra robusta no Brasil segue pressionando estruturalmente os preços. <br /><br />🐂 Boi gordo em ajuste: mercado inicia a semana com leve desvalorização, mas ainda sustentado pela demanda externa. 🇨🇳 Cota chinesa no radar: principal fator de risco para as exportações e formação de preços no mercado futuro. <br /><br />🌾 Impacto da seca: avanço do período seco pode aumentar a oferta de animais e limitar altas na arroba. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: cenário reforça a importância de estratégias de proteção de preços diante da volatilidade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>356</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,clima,commodities,exportacoes,geopolitica,mercadoagricola,milho,petroleo,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: preços recuam, exportações firmes e risco na cota chinesa | BBCast Agro 30/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-precos-recuam-exportacoes-firmes-e-risco-na-cota-chinesa-bbcast-agro-30-04-2026--71786317</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta o cenário do boi gordo, com destaque para o comportamento dos preços, exportações e oportunidades de gestão de risco na pecuária.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Preço da arroba: indicador CEPEA em R$ 358,40, com leve recuo em relação à semana anterior. <br /><br />📉 Mercado físico: negociações entre R$ 350 e R$ 360/@ em São Paulo e cerca de R$ 345/@ no Mato Grosso do Sul. <br /><br />🌱 Oferta controlada: boas condições das pastagens reduzem a necessidade de venda imediata e equilibram a oferta. <br /><br />🏭 Escalas de abate: indústria opera com programações entre 6 e 8 dias úteis. <br /><br />🌎 Exportações aquecidas: embarques seguem firmes, com alta de 12% no volume e valorização de 38% no preço médio por tonelada. 🇨🇳 Cota chinesa no radar: principal fator de risco, podendo impactar o ritmo das exportações nos próximos meses. <br /><br />📊 Sustentação do mercado: demanda externa segue como principal suporte para os preços no curto prazo. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: uso de mercado futuro e opções como estratégia para proteção de margens. <br /><br />💰 Soluções BB: Opções Agro (PUT) disponíveis para maio e junho de 2026 auxiliam na previsibilidade de receita. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71786317</guid><pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:24:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71786317/30042026_boi_gordo.mp3" length="1185854" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta o cenário do boi gordo, com destaque para o comportamento dos preços, exportações e oportunidades de gestão de risco na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta o cenário do boi gordo, com destaque para o comportamento dos preços, exportações e oportunidades de gestão de risco na pecuária.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Preço da arroba: indicador CEPEA em R$ 358,40, com leve recuo em relação à semana anterior. <br /><br />📉 Mercado físico: negociações entre R$ 350 e R$ 360/@ em São Paulo e cerca de R$ 345/@ no Mato Grosso do Sul. <br /><br />🌱 Oferta controlada: boas condições das pastagens reduzem a necessidade de venda imediata e equilibram a oferta. <br /><br />🏭 Escalas de abate: indústria opera com programações entre 6 e 8 dias úteis. <br /><br />🌎 Exportações aquecidas: embarques seguem firmes, com alta de 12% no volume e valorização de 38% no preço médio por tonelada. 🇨🇳 Cota chinesa no radar: principal fator de risco, podendo impactar o ritmo das exportações nos próximos meses. <br /><br />📊 Sustentação do mercado: demanda externa segue como principal suporte para os preços no curto prazo. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: uso de mercado futuro e opções como estratégia para proteção de margens. <br /><br />💰 Soluções BB: Opções Agro (PUT) disponíveis para maio e junho de 2026 auxiliam na previsibilidade de receita. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,b3,bbcastagro,boigordo,bovinocortede,cenariosagro,cepea,exportacoes,mercadodocarne,pecuaria,precosagro,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra 25/26, queda no etanol e pressão nos preços | BBcast Agro - 29/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-25-26-queda-no-etanol-e-pressao-nos-precos-bbcast-agro-29-04-2026--71709768</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Renato Leonel, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Divinópolis (MG), apresenta o cenário da cana-de-açúcar, com destaque para os dados consolidados da safra 2025/26, preços e perspectivas para o setor sucroenergético.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Produção e produtividade: a safra 2025/26 foi estimada em 673,2 milhões de toneladas, com leve queda na produtividade, mesmo com aumento de área colhida. <br /><br />🍬 Mix mais açucareiro: maior direcionamento da cana para produção de açúcar, com crescimento na produção do adoçante no Centro-Sul. <br /><br />⛽ Etanol em queda: produção de etanol de cana recuou, enquanto o etanol de milho avançou e ampliou sua participação na oferta total. <br /><br />📉 Pressão nos preços: etanol registra quedas consecutivas desde janeiro, enquanto o açúcar também sofre influência da maior oferta global. <br /><br />🌎 Cenário internacional: recuperação da produção em países como Índia e Tailândia amplia a oferta mundial e pressiona as cotações. <br /><br />🌦️ Clima no radar: possível ocorrência de El Niño pode impactar a safra 2026/27 no hemisfério norte e trazer volatilidade aos preços futuros. <br /><br />💰 Custos em alta: tensões no Oriente Médio elevam preços de diesel e fertilizantes, pressionando o custo de produção. <br /><br />⚠️ Desafio de rentabilidade: setor se ajusta a margens mais apertadas, com foco crescente em eficiência e produtividade. <br /><br />🛡️ Gestão e planejamento: cenário reforça a importância do controle de custos e do uso de ferramentas financeiras para proteção de margem.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71709768</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71709768/acucar_29042026.mp3" length="3155172" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Renato Leonel, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Divinópolis (MG), apresenta o cenário da cana-de-açúcar, com destaque para os dados consolidados da safra 2025/26, preços e perspectivas para o setor...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Renato Leonel, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Divinópolis (MG), apresenta o cenário da cana-de-açúcar, com destaque para os dados consolidados da safra 2025/26, preços e perspectivas para o setor sucroenergético.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Produção e produtividade: a safra 2025/26 foi estimada em 673,2 milhões de toneladas, com leve queda na produtividade, mesmo com aumento de área colhida. <br /><br />🍬 Mix mais açucareiro: maior direcionamento da cana para produção de açúcar, com crescimento na produção do adoçante no Centro-Sul. <br /><br />⛽ Etanol em queda: produção de etanol de cana recuou, enquanto o etanol de milho avançou e ampliou sua participação na oferta total. <br /><br />📉 Pressão nos preços: etanol registra quedas consecutivas desde janeiro, enquanto o açúcar também sofre influência da maior oferta global. <br /><br />🌎 Cenário internacional: recuperação da produção em países como Índia e Tailândia amplia a oferta mundial e pressiona as cotações. <br /><br />🌦️ Clima no radar: possível ocorrência de El Niño pode impactar a safra 2026/27 no hemisfério norte e trazer volatilidade aos preços futuros. <br /><br />💰 Custos em alta: tensões no Oriente Médio elevam preços de diesel e fertilizantes, pressionando o custo de produção. <br /><br />⚠️ Desafio de rentabilidade: setor se ajusta a margens mais apertadas, com foco crescente em eficiência e produtividade. <br /><br />🛡️ Gestão e planejamento: cenário reforça a importância do controle de custos e do uso de ferramentas financeiras para proteção de margem.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>acucar,agro,agronegocio,bbcastagro,canadeacucar,cenariosagro,clima,commodities,conab,elnino,etanol,mercadoagricola,precosagro,safra2026,setorsucroenergetico</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088ae56e3f4b71089b8073125f043b54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: petróleo, clima nos EUA e alta da pluma marcam o mercado | BBCast Agro - 28/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-petroleo-clima-nos-eua-e-alta-da-pluma-marcam-o-mercado-bbcast-agro-28-04-2026--71671116</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do algodão, com destaque para os impactos da geopolítica, custos de produção e condições climáticas nos principais produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica e custos: o conflito entre EUA e Irã elevou os preços do petróleo e dos fertilizantes, impactando diretamente o custo de produção agrícola. <br /><br />🧪 Insumos mais caros: a alta do enxofre no mercado internacional pressionou os fertilizantes fosfatados, elevando os custos para o produtor. <br /><br />🧵 Competitividade da pluma: o aumento das fibras sintéticas, como o poliéster, abriu espaço para valorização do algodão no mercado. <br /><br />📈 Alta nas cotações: os contratos na Bolsa de Nova York registraram valorização de cerca de 20% desde o início do conflito. <br /><br />🌵 Clima nos EUA: cerca de 90% das áreas de algodão estão sob algum nível de seca, fator que preocupa o mercado e influencia os preços. 🇧🇷 Produção brasileira: a Conab estima 3,84 milhões de toneladas de pluma, com leve alta de 1,2%. <br /><br /><br />🌧️ Clima favorável no Brasil: chuvas regulares em regiões produtoras como Mato Grosso e Bahia contribuem para o desenvolvimento das lavouras. <br /><br />📊 Comercialização avança: no Mato Grosso, as vendas da safra 2025/26 já atingem 65% da produção prevista. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece ferramentas como Opções Agro, NDF e opções de venda (PUT) na B3 para proteção de preços. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71671116</guid><pubDate>Tue, 28 Apr 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71671116/algod_o_28042026.mp3" length="2519457" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do algodão, com destaque para os impactos da geopolítica, custos de produção e condições climáticas nos principais produtores.

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do algodão, com destaque para os impactos da geopolítica, custos de produção e condições climáticas nos principais produtores.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica e custos: o conflito entre EUA e Irã elevou os preços do petróleo e dos fertilizantes, impactando diretamente o custo de produção agrícola. <br /><br />🧪 Insumos mais caros: a alta do enxofre no mercado internacional pressionou os fertilizantes fosfatados, elevando os custos para o produtor. <br /><br />🧵 Competitividade da pluma: o aumento das fibras sintéticas, como o poliéster, abriu espaço para valorização do algodão no mercado. <br /><br />📈 Alta nas cotações: os contratos na Bolsa de Nova York registraram valorização de cerca de 20% desde o início do conflito. <br /><br />🌵 Clima nos EUA: cerca de 90% das áreas de algodão estão sob algum nível de seca, fator que preocupa o mercado e influencia os preços. 🇧🇷 Produção brasileira: a Conab estima 3,84 milhões de toneladas de pluma, com leve alta de 1,2%. <br /><br /><br />🌧️ Clima favorável no Brasil: chuvas regulares em regiões produtoras como Mato Grosso e Bahia contribuem para o desenvolvimento das lavouras. <br /><br />📊 Comercialização avança: no Mato Grosso, as vendas da safra 2025/26 já atingem 65% da produção prevista. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece ferramentas como Opções Agro, NDF e opções de venda (PUT) na B3 para proteção de preços. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>158</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,algodao,b3,bbcastagro,climaeua,commoditiesagricolas,mercadodoalgodao,petroleoeagro,plumadealgodao,precodoalgodao,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: volatilidade global e clima influenciam soja, milho e boi | BBCast 27/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-volatilidade-global-e-clima-influenciam-soja-milho-e-boi-bbcast-27-04-2026--71671808</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro – Cenários Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica global de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica no radar: a ausência de acordo entre Irã e Estados Unidos mantém a volatilidade no mercado global, impactando diretamente o petróleo e as commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja e mercado internacional: expectativas sobre a reunião entre EUA e China e o avanço do plantio norte-americano influenciam as cotações em Chicago, com preços voláteis no curto prazo. <br /><br />🌧️ Clima nos EUA: retorno das chuvas no Meio-Oeste pode desacelerar o plantio e dar suporte às cotações da soja. <br /><br />🌽 Milho entre forças opostas: oferta elevada no Brasil e Argentina pressiona os preços, enquanto incertezas climáticas e área plantada nos EUA trazem sustentação ao mercado. <br /><br />☕ Café com maior oferta: início da colheita no Brasil e expectativa de safra recorde aumentam a oferta global, pressionando preços no curto e médio prazo. <br /><br />🌦️ Clima no Brasil: umidade do solo ainda favorece o desenvolvimento das lavouras, mas produtores seguem atentos ao custo dos insumos e fertilizantes. <br /><br />🐂 Boi gordo estável: mercado inicia a semana com preços firmes, sustentado pela demanda externa e oferta restrita de animais terminados. <br /><br />📈 Reposição valorizada: preços elevados do bezerro e oferta limitada seguem pressionando o custo de reposição. <br /><br />⚠️ Atenção ao ciclo pecuário: com a aproximação do período seco, pode haver aumento da oferta de animais, limitando novas altas da arroba. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: diante da volatilidade, o uso de ferramentas de proteção de preços é fundamental para garantir margens ao produtor. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71671808</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:35:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71671808/bbcast_27042026.mp3" length="7003188" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro – Cenários Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica global de oferta e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro – Cenários Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica global de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica no radar: a ausência de acordo entre Irã e Estados Unidos mantém a volatilidade no mercado global, impactando diretamente o petróleo e as commodities agrícolas. <br /><br />📊 Soja e mercado internacional: expectativas sobre a reunião entre EUA e China e o avanço do plantio norte-americano influenciam as cotações em Chicago, com preços voláteis no curto prazo. <br /><br />🌧️ Clima nos EUA: retorno das chuvas no Meio-Oeste pode desacelerar o plantio e dar suporte às cotações da soja. <br /><br />🌽 Milho entre forças opostas: oferta elevada no Brasil e Argentina pressiona os preços, enquanto incertezas climáticas e área plantada nos EUA trazem sustentação ao mercado. <br /><br />☕ Café com maior oferta: início da colheita no Brasil e expectativa de safra recorde aumentam a oferta global, pressionando preços no curto e médio prazo. <br /><br />🌦️ Clima no Brasil: umidade do solo ainda favorece o desenvolvimento das lavouras, mas produtores seguem atentos ao custo dos insumos e fertilizantes. <br /><br />🐂 Boi gordo estável: mercado inicia a semana com preços firmes, sustentado pela demanda externa e oferta restrita de animais terminados. <br /><br />📈 Reposição valorizada: preços elevados do bezerro e oferta limitada seguem pressionando o custo de reposição. <br /><br />⚠️ Atenção ao ciclo pecuário: com a aproximação do período seco, pode haver aumento da oferta de animais, limitando novas altas da arroba. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: diante da volatilidade, o uso de ferramentas de proteção de preços é fundamental para garantir margens ao produtor. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>438</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,clima,commodities,conab,exportacoes,geopolitica,mercadoagricola,milho,petroleo,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: volatilidade global, safra EUA e custos pressionam mercado | BBCast Agro - 24/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-volatilidade-global-safra-eua-e-custos-pressionam-mercado-bbcast-agro-24-04-2026--71590917</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para a volatilidade global, avanço do plantio nos Estados Unidos e custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica e volatilidade: a ausência de acordo entre Irã e EUA mantém incertezas no mercado, impactando petróleo, logística e preços da soja. <br /><br />📊 Plantio nos EUA avança: o USDA indica 12% da área já semeada para a safra 26/27, ritmo acima da média dos últimos anos. <br /><br />🌦️ Clima favorável: condições climáticas nos Estados Unidos seguem positivas, favorecendo o andamento do plantio. <br /><br />🤝 Expectativa EUA x China: o mercado aguarda a reunião entre os países, que pode influenciar a demanda e os estoques globais. 🇧🇷 Colheita no Brasil: safra se aproxima do fim, com produção estimada em 179,1 milhões de toneladas, alta de 4,5%. <br /><br />⚠️ Custo de produção em alta: fertilizantes seguem pressionados pelo cenário internacional, elevando os custos para a próxima safra. <br /><br />💱 Preços de mercado: contrato julho/26 na CBOT cotado a US$ 11,79/bushel e indicador Cepea em R$ 127,43/saca. <br /><br />🚢 Prêmios positivos: portos registram prêmios entre US$ 0,25 e US$ 0,40/bushel para os próximos meses. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece hedge com travamento de câmbio e Opções Agro para proteção de preços. <br /><br />📱 Simulação no App BB: produtores podem acessar o menu Agro para consultar vencimentos e realizar simulações. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71590917</guid><pubDate>Fri, 24 Apr 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71590917/bbcast_soja_24042026.mp3" length="1458573" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para a volatilidade global, avanço do plantio nos Estados Unidos e custos de produção.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para a volatilidade global, avanço do plantio nos Estados Unidos e custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica e volatilidade: a ausência de acordo entre Irã e EUA mantém incertezas no mercado, impactando petróleo, logística e preços da soja. <br /><br />📊 Plantio nos EUA avança: o USDA indica 12% da área já semeada para a safra 26/27, ritmo acima da média dos últimos anos. <br /><br />🌦️ Clima favorável: condições climáticas nos Estados Unidos seguem positivas, favorecendo o andamento do plantio. <br /><br />🤝 Expectativa EUA x China: o mercado aguarda a reunião entre os países, que pode influenciar a demanda e os estoques globais. 🇧🇷 Colheita no Brasil: safra se aproxima do fim, com produção estimada em 179,1 milhões de toneladas, alta de 4,5%. <br /><br />⚠️ Custo de produção em alta: fertilizantes seguem pressionados pelo cenário internacional, elevando os custos para a próxima safra. <br /><br />💱 Preços de mercado: contrato julho/26 na CBOT cotado a US$ 11,79/bushel e indicador Cepea em R$ 127,43/saca. <br /><br />🚢 Prêmios positivos: portos registram prêmios entre US$ 0,25 e US$ 0,40/bushel para os próximos meses. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece hedge com travamento de câmbio e Opções Agro para proteção de preços. <br /><br />📱 Simulação no App BB: produtores podem acessar o menu Agro para consultar vencimentos e realizar simulações. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,cbot,chicagosoja,custodeproducao,exportacaosoja,mercadodasoja,opcoesagro,plantiouea,precodasoja,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Piscicultura: projeto de lei pode reduzir burocracia no setor | BBcast Agro - 23/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/piscicultura-projeto-de-lei-pode-reduzir-burocracia-no-setor-bbcast-agro-23-04-2026--71563729</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, apresenta os principais pontos do projeto de lei 4.162/24, que propõe mudanças na exigência do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />📜 Mudança na legislação: o PL 4.162/24 propõe revisar a obrigatoriedade do RGP para aquicultores, diferenciando a atividade aquícola da pesca tradicional. <br /><br />⚖️ Definição mais clara: a proposta busca separar a aquicultura realizada em ambientes naturais daquela feita em tanques escavados em propriedades privadas. <br /><br />📉 Menos burocracia: o objetivo é simplificar processos e reduzir exigências para produtores que já precisam cumprir diversas licenças e autorizações. <br /><br />📈 Estímulo ao setor: a medida pode aumentar a eficiência, atrair investimentos e fortalecer a competitividade da aquicultura brasileira nos mercados interno e externo. <br /><br />🏛️ Tramitação: o texto foi aprovado na Câmara e segue para análise do Senado Federal. <br /><br />🐟 Impacto direto: a mudança pode beneficiar produtores aquícolas ao facilitar a regularização e operação da atividade. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito de custeio e investimento para aquicultores e pescadores, além de financiamento para estocagem e comercialização da produção. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71563729</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71563729/bbcast_psicultura_23042026.mp3" length="1050592" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, apresenta os principais pontos do projeto de lei 4.162/24, que propõe mudanças na exigência do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, apresenta os principais pontos do projeto de lei 4.162/24, que propõe mudanças na exigência do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />📜 Mudança na legislação: o PL 4.162/24 propõe revisar a obrigatoriedade do RGP para aquicultores, diferenciando a atividade aquícola da pesca tradicional. <br /><br />⚖️ Definição mais clara: a proposta busca separar a aquicultura realizada em ambientes naturais daquela feita em tanques escavados em propriedades privadas. <br /><br />📉 Menos burocracia: o objetivo é simplificar processos e reduzir exigências para produtores que já precisam cumprir diversas licenças e autorizações. <br /><br />📈 Estímulo ao setor: a medida pode aumentar a eficiência, atrair investimentos e fortalecer a competitividade da aquicultura brasileira nos mercados interno e externo. <br /><br />🏛️ Tramitação: o texto foi aprovado na Câmara e segue para análise do Senado Federal. <br /><br />🐟 Impacto direto: a mudança pode beneficiar produtores aquícolas ao facilitar a regularização e operação da atividade. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito de custeio e investimento para aquicultores e pescadores, além de financiamento para estocagem e comercialização da produção. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,aquicultura,bbcastagro,legislacaoagro,pesca,pl416224,producaoaquicola,registroatividadepesqueira,rgp</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/98b093b78c2f84721c3b6887f854845d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: pressão externa, produção 2026 e ajustes de preços | BBCast Agro - 22/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-pressao-externa-producao-2026-e-ajustes-de-precos-bbcast-agro-22-04-2026--71496726</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do café conilon, com destaque para a pressão externa, estimativas de produção e movimentos recentes de preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Mercado sob pressão: o café robusta iniciou abril influenciado por fatores externos, com estoques globais apertados sustentando as cotações, mas com oscilações no curto prazo. <br /><br />📊 Produção em foco: a Conab projeta cerca de 22 milhões de sacas de conilon no Brasil em 2026, sendo aproximadamente 15 milhões no Espírito Santo. <br /><br />📉 Possível ajuste na safra: parte do setor trabalha com expectativa de queda de até 12% na produção capixaba, após a safra recorde de 2025. <br /><br />🌍 Referência internacional: o Vietnã segue como importante produtor global, com estimativa de cerca de 30 milhões de sacas de robusta na safra atual. <br /><br />💱 Preços em queda: na Bolsa de Londres, o contrato para julho de 2026 acumula recuo de 16,8% no ano, enquanto no mercado interno o café tipo 7 registra queda de 7% no mês. <br /><br />🌱 Avanços tecnológicos no campo: no Espírito Santo, mais de 90% das lavouras contam com irrigação, além do avanço de práticas como fertirrigação e manejo hídrico de precisão. <br /><br />📈 Modernização da produção: a renovação dos cafezais e o uso de materiais melhorados contribuem para maior eficiência e previsibilidade produtiva. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na gestão da atividade cafeeira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71496726</guid><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71496726/bbcast_conilon_22042026.mp3" length="1284597" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do café conilon, com destaque para a pressão externa, estimativas de produção e movimentos recentes de preços.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do café conilon, com destaque para a pressão externa, estimativas de produção e movimentos recentes de preços.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Mercado sob pressão: o café robusta iniciou abril influenciado por fatores externos, com estoques globais apertados sustentando as cotações, mas com oscilações no curto prazo. <br /><br />📊 Produção em foco: a Conab projeta cerca de 22 milhões de sacas de conilon no Brasil em 2026, sendo aproximadamente 15 milhões no Espírito Santo. <br /><br />📉 Possível ajuste na safra: parte do setor trabalha com expectativa de queda de até 12% na produção capixaba, após a safra recorde de 2025. <br /><br />🌍 Referência internacional: o Vietnã segue como importante produtor global, com estimativa de cerca de 30 milhões de sacas de robusta na safra atual. <br /><br />💱 Preços em queda: na Bolsa de Londres, o contrato para julho de 2026 acumula recuo de 16,8% no ano, enquanto no mercado interno o café tipo 7 registra queda de 7% no mês. <br /><br />🌱 Avanços tecnológicos no campo: no Espírito Santo, mais de 90% das lavouras contam com irrigação, além do avanço de práticas como fertirrigação e manejo hídrico de precisão. <br /><br />📈 Modernização da produção: a renovação dos cafezais e o uso de materiais melhorados contribuem para maior eficiência e previsibilidade produtiva. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na gestão da atividade cafeeira. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>215</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,cafeconilon,cafeespiritosanto,caferobusta,mercadodecafe,precodocafe,producaodecafe,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário Semanal: tensões globais, clima e oferta movimentam a semana | BBCast Agro - 20/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-semanal-tensoes-globais-clima-e-oferta-movimentam-a-semana-bbcast-agro-20-04-2026--71490828</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica no radar: a possível retomada das negociações entre Irã e Estados Unidos traz expectativas positivas, mas mantém a volatilidade no mercado global de commodities. <br /><br />📊 Soja com pressão de oferta: mesmo com safra brasileira elevada, os prêmios nos portos seguem positivos, indicando bom ritmo de escoamento. No curto prazo, preços tendem à estabilidade, com viés de baixa no médio prazo. <br /><br />🌧️ Clima nos EUA e Argentina: chuvas no Meio-Oeste americano devem favorecer o plantio do milho, enquanto precipitações na Argentina dificultam a colheita da soja. <br /><br />🌽 Safra de milho em alta: a Conab elevou a estimativa da produção brasileira para 139,57 milhões de toneladas, impulsionada por boas condições climáticas. <br /><br />☕ Café em foco: com a colheita se aproximando, produtores intensificam preparativos e vendas da safra anterior. A entrada de oferta global e incertezas externas mantêm a volatilidade dos preços. <br /><br />🐂 Boi gordo sustentado: demanda firme e oferta restrita continuam sustentando os preços da arroba, apesar da cautela dos frigoríficos diante do limite da cota chinesa. <br /><br />📈 Bezerro em valorização: a menor oferta de reposição mantém pressão de alta nos preços, refletindo o atual momento do ciclo pecuário. <br /><br />⚠️ Atenção ao ciclo pecuário: com a aproximação do período seco, pode haver aumento da oferta de animais, gerando possível pressão sobre os preços no curto prazo. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: diante da volatilidade, produtores devem considerar ferramentas de proteção de preços no mercado futuro para garantir margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71490828</guid><pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:15:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71490828/bbcast_cenarios_20042026.mp3" length="5722143" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica de oferta e demanda.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, você acompanha os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta semana, com destaque para o cenário geopolítico, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 Geopolítica no radar: a possível retomada das negociações entre Irã e Estados Unidos traz expectativas positivas, mas mantém a volatilidade no mercado global de commodities. <br /><br />📊 Soja com pressão de oferta: mesmo com safra brasileira elevada, os prêmios nos portos seguem positivos, indicando bom ritmo de escoamento. No curto prazo, preços tendem à estabilidade, com viés de baixa no médio prazo. <br /><br />🌧️ Clima nos EUA e Argentina: chuvas no Meio-Oeste americano devem favorecer o plantio do milho, enquanto precipitações na Argentina dificultam a colheita da soja. <br /><br />🌽 Safra de milho em alta: a Conab elevou a estimativa da produção brasileira para 139,57 milhões de toneladas, impulsionada por boas condições climáticas. <br /><br />☕ Café em foco: com a colheita se aproximando, produtores intensificam preparativos e vendas da safra anterior. A entrada de oferta global e incertezas externas mantêm a volatilidade dos preços. <br /><br />🐂 Boi gordo sustentado: demanda firme e oferta restrita continuam sustentando os preços da arroba, apesar da cautela dos frigoríficos diante do limite da cota chinesa. <br /><br />📈 Bezerro em valorização: a menor oferta de reposição mantém pressão de alta nos preços, refletindo o atual momento do ciclo pecuário. <br /><br />⚠️ Atenção ao ciclo pecuário: com a aproximação do período seco, pode haver aumento da oferta de animais, gerando possível pressão sobre os preços no curto prazo. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: diante da volatilidade, produtores devem considerar ferramentas de proteção de preços no mercado futuro para garantir margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>358</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,climaagricultura,geopolitica,mercadodecommodities,milho,precodaarroba,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: plantio acelerado nos EUA e revisão positiva da safra no Brasil | BBcast Agro - 17/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-plantio-acelerado-nos-eua-e-revisao-positiva-da-safra-no-brasil-bbcast-agro-17-04-2026--71414018</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, analisa a pressão sobre as cotações internacionais e os novos números da safra brasileira divulgados pela <b>Conab</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Cenário em Chicago:</b> o contrato Jul/26 acumulou queda de <b>1,66%</b> na quinzena, cotado a <b>US$ 4,60/bushel</b>. A pressão vem do recuo do trigo, tensões geopolíticas entre <b>EUA</b> e <b>Irã</b> e o início adiantado do plantio da safra <b>2026/27</b>, que já atingiu <b>5%</b> da área.<br /><br />🇧🇷 <b>Safra Nacional:</b> a <b>Conab</b> elevou a estimativa da produção total para <b>139,57 milhões</b> de toneladas (+0,94% frente a março). O ajuste reflete o clima favorável para a 1ª safra e o bom desenvolvimento da 2ª safra (safrinha).<br /><br />📉 <b>Mercado Interno:</b> o indicador <b>Esalq/B3</b> recuou <b>4,11%</b> em abril, fechando a <b>R$ 67,48/saca</b>. A queda foi impulsionada pelo baixo interesse comprador, desvalorização do dólar e o avanço da colheita de verão.<br /><br />🌦️ <b>Clima:</b> o retorno das chuvas em importantes regiões produtoras da 2ª safra favorece o potencial produtivo das lavouras, aumentando a expectativa de oferta e pressionando os preços no curto prazo.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de Risco:</b> para garantir previsibilidade, o <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Julho/26</b> (strike até <b>R$ 67,12</b>) e <b>Setembro/26</b> (strike até <b>R$ 68,30</b>), além de operações de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71414018</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:16:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71414018/20260417_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1714050" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba-MG, analisa a pressão sobre as cotações internacionais e os novos números da safra brasileira divulgados pela Conab.

Destaques do episódio:

🇺🇸...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, analisa a pressão sobre as cotações internacionais e os novos números da safra brasileira divulgados pela <b>Conab</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Cenário em Chicago:</b> o contrato Jul/26 acumulou queda de <b>1,66%</b> na quinzena, cotado a <b>US$ 4,60/bushel</b>. A pressão vem do recuo do trigo, tensões geopolíticas entre <b>EUA</b> e <b>Irã</b> e o início adiantado do plantio da safra <b>2026/27</b>, que já atingiu <b>5%</b> da área.<br /><br />🇧🇷 <b>Safra Nacional:</b> a <b>Conab</b> elevou a estimativa da produção total para <b>139,57 milhões</b> de toneladas (+0,94% frente a março). O ajuste reflete o clima favorável para a 1ª safra e o bom desenvolvimento da 2ª safra (safrinha).<br /><br />📉 <b>Mercado Interno:</b> o indicador <b>Esalq/B3</b> recuou <b>4,11%</b> em abril, fechando a <b>R$ 67,48/saca</b>. A queda foi impulsionada pelo baixo interesse comprador, desvalorização do dólar e o avanço da colheita de verão.<br /><br />🌦️ <b>Clima:</b> o retorno das chuvas em importantes regiões produtoras da 2ª safra favorece o potencial produtivo das lavouras, aumentando a expectativa de oferta e pressionando os preços no curto prazo.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de Risco:</b> para garantir previsibilidade, o <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Julho/26</b> (strike até <b>R$ 67,12</b>) e <b>Setembro/26</b> (strike até <b>R$ 68,30</b>), além de operações de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>286</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,chicago,conab,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,safra2026,safrinha,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/18a15343e226921d6a19bc315676cd81.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo em alta e exportações aquecidas sustentam mercado | BBcast Agro - 16/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-em-alta-e-exportacoes-aquecidas-sustentam-mercado-bbcast-agro-16-04-2026--71367052</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização da arroba, demanda externa aquecida e oportunidades no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba em valorização: o indicador do boi gordo Cepea/Esalq atingiu R$ 367,00 na primeira quinzena de abril, alta de 3,1% em relação ao início do mês. <br /><br />🐄 Bezerro também em alta: o indicador Cepea/Esalq MS superou R$ 3.350,00, com valorização de 1,9% no período. <br /><br />📍 Mercado físico firme: em São Paulo, negócios chegaram a R$ 375,00 por arroba, com escalas de abate entre 5 e 8 dias e tendência de consolidação dos preços. <br /><br />🌎 Exportações aquecidas: nos primeiros dias úteis de abril, o Brasil exportou 97,2 mil toneladas de carne bovina, com média diária de 13,8 mil toneladas e preço médio de US$ 6.078 por tonelada, alta de 20% na comparação anual. <br /><br />📈 Mercado futuro em alta: contratos do boi gordo na B3 registraram valorização, com cotações médias de R$ 363,00 para abril e R$ 350,00 para maio de 2026. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece Opções Agro para proteção de preços, com opções de venda disponíveis para maio e junho de 2026. <br /><br />📱 Simulação no App BB: produtores podem consultar vencimentos e realizar simulações diretamente no aplicativo, acessando o menu agro. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: com o Custeio Agropecuário do BB, é possível financiar despesas da produção e garantir melhores condições para o ciclo pecuário. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71367052</guid><pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71367052/bbcast_boi_gordo_16042026.mp3" length="1182720" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização da arroba, demanda externa aquecida e oportunidades no mercado futuro....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização da arroba, demanda externa aquecida e oportunidades no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🐂 Arroba em valorização: o indicador do boi gordo Cepea/Esalq atingiu R$ 367,00 na primeira quinzena de abril, alta de 3,1% em relação ao início do mês. <br /><br />🐄 Bezerro também em alta: o indicador Cepea/Esalq MS superou R$ 3.350,00, com valorização de 1,9% no período. <br /><br />📍 Mercado físico firme: em São Paulo, negócios chegaram a R$ 375,00 por arroba, com escalas de abate entre 5 e 8 dias e tendência de consolidação dos preços. <br /><br />🌎 Exportações aquecidas: nos primeiros dias úteis de abril, o Brasil exportou 97,2 mil toneladas de carne bovina, com média diária de 13,8 mil toneladas e preço médio de US$ 6.078 por tonelada, alta de 20% na comparação anual. <br /><br />📈 Mercado futuro em alta: contratos do boi gordo na B3 registraram valorização, com cotações médias de R$ 363,00 para abril e R$ 350,00 para maio de 2026. <br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil oferece Opções Agro para proteção de preços, com opções de venda disponíveis para maio e junho de 2026. <br /><br />📱 Simulação no App BB: produtores podem consultar vencimentos e realizar simulações diretamente no aplicativo, acessando o menu agro. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: com o Custeio Agropecuário do BB, é possível financiar despesas da produção e garantir melhores condições para o ciclo pecuário. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,b3,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,exportacaocarnebovina,mercadodoboi,opcoesagro,pecuaria,precodaarroba,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Citricultura: safra maior pressiona preços e mercado segue cauteloso | BBCast Agro - 15/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/citricultura-safra-maior-pressiona-precos-e-mercado-segue-cauteloso-bbcast-agro-15-04-2026--71322032</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Carlos Brunelli, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da citricultura, com destaque para o aumento da produção, impacto nos preços e dinâmica do mercado interno e externo.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍊 Safra maior no cinturão citrícola: a produção de laranja 2025/2026 no cinturão de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro alcançou 292,9 milhões de caixas, alta de 26,9% frente à safra anterior. <br /><br />📉 Pressão nos preços internacionais: a maior oferta de laranja no Brasil contribuiu para a queda nas cotações dos contratos futuros de suco de laranja na Bolsa de Nova York. <br /><br />📊 Exportações em volume estável: os embarques de suco de laranja mantiveram estabilidade na safra atual, mas a receita caiu 27,1% devido aos preços internacionais mais baixos. <br /><br />🌎 Destaque para os Estados Unidos: os embarques para o mercado americano seguem sustentando parte das exportações, enquanto a União Europeia ainda preocupa o setor. <br /><br />📦 Estoques com melhor qualidade: apesar do cenário desafiador, os estoques desta safra apresentam qualidade superior em relação ao ciclo anterior. <br /><br />⏳ Entressafra no mercado interno: os preços da laranja pera para mesa estão em torno de R$ 44,00 por caixa, com produtores aguardando movimentação das indústrias processadoras. <br /><br />📅 Expectativa para nova safra: a primeira estimativa da safra 2026/2027 será divulgada em maio pelo Fundecitrus, trazendo novos direcionamentos ao mercado. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de custeio e investimento para apoiar os citricultores na gestão da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71322032</guid><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71322032/bbcast_citricultura_15042026.mp3" length="1329110" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Carlos Brunelli, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da citricultura, com destaque para o aumento da produção, impacto nos preços e dinâmica do mercado interno e externo.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Carlos Brunelli, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da citricultura, com destaque para o aumento da produção, impacto nos preços e dinâmica do mercado interno e externo.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🍊 Safra maior no cinturão citrícola: a produção de laranja 2025/2026 no cinturão de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro alcançou 292,9 milhões de caixas, alta de 26,9% frente à safra anterior. <br /><br />📉 Pressão nos preços internacionais: a maior oferta de laranja no Brasil contribuiu para a queda nas cotações dos contratos futuros de suco de laranja na Bolsa de Nova York. <br /><br />📊 Exportações em volume estável: os embarques de suco de laranja mantiveram estabilidade na safra atual, mas a receita caiu 27,1% devido aos preços internacionais mais baixos. <br /><br />🌎 Destaque para os Estados Unidos: os embarques para o mercado americano seguem sustentando parte das exportações, enquanto a União Europeia ainda preocupa o setor. <br /><br />📦 Estoques com melhor qualidade: apesar do cenário desafiador, os estoques desta safra apresentam qualidade superior em relação ao ciclo anterior. <br /><br />⏳ Entressafra no mercado interno: os preços da laranja pera para mesa estão em torno de R$ 44,00 por caixa, com produtores aguardando movimentação das indústrias processadoras. <br /><br />📅 Expectativa para nova safra: a primeira estimativa da safra 2026/2027 será divulgada em maio pelo Fundecitrus, trazendo novos direcionamentos ao mercado. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito de custeio e investimento para apoiar os citricultores na gestão da atividade. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,cenariocitricultura,exportacaodesuco,laranja,mercadodelaranja,precodalaranja,producaodelaranja,safra2026,sucodelaranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6350caa7833b0518913f91239b439c29.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Feijão: menor produção e oferta restrita sustentam preços | BBCast Agro - 14/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/feijao-menor-producao-e-oferta-restrita-sustentam-precos-bbcast-agro-14-04-2026--71314786</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Pedro Augusto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para a redução da produção, oferta limitada e valorização dos preços no mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Produção menor: Conab estima safra 2025/26 em 2,9 milhões de toneladas, queda de 4,7% frente ao ciclo anterior. <br /><br />📉 Área e produtividade: redução da área plantada e leve queda na produtividade refletem menor atratividade da cultura. <br /><br />🐛 Desafios no campo: incidência de mosca branca e concorrência com outras culturas impactam o plantio. <br /><br />🍽️ Consumo: demanda interna estimada em 2,7 milhões de toneladas, com leve tendência de queda ao longo dos anos. <br /><br />📈 Preços em alta: mercado reagiu desde fevereiro com oferta restrita, estoques baixos e vendas controladas pelos produtores. <br /><br />💰 Valorização: feijão carioca atingiu pico em março, com prêmios elevados para grãos de melhor qualidade. <br /><br />⚖️ Substituição: feijão-preto ganha competitividade diante da diferença de preços em relação ao carioca. <br /><br />📊 Cotações: feijão carioca de alta qualidade chegou a R$ 328/saca em MG, enquanto no PR ficou em torno de R$ 282,40/saca. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio e investimento na cultura. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71314786</guid><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:30:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71314786/14042026feijao.mp3" length="3171891" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Pedro Augusto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para a redução da produção, oferta limitada e valorização dos preços no mercado.

Destaques do episódio: 

🌱...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Pedro Augusto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do feijão, com destaque para a redução da produção, oferta limitada e valorização dos preços no mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Produção menor: Conab estima safra 2025/26 em 2,9 milhões de toneladas, queda de 4,7% frente ao ciclo anterior. <br /><br />📉 Área e produtividade: redução da área plantada e leve queda na produtividade refletem menor atratividade da cultura. <br /><br />🐛 Desafios no campo: incidência de mosca branca e concorrência com outras culturas impactam o plantio. <br /><br />🍽️ Consumo: demanda interna estimada em 2,7 milhões de toneladas, com leve tendência de queda ao longo dos anos. <br /><br />📈 Preços em alta: mercado reagiu desde fevereiro com oferta restrita, estoques baixos e vendas controladas pelos produtores. <br /><br />💰 Valorização: feijão carioca atingiu pico em março, com prêmios elevados para grãos de melhor qualidade. <br /><br />⚖️ Substituição: feijão-preto ganha competitividade diante da diferença de preços em relação ao carioca. <br /><br />📊 Cotações: feijão carioca de alta qualidade chegou a R$ 328/saca em MG, enquanto no PR ficou em torno de R$ 282,40/saca. <br /><br />🏦 Apoio ao produtor: Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio e investimento na cultura. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,cepea,cna,conab,custodeproducao,feijao,feijaocarioca,feijaopreto,mercadodofeijao,ofertaedemanda,precodofeijao,producaodefeijao,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/567ecd70ebd5a812550b3dc359ac90a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário semanal: USDA, geopolítica e clima impactam commodities | BBcast Agro - 13/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-semanal-usda-geopolitica-e-clima-impactam-commodities-bbcast-agro-13-04-2026--71289863</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com destaque para relatórios internacionais, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Relatórios do USDA: mercado atento a possíveis ajustes nos estoques de soja dos EUA e ao prêmio de risco climático.<br /><br />🌱 Soja: relação com petróleo e biodiesel mantém volatilidade; colheita no Brasil se aproxima do fim, com mais de 90% da área colhida. <br /><br />🌎 Argentina: início da colheita entra no radar e pode influenciar a oferta global de derivados. <br /><br />📉 Preços: tendência de estabilidade no curto prazo e viés de baixa no médio, diante da oferta elevada. <br /><br />🌽 Milho: plantio nos EUA e relatório da Conab devem influenciar preços; atraso na safrinha pode gerar preocupação com clima. <br /><br />💱 Câmbio: dólar mais fraco favorece exportações americanas, aumentando a competitividade no mercado global. <br /><br />☕ Café: clima segue favorável no Brasil; produtores aumentam vendas da safra 2025 para custear a colheita de 2026. <br /><br />⛽ Insumos: expectativa de redução nos preços de fertilizantes, com possível alívio nos custos. <br /><br />🐂 Boi gordo: oferta restrita de animais mantém pressão nos preços; frigoríficos enfrentam dificuldade nas escalas. <br /><br />📈 Bezerro em alta: valorização de 8,7% nos últimos 60 dias indica continuidade do ciclo de alta. <br /><br />🌏 Mercado externo: exportações seguem relevantes, enquanto novos fatores, como sanidade animal na China, permanecem no radar. <br /><br />⚠️ Gestão de risco: cenário reforça a importância de estratégias de proteção de preços no mercado futuro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.Bons negócios e até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71289863</guid><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:53:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71289863/cenarios_agro_13042026.mp3" length="5592993" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com destaque para relatórios internacionais, clima e dinâmica de oferta e demanda.

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais fatores que devem influenciar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com destaque para relatórios internacionais, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Relatórios do USDA: mercado atento a possíveis ajustes nos estoques de soja dos EUA e ao prêmio de risco climático.<br /><br />🌱 Soja: relação com petróleo e biodiesel mantém volatilidade; colheita no Brasil se aproxima do fim, com mais de 90% da área colhida. <br /><br />🌎 Argentina: início da colheita entra no radar e pode influenciar a oferta global de derivados. <br /><br />📉 Preços: tendência de estabilidade no curto prazo e viés de baixa no médio, diante da oferta elevada. <br /><br />🌽 Milho: plantio nos EUA e relatório da Conab devem influenciar preços; atraso na safrinha pode gerar preocupação com clima. <br /><br />💱 Câmbio: dólar mais fraco favorece exportações americanas, aumentando a competitividade no mercado global. <br /><br />☕ Café: clima segue favorável no Brasil; produtores aumentam vendas da safra 2025 para custear a colheita de 2026. <br /><br />⛽ Insumos: expectativa de redução nos preços de fertilizantes, com possível alívio nos custos. <br /><br />🐂 Boi gordo: oferta restrita de animais mantém pressão nos preços; frigoríficos enfrentam dificuldade nas escalas. <br /><br />📈 Bezerro em alta: valorização de 8,7% nos últimos 60 dias indica continuidade do ciclo de alta. <br /><br />🌏 Mercado externo: exportações seguem relevantes, enquanto novos fatores, como sanidade animal na China, permanecem no radar. <br /><br />⚠️ Gestão de risco: cenário reforça a importância de estratégias de proteção de preços no mercado futuro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.Bons negócios e até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>350</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,climanoagro,conab,geopolitica,mercadodecommodities,mercadodocafe,milho,precodoboigordo,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: preços reagem no curto prazo, mas mercado ainda busca equilíbrio | BBcast Agro - 09/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-precos-reagem-no-curto-prazo-mas-mercado-ainda-busca-equilibrio-bbcast-agro-09-04-2026--71209208</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recuperação dos preços no curto prazo, custos e dinâmica de mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥛 Preços do leite: alta de 5,4% em fevereiro/26, mas queda de 22,8% na comparação anual. <br /><br />📈 Pressão altista: mercado spot registrou forte alta na segunda quinzena de março, sinalizando avanço no curto prazo. <br /><br />📊 Projeções: Conseleites indicam aumento médio de 6% no preço ao produtor em março. <br /><br />📉 Histórico recente: preço médio recuou em 2025, refletindo maior oferta no mercado. <br /><br />💰 Custos de produção: leve queda em fevereiro, puxada principalmente pela redução na alimentação. <br /><br />🌎 Comércio exterior: exportações cresceram no mês, enquanto importações seguem elevadas, com destaque para o leite em pó. <br /><br />⚖️ Balança comercial: setor lácteo acumula déficit de US$ 340 milhões em 2026. <br /><br />📌 Gestão eficiente: controle de custos será essencial para garantir rentabilidade ao produtor. O Banco do Brasil oferece linhas de custeio para apoiar o produtor na aquisição de insumos no momento mais adequado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71209208</guid><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:30:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71209208/bbcast_leite_09042026.mp3" length="1368450" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recuperação dos preços no curto prazo, custos e dinâmica de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Campo Mourão (PR), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recuperação dos preços no curto prazo, custos e dinâmica de mercado.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🥛 Preços do leite: alta de 5,4% em fevereiro/26, mas queda de 22,8% na comparação anual. <br /><br />📈 Pressão altista: mercado spot registrou forte alta na segunda quinzena de março, sinalizando avanço no curto prazo. <br /><br />📊 Projeções: Conseleites indicam aumento médio de 6% no preço ao produtor em março. <br /><br />📉 Histórico recente: preço médio recuou em 2025, refletindo maior oferta no mercado. <br /><br />💰 Custos de produção: leve queda em fevereiro, puxada principalmente pela redução na alimentação. <br /><br />🌎 Comércio exterior: exportações cresceram no mês, enquanto importações seguem elevadas, com destaque para o leite em pó. <br /><br />⚖️ Balança comercial: setor lácteo acumula déficit de US$ 340 milhões em 2026. <br /><br />📌 Gestão eficiente: controle de custos será essencial para garantir rentabilidade ao produtor. O Banco do Brasil oferece linhas de custeio para apoiar o produtor na aquisição de insumos no momento mais adequado. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>229</itunes:duration><itunes:keywords>agronegociolacteo,bbcastagro,bovinoculturadeleite,cepealeite,conseleite,custodeproducaoleite,leite2026,mercadodoleite,pecuarialeiteira,precodoleite,producaodeleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: safra promissora e custos em alta exigem cautela | BBcast Agro - 08/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-safra-promissora-e-custos-em-alta-exigem-cautela-bbcast-agro-08-04-2026--71162871</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leonardo Miguel Calderaro da Silva, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Viçosa (MG), analisa o cenário do café arábica, com destaque para a expectativa de safra elevada, custos crescentes e cautela na comercialização.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Safra promissora: projeções entre 66,2 e 75,3 milhões de sacas, com clima favorável ao desenvolvimento das lavouras. <br /><br />🌧️ Atenção no manejo: excesso de umidade exige controle de doenças como ferrugem, phoma e pragas como a broca. <br /><br />🌍 Cenário internacional: tensões no Oriente Médio elevam custos logísticos, combustíveis e fertilizantes. <br /><br />⛽ Custos em alta: petróleo próximo de US$ 115 pressiona insumos como a ureia, que subiu cerca de 50%. <br /><br />🚜 Impacto no campo: alta do diesel pode elevar custos da colheita mecanizada em até 15%. <br /><br />📉 Comercialização lenta: apenas 12% da safra foi negociada antecipadamente, abaixo da média histórica. <br /><br />💰 Preços: café arábica no Sul de Minas fechou março próximo de R$ 1.930/saca, com ajuste diante da expectativa de maior oferta. <br /><br />📊 Gestão de risco: BB oferece soluções como termo de mercadorias e Opções Agro para proteção de margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71162871</guid><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71162871/bbcast_arabica_08042026.mp3" length="928966" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leonardo Miguel Calderaro da Silva, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Viçosa (MG), analisa o cenário do café arábica, com destaque para a expectativa de safra elevada, custos crescentes e cautela na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leonardo Miguel Calderaro da Silva, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Viçosa (MG), analisa o cenário do café arábica, com destaque para a expectativa de safra elevada, custos crescentes e cautela na comercialização.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />☕ Safra promissora: projeções entre 66,2 e 75,3 milhões de sacas, com clima favorável ao desenvolvimento das lavouras. <br /><br />🌧️ Atenção no manejo: excesso de umidade exige controle de doenças como ferrugem, phoma e pragas como a broca. <br /><br />🌍 Cenário internacional: tensões no Oriente Médio elevam custos logísticos, combustíveis e fertilizantes. <br /><br />⛽ Custos em alta: petróleo próximo de US$ 115 pressiona insumos como a ureia, que subiu cerca de 50%. <br /><br />🚜 Impacto no campo: alta do diesel pode elevar custos da colheita mecanizada em até 15%. <br /><br />📉 Comercialização lenta: apenas 12% da safra foi negociada antecipadamente, abaixo da média histórica. <br /><br />💰 Preços: café arábica no Sul de Minas fechou março próximo de R$ 1.930/saca, com ajuste diante da expectativa de maior oferta. <br /><br />📊 Gestão de risco: BB oferece soluções como termo de mercadorias e Opções Agro para proteção de margens. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,brocadocafe,cafearabica,cafeicultura,custodeproducao,ferrugemdocafe,mercadodecommodities,mercadodocafe,precodocafe,producaodecafe,safradecafe,suldeminas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima no agro: transição da La Niña e impactos nas lavouras | BBcast Agro - 07/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-no-agro-transicao-da-la-nina-e-impactos-nas-lavouras-bbcast-agro-07-04-2026--71133559</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário climático e seus impactos nas principais regiões produtoras do Brasil.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌦️ Transição climática: modelos indicam o fim da La Niña e cenário neutro até meados de 2026, com possibilidade de El Niño no segundo semestre. <br /><br />🌍 Tendência global: aquecimento das águas do oceano reforça a chance de mudança no padrão climático. 🇧🇷 Chuvas no Brasil: previsão indica maior concentração no Norte e Nordeste, com distribuição irregular nas demais regiões. <br /><br />🌱 Norte e Nordeste: condições favoráveis à umidade do solo, beneficiando lavouras, frutas e pastagens, com exceções de clima mais seco em áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. <br /><br />🌽 Centro-Oeste: redução das chuvas e calor podem afetar milho e pastagens, embora favoreçam a colheita. <br /><br />🌾 Sudeste: cenário geralmente positivo para cana-de-açúcar, segunda safra e pastagens, com riscos pontuais de déficit hídrico. <br /><br />🌧️ Sul: menor volume de chuvas e temperaturas elevadas podem prejudicar o milho safrinha, culturas de inverno e pastagens. <br /><br />📊 Gestão no campo: monitoramento climático e acompanhamento da safra são essenciais para a tomada de decisão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71133559</guid><pubDate>Tue, 07 Apr 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71133559/07042026_clima.mp3" length="2664906" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário climático e seus impactos nas principais regiões produtoras do Brasil.

Destaques do episódio: 

🌦️ Transição...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário climático e seus impactos nas principais regiões produtoras do Brasil.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌦️ Transição climática: modelos indicam o fim da La Niña e cenário neutro até meados de 2026, com possibilidade de El Niño no segundo semestre. <br /><br />🌍 Tendência global: aquecimento das águas do oceano reforça a chance de mudança no padrão climático. 🇧🇷 Chuvas no Brasil: previsão indica maior concentração no Norte e Nordeste, com distribuição irregular nas demais regiões. <br /><br />🌱 Norte e Nordeste: condições favoráveis à umidade do solo, beneficiando lavouras, frutas e pastagens, com exceções de clima mais seco em áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. <br /><br />🌽 Centro-Oeste: redução das chuvas e calor podem afetar milho e pastagens, embora favoreçam a colheita. <br /><br />🌾 Sudeste: cenário geralmente positivo para cana-de-açúcar, segunda safra e pastagens, com riscos pontuais de déficit hídrico. <br /><br />🌧️ Sul: menor volume de chuvas e temperaturas elevadas podem prejudicar o milho safrinha, culturas de inverno e pastagens. <br /><br />📊 Gestão no campo: monitoramento climático e acompanhamento da safra são essenciais para a tomada de decisão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>167</itunes:duration><itunes:keywords>agriculturaclima,agronegocio,bbcastagro,chuvasnobrasil,climabrasil,climanoagro,elnino,impactoclimatico,inmet,lanina,noaa,previsaodotempoagro,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04c3509a93145b14fe8d05dedd3e13de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário semanal: soja, milho, café e boi sob impacto global | BBCast Agro - 06/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-semanal-soja-milho-cafe-e-boi-sob-impacto-global-bbcast-agro-06-04-2026--71131274</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com foco em geopolítica, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica em foco: tensões entre Irã, Estados Unidos e Israel seguem influenciando petróleo, logística e demanda por commodities.<br /><br />🌱 Soja: aumento da área nos EUA, apontado pelo USDA, pode pressionar preços futuros; safra argentina segue favorecida pelo clima. 🇧🇷 Brasil: colheita avança para 80%, com clima estável favorecendo os trabalhos e contribuindo para pressão de oferta.<br /><br />⛽ Biocombustíveis: liberação do E15 nos EUA pode impactar demanda por grãos e mercado energético. <br /><br />🌽 Milho: mercado atento aos relatórios do USDA, que devem influenciar a precificação global. <br /><br />🌧️ Clima no Brasil: volumes de chuva em abril serão decisivos para o potencial produtivo das lavouras. <br /><br />☕ Café: aumento da oferta global com entrada das safras do Brasil e Indonésia tende a pressionar preços. <br /><br />📉 Mercado do café: expectativa de safra recorde de arábica e maior volume de conilon no curto prazo. <br /><br />🐂 Boi gordo: exportações avançam com foco na China, enquanto mercado futuro acompanha valorização do físico. <br /><br />📊 Gestão de risco: cenário volátil reforça a importância de estratégias de proteção de preços no mercado futuro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Bons negócios e até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71131274</guid><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71131274/bbcast_cenarios_agro_06042026.mp3" length="4958113" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com foco em geopolítica, clima e dinâmica de oferta e demanda.

Destaques do episódio:

🌍...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com foco em geopolítica, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica em foco: tensões entre Irã, Estados Unidos e Israel seguem influenciando petróleo, logística e demanda por commodities.<br /><br />🌱 Soja: aumento da área nos EUA, apontado pelo USDA, pode pressionar preços futuros; safra argentina segue favorecida pelo clima. 🇧🇷 Brasil: colheita avança para 80%, com clima estável favorecendo os trabalhos e contribuindo para pressão de oferta.<br /><br />⛽ Biocombustíveis: liberação do E15 nos EUA pode impactar demanda por grãos e mercado energético. <br /><br />🌽 Milho: mercado atento aos relatórios do USDA, que devem influenciar a precificação global. <br /><br />🌧️ Clima no Brasil: volumes de chuva em abril serão decisivos para o potencial produtivo das lavouras. <br /><br />☕ Café: aumento da oferta global com entrada das safras do Brasil e Indonésia tende a pressionar preços. <br /><br />📉 Mercado do café: expectativa de safra recorde de arábica e maior volume de conilon no curto prazo. <br /><br />🐂 Boi gordo: exportações avançam com foco na China, enquanto mercado futuro acompanha valorização do físico. <br /><br />📊 Gestão de risco: cenário volátil reforça a importância de estratégias de proteção de preços no mercado futuro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Bons negócios e até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>310</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,climanoagro,exportacoes,geopolitica,mercadodecommodities,mercadodocafe,milho,precodoboigordo,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de corte: exportações firmes e alta do bezerro | BBcast Agro - 02/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-corte-exportacoes-firmes-e-alta-do-bezerro-bbcast-agro-02-04-2026--71044970</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o recorde de abate, valorização do bezerro e firmeza nas exportações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Abate recorde: em 2025, o Brasil abateu 42,9 milhões de bovinos, maior volume da história, com 47% de fêmeas.<br /><br />📈 Preço do boi gordo: indicador CEPEA/ESALQ fechou março em R$ 355/@, com leve alta de 0,5% no mês.<br /><br />🐄 Bezerro valorizado: indicador CEPEA/ESALQ-MS registrou R$ 3.295/cabeça, com alta de 2,2% no período.<br /><br />📊 Mercado físico: em São Paulo, negociações atingiram R$ 360/@, com escalas de abate entre 5 e 6 dias.<br /><br />🌍 Exportações aquecidas: embarques de carne bovina somaram 167 mil toneladas em março, com alta de 18% no preço médio.<br /><br />📉 Mercado futuro: contratos na B3 para abril e maio/26 registraram valorização, reforçando expectativas positivas.<br /><br />⚠️ Gestão de risco: cenário atual favorece uso de ferramentas de proteção de preços no mercado futuro. <br /><br />🏦 Soluções BB: opções Agro (PUT) e custeio agropecuário auxiliam na mitigação de riscos e no financiamento da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71044970</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71044970/bbcast_boi_gordo_02042026.mp3" length="1595716" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o recorde de abate, valorização do bezerro e firmeza nas exportações....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o recorde de abate, valorização do bezerro e firmeza nas exportações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Abate recorde: em 2025, o Brasil abateu 42,9 milhões de bovinos, maior volume da história, com 47% de fêmeas.<br /><br />📈 Preço do boi gordo: indicador CEPEA/ESALQ fechou março em R$ 355/@, com leve alta de 0,5% no mês.<br /><br />🐄 Bezerro valorizado: indicador CEPEA/ESALQ-MS registrou R$ 3.295/cabeça, com alta de 2,2% no período.<br /><br />📊 Mercado físico: em São Paulo, negociações atingiram R$ 360/@, com escalas de abate entre 5 e 6 dias.<br /><br />🌍 Exportações aquecidas: embarques de carne bovina somaram 167 mil toneladas em março, com alta de 18% no preço médio.<br /><br />📉 Mercado futuro: contratos na B3 para abril e maio/26 registraram valorização, reforçando expectativas positivas.<br /><br />⚠️ Gestão de risco: cenário atual favorece uso de ferramentas de proteção de preços no mercado futuro. <br /><br />🏦 Soluções BB: opções Agro (PUT) e custeio agropecuário auxiliam na mitigação de riscos e no financiamento da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>266</itunes:duration><itunes:keywords>|,-,02/04/2026 no,agro,alta,bb,bbcast,bezerro,bovinocultura,corte:,de,do,e,episódio,exportações,firmes,hoje,no,preços,sustentam</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: preços em alta no curto prazo e redução de área no Brasil | BBcast Agro - 01/04/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-precos-em-alta-no-curto-prazo-e-reducao-de-area-no-brasil-bbcast-agro-01-04-2026--71022854</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), analisa o cenário do trigo, com destaque para o mercado internacional, redução de área plantada e os desafios para o produtor brasileiro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Mercado internacional: cotações em Chicago subiram mais de 7% no mês, com o trigo cotado a US$ 6,10/buschel, influenciado pela alta do petróleo e tensões no Oriente Médio.<br /><br />📊 Oferta global: grande disponibilidade de trigo, com destaque para Rússia e União Europeia, limita avanços mais expressivos nos preços. <br /><br />🌱 Redução de área no Brasil: Conab projeta queda de 5,2%, podendo ser ainda maior segundo expectativas do mercado.<br /><br />📉 Paraná em destaque: DERAL estima redução de 6% na área, chegando a 775 mil hectares — menor nível em 26 anos.<br /><br />💰 Menor atratividade: preços cerca de 20% inferiores ao ano passado, custos elevados e concorrência com milho safrinha e cevada impactam o plantio.<br /><br />🌧️ Riscos climáticos: no Rio Grande do Sul, possível El Niño forte pode elevar chuvas, doenças e perdas de qualidade.<br /><br />📈 Preços internos: indicador Cepea/Esalq acumula alta de 7% no mês, cotado a R$ 1.150/tonelada, refletindo oferta restrita na entressafra.<br /><br />🏦 Apoio ao produtor: Banco do Brasil oferece linhas de custeio para culturas de inverno, auxiliando no planejamento da safra.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71022854</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71022854/bbcast_trigo_01042026.mp3" length="1242436" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), analisa o cenário do trigo, com destaque para o mercado internacional, redução de área plantada e os desafios para o produtor...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Joseanne Arana, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), analisa o cenário do trigo, com destaque para o mercado internacional, redução de área plantada e os desafios para o produtor brasileiro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Mercado internacional: cotações em Chicago subiram mais de 7% no mês, com o trigo cotado a US$ 6,10/buschel, influenciado pela alta do petróleo e tensões no Oriente Médio.<br /><br />📊 Oferta global: grande disponibilidade de trigo, com destaque para Rússia e União Europeia, limita avanços mais expressivos nos preços. <br /><br />🌱 Redução de área no Brasil: Conab projeta queda de 5,2%, podendo ser ainda maior segundo expectativas do mercado.<br /><br />📉 Paraná em destaque: DERAL estima redução de 6% na área, chegando a 775 mil hectares — menor nível em 26 anos.<br /><br />💰 Menor atratividade: preços cerca de 20% inferiores ao ano passado, custos elevados e concorrência com milho safrinha e cevada impactam o plantio.<br /><br />🌧️ Riscos climáticos: no Rio Grande do Sul, possível El Niño forte pode elevar chuvas, doenças e perdas de qualidade.<br /><br />📈 Preços internos: indicador Cepea/Esalq acumula alta de 7% no mês, cotado a R$ 1.150/tonelada, refletindo oferta restrita na entressafra.<br /><br />🏦 Apoio ao produtor: Banco do Brasil oferece linhas de custeio para culturas de inverno, auxiliando no planejamento da safra.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,cepea,chicagocommodities,conab,culturasdeinverno,deral,elnino,mercadodotrigo,precodotrigo,producaodetrigo,safradetrigo,trigo,trigobrasil</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca316a027ecbb79a09a63d86f1fb4c34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: petróleo em alta e mercado cauteloso nas cotações | BBcast Agro - 31/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-petroleo-em-alta-e-mercado-cauteloso-nas-cotacoes-bbcast-agro-31-03-2026--71000325</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão, com destaque para os impactos da geopolítica, custos de produção e expectativas para o mercado internacional.<br /><br /> Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica e petróleo: o conflito envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã elevou o preço do petróleo, com impacto direto nos custos globais.<br /><br />🧪 Insumos em alta: derivados do petróleo, como fertilizantes nitrogenados e fibras sintéticas (poliéster), registraram aumento de preços.<br /><br />📊 Algodão sem reação: mesmo com alta das fibras sintéticas, o algodão não apresentou valorização relevante, refletindo cautela do mercado.<br /><br />⛽ Custo do diesel: aumento do diesel preocupa, pois impacta diretamente os custos de produção e logística da cultura.<br /><br />📉 Mercado internacional: na Bolsa de Nova Iorque, o algodão segue com baixa volatilidade, em compasso de espera.<br /><br />📑 Expectativas USDA: o relatório de área plantada nos EUA pode influenciar os preços e trazer nova direção ao mercado.<br /><br />🌱 Safra no Brasil: condições climáticas favoráveis, com boas chuvas, sustentam o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />📊 Gestão de risco: BB oferece instrumentos como Opções Agro, NDF e opções de venda (PUT) para proteção de preços.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/71000325</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/71000325/bbcast_algodao_31032026.mp3" length="1067520" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão, com destaque para os impactos da geopolítica, custos de produção e expectativas para o mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão, com destaque para os impactos da geopolítica, custos de produção e expectativas para o mercado internacional.<br /><br /> Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica e petróleo: o conflito envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã elevou o preço do petróleo, com impacto direto nos custos globais.<br /><br />🧪 Insumos em alta: derivados do petróleo, como fertilizantes nitrogenados e fibras sintéticas (poliéster), registraram aumento de preços.<br /><br />📊 Algodão sem reação: mesmo com alta das fibras sintéticas, o algodão não apresentou valorização relevante, refletindo cautela do mercado.<br /><br />⛽ Custo do diesel: aumento do diesel preocupa, pois impacta diretamente os custos de produção e logística da cultura.<br /><br />📉 Mercado internacional: na Bolsa de Nova Iorque, o algodão segue com baixa volatilidade, em compasso de espera.<br /><br />📑 Expectativas USDA: o relatório de área plantada nos EUA pode influenciar os preços e trazer nova direção ao mercado.<br /><br />🌱 Safra no Brasil: condições climáticas favoráveis, com boas chuvas, sustentam o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />📊 Gestão de risco: BB oferece instrumentos como Opções Agro, NDF e opções de venda (PUT) para proteção de preços.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,algodao,bbcastagro,climanoagro,custodeproducao,fibrastezteis,geopolitica,mercadodoalgodao,petroleo,plumadealgodao,precodoalgodao,producaodealgodao,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário semanal: geopolítica, safras e preços das commodities em foco | BBcast Agro - 30/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-semanal-geopolitica-safras-e-precos-das-commodities-em-foco-bbcast-agro-30-03-2026--70996658</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais destaques que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com foco em cenário internacional, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Cenário internacional: mercado segue cauteloso com as tensões no Oriente Médio e incertezas sobre negociações com o Irã, mantendo volatilidade nas commodities, especialmente no petróleo.<br /><br />📊 Relações globais: a expectativa para a reunião entre Estados Unidos e China em maio segue no radar, influenciando o comportamento dos traders.<br /><br />🌱 Soja: mercado atento ao relatório do USDA sobre intenção de plantio, com expectativa de aumento de área nos EUA, o que pode pressionar preços em Chicago.<br /><br />🌎 América do Sul: Argentina apresenta cenário positivo para a safra, com estimativas entre 48 e 50 milhões de toneladas, aumentando a oferta global.<br /><br />🌽 Milho: expectativa em torno do relatório de plantio nos EUA e atenção ao clima no Brasil, principalmente nas áreas de segunda safra no centro-norte.<br /><br />🚛 Logística: custos elevados de frete seguem pressionando as margens dos produtores brasileiros.<br /><br />☕ Café: mercado com expectativa de safra recorde no Brasil, o que pode pressionar preços com o avanço da colheita, além da influência do câmbio e do mercado financeiro.<br /><br />🐂 Boi gordo: exportações seguem sustentando os preços, mesmo com desaceleração recente nos embarques.<br /><br />📈 Ciclo pecuário: alta no preço do bezerro indica início de inversão do ciclo, com perspectiva de preços firmes para a arroba em 2026. <br /><br />⚠️ Gestão de risco: cenário reforça a importância do uso de ferramentas como contratos futuros, a termo e opções para proteção de preços.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Bons negócios e até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70996658</guid><pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:14:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70996658/bbcast_cenarios_agro_30032026.mp3" length="6790864" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais destaques que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com foco em cenário internacional, clima e dinâmica de oferta e demanda.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, acompanhe os principais destaques que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo ao longo da semana, com foco em cenário internacional, clima e dinâmica de oferta e demanda.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Cenário internacional: mercado segue cauteloso com as tensões no Oriente Médio e incertezas sobre negociações com o Irã, mantendo volatilidade nas commodities, especialmente no petróleo.<br /><br />📊 Relações globais: a expectativa para a reunião entre Estados Unidos e China em maio segue no radar, influenciando o comportamento dos traders.<br /><br />🌱 Soja: mercado atento ao relatório do USDA sobre intenção de plantio, com expectativa de aumento de área nos EUA, o que pode pressionar preços em Chicago.<br /><br />🌎 América do Sul: Argentina apresenta cenário positivo para a safra, com estimativas entre 48 e 50 milhões de toneladas, aumentando a oferta global.<br /><br />🌽 Milho: expectativa em torno do relatório de plantio nos EUA e atenção ao clima no Brasil, principalmente nas áreas de segunda safra no centro-norte.<br /><br />🚛 Logística: custos elevados de frete seguem pressionando as margens dos produtores brasileiros.<br /><br />☕ Café: mercado com expectativa de safra recorde no Brasil, o que pode pressionar preços com o avanço da colheita, além da influência do câmbio e do mercado financeiro.<br /><br />🐂 Boi gordo: exportações seguem sustentando os preços, mesmo com desaceleração recente nos embarques.<br /><br />📈 Ciclo pecuário: alta no preço do bezerro indica início de inversão do ciclo, com perspectiva de preços firmes para a arroba em 2026. <br /><br />⚠️ Gestão de risco: cenário reforça a importância do uso de ferramentas como contratos futuros, a termo e opções para proteção de preços.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Bons negócios e até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>425</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,climanoagro,exportacoes,geopolitica,mercadodecommodities,mercadodocafe,milho,precodoboigordo,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Avicultura: pressão nos preços do frango de corte e exportações em alta | BBcast Agro - 26/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/avicultura-pressao-nos-precos-do-frango-de-corte-e-exportacoes-em-alta-bbcast-agro-26-03-2026--70894543</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), analisa o cenário da avicultura de corte, com destaque para a recuperação das exportações, aumento da produção e pressão nos preços pagos ao produtor.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐔 Exportações retomadas: após o foco de gripe aviária em 2025, o Brasil retomou gradualmente os embarques, com destaque para o mercado chinês e recuperação dos volumes exportados.<br /><br />📉 Pressão nos preços: apesar de leve reação em agosto de 2025, os preços do frango vivo seguem em queda desde setembro, com média de R$ 5,01/kg em fevereiro de 2026 em São Paulo, segundo o CEPEA.<br /><br />📊 Aumento da produção: o abate de frangos alcançou 1,71 bilhão de cabeças no quarto trimestre, crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />🌎 Destaque regional: o Paraná segue como maior produtor nacional, com cerca de 35% da produção brasileira.<br /><br />💰 Custos mais baixos: o custo de produção fechou fevereiro em R$ 4,72, com destaque para a redução no preço da ração, mantendo a rentabilidade positiva.<br /><br />📦 Estratégia do produtor: o cenário atual favorece a compra antecipada de insumos e formação de estoques, aproveitando o recuo nos custos.<br /><br />🏦 Soluções BB: o Banco do Brasil oferece capital de giro por meio da CPR de frango vivo, apoiando o planejamento financeiro dos avicultores. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70894543</guid><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:30:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70894543/bbcast_avicultura_corte_26032026.mp3" length="1186481" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), analisa o cenário da avicultura de corte, com destaque para a recuperação das exportações, aumento da produção e pressão nos preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), analisa o cenário da avicultura de corte, com destaque para a recuperação das exportações, aumento da produção e pressão nos preços pagos ao produtor.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐔 Exportações retomadas: após o foco de gripe aviária em 2025, o Brasil retomou gradualmente os embarques, com destaque para o mercado chinês e recuperação dos volumes exportados.<br /><br />📉 Pressão nos preços: apesar de leve reação em agosto de 2025, os preços do frango vivo seguem em queda desde setembro, com média de R$ 5,01/kg em fevereiro de 2026 em São Paulo, segundo o CEPEA.<br /><br />📊 Aumento da produção: o abate de frangos alcançou 1,71 bilhão de cabeças no quarto trimestre, crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />🌎 Destaque regional: o Paraná segue como maior produtor nacional, com cerca de 35% da produção brasileira.<br /><br />💰 Custos mais baixos: o custo de produção fechou fevereiro em R$ 4,72, com destaque para a redução no preço da ração, mantendo a rentabilidade positiva.<br /><br />📦 Estratégia do produtor: o cenário atual favorece a compra antecipada de insumos e formação de estoques, aproveitando o recuo nos custos.<br /><br />🏦 Soluções BB: o Banco do Brasil oferece capital de giro por meio da CPR de frango vivo, apoiando o planejamento financeiro dos avicultores. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>avicultura,aviculturabrasileira,bbcastagro,cepea,custodeproducao,exportacaodefrango,frangodecorte,ibge,mercadodefrango,precodofrango,producaodefrango,racaoanimal</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8652f4cb75c7d9ab72f8ad6c6bb47bb9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Conilon: queda na safra e tecnologia no campo sustentam o setor | BBcast Agro - 25/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-queda-na-safra-e-tecnologia-no-campo-sustentam-o-setor-bbcast-agro-25-03-2026--70850598</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon, com destaque para a estabilidade dos preços, a expectativa de queda na produção e os avanços tecnológicos no manejo das lavouras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Preços estáveis: em março, o café robusta manteve estabilidade em relação a fevereiro, após ajustes no mês anterior, sem grandes oscilações no mercado.<br /><br />📉 Queda na produção: a Cooabriel projeta redução de 15% na safra 2026 frente a 2025, o que representa cerca de 3 milhões de sacas a menos.<br /><br />🌍 Mercado internacional: na Bolsa de Londres, o contrato para maio de 2026 está cotado a US$ 3.633 por tonelada, refletindo o cenário global da commodity.<br /><br />💰 Mercado interno: o café tipo 7 iniciou a semana cotado a R$ 975 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória.<br /><br />🚜 Avanços tecnológicos: práticas como irrigação de precisão, fertirrigação e microgotejamento automatizado vêm aumentando a eficiência produtiva e reduzindo perdas nas lavouras.<br /><br />🌱 Manejo e produtividade: a adoção da poda programada de ciclo contribui para maior uniformidade das floradas e aumento da produtividade ao longo do ciclo.<br /><br />📊 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando o produtor em todas as etapas da atividade. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70850598</guid><pubDate>Wed, 25 Mar 2026 10:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70850598/bbcast_conilon_25032026.mp3" length="1080529" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon, com destaque para a estabilidade dos preços, a expectativa de queda na produção e os avanços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon, com destaque para a estabilidade dos preços, a expectativa de queda na produção e os avanços tecnológicos no manejo das lavouras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Preços estáveis: em março, o café robusta manteve estabilidade em relação a fevereiro, após ajustes no mês anterior, sem grandes oscilações no mercado.<br /><br />📉 Queda na produção: a Cooabriel projeta redução de 15% na safra 2026 frente a 2025, o que representa cerca de 3 milhões de sacas a menos.<br /><br />🌍 Mercado internacional: na Bolsa de Londres, o contrato para maio de 2026 está cotado a US$ 3.633 por tonelada, refletindo o cenário global da commodity.<br /><br />💰 Mercado interno: o café tipo 7 iniciou a semana cotado a R$ 975 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória.<br /><br />🚜 Avanços tecnológicos: práticas como irrigação de precisão, fertirrigação e microgotejamento automatizado vêm aumentando a eficiência produtiva e reduzindo perdas nas lavouras.<br /><br />🌱 Manejo e produtividade: a adoção da poda programada de ciclo contribui para maior uniformidade das floradas e aumento da produtividade ao longo do ciclo.<br /><br />📊 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil oferece soluções de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando o produtor em todas as etapas da atividade. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica: crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>bbcastagro,bolsadelondres,cafeconilon,caferobusta,cooabriel,espiritosantocafe,mercadodocafe,preçodocafe,producaodecafe,safradecafe</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: recuperação da safra e pressão nos preços globais | BBcast Agro - 24/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-recuperacao-da-safra-e-pressao-nos-precos-globais-bbcast-agro-24-03-2026--70832510</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nivia Bassi, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte (SP), analisa o cenário da cana-de-açúcar, com destaque para a recuperação da produção, os desafios de custos e o aumento da oferta global de açúcar.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Safra no Centro-Sul: a safra 2025/26 foi encerrada com moagem próxima de 607 milhões de toneladas. Para 2026/27, há expectativa de recuperação gradual, com produção entre 625 e 630 milhões de toneladas, favorecida pelas chuvas.<br /><br />💰 Custos e rentabilidade: o setor enfrenta aumento nos custos de renovação e manutenção dos canaviais, além da queda no preço do ATR, impactando diretamente a remuneração do produtor.<br /><br />🌍 Oferta global em alta: a Índia deve registrar forte recuperação na produção, podendo superar 487 milhões de toneladas de cana, enquanto a Tailândia também amplia sua produção de açúcar, aumentando a concorrência internacional. <br /><br /> Pressão nos preços: o mercado global inicia 2026 com perspectiva de superávit, com cotações em Nova York próximas das mínimas recentes, reduzindo a rentabilidade, especialmente para produtores mais alavancados.<br /><br />⛽ Etanol e energia: a alta no preço da gasolina impulsionou os contratos futuros de açúcar, estimulando a produção de etanol e podendo reduzir a oferta de açúcar no curto prazo.<br /><br />🌍 Geopolítica e exportações: os conflitos no Oriente Médio geram incertezas logísticas e podem impactar cerca de 15% das exportações brasileiras de açúcar destinadas à região.<br /><br />🚜 Mercado interno: a produção de etanol segue em crescimento, impulsionada pelo etanol de milho, aumentando a oferta e pressionando os preços, com reflexos na remuneração da cana.<br /><br />📊 Cenário desafiador: a combinação de preços mais baixos, custos elevados e maior oferta global expõe fragilidades financeiras no setor, exigindo maior atenção à gestão.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70832510</guid><pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70832510/24032026_cana_de_acucar.mp3" length="4158692" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nivia Bassi, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte (SP), analisa o cenário da cana-de-açúcar, com destaque para a recuperação da produção, os desafios de custos e o aumento da oferta global...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nivia Bassi, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte (SP), analisa o cenário da cana-de-açúcar, com destaque para a recuperação da produção, os desafios de custos e o aumento da oferta global de açúcar.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Safra no Centro-Sul: a safra 2025/26 foi encerrada com moagem próxima de 607 milhões de toneladas. Para 2026/27, há expectativa de recuperação gradual, com produção entre 625 e 630 milhões de toneladas, favorecida pelas chuvas.<br /><br />💰 Custos e rentabilidade: o setor enfrenta aumento nos custos de renovação e manutenção dos canaviais, além da queda no preço do ATR, impactando diretamente a remuneração do produtor.<br /><br />🌍 Oferta global em alta: a Índia deve registrar forte recuperação na produção, podendo superar 487 milhões de toneladas de cana, enquanto a Tailândia também amplia sua produção de açúcar, aumentando a concorrência internacional. <br /><br /> Pressão nos preços: o mercado global inicia 2026 com perspectiva de superávit, com cotações em Nova York próximas das mínimas recentes, reduzindo a rentabilidade, especialmente para produtores mais alavancados.<br /><br />⛽ Etanol e energia: a alta no preço da gasolina impulsionou os contratos futuros de açúcar, estimulando a produção de etanol e podendo reduzir a oferta de açúcar no curto prazo.<br /><br />🌍 Geopolítica e exportações: os conflitos no Oriente Médio geram incertezas logísticas e podem impactar cerca de 15% das exportações brasileiras de açúcar destinadas à região.<br /><br />🚜 Mercado interno: a produção de etanol segue em crescimento, impulsionada pelo etanol de milho, aumentando a oferta e pressionando os preços, com reflexos na remuneração da cana.<br /><br />📊 Cenário desafiador: a combinação de preços mais baixos, custos elevados e maior oferta global expõe fragilidades financeiras no setor, exigindo maior atenção à gestão.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>260</itunes:duration><itunes:keywords>atr,bbcastagro,canadeacucar,cotacaodoacucar,etanol,indiae,mercadodoacucar,mercadoglobalacucar,producaodecana,safracana,tailandia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088ae56e3f4b71089b8073125f043b54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: geopolítica, clima e oferta global pressionam os mercados | BBcast Agro - 23/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-geopolitica-clima-e-oferta-global-pressionam-os-mercados-bbcast-agro-23-03-2026--70828653</link><description><![CDATA[Nesta semana, o mercado acompanha as tensões no Oriente Médio, as incertezas nas relações entre China e Estados Unidos e o avanço da safra na América do Sul, fatores que devem influenciar as cotações das principais commodities agrícolas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja: o mercado segue atento à geopolítica, aos custos logísticos mais elevados e à demanda chinesa irregular. O avanço da colheita no Brasil, aliado à grande oferta sul-americana e à possibilidade de greve dos caminhoneiros, pode pressionar prêmios e manter os preços com viés de baixa no médio prazo.<br /><br />🌽 Milho: as condições climáticas nos Estados Unidos e na Europa serão decisivas para o início do plantio, podendo gerar volatilidade na CBOT. Na Argentina, a colheita avança com boa perspectiva de produção, enquanto no Brasil a consolidação do plantio e possíveis atrasos fora da janela ideal podem dar suporte aos preços.<br /><br />☕ Café: o mercado monitora as estimativas de produção no Brasil e os impactos da geopolítica sobre câmbio, energia e fertilizantes. Com estoques globais baixos e expectativa de safra recorde, a tendência segue de alta volatilidade nos preços.<br /><br />🐂 Boi gordo: a redução no abate de fêmeas nos últimos anos limita a oferta futura e sustenta a valorização do bezerro. As boas condições de pastagem ajudam a controlar a oferta, enquanto as incertezas nas exportações mantêm o mercado atento.<br /><br />📊 Gestão de risco: diante da volatilidade dos mercados, reforça-se a importância do uso de ferramentas como contratos a termo, futuros e opções para proteção de preços e maior previsibilidade na atividade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70828653</guid><pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70828653/bbcast_cenarios_agro_23032026.mp3" length="5133238" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o mercado acompanha as tensões no Oriente Médio, as incertezas nas relações entre China e Estados Unidos e o avanço da safra na América do Sul, fatores que devem influenciar as cotações das principais commodities agrícolas.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o mercado acompanha as tensões no Oriente Médio, as incertezas nas relações entre China e Estados Unidos e o avanço da safra na América do Sul, fatores que devem influenciar as cotações das principais commodities agrícolas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja: o mercado segue atento à geopolítica, aos custos logísticos mais elevados e à demanda chinesa irregular. O avanço da colheita no Brasil, aliado à grande oferta sul-americana e à possibilidade de greve dos caminhoneiros, pode pressionar prêmios e manter os preços com viés de baixa no médio prazo.<br /><br />🌽 Milho: as condições climáticas nos Estados Unidos e na Europa serão decisivas para o início do plantio, podendo gerar volatilidade na CBOT. Na Argentina, a colheita avança com boa perspectiva de produção, enquanto no Brasil a consolidação do plantio e possíveis atrasos fora da janela ideal podem dar suporte aos preços.<br /><br />☕ Café: o mercado monitora as estimativas de produção no Brasil e os impactos da geopolítica sobre câmbio, energia e fertilizantes. Com estoques globais baixos e expectativa de safra recorde, a tendência segue de alta volatilidade nos preços.<br /><br />🐂 Boi gordo: a redução no abate de fêmeas nos últimos anos limita a oferta futura e sustenta a valorização do bezerro. As boas condições de pastagem ajudam a controlar a oferta, enquanto as incertezas nas exportações mantêm o mercado atento.<br /><br />📊 Gestão de risco: diante da volatilidade dos mercados, reforça-se a importância do uso de ferramentas como contratos a termo, futuros e opções para proteção de preços e maior previsibilidade na atividade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>321</itunes:duration><itunes:keywords>bbcastagro,bezerro,boigordo,cafe,cbotmilho,cenariosemanalagro,chinaeua,geopoliticaagro,mercadodecommodities,milho,orientemedio,preçodoboi,safrabrasileira,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: geopolítica eleva volatilidade e colheita brasileira avança com prêmios negativos | 20/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-geopolitica-eleva-volatilidade-e-colheita-brasileira-avanca-com-premios-negativos-20-03-2026--70780861</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com Chicago voltando aos patamares do início de março em meio à volatilidade geopolítica e aos efeitos do clima na colheita brasileira. Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica e volatilidade em Chicago: os futuros da soja na CBOT oscilaram no campo positivo, com o conflito no Oriente Médio como principal fator de volatilidade — impactando o petróleo e o cenário logístico do complexo soja.<br /><br /> 📊 USDA e produção mundial: o USDA projetou 427,1 milhões de toneladas para a safra mundial. Para o Brasil, a estimativa é de 180 milhões de toneladas, acima da Conab (177,8 mi t), com alta de 3,7% versus a safra passada. 🇧🇷 Colheita no Brasil e clima: a colheita se aproxima de 60% da área, porém atrasada frente ao mesmo período do ano anterior devido a chuvas frequentes, que dificultam a operação de máquinas e, em algumas regiões, afetam a qualidade dos grãos.<br /><br /> 🧭 Ritmo por regiões: Mato Grosso: colheita em 96,4% (liderança e ritmo mais avançado) Sul: maiores atrasos no país MATOPIBA: avanço intermediário, com impactos pontuais das chuvas<br /><br /> 📉 CBOT (Mai/26): o contrato com vencimento em Mai/26 encerrou 18/03 a US$ 11,61/bushel.<br /><br />💰 Mercado interno (Cepea): o indicador Cepea (18/03) foi cotado a R$ 127,27/saca, com leve alta em relação ao início de março, sem refletir totalmente as elevações vistas em Chicago.<br /><br /> 🚢 Prêmios nos portos: prêmios negativos por avanço da colheita e excesso de oferta, em torno de: Abril: −0,20 US$/bushel Maio: −0,10 US$/bushel Junho: −0,10 US$/bushel<br /><br /> 🛡️ Proteção e previsibilidade (hedge BB): para mais segurança e previsibilidade de caixa em um ambiente volátil, o BB oferece mecanismos como travamento de câmbio e Opções Agro BB (PUT) referenciadas na CBOT, com vencimentos: Abr/26: strike/preço garantido entre US$ 11,29 e US$ 11,64/bushel Jun/26: strike entre US$ 11,20 e US$ 11,79/bushel<br /><br /> 📲 Como simular/contratar: no App BB → Menu → Agro → Contratar opções Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70780861</guid><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:05:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70780861/bbcast_soja_20032026.mp3" length="1304659" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com Chicago voltando aos patamares do início de março em meio à volatilidade geopolítica e aos efeitos do clima na colheita...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com Chicago voltando aos patamares do início de março em meio à volatilidade geopolítica e aos efeitos do clima na colheita brasileira. Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica e volatilidade em Chicago: os futuros da soja na CBOT oscilaram no campo positivo, com o conflito no Oriente Médio como principal fator de volatilidade — impactando o petróleo e o cenário logístico do complexo soja.<br /><br /> 📊 USDA e produção mundial: o USDA projetou 427,1 milhões de toneladas para a safra mundial. Para o Brasil, a estimativa é de 180 milhões de toneladas, acima da Conab (177,8 mi t), com alta de 3,7% versus a safra passada. 🇧🇷 Colheita no Brasil e clima: a colheita se aproxima de 60% da área, porém atrasada frente ao mesmo período do ano anterior devido a chuvas frequentes, que dificultam a operação de máquinas e, em algumas regiões, afetam a qualidade dos grãos.<br /><br /> 🧭 Ritmo por regiões: Mato Grosso: colheita em 96,4% (liderança e ritmo mais avançado) Sul: maiores atrasos no país MATOPIBA: avanço intermediário, com impactos pontuais das chuvas<br /><br /> 📉 CBOT (Mai/26): o contrato com vencimento em Mai/26 encerrou 18/03 a US$ 11,61/bushel.<br /><br />💰 Mercado interno (Cepea): o indicador Cepea (18/03) foi cotado a R$ 127,27/saca, com leve alta em relação ao início de março, sem refletir totalmente as elevações vistas em Chicago.<br /><br /> 🚢 Prêmios nos portos: prêmios negativos por avanço da colheita e excesso de oferta, em torno de: Abril: −0,20 US$/bushel Maio: −0,10 US$/bushel Junho: −0,10 US$/bushel<br /><br /> 🛡️ Proteção e previsibilidade (hedge BB): para mais segurança e previsibilidade de caixa em um ambiente volátil, o BB oferece mecanismos como travamento de câmbio e Opções Agro BB (PUT) referenciadas na CBOT, com vencimentos: Abr/26: strike/preço garantido entre US$ 11,29 e US$ 11,64/bushel Jun/26: strike entre US$ 11,20 e US$ 11,79/bushel<br /><br /> 📲 Como simular/contratar: no App BB → Menu → Agro → Contratar opções Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>2026 mercado,brasil usda,hoje colheita,portos,soja,soja cbot,soja cepea,soja chicago,soja hedge,soja prêmios,trade preço</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Exportações aquecidas e arroba firme marcam o mercado do boi gordo | BBcast Agro - 19/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/exportacoes-aquecidas-e-arroba-firme-marcam-o-mercado-do-boi-gordo-bbcast-agro-19-03-2026--70721958</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o desempenho das exportações, o comportamento das escalas de abate e os fatores que sustentam os preços da arroba.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Preço da arroba: o indicador Cepea aponta a arroba do boi gordo cotada a R$ 347,70 em 17 de março, próxima ao patamar de R$ 350.<br /><br />📦 Exportações aquecidas: o Brasil exportou 115,7 mil toneladas de carne bovina em dez dias úteis de março, com aumento de 2% no volume diário frente ao mesmo período de 2025. O preço médio da tonelada atingiu US$ 5.765, alta de 17,6%.<br /><br />📊 Mercado interno: as escalas de abate começaram a se alongar, chegando a cerca de 10 dias em São Paulo, refletindo maior oferta pontual e postura mais cautelosa da indústria.<br /><br />🌱 Condições das pastagens: o bom regime de chuvas mantém as pastagens em boas condições, reduzindo a pressão de venda imediata e contribuindo para o controle da oferta.<br /><br />🐄 Mercado de fêmeas firme: a retenção de fêmeas, especialmente novilhas, segue sustentando o mercado de reposição e limitando a oferta para abate.<br /><br />🌍 Influência externa: tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã aumentam a volatilidade e podem impactar câmbio e logística, mas o ritmo das exportações segue como principal suporte aos preços.<br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza ferramentas como Opções Agro na B3, com opções de venda (put) para maio de 2026 com strike entre R$ 320 e R$ 346/@ e para junho entre R$ 322 e R$ 343/@, auxiliando na proteção de preços.<br /><br />💰 Apoio ao produtor: com o Custeio Agropecuário do BB, é possível financiar despesas da produção e garantir melhores condições para o ciclo pecuário. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70721958</guid><pubDate>Thu, 19 Mar 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70721958/bbcast_boi_gordo_19032026.mp3" length="1217672" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o desempenho das exportações, o comportamento das escalas de abate e os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para o desempenho das exportações, o comportamento das escalas de abate e os fatores que sustentam os preços da arroba.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Preço da arroba: o indicador Cepea aponta a arroba do boi gordo cotada a R$ 347,70 em 17 de março, próxima ao patamar de R$ 350.<br /><br />📦 Exportações aquecidas: o Brasil exportou 115,7 mil toneladas de carne bovina em dez dias úteis de março, com aumento de 2% no volume diário frente ao mesmo período de 2025. O preço médio da tonelada atingiu US$ 5.765, alta de 17,6%.<br /><br />📊 Mercado interno: as escalas de abate começaram a se alongar, chegando a cerca de 10 dias em São Paulo, refletindo maior oferta pontual e postura mais cautelosa da indústria.<br /><br />🌱 Condições das pastagens: o bom regime de chuvas mantém as pastagens em boas condições, reduzindo a pressão de venda imediata e contribuindo para o controle da oferta.<br /><br />🐄 Mercado de fêmeas firme: a retenção de fêmeas, especialmente novilhas, segue sustentando o mercado de reposição e limitando a oferta para abate.<br /><br />🌍 Influência externa: tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã aumentam a volatilidade e podem impactar câmbio e logística, mas o ritmo das exportações segue como principal suporte aos preços.<br /><br />🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza ferramentas como Opções Agro na B3, com opções de venda (put) para maio de 2026 com strike entre R$ 320 e R$ 346/@ e para junho entre R$ 322 e R$ 343/@, auxiliando na proteção de preços.<br /><br />💰 Apoio ao produtor: com o Custeio Agropecuário do BB, é possível financiar despesas da produção e garantir melhores condições para o ciclo pecuário. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>arrobadoboi,b3agro,bbcastagro,boigordo,cepeaboigordo,ciclopequario,exportacaodecarne,mercadodoboi,pecuariadecorte,preçodaarroba</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Arroz: preços baixos, queda de área e pressão nos custos marcam o mercado | BBcast Agro - 18/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/arroz-precos-baixos-queda-de-area-e-pressao-nos-custos-marcam-o-mercado-bbcast-agro-18-03-2026--70692319</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, com destaque para a redução da área plantada, os preços baixos e os impactos nos custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌾 Produção em queda: segundo a Conab, a safra brasileira de arroz 2025/26 deve alcançar 11,17 milhões de toneladas, redução de 12,4% em relação ao ciclo anterior, refletindo a diminuição da área plantada.<br /><br />📉 Redução de área: a área cultivada foi estimada em 1,55 milhão de hectares, queda de 12,2%, influenciada principalmente pelos baixos preços do cereal, que desestimularam o plantio.<br /><br />🌱 Avanço da colheita: no Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a colheita atinge cerca de 10% das áreas e deve ganhar ritmo nas próximas semanas, com lavouras em fase de maturação e enchimento de grãos.<br /><br />🚜 Mercado com baixa liquidez: o mercado de arroz em casca segue com oferta restrita e negociações lentas. Produtores adotam postura cautelosa, aguardando melhores condições de comercialização.<br /><br />⛽ Custos em alta: a elevação do preço do diesel preocupa o setor, especialmente no período de colheita, devido ao impacto direto nos custos de frete e logística.<br /><br />💰 Preço do arroz: o indicador Cepea/IRGA-RS está cotado a R$ 58,48 por saca de 50 kg, patamar considerado baixo e que tem desestimulado os produtores.<br /><br />📊 Pressão financeira no setor: os preços deprimidos têm intensificado a descapitalização da cadeia produtiva, dificultando a cobertura de custos e limitando novos investimentos.<br /><br />🛡️ Apoio ao produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para custeio e investimento, auxiliando o produtor na manutenção da atividade e no planejamento da safra.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70692319</guid><pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70692319/bbcast_arroz_18032026.mp3" length="1245257" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, com destaque para a redução da área plantada, os preços baixos e os impactos nos custos de produção.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, com destaque para a redução da área plantada, os preços baixos e os impactos nos custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌾 Produção em queda: segundo a Conab, a safra brasileira de arroz 2025/26 deve alcançar 11,17 milhões de toneladas, redução de 12,4% em relação ao ciclo anterior, refletindo a diminuição da área plantada.<br /><br />📉 Redução de área: a área cultivada foi estimada em 1,55 milhão de hectares, queda de 12,2%, influenciada principalmente pelos baixos preços do cereal, que desestimularam o plantio.<br /><br />🌱 Avanço da colheita: no Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a colheita atinge cerca de 10% das áreas e deve ganhar ritmo nas próximas semanas, com lavouras em fase de maturação e enchimento de grãos.<br /><br />🚜 Mercado com baixa liquidez: o mercado de arroz em casca segue com oferta restrita e negociações lentas. Produtores adotam postura cautelosa, aguardando melhores condições de comercialização.<br /><br />⛽ Custos em alta: a elevação do preço do diesel preocupa o setor, especialmente no período de colheita, devido ao impacto direto nos custos de frete e logística.<br /><br />💰 Preço do arroz: o indicador Cepea/IRGA-RS está cotado a R$ 58,48 por saca de 50 kg, patamar considerado baixo e que tem desestimulado os produtores.<br /><br />📊 Pressão financeira no setor: os preços deprimidos têm intensificado a descapitalização da cadeia produtiva, dificultando a cobertura de custos e limitando novos investimentos.<br /><br />🛡️ Apoio ao produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para custeio e investimento, auxiliando o produtor na manutenção da atividade e no planejamento da safra.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>arroz,bbcastagro,cepeaarroz,conabarroz,custodeproducao,mercadodoarroz,orizicultura,preçodoarroz,riograndedosularroz,safradearroz</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/af9e7d681fa36e4e95c3643eae20c8d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra irregular e pressão de oferta marcam o mercado da melancia | BBcast Agro - 17/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-irregular-e-pressao-de-oferta-marcam-o-mercado-da-melancia-bbcast-agro-17-03-2026--70659289</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Narcélio Goes, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró (RN), analisa o cenário da melancia no Brasil, destacando aspectos produtivos, comportamento dos preços e características nutricionais da fruta.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🍉 Origem e importância: a melancia tem origem na África, na região do deserto de Kalahari, e se consolidou como uma fruta típica do verão brasileiro, sendo amplamente consumida por seu alto teor de água e valor nutricional.<br /><br />💧 Benefícios nutricionais: composta por cerca de 92% de água, a melancia auxilia na hidratação e é rica em minerais como potássio, magnésio e manganês. Também possui citrulina, composta associada à melhora da circulação sanguínea e à saúde cardiovascular.<br /><br />🧪 Propriedades funcionais: estudos indicam que a citrulina contribui para a produção de óxido nítrico, favorecendo a vasodilatação, a redução da pressão arterial e o bom funcionamento do sistema vascular.<br /><br />🌱 Safra no Brasil: segundo o Cepea, a produção segue heterogênea entre as regiões. Na Bahia, o clima favorece produtividade e qualidade; em São Paulo, há relatos de problemas na qualidade; e no Rio Grande do Sul, parte das lavouras teve atraso, mas com expansão de área e colheitas em andamento.<br /><br />📊 Comportamento dos preços: após um período de queda, os preços se estabilizaram no início de março nas principais regiões produtoras, sustentados pela manutenção da oferta no mercado nacional.<br /><br />📉 Tendência de mercado: com o início da safrinha paulista, há expectativa de pressão sobre os preços nas próximas semanas, diante do aumento da oferta.<br /><br />📊 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para custeio e investimento, apoiando o produtor na melhoria da qualidade e produtividade das lavouras.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70659289</guid><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70659289/melancia17032026.mp3" length="2929474" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Narcélio Goes, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró (RN), analisa o cenário da melancia no Brasil, destacando aspectos produtivos, comportamento dos preços e características nutricionais da fruta....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Narcélio Goes, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró (RN), analisa o cenário da melancia no Brasil, destacando aspectos produtivos, comportamento dos preços e características nutricionais da fruta.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🍉 Origem e importância: a melancia tem origem na África, na região do deserto de Kalahari, e se consolidou como uma fruta típica do verão brasileiro, sendo amplamente consumida por seu alto teor de água e valor nutricional.<br /><br />💧 Benefícios nutricionais: composta por cerca de 92% de água, a melancia auxilia na hidratação e é rica em minerais como potássio, magnésio e manganês. Também possui citrulina, composta associada à melhora da circulação sanguínea e à saúde cardiovascular.<br /><br />🧪 Propriedades funcionais: estudos indicam que a citrulina contribui para a produção de óxido nítrico, favorecendo a vasodilatação, a redução da pressão arterial e o bom funcionamento do sistema vascular.<br /><br />🌱 Safra no Brasil: segundo o Cepea, a produção segue heterogênea entre as regiões. Na Bahia, o clima favorece produtividade e qualidade; em São Paulo, há relatos de problemas na qualidade; e no Rio Grande do Sul, parte das lavouras teve atraso, mas com expansão de área e colheitas em andamento.<br /><br />📊 Comportamento dos preços: após um período de queda, os preços se estabilizaram no início de março nas principais regiões produtoras, sustentados pela manutenção da oferta no mercado nacional.<br /><br />📉 Tendência de mercado: com o início da safrinha paulista, há expectativa de pressão sobre os preços nas próximas semanas, diante do aumento da oferta.<br /><br />📊 Apoio ao produtor: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para custeio e investimento, apoiando o produtor na melhoria da qualidade e produtividade das lavouras.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>bbcastagro,cepeamelancia,fruticultura,hortifruti,melancia,mercadodamelancia,preçodamelancia,producaodemelancia,safrademelancia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3c6af6302f6e04ee953073e3f0e1036a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Geopolítica, custos e clima no radar do mercado | BBcast Agro - 16/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/geopolitica-custos-e-clima-no-radar-do-mercado-bbcast-agro-16-03-2026--70629627</link><description><![CDATA[Nesta semana, o cenário global de commodities é marcado pelo estado de alerta diante das tensões no Oriente Médio, que impactam desde os custos de produção até o fluxo logístico das exportações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> os mercados seguem atentos ao desdobramento das tensões geopolíticas, ao apetite da demanda chinesa e às condições climáticas finais para a safra na <b>América do Sul</b>.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> mercado mundial em alerta com a valorização do petróleo e os reflexos nas cotações do cereal e no preço dos fertilizantes. No <b>Brasil</b>, a cautela aumenta devido aos possíveis impactos logísticos.<br /><br />☕ <b>Café:</b> a volatilidade persiste nas bolsas, mas o cenário é de boas perspectivas para a produtividade brasileira, beneficiada pelo clima favorável nas principais regiões produtoras.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> cotações estáveis com oferta ajustada. O mercado é sustentado pela qualidade das pastagens, retenção de fêmeas e oferta restrita de animais jovens para reposição.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70629627</guid><pubDate>Mon, 16 Mar 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70629627/20260316_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="5489993" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o cenário global de commodities é marcado pelo estado de alerta diante das tensões no Oriente Médio, que impactam desde os custos de produção até o fluxo logístico das exportações.

Destaques do episódio:

🌱 Soja: os mercados seguem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o cenário global de commodities é marcado pelo estado de alerta diante das tensões no Oriente Médio, que impactam desde os custos de produção até o fluxo logístico das exportações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> os mercados seguem atentos ao desdobramento das tensões geopolíticas, ao apetite da demanda chinesa e às condições climáticas finais para a safra na <b>América do Sul</b>.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> mercado mundial em alerta com a valorização do petróleo e os reflexos nas cotações do cereal e no preço dos fertilizantes. No <b>Brasil</b>, a cautela aumenta devido aos possíveis impactos logísticos.<br /><br />☕ <b>Café:</b> a volatilidade persiste nas bolsas, mas o cenário é de boas perspectivas para a produtividade brasileira, beneficiada pelo clima favorável nas principais regiões produtoras.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> cotações estáveis com oferta ajustada. O mercado é sustentado pela qualidade das pastagens, retenção de fêmeas e oferta restrita de animais jovens para reposição.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>344</itunes:duration><itunes:keywords>bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,geopoliticaagro,mercadodecommodities,milho,precofertilizantes,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/46a2e41e2ce6ceddc7620850c1cc3d36.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: conflito no Oriente Médio eleva cotações e custos | BBcast Agro - 13/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-conflito-no-oriente-medio-eleva-cotacoes-e-custos-bbcast-agro-13-03-2026--70626995</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, analisa como as tensões geopolíticas globais estão impactando os preços do cereal e o custo dos fertilizantes.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Geopolítica:</b> o conflito entre <b>EUA/Israel</b> e <b>Irã</b> gerou volatilidade positiva em <b>Chicago</b>. O contrato Mai/26 subiu <b>3,37%</b>, atingindo <b>US$ 4,60/bushel</b>, acompanhando a alta do petróleo e outras commodities.<br /><br />🧪 <b>Custos de produção:</b> a crise no Oriente Médio elevou os preços dos fertilizantes nitrogenados. O aumento nos custos e riscos logísticos pode reduzir a área de plantio da safra <b>2026/27</b> nos <b>Estados Unidos</b>.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> o <b>Irã</b> foi o principal destino do milho brasileiro em <b>2025</b> (<b>9 milhões</b> de toneladas). O mercado segue em alerta para os impactos nas vendas externas do segundo semestre diante das tensões.<br /><br />📈 <b>Mercado Interno:</b> preços fortalecidos pela demanda aquecida e postura firme dos vendedores. O indicador <b>Esalq/B3 (Campinas)</b> encerrou a quarta-feira a <b>R$ 71,32/saca</b>, alta de <b>2,25%</b> no mês.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> para mitigar riscos, o <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Maio/26</b> (strike até <b>R$ 75,82</b>) e <b>Julho/26</b> (strike até <b>R$ 71,88</b>), além de operações de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70626995</guid><pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:39:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70626995/20260313_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1981440" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba-MG, analisa como as tensões geopolíticas globais estão impactando os preços do cereal e o custo dos fertilizantes.

Destaques do episódio:

🌍...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, analisa como as tensões geopolíticas globais estão impactando os preços do cereal e o custo dos fertilizantes.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Geopolítica:</b> o conflito entre <b>EUA/Israel</b> e <b>Irã</b> gerou volatilidade positiva em <b>Chicago</b>. O contrato Mai/26 subiu <b>3,37%</b>, atingindo <b>US$ 4,60/bushel</b>, acompanhando a alta do petróleo e outras commodities.<br /><br />🧪 <b>Custos de produção:</b> a crise no Oriente Médio elevou os preços dos fertilizantes nitrogenados. O aumento nos custos e riscos logísticos pode reduzir a área de plantio da safra <b>2026/27</b> nos <b>Estados Unidos</b>.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> o <b>Irã</b> foi o principal destino do milho brasileiro em <b>2025</b> (<b>9 milhões</b> de toneladas). O mercado segue em alerta para os impactos nas vendas externas do segundo semestre diante das tensões.<br /><br />📈 <b>Mercado Interno:</b> preços fortalecidos pela demanda aquecida e postura firme dos vendedores. O indicador <b>Esalq/B3 (Campinas)</b> encerrou a quarta-feira a <b>R$ 71,32/saca</b>, alta de <b>2,25%</b> no mês.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> para mitigar riscos, o <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Maio/26</b> (strike até <b>R$ 75,82</b>) e <b>Julho/26</b> (strike até <b>R$ 71,88</b>), além de operações de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>331</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,chicago,conflitoirã,fertilizantes,mercadodomilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/255879f12bbd143f0ba27664455d8f04.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Preços do leite reagem, custos sobem e importações seguem elevadas | BBcast Agro - 12/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/precos-do-leite-reagem-custos-sobem-e-importacoes-seguem-elevadas-bbcast-agro-12-03-2026--70597351</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recente recuperação dos preços ao produtor, a evolução dos custos de produção e o comportamento do comércio exterior de lácteos.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preço do leite ao produtor: segundo o Cepea, o preço do leite captado em janeiro de 2026 foi de R$ 2,02 por litro na “Média Brasil”, com alta de 1,5% em relação ao mês anterior, mas ainda 23,68% abaixo do registrado em janeiro de 2025.<br /><br />📈 Mercado spot em alta: no mercado spot, houve aumento de R$ 0,34 por litro entre a primeira e a segunda quinzena de fevereiro, sinalizando possível tendência de valorização do leite nos próximos meses.<br /><br />📊 Projeção de pagamento ao produtor: consultas aos Conseleites de Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná indicam expectativa de alta de aproximadamente 2% no valor do litro de leite pago ao produtor em fevereiro de 2026.<br /><br />💰 Custos de produção: de acordo com a Embrapa, os custos de produção subiram 1,6% em janeiro, acumulando alta de 1,4% em 12 meses. O principal fator foi o aumento das despesas com mão de obra, impulsionado pelo reajuste do salário mínimo.<br /><br />🌎 Comércio exterior de lácteos: as exportações brasileiras de leite e derivados somaram 4,2 milhões de litros equivalentes em janeiro de 2026, queda de 16,4% em relação ao mês anterior e de 10,6% na comparação anual.<br /><br />📦 Importações elevadas: as importações atingiram 173 milhões de litros equivalentes no mês, com aumento de 8,1% frente a dezembro. O leite em pó continua sendo o principal produto importado pelo Brasil.<br /><br />📉 Balança comercial deficitária: no acumulado de 2026, o setor lácteo registra déficit de US$ 72 milhões, equivalente a cerca de 173 milhões de litros de leite. <br /><br />📊 Gestão dentro da porteira: diante do cenário de custos e mercado, a gestão eficiente da produção torna-se fundamental. O Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição de insumos no momento mais adequado ao produtor. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70597351</guid><pubDate>Thu, 12 Mar 2026 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70597351/bbcast_leite_12032026.mp3" length="1154508" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recente recuperação dos preços ao produtor, a evolução dos custos de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recente recuperação dos preços ao produtor, a evolução dos custos de produção e o comportamento do comércio exterior de lácteos.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preço do leite ao produtor: segundo o Cepea, o preço do leite captado em janeiro de 2026 foi de R$ 2,02 por litro na “Média Brasil”, com alta de 1,5% em relação ao mês anterior, mas ainda 23,68% abaixo do registrado em janeiro de 2025.<br /><br />📈 Mercado spot em alta: no mercado spot, houve aumento de R$ 0,34 por litro entre a primeira e a segunda quinzena de fevereiro, sinalizando possível tendência de valorização do leite nos próximos meses.<br /><br />📊 Projeção de pagamento ao produtor: consultas aos Conseleites de Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná indicam expectativa de alta de aproximadamente 2% no valor do litro de leite pago ao produtor em fevereiro de 2026.<br /><br />💰 Custos de produção: de acordo com a Embrapa, os custos de produção subiram 1,6% em janeiro, acumulando alta de 1,4% em 12 meses. O principal fator foi o aumento das despesas com mão de obra, impulsionado pelo reajuste do salário mínimo.<br /><br />🌎 Comércio exterior de lácteos: as exportações brasileiras de leite e derivados somaram 4,2 milhões de litros equivalentes em janeiro de 2026, queda de 16,4% em relação ao mês anterior e de 10,6% na comparação anual.<br /><br />📦 Importações elevadas: as importações atingiram 173 milhões de litros equivalentes no mês, com aumento de 8,1% frente a dezembro. O leite em pó continua sendo o principal produto importado pelo Brasil.<br /><br />📉 Balança comercial deficitária: no acumulado de 2026, o setor lácteo registra déficit de US$ 72 milhões, equivalente a cerca de 173 milhões de litros de leite. <br /><br />📊 Gestão dentro da porteira: diante do cenário de custos e mercado, a gestão eficiente da produção torna-se fundamental. O Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição de insumos no momento mais adequado ao produtor. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agropecuarialeiteira,bbcastagro,bovinoculturadeleite,cepealeite,conseleite,importacaodeleite,leiteempo,mercadodoleite,preçodoleite,producaodeleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Conflito no Oriente Médio, fertilizantes e volatilidade no café | BBcast Agro - 11/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/conflito-no-oriente-medio-fertilizantes-e-volatilidade-no-cafe-bbcast-agro-11-03-2026--70591141</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Cícero Hiroto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), analisa o cenário do café arábica, destacando os impactos das tensões geopolíticas no Oriente Médio, o aumento dos custos de fertilizantes e os fundamentos que mantêm a volatilidade no mercado.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica e insumos agrícolas: o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã elevou os preços do petróleo e dos fertilizantes nitrogenados. A região do Estreito de Ormuz, estratégica para o comércio global, concentra grande parte do transporte marítimo desses insumos, gerando preocupações sobre possíveis interrupções logísticas.<br /><br />🚢 Impactos nos custos e no café: o risco de restrição no fluxo de navios na região provocou alta nos custos logísticos e no transporte internacional, refletindo também nas cotações das commodities agrícolas, incluindo o café.<br /><br />🧪 Corrida global por fertilizantes: entre 40% e 50% da ureia transportada por via marítima passa pelo Estreito de Ormuz. Diante do risco de interrupções na cadeia de suprimentos, produtores de diversos países anteciparam compras de fertilizantes, pressionando ainda mais os preços.<br /><br />📊 Fundamentos do mercado de café: estoques mundiais baixos, variação cambial e a expectativa de safra recorde no Brasil mantêm o mercado de café em um cenário de alta volatilidade.<br /><br />🌱 Condições climáticas favoráveis: as chuvas recentes têm favorecido a granação dos frutos e o desenvolvimento dos ramos que darão origem à florada prevista para setembro de 2026.<br /><br />🛡️ Gestão de risco para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de instrumentos de proteção de preços, como o termo de mercadorias e as Opções Agro, que ajudam a proteger margens e organizar o fluxo de caixa. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima! ☕📊<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70591141</guid><pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:30:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70591141/bbcast_arabica_11032026.mp3" length="1098083" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Cícero Hiroto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), analisa o cenário do café arábica, destacando os impactos das tensões geopolíticas no Oriente Médio, o aumento dos custos de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Cícero Hiroto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), analisa o cenário do café arábica, destacando os impactos das tensões geopolíticas no Oriente Médio, o aumento dos custos de fertilizantes e os fundamentos que mantêm a volatilidade no mercado.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 Geopolítica e insumos agrícolas: o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã elevou os preços do petróleo e dos fertilizantes nitrogenados. A região do Estreito de Ormuz, estratégica para o comércio global, concentra grande parte do transporte marítimo desses insumos, gerando preocupações sobre possíveis interrupções logísticas.<br /><br />🚢 Impactos nos custos e no café: o risco de restrição no fluxo de navios na região provocou alta nos custos logísticos e no transporte internacional, refletindo também nas cotações das commodities agrícolas, incluindo o café.<br /><br />🧪 Corrida global por fertilizantes: entre 40% e 50% da ureia transportada por via marítima passa pelo Estreito de Ormuz. Diante do risco de interrupções na cadeia de suprimentos, produtores de diversos países anteciparam compras de fertilizantes, pressionando ainda mais os preços.<br /><br />📊 Fundamentos do mercado de café: estoques mundiais baixos, variação cambial e a expectativa de safra recorde no Brasil mantêm o mercado de café em um cenário de alta volatilidade.<br /><br />🌱 Condições climáticas favoráveis: as chuvas recentes têm favorecido a granação dos frutos e o desenvolvimento dos ramos que darão origem à florada prevista para setembro de 2026.<br /><br />🛡️ Gestão de risco para o produtor: o Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de instrumentos de proteção de preços, como o termo de mercadorias e as Opções Agro, que ajudam a proteger margens e organizar o fluxo de caixa. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima! ☕📊<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bbcastagro,cafearabica,cafebrasil,conflitoeuaire,estreitodeormuz,fertilizantes,mercadodocafe,preçodocafe,ureia,volatilidadedocafe</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Fim da La Niña, calor no Brasil e alerta de seca no Sul | BBcast Agro - 10/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/fim-da-la-nina-calor-no-brasil-e-alerta-de-seca-no-sul-bbcast-agro-10-03-2026--70566418</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Clayton Igarashi, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga (MG), analisa o cenário climático para março e os possíveis impactos nas principais regiões produtoras do Brasil, com destaque para a transição do fenômeno La Niña para a neutralidade e os efeitos nas chuvas, temperaturas e umidade do solo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌦️ Transição climática global: modelos da NOAA indicam a transição do fenômeno La Niña para a fase neutra entre março e abril. Esse cenário deve persistir até agosto, com possibilidade moderada de formação de um El Niño na sequência.<br /><br />🌧️ Chuvas no Brasil: a previsão do INMET aponta precipitações acima da média em áreas do Norte e Nordeste, como Pará, Amapá, Maranhão e Ceará. Já no Sul do país, partes do Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul devem registrar volumes abaixo da média.<br /><br />🌡️ Temperaturas acima da média: grande parte do Brasil deve enfrentar temperaturas mais elevadas, especialmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que podem registrar até 1 °C acima do normal. No Norte e Nordeste, os termômetros tendem a ficar dentro da média.<br /><br />🌱 Impactos para a agricultura: as condições climáticas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste favorecem a manutenção da umidade do solo, beneficiando culturas como soja, milho segunda safra, algodão e cana-de-açúcar, além de contribuir para o vigor das pastagens.<br /><br />⚠️ Atenção ao Centro-Oeste: as temperaturas mais elevadas podem aumentar o consumo de água no solo, exigindo monitoramento em áreas com menor capacidade de retenção hídrica.<br /><br />🌾 Risco climático no Sul: a combinação de chuvas abaixo da média e temperaturas mais altas pode reduzir a disponibilidade de água no solo, afetando lavouras em final de ciclo, além de limitar o desenvolvimento do milho e do feijão segunda safra e exigir maior atenção no manejo das pastagens.<br /><br />📊 Monitoramento climático: diante das variações típicas desta época do ano, acompanhar as condições climáticas e o desenvolvimento das lavouras é fundamental para apoiar a tomada de decisões no campo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima! 🌱📊<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70566418</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70566418/bbcast_clima_10032026.mp3" length="1023321" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Clayton Igarashi, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga (MG), analisa o cenário climático para março e os possíveis impactos nas principais regiões produtoras do Brasil, com destaque para a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Clayton Igarashi, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga (MG), analisa o cenário climático para março e os possíveis impactos nas principais regiões produtoras do Brasil, com destaque para a transição do fenômeno La Niña para a neutralidade e os efeitos nas chuvas, temperaturas e umidade do solo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌦️ Transição climática global: modelos da NOAA indicam a transição do fenômeno La Niña para a fase neutra entre março e abril. Esse cenário deve persistir até agosto, com possibilidade moderada de formação de um El Niño na sequência.<br /><br />🌧️ Chuvas no Brasil: a previsão do INMET aponta precipitações acima da média em áreas do Norte e Nordeste, como Pará, Amapá, Maranhão e Ceará. Já no Sul do país, partes do Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul devem registrar volumes abaixo da média.<br /><br />🌡️ Temperaturas acima da média: grande parte do Brasil deve enfrentar temperaturas mais elevadas, especialmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que podem registrar até 1 °C acima do normal. No Norte e Nordeste, os termômetros tendem a ficar dentro da média.<br /><br />🌱 Impactos para a agricultura: as condições climáticas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste favorecem a manutenção da umidade do solo, beneficiando culturas como soja, milho segunda safra, algodão e cana-de-açúcar, além de contribuir para o vigor das pastagens.<br /><br />⚠️ Atenção ao Centro-Oeste: as temperaturas mais elevadas podem aumentar o consumo de água no solo, exigindo monitoramento em áreas com menor capacidade de retenção hídrica.<br /><br />🌾 Risco climático no Sul: a combinação de chuvas abaixo da média e temperaturas mais altas pode reduzir a disponibilidade de água no solo, afetando lavouras em final de ciclo, além de limitar o desenvolvimento do milho e do feijão segunda safra e exigir maior atenção no manejo das pastagens.<br /><br />📊 Monitoramento climático: diante das variações típicas desta época do ano, acompanhar as condições climáticas e o desenvolvimento das lavouras é fundamental para apoiar a tomada de decisões no campo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima! 🌱📊<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agrometeorologia,bbcastagro,cenarioclimaticobrasil,chuvasnobrasil,climaagricultura,climanoagro,elnino,lanina,previsaodotempoagro,temperaturanobrasil</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04c3509a93145b14fe8d05dedd3e13de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Geopolítica, relatório do USDA e safra sul-americana no radar | BBcast Agro - 09/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/geopolitica-relatorio-do-usda-e-safra-sul-americana-no-radar-bbcast-agro-09-03-2026--70548077</link><description><![CDATA[Nesta semana, o mercado acompanha os impactos das tensões no Oriente Médio, o andamento da safra na América do Sul e a expectativa pela divulgação do relatório do USDA, fatores que podem influenciar os preços das principais commodities agrícolas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja: o mercado monitora o clima na América do Sul, a demanda chinesa e as relações comerciais entre China e Estados Unidos. O avanço da colheita no Brasil e a expectativa de grande oferta sul-americana indicam pressão baixista para os preços no curto prazo.<br /><br />🌽 Milho: a divulgação do relatório do USDA pode trazer novas estimativas de produção e área nos Estados Unidos, influenciando os preços internacionais. No Brasil, a previsão de chuvas regulares favorece o desenvolvimento da safra e reforça a expectativa de boa produtividade.<br /><br />☕ Café: produtores seguem comercializando estoques da safra 2025 conforme a necessidade de caixa, enquanto as vendas futuras ocorrem com cautela. O mercado permanece volátil diante dos baixos estoques globais e da expectativa de safra recorde no Brasil.<br /><br />🐂 Boi gordo: o mercado acompanha incertezas nas exportações diante dos conflitos no Oriente Médio e das cotas chinesas. Ao mesmo tempo, a inversão do ciclo pecuário, com menor abate de fêmeas, tende a reduzir a oferta de carne e sustentar os preços da arroba.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70548077</guid><pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70548077/bbcast_cenarios_agro_09032026.mp3" length="6031433" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o mercado acompanha os impactos das tensões no Oriente Médio, o andamento da safra na América do Sul e a expectativa pela divulgação do relatório do USDA, fatores que podem influenciar os preços das principais commodities agrícolas....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o mercado acompanha os impactos das tensões no Oriente Médio, o andamento da safra na América do Sul e a expectativa pela divulgação do relatório do USDA, fatores que podem influenciar os preços das principais commodities agrícolas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja: o mercado monitora o clima na América do Sul, a demanda chinesa e as relações comerciais entre China e Estados Unidos. O avanço da colheita no Brasil e a expectativa de grande oferta sul-americana indicam pressão baixista para os preços no curto prazo.<br /><br />🌽 Milho: a divulgação do relatório do USDA pode trazer novas estimativas de produção e área nos Estados Unidos, influenciando os preços internacionais. No Brasil, a previsão de chuvas regulares favorece o desenvolvimento da safra e reforça a expectativa de boa produtividade.<br /><br />☕ Café: produtores seguem comercializando estoques da safra 2025 conforme a necessidade de caixa, enquanto as vendas futuras ocorrem com cautela. O mercado permanece volátil diante dos baixos estoques globais e da expectativa de safra recorde no Brasil.<br /><br />🐂 Boi gordo: o mercado acompanha incertezas nas exportações diante dos conflitos no Oriente Médio e das cotas chinesas. Ao mesmo tempo, a inversão do ciclo pecuário, com menor abate de fêmeas, tende a reduzir a oferta de carne e sustentar os preços da arroba.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>377</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,arrobadoboi,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,ciclopequario,climaamericadosul,demandachinesa,mercadodocafe,milho,relatoriousda,safrabrasileira,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja sobe em Chicago com compras da China | BB Cast Agro – 06/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-sobe-em-chicago-com-compras-da-china-bb-cast-agro-06-03-2026--70485079</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para a alta das cotações em Chicago, o avanço da colheita no Brasil e as perspectivas de produção na América do Sul.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Mercado internacional em alta: as cotações futuras da soja na Bolsa de Chicago registraram valorização desde o início de fevereiro, impulsionadas pelas expectativas de aumento das compras do grão americano pela China e pela alta nos preços do óleo de soja, refletindo a expansão da produção de biodiesel nos Estados Unidos.<br /><br />📊 Fundos ampliam posição comprada: nas últimas duas semanas, fundos de investimento intensificaram as compras de contratos futuros de soja, elevando a posição líquida comprada para o maior nível desde maio do ano passado.<br /><br /> 🌱 Colheita acelerada no Brasil: a colheita da soja já alcança 41,7% da área cultivada, ritmo 3,3% acima da média dos últimos cinco anos. Segundo a Conab, o Mato Grosso lidera com 81,3% da área colhida, seguido por Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás e Paraná.<br /><br />🌾 Produção brasileira recorde: a Conab estima uma produção de aproximadamente 178 milhões de toneladas na safra atual, reforçando a forte oferta brasileira no mercado global.<br /><br />🌦️ Condições melhores na Argentina: o clima nas últimas semanas favoreceu o desenvolvimento das lavouras. De acordo com a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, 74% das áreas apresentam condições boas ou excelentes, mantendo a projeção de produção em 48,5 milhões de toneladas.<br /><br />📈 Preços em Chicago: o contrato futuro da soja na CBOT com vencimento em maio de 2026 encerrou o dia 04/03 cotado a US$ 11,69 por bushel. <br /><br />📉 Mercado interno: o indicador Cepea registrou R$ 128,21 por saca em 04/03, com leve alta em relação ao início de fevereiro. Já os prêmios nos portos seguem negativos, variando entre US$ -0,25 e US$ -0,15 por bushel para abril de 2026 e entre US$ -0,05 e US$ 0,05 por bushel para maio de 2026.<br /><br />🛡️ Gestão de risco para o produtor: diante da volatilidade do mercado, o Banco do Brasil disponibiliza mecanismos de hedge para dar mais previsibilidade ao fluxo de caixa do produtor, como operações de travamento de câmbio e as Opções Agro BB.<br /><br />📊 Opções de venda disponíveis: atualmente estão disponíveis opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimentos como:<br /><ul><li>fevereiro de 2026 com strike entre US$ 11,23 e US$ 11,69 por bushel</li><li>abril de 2026 com strike entre US$ 11,24 e US$ 11,83 por bushel</li></ul><br />📱 Simulações no App BB: Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. <br />Até a próxima! 🌱📊💰<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70485079</guid><pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:00:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70485079/bbcast_soja_06032026.mp3" length="1295412" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para a alta das cotações em Chicago, o avanço da colheita no Brasil e as perspectivas de produção na América...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para a alta das cotações em Chicago, o avanço da colheita no Brasil e as perspectivas de produção na América do Sul.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Mercado internacional em alta: as cotações futuras da soja na Bolsa de Chicago registraram valorização desde o início de fevereiro, impulsionadas pelas expectativas de aumento das compras do grão americano pela China e pela alta nos preços do óleo de soja, refletindo a expansão da produção de biodiesel nos Estados Unidos.<br /><br />📊 Fundos ampliam posição comprada: nas últimas duas semanas, fundos de investimento intensificaram as compras de contratos futuros de soja, elevando a posição líquida comprada para o maior nível desde maio do ano passado.<br /><br /> 🌱 Colheita acelerada no Brasil: a colheita da soja já alcança 41,7% da área cultivada, ritmo 3,3% acima da média dos últimos cinco anos. Segundo a Conab, o Mato Grosso lidera com 81,3% da área colhida, seguido por Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás e Paraná.<br /><br />🌾 Produção brasileira recorde: a Conab estima uma produção de aproximadamente 178 milhões de toneladas na safra atual, reforçando a forte oferta brasileira no mercado global.<br /><br />🌦️ Condições melhores na Argentina: o clima nas últimas semanas favoreceu o desenvolvimento das lavouras. De acordo com a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, 74% das áreas apresentam condições boas ou excelentes, mantendo a projeção de produção em 48,5 milhões de toneladas.<br /><br />📈 Preços em Chicago: o contrato futuro da soja na CBOT com vencimento em maio de 2026 encerrou o dia 04/03 cotado a US$ 11,69 por bushel. <br /><br />📉 Mercado interno: o indicador Cepea registrou R$ 128,21 por saca em 04/03, com leve alta em relação ao início de fevereiro. Já os prêmios nos portos seguem negativos, variando entre US$ -0,25 e US$ -0,15 por bushel para abril de 2026 e entre US$ -0,05 e US$ 0,05 por bushel para maio de 2026.<br /><br />🛡️ Gestão de risco para o produtor: diante da volatilidade do mercado, o Banco do Brasil disponibiliza mecanismos de hedge para dar mais previsibilidade ao fluxo de caixa do produtor, como operações de travamento de câmbio e as Opções Agro BB.<br /><br />📊 Opções de venda disponíveis: atualmente estão disponíveis opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimentos como:<br /><ul><li>fevereiro de 2026 com strike entre US$ 11,23 e US$ 11,69 por bushel</li><li>abril de 2026 com strike entre US$ 11,24 e US$ 11,83 por bushel</li></ul><br />📱 Simulações no App BB: Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. <br />Até a próxima! 🌱📊💰<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cbot,china,colheitadasoja,conab,mercadodasoja,soja,sojabrasil</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/029c48c0db63b1f9353bfbd47d52485e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo bate recorde e exportações seguem fortes | BB Cast Agro – 05/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-bate-recorde-e-exportacoes-seguem-fortes-bb-cast-agro-05-03-2026--70479092</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização do boi gordo, a firmeza da demanda externa e as oportunidades de gestão de risco no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Boi gordo em alta: o indicador Cepea/Esalq fechou fevereiro de 2026 com média de R$ 342,25/@, registrando valorização de 6,5% em relação ao mês anterior. No dia 27 de fevereiro, o indicador atingiu R$ 353,15/@, o maior valor nominal da série histórica.<br /><br />🐄 Bezerro valorizado: o indicador Cepea/Esalq MS foi cotado em R$ 3.158,00 por cabeça, equivalente a aproximadamente R$ 15,50/kg vivo, acumulando alta de 20% nos últimos 12 meses.<br /><br />📈 Mercado físico firme em São Paulo: nesta semana, os preços apresentaram alta de até R$ 5,00/@, com negócios entre R$ 350,00 e R$ 360,00/@ e escalas de abate entre 7 e 10 dias, refletindo oferta restrita de animais terminados.<br /><br />🌎 Exportações aquecidas: segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou 193 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 13 dias úteis de fevereiro de 2026, avanço de 1,2% em relação ao volume total exportado em fevereiro de 2025. O preço médio foi de US$ 5.613 por tonelada, alta de 14% na comparação anual.<br /><br />📊 Mercado futuro na B3: os contratos do boi gordo para maio de 2026 fecharam fevereiro cotados a R$ 343,00/@, alta de 2,4% no mês. Já os vencimentos de março e abril de 2026 estão negociados em R$ 346,00/@ e R$ 339,00/@, respectivamente.<br /><br />🛡️ Gestão de risco com Opções Agro: produtores podem aproveitar a janela no mercado futuro para proteção de preços. O Banco do Brasil oferece opções de venda (Put) referenciadas na B3, com vencimentos como:<br />março de 2026 com strike entre R$ 339,00 e R$ 343,00/@<br />abril de 2026 com strike entre R$ 319,00 e R$ 337,00/@<br /><br />📱 Simulações no app BB: para consultar outros vencimentos e simular operações, basta acessar o App BB no menu Agro.<br /><br />🏦 Crédito para a pecuária: com o Custeio Agropecuário do Banco do Brasil, o produtor pode financiar diferentes despesas da atividade, garantindo acesso a insumos e planejamento financeiro para um ciclo pecuário mais eficiente.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima! 🐂🌱💰<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br /><br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70479092</guid><pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:40:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70479092/bbcast_boi_gordo_05032026.mp3" length="1581139" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização do boi gordo, a firmeza da demanda externa e as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização do boi gordo, a firmeza da demanda externa e as oportunidades de gestão de risco no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Boi gordo em alta: o indicador Cepea/Esalq fechou fevereiro de 2026 com média de R$ 342,25/@, registrando valorização de 6,5% em relação ao mês anterior. No dia 27 de fevereiro, o indicador atingiu R$ 353,15/@, o maior valor nominal da série histórica.<br /><br />🐄 Bezerro valorizado: o indicador Cepea/Esalq MS foi cotado em R$ 3.158,00 por cabeça, equivalente a aproximadamente R$ 15,50/kg vivo, acumulando alta de 20% nos últimos 12 meses.<br /><br />📈 Mercado físico firme em São Paulo: nesta semana, os preços apresentaram alta de até R$ 5,00/@, com negócios entre R$ 350,00 e R$ 360,00/@ e escalas de abate entre 7 e 10 dias, refletindo oferta restrita de animais terminados.<br /><br />🌎 Exportações aquecidas: segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou 193 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 13 dias úteis de fevereiro de 2026, avanço de 1,2% em relação ao volume total exportado em fevereiro de 2025. O preço médio foi de US$ 5.613 por tonelada, alta de 14% na comparação anual.<br /><br />📊 Mercado futuro na B3: os contratos do boi gordo para maio de 2026 fecharam fevereiro cotados a R$ 343,00/@, alta de 2,4% no mês. Já os vencimentos de março e abril de 2026 estão negociados em R$ 346,00/@ e R$ 339,00/@, respectivamente.<br /><br />🛡️ Gestão de risco com Opções Agro: produtores podem aproveitar a janela no mercado futuro para proteção de preços. O Banco do Brasil oferece opções de venda (Put) referenciadas na B3, com vencimentos como:<br />março de 2026 com strike entre R$ 339,00 e R$ 343,00/@<br />abril de 2026 com strike entre R$ 319,00 e R$ 337,00/@<br /><br />📱 Simulações no app BB: para consultar outros vencimentos e simular operações, basta acessar o App BB no menu Agro.<br /><br />🏦 Crédito para a pecuária: com o Custeio Agropecuário do Banco do Brasil, o produtor pode financiar diferentes despesas da atividade, garantindo acesso a insumos e planejamento financeiro para um ciclo pecuário mais eficiente.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima! 🐂🌱💰<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br /><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>264</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,cepea,exportacaodecarnebovina,mercadofuturo,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: alta em Chicago e pressão argentina no Brasil | BB Cast Agro – 04/03/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-alta-em-chicago-e-pressao-argentina-no-brasil-bb-cast-agro-04-03-2026--70414423</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para a alta das cotações internacionais, a safra recorde da Argentina e as projeções iniciais para a produção brasileira em 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Mercado internacional em alta: as cotações do trigo na Bolsa de Chicago superaram US$ 6/bushel, acumulando valorização de 18% desde o início do ano, impulsionadas pelas tensões no Oriente Médio, alta do petróleo e clima seco nas Planícies dos Estados Unidos.<br /><br />🌧️ Clima preocupa nos EUA: a falta de chuvas em regiões produtoras de trigo de inverno adiciona suporte aos preços, em um momento importante para o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />🌾 Safra recorde na Argentina: o país vizinho colheu 27,8 milhões de toneladas na safra 2025/26, alta de 49% em relação ao ciclo anterior, ampliando a oferta exportável e a competitividade no mercado brasileiro.<br /><br />📉 Projeções para o Brasil: a Conab estima redução de 5,2% na área plantada, para 2,318 milhões de hectares, e queda de 12% na produção nacional, projetada em 6,9 milhões de toneladas.<br /><br />📍 Destaque no Sul: o Rio Grande do Sul deve reduzir em 10% a área cultivada, com expectativa de produção 15% menor. No Paraná, produtores já sinalizam possível migração para culturas mais rentáveis, como o milho 2ª safra.<br /><br />💰 Preços no mercado interno: o indicador Cepea/Esalq Paraná acumula alta de 1% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.182 por tonelada, mas ainda 24% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, sob influência da paridade de importação argentina.<br /><br />🏦 Crédito para a safra de inverno: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição de insumos, apoiando o planejamento e a sustentabilidade financeira do produtor rural.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbGVPb1hxSmllUEM4VWtfSEtSUGRkZldRTjlnZ3xBQ3Jtc0trNG5KTGZFQVJjamFlbTc3enFmRW4xdGdwSkhKd2dtb2paQlFweUVnQmliU3dwZXgxTnYxSlVLUXM3eFVNa3psMU1ibHVrRTl6c2haM2F0WFZreERUOEhlaU1TbFZhVmtWM1R0TEhST2dNWUlLU1JwMA&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=rcspCWgvMpw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a><br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70414423</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2026 10:00:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70414423/bbcast_trigo_04032026.mp3" length="1096516" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para a alta das cotações internacionais, a safra recorde da Argentina e as projeções...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para a alta das cotações internacionais, a safra recorde da Argentina e as projeções iniciais para a produção brasileira em 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Mercado internacional em alta: as cotações do trigo na Bolsa de Chicago superaram US$ 6/bushel, acumulando valorização de 18% desde o início do ano, impulsionadas pelas tensões no Oriente Médio, alta do petróleo e clima seco nas Planícies dos Estados Unidos.<br /><br />🌧️ Clima preocupa nos EUA: a falta de chuvas em regiões produtoras de trigo de inverno adiciona suporte aos preços, em um momento importante para o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />🌾 Safra recorde na Argentina: o país vizinho colheu 27,8 milhões de toneladas na safra 2025/26, alta de 49% em relação ao ciclo anterior, ampliando a oferta exportável e a competitividade no mercado brasileiro.<br /><br />📉 Projeções para o Brasil: a Conab estima redução de 5,2% na área plantada, para 2,318 milhões de hectares, e queda de 12% na produção nacional, projetada em 6,9 milhões de toneladas.<br /><br />📍 Destaque no Sul: o Rio Grande do Sul deve reduzir em 10% a área cultivada, com expectativa de produção 15% menor. No Paraná, produtores já sinalizam possível migração para culturas mais rentáveis, como o milho 2ª safra.<br /><br />💰 Preços no mercado interno: o indicador Cepea/Esalq Paraná acumula alta de 1% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.182 por tonelada, mas ainda 24% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, sob influência da paridade de importação argentina.<br /><br />🏦 Crédito para a safra de inverno: o Banco do Brasil oferece linhas de custeio para aquisição de insumos, apoiando o planejamento e a sustentabilidade financeira do produtor rural.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbGVPb1hxSmllUEM4VWtfSEtSUGRkZldRTjlnZ3xBQ3Jtc0trNG5KTGZFQVJjamFlbTc3enFmRW4xdGdwSkhKd2dtb2paQlFweUVnQmliU3dwZXgxTnYxSlVLUXM3eFVNa3psMU1ibHVrRTl6c2haM2F0WFZreERUOEhlaU1TbFZhVmtWM1R0TEhST2dNWUlLU1JwMA&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=rcspCWgvMpw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,argentina,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cepea,conab,orientemedio,precodotrigo,safra2026,trigo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca316a027ecbb79a09a63d86f1fb4c34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: menor área nos EUA e firmeza nos preços no Brasil | BB Cast Agro – 27/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-menor-area-nos-eua-e-firmeza-nos-precos-no-brasil-bb-cast-agro-27-02-2026--70303705</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho, com foco nas estimativas para a safra norte-americana 2026/27, no avanço do plantio da 2ª safra no Brasil e nas oportunidades de proteção de preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Safra dos EUA 2026/27: o USDA indicou possível redução da área plantada de milho para 38,04 milhões de hectares, abaixo dos 39,98 milhões da safra anterior. A produção foi estimada em 401,3 milhões de toneladas, queda de 7% frente ao último ciclo.<br /><br />📊 Chicago estável: mesmo com a sinalização de menor área, o mercado já precificava o movimento. Na Bolsa de Chicago, o contrato maio/26 encerrou o dia 25 cotado a US$ 4,42 por bushel, com alta de 0,80%.<br /><br />🌽 Milho 2ª safra no Brasil: segundo o IMEA, a semeadura em Mato Grosso atingiu 66,33% da área estimada (7,39 milhões de hectares), ritmo próximo ao da safra passada, mas ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos.<br /><br />⏳ Janela mais estreita: o plantio tardio da soja atrasou a colheita e limitou o avanço do milho em algumas regiões do estado, o que pode resultar em uma janela de plantio mais curta.<br /><br />💰 Preços firmes no mercado interno: pesquisadores do Cepea apontam que a comercialização mais restrita tem sustentado as cotações. O indicador Esalq/B3, base Campinas, fechou em R$ 69,28 por saca no dia 25 de fevereiro.<br /><br />🏦 Proteção de preços: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e termo de moedas (NDF) para proteção contra oscilações. Atualmente, há opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em maio/26 e julho/26, oferecendo alternativas para garantir margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbkRNYm9tem5iMExFdmxBQ3dMbzduc2VtNUFwZ3xBQ3Jtc0trN1RmUlp2WWdMTHk2dGhwZFBFLXZ5cllmRXpnWDBXREpqMTNnOEN0VThMTV9DNHJlbF92cld6bHJpc1BDb2NvMTRnQ0xabjVXTU0tSVkwdzQxNFZ6OGloT2pYdU5FdjNUYlJibjZKYjBNWEVmVm9Jaw&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=k60dB5aXJyE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a><br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70303705</guid><pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70303705/bbcast_milho_27022026.mp3" length="1700728" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho, com foco nas estimativas para a safra norte-americana 2026/27, no avanço do plantio da 2ª safra no Brasil e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho, com foco nas estimativas para a safra norte-americana 2026/27, no avanço do plantio da 2ª safra no Brasil e nas oportunidades de proteção de preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Safra dos EUA 2026/27: o USDA indicou possível redução da área plantada de milho para 38,04 milhões de hectares, abaixo dos 39,98 milhões da safra anterior. A produção foi estimada em 401,3 milhões de toneladas, queda de 7% frente ao último ciclo.<br /><br />📊 Chicago estável: mesmo com a sinalização de menor área, o mercado já precificava o movimento. Na Bolsa de Chicago, o contrato maio/26 encerrou o dia 25 cotado a US$ 4,42 por bushel, com alta de 0,80%.<br /><br />🌽 Milho 2ª safra no Brasil: segundo o IMEA, a semeadura em Mato Grosso atingiu 66,33% da área estimada (7,39 milhões de hectares), ritmo próximo ao da safra passada, mas ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos.<br /><br />⏳ Janela mais estreita: o plantio tardio da soja atrasou a colheita e limitou o avanço do milho em algumas regiões do estado, o que pode resultar em uma janela de plantio mais curta.<br /><br />💰 Preços firmes no mercado interno: pesquisadores do Cepea apontam que a comercialização mais restrita tem sustentado as cotações. O indicador Esalq/B3, base Campinas, fechou em R$ 69,28 por saca no dia 25 de fevereiro.<br /><br />🏦 Proteção de preços: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e termo de moedas (NDF) para proteção contra oscilações. Atualmente, há opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em maio/26 e julho/26, oferecendo alternativas para garantir margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbkRNYm9tem5iMExFdmxBQ3dMbzduc2VtNUFwZ3xBQ3Jtc0trN1RmUlp2WWdMTHk2dGhwZFBFLXZ5cllmRXpnWDBXREpqMTNnOEN0VThMTV9DNHJlbF92cld6bHJpc1BDb2NvMTRnQ0xabjVXTU0tSVkwdzQxNFZ6OGloT2pYdU5FdjNUYlJibjZKYjBNWEVmVm9Jaw&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=k60dB5aXJyE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>284</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cepea,imea,milho,milho2safra,precodomilho,safra2026,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Suinocultura: exportações recordes e pressão nos preços em 2026 | BB Cast Agro – 26/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/suinocultura-exportacoes-recordes-e-pressao-nos-precos-em-2026-bb-cast-agro-26-02-2026--70298480</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Bruno Viglioni, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira, destacando o desempenho recorde das exportações em 2025 e as perspectivas para o início de 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Exportações recordes</b>: o Brasil embarcou mais de 1,48 milhão de toneladas de carne suína em 2025, alta de 11,5% em relação a 2024. O faturamento alcançou US$ 3,6 bilhões, crescimento de 19,1%, impulsionado tanto pelo maior volume quanto pela valorização do preço em dólar.<br /><br />🌏 <b>Principais destinos</b>: as Filipinas lideraram as compras, com 381 mil toneladas (26% do total exportado). A China, que já foi o principal mercado, reduziu as importações para 159 mil toneladas (10,9% do total), refletindo a recomposição do rebanho após a Peste Suína Africana. Chile, Japão e Hong Kong também figuram entre os maiores compradores.<br /><br />🐖 <b>Mercado interno aquecido</b>: dados preliminares do IBGE indicam o abate de 60 milhões de cabeças em 2025, totalizando 5,6 milhões de toneladas. O preço médio do suíno vivo em Minas Gerais encerrou o ano em R$ 8,50/kg, 8,5% acima da média de 2024, favorecido pela boa rentabilidade e pela safra de grãos 2024/2025.<br /><br />📉 <b>Pressão nos preços em janeiro</b>: o início de 2026 trouxe recuo nas cotações do suíno terminado em Minas Gerais, com média de R$ 6,80/kg — queda de 18% no mês. Entre os fatores estão a redução das exportações em janeiro, a queda no preço da carne de frango e a sazonalidade do consumo no primeiro trimestre.<br /><br />🌽 <b>Relação de troca e planejamento</b>: a expectativa de curto prazo é de manutenção do equilíbrio entre preços do suíno e custos de produção. O planejamento na compra de insumos, atento às tendências dos grãos, será essencial para preservar margens.<br /><br />🏦 <b>Gestão e proteção</b>: o Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o produtor na organização financeira do ciclo produtivo, reforçando a importância do crédito consciente e sustentável.<br /><br />👉 <b>Para mais análises do agro, acesse</b>: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbjdxMkJpQzhrWXI5THNRMjZjYUtvcGpOM284UXxBQ3Jtc0trNDZTeF9ub2xldVkxMV82MHk4dVJtbm05LWhSUlFOM2dZVU84bVNsRmhEMjc2UnpvR2thbEtSMDJ6VnB2YnR1cjUwZTJiaG91T3VXeEZmdVVydHNiR3BlYks5Sk5HbXNYR01md3NEMTVuWE12Y05pQQ&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=yAoNQKTyHac" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a><br /><br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70298480</guid><pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70298480/bbcast_suinocultura_26022026.mp3" length="1440235" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Bruno Viglioni, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira, destacando o desempenho recorde das exportações em 2025 e as perspectivas para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Bruno Viglioni, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira, destacando o desempenho recorde das exportações em 2025 e as perspectivas para o início de 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Exportações recordes</b>: o Brasil embarcou mais de 1,48 milhão de toneladas de carne suína em 2025, alta de 11,5% em relação a 2024. O faturamento alcançou US$ 3,6 bilhões, crescimento de 19,1%, impulsionado tanto pelo maior volume quanto pela valorização do preço em dólar.<br /><br />🌏 <b>Principais destinos</b>: as Filipinas lideraram as compras, com 381 mil toneladas (26% do total exportado). A China, que já foi o principal mercado, reduziu as importações para 159 mil toneladas (10,9% do total), refletindo a recomposição do rebanho após a Peste Suína Africana. Chile, Japão e Hong Kong também figuram entre os maiores compradores.<br /><br />🐖 <b>Mercado interno aquecido</b>: dados preliminares do IBGE indicam o abate de 60 milhões de cabeças em 2025, totalizando 5,6 milhões de toneladas. O preço médio do suíno vivo em Minas Gerais encerrou o ano em R$ 8,50/kg, 8,5% acima da média de 2024, favorecido pela boa rentabilidade e pela safra de grãos 2024/2025.<br /><br />📉 <b>Pressão nos preços em janeiro</b>: o início de 2026 trouxe recuo nas cotações do suíno terminado em Minas Gerais, com média de R$ 6,80/kg — queda de 18% no mês. Entre os fatores estão a redução das exportações em janeiro, a queda no preço da carne de frango e a sazonalidade do consumo no primeiro trimestre.<br /><br />🌽 <b>Relação de troca e planejamento</b>: a expectativa de curto prazo é de manutenção do equilíbrio entre preços do suíno e custos de produção. O planejamento na compra de insumos, atento às tendências dos grãos, será essencial para preservar margens.<br /><br />🏦 <b>Gestão e proteção</b>: o Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o produtor na organização financeira do ciclo produtivo, reforçando a importância do crédito consciente e sustentável.<br /><br />👉 <b>Para mais análises do agro, acesse</b>: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbjdxMkJpQzhrWXI5THNRMjZjYUtvcGpOM284UXxBQ3Jtc0trNDZTeF9ub2xldVkxMV82MHk4dVJtbm05LWhSUlFOM2dZVU84bVNsRmhEMjc2UnpvR2thbEtSMDJ6VnB2YnR1cjUwZTJiaG91T3VXeEZmdVVydHNiR3BlYks5Sk5HbXNYR01md3NEMTVuWE12Y05pQQ&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=yAoNQKTyHac" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a><br /><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>241</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,carnesuina,exportacoes,ibge,mercadoagro,precodosuino,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0726e960f00d66927bf1cad034276e4a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Conilon: safra recorde pressiona preços e exportações | BB Cast Agro – 25/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-safra-recorde-pressiona-precos-e-exportacoes-bb-cast-agro-25-02-2026--70266675</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Queda nos preços: fevereiro registrou retração de quase 20% nas cotações em relação a janeiro. O movimento reflete a melhora das condições climáticas no cinturão cafeeiro, com chuvas mais frequentes reduzindo o estresse hídrico e favorecendo o enchimento dos grãos.<br /><br />🌍 Oferta global maior: a 1ª estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta safra recorde de 66,2 milhões de sacas em 2026, sendo 22,1 milhões de canéfora. Sinais de maior disponibilidade no Vietnã, valorização do real e retração dos embarques brasileiros reforçaram o ajuste negativo nas cotações.<br /><br />📦 Exportações em queda no ES: o Espírito Santo registrou redução de 25% nas vendas externas em janeiro, frente ao mesmo mês de 2025. O destaque foi o café solúvel, com queda de 52%. A receita cambial acompanhou o movimento e recuou 61%.<br /><br />💹 Mercado futuro e interno: na Bolsa de Londres, o contrato do robusta para maio/26 iniciou a semana cotado a US$ 3.574 por tonelada. No mercado físico, o tipo 7 abriu a semana a R$ 982 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória.<br /><br />🚜 Tecnologia no campo: nos cafezais capixabas, avançam a irrigação de precisão e a mecanização da colheita, promovendo ganhos de eficiência e produtividade. Produtores também investem em modernização de equipamentos e construção de barragens de terra para ampliar a reserva hídrica diante da maior variabilidade climática.<br /><br />🌱 Mercado de terras aquecido: há crescimento da demanda nas regiões Norte e Noroeste do Espírito Santo, principais polos produtores do Estado, com negociações alcançando valores recordes.<br /><br />🏦 Soluções financeiras: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito e soluções personalizadas para apoiar o produtor rural em todas as etapas da atividade agrícola, reforçando a importância do crédito consciente e sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa1BKeHBqRV9zNUwxb2xjUUJtRVlZUFJCZ3N2UXxBQ3Jtc0ttdGotTUlzSVl0TVpyRWY4bXdXLVY4RTdDQ2R3TnNUOWJLTXZ5QWl6ZmlwdEhrRTJOUXlxRXZPUVprX3BxaVdhdnFCY0l5dEhNaTJxN09MbHczRHFvM0c2aTBXY1hCbGlucU16X2w3RWxSaW5wbkFYSQ&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=PPHQUHYP8hM" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70266675</guid><pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:00:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70266675/bbcast_conilon_25022026.mp3" length="1347291" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Queda nos preços: fevereiro registrou retração de quase 20% nas cotações em relação a janeiro. O movimento reflete a melhora das condições climáticas no cinturão cafeeiro, com chuvas mais frequentes reduzindo o estresse hídrico e favorecendo o enchimento dos grãos.<br /><br />🌍 Oferta global maior: a 1ª estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta safra recorde de 66,2 milhões de sacas em 2026, sendo 22,1 milhões de canéfora. Sinais de maior disponibilidade no Vietnã, valorização do real e retração dos embarques brasileiros reforçaram o ajuste negativo nas cotações.<br /><br />📦 Exportações em queda no ES: o Espírito Santo registrou redução de 25% nas vendas externas em janeiro, frente ao mesmo mês de 2025. O destaque foi o café solúvel, com queda de 52%. A receita cambial acompanhou o movimento e recuou 61%.<br /><br />💹 Mercado futuro e interno: na Bolsa de Londres, o contrato do robusta para maio/26 iniciou a semana cotado a US$ 3.574 por tonelada. No mercado físico, o tipo 7 abriu a semana a R$ 982 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória.<br /><br />🚜 Tecnologia no campo: nos cafezais capixabas, avançam a irrigação de precisão e a mecanização da colheita, promovendo ganhos de eficiência e produtividade. Produtores também investem em modernização de equipamentos e construção de barragens de terra para ampliar a reserva hídrica diante da maior variabilidade climática.<br /><br />🌱 Mercado de terras aquecido: há crescimento da demanda nas regiões Norte e Noroeste do Espírito Santo, principais polos produtores do Estado, com negociações alcançando valores recordes.<br /><br />🏦 Soluções financeiras: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito e soluções personalizadas para apoiar o produtor rural em todas as etapas da atividade agrícola, reforçando a importância do crédito consciente e sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa1BKeHBqRV9zNUwxb2xjUUJtRVlZUFJCZ3N2UXxBQ3Jtc0ttdGotTUlzSVl0TVpyRWY4bXdXLVY4RTdDQ2R3TnNUOWJLTXZ5QWl6ZmlwdEhrRTJOUXlxRXZPUVprX3BxaVdhdnFCY0l5dEhNaTJxN09MbHczRHFvM0c2aTBXY1hCbGlucU16X2w3RWxSaW5wbkFYSQ&amp;q=https%3A%2F%2Fnoticias.broto.com.br%2F&amp;v=PPHQUHYP8hM" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>225</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cafeconilon,conab,mercadodocafe,precodocafe,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f8c970e2b89c98aa0f24d998a0b339e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: Chicago pressionada e redução de área na China e EUA | BBcast Agro - 24/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-chicago-pressionada-e-reducao-de-area-na-china-e-eua-bbcast-agro-24-02-2026--70228666</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após o último relatório do USDA e os movimentos de mercado na Bolsa de Nova Iorque.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🧾 Oferta x demanda global: o balanço mundial segue com leve excedente, com produção estimada em 26 milhões de toneladas frente a um consumo de 25,72 milhões, mantendo pressão sobre as cotações.<br /><br />📉 NY pressionada: os contratos para março/26 continuam abaixo de US¢ 64/libra-peso, patamar que vigora há mais de um ano nos vencimentos mais curtos.<br /><br />🌏 China: o maior produtor mundial pode reduzir a área em 2026/27. Há estímulos para ampliação de grãos alimentícios e possível redirecionamento de subsídios, o que pode impactar a produção de pluma.<br /><br />Estados Unidos: custos elevados desestimulam o plantio. Após 3,7 milhões de hectares na safra 2025/26, produtores avaliam possível redução de área no próximo ciclo.<br /><br />Brasil: a área plantada recuou 3,2%, segundo a Conab. O plantio foi concluído com destaque para a rapidez em Mato Grosso, que semeou cerca de 70% da área prevista (1,4 milhão de hectares) dentro da janela ideal.<br /><br />🛡️ Gestão de risco: o BB disponibiliza Opções Agro, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro/26 e strikes entre US¢ 64 e US¢ 68/libra-peso, como ferramentas de proteção de margem.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70228666</guid><pubDate>Tue, 24 Feb 2026 10:00:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70228666/bbcast_algodao_24022026.mp3" length="1004669" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após o último relatório do USDA e os movimentos de mercado na Bolsa de Nova Iorque.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após o último relatório do USDA e os movimentos de mercado na Bolsa de Nova Iorque.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🧾 Oferta x demanda global: o balanço mundial segue com leve excedente, com produção estimada em 26 milhões de toneladas frente a um consumo de 25,72 milhões, mantendo pressão sobre as cotações.<br /><br />📉 NY pressionada: os contratos para março/26 continuam abaixo de US¢ 64/libra-peso, patamar que vigora há mais de um ano nos vencimentos mais curtos.<br /><br />🌏 China: o maior produtor mundial pode reduzir a área em 2026/27. Há estímulos para ampliação de grãos alimentícios e possível redirecionamento de subsídios, o que pode impactar a produção de pluma.<br /><br />Estados Unidos: custos elevados desestimulam o plantio. Após 3,7 milhões de hectares na safra 2025/26, produtores avaliam possível redução de área no próximo ciclo.<br /><br />Brasil: a área plantada recuou 3,2%, segundo a Conab. O plantio foi concluído com destaque para a rapidez em Mato Grosso, que semeou cerca de 70% da área prevista (1,4 milhão de hectares) dentro da janela ideal.<br /><br />🛡️ Gestão de risco: o BB disponibiliza Opções Agro, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro/26 e strikes entre US¢ 64 e US¢ 68/libra-peso, como ferramentas de proteção de margem.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>168</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,algodao,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadenovaiorque,conab,matogrosso,mercadodoalgodao,precoalgodao,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8904e103b6474483d90e8a4dd1c4ddd6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Geopolítica, avanço da safra e pecuária firme marcam a semana | BBcast Agro - 23/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/geopolitica-avanco-da-safra-e-pecuaria-firme-marcam-a-semana-bbcast-agro-23-02-2026--70225490</link><description><![CDATA[Nesta semana, o mercado monitora as definições de biocombustíveis nos EUA, o avanço da safrinha no Brasil e o fôlego renovado da pecuária de corte. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:26): o cenário permanece volátil devido às tensões geopolíticas globais, rumores de greves em portos da Argentina e novas definições regulatórias sobre biocombustíveis nos Estados Unidos.<br /><br />🌽 Milho (01:32): no Brasil, a colheita da 1ª safra e o plantio da 2ª avançam, mas a comercialização segue em ritmo lento. O descompasso entre as ofertas de compradores e as pedidas de vendedores favorece a estabilidade dos preços no curto prazo.<br /><br />☕ Café (02:52): a proximidade da colheita da safra 2026 no Brasil exerce pressão negativa sobre os contratos futuros, gerando incertezas quanto à rentabilidade final da nova produção.<br /><br />🐂 Boi gordo (03:28): cotações seguem sustentadas pela forte demanda interna e externa. Em praças específicas, a arroba já atinge o patamar de R$ 350,00, refletindo o aperto na oferta de animais terminados.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70225490</guid><pubDate>Mon, 23 Feb 2026 15:16:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70225490/20260223_bbcast_agro_cenario_semanal_1.mp3" length="4660169" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o mercado monitora as definições de biocombustíveis nos EUA, o avanço da safrinha no Brasil e o fôlego renovado da pecuária de corte. 

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:26): o cenário permanece volátil devido às tensões geopolíticas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o mercado monitora as definições de biocombustíveis nos EUA, o avanço da safrinha no Brasil e o fôlego renovado da pecuária de corte. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:26): o cenário permanece volátil devido às tensões geopolíticas globais, rumores de greves em portos da Argentina e novas definições regulatórias sobre biocombustíveis nos Estados Unidos.<br /><br />🌽 Milho (01:32): no Brasil, a colheita da 1ª safra e o plantio da 2ª avançam, mas a comercialização segue em ritmo lento. O descompasso entre as ofertas de compradores e as pedidas de vendedores favorece a estabilidade dos preços no curto prazo.<br /><br />☕ Café (02:52): a proximidade da colheita da safra 2026 no Brasil exerce pressão negativa sobre os contratos futuros, gerando incertezas quanto à rentabilidade final da nova produção.<br /><br />🐂 Boi gordo (03:28): cotações seguem sustentadas pela forte demanda interna e externa. Em praças específicas, a arroba já atinge o patamar de R$ 350,00, refletindo o aperto na oferta de animais terminados.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>292</itunes:duration><itunes:keywords>bbcastagro,biocombustiveis,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,milho,preçodoboi,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91d7bf5047066ff22bcf4f85f28ef829.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: Chicago reage a Trump e produção brasileira caminha para recorde | BBcast Agro - 20/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-chicago-reage-a-trump-e-producao-brasileira-caminha-para-recorde-bbcast-agro-20-02-2026--70154494</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a forte alta na <b>CBOT</b> impulsionada pela geopolítica e o avanço da colheita no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:🇺🇸<br /><b></b><br /><b>Geopolítica e Chicago:</b> as cotações saltaram <b>6,42%</b> após anúncios de possível ampliação de compras chinesas sobre a produção americana. Fundos de investimento elevaram a posição comprada ao maior nível desde maio de 2025.<br /><br />🛢️ <b>Combustíveis Limpos:</b> novas diretrizes do Tesouro dos <b>EUA</b> sobre créditos fiscais para biocombustíveis priorizam matérias-primas internas, elevando a demanda por óleo de soja e dando suporte aos preços.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita no Brasil:</b> os trabalhos atingiram <b>24,7%</b> da área nacional. O <b>Mato Grosso</b> lidera com mais de <b>60%</b> colhido. A <b>Conab</b> estima uma produção total de <b>182 milhões</b> de toneladas, um potencial novo recorde para o país.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> o desenvolvimento das lavouras enfrenta má distribuição de chuvas, mas as estimativas oficiais de produção foram mantidas em <b>48,5 milhões</b> de toneladas até o momento.<br /><br />📈 <b>Preços e Hedge:</b> o indicador <b>Cepea</b> reagiu à alta de <b>Chicago</b> e subiu para **R$ 127,49/saca**. Para proteger as margens, o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Abr/26</b> (até US$ 11,51) e <b>Jun/26</b> (até US$ 11,63).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70154494</guid><pubDate>Fri, 20 Feb 2026 10:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70154494/20260220_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1430361" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a forte alta na CBOT impulsionada pela geopolítica e o avanço da colheita no Brasil.

Destaques do episódio:🇺🇸

Geopolítica e Chicago: as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a forte alta na <b>CBOT</b> impulsionada pela geopolítica e o avanço da colheita no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:🇺🇸<br /><b></b><br /><b>Geopolítica e Chicago:</b> as cotações saltaram <b>6,42%</b> após anúncios de possível ampliação de compras chinesas sobre a produção americana. Fundos de investimento elevaram a posição comprada ao maior nível desde maio de 2025.<br /><br />🛢️ <b>Combustíveis Limpos:</b> novas diretrizes do Tesouro dos <b>EUA</b> sobre créditos fiscais para biocombustíveis priorizam matérias-primas internas, elevando a demanda por óleo de soja e dando suporte aos preços.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita no Brasil:</b> os trabalhos atingiram <b>24,7%</b> da área nacional. O <b>Mato Grosso</b> lidera com mais de <b>60%</b> colhido. A <b>Conab</b> estima uma produção total de <b>182 milhões</b> de toneladas, um potencial novo recorde para o país.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> o desenvolvimento das lavouras enfrenta má distribuição de chuvas, mas as estimativas oficiais de produção foram mantidas em <b>48,5 milhões</b> de toneladas até o momento.<br /><br />📈 <b>Preços e Hedge:</b> o indicador <b>Cepea</b> reagiu à alta de <b>Chicago</b> e subiu para **R$ 127,49/saca**. Para proteger as margens, o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Abr/26</b> (até US$ 11,51) e <b>Jun/26</b> (até US$ 11,63).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>239</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,conab,matogrosso,mercadodasoja,opçõesagrobb,preçodasoja,safrarecordesoja,soja,trumpchinasoja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi Gordo em Alta e Exportações Aquecidas | BBcast Agro - 19/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-em-alta-e-exportacoes-aquecidas-bbcast-agro-19-02-2026--70135373</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz as atualizações do cenário da bovinocultura de corte em 19 de fevereiro de 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Boi gordo (Cepea): o indicador registrou média mensal de R$ 344,05/@ em 13 de fevereiro, alta de 5,25% frente ao mês anterior. Em São Paulo, a cotação chegou a R$ 347,87/@ (+5,13%), com escalas de abate encurtadas para cerca de 5 dias úteis, refletindo oferta restrita de animais terminados.<br /><br />🐄 Reposição em alta: o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ (MS) foi cotado a R$ 3.157,23 por cabeça (aprox. R$ 15,67/kg vivo), avanço de cerca de 17% nos últimos 12 meses, sinalizando viés de alta para a reposição ao longo de 2026.<br /><br />🌎 Demanda externa aquecida: segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou 68,3 mil toneladas de carne bovina in natura na primeira semana de fevereiro/26 — aumento de 43,6% em relação a fevereiro/25. O preço médio foi de US$ 5.619,45 por tonelada, alta de 14% na comparação anual.<br /><br />📈 Mercado futuro: na B3, os contratos do boi gordo para maio/26 estão em torno de R$ 341,45/@. Para fevereiro, março e abril/26, as cotações giram próximas de R$ 345,00/@ — oportunidades para proteção de margem.<br /><br />🛡️ Gestão de risco: o BB disponibiliza Opções Agro (PUT) referenciadas na B3:<br /><ul><li>Março/26: strike entre R$ 339 e R$ 344/@</li><li>Abril/26: strike entre R$ 330 e R$ 346/@</li></ul>💳 Crédito e custeio: com o Custeio Agropecuário do BB, o produtor pode financiar despesas da produção e garantir insumos estratégicos para um ciclo pecuário mais eficiente e sustentável.<br /><br />👉 Para simular opções e consultar outros vencimentos, acesse o App BB, menu Agro.Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br />Crédito consciente e sustentável faz a diferença no resultado da sua atividade.<br /><br />Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70135373</guid><pubDate>Thu, 19 Feb 2026 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70135373/bbcast_boi_gordo_19022026.mp3" length="1280052" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz as atualizações do cenário da bovinocultura de corte em 19 de fevereiro de 2026.

Destaques do episódio:

🐂 Boi gordo (Cepea): o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz as atualizações do cenário da bovinocultura de corte em 19 de fevereiro de 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Boi gordo (Cepea): o indicador registrou média mensal de R$ 344,05/@ em 13 de fevereiro, alta de 5,25% frente ao mês anterior. Em São Paulo, a cotação chegou a R$ 347,87/@ (+5,13%), com escalas de abate encurtadas para cerca de 5 dias úteis, refletindo oferta restrita de animais terminados.<br /><br />🐄 Reposição em alta: o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ (MS) foi cotado a R$ 3.157,23 por cabeça (aprox. R$ 15,67/kg vivo), avanço de cerca de 17% nos últimos 12 meses, sinalizando viés de alta para a reposição ao longo de 2026.<br /><br />🌎 Demanda externa aquecida: segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou 68,3 mil toneladas de carne bovina in natura na primeira semana de fevereiro/26 — aumento de 43,6% em relação a fevereiro/25. O preço médio foi de US$ 5.619,45 por tonelada, alta de 14% na comparação anual.<br /><br />📈 Mercado futuro: na B3, os contratos do boi gordo para maio/26 estão em torno de R$ 341,45/@. Para fevereiro, março e abril/26, as cotações giram próximas de R$ 345,00/@ — oportunidades para proteção de margem.<br /><br />🛡️ Gestão de risco: o BB disponibiliza Opções Agro (PUT) referenciadas na B3:<br /><ul><li>Março/26: strike entre R$ 339 e R$ 344/@</li><li>Abril/26: strike entre R$ 330 e R$ 346/@</li></ul>💳 Crédito e custeio: com o Custeio Agropecuário do BB, o produtor pode financiar despesas da produção e garantir insumos estratégicos para um ciclo pecuário mais eficiente e sustentável.<br /><br />👉 Para simular opções e consultar outros vencimentos, acesse o App BB, menu Agro.Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br />Crédito consciente e sustentável faz a diferença no resultado da sua atividade.<br /><br />Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>214</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,boigordo,cepea,exportacoes,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6deef77b1481ab4e2817c758676552ed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: USDA eleva exportações, Chicago estável e reação nos preços | BBcast Agro-13/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-usda-eleva-exportacoes-chicago-estavel-e-reacao-nos-precos-bbcast-agro-13-02-2026--70017981</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 USDA eleva exportações dos EUA: O relatório mensal de oferta e demanda confirmou aumento nas exportações norte-americanas de milho para a Safra 2025/26, projetadas em 83,82 milhões de toneladas. O bom ritmo de vendas e embarques reforça a competitividade do milho dos Estados Unidos, resultando em redução de 4,49% nos estoques finais em relação a janeiro.<br /><br />📊 Chicago praticamente estável: O contrato referência maio/26 encerrou o dia 11 cotado a US$ 4,36 por bushel, mantendo estabilidade frente ao pregão anterior, refletindo um relatório dentro das expectativas do mercado.<br /><br />🌽 Safra brasileira em andamento: A Conab, no 5º Levantamento da Safra 2025/26, manteve praticamente inalterada a projeção de produção total, estimada em 138,44 milhões de toneladas. A colheita da 1ª safra já alcança 11,4% da área, com o Rio Grande do Sul atingindo 39%. Já o plantio da 2ª safra chega a 21,6%, com o Mato Grosso liderando com 37,1% da área semeada, ritmo 2,8 pontos percentuais acima do ano passado.<br /><br />💰 Reação no mercado físico: Após as quedas observadas em janeiro, os preços reagiram em algumas praças. Segundo o Cepea, a maior resistência dos produtores em negociar a valores mais baixos limitou novas retrações. O Indicador Esalq/B3 (base Campinas) encerrou 11 de fevereiro cotado a R$ 67,21 por saca.<br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção de preço: O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF) como alternativas para proteção contra oscilações de mercado e preservação de margens. Atualmente, há opções de venda (PUT) na B3 com vencimentos em:<br /><ul><li>Março/26: strike entre R$ 68,60 e R$ 70,23 por saca;</li><li>Maio/26: strike entre R$ 67,25 e R$ 70,13 por saca.</li></ul>Para simular prêmios e consultar outros vencimentos, acesse o App BB &gt; Menu Agro ou procure seu gerente de relacionamento.<br /><br />Diante desse cenário, o episódio reforça a importância da gestão de risco e do uso estratégico de instrumentos de proteção para garantir previsibilidade e sustentabilidade ao negócio rural.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil. <br /><br />Crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima!<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/70017981</guid><pubDate>Fri, 13 Feb 2026 10:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/70017981/bbcast_milho_13022026.mp3" length="1641482" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌎 USDA eleva exportações dos EUA: O relatório mensal de oferta e demanda confirmou aumento nas exportações norte-americanas de milho para a Safra 2025/26, projetadas em 83,82 milhões de toneladas. O bom ritmo de vendas e embarques reforça a competitividade do milho dos Estados Unidos, resultando em redução de 4,49% nos estoques finais em relação a janeiro.<br /><br />📊 Chicago praticamente estável: O contrato referência maio/26 encerrou o dia 11 cotado a US$ 4,36 por bushel, mantendo estabilidade frente ao pregão anterior, refletindo um relatório dentro das expectativas do mercado.<br /><br />🌽 Safra brasileira em andamento: A Conab, no 5º Levantamento da Safra 2025/26, manteve praticamente inalterada a projeção de produção total, estimada em 138,44 milhões de toneladas. A colheita da 1ª safra já alcança 11,4% da área, com o Rio Grande do Sul atingindo 39%. Já o plantio da 2ª safra chega a 21,6%, com o Mato Grosso liderando com 37,1% da área semeada, ritmo 2,8 pontos percentuais acima do ano passado.<br /><br />💰 Reação no mercado físico: Após as quedas observadas em janeiro, os preços reagiram em algumas praças. Segundo o Cepea, a maior resistência dos produtores em negociar a valores mais baixos limitou novas retrações. O Indicador Esalq/B3 (base Campinas) encerrou 11 de fevereiro cotado a R$ 67,21 por saca.<br /><br />🛡️ Ferramentas de proteção de preço: O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF) como alternativas para proteção contra oscilações de mercado e preservação de margens. Atualmente, há opções de venda (PUT) na B3 com vencimentos em:<br /><ul><li>Março/26: strike entre R$ 68,60 e R$ 70,23 por saca;</li><li>Maio/26: strike entre R$ 67,25 e R$ 70,13 por saca.</li></ul>Para simular prêmios e consultar outros vencimentos, acesse o App BB &gt; Menu Agro ou procure seu gerente de relacionamento.<br /><br />Diante desse cenário, o episódio reforça a importância da gestão de risco e do uso estratégico de instrumentos de proteção para garantir previsibilidade e sustentabilidade ao negócio rural.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil. <br /><br />Crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima!<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />]]></itunes:summary><itunes:duration>274</itunes:duration><itunes:keywords>agro,bbcast,graos,grãos safra,mercado,milho,safra25/26</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3ea469ae41acee684fb378f83123ba.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de Leite: preços em queda, alta no spot e desafios no mercado|BBcast Agro-12/02/2026BR</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-leite-precos-em-queda-alta-no-spot-e-desafios-no-mercado-bbcast-agro-12-02-2026br--69982127</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro – Bovinocultura de Leite, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta uma análise atualizada do mercado lácteo em 12 de fevereiro de 2026, destacando preços, custos de produção e cenário do comércio exterior.<br /> Destaques do episódio:<br />🥛 Queda nos preços ao produtor: Segundo o Cepea, o preço do leite captado em dezembro de 2025 foi de R$ 1,99/litro na “Média Brasil”, com recuo de 6,0% frente a novembro e redução de 30% em comparação a dezembro de 2024.<br /><br />📈 Reação no mercado spot: Entre a segunda quinzena de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro de 2026, o leite spot registrou aumento de R$ 0,20 por litro, sinalizando possível tendência de alta para o próximo mês. Já os Conseleites de RS, MG, SC e PR projetam estabilidade no valor pago ao produtor em janeiro.<br /><br />💸 Custos de produção em alta: De acordo com a Embrapa, os custos subiram 0,2% em dezembro, fechando 2025 com alta acumulada de 3,0%, impulsionada principalmente pelos minerais.<br /><br />🌎 Comércio exterior: As exportações de leite e derivados cresceram 10,3% em novembro, enquanto as importações recuaram 14,8% no mês e 13,2% no acumulado de 12 meses. Ainda assim, o ano de 2025 encerrou com déficit de US$ 870 milhões na balança comercial de lácteos.<br /><br />Diante desse cenário, o episódio reforça a importância da gestão eficiente dentro da porteira e do uso estratégico das linhas de Custeio do Banco do Brasil para aquisição de insumos no momento oportuno.<br /><br />Conte com a assessoria especializada em agronegócios do BB e mantenha o foco em um crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69982127</guid><pubDate>Thu, 12 Feb 2026 10:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69982127/bbcast_leite_12022026.mp3" length="1153097" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro – Bovinocultura de Leite, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta uma análise atualizada do mercado lácteo em 12 de fevereiro de 2026, destacando preços, custos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro – Bovinocultura de Leite, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta uma análise atualizada do mercado lácteo em 12 de fevereiro de 2026, destacando preços, custos de produção e cenário do comércio exterior.<br /> Destaques do episódio:<br />🥛 Queda nos preços ao produtor: Segundo o Cepea, o preço do leite captado em dezembro de 2025 foi de R$ 1,99/litro na “Média Brasil”, com recuo de 6,0% frente a novembro e redução de 30% em comparação a dezembro de 2024.<br /><br />📈 Reação no mercado spot: Entre a segunda quinzena de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro de 2026, o leite spot registrou aumento de R$ 0,20 por litro, sinalizando possível tendência de alta para o próximo mês. Já os Conseleites de RS, MG, SC e PR projetam estabilidade no valor pago ao produtor em janeiro.<br /><br />💸 Custos de produção em alta: De acordo com a Embrapa, os custos subiram 0,2% em dezembro, fechando 2025 com alta acumulada de 3,0%, impulsionada principalmente pelos minerais.<br /><br />🌎 Comércio exterior: As exportações de leite e derivados cresceram 10,3% em novembro, enquanto as importações recuaram 14,8% no mês e 13,2% no acumulado de 12 meses. Ainda assim, o ano de 2025 encerrou com déficit de US$ 870 milhões na balança comercial de lácteos.<br /><br />Diante desse cenário, o episódio reforça a importância da gestão eficiente dentro da porteira e do uso estratégico das linhas de Custeio do Banco do Brasil para aquisição de insumos no momento oportuno.<br /><br />Conte com a assessoria especializada em agronegócios do BB e mantenha o foco em um crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadeleite,leite2026,mercadodoleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d9c51f131d7c9da80b47b9464a172dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Arábica: Clima, Mercado e Safra 2026 | BBcast Agro - 11/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-clima-mercado-e-safra-2026-bbcast-agro-11-02-2026--69954893</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro CAFÉ ARÁBICA, Marcelo Oliveira Porto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG, analisa o cenário atual do mercado de café arábica e os desafios para a safra 2026.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Clima e Desenvolvimento da Safra 2026: O clima favorável das últimas semanas, com chuvas regulares e temperaturas amenas, tem beneficiado o desenvolvimento dos frutos e ramos produtivos. No entanto, as chuvas frequentes têm dificultado o controle de ervas daninhas, pragas e doenças.<br /><br />💰 Volatilidade no Mercado: O mercado internacional segue volátil, com baixos estoques, o enfraquecimento do dólar, o consumo aquecido e os impactos de conflitos geopolíticos. A previsão de safra brasileira de 66,2 milhões de sacas em 2026 também afeta os preços.<br /><br />📉 Preços do Café: Os preços do café arábica têm sido remuneradores, com negociação entre R$ 1.800 a R$ 1.950 por saca. No entanto, a recente queda nos preços gerou cautela entre os produtores.<br /><br />🔧 Ferramentas de Crédito e Proteção: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de ferramentas como o termo de mercadorias e as Opções Agro, que ajudam a proteger margens e a planejar o fluxo de caixa.<br /><br />O episódio reforça a importância de estar bem informado sobre o mercado de café e contar com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil para tomar decisões financeiras estratégicas.<br /><br />Até o próximo episódio!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69954893</guid><pubDate>Wed, 11 Feb 2026 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69954893/cafe11_02.mp3" length="2415254" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro CAFÉ ARÁBICA, Marcelo Oliveira Porto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG, analisa o cenário atual do mercado de café arábica e os desafios para a safra 2026.

Destaques do episódio: 

🌱...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro CAFÉ ARÁBICA, Marcelo Oliveira Porto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG, analisa o cenário atual do mercado de café arábica e os desafios para a safra 2026.<br /><br />Destaques do episódio: <br /><br />🌱 Clima e Desenvolvimento da Safra 2026: O clima favorável das últimas semanas, com chuvas regulares e temperaturas amenas, tem beneficiado o desenvolvimento dos frutos e ramos produtivos. No entanto, as chuvas frequentes têm dificultado o controle de ervas daninhas, pragas e doenças.<br /><br />💰 Volatilidade no Mercado: O mercado internacional segue volátil, com baixos estoques, o enfraquecimento do dólar, o consumo aquecido e os impactos de conflitos geopolíticos. A previsão de safra brasileira de 66,2 milhões de sacas em 2026 também afeta os preços.<br /><br />📉 Preços do Café: Os preços do café arábica têm sido remuneradores, com negociação entre R$ 1.800 a R$ 1.950 por saca. No entanto, a recente queda nos preços gerou cautela entre os produtores.<br /><br />🔧 Ferramentas de Crédito e Proteção: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de ferramentas como o termo de mercadorias e as Opções Agro, que ajudam a proteger margens e a planejar o fluxo de caixa.<br /><br />O episódio reforça a importância de estar bem informado sobre o mercado de café e contar com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil para tomar decisões financeiras estratégicas.<br /><br />Até o próximo episódio!]]></itunes:summary><itunes:duration>151</itunes:duration><itunes:keywords>bancodobrasil,bbcastagro,caféarábica,linhasdecrédito,mercadodecafé</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5131ed7949725e43c5a57d11c5632d5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra 25/26, queda na rentabilidade e ajustes no setor | BBcast Agro - 10/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-25-26-queda-na-rentabilidade-e-ajustes-no-setor-bbcast-agro-10-02-2026--69954377</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro CANA, Maurício Alonso, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto-SP, analisa o cenário atual da cana-de-açúcar e os desafios enfrentados pelo setor em 2026. Destaques do episódio:<br /><br />🚜 Safra 2025/2026: A safra do Centro-Sul terminou 2025 com uma moagem de 600 milhões de toneladas, uma redução em relação aos 614 milhões de toneladas do ano anterior, mas ainda assim um número elevado comparado aos últimos 15 ciclos.<br /><br />🌱 Qualidade da matéria-prima (ATR): O teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) ficou em 138 kg por tonelada, representando uma queda de 2,2% em relação ao ano passado, impactado pelas secas e queimadas de 2024, além das chuvas irregulares de 2025.<br /><br />💰 Preços e rentabilidade: O preço do ATR caiu para R$ 1,09, uma redução considerável comparado ao valor de R$ 1,25 observado em 2022. A maior oferta de açúcar no mercado internacional, somada à recuperação da safra asiática e ao aumento da produção de etanol de milho no Brasil, tem pressionado a rentabilidade do setor.<br /><br />📉 Rentabilidade: Estudo do Banco do Brasil apontou uma queda na rentabilidade da cana, passando de 21% na safra 2024/2025 para 6,5% na safra 2025/2026, o que tem comprometido o caixa de algumas indústrias e produtores.<br /><br />🔧 Adaptação do setor: O mercado está se ajustando a esse novo cenário, com grandes players buscando maior eficiência operacional e os produtores ajustando seus custos para enfrentar os desafios.<br /><br />O episódio reforça a importância de informações precisas e análises qualificadas para tomar decisões estratégicas e financeiras no setor. Para mais orientações, o Banco do Brasil continua à disposição com sua assessoria especializada em agronegócios.<br /><br />Até o próximo episódio!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69954377</guid><pubDate>Tue, 10 Feb 2026 17:21:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69954377/cana_10022026.mp3" length="3101674" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBCast Agro CANA, Maurício Alonso, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto-SP, analisa o cenário atual da cana-de-açúcar e os desafios enfrentados pelo setor em 2026. Destaques do episódio:

🚜 Safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBCast Agro CANA, Maurício Alonso, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto-SP, analisa o cenário atual da cana-de-açúcar e os desafios enfrentados pelo setor em 2026. Destaques do episódio:<br /><br />🚜 Safra 2025/2026: A safra do Centro-Sul terminou 2025 com uma moagem de 600 milhões de toneladas, uma redução em relação aos 614 milhões de toneladas do ano anterior, mas ainda assim um número elevado comparado aos últimos 15 ciclos.<br /><br />🌱 Qualidade da matéria-prima (ATR): O teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) ficou em 138 kg por tonelada, representando uma queda de 2,2% em relação ao ano passado, impactado pelas secas e queimadas de 2024, além das chuvas irregulares de 2025.<br /><br />💰 Preços e rentabilidade: O preço do ATR caiu para R$ 1,09, uma redução considerável comparado ao valor de R$ 1,25 observado em 2022. A maior oferta de açúcar no mercado internacional, somada à recuperação da safra asiática e ao aumento da produção de etanol de milho no Brasil, tem pressionado a rentabilidade do setor.<br /><br />📉 Rentabilidade: Estudo do Banco do Brasil apontou uma queda na rentabilidade da cana, passando de 21% na safra 2024/2025 para 6,5% na safra 2025/2026, o que tem comprometido o caixa de algumas indústrias e produtores.<br /><br />🔧 Adaptação do setor: O mercado está se ajustando a esse novo cenário, com grandes players buscando maior eficiência operacional e os produtores ajustando seus custos para enfrentar os desafios.<br /><br />O episódio reforça a importância de informações precisas e análises qualificadas para tomar decisões estratégicas e financeiras no setor. Para mais orientações, o Banco do Brasil continua à disposição com sua assessoria especializada em agronegócios.<br /><br />Até o próximo episódio!]]></itunes:summary><itunes:duration>194</itunes:duration><itunes:keywords>2025/2026,agricultura,análise,cana,cana-de-açúcar,mercado,rentabilidade,safra,sustentável</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088ae56e3f4b71089b8073125f043b54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: expectativa para o USDA e oferta restrita na pecuária | BBcast Agro - 09/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-expectativa-para-o-usda-e-oferta-restrita-na-pecuaria-bbcast-agro-09-02-2026--69850101</link><description><![CDATA[Nesta semana, o mercado global de grãos aguarda os relatórios do <b>USDA</b> e da <b>Conab</b>, enquanto na pecuária, a retenção de animais no pasto e a reposição valorizada ditam o ritmo dos preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> o mercado na <b>CBOT</b> reage à demanda chinesa e aguarda o relatório do <b>USDA</b> (10/02), que pode revisar exportações dos <b>EUA</b> para cima. No <b>Brasil</b>, chuvas intensas no <b>Centro-Oeste</b> podem desacelerar a colheita, enquanto o <b>RS</b> sofre com a estiagem.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> <b>Conab</b> divulga o 5º boletim de safra no dia 12/02. No <b>Brasil</b>, a colheita da 1ª safra atinge <b>8,6%</b> e o plantio da safrinha chega a <b>12%</b>. Os preços físicos seguem pressionados pela maior disponibilidade do cereal da safra de verão.<br /><br />☕ <b>Café:</b> volatilidade elevada nas bolsas internacionais. Fundamentos de estoques baixos e demanda crescente mantêm suporte aos preços, enquanto o mercado monitora a expectativa de aumento na produção brasileira de arábica e conilon para <b>2026</b>.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> oferta restrita de animais terminados, com escalas de abate curtas (<b>4 a 5 dias</b>). O consumo doméstico aguarda a entrada dos salários para reagir. A reposição segue cara: o bezerro atingiu <b>R$ 14,88/kg</b>, alta de <b>21,66%</b> em relação ao ano anterior.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> diante da volatilidade e margens apertadas, o uso de <b>Opções Agro</b>, <b>Termo</b> e <b>Contratos Futuros</b> é essencial para garantir previsibilidade e proteger a rentabilidade contra oscilações bruscas.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69850101</guid><pubDate>Sat, 07 Feb 2026 10:00:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69850101/20260209_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="5741129" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o mercado global de grãos aguarda os relatórios do USDA e da Conab, enquanto na pecuária, a retenção de animais no pasto e a reposição valorizada ditam o ritmo dos preços.

Destaques do episódio:

🌱 Soja: o mercado na CBOT reage à...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o mercado global de grãos aguarda os relatórios do <b>USDA</b> e da <b>Conab</b>, enquanto na pecuária, a retenção de animais no pasto e a reposição valorizada ditam o ritmo dos preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> o mercado na <b>CBOT</b> reage à demanda chinesa e aguarda o relatório do <b>USDA</b> (10/02), que pode revisar exportações dos <b>EUA</b> para cima. No <b>Brasil</b>, chuvas intensas no <b>Centro-Oeste</b> podem desacelerar a colheita, enquanto o <b>RS</b> sofre com a estiagem.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> <b>Conab</b> divulga o 5º boletim de safra no dia 12/02. No <b>Brasil</b>, a colheita da 1ª safra atinge <b>8,6%</b> e o plantio da safrinha chega a <b>12%</b>. Os preços físicos seguem pressionados pela maior disponibilidade do cereal da safra de verão.<br /><br />☕ <b>Café:</b> volatilidade elevada nas bolsas internacionais. Fundamentos de estoques baixos e demanda crescente mantêm suporte aos preços, enquanto o mercado monitora a expectativa de aumento na produção brasileira de arábica e conilon para <b>2026</b>.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> oferta restrita de animais terminados, com escalas de abate curtas (<b>4 a 5 dias</b>). O consumo doméstico aguarda a entrada dos salários para reagir. A reposição segue cara: o bezerro atingiu <b>R$ 14,88/kg</b>, alta de <b>21,66%</b> em relação ao ano anterior.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> diante da volatilidade e margens apertadas, o uso de <b>Opções Agro</b>, <b>Termo</b> e <b>Contratos Futuros</b> é essencial para garantir previsibilidade e proteger a rentabilidade contra oscilações bruscas.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>359</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,conab,mercadofinanceiroagro,milho,preçodobezerro,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: óleo sustenta Chicago enquanto colheita acelera no Brasil | BBcast Agro - 06/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-oleo-sustenta-chicago-enquanto-colheita-acelera-no-brasil-bbcast-agro-06-02-2026--69843075</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a volatilidade na <b>CBOT</b>, impulsionada pelo setor de biocombustíveis, e o avanço expressivo das máquinas nas lavouras brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🛢️ <b>Suporte do óleo:</b> as cotações em <b>Chicago</b> encontram sustentação no óleo de soja, devido a incertezas regulatórias sobre biocombustíveis e projeções de escassez global de óleos vegetais para <b>2026</b>.<br /><br />🇺🇸 <b>EUA:</b> o ritmo de vendas norte-americanas segue lento, com acumulado de <b>33,8 milhões</b> de toneladas, volume inferior aos <b>42,5 milhões</b> registrados no mesmo período do ciclo anterior.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita no Brasil:</b> os trabalhos atingiram <b>11,4%</b> da área total até 31 de janeiro. No <b>Mato Grosso</b>, a colheita já cobre <b>33,2%</b> da área, com o <b>IMEA</b> elevando a projeção para mais de <b>50 milhões</b> de toneladas no estado.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> plantio praticamente finalizado (<b>99%</b>). Após um janeiro seco e de calor intenso, a expectativa é de melhora nas chuvas em fevereiro para favorecer os <b>80%</b> das lavouras em boas condições.<br /><br />📉 <b>Preços e proteção:</b> o indicador <b>Cepea</b> recuou para R$ 124,34/saca, queda de <b>12,5%</b> no ano. O <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Fev/26</b> (até US$ 11,03) e <b>Abr/26</b> (até US$ 11,16) para garantir a margem do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69843075</guid><pubDate>Fri, 06 Feb 2026 13:03:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69843075/20250206_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1468761" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a volatilidade na CBOT, impulsionada pelo setor de biocombustíveis, e o avanço expressivo das máquinas nas lavouras brasileiras.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a volatilidade na <b>CBOT</b>, impulsionada pelo setor de biocombustíveis, e o avanço expressivo das máquinas nas lavouras brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🛢️ <b>Suporte do óleo:</b> as cotações em <b>Chicago</b> encontram sustentação no óleo de soja, devido a incertezas regulatórias sobre biocombustíveis e projeções de escassez global de óleos vegetais para <b>2026</b>.<br /><br />🇺🇸 <b>EUA:</b> o ritmo de vendas norte-americanas segue lento, com acumulado de <b>33,8 milhões</b> de toneladas, volume inferior aos <b>42,5 milhões</b> registrados no mesmo período do ciclo anterior.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita no Brasil:</b> os trabalhos atingiram <b>11,4%</b> da área total até 31 de janeiro. No <b>Mato Grosso</b>, a colheita já cobre <b>33,2%</b> da área, com o <b>IMEA</b> elevando a projeção para mais de <b>50 milhões</b> de toneladas no estado.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> plantio praticamente finalizado (<b>99%</b>). Após um janeiro seco e de calor intenso, a expectativa é de melhora nas chuvas em fevereiro para favorecer os <b>80%</b> das lavouras em boas condições.<br /><br />📉 <b>Preços e proteção:</b> o indicador <b>Cepea</b> recuou para R$ 124,34/saca, queda de <b>12,5%</b> no ano. O <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Fev/26</b> (até US$ 11,03) e <b>Abr/26</b> (até US$ 11,16) para garantir a margem do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustíveis,cbot,colheitasoja2026,imea,matogrosso,mercadodasoja,opçõesagrobb,preçodasoja,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Pecuária de corte: oferta restrita eleva preços da arroba | BBcast Agro - 05/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/pecuaria-de-corte-oferta-restrita-eleva-precos-da-arroba-bbcast-agro-05-02-2026--69789717</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Teodoro Contin</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Piracicaba-SP</b>, destaca a reação nos preços do boi gordo e o viés de alta para a reposição em <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Mercado físico:</b> preços subiram entre <b>R$ 5,00</b> e <b>R$ 15,00</b> na última semana de janeiro. Em <b>São Paulo</b>, a arroba saltou para <b>R$ 330,00</b>, reflexo da oferta restrita e escalas de abate curtas (média de 5 dias).<br /><br />🐂 <b>Reposição:</b> o bezerro (<b>MS</b>) encerrou janeiro cotado a <b>R$ 3.078,00</b> (aprox. <b>R$ 15,00/kg</b>). A alta de <b>14,7%</b> nos últimos 12 meses sinaliza um ano de custos elevados para reposição.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> volume exportado de carne <i>in natura</i> atingiu <b>184 mil</b> toneladas nos primeiros 16 dias úteis de janeiro (+2,2%). O preço médio por tonelada subiu para <b>US$ 5.576,00</b> (+11%).<br /><br />📉 <b>B3:</b> contratos futuros para <b>Maio/26</b> operam em <b>R$ 336,00</b>, enquanto os vencimentos de curto prazo (<b>Fev/Mar/Abr</b>) giram em torno de <b>R$ 339,00</b>.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> com preços garantidos (strike) de até <b>R$ 340,00/arroba</b> para março de 2026, além de linhas de <b>Custeio</b> para despesas operacionais.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69789717</guid><pubDate>Thu, 05 Feb 2026 10:00:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69789717/20260205_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1183974" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP, destaca a reação nos preços do boi gordo e o viés de alta para a reposição em 2026.

Destaques do episódio:

📈 Mercado físico: preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Teodoro Contin</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Piracicaba-SP</b>, destaca a reação nos preços do boi gordo e o viés de alta para a reposição em <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Mercado físico:</b> preços subiram entre <b>R$ 5,00</b> e <b>R$ 15,00</b> na última semana de janeiro. Em <b>São Paulo</b>, a arroba saltou para <b>R$ 330,00</b>, reflexo da oferta restrita e escalas de abate curtas (média de 5 dias).<br /><br />🐂 <b>Reposição:</b> o bezerro (<b>MS</b>) encerrou janeiro cotado a <b>R$ 3.078,00</b> (aprox. <b>R$ 15,00/kg</b>). A alta de <b>14,7%</b> nos últimos 12 meses sinaliza um ano de custos elevados para reposição.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> volume exportado de carne <i>in natura</i> atingiu <b>184 mil</b> toneladas nos primeiros 16 dias úteis de janeiro (+2,2%). O preço médio por tonelada subiu para <b>US$ 5.576,00</b> (+11%).<br /><br />📉 <b>B3:</b> contratos futuros para <b>Maio/26</b> operam em <b>R$ 336,00</b>, enquanto os vencimentos de curto prazo (<b>Fev/Mar/Abr</b>) giram em torno de <b>R$ 339,00</b>.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> com preços garantidos (strike) de até <b>R$ 340,00/arroba</b> para março de 2026, além de linhas de <b>Custeio</b> para despesas operacionais.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,exportaçãodecarne,mercadodecarnebovina,opçõesagrobb,preçodoboi,reposição</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a651f5a41aa3fd67c36728b942b61f43.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>ILPF: sustentabilidade e produtividade no campo | BBcast Agro - 04/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ilpf-sustentabilidade-e-produtividade-no-campo-bbcast-agro-04-02-2026--69783971</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru-SP</b>, explica as vantagens estratégicas dos sistemas de integração para a rentabilidade e conservação ambiental.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>O que é ILPF:</b> estratégia que combina sistemas agrícolas, pecuários e florestais em uma mesma área. A sinergia entre os componentes otimiza o uso da terra e diversifica a renda do produtor.<br /><br />📐 <b>Modalidades:</b> o sistema pode ser estruturado em quatro formas: <b>ILP</b> (Lavoura-Pecuária), <b>ILF</b> (Lavoura-Floresta), <b>IPF</b> (Pecuária-Floresta) e a completa <b>ILPF</b>.<br /><br />🌍 <b>Benefícios:</b> recuperação de áreas degradadas, sequestro de carbono, melhoria do bem-estar animal e maior estabilidade econômica frente às oscilações de mercado e clima.<br /><br />🌳 <b>Cenário Nacional:</b> o <b>Brasil</b> já possui mais de <b>17,4 milhões</b> de hectares sob integração, com predomínio do eucalipto no componente florestal. Há potencial para converter outros <b>159 milhões</b> de hectares de pastagens.<br /><br />🚀 <b>Projeção 2030:</b> a meta é atingir <b>35 milhões</b> de hectares integrados, impulsionados pela recuperação de pastagens e pela crescente demanda por práticas sustentáveis.<br /><br />💰 <b>Financiamento:</b> o <b>BB</b> oferece linhas de crédito específicas para novos plantios florestais integrados à agricultura e pecuária, apoiando a modernização sustentável da porteira.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69783971</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:51:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69783971/20260204_bbcast_agro_ilpf.mp3" length="1003415" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, explica as vantagens estratégicas dos sistemas de integração para a rentabilidade e conservação ambiental.

Destaques do episódio:

🌱 O que é...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru-SP</b>, explica as vantagens estratégicas dos sistemas de integração para a rentabilidade e conservação ambiental.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>O que é ILPF:</b> estratégia que combina sistemas agrícolas, pecuários e florestais em uma mesma área. A sinergia entre os componentes otimiza o uso da terra e diversifica a renda do produtor.<br /><br />📐 <b>Modalidades:</b> o sistema pode ser estruturado em quatro formas: <b>ILP</b> (Lavoura-Pecuária), <b>ILF</b> (Lavoura-Floresta), <b>IPF</b> (Pecuária-Floresta) e a completa <b>ILPF</b>.<br /><br />🌍 <b>Benefícios:</b> recuperação de áreas degradadas, sequestro de carbono, melhoria do bem-estar animal e maior estabilidade econômica frente às oscilações de mercado e clima.<br /><br />🌳 <b>Cenário Nacional:</b> o <b>Brasil</b> já possui mais de <b>17,4 milhões</b> de hectares sob integração, com predomínio do eucalipto no componente florestal. Há potencial para converter outros <b>159 milhões</b> de hectares de pastagens.<br /><br />🚀 <b>Projeção 2030:</b> a meta é atingir <b>35 milhões</b> de hectares integrados, impulsionados pela recuperação de pastagens e pela crescente demanda por práticas sustentáveis.<br /><br />💰 <b>Financiamento:</b> o <b>BB</b> oferece linhas de crédito específicas para novos plantios florestais integrados à agricultura e pecuária, apoiando a modernização sustentável da porteira.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>168</itunes:duration><itunes:keywords>abc,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,eucalipto,ilpf,integracaolavourapecuariaflore,recuperacaodepastagens,sequestrodecarbono,sustentabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b4cfea5bfdb2990bb2941456dbd42046.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima: transição para neutralidade e alerta de estresse hídrico | BBcast Agro - 03/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-transicao-para-neutralidade-e-alerta-de-estresse-hidrico-bbcast-agro-03-02-2026--69746167</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcelo Matsumura</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Piracicaba-SP</b>, analisa as previsões do <b>INMET</b> e da <b>NOAA</b> para o desenvolvimento das lavouras brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌡️ <b>Fenômenos:</b> relatório da <b>NOAA</b> indica que <b>La Niña</b> pode atuar até meados de março, com alta probabilidade de transição para a neutralidade climática na sequência.<br /><br />🌧️ <b>Previsão de chuvas:</b> volumes acima da média são esperados em pontos do <b>Norte</b> e <b>Sudeste</b> (<b>MG</b>, <b>RJ</b> e <b>ES</b>). Já o <b>Centro-Oeste</b> e a região <b>Sul</b> devem registrar chuvas abaixo da média histórica.<br /><br />🔥 <b>Temperaturas:</b> previsão de calor acima da média em grande parte do país. O estresse térmico pode oscilar entre <b>0,5 °C</b> e <b>1,0 °C</b> acima do normal em estados como <b>SP</b>, <b>PR</b>, <b>MS</b>, <b>MT</b>, <b>GO</b> e <b>TO</b>.<br /><br />💧 <b>Umidade do solo:</b> alerta de baixa disponibilidade hídrica no <b>Nordeste</b>, <b>Acre</b> e norte de <b>Roraima</b>. O aumento da evapotranspiração pode comprometer lavouras de sequeiro em fases de floração e enchimento de grãos.<br /><br />🚜 <b>Sul e Centro-Oeste:</b> o cenário de menor umidade no <b>Sul</b> pode afetar lavouras tardias, mas favorece a maturação e a colheita da soja e do milho 1ª safra, garantindo a qualidade operacional. No <b>Centro-Oeste</b> e <b>Sudeste</b>, o risco de estresse hídrico exige atenção redobrada em estágios reprodutivos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69746167</guid><pubDate>Tue, 03 Feb 2026 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69746167/20260203_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="1316728" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP, analisa as previsões do INMET e da NOAA para o desenvolvimento das lavouras brasileiras.

Destaques do episódio:

🌡️ Fenômenos:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcelo Matsumura</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Piracicaba-SP</b>, analisa as previsões do <b>INMET</b> e da <b>NOAA</b> para o desenvolvimento das lavouras brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌡️ <b>Fenômenos:</b> relatório da <b>NOAA</b> indica que <b>La Niña</b> pode atuar até meados de março, com alta probabilidade de transição para a neutralidade climática na sequência.<br /><br />🌧️ <b>Previsão de chuvas:</b> volumes acima da média são esperados em pontos do <b>Norte</b> e <b>Sudeste</b> (<b>MG</b>, <b>RJ</b> e <b>ES</b>). Já o <b>Centro-Oeste</b> e a região <b>Sul</b> devem registrar chuvas abaixo da média histórica.<br /><br />🔥 <b>Temperaturas:</b> previsão de calor acima da média em grande parte do país. O estresse térmico pode oscilar entre <b>0,5 °C</b> e <b>1,0 °C</b> acima do normal em estados como <b>SP</b>, <b>PR</b>, <b>MS</b>, <b>MT</b>, <b>GO</b> e <b>TO</b>.<br /><br />💧 <b>Umidade do solo:</b> alerta de baixa disponibilidade hídrica no <b>Nordeste</b>, <b>Acre</b> e norte de <b>Roraima</b>. O aumento da evapotranspiração pode comprometer lavouras de sequeiro em fases de floração e enchimento de grãos.<br /><br />🚜 <b>Sul e Centro-Oeste:</b> o cenário de menor umidade no <b>Sul</b> pode afetar lavouras tardias, mas favorece a maturação e a colheita da soja e do milho 1ª safra, garantindo a qualidade operacional. No <b>Centro-Oeste</b> e <b>Sudeste</b>, o risco de estresse hídrico exige atenção redobrada em estágios reprodutivos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,climaagro,estressehidrico,inmet,laniña,noaa,previsaodotempo,safra2026,umidadedosolo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima, colheita e retenção no pasto marcam a semana | BBcast Agro - 02/02/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-colheita-e-retencao-no-pasto-marcam-a-semana-bbcast-agro-02-02-2026--69693202</link><description><![CDATA[No episódio de hoje, apresentamos o resumo dos principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta primeira semana de fevereiro.Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> o mercado mantém o foco no cenário macroeconômico global e no avanço da colheita no <b>Brasil</b>, que ganha ritmo nas principais regiões produtoras.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> no cenário externo, a atenção se volta para a demanda norte-americana e o clima no <b>Hemisfério Sul</b>. Internamente, o início da colheita da 1ª safra reforça o viés de baixa nos preços domésticos.<br /><br />☕ <b>Café:</b> o clima nas regiões cafeeiras segue como o principal fator de monitoramento, aliado à expectativa de um maior equilíbrio nos estoques globais ao longo do ano.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> as excelentes condições das pastagens em grande parte do país conferem poder de barganha ao pecuarista, permitindo a retenção dos animais no pasto e regulando a oferta.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69693202</guid><pubDate>Mon, 02 Feb 2026 10:00:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69693202/20260202_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="8001353" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje, apresentamos o resumo dos principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta primeira semana de fevereiro.Destaques do episódio:

🌱 Soja: o mercado mantém o foco no cenário macroeconômico...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje, apresentamos o resumo dos principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta primeira semana de fevereiro.Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> o mercado mantém o foco no cenário macroeconômico global e no avanço da colheita no <b>Brasil</b>, que ganha ritmo nas principais regiões produtoras.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> no cenário externo, a atenção se volta para a demanda norte-americana e o clima no <b>Hemisfério Sul</b>. Internamente, o início da colheita da 1ª safra reforça o viés de baixa nos preços domésticos.<br /><br />☕ <b>Café:</b> o clima nas regiões cafeeiras segue como o principal fator de monitoramento, aliado à expectativa de um maior equilíbrio nos estoques globais ao longo do ano.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> as excelentes condições das pastagens em grande parte do país conferem poder de barganha ao pecuarista, permitindo a retenção dos animais no pasto e regulando a oferta.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>501</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,climaagro,colheitasoja,mercadoagricola,milho,preçosagricolas,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: Chicago reage com dólar e Brasil avança na colheita e plantio | BBcast Agro - 30/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-chicago-reage-com-dolar-e-brasil-avanca-na-colheita-e-plantio-bbcast-agro-30-01-2026--69683587</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Leandro Milléo</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Presidente Prudente-SP</b>, analisa a recuperação das cotações externas e o ritmo dos trabalhos de campo no cenário nacional.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Mercado externo:</b> recuperação na <b>CBOT</b> para <b>US$ 4,32/bushel</b>, impulsionada pela desvalorização do dólar e pela sinalização política nos <b>EUA</b> para ampliar a mistura de etanol (<b>E15</b>) durante todo o ano.🇧🇷<br /><b></b><br /><b>Primeira safra:</b> colheita atinge <b>7,4%</b> da área no <b>Brasil</b>. No <b>RS</b>, áreas irrigadas registram até <b>230 sc/ha</b>, enquanto lavouras de sequeiro sofrem com a irregularidade de chuvas no enchimento de grãos.<br /><br />🚜 <b>Segunda safra:</b> plantio atinge <b>5,9%</b> da área nacional. O <b>Mato Grosso</b> se destaca com <b>11,7%</b> semeado, ritmo superior ao ciclo anterior, com expectativa de <b>75%</b> da área dentro da janela ideal.<br /><br />📉 <b>Preços internos:</b> a entrada da safra de verão e o plantio favorável da safrinha pressionam o mercado. O indicador <b>Cepea</b> caiu <b>5,2%</b> em 30 dias, cotado a <b>R$ 65,87/saca</b>.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Março/26</b> (até R$ 67,87/sc) e <b>Maio/26</b> (até R$ 67,55/sc), além de <b>NDF</b> para mitigação de riscos cambiais e de preço.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69683587</guid><pubDate>Fri, 30 Jan 2026 11:59:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69683587/20260130_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1217358" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, analisa a recuperação das cotações externas e o ritmo dos trabalhos de campo no cenário nacional.

Destaques do episódio:

🇺🇸...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Leandro Milléo</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Presidente Prudente-SP</b>, analisa a recuperação das cotações externas e o ritmo dos trabalhos de campo no cenário nacional.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Mercado externo:</b> recuperação na <b>CBOT</b> para <b>US$ 4,32/bushel</b>, impulsionada pela desvalorização do dólar e pela sinalização política nos <b>EUA</b> para ampliar a mistura de etanol (<b>E15</b>) durante todo o ano.🇧🇷<br /><b></b><br /><b>Primeira safra:</b> colheita atinge <b>7,4%</b> da área no <b>Brasil</b>. No <b>RS</b>, áreas irrigadas registram até <b>230 sc/ha</b>, enquanto lavouras de sequeiro sofrem com a irregularidade de chuvas no enchimento de grãos.<br /><br />🚜 <b>Segunda safra:</b> plantio atinge <b>5,9%</b> da área nacional. O <b>Mato Grosso</b> se destaca com <b>11,7%</b> semeado, ritmo superior ao ciclo anterior, com expectativa de <b>75%</b> da área dentro da janela ideal.<br /><br />📉 <b>Preços internos:</b> a entrada da safra de verão e o plantio favorável da safrinha pressionam o mercado. O indicador <b>Cepea</b> caiu <b>5,2%</b> em 30 dias, cotado a <b>R$ 65,87/saca</b>.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Março/26</b> (até R$ 67,87/sc) e <b>Maio/26</b> (até R$ 67,55/sc), além de <b>NDF</b> para mitigação de riscos cambiais e de preço.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,chicago,mercadodomilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,safrademilho2026,safrinha</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d73d45640d91d78b6aecd0b58eaf4956.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Ovos: exportações recordes e análise da relação de troca | BBcast Agro - 29/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ovos-exportacoes-recordes-e-analise-da-relacao-de-troca-bbcast-agro-29-01-2026--69650318</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru-SP</b>, analisa o crescimento das vendas externas em <b>2025</b> e o impacto dos custos de alimentação na rentabilidade da granja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> recorde em <b>2025</b>, com receita de <b>US$ 192,5 milhões</b> (+16%) e volume de <b>57,6 mil</b> toneladas (+29%). O desempenho reforça a competitividade do ovo brasileiro no mercado global.<br /><br />🥚 <b>Preços:</b> em <b>Bastos-SP</b>, a caixa de 30 dúzias de ovos brancos fechou dezembro a <b>R$ 119,85</b>. O valor é <b>19,7%</b> inferior ao registrado no mesmo período de 2024, refletindo o ajuste de mercado no final do ano.<br /><br />🌽 <b>Insumos:</b> preços do milho e do farelo de soja caíram <b>4,5%</b> e <b>18%</b>, respectivamente, em dezembro frente ao ano anterior, auxiliando na manutenção das margens da atividade.<br /><br />📊 <b>Relação de troca:</b> houve recuo no poder de compra do produtor. Em dezembro, uma dúzia de ovos comprava <b>3,44 kg</b> de milho e <b>2,51 kg</b> de farelo de soja, níveis abaixo dos picos registrados no primeiro trimestre de 2025.<br /><br />💰 <b>Gestão e Crédito:</b> apesar da retração na troca, a atividade segue rentável. O <b>BB</b> disponibiliza linhas de <b>Custeio</b> e investimento, além de soluções para gestão de custos e proteção de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69650318</guid><pubDate>Thu, 29 Jan 2026 10:00:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69650318/20260129_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_postura.mp3" length="995108" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, analisa o crescimento das vendas externas em 2025 e o impacto dos custos de alimentação na rentabilidade da granja.

Destaques do episódio:

🚢...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru-SP</b>, analisa o crescimento das vendas externas em <b>2025</b> e o impacto dos custos de alimentação na rentabilidade da granja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> recorde em <b>2025</b>, com receita de <b>US$ 192,5 milhões</b> (+16%) e volume de <b>57,6 mil</b> toneladas (+29%). O desempenho reforça a competitividade do ovo brasileiro no mercado global.<br /><br />🥚 <b>Preços:</b> em <b>Bastos-SP</b>, a caixa de 30 dúzias de ovos brancos fechou dezembro a <b>R$ 119,85</b>. O valor é <b>19,7%</b> inferior ao registrado no mesmo período de 2024, refletindo o ajuste de mercado no final do ano.<br /><br />🌽 <b>Insumos:</b> preços do milho e do farelo de soja caíram <b>4,5%</b> e <b>18%</b>, respectivamente, em dezembro frente ao ano anterior, auxiliando na manutenção das margens da atividade.<br /><br />📊 <b>Relação de troca:</b> houve recuo no poder de compra do produtor. Em dezembro, uma dúzia de ovos comprava <b>3,44 kg</b> de milho e <b>2,51 kg</b> de farelo de soja, níveis abaixo dos picos registrados no primeiro trimestre de 2025.<br /><br />💰 <b>Gestão e Crédito:</b> apesar da retração na troca, a atividade segue rentável. O <b>BB</b> disponibiliza linhas de <b>Custeio</b> e investimento, além de soluções para gestão de custos e proteção de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,aviculturadepostura,bancodobrasil,bastossp,bbcastagro,exportaçãodeovos,farelodesoja,mercadodeovos,milho,preçodoovo,relaçãodetroca</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/df1c1df29f53b30fcedc8544fc5b0dbe.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: exportações recordes e avanços tecnológicos no campo | BBcast Agro - 28/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-exportacoes-recordes-e-avancos-tecnologicos-no-campo-bbcast-agro-28-01-2026--69621460</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Rômulo Bastos Chagas</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Vitória-ES</b>, analisa a estabilidade dos preços, o fim do "tarifaço" americano e as inovações em eficiência hídrica no <b>Espírito Santo</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> em 2025, o <b>Espírito Santo</b> exportou <b>4,3 milhões</b> de sacas, totalizando <b>US$ 1,24 bilhão</b>. Com o fim das tarifas dos <b>EUA</b> e o novo acordo <b>Mercosul-União Europeia</b>, a expectativa é de ampliação dos embarques em <b>2026</b>.<br /><br />📈 <b>Preços:</b> em <b>Londres</b>, o robusta para Mar/26 abriu a semana a <b>US$ 4.200/tonelada</b>. No mercado físico de <b>Vitória</b>, o café tipo 7 iniciou cotado a <b>R$ 1.280,00/saca</b>.<br /><br />💧 <b>Tecnologia:</b> com <b>90%</b> das lavouras capixabas irrigadas, cresce o uso de gotejamento enterrado com telemetria e sensores, otimizando a fertirrigação e facilitando a mecanização da colheita.<br /><br />🌿 <b>Manejo:</b> ganham força técnicas como a poda programada de ciclo, adensamento de hastes e o uso de cultivares de alta performance, como a <b>Vitória Incaper 8142</b> e a <b>Diamante ES8112</b>.<br /><br />💰 <b>Mercado:</b> a demanda externa ativa e a oferta enxuta sustentam a firmeza dos preços, incentivando o produtor a investir em eficiência produtiva por talhão.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69621460</guid><pubDate>Wed, 28 Jan 2026 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69621460/20260128_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1270961" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória-ES, analisa a estabilidade dos preços, o fim do "tarifaço" americano e as inovações em eficiência hídrica no Espírito Santo.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Rômulo Bastos Chagas</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Vitória-ES</b>, analisa a estabilidade dos preços, o fim do "tarifaço" americano e as inovações em eficiência hídrica no <b>Espírito Santo</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> em 2025, o <b>Espírito Santo</b> exportou <b>4,3 milhões</b> de sacas, totalizando <b>US$ 1,24 bilhão</b>. Com o fim das tarifas dos <b>EUA</b> e o novo acordo <b>Mercosul-União Europeia</b>, a expectativa é de ampliação dos embarques em <b>2026</b>.<br /><br />📈 <b>Preços:</b> em <b>Londres</b>, o robusta para Mar/26 abriu a semana a <b>US$ 4.200/tonelada</b>. No mercado físico de <b>Vitória</b>, o café tipo 7 iniciou cotado a <b>R$ 1.280,00/saca</b>.<br /><br />💧 <b>Tecnologia:</b> com <b>90%</b> das lavouras capixabas irrigadas, cresce o uso de gotejamento enterrado com telemetria e sensores, otimizando a fertirrigação e facilitando a mecanização da colheita.<br /><br />🌿 <b>Manejo:</b> ganham força técnicas como a poda programada de ciclo, adensamento de hastes e o uso de cultivares de alta performance, como a <b>Vitória Incaper 8142</b> e a <b>Diamante ES8112</b>.<br /><br />💰 <b>Mercado:</b> a demanda externa ativa e a oferta enxuta sustentam a firmeza dos preços, incentivando o produtor a investir em eficiência produtiva por talhão.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,caféconilon,espíritosanto,exportaçãodecafé,mercadodecafé,robusta,tecnologianocampo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4d31e69e57c8d75954f10bc5c27d13b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: relatório do USDA e avanço do plantio em Mato Grosso | BBcast Agro - 27/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-relatorio-do-usda-e-avanco-do-plantio-em-mato-grosso-bbcast-agro-27-01-2026--69591004</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa os reflexos do relatório do <b>USDA</b> e o ritmo acelerado da semeadura no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Cenário global:</b> relatório do <b>USDA</b> trouxe viés altista, com queda de <b>2,5%</b> na produção americana e recuo de <b>7%</b> nos estoques finais. Em <b>Nova York</b>, os contratos para Mar/26 sustentam patamares próximos a <b>US$ 21,50/arroba</b> de pluma.<br /><br />🇧🇷 <b>Área no Brasil:</b> a <b>Conab</b> estima uma leve redução de <b>2,8%</b> na área plantada nacional (<b>2,02 milhões</b> de hectares). A semeadura já foi finalizada em <b>PR</b>, <b>SP</b> e <b>MS</b>.<br /><br />🚜 <b>Mato Grosso:</b> o plantio da safra atual avança rapidamente, atingindo <b>48%</b> da área prevista, contra <b>28%</b> no ciclo anterior. O sucesso da janela ideal depende agora da agilidade na colheita da soja.<br /><br />🌏 <b>Competitividade:</b> a pluma norte-americana enfrenta tarifas de até <b>15%</b> em importantes mercados asiáticos, fator que pode favorecer a competitividade do algodão brasileiro no exterior.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> o <b>BB</b> oferece ferramentas como <b>NDF</b> e <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b>, com vencimento em <b>Novembro/26</b> e preços de exercício entre <b>U$c 65</b> e <b>U$c 69/libra-peso</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69591004</guid><pubDate>Tue, 27 Jan 2026 10:00:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69591004/20260127_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2572955" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra-SP, analisa os reflexos do relatório do USDA e o ritmo acelerado da semeadura no Brasil.

Destaques do episódio:

🇺🇸 Cenário global:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa os reflexos do relatório do <b>USDA</b> e o ritmo acelerado da semeadura no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Cenário global:</b> relatório do <b>USDA</b> trouxe viés altista, com queda de <b>2,5%</b> na produção americana e recuo de <b>7%</b> nos estoques finais. Em <b>Nova York</b>, os contratos para Mar/26 sustentam patamares próximos a <b>US$ 21,50/arroba</b> de pluma.<br /><br />🇧🇷 <b>Área no Brasil:</b> a <b>Conab</b> estima uma leve redução de <b>2,8%</b> na área plantada nacional (<b>2,02 milhões</b> de hectares). A semeadura já foi finalizada em <b>PR</b>, <b>SP</b> e <b>MS</b>.<br /><br />🚜 <b>Mato Grosso:</b> o plantio da safra atual avança rapidamente, atingindo <b>48%</b> da área prevista, contra <b>28%</b> no ciclo anterior. O sucesso da janela ideal depende agora da agilidade na colheita da soja.<br /><br />🌏 <b>Competitividade:</b> a pluma norte-americana enfrenta tarifas de até <b>15%</b> em importantes mercados asiáticos, fator que pode favorecer a competitividade do algodão brasileiro no exterior.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> o <b>BB</b> oferece ferramentas como <b>NDF</b> e <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b>, com vencimento em <b>Novembro/26</b> e preços de exercício entre <b>U$c 65</b> e <b>U$c 69/libra-peso</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>161</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,algodão,bancodobrasil,bbcastagro,conab,ice,matogrosso,novayork,opçõesagrobb,plumadealgodão,preçodoalgodão,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/77d045a67a840984fe910cc198fd11c9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: geopolítica, clima e eventos de 2026 | BBcast Agro - 26/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-geopolitica-clima-e-eventos-de-2026-bbcast-agro-26-01-2026--69590936</link><description><![CDATA[Nesta semana, o mercado global enfrenta volatilidade devido a tensões envolvendo a <b>Groenlândia</b>, enquanto o produtor brasileiro monitora a <b>ZCAS</b> (Zona de Convergência do Atlântico Sul) e os eventos que devem impulsionar o consumo em <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> foco na demanda chinesa por grãos dos <b>EUA</b> após o fórum de <b>Davos</b>. No <b>Brasil</b>, o alerta climático para chuvas intensas pode paralisar a colheita pontualmente. A tendência para o médio prazo é de viés de baixa devido à oferta robusta.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> cotações em <b>Chicago</b> seguem pressionadas por altos estoques americanos. No <b>Brasil</b>, encerra-se o ciclo de exportação com recorde de <b>40,8 milhões</b> de toneladas. O foco logístico agora migra para o escoamento da soja, reduzindo a liquidez do milho.<br /><br />☕ <b>Café:</b> volatilidade marcada pela expectativa de safra recorde de arábica no <b>Brasil</b> para <b>2026</b>. O setor cafeeiro também expressa frustração com a judicialização do acordo <b>Mercosul-União Europeia</b>, adiando o acesso a mercados estratégicos.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> exportações aceleradas com os <b>EUA</b> já atingindo a cota isenta de tarifas. No mercado interno, a <b>Copa do Mundo</b> e as <b>Eleições 2026</b> devem impulsionar a demanda e os preços. O setor entra em fase de retenção de fêmeas, reduzindo a oferta.<br /><br />🚜 <b>Gestão de risco:</b> com preços de reposição (bezerro e boi magro) em níveis elevados e margens pressionadas, o uso de ferramentas de proteção no <b>Mercado Futuro</b> é essencial para garantir a lucratividade do ano.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69590936</guid><pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:37:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69590936/20260126_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="7655369" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o mercado global enfrenta volatilidade devido a tensões envolvendo a Groenlândia, enquanto o produtor brasileiro monitora a ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) e os eventos que devem impulsionar o consumo em 2026.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o mercado global enfrenta volatilidade devido a tensões envolvendo a <b>Groenlândia</b>, enquanto o produtor brasileiro monitora a <b>ZCAS</b> (Zona de Convergência do Atlântico Sul) e os eventos que devem impulsionar o consumo em <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> foco na demanda chinesa por grãos dos <b>EUA</b> após o fórum de <b>Davos</b>. No <b>Brasil</b>, o alerta climático para chuvas intensas pode paralisar a colheita pontualmente. A tendência para o médio prazo é de viés de baixa devido à oferta robusta.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> cotações em <b>Chicago</b> seguem pressionadas por altos estoques americanos. No <b>Brasil</b>, encerra-se o ciclo de exportação com recorde de <b>40,8 milhões</b> de toneladas. O foco logístico agora migra para o escoamento da soja, reduzindo a liquidez do milho.<br /><br />☕ <b>Café:</b> volatilidade marcada pela expectativa de safra recorde de arábica no <b>Brasil</b> para <b>2026</b>. O setor cafeeiro também expressa frustração com a judicialização do acordo <b>Mercosul-União Europeia</b>, adiando o acesso a mercados estratégicos.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> exportações aceleradas com os <b>EUA</b> já atingindo a cota isenta de tarifas. No mercado interno, a <b>Copa do Mundo</b> e as <b>Eleições 2026</b> devem impulsionar a demanda e os preços. O setor entra em fase de retenção de fêmeas, reduzindo a oferta.<br /><br />🚜 <b>Gestão de risco:</b> com preços de reposição (bezerro e boi magro) em níveis elevados e margens pressionadas, o uso de ferramentas de proteção no <b>Mercado Futuro</b> é essencial para garantir a lucratividade do ano.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>479</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,copadomundo2026,eleicoes2026,exportacaocarnebovina,milho,soja,zcasclima</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: relatório do USDA eleva estoques e colheita avança no Brasil | BBcast Agro - 23/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-relatorio-do-usda-eleva-estoques-e-colheita-avanca-no-brasil-bbcast-agro-23-01-2026--69559462</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa o impacto do relatório do <b>USDA</b>, o desenvolvimento das lavouras na <b>Argentina</b> e o início da colheita recorde no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>USDA:</b> relatório mensal trouxe tom baixista com aumento dos estoques finais nos <b>EUA</b> para <b>9,53 milhões</b> de toneladas. A produção mundial foi revisada para cima, atingindo <b>425,68 milhões</b> de toneladas.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> plantio atinge <b>94%</b> da área. Condições são excelentes, com <b>73%</b> das lavouras apresentando reserva hídrica ideal e previsão de clima favorável para as próximas semanas.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita no Brasil:</b> trabalhos atingem <b>2,3%</b> da área nacional. O <b>Mato Grosso</b> lidera com <b>6,69%</b>, focando em variedades precoces. A <b>Conab</b> mantém a projeção de safra recorde em <b>178 milhões</b> de toneladas.<br /><br />📉 <b>Preços:</b> em <b>Chicago (CBOT)</b>, o vencimento Mar/26 fechou a <b>US$ 10,64/bushel</b>. No mercado interno, o <b>Cepea</b> registrou baixa para <b>R$ 129,71/saca</b>, pressionado pela oferta da nova safra.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> para garantir previsibilidade, o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Fev/26</b> (até US$ 10,67) e <b>Abr/26</b> (até US$ 10,78), além de operações de trava de câmbio.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69559462</guid><pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:22:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69559462/20260123_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1430988" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o impacto do relatório do USDA, o desenvolvimento das lavouras na Argentina e o início da colheita recorde no Brasil.

Destaques do episódio:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luciano Scuccuglia</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa o impacto do relatório do <b>USDA</b>, o desenvolvimento das lavouras na <b>Argentina</b> e o início da colheita recorde no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>USDA:</b> relatório mensal trouxe tom baixista com aumento dos estoques finais nos <b>EUA</b> para <b>9,53 milhões</b> de toneladas. A produção mundial foi revisada para cima, atingindo <b>425,68 milhões</b> de toneladas.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> plantio atinge <b>94%</b> da área. Condições são excelentes, com <b>73%</b> das lavouras apresentando reserva hídrica ideal e previsão de clima favorável para as próximas semanas.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita no Brasil:</b> trabalhos atingem <b>2,3%</b> da área nacional. O <b>Mato Grosso</b> lidera com <b>6,69%</b>, focando em variedades precoces. A <b>Conab</b> mantém a projeção de safra recorde em <b>178 milhões</b> de toneladas.<br /><br />📉 <b>Preços:</b> em <b>Chicago (CBOT)</b>, o vencimento Mar/26 fechou a <b>US$ 10,64/bushel</b>. No mercado interno, o <b>Cepea</b> registrou baixa para <b>R$ 129,71/saca</b>, pressionado pela oferta da nova safra.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> para garantir previsibilidade, o <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>CBOT</b> para <b>Fev/26</b> (até US$ 10,67) e <b>Abr/26</b> (até US$ 10,78), além de operações de trava de câmbio.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>239</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,conab,matogrosso,mercadodasoja,opçõesagrobb,preçodasoja,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Pecuária de corte: exportações em ritmo forte e estabilidade nos preços | BBcast Agro - 22/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/pecuaria-de-corte-exportacoes-em-ritmo-forte-e-estabilidade-nos-precos-bbcast-agro-22-01-2026--69548488</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Teodoro Contin</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Barretos-SP</b>, analisa o desempenho das exportações no início de <b>2026</b> e as ferramentas de proteção para o pecuarista.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 <b>Preços:</b> indicador <b>Cepea</b> precificou a arroba em <b>R$ 321,00</b>. O mercado físico segue estável, com escalas de abate posicionadas, em média, em sete dias úteis no cenário nacional.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> volume diário exportado em janeiro cresceu <b>40%</b> em relação ao ano anterior. O faturamento é impulsionado pelo preço médio da tonelada a <b>US$ 5.544</b> (+10%).<br /><br />🇨🇳 <b>Fator China:</b> o ritmo acelerado de embarques pode estar associado à corrida pelas cotas de importação impostas pelo país asiático após a implementação das salvaguardas.<br /><br />🌿 <b>Pastagens:</b> as boas condições de pasto permitem ao produtor segurar os animais no campo, evitando quedas bruscas de preço diante da menor demanda típica de final de mês.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Fev/26</b> (até R$ 321/arroba) e <b>Mar/26</b> (até R$ 325/arroba), além de linhas de <b>Custeio</b> para despesas da produção.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69548488</guid><pubDate>Thu, 22 Jan 2026 17:17:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69548488/20260122_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1222374" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP, analisa o desempenho das exportações no início de 2026 e as ferramentas de proteção para o pecuarista.

Destaques do episódio:

📊 Preços:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Teodoro Contin</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Barretos-SP</b>, analisa o desempenho das exportações no início de <b>2026</b> e as ferramentas de proteção para o pecuarista.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 <b>Preços:</b> indicador <b>Cepea</b> precificou a arroba em <b>R$ 321,00</b>. O mercado físico segue estável, com escalas de abate posicionadas, em média, em sete dias úteis no cenário nacional.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> volume diário exportado em janeiro cresceu <b>40%</b> em relação ao ano anterior. O faturamento é impulsionado pelo preço médio da tonelada a <b>US$ 5.544</b> (+10%).<br /><br />🇨🇳 <b>Fator China:</b> o ritmo acelerado de embarques pode estar associado à corrida pelas cotas de importação impostas pelo país asiático após a implementação das salvaguardas.<br /><br />🌿 <b>Pastagens:</b> as boas condições de pasto permitem ao produtor segurar os animais no campo, evitando quedas bruscas de preço diante da menor demanda típica de final de mês.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Fev/26</b> (até R$ 321/arroba) e <b>Mar/26</b> (até R$ 325/arroba), além de linhas de <b>Custeio</b> para despesas da produção.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,china,custeiopecuário,exportaçãodecarne,opçõesagrobb,pecuáriadecorte,preçodoboi</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a651f5a41aa3fd67c36728b942b61f43.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Feijão: safra 2025/26 deve garantir abastecimento interno | BBcast Agro - 21/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/feijao-safra-2025-26-deve-garantir-abastecimento-interno-bbcast-agro-21-01-2026--69531454</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Ana Paula</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa os números do 4º levantamento da <b>Conab</b> e o desempenho recorde das exportações brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 <b>Produção:</b> a <b>Conab</b> projeta <b>3,04 milhões</b> de toneladas para a safra <b>2025/26</b>. O volume deve ser suficiente para suprir o consumo nacional, apesar da redução de <b>14 mil</b> toneladas nos estoques de passagem.<br /><br />🚜 <b>Safra paranaense:</b> no <b>Paraná</b>, maior produtor de 2ª safra, a expectativa é de estabilidade, com produção total estimada em <b>540 mil</b> toneladas.<br /><br />📈 <b>Preços em alta:</b> o <b>Cepea</b> registra valorização em janeiro devido à menor oferta momentânea. O feijão carioca no <b>Noroeste de MG</b> está cotado a <b>R$ 243,33/sc</b>, enquanto o preto no <b>Sul do PR</b> atinge <b>R$ 153,37/sc</b>.<br /><br />🚢 <b>Exportações recordes:</b> em 2025, o volume exportado saltou <b>55%</b>, atingindo <b>553,1 mil</b> toneladas. A <b>Índia</b> se consolida como o principal destino da produção brasileira.<br /><br />⚙️ <b>Tecnologia:</b> avanços no armazenamento permitem períodos de estocagem maiores, o que ajuda a suavizar as oscilações sazonais de preço características da cultura.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69531454</guid><pubDate>Wed, 21 Jan 2026 13:38:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69531454/20260121_bbcast_agro_cenario_do_feijao.mp3" length="1398387" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Ana Paula, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa os números do 4º levantamento da Conab e o desempenho recorde das exportações brasileiras.

Destaques do episódio:

📊 Produção: a Conab projeta 3,04...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Ana Paula</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa os números do 4º levantamento da <b>Conab</b> e o desempenho recorde das exportações brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 <b>Produção:</b> a <b>Conab</b> projeta <b>3,04 milhões</b> de toneladas para a safra <b>2025/26</b>. O volume deve ser suficiente para suprir o consumo nacional, apesar da redução de <b>14 mil</b> toneladas nos estoques de passagem.<br /><br />🚜 <b>Safra paranaense:</b> no <b>Paraná</b>, maior produtor de 2ª safra, a expectativa é de estabilidade, com produção total estimada em <b>540 mil</b> toneladas.<br /><br />📈 <b>Preços em alta:</b> o <b>Cepea</b> registra valorização em janeiro devido à menor oferta momentânea. O feijão carioca no <b>Noroeste de MG</b> está cotado a <b>R$ 243,33/sc</b>, enquanto o preto no <b>Sul do PR</b> atinge <b>R$ 153,37/sc</b>.<br /><br />🚢 <b>Exportações recordes:</b> em 2025, o volume exportado saltou <b>55%</b>, atingindo <b>553,1 mil</b> toneladas. A <b>Índia</b> se consolida como o principal destino da produção brasileira.<br /><br />⚙️ <b>Tecnologia:</b> avanços no armazenamento permitem períodos de estocagem maiores, o que ajuda a suavizar as oscilações sazonais de preço características da cultura.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>234</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,conab,exportaçãodefeijão,feijão,feijãocarioca,feijãopreto,mercadodofeijão,preçodofeijão,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/332a6f9e1487dcf13bbff61cd3fcc79c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: encerramento de safra e desafios climáticos | BBcast Agro - 20/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-encerramento-de-safra-e-desafios-climaticos-bbcast-agro-20-01-2026--69518279</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luis Miccoli</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberlândia-MG</b>, analisa os números finais da safra <b>2025/26</b> e as perspectivas para o açúcar e o etanol no mercado global.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚜 <b>Safra 2025/26:</b> estimativa de <b>666,4 milhões</b> de toneladas, uma redução de <b>1,6%</b> frente ao ciclo anterior. A produtividade média caiu para <b>74 t/ha</b> devido ao clima adverso e incêndios no <b>Sudeste</b>.<br /><br />🌍 <b>Mercado de açúcar:</b> <b>Brasil</b> mantém a liderança, mas a qualidade da matéria-prima (<b>ATR</b>) foi inferior. Preços internacionais seguem pressionados pelo superavit global, com avanço da produção na <b>Índia</b> e <b>Tailândia</b>.<br /><br />⛽ <b>Etanol:</b> produção estimada em recorde de <b>36,1 bilhões</b> de litros, impulsionada pelo mix alcooleiro e pela expansão do etanol de milho. O acordo <b>Mercosul-União Europeia</b> deve abrir novas cotas isentas de tarifas.<br /><br />🌡️ <b>Clima:</b> temperaturas em <b>2026</b> devem permanecer historicamente elevadas. O mercado monitora a alternância entre seca e calor intenso, que pode impactar o início da próxima safra.<br /><br />📊 <b>Conab:</b> o 4º e último boletim da safra atual está previsto para ser divulgado em <b>16 de abril</b>, consolidando os números de área e processamento.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69518279</guid><pubDate>Tue, 20 Jan 2026 13:11:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69518279/20260120_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="1766713" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luis Miccoli, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia-MG, analisa os números finais da safra 2025/26 e as perspectivas para o açúcar e o etanol no mercado global.

Destaques do episódio:

🚜 Safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Luis Miccoli</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberlândia-MG</b>, analisa os números finais da safra <b>2025/26</b> e as perspectivas para o açúcar e o etanol no mercado global.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚜 <b>Safra 2025/26:</b> estimativa de <b>666,4 milhões</b> de toneladas, uma redução de <b>1,6%</b> frente ao ciclo anterior. A produtividade média caiu para <b>74 t/ha</b> devido ao clima adverso e incêndios no <b>Sudeste</b>.<br /><br />🌍 <b>Mercado de açúcar:</b> <b>Brasil</b> mantém a liderança, mas a qualidade da matéria-prima (<b>ATR</b>) foi inferior. Preços internacionais seguem pressionados pelo superavit global, com avanço da produção na <b>Índia</b> e <b>Tailândia</b>.<br /><br />⛽ <b>Etanol:</b> produção estimada em recorde de <b>36,1 bilhões</b> de litros, impulsionada pelo mix alcooleiro e pela expansão do etanol de milho. O acordo <b>Mercosul-União Europeia</b> deve abrir novas cotas isentas de tarifas.<br /><br />🌡️ <b>Clima:</b> temperaturas em <b>2026</b> devem permanecer historicamente elevadas. O mercado monitora a alternância entre seca e calor intenso, que pode impactar o início da próxima safra.<br /><br />📊 <b>Conab:</b> o 4º e último boletim da safra atual está previsto para ser divulgado em <b>16 de abril</b>, consolidando os números de área e processamento.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>295</itunes:duration><itunes:keywords>açúcar,agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustíveis,canadeaçúcar,conab,etanol,etanoldemilho,mercadodecana,safra2026,setorsucroenergético</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/94975539a80bd80f44bd3704925917a7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário semanal | BBcast Agro - 19/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-semanal-bbcast-agro-19-01-2026--69473121</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69473121</guid><pubDate>Mon, 19 Jan 2026 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69473121/20260119_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="6197321" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>388</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: relatório do USDA eleva estoques e colheita inicia no Sul | BBcast Agro - 16/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-relatorio-do-usda-eleva-estoques-e-colheita-inicia-no-sul-bbcast-agro-16-01-2026--69453692</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa o impacto do novo relatório do <b>USDA</b> e o início dos trabalhos de colheita no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>USDA:</b> relatório baixista com produção americana atingindo <b>432 milhões</b> de toneladas. Estoques finais nos <b>EUA</b> subiram <b>9,7%</b>, alcançando <b>56,56 milhões</b> de toneladas, o que pressiona a <b>CBOT</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Brasil:</b> colheita da 1ª safra iniciada no <b>Rio Grande do Sul</b>. Lavouras em <b>PR</b>, <b>SP</b> e <b>MG</b> apresentam boas condições e devem iniciar a colheita ainda em janeiro.<br /><br />🚜 <b>Segunda safra:</b> produtores monitoram a colheita da soja para garantir o plantio do milho safrinha dentro da janela ideal, especialmente no <b>Centro-Oeste</b>.<br /><br />📊 <b>Comercialização:</b> no <b>Mato Grosso</b>, as vendas da safra <b>2025/26</b> atingiram <b>29,23%</b>. Embora tenham avançado em dezembro, seguem <b>5,5%</b> abaixo da média histórica, segundo o <b>IMEA</b><br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Jan/26</b> (até R$ 68,70/sc) e <b>Mar/26</b> (até R$ 71,77/sc), além de <b>NDF</b> para proteger as margens do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69453692</guid><pubDate>Fri, 16 Jan 2026 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69453692/20260116_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1145417" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra-SP, analisa o impacto do novo relatório do USDA e o início dos trabalhos de colheita no Brasil.

Destaques do episódio:

🇺🇸 USDA:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa o impacto do novo relatório do <b>USDA</b> e o início dos trabalhos de colheita no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>USDA:</b> relatório baixista com produção americana atingindo <b>432 milhões</b> de toneladas. Estoques finais nos <b>EUA</b> subiram <b>9,7%</b>, alcançando <b>56,56 milhões</b> de toneladas, o que pressiona a <b>CBOT</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Brasil:</b> colheita da 1ª safra iniciada no <b>Rio Grande do Sul</b>. Lavouras em <b>PR</b>, <b>SP</b> e <b>MG</b> apresentam boas condições e devem iniciar a colheita ainda em janeiro.<br /><br />🚜 <b>Segunda safra:</b> produtores monitoram a colheita da soja para garantir o plantio do milho safrinha dentro da janela ideal, especialmente no <b>Centro-Oeste</b>.<br /><br />📊 <b>Comercialização:</b> no <b>Mato Grosso</b>, as vendas da safra <b>2025/26</b> atingiram <b>29,23%</b>. Embora tenham avançado em dezembro, seguem <b>5,5%</b> abaixo da média histórica, segundo o <b>IMEA</b><br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Jan/26</b> (até R$ 68,70/sc) e <b>Mar/26</b> (até R$ 71,77/sc), além de <b>NDF</b> para proteger as margens do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,imea,mercadodomilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,safrinha,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d73d45640d91d78b6aecd0b58eaf4956.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: queda nos preços ao produtor e pressão nos custos | BBcast Agro - 15/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-queda-nos-precos-ao-produtor-e-pressao-nos-custos-bbcast-agro-15-01-2026--69453005</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Emerson Gheri</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Rio Verde-GO</b>, analisa a queda nos preços pagos ao produtor, o impacto dos custos de ração e o balanço do setor em <b>2025</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Preços:</b> média <b>Brasil</b> de <b>R$ 2,11/litro</b> em novembro, recuo de <b>9%</b> no mês. O mercado <b>spot</b> sinaliza continuidade da pressão baixista para os próximos períodos.<br /><br />📊 <b>Conseleites:</b> projeção de queda média de <b>3%</b> nos valores pagos em dezembro nos estados do <b>RS</b>, <b>MG</b>, <b>SC</b> e <b>PR</b>.<br /><br />💸 <b>Custos:</b> alta de <b>0,3%</b> em novembro, segundo a <b>Embrapa</b>, puxada principalmente pelo aumento nos preços do concentrado (ração).<br /><br />🚢 <b>Comércio exterior:</b> importações caíram <b>14,8%</b> em novembro. O ano de <b>2025</b> encerrou com déficit de <b>US$ 870 milhões</b> na balança comercial de lácteos.<br /><br />⚖️ <b>Gestão:</b> diante das margens apertadas, o foco deve ser a eficiência produtiva. O <b>BB</b> disponibiliza linhas de <b>Custeio</b> para aquisição de insumos em momentos oportunos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69453005</guid><pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:32:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69453005/20260115_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1329110" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde-GO, analisa a queda nos preços pagos ao produtor, o impacto dos custos de ração e o balanço do setor em 2025.

Destaques do episódio:

📉...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Emerson Gheri</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Rio Verde-GO</b>, analisa a queda nos preços pagos ao produtor, o impacto dos custos de ração e o balanço do setor em <b>2025</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Preços:</b> média <b>Brasil</b> de <b>R$ 2,11/litro</b> em novembro, recuo de <b>9%</b> no mês. O mercado <b>spot</b> sinaliza continuidade da pressão baixista para os próximos períodos.<br /><br />📊 <b>Conseleites:</b> projeção de queda média de <b>3%</b> nos valores pagos em dezembro nos estados do <b>RS</b>, <b>MG</b>, <b>SC</b> e <b>PR</b>.<br /><br />💸 <b>Custos:</b> alta de <b>0,3%</b> em novembro, segundo a <b>Embrapa</b>, puxada principalmente pelo aumento nos preços do concentrado (ração).<br /><br />🚢 <b>Comércio exterior:</b> importações caíram <b>14,8%</b> em novembro. O ano de <b>2025</b> encerrou com déficit de <b>US$ 870 milhões</b> na balança comercial de lácteos.<br /><br />⚖️ <b>Gestão:</b> diante das margens apertadas, o foco deve ser a eficiência produtiva. O <b>BB</b> disponibiliza linhas de <b>Custeio</b> para aquisição de insumos em momentos oportunos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,conseleite,custeioagro,custodeprodução,embrapa,leite,mercadodoleite,pecuáriadeleite,preçodoleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/62a4ad5a96673fd58802b2b4f4fb974f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: safra promissora e volatilidade nas cotações | BBcast Agro - 14/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-safra-promissora-e-volatilidade-nas-cotacoes-bbcast-agro-14-01-2026--69423700</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Alexandre Carvalho Queiroz</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Patos de Minas-MG</b>, analisa as perspectivas para a safra brasileira e a manutenção dos preços em patamares elevados.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ <b>Mercado:</b> alta volatilidade em <b>Nova York</b> influenciada por baixos estoques globais, consumo aquecido e clima no <b>Brasil</b>.<br /><br />📈 <b>Safra 2026:</b> <b>StoneX</b> projeta colheita de <b>47,2 milhões</b> de sacas (+29,3%). Florada uniforme e chuvas no <b>Sudeste</b> favorecem o enchimento dos grãos.<br /><br />💰 <b>Preços:</b> cotações seguem em níveis historicamente altos, com o café físico negociado em torno de <b>R$ 2.240,00/saca</b>.<br /><br />🚜 <b>Comercialização:</b> produtores adotam cautela e vendas escalonadas, priorizando os tratos culturais enquanto aguardam definições climáticas.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> oferece ferramentas como <b>Opções agro</b> e termo de mercadorias para mitigar riscos de preços e garantir o planejamento do caixa.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69423700</guid><pubDate>Wed, 14 Jan 2026 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69423700/20260114_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="1007020" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG, analisa as perspectivas para a safra brasileira e a manutenção dos preços em patamares elevados.

Destaques do episódio:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Alexandre Carvalho Queiroz</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Patos de Minas-MG</b>, analisa as perspectivas para a safra brasileira e a manutenção dos preços em patamares elevados.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ <b>Mercado:</b> alta volatilidade em <b>Nova York</b> influenciada por baixos estoques globais, consumo aquecido e clima no <b>Brasil</b>.<br /><br />📈 <b>Safra 2026:</b> <b>StoneX</b> projeta colheita de <b>47,2 milhões</b> de sacas (+29,3%). Florada uniforme e chuvas no <b>Sudeste</b> favorecem o enchimento dos grãos.<br /><br />💰 <b>Preços:</b> cotações seguem em níveis historicamente altos, com o café físico negociado em torno de <b>R$ 2.240,00/saca</b>.<br /><br />🚜 <b>Comercialização:</b> produtores adotam cautela e vendas escalonadas, priorizando os tratos culturais enquanto aguardam definições climáticas.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> oferece ferramentas como <b>Opções agro</b> e termo de mercadorias para mitigar riscos de preços e garantir o planejamento do caixa.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>168</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadenovayork,caféarábica,hedgecafé,mercadodecafé,preçodocafé,safradecafé2026,stonex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/26fdaa14a521f3e6a9380885047d3315.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Pesca: novas regras do PesqBrasil e programa de regularização de embarcações | BBcast Agro - 13/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/pesca-novas-regras-do-pesqbrasil-e-programa-de-regularizacao-de-embarcacoes-bbcast-agro-13-01-2026--69419840</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Thiago Queiroz Toscano de Brito</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Camboriú-SC</b>, explica as novas exigências do <b>Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA)</b> que entram em vigor em <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 <b>PesqBrasil:</b> sistema obrigatório desde 1º de janeiro para controle de cotas de captura e gestão das informações pesqueiras.<br /><br />🐟 <b>Safra da tainha:</b> a habilitação e a autorização especial agora são feitas exclusivamente via <b>PesqBrasil – Monitoramento</b>.<br /><br />⚓ <b>Propesc:</b> programa nacional criado para garantir a regularização das embarcações junto ao <b>Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP)</b>.<br /><br />⚠️ <b>Regularização:</b> quem não cumprir os novos procedimentos poderá ser impedido de participar de cotas e editais públicos.<br /><br />💰 <b>Apoio BB:</b> linhas de crédito para custeio (camarão, sardinha, atum) e investimentos em embarcações, apetrechos e galpões de resfriamento.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69419840</guid><pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:43:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69419840/20260113_bbcast_agro_cenario_da_piscicultura.mp3" length="1204036" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Thiago Queiroz Toscano de Brito, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Camboriú-SC, explica as novas exigências do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) que entram em vigor em 2026.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Thiago Queiroz Toscano de Brito</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Camboriú-SC</b>, explica as novas exigências do <b>Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA)</b> que entram em vigor em <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 <b>PesqBrasil:</b> sistema obrigatório desde 1º de janeiro para controle de cotas de captura e gestão das informações pesqueiras.<br /><br />🐟 <b>Safra da tainha:</b> a habilitação e a autorização especial agora são feitas exclusivamente via <b>PesqBrasil – Monitoramento</b>.<br /><br />⚓ <b>Propesc:</b> programa nacional criado para garantir a regularização das embarcações junto ao <b>Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP)</b>.<br /><br />⚠️ <b>Regularização:</b> quem não cumprir os novos procedimentos poderá ser impedido de participar de cotas e editais públicos.<br /><br />💰 <b>Apoio BB:</b> linhas de crédito para custeio (camarão, sardinha, atum) e investimentos em embarcações, apetrechos e galpões de resfriamento.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,créditopesca,pesca,pesqbrasil,propesc,regularizaçãodeembarcações,rgp,safradatainha,setorpesqueiro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/20e5a11921462ddac3a9729696d110c9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Relatório do USDA, clima e cotas chinesas na exportação | BBcast Agro - 12/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/relatorio-do-usda-clima-e-cotas-chinesas-na-exportacao-bbcast-agro-12-01-2026--69405225</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja (00:26):</b> mercado cauteloso com as tensões entre <b>EUA</b> e <b>Venezuela</b>. Relatório do <b>USDA</b> pode indicar estoques maiores.<br /><br />🌽 <b>Milho (01:45):</b> relatório do <b>USDA</b>, dados da <b>Conab</b> e clima na <b>Argentina</b> trazem volatilidade aos preços.<br /><br />☕ <b>Café (03:00):</b> chuvas irregulares no <b>Brasil</b>, colheita no <b>Vietnã</b> e estoques globais baixos impactam as cotações.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo (03:48):</b> análise sobre as novas cotas anuais de importação da <b>China</b> e os cálculos de tarifas adicionais.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69405225</guid><pubDate>Mon, 12 Jan 2026 18:05:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69405225/20260112_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="5885513" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:26): mercado cauteloso com as tensões entre EUA e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja (00:26):</b> mercado cauteloso com as tensões entre <b>EUA</b> e <b>Venezuela</b>. Relatório do <b>USDA</b> pode indicar estoques maiores.<br /><br />🌽 <b>Milho (01:45):</b> relatório do <b>USDA</b>, dados da <b>Conab</b> e clima na <b>Argentina</b> trazem volatilidade aos preços.<br /><br />☕ <b>Café (03:00):</b> chuvas irregulares no <b>Brasil</b>, colheita no <b>Vietnã</b> e estoques globais baixos impactam as cotações.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo (03:48):</b> análise sobre as novas cotas anuais de importação da <b>China</b> e os cálculos de tarifas adicionais.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>368</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,china,conab,mercadoagricola,milho,preçosagricolas,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: Chicago reage e colheita começa com previsão de recorde | BBcast Agro - 09/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-chicago-reage-e-colheita-comeca-com-previsao-de-recorde-bbcast-agro-09-01-2026--69371033</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Giuliano Pradella</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a recuperação dos preços em <b>Chicago</b>, o início da colheita no <b>Brasil</b> e a expectativa para o novo relatório do <b>USDA</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Chicago:</b> preços reagiram após mínimas de 90 dias, impulsionados por compras chinesas de soja norte-americana. Mar/26 fechou a <b>US$ 10,67/bushel</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Brasil:</b> colheita iniciada no <b>PR</b> e <b>MT</b>. <b>Conab</b> estima safra recorde de <b>177 milhões</b> de toneladas sob transição para neutralidade climática.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> plantio atinge <b>82%</b> da área, com <b>97%</b> das lavouras em condições hídricas ideais.<br /><br />📉 <b>Mercado interno:</b> indicador <b>Cepea</b> caiu para <b>R$ 134,64/saca</b>, pressionado pela proximidade da colheita volumosa no país.<br /><br />🌎 <b>Geopolítica:</b> tensões entre <b>EUA</b> e <b>Venezuela</b> elevam a volatilidade no petróleo e nos mercados de commodities.<br /><br />🛡️ <b>Hedge:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> para fev/26 e abr/26, além de travas de câmbio para garantir a previsibilidade do caixa.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69371033</guid><pubDate>Fri, 09 Jan 2026 13:40:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69371033/20260109_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1366883" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a recuperação dos preços em Chicago, o início da colheita no Brasil e a expectativa para o novo relatório do USDA.

Destaques do episódio:

📈...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Giuliano Pradella</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a recuperação dos preços em <b>Chicago</b>, o início da colheita no <b>Brasil</b> e a expectativa para o novo relatório do <b>USDA</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Chicago:</b> preços reagiram após mínimas de 90 dias, impulsionados por compras chinesas de soja norte-americana. Mar/26 fechou a <b>US$ 10,67/bushel</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Brasil:</b> colheita iniciada no <b>PR</b> e <b>MT</b>. <b>Conab</b> estima safra recorde de <b>177 milhões</b> de toneladas sob transição para neutralidade climática.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> plantio atinge <b>82%</b> da área, com <b>97%</b> das lavouras em condições hídricas ideais.<br /><br />📉 <b>Mercado interno:</b> indicador <b>Cepea</b> caiu para <b>R$ 134,64/saca</b>, pressionado pela proximidade da colheita volumosa no país.<br /><br />🌎 <b>Geopolítica:</b> tensões entre <b>EUA</b> e <b>Venezuela</b> elevam a volatilidade no petróleo e nos mercados de commodities.<br /><br />🛡️ <b>Hedge:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções agro (PUT)</b> para fev/26 e abr/26, além de travas de câmbio para garantir a previsibilidade do caixa.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,chicago,conab,hedgesoja,mercadodasoja,preçodasoja,safrarecorde,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Pecuária de corte: bezerro em alta e inversão do ciclo pecuário | BBcast Agro - 08/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/pecuaria-de-corte-bezerro-em-alta-e-inversao-do-ciclo-pecuario-bbcast-agro-08-01-2026--69345131</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Emerson Gheri</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Rio Verde-GO</b>, analisa a valorização da reposição, o recorde nas exportações de 2025 e as perspectivas para o preço da arroba em 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 <b>Preços:</b> boi gordo estável em <b>R$ 320,00/arroba</b>. Já o bezerro superou os <b>R$ 3.000,00</b>, registrando alta de <b>14,7%</b> e gerando um ágio de <b>40%</b> sobre o animal acabado.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> recorde de <b>3,1 milhões</b> de toneladas em 2025 (+22%), com faturamento impulsionado pela alta de <b>16%</b> no preço médio da tonelada (<b>US$ 5.330,00</b>).<br /><br />📈 <b>Ciclo pecuário:</b> expectativa de preços firmes com viés de alta para 2026, devido à menor oferta de fêmeas e à inversão do ciclo pecuário.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para janeiro e fevereiro de 2026, com preços garantidos entre <b>R$ 304</b> e <b>R$ 324/arroba</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69345131</guid><pubDate>Thu, 08 Jan 2026 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69345131/20260108_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1644774" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde-GO, analisa a valorização da reposição, o recorde nas exportações de 2025 e as perspectivas para o preço da arroba em 2026.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Emerson Gheri</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Rio Verde-GO</b>, analisa a valorização da reposição, o recorde nas exportações de 2025 e as perspectivas para o preço da arroba em 2026.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 <b>Preços:</b> boi gordo estável em <b>R$ 320,00/arroba</b>. Já o bezerro superou os <b>R$ 3.000,00</b>, registrando alta de <b>14,7%</b> e gerando um ágio de <b>40%</b> sobre o animal acabado.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> recorde de <b>3,1 milhões</b> de toneladas em 2025 (+22%), com faturamento impulsionado pela alta de <b>16%</b> no preço médio da tonelada (<b>US$ 5.330,00</b>).<br /><br />📈 <b>Ciclo pecuário:</b> expectativa de preços firmes com viés de alta para 2026, devido à menor oferta de fêmeas e à inversão do ciclo pecuário.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para janeiro e fevereiro de 2026, com preços garantidos entre <b>R$ 304</b> e <b>R$ 324/arroba</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>275</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,ciclopecuário,exportaçãodecarne,opçõesagrobb,pecuáriadecorte,preçodoboi</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/988c14d8d702f66e3a3b28b5852169e3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: safra recorde na Argentina e oferta interna pressionam preços | BBcast Agro - 07/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-safra-recorde-na-argentina-e-oferta-interna-pressionam-precos-bbcast-agro-07-01-2026--69327325</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Leandro Milléo</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Presidente Prudente–SP</b>, analisa o impacto da safra recorde na <b>Argentina</b>, os números finais da colheita brasileira e a tendência dos preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> projeção recorde de <b>27,8 milhões</b> de toneladas (+49%). O rendimento médio de <b>4.320 kg/ha</b> deve pressionar os preços no <b>Brasil</b> via paridade de importação.<br /><br />🇧🇷 <b>Produção nacional:</b> safra 2025 finalizada em <b>7,96 milhões</b> de toneladas (+0,9%). O aumento de <b>26%</b> na produtividade compensou a redução de área.<br /><br />🌾 <b>Destaques regionais:</b> a região <b>Sul</b> responde por <b>86%</b> da produção. No <b>Paraná</b>, a produtividade saltou <b>59%</b>, enquanto no <b>Rio Grande do Sul</b> as chuvas de outubro e novembro afetaram a qualidade dos grãos.<br /><br />📉 <b>Preços:</b> o indicador <b>Cepea/Esalq (PR)</b> fechou em <b>R$ 1.183/tonelada</b>, valor <b>18%</b> inferior ao mesmo período de 2025, reflexo da maior oferta interna e argentina.<br /><br />📊 <b>Mercado interno:</b> a colheita nacional concluída e a disponibilidade do produto no <b>Mercado Comum do Sul (Mercosul)</b> mantêm as cotações em patamares mais baixos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69327325</guid><pubDate>Wed, 07 Jan 2026 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69327325/20260107_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="1213440" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente–SP, analisa o impacto da safra recorde na Argentina, os números finais da colheita brasileira e a tendência dos preços.

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Leandro Milléo</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Presidente Prudente–SP</b>, analisa o impacto da safra recorde na <b>Argentina</b>, os números finais da colheita brasileira e a tendência dos preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> projeção recorde de <b>27,8 milhões</b> de toneladas (+49%). O rendimento médio de <b>4.320 kg/ha</b> deve pressionar os preços no <b>Brasil</b> via paridade de importação.<br /><br />🇧🇷 <b>Produção nacional:</b> safra 2025 finalizada em <b>7,96 milhões</b> de toneladas (+0,9%). O aumento de <b>26%</b> na produtividade compensou a redução de área.<br /><br />🌾 <b>Destaques regionais:</b> a região <b>Sul</b> responde por <b>86%</b> da produção. No <b>Paraná</b>, a produtividade saltou <b>59%</b>, enquanto no <b>Rio Grande do Sul</b> as chuvas de outubro e novembro afetaram a qualidade dos grãos.<br /><br />📉 <b>Preços:</b> o indicador <b>Cepea/Esalq (PR)</b> fechou em <b>R$ 1.183/tonelada</b>, valor <b>18%</b> inferior ao mesmo período de 2025, reflexo da maior oferta interna e argentina.<br /><br />📊 <b>Mercado interno:</b> a colheita nacional concluída e a disponibilidade do produto no <b>Mercado Comum do Sul (Mercosul)</b> mantêm as cotações em patamares mais baixos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,conab,deral,mercadodegrãos,mercadodotrigo,preçodotrigo,safradetrigo2025,trigo,trigoargentina</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/da82a4582656c1d6ca812f63f3740a67.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima: neutralidade do enos e chuvas irregulares marcam o verão | BBcast Agro - 06/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-neutralidade-do-enos-e-chuvas-irregulares-marcam-o-verao-bbcast-agro-06-01-2026--69308215</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Rodrigo Rodrigues</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campinas-SP</b>, traz as previsões do <b>Inmet</b> para o verão de <b>2026</b>, destacando a neutralidade climática e os impactos nas principais regiões produtoras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌡️ <b>Neutralidade do enos:</b> baixa probabilidade de <b>La Niña</b>. O verão será regido por sistemas regionais, como a <b>Zcas</b> e a circulação do <b>Atlântico Tropical</b>.<br /><br />🌧️ <b>Chuvas irregulares: a</b><b>baixo da média </b>em partes de <b>TO</b>, <b>MA</b>, <b>GO</b>, <b>MG</b>, <b>BA</b>, <b>PI</b>, <b>ES</b> e <b>RJ</b>; e <b>a</b><b>cima da média </b>em <b>AM</b>, <b>PA</b>, <b>MT</b>, <b>MS</b>, <b>SP</b> e toda a <b>Região </b><b>Sul</b>.<br /><br />🔥 <b>Temperaturas:</b> previsão de calor acima da média em grande parte do país, com destaque para a região central, que pode registrar de <b>0,5 °C</b> a <b>1,0 °C</b> acima do normal.<br /><br />⚠️ <b>Atenção ao solo:</b> a combinação de pouca chuva e altas temperaturas em áreas do <b>Matopiba</b>, <b>Goiás</b> e <b>Minas Gerais</b> pode limitar a umidade do solo, afetando lavouras e pastagens.<br /><br />✅ <b>Perspectiva positiva:</b> volumes de chuva em <b>MT</b>, <b>MS</b>, <b>SP</b> e no <b>Sul</b> devem favorecer o desenvolvimento vegetativo, o enchimento de grãos e a recuperação de pastos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69308215</guid><pubDate>Tue, 06 Jan 2026 10:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69308215/20260106_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="1373152" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP, traz as previsões do Inmet para o verão de 2026, destacando a neutralidade climática e os impactos nas principais regiões produtoras....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Rodrigo Rodrigues</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campinas-SP</b>, traz as previsões do <b>Inmet</b> para o verão de <b>2026</b>, destacando a neutralidade climática e os impactos nas principais regiões produtoras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌡️ <b>Neutralidade do enos:</b> baixa probabilidade de <b>La Niña</b>. O verão será regido por sistemas regionais, como a <b>Zcas</b> e a circulação do <b>Atlântico Tropical</b>.<br /><br />🌧️ <b>Chuvas irregulares: a</b><b>baixo da média </b>em partes de <b>TO</b>, <b>MA</b>, <b>GO</b>, <b>MG</b>, <b>BA</b>, <b>PI</b>, <b>ES</b> e <b>RJ</b>; e <b>a</b><b>cima da média </b>em <b>AM</b>, <b>PA</b>, <b>MT</b>, <b>MS</b>, <b>SP</b> e toda a <b>Região </b><b>Sul</b>.<br /><br />🔥 <b>Temperaturas:</b> previsão de calor acima da média em grande parte do país, com destaque para a região central, que pode registrar de <b>0,5 °C</b> a <b>1,0 °C</b> acima do normal.<br /><br />⚠️ <b>Atenção ao solo:</b> a combinação de pouca chuva e altas temperaturas em áreas do <b>Matopiba</b>, <b>Goiás</b> e <b>Minas Gerais</b> pode limitar a umidade do solo, afetando lavouras e pastagens.<br /><br />✅ <b>Perspectiva positiva:</b> volumes de chuva em <b>MT</b>, <b>MS</b>, <b>SP</b> e no <b>Sul</b> devem favorecer o desenvolvimento vegetativo, o enchimento de grãos e a recuperação de pastos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>229</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,chuvasirregularidade,climaagro,enos,inmet,laniña,previsãodotempo,umidadedosolo,verão2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: geopolítica, biocombustíveis e ciclo pecuário | BBcast Agro - 05/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-geopolitica-biocombustiveis-e-ciclo-pecuario-bbcast-agro-05-01-2026--69307129</link><description><![CDATA[No primeiro episódio de <b>2026</b>, o <b>BBcast Agro</b> analisa os impactos da geopolítica, o avanço dos biocombustíveis e a inversão do ciclo pecuário que deve marcar o ano.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> cotações pressionadas pela safra sul-americana. O suporte vem do aumento da mistura de biodiesel (<b>B16</b>) no Brasil e do diesel renovável nos EUA. Demanda chinesa segue estável.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> equilíbrio entre oferta e demanda no Brasil. A produção de etanol de milho deve saltar para <b>9,97 bilhões</b> de litros em 2026. <b>MT</b> deve compensar atrasos de plantio em outros estados.<br /><br />☕ <b>Café:</b> clima favorável indica safra maior de arábica no Brasil. No exterior, o mercado monitora a colheita no <b>Vietnã</b> e a safra na <b>Colômbia</b>. Preços seguem voláteis, mas em patamares elevados.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> <b>China</b> anunciou salvaguardas (tarifas de até 55% acima da cota). No campo, a menor oferta de fêmeas e bezerros acima de <b>R$ 3.000</b> confirmam a virada para o ciclo de alta.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> em um cenário de alta volatilidade geopolítica e comercial, proteger a rentabilidade é fundamental para o produtor rural.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69307129</guid><pubDate>Mon, 05 Jan 2026 16:01:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69307129/20260105_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="7060169" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No primeiro episódio de 2026, o BBcast Agro analisa os impactos da geopolítica, o avanço dos biocombustíveis e a inversão do ciclo pecuário que deve marcar o ano.

Destaques do episódio:

🌱 Soja: cotações pressionadas pela safra sul-americana. O...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No primeiro episódio de <b>2026</b>, o <b>BBcast Agro</b> analisa os impactos da geopolítica, o avanço dos biocombustíveis e a inversão do ciclo pecuário que deve marcar o ano.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> cotações pressionadas pela safra sul-americana. O suporte vem do aumento da mistura de biodiesel (<b>B16</b>) no Brasil e do diesel renovável nos EUA. Demanda chinesa segue estável.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> equilíbrio entre oferta e demanda no Brasil. A produção de etanol de milho deve saltar para <b>9,97 bilhões</b> de litros em 2026. <b>MT</b> deve compensar atrasos de plantio em outros estados.<br /><br />☕ <b>Café:</b> clima favorável indica safra maior de arábica no Brasil. No exterior, o mercado monitora a colheita no <b>Vietnã</b> e a safra na <b>Colômbia</b>. Preços seguem voláteis, mas em patamares elevados.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> <b>China</b> anunciou salvaguardas (tarifas de até 55% acima da cota). No campo, a menor oferta de fêmeas e bezerros acima de <b>R$ 3.000</b> confirmam a virada para o ciclo de alta.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> em um cenário de alta volatilidade geopolítica e comercial, proteger a rentabilidade é fundamental para o produtor rural.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>442</itunes:duration><itunes:keywords>b16,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,ciclopecuario,etanoldemilho,geopoliticaagro,mercadoagricola,milho,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: retrospectiva de 2025 e as perspectivas para 2026 | BBcast Agro - 02/01/2026</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-retrospectiva-de-2025-e-as-perspectivas-para-2026-bbcast-agro-02-01-2026--69258965</link><description><![CDATA[No primeiro episódio de <b>2026</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, faz um balanço do mercado de milho e analisa as tendências para o novo ano.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Cenário global:</b> produção <b>2025/26</b> cresceu <b>4%</b> (<b>1,28 bilhão</b> de toneladas). Os <b>Estados Unidos</b> colheram <b>425 milhões</b> de toneladas, volume que pressionou <b>Chicago</b> em meados de <b>2025</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Recorde no Brasil:</b> a safra <b>2024/25</b> atingiu <b>141 milhões</b> de toneladas. Preços foram sustentados no segundo semestre pela pecuária e pelo etanol de milho.<br /><br />🌽 <b>Demanda 2026:</b> o setor de etanol de milho segue como destaque e deve manter a demanda robusta no primeiro trimestre.<br /><br />🚜 <b>Segunda safra:</b> atenção a possíveis atrasos no plantio da soja que podem reduzir a janela ideal do milho, embora <b>Mato Grosso</b> apresente potencial de compensação.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções agro BB</b> e <b>NDF</b> para proteger o produtor contra as oscilações de preços e preservar as margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69258965</guid><pubDate>Fri, 02 Jan 2026 10:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69258965/20260102_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1388983" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No primeiro episódio de 2026, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba-MG, faz um balanço do mercado de milho e analisa as tendências para o novo ano.

Destaques do episódio:

🌍 Cenário global: produção 2025/26 cresceu 4%...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No primeiro episódio de <b>2026</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba-MG</b>, faz um balanço do mercado de milho e analisa as tendências para o novo ano.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>Cenário global:</b> produção <b>2025/26</b> cresceu <b>4%</b> (<b>1,28 bilhão</b> de toneladas). Os <b>Estados Unidos</b> colheram <b>425 milhões</b> de toneladas, volume que pressionou <b>Chicago</b> em meados de <b>2025</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Recorde no Brasil:</b> a safra <b>2024/25</b> atingiu <b>141 milhões</b> de toneladas. Preços foram sustentados no segundo semestre pela pecuária e pelo etanol de milho.<br /><br />🌽 <b>Demanda 2026:</b> o setor de etanol de milho segue como destaque e deve manter a demanda robusta no primeiro trimestre.<br /><br />🚜 <b>Segunda safra:</b> atenção a possíveis atrasos no plantio da soja que podem reduzir a janela ideal do milho, embora <b>Mato Grosso</b> apresente potencial de compensação.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções agro BB</b> e <b>NDF</b> para proteger o produtor contra as oscilações de preços e preservar as margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>232</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,etanoldemilho,mercadodemilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,retrospectivamilho2025,safra2026,safrinha</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d73d45640d91d78b6aecd0b58eaf4956.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: estoques elevados e redução de área no Brasil | BBcast Agro - 30/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-estoques-elevados-e-reducao-de-area-no-brasil-bbcast-agro-30-12-2025--69240976</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa o impacto do relatório do <b>USDA</b> e a tendência de menor área plantada no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>USDA:</b> oferta global supera o consumo. Estoques finais subiram <b>2%</b>, pressionando as cotações em <b>Chicago</b> (<b>CBOT</b>).<br /><br />📉 <b>Preços:</b> demanda global fraca e estoques elevados (especialmente na <b>China</b>) mantêm a pressão sobre os preços para o início de <b>2026</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Cenário Brasil:</b> preços baixos e custos altos reduzem o incentivo ao plantio. <b>IMEA</b> projeta queda de <b>7,2%</b> na área em <b>Mato Grosso</b>.<br /><br />🌱 <b>Campo:</b> semeadura da 1ª safra avança na <b>Bahia</b>, <b>Goiás</b> e <b>Minas Gerais</b>.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> ritmo forte em dezembro (<b>316,5 mil toneladas</b>), volume <b>25%</b> superior ao registrado no mesmo período de <b>2024</b>.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Fev/26</b> e <b>NDF</b> para proteger a rentabilidade do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69240976</guid><pubDate>Tue, 30 Dec 2025 10:00:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69240976/20251230_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2865109" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra-SP, analisa o impacto do relatório do USDA e a tendência de menor área plantada no Brasil.

Destaques do episódio:

🌍 USDA: oferta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa o impacto do relatório do <b>USDA</b> e a tendência de menor área plantada no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 <b>USDA:</b> oferta global supera o consumo. Estoques finais subiram <b>2%</b>, pressionando as cotações em <b>Chicago</b> (<b>CBOT</b>).<br /><br />📉 <b>Preços:</b> demanda global fraca e estoques elevados (especialmente na <b>China</b>) mantêm a pressão sobre os preços para o início de <b>2026</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Cenário Brasil:</b> preços baixos e custos altos reduzem o incentivo ao plantio. <b>IMEA</b> projeta queda de <b>7,2%</b> na área em <b>Mato Grosso</b>.<br /><br />🌱 <b>Campo:</b> semeadura da 1ª safra avança na <b>Bahia</b>, <b>Goiás</b> e <b>Minas Gerais</b>.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> ritmo forte em dezembro (<b>316,5 mil toneladas</b>), volume <b>25%</b> superior ao registrado no mesmo período de <b>2024</b>.<br /><br />🛡️ <b>Proteção:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Fev/26</b> e <b>NDF</b> para proteger a rentabilidade do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,algodão,b3,bancodobrasil,bbcastagro,exportaçãoalgodão,hedgealgodão,imea,mercadodoalgodão,preçodoalgodão,safra2026,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/166675b3f3158dd602fe8cd2d5592eae.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: clima favorável, grãos e balanço do ano | BBcast Agro - 29/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-clima-favoravel-graos-e-balanco-do-ano-bbcast-agro-29-12-2025--69212457</link><description><![CDATA[No último episódio de <b>2025</b>, o <b>BBcast Agro</b> apresenta um balanço das principais commodities. Confira as perspectivas para soja, milho, café e boi gordo, além da importância da gestão de risco para <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> cotações pressionadas e clima favorável no <b>Centro-Oeste</b> sustentam projeções de safra volumosa, apesar das incertezas no início do ciclo.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> demanda industrial para etanol em alta e exportações da <b>Anec</b> projetadas entre 5,5 e 7,1 milhões de toneladas em dezembro.<br /><br />☕ <b>Café:</b> chuvas frequentes no <b>Sudeste</b> beneficiam o enchimento dos grãos. Produtores mantêm postura defensiva diante da volatilidade em <b>Nova York</b>.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> exportações firmes e oferta restrita de reposição valorizam preços. Confinamento deve seguir viável no primeiro trimestre de <b>2026</b>.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> uso de opções e contratos futuros é essencial para garantir previsibilidade e proteger as margens em tempos de incerteza.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69212457</guid><pubDate>Mon, 29 Dec 2025 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69212457/20251229_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="5374409" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No último episódio de 2025, o BBcast Agro apresenta um balanço das principais commodities. Confira as perspectivas para soja, milho, café e boi gordo, além da importância da gestão de risco para 2026.

Destaques do episódio:

🌱 Soja: cotações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No último episódio de <b>2025</b>, o <b>BBcast Agro</b> apresenta um balanço das principais commodities. Confira as perspectivas para soja, milho, café e boi gordo, além da importância da gestão de risco para <b>2026</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja:</b> cotações pressionadas e clima favorável no <b>Centro-Oeste</b> sustentam projeções de safra volumosa, apesar das incertezas no início do ciclo.<br /><br />🌽 <b>Milho:</b> demanda industrial para etanol em alta e exportações da <b>Anec</b> projetadas entre 5,5 e 7,1 milhões de toneladas em dezembro.<br /><br />☕ <b>Café:</b> chuvas frequentes no <b>Sudeste</b> beneficiam o enchimento dos grãos. Produtores mantêm postura defensiva diante da volatilidade em <b>Nova York</b>.<br /><br />🐂 <b>Boi gordo:</b> exportações firmes e oferta restrita de reposição valorizam preços. Confinamento deve seguir viável no primeiro trimestre de <b>2026</b>.<br /><br />🛡️ <b>Gestão de risco:</b> uso de opções e contratos futuros é essencial para garantir previsibilidade e proteger as margens em tempos de incerteza.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>336</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cotações,gestãoderisco,mercadoagricola,milho,resumosemanalagro,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: safra sul-americana avança e Chicago recua em dezembro | BBcast Agro - 26/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-safra-sul-americana-avanca-e-chicago-recua-em-dezembro-bbcast-agro-26-12-2025--69211650</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Giuliano Pradella</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a queda dos preços em <b>Chicago</b>, o avanço do plantio no <b>Brasil</b> e na <b>Argentina</b> e a estabilidade do mercado interno.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Chicago:</b> queda de <b>7,6%</b> em dezembro (Jan/26 a <b>US$ 10,53/bushel</b>) motivada pela baixa demanda chinesa.<br /><br />🇧🇷 <b>Brasil:</b> plantio atinge <b>97,3%</b>. O clima favorável e as chuvas regulares beneficiam o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> semeadura alcança <b>67,3%</b> da área total prevista de <b>17,6 milhões</b> de hectares.<br /><br />💰 <b>Mercado interno:</b> <b>Cepea</b> a <b>R$ 142,67/saca</b>. A alta do dólar em dezembro ajudou a sustentar as cotações no país.<br /><br />🚢 <b>Prêmios:</b> valores decrescentes nos portos refletem a proximidade da colheita e o aumento da oferta brasileira.<br /><br />🛡️ <b>Hedge:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro BB</b> e travamento de câmbio para proteger a margem do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69211650</guid><pubDate>Fri, 26 Dec 2025 15:44:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69211650/20251226_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1425188" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a queda dos preços em Chicago, o avanço do plantio no Brasil e na Argentina e a estabilidade do mercado interno.

Destaques do episódio:

📉...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Giuliano Pradella</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a queda dos preços em <b>Chicago</b>, o avanço do plantio no <b>Brasil</b> e na <b>Argentina</b> e a estabilidade do mercado interno.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Chicago:</b> queda de <b>7,6%</b> em dezembro (Jan/26 a <b>US$ 10,53/bushel</b>) motivada pela baixa demanda chinesa.<br /><br />🇧🇷 <b>Brasil:</b> plantio atinge <b>97,3%</b>. O clima favorável e as chuvas regulares beneficiam o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />🇦🇷 <b>Argentina:</b> semeadura alcança <b>67,3%</b> da área total prevista de <b>17,6 milhões</b> de hectares.<br /><br />💰 <b>Mercado interno:</b> <b>Cepea</b> a <b>R$ 142,67/saca</b>. A alta do dólar em dezembro ajudou a sustentar as cotações no país.<br /><br />🚢 <b>Prêmios:</b> valores decrescentes nos portos refletem a proximidade da colheita e o aumento da oferta brasileira.<br /><br />🛡️ <b>Hedge:</b> <b>BB</b> disponibiliza <b>Opções agro BB</b> e travamento de câmbio para proteger a margem do produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>238</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,chicago,conab,hedgesoja,mercadodasoja,preçodasoja,safra2026,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Citricultura: safra maior e queda nos preços do suco em Nova York | BBcast Agro - 24/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/citricultura-safra-maior-e-queda-nos-precos-do-suco-em-nova-york-bbcast-agro-24-12-2025--69185236</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Carlos Brunelli</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a reestimativa da safra de laranja pelo <b>Fundecitrus</b>, os impactos do <b>greening</b> e a dinâmica das exportações de suco.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🍊 <b>Safra:</b> estimativa cai para <b>294,8 milhões</b> de caixas devido à seca e ao tamanho menor dos frutos.<br /><br />🍂 <b>Greening:</b> taxa de queda de frutos subiu para <b>23%</b> em razão da severidade da doença nos pomares.<br /><br />📉 <b>Bolsa (NY):</b> maior oferta global derrubou os preços do suco concentrado em <b>11%</b> nos últimos seis meses.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> embarques para os <b>Estados Unidos</b> subiram <b>25,9%</b>, enquanto as vendas para a <b>União Europeia</b> caíram <b>25,5%</b>.<br /><br />💰 <b>Preços ao produtor:</b> laranja pera a <b>R$ 44,50/cx</b> e indústria a <b>R$ 36,60/cx</b>, pressionadas pela recomposição dos estoques.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69185236</guid><pubDate>Wed, 24 Dec 2025 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69185236/20251224_bbcast_agro_cenario_da_citricultura.mp3" length="1497443" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Carlos Brunelli, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a reestimativa da safra de laranja pelo Fundecitrus, os impactos do greening e a dinâmica das exportações de suco.

Destaques do episódio:

🍊...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Carlos Brunelli</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa a reestimativa da safra de laranja pelo <b>Fundecitrus</b>, os impactos do <b>greening</b> e a dinâmica das exportações de suco.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🍊 <b>Safra:</b> estimativa cai para <b>294,8 milhões</b> de caixas devido à seca e ao tamanho menor dos frutos.<br /><br />🍂 <b>Greening:</b> taxa de queda de frutos subiu para <b>23%</b> em razão da severidade da doença nos pomares.<br /><br />📉 <b>Bolsa (NY):</b> maior oferta global derrubou os preços do suco concentrado em <b>11%</b> nos últimos seis meses.<br /><br />🚢 <b>Exportações:</b> embarques para os <b>Estados Unidos</b> subiram <b>25,9%</b>, enquanto as vendas para a <b>União Europeia</b> caíram <b>25,5%</b>.<br /><br />💰 <b>Preços ao produtor:</b> laranja pera a <b>R$ 44,50/cx</b> e indústria a <b>R$ 36,60/cx</b>, pressionadas pela recomposição dos estoques.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>250</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,citricultura,fundecitrus,greening,laranjapera,mercadodesuco,preçodalaranja,safralaranja2026,sucodelaranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bfa93000eeaec8a40a6268dc12057179.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra no Centro-Sul encerra com queda e chuvas afetam o Nordeste | BBcast Agro - 23/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-no-centro-sul-encerra-com-queda-e-chuvas-afetam-o-nordeste-bbcast-agro-23-12-2025--69168560</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Fabíola Lira</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Tangará da Serra-MT</b>, analisa o encerramento da safra no centro-sul, os impactos das chuvas no nordeste e a mudança no mix de produção das usinas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚜 <b>Centro-Sul:</b> moagem praticamente encerrada com <b>592 milhões</b> de toneladas, volume <b>2,5%</b> abaixo da estimativa da <b>Conab</b>.<br /><br />🌧️ <b>Norte e Nordeste:</b> excesso de chuvas atrasou o corte e reduziu a colheita em <b>9%</b> (<b>32,48 milhões</b> de toneladas até novembro).<br /><br />🧪 <b>Qualidade (ATR):</b> o excesso de precipitação no nordeste reduziu o teor de sacarose, prejudicando a rentabilidade dos fornecedores.<br /><br />⛽ <b>Mix de Produção:</b> indústrias reduziram o açúcar em <b>24%</b> e elevaram a produção de etanol em <b>19%</b>, com salto de <b>57%</b> no etanol anidro.<br /><br />🌀 <b>Clima:</b> o fenômeno <b>La Niña</b> deve manter chuvas acima da média no nordeste durante o verão, ameaçando a qualidade da matéria-prima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69168560</guid><pubDate>Tue, 23 Dec 2025 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69168560/20251223_bbcast_agro_cenario_da_cana_de_acucar.mp3" length="3124243" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Lira, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT, analisa o encerramento da safra no centro-sul, os impactos das chuvas no nordeste e a mudança no mix de produção das usinas....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Fabíola Lira</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Tangará da Serra-MT</b>, analisa o encerramento da safra no centro-sul, os impactos das chuvas no nordeste e a mudança no mix de produção das usinas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚜 <b>Centro-Sul:</b> moagem praticamente encerrada com <b>592 milhões</b> de toneladas, volume <b>2,5%</b> abaixo da estimativa da <b>Conab</b>.<br /><br />🌧️ <b>Norte e Nordeste:</b> excesso de chuvas atrasou o corte e reduziu a colheita em <b>9%</b> (<b>32,48 milhões</b> de toneladas até novembro).<br /><br />🧪 <b>Qualidade (ATR):</b> o excesso de precipitação no nordeste reduziu o teor de sacarose, prejudicando a rentabilidade dos fornecedores.<br /><br />⛽ <b>Mix de Produção:</b> indústrias reduziram o açúcar em <b>24%</b> e elevaram a produção de etanol em <b>19%</b>, com salto de <b>57%</b> no etanol anidro.<br /><br />🌀 <b>Clima:</b> o fenômeno <b>La Niña</b> deve manter chuvas acima da média no nordeste durante o verão, ameaçando a qualidade da matéria-prima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>açúcareetanol,agronegócio,atr,bancodobrasil,bbcastagro,canadeaçúcar,conab,etanolanidro,laniña,safra2526,setorsucroenergético</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b50b4b9e5dd670de2e803b5c430d39fc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: estoque de grãos, clima no Sudeste e demanda de fim de ano| BBcast Agro - 22/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-estoque-de-graos-clima-no-sudeste-e-demanda-de-fim-de-ano-bbcast-agro-22-12-2025--69170268</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:55): compras lentas da China nos EUA e supersafras no Brasil e Argentina elevam estoques e pressionam preços.<br /><br />🌽 Milho (01:53): feriados na CBOT reduzem a liquidez. Na Argentina, a área cresce, enquanto no Brasil produtores seguem cautelosos.<br /><br />☕ Café (03:02): chuvas no Sudeste favorecem a granação. Câmbio e estoques baixos em NY mantêm a volatilidade.<br /><br />🐂 Boi Gordo (03:54): mercado físico estável com exportações firmes e aumento da demanda sazonal devido às festas.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69170268</guid><pubDate>Mon, 22 Dec 2025 18:53:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69170268/20251222_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="6783689" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:55): compras lentas da China nos EUA e supersafras no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:55): compras lentas da China nos EUA e supersafras no Brasil e Argentina elevam estoques e pressionam preços.<br /><br />🌽 Milho (01:53): feriados na CBOT reduzem a liquidez. Na Argentina, a área cresce, enquanto no Brasil produtores seguem cautelosos.<br /><br />☕ Café (03:02): chuvas no Sudeste favorecem a granação. Câmbio e estoques baixos em NY mantêm a volatilidade.<br /><br />🐂 Boi Gordo (03:54): mercado físico estável com exportações firmes e aumento da demanda sazonal devido às festas.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.]]></itunes:summary><itunes:duration>424</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,cotações,mercadoagricola,milho,preçosagricolas,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: trigo limita altas em Chicago e clima favorece 1ª safra no Brasil | BB Cast Agro - 19/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-trigo-limita-altas-em-chicago-e-clima-favorece-1-safra-no-brasil-bb-cast-agro-19-12-2025--69133017</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa o impacto do relatório do <b>USDA</b>, a concorrência com o trigo e o desenvolvimento das lavouras brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Exportações EUA:</b> Projeção de <b>81 milhões</b> de toneladas (<b>+12%</b>), favorecida pela desvalorização do dólar.<br /><br />🌾 <b>Fator Trigo:</b> O aumento de <b>37 milhões</b> de toneladas na safra de trigo limita a alta do milho, servindo como alternativa para rações.<br /><br />📊 <b>Demanda Global:</b> Consumo mundial (<b>1,29 bilhão</b> de t) segue ligeiramente acima da produção (<b>1,28 bilhão</b> de t).<br /><br />🇧🇷 <b>Safra Verão:</b> Plantio da 1ª safra quase concluído. Chuvas recentes trouxeram alívio em <b>SP</b>, <b>MG</b> e <b>RS</b>.<br /><br />🚜 <b>Segunda Safra:</b> Atenção voltada para a janela de plantio no <b>Centro-Oeste</b> e cautela na comercialização da safra <b>25/26</b>.<br /><br />📦 <b>Logística:</b> Vendas da safra <b>24/25</b> devem acelerar para liberar espaço nos armazéns para a colheita da soja.<br /><br />🛡️ <b>Proteção de Margem:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Jan/26</b> e <b>Mar/26</b>, além de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69133017</guid><pubDate>Fri, 19 Dec 2025 13:49:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69133017/20251219_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1186952" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra-SP, analisa o impacto do relatório do USDA, a concorrência com o trigo e o desenvolvimento das lavouras brasileiras.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcos Lira</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos de Holambra-SP</b>, analisa o impacto do relatório do <b>USDA</b>, a concorrência com o trigo e o desenvolvimento das lavouras brasileiras.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 <b>Exportações EUA:</b> Projeção de <b>81 milhões</b> de toneladas (<b>+12%</b>), favorecida pela desvalorização do dólar.<br /><br />🌾 <b>Fator Trigo:</b> O aumento de <b>37 milhões</b> de toneladas na safra de trigo limita a alta do milho, servindo como alternativa para rações.<br /><br />📊 <b>Demanda Global:</b> Consumo mundial (<b>1,29 bilhão</b> de t) segue ligeiramente acima da produção (<b>1,28 bilhão</b> de t).<br /><br />🇧🇷 <b>Safra Verão:</b> Plantio da 1ª safra quase concluído. Chuvas recentes trouxeram alívio em <b>SP</b>, <b>MG</b> e <b>RS</b>.<br /><br />🚜 <b>Segunda Safra:</b> Atenção voltada para a janela de plantio no <b>Centro-Oeste</b> e cautela na comercialização da safra <b>25/26</b>.<br /><br />📦 <b>Logística:</b> Vendas da safra <b>24/25</b> devem acelerar para liberar espaço nos armazéns para a colheita da soja.<br /><br />🛡️ <b>Proteção de Margem:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro (PUT)</b> na <b>B3</b> para <b>Jan/26</b> e <b>Mar/26</b>, além de <b>NDF</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,chicago,mercadodomilho,milho,milhosafrinha,opçõesagrobb,preçodomilho,safrademilho,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d73d45640d91d78b6aecd0b58eaf4956.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: preços em queda e aumento nas importações pressionam produtor | BBcast Agro – 18/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-precos-em-queda-e-aumento-nas-importacoes-pressionam-produtor-bbcast-agro-18-12-2025--69102541</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcelo Rabelo</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Montes Claros-MG</b>, analisa o cenário do leite, destacando a queda nos preços pagos ao produtor e o aumento das importações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Queda nos Preços:</b> em outubro, o leite recuou <b>6,5%</b> no mês e <b>22,7%</b> no ano, com média de <b>R$ 2,29/litro</b> (<b>Cepea</b>).<br /><br />🥛 <b>Mercado Spot:</b> queda expressiva de <b>R$ 0,25/litro</b> entre outubro e novembro indica continuidade da pressão baixista.<br /><br />📊 <b>Conseleites:</b> projeção de queda média de <b>4,5%</b> no valor pago ao produtor em novembro em <b>RS</b>, <b>MG</b>, <b>SC</b> e <b>PR</b>.<br /><br />🚢 <b>Balança Comercial:</b> importações cresceram <b>8,2%</b> em outubro (destaque para o leite em pó). Exportações caíram <b>23%</b>.<br /><br />💸 <b>Déficit:</b> o saldo comercial de lácteos em <b>2025</b> registra déficit de <b>US$ 802 milhões</b>.<br /><br />💡 <b>Gestão:</b> essencial focar na gestão de custos. O <b>BB</b> disponibiliza linhas de <b>Custeio</b> para aquisição de insumos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69102541</guid><pubDate>Thu, 18 Dec 2025 10:00:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69102541/20251218_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1026612" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Rabelo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros-MG, analisa o cenário do leite, destacando a queda nos preços pagos ao produtor e o aumento das importações.

Destaques do episódio:

📉...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Marcelo Rabelo</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Montes Claros-MG</b>, analisa o cenário do leite, destacando a queda nos preços pagos ao produtor e o aumento das importações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Queda nos Preços:</b> em outubro, o leite recuou <b>6,5%</b> no mês e <b>22,7%</b> no ano, com média de <b>R$ 2,29/litro</b> (<b>Cepea</b>).<br /><br />🥛 <b>Mercado Spot:</b> queda expressiva de <b>R$ 0,25/litro</b> entre outubro e novembro indica continuidade da pressão baixista.<br /><br />📊 <b>Conseleites:</b> projeção de queda média de <b>4,5%</b> no valor pago ao produtor em novembro em <b>RS</b>, <b>MG</b>, <b>SC</b> e <b>PR</b>.<br /><br />🚢 <b>Balança Comercial:</b> importações cresceram <b>8,2%</b> em outubro (destaque para o leite em pó). Exportações caíram <b>23%</b>.<br /><br />💸 <b>Déficit:</b> o saldo comercial de lácteos em <b>2025</b> registra déficit de <b>US$ 802 milhões</b>.<br /><br />💡 <b>Gestão:</b> essencial focar na gestão de custos. O <b>BB</b> disponibiliza linhas de <b>Custeio</b> para aquisição de insumos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>172</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,conseleite,custodeproduçãoleite,importaçãodeleite,leite,mercadodoleite,pecuáriadeleite,preçodoleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1933ad5de17e863397c9de9157f830fa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: estoques baixos e clima no brasil sustentam preços altos | BBcast Agro – 17/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-estoques-baixos-e-clima-no-brasil-sustentam-precos-altos-bbcast-agro-17-12-2025--69081963</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>José Antônio Luiz de Oliveira Silva</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Boa Esperança-MG</b>, analisa o cenário do café arábica, destacando a influência dos estoques globais e a importância do clima no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ <b>Cenário Internacional:</b> Estoques globais e certificados na bolsa de <b>Nova Iorque</b> seguem em patamares historicamente baixos.<br /><br />🇺🇸 <b>Exportação:</b> Retirada da sobretaxa nos <b>EUA</b> alivia, mas gargalos logísticos e atrasos portuários dificultam o escoamento. Exportações acumuladas no <b>Brasil</b> caíram <b>21%</b> até novembro.<br /><br />☁️ <b>Fatores de Oscilação:</b> Expectativas sobre a oferta brasileira (safra 2026) e clima no <b>Brasil</b> contrapõem o avanço da colheita de robusta no <b>Vietnã</b>.<br /><br />🌧️ <b>Clima:</b> Chuvas melhoraram nas regiões de arábica em dezembro. Previsões de verão indicam precipitações mais frequentes no <b>Sudeste</b>, favorecendo o enchimento dos grãos.<br /><br />💰 <b>Preços:</b> Expectativa de manutenção das cotações em patamar elevado. Mercado físico negociado entre <b>R$ 2.200</b> e <b>R$ 2.300/saca</b>.<br /><br />🛡️ <b>Hedge BB:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece linhas de crédito, <b>Termo de Mercadorias</b> e <b>Opções Agro</b> para proteção contra volatilidade e planejamento do fluxo de caixa.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69081963</guid><pubDate>Wed, 17 Dec 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69081963/20251217_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="791353" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, José Antônio Luiz de Oliveira Silva, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança-MG, analisa o cenário do café arábica, destacando a influência dos estoques globais e a importância do clima no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>José Antônio Luiz de Oliveira Silva</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Boa Esperança-MG</b>, analisa o cenário do café arábica, destacando a influência dos estoques globais e a importância do clima no <b>Brasil</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ <b>Cenário Internacional:</b> Estoques globais e certificados na bolsa de <b>Nova Iorque</b> seguem em patamares historicamente baixos.<br /><br />🇺🇸 <b>Exportação:</b> Retirada da sobretaxa nos <b>EUA</b> alivia, mas gargalos logísticos e atrasos portuários dificultam o escoamento. Exportações acumuladas no <b>Brasil</b> caíram <b>21%</b> até novembro.<br /><br />☁️ <b>Fatores de Oscilação:</b> Expectativas sobre a oferta brasileira (safra 2026) e clima no <b>Brasil</b> contrapõem o avanço da colheita de robusta no <b>Vietnã</b>.<br /><br />🌧️ <b>Clima:</b> Chuvas melhoraram nas regiões de arábica em dezembro. Previsões de verão indicam precipitações mais frequentes no <b>Sudeste</b>, favorecendo o enchimento dos grãos.<br /><br />💰 <b>Preços:</b> Expectativa de manutenção das cotações em patamar elevado. Mercado físico negociado entre <b>R$ 2.200</b> e <b>R$ 2.300/saca</b>.<br /><br />🛡️ <b>Hedge BB:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece linhas de crédito, <b>Termo de Mercadorias</b> e <b>Opções Agro</b> para proteção contra volatilidade e planejamento do fluxo de caixa.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>132</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cafearábica,climacafé,estoquescafé,mercadodecafé,opçõesagro,preçodocafé,safra2026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ce88a02b9eab3ad6161df47b2461083e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Uva: preço mínimo reajustado e safra gaúcha otimista | BBcast Agro – 16/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/uva-preco-minimo-reajustado-e-safra-gaucha-otimista-bbcast-agro-16-12-2025--69013118</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Sávio Diego</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bento Gonçalves-RS</b>, analisa o cenário da uva, destacando o reajuste do preço mínimo, as projeções para a safra gaúcha e a movimentação das exportações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 <b>Preço Mínimo:</b> Reajustado para <b>R$ 1,80/kg</b> (alta de <b>6,50%</b>) para uva industrial nas regiões <b>Sul</b>, <b>Sudeste</b> e <b>Nordeste</b>. Válido de 01/01/2026 a 31/12/2026.<br /><br />🍇 <b>Produção Brasil (2024):</b> Cerca de <b>1,8 milhão</b> de toneladas. <b>RS</b> é o maior produtor de uva industrial; <b>Vale do São Francisco (PE/BA)</b> é polo de uva de mesa e exportação.<br /><br />📈 <b>Safra Gaúcha:</b> Projeção otimista de <b>800 milhões</b> de quilos (<b>+7%</b> vs. safra anterior), exigindo monitoramento climático constante.<br /><br />✈️ <b>Exportações:</b> Aumentaram <b>27,90%</b> em 2025 vs. 2024, apesar de tarifas de <b>50%</b> dos <b>EUA</b>, devido ao incremento em outros mercados.<br /><br />💸 <b>Mercado Interno:</b> Preço médio da uva fina de mesa no <b>Vale do São Francisco</b> caiu <b>31,33%</b> em novembro (<b>R$ 5,33/kg</b>) devido ao aumento do volume produzido.<br /><br />🛡️ <b>Mitigação de Riscos:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece <b>seguro rural</b> cobrindo granizo, queda de parreiral e geada.<br /><br />💡 <b>Investimento:</b> <b>BB</b> dispõe de linhas completas para renovação de parreirais, irrigação, cultivo protegido, máquinas e turismo rural.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69013118</guid><pubDate>Tue, 16 Dec 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69013118/20251216_bbcast_agro_cenario_da_uva.mp3" length="2903143" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Sávio Diego, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Bento Gonçalves-RS, analisa o cenário da uva, destacando o reajuste do preço mínimo, as projeções para a safra gaúcha e a movimentação das exportações....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Sávio Diego</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bento Gonçalves-RS</b>, analisa o cenário da uva, destacando o reajuste do preço mínimo, as projeções para a safra gaúcha e a movimentação das exportações.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 <b>Preço Mínimo:</b> Reajustado para <b>R$ 1,80/kg</b> (alta de <b>6,50%</b>) para uva industrial nas regiões <b>Sul</b>, <b>Sudeste</b> e <b>Nordeste</b>. Válido de 01/01/2026 a 31/12/2026.<br /><br />🍇 <b>Produção Brasil (2024):</b> Cerca de <b>1,8 milhão</b> de toneladas. <b>RS</b> é o maior produtor de uva industrial; <b>Vale do São Francisco (PE/BA)</b> é polo de uva de mesa e exportação.<br /><br />📈 <b>Safra Gaúcha:</b> Projeção otimista de <b>800 milhões</b> de quilos (<b>+7%</b> vs. safra anterior), exigindo monitoramento climático constante.<br /><br />✈️ <b>Exportações:</b> Aumentaram <b>27,90%</b> em 2025 vs. 2024, apesar de tarifas de <b>50%</b> dos <b>EUA</b>, devido ao incremento em outros mercados.<br /><br />💸 <b>Mercado Interno:</b> Preço médio da uva fina de mesa no <b>Vale do São Francisco</b> caiu <b>31,33%</b> em novembro (<b>R$ 5,33/kg</b>) devido ao aumento do volume produzido.<br /><br />🛡️ <b>Mitigação de Riscos:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece <b>seguro rural</b> cobrindo granizo, queda de parreiral e geada.<br /><br />💡 <b>Investimento:</b> <b>BB</b> dispõe de linhas completas para renovação de parreirais, irrigação, cultivo protegido, máquinas e turismo rural.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,exportaçãouva,mercadodauva,preçomínimouva,safragaúcha,segurorural,uva,valedosãofrancisco,vitivinicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e2e3f372089da7e361be8311ffbb531c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safras recordes, tarifas e volatilidade do clima | BBcast Agro - 15/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safras-recordes-tarifas-e-volatilidade-do-clima-bbcast-agro-15-12-2025--69058034</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises e as perspectivas para os contratos de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja (00:48):</b> Safras recordes no <b>Brasil</b> e <b>Argentina</b> pressionam preços, enquanto incertezas sobre compras chinesas seguem no radar.<br /><br />🌽 <b>Milho (02:05):</b> Redução de tarifas na <b>Argentina</b> e clima no <b>Brasil</b> movimentam o mercado, com logística ucraniana trazendo volatilidade.<br /><br />☕ <b>Café (03:27):</b> Chuvas no <b>Brasil</b> e colheita no <b>Vietnã</b> elevam volatilidade, enquanto estoques globais baixos reforçam a atenção.<br /><br />🐂 <b>Boi Gordo (04:12):</b> <b>China</b> antecipa compras e <b>EUA</b> ampliam importações, mas reposição cara e clima desafiam pecuaristas.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/69058034</guid><pubDate>Mon, 15 Dec 2025 15:27:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/69058034/20251215_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="6531785" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises e as perspectivas para os contratos de soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:48): Safras recordes no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises e as perspectivas para os contratos de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja (00:48):</b> Safras recordes no <b>Brasil</b> e <b>Argentina</b> pressionam preços, enquanto incertezas sobre compras chinesas seguem no radar.<br /><br />🌽 <b>Milho (02:05):</b> Redução de tarifas na <b>Argentina</b> e clima no <b>Brasil</b> movimentam o mercado, com logística ucraniana trazendo volatilidade.<br /><br />☕ <b>Café (03:27):</b> Chuvas no <b>Brasil</b> e colheita no <b>Vietnã</b> elevam volatilidade, enquanto estoques globais baixos reforçam a atenção.<br /><br />🐂 <b>Boi Gordo (04:12):</b> <b>China</b> antecipa compras e <b>EUA</b> ampliam importações, mas reposição cara e clima desafiam pecuaristas.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>409</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,analisesemanal,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,cotações,mercadoagricola,milho,preçosagricolas,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: demanda incerta e plantio avançado na américa do sul pressionam preços | BBcast Agro – 12/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-demanda-incerta-e-plantio-avancado-na-america-do-sul-pressionam-precos-bbcast-agro-12-12-2025--68997833</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Giuliano Pradella</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa o cenário da soja, destacando o recuo dos preços em <b>Chicago</b>, a influência da demanda chinesa e o avanço do plantio na <b>América do Sul</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Chicago em Queda:</b> preços recuam devido à incerteza da demanda chinesa e ao avanço do plantio sul-americano com estimativas de altos estoques.<br /><br />📊 <b>USDA:</b> relatório mensal praticamente inalterado, reforçando o movimento lateral das cotações. Produção mundial revisada timidamente para <b>422,54 milhões</b> de toneladas.<br /><br />🇧🇷 <b>Plantio Brasil:</b> entra na reta final, atingindo <b>90,3%</b>. Chuvas melhoraram no <b>Sul</b> (<b>RS</b>), mas a irregularidade persiste em áreas do <b>Cerrado</b> e <b>MATOPIBA</b>.<br /><br />🇦🇷 <b>Plantio Argentina:</b> atingiu <b>44,7%</b> da área prevista, ritmo abaixo da média plurianual.<br /><br />🛡️ <b>Hedge BB:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece <b>Opções Agro BB (PUT)</b> referenciadas na <b>CBOT</b> (vencimentos em <b>Fev/26</b> e <b>Abr/26</b>) para proteção contra a volatilidade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68997833</guid><pubDate>Fri, 12 Dec 2025 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68997833/20251212_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1700258" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, destacando o recuo dos preços em Chicago, a influência da demanda chinesa e o avanço do plantio na América do Sul....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Giuliano Pradella</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b>, analisa o cenário da soja, destacando o recuo dos preços em <b>Chicago</b>, a influência da demanda chinesa e o avanço do plantio na <b>América do Sul</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 <b>Chicago em Queda:</b> preços recuam devido à incerteza da demanda chinesa e ao avanço do plantio sul-americano com estimativas de altos estoques.<br /><br />📊 <b>USDA:</b> relatório mensal praticamente inalterado, reforçando o movimento lateral das cotações. Produção mundial revisada timidamente para <b>422,54 milhões</b> de toneladas.<br /><br />🇧🇷 <b>Plantio Brasil:</b> entra na reta final, atingindo <b>90,3%</b>. Chuvas melhoraram no <b>Sul</b> (<b>RS</b>), mas a irregularidade persiste em áreas do <b>Cerrado</b> e <b>MATOPIBA</b>.<br /><br />🇦🇷 <b>Plantio Argentina:</b> atingiu <b>44,7%</b> da área prevista, ritmo abaixo da média plurianual.<br /><br />🛡️ <b>Hedge BB:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece <b>Opções Agro BB (PUT)</b> referenciadas na <b>CBOT</b> (vencimentos em <b>Fev/26</b> e <b>Abr/26</b>) para proteção contra a volatilidade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>284</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,demandachinesa,hedgesoja,mercadodasoja,plantiosoja,preçodasoja,safra2026,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de corte: exportação recorde e atenção às janelas de preço | BBcast Agro – 11/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-corte-exportacao-recorde-e-atencao-as-janelas-de-preco-bbcast-agro-11-12-2025--68980003</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru, SP</b>, analisa o cenário da bovinocultura de corte, destacando o forte ritmo de exportação e os fatores internacionais que influenciam o mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Arroba valorizada:</b> Indicador <b>Cepea</b> a <b>R$ 322,50</b> (<b>0,28%</b> de alta em dezembro). Em <b>São Paulo</b>, boi china a <b>R$ 326/arroba</b>.<br /><br />💰 <b>Exportação em alta:</b> volume diário de carne bovina <i>in natura</i> subiu <b>59%</b> na 1ª semana de dezembro (<b>76,7 toneladas</b> no total), com preço médio <b>13,4%</b> superior a dez/2024.<br /><br />🇨🇳 <b>China e EUA:</b> postergação da salvaguarda chinesa até 26/01/2026 deve antecipar compras. <b>EUA</b> reduzem tarifas, ampliando fluxo de importação da carne brasileira.<br /><br />🇪🇺 <b>UE-Mercosul:</b> possível acordo este mês pode incrementar vendas ao bloco europeu.<br /><br />🐂 <b>Mercado Interno:</b> oferta baixa e preços firmes. Escalas de abate da indústria em oito dias úteis.<br /><br />🛡️ <b>Proteção de Preço:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro</b> (<b>Put</b> na <b>B3</b>) para mitigação de risco, com <i>strike</i> em <b>Dez/25</b> e <b>Fev/26</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68980003</guid><pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:00:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68980003/20251211_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1237420" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru, SP, analisa o cenário da bovinocultura de corte, destacando o forte ritmo de exportação e os fatores internacionais que influenciam o mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Nátaly Villa</b>, assessora de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Bauru, SP</b>, analisa o cenário da bovinocultura de corte, destacando o forte ritmo de exportação e os fatores internacionais que influenciam o mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Arroba valorizada:</b> Indicador <b>Cepea</b> a <b>R$ 322,50</b> (<b>0,28%</b> de alta em dezembro). Em <b>São Paulo</b>, boi china a <b>R$ 326/arroba</b>.<br /><br />💰 <b>Exportação em alta:</b> volume diário de carne bovina <i>in natura</i> subiu <b>59%</b> na 1ª semana de dezembro (<b>76,7 toneladas</b> no total), com preço médio <b>13,4%</b> superior a dez/2024.<br /><br />🇨🇳 <b>China e EUA:</b> postergação da salvaguarda chinesa até 26/01/2026 deve antecipar compras. <b>EUA</b> reduzem tarifas, ampliando fluxo de importação da carne brasileira.<br /><br />🇪🇺 <b>UE-Mercosul:</b> possível acordo este mês pode incrementar vendas ao bloco europeu.<br /><br />🐂 <b>Mercado Interno:</b> oferta baixa e preços firmes. Escalas de abate da indústria em oito dias úteis.<br /><br />🛡️ <b>Proteção de Preço:</b> <b>BB</b> oferece <b>Opções Agro</b> (<b>Put</b> na <b>B3</b>) para mitigação de risco, com <i>strike</i> em <b>Dez/25</b> e <b>Fev/26</b>.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boichina,boigordo,bovinoculturadecorte,cepea,exportaçãocarnebovina,mercadofuturoboi,opçõesagrobb,preçoarroba</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a651f5a41aa3fd67c36728b942b61f43.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: supersafra argentina pressiona preços e colheita finaliza no Brasil | BBcast Agro – 10/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-supersafra-argentina-pressiona-precos-e-colheita-finaliza-no-brasil-bbcast-agro-10-12-2025--68966451</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Sergio Luis Sousa</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos Novos-SC</b>, analisa o cenário do trigo, com foco na super safra argentina e no impacto da finalização da colheita nacional sobre os preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 <b>Super Safra Argentina:</b> Estimativa de produção revisada para <b>25,5 milhões</b> de toneladas, aumento de <b>37%</b> em relação à safra passada. <b>14 milhões</b> de toneladas disponíveis para exportação (<b>USDA</b>).<br /><br />📉 <b>Preços Sob Pressão:</b> Maior disponibilidade argentina, principal fornecedora do <b>Brasil</b>, e o aumento da oferta nacional pressionam os preços domésticos. O <b>Indicador Cepea</b> (<b>PR</b>) caiu <b>0,85%</b> em 30 dias.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita Nacional:</b> Quase finalizada (<b>98%</b> concluída, segundo <b>Conab</b>), restando áreas em <b>SC</b> e <b>RS</b>.<br /><br />🌾 <b>Produtividade Paraná:</b> Produção cresceu <b>19%</b> (totalizando 2.774 mil toneladas), com produtividade média de <b>3,4 t/ha</b>, apesar da redução de <b>26%</b> na área cultivada.<br /><br />🌧️ <b>Colheita no Sul:</b><ul><li><b>RS:</b> Colheita em <b>99%</b>, beneficiada pelo clima seco e quente, resultando em produto de qualidade.</li><li><b>SC:</b> Atraso (<b>74%</b> colhido) devido a chuvas e ventos fortes, com relatos de perdas localizadas.</li></ul>👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68966451</guid><pubDate>Wed, 10 Dec 2025 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68966451/20251210_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="1154978" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Sergio Luis Sousa, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos Novos-SC, analisa o cenário do trigo, com foco na super safra argentina e no impacto da finalização da colheita nacional sobre os preços....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Sergio Luis Sousa</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Campos Novos-SC</b>, analisa o cenário do trigo, com foco na super safra argentina e no impacto da finalização da colheita nacional sobre os preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 <b>Super Safra Argentina:</b> Estimativa de produção revisada para <b>25,5 milhões</b> de toneladas, aumento de <b>37%</b> em relação à safra passada. <b>14 milhões</b> de toneladas disponíveis para exportação (<b>USDA</b>).<br /><br />📉 <b>Preços Sob Pressão:</b> Maior disponibilidade argentina, principal fornecedora do <b>Brasil</b>, e o aumento da oferta nacional pressionam os preços domésticos. O <b>Indicador Cepea</b> (<b>PR</b>) caiu <b>0,85%</b> em 30 dias.<br /><br />🇧🇷 <b>Colheita Nacional:</b> Quase finalizada (<b>98%</b> concluída, segundo <b>Conab</b>), restando áreas em <b>SC</b> e <b>RS</b>.<br /><br />🌾 <b>Produtividade Paraná:</b> Produção cresceu <b>19%</b> (totalizando 2.774 mil toneladas), com produtividade média de <b>3,4 t/ha</b>, apesar da redução de <b>26%</b> na área cultivada.<br /><br />🌧️ <b>Colheita no Sul:</b><ul><li><b>RS:</b> Colheita em <b>99%</b>, beneficiada pelo clima seco e quente, resultando em produto de qualidade.</li><li><b>SC:</b> Atraso (<b>74%</b> colhido) devido a chuvas e ventos fortes, com relatos de perdas localizadas.</li></ul>👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,colheitatrigo,conab,exportaçãotrigo,mercadodotrigo,preçodotrigo,safraargentina,trigo,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6dddf7a1a636cdb4c98d1c7340eb9f7e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima: La Niña fraca, chuvas irregulares e impacto na agricultura | BBcast Agro – 09/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-la-nina-fraca-chuvas-irregulares-e-impacto-na-agricultura-bbcast-agro-09-12-2025--68945843</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Auro Augusto</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Brasília-DF</b>, detalha o cenário climático de dezembro de <b>2025</b>, com projeções do <b>INMET</b> sobre chuvas e temperaturas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />❄️ <b>La Niña:</b> a <b>NOAA</b> mantém alerta para condição fraca, com transição para neutralidade prevista entre janeiro e março de <b>2026</b>.<br /><br />🌧️ <b>Chuvas Acima da Média:</b> previstas para o <b>Norte</b> (partes do <b>AM</b>, <b>PA</b>, <b>AP</b>, <b>TO</b>), <b>BA</b>, <b>PI</b>, e grande parte do <b>Sudeste</b> e <b>Centro-Oeste</b> (<b>GO</b>, <b>MG</b>, <b>RJ</b>, <b>SP</b>).<br /><br />💧 <b>Déficit Hídrico:</b> volumes abaixo da média esperados para <b>RR</b>, litoral da <b>BA</b>, partes do <b>Acre/Rondônia</b> e principalmente na <b>Região Sul</b> (oeste do <b>RS</b>).<br /><br />🔥 <b>Temperaturas:</b> tendência de valores <b>acima da média</b> em quase todo o <b>Brasil</b>, com desvios significativos no <b>Norte</b> e <b>Centro-Oeste</b>.<br /><br />🌱 <b>Impactos Regionais:</b><ul><li><b>Norte/Nordeste:</b> risco de déficit hídrico para culturas permanentes (<b>cacau</b>, <b>açaí</b>) em algumas áreas; excesso de chuvas beneficia <b>feijão</b> e <b>milho</b> em outras.</li><li><b>Centro-Oeste:</b> condições gerais favoráveis para <b>soja</b> e <b>milho</b>, mas com risco de estresse hídrico pontual e maior pressão de pragas.</li><li><b>Sul:</b> menor umidade favorece colheitas e reduz doenças fúngicas, mas calor acelera a maturação.</li></ul>👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68945843</guid><pubDate>Tue, 09 Dec 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68945843/20251209_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="1463588" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Auro Augusto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Brasília-DF, detalha o cenário climático de dezembro de 2025, com projeções do INMET sobre chuvas e temperaturas.

Destaques do episódio:

❄️ La Niña: a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Auro Augusto</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Brasília-DF</b>, detalha o cenário climático de dezembro de <b>2025</b>, com projeções do <b>INMET</b> sobre chuvas e temperaturas.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />❄️ <b>La Niña:</b> a <b>NOAA</b> mantém alerta para condição fraca, com transição para neutralidade prevista entre janeiro e março de <b>2026</b>.<br /><br />🌧️ <b>Chuvas Acima da Média:</b> previstas para o <b>Norte</b> (partes do <b>AM</b>, <b>PA</b>, <b>AP</b>, <b>TO</b>), <b>BA</b>, <b>PI</b>, e grande parte do <b>Sudeste</b> e <b>Centro-Oeste</b> (<b>GO</b>, <b>MG</b>, <b>RJ</b>, <b>SP</b>).<br /><br />💧 <b>Déficit Hídrico:</b> volumes abaixo da média esperados para <b>RR</b>, litoral da <b>BA</b>, partes do <b>Acre/Rondônia</b> e principalmente na <b>Região Sul</b> (oeste do <b>RS</b>).<br /><br />🔥 <b>Temperaturas:</b> tendência de valores <b>acima da média</b> em quase todo o <b>Brasil</b>, com desvios significativos no <b>Norte</b> e <b>Centro-Oeste</b>.<br /><br />🌱 <b>Impactos Regionais:</b><ul><li><b>Norte/Nordeste:</b> risco de déficit hídrico para culturas permanentes (<b>cacau</b>, <b>açaí</b>) em algumas áreas; excesso de chuvas beneficia <b>feijão</b> e <b>milho</b> em outras.</li><li><b>Centro-Oeste:</b> condições gerais favoráveis para <b>soja</b> e <b>milho</b>, mas com risco de estresse hídrico pontual e maior pressão de pragas.</li><li><b>Sul:</b> menor umidade favorece colheitas e reduz doenças fúngicas, mas calor acelera a maturação.</li></ul>👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,chuvasbrasil,climaagronegócio,inmet,laniña,milho,noaa,previsãodotempo,riscosagrícolas,soja,temperaturasbrasil</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Resumo semanal: clima, cotações e a dança dos grãos | BBcast Agro – 08/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/resumo-semanal-clima-cotacoes-e-a-danca-dos-graos-bbcast-agro-08-12-2025--68945305</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises e as perspectivas para os contratos de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja (00:54):</b> Relatório <b>USDA</b> e clima no <b>Brasil</b> mantêm preços estáveis.<br />🌽 <b>Milho (02:05):</b> Boletins do <b>WASDE</b> e <b>Conab</b> e chuvas trazem volatilidade ao mercado.<br />☕ <b>Café (03:23):</b> Fim das tarifas dos <b>EUA</b> impulsiona competitividade.<br />🐂 <b>Boi Gordo (04:19):</b> Exportações fortes e consumo interno sustentam preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68945305</guid><pubDate>Mon, 08 Dec 2025 17:06:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68945305/20251208_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="6723401" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises e as perspectivas para os contratos de soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:54): Relatório USDA e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises e as perspectivas para os contratos de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 <b>Soja (00:54):</b> Relatório <b>USDA</b> e clima no <b>Brasil</b> mantêm preços estáveis.<br />🌽 <b>Milho (02:05):</b> Boletins do <b>WASDE</b> e <b>Conab</b> e chuvas trazem volatilidade ao mercado.<br />☕ <b>Café (03:23):</b> Fim das tarifas dos <b>EUA</b> impulsiona competitividade.<br />🐂 <b>Boi Gordo (04:19):</b> Exportações fortes e consumo interno sustentam preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>421</itunes:duration><itunes:keywords>analisesemanal,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosemanalagro,conab,mercadoagricola,milho,preçosagricolas,soja,usda,wasde</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: demanda nos EUA aquece Chicago e preços sobem no Brasil | BBcast Agro – 05/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-demanda-nos-eua-aquece-chicago-e-precos-sobem-no-brasil-bbcast-agro-05-12-2025--68904414</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba</b>, <b>Minas Gerais</b>, analisa o cenário do milho, destacando a valorização nas bolsas internacionais e nacionais, a forte demanda externa e as estratégias de proteção de preço para o produtor.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Valorização CBOT:</b> Contrato referência (Mar/26) subiu <b>0,84%</b> em novembro, cotado a <b>US$ 4,43/bushel</b> em 03/12, apoiado pela forte demanda dos <b>EUA</b>.<br /><br />🇺🇸 <b>Exportação EUA:</b> Volume embarcado está <b>37%</b> acima do ano anterior, segundo <b>USDA</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Preços Nacionais:</b> Alta na <b>B3</b> (Mar/26 subiu <b>1,81%</b> para <b>R$ 76,48/saca</b>) e no <b>Indicador Cepea</b>.<br /><br />💡 <b>Fundamentos Nacionais:</b> Retração de vendas pelo produtor, demanda de exportação firme e preocupação climática com o plantio da soja que afeta a janela da 2ª safra.<br /><br />🗓️ <b>Fatores de Volatilidade:</b> Próximos relatórios do <b>USDA</b> (09/12) e <b>Conab</b> (11/12) podem gerar volatilidade.<br /><br />🛡️ <b>Proteção de Preço:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece <b>Opções Agro BB</b> (PUTs na <b>B3</b> com strikes em Jan/26 e Mar/26) e <b>NDF</b> para proteger a margem.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68904414</guid><pubDate>Fri, 05 Dec 2025 19:45:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68904414/20251205_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1301838" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, analisa o cenário do milho, destacando a valorização nas bolsas internacionais e nacionais, a forte demanda externa e as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Danilo Teodoro</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Uberaba</b>, <b>Minas Gerais</b>, analisa o cenário do milho, destacando a valorização nas bolsas internacionais e nacionais, a forte demanda externa e as estratégias de proteção de preço para o produtor.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Valorização CBOT:</b> Contrato referência (Mar/26) subiu <b>0,84%</b> em novembro, cotado a <b>US$ 4,43/bushel</b> em 03/12, apoiado pela forte demanda dos <b>EUA</b>.<br /><br />🇺🇸 <b>Exportação EUA:</b> Volume embarcado está <b>37%</b> acima do ano anterior, segundo <b>USDA</b>.<br /><br />🇧🇷 <b>Preços Nacionais:</b> Alta na <b>B3</b> (Mar/26 subiu <b>1,81%</b> para <b>R$ 76,48/saca</b>) e no <b>Indicador Cepea</b>.<br /><br />💡 <b>Fundamentos Nacionais:</b> Retração de vendas pelo produtor, demanda de exportação firme e preocupação climática com o plantio da soja que afeta a janela da 2ª safra.<br /><br />🗓️ <b>Fatores de Volatilidade:</b> Próximos relatórios do <b>USDA</b> (09/12) e <b>Conab</b> (11/12) podem gerar volatilidade.<br /><br />🛡️ <b>Proteção de Preço:</b> <b>Banco do Brasil</b> oferece <b>Opções Agro BB</b> (PUTs na <b>B3</b> com strikes em Jan/26 e Mar/26) e <b>NDF</b> para proteger a margem.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,conab,cotaçãomilho,custeioagropecuário,mercadomilho,milho,opçõesagrobb,preçodomilho,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088048ba6c79ef210aaa8370a4ad084e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Suinocultura: exportação forte e oportunidades com restrições na Espanha | BBcast Agro – 04/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/suinocultura-exportacao-forte-e-oportunidades-com-restricoes-na-espanha-bbcast-agro-04-12-2025--68884056</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Bruno Viglioni</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Belo Horizonte-MG</b>, analisa o cenário da suinocultura, destacando o forte ritmo das exportações brasileiras, o impacto da peste suína africana na <b>Espanha</b> e a estabilidade dos custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 <b>Exportação em Alta:</b> <b>1,2 milhão</b> de toneladas exportadas até outubro (<b>95%</b> do total de <b>2024</b>), gerando cerca de <b>US$ 3 bilhões</b>.<br /><br />🇵🇭 <b>Principais Destinos:</b> <b>Filipinas</b> (liderando com 24,4%), <b>Japão</b> (demanda consistente em <b>Santa Catarina</b>), e <b>China</b> (reduziu compras, 9,4%).<br /><br />🌍 <b>Novos Mercados:</b> <b>Argentina</b>, <b>México</b> e <b>Costa do Marfim</b> ampliam compras, sinalizando oportunidades.<br /><br />🇪🇸 <b>Fator Espanha:</b> Confirmação de <b>PSA</b> em javalis cria potencial para o <b>Brasil</b> suprir mercados como a <b>China</b>, principal importadora da <b>Espanha</b>.<br /><br />📈 <b>Mercado Interno:</b> Demanda firme impulsionada pelo preço da carne bovina. Preço estável do quilo da carne suína em <b>R$ 8,45</b> em novembro.<br /><br />🌾 <b>Custos Favoráveis:</b> Preços de farelo de soja e milho estáveis, mantendo boa margem de rentabilidade.<br /><br />💡 <b>Planejamento:</b> Essencial atenção à disponibilidade de milho da segunda safra.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68884056</guid><pubDate>Thu, 04 Dec 2025 17:04:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68884056/20251204_bbcast_agro_cenario_da_suinocultura.mp3" length="1107957" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Bruno Viglioni, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte-MG, analisa o cenário da suinocultura, destacando o forte ritmo das exportações brasileiras, o impacto da peste suína africana na Espanha...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Bruno Viglioni</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Belo Horizonte-MG</b>, analisa o cenário da suinocultura, destacando o forte ritmo das exportações brasileiras, o impacto da peste suína africana na <b>Espanha</b> e a estabilidade dos custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 <b>Exportação em Alta:</b> <b>1,2 milhão</b> de toneladas exportadas até outubro (<b>95%</b> do total de <b>2024</b>), gerando cerca de <b>US$ 3 bilhões</b>.<br /><br />🇵🇭 <b>Principais Destinos:</b> <b>Filipinas</b> (liderando com 24,4%), <b>Japão</b> (demanda consistente em <b>Santa Catarina</b>), e <b>China</b> (reduziu compras, 9,4%).<br /><br />🌍 <b>Novos Mercados:</b> <b>Argentina</b>, <b>México</b> e <b>Costa do Marfim</b> ampliam compras, sinalizando oportunidades.<br /><br />🇪🇸 <b>Fator Espanha:</b> Confirmação de <b>PSA</b> em javalis cria potencial para o <b>Brasil</b> suprir mercados como a <b>China</b>, principal importadora da <b>Espanha</b>.<br /><br />📈 <b>Mercado Interno:</b> Demanda firme impulsionada pelo preço da carne bovina. Preço estável do quilo da carne suína em <b>R$ 8,45</b> em novembro.<br /><br />🌾 <b>Custos Favoráveis:</b> Preços de farelo de soja e milho estáveis, mantendo boa margem de rentabilidade.<br /><br />💡 <b>Planejamento:</b> Essencial atenção à disponibilidade de milho da segunda safra.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,carnesuína,custodeproduçãosuínos,exportaçãocarnesuína,mercadosuíno,pestesuínaafricana,preçocarnesuína,psaespanha,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9b44f6b524b1cc0e8f12c248ba059000.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: preços firmes e logística expandida no ES | BBcast Agro – 03/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-precos-firmes-e-logistica-expandida-no-es-bbcast-agro-03-12-2025--68836918</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Rômulo Bastos Chagas</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Vitória</b>, analisa o cenário do café conilon (robusta), destacando a estabilidade dos preços, o impacto da redução de tarifas dos <b>EUA</b> e os avanços logísticos no <b>Espírito Santo</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Preços Estáveis:</b> Sustentados pela forte demanda internacional.<br /><br />🇺🇸 <b>Redução de Tarifas EUA:</b> Fortalece a competitividade externa do produto brasileiro.<br /><br />🚢 <b>Logística ES:</b> Terminal de Vila Velha (<b>TVV</b>) expande capacidade, pronto para volumes maiores a partir de <b>2026</b>.<br /><br />💰 <b>Exportação Recorde:</b> <b>ES</b> embarcou 3,7 mi de sacas, gerando <b>US$ 1,061 bi</b> até novembro.<br /><br />🌱 <b>Tecnologia na Lavoura:</b> Uso de microgotejamento automatizado e poda programada elevam a produtividade.<br /><br />📊 <b>Cotações:</b> <b>Londres</b> (<b>Dez/25</b>) a <b>US$ 4.532/ton</b>; mercado interno a <b>R$ 1.350,00/saca</b> (tipo 7 - <b>Vitória</b>).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68836918</guid><pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68836918/20251203_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1557629" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória, analisa o cenário do café conilon (robusta), destacando a estabilidade dos preços, o impacto da redução de tarifas dos EUA e os avanços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do <b>BBcast Agro</b>, <b>Rômulo Bastos Chagas</b>, assessor de agronegócios do <b>Banco do Brasil</b> em <b>Vitória</b>, analisa o cenário do café conilon (robusta), destacando a estabilidade dos preços, o impacto da redução de tarifas dos <b>EUA</b> e os avanços logísticos no <b>Espírito Santo</b>.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 <b>Preços Estáveis:</b> Sustentados pela forte demanda internacional.<br /><br />🇺🇸 <b>Redução de Tarifas EUA:</b> Fortalece a competitividade externa do produto brasileiro.<br /><br />🚢 <b>Logística ES:</b> Terminal de Vila Velha (<b>TVV</b>) expande capacidade, pronto para volumes maiores a partir de <b>2026</b>.<br /><br />💰 <b>Exportação Recorde:</b> <b>ES</b> embarcou 3,7 mi de sacas, gerando <b>US$ 1,061 bi</b> até novembro.<br /><br />🌱 <b>Tecnologia na Lavoura:</b> Uso de microgotejamento automatizado e poda programada elevam a produtividade.<br /><br />📊 <b>Cotações:</b> <b>Londres</b> (<b>Dez/25</b>) a <b>US$ 4.532/ton</b>; mercado interno a <b>R$ 1.350,00/saca</b> (tipo 7 - <b>Vitória</b>).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>260</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocioes,analisecafe,bancodobrasil,bbcastagro,cafeconilon,caferobusta,cotaçãocafe,exportaçãocafe,mercadocafé,preçocafeconilon,tvvlogistica</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cf194005fbc592693d35dde079092da1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: China, clima e safras nas Américas | BBcast Agro – 01/12/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-china-clima-e-safras-nas-americas-bbcast-agro-01-12-2025--68818882</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, você confere uma análise completa sobre o cenário global do agro, incluindo compras chinesas, geopolítica, avanço do plantio nas Américas, estoques globais, café e mercado do boi.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇨🇳 Geopolítica e compras chinesas (00:18)<br />Impactos do cenário Rússia–Ucrânia, logística do Mar Negro e estratégia da China nas compras de soja nos EUA.<br /><br />🌱 Plantio no Brasil e na Argentina (00:54)<br />Brasil entra na reta final da semeadura; Argentina avança sob chuvas irregulares. Estimativas de produção seguem estáveis.<br /><br />🇺🇸 Colheita dos EUA e estoques globais (01:36)<br />USDA indica 96% da área colhida; oferta americana pesa sobre as cotações no curto prazo.<br /><br />🌽 Milho: ritmo de plantio e clima (02:09)<br />Primeira safra atinge 59,3%. Chuvas no Sudeste e tempo estável no Sul favorecem manejo e desenvolvimento.<br /><br />☕ Café: chuvas no Brasil e safra global (02:42)<br />Regularização das chuvas nas regiões produtoras, atenção ao Vietnã e Colômbia e perspectiva de melhora dos estoques em 2026.<br /><br />🐂 Boi gordo: China, EUA e consumo interno (04:00)<br />China posterga investigação de salvaguarda; EUA retiram tarifa adicional. Exportações aquecem e 13º reforça consumo.<br /><br />🛡️ Gestão de risco (05:05)<br />Importância de contratos a termo, futuros e opções para proteger resultados da safra e da pecuária.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68818882</guid><pubDate>Mon, 01 Dec 2025 15:20:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68818882/20251201_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="5713097" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, você confere uma análise completa sobre o cenário global do agro, incluindo compras chinesas, geopolítica, avanço do plantio nas Américas, estoques globais, café e mercado do boi.

Destaques do episódio:

🇨🇳...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, você confere uma análise completa sobre o cenário global do agro, incluindo compras chinesas, geopolítica, avanço do plantio nas Américas, estoques globais, café e mercado do boi.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇨🇳 Geopolítica e compras chinesas (00:18)<br />Impactos do cenário Rússia–Ucrânia, logística do Mar Negro e estratégia da China nas compras de soja nos EUA.<br /><br />🌱 Plantio no Brasil e na Argentina (00:54)<br />Brasil entra na reta final da semeadura; Argentina avança sob chuvas irregulares. Estimativas de produção seguem estáveis.<br /><br />🇺🇸 Colheita dos EUA e estoques globais (01:36)<br />USDA indica 96% da área colhida; oferta americana pesa sobre as cotações no curto prazo.<br /><br />🌽 Milho: ritmo de plantio e clima (02:09)<br />Primeira safra atinge 59,3%. Chuvas no Sudeste e tempo estável no Sul favorecem manejo e desenvolvimento.<br /><br />☕ Café: chuvas no Brasil e safra global (02:42)<br />Regularização das chuvas nas regiões produtoras, atenção ao Vietnã e Colômbia e perspectiva de melhora dos estoques em 2026.<br /><br />🐂 Boi gordo: China, EUA e consumo interno (04:00)<br />China posterga investigação de salvaguarda; EUA retiram tarifa adicional. Exportações aquecem e 13º reforça consumo.<br /><br />🛡️ Gestão de risco (05:05)<br />Importância de contratos a termo, futuros e opções para proteger resultados da safra e da pecuária.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>358</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,cenáriosagro,chinacompras,estoquesglobais,mercadoagrícola,milho,plantionobrasil,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: correções em Chicago, demanda chinesa incerta e plantio acelerado no Brasil | BBcast Agro – 28/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-correcoes-em-chicago-demanda-chinesa-incerta-e-plantio-acelerado-no-brasil-bbcast-agro-28-11-2025--68776549</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja no Brasil e no exterior após o movimento de correções técnicas em Chicago, a atuação da China no mercado e o avanço do plantio no Brasil e na Argentina.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Chicago passa por correções após altas pós-relatório do USDA.<br />🇺🇸 USDA corta safra e produtividade dos EUA, mas estoques globais seguem elevados.<br />🇨🇳 China retoma compras de forma gradual, ainda avaliando demanda total de 12 mi t em 2025.<br />🌦️ Chuvas melhoram ritmo de plantio no Brasil; semeadura atinge 78% da área projetada.<br />🇦🇷 Argentina avança no plantio: 24,6% da área já semeada.<br />💹 CBOT jan/26 fecha a US$ 11,31/bushel; lateralidade domina o mercado.<br />📊 CEPEA marca R$ 141,70/sc; prêmios recuam nos portos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68776549</guid><pubDate>Fri, 28 Nov 2025 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68776549/20251128_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1547755" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja no Brasil e no exterior após o movimento de correções técnicas em Chicago, a atuação da China no mercado e o avanço do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja no Brasil e no exterior após o movimento de correções técnicas em Chicago, a atuação da China no mercado e o avanço do plantio no Brasil e na Argentina.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Chicago passa por correções após altas pós-relatório do USDA.<br />🇺🇸 USDA corta safra e produtividade dos EUA, mas estoques globais seguem elevados.<br />🇨🇳 China retoma compras de forma gradual, ainda avaliando demanda total de 12 mi t em 2025.<br />🌦️ Chuvas melhoram ritmo de plantio no Brasil; semeadura atinge 78% da área projetada.<br />🇦🇷 Argentina avança no plantio: 24,6% da área já semeada.<br />💹 CBOT jan/26 fecha a US$ 11,31/bushel; lateralidade domina o mercado.<br />📊 CEPEA marca R$ 141,70/sc; prêmios recuam nos portos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>258</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,chicago,demandachinesa,exportaçõesdesoja,mercadadasoja,plantiodasoja,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: exportações fortes e incertezas com China marcam a semana | BBcast Agro – 26/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-exportacoes-fortes-e-incertezas-com-china-marcam-a-semana-bbcast-agro-26-11-2025--68760432</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), analisa o mercado da bovinocultura de corte, destacando exportações, preços internos e o impacto das investigações da China.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 Arroba CEPEA fechou em R$ 321,25 em 25/11/2025.<br />🚢 Exportações de carne bovina in natura atingem 238,2 mil t até a 3ª semana de novembro, alta de 12,7% no volume diário.<br />📈 Preço médio da tonelada exportada: US$ 5.491 (+12,7%).<br />🇨🇳 Ansiedade quanto às salvaguardas chinesas; investigação prorrogada até 26/01/2026.<br />⚠️ Possíveis tarifas adicionais podem reduzir embarques e pressionar preços internos.<br />🇺🇸 EUA reduzem tarifa da carne brasileira de 40% para 26,4%, abrindo oportunidade de mercado.<br />💳 Custeio Agropecuário BB financia despesas essenciais da atividade. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68760432</guid><pubDate>Thu, 27 Nov 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68760432/20251127_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1191654" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), analisa o mercado da bovinocultura de corte, destacando exportações, preços internos e o impacto das investigações da China.

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), analisa o mercado da bovinocultura de corte, destacando exportações, preços internos e o impacto das investigações da China.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 Arroba CEPEA fechou em R$ 321,25 em 25/11/2025.<br />🚢 Exportações de carne bovina in natura atingem 238,2 mil t até a 3ª semana de novembro, alta de 12,7% no volume diário.<br />📈 Preço médio da tonelada exportada: US$ 5.491 (+12,7%).<br />🇨🇳 Ansiedade quanto às salvaguardas chinesas; investigação prorrogada até 26/01/2026.<br />⚠️ Possíveis tarifas adicionais podem reduzir embarques e pressionar preços internos.<br />🇺🇸 EUA reduzem tarifa da carne brasileira de 40% para 26,4%, abrindo oportunidade de mercado.<br />💳 Custeio Agropecuário BB financia despesas essenciais da atividade. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,carnebovina,cepea,china,exportaçõesdecarne,mercadodoboi,preçosdoboi</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/988c14d8d702f66e3a3b28b5852169e3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Arroz: safra menor, plantio avança e preços recuam no RS | BBcast Agro – 26/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/arroz-safra-menor-plantio-avanca-e-precos-recuam-no-rs-bbcast-agro-26-11-2025--68747007</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, destacando estimativas da Conab, avanço do plantio no Sul, comportamento dos preços e demandas do mercado interno e externo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌾 Conab projeta produção de 11,3 mi t na safra 2025/26, queda de 11,5% ante o ciclo anterior.<br />🚜 No RS, plantio chega a 89,14% da área estimada; em SC, o avanço supera 95%.<br />📉 Cepea indica queda nos preços no RS, porém com recuos menos intensos nesta semana.<br />⏳ Vendedores retraídos aguardam possíveis ações oficiais e focam no plantio da nova safra.<br />💼 Negociação variada entre compradores: alguns recompõem estoques, outros ofertam valores maiores.<br />💰 Preço médio no RS: R$ 53,47/sc, queda de 0,52% na semana.<br />🌍 No Mercosul, exportações seguem estáveis: Paraguai a US$ 340/t FOB e Uruguai a US$ 400/t FOB. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68747007</guid><pubDate>Wed, 26 Nov 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68747007/20251126_bbcast_agro_cenario_do_arroz.mp3" length="1078178" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, destacando estimativas da Conab, avanço do plantio no Sul, comportamento dos preços e demandas do mercado interno e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, destacando estimativas da Conab, avanço do plantio no Sul, comportamento dos preços e demandas do mercado interno e externo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌾 Conab projeta produção de 11,3 mi t na safra 2025/26, queda de 11,5% ante o ciclo anterior.<br />🚜 No RS, plantio chega a 89,14% da área estimada; em SC, o avanço supera 95%.<br />📉 Cepea indica queda nos preços no RS, porém com recuos menos intensos nesta semana.<br />⏳ Vendedores retraídos aguardam possíveis ações oficiais e focam no plantio da nova safra.<br />💼 Negociação variada entre compradores: alguns recompõem estoques, outros ofertam valores maiores.<br />💰 Preço médio no RS: R$ 53,47/sc, queda de 0,52% na semana.<br />🌍 No Mercosul, exportações seguem estáveis: Paraguai a US$ 340/t FOB e Uruguai a US$ 400/t FOB. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,arroz,arrozrs,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,conab,exportaçõesdearroz,irga,mercadodoarroz,mercosul,safra20252026</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a413aeb9199fe8550dfa44153288a8e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: tarifas EUA–China e demanda global em foco após novo relatório do USDA | BBcast Agro – 25/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-tarifas-eua-china-e-demanda-global-em-foco-apos-novo-relatorio-do-usda-bbcast-agro-25-11-2025--68725849</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após a retomada das publicações do USDA e os impactos das tarifas entre Estados Unidos e China, além da participação brasileira na COP 30.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 USDA: produção global de 26 mi t supera consumo estimado em 25,8 mi t.<br />🇺🇸🇨🇳 Trégua tarifária: produtos têxteis chineses voltam a ganhar competitividade nos EUA.<br />🧵 Algodão dos EUA mantém tarifa extra de 10% na China; Brasil se beneficia por não enfrentar tarifas.<br />📈 Brasil amplia participação em todos os grandes mercados importadores de algodão.<br />🌱 Na COP 30, Abrapa destaca o algodão como fibra natural e sustentável — com forte geração de empregos.<br />🏦 BB oferece Opções Agro, NDF e puts na B3 (fev/26), com exercícios entre U$c 61 e U$c 63/lb.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68725849</guid><pubDate>Tue, 25 Nov 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68725849/20251125_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="968150" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após a retomada das publicações do USDA e os impactos das tarifas entre Estados Unidos e China, além...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após a retomada das publicações do USDA e os impactos das tarifas entre Estados Unidos e China, além da participação brasileira na COP 30.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌍 USDA: produção global de 26 mi t supera consumo estimado em 25,8 mi t.<br />🇺🇸🇨🇳 Trégua tarifária: produtos têxteis chineses voltam a ganhar competitividade nos EUA.<br />🧵 Algodão dos EUA mantém tarifa extra de 10% na China; Brasil se beneficia por não enfrentar tarifas.<br />📈 Brasil amplia participação em todos os grandes mercados importadores de algodão.<br />🌱 Na COP 30, Abrapa destaca o algodão como fibra natural e sustentável — com forte geração de empregos.<br />🏦 BB oferece Opções Agro, NDF e puts na B3 (fev/26), com exercícios entre U$c 61 e U$c 63/lb.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>162</itunes:duration><itunes:keywords>abrapa,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bbcastagro,cadeiatêxtil,cop30,exportaçãodealgodão,mercadodoalgodão,tarifaseuachina,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/06c4dcde4f3fd701094f45558d4a1bee.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: relatório baixista do USDA, demanda firme e preços sustentados no Brasil | BBcast Agro – 21/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-relatorio-baixista-do-usda-demanda-firme-e-precos-sustentados-no-brasil-bbcast-agro-21-11-2025--68677618</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o mercado de milho, com destaque para o novo relatório do USDA, o avanço da semeadura no Brasil, a firmeza das cotações em Chicago e o comportamento dos preços internos.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 USDA revisa projeção da Safra 2025/26: produção dos EUA cai 1,58 milhão t, para 425,53 milhões t.<br />📦 Estoques finais sobem para 54,71 milhões t, leitura baixista para o mercado.<br />💹 Mesmo assim, Chicago segue firme: contrato dezembro/25 fechou a US$ 4,49/bushel.<br />🚜 Conab: semeadura da 1ª safra atinge 52,6% no Brasil; lavouras têm boas condições apesar do clima adverso.<br />📈 Preços internos sustentados: indicador CEPEA/B3 fecha a R$ 67,61/sc.<br />🏦 BB oferece Opções Agro e NDF para proteção contra volatilidade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68677618</guid><pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:58:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68677618/20251121_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1422054" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o mercado de milho, com destaque para o novo relatório do USDA, o avanço da semeadura no Brasil, a firmeza...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o mercado de milho, com destaque para o novo relatório do USDA, o avanço da semeadura no Brasil, a firmeza das cotações em Chicago e o comportamento dos preços internos.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 USDA revisa projeção da Safra 2025/26: produção dos EUA cai 1,58 milhão t, para 425,53 milhões t.<br />📦 Estoques finais sobem para 54,71 milhões t, leitura baixista para o mercado.<br />💹 Mesmo assim, Chicago segue firme: contrato dezembro/25 fechou a US$ 4,49/bushel.<br />🚜 Conab: semeadura da 1ª safra atinge 52,6% no Brasil; lavouras têm boas condições apesar do clima adverso.<br />📈 Preços internos sustentados: indicador CEPEA/B3 fecha a R$ 67,61/sc.<br />🏦 BB oferece Opções Agro e NDF para proteção contra volatilidade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>238</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,chicago,conab,cotaçõesdomilho,mercadodomilho,milho,milhobrasil,ofertaedemanda,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b318ac8ff44e6efcc5732b30f26e2321.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: floradas favoráveis e pressão tarifária nos EUA | BBcast Agro – 19/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-floradas-favoraveis-e-pressao-tarifaria-nos-eua-bbcast-agro-19-11-2025--68627274</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise completa sobre o mercado de café arábica, incluindo floradas, clima, tarifas dos EUA e comportamento dos preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌧️ Floradas mais homogêneas e chuvas favorecem safra 2026.<br />📉 Safra estimada em 47,2 mi sc (StoneX), +29,3% sobre 2025.<br />🇺🇸 EUA mantêm sobretaxa de 40% para café brasileiro; concorrentes têm tarifa próxima de zero.<br />🇧🇷 Produtor cauteloso nas vendas: apenas 12% da próxima safra negociada.<br />📈 Preços seguem firmes: R$ 2.200/sc no mercado físico.<br />🏦 BB oferece custeio, investimento, comercialização e Opções Agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68627274</guid><pubDate>Wed, 19 Nov 2025 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68627274/20251119_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="1092911" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise completa sobre o mercado de café arábica, incluindo floradas, clima, tarifas dos EUA e comportamento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Alexandre Carvalho Queiroz, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise completa sobre o mercado de café arábica, incluindo floradas, clima, tarifas dos EUA e comportamento dos preços.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌧️ Floradas mais homogêneas e chuvas favorecem safra 2026.<br />📉 Safra estimada em 47,2 mi sc (StoneX), +29,3% sobre 2025.<br />🇺🇸 EUA mantêm sobretaxa de 40% para café brasileiro; concorrentes têm tarifa próxima de zero.<br />🇧🇷 Produtor cauteloso nas vendas: apenas 12% da próxima safra negociada.<br />📈 Preços seguem firmes: R$ 2.200/sc no mercado físico.<br />🏦 BB oferece custeio, investimento, comercialização e Opções Agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cafearabica,cafeicultura,exportacaodecafe,floradadocafe,mercadodocafe,precodocafe,safra2026,tarifaseua</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6cda3dd3d75bf5109ef2e17f99e9ef74.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: safra em reta final e projeções da Conab | BBcast Agro – 18/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-safra-em-reta-final-e-projecoes-da-conab-bbcast-agro-18-11-2025--68618898</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Lícia Bertolotti, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando o avanço da safra 2025/26, os impactos do clima e as perspectivas para açúcar e etanol.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Safra 2025/26 do Centro-Sul na reta final, com 666,4 milhões t estimadas pela Conab.<br />🌧️ Clima adverso em 2024 reduziu produtividade e afetou canaviais.<br />📉 Produtividade prevista em 74,3 t/ha (-3,8% vs. safra anterior).<br />🌊 Açúcar deve alcançar 45 milhões t (+2%); etanol cai para 26,5 bi L (-9,5%).<br />📉 Competitividade do etanol menor diante do açúcar e avanço do etanol de milho.<br />🌤️ Clima permanece como ponto de atenção para o fim da safra e início da próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68618898</guid><pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:58:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68618898/20251118_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="3074506" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Lícia Bertolotti, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando o avanço da safra 2025/26, os impactos do clima e as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Lícia Bertolotti, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando o avanço da safra 2025/26, os impactos do clima e as perspectivas para açúcar e etanol.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Safra 2025/26 do Centro-Sul na reta final, com 666,4 milhões t estimadas pela Conab.<br />🌧️ Clima adverso em 2024 reduziu produtividade e afetou canaviais.<br />📉 Produtividade prevista em 74,3 t/ha (-3,8% vs. safra anterior).<br />🌊 Açúcar deve alcançar 45 milhões t (+2%); etanol cai para 26,5 bi L (-9,5%).<br />📉 Competitividade do etanol menor diante do açúcar e avanço do etanol de milho.<br />🌤️ Clima permanece como ponto de atenção para o fim da safra e início da próxima.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>acucar,agroenergia,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,canadeacucar,centrosul,climaagricola,conab,etanol,etanoldemilho,producaodeetanol,safra202526</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4c166b05f2ff190899d7043d0c6681cf.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Tendências da semana: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 17/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/tendencias-da-semana-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-17-11-2025--68618856</link><description><![CDATA[No episódio desta segunda-feira do BBcast Agro, você confere as principais tendências que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo. O<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja <br />Relatório do USDA pode revisar estoques dos EUA. Acordo China–EUA avança e pode reduzir tarifas. No Brasil, plantio deve chegar a 70%.<br /><br />🌽 Milho<br />Mercado absorve novos dados do USDA e da Conab. Plantio atinge 47,7% no Brasil. Chuvas favorecem desenvolvimento; excesso preocupa o Paraná.<br /><br />☕ Café<br />Chuvas e temperaturas amenas favorecem florada e chumbinho. Volatilidade permanece com estoques globais baixos e debate sobre tarifas nos EUA.<br /><br />🐂 Boi gordo<br />Exportações aquecidas sustentam preços. Alta nos bezerros e firmeza no boi indicam início do ciclo de alta da pecuária.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68618856</guid><pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:54:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68618856/20251117_bbcast_agro_cenario_semanal.mp3" length="5217353" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio desta segunda-feira do BBcast Agro, você confere as principais tendências que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo. O

Destaques do episódio:

🌱 Soja 
Relatório do USDA pode revisar estoques dos EUA. Acordo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio desta segunda-feira do BBcast Agro, você confere as principais tendências que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo. O<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja <br />Relatório do USDA pode revisar estoques dos EUA. Acordo China–EUA avança e pode reduzir tarifas. No Brasil, plantio deve chegar a 70%.<br /><br />🌽 Milho<br />Mercado absorve novos dados do USDA e da Conab. Plantio atinge 47,7% no Brasil. Chuvas favorecem desenvolvimento; excesso preocupa o Paraná.<br /><br />☕ Café<br />Chuvas e temperaturas amenas favorecem florada e chumbinho. Volatilidade permanece com estoques globais baixos e debate sobre tarifas nos EUA.<br /><br />🐂 Boi gordo<br />Exportações aquecidas sustentam preços. Alta nos bezerros e firmeza no boi indicam início do ciclo de alta da pecuária.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>327</itunes:duration><itunes:keywords>acordo,agrícola,agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boi,café,cenáriosagro,china,clima,commodities,conab,eua,gordo,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja mantém alta com expectativa de acordo China-EUA | BBcast Agro – 14/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-mantem-alta-com-expectativa-de-acordo-china-eua-bbcast-agro-14-11-2025--68556128</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise sobre o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br />🇺🇸 Acordo entre EUA e China segue impulsionando os preços na Bolsa de Chicago.<br />🇧🇷 Plantio no Brasil avança para 58,4% da área, com chuvas favorecendo o ritmo.<br />🇦🇷 Na Argentina, 4,4% da área total já foi semeada.<br />📊 Contrato JAN/26 encerrou a US$ 11,33/bushel, alta de 1,6% no mês.<br />💹 Indicador CEPEA a R$ 140,09/saca, com prêmios entre US$ 0,90 e US$ 1,00/bushel.<br />🏦 BB oferece opções Agro e travamento de câmbio para proteção de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68556128</guid><pubDate>Fri, 14 Nov 2025 10:00:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68556128/20251114_bbcast_agro_cenario_cenario_da_soja.mp3" length="1464372" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise sobre o cenário da soja.

Destaques do episódio:
🇺🇸 Acordo entre EUA e China segue impulsionando os preços na Bolsa de Chicago.
🇧🇷...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise sobre o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br />🇺🇸 Acordo entre EUA e China segue impulsionando os preços na Bolsa de Chicago.<br />🇧🇷 Plantio no Brasil avança para 58,4% da área, com chuvas favorecendo o ritmo.<br />🇦🇷 Na Argentina, 4,4% da área total já foi semeada.<br />📊 Contrato JAN/26 encerrou a US$ 11,33/bushel, alta de 1,6% no mês.<br />💹 Indicador CEPEA a R$ 140,09/saca, com prêmios entre US$ 0,90 e US$ 1,00/bushel.<br />🏦 BB oferece opções Agro e travamento de câmbio para proteção de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>acordochinaeua,agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadecereales,cbot,cepea,commodities,conab,exportaçõessoja,mercadosoja,preçosoja,produçãosoja,safrasoja2025,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: importações crescem e preços seguem em queda | BBcast Agro – 13/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-importacoes-crescem-e-precos-seguem-em-queda-bbcast-agro-13-11-2025--68541419</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de agronegócios em Santo Ângelo (RS), traz uma análise sobre o cenário da bovinocultura de leite.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Preço médio do leite cai 3,7% em setembro e chega a R$ 2,44/litro.<br />📉 Mercado spot registra queda de R$ 0,21/litro, sinalizando pressão baixista.<br />🌾 Custos de produção recuam 1%, influenciados pela redução na alimentação.<br />🌍 Importações de leite e derivados sobem 20% no mês, totalizando 192 milhões de litros equivalentes.<br />📊 Déficit na balança comercial de lácteos alcança US$ 712 milhões em 2025.<br />🏦 Banco do Brasil oferece linhas de custeio para apoiar o produtor na compra de insumos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68541419</guid><pubDate>Thu, 13 Nov 2025 10:00:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68541419/20251113_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1169868" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de agronegócios em Santo Ângelo (RS), traz uma análise sobre o cenário da bovinocultura de leite.

Destaques do episódio:

🇧🇷 Preço médio do leite cai 3,7% em setembro e chega a R$...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de agronegócios em Santo Ângelo (RS), traz uma análise sobre o cenário da bovinocultura de leite.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Preço médio do leite cai 3,7% em setembro e chega a R$ 2,44/litro.<br />📉 Mercado spot registra queda de R$ 0,21/litro, sinalizando pressão baixista.<br />🌾 Custos de produção recuam 1%, influenciados pela redução na alimentação.<br />🌍 Importações de leite e derivados sobem 20% no mês, totalizando 192 milhões de litros equivalentes.<br />📊 Déficit na balança comercial de lácteos alcança US$ 712 milhões em 2025.<br />🏦 Banco do Brasil oferece linhas de custeio para apoiar o produtor na compra de insumos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bovinocultura,cepea,conseleite,embrapa,leite,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9ef8e6db7badc41b64447349f1637b8a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: colheita avança no Sul e safra argentina supera expectativas | BBcast Agro – 12/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-colheita-avanca-no-sul-e-safra-argentina-supera-expectativas-bbcast-agro-12-11-2025--68523797</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios em Presidente Prudente (SP), traz uma análise sobre o cenário do trigo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 Colheita na Argentina atinge 11% da área e deve alcançar 22 milhões de toneladas (18% acima de 2024).<br />🇧🇷 No Brasil, 63% da área nacional já foi colhida, com destaque para o PR (88%) e RS (42%).<br />🌧️ Tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR) impactou lavouras, e chuvas no RS podem afetar a qualidade dos grãos.<br />📉 Preço no CEPEA/ESALQ – PR cai 5% no mês, cotado a R$ 1.201/t.<br />🏦 Governo Federal libera R$ 67 milhões para escoamento via PEP/Pepro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68523797</guid><pubDate>Wed, 12 Nov 2025 10:00:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68523797/20251112_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="1157172" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios em Presidente Prudente (SP), traz uma análise sobre o cenário do trigo.

Destaques do episódio:

🇦🇷 Colheita na Argentina atinge 11% da área e deve alcançar 22 milhões de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios em Presidente Prudente (SP), traz uma análise sobre o cenário do trigo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 Colheita na Argentina atinge 11% da área e deve alcançar 22 milhões de toneladas (18% acima de 2024).<br />🇧🇷 No Brasil, 63% da área nacional já foi colhida, com destaque para o PR (88%) e RS (42%).<br />🌧️ Tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR) impactou lavouras, e chuvas no RS podem afetar a qualidade dos grãos.<br />📉 Preço no CEPEA/ESALQ – PR cai 5% no mês, cotado a R$ 1.201/t.<br />🏦 Governo Federal libera R$ 67 milhões para escoamento via PEP/Pepro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegócio,argentina,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,conab,deralpr,ematerrs,trigo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6835946fdca2dc112e8776e4ff28a4a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado da soja avança, milho ganha força e ciclo pecuário muda de fase | BBcast Agro – 10/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-da-soja-avanca-milho-ganha-forca-e-ciclo-pecuario-muda-de-fase-bbcast-agro-10-11-2025--68502413</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, você confere os principais movimentos do mercado agropecuário:<br /><br />🌱 Soja (00:28) – Plantio acelera no Brasil com as chuvas. EUA devem publicar o relatório de oferta e demanda de novembro.<br />🌽 Milho (01:43) – Colheita avança nos EUA. Relatórios da Conab e USDA podem mexer com os preços.<br />☕ Café (02:29) – Clima preocupa em Minas. Estoques baixos mantêm preços firmes.<br />🐂 Boi gordo (03:30) – Retenção de fêmeas e alta nos bezerros indicam virada no ciclo pecuário.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68502413</guid><pubDate>Mon, 10 Nov 2025 19:55:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68502413/20251110_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4793033" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, você confere os principais movimentos do mercado agropecuário:

🌱 Soja (00:28) – Plantio acelera no Brasil com as chuvas. EUA devem publicar o relatório de oferta e demanda de novembro.
🌽 Milho (01:43) – Colheita...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, você confere os principais movimentos do mercado agropecuário:<br /><br />🌱 Soja (00:28) – Plantio acelera no Brasil com as chuvas. EUA devem publicar o relatório de oferta e demanda de novembro.<br />🌽 Milho (01:43) – Colheita avança nos EUA. Relatórios da Conab e USDA podem mexer com os preços.<br />☕ Café (02:29) – Clima preocupa em Minas. Estoques baixos mantêm preços firmes.<br />🐂 Boi gordo (03:30) – Retenção de fêmeas e alta nos bezerros indicam virada no ciclo pecuário.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>300</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,conab,mercadoagro,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: alta na CBOT e preços internos firmes | BBcast Agro – 07/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-alta-na-cbot-e-precos-internos-firmes-bbcast-agro-07-11-2025--68462088</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), comenta o cenário do milho, com destaque para a valorização na Bolsa de Chicago, o andamento da colheita nos EUA, perspectivas do relatório USDA, ritmo da semeadura no Brasil, condições climáticas e oportunidades de proteção de preços com Opções Agro BB e contratos de NDF.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 Mercado externo: CBOT dezembro/25 cotado a US$ 4,35 por bushel em 05/11, impulsionado pelo alívio nas tensões comerciais EUA-China.<br />🛠️ Colheita nos EUA: 83% da área total já colhida, segundo pesquisa Reuters.<br />📊 Relatório USDA: publicação prevista para 14/11 com primeiras estimativas oficiais de produção, produtividade e estoques do milho.<br />🇧🇷 Semeadura no Brasil: milho 1ª safra atingiu 42,8% da área total, 1,7 ponto percentual abaixo da média dos últimos cinco anos (Conab).<br />🌦️ Previsão climática: chuvas bem distribuídas no Sudeste; períodos de estabilidade no Sul, com risco de excessos pontuais.<br />💲 Preços internos: CEPEA/B3 (Campinas) cotado a R$ 66,80 por saca em 05/11, sustentado pela retração de vendas dos produtores.<br />💼 Gestão de risco: opções de venda (PUT) Agro BB com vencimentos em janeiro/26 (R$ 68,95–71,73) e março/26 (R$ 69,39–73,00) e NDF para proteção contra oscilações.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68462088</guid><pubDate>Fri, 07 Nov 2025 14:50:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68462088/20251107_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1537254" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), comenta o cenário do milho, com destaque para a valorização na Bolsa de Chicago, o andamento da colheita nos EUA, perspectivas do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), comenta o cenário do milho, com destaque para a valorização na Bolsa de Chicago, o andamento da colheita nos EUA, perspectivas do relatório USDA, ritmo da semeadura no Brasil, condições climáticas e oportunidades de proteção de preços com Opções Agro BB e contratos de NDF.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 Mercado externo: CBOT dezembro/25 cotado a US$ 4,35 por bushel em 05/11, impulsionado pelo alívio nas tensões comerciais EUA-China.<br />🛠️ Colheita nos EUA: 83% da área total já colhida, segundo pesquisa Reuters.<br />📊 Relatório USDA: publicação prevista para 14/11 com primeiras estimativas oficiais de produção, produtividade e estoques do milho.<br />🇧🇷 Semeadura no Brasil: milho 1ª safra atingiu 42,8% da área total, 1,7 ponto percentual abaixo da média dos últimos cinco anos (Conab).<br />🌦️ Previsão climática: chuvas bem distribuídas no Sudeste; períodos de estabilidade no Sul, com risco de excessos pontuais.<br />💲 Preços internos: CEPEA/B3 (Campinas) cotado a R$ 66,80 por saca em 05/11, sustentado pela retração de vendas dos produtores.<br />💼 Gestão de risco: opções de venda (PUT) Agro BB com vencimentos em janeiro/26 (R$ 68,95–71,73) e março/26 (R$ 69,39–73,00) e NDF para proteção contra oscilações.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>257</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,mercadoexterno,milho,ndf,opcoesagro,precomilho,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/aeb35a693e049e1bbcc67f5aef1ab909.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo: exportações recordes e preços firmes marcam início de novembro | BBcast Agro – 06/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-exportacoes-recordes-e-precos-firmes-marcam-inicio-de-novembro-bbcast-agro-06-11-2025--68445970</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), comenta o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a firmeza nas cotações, exportações recordes e oportunidades de proteção de preços no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Cotações: arroba do boi gordo CEPEA a R$ 322,55 em 4/11.<br />🚢 Exportações em alta: 276,5 mil toneladas embarcadas até a quarta semana de outubro, avanço de 25% sobre 2024.<br />💲 Preço médio: carne bovina in natura exportada a US$ 5.525/t, alta de 18,5%.<br />📈 Mercado interno: arroba do boi China chega a R$ 320 por arroba; escalas de abate médias em sete dias úteis.<br />🔍 Atenção internacional: China deve divulgar em novembro estudo sobre impactos das importações em sua produção local.<br />💼 Gestão de risco: produtores podem travar preços com Opções Agro BB – puts na B3 com strikes entre R$ 313 e R$ 338 por arroba (vencimentos dez/25 e fev/26).<br />🏦 Financiamento facilitado: o Custeio Agropecuário do BB apoia o produtor na compra de insumos e no planejamento do ciclo pecuário.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68445970</guid><pubDate>Thu, 06 Nov 2025 12:07:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68445970/2025_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1188676" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), comenta o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a firmeza nas cotações, exportações recordes e oportunidades de proteção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), comenta o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a firmeza nas cotações, exportações recordes e oportunidades de proteção de preços no mercado futuro.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Cotações: arroba do boi gordo CEPEA a R$ 322,55 em 4/11.<br />🚢 Exportações em alta: 276,5 mil toneladas embarcadas até a quarta semana de outubro, avanço de 25% sobre 2024.<br />💲 Preço médio: carne bovina in natura exportada a US$ 5.525/t, alta de 18,5%.<br />📈 Mercado interno: arroba do boi China chega a R$ 320 por arroba; escalas de abate médias em sete dias úteis.<br />🔍 Atenção internacional: China deve divulgar em novembro estudo sobre impactos das importações em sua produção local.<br />💼 Gestão de risco: produtores podem travar preços com Opções Agro BB – puts na B3 com strikes entre R$ 313 e R$ 338 por arroba (vencimentos dez/25 e fev/26).<br />🏦 Financiamento facilitado: o Custeio Agropecuário do BB apoia o produtor na compra de insumos e no planejamento do ciclo pecuário.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,china,custeioagro,exportacoesdecarne,mercadopecuario,opcoesagro,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4741a088319dee193a02c2f064935a12.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: safra recorde e alta demanda sustentam preços firmes | BBcast Agro – 05/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-safra-recorde-e-alta-demanda-sustentam-precos-firmes-bbcast-agro-05-11-2025--68415242</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), traz uma análise sobre o mercado de café conilon, marcado por produtividade recorde, forte demanda internacional e adoção crescente de tecnologias sustentáveis.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Safra recorde: produtividade histórica impulsionada por chuvas regulares, irrigação e mecanização.<br />📈 Qualidade superior: grãos bem formados e peneiras homogêneas elevam o padrão do conilon brasileiro.<br />🌍 Exportações: Espírito Santo embarcou 3,2 milhões de sacas em 2025, gerando US$ 970 milhões, com 80% de café conilon.<br />💹 Cotações: Londres (nov/25) a US$ 4.571/t; mercado interno (tipo 7 – Vitória) a R$ 1.365/sc.<br />⚙️ Tecnologia no campo: avanços em pós-colheita e irrigação automatizada aumentam eficiência e reduzem impactos ambientais.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de crédito e soluções de gestão de risco para apoiar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68415242</guid><pubDate>Wed, 05 Nov 2025 10:00:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68415242/20251105_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1374406" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), traz uma análise sobre o mercado de café conilon, marcado por produtividade recorde, forte demanda internacional e adoção crescente...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), traz uma análise sobre o mercado de café conilon, marcado por produtividade recorde, forte demanda internacional e adoção crescente de tecnologias sustentáveis.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Safra recorde: produtividade histórica impulsionada por chuvas regulares, irrigação e mecanização.<br />📈 Qualidade superior: grãos bem formados e peneiras homogêneas elevam o padrão do conilon brasileiro.<br />🌍 Exportações: Espírito Santo embarcou 3,2 milhões de sacas em 2025, gerando US$ 970 milhões, com 80% de café conilon.<br />💹 Cotações: Londres (nov/25) a US$ 4.571/t; mercado interno (tipo 7 – Vitória) a R$ 1.365/sc.<br />⚙️ Tecnologia no campo: avanços em pós-colheita e irrigação automatizada aumentam eficiência e reduzem impactos ambientais.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de crédito e soluções de gestão de risco para apoiar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>230</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,caféconilon,commodities,espíritosanto,exportaçõesdecafé,irrigação,mercadodecafé,póscolheita</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2521dc83c4b524ba59dbf0151de3618.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>La Niña se intensifica e muda o regime de chuvas no Brasil | BBcast Agro – 04/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/la-nina-se-intensifica-e-muda-o-regime-de-chuvas-no-brasil-bbcast-agro-04-11-2025--68414414</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma atualização sobre o cenário climático, destacando os efeitos do fenômeno La Niña, as previsões regionais de chuva e temperatura e os impactos esperados sobre o plantio e as colheitas no país.<br /><br />Destaques do episódio:<br />🌊 La Niña segue ativa e deve se fortalecer em novembro, com probabilidade alta de persistir até dezembro.<br />🌧️ Chuvas acima da média previstas para o Sudeste (MG, RJ, ES) e parte do Centro-Oeste (GO, DF, oeste do MT).<br />🌦️ Volumes abaixo da média no sul do MS, interior de SP e RS; tempo seco e quente no Nordeste, com exceção da Bahia.<br />🔥 Temperaturas elevadas no Nordeste (máximas acima de 40 °C em PI e MA) e sensação de abafamento no Norte.<br />🌾 Riscos e impactos: excesso de umidade pode atrasar semeadura e favorecer doenças fúngicas; no Sul, menos chuva ajuda o trigo, mas pode limitar a soja.<br />💧 Manejo hídrico e planejamento climático são fundamentais para reduzir perdas e garantir eficiência produtiva.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68414414</guid><pubDate>Tue, 04 Nov 2025 14:06:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68414414/20251004_bbcast_agro_cenario_do_clima.mp3" length="1172845" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma atualização sobre o cenário climático, destacando os efeitos do fenômeno La Niña, as previsões regionais de chuva e temperatura e os impactos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma atualização sobre o cenário climático, destacando os efeitos do fenômeno La Niña, as previsões regionais de chuva e temperatura e os impactos esperados sobre o plantio e as colheitas no país.<br /><br />Destaques do episódio:<br />🌊 La Niña segue ativa e deve se fortalecer em novembro, com probabilidade alta de persistir até dezembro.<br />🌧️ Chuvas acima da média previstas para o Sudeste (MG, RJ, ES) e parte do Centro-Oeste (GO, DF, oeste do MT).<br />🌦️ Volumes abaixo da média no sul do MS, interior de SP e RS; tempo seco e quente no Nordeste, com exceção da Bahia.<br />🔥 Temperaturas elevadas no Nordeste (máximas acima de 40 °C em PI e MA) e sensação de abafamento no Norte.<br />🌾 Riscos e impactos: excesso de umidade pode atrasar semeadura e favorecer doenças fúngicas; no Sul, menos chuva ajuda o trigo, mas pode limitar a soja.<br />💧 Manejo hídrico e planejamento climático são fundamentais para reduzir perdas e garantir eficiência produtiva.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,chuvasnobrasil,clima,laniña,plantio,previsãoclimática,safradeverão,temperaturas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Acordo China-EUA e clima favorável marcam a semana do agro | BBcast Agro – 03/11/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/acordo-china-eua-e-clima-favoravel-marcam-a-semana-do-agro-bbcast-agro-03-11-2025--68370854</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, especialistas do Banco do Brasil apresentam as principais tendências de mercado que devem influenciar os preços, estratégias e negociações da semana — com foco em soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:28) – A consolidação do acordo comercial entre China e EUA movimenta o mercado e anima produtores norte-americanos. O shutdown nos EUA ainda gera incertezas quanto aos estoques e exportações. No Brasil, chuvas retornam e podem elevar o plantio para 45% da área prevista. Na Argentina, precipitações a partir de 5 de novembro devem favorecer o avanço das lavouras.<br /><br />🌽 Milho (02:00) – No cinturão agrícola dos EUA, o clima segue misto, com chuvas moderadas e risco de geadas no norte. O mercado pode realizar lucros após a recente alta em Chicago. No Brasil, o plantio da 1ª safra atingiu 40% da área, com boas chuvas no Sul e Sudeste favorecendo as lavouras.<br /><br />☕ Café (03:06) – As chuvas no Sudeste são essenciais para o pegamento das floradas e o desenvolvimento da safra 2026. O CPEA destaca ganhos maiores nas áreas de café sequeiro. No Vietnã, a colheita do robusta avança, enquanto seguem as discussões nos EUA sobre tarifas ao café brasileiro e colombiano.<br /><br />🐂 Boi gordo (04:31) – A menor oferta de animais no fim de outubro sustentou os preços no início de novembro. Frigoríficos menores elevaram compras, enquanto os grandes mantiveram cautela. As exportações seguem firmes, sustentadas pela menor oferta em EUA, União Europeia e Argentina. A China conduz estudo sobre o impacto da carne importada na produção local, com divulgação prevista para novembro de 2025.<br /><br />Para mitigar riscos e proteger seus investimentos, o Banco do Brasil oferece contratos a termo, futuros e opções de compra e venda, além da assessoria especializada em agronegócios.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68370854</guid><pubDate>Mon, 03 Nov 2025 10:00:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68370854/20251103_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6218057" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, especialistas do Banco do Brasil apresentam as principais tendências de mercado que devem influenciar os preços, estratégias e negociações da semana — com foco em soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, especialistas do Banco do Brasil apresentam as principais tendências de mercado que devem influenciar os preços, estratégias e negociações da semana — com foco em soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:28) – A consolidação do acordo comercial entre China e EUA movimenta o mercado e anima produtores norte-americanos. O shutdown nos EUA ainda gera incertezas quanto aos estoques e exportações. No Brasil, chuvas retornam e podem elevar o plantio para 45% da área prevista. Na Argentina, precipitações a partir de 5 de novembro devem favorecer o avanço das lavouras.<br /><br />🌽 Milho (02:00) – No cinturão agrícola dos EUA, o clima segue misto, com chuvas moderadas e risco de geadas no norte. O mercado pode realizar lucros após a recente alta em Chicago. No Brasil, o plantio da 1ª safra atingiu 40% da área, com boas chuvas no Sul e Sudeste favorecendo as lavouras.<br /><br />☕ Café (03:06) – As chuvas no Sudeste são essenciais para o pegamento das floradas e o desenvolvimento da safra 2026. O CPEA destaca ganhos maiores nas áreas de café sequeiro. No Vietnã, a colheita do robusta avança, enquanto seguem as discussões nos EUA sobre tarifas ao café brasileiro e colombiano.<br /><br />🐂 Boi gordo (04:31) – A menor oferta de animais no fim de outubro sustentou os preços no início de novembro. Frigoríficos menores elevaram compras, enquanto os grandes mantiveram cautela. As exportações seguem firmes, sustentadas pela menor oferta em EUA, União Europeia e Argentina. A China conduz estudo sobre o impacto da carne importada na produção local, com divulgação prevista para novembro de 2025.<br /><br />Para mitigar riscos e proteger seus investimentos, o Banco do Brasil oferece contratos a termo, futuros e opções de compra e venda, além da assessoria especializada em agronegócios.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>389</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,china,clima,commodities,conab,eua,exportações,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: alta em Chicago e avanço do plantio marcam o fim de outubro | BBcast Agro – 31/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-alta-em-chicago-e-avanco-do-plantio-marcam-o-fim-de-outubro-bbcast-agro-31-10-2025--68354428</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise sobre o cenário da soja, com destaque para a valorização nas bolsas internacionais e o ritmo do plantio no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Preços da soja sobem em Chicago com otimismo sobre acordo entre China e EUA.<br />📊 Shutdown nos EUA mantém o mercado sem dados do USDA.<br />🇧🇷 Plantio atinge 34,4% da área total, abaixo da média dos últimos cinco anos (42,5%).<br />🌧️ Chuvas previstas devem acelerar o ritmo da semeadura.<br />🌱 Conab projeta safra recorde de 177,6 milhões t em 49,07 milhões ha.<br />📈 Cotações: futuro JAN/26 a US$ 10,94/bushel; CEPEA a R$ 139,32/sc.<br />🏦 Banco do Brasil: opções PUT na CBOT com vencimentos em fev/26 (US$ 10,65–11,18) e abr/26 (US$ 10,64–11,28).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68354428</guid><pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68354428/20251031_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1422994" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise sobre o cenário da soja, com destaque para a valorização nas bolsas internacionais e o ritmo do plantio no Brasil. 

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise sobre o cenário da soja, com destaque para a valorização nas bolsas internacionais e o ritmo do plantio no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Preços da soja sobem em Chicago com otimismo sobre acordo entre China e EUA.<br />📊 Shutdown nos EUA mantém o mercado sem dados do USDA.<br />🇧🇷 Plantio atinge 34,4% da área total, abaixo da média dos últimos cinco anos (42,5%).<br />🌧️ Chuvas previstas devem acelerar o ritmo da semeadura.<br />🌱 Conab projeta safra recorde de 177,6 milhões t em 49,07 milhões ha.<br />📈 Cotações: futuro JAN/26 a US$ 10,94/bushel; CEPEA a R$ 139,32/sc.<br />🏦 Banco do Brasil: opções PUT na CBOT com vencimentos em fev/26 (US$ 10,65–11,18) e abr/26 (US$ 10,64–11,28).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>238</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,china,commodities,conab,eua,mercadodesoja,opçõesagrobb,shutdowneua,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5eb31436b571ccc98e603532f4712a62.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Suinocultura: exportações recordes e custos menores ampliam rentabilidade | BBcast Agro – 30/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/suinocultura-exportacoes-recordes-e-custos-menores-ampliam-rentabilidade-bbcast-agro-30-10-2025--68339937</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), traz uma análise sobre o cenário da suinocultura, destacando o recorde histórico nas exportações, os bons preços ao produtor e a redução dos custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Preços firmes: em setembro, o suinocultor brasileiro manteve rentabilidade elevada, com destaque para o Paraná, onde o preço médio chegou a R$ 9,01/kg, alta de 5,7% em relação a agosto.<br /><br />🚢 Exportações recordes: o Brasil embarcou 150 mil toneladas de carne suína em setembro — o maior volume da série histórica da Secex (desde 1997).<br /><br />🌎 Principais destinos: Filipinas lideram as importações (33% do total), seguidas por China, Chile, México, Japão, Hong Kong, Singapura, Uruguai e Argentina.<br /><br />🏅 O Brasil se consolida como o terceiro maior exportador mundial, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos.<br /><br />💰 Custos controlados: queda no preço do farelo de soja e estabilidade do milho reduzem os custos de ração, principal item da produção.<br /><br />📊 Segundo o Cepea, em setembro o produtor pôde adquirir 5,57 kg de farelo de soja com a venda de 1 kg de suíno vivo — melhor relação desde dez/2004.<br /><br />📈 Perspectivas: expectativa positiva para os próximos meses, com forte ritmo de exportações e maior demanda doméstica no segundo semestre.<br /><br />O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e Custeio Agropecuário BB, para financiar insumos e garantir maior previsibilidade e eficiência ao produtor. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68339937</guid><pubDate>Thu, 30 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68339937/20251030_bbcast_agro_cenario_da_suinocultura.mp3" length="1691324" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), traz uma análise sobre o cenário da suinocultura, destacando o recorde histórico nas exportações, os bons preços ao produtor e a redução...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), traz uma análise sobre o cenário da suinocultura, destacando o recorde histórico nas exportações, os bons preços ao produtor e a redução dos custos de produção.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Preços firmes: em setembro, o suinocultor brasileiro manteve rentabilidade elevada, com destaque para o Paraná, onde o preço médio chegou a R$ 9,01/kg, alta de 5,7% em relação a agosto.<br /><br />🚢 Exportações recordes: o Brasil embarcou 150 mil toneladas de carne suína em setembro — o maior volume da série histórica da Secex (desde 1997).<br /><br />🌎 Principais destinos: Filipinas lideram as importações (33% do total), seguidas por China, Chile, México, Japão, Hong Kong, Singapura, Uruguai e Argentina.<br /><br />🏅 O Brasil se consolida como o terceiro maior exportador mundial, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos.<br /><br />💰 Custos controlados: queda no preço do farelo de soja e estabilidade do milho reduzem os custos de ração, principal item da produção.<br /><br />📊 Segundo o Cepea, em setembro o produtor pôde adquirir 5,57 kg de farelo de soja com a venda de 1 kg de suíno vivo — melhor relação desde dez/2004.<br /><br />📈 Perspectivas: expectativa positiva para os próximos meses, com forte ritmo de exportações e maior demanda doméstica no segundo semestre.<br /><br />O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e Custeio Agropecuário BB, para financiar insumos e garantir maior previsibilidade e eficiência ao produtor. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>282</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,commodities,custosdeprodução,exportaçõesdecarne,mercadosuíno,secex,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/76acbfcb70053b4cde0554d57df9261f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Feijão: queda na área plantada e preços pressionados marcam início da safra | BBcast Agro – 29/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/feijao-queda-na-area-plantada-e-precos-pressionados-marcam-inicio-da-safra-bbcast-agro-29-10-2025--68314603</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Felix Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário do feijão, destacando a redução na área plantada, os desafios climáticos e fitossanitários e o comportamento recente dos preços no mercado interno<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Safra 2025/26: produção total estimada em 3 milhões de toneladas, queda de 1% em relação ao ciclo anterior, segundo o 1º Levantamento da Conab.<br /><br />🌾 Área da 1ª safra: redução de 7,5%, com previsão de 840,4 mil hectares plantados e produção de 947 mil toneladas.<br /><br />🚜 Plantio: 100% da área semeada em São Paulo; andamento nos demais estados do Sudeste. Na Bahia, terceiro maior produtor, a semeadura ainda não começou.<br /><br />🌦️ Feijão 3ª safra 2024/25: colheita praticamente finalizada, com destaque para o Nordeste, onde o ciclo foi afetado por chuvas tardias e maior infestação de mosca-branca.<br /><br />🦟 Fitossanidade: produtividade do Centro-Sul foi melhor que em 2024, mas o avanço de pragas e o vírus do mosaico dourado limitaram resultados.<br /><br />📉 Mercado interno: baixa liquidez e preços em queda; feijão carioca sofre com baixa qualidade e menor interesse de compra; feijão preto tem estoques elevados nas indústrias, pressionando valores.<br /><br />O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio específicas para a cultura do feijão, com prazos adequados e taxas compatíveis com o mercado. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68314603</guid><pubDate>Wed, 29 Oct 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68314603/20251029_bbcast_agro_cenario_do_feijao.mp3" length="1420173" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Felix Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário do feijão, destacando a redução na área plantada, os desafios climáticos e fitossanitários e o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Felix Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário do feijão, destacando a redução na área plantada, os desafios climáticos e fitossanitários e o comportamento recente dos preços no mercado interno<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Safra 2025/26: produção total estimada em 3 milhões de toneladas, queda de 1% em relação ao ciclo anterior, segundo o 1º Levantamento da Conab.<br /><br />🌾 Área da 1ª safra: redução de 7,5%, com previsão de 840,4 mil hectares plantados e produção de 947 mil toneladas.<br /><br />🚜 Plantio: 100% da área semeada em São Paulo; andamento nos demais estados do Sudeste. Na Bahia, terceiro maior produtor, a semeadura ainda não começou.<br /><br />🌦️ Feijão 3ª safra 2024/25: colheita praticamente finalizada, com destaque para o Nordeste, onde o ciclo foi afetado por chuvas tardias e maior infestação de mosca-branca.<br /><br />🦟 Fitossanidade: produtividade do Centro-Sul foi melhor que em 2024, mas o avanço de pragas e o vírus do mosaico dourado limitaram resultados.<br /><br />📉 Mercado interno: baixa liquidez e preços em queda; feijão carioca sofre com baixa qualidade e menor interesse de compra; feijão preto tem estoques elevados nas indústrias, pressionando valores.<br /><br />O Banco do Brasil oferece linhas de crédito de investimento e custeio específicas para a cultura do feijão, com prazos adequados e taxas compatíveis com o mercado. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>237</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,commodities,conab,feijão,mercadodefeijão,mosaicodourado,moscabranca,preçosagrícolas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/332a6f9e1487dcf13bbff61cd3fcc79c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: colheitas globais e incertezas econômicas elevam a volatilidade | BBcast Agro – 28/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-colheitas-globais-e-incertezas-economicas-elevam-a-volatilidade-bbcast-agro-28-10-2025--68313175</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), traz uma análise completa sobre o cenário do algodão, destacando os impactos do cenário internacional, das projeções econômicas e das oportunidades de proteção para os produtores brasileiros.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Shutdown nos EUA paralisa serviços do governo e suspende a divulgação do boletim de oferta e demanda do USDA, aumentando a volatilidade nas cotações da pluma. Estima-se que 50% da área já foi colhida no país.<br /><br />🌏 Colheitas globais: China e Paquistão avançam na colheita; Índia inicia os trabalhos em novembro, ampliando a oferta mundial e pressionando os preços internacionais.<br /><br />📉 FMI projeta crescimento global menor, com o PIB mundial recuando de 3,3% (2024) para 3,2% (2025) e 3,1% (2026), reduzindo o consumo de bens têxteis e impactando a demanda por algodão.<br /><br />🇧🇷 Safra brasileira 2024/25 recém-colhida totaliza 4 milhões de toneladas, com 70% da produção já comercializada e exportações projetadas em 3 milhões de toneladas, segundo a Conab.<br /><br />🚜 Comercialização da safra 2025/26 segue em ritmo lento, e há risco de redução na área de plantio caso a demanda global siga retraída.<br /><br />O Banco do Brasil oferece soluções de gestão de risco e proteção de preços, como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de Venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em nov/25 e strike entre U$c 64 e U$c 65 por libra-peso. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68313175</guid><pubDate>Tue, 28 Oct 2025 15:10:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68313175/20251028_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="1016581" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), traz uma análise completa sobre o cenário do algodão, destacando os impactos do cenário internacional, das projeções econômicas e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), traz uma análise completa sobre o cenário do algodão, destacando os impactos do cenário internacional, das projeções econômicas e das oportunidades de proteção para os produtores brasileiros.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Shutdown nos EUA paralisa serviços do governo e suspende a divulgação do boletim de oferta e demanda do USDA, aumentando a volatilidade nas cotações da pluma. Estima-se que 50% da área já foi colhida no país.<br /><br />🌏 Colheitas globais: China e Paquistão avançam na colheita; Índia inicia os trabalhos em novembro, ampliando a oferta mundial e pressionando os preços internacionais.<br /><br />📉 FMI projeta crescimento global menor, com o PIB mundial recuando de 3,3% (2024) para 3,2% (2025) e 3,1% (2026), reduzindo o consumo de bens têxteis e impactando a demanda por algodão.<br /><br />🇧🇷 Safra brasileira 2024/25 recém-colhida totaliza 4 milhões de toneladas, com 70% da produção já comercializada e exportações projetadas em 3 milhões de toneladas, segundo a Conab.<br /><br />🚜 Comercialização da safra 2025/26 segue em ritmo lento, e há risco de redução na área de plantio caso a demanda global siga retraída.<br /><br />O Banco do Brasil oferece soluções de gestão de risco e proteção de preços, como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de Venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em nov/25 e strike entre U$c 64 e U$c 65 por libra-peso. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>170</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,algodão,bancodobrasil,bbcastagro,commodities,conab,exportaçõesdealgodão,fmi,mercadodealgodão,opçõesagrobb,pibmundial,shutdowneua,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/503a227acdc0db8f4ab724674884253f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário agro: clima, negociações internacionais e oferta restrita de animais | BBcast Agro – 27/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-agro-clima-negociacoes-internacionais-e-oferta-restrita-de-animais-bbcast-agro-27-10-2025--68299407</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, especialistas do Banco do Brasil trazem um panorama rápido e direto sobre os principais mercados do agronegócio: soja, milho, café e boi gordo. Confira os destaques da semana e o que pode movimentar os preços nos próximos dias.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja – Na Bolsa de Chicago, as cotações seguem influenciadas pelas condições climáticas e pela possível retomada das negociações comerciais entre China e Estados Unidos, fatores que podem redefinir o comportamento do mercado. Na América do Sul, o foco permanece sobre o avanço do plantio, que segue no radar dos investidores e produtores.<br /><br />🌽 Milho – O clima mais favorável deve beneficiar a colheita e o desenvolvimento das lavouras norte-americanas na próxima semana. Já na América do Sul, o excesso de chuvas tem desacelerado o plantio na Argentina e no Sul do Brasil, elevando a atenção sobre o calendário da safra.<br /><br />☕ Café – A previsão de chuvas e as temperaturas continuam no centro das atenções do mercado, já que influenciam diretamente a florada e o pegamento do café arábica, etapa decisiva para a formação da próxima safra.<br /><br />🐂 Boi gordo – A menor disponibilidade de animais prontos para abate mantém o mercado firme. No Mato Grosso do Sul, a arroba já supera os valores observados em São Paulo, refletindo a disputa entre frigoríficos pela oferta reduzida.<br /><br />O Banco do Brasil segue ao lado do produtor, oferecendo soluções de crédito, proteção e investimento para apoiar a gestão do agronegócio em todos os ciclos produtivos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68299407</guid><pubDate>Mon, 27 Oct 2025 15:56:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68299407/20251027_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="7326333" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, especialistas do Banco do Brasil trazem um panorama rápido e direto sobre os principais mercados do agronegócio: soja, milho, café e boi gordo. Confira os destaques da semana e o que pode movimentar os preços nos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, especialistas do Banco do Brasil trazem um panorama rápido e direto sobre os principais mercados do agronegócio: soja, milho, café e boi gordo. Confira os destaques da semana e o que pode movimentar os preços nos próximos dias.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja – Na Bolsa de Chicago, as cotações seguem influenciadas pelas condições climáticas e pela possível retomada das negociações comerciais entre China e Estados Unidos, fatores que podem redefinir o comportamento do mercado. Na América do Sul, o foco permanece sobre o avanço do plantio, que segue no radar dos investidores e produtores.<br /><br />🌽 Milho – O clima mais favorável deve beneficiar a colheita e o desenvolvimento das lavouras norte-americanas na próxima semana. Já na América do Sul, o excesso de chuvas tem desacelerado o plantio na Argentina e no Sul do Brasil, elevando a atenção sobre o calendário da safra.<br /><br />☕ Café – A previsão de chuvas e as temperaturas continuam no centro das atenções do mercado, já que influenciam diretamente a florada e o pegamento do café arábica, etapa decisiva para a formação da próxima safra.<br /><br />🐂 Boi gordo – A menor disponibilidade de animais prontos para abate mantém o mercado firme. No Mato Grosso do Sul, a arroba já supera os valores observados em São Paulo, refletindo a disputa entre frigoríficos pela oferta reduzida.<br /><br />O Banco do Brasil segue ao lado do produtor, oferecendo soluções de crédito, proteção e investimento para apoiar a gestão do agronegócio em todos os ciclos produtivos.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>458</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,china,clima,commodities,eua,exportações,mercadoagro,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: alta nos futuros com menor produtividade nos EUA e demanda firme | BBcast Agro – 24/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-alta-nos-futuros-com-menor-produtividade-nos-eua-e-demanda-firme-bbcast-agro-24-10-2025--68258363</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho, destacando o avanço do plantio no Brasil, a recuperação dos preços internacionais e as oportunidades de proteção para o produtor.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Mercado externo: futuros do milho se recuperam com expectativa de menor produtividade nos EUA e demanda firme, mesmo com ausência de dados oficiais devido ao shutdown.<br /><br />🌽 Colheita americana: cerca de 40% a 50% da área já colhida; contrato dezembro/25 encerrou a US$ 4,23/bushel, alta de 0,77%.<br /><br />🇧🇷 Plantio da 1ª safra 2025/26: avança para 33,2% da área total, com destaque para PR (90%), RS (85%) e SC (78%); chuvas limitam o ritmo em SP e MG.<br /><br />📉 Preços internos: indicador CEPEA/B3 (Campinas) cotado a R$ 65,47/sc, valorização mensal de 1,88%.<br /><br />📊 Fundamentos positivos: produtores retraídos nas vendas, priorizando o plantio, sustentam as cotações.<br /><br />🏦 Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para proteção de preços e margens. Simulações disponíveis no aplicativo do banco.<br /><br />💰 Opções PUT na B3:<br /> • Janeiro/26 – strike entre R$ 68,76 e R$ 71,53/sc<br /> • Março/26 – strike entre R$ 69,43 e R$ 73,05/sc<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68258363</guid><pubDate>Fri, 24 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68258363/20251024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1630668" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho, destacando o avanço do plantio no Brasil, a recuperação dos preços internacionais e as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho, destacando o avanço do plantio no Brasil, a recuperação dos preços internacionais e as oportunidades de proteção para o produtor.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Mercado externo: futuros do milho se recuperam com expectativa de menor produtividade nos EUA e demanda firme, mesmo com ausência de dados oficiais devido ao shutdown.<br /><br />🌽 Colheita americana: cerca de 40% a 50% da área já colhida; contrato dezembro/25 encerrou a US$ 4,23/bushel, alta de 0,77%.<br /><br />🇧🇷 Plantio da 1ª safra 2025/26: avança para 33,2% da área total, com destaque para PR (90%), RS (85%) e SC (78%); chuvas limitam o ritmo em SP e MG.<br /><br />📉 Preços internos: indicador CEPEA/B3 (Campinas) cotado a R$ 65,47/sc, valorização mensal de 1,88%.<br /><br />📊 Fundamentos positivos: produtores retraídos nas vendas, priorizando o plantio, sustentam as cotações.<br /><br />🏦 Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para proteção de preços e margens. Simulações disponíveis no aplicativo do banco.<br /><br />💰 Opções PUT na B3:<br /> • Janeiro/26 – strike entre R$ 68,76 e R$ 71,53/sc<br /> • Março/26 – strike entre R$ 69,43 e R$ 73,05/sc<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>272</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,colheitademilho,commodities,conab,exportaçõesdemilho,mercadodemilho,milho,opçõesagrobb,shutdowneua,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e3e6eaeb71e2174caac80a57ea31bad0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Boi gordo mantém firmeza nos preços com demanda aquecida e menor oferta de animais | BBcast Agro – 23/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/boi-gordo-mantem-firmeza-nos-precos-com-demanda-aquecida-e-menor-oferta-de-animais-bbcast-agro-23-10-2025--68243654</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz uma análise detalhada sobre o cenário da bovinocultura de corte, destacando o comportamento dos preços, as exportações e as oportunidades de proteção financeira para o produtor. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 O indicador do boi gordo CEPEA foi cotado a R$ 310,90/arroba em 21/10, com alta diária de 0,23%.<br /><br />🐄 O bezerro CEPEA/ESALQ – MS mantém estabilidade, cotado a R$ 2.925,00/cabeça (aprox. R$ 14,00/kg vivo).<br /><br />📉 Após oferta elevada em setembro, a disponibilidade de animais terminados caiu, reduzindo as escalas de abate de 15 para 8 dias úteis.<br /><br />🥩 A demanda interna e externa por carne bovina segue aquecida; nas principais praças, a arroba subiu entre R$ 5,00 e R$ 10,00 no início de outubro.<br /><br />🌍 Exportações de carne bovina in natura alcançaram 201 mil toneladas nos primeiros 13 dias úteis de outubro, avanço de 26% sobre o mesmo período de 2024, com preço médio de US$ 5.500/t (+18%).<br /><br />📊 A tendência de curto prazo é de preços firmes e viés de alta, com redução da oferta de animais confinados nos próximos meses.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil oferece opções de venda (PUT) referenciadas na B3 para proteção de preços, com vencimentos em:<br /> • Dezembro/25: strike entre R$ 306 e R$ 321/arroba<br /> • Fevereiro/25: strike entre R$ 301 e R$ 328/arroba<br /><br />📲 Produtores podem consultar outros vencimentos e simular operações no App BB &gt; Menu Agro.<br /><br />💰 Com o Custeio Agropecuário do BB, é possível financiar insumos e garantir um ciclo pecuário mais eficiente e sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68243654</guid><pubDate>Thu, 23 Oct 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68243654/20251023_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1196669" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz uma análise detalhada sobre o cenário da bovinocultura de corte, destacando o comportamento dos preços, as exportações e as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz uma análise detalhada sobre o cenário da bovinocultura de corte, destacando o comportamento dos preços, as exportações e as oportunidades de proteção financeira para o produtor. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 O indicador do boi gordo CEPEA foi cotado a R$ 310,90/arroba em 21/10, com alta diária de 0,23%.<br /><br />🐄 O bezerro CEPEA/ESALQ – MS mantém estabilidade, cotado a R$ 2.925,00/cabeça (aprox. R$ 14,00/kg vivo).<br /><br />📉 Após oferta elevada em setembro, a disponibilidade de animais terminados caiu, reduzindo as escalas de abate de 15 para 8 dias úteis.<br /><br />🥩 A demanda interna e externa por carne bovina segue aquecida; nas principais praças, a arroba subiu entre R$ 5,00 e R$ 10,00 no início de outubro.<br /><br />🌍 Exportações de carne bovina in natura alcançaram 201 mil toneladas nos primeiros 13 dias úteis de outubro, avanço de 26% sobre o mesmo período de 2024, com preço médio de US$ 5.500/t (+18%).<br /><br />📊 A tendência de curto prazo é de preços firmes e viés de alta, com redução da oferta de animais confinados nos próximos meses.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil oferece opções de venda (PUT) referenciadas na B3 para proteção de preços, com vencimentos em:<br /> • Dezembro/25: strike entre R$ 306 e R$ 321/arroba<br /> • Fevereiro/25: strike entre R$ 301 e R$ 328/arroba<br /><br />📲 Produtores podem consultar outros vencimentos e simular operações no App BB &gt; Menu Agro.<br /><br />💰 Com o Custeio Agropecuário do BB, é possível financiar insumos e garantir um ciclo pecuário mais eficiente e sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,bovinoculturadecorte,cepea,commodities,exportaçõesdecarne,mercadodecarne,pecuária,preçodaarroba</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/870dabea4e26f8fe92e259a968f211aa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: florada em andamento e alta volatilidade marcam o mercado | BBcast Agro – 22/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-florada-em-andamento-e-alta-volatilidade-marcam-o-mercado-bbcast-agro-22-10-2025--68227278</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Oliveira Porto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do café arábica, abordando as condições climáticas nas lavouras, o comportamento dos preços e as negociações internacionais.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌸 O café arábica está em plena florada, fase decisiva para a safra 2026, com regime hídrico irregular nas principais regiões produtoras.<br /><br />🌧️ Chuvas de março e abril favoreceram a brotação, mas a regularidade das precipitações e as temperaturas amenas são determinantes para o pegamento das flores e o bom desenvolvimento das lavouras.<br /><br />🚜 Produtores intensificam os tratos culturais e aquisição de insumos para manejo nutricional e fitossanitário.<br /><br />📉 Mercado segue volátil, sustentado por estoques reduzidos na ICE, oferta global limitada e influência do clima no Brasil. 🇺🇸 Tarifa de 50% imposta pelos EUA às importações de café brasileiro segue em discussão; isenção ainda não foi aprovada, aumentando a incerteza no comércio internacional.<br /><br />💰 Produtores estão mais retraídos nas vendas das safras 2025 e 2026, aguardando maior clareza sobre preços e política comercial.<br /><br />📈 Indicador CEPEA/ESALQ gira em torno de R$ 2.260/saca de 60 kg, mantendo remuneração atrativa e incentivando investimentos em renovação de lavouras.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil oferece crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção de preços e clima, como termos de mercadoria e opções Agro BB, garantindo margens sustentáveis ao produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68227278</guid><pubDate>Wed, 22 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68227278/20251022_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="1011409" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Oliveira Porto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do café arábica, abordando as condições climáticas nas lavouras, o comportamento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Oliveira Porto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do café arábica, abordando as condições climáticas nas lavouras, o comportamento dos preços e as negociações internacionais.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌸 O café arábica está em plena florada, fase decisiva para a safra 2026, com regime hídrico irregular nas principais regiões produtoras.<br /><br />🌧️ Chuvas de março e abril favoreceram a brotação, mas a regularidade das precipitações e as temperaturas amenas são determinantes para o pegamento das flores e o bom desenvolvimento das lavouras.<br /><br />🚜 Produtores intensificam os tratos culturais e aquisição de insumos para manejo nutricional e fitossanitário.<br /><br />📉 Mercado segue volátil, sustentado por estoques reduzidos na ICE, oferta global limitada e influência do clima no Brasil. 🇺🇸 Tarifa de 50% imposta pelos EUA às importações de café brasileiro segue em discussão; isenção ainda não foi aprovada, aumentando a incerteza no comércio internacional.<br /><br />💰 Produtores estão mais retraídos nas vendas das safras 2025 e 2026, aguardando maior clareza sobre preços e política comercial.<br /><br />📈 Indicador CEPEA/ESALQ gira em torno de R$ 2.260/saca de 60 kg, mantendo remuneração atrativa e incentivando investimentos em renovação de lavouras.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil oferece crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção de preços e clima, como termos de mercadoria e opções Agro BB, garantindo margens sustentáveis ao produtor.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,caféarábica,cepea,clima,commodities,eua,exportaçõesdecafé,florada,ice,mercadodecafé,tarifasdeimportação</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c733554967d8da94162496b82fbf1503.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: menor oferta e migração para o etanol marcam a safra 2025/26 | BBcast Agro – 21/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-menor-oferta-e-migracao-para-o-etanol-marcam-a-safra-2025-26-bbcast-agro-21-10-2025--68215833</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando os impactos climáticos na produtividade, o comportamento do mix de produção e as perspectivas para açúcar e etanol. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Segundo o 2º levantamento da Conab, a produção nacional de cana é estimada em 668,8 milhões de toneladas, queda de 1,2% frente à safra anterior.<br /><br />🌾 Área colhida aumentou 1%, alcançando 8,85 milhões de hectares, mas a produtividade média caiu 2,1%, atingindo 75,575 t/ha, reflexo da estiagem prolongada, altas temperaturas e incêndios em 2024.<br /><br />🏭 A região Centro-Sul, responsável por mais de 90% da produção nacional, deve moer entre 578 e 590 milhões de toneladas, com produtividade agrícola entre 72,7 e 76,15 t/ha e queda de 3,93% no ATR médio (134,08 kg/t).<br /><br />🍬 Apesar da menor oferta de cana, a produção de açúcar pode atingir 45,9 milhões de toneladas, impulsionada pela demanda externa. Parte das usinas, porém, migrou o mix para o etanol em setembro, podendo reduzir o volume final para cerca de 40 milhões de toneladas.<br /><br />⛽ A produção de etanol acumulada até meados de setembro totalizou 20,81 bilhões de litros, retração de 9,5% frente ao mesmo período da safra anterior.<br /><br />⚖️ A proporção do mix açucareiro caiu de 54,2% para 53,5% em setembro, com redução mais acentuada em Goiás e Mato Grosso, devido à maior rentabilidade do biocombustível.<br /><br />🌧️ A recuperação das chuvas em setembro e outubro pode melhorar a qualidade da cana e favorecer a recuperação parcial do ATR nas próximas semanas.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil apoia o produtor com soluções financeiras completas, incluindo crédito para renovação de canaviais, modernização de usinas e investimentos em irrigação e logística.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68215833</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68215833/20251021_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="2992168" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando os impactos climáticos na produtividade, o comportamento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da cana-de-açúcar, destacando os impactos climáticos na produtividade, o comportamento do mix de produção e as perspectivas para açúcar e etanol. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 Segundo o 2º levantamento da Conab, a produção nacional de cana é estimada em 668,8 milhões de toneladas, queda de 1,2% frente à safra anterior.<br /><br />🌾 Área colhida aumentou 1%, alcançando 8,85 milhões de hectares, mas a produtividade média caiu 2,1%, atingindo 75,575 t/ha, reflexo da estiagem prolongada, altas temperaturas e incêndios em 2024.<br /><br />🏭 A região Centro-Sul, responsável por mais de 90% da produção nacional, deve moer entre 578 e 590 milhões de toneladas, com produtividade agrícola entre 72,7 e 76,15 t/ha e queda de 3,93% no ATR médio (134,08 kg/t).<br /><br />🍬 Apesar da menor oferta de cana, a produção de açúcar pode atingir 45,9 milhões de toneladas, impulsionada pela demanda externa. Parte das usinas, porém, migrou o mix para o etanol em setembro, podendo reduzir o volume final para cerca de 40 milhões de toneladas.<br /><br />⛽ A produção de etanol acumulada até meados de setembro totalizou 20,81 bilhões de litros, retração de 9,5% frente ao mesmo período da safra anterior.<br /><br />⚖️ A proporção do mix açucareiro caiu de 54,2% para 53,5% em setembro, com redução mais acentuada em Goiás e Mato Grosso, devido à maior rentabilidade do biocombustível.<br /><br />🌧️ A recuperação das chuvas em setembro e outubro pode melhorar a qualidade da cana e favorecer a recuperação parcial do ATR nas próximas semanas.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil apoia o produtor com soluções financeiras completas, incluindo crédito para renovação de canaviais, modernização de usinas e investimentos em irrigação e logística.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>açúcar,agronegócio,atr,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustíveis,canadeaçúcar,clima,conab,etanol,mixdeprodução,produçãodecana,produtividade,safra2025</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/94027a2a3a1a7316e8b2b1e6440c7e29.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro | BBcast Agro - 20/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-bbcast-agro-20-10-2025--68213741</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68213741</guid><pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:36:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68213741/20251020_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6266057" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>392</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: volatilidade em Chicago e cautela no plantio brasileiro marcam o mercado | BBcast Agro – 17/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-volatilidade-em-chicago-e-cautela-no-plantio-brasileiro-marcam-o-mercado-bbcast-agro-17-10-2025--68169115</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja, destacando a volatilidade nas cotações internacionais e o avanço do plantio no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Incertezas geopolíticas e o agravamento da guerra comercial entre China e Estados Unidos mantêm a soja volátil na Bolsa de Chicago.<br /><br />🇺🇸 O shutdown nos EUA paralisa órgãos governamentais e impede a divulgação de dados de safra, estoques e condições das lavouras, aumentando a incerteza do mercado.<br /><br />🇧🇷 No Brasil, segundo a Conab, o plantio da safra 2025/26 atinge 11,1% da área projetada, mas deve desacelerar temporariamente devido à redução das chuvas.<br /><br />📊 Contrato futuro jan/26 na CBOT cotado a US$ 10,24/bushel; indicador CEPEA fechou em R$ 138,26/saca, alta de 3,47% no mês.<br /><br />💵 Prêmios elevados e câmbio firme dão sustentação aos preços: valores entre US$ 1,72 e US$ 2,00/bushel para out/25 e nov/25.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge como travamento de câmbio e Opções Agro BB (PUTs referenciadas na CBOT):<br />• Fev/26 – strikes entre US$ 9,96 e US$ 10,42/bushel<br />• Abr/26 – strikes entre US$ 10,00 e US$ 10,57/bushel<br />Simulações disponíveis no aplicativo do Banco do Brasil. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68169115</guid><pubDate>Fri, 17 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68169115/20251017_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1405126" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja, destacando a volatilidade nas cotações internacionais e o avanço do plantio no Brasil. 

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja, destacando a volatilidade nas cotações internacionais e o avanço do plantio no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Incertezas geopolíticas e o agravamento da guerra comercial entre China e Estados Unidos mantêm a soja volátil na Bolsa de Chicago.<br /><br />🇺🇸 O shutdown nos EUA paralisa órgãos governamentais e impede a divulgação de dados de safra, estoques e condições das lavouras, aumentando a incerteza do mercado.<br /><br />🇧🇷 No Brasil, segundo a Conab, o plantio da safra 2025/26 atinge 11,1% da área projetada, mas deve desacelerar temporariamente devido à redução das chuvas.<br /><br />📊 Contrato futuro jan/26 na CBOT cotado a US$ 10,24/bushel; indicador CEPEA fechou em R$ 138,26/saca, alta de 3,47% no mês.<br /><br />💵 Prêmios elevados e câmbio firme dão sustentação aos preços: valores entre US$ 1,72 e US$ 2,00/bushel para out/25 e nov/25.<br /><br />🏦 O Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge como travamento de câmbio e Opções Agro BB (PUTs referenciadas na CBOT):<br />• Fev/26 – strikes entre US$ 9,96 e US$ 10,42/bushel<br />• Abr/26 – strikes entre US$ 10,00 e US$ 10,57/bushel<br />Simulações disponíveis no aplicativo do Banco do Brasil. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>235</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,câmbio,cbot,cepea,china,commodities,conab,eua,exportaçõesdesoja,guerracomercial,mercadodesoja,opçõesagrobb,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c889a8c7f2f71de38f17b9bc90803bd9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leite: custos de produção em queda e recuo nas importações marcam o mercado | BBcast Agro – 16/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leite-custos-de-producao-em-queda-e-recuo-nas-importacoes-marcam-o-mercado-bbcast-agro-16-10-2025--68155849</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz uma análise completa sobre o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para preços, custos de produção e movimentações do comércio exterior.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Segundo o CEPEA, o preço do leite captado em agosto/25 foi de R$ 2,53/litro na “Média Brasil”, queda de 3,55% frente a julho e de 9,0% em relação a agosto/24.<br />🧾 No mercado spot, entre agosto e setembro/25, o litro do leite caiu R$ 0,23, sinalizando pressão baixista para os próximos meses.<br />🌾 A EMBRAPA registrou redução de 1,2% nos custos de produção em agosto, com destaque para quedas em mão de obra e alimentação.<br />🚢 Segundo a SECEX, as exportações de lácteos atingiram 5,2 milhões de litros equivalentes em agosto, queda de 4,8% no mês, mas alta de 27% frente a agosto/24.<br />📦 As importações totalizaram 161 milhões de litros equivalentes, com retração de 6,5% no mês e 12% no ano; principal produto importado: leite em pó.<br />💰 No acumulado de 2025, o déficit da balança de lácteos soma US$ 626 milhões, equivalente a 1,364 bilhão de litros.<br />🥛 Conforme os Conseleites de RS, MG, SC e PR, há projeção de queda média de 3% (MG: -1%) no valor pago ao produtor em setembro/25.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de Custeio Agropecuário para aquisição de insumos e gestão de custos, auxiliando o produtor na sustentabilidade financeira da atividade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68155849</guid><pubDate>Thu, 16 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68155849/20251016_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1190713" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz uma análise completa sobre o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para preços, custos de produção e movimentações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz uma análise completa sobre o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para preços, custos de produção e movimentações do comércio exterior.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Segundo o CEPEA, o preço do leite captado em agosto/25 foi de R$ 2,53/litro na “Média Brasil”, queda de 3,55% frente a julho e de 9,0% em relação a agosto/24.<br />🧾 No mercado spot, entre agosto e setembro/25, o litro do leite caiu R$ 0,23, sinalizando pressão baixista para os próximos meses.<br />🌾 A EMBRAPA registrou redução de 1,2% nos custos de produção em agosto, com destaque para quedas em mão de obra e alimentação.<br />🚢 Segundo a SECEX, as exportações de lácteos atingiram 5,2 milhões de litros equivalentes em agosto, queda de 4,8% no mês, mas alta de 27% frente a agosto/24.<br />📦 As importações totalizaram 161 milhões de litros equivalentes, com retração de 6,5% no mês e 12% no ano; principal produto importado: leite em pó.<br />💰 No acumulado de 2025, o déficit da balança de lácteos soma US$ 626 milhões, equivalente a 1,364 bilhão de litros.<br />🥛 Conforme os Conseleites de RS, MG, SC e PR, há projeção de queda média de 3% (MG: -1%) no valor pago ao produtor em setembro/25.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de Custeio Agropecuário para aquisição de insumos e gestão de custos, auxiliando o produtor na sustentabilidade financeira da atividade.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,conseleite,custodeprodução,embrapa,exportaçõesdeleite,importaçõesdeleite,leite,leiteempó,mercadodeleite,pecuárialeiteira,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/eafa8ec61846d028f303a3084223166d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: colheita avança no Sul e corte de tarifas argentinas pressiona preços no Brasil | BBcast Agro – 15/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-colheita-avanca-no-sul-e-corte-de-tarifas-argentinas-pressiona-precos-no-brasil-bbcast-agro-15-10-2025--68139726</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Joseanne Arana, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), traz uma análise completa sobre o cenário do trigo, destacando as condições de safra na Argentina e no Brasil, além dos impactos sobre os preços no mercado interno. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 Argentina zera temporariamente as tarifas de exportação de trigo (antes em 9,5%), o que deve aumentar os embarques ao Brasil.<br />📈 De janeiro a agosto, o país respondeu por 78% das importações brasileiras, um crescimento de 24% frente a 2024.<br />🌾 Safra argentina em condições excelentes: 96,4% das lavouras entre normais e ótimas, com produção estimada em 22 milhões de toneladas.<br />🇧🇷 Colheita brasileira atinge 35% da área cultivada, ritmo mais lento que no ciclo anterior; Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul já concluíram seus trabalhos.<br />☔ Paraná colheu 64% das áreas, mas chuvas frequentes atrasam a colheita e reduzem a qualidade dos grãos; retração de 25% na área plantada, segundo o Deral.<br />🌾 Rio Grande do Sul inicia a colheita, com boas expectativas de produtividade, embora as chuvas recorrentes elevem o risco de doenças na espiga.<br />📉 Preços em queda: indicador CEPEA/ESALQ-Paraná cotado a R$ 1.229,73/t, baixa de 12% em 30 dias e 13% menor que há um ano.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas. Procure sua agência ou parceiros agro para mais informações.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68139726</guid><pubDate>Wed, 15 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68139726/20251015_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="3963088" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Joseanne Arana, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), traz uma análise completa sobre o cenário do trigo, destacando as condições de safra na Argentina e no Brasil, além dos impactos sobre...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Joseanne Arana, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), traz uma análise completa sobre o cenário do trigo, destacando as condições de safra na Argentina e no Brasil, além dos impactos sobre os preços no mercado interno. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 Argentina zera temporariamente as tarifas de exportação de trigo (antes em 9,5%), o que deve aumentar os embarques ao Brasil.<br />📈 De janeiro a agosto, o país respondeu por 78% das importações brasileiras, um crescimento de 24% frente a 2024.<br />🌾 Safra argentina em condições excelentes: 96,4% das lavouras entre normais e ótimas, com produção estimada em 22 milhões de toneladas.<br />🇧🇷 Colheita brasileira atinge 35% da área cultivada, ritmo mais lento que no ciclo anterior; Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul já concluíram seus trabalhos.<br />☔ Paraná colheu 64% das áreas, mas chuvas frequentes atrasam a colheita e reduzem a qualidade dos grãos; retração de 25% na área plantada, segundo o Deral.<br />🌾 Rio Grande do Sul inicia a colheita, com boas expectativas de produtividade, embora as chuvas recorrentes elevem o risco de doenças na espiga.<br />📉 Preços em queda: indicador CEPEA/ESALQ-Paraná cotado a R$ 1.229,73/t, baixa de 12% em 30 dias e 13% menor que há um ano.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas. Procure sua agência ou parceiros agro para mais informações.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>248</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,argentina,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,colheitadetrigo,commodities,deral,ematerrs,exportaçõesdetrigo,mercadodetrigo,preçodotrigo,trigo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3effd31ab7ed7c7c4b9abe83e14c09ad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Banana: variações regionais marcam o mercado e clima influencia oferta e preços | BBcast Agro – 14/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/banana-variacoes-regionais-marcam-o-mercado-e-clima-influencia-oferta-e-precos-bbcast-agro-14-10-2025--68122390</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Daniel Rocha, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros (MG), traz uma análise completa sobre o cenário da banana no país e os fatores que influenciam a produção e a comercialização. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 SP, BA, MG e SC respondem por mais de 49% da produção nacional, segundo o IBGE.<br />🌡️ Clima mais quente acelera a maturação e pode elevar a oferta em algumas regiões.<br />🍌 Santa Catarina registra preços estáveis e dificuldades de comercialização, mesmo com baixa oferta.<br />📈 Delfinópolis (MG) apresenta alta na banana prata devido à demanda aquecida e à baixa oferta em outras regiões.<br />⚖️ Vale do São Francisco (BA/PE) mantém estabilidade nas cotações, mas há expectativa de queda com o aumento da oferta nacional.<br />⬇️ Norte de Minas Gerais tem retração de preços pela menor demanda e pela concorrência paulista; produtores migram do cultivo da banana-prata para a banana-nanica, mais resistente ao mal-do-panamá.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de investimento para renovação e implantação de pomares, sistemas de irrigação, infraestrutura de transporte interno, câmaras de climatização e packing house.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68122390</guid><pubDate>Tue, 14 Oct 2025 13:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68122390/20251014_bbcast_agro_cenario_da_bananicultura.mp3" length="2505246" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Daniel Rocha, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros (MG), traz uma análise completa sobre o cenário da banana no país e os fatores que influenciam a produção e a comercialização. 

Destaques...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Daniel Rocha, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros (MG), traz uma análise completa sobre o cenário da banana no país e os fatores que influenciam a produção e a comercialização. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇧🇷 SP, BA, MG e SC respondem por mais de 49% da produção nacional, segundo o IBGE.<br />🌡️ Clima mais quente acelera a maturação e pode elevar a oferta em algumas regiões.<br />🍌 Santa Catarina registra preços estáveis e dificuldades de comercialização, mesmo com baixa oferta.<br />📈 Delfinópolis (MG) apresenta alta na banana prata devido à demanda aquecida e à baixa oferta em outras regiões.<br />⚖️ Vale do São Francisco (BA/PE) mantém estabilidade nas cotações, mas há expectativa de queda com o aumento da oferta nacional.<br />⬇️ Norte de Minas Gerais tem retração de preços pela menor demanda e pela concorrência paulista; produtores migram do cultivo da banana-prata para a banana-nanica, mais resistente ao mal-do-panamá.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece linhas de investimento para renovação e implantação de pomares, sistemas de irrigação, infraestrutura de transporte interno, câmaras de climatização e packing house.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,banana,bananananica,bananaprata,bancodobrasil,bbcastagro,clima,fruticultura,ibge,mercadodebanana,ofertaedemanda,preçosdabanana,produçãodefrutas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9db453a1ef5e6077f8454a84daf304c1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários Agro: exportações recordes e clima favorável movimentam o mercado | BBcast Agro – 13/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-agro-exportacoes-recordes-e-clima-favoravel-movimentam-o-mercado-bbcast-agro-13-10-2025--68091553</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Ives e Sacha trazem uma análise completa sobre os principais destaques da semana no agronegócio, com foco em soja, milho, café e boi gordo. 📌 Destaques do episódio:<br />🇺🇸 Incertezas sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e China e o shutdown americano mantêm pressão sobre as cotações da soja.<br />🇧🇷 Clima favorável no Brasil impulsiona o plantio de grãos, enquanto o país celebra recordes históricos nas exportações de carne bovina in natura.<br />🇦🇷 Argentina avança nos preparativos da safra 2025/26, com alerta para o fenômeno La Niña, que pode dificultar o andamento das lavouras.<br />🌧️ Chuvas devem ganhar força nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, beneficiando culturas como soja, milho e café.<br />☕ No mercado de café, volatilidade e negociações internacionais continuam no foco, com destaque para possíveis revisões tarifárias pelos Estados Unidos.<br />📉 Mercado físico do milho segue estável no curto prazo, com produtores focados no plantio e pouca disposição para negociar.<br />🐂 China, México, Filipinas e Chile ampliam as compras de carne bovina brasileira, consolidando o país como fornecedor global e adicionando viés altista às cotações no médio prazo.<br />🏦 O Banco do Brasil reforça a importância das estratégias de mitigação de risco — contratos a termo, futuros e opções de compra e venda — para proteger a renda do produtor. 👉 Para mais análises do agro, acesse:<br /><a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68091553</guid><pubDate>Mon, 13 Oct 2025 19:26:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68091553/20251013_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="5763017" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Ives e Sacha trazem uma análise completa sobre os principais destaques da semana no agronegócio, com foco em soja, milho, café e boi gordo. 📌 Destaques do episódio:
🇺🇸 Incertezas sobre o acordo comercial entre...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Ives e Sacha trazem uma análise completa sobre os principais destaques da semana no agronegócio, com foco em soja, milho, café e boi gordo. 📌 Destaques do episódio:<br />🇺🇸 Incertezas sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e China e o shutdown americano mantêm pressão sobre as cotações da soja.<br />🇧🇷 Clima favorável no Brasil impulsiona o plantio de grãos, enquanto o país celebra recordes históricos nas exportações de carne bovina in natura.<br />🇦🇷 Argentina avança nos preparativos da safra 2025/26, com alerta para o fenômeno La Niña, que pode dificultar o andamento das lavouras.<br />🌧️ Chuvas devem ganhar força nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, beneficiando culturas como soja, milho e café.<br />☕ No mercado de café, volatilidade e negociações internacionais continuam no foco, com destaque para possíveis revisões tarifárias pelos Estados Unidos.<br />📉 Mercado físico do milho segue estável no curto prazo, com produtores focados no plantio e pouca disposição para negociar.<br />🐂 China, México, Filipinas e Chile ampliam as compras de carne bovina brasileira, consolidando o país como fornecedor global e adicionando viés altista às cotações no médio prazo.<br />🏦 O Banco do Brasil reforça a importância das estratégias de mitigação de risco — contratos a termo, futuros e opções de compra e venda — para proteger a renda do produtor. 👉 Para mais análises do agro, acesse:<br /><a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>361</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,cenáriosagro,clima,commodities,exportaçõesdecarne,laniña,milho,shutdowneua,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: volatilidade nos contratos e exportações firmes sustentam preços no Brasil | BBcast Agro – 10/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-volatilidade-nos-contratos-e-exportacoes-firmes-sustentam-precos-no-brasil-bbcast-agro-10-10-2025--68083862</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Shutdown do governo americano interrompeu relatórios do USDA, aumentando a incerteza no mercado e a volatilidade nos contratos futuros.<br />🇧🇷 Plantio da safra 2025/26 atinge 29,1% da área total, com destaque para RS (79%), PR (77%) e SC (66%).<br />📉 Contrato de dezembro/25 encerrou a US$ 4,22/bushel; indicador CEPEA/B3 (Campinas) cotado a R$ 65,30/sc, alta mensal de 1,62%.<br />🚢 Exportações brasileiras somaram 7,56 milhões de toneladas em setembro, 18% acima do mesmo mês de 2024.<br />🏦 Banco do Brasil oferece Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para proteção contra oscilações de preços e câmbio.<br />💰 Puts disponíveis na B3:<br />• Janeiro/26 – strike entre R$ 65,67 e R$ 68,79/sc<br />• Março/26 – strike entre R$ 67,27 e R$ 71,52/sc<br />Simulações no App BB &gt; Menu Agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<br /><a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68083862</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68083862/20251010_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1676434" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho.

Destaques do episódio:

🇺🇸 Shutdown do governo americano interrompeu relatórios do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz uma análise completa sobre o cenário do milho.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 Shutdown do governo americano interrompeu relatórios do USDA, aumentando a incerteza no mercado e a volatilidade nos contratos futuros.<br />🇧🇷 Plantio da safra 2025/26 atinge 29,1% da área total, com destaque para RS (79%), PR (77%) e SC (66%).<br />📉 Contrato de dezembro/25 encerrou a US$ 4,22/bushel; indicador CEPEA/B3 (Campinas) cotado a R$ 65,30/sc, alta mensal de 1,62%.<br />🚢 Exportações brasileiras somaram 7,56 milhões de toneladas em setembro, 18% acima do mesmo mês de 2024.<br />🏦 Banco do Brasil oferece Opções Agro BB e Termo de Moedas (NDF) para proteção contra oscilações de preços e câmbio.<br />💰 Puts disponíveis na B3:<br />• Janeiro/26 – strike entre R$ 65,67 e R$ 68,79/sc<br />• Março/26 – strike entre R$ 67,27 e R$ 71,52/sc<br />Simulações no App BB &gt; Menu Agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse:<br /><a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>280</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,commodities,conab,exportaçõesdemilho,mercadodemilho,milho,opçõesagrobb,shutdowneua,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c7f183fab566cc642163786bf73bf2ac.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de corte: exportações aquecidas e estabilidade nos preços da arroba | BBcast Agro – 9/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-corte-exportacoes-aquecidas-e-estabilidade-nos-precos-da-arroba-bbcast-agro-9-10-2025--68069015</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da bovinocultura de corte e as perspectivas para o mercado interno e externo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 Preço da arroba do boi gordo foi cotado em R$ 306,50 em 07/10, segundo o CEPEA.<br />🌍 Exportações de carne bovina in natura somaram 314 mil toneladas em outubro, média diária de 14,3 mil toneladas — 25% acima do mesmo período de 2024.<br />💲 Preço médio de exportação alcançou US$ 5.617/tonelada, valorização de 24% frente ao ano anterior.<br />⚖️ Mercado doméstico estável, com indústrias operando em escalas de abate confortáveis (8 a 9 dias úteis).<br />🐂 Maior oferta de animais confinados em setembro pressionou os preços, reflexo de parcerias estratégicas entre confinamentos e frigoríficos.<br />🚢 Exportações sustentam o mercado e reforçam o Brasil como fornecedor global de carne bovina. A abertura do mercado japonês surge como nova oportunidade.<br />🏦 Banco do Brasil oferece Opções Agro, com puts referenciadas na B3:<br />– Dez/25: strike entre R$ 302 e R$ 322/arroba<br />– Fev/26: strike entre R$ 304 e R$ 327/arroba<br />🔹 Pelo app BB (menu Agro) é possível simular operações e consultar outros vencimentos.<br />💰 Custeio Agropecuário do BB financia despesas da produção, garantindo insumos e suporte para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68069015</guid><pubDate>Thu, 09 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68069015/20251009_bbcast_agro_cenario_da_bovinocultura_de_corte.mp3" length="1323624" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da bovinocultura de corte e as perspectivas para o mercado interno e externo.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz uma análise completa sobre o cenário da bovinocultura de corte e as perspectivas para o mercado interno e externo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📊 Preço da arroba do boi gordo foi cotado em R$ 306,50 em 07/10, segundo o CEPEA.<br />🌍 Exportações de carne bovina in natura somaram 314 mil toneladas em outubro, média diária de 14,3 mil toneladas — 25% acima do mesmo período de 2024.<br />💲 Preço médio de exportação alcançou US$ 5.617/tonelada, valorização de 24% frente ao ano anterior.<br />⚖️ Mercado doméstico estável, com indústrias operando em escalas de abate confortáveis (8 a 9 dias úteis).<br />🐂 Maior oferta de animais confinados em setembro pressionou os preços, reflexo de parcerias estratégicas entre confinamentos e frigoríficos.<br />🚢 Exportações sustentam o mercado e reforçam o Brasil como fornecedor global de carne bovina. A abertura do mercado japonês surge como nova oportunidade.<br />🏦 Banco do Brasil oferece Opções Agro, com puts referenciadas na B3:<br />– Dez/25: strike entre R$ 302 e R$ 322/arroba<br />– Fev/26: strike entre R$ 304 e R$ 327/arroba<br />🔹 Pelo app BB (menu Agro) é possível simular operações e consultar outros vencimentos.<br />💰 Custeio Agropecuário do BB financia despesas da produção, garantindo insumos e suporte para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>221</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,arroba,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,confinamento,custeioagropecuário,exportaçõesdecarne,frigoríficos,mercadodoboigordo,opçõesagro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/277889c9d9234bd054c70cd66eb8579a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: safra recorde no Espírito Santo e preços firmes no mercado | BBcast Agro – 08/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-safra-recorde-no-espirito-santo-e-precos-firmes-no-mercado-bbcast-agro-08-10-2025--68047801</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória, traz uma análise completa sobre o cenário do café conilon.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 Espírito Santo conclui a colheita da safra 2025 com produção estimada em 13,8 milhões de sacas, alta de 40,3% frente a 2024.<br />🌤️ Condições climáticas favoráveis e manejo eficiente elevaram a produtividade média para 53,5 sacas por hectare, com grãos de excelente qualidade.<br />🌍 Demanda internacional segue aquecida, impulsionada pelo café solúvel e blends industriais, consolidando o Brasil como player estratégico.<br />📊 Na Bolsa de Londres, o contrato para out/25 iniciou a semana a US$ 4.522/tonelada; no mercado interno, o tipo 7 foi cotado a R$ 1.339/saca em Vitória.<br />💡 Gestão de risco, tecnologias de pós-colheita e irrigação eficiente são fundamentais para qualidade e sustentabilidade.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece soluções de crédito para apoiar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola, com foco em estabilidade e crescimento sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68047801</guid><pubDate>Wed, 08 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68047801/20251008_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1135386" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória, traz uma análise completa sobre o cenário do café conilon.

Destaques do episódio:

📈 Espírito Santo conclui a colheita da safra 2025 com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória, traz uma análise completa sobre o cenário do café conilon.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📈 Espírito Santo conclui a colheita da safra 2025 com produção estimada em 13,8 milhões de sacas, alta de 40,3% frente a 2024.<br />🌤️ Condições climáticas favoráveis e manejo eficiente elevaram a produtividade média para 53,5 sacas por hectare, com grãos de excelente qualidade.<br />🌍 Demanda internacional segue aquecida, impulsionada pelo café solúvel e blends industriais, consolidando o Brasil como player estratégico.<br />📊 Na Bolsa de Londres, o contrato para out/25 iniciou a semana a US$ 4.522/tonelada; no mercado interno, o tipo 7 foi cotado a R$ 1.339/saca em Vitória.<br />💡 Gestão de risco, tecnologias de pós-colheita e irrigação eficiente são fundamentais para qualidade e sustentabilidade.<br />🏦 O Banco do Brasil oferece soluções de crédito para apoiar o produtor em todas as etapas da atividade agrícola, com foco em estabilidade e crescimento sustentável.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,caféconilon,caférobusta,conilon,créditorural,espíritosanto,mercadodecafé,preçosdocafé,produçãodecafé,safra2025,sustentabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dcf082aa1ee82ba3d8f7cec4d3f08b74.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima: previsão de La Niña e contrastes regionais marcam início da safra de verão | BBcast Agro – 07/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-previsao-de-la-nina-e-contrastes-regionais-marcam-inicio-da-safra-de-verao-bbcast-agro-07-10-2025--68049959</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise detalhada sobre o cenário climático para outubro de 2025 e seus impactos nas principais regiões produtoras do país.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌊 A NOAA mantém alerta de La Niña com 71% de chance de ocorrência entre outubro e dezembro; fenômeno deve ser fraco e de curta duração.<br />🌧️ Chuvas acima da média em Minas Gerais, Rio de Janeiro e parte de São Paulo, beneficiando café e cana-de-açúcar.<br />🌾 Centro-Oeste com volumes abaixo da média, exceto em áreas do oeste do MT e centro-leste do MS.<br />🌍 Norte com chuvas irregulares: déficit hídrico em Pará e Tocantins, mas precipitação acima da média no Amapá e oeste do Acre.<br />☀️ Temperaturas acima da média em quase todo o país, com destaque para sudeste do Pará, Tocantins e oeste da Bahia.<br />🌱 Condições exigem atenção ao déficit hídrico no início do plantio de verão no Centro-Oeste e manejo hídrico rigoroso no Norte e Nordeste.<br />🏦 Planejamento da safra e monitoramento climático são essenciais; o Banco do Brasil apoia o produtor com assessoria e crédito consciente.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/68049959</guid><pubDate>Tue, 07 Oct 2025 17:16:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/68049959/20251007_bbcast_agro_cenario_do_clima.mp3" length="1257325" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise detalhada sobre o cenário climático para outubro de 2025 e seus impactos nas principais regiões produtoras do país.

Destaques do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise detalhada sobre o cenário climático para outubro de 2025 e seus impactos nas principais regiões produtoras do país.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌊 A NOAA mantém alerta de La Niña com 71% de chance de ocorrência entre outubro e dezembro; fenômeno deve ser fraco e de curta duração.<br />🌧️ Chuvas acima da média em Minas Gerais, Rio de Janeiro e parte de São Paulo, beneficiando café e cana-de-açúcar.<br />🌾 Centro-Oeste com volumes abaixo da média, exceto em áreas do oeste do MT e centro-leste do MS.<br />🌍 Norte com chuvas irregulares: déficit hídrico em Pará e Tocantins, mas precipitação acima da média no Amapá e oeste do Acre.<br />☀️ Temperaturas acima da média em quase todo o país, com destaque para sudeste do Pará, Tocantins e oeste da Bahia.<br />🌱 Condições exigem atenção ao déficit hídrico no início do plantio de verão no Centro-Oeste e manejo hídrico rigoroso no Norte e Nordeste.<br />🏦 Planejamento da safra e monitoramento climático são essenciais; o Banco do Brasil apoia o produtor com assessoria e crédito consciente.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,chuvas,clima,créditorural,laniña,plantiodeverão,previsãoclimática,safra2025,sustentabilidade,temperaturas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: mercado pressionado por exportações argentinas e início do plantio no Brasil | BBcast Agro – 03/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-mercado-pressionado-por-exportacoes-argentinas-e-inicio-do-plantio-no-brasil-bbcast-agro-03-10-2025--67991005</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 Argentina retirou temporariamente as retenciones, exportando volumes recordes e pressionando os prêmios brasileiros.<br />🇺🇸 Colheita americana já supera 10% da área; negociações com a China seguem incertas e afetam cotações na CBOT.<br />🇧🇷 No Brasil, preços recuam diante da expectativa de safra recorde, apesar do dólar estável.<br />🌧️ Retorno das chuvas e zoneamento agrícola impulsionam o avanço do plantio da safra 2025/26.<br />🌊 Padrão climático La Niña deve influenciar fortemente o mercado nos próximos meses.<br />📉 Contrato futuro jan/26 na CBOT cotado a US$ 10,31/bushel; indicador CEPEA fechou em R$ 133,62/saca, queda de 4,26% em setembro.<br />🏦 Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, como travamento de câmbio e opções Agro BB (PUTs referenciadas na CBOT).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67991005</guid><pubDate>Fri, 03 Oct 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67991005/20251003_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1674867" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja.

Destaques do episódio:

🇦🇷 Argentina retirou temporariamente as retenciones, exportando volumes...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇦🇷 Argentina retirou temporariamente as retenciones, exportando volumes recordes e pressionando os prêmios brasileiros.<br />🇺🇸 Colheita americana já supera 10% da área; negociações com a China seguem incertas e afetam cotações na CBOT.<br />🇧🇷 No Brasil, preços recuam diante da expectativa de safra recorde, apesar do dólar estável.<br />🌧️ Retorno das chuvas e zoneamento agrícola impulsionam o avanço do plantio da safra 2025/26.<br />🌊 Padrão climático La Niña deve influenciar fortemente o mercado nos próximos meses.<br />📉 Contrato futuro jan/26 na CBOT cotado a US$ 10,31/bushel; indicador CEPEA fechou em R$ 133,62/saca, queda de 4,26% em setembro.<br />🏦 Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, como travamento de câmbio e opções Agro BB (PUTs referenciadas na CBOT).<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>280</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,argentina,bancodobrasil,bbcastagro,china,colheita,commodities,cotações,eua,exportações,laniña,mercadodesoja,prêmios,retenciones,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/64df9ea3f5579ea3c0346f9426d4b5b5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Avicultura: influenza aviária, exportações e custos de produção | BBcast Agro – 02/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/avicultura-influenza-aviaria-exportacoes-e-custos-de-producao-bbcast-agro-02-10-2025--67976817</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), apresenta uma análise atualizada sobre o mercado de frango de corte no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio:<br />🐔 Primeira ocorrência de influenza aviária em aviário comercial e seus impactos no setor.<br />🌎 Exportações retomam ritmo, ultrapassando volumes de 2024, mesmo com restrições parciais da União Europeia e da China.<br />📈 No mercado interno, preço do frango vivo reage e volta ao patamar pré-gripe aviária, cotado a R$ 5,60.<br />💰 Custos de produção caem em agosto, puxados pela redução no preço da ração.<br />🌽 Oportunidade para avicultores independentes aproveitarem a queda sazonal e garantirem estoque de milho com apoio do BB via CPR de frango vivo.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67976817</guid><pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67976817/20251002_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_corte.mp3" length="1058272" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), apresenta uma análise atualizada sobre o mercado de frango de corte no Brasil.

Destaques do episódio:
🐔 Primeira ocorrência de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), apresenta uma análise atualizada sobre o mercado de frango de corte no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio:<br />🐔 Primeira ocorrência de influenza aviária em aviário comercial e seus impactos no setor.<br />🌎 Exportações retomam ritmo, ultrapassando volumes de 2024, mesmo com restrições parciais da União Europeia e da China.<br />📈 No mercado interno, preço do frango vivo reage e volta ao patamar pré-gripe aviária, cotado a R$ 5,60.<br />💰 Custos de produção caem em agosto, puxados pela redução no preço da ração.<br />🌽 Oportunidade para avicultores independentes aproveitarem a queda sazonal e garantirem estoque de milho com apoio do BB via CPR de frango vivo.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>177</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,avicultura,bancodobrasil,bbcastagro,china,commodities,cprfrangovivo,custosdeprodução,exportações,frangodecorte,influenzaaviária,mercadointerno,milho,preçodofrango,ração,uniãoeuropeia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f1d9377e460d84c9b71be2440567b104.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Citricultura: reestimativa da safra, preços firmes e desafios do greening | BBcast Agro – 01/10/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/citricultura-reestimativa-da-safra-precos-firmes-e-desafios-do-greening-bbcast-agro-01-10-2025--67955736</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Carlos Brunelli, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Frutal (MG), apresenta os destaques do cenário da citricultura no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🍊 Fundecitrus revisa safra 2025/26 para 306,7 milhões de caixas, queda de 2,5% em relação à estimativa inicial.<br />🌱 Greening e clima frio e seco no inverno ampliam a queda de frutos no cinturão citrícola.<br />📉 Contratos futuros de suco concentrado e congelado (FCOJ) cotados a 240,00 cents/lb em Nova York (US$ 3.492/t).<br />🌦️ Colheita da Pêra-Rio em andamento; chuvas no Sudeste trazem otimismo ao setor.<br />💰 CEPEA: laranja Pêra in natura cotada a R$ 59,70/cx de 40,8 kg; indústria paga próximo a R$ 50,00/cx.<br />📈 Contratos antigos garantem valores acima dos atuais para alguns citricultores.<br />🧪 Plantio em novas áreas busca mitigar avanço do greening; expansão ocorre em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.<br />🏦 Banco do Brasil oferece crédito para custeio, implantação de pomares, irrigação, compra de máquinas e investimentos na citricultura.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67955736</guid><pubDate>Wed, 01 Oct 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67955736/20251001_bbcast_agro_cenario_da_citricultura.mp3" length="1326759" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Carlos Brunelli, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Frutal (MG), apresenta os destaques do cenário da citricultura no Brasil. 

Destaques do episódio:

🍊 Fundecitrus revisa safra 2025/26 para 306,7...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Carlos Brunelli, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Frutal (MG), apresenta os destaques do cenário da citricultura no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🍊 Fundecitrus revisa safra 2025/26 para 306,7 milhões de caixas, queda de 2,5% em relação à estimativa inicial.<br />🌱 Greening e clima frio e seco no inverno ampliam a queda de frutos no cinturão citrícola.<br />📉 Contratos futuros de suco concentrado e congelado (FCOJ) cotados a 240,00 cents/lb em Nova York (US$ 3.492/t).<br />🌦️ Colheita da Pêra-Rio em andamento; chuvas no Sudeste trazem otimismo ao setor.<br />💰 CEPEA: laranja Pêra in natura cotada a R$ 59,70/cx de 40,8 kg; indústria paga próximo a R$ 50,00/cx.<br />📈 Contratos antigos garantem valores acima dos atuais para alguns citricultores.<br />🧪 Plantio em novas áreas busca mitigar avanço do greening; expansão ocorre em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.<br />🏦 Banco do Brasil oferece crédito para custeio, implantação de pomares, irrigação, compra de máquinas e investimentos na citricultura.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,cinturãocitrícola,citricultura,exportações,fcoj,fundecitrus,greening,laranja,mercadospot,preçosdalaranja,safra2025,sucodelaranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e67770894d027f07b591d2ed6dc918d9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão: cenário global, recorde de safra no Brasil e ferramentas de proteção | BBcast Agro – 30/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-cenario-global-recorde-de-safra-no-brasil-e-ferramentas-de-protecao-bbcast-agro-30-09-2025--67951357</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), apresenta uma análise sobre o mercado do algodão no Brasil e no exterior.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 FED reduz juros para 4,00–4,25% ao ano, enfraquecendo o dólar e aumentando a competitividade das exportações americanas.<br />🇨🇳 Pluma dos EUA segue tarifada em 10% pela China; eventual acordo pode impactar a fatia de mercado conquistada pelo Brasil.<br />🌎 Colheita nos EUA se aproxima, enquanto no Brasil já está praticamente concluída com projeção recorde de 4 milhões de toneladas.<br />📈 Comercialização do algodão brasileiro já atinge cerca de 70% da produção.<br />🧵 Produtores brasileiros focam no beneficiamento da pluma e no cumprimento dos compromissos assumidos.<br />⚖️ Para a safra 25/26, persistem incertezas ligadas ao cenário geopolítico global.<br />🏦 Banco do Brasil apoia o setor com Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro/25 e preços de exercício entre U$c 64 e 66 por libra-peso.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67951357</guid><pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:32:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67951357/20250930_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="758439" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), apresenta uma análise sobre o mercado do algodão no Brasil e no exterior.

Destaques do episódio:

🇺🇸 FED reduz juros para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), apresenta uma análise sobre o mercado do algodão no Brasil e no exterior.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🇺🇸 FED reduz juros para 4,00–4,25% ao ano, enfraquecendo o dólar e aumentando a competitividade das exportações americanas.<br />🇨🇳 Pluma dos EUA segue tarifada em 10% pela China; eventual acordo pode impactar a fatia de mercado conquistada pelo Brasil.<br />🌎 Colheita nos EUA se aproxima, enquanto no Brasil já está praticamente concluída com projeção recorde de 4 milhões de toneladas.<br />📈 Comercialização do algodão brasileiro já atinge cerca de 70% da produção.<br />🧵 Produtores brasileiros focam no beneficiamento da pluma e no cumprimento dos compromissos assumidos.<br />⚖️ Para a safra 25/26, persistem incertezas ligadas ao cenário geopolítico global.<br />🏦 Banco do Brasil apoia o setor com Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro/25 e preços de exercício entre U$c 64 e 66 por libra-peso.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>127</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,algodão,bancodobrasil,bbcastagro,china,colheita,comercialização,commodities,dólar,eua,exportações,fed,mercadodealgodão,safrarecorde,taxadejuros</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c659877409673c2528901ebb1148c03a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários do agro: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 29/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-do-agro-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-29-09-2025--67940883</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67940883</guid><pubDate>Mon, 29 Sep 2025 15:10:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67940883/20250929_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6741065" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>422</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: cenários interno e externo, preços e ferramentas de proteção | BBcast Agro – 26/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-cenarios-interno-e-externo-precos-e-ferramentas-de-protecao-bbcast-agro-26-09-2025--67901611</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise sobre o mercado do milho no Brasil e no exterior. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Contratos futuros do milho em Chicago registram leve alta em setembro, com referência dezembro/25 cotado a US$ 4,24/bushel.<br />🚢 Forte demanda pelo milho norte-americano mantém suporte aos preços, enquanto colheita nos EUA já atinge 11% da área.<br />🌽 USDA projeta safra recorde nos EUA, estimada em 427,11 milhões de toneladas.<br />🇧🇷 No Brasil, preços recuaram 1,53% em 5 dias, com a saca cotada a R$ 64,33 em Campinas (CEPEA/B3).<br />📉 Incertezas nas exportações e volumes da safra 2024/25 ainda disponíveis pressionam as cotações.<br />📊 Conab projeta produção de 138,28 milhões de toneladas em 2025/26, 1% abaixo do recorde anterior, mas com expansão de área plantada na 1ª e 2ª safra.<br />🛡️ Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e termo de moedas (NDF) para proteção contra oscilações de preços.<br />📌 Opções de venda (PUT) com strikes:<br />• Novembro/25: entre R$ 63,62 e R$ 66,26/saca<br />• Janeiro/26: entre R$ 65,74 e R$ 69,17/saca<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67901611</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67901611/20250926_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1680979" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise sobre o mercado do milho no Brasil e no exterior. 

Destaques do episódio:

🌎 Contratos futuros do milho em Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise sobre o mercado do milho no Brasil e no exterior. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Contratos futuros do milho em Chicago registram leve alta em setembro, com referência dezembro/25 cotado a US$ 4,24/bushel.<br />🚢 Forte demanda pelo milho norte-americano mantém suporte aos preços, enquanto colheita nos EUA já atinge 11% da área.<br />🌽 USDA projeta safra recorde nos EUA, estimada em 427,11 milhões de toneladas.<br />🇧🇷 No Brasil, preços recuaram 1,53% em 5 dias, com a saca cotada a R$ 64,33 em Campinas (CEPEA/B3).<br />📉 Incertezas nas exportações e volumes da safra 2024/25 ainda disponíveis pressionam as cotações.<br />📊 Conab projeta produção de 138,28 milhões de toneladas em 2025/26, 1% abaixo do recorde anterior, mas com expansão de área plantada na 1ª e 2ª safra.<br />🛡️ Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e termo de moedas (NDF) para proteção contra oscilações de preços.<br />📌 Opções de venda (PUT) com strikes:<br />• Novembro/25: entre R$ 63,62 e R$ 66,26/saca<br />• Janeiro/26: entre R$ 65,74 e R$ 69,17/saca<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>281</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,chicago,commodities,conab,exportações,mercadodemilho,milho,opçõesagro,preçodomilho,produçãodemilho,termodemoedas,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/39ceaea75914d281dfb6f22063d422fb.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de corte: exportações, preços e estratégias de proteção | BBcast Agro – 25/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-corte-exportacoes-precos-e-estrategias-de-protecao-bbcast-agro-25-09-2025--67881305</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz uma análise sobre o cenário da bovinocultura de corte em setembro de 2025.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Exportações de carne bovina in natura somaram 209,6 mil toneladas nos primeiros 15 dias de setembro, alta de 16,6% no volume diário frente a 2024.<br />💲 Preço médio da tonelada chegou a US$ 5.626, avanço de 24,6% em relação ao ano anterior.<br />📈 Arroba do boi gordo em R$ 304,45; bezerro cotado em R$ 2.963,22, segundo indicadores CEPEA.<br />⏳ Escalas de abate alongadas, com destaque para o Mato Grosso operando em 12,5 dias, refletindo maior oferta de animais terminados.<br />📊 Rentabilidade de confinamento projetada em até 25% para dezembro em estados como MT e RS.<br />🛡️ Importância da mitigação de riscos com o uso de contratos futuros e opções de venda (PUT).<br />🏦 Banco do Brasil oferece as Opções Agro para proteção de preços, além do Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67881305</guid><pubDate>Thu, 25 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67881305/20250925_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1547912" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz uma análise sobre o cenário da bovinocultura de corte em setembro de 2025.

Destaques do episódio:

🐂 Exportações de carne...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz uma análise sobre o cenário da bovinocultura de corte em setembro de 2025.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Exportações de carne bovina in natura somaram 209,6 mil toneladas nos primeiros 15 dias de setembro, alta de 16,6% no volume diário frente a 2024.<br />💲 Preço médio da tonelada chegou a US$ 5.626, avanço de 24,6% em relação ao ano anterior.<br />📈 Arroba do boi gordo em R$ 304,45; bezerro cotado em R$ 2.963,22, segundo indicadores CEPEA.<br />⏳ Escalas de abate alongadas, com destaque para o Mato Grosso operando em 12,5 dias, refletindo maior oferta de animais terminados.<br />📊 Rentabilidade de confinamento projetada em até 25% para dezembro em estados como MT e RS.<br />🛡️ Importância da mitigação de riscos com o uso de contratos futuros e opções de venda (PUT).<br />🏦 Banco do Brasil oferece as Opções Agro para proteção de preços, além do Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>258</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bezerro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,commodities,confinamento,exportações,gestãoderisco,mercadoagro,opçõesagro,preçosagro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/abd6c96b9edde6fb3369318d175714b1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café arábica: produtividade, clima e volatilidade do mercado | BBcast Agro – 24/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-produtividade-clima-e-volatilidade-do-mercado-bbcast-agro-24-09-2025--67868161</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Oliveira Porto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise detalhada sobre o mercado do café arábica.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Colheita concluída com quebra de produtividade entre 10% e 12% e maior consumo de café de roça para produzir a saca beneficiada.<br />🌱 Cafeicultores focados na aquisição de insumos e nos tratos culturais da próxima safra.<br />🌧️ Principais regiões produtoras sem chuvas regulares há 3 meses; previsão de volumes maiores para aliviar o estresse das plantas e estimular floradas.<br />📉 Volatilidade de preços influenciada por clima, oferta brasileira, conflitos geopolíticos, estoques globais reduzidos e tarifação americana.<br />🇺🇸 EUA reduzem importações; tarifa eleva preço médio em 21% no mercado interno. Brasil busca novos destinos para cerca de 8 milhões de sacas.<br />💰 Preço da saca de 60 kg oscila entre R$ 2.200 e R$ 2.300 nas principais praças.<br />🏦 Banco do Brasil apoia o setor com crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção como termo de mercadoria e opções agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67868161</guid><pubDate>Wed, 24 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67868161/20250924_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="980845" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Oliveira Porto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise detalhada sobre o mercado do café arábica.

Destaques do episódio:

☕ Colheita concluída com quebra de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Oliveira Porto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), traz uma análise detalhada sobre o mercado do café arábica.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Colheita concluída com quebra de produtividade entre 10% e 12% e maior consumo de café de roça para produzir a saca beneficiada.<br />🌱 Cafeicultores focados na aquisição de insumos e nos tratos culturais da próxima safra.<br />🌧️ Principais regiões produtoras sem chuvas regulares há 3 meses; previsão de volumes maiores para aliviar o estresse das plantas e estimular floradas.<br />📉 Volatilidade de preços influenciada por clima, oferta brasileira, conflitos geopolíticos, estoques globais reduzidos e tarifação americana.<br />🇺🇸 EUA reduzem importações; tarifa eleva preço médio em 21% no mercado interno. Brasil busca novos destinos para cerca de 8 milhões de sacas.<br />💰 Preço da saca de 60 kg oscila entre R$ 2.200 e R$ 2.300 nas principais praças.<br />🏦 Banco do Brasil apoia o setor com crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção como termo de mercadoria e opções agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>164</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,caféarábica,clima,colheita,commodities,eua,exportações,florada,mercadodecafé,preçodocafé,produtividade,quebradesafra,tarifas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/69a9f41fb71c5f7b77ac39fc9094349d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cana-de-açúcar: menor produtividade e ATR em queda | BBcast Agro – 23/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cana-de-acucar-menor-produtividade-e-atr-em-queda-bbcast-agro-23-09-2025--67853340</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Lira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), apresenta o cenário da cana-de-açúcar. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Conab projeta produção de 668,8 milhões de toneladas de cana (-1,2% frente à safra anterior)<br />🌡️ Redução da produtividade média para 75,5 t/ha, impactada por clima adverso e incêndios<br />🔻 ATR no Centro-Sul recua para 149,79 kg/t, queda de 3,87%<br />⚖️ Preço da tonelada da cana tende a se manter estável<br />🍬 Produção de açúcar deve crescer para 44,5 milhões de toneladas<br />⛽ Etanol de cana recua 8,8%, mas o etanol de milho avança 14,5%<br />🌎 Relações comerciais Brasil–EUA seguem instáveis e merecem atenção<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67853340</guid><pubDate>Tue, 23 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67853340/20250923_bbcast_agro_cenario_do_cana.mp3" length="4238105" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Lira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), apresenta o cenário da cana-de-açúcar. 

Destaques do episódio:

📉 Conab projeta produção de 668,8 milhões de toneladas de cana...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Fabíola Lira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), apresenta o cenário da cana-de-açúcar. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 Conab projeta produção de 668,8 milhões de toneladas de cana (-1,2% frente à safra anterior)<br />🌡️ Redução da produtividade média para 75,5 t/ha, impactada por clima adverso e incêndios<br />🔻 ATR no Centro-Sul recua para 149,79 kg/t, queda de 3,87%<br />⚖️ Preço da tonelada da cana tende a se manter estável<br />🍬 Produção de açúcar deve crescer para 44,5 milhões de toneladas<br />⛽ Etanol de cana recua 8,8%, mas o etanol de milho avança 14,5%<br />🌎 Relações comerciais Brasil–EUA seguem instáveis e merecem atenção<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>265</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocios,atr,bancodobrasil,bbcastagro,bioenergia,canadeacucar,clima,commoditiesagricolas,conab,etanoldecana,etanoldemilho,mercadoagro,producaodeacucar,produtividadedacana,safra2025,unica</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e6bd6cdef4936648865afef8a3239c4a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários do agro: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 22/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-do-agro-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-22-09-2025--67855078</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, confira os destaques dos principais mercados agropecuários da semana: soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:26) – Produtores brasileiros focados no início do plantio da safra 2025/26. Mercado físico cauteloso, com cotações estáveis no curto prazo e tendência de baixa no médio prazo. Clima será determinante para o ritmo dos trabalhos em campo.<br /><br />🌽 Milho (01:15) – Nos EUA, a colheita atingiu 7% da área total, avançando três pontos percentuais em relação à semana anterior. No Brasil, o plantio da primeira safra 2025/26 alcançou 14,7% da área, com destaque para Rio Grande do Sul (53%), Paraná (24%) e Santa Catarina (15%).<br /><br />☕ Café (03:18) – Volatilidade continua devido a baixos estoques globais, quebra da safra de arábica no Brasil e restrição da oferta mundial. Chuvas previstas podem impactar diretamente lavouras e qualidade da produção. Exportações para os EUA seguem em queda.<br /><br />🐂 Boi gordo (04:17) – Brasil segue como principal fornecedor de carne bovina para o mundo, mas queda do dólar pode reduzir competitividade no exterior. No mercado doméstico, preços e demanda da indústria permanecem baixos. Superoferta de animais confinados pressiona cotações. Produtores podem usar contratos de opções e a termo para proteger margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67855078</guid><pubDate>Mon, 22 Sep 2025 20:00:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67855078/20250922_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6024905" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, confira os destaques dos principais mercados agropecuários da semana: soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:26) – Produtores brasileiros focados no início do plantio da safra 2025/26....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, confira os destaques dos principais mercados agropecuários da semana: soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:26) – Produtores brasileiros focados no início do plantio da safra 2025/26. Mercado físico cauteloso, com cotações estáveis no curto prazo e tendência de baixa no médio prazo. Clima será determinante para o ritmo dos trabalhos em campo.<br /><br />🌽 Milho (01:15) – Nos EUA, a colheita atingiu 7% da área total, avançando três pontos percentuais em relação à semana anterior. No Brasil, o plantio da primeira safra 2025/26 alcançou 14,7% da área, com destaque para Rio Grande do Sul (53%), Paraná (24%) e Santa Catarina (15%).<br /><br />☕ Café (03:18) – Volatilidade continua devido a baixos estoques globais, quebra da safra de arábica no Brasil e restrição da oferta mundial. Chuvas previstas podem impactar diretamente lavouras e qualidade da produção. Exportações para os EUA seguem em queda.<br /><br />🐂 Boi gordo (04:17) – Brasil segue como principal fornecedor de carne bovina para o mundo, mas queda do dólar pode reduzir competitividade no exterior. No mercado doméstico, preços e demanda da indústria permanecem baixos. Superoferta de animais confinados pressiona cotações. Produtores podem usar contratos de opções e a termo para proteger margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>377</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,cenáriosagro,china,commoditiesagricolas,conab,eua,exportações,milho,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja: safra definida nos EUA e expectativa pelo plantio no Brasil | BBcast Agro – 19/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-safra-definida-nos-eua-e-expectativa-pelo-plantio-no-brasil-bbcast-agro-19-09-2025--67812631</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Pedro Augusto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, apresenta o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 USDA eleva produção dos EUA para 117,05 milhões de toneladas na safra 25/26<br />🚜 Colheita americana já alcança 5% da área plantada<br />🇧🇷 Produção brasileira estimada em 175 milhões de toneladas; Argentina em 48,5 milhões<br />🐉 Importações da China projetadas em 112 milhões de toneladas<br />⛈️ Plantio no Brasil deve ganhar ritmo apenas no fim de setembro com chuvas mais consistentes<br />💹 CBOT NOV/25 fecha a US$ 10,43/bushel; preços estáveis em lateralidade<br />📊 CEPEA: soja cotada a R$ 140,29/saca em 17/09 (+0,51% no mês)<br />⚖️ Prêmios recuam com queda do dólar, mas seguem atrativos nos portos<br />🛡️ BB oferece opções de hedge como travamento de câmbio e Opções Agro BB (PUT)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67812631</guid><pubDate>Fri, 19 Sep 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67812631/20250919_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1226292" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Pedro Augusto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, apresenta o cenário da soja.

Destaques do episódio:

🌎 USDA eleva produção dos EUA para 117,05 milhões de toneladas na safra 25/26
🚜 Colheita americana já...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Pedro Augusto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, apresenta o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 USDA eleva produção dos EUA para 117,05 milhões de toneladas na safra 25/26<br />🚜 Colheita americana já alcança 5% da área plantada<br />🇧🇷 Produção brasileira estimada em 175 milhões de toneladas; Argentina em 48,5 milhões<br />🐉 Importações da China projetadas em 112 milhões de toneladas<br />⛈️ Plantio no Brasil deve ganhar ritmo apenas no fim de setembro com chuvas mais consistentes<br />💹 CBOT NOV/25 fecha a US$ 10,43/bushel; preços estáveis em lateralidade<br />📊 CEPEA: soja cotada a R$ 140,29/saca em 17/09 (+0,51% no mês)<br />⚖️ Prêmios recuam com queda do dólar, mas seguem atrativos nos portos<br />🛡️ BB oferece opções de hedge como travamento de câmbio e Opções Agro BB (PUT)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocios,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,cepea,colheitadesoja,commoditiesagricolas,exportacoesdesoja,importacoesdachina,mercadoagro,opcoesagro,plantiodesoja,protecaodeprecos,safraeua,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/856b37176c5fde967514e6bc023eede7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Queda nos preços e alta nos custos: cenário do leite em setembro | BBcast Agro – 18/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/queda-nos-precos-e-alta-nos-custos-cenario-do-leite-em-setembro-bbcast-agro-18-09-2025--67799305</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta o cenário da bovinocultura de leite.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 CEPEA: preços do leite recuam 1% em julho e 3,7% frente a 2024<br />💸 Mercado Spot indica queda de R$ 0,12/litro em agosto<br />🌾 Embrapa: custos de produção sobem 0,7% puxados pelo concentrado<br />🌍 Exportações crescem 8% em agosto, mas caem 43% em relação a 2024<br />📦 Importações de lácteos sobem 10% no mês e totalizam 172 milhões de litros equivalentes<br />⚖️ Déficit da balança comercial de lácteos em 2025 chega a US$ 554 milhões<br />📊 Conseleites projetam queda média de 3% no preço do litro em agosto<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67799305</guid><pubDate>Thu, 18 Sep 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67799305/20250918_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1062974" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta o cenário da bovinocultura de leite.

Destaques do episódio:

📉 CEPEA: preços do leite recuam 1% em julho e 3,7% frente...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta o cenário da bovinocultura de leite.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📉 CEPEA: preços do leite recuam 1% em julho e 3,7% frente a 2024<br />💸 Mercado Spot indica queda de R$ 0,12/litro em agosto<br />🌾 Embrapa: custos de produção sobem 0,7% puxados pelo concentrado<br />🌍 Exportações crescem 8% em agosto, mas caem 43% em relação a 2024<br />📦 Importações de lácteos sobem 10% no mês e totalizam 172 milhões de litros equivalentes<br />⚖️ Déficit da balança comercial de lácteos em 2025 chega a US$ 554 milhões<br />📊 Conseleites projetam queda média de 3% no preço do litro em agosto<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocios,balancacomercial,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadeleite,cepea,conseleite,custosdeproducao,embrapa,exportacoes,importacoes,laticinios,leite,mercadoagro,mercadospot</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cbe9b1f2c1143bc7493dc9f92ad2f48f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trigo: safra robusta no Mercosul e preços em queda no Brasil | BBcast Agro – 17/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trigo-safra-robusta-no-mercosul-e-precos-em-queda-no-brasil-bbcast-agro-17-09-2025--67779252</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Joseanne Arana, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta o cenário do trigo no Brasil e no mundo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 USDA projeta produção mundial em 1,078 bi t (+9 mi) e estoques em 264,1 mi t<br />🇦🇷 Argentina deve colher 20 mi t, avanço de 7,5% sobre o ciclo anterior<br />🇧🇷 Brasil: área de 2,5 mi ha e produção estimada em 7,5 mi t (-3,5% vs ago/25)<br />🚜 Colheita nacional atinge 14,6%, com GO, MG e MS praticamente concluídos<br />🌾 Paraná: 83% das lavouras em boas condições, potencial produtivo segue elevado<br />🌱 RS: lavouras todas implantadas, clima favorece bom desenvolvimento<br />💲 Preços: Cepea/PR a R$ 1.382/t (-5% no mês); RS a R$ 1.274,87/t (-2,3%)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67779252</guid><pubDate>Wed, 17 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67779252/20250917_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="3823071" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Joseanne Arana, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta o cenário do trigo no Brasil e no mundo.

Destaques do episódio:

🌎 USDA projeta produção mundial em 1,078 bi t (+9 mi) e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Joseanne Arana, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Guarapuava (PR), apresenta o cenário do trigo no Brasil e no mundo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 USDA projeta produção mundial em 1,078 bi t (+9 mi) e estoques em 264,1 mi t<br />🇦🇷 Argentina deve colher 20 mi t, avanço de 7,5% sobre o ciclo anterior<br />🇧🇷 Brasil: área de 2,5 mi ha e produção estimada em 7,5 mi t (-3,5% vs ago/25)<br />🚜 Colheita nacional atinge 14,6%, com GO, MG e MS praticamente concluídos<br />🌾 Paraná: 83% das lavouras em boas condições, potencial produtivo segue elevado<br />🌱 RS: lavouras todas implantadas, clima favorece bom desenvolvimento<br />💲 Preços: Cepea/PR a R$ 1.382/t (-5% no mês); RS a R$ 1.274,87/t (-2,3%)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>239</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocios,argentina,bancodobrasil,bbcastagro,colheita,commoditiesagricolas,conab,estoques,exportadores,mercadointerno,plantio,precos,producaotrigo,safraglobal,trigo,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91815ee0b718a6ad9f2bc0fa086165dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenários do agro: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 15/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenarios-do-agro-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-15-09-2025--67768656</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, confira os destaques dos principais mercados agropecuários da semana: soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:21) – Traders atentos à falta de procura dos chineses pela soja americana. Produtores brasileiros estão de olho no clima para o início do plantio.<br />🌽 Milho (01:23) – A colheita nos EUA já se iniciou, com 4% da área colhida. No Brasil, a Conab divulgou o 12º Levantamento de Grãos, que estima a safra 24/25 em 139,69 milhões de toneladas.<br />☕ Café (02:40) – Baixos estoques globais, quebra da safra de arábica no Brasil e restrição de oferta mundial aumentam a volatilidade no mercado externo.<br />🐂 Boi gordo (03:24) – China se mantém como principal destino da carne bovina brasileira, enquanto México, Rússia e Chile ampliam suas compras.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67768656</guid><pubDate>Mon, 15 Sep 2025 17:05:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67768656/20250915_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4725065" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, confira os destaques dos principais mercados agropecuários da semana: soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:21) – Traders atentos à falta de procura dos chineses pela soja americana....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, confira os destaques dos principais mercados agropecuários da semana: soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:21) – Traders atentos à falta de procura dos chineses pela soja americana. Produtores brasileiros estão de olho no clima para o início do plantio.<br />🌽 Milho (01:23) – A colheita nos EUA já se iniciou, com 4% da área colhida. No Brasil, a Conab divulgou o 12º Levantamento de Grãos, que estima a safra 24/25 em 139,69 milhões de toneladas.<br />☕ Café (02:40) – Baixos estoques globais, quebra da safra de arábica no Brasil e restrição de oferta mundial aumentam a volatilidade no mercado externo.<br />🐂 Boi gordo (03:24) – China se mantém como principal destino da carne bovina brasileira, enquanto México, Rússia e Chile ampliam suas compras.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>296</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,cenáriosagro,chile,china,commoditiesagricolas,conab,exportações,méxico,milho,rússia,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Milho: safra recorde nos EUA e preços firmes no Brasil | BBcast Agro – 12/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/milho-safra-recorde-nos-eua-e-precos-firmes-no-brasil-bbcast-agro-12-09-2025--67726297</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta o cenário do milho no Brasil e no mundo. A safra norte-americana avança em ritmo histórico, enquanto os preços no mercado interno mostram viés de alta.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Mercado externo: contrato dezembro/25 em Chicago recua para US$ 4,17/bushel<br />🚜 Colheita nos EUA atinge 4% da área; lavouras seguem em boas condições<br />📊 Relatório USDA de oferta e demanda pode ajustar produtividade e trazer volatilidade<br />🇧🇷 Mercado interno: CEPEA/B3 fecha a R$ 65,07/saca (+1,21% no mês)<br />🌱 Plantio da 1ª safra no Brasil alcança 28,2%; RS lidera com 39% da área semeada<br />🌽 Colheita da 2ª safra 2024/25 praticamente concluída (98,3%)<br />🛡️ BB oferece Opções Agro (PUT) com vencimentos em nov/25 (R$ 65,08–67,78) e jan/26 (R$ 67,33–70,84)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67726297</guid><pubDate>Fri, 12 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67726297/20250912_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1451990" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta o cenário do milho no Brasil e no mundo. A safra norte-americana avança em ritmo histórico, enquanto os preços no mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta o cenário do milho no Brasil e no mundo. A safra norte-americana avança em ritmo histórico, enquanto os preços no mercado interno mostram viés de alta.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 Mercado externo: contrato dezembro/25 em Chicago recua para US$ 4,17/bushel<br />🚜 Colheita nos EUA atinge 4% da área; lavouras seguem em boas condições<br />📊 Relatório USDA de oferta e demanda pode ajustar produtividade e trazer volatilidade<br />🇧🇷 Mercado interno: CEPEA/B3 fecha a R$ 65,07/saca (+1,21% no mês)<br />🌱 Plantio da 1ª safra no Brasil alcança 28,2%; RS lidera com 39% da área semeada<br />🌽 Colheita da 2ª safra 2024/25 praticamente concluída (98,3%)<br />🛡️ BB oferece Opções Agro (PUT) com vencimentos em nov/25 (R$ 65,08–67,78) e jan/26 (R$ 67,33–70,84)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>242</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocios,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,chicago,cme,colheita,commoditiesagricolas,conab,demandafirme,exportacoes,mercadointerno,milho,opcoesagro,plantio,protecaodemargens,safraeua,safrarecorde,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ecdcf0c2da9e581cdede9f7067cde1b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Bovinocultura de corte: exportações em alta e preços firmes | BBcast Agro – 11/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/bovinocultura-de-corte-exportacoes-em-alta-e-precos-firmes-bbcast-agro-11-09-2025--67723415</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta o cenário da bovinocultura de corte. O mercado segue aquecido, com preços firmes no mercado interno e exportações em ritmo acelerado.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 Arroba do boi gordo: R$ 311,70 (CEPEA/B3 – 09/09/25)<br />🏭 Indústria opera com escalas de abate confortáveis (9 dias úteis em média)<br />🚢 Exportações de carne bovina in natura em ago/25: 268,5 mil t (+23,5% vs ago/24)<br />💵 Preço médio da tonelada exportada: US$ 5.600 (+26,3%)<br />🇺🇸 EUA caem para 7º destino após tarifa; México, Rússia e Chile ampliam compras<br />🐂 China segue como principal mercado; Japão pode abrir para a carne brasileira<br />📈 BB oferece Opções Agro (PUT) referenciadas na B3<br />💳 Custeio Agropecuário BB: financiamento para insumos e despesas da produção<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67723415</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2025 17:22:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67723415/20250911_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1165949" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta o cenário da bovinocultura de corte. O mercado segue aquecido, com preços firmes no mercado interno e exportações em ritmo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), apresenta o cenário da bovinocultura de corte. O mercado segue aquecido, com preços firmes no mercado interno e exportações em ritmo acelerado.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />💰 Arroba do boi gordo: R$ 311,70 (CEPEA/B3 – 09/09/25)<br />🏭 Indústria opera com escalas de abate confortáveis (9 dias úteis em média)<br />🚢 Exportações de carne bovina in natura em ago/25: 268,5 mil t (+23,5% vs ago/24)<br />💵 Preço médio da tonelada exportada: US$ 5.600 (+26,3%)<br />🇺🇸 EUA caem para 7º destino após tarifa; México, Rússia e Chile ampliam compras<br />🐂 China segue como principal mercado; Japão pode abrir para a carne brasileira<br />📈 BB oferece Opções Agro (PUT) referenciadas na B3<br />💳 Custeio Agropecuário BB: financiamento para insumos e despesas da produção<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,bovinocultura,chile,china,commodities,custeioagropecuario,exportacoesdecarne,japao,mercadointerno,mexico,opcoesagro,pecuaria,pecuariabrasileira,pecuariadecorte,russia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5039382b12340f631292e9b80a26803f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: safra concluída e preços em recuperação | BBcast Agro – 10/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-safra-concluida-e-precos-em-recuperacao-bbcast-agro-10-09-2025--67690541</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), apresenta o cenário do café conilon.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />✅ Safra 2025 concluída com produtividade elevada e grãos mais uniformes no Espírito Santo<br />📈 Qualidade boa, favorecendo formação de lotes exportáveis<br />💹 Preços firmes: contrato em Londres inicia a semana a US$ 4.610/t<br />🇧🇷 Mercado interno: café tipo 7 a R$ 1.340/saca em Vitória, em recuperação desde agosto<br />🛡️ Produtor deve adotar instrumentos de proteção para reduzir riscos e garantir previsibilidade<br />🏦 BB oferece crédito e soluções financeiras para apoiar todas as etapas da atividade agrícola<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67690541</guid><pubDate>Wed, 10 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67690541/20250910_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="940565" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), apresenta o cenário do café conilon.

Destaques do episódio:

✅ Safra 2025 concluída com produtividade elevada e grãos mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), apresenta o cenário do café conilon.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />✅ Safra 2025 concluída com produtividade elevada e grãos mais uniformes no Espírito Santo<br />📈 Qualidade boa, favorecendo formação de lotes exportáveis<br />💹 Preços firmes: contrato em Londres inicia a semana a US$ 4.610/t<br />🇧🇷 Mercado interno: café tipo 7 a R$ 1.340/saca em Vitória, em recuperação desde agosto<br />🛡️ Produtor deve adotar instrumentos de proteção para reduzir riscos e garantir previsibilidade<br />🏦 BB oferece crédito e soluções financeiras para apoiar todas as etapas da atividade agrícola<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,cafeconilon,caferobusta,colheitaconcluida,commoditiesagricolas,creditorural,espiritosanto,exportacoes,mercadointerno,produtividadeelevada,protecaodeprecos,qualidadeexportacao,safra2025,tarifaseua</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a09f856a681935e45fb1175755d96496.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Clima: La Niña na primavera e impactos regionais| BBcast Agro – 09/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/clima-la-nina-na-primavera-e-impactos-regionais-bbcast-agro-09-09-2025--67676654</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas (SP), apresenta o cenário climático para a primavera de 2025. Destaques do episódio:<br /><br />🌊 NOAA confirma La Niña para a primavera, com maior chance de ocorrência<br />🌧️ Chuvas próximas da média em grande parte do Brasil; acima da média no Sul e noroeste do AM <br />☀️ Temperaturas acima da média em quase todo o país; até +1,5 ºC no sudoeste do PA e divisa GO/MG <br />🌱 Vulnerabilidade hídrica no sudoeste do PA, Roraima e Acre pode gerar estresse hídrico <br />🚜 Centro-Oeste e Sudeste: chuvas normais, mas calor pode acelerar fisiologia das plantas <br />🌾 Sul: chuvas levemente acima da média em SC e RS; excesso de umidade pode dificultar semeadura <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67676654</guid><pubDate>Tue, 09 Sep 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67676654/20250909_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3021790" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas (SP), apresenta o cenário climático para a primavera de 2025. Destaques do episódio:

🌊 NOAA confirma La Niña para a primavera, com maior...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas (SP), apresenta o cenário climático para a primavera de 2025. Destaques do episódio:<br /><br />🌊 NOAA confirma La Niña para a primavera, com maior chance de ocorrência<br />🌧️ Chuvas próximas da média em grande parte do Brasil; acima da média no Sul e noroeste do AM <br />☀️ Temperaturas acima da média em quase todo o país; até +1,5 ºC no sudoeste do PA e divisa GO/MG <br />🌱 Vulnerabilidade hídrica no sudoeste do PA, Roraima e Acre pode gerar estresse hídrico <br />🚜 Centro-Oeste e Sudeste: chuvas normais, mas calor pode acelerar fisiologia das plantas <br />🌾 Sul: chuvas levemente acima da média em SC e RS; excesso de umidade pode dificultar semeadura <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>bancodobrasil,bbcastagro,centrooeste,chuvas,clima,estressehidrico,inmet,lanina,noaa,norte,planejamento,precipitacao,primavera,produtividade,rebanhos,safra,sudeste,sul,temperaturas,umidadedosolo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Relatório do USDA e tarifaço no café: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 08/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/relatorio-do-usda-e-tarifaco-no-cafe-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-08-09-2025--67680893</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:25) – Pressão negativa nas cotações na CBOT; relatório do USDA em 12/09 no radar.<br />🌽 Milho (02:00) – 69% das lavouras nos EUA em boas ou excelentes condições; no Brasil, primeira safra avança.<br />☕ Café (03:25) – Volatilidade com incerteza sobre tarifas; demanda global sustenta preços no médio e longo prazos.<br />🐂 Boi gordo (04:24) – Expectativa de maior oferta de animais terminados em confinamento em novembro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67680893</guid><pubDate>Mon, 08 Sep 2025 20:36:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67680893/20250908_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6015305" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo. 

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:25) – Pressão negativa nas cotações na CBOT; relatório do USDA em 12/09 no radar.
🌽 Milho (02:00) –...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:25) – Pressão negativa nas cotações na CBOT; relatório do USDA em 12/09 no radar.<br />🌽 Milho (02:00) – 69% das lavouras nos EUA em boas ou excelentes condições; no Brasil, primeira safra avança.<br />☕ Café (03:25) – Volatilidade com incerteza sobre tarifas; demanda global sustenta preços no médio e longo prazos.<br />🐂 Boi gordo (04:24) – Expectativa de maior oferta de animais terminados em confinamento em novembro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>376</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cbot,cenariosagro,commoditiesagricolas,confinamento,exportacoes,mercadofuturo,milho,relatoriodeofertaedemanda,safra,soja,tarifaço,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Produtividade da soja abaixo do USDA e incertezas nas exportações | BBcast Agro – 05/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/produtividade-da-soja-abaixo-do-usda-e-incertezas-nas-exportacoes-bbcast-agro-05-09-2025--67637993</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, apresenta o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Produtividade nos EUA: Crop Farm Tour (3.564 kg/ha) abaixo do USDA (3.604 kg/ha), diferença de -1,3 mi t<br />🤝 Geopolítica: EUA e China prorrogam até 10/11 tarifas recíprocas<br />🚜 Início da colheita nos EUA: previsão de 116,88 mi t<br />📉 Exportações para a China seguem incertas, pressionando Chicago<br />💹 CBOT NOV/25 em 03/09: US$ 10,31/bu, leve alta frente a agosto<br />📊 CEPEA em 03/09: R$ 141,27/saca, alta nos últimos 30 dias<br />⚓ Prêmios nos portos: US$ 1,45–1,65/bu (out/25) e US$ 1,45–1,75/bu (nov/25)<br />🛡️ BB oferece hedge com opções Agro BB referenciadas na CBOT (fev/26 e abr/26)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67637993</guid><pubDate>Fri, 05 Sep 2025 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67637993/20250905_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1232561" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, apresenta o cenário da soja.

Destaques do episódio:

🌱 Produtividade nos EUA: Crop Farm Tour (3.564 kg/ha) abaixo do USDA (3.604 kg/ha), diferença de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, apresenta o cenário da soja.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Produtividade nos EUA: Crop Farm Tour (3.564 kg/ha) abaixo do USDA (3.604 kg/ha), diferença de -1,3 mi t<br />🤝 Geopolítica: EUA e China prorrogam até 10/11 tarifas recíprocas<br />🚜 Início da colheita nos EUA: previsão de 116,88 mi t<br />📉 Exportações para a China seguem incertas, pressionando Chicago<br />💹 CBOT NOV/25 em 03/09: US$ 10,31/bu, leve alta frente a agosto<br />📊 CEPEA em 03/09: R$ 141,27/saca, alta nos últimos 30 dias<br />⚓ Prêmios nos portos: US$ 1,45–1,65/bu (out/25) e US$ 1,45–1,75/bu (nov/25)<br />🛡️ BB oferece hedge com opções Agro BB referenciadas na CBOT (fev/26 e abr/26)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>206</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,biocombustivel,cbot,cepea,china,colheita,cotações,cropfarmtour,eua,exportacoes,hedge,mercadointerno,opcoesagrobb,porto,prêmios,produtividade,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c552d1d6322164984199cb07981c4320.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Exportações recordes e mercado interno aquecido: suinocultura em foco | BBcast Agro – 04/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/exportacoes-recordes-e-mercado-interno-aquecido-suinocultura-em-foco-bbcast-agro-04-09-2025--67623354</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Bruno Viglioni, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta o cenário da suinocultura no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 Exportações no 1º semestre batem recorde: 874,9 mil t (+14,7%) e US$ 2,4 bi (+25,9%)<br />🌏 Destinos: Filipinas lideram (24,6% em jun/25); China recua 11%; Japão paga +28% vs. média; Argentina multiplica por 10 os embarques<br />🛒 Mercado interno: julho fraco; agosto reage com volta às aulas e remuneração das famílias<br />💵 Preços do vivo: MG R$ 9,20/kg; SP R$ 9,38; PR R$ 8,95; RS/SC R$ 8,70<br />📉 Custos em queda (milho e farelo de soja) mantêm margens favoráveis<br />⚠️ Segundo semestre tende a ser positivo; geopolítica segue no radar<br />🛡️ BB: hedge de grãos e custeio agropecuário para planejar compras e proteger margens<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67623354</guid><pubDate>Thu, 04 Sep 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67623354/20250904_bbcast_agro_cenario_da_suinocultura.mp3" length="1321116" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Bruno Viglioni, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta o cenário da suinocultura no Brasil. 

Destaques do episódio:

🚢 Exportações no 1º semestre batem recorde: 874,9 mil t...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Bruno Viglioni, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta o cenário da suinocultura no Brasil. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🚢 Exportações no 1º semestre batem recorde: 874,9 mil t (+14,7%) e US$ 2,4 bi (+25,9%)<br />🌏 Destinos: Filipinas lideram (24,6% em jun/25); China recua 11%; Japão paga +28% vs. média; Argentina multiplica por 10 os embarques<br />🛒 Mercado interno: julho fraco; agosto reage com volta às aulas e remuneração das famílias<br />💵 Preços do vivo: MG R$ 9,20/kg; SP R$ 9,38; PR R$ 8,95; RS/SC R$ 8,70<br />📉 Custos em queda (milho e farelo de soja) mantêm margens favoráveis<br />⚠️ Segundo semestre tende a ser positivo; geopolítica segue no radar<br />🛡️ BB: hedge de grãos e custeio agropecuário para planejar compras e proteger margens<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>221</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,americalatina,argentina,asia,bancodobrasil,bbcastagro,carnesuina,china,commoditiesagricolas,custosdeproducao,dolar,exportacoesrecordes,farelodesoja,filipinas,japao,mercadointerno,milho,precodosuino,secex,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/80781dc151b7f8b0208eadb03b5f9aed.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja em foco, milho afetado pelo clima e recorde na carne bovina | BBcast Agro – 01/09/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-em-foco-milho-afetado-pelo-clima-e-recorde-na-carne-bovina-bbcast-agro-01-09-2025--67581753</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja: o mercado acompanha a oferta e demanda da soja norte-americana; no Brasil os produtores estão focados no plantio.<br />🌽 Milho: nos EUA as chuvas estão irregulares e o frio pode atingir o cinturão do milho.<br />☕ Café: instabilidade nos preços internacionais e ABIC alerta para falsificações nas embalagens de café.<br />🐂 Boi gordo: novo recorde nas exportações de carne in natura.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67581753</guid><pubDate>Mon, 01 Sep 2025 15:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67581753/20250901_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6072905" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja: o mercado acompanha a oferta e demanda da soja norte-americana; no Brasil os produtores estão focados no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja: o mercado acompanha a oferta e demanda da soja norte-americana; no Brasil os produtores estão focados no plantio.<br />🌽 Milho: nos EUA as chuvas estão irregulares e o frio pode atingir o cinturão do milho.<br />☕ Café: instabilidade nos preços internacionais e ABIC alerta para falsificações nas embalagens de café.<br />🐂 Boi gordo: novo recorde nas exportações de carne in natura.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br]]></itunes:summary><itunes:duration>380</itunes:duration><itunes:keywords>abic,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,clima,commoditiesagricolas,exportacoes,mercadointernacional,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Demanda firme e safra recorde nos EUA: milho no foco do mercado | BBcast Agro – 29/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/demanda-firme-e-safra-recorde-nos-eua-milho-no-foco-do-mercado-bbcast-agro-29-08-2025--67547060</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz o panorama do milho. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 Chicago – Contrato dezembro/25 encerra a US$ 4,06/bu; demanda firme sustenta preços.<br />🇺🇸 EUA – USDA aponta 71% das lavouras entre boas e excelentes; safra recorde no radar.<br />🇧🇷 Brasil – CEPEA/B3 indica alta mensal de 1,5%, com a saca a R$ 64,49.<br />🚜 Safra 25/26 – Plantio já iniciou no RS, com até 50% semeado no Noroeste.<br />📈 Mercado – Postura firme de vendedores e melhora dos embarques dão sustentação aos preços.<br />💡 BB – Opções Agro BB e NDF disponíveis para proteção contra oscilações de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67547060</guid><pubDate>Fri, 29 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67547060/20250829_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1508101" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz o panorama do milho. 

Destaques do episódio:

🌽 Chicago – Contrato dezembro/25 encerra a US$ 4,06/bu; demanda firme sustenta preços....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), traz o panorama do milho. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 Chicago – Contrato dezembro/25 encerra a US$ 4,06/bu; demanda firme sustenta preços.<br />🇺🇸 EUA – USDA aponta 71% das lavouras entre boas e excelentes; safra recorde no radar.<br />🇧🇷 Brasil – CEPEA/B3 indica alta mensal de 1,5%, com a saca a R$ 64,49.<br />🚜 Safra 25/26 – Plantio já iniciou no RS, com até 50% semeado no Noroeste.<br />📈 Mercado – Postura firme de vendedores e melhora dos embarques dão sustentação aos preços.<br />💡 BB – Opções Agro BB e NDF disponíveis para proteção contra oscilações de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>252</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cenariosagro,cepea,chicago,commoditiesagricolas,conab,exportacoes,mercadointerno,milho,safrarecorde,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ffa5658dc86cf50d2de2b1fda5fecc9f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado firme, exportações em alta e novas estratégias de risco: bovinocultura de corte | BBcast Agro – 28/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-firme-exportacoes-em-alta-e-novas-estrategias-de-risco-bovinocultura-de-corte-bbcast-agro-28-08-2025--67533541</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), traz uma análise do cenário da bovinocultura de corte.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Arroba do boi gordo (R$ 310,95 em 26/08, CEPEA/B3)<br />📉 Escassez de animais terminados mantém oferta restrita<br />🏭 Indústria intensifica compras no fim do mês, preparando-se para maior consumo interno<br />🚢 Exportações de carne bovina in natura crescem 35% na média diária em agosto<br />🇺🇸 Tarifa dos EUA deve redirecionar embarques para novos mercados (México, Argentina, Uruguai)<br />🛡️ Estratégias de mitigação de risco via mercado futuro e Opções Agro do BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67533541</guid><pubDate>Thu, 28 Aug 2025 10:00:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67533541/20250828_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1459827" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), traz uma análise do cenário da bovinocultura de corte.

Destaques do episódio:

🐂 Arroba do boi gordo (R$ 310,95 em 26/08, CEPEA/B3)
📉...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), traz uma análise do cenário da bovinocultura de corte.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🐂 Arroba do boi gordo (R$ 310,95 em 26/08, CEPEA/B3)<br />📉 Escassez de animais terminados mantém oferta restrita<br />🏭 Indústria intensifica compras no fim do mês, preparando-se para maior consumo interno<br />🚢 Exportações de carne bovina in natura crescem 35% na média diária em agosto<br />🇺🇸 Tarifa dos EUA deve redirecionar embarques para novos mercados (México, Argentina, Uruguai)<br />🛡️ Estratégias de mitigação de risco via mercado futuro e Opções Agro do BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,bovinoculturadecorte,carnebovina,cenariosagro,cepea,commoditiesagricolas,confinamento,custeioagropecuario,exportacoes,mercadofuturo,opcaoagro,tarifaseua</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5039382b12340f631292e9b80a26803f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Quebra de safra, tarifas dos EUA e estoques em queda: café arábica em destaque | BBcast Agro – 27/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/quebra-de-safra-tarifas-dos-eua-e-estoques-em-queda-cafe-arabica-em-destaque-bbcast-agro-27-08-2025--67520317</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, José Antônio Luiz de Oliveira Silva, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, fala sobre o mercado de café arábica. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Colheita no Brasil praticamente concluída confirma quebra de safra de 20%.<br />📈 Valorização em Nova Iorque e no físico, sustentada por estoques baixos e incertezas climáticas.<br />🇺🇸 Tarifas de 50% dos EUA seguem no radar; negociações ainda sem avanço.<br />🌍 Estoques certificados da ICE em queda e demanda firme em mercados tradicionais e emergentes.<br />🌱 Produtores antecipam tratos culturais da próxima safra, aproveitando insumos estáveis.<br />💰 Negociações internas em torno de R$ 2.200,00 por saca de 60 kg.<br />🏦 Banco do Brasil oferece crédito para custeio, investimento, comercialização e proteção de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67520317</guid><pubDate>Wed, 27 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67520317/200250827_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="940565" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, José Antônio Luiz de Oliveira Silva, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, fala sobre o mercado de café arábica. 

Destaques do episódio:

☕ Colheita no Brasil praticamente...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, José Antônio Luiz de Oliveira Silva, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, fala sobre o mercado de café arábica. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Colheita no Brasil praticamente concluída confirma quebra de safra de 20%.<br />📈 Valorização em Nova Iorque e no físico, sustentada por estoques baixos e incertezas climáticas.<br />🇺🇸 Tarifas de 50% dos EUA seguem no radar; negociações ainda sem avanço.<br />🌍 Estoques certificados da ICE em queda e demanda firme em mercados tradicionais e emergentes.<br />🌱 Produtores antecipam tratos culturais da próxima safra, aproveitando insumos estáveis.<br />💰 Negociações internas em torno de R$ 2.200,00 por saca de 60 kg.<br />🏦 Banco do Brasil oferece crédito para custeio, investimento, comercialização e proteção de preços.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cafearabica,commoditiesagricolas,consumoglobal,creditorural,ice,mercadodocafe,precoscafe,quebradesafra,tarifaseua</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/de176ceae6062febbc1613c8d181051a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Exportações de algodão brasileiro crescem 5% | BBcast Agro – 26/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/exportacoes-de-algodao-brasileiro-crescem-5-bbcast-agro-26-08-2025--67506106</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde (MT), traz o panorama do algodão.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📦 Exportações brasileiras de algodão crescem 5% em 24/25<br />🌍 Diversificação da demanda global beneficia o Brasil<br />🤝 Projeto “Missões Compradores” fortalece confiança internacional<br />💸 Custos de produção devem ser maiores na safra 25/26<br />🛡️ BB oferece proteção com hedge e Opções Agro BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67506106</guid><pubDate>Tue, 26 Aug 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67506106/20250826_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="1058116" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde (MT), traz o panorama do algodão.

Destaques do episódio:

📦 Exportações brasileiras de algodão crescem 5% em 24/25
🌍...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde (MT), traz o panorama do algodão.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📦 Exportações brasileiras de algodão crescem 5% em 24/25<br />🌍 Diversificação da demanda global beneficia o Brasil<br />🤝 Projeto “Missões Compradores” fortalece confiança internacional<br />💸 Custos de produção devem ser maiores na safra 25/26<br />🛡️ BB oferece proteção com hedge e Opções Agro BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>177</itunes:duration><itunes:keywords>abrapa,agricultura,agronegocio,algodao,anea,apexbrasil,bancodobrasil,bbcastagro,commoditiesagricolas,exportacoesdealgodao,hedgeagro,mercadodoalgodao,opcoesagrobb,pecuaria,producaodealgodao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2ef768429792daba1d8cc166da5ada7a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra dos EUA, demanda chinesa e tarifas no radar: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 25/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-dos-eua-demanda-chinesa-e-tarifas-no-radar-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-25-08-2025--67510643</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:23) – Safra dos EUA em evolução; demanda chinesa e tensões comerciais no radar.<br />🌽 Milho (01:44) – Clima monitorado na maturação das lavouras dos EUA; no Brasil, oferta elevada mantém viés de baixa em algumas praças.<br />☕ Café (03:18) – Forte volatilidade acompanhando o andamento do acordo Brasil–EUA sobre tarifas.<br />🐂 Boi gordo (04:15) – Preços tendem a se manter firmes, sustentados pelas exportações de carne bovina.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67510643</guid><pubDate>Mon, 25 Aug 2025 20:30:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67510643/20250825_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6019145" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:23) – Safra dos EUA em evolução; demanda chinesa e tensões comerciais no radar.
🌽 Milho (01:44) –...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:23) – Safra dos EUA em evolução; demanda chinesa e tensões comerciais no radar.<br />🌽 Milho (01:44) – Clima monitorado na maturação das lavouras dos EUA; no Brasil, oferta elevada mantém viés de baixa em algumas praças.<br />☕ Café (03:18) – Forte volatilidade acompanhando o andamento do acordo Brasil–EUA sobre tarifas.<br />🐂 Boi gordo (04:15) – Preços tendem a se manter firmes, sustentados pelas exportações de carne bovina.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>377</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,commoditiesagricolas,demandachinesa,exportacoes,mercadofuturo,milho,safradoseua,soja,tarifascomerciais</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado de soja em alta com relatório do USDA | BBcast Agro – 22/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-de-soja-em-alta-com-relatorio-do-usda-bbcast-agro-22-08-2025--67478450</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz as principais informações sobre o mercado da soja. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 USDA reduz produção e estoques globais de soja<br />🇧🇷 Brasil com safra estimada em 175 milhões t e exportações em 112 milhões<br />🇦🇷 Argentina mantém produção em 48,5 milhões t e amplia exportações<br />📈 Chicago reage: soja nov/25 fecha a US$ 10,35/bushel<br />💰 Indicador CEPEA sobe 2,7% no mês, cotado a R$ 142,84/sc em 20/08<br />🛢️ Programa de Biocombustíveis amplia demanda com mistura em 15%<br />📊 Opções Agro BB oferecem proteção e previsibilidade para o produtor<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67478450</guid><pubDate>Fri, 22 Aug 2025 14:09:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67478450/20250822_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1316728" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz as principais informações sobre o mercado da soja. 

Destaques do episódio:

🌎 USDA reduz produção e estoques globais de soja
🇧🇷 Brasil com safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz as principais informações sobre o mercado da soja. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌎 USDA reduz produção e estoques globais de soja<br />🇧🇷 Brasil com safra estimada em 175 milhões t e exportações em 112 milhões<br />🇦🇷 Argentina mantém produção em 48,5 milhões t e amplia exportações<br />📈 Chicago reage: soja nov/25 fecha a US$ 10,35/bushel<br />💰 Indicador CEPEA sobe 2,7% no mês, cotado a R$ 142,84/sc em 20/08<br />🛢️ Programa de Biocombustíveis amplia demanda com mistura em 15%<br />📊 Opções Agro BB oferecem proteção e previsibilidade para o produtor<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,chicagoboardoftrade,commoditiesagricolas,exportacoesdesoja,hedgeagro,mercadodasoja,opcoesagrobb,precodasoja,soja,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/698541bf27a6cb825916f6df91e8ed63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Estabilidade nos preços e queda nas exportações de lácteos | BBcast Agro – 21/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/estabilidade-nos-precos-e-queda-nas-exportacoes-de-lacteos-bbcast-agro-21-08-2025--67467017</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz o panorama da bovinocultura de leite. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preço médio do leite em junho: R$ 2,64/litro<br />📉 Mercado Spot indica pressão baixista para setembro<br />⚡ Custos sobem 0,2% puxados por energia e combustíveis<br />🌍 Exportações de lácteos recuam 30% em junho<br />📊 Importações caem 1,5% no mês, mas sobem 7% em relação a 2024<br />🔄 Déficit da balança comercial: 155 milhões de litros (US$ 72 milhões)<br />🤝 Conseleites projetam estabilidade no valor pago ao produtor<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67467017</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 12:54:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67467017/bbcast_leite.mp3" length="2765921" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz o panorama da bovinocultura de leite. 

Destaques do episódio:

🥛 Preço médio do leite em junho: R$ 2,64/litro
📉 Mercado Spot...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), traz o panorama da bovinocultura de leite. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🥛 Preço médio do leite em junho: R$ 2,64/litro<br />📉 Mercado Spot indica pressão baixista para setembro<br />⚡ Custos sobem 0,2% puxados por energia e combustíveis<br />🌍 Exportações de lácteos recuam 30% em junho<br />📊 Importações caem 1,5% no mês, mas sobem 7% em relação a 2024<br />🔄 Déficit da balança comercial: 155 milhões de litros (US$ 72 milhões)<br />🤝 Conseleites projetam estabilidade no valor pago ao produtor<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,commoditiesagricolas,conseleite,custeiodoleite,embrapa,investimentonoleite,leite,mercadodoleite,pecuaria,pecuarialeiteira,precodoleite,secex</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/62a4ad5a96673fd58802b2b4f4fb974f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra do feijão em queda e preços pressionados | BBcast Agro – 20/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-do-feijao-em-queda-e-precos-pressionados-bbcast-agro-20-08-2025--67446266</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Ana Paula Cunha, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, traz o panorama do feijão no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Produção da 2ª safra recua 7,05% em 24/25<br />📉 Paraná reduz área em 11% e sente impacto no volume colhido<br />☀️ Clima adverso limita produtividade no Sul e Sudeste<br />⚫ Feijão preto supera consumo e pressiona preços (R$ 120 a R$ 140/sc)<br />🌈 Feijão cores recua 17% em produção, mas segue com oferta elevada<br />🚜 Colheita da 3ª safra avança e deve manter preços sob pressão<br />📈 Menor oferta a partir de setembro pode melhorar remuneração<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67446266</guid><pubDate>Wed, 20 Aug 2025 10:35:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67446266/20250820_bbcast_agro_cenario_do_feijao.mp3" length="1383183" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Ana Paula Cunha, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, traz o panorama do feijão no Brasil.

Destaques do episódio:

🌱 Produção da 2ª safra recua 7,05% em 24/25
📉 Paraná reduz área em 11% e sente impacto no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Ana Paula Cunha, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, traz o panorama do feijão no Brasil.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Produção da 2ª safra recua 7,05% em 24/25<br />📉 Paraná reduz área em 11% e sente impacto no volume colhido<br />☀️ Clima adverso limita produtividade no Sul e Sudeste<br />⚫ Feijão preto supera consumo e pressiona preços (R$ 120 a R$ 140/sc)<br />🌈 Feijão cores recua 17% em produção, mas segue com oferta elevada<br />🚜 Colheita da 3ª safra avança e deve manter preços sob pressão<br />📈 Menor oferta a partir de setembro pode melhorar remuneração<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,commoditiesagricolas,conab,custeiodofeijao,feijao,feijaocores,feijaopreto,investimentonofeijao,mercadodofeijao,pecuaria,precodofeijao,safradefeijao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7116e118c4510a74faf94064d1dd79ff.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra da cana em queda e mercado pressionado pelo açúcar | BBcast Agro – 19/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-da-cana-em-queda-e-mercado-pressionado-pelo-acucar-bbcast-agro-19-08-2025--67422293</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, André Longhi Javarez, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto (SP), apresenta o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Moagem no Centro-Sul cai 8,57% na safra 25/26<br />🍬 Produção de açúcar recua 7,76% apesar do mix mais açucareiro<br />📉 ATR acumula queda de 4,77% no ciclo<br />🌧️ Chuvas abaixo do ideal impactam a produção<br />🌎 Oferta global deve manter o açúcar pressionado<br />⛽ Etanol hidratado segue estável em SP<br />🌐 Relações comerciais Brasil–EUA em forte instabilidade<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67422293</guid><pubDate>Tue, 19 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67422293/20250819_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="2304208" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, André Longhi Javarez, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto (SP), apresenta o cenário da cana-de-açúcar.

Destaques do episódio:

🌱 Moagem no Centro-Sul cai 8,57% na safra 25/26
🍬...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, André Longhi Javarez, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto (SP), apresenta o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Moagem no Centro-Sul cai 8,57% na safra 25/26<br />🍬 Produção de açúcar recua 7,76% apesar do mix mais açucareiro<br />📉 ATR acumula queda de 4,77% no ciclo<br />🌧️ Chuvas abaixo do ideal impactam a produção<br />🌎 Oferta global deve manter o açúcar pressionado<br />⛽ Etanol hidratado segue estável em SP<br />🌐 Relações comerciais Brasil–EUA em forte instabilidade<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>144</itunes:duration><itunes:keywords>açúcar,agronegócio,atr,bancodobrasil,bbcastagro,canadeacucar,clima,commoditiesagricolas,etanol,exportacoes,mercadodeaçúcar,preçodoetanol,relacoesbrasileua,safradecana,unica</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9755ad1234d10db79e1c31632c8a04b1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>USDA e clima nos EUA no radar: soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 18/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/usda-e-clima-nos-eua-no-radar-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-18-08-2025--67421611</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:22) – Safra dos EUA em evolução; USDA e conflitos comerciais no foco do mercado.<br /><br />🌽 Milho (01:40) – Clima favorável nos EUA mantém viés de baixa; exportações brasileiras podem segurar preços internos.<br /><br />☕ Café (03:08) – Forte volatilidade acompanhando o acordo Brasil–EUA sobre tarifas.<br /><br />🐂 Boi gordo (04:17) – Intenção de confinamento aumenta em relação a 2024.<br /><br />Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67421611</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 20:53:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67421611/20250818_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="5995721" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.

Destaques do episódio:

🌱 Soja (00:22) – Safra dos EUA em evolução; USDA e conflitos comerciais no foco do mercado.

🌽 Milho (01:40) –...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos um panorama objetivo dos mercados de soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌱 Soja (00:22) – Safra dos EUA em evolução; USDA e conflitos comerciais no foco do mercado.<br /><br />🌽 Milho (01:40) – Clima favorável nos EUA mantém viés de baixa; exportações brasileiras podem segurar preços internos.<br /><br />☕ Café (03:08) – Forte volatilidade acompanhando o acordo Brasil–EUA sobre tarifas.<br /><br />🐂 Boi gordo (04:17) – Intenção de confinamento aumenta em relação a 2024.<br /><br />Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>375</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,cafe,cenariosagro,cepea,climanoseua,commoditiesagricolas,conab,confinamento,exportacoes,mercadofuturo,milho,soja,tarifaseua,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra recorde nos EUA pressiona preços do milho | BBcast Agro – 15/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-recorde-nos-eua-pressiona-precos-do-milho-bbcast-agro-15-08-2025--67367578</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta o cenário do milho neste início de agosto.<br /><br />A divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA trouxe previsões históricas para a safra 2025/26 norte-americana, com aumento expressivo na produção e estoques finais, o que pressionou os contratos futuros em Chicago. No Brasil, a produção recorde da 2ª safra, somada ao baixo ritmo de exportações e à retração de compradores domésticos, mantém os preços em queda.<br /><br />Danilo também detalha as oportunidades de proteção de preços com as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF).<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 USDA projeta safra recorde de 425,26 milhões t de milho nos EUA<br />📉 Contrato dezembro/25 cai 3,24% na Bolsa de Chicago<br />🇧🇷 Colheita da 2ª safra brasileira chega a 83,7% da área<br />💲 Indicador milho CEPEA/B3 fecha a R$ 63,89/sc<br />🛡️ Opções Agro BB: proteção de preços até novembro/25<br />💰 Termo de Moedas (NDF) para mitigar risco cambial<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67367578</guid><pubDate>Fri, 15 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67367578/20250815_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1614994" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta o cenário do milho neste início de agosto.

A divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA trouxe previsões históricas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta o cenário do milho neste início de agosto.<br /><br />A divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA trouxe previsões históricas para a safra 2025/26 norte-americana, com aumento expressivo na produção e estoques finais, o que pressionou os contratos futuros em Chicago. No Brasil, a produção recorde da 2ª safra, somada ao baixo ritmo de exportações e à retração de compradores domésticos, mantém os preços em queda.<br /><br />Danilo também detalha as oportunidades de proteção de preços com as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF).<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />🌽 USDA projeta safra recorde de 425,26 milhões t de milho nos EUA<br />📉 Contrato dezembro/25 cai 3,24% na Bolsa de Chicago<br />🇧🇷 Colheita da 2ª safra brasileira chega a 83,7% da área<br />💲 Indicador milho CEPEA/B3 fecha a R$ 63,89/sc<br />🛡️ Opções Agro BB: proteção de preços até novembro/25<br />💰 Termo de Moedas (NDF) para mitigar risco cambial<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>270</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadechicago,cepea,colheitademilho,conab,créditoagro,exportaçõesdemilho,mercadodomilho,mitigaçãoderisco,opçõesagro,preçodomilho,produçãodemilho,safrarecorde,termodemoedas,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/573df82c479ebf0e88045b3915f14a55.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Exportações em alta e estratégias de proteção marcam a bovinocultura | BBcast Agro – 14/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/exportacoes-em-alta-e-estrategias-de-protecao-marcam-a-bovinocultura-bbcast-agro-14-08-2025--67360719</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta o cenário da bovinocultura de corte neste mês de agosto.<br /><br />As exportações de carne bovina in natura registraram forte crescimento, tanto em volume quanto no preço médio, com destaque para a média diária de 12 mil toneladas embarcadas em julho. <br /><br />No mercado interno, a arroba do boi e o preço do bezerro seguem em alta, mas as incertezas com a possível tarifa de 50% nos EUA exigem atenção redobrada do produtor.<br /><br />Luciane também explica as oportunidades para travar preços no mercado futuro e detalha as condições das Opções Agro BB para garantir a rentabilidade da atividade. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📦 Exportações diárias de carne bovina sobem 16,7%<br />💲 Preço médio da tonelada avança 25,9% frente a 2024<br />📈 Arroba do boi e bezerro apresentam alta em agosto<br />🇺🇸 Tarifa de 50% dos EUA ainda sem definição<br />🛡️ Opções Agro BB: proteção de preços até novembro/25<br />💰 Crédito para insumos com o Custeio Agropecuário BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67360719</guid><pubDate>Thu, 14 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67360719/20250814_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1361711" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta o cenário da bovinocultura de corte neste mês de agosto.

As exportações de carne bovina in natura registraram forte...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciane Seraphim, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta o cenário da bovinocultura de corte neste mês de agosto.<br /><br />As exportações de carne bovina in natura registraram forte crescimento, tanto em volume quanto no preço médio, com destaque para a média diária de 12 mil toneladas embarcadas em julho. <br /><br />No mercado interno, a arroba do boi e o preço do bezerro seguem em alta, mas as incertezas com a possível tarifa de 50% nos EUA exigem atenção redobrada do produtor.<br /><br />Luciane também explica as oportunidades para travar preços no mercado futuro e detalha as condições das Opções Agro BB para garantir a rentabilidade da atividade. <br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />📦 Exportações diárias de carne bovina sobem 16,7%<br />💲 Preço médio da tonelada avança 25,9% frente a 2024<br />📈 Arroba do boi e bezerro apresentam alta em agosto<br />🇺🇸 Tarifa de 50% dos EUA ainda sem definição<br />🛡️ Opções Agro BB: proteção de preços até novembro/25<br />💰 Crédito para insumos com o Custeio Agropecuário BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>227</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,chinacarnebovina,créditoagro,exportaçõesdecarne,mercadodoboi,mercadofuturo,mitigaçãoderisco,opçõesagro,pecuáriadecorte,preçodobezerro,tarifaseua</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5039382b12340f631292e9b80a26803f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: preços recuam 50% e tarifa dos EUA traz incertezas | BBcast Agro – 13/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-precos-recuam-50-e-tarifa-dos-eua-traz-incertezas-bbcast-agro-13-08-2025--67355951</link><description><![CDATA[No BBcast Agro desta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, Gildenize Barbosa, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), traz um panorama completo do café conilon.<br /><br />A colheita está em fase final, com produtividade acima da safra anterior, mas o mercado enfrenta queda expressiva nos preços e desafios na comercialização.<br /><br />A retomada da produção no Vietnã ampliou a oferta global, pressionando cotações mesmo com estoques baixos. A tarifa imposta pelos EUA paralisa negócios com o país e aumenta a incerteza para exportadores.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Safra 2025 – produtividade superior, com recomendação de tratos culturais pós-colheita para garantir vigor da lavoura.<br /><br />📉 Preços – queda de cerca de 50% desde o pico do início do ano; contrato setembro/25 na Bolsa de Londres recuou US$ 78/t, cotado a US$ 3.650.<br /><br />🇺🇸 Tarifa EUA – custo repassado ao varejo americano, gerando retração de negócios; operações com Europa, China e América do Sul seguem ativas.<br /><br />🏭 Industrialização baixa – apenas 2,8% do café exportado é processado no Brasil.<br /><br />Recomendações: acompanhar o mercado, usar mecanismos de proteção e aproveitar janelas de alta para negociar. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67355951</guid><pubDate>Wed, 13 Aug 2025 13:19:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67355951/20250813_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="3181086" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No BBcast Agro desta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, Gildenize Barbosa, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), traz um panorama completo do café conilon.

A colheita está em fase final, com produtividade acima da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No BBcast Agro desta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, Gildenize Barbosa, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), traz um panorama completo do café conilon.<br /><br />A colheita está em fase final, com produtividade acima da safra anterior, mas o mercado enfrenta queda expressiva nos preços e desafios na comercialização.<br /><br />A retomada da produção no Vietnã ampliou a oferta global, pressionando cotações mesmo com estoques baixos. A tarifa imposta pelos EUA paralisa negócios com o país e aumenta a incerteza para exportadores.<br /><br />Destaques do episódio:<br /><br />☕ Safra 2025 – produtividade superior, com recomendação de tratos culturais pós-colheita para garantir vigor da lavoura.<br /><br />📉 Preços – queda de cerca de 50% desde o pico do início do ano; contrato setembro/25 na Bolsa de Londres recuou US$ 78/t, cotado a US$ 3.650.<br /><br />🇺🇸 Tarifa EUA – custo repassado ao varejo americano, gerando retração de negócios; operações com Europa, China e América do Sul seguem ativas.<br /><br />🏭 Industrialização baixa – apenas 2,8% do café exportado é processado no Brasil.<br /><br />Recomendações: acompanhar o mercado, usar mecanismos de proteção e aproveitar janelas de alta para negociar. <br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,bolsadelondres,cafeconilon,cafeicultura,colheitacafe,cooabriel,espíritosanto,exportacaocafe,industrializacaocafe,mecanismosdeprotecao,precoscafe,tarifaeua,vietnacafe</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/26fdaa14a521f3e6a9380885047d3315.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Tarifa de 50% nos EUA pressiona manga e uva do Vale do São Francisco | BBcast Agro – 12/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/tarifa-de-50-nos-eua-pressiona-manga-e-uva-do-vale-do-sao-francisco-bbcast-agro-12-08-2025--67343937</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Narcélio Goes, assessor de Agronegócios em Mossoró (RN), analisa o impacto da elevação da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros nos Estados Unidos e o efeito direto na fruticultura do Vale do São Francisco.<br /><br />Entenda por que manga e uva — produtos com janelas de exportação estratégicas — podem ter o destino de venda alterado, quais são os riscos de queda de preços e que caminhos os produtores podem buscar para mitigar perdas.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🥭 Manga – os EUA importaram cerca de 14% da manga exportada pelo Vale em 2024 (dados Abrafrutas); a tarifa de 50% ameaça esse mercado.<br /><br />🍇 Uva – aproximadamente 26% da uva exportada pelo Vale foi para os EUA em 2024; impacto potencialmente maior se a tarifa for mantida.<br /><br />🌍 Redirecionar frutas para a Europa pode gerar superoferta e queda de preços naquele continente — efeito dominó pode reduzir preços também no mercado interno.<br /><br />⏳ Janelas de exportação (setembro/outubro) são críticas; algumas fazendas já têm lotes (como a variedade Tommy Atkins) prontos com destino incerto.<br /><br />🔄 Tendência: caso a tarifa permaneça, produtores e indústria deverão buscar novos mercados e rotas comerciais.<br /><br />Recomendações: planejar logística, diversificar destinos, avaliar estoques e consultar opções de crédito e apoio técnico junto ao gerente ou parceiro agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67343937</guid><pubDate>Tue, 12 Aug 2025 13:39:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67343937/20250812_bbcast_agro_cenario_da_fruticultura.mp3" length="3251303" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Narcélio Goes, assessor de Agronegócios em Mossoró (RN), analisa o impacto da elevação da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros nos Estados Unidos e o efeito direto na fruticultura do Vale do São Francisco....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Narcélio Goes, assessor de Agronegócios em Mossoró (RN), analisa o impacto da elevação da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros nos Estados Unidos e o efeito direto na fruticultura do Vale do São Francisco.<br /><br />Entenda por que manga e uva — produtos com janelas de exportação estratégicas — podem ter o destino de venda alterado, quais são os riscos de queda de preços e que caminhos os produtores podem buscar para mitigar perdas.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🥭 Manga – os EUA importaram cerca de 14% da manga exportada pelo Vale em 2024 (dados Abrafrutas); a tarifa de 50% ameaça esse mercado.<br /><br />🍇 Uva – aproximadamente 26% da uva exportada pelo Vale foi para os EUA em 2024; impacto potencialmente maior se a tarifa for mantida.<br /><br />🌍 Redirecionar frutas para a Europa pode gerar superoferta e queda de preços naquele continente — efeito dominó pode reduzir preços também no mercado interno.<br /><br />⏳ Janelas de exportação (setembro/outubro) são críticas; algumas fazendas já têm lotes (como a variedade Tommy Atkins) prontos com destino incerto.<br /><br />🔄 Tendência: caso a tarifa permaneça, produtores e indústria deverão buscar novos mercados e rotas comerciais.<br /><br />Recomendações: planejar logística, diversificar destinos, avaliar estoques e consultar opções de crédito e apoio técnico junto ao gerente ou parceiro agro.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>abrafrutas,agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,creditorural,exportacaofrutas,fruticultura,janeladeexportacao,logisticaagro,manga,mercadoeuropeu,mercadointerno,superoferta,tarifaeua,tommyatkins,uva,valedosaofrancisco</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9f70e3814a64b744cca363f5e50f1cac.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja, milho, café e boi: oferta global e tarifas mantêm mercados voláteis | BBcast Agro – 11/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-milho-cafe-e-boi-oferta-global-e-tarifas-mantem-mercados-volateis-bbcast-agro-11-08-2025--67334052</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos os fatos mais relevantes que devem impactar as commodities — soja, milho, café e boi gordo — nas próximas semanas.<br /><br />A análise combina dados de USDA, Conab e indicadores de mercado para explicar por que a oferta global, mudanças tarifárias e fatores climáticos estão ditando o movimento de preços.<br /><br />Principais pontos do episódio:<br /><br />🌱 Soja: cotações pressionadas pela expectativa de maior oferta global; relatório mensal do USDA pode reforçar cenário. A demanda chinesa segue importante para os prêmios no Brasil. O aumento da mistura de biodiesel para B15 intensifica a concorrência pelo produto e tem efeito no curto prazo.<br /><br />🌽 Milho: condições favoráveis nos EUA — cerca de 73% das lavouras em boas/excelentes condições (USDA) — e previsão de chuvas bem distribuídas. Relatório do USDA (12/08) pode movimentar a CBOT; no Brasil, a 2ª safra registra atraso na colheita, com Conab apontando 75,2% colhido até 2/8 e Mato Grosso com ~95% da área colhida.<br /><br />☕ Café: tensões comerciais (tarifas) trazem volatilidade; avanço da colheita no Brasil e em outros países amplia oferta e pressiona preços. Risco climático pontual (massa de ar polar) pode elevar a atenção do mercado no curto prazo.<br /><br />🐂 Boi gordo: postura cautelosa dos pecuaristas mantém o mercado mais firme; escalas de abate em queda por menor oferta de boiada gorda. Possível tarifação sobre importações pode reduzir competitividade do produto brasileiro, exigindo busca por novos mercados.<br /><br />Recomendação: em ambientes voláteis, estratégias de mitigação — contratos a termo, futuros e opções — são fundamentais para preservar margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67334052</guid><pubDate>Mon, 11 Aug 2025 18:31:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67334052/20250811_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4825673" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos os fatos mais relevantes que devem impactar as commodities — soja, milho, café e boi gordo — nas próximas semanas.

A análise combina dados de USDA, Conab e indicadores de mercado para explicar por que a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos os fatos mais relevantes que devem impactar as commodities — soja, milho, café e boi gordo — nas próximas semanas.<br /><br />A análise combina dados de USDA, Conab e indicadores de mercado para explicar por que a oferta global, mudanças tarifárias e fatores climáticos estão ditando o movimento de preços.<br /><br />Principais pontos do episódio:<br /><br />🌱 Soja: cotações pressionadas pela expectativa de maior oferta global; relatório mensal do USDA pode reforçar cenário. A demanda chinesa segue importante para os prêmios no Brasil. O aumento da mistura de biodiesel para B15 intensifica a concorrência pelo produto e tem efeito no curto prazo.<br /><br />🌽 Milho: condições favoráveis nos EUA — cerca de 73% das lavouras em boas/excelentes condições (USDA) — e previsão de chuvas bem distribuídas. Relatório do USDA (12/08) pode movimentar a CBOT; no Brasil, a 2ª safra registra atraso na colheita, com Conab apontando 75,2% colhido até 2/8 e Mato Grosso com ~95% da área colhida.<br /><br />☕ Café: tensões comerciais (tarifas) trazem volatilidade; avanço da colheita no Brasil e em outros países amplia oferta e pressiona preços. Risco climático pontual (massa de ar polar) pode elevar a atenção do mercado no curto prazo.<br /><br />🐂 Boi gordo: postura cautelosa dos pecuaristas mantém o mercado mais firme; escalas de abate em queda por menor oferta de boiada gorda. Possível tarifação sobre importações pode reduzir competitividade do produto brasileiro, exigindo busca por novos mercados.<br /><br />Recomendação: em ambientes voláteis, estratégias de mitigação — contratos a termo, futuros e opções — são fundamentais para preservar margens.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>302</itunes:duration><itunes:keywords>agronegocio,bancodobrasil,bbcastagro,biodieselb15,boigordo,brotonoticias,cafe,cbot,cepea,conab,exportacoesdecarne,mercadoagricola,milho,opcoesagro,protecaodepreco,segundasafra,soja,tarifaeua,usda,volatilidadedeprecos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado da Soja em Agosto 2025 | Volatilidade, EUA x China e Oportunidades de Hedge</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-da-soja-em-agosto-2025-volatilidade-eua-x-china-e-oportunidades-de-hedge--67291864</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja no mercado internacional e brasileiro, destacando as tensões geopolíticas, projeções da safra norte-americana e as estratégias de proteção ao produtor.<br /><br /> 📉 Alta volatilidade em Chicago<br />O mercado futuro da soja na CBOT (Bolsa de Chicago) segue volátil devido a:<br /><ul><li>Incógnitas nas relações EUA x China</li><li>Boas previsões climáticas nos EUA</li><li>Extensão da trégua tarifária por mais 90 dias</li></ul>📆 Em 06/08/2025:<br /><ul><li>Contrato nov/25 CBOT: US$ 9,85/bushel</li><li>Indicador CEPEA: R$ 138,83/saca (alta de 0,44% no mês)</li></ul>🌎 Cenário internacional<br /><ul><li>USDA divulgará novo boletim de oferta e demanda em 12/08</li><li>Expectativas favoráveis para a safra norte-americana</li><li>Tensões comerciais com Trump seguem pressionando os preços</li></ul>🛢️ Demanda interna fortalecida<br /><ul><li>Política de biocombustível com B15 (biodiesel a 15%)</li><li>Prêmios portuários em alta:<ul><li>Ago/25: entre US$ 1,35 e US$ 1,58/bushel</li><li>Set/25: entre US$ 1,55 e US$ 1,70/bushel</li></ul></li></ul>💼 Proteção e previsibilidade com BB<br />Para enfrentar o cenário volátil e proteger a margem de lucro, o Banco do Brasil oferece:<br /><ul><li>Operações de hedge cambial</li><li>Opções Agro BB com PUTs baseadas na CBOT</li></ul>📲 Confira os preços garantidos atuais:<br /><ul><li>Ago/25: Strike entre US$ 9,45 e US$ 9,70/bushel</li><li>Fev/26: Strike entre US$ 9,70 e US$ 10,25/bushel</li></ul>Simule e contrate via App BB - Menu -  Agro - Opções Agro.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67291864</guid><pubDate>Fri, 08 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67291864/20250808_bbcast_agro_soja.mp3" length="1371742" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja no mercado internacional e brasileiro, destacando as tensões geopolíticas, projeções da safra norte-americana e as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise completa sobre o cenário da soja no mercado internacional e brasileiro, destacando as tensões geopolíticas, projeções da safra norte-americana e as estratégias de proteção ao produtor.<br /><br /> 📉 Alta volatilidade em Chicago<br />O mercado futuro da soja na CBOT (Bolsa de Chicago) segue volátil devido a:<br /><ul><li>Incógnitas nas relações EUA x China</li><li>Boas previsões climáticas nos EUA</li><li>Extensão da trégua tarifária por mais 90 dias</li></ul>📆 Em 06/08/2025:<br /><ul><li>Contrato nov/25 CBOT: US$ 9,85/bushel</li><li>Indicador CEPEA: R$ 138,83/saca (alta de 0,44% no mês)</li></ul>🌎 Cenário internacional<br /><ul><li>USDA divulgará novo boletim de oferta e demanda em 12/08</li><li>Expectativas favoráveis para a safra norte-americana</li><li>Tensões comerciais com Trump seguem pressionando os preços</li></ul>🛢️ Demanda interna fortalecida<br /><ul><li>Política de biocombustível com B15 (biodiesel a 15%)</li><li>Prêmios portuários em alta:<ul><li>Ago/25: entre US$ 1,35 e US$ 1,58/bushel</li><li>Set/25: entre US$ 1,55 e US$ 1,70/bushel</li></ul></li></ul>💼 Proteção e previsibilidade com BB<br />Para enfrentar o cenário volátil e proteger a margem de lucro, o Banco do Brasil oferece:<br /><ul><li>Operações de hedge cambial</li><li>Opções Agro BB com PUTs baseadas na CBOT</li></ul>📲 Confira os preços garantidos atuais:<br /><ul><li>Ago/25: Strike entre US$ 9,45 e US$ 9,70/bushel</li><li>Fev/26: Strike entre US$ 9,70 e US$ 10,25/bushel</li></ul>Simule e contrate via App BB - Menu -  Agro - Opções Agro.]]></itunes:summary><itunes:duration>229</itunes:duration><itunes:keywords>agrícolas,agronegócio,b15,biodiesel,brasi,cbot,cepea,china,comercialização,commodities,crédito,estratégias,eua,hedge,mercado,soja,volatilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado de Ovos Comerciais em Alta | Exportações, Custos e Rentabilidade |BBcast Agro – 07/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-de-ovos-comerciais-em-alta-exportacoes-custos-e-rentabilidade-bbcast-agro-07-08-2025--67277703</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz uma análise estratégica sobre o desempenho da produção de ovos comerciais e os principais impactos para a avicultura brasileira em 2025.<br /><br /> 📊 Exportações em alta:<br />Segundo a SECEX, o Brasil exportou em julho de 2025 5.250 toneladas de ovos e derivados, gerando uma receita de US$ 15 milhões, com aumentos de 117,4% em volume e 67,7% em valor comparado a julho de 2024.<br /><br /> 💰 Mercado interno:<br />De acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa com 30 dúzias de ovos brancos em Bastos/SP foi de R$ 149,48 em julho/25, o que representa uma alta de 12,17% frente a 2024, apesar da queda de 9,1% em relação a junho/25.<br /><br /> 🌽🌱 Custo dos insumos:<ul><li>Milho: alta de 11,21% frente a julho de 2024</li><li>Farelo de soja: queda de 30,6% no mesmo período</li></ul>⚖️ Relação de troca:<ul><li>Julho/25: 1 dúzia de ovos = 4,70 kg de milho</li><li>Farelo de soja: 1 dúzia = 3,44 kg</li><li>Melhor troca foi em fevereiro/25: 5,05 kg/dz</li></ul>📉 Em um cenário de custos voláteis, o Banco do Brasil oferece ferramentas de mitigação de riscos, como:<ul><li>Termo de Mercadoria e Opções Agro</li><li>Crédito para custeio e investimentos na avicultura</li></ul>💡 Invista com planejamento e segurança.<br /><br />📲 Acesse o app BB &gt; Menu Agro e converse com seu gerente.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67277703</guid><pubDate>Thu, 07 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67277703/20250807_bbcast_agro_avicultura_de_postura.mp3" length="973322" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz uma análise estratégica sobre o desempenho da produção de ovos comerciais e os principais impactos para a avicultura brasileira em 2025.

 📊 Exportações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz uma análise estratégica sobre o desempenho da produção de ovos comerciais e os principais impactos para a avicultura brasileira em 2025.<br /><br /> 📊 Exportações em alta:<br />Segundo a SECEX, o Brasil exportou em julho de 2025 5.250 toneladas de ovos e derivados, gerando uma receita de US$ 15 milhões, com aumentos de 117,4% em volume e 67,7% em valor comparado a julho de 2024.<br /><br /> 💰 Mercado interno:<br />De acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa com 30 dúzias de ovos brancos em Bastos/SP foi de R$ 149,48 em julho/25, o que representa uma alta de 12,17% frente a 2024, apesar da queda de 9,1% em relação a junho/25.<br /><br /> 🌽🌱 Custo dos insumos:<ul><li>Milho: alta de 11,21% frente a julho de 2024</li><li>Farelo de soja: queda de 30,6% no mesmo período</li></ul>⚖️ Relação de troca:<ul><li>Julho/25: 1 dúzia de ovos = 4,70 kg de milho</li><li>Farelo de soja: 1 dúzia = 3,44 kg</li><li>Melhor troca foi em fevereiro/25: 5,05 kg/dz</li></ul>📉 Em um cenário de custos voláteis, o Banco do Brasil oferece ferramentas de mitigação de riscos, como:<ul><li>Termo de Mercadoria e Opções Agro</li><li>Crédito para custeio e investimentos na avicultura</li></ul>💡 Invista com planejamento e segurança.<br /><br />📲 Acesse o app BB &gt; Menu Agro e converse com seu gerente.]]></itunes:summary><itunes:duration>163</itunes:duration><itunes:keywords>avicultura,cepea,crédito,exportação,farelo,granja,mercado,milho,ovos,preço,produção,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b1695769654f89810b9afd53e13a4ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário da Citricultura | Tarifas dos EUA, Exportações e Nova Safra de Laranja | BBcast Agro – 06/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-da-citricultura-tarifas-dos-eua-exportacoes-e-nova-safra-de-laranja-bbcast-agro-06-08-2025--67262322</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), traz uma análise essencial para produtores e exportadores sobre o impacto das novas tarifas americanas na citricultura brasileira, com foco no mercado de suco de laranja.<br /><br /> 📈 Em 30 de julho de 2025, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva com tarifa extra de 40% sobre produtos brasileiros. No entanto, o suco de laranja ficou de fora da lista de tarifação, trazendo alívio para o setor que viu os EUA representarem 41,7% das exportações brasileiras da safra 2024/25, somando mais de US$ 1,3 bilhão em faturamento.<br /><br /> 🌱 A safra 2025/26 já começou, com a colheita das variedades Hamlin e Westin. A retirada da tarifa sobre o suco deve permitir a retomada de contratos e a liquidez do mercado, que estava em compasso de espera.<br /><br /> 📍 Outro ponto importante é a expansão de pomares em áreas com baixa incidência de Greening, doença que desafia a citricultura brasileira.<br /><br /> 🚜 Para impulsionar sua produção com segurança e estratégia, o Banco do Brasil oferece crédito para implantação de pomares, irrigação, compra de maquinário e custeio agrícola, com assessoria técnica especializada.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal e acompanhe as atualizações do agronegócio direto de quem vive o campo todos os dias.<br /><br /> 📌 BB: parceiro da citricultura com soluções para crescer com sustentabilidade.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67262322</guid><pubDate>Wed, 06 Aug 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67262322/20250806_bbcast_agro_citricultura.mp3" length="1219396" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), traz uma análise essencial para produtores e exportadores sobre o impacto das novas tarifas americanas na citricultura brasileira, com foco no mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), traz uma análise essencial para produtores e exportadores sobre o impacto das novas tarifas americanas na citricultura brasileira, com foco no mercado de suco de laranja.<br /><br /> 📈 Em 30 de julho de 2025, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva com tarifa extra de 40% sobre produtos brasileiros. No entanto, o suco de laranja ficou de fora da lista de tarifação, trazendo alívio para o setor que viu os EUA representarem 41,7% das exportações brasileiras da safra 2024/25, somando mais de US$ 1,3 bilhão em faturamento.<br /><br /> 🌱 A safra 2025/26 já começou, com a colheita das variedades Hamlin e Westin. A retirada da tarifa sobre o suco deve permitir a retomada de contratos e a liquidez do mercado, que estava em compasso de espera.<br /><br /> 📍 Outro ponto importante é a expansão de pomares em áreas com baixa incidência de Greening, doença que desafia a citricultura brasileira.<br /><br /> 🚜 Para impulsionar sua produção com segurança e estratégia, o Banco do Brasil oferece crédito para implantação de pomares, irrigação, compra de maquinário e custeio agrícola, com assessoria técnica especializada.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal e acompanhe as atualizações do agronegócio direto de quem vive o campo todos os dias.<br /><br /> 📌 BB: parceiro da citricultura com soluções para crescer com sustentabilidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>citricultura,citros,crédito,eua,exportação,financiamento,greening,laranja,pomares,safra,suco,tarifas,trump</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/532dd208c211abcbdbdd7c281f35a910.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário do Milho: Colheita Atrasada, Preços em Queda e Oportunidades de Proteção –BBcast Agro – 01/08/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-do-milho-colheita-atrasada-precos-em-queda-e-oportunidades-de-protecao-bbcast-agro-01-08-2025--67207650</link><description><![CDATA[Hoje, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), traz uma análise completa sobre o atual cenário do milho no Brasil e nos EUA.<br /><br />📉 Enquanto o contrato futuro do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) acumula perdas e a safra norte-americana caminha para um recorde de produção, no Brasil os preços físicos mostram leve recuperação, impulsionados pelo atraso na colheita da 2ª safra. 📊 Destaques:<ul><li>73% das lavouras dos EUA em boas/excelentes condições (USDA)</li><li>Expectativa de produção recorde: 400 milhões de toneladas nos EUA</li><li>Brasil colheu 66% da 2ª safra, contra 86% no mesmo período de 2024 (Conab)</li><li>Desafios de armazenagem no Mato Grosso, com milho sendo estocado a céu aberto</li><li>Preço CEPEA/B3 em Campinas/SP: R$ 63,51/saca (queda de 6% em 30 dias)</li></ul>⚠️ O mercado segue pressionado, mas o Banco do Brasil oferece soluções para proteger o produtor rural das oscilações de preço:<br />✅ Opções Agro BB (PUT) na B3 com vencimentos e preços garantidos em:<ul><li>Setembro/25: entre R$ 64,37 e R$ 66,80/saca</li><li>Novembro/25: entre R$ 65,89 e R$ 69,47/saca</li></ul>📲 Acesse o App BB &gt; Menu Agro para consultar e simular as opções disponíveis.<br />💡 Informação, proteção e crédito sustentável. Conte com o BB e com a nossa assessoria especializada.<br /><br />🔔 Inscreva-se para mais análises do agronegócio direto do campo para o seu negócio.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67207650</guid><pubDate>Fri, 01 Aug 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67207650/20250801_bbcast_agro_milho.mp3" length="1023477" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), traz uma análise completa sobre o atual cenário do milho no Brasil e nos EUA.

📉 Enquanto o contrato futuro do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) acumula...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Hoje, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), traz uma análise completa sobre o atual cenário do milho no Brasil e nos EUA.<br /><br />📉 Enquanto o contrato futuro do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) acumula perdas e a safra norte-americana caminha para um recorde de produção, no Brasil os preços físicos mostram leve recuperação, impulsionados pelo atraso na colheita da 2ª safra. 📊 Destaques:<ul><li>73% das lavouras dos EUA em boas/excelentes condições (USDA)</li><li>Expectativa de produção recorde: 400 milhões de toneladas nos EUA</li><li>Brasil colheu 66% da 2ª safra, contra 86% no mesmo período de 2024 (Conab)</li><li>Desafios de armazenagem no Mato Grosso, com milho sendo estocado a céu aberto</li><li>Preço CEPEA/B3 em Campinas/SP: R$ 63,51/saca (queda de 6% em 30 dias)</li></ul>⚠️ O mercado segue pressionado, mas o Banco do Brasil oferece soluções para proteger o produtor rural das oscilações de preço:<br />✅ Opções Agro BB (PUT) na B3 com vencimentos e preços garantidos em:<ul><li>Setembro/25: entre R$ 64,37 e R$ 66,80/saca</li><li>Novembro/25: entre R$ 65,89 e R$ 69,47/saca</li></ul>📲 Acesse o App BB &gt; Menu Agro para consultar e simular as opções disponíveis.<br />💡 Informação, proteção e crédito sustentável. Conte com o BB e com a nossa assessoria especializada.<br /><br />🔔 Inscreva-se para mais análises do agronegócio direto do campo para o seu negócio.]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agro,cbot,cepe,colheita,mercado,milho,opções,preços,proteção,safra,segundasafra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado do Boi Gordo | Exportações, Preços e Tarifa dos EUA | BBcast Agro – 31/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-do-boi-gordo-exportacoes-precos-e-tarifa-dos-eua-bbcast-agro-31-07-2025--67205787</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta uma análise completa do cenário da bovinocultura de corte com dados atualizados de exportações, preços da arroba, contratos futuros e bezerros, além de potenciais impactos da sobretaxa americana de 50% sobre produtos do Brasil.<br /><br /> 📦 O volume exportado de carne bovina in natura cresceu 24,5% em relação a julho de 2024, com preço médio por tonelada em US$ 5.545. Em contrapartida, o mercado monitora os efeitos da possível tarifa dos EUA sobre a carne brasileira, que pode alterar significativamente os rumos das exportações.<br /><br /> 💹 No mercado interno, a arroba do boi gordo chegou a R$ 294,50, enquanto o bezerro apresentou queda de 3,14%, gerando atenção para o ciclo de produção.<br /><br /> 📉 Em um cenário de incertezas e oscilações no mercado futuro, é fundamental que o produtor adote estratégias de proteção de preço. O Banco do Brasil oferece opções de venda (PUT) na B3, com preços garantidos entre R$ 313 e R$ 333 a arroba, além de linhas de Custeio Agropecuário para financiar insumos e manter a saúde financeira da produção.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal e fique por dentro das análises mais atualizadas do agronegócio. Conte com a assessoria especializada do BB para tomar decisões mais seguras e rentáveis.<br /><br /> 📌 Planejamento e proteção fazem a diferença no campo. Conte com o BB.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67205787</guid><pubDate>Thu, 31 Jul 2025 18:00:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67205787/20250731_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="1203565" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta uma análise completa do cenário da bovinocultura de corte com dados atualizados de exportações, preços da arroba, contratos futuros e bezerros, além...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta uma análise completa do cenário da bovinocultura de corte com dados atualizados de exportações, preços da arroba, contratos futuros e bezerros, além de potenciais impactos da sobretaxa americana de 50% sobre produtos do Brasil.<br /><br /> 📦 O volume exportado de carne bovina in natura cresceu 24,5% em relação a julho de 2024, com preço médio por tonelada em US$ 5.545. Em contrapartida, o mercado monitora os efeitos da possível tarifa dos EUA sobre a carne brasileira, que pode alterar significativamente os rumos das exportações.<br /><br /> 💹 No mercado interno, a arroba do boi gordo chegou a R$ 294,50, enquanto o bezerro apresentou queda de 3,14%, gerando atenção para o ciclo de produção.<br /><br /> 📉 Em um cenário de incertezas e oscilações no mercado futuro, é fundamental que o produtor adote estratégias de proteção de preço. O Banco do Brasil oferece opções de venda (PUT) na B3, com preços garantidos entre R$ 313 e R$ 333 a arroba, além de linhas de Custeio Agropecuário para financiar insumos e manter a saúde financeira da produção.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal e fique por dentro das análises mais atualizadas do agronegócio. Conte com a assessoria especializada do BB para tomar decisões mais seguras e rentáveis.<br /><br /> 📌 Planejamento e proteção fazem a diferença no campo. Conte com o BB.]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>2025,agropecuário,b3,boi,bovina,carne,contratos,custeio,eua,exportação,futuros,mercado,pecuária,preço,sobretaxa,volatilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6d0d50d6f09b468689771dd8359f4e70.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café Arábica em Julho de 2025 | Colheita, Tarifas dos EUA e Volatilidade de Preços | BBcast Agro – 30/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-arabica-em-julho-de-2025-colheita-tarifas-dos-eua-e-volatilidade-de-precos-bbcast-agro-30-07-2025--67181196</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), apresenta uma análise detalhada sobre o mercado de café arábica em julho de 2025.<br /><br /> 🌱 A colheita avança de forma acelerada no Brasil, com cerca de 70% da safra já colhida, impulsionada pelo clima seco. Apesar da quebra de produtividade por eventos climáticos, o impacto ficou abaixo do esperado. No entanto, há alerta para o rendimento reduzido no beneficiamento.<br /><br /> 🌍 O cenário internacional está tensionado pela previsão de tarifa de 50% dos EUA sobre o café brasileiro, com início previsto para 1º de agosto. Isso pode afetar diretamente a demanda dos maiores compradores do nosso café, obrigando o Brasil a buscar novos mercados em curto prazo.<br /><br /> 📊 Com estoques globais baixos, volatilidade nas cotações e incertezas climáticas (como risco de geadas), o produtor precisa de estratégias de proteção para garantir margens sustentáveis.<br /><br /> 💡 O Banco do Brasil disponibiliza soluções como Termo de Mercadoria e Opções Agro BB, além de linhas para custeio, comercialização e investimento, ajudando o produtor a atravessar cenários de incerteza com mais segurança.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal para seguir recebendo análises do agronegócio direto da assessoria do BB.<br /><br /> 📌 Café exige estratégia. Conte com o BB para colher bons resultados.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67181196</guid><pubDate>Wed, 30 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67181196/20250730_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="1032725" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), apresenta uma análise detalhada sobre o mercado de café arábica em julho de 2025.

 🌱 A colheita avança de forma acelerada no Brasil, com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas (MG), apresenta uma análise detalhada sobre o mercado de café arábica em julho de 2025.<br /><br /> 🌱 A colheita avança de forma acelerada no Brasil, com cerca de 70% da safra já colhida, impulsionada pelo clima seco. Apesar da quebra de produtividade por eventos climáticos, o impacto ficou abaixo do esperado. No entanto, há alerta para o rendimento reduzido no beneficiamento.<br /><br /> 🌍 O cenário internacional está tensionado pela previsão de tarifa de 50% dos EUA sobre o café brasileiro, com início previsto para 1º de agosto. Isso pode afetar diretamente a demanda dos maiores compradores do nosso café, obrigando o Brasil a buscar novos mercados em curto prazo.<br /><br /> 📊 Com estoques globais baixos, volatilidade nas cotações e incertezas climáticas (como risco de geadas), o produtor precisa de estratégias de proteção para garantir margens sustentáveis.<br /><br /> 💡 O Banco do Brasil disponibiliza soluções como Termo de Mercadoria e Opções Agro BB, além de linhas para custeio, comercialização e investimento, ajudando o produtor a atravessar cenários de incerteza com mais segurança.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal para seguir recebendo análises do agronegócio direto da assessoria do BB.<br /><br /> 📌 Café exige estratégia. Conte com o BB para colher bons resultados.]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>bb,brasileiro,café,cafeicultor,colheita,cotação,crédito,eua,preço,proteção,tarifa</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Algodão - Tarifas Internacionais, Comercialização e Custos de Produção | BBcast Agro – 29/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/algodao-tarifas-internacionais-comercializacao-e-custos-de-producao-bbcast-agro-29-07-2025--67160516</link><description><![CDATA[No programa de hoje, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário atual do algodão no Brasil e no mercado global, com destaque para os efeitos das novas tarifas comerciais dos EUA e os reflexos na demanda internacional da pluma brasileira.<br /><br />🌍 Acordos entre Estados Unidos e Vietnã, tarifas de 40% sobre produtos com origem indireta da China e seus impactos sobre o setor têxtil americano estão no centro das preocupações para a safra 2025/26.<br /><br />📊 Acompanhe também o andamento da comercialização da safra 2024/25, o comportamento dos fertilizantes fosfatados, e os riscos de aumento de custo de produção. Em um cenário geopolítico instável, decisões estratégicas de venda se tornam essenciais.<br /><br />📈 Descubra como o Banco do Brasil oferece soluções como Opções Agro BB, termo de moedas (NDF) e opções de venda (PUT) na B3, dando mais previsibilidade ao produtor em momentos de incerteza.<br /><br />🔔 Inscreva-se no canal para continuar recebendo atualizações do mercado agro. Conte com a assessoria especializada do BB e fortaleça sua gestão no campo.<br /><br />📌 Decisão certa vem com informação de qualidade. Conte com o BB.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67160516</guid><pubDate>Tue, 29 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67160516/20250729_bbcast_agro_algod_o.mp3" length="831321" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No programa de hoje, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário atual do algodão no Brasil e no mercado global, com destaque para os efeitos das novas tarifas comerciais dos EUA e os reflexos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No programa de hoje, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário atual do algodão no Brasil e no mercado global, com destaque para os efeitos das novas tarifas comerciais dos EUA e os reflexos na demanda internacional da pluma brasileira.<br /><br />🌍 Acordos entre Estados Unidos e Vietnã, tarifas de 40% sobre produtos com origem indireta da China e seus impactos sobre o setor têxtil americano estão no centro das preocupações para a safra 2025/26.<br /><br />📊 Acompanhe também o andamento da comercialização da safra 2024/25, o comportamento dos fertilizantes fosfatados, e os riscos de aumento de custo de produção. Em um cenário geopolítico instável, decisões estratégicas de venda se tornam essenciais.<br /><br />📈 Descubra como o Banco do Brasil oferece soluções como Opções Agro BB, termo de moedas (NDF) e opções de venda (PUT) na B3, dando mais previsibilidade ao produtor em momentos de incerteza.<br /><br />🔔 Inscreva-se no canal para continuar recebendo atualizações do mercado agro. Conte com a assessoria especializada do BB e fortaleça sua gestão no campo.<br /><br />📌 Decisão certa vem com informação de qualidade. Conte com o BB.]]></itunes:summary><itunes:duration>139</itunes:duration><itunes:keywords>2024/25,algodão,b3,brasil,china,commodities,eua,exportações,geopolítica,mercado,safra,tarifas,vietnã</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado da Soja | Análise Atualizada com Preços, Tendências e Volatilidade | BBcast Agro – 25/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-da-soja-analise-atualizada-com-precos-tendencias-e-volatilidade-bbcast-agro-25-07-2025--67104934</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise estratégica sobre o cenário atual da soja no Brasil e no mercado internacional.<br /><br /> 📈 O mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) segue com alta volatilidade, influenciado pelas condições climáticas nos EUA, os dados do USDA e as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Entenda como esses fatores podem impactar diretamente os preços da soja e as decisões do produtor rural.<br /><br /> 🌎 Veja também as projeções para a safra 2025/26, estoques globais, cotações da CEPEA e prêmios nos portos. Saiba como utilizar ferramentas de hedge com opções de venda (PUT) e travamento de câmbio oferecidas pelo Banco do Brasil para proteger sua comercialização e dar mais segurança ao seu fluxo de caixa.<br /><br /> 🚜 Diante da instabilidade nos mercados, informação e planejamento são as maiores vantagens competitivas no campo.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal para receber análises completas e confiáveis sobre o agronegócio. Conte com a assessoria especializada do BB para tomar decisões mais assertivas.<br /><br /> 📌 Com conhecimento e estratégia, o agro vai mais longe. Conte com o BB.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67104934</guid><pubDate>Fri, 25 Jul 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67104934/20250725_bbcast_agro_soja.mp3" length="1676121" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise estratégica sobre o cenário atual da soja no Brasil e no mercado internacional.

 📈 O mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) segue com alta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, traz uma análise estratégica sobre o cenário atual da soja no Brasil e no mercado internacional.<br /><br /> 📈 O mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) segue com alta volatilidade, influenciado pelas condições climáticas nos EUA, os dados do USDA e as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Entenda como esses fatores podem impactar diretamente os preços da soja e as decisões do produtor rural.<br /><br /> 🌎 Veja também as projeções para a safra 2025/26, estoques globais, cotações da CEPEA e prêmios nos portos. Saiba como utilizar ferramentas de hedge com opções de venda (PUT) e travamento de câmbio oferecidas pelo Banco do Brasil para proteger sua comercialização e dar mais segurança ao seu fluxo de caixa.<br /><br /> 🚜 Diante da instabilidade nos mercados, informação e planejamento são as maiores vantagens competitivas no campo.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal para receber análises completas e confiáveis sobre o agronegócio. Conte com a assessoria especializada do BB para tomar decisões mais assertivas.<br /><br /> 📌 Com conhecimento e estratégia, o agro vai mais longe. Conte com o BB.]]></itunes:summary><itunes:duration>280</itunes:duration><itunes:keywords>2025/26,bolsa,chicago,china,comercialização,eua,mercado,safra,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário da Bovinocultura de Leite em Julho de 2025 | Preços, Custos e Mercado de Lácteos|BBcast Agro – 24/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-da-bovinocultura-de-leite-em-julho-de-2025-precos-custos-e-mercado-de-lacteos-bbcast-agro-24-07-2025--67090886</link><description><![CDATA[Cenário da Bovinocultura de Leite em Julho de 2025 | Preços, Custos e Mercado de Lácteos<br /><br />No vídeo de hoje, Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA), traz uma análise atualizada do mercado do leite no Brasil com base em dados de maio e junho de 2025.<br /><br /> 📉 O vídeo destaca as principais tendências de preço do leite, custos de produção segundo a EMBRAPA, comportamento das exportações e importações (SECEX) e os impactos para o produtor rural. Também aborda as projeções dos Conseleites regionais e como os produtores podem se preparar financeiramente com linhas de crédito do BB.<br /><br /> 🧮 Em um cenário de alta nos custos com energia e combustível, e um déficit expressivo na balança comercial de lácteos, a gestão de custos e o acesso ao crédito se tornam ainda mais estratégicos para o sucesso da atividade leiteira.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para continuar recebendo análises confiáveis do agronegócio brasileiro.<br /><br /> 📌 Com informação e apoio certo, o produtor vai mais longe. Conte com o BB.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67090886</guid><pubDate>Thu, 24 Jul 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67090886/20250724_bbcast_agro_leite.mp3" length="1159993" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Cenário da Bovinocultura de Leite em Julho de 2025 | Preços, Custos e Mercado de Lácteos

No vídeo de hoje, Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA), traz uma análise atualizada do mercado do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Cenário da Bovinocultura de Leite em Julho de 2025 | Preços, Custos e Mercado de Lácteos<br /><br />No vídeo de hoje, Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA), traz uma análise atualizada do mercado do leite no Brasil com base em dados de maio e junho de 2025.<br /><br /> 📉 O vídeo destaca as principais tendências de preço do leite, custos de produção segundo a EMBRAPA, comportamento das exportações e importações (SECEX) e os impactos para o produtor rural. Também aborda as projeções dos Conseleites regionais e como os produtores podem se preparar financeiramente com linhas de crédito do BB.<br /><br /> 🧮 Em um cenário de alta nos custos com energia e combustível, e um déficit expressivo na balança comercial de lácteos, a gestão de custos e o acesso ao crédito se tornam ainda mais estratégicos para o sucesso da atividade leiteira.<br /><br /> 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para continuar recebendo análises confiáveis do agronegócio brasileiro.<br /><br /> 📌 Com informação e apoio certo, o produtor vai mais longe. Conte com o BB.]]></itunes:summary><itunes:duration>194</itunes:duration><itunes:keywords>2025 balança,2025 bovinocultura,agro crédito,bb gestão,brasil importações,comercial,exportações,lácteos,leite,leiteira banco,leite produção,rural</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cenário do Trigo no Brasil em Julho de 2025 | Análise Atualizada da Safra e Mercado</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cenario-do-trigo-no-brasil-em-julho-de-2025-analise-atualizada-da-safra-e-mercado--67085996</link><description><![CDATA[No vídeo de hoje, o Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, Sergio Luiz Sousa, traz uma análise completa sobre o cenário do trigo no Brasil em julho de 2025, com dados atualizados da Conab, DERAL e USDA.<br /><br /> 📉 A redução da área plantada, os impactos do clima no Rio Grande do Sul e no Paraná, o comportamento do preço no mercado interno, a produção mundial projetada para a safra 25/26, além das linhas de crédito agro do Banco do Brasil – tudo explicado de forma clara e estratégica.<br /><br /> 🌾 Entenda como as decisões do produtor rural, os custos de produção e o cenário climático estão moldando o futuro do trigo no Brasil. Fique por dentro e tome decisões mais conscientes no campo!<br /><br />🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para receber mais análises do agronegócio direto da equipe de assessoria do Banco do Brasil. 📌 Apoie o agro com informação de qualidade. Conte com o BB]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67085996</guid><pubDate>Wed, 23 Jul 2025 13:10:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67085996/20252207_bbcast_trigo.mp3" length="1218142" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No vídeo de hoje, o Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, Sergio Luiz Sousa, traz uma análise completa sobre o cenário do trigo no Brasil em julho de 2025, com dados atualizados da Conab, DERAL e USDA.

 📉 A redução da área plantada, os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No vídeo de hoje, o Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, Sergio Luiz Sousa, traz uma análise completa sobre o cenário do trigo no Brasil em julho de 2025, com dados atualizados da Conab, DERAL e USDA.<br /><br /> 📉 A redução da área plantada, os impactos do clima no Rio Grande do Sul e no Paraná, o comportamento do preço no mercado interno, a produção mundial projetada para a safra 25/26, além das linhas de crédito agro do Banco do Brasil – tudo explicado de forma clara e estratégica.<br /><br /> 🌾 Entenda como as decisões do produtor rural, os custos de produção e o cenário climático estão moldando o futuro do trigo no Brasil. Fique por dentro e tome decisões mais conscientes no campo!<br /><br />🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para receber mais análises do agronegócio direto da equipe de assessoria do Banco do Brasil. 📌 Apoie o agro com informação de qualidade. Conte com o BB]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bb,brasil,clima,conab,crédito,mercado,produção,safra,trigo,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra recorde pressiona preços do milho no Brasil e no exterior | BBcast Agro – 18/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-recorde-pressiona-precos-do-milho-no-brasil-e-no-exterior-bbcast-agro-18-07-2025--67020463</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho neste mês de julho. Os contratos futuros do cereal vêm registrando volatilidade na Bolsa de Chicago.<br /><br />O novo contexto tarifário nos EUA e os ajustes em outras commodities explicam parte desse movimento. Ao mesmo tempo, as estimativas de safra recorde para 2025/26, tanto nos EUA quanto no Brasil, pressionam as cotações.<br /><br />No mercado físico brasileiro, a colheita da 2ª safra e a retração compradora puxam os preços para baixo, enquanto a Conab projeta novo recorde de produção nacional. Diante desse cenário, proteger a margem do produtor é essencial — e o BB oferece soluções como as Opções Agro e o termo de moedas.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🌎 Volatilidade nos contratos futuros em Chicago<br />🇺🇸 USDA projeta safra recorde nos EUA, apesar de queda mensal<br />📉 Preço físico segue pressionado com avanço da colheita<br />📊 Conab estima 132 mi de toneladas para a safra brasileira<br />🛡️ Opções Agro BB: preços garantidos até novembro/25<br />💱 Proteção contra câmbio com termo de moedas (NDF)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67020463</guid><pubDate>Fri, 18 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67020463/20250718_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1657626" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho neste mês de julho. Os contratos futuros do cereal vêm registrando volatilidade na Bolsa de Chicago.

O novo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho neste mês de julho. Os contratos futuros do cereal vêm registrando volatilidade na Bolsa de Chicago.<br /><br />O novo contexto tarifário nos EUA e os ajustes em outras commodities explicam parte desse movimento. Ao mesmo tempo, as estimativas de safra recorde para 2025/26, tanto nos EUA quanto no Brasil, pressionam as cotações.<br /><br />No mercado físico brasileiro, a colheita da 2ª safra e a retração compradora puxam os preços para baixo, enquanto a Conab projeta novo recorde de produção nacional. Diante desse cenário, proteger a margem do produtor é essencial — e o BB oferece soluções como as Opções Agro e o termo de moedas.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🌎 Volatilidade nos contratos futuros em Chicago<br />🇺🇸 USDA projeta safra recorde nos EUA, apesar de queda mensal<br />📉 Preço físico segue pressionado com avanço da colheita<br />📊 Conab estima 132 mi de toneladas para a safra brasileira<br />🛡️ Opções Agro BB: preços garantidos até novembro/25<br />💱 Proteção contra câmbio com termo de moedas (NDF)<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>277</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,b3,bancodobrasil,bbcastagro,cepea,conab,mercadodomilho,milho2025,opçõesagrobb,preçodomilho,proteçãodepreço,safrarecorde,segundasafra,termodemoedas,usda,volatilidademilho</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d73d45640d91d78b6aecd0b58eaf4956.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Exportações em alta e tensão com os EUA marcam o mercado do boi | BBcast Agro – 17/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/exportacoes-em-alta-e-tensao-com-os-eua-marcam-o-mercado-do-boi-bbcast-agro-17-07-2025--67003170</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos da bovinocultura de corte neste mês de julho.<br /><br />As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte, com alta no volume e no preço médio da tonelada. A China mantém posição de destaque, mas a possível tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros já começa a impactar as negociações. Enquanto isso, o preço da arroba recua e o mercado futuro exige atenção.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />📦 Exportações crescem 12% no volume diário<br />💲 Preço da tonelada sobe 25% em relação a 2024<br />📉 Arroba sofre retração com temor de tarifa nos EUA<br />🐄 Queda no preço do bezerro em julho<br />🛡️ Opções Agro BB: garantias de preço até novembro/25<br />💰 Crédito para insumos com o Custeio Agropecuário BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/67003170</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/67003170/20250717_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1531611" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos da bovinocultura de corte neste mês de julho.

As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte, com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Emerson Gheri, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa os principais movimentos da bovinocultura de corte neste mês de julho.<br /><br />As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte, com alta no volume e no preço médio da tonelada. A China mantém posição de destaque, mas a possível tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros já começa a impactar as negociações. Enquanto isso, o preço da arroba recua e o mercado futuro exige atenção.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />📦 Exportações crescem 12% no volume diário<br />💲 Preço da tonelada sobe 25% em relação a 2024<br />📉 Arroba sofre retração com temor de tarifa nos EUA<br />🐄 Queda no preço do bezerro em julho<br />🛡️ Opções Agro BB: garantias de preço até novembro/25<br />💰 Crédito para insumos com o Custeio Agropecuário BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>256</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,arrobadoboi,b3,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadecorte,carnebovina,cepea,créditoagro,exportaçõesdecarne,mercadodoboi,mercadofuturo,mitigaçãoderisco,opçõesagro,pecuáriadecorte,preçodobezerro,tarifaseua</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/988c14d8d702f66e3a3b28b5852169e3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Café conilon: colheita farta e preços em queda | BBcast Agro – 16/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cafe-conilon-colheita-farta-e-precos-em-queda-bbcast-agro-16-07-2025--66988837</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Gildenize Barbosa, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), traz os destaques da colheita do café conilon, que avança com produtividade acima do esperado.<br /><br />A produção supera a safra anterior, mas o excesso de oferta no Brasil e no mundo pressiona os preços. A saca caiu quase 50% desde janeiro.<br /><br />Entenda como proteger sua rentabilidade diante da volatilidade e aproveite as soluções do Banco do Brasil para o setor cafeeiro. <br /><br />Confira os destaques:<br /><br />📦 Alta produtividade na colheita<br />🐛 Cuidados com broca e preparo para a florada<br />🌍 Impacto da oferta global nos preços<br />💹 Queda expressiva no valor da saca<br />🛡️ Estratégias para proteger sua margem<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66988837</guid><pubDate>Wed, 16 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66988837/20250716_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1261244" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Gildenize Barbosa, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), traz os destaques da colheita do café conilon, que avança com produtividade acima do esperado.

A produção supera a safra anterior,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Gildenize Barbosa, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), traz os destaques da colheita do café conilon, que avança com produtividade acima do esperado.<br /><br />A produção supera a safra anterior, mas o excesso de oferta no Brasil e no mundo pressiona os preços. A saca caiu quase 50% desde janeiro.<br /><br />Entenda como proteger sua rentabilidade diante da volatilidade e aproveite as soluções do Banco do Brasil para o setor cafeeiro. <br /><br />Confira os destaques:<br /><br />📦 Alta produtividade na colheita<br />🐛 Cuidados com broca e preparo para a florada<br />🌍 Impacto da oferta global nos preços<br />💹 Queda expressiva no valor da saca<br />🛡️ Estratégias para proteger sua margem<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agriculturasustentável,agronegócio,análisedemercado,apoioaoprodutor,bancodobrasil,bbcastagro,brocadocafé,caféconilon,cafeicultura,commoditiesagrícolas,créditorural,gestãorural,mercadodocafé,planosafra,preçodocafé,previsãodesafra,produçãodecafé,safra2025</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ce88a02b9eab3ad6161df47b2461083e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Agricultura regenerativa e remineralizadores: solos vivos e produtivos | BBcast Agro – 15/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/agricultura-regenerativa-e-remineralizadores-solos-vivos-e-produtivos-bbcast-agro-15-07-2025--66978803</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), fala sobre o papel da agricultura regenerativa e dos remineralizadores de solo no futuro da produção agrícola.<br /><br />A agricultura regenerativa propõe um modelo que alia produtividade e sustentabilidade, com foco na restauração da saúde do solo, biodiversidade e equilíbrio ecológico. Já os remineralizadores se destacam como alternativa de baixo impacto ambiental, promovendo a fertilidade do solo a longo prazo.<br /><br />Confira os principais temas:<br /><br />🌱 Práticas regenerativas: plantio direto, adubos verdes e integração Lavoura-Pecuária-Floresta<br />⛰️ Remineralizadores: nutrição natural, lenta e equilibrada<br />🌍 Soluções sustentáveis para um agro mais resiliente<br />💰 Crédito rural para custeio, investimento e comercialização<br /><br />👉 Para mais análises e conteúdos do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66978803</guid><pubDate>Tue, 15 Jul 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66978803/20250715_bbcast_agro_cenario_agricultura_regenerativa.mp3" length="1294942" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), fala sobre o papel da agricultura regenerativa e dos remineralizadores de solo no futuro da produção agrícola....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares (ES), fala sobre o papel da agricultura regenerativa e dos remineralizadores de solo no futuro da produção agrícola.<br /><br />A agricultura regenerativa propõe um modelo que alia produtividade e sustentabilidade, com foco na restauração da saúde do solo, biodiversidade e equilíbrio ecológico. Já os remineralizadores se destacam como alternativa de baixo impacto ambiental, promovendo a fertilidade do solo a longo prazo.<br /><br />Confira os principais temas:<br /><br />🌱 Práticas regenerativas: plantio direto, adubos verdes e integração Lavoura-Pecuária-Floresta<br />⛰️ Remineralizadores: nutrição natural, lenta e equilibrada<br />🌍 Soluções sustentáveis para um agro mais resiliente<br />💰 Crédito rural para custeio, investimento e comercialização<br /><br />👉 Para mais análises e conteúdos do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agriculturaregenerativa,agroecologia,agrosustentável,bancodobrasil,bbcastagro,brotoagro,créditorural,remineralizadores,saúdedosolo,solosvivos,sustentabilidadenocampo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0024da69ecddea4168d5ab9f65b3534c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Volatilidade marca a semana para soja, milho, café e boi gordo | BBcast Agro – 14/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/volatilidade-marca-a-semana-para-soja-milho-cafe-e-boi-gordo-bbcast-agro-14-07-2025--66975870</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos as perspectivas para as principais commodities da semana: soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />As cotações devem ser influenciadas por fatores como o relatório do USDA, guerra tarifária, ritmo de colheitas, tensões geopolíticas e o impacto das novas tarifas americanas sobre produtos brasileiros.<br /><br />Confira os destaques por minuto:<br /><br />🌱 Soja – Min: 00:24<br />Relatório do USDA, safra norte-americana e guerra tarifária impactam os preços na Bolsa de Chicago.<br /><br />🌽 Milho – Min: 01:36<br />Volatilidade à vista com novas tarifas dos EUA e dados de oferta e demanda. No Brasil, atraso na colheita, mas boas perspectivas mantêm os preços pressionados.<br /><br />☕ Café – Min: 2:19<br />Colheita acelerada, aumento da oferta e tensões geopolíticas devem aumentar a instabilidade dos preços globais.<br /><br />🐂 Boi gordo – Min: 3:46<br />Descarte de fêmeas sustenta o preço do bezerro. Já as tarifas americanas sobre produtos brasileiros podem afetar a arroba.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66975870</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2025 16:16:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66975870/20250714_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4967369" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos as perspectivas para as principais commodities da semana: soja, milho, café e boi gordo.

As cotações devem ser influenciadas por fatores como o relatório do USDA, guerra tarifária, ritmo de colheitas,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, trazemos as perspectivas para as principais commodities da semana: soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />As cotações devem ser influenciadas por fatores como o relatório do USDA, guerra tarifária, ritmo de colheitas, tensões geopolíticas e o impacto das novas tarifas americanas sobre produtos brasileiros.<br /><br />Confira os destaques por minuto:<br /><br />🌱 Soja – Min: 00:24<br />Relatório do USDA, safra norte-americana e guerra tarifária impactam os preços na Bolsa de Chicago.<br /><br />🌽 Milho – Min: 01:36<br />Volatilidade à vista com novas tarifas dos EUA e dados de oferta e demanda. No Brasil, atraso na colheita, mas boas perspectivas mantêm os preços pressionados.<br /><br />☕ Café – Min: 2:19<br />Colheita acelerada, aumento da oferta e tensões geopolíticas devem aumentar a instabilidade dos preços globais.<br /><br />🐂 Boi gordo – Min: 3:46<br />Descarte de fêmeas sustenta o preço do bezerro. Já as tarifas americanas sobre produtos brasileiros podem afetar a arroba.<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>311</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,brotoagro,café,cenáriosagro,colheita,commoditiesagro,milho,preçosagro,relatóriousda,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado da soja segue lateralizado e volátil com foco nos EUA | BBcast Agro – 11/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-da-soja-segue-lateralizado-e-volatil-com-foco-nos-eua-bbcast-agro-11-07-2025--66931287</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o cenário da soja nesta primeira quinzena de julho.<br /><br />A lateralidade dos preços na Bolsa de Chicago (CBOT) segue com forte volatilidade, impulsionada pelas negociações comerciais entre China e Estados Unidos e pela recente aprovação do programa 45z, que incentiva a produção de combustíveis limpos com óleo de soja.<br /><br />Veja os destaques:<br /><br />🌱 Condições das lavouras norte-americanas<br />🇦🇷 Colheita finalizada na Argentina<br />📊 Cotações na CBOT e no mercado interno<br />💼 Ferramentas do BB para hedge de preços e câmbio<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66931287</guid><pubDate>Fri, 11 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66931287/20250711_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1260617" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o cenário da soja nesta primeira quinzena de julho.

A lateralidade dos preços na Bolsa de Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o cenário da soja nesta primeira quinzena de julho.<br /><br />A lateralidade dos preços na Bolsa de Chicago (CBOT) segue com forte volatilidade, impulsionada pelas negociações comerciais entre China e Estados Unidos e pela recente aprovação do programa 45z, que incentiva a produção de combustíveis limpos com óleo de soja.<br /><br />Veja os destaques:<br /><br />🌱 Condições das lavouras norte-americanas<br />🇦🇷 Colheita finalizada na Argentina<br />📊 Cotações na CBOT e no mercado interno<br />💼 Ferramentas do BB para hedge de preços e câmbio<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse: <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro2025,agrobb,agronegócio,bancodobrasil,bbcastagro,cbot,commoditiesagrícolas,exportaçãosoja,mercadosoja,opçõesagro,preçosoja,sojaargentina,sojaeua,travamentocâmbio</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado do frango sente impacto da gripe aviária | BBcast Agro – 10/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-do-frango-sente-impacto-da-gripe-aviaria-bbcast-agro-10-07-2025--66902619</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), traz uma análise completa sobre o momento da avicultura nacional e os reflexos do caso recente de gripe aviária em aviário comercial.<br /><br />Entenda como o foco isolado em Montenegro afetou as exportações e os preços no mercado interno, e veja também como o custo de produção vem se comportando nos últimos meses.<br /><br />📉 Exportações de carne de frango caíram até 20% após o foco da doença<br />🥚 Preço do frango vivo e resfriado recuou 10% na segunda quinzena de junho<br />📉 Custo de produção voltou aos níveis de dezembro de 2024<br />💰 BB oferece CPR de frango vivo como alternativa para capital de giro<br /><br />Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66902619</guid><pubDate>Thu, 10 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66902619/20250710_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_corte.mp3" length="3591104" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), traz uma análise completa sobre o momento da avicultura nacional e os reflexos do caso recente de gripe aviária em aviário...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Alécio Antônio Petry, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Erechim (RS), traz uma análise completa sobre o momento da avicultura nacional e os reflexos do caso recente de gripe aviária em aviário comercial.<br /><br />Entenda como o foco isolado em Montenegro afetou as exportações e os preços no mercado interno, e veja também como o custo de produção vem se comportando nos últimos meses.<br /><br />📉 Exportações de carne de frango caíram até 20% após o foco da doença<br />🥚 Preço do frango vivo e resfriado recuou 10% na segunda quinzena de junho<br />📉 Custo de produção voltou aos níveis de dezembro de 2024<br />💰 BB oferece CPR de frango vivo como alternativa para capital de giro<br /><br />Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>225</itunes:duration><itunes:keywords>agrobb,avicultura,bancodobrasil,bbcastagro,cprfrango,créditorural,custodeprodução,exportaçãodefrango,frangodecorte,gripeaviária,mercadodofrango,preçodofrango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dc1d787e2e9a14df4b3aeefdc0a5ad0c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra de amendoim pode bater recorde histórico no Brasil | BBcast Agro – 09/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-de-amendoim-pode-bater-recorde-historico-no-brasil-bbcast-agro-09-07-2025--66902909</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), analisa os resultados da colheita do amendoim no ciclo 2024/25.<br /><br />Apesar das perdas da safra passada, o cenário atual indica recuperação da produtividade e aumento de área plantada, com expectativa de produção acima de 1 milhão de toneladas.<br /><br />Mas a pressão internacional e a boa safra global derrubaram os preços no mercado interno, afetando a rentabilidade dos produtores.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🌱 Produção nacional pode ultrapassar 1 milhão de toneladas<br />💸 Preço da saca caiu até 40% em um ano<br />🚜 Custo de produção elevado preocupa produtores arrendantes<br />💰 BB oferece pré-custeio, crédito para estocagem e investimento<br />📊 Plano Safra 2025/26 destina R$ 230 bilhões para o agro<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66902909</guid><pubDate>Wed, 09 Jul 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66902909/20250709_bbcast_agro_cenario_do_amendoim.mp3" length="1129900" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), analisa os resultados da colheita do amendoim no ciclo 2024/25.

Apesar das perdas da safra passada, o cenário atual indica...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Maurício Alonso, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto (SP), analisa os resultados da colheita do amendoim no ciclo 2024/25.<br /><br />Apesar das perdas da safra passada, o cenário atual indica recuperação da produtividade e aumento de área plantada, com expectativa de produção acima de 1 milhão de toneladas.<br /><br />Mas a pressão internacional e a boa safra global derrubaram os preços no mercado interno, afetando a rentabilidade dos produtores.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🌱 Produção nacional pode ultrapassar 1 milhão de toneladas<br />💸 Preço da saca caiu até 40% em um ano<br />🚜 Custo de produção elevado preocupa produtores arrendantes<br />💰 BB oferece pré-custeio, crédito para estocagem e investimento<br />📊 Plano Safra 2025/26 destina R$ 230 bilhões para o agro<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>agrobb,agronegócio,amendoim,bancodobrasil,bbcastagro,créditorural,culturadoamendoim,custodeprodução,estocagem,investimentorural,planosafra2025,preçodoamendoim,précusteio,produçãodeamendoim</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/46f9d0885474fe8eef7ac3ebced59686.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Previsão do clima para julho: El Niño neutro e geadas pontuais | BBcast Agro – 08/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/previsao-do-clima-para-julho-el-nino-neutro-e-geadas-pontuais-bbcast-agro-08-07-2025--66883762</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas (SP), traz os destaques climáticos para o mês de julho.<br /><br />Confira o que esperar para as próximas semanas em relação a chuvas, temperaturas e riscos para a produção agropecuária em diferentes regiões do Brasil.<br /><br />🌡️ El Niño neutro até novembro<br />🌧️ Chuvas localizadas e escassez no Centro-Oeste<br />❄️ Risco de geadas em áreas de maior altitude<br />🌽 Benefícios e desafios para culturas como feijão, milho, algodão e café<br /><br />Acompanhe a análise completa e veja como o clima pode influenciar a sua atividade no campo.<br /><br />👉 Para mais previsões e informações do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66883762</guid><pubDate>Tue, 08 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66883762/20250708_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3945115" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas (SP), traz os destaques climáticos para o mês de julho.

Confira o que esperar para as próximas semanas em relação a chuvas, temperaturas e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Rodrigo Rodrigues, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas (SP), traz os destaques climáticos para o mês de julho.<br /><br />Confira o que esperar para as próximas semanas em relação a chuvas, temperaturas e riscos para a produção agropecuária em diferentes regiões do Brasil.<br /><br />🌡️ El Niño neutro até novembro<br />🌧️ Chuvas localizadas e escassez no Centro-Oeste<br />❄️ Risco de geadas em áreas de maior altitude<br />🌽 Benefícios e desafios para culturas como feijão, milho, algodão e café<br /><br />Acompanhe a análise completa e veja como o clima pode influenciar a sua atividade no campo.<br /><br />👉 Para mais previsões e informações do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>agrobb,agroclima,agronegóciobancodobrasil,bbcastagro,chuvasbrasil,climajulho2025,elniño,feijãoterceirasafra,geadas,meteorologiaagrícola,milhosegundasafra,previsãoclimática,riscoclimático,safradeinverno</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Soja, milho, café e boi gordo: confira os destaques da semana | BBcast Agro – 07/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/soja-milho-cafe-e-boi-gordo-confira-os-destaques-da-semana-bbcast-agro-07-07-2025--66884956</link><description><![CDATA[No novo episódio do Cenários Agro, Adriana Rossi e André Rios trazem as principais movimentações dos mercados de commodities, com análises diretas e objetivas sobre soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Confira os destaques do agro minuto a minuto:<br /><br />⏱️ 00:35 – Soja<br />Alta do óleo de soja e bom desenvolvimento da safra norte-americana influenciam as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT).<br />⏱️ 02:10 – Milho<br />Expectativa de acordo comercial entre EUA e China movimenta o mercado externo. No Brasil, preços físicos em Mato Grosso podem ficar abaixo do previsto pela Conab.<br />⏱️ 03:39 – Café<br />Perspectiva de maior oferta pressiona os preços para baixo.<br />⏱️ 05:04 – Boi Gordo<br />Cotações do boi gordo em Mato Grosso ultrapassam as de São Paulo.<br /><br />👉 Acompanhe as tendências do mercado com quem entende de agronegócio. Assista agora e fique por dentro!<br /><br />🔗 Para mais análises e conteúdos, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66884956</guid><pubDate>Mon, 07 Jul 2025 15:52:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66884956/20250707_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6513353" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No novo episódio do Cenários Agro, Adriana Rossi e André Rios trazem as principais movimentações dos mercados de commodities, com análises diretas e objetivas sobre soja, milho, café e boi gordo.

Confira os destaques do agro minuto a minuto:

⏱️...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No novo episódio do Cenários Agro, Adriana Rossi e André Rios trazem as principais movimentações dos mercados de commodities, com análises diretas e objetivas sobre soja, milho, café e boi gordo.<br /><br />Confira os destaques do agro minuto a minuto:<br /><br />⏱️ 00:35 – Soja<br />Alta do óleo de soja e bom desenvolvimento da safra norte-americana influenciam as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT).<br />⏱️ 02:10 – Milho<br />Expectativa de acordo comercial entre EUA e China movimenta o mercado externo. No Brasil, preços físicos em Mato Grosso podem ficar abaixo do previsto pela Conab.<br />⏱️ 03:39 – Café<br />Perspectiva de maior oferta pressiona os preços para baixo.<br />⏱️ 05:04 – Boi Gordo<br />Cotações do boi gordo em Mato Grosso ultrapassam as de São Paulo.<br /><br />👉 Acompanhe as tendências do mercado com quem entende de agronegócio. Assista agora e fique por dentro!<br /><br />🔗 Para mais análises e conteúdos, acesse: https://noticias.broto.com.br<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>408</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agriculturabrasileira,agronegócio,análisedemercado,bancodobrasil,bbcastagro,boigordo,café,cenáriosagro,commoditiesagro,exportaçõesagro,mercadoagro,milho,pecuária,preçosagrícolas,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Safra americana pressiona cotações do milho | BBcast Agro – 04/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/safra-americana-pressiona-cotacoes-do-milho-bbcast-agro-04-07-2025--66854152</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), comenta os movimentos do mercado de milho neste início de julho.<br /><br />A boa expectativa para a safra norte-americana 2025/26 pressiona as cotações internacionais, que caíram 2,73% em junho.<br /><br />No Brasil, os preços físicos também seguem pressionados, ainda que o atraso na colheita limite a queda.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🌎 Panorama do mercado internacional<br />📉 Colheita da segunda safra no Brasil<br />💵 Preços do milho físico e futuro<br />🔐 Ferramentas de proteção com Opções Agro BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66854152</guid><pubDate>Fri, 04 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66854152/20250704_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1486785" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), comenta os movimentos do mercado de milho neste início de julho.

A boa expectativa para a safra norte-americana 2025/26 pressiona as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Danilo Teodoro, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), comenta os movimentos do mercado de milho neste início de julho.<br /><br />A boa expectativa para a safra norte-americana 2025/26 pressiona as cotações internacionais, que caíram 2,73% em junho.<br /><br />No Brasil, os preços físicos também seguem pressionados, ainda que o atraso na colheita limite a queda.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🌎 Panorama do mercado internacional<br />📉 Colheita da segunda safra no Brasil<br />💵 Preços do milho físico e futuro<br />🔐 Ferramentas de proteção com Opções Agro BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>248</itunes:duration><itunes:keywords>bancodobrasilagro,bbcastagro,mercadodomilho,milho2025,opçõesagrobb</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d73d45640d91d78b6aecd0b58eaf4956.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Exportações em alta sustentam a arroba do boi | BBcast Agro – 03/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/exportacoes-em-alta-sustentam-a-arroba-do-boi-bbcast-agro-03-07-2025--66836498</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz os destaques da bovinocultura de corte neste início de julho.<br /><br />O volume de carne bovina in natura exportada cresceu 25% e o preço médio da tonelada subiu 21% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar da queda recente na arroba, o cenário é de sustentação, com expectativa de aumento no consumo interno e boas oportunidades no mercado futuro.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🐂 Escala de abate e oferta de animais terminados<br />📉 Concorrência com outras proteínas<br />📊 Estratégias para mitigar riscos de preço<br />💰 Opções Agro e Custeio Agropecuário do BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66836498</guid><pubDate>Thu, 03 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66836498/20250703_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1128019" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz os destaques da bovinocultura de corte neste início de julho.

O volume de carne bovina in natura exportada cresceu 25% e o preço...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP), traz os destaques da bovinocultura de corte neste início de julho.<br /><br />O volume de carne bovina in natura exportada cresceu 25% e o preço médio da tonelada subiu 21% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar da queda recente na arroba, o cenário é de sustentação, com expectativa de aumento no consumo interno e boas oportunidades no mercado futuro.<br /><br />Confira os destaques:<br /><br />🐂 Escala de abate e oferta de animais terminados<br />📉 Concorrência com outras proteínas<br />📊 Estratégias para mitigar riscos de preço<br />💰 Opções Agro e Custeio Agropecuário do BB<br /><br />👉 Para mais análises do agro, acesse <a href="https://noticias.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agronegócio,arrobadoboi,bancodobrasil,bbcastagro,bovinoculturadecorte,exportaçãodecarne,mercadodoboi,opçõesagro,pecuáriadecorte,preçodaarroba</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4741a088319dee193a02c2f064935a12.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mercado do café arábica em queda: entenda o cenário global | BBcast Agro – 02/07/2025</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mercado-do-cafe-arabica-em-queda-entenda-o-cenario-global-bbcast-agro-02-07-2025--66823706</link><description><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor de agronegócios do Banco do Brasil, Cicero Hiroto, fala direto de Ribeirão Preto (SP) sobre o atual cenário do mercado de café arábica. Apesar dos estoques ainda baixos, os preços futuros vêm caindo, pressionados pelo avanço da colheita no Brasil, clima favorável e expectativa de oferta global elevada.<br /><br />📉 Confira os destaques:<br />– Queda nas cotações do arábica mesmo com consumo em alta<br />– Clima sem danos relevantes às lavouras<br />– Estoques globais se recompondo<br />– Relatório do USDA aponta safra global recorde de 178,7 milhões de sacas<br />– Volatilidade nas cotações deve continuar nos próximos meses<br /><br />☕ O Banco do Brasil apoia o produtor com crédito para custeio, investimento, comercialização e mecanismos de proteção de preços.<br /><br />🎧 Dê o play e fique por dentro das tendências do mercado de café!<br /><br />👉 Inscreva-se no canal, curta o vídeo e acompanhe os próximos episódios.<br /><br />📲 Acesse mais conteúdos em: <a href="https://noticias.broto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66823706</guid><pubDate>Wed, 02 Jul 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66823706/20250702_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="942289" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor de agronegócios do Banco do Brasil, Cicero Hiroto, fala direto de Ribeirão Preto (SP) sobre o atual cenário do mercado de café arábica. Apesar dos estoques ainda baixos, os preços futuros vêm caindo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje do BBcast Agro, o assessor de agronegócios do Banco do Brasil, Cicero Hiroto, fala direto de Ribeirão Preto (SP) sobre o atual cenário do mercado de café arábica. Apesar dos estoques ainda baixos, os preços futuros vêm caindo, pressionados pelo avanço da colheita no Brasil, clima favorável e expectativa de oferta global elevada.<br /><br />📉 Confira os destaques:<br />– Queda nas cotações do arábica mesmo com consumo em alta<br />– Clima sem danos relevantes às lavouras<br />– Estoques globais se recompondo<br />– Relatório do USDA aponta safra global recorde de 178,7 milhões de sacas<br />– Volatilidade nas cotações deve continuar nos próximos meses<br /><br />☕ O Banco do Brasil apoia o produtor com crédito para custeio, investimento, comercialização e mecanismos de proteção de preços.<br /><br />🎧 Dê o play e fique por dentro das tendências do mercado de café!<br /><br />👉 Inscreva-se no canal, curta o vídeo e acompanhe os próximos episódios.<br /><br />📲 Acesse mais conteúdos em: <a href="https://noticias.broto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://noticias.broto.com.br/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>158</itunes:duration><itunes:keywords>agriculturabrasil,agriculturasustentavel,agrobrasil,bancodobrasilagro,bbcastagro,cafe2025,cafearabica,cafeicultura,mercadodocafe,precificacaoagricola,precodosgraos,ribeiraopreto,safra2025,usda2025,volatilidadenoagro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ce88a02b9eab3ad6161df47b2461083e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Sucessão na Agricultura Familiar: o papel da formação agroecológica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/sucessao-na-agricultura-familiar-o-papel-da-formacao-agroecologica--66821928</link><description><![CDATA[Neste episódio do BBcast Agro, falamos sobre os desafios e soluções para a sucessão rural na agricultura familiar, com destaque para um projeto de formação agroecológica desenvolvido pelo Instituto Bélgica (Ibelga), na Região Serrana do Rio de Janeiro. A iniciativa tem contribuído para manter os jovens no campo, promovendo educação de qualidade, protagonismo e resultados concretos na olericultura, atividade central na região. Você também confere: 🔹 Dados atualizados sobre o êxodo rural juvenil no Brasil 🔹 Fatores que influenciam a permanência da juventude no agro 🔹 A atuação do Banco do Brasil no apoio à sucessão rural 🔹 O papel do programa BB Família Agro na transição geracional 🎧 Dê o play e entenda como a educação, o crédito e a assistência técnica ajudam a garantir o futuro da agricultura familiar. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e compartilhe com quem vive do agro! 📲 Acesse também nossos conteúdos em https://noticias.broto.com.br.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66821928</guid><pubDate>Tue, 01 Jul 2025 15:08:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66821928/20250701_bbcast_agro_sucessao_familiar_na_olericultura.mp3" length="4956994" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio do BBcast Agro, falamos sobre os desafios e soluções para a sucessão rural na agricultura familiar, com destaque para um projeto de formação agroecológica desenvolvido pelo Instituto Bélgica (Ibelga), na Região Serrana do Rio de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do BBcast Agro, falamos sobre os desafios e soluções para a sucessão rural na agricultura familiar, com destaque para um projeto de formação agroecológica desenvolvido pelo Instituto Bélgica (Ibelga), na Região Serrana do Rio de Janeiro. A iniciativa tem contribuído para manter os jovens no campo, promovendo educação de qualidade, protagonismo e resultados concretos na olericultura, atividade central na região. Você também confere: 🔹 Dados atualizados sobre o êxodo rural juvenil no Brasil 🔹 Fatores que influenciam a permanência da juventude no agro 🔹 A atuação do Banco do Brasil no apoio à sucessão rural 🔹 O papel do programa BB Família Agro na transição geracional 🎧 Dê o play e entenda como a educação, o crédito e a assistência técnica ajudam a garantir o futuro da agricultura familiar. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e compartilhe com quem vive do agro! 📲 Acesse também nossos conteúdos em https://noticias.broto.com.br.]]></itunes:summary><itunes:duration>310</itunes:duration><itunes:keywords>agriculturafamiliar,agriculturanobrasil,agroecologia,agrosustentavel,bancodobrasilagro,bbcastagro,bbfamiliaagro,ceffa,creditorural,educacaorural,institutobelgica,jovensnocampo,sucessaorural</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a88b5620ea34d7f19f7513e12c6455dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/06/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-06-2025-cenarios-agro--66810066</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66810066</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2025 17:52:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66810066/20250630_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4693193" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>294</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/06/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-06-2025-cenario-da-soja--66763830</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 27 de junho de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa vem mantendo a lateralidade na Bolsa de Chicago, embora apresente volatilidade em função das tensões comerciais e conflitos geopolíticos. Para o derivativo óleo de soja, os preços futuros tiveram elevação nos últimos dias, impulsionados pela indicação da agência de proteção ambiental dos EUA, em elevar a mistura de biocombustível na formulação do óleo diesel para os próximos dois anos. Os preços do óleo de soja vêm dando suporte as cotações futuras do grão em Chicago. O plantio da soja nos EUA caminha para a reta final, segundo o USDA já foi semeada 96% da área projetada. As condições climáticas seguem favoráveis e o desenvolvimento da cultura continua dentro das expectativas. Quanto às condições das lavouras, o órgão indica que 67% estão em condições boas e excelentes. No mesmo período da safra passada, o índice era de 70%. As previsões climáticas nos EUA para os próximos sete dias seguem amplamente favoráveis ao desenvolvimento das lavouras. Os mapas indicam chuvas bem distribuídas e com volumes satisfatórios no cinturão produtor da oleaginosa. O mercado continua atento ao clima, principalmente no Meio-Oeste americano. Na Argentina, a colheita de soja avançou para 96,5%, com estimativa de produção de 50,3 milhões de toneladas. Em se confirmando, o número representaria uma alta de 1,29% em relação ao consolidado da safra 24/25. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 25/06 cotado a US$10,25 /bushel. O mercado segue em lateralidade, acompanhando os desdobramentos dos conflitos geopolíticos e negociações comerciais entre EUA e China. O indicador CEPEA em 25/06 foi cotado a R$ 134,71/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início do mês.  Os prêmios seguem estáveis neste mês de junho, cotados a US$ 0,85 por bushel na posição julho/25. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jul/25 com strike/preço garantido entre 9,91 e U$ 10,26/bushel e - ago/25 com strike entre U$ 9,65 e U$ 10,09/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66763830</guid><pubDate>Fri, 27 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66763830/20250627_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1327543" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>O mercado futuro da oleaginosa vem mantendo a lateralidade na Bolsa de Chicago, embora apresente volatilidade em função das tensões comerciais e conflitos geopolíticos. Para o derivativo óleo de soja, os preços futuros tiveram elevação nos últimos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 27 de junho de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa vem mantendo a lateralidade na Bolsa de Chicago, embora apresente volatilidade em função das tensões comerciais e conflitos geopolíticos. Para o derivativo óleo de soja, os preços futuros tiveram elevação nos últimos dias, impulsionados pela indicação da agência de proteção ambiental dos EUA, em elevar a mistura de biocombustível na formulação do óleo diesel para os próximos dois anos. Os preços do óleo de soja vêm dando suporte as cotações futuras do grão em Chicago. O plantio da soja nos EUA caminha para a reta final, segundo o USDA já foi semeada 96% da área projetada. As condições climáticas seguem favoráveis e o desenvolvimento da cultura continua dentro das expectativas. Quanto às condições das lavouras, o órgão indica que 67% estão em condições boas e excelentes. No mesmo período da safra passada, o índice era de 70%. As previsões climáticas nos EUA para os próximos sete dias seguem amplamente favoráveis ao desenvolvimento das lavouras. Os mapas indicam chuvas bem distribuídas e com volumes satisfatórios no cinturão produtor da oleaginosa. O mercado continua atento ao clima, principalmente no Meio-Oeste americano. Na Argentina, a colheita de soja avançou para 96,5%, com estimativa de produção de 50,3 milhões de toneladas. Em se confirmando, o número representaria uma alta de 1,29% em relação ao consolidado da safra 24/25. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 25/06 cotado a US$10,25 /bushel. O mercado segue em lateralidade, acompanhando os desdobramentos dos conflitos geopolíticos e negociações comerciais entre EUA e China. O indicador CEPEA em 25/06 foi cotado a R$ 134,71/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início do mês.  Os prêmios seguem estáveis neste mês de junho, cotados a US$ 0,85 por bushel na posição julho/25. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jul/25 com strike/preço garantido entre 9,91 e U$ 10,26/bushel e - ago/25 com strike entre U$ 9,65 e U$ 10,09/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/06/2025 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-06-2025-cenario-do-leite--66742428</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de junho de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em abril de 2025 os preços do leite apresentaram redução de 2,9 % em relação ao mês anterior e de elevação de 19 % frente a março/24. O preço do leite captado em abril foi de R$ 2,74/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em maio de 2025 do ICPLeite registraram alta de 0,4%. O principal componente que impactou foi a Energia com 7 % de alta. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações brasileiras de leite e derivados subiram 59 % em maio/25 na comparação com o mês anterior, fechando em 7 milhões de litros equivalentes e registrando alta de 62 % comparativamente com maio/24. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados, alcançaram 172 milhões de litros equivalentes em maio/25, registrando alta de 8 % no mês e alta de 17 % em relação a maio/24. No acumulado de 2025, o saldo da balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 405 milhões, correspondente ao volume de 891 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do Rio Grande do Sul (RS), Minas Gerais (MG), Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), verificamos para maio de 2025 uma projeção média de quedas no valor do litro de leite pago ao produtor variando de 1,5 a 3 %. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66742428</guid><pubDate>Thu, 26 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66742428/bbcast_leite.mp3" length="2724961" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de junho de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em abril de 2025 os preços do leite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de junho de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em abril de 2025 os preços do leite apresentaram redução de 2,9 % em relação ao mês anterior e de elevação de 19 % frente a março/24. O preço do leite captado em abril foi de R$ 2,74/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em maio de 2025 do ICPLeite registraram alta de 0,4%. O principal componente que impactou foi a Energia com 7 % de alta. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações brasileiras de leite e derivados subiram 59 % em maio/25 na comparação com o mês anterior, fechando em 7 milhões de litros equivalentes e registrando alta de 62 % comparativamente com maio/24. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados, alcançaram 172 milhões de litros equivalentes em maio/25, registrando alta de 8 % no mês e alta de 17 % em relação a maio/24. No acumulado de 2025, o saldo da balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 405 milhões, correspondente ao volume de 891 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do Rio Grande do Sul (RS), Minas Gerais (MG), Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), verificamos para maio de 2025 uma projeção média de quedas no valor do litro de leite pago ao produtor variando de 1,5 a 3 %. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,bovinocultura,bovinoculturadeleite,broto,pecuária,pecuárialeiteira</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/62a4ad5a96673fd58802b2b4f4fb974f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/06/2025 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-06-2025-cenario-do-algodao--66726492</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de junho de 2025. Meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão. No Oriente Médio, o acirramento entre Irã e Israel resultou em oscilações no preço do barril de petróleo, uma vez que o país iraniano é um dos grandes produtores do combustível fóssil. De certa forma, a guerra poderá ter desdobramentos sobre a produção nacional. Lembramos que o petróleo é matéria-prima para a fabricação de adubos à base de nitrogênio que, juntamente com os adubos fosfatados, também apresentaram elevação de preços. Os fertilizantes poderão contribuir para o aumento dos custos de produção das lavouras, sendo necessário atenção redobrada na compra — sobretudo neste momento em que o produtor brasileiro busca adquirir insumos para a safra 2025/26. Esse cenário de incertezas quanto aos custos e à demanda está resultando em menor volume de vendas futuras de pluma para 2025/26 no Brasil, quando comparado ao mesmo período do ano passado. A Conab, em seu boletim de junho, divulgou uma produção de 3,91 milhões de toneladas de pluma (5,7% maior que o ciclo anterior), sendo provavelmente a maior safra da história do país. Essa grande oferta de matéria-prima pode trazer uma nova dinâmica de preços no mercado interno e externo, considerando que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial. Contudo, é importante destacar que a Bahia e o Mato Grosso — responsáveis por 90% desse total — já comercializaram cerca de 60% de suas produções estimadas, de modo a cobrir seus custos de produção. O mercado nacional segue atento às consequências do conflito no Oriente Médio. Dessa forma, é fundamental que o cotonicultor esteja atento ao custo de produção e ao melhor momento para o fechamento de preços de venda futura. O Banco do Brasil possui ferramentas que podem o auxiliar na melhor tomada de decisão como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro de 2025 e preços de exercício entre U$c 63 e U$c 68 por libra-peso. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66726492</guid><pubDate>Wed, 25 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66726492/20250625_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="878184" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 25 de junho de 2025. Meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão. No Oriente Médio, o acirramento entre Irã e Israel...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de junho de 2025. Meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão. No Oriente Médio, o acirramento entre Irã e Israel resultou em oscilações no preço do barril de petróleo, uma vez que o país iraniano é um dos grandes produtores do combustível fóssil. De certa forma, a guerra poderá ter desdobramentos sobre a produção nacional. Lembramos que o petróleo é matéria-prima para a fabricação de adubos à base de nitrogênio que, juntamente com os adubos fosfatados, também apresentaram elevação de preços. Os fertilizantes poderão contribuir para o aumento dos custos de produção das lavouras, sendo necessário atenção redobrada na compra — sobretudo neste momento em que o produtor brasileiro busca adquirir insumos para a safra 2025/26. Esse cenário de incertezas quanto aos custos e à demanda está resultando em menor volume de vendas futuras de pluma para 2025/26 no Brasil, quando comparado ao mesmo período do ano passado. A Conab, em seu boletim de junho, divulgou uma produção de 3,91 milhões de toneladas de pluma (5,7% maior que o ciclo anterior), sendo provavelmente a maior safra da história do país. Essa grande oferta de matéria-prima pode trazer uma nova dinâmica de preços no mercado interno e externo, considerando que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial. Contudo, é importante destacar que a Bahia e o Mato Grosso — responsáveis por 90% desse total — já comercializaram cerca de 60% de suas produções estimadas, de modo a cobrir seus custos de produção. O mercado nacional segue atento às consequências do conflito no Oriente Médio. Dessa forma, é fundamental que o cotonicultor esteja atento ao custo de produção e ao melhor momento para o fechamento de preços de venda futura. O Banco do Brasil possui ferramentas que podem o auxiliar na melhor tomada de decisão como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro de 2025 e preços de exercício entre U$c 63 e U$c 68 por libra-peso. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>147</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/166675b3f3158dd602fe8cd2d5592eae.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/06/2025 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-06-2025-cenario-da-cana-de-acucar--66708175</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de Junho de 2025, eu sou Wladimir Saavedra, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   O Acompanhamento de safra na região Centro-Sul, realizado pela Unica, divulgou os dados consolidados até Maio/2025. No acumulado da safra 2025/2026, a moagem de cana atingiu 124,77 milhões de toneladas, ante 141,54 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – retração de 11,85%. Sobre a qualidade da matéria-prima, também no acumulado da safra, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) marca 117,02 kg de ATR/t, registrando retração de 4,13% na comparação com o valor observado em igual posição no último ciclo. Apesar do mix mais açucareiro, registrado nesta safra até o momento (49,99%, contra 47,81% na passada), a produção de açúcar segue em queda quando comparada ao ciclo anterior — reflexo da menor moagem e da redução no ATR por tonelada de cana. Ainda sob predominância de fatores de baixa (maior expectativa de oferta global para as próximas temporadas), o mercado de açúcar passa por um movimento de ajuste. Projeção de uma safra menor no Brasil passa a atuar como limitador do viés de baixa e contribui para a sustentação dos preços O conflito entre Irã e Israel, tende a influenciar positivamente o açúcar, via etanol. Petróleo em alta encarece a gasolina e torna o etanol mais competitivo, reduzindo oferta do adoçante. O preço do etanol hidratado seguiu em queda no mercado spot do estado de São Paulo, no entanto, a intensidade da desvalorização já foi menor. Escalada do petróleo traz um novo movimento altista para o biocombustível. A combinação da tensão geopolítica, consolidação dos números da safra brasileira (quantidade e qualidade) e comportamento do mercado de açúcar (recompra de posições) podem criar ambiente favorável para movimento reprecificação do açúcar e aumento na demanda de etanol. Informações precisas e análises qualificadas são fundamentais para orientar as decisões por isso conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66708175</guid><pubDate>Tue, 24 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66708175/20250624_bbcast_agro_cenario_da_cana_de_acucar.mp3" length="2969599" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de Junho de 2025, eu sou Wladimir Saavedra, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   O Acompanhamento de safra na região Centro-Sul, realizado pela Unica,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de Junho de 2025, eu sou Wladimir Saavedra, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   O Acompanhamento de safra na região Centro-Sul, realizado pela Unica, divulgou os dados consolidados até Maio/2025. No acumulado da safra 2025/2026, a moagem de cana atingiu 124,77 milhões de toneladas, ante 141,54 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – retração de 11,85%. Sobre a qualidade da matéria-prima, também no acumulado da safra, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) marca 117,02 kg de ATR/t, registrando retração de 4,13% na comparação com o valor observado em igual posição no último ciclo. Apesar do mix mais açucareiro, registrado nesta safra até o momento (49,99%, contra 47,81% na passada), a produção de açúcar segue em queda quando comparada ao ciclo anterior — reflexo da menor moagem e da redução no ATR por tonelada de cana. Ainda sob predominância de fatores de baixa (maior expectativa de oferta global para as próximas temporadas), o mercado de açúcar passa por um movimento de ajuste. Projeção de uma safra menor no Brasil passa a atuar como limitador do viés de baixa e contribui para a sustentação dos preços O conflito entre Irã e Israel, tende a influenciar positivamente o açúcar, via etanol. Petróleo em alta encarece a gasolina e torna o etanol mais competitivo, reduzindo oferta do adoçante. O preço do etanol hidratado seguiu em queda no mercado spot do estado de São Paulo, no entanto, a intensidade da desvalorização já foi menor. Escalada do petróleo traz um novo movimento altista para o biocombustível. A combinação da tensão geopolítica, consolidação dos números da safra brasileira (quantidade e qualidade) e comportamento do mercado de açúcar (recompra de posições) podem criar ambiente favorável para movimento reprecificação do açúcar e aumento na demanda de etanol. Informações precisas e análises qualificadas são fundamentais para orientar as decisões por isso conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1fc2fe628d640bcb1f54dc0f62683c43.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/06/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-06-2025-cenarios-agro--66709716</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66709716</guid><pubDate>Mon, 23 Jun 2025 17:11:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66709716/20250623_bbcast_cenarios_agro.mp3" length="4697801" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>294</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/06/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-06-2025-cenario-do-milho--66606005</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 20 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou, no último dia 12, seu levantamento global de oferta e demanda de grãos. Para o mês de junho, o órgão praticamente manteve às projeções publicadas em maio. A produção norte-americana 2025/26 foi estimada em 401,85 milhões de toneladas, o que, caso concretize, seria um recorde para o país e um aumento de 6,4% em relação à safra anterior.   Com o plantio praticamente finalizado, o mercado passa a olhar para as condições das lavouras estadunidenses. Em relatório do USDA desta semana, foi indicado que 72% das lavouras encontram-se entre boas a excelentes, percentual igual ao mesmo período do ano passado.   O mercado externo tem apresentado volatilidade, refletindo o conflito entre Israel e Irã e a elevação do petróleo. Na Bolsa de Chicago, o contrato referência setembro/25 encerrou o pregão do dia 17 cotado a US$ 4,23/bushel.   No Brasil, os preços físicos seguem em queda, reflexo de boas perspectivas com relação à safra 2024/25. A Conab, em seu levantamento de junho, elevou novamente a estimativa de produção total para 128,25 milhões de toneladas (1,37 milhão acima que o levantamento de maio). O volume da 2ª safra pode atingir 101 milhões de toneladas, 1,2 milhão a mais que a projeção anterior e 12% maior que a da temporada 2023/24.    O indicador do milho CEPEA/B3, com base em Campinas/SP, encerrou na terça-feira, dia 17, cotado a R$ 67,36 por saca, variação negativa de 2,31% em relação ao início de junho.   O Banco do Brasil disponibiliza as <b>Opções Agro BB</b> e o <b>termo de moedas (NDF)</b> com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e preservar suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em:<ul><li><b>Setembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 60,22 e R$ 63,74 por saca;</li><li><b>Novembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 63,33 e R$ 67,49 por saca.</li></ul>  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no <b>App BB &gt; Menu Agro</b>.   Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66606005</guid><pubDate>Fri, 20 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66606005/20250620_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1370645" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é sexta-feira, 20 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA),...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 20 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou, no último dia 12, seu levantamento global de oferta e demanda de grãos. Para o mês de junho, o órgão praticamente manteve às projeções publicadas em maio. A produção norte-americana 2025/26 foi estimada em 401,85 milhões de toneladas, o que, caso concretize, seria um recorde para o país e um aumento de 6,4% em relação à safra anterior.   Com o plantio praticamente finalizado, o mercado passa a olhar para as condições das lavouras estadunidenses. Em relatório do USDA desta semana, foi indicado que 72% das lavouras encontram-se entre boas a excelentes, percentual igual ao mesmo período do ano passado.   O mercado externo tem apresentado volatilidade, refletindo o conflito entre Israel e Irã e a elevação do petróleo. Na Bolsa de Chicago, o contrato referência setembro/25 encerrou o pregão do dia 17 cotado a US$ 4,23/bushel.   No Brasil, os preços físicos seguem em queda, reflexo de boas perspectivas com relação à safra 2024/25. A Conab, em seu levantamento de junho, elevou novamente a estimativa de produção total para 128,25 milhões de toneladas (1,37 milhão acima que o levantamento de maio). O volume da 2ª safra pode atingir 101 milhões de toneladas, 1,2 milhão a mais que a projeção anterior e 12% maior que a da temporada 2023/24.    O indicador do milho CEPEA/B3, com base em Campinas/SP, encerrou na terça-feira, dia 17, cotado a R$ 67,36 por saca, variação negativa de 2,31% em relação ao início de junho.   O Banco do Brasil disponibiliza as <b>Opções Agro BB</b> e o <b>termo de moedas (NDF)</b> com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e preservar suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em:<ul><li><b>Setembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 60,22 e R$ 63,74 por saca;</li><li><b>Novembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 63,33 e R$ 67,49 por saca.</li></ul>  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no <b>App BB &gt; Menu Agro</b>.   Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>229</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/088048ba6c79ef210aaa8370a4ad084e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/06/2025 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-06-2025-cenario-do-cafe-conilon--66602174</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é 18 de junho de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> A colheita do café conilon avança em ritmo acelerado. Produtores no Espírito Santo e em Rondônia intensificam os trabalhos no campo para aproveitar os preços ainda atrativos e as condições climáticas favoráveis. A safra 2024/25 está em pleno andamento e pode superar as expectativas iniciais. Segundo estimativa recente do USDA, a produção brasileira deve ultrapassar 24 milhões de sacas de 60 kg, um crescimento de cerca de 15% em relação à safra anterior. Esse avanço é atribuído principalmente ao clima favorável em regiões produtoras como Espírito Santo e Bahia, que tiveram boa floração e excelente desenvolvimento dos frutos. Rondônia sofreu leve impacto negativo, mas sem comprometer o desempenho nacional. Com aproximadamente 40% da colheita já concluída, os preços do robusta começaram a recuar. Na ICE, os contratos futuros encerraram o pregão de 13 de junho cotados a US$ 4.444 por tonelada, com alta diária de 1,32%. Apesar do avanço pontual, o mercado acumula queda no mês, influenciado pela elevação da oferta global, especialmente do Vietnã e da Indonésia. No mercado interno, os preços também recuaram. O café conilon tipo 7 foi negociado a R$ 1.240,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL. O cenário atual reflete o impacto da colheita e da maior oferta global, pressionando os preços tanto no mercado interno quanto externo. Ainda assim, o Brasil mantém posição estratégica, com produção robusta, qualidade crescente e presença consolidada nos principais destinos de exportação. A expectativa é de que, com o avanço da safra, o mercado encontre maior equilíbrio nos próximos meses. Os produtores devem acompanhar de perto as cotações e avaliar estratégias de proteção, como as linhas de crédito para estocagem. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66602174</guid><pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:19:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66602174/20250618_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1027082" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de junho de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon. A colheita do café conilon avança em ritmo acelerado. Produtores...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é 18 de junho de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> A colheita do café conilon avança em ritmo acelerado. Produtores no Espírito Santo e em Rondônia intensificam os trabalhos no campo para aproveitar os preços ainda atrativos e as condições climáticas favoráveis. A safra 2024/25 está em pleno andamento e pode superar as expectativas iniciais. Segundo estimativa recente do USDA, a produção brasileira deve ultrapassar 24 milhões de sacas de 60 kg, um crescimento de cerca de 15% em relação à safra anterior. Esse avanço é atribuído principalmente ao clima favorável em regiões produtoras como Espírito Santo e Bahia, que tiveram boa floração e excelente desenvolvimento dos frutos. Rondônia sofreu leve impacto negativo, mas sem comprometer o desempenho nacional. Com aproximadamente 40% da colheita já concluída, os preços do robusta começaram a recuar. Na ICE, os contratos futuros encerraram o pregão de 13 de junho cotados a US$ 4.444 por tonelada, com alta diária de 1,32%. Apesar do avanço pontual, o mercado acumula queda no mês, influenciado pela elevação da oferta global, especialmente do Vietnã e da Indonésia. No mercado interno, os preços também recuaram. O café conilon tipo 7 foi negociado a R$ 1.240,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL. O cenário atual reflete o impacto da colheita e da maior oferta global, pressionando os preços tanto no mercado interno quanto externo. Ainda assim, o Brasil mantém posição estratégica, com produção robusta, qualidade crescente e presença consolidada nos principais destinos de exportação. A expectativa é de que, com o avanço da safra, o mercado encontre maior equilíbrio nos próximos meses. Os produtores devem acompanhar de perto as cotações e avaliar estratégias de proteção, como as linhas de crédito para estocagem. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>172</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,conilon</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6cda3dd3d75bf5109ef2e17f99e9ef74.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/06/2025 - Cenário da carcinicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-06-2025-cenario-da-carcinicultura--66582744</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 17 de junho de 2025, meu nome é Paulo Cesar, Assessor de Agronegócios em Natal-RN, e falaremos, hoje, sobre a Carcinicultura. A carcinicultura (criação de camarões em cativeiro) consolida-se como um dos setores mais dinâmicos da aquicultura brasileira, com crescimento sustentado e impacto socioeconômico significativo, especialmente no Nordeste.  Segundo dados da Associação Brasileira de Carcinicultura – ABCC, a produção nacional atingiu 127 mil toneladas em 2023, com o Nordeste respondendo por mais de 99% do total. Os estados do Ceará, com 57% da produção, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco são os maiores produtores, concentrando mais de 88% da atividade.   Utilizando águas salobras (impróprias para consumo ou irrigação), estados como Ceará, Bahia e Alagoas interiorizaram a produção, transformando áreas do semiárido em polos de carcinicultura familiar.   Sistemas como bioflocos, que é a recirculação de água com controle bacteriano, e tanques impermeabilizados com geomembranas permitem produção em regiões sem recursos hídricos abundantes e reduzem impactos ambientais.   A ocupação de manguezais gera conflitos legais, pois essas áreas são protegidas pelo Código Florestal (Lei 12.651/2012). Propostas de ajustes na legislação buscam autorizar atividades de médio impacto com compensações ambientais, como recuperação de mangues degradados.   A atividade sustenta milhares de famílias, como em Alagoas, onde associações de produtores garantem rendas mensais de até R$ 3 mil por família através de modelos cooperativos.   A Cadeia produtiva movimenta insumos estratégicos, como rações (projeção de 240 mil toneladas para camarões em 2025) e impulsiona eventos como a Expo Camarão, no Ceará, que em 2025 atraiu 100 mil visitantes e gerou R$ 150 milhões em negócios.   Campanhas como "Camarão é do Nordeste, é pra você!”  buscam ampliar o consumo nacional.   No setor de exportações, o acordo Mercosul-União Europeia (2025) pode reabrir o mercado europeu, fechado desde 2018, potencializando vendas externas de camarão cearense, que tem logística favorável via Porto do Pecém.   O setor enfrenta alguns desafios, como a doença da mancha branca, que exige investimentos em biossegurança e monitoramento, assim como custos, com altos investimentos iniciais em tecnologia e insumos, com a ração representando 70% dos custos operacionais.   Em resumo, a carcinicultura brasileira destaca-se pela capacidade de adaptação e potencial de crescimento, alavancado pela organização comunitária e oportunidades de exportação. Para consolidar-se globalmente, precisa superar desafios regulatórios e sanitários, além de expandir políticas de fomento para pequenos produtores. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66582744</guid><pubDate>Tue, 17 Jun 2025 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66582744/20250617_bbcast_agro_cenario_carcinicultura.mp3" length="3636661" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 17 de junho de 2025, meu nome é Paulo Cesar, Assessor de Agronegócios em Natal-RN, e falaremos, hoje, sobre a Carcinicultura. A carcinicultura (criação de camarões em cativeiro) consolida-se como um dos setores mais dinâmicos da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 17 de junho de 2025, meu nome é Paulo Cesar, Assessor de Agronegócios em Natal-RN, e falaremos, hoje, sobre a Carcinicultura. A carcinicultura (criação de camarões em cativeiro) consolida-se como um dos setores mais dinâmicos da aquicultura brasileira, com crescimento sustentado e impacto socioeconômico significativo, especialmente no Nordeste.  Segundo dados da Associação Brasileira de Carcinicultura – ABCC, a produção nacional atingiu 127 mil toneladas em 2023, com o Nordeste respondendo por mais de 99% do total. Os estados do Ceará, com 57% da produção, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco são os maiores produtores, concentrando mais de 88% da atividade.   Utilizando águas salobras (impróprias para consumo ou irrigação), estados como Ceará, Bahia e Alagoas interiorizaram a produção, transformando áreas do semiárido em polos de carcinicultura familiar.   Sistemas como bioflocos, que é a recirculação de água com controle bacteriano, e tanques impermeabilizados com geomembranas permitem produção em regiões sem recursos hídricos abundantes e reduzem impactos ambientais.   A ocupação de manguezais gera conflitos legais, pois essas áreas são protegidas pelo Código Florestal (Lei 12.651/2012). Propostas de ajustes na legislação buscam autorizar atividades de médio impacto com compensações ambientais, como recuperação de mangues degradados.   A atividade sustenta milhares de famílias, como em Alagoas, onde associações de produtores garantem rendas mensais de até R$ 3 mil por família através de modelos cooperativos.   A Cadeia produtiva movimenta insumos estratégicos, como rações (projeção de 240 mil toneladas para camarões em 2025) e impulsiona eventos como a Expo Camarão, no Ceará, que em 2025 atraiu 100 mil visitantes e gerou R$ 150 milhões em negócios.   Campanhas como "Camarão é do Nordeste, é pra você!”  buscam ampliar o consumo nacional.   No setor de exportações, o acordo Mercosul-União Europeia (2025) pode reabrir o mercado europeu, fechado desde 2018, potencializando vendas externas de camarão cearense, que tem logística favorável via Porto do Pecém.   O setor enfrenta alguns desafios, como a doença da mancha branca, que exige investimentos em biossegurança e monitoramento, assim como custos, com altos investimentos iniciais em tecnologia e insumos, com a ração representando 70% dos custos operacionais.   Em resumo, a carcinicultura brasileira destaca-se pela capacidade de adaptação e potencial de crescimento, alavancado pela organização comunitária e oportunidades de exportação. Para consolidar-se globalmente, precisa superar desafios regulatórios e sanitários, além de expandir políticas de fomento para pequenos produtores. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bb,broto,camarão,carcinicultura,pesca</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6028dd90ff1a7c3368e575ce2ddd6532.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/06/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-06-2025-cenarios-agro--66581968</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66581968</guid><pubDate>Mon, 16 Jun 2025 18:56:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66581968/20250616_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4402505" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>276</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/06/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-06-2025-cenario-da-soja--66539104</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 13 de junho de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa vem mantendo a lateralidade na Bolsa de Chicago em função da agenda de negociações comerciais entre China e Estados Unidos. Para seus derivativos (farelo e óleo), os preços futuros estão se contrabalanceando com o cenário macroeconômico ainda incerto. Nos fundamentos, o USDA trouxe em seu relatório mensal de oferta e demanda, números dentro da expectativa de mercado. Para o acompanhamento semanal, o órgão apontou que o plantio norte-americano seguiu avançando de forma favorável, cerca de 90% da área total estimada de soja já semeada, frente a 86% no mesmo período de 2024 e 88% na média histórica. A germinação está em 75%, quanto às condições das lavouras, o órgão indica que 68% estão em condições boas e excelentes. As previsões climáticas nos EUA, seguem no radar do mercado, principalmente no Meio-Oeste. O mapa meteorológico dos últimos 15 dias, mostrou que há algumas áreas com deficiência hídrica, como Centro e Norte de Ohio, Oeste de Indiana, Illinois, Iowa, Minnesota, Wisconsin, leste de Dakota do Sul, Noroeste de Dakota do Norte e Oeste de Nebraska. Na Argentina, a colheita de soja avançou para 88,7%, entretanto, segue atrasada em 3,7 pontos percentuais em comparação à média dos últimos cinco anos. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 11/06 cotado a US$ 10,50/bushel. O mercado segue em lateralidade, aguardando os desdobramentos das negociações entre EUA e China. O indicador CEPEA em 11/06 foi cotado a R$ 134,38/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de junho. Os prêmios se elevaram, variando entre US$ 0,70 e US$ 0,80 por bushel na posição junho/25 e entre US$ 0,90 e US$ 1,05 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência.   Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jul/25 com strike/preço garantido entre 10,13 e U$ 10,49/bushel e - ago/25 com strike entre U$ 9,79 e U$ 10,23/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66539104</guid><pubDate>Fri, 13 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66539104/20250613_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1246041" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 13 de junho de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa vem mantendo a lateralidade na Bolsa de Chicago em função...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 13 de junho de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa vem mantendo a lateralidade na Bolsa de Chicago em função da agenda de negociações comerciais entre China e Estados Unidos. Para seus derivativos (farelo e óleo), os preços futuros estão se contrabalanceando com o cenário macroeconômico ainda incerto. Nos fundamentos, o USDA trouxe em seu relatório mensal de oferta e demanda, números dentro da expectativa de mercado. Para o acompanhamento semanal, o órgão apontou que o plantio norte-americano seguiu avançando de forma favorável, cerca de 90% da área total estimada de soja já semeada, frente a 86% no mesmo período de 2024 e 88% na média histórica. A germinação está em 75%, quanto às condições das lavouras, o órgão indica que 68% estão em condições boas e excelentes. As previsões climáticas nos EUA, seguem no radar do mercado, principalmente no Meio-Oeste. O mapa meteorológico dos últimos 15 dias, mostrou que há algumas áreas com deficiência hídrica, como Centro e Norte de Ohio, Oeste de Indiana, Illinois, Iowa, Minnesota, Wisconsin, leste de Dakota do Sul, Noroeste de Dakota do Norte e Oeste de Nebraska. Na Argentina, a colheita de soja avançou para 88,7%, entretanto, segue atrasada em 3,7 pontos percentuais em comparação à média dos últimos cinco anos. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 11/06 cotado a US$ 10,50/bushel. O mercado segue em lateralidade, aguardando os desdobramentos das negociações entre EUA e China. O indicador CEPEA em 11/06 foi cotado a R$ 134,38/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de junho. Os prêmios se elevaram, variando entre US$ 0,70 e US$ 0,80 por bushel na posição junho/25 e entre US$ 0,90 e US$ 1,05 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência.   Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jul/25 com strike/preço garantido entre 10,13 e U$ 10,49/bushel e - ago/25 com strike entre U$ 9,79 e U$ 10,23/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/06/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-06-2025-cenario-do-boi-gordo--66514222</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de junho de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 64 mil toneladas nos primeiros cinco dias úteis do mês de junho de 2025, com média diária de 12,8 mil toneladas, representando um avanço de 33% no volume diário exportado em relação a junho de 2024. O preço médio da tonelada ficou com US$ 5.367, alta de 20% frente ao mesmo período do ano anterior. Assim, a procura pela carne bovina brasileira mantem-se aquecida e as exportações seguem em ritmo forte de embarque, a caminho de volumes recordes de exportação. No dia 10 de junho de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 312,20. A escala de abate está, em média, para nove dias.   Historicamente, em meados de maio, temos um aumento na oferta de animais para abate terminados a pasto. Entretanto, as condições favoráveis de pastagem na região central do país, atípica para esta época do ano, ainda permitem que os pecuaristas mantenham o animal no pasto, a fim de melhores preços para negociação com a ponta compradora, reduzindo a pressão baixista na cotação da arroba. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: julho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 312 e 318 /@, e agosto de 2025 com strike entre R$ 315 e 328 /@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!    ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66514222</guid><pubDate>Thu, 12 Jun 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66514222/20250612_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1097613" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de junho de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de junho de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 64 mil toneladas nos primeiros cinco dias úteis do mês de junho de 2025, com média diária de 12,8 mil toneladas, representando um avanço de 33% no volume diário exportado em relação a junho de 2024. O preço médio da tonelada ficou com US$ 5.367, alta de 20% frente ao mesmo período do ano anterior. Assim, a procura pela carne bovina brasileira mantem-se aquecida e as exportações seguem em ritmo forte de embarque, a caminho de volumes recordes de exportação. No dia 10 de junho de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 312,20. A escala de abate está, em média, para nove dias.   Historicamente, em meados de maio, temos um aumento na oferta de animais para abate terminados a pasto. Entretanto, as condições favoráveis de pastagem na região central do país, atípica para esta época do ano, ainda permitem que os pecuaristas mantenham o animal no pasto, a fim de melhores preços para negociação com a ponta compradora, reduzindo a pressão baixista na cotação da arroba. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: julho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 312 e 318 /@, e agosto de 2025 com strike entre R$ 315 e 328 /@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!    ]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/870dabea4e26f8fe92e259a968f211aa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/06/2025 - Cenário da citricultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-06-2025-cenario-da-citricultura--66497706</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é 11 de junho de 2025. Eu sou Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Frutal/MG, e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.</b> A estimativa da safra de laranja 2025/26, publicada em 09 de maio de 2025 pelo Fundecitrus, é de <b>314,6 milhões de caixas de 40,8 kg</b>. O volume projetado representa um aumento expressivo de <b>36,3%</b> em comparação com a safra passada, que encerrou em <b>230,87 milhões de caixas</b>. A perspectiva de uma safra maior é atribuída principalmente ao <b>maior número de frutos por árvore</b>, resultado do clima favorável à segunda florada, também do melhor manejo dos pomares — impulsionado pelos bons preços obtidos pelos citricultores na última safra — e ao aumento da quantidade de árvores produtivas no parque citrícola, conforme indicado no último censo. O aumento significativo na produção de laranjas do Brasil, maior exportador mundial de suco de laranja, fez o preço futuro da commodity cair na Bolsa de Nova York. No início de janeiro, os contratos de suco concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) chegaram a <b>US$ 5,14 por libra-peso</b>, enquanto na última sexta-feira (06/06/2025) foram negociados a <b>US$ 2,84</b> — um recuo de <b>44,6%</b>! Atualmente, estamos no final do período da entressafra e próximos do início da colheita das variedades precoces, <b>Hamlin</b> e <b>Westin</b>. Segundo o CEPEA, os preços da laranja seguem em queda no mercado de mesa: na última semana de maio, para a variedade Westin, a média é de <b>R$ 71,05/cx</b>, e para a Hamlin, <b>R$ 69,68/cx</b>, recuos de <b>8,4%</b> e <b>7,11%</b>, respectivamente. Agentes consultados pelo CEPEA apontam que algumas indústrias pararam de moer a fruta nas últimas semanas, o que tem reforçado o recuo nas cotações do mercado de mesa. Citricultores que estão sem contrato assinado com as indústrias negociam, neste momento, contratos para a safra 2025/2026, que está prestes a começar. As negociações destinadas ao processamento industrial seguem indefinidas. A entrada das frutas precoces deve trazer maior dinamismo ao mercado, já que os estoques de suco de laranja no Brasil estão baixos. Para atender às necessidades da cultura da laranja, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como <b>implantação de pomares, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade</b>, além do tradicional <b>custeio agrícola</b>. <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.</b> <b>Fica a dica: crédito consciente e sustentável.</b> <b>Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66497706</guid><pubDate>Wed, 11 Jun 2025 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66497706/20250611_bbcast_agro_cenario_da_citricultura.mp3" length="1296666" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de junho de 2025. Eu sou Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Frutal/MG, e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura. A estimativa da safra de laranja 2025/26, publicada em 09 de maio de 2025 pelo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é 11 de junho de 2025. Eu sou Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Frutal/MG, e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.</b> A estimativa da safra de laranja 2025/26, publicada em 09 de maio de 2025 pelo Fundecitrus, é de <b>314,6 milhões de caixas de 40,8 kg</b>. O volume projetado representa um aumento expressivo de <b>36,3%</b> em comparação com a safra passada, que encerrou em <b>230,87 milhões de caixas</b>. A perspectiva de uma safra maior é atribuída principalmente ao <b>maior número de frutos por árvore</b>, resultado do clima favorável à segunda florada, também do melhor manejo dos pomares — impulsionado pelos bons preços obtidos pelos citricultores na última safra — e ao aumento da quantidade de árvores produtivas no parque citrícola, conforme indicado no último censo. O aumento significativo na produção de laranjas do Brasil, maior exportador mundial de suco de laranja, fez o preço futuro da commodity cair na Bolsa de Nova York. No início de janeiro, os contratos de suco concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) chegaram a <b>US$ 5,14 por libra-peso</b>, enquanto na última sexta-feira (06/06/2025) foram negociados a <b>US$ 2,84</b> — um recuo de <b>44,6%</b>! Atualmente, estamos no final do período da entressafra e próximos do início da colheita das variedades precoces, <b>Hamlin</b> e <b>Westin</b>. Segundo o CEPEA, os preços da laranja seguem em queda no mercado de mesa: na última semana de maio, para a variedade Westin, a média é de <b>R$ 71,05/cx</b>, e para a Hamlin, <b>R$ 69,68/cx</b>, recuos de <b>8,4%</b> e <b>7,11%</b>, respectivamente. Agentes consultados pelo CEPEA apontam que algumas indústrias pararam de moer a fruta nas últimas semanas, o que tem reforçado o recuo nas cotações do mercado de mesa. Citricultores que estão sem contrato assinado com as indústrias negociam, neste momento, contratos para a safra 2025/2026, que está prestes a começar. As negociações destinadas ao processamento industrial seguem indefinidas. A entrada das frutas precoces deve trazer maior dinamismo ao mercado, já que os estoques de suco de laranja no Brasil estão baixos. Para atender às necessidades da cultura da laranja, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como <b>implantação de pomares, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade</b>, além do tradicional <b>custeio agrícola</b>. <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.</b> <b>Fica a dica: crédito consciente e sustentável.</b> <b>Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,citricultor,ctricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bfa93000eeaec8a40a6268dc12057179.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/06/2025 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-06-2025-cenario-climatico--66497627</link><description><![CDATA[Olá, a Estação do Inverno começa no próximo dia 20, mas o que podemos esperar para os próximos dias do mês? Hoje é 10 de junho, sou Sttefanne Camp, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>   No último relatório, a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) manteve as condições de La Niña e El Niño Neutros, até meados de outubro. Agora em junho, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuvas acima da média nas porções norte e leste da Região Nordeste, Rio Grande do Sul e norte da Região Norte. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do interior da Região Nordeste, sul da Amazônia, Paraná e Santa Catarina, os volumes de chuvas devem ficar próxima e abaixo da média climatológica. A previsão para temperaturas indica que devem ficar acima da média em grande parte do País. Porém apesar dessa tendência, os valores devem permanecer abaixo dos 20°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, leste de São Paulo, sul do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por outro, em áreas das regiões Norte e Nordeste, as temperaturas médias devem se manter próximas à climatologia, variando entre 25°C e 28°C. Alguns meteorologistas preveem que haverá maior quantidade de dias frios no centro-sul do Brasil, em relação ao observado em junho de 2024. Em relação à umidade do solo, a previsão de chuvas acima da média na parte leste do Nordeste, poderá beneficiar os cultivos de feijão e milho terceiras safras em áreas do SEALBA (região que abrange os estados de Sergipe, Alagoas e Bahia). Entretanto, nas áreas de produção do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), há uma tendência de redução das chuvas, que pode causar restrição hídrica em parte das lavouras de segunda safra que estejam em fases de maior demanda por água. Para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, mesmo com a previsão de volumes de chuva próximos ou abaixo da média, os acumulados ainda devem ser suficientes para favorecer a maturação e a colheita de cana-de-açúcar e do café. No Mato Grosso do Sul e no Mato Grosso, as condições climáticas previstas não devem impactar negativamente as culturas de segunda safra. Na Região Sul, as condições de chuvas próximas e abaixo da média no Paraná e Santa Catarina serão favoráveis para finalização da colheita dos cultivos de primeira safra, bem como do feijão segunda safra. Assim, com atenção aos eventos climáticos típicos da época, planejar a safra, associando o monitoramento do clima, são fundamentais para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66497627</guid><pubDate>Tue, 10 Jun 2025 18:12:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66497627/20250610_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3442654" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, a Estação do Inverno começa no próximo dia 20, mas o que podemos esperar para os próximos dias do mês? Hoje é 10 de junho, sou Sttefanne Camp, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o cenário climático....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, a Estação do Inverno começa no próximo dia 20, mas o que podemos esperar para os próximos dias do mês? Hoje é 10 de junho, sou Sttefanne Camp, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>   No último relatório, a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) manteve as condições de La Niña e El Niño Neutros, até meados de outubro. Agora em junho, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuvas acima da média nas porções norte e leste da Região Nordeste, Rio Grande do Sul e norte da Região Norte. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do interior da Região Nordeste, sul da Amazônia, Paraná e Santa Catarina, os volumes de chuvas devem ficar próxima e abaixo da média climatológica. A previsão para temperaturas indica que devem ficar acima da média em grande parte do País. Porém apesar dessa tendência, os valores devem permanecer abaixo dos 20°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, leste de São Paulo, sul do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por outro, em áreas das regiões Norte e Nordeste, as temperaturas médias devem se manter próximas à climatologia, variando entre 25°C e 28°C. Alguns meteorologistas preveem que haverá maior quantidade de dias frios no centro-sul do Brasil, em relação ao observado em junho de 2024. Em relação à umidade do solo, a previsão de chuvas acima da média na parte leste do Nordeste, poderá beneficiar os cultivos de feijão e milho terceiras safras em áreas do SEALBA (região que abrange os estados de Sergipe, Alagoas e Bahia). Entretanto, nas áreas de produção do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), há uma tendência de redução das chuvas, que pode causar restrição hídrica em parte das lavouras de segunda safra que estejam em fases de maior demanda por água. Para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, mesmo com a previsão de volumes de chuva próximos ou abaixo da média, os acumulados ainda devem ser suficientes para favorecer a maturação e a colheita de cana-de-açúcar e do café. No Mato Grosso do Sul e no Mato Grosso, as condições climáticas previstas não devem impactar negativamente as culturas de segunda safra. Na Região Sul, as condições de chuvas próximas e abaixo da média no Paraná e Santa Catarina serão favoráveis para finalização da colheita dos cultivos de primeira safra, bem como do feijão segunda safra. Assim, com atenção aos eventos climáticos típicos da época, planejar a safra, associando o monitoramento do clima, são fundamentais para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agrometeorologia,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,clima,laniña,meteorologia,pecuária,previsãodotempo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2430294be9c349867b215da66bb864b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/06/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-06-2025-cenarios-agro--66472448</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66472448</guid><pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:29:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66472448/20250609_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4785737" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>300</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/06/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-06-2025-cenario-do-milho--66410723</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 6 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O plantio da safra norte-americana 2025/26 está praticamente finalizado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em publicação do último dia 2, já foi semeada 93% da área total. Segundo o órgão, 69% das lavouras encontram-se em condições entre boas e excelentes, seis pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No entanto, a previsão de chuvas regulares para os próximos dias no Meio-Oeste pode favorecer a melhora dessas condições.   Na Bolsa de Chicago, o contrato referência setembro/25 encerrou o pregão do dia 3 cotado a US$ 4,23/bushel. A recente valorização acompanha a alta do petróleo, uma vez que o aumento no preço do combustível fóssil melhora a competitividade do etanol, importante derivado do cereal nos Estados Unidos.   No Brasil, os preços físicos continuam pressionados negativamente, conforme observado nas últimas semanas, devido à perspectiva de elevada oferta do milho da segunda safra, cuja colheita já começou timidamente em algumas regiões. O indicador do milho CEPEA/B3, com base em Campinas/SP, encerrou na terça dia 3 cotado a R$ 68,89 por saca.   Produtores avaliam os danos causados pelo frio e os relatos de geadas pontuais ocorridas na semana passada, especialmente no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Entretanto, o mercado entende que as perdas foram limitadas e localizadas, sem impacto significativo no volume final esperado.   O Banco do Brasil disponibiliza as <b>Opções Agro BB</b> e o <b>termo de moedas (NDF)</b> com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e preservar suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em:<ul><li><b>Setembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 61,60 e R$ 65,20 por saca;</li><li><b>Novembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 64,37 e R$ 68,59 por saca.</li></ul>  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no <b>App BB &gt; Menu Agro</b>.   Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66410723</guid><pubDate>Fri, 06 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66410723/20250606_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="3569374" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é sexta-feira, 6 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O plantio da safra norte-americana 2025/26 está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 6 de junho de 2025. Meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   O plantio da safra norte-americana 2025/26 está praticamente finalizado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em publicação do último dia 2, já foi semeada 93% da área total. Segundo o órgão, 69% das lavouras encontram-se em condições entre boas e excelentes, seis pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No entanto, a previsão de chuvas regulares para os próximos dias no Meio-Oeste pode favorecer a melhora dessas condições.   Na Bolsa de Chicago, o contrato referência setembro/25 encerrou o pregão do dia 3 cotado a US$ 4,23/bushel. A recente valorização acompanha a alta do petróleo, uma vez que o aumento no preço do combustível fóssil melhora a competitividade do etanol, importante derivado do cereal nos Estados Unidos.   No Brasil, os preços físicos continuam pressionados negativamente, conforme observado nas últimas semanas, devido à perspectiva de elevada oferta do milho da segunda safra, cuja colheita já começou timidamente em algumas regiões. O indicador do milho CEPEA/B3, com base em Campinas/SP, encerrou na terça dia 3 cotado a R$ 68,89 por saca.   Produtores avaliam os danos causados pelo frio e os relatos de geadas pontuais ocorridas na semana passada, especialmente no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Entretanto, o mercado entende que as perdas foram limitadas e localizadas, sem impacto significativo no volume final esperado.   O Banco do Brasil disponibiliza as <b>Opções Agro BB</b> e o <b>termo de moedas (NDF)</b> com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e preservar suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em:<ul><li><b>Setembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 61,60 e R$ 65,20 por saca;</li><li><b>Novembro/25</b>, com strike/preço garantido entre R$ 64,37 e R$ 68,59 por saca.</li></ul>  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no <b>App BB &gt; Menu Agro</b>.   Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b318ac8ff44e6efcc5732b30f26e2321.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/06/2025 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-06-2025-cenario-da-suinocultura--66399257</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 05 de junho de 2025, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte-MG e falaremos sobre o cenário da suinocultura. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que a suinocultura brasileira iniciou 2025 em ritmo de crescimento. O país abateu 14,27 milhões de cabeças de suínos no primeiro trimestre deste ano, o que representa alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2024 e de 0,3% na comparação com o último trimestre do ano anterior. O ano de 2024 encerrou com recorde histórico no abate de suínos — 57,86 milhões de cabeças. A alta no início de 2025 é atribuída à demanda consistente no mercado interno e ao bom desempenho das exportações. As vendas externas de carne suína seguiram registrando excelente desempenho no mês de abril. O volume de carne in natura e processada exportada foi recorde para este mês e o terceiro maior da série histórica da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), iniciada em 1997. Além disso, a receita arrecadada em abril foi a segunda mais elevada da série da Secretaria. Em abril, foram escoadas 127,8 mil toneladas de produtos suinícolas, alta de 11,4% em relação ao volume de março/25 e 14,5% acima do volume de abril/24, de acordo com os dados da Secex Países da Ásia e da América Latina seguem como principais destinos da carne brasileira. As Filipinas permaneceram como o mercado mais relevante – o volume escoado ao país, em abril, somou 29,8 mil toneladas, volume 10,2% superior ao de março. À China, segundo maior destino, foram exportadas 15 mil toneladas, 7,1% a mais que em março. O preço do suíno vivo recuou nesses últimos dois meses, situando-se ao redor de R$ 8,00 o kg, mas permanecendo ainda em patamares superiores aos praticados no mesmo período do ano anterior. A queda nessas últimas duas semanas está relacionada às especulações em torno dos supostos casos de gripe aviária no Brasil, gerando incertezas e influenciando o comportamento do mercado. O embargo de diversos países à importação de carne de frango do Brasil em decorrência da constatação da gripe aviária em granja comercial no RS poderá ter reflexos, num curto prazo, na maior disponibilidade interna de carne de frango, podendo retrair o preço dessa e de outras carnes no mercado interno. Importante destacar que a atuação do Ministério da Agricultura-MAPA e dos demais órgãos estaduais e federais na análise e divulgação transparente dos possíveis casos de gripe aviária tem fortalecido o sistema de defesa sanitária do país, gerando confiança nos países importadores de carne brasileira, o que certamente beneficiará todo o complexo de exportação de proteína animal do Brasil.   Os preços médios dos principais insumos da produção de suinos nacional – farelo de soja e milho – apresentaram retrações de março para abril no mercado interno. O início da colheita do milho safrinha, que responde por 80% da oferta total do milho, deve continuar pressionando para baixo o preço do grão nos próximos meses. Ressaltamos que, mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nesse último período de comercialização, a atividade continua apresentando margem de rentabilidade positiva. A expectativa para o ano de 2025 continua positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, devendo resultar em boas margens de rentabilidade para a atividade. O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66399257</guid><pubDate>Thu, 05 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66399257/20250605_bbcast_agro_cenario_da_suinocultura.mp3" length="1694772" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 05 de junho de 2025, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte-MG e falaremos sobre o cenário da suinocultura. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 05 de junho de 2025, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte-MG e falaremos sobre o cenário da suinocultura. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que a suinocultura brasileira iniciou 2025 em ritmo de crescimento. O país abateu 14,27 milhões de cabeças de suínos no primeiro trimestre deste ano, o que representa alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2024 e de 0,3% na comparação com o último trimestre do ano anterior. O ano de 2024 encerrou com recorde histórico no abate de suínos — 57,86 milhões de cabeças. A alta no início de 2025 é atribuída à demanda consistente no mercado interno e ao bom desempenho das exportações. As vendas externas de carne suína seguiram registrando excelente desempenho no mês de abril. O volume de carne in natura e processada exportada foi recorde para este mês e o terceiro maior da série histórica da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), iniciada em 1997. Além disso, a receita arrecadada em abril foi a segunda mais elevada da série da Secretaria. Em abril, foram escoadas 127,8 mil toneladas de produtos suinícolas, alta de 11,4% em relação ao volume de março/25 e 14,5% acima do volume de abril/24, de acordo com os dados da Secex Países da Ásia e da América Latina seguem como principais destinos da carne brasileira. As Filipinas permaneceram como o mercado mais relevante – o volume escoado ao país, em abril, somou 29,8 mil toneladas, volume 10,2% superior ao de março. À China, segundo maior destino, foram exportadas 15 mil toneladas, 7,1% a mais que em março. O preço do suíno vivo recuou nesses últimos dois meses, situando-se ao redor de R$ 8,00 o kg, mas permanecendo ainda em patamares superiores aos praticados no mesmo período do ano anterior. A queda nessas últimas duas semanas está relacionada às especulações em torno dos supostos casos de gripe aviária no Brasil, gerando incertezas e influenciando o comportamento do mercado. O embargo de diversos países à importação de carne de frango do Brasil em decorrência da constatação da gripe aviária em granja comercial no RS poderá ter reflexos, num curto prazo, na maior disponibilidade interna de carne de frango, podendo retrair o preço dessa e de outras carnes no mercado interno. Importante destacar que a atuação do Ministério da Agricultura-MAPA e dos demais órgãos estaduais e federais na análise e divulgação transparente dos possíveis casos de gripe aviária tem fortalecido o sistema de defesa sanitária do país, gerando confiança nos países importadores de carne brasileira, o que certamente beneficiará todo o complexo de exportação de proteína animal do Brasil.   Os preços médios dos principais insumos da produção de suinos nacional – farelo de soja e milho – apresentaram retrações de março para abril no mercado interno. O início da colheita do milho safrinha, que responde por 80% da oferta total do milho, deve continuar pressionando para baixo o preço do grão nos próximos meses. Ressaltamos que, mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nesse último período de comercialização, a atividade continua apresentando margem de rentabilidade positiva. A expectativa para o ano de 2025 continua positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, devendo resultar em boas margens de rentabilidade para a atividade. O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>283</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,broto,pecuária,suinocultor,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3c8f13b4e86664dda5f1cb55daec14d1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/06/2025 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-06-2025-cenario-do-cafe-arabica--66374169</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 04 de junho de 2025. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Apesar dos baixos estoques globais, o início da colheita da safra brasileira e o aumento dos estoques de café certificado pela ICE têm pressionado negativamente os preços da commodity nas bolsas internacionais. O clima seco vem favorecendo o avanço da colheita no Brasil, que, segundo a consultoria Safras &amp; Mercado, já ultrapassou 14% para o arábica. Outro fator de pressão sobre os preços foi a divulgação de uma revisão positiva nas estimativas da safra brasileira pelas principais consultorias do setor. Segundo dados do USDA, publicados em 20 de maio, a produção de café arábica está projetada em 40,9 milhões de sacas — uma queda de 6,4% frente à safra 2024. No entanto, ao somar o conilon, a safra total brasileira foi estimada em 65 milhões de sacas, um crescimento de 0,5% em relação ao ano anterior. Com o aumento do consumo global de café, especialmente nos países asiáticos, e os impactos climáticos nos principais países produtores, o mercado se manteve atento à oferta. Como resultado, os preços do arábica atingiram os maiores patamares dos últimos anos. Em 30 de maio, a saca do café arábica no mercado físico superou, em média, R$ 2.300 nas principais praças do país. Diante desse cenário de incertezas climáticas e de mercado, há perspectiva de manutenção dos preços em níveis elevados, considerando a média histórica recente. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção contra intempéries e volatilidade de preços. Entre as ferramentas disponíveis, destacam-se o termo de mercadoria e as opções agro, que contribuem para garantir margens sustentáveis ao produtor. Contate seu gerente Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66374169</guid><pubDate>Wed, 04 Jun 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66374169/20250604_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="1023007" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 04 de junho de 2025. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Apesar dos baixos estoques globais, o início da colheita da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 04 de junho de 2025. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Apesar dos baixos estoques globais, o início da colheita da safra brasileira e o aumento dos estoques de café certificado pela ICE têm pressionado negativamente os preços da commodity nas bolsas internacionais. O clima seco vem favorecendo o avanço da colheita no Brasil, que, segundo a consultoria Safras &amp; Mercado, já ultrapassou 14% para o arábica. Outro fator de pressão sobre os preços foi a divulgação de uma revisão positiva nas estimativas da safra brasileira pelas principais consultorias do setor. Segundo dados do USDA, publicados em 20 de maio, a produção de café arábica está projetada em 40,9 milhões de sacas — uma queda de 6,4% frente à safra 2024. No entanto, ao somar o conilon, a safra total brasileira foi estimada em 65 milhões de sacas, um crescimento de 0,5% em relação ao ano anterior. Com o aumento do consumo global de café, especialmente nos países asiáticos, e os impactos climáticos nos principais países produtores, o mercado se manteve atento à oferta. Como resultado, os preços do arábica atingiram os maiores patamares dos últimos anos. Em 30 de maio, a saca do café arábica no mercado físico superou, em média, R$ 2.300 nas principais praças do país. Diante desse cenário de incertezas climáticas e de mercado, há perspectiva de manutenção dos preços em níveis elevados, considerando a média histórica recente. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de mecanismos de proteção contra intempéries e volatilidade de preços. Entre as ferramentas disponíveis, destacam-se o termo de mercadoria e as opções agro, que contribuem para garantir margens sustentáveis ao produtor. Contate seu gerente Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6cda3dd3d75bf5109ef2e17f99e9ef74.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/06/2025 - Cenário do melão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-06-2025-cenario-do-melao--66370394</link><description><![CDATA[Atualmente, o melão originado da fruticultura Irrigada de Mossoró é conhecido por sua grande qualidade. Hoje é 03 de junho, sou Narcélio Góes, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró – RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   A produção de melão é desenvolvida com a captação de água subterrânea de poços e a implementação de sistemas de irrigação eficientes, garantindo o fornecimento adequado de água às plantações, mesmo em áreas áridas.   A irrigação e o controle de pragas e doenças são essenciais durante o ciclo de desenvolvimento do meloeiro. A colheita ocorre quando os melões atingem o ponto de maturação ideal, com base em critérios como cor, tamanho, formato e sabor. A pós-colheita inclui a classificação e o armazenamento, para garantir a qualidade e a conservação dos frutos.   O preparo de melão para exportação envolve várias etapas, desde a colheita, quando os melões devem ser selecionados e classificados de acordo com o tamanho, forma e características externas. No transporte, o foco é a qualidade e conservação. É fundamental garantir que o melão atenda aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado internacional, incluindo aparência, tamanho, teor de açúcar (ºBrix) e ausência de defeitos.   Dependendo das práticas de produção e dos destinos de exportação, a lavagem dos melões pode ser realizada para remover restos de terra ou outros resíduos.   O transporte deve ser feito em condições de refrigeração adequadas, para prolongar a vida útil das frutas. É importante realizar um pré-resfriamento, reduzindo a temperatura o mais rapidamente possível para garantir que a temperatura da fruta se mantenha baixa durante toda a viagem. Para as variedades como Cantaloupe e Gália, o transporte deve ser feito a 0°C, enquanto para a variedade Charentais, a temperatura ideal é de 8 a 9 °C.   No Brasil, os principais estados exportadores foram o Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo e Pernambuco. Em 2024, o Rio Grande do Norte exportou cerca de 357 mil toneladas de melão, principalmente para a União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Chile, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O estado é o maior produtor de melão do Brasil, com mais de 600 mil toneladas em 2024, e 59% da produção nacional.   Segundo o Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX-RN), as exportações de melão potiguar podem crescer até 40% nos próximos três anos, caso seja viabilizada uma nova rota marítima direta entre o Nordeste e a China, a fim de reduzir o tempo de trânsito atual de 54 para 32 dias.   A China é atualmente o maior produtor mundial de melão, com média de 10 milhões de toneladas anuais. Apesar disso, em virtude de condições climáticas severas entre outubro e abril, os chineses ficam sem produzir a fruta, o que abre excelente janela de oportunidade ao melão brasileiro.   O melão produzido na área livre de Mossoró é a primeira fruta brasileira a ter autorização para comercialização com a China, há quatro anos.   O grande desafio do setor não é apenas a logística, mas também a limitação de trabalhadores para ampliar as áreas plantadas.   Em todas essas etapas de produção, o Banco do Brasil está presente, desde o preparo do solo, perfuração de poços para captação de água, aquisição de maquinário, construção de “packing houses”, até linhas de crédito específicas para comercialização e exportação.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66370394</guid><pubDate>Tue, 03 Jun 2025 10:00:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66370394/20250603_bbcast_agro_melao.mp3" length="4404190" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Atualmente, o melão originado da fruticultura Irrigada de Mossoró é conhecido por sua grande qualidade. Hoje é 03 de junho, sou Narcélio Góes, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró – RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   A...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Atualmente, o melão originado da fruticultura Irrigada de Mossoró é conhecido por sua grande qualidade. Hoje é 03 de junho, sou Narcélio Góes, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró – RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   A produção de melão é desenvolvida com a captação de água subterrânea de poços e a implementação de sistemas de irrigação eficientes, garantindo o fornecimento adequado de água às plantações, mesmo em áreas áridas.   A irrigação e o controle de pragas e doenças são essenciais durante o ciclo de desenvolvimento do meloeiro. A colheita ocorre quando os melões atingem o ponto de maturação ideal, com base em critérios como cor, tamanho, formato e sabor. A pós-colheita inclui a classificação e o armazenamento, para garantir a qualidade e a conservação dos frutos.   O preparo de melão para exportação envolve várias etapas, desde a colheita, quando os melões devem ser selecionados e classificados de acordo com o tamanho, forma e características externas. No transporte, o foco é a qualidade e conservação. É fundamental garantir que o melão atenda aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado internacional, incluindo aparência, tamanho, teor de açúcar (ºBrix) e ausência de defeitos.   Dependendo das práticas de produção e dos destinos de exportação, a lavagem dos melões pode ser realizada para remover restos de terra ou outros resíduos.   O transporte deve ser feito em condições de refrigeração adequadas, para prolongar a vida útil das frutas. É importante realizar um pré-resfriamento, reduzindo a temperatura o mais rapidamente possível para garantir que a temperatura da fruta se mantenha baixa durante toda a viagem. Para as variedades como Cantaloupe e Gália, o transporte deve ser feito a 0°C, enquanto para a variedade Charentais, a temperatura ideal é de 8 a 9 °C.   No Brasil, os principais estados exportadores foram o Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo e Pernambuco. Em 2024, o Rio Grande do Norte exportou cerca de 357 mil toneladas de melão, principalmente para a União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Chile, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O estado é o maior produtor de melão do Brasil, com mais de 600 mil toneladas em 2024, e 59% da produção nacional.   Segundo o Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX-RN), as exportações de melão potiguar podem crescer até 40% nos próximos três anos, caso seja viabilizada uma nova rota marítima direta entre o Nordeste e a China, a fim de reduzir o tempo de trânsito atual de 54 para 32 dias.   A China é atualmente o maior produtor mundial de melão, com média de 10 milhões de toneladas anuais. Apesar disso, em virtude de condições climáticas severas entre outubro e abril, os chineses ficam sem produzir a fruta, o que abre excelente janela de oportunidade ao melão brasileiro.   O melão produzido na área livre de Mossoró é a primeira fruta brasileira a ter autorização para comercialização com a China, há quatro anos.   O grande desafio do setor não é apenas a logística, mas também a limitação de trabalhadores para ampliar as áreas plantadas.   Em todas essas etapas de produção, o Banco do Brasil está presente, desde o preparo do solo, perfuração de poços para captação de água, aquisição de maquinário, construção de “packing houses”, até linhas de crédito específicas para comercialização e exportação.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>276</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,fruticultura,melão</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3106268ab814e0f675a8802b529e3b04.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/06/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-06-2025-cenarios-agro--66369928</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66369928</guid><pubDate>Mon, 02 Jun 2025 16:33:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66369928/20250602_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="5684681" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>356</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/05/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-05-2025-cenario-da-soja--66332093</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 23 de maio de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor <br />de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />O mercado futuro da oleaginosa reagiu com alta após o feriado nos EUA, diante das <br />fortes chuvas registradas na maioria das regiões produtoras no Corn Belt. O USDA <br />atualizou os dados de avanço de plantio, o boletim apresentou 66% da área projetada <br />já foi semeada e 34% das lavouras já germinaram. Entretanto, o excesso de umidade <br />no solo poderá causar diminuição no ritmo de plantio nos EUA. <br />Na Argentina, as chuvas na última semana assolaram principalmente a Provincia de <br />Buenos Aires e causaram perdas potenciais, ainda sem estimativas.<br />A colheita perdeu ritmo devido às chuvas excessivas que vem dificultando o acesso às <br />lavouras, tendo 80% da área cultivada já colhida. A estimativa de produção deverá ser<br />reduzida nos próximos boletins. <br />No macro cenário, a administração Trump gera apreensão nos mercados diante da <br />possibilidade de uma nova campanha tarifaria sobre os produtos importados da União <br />Europeia.<br />O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 28/05<br />cotado a US$ 10,57/bushel, refletindo, alta de 1,2% no mes de maio. O principal fator <br />de alta em Chicago, foi a trégua estabelecida entre EUA e China por 90 dias.<br />O indicador CEPEA em 28/05 foi cotado a R$ 133,98/saca, apresentando estabilidade<br />nas cotações desde o início de maio. Os prêmios vêm se mantendo positivos. Os preços <br />ofertados variam entre US$ 0,35 e US$ 0,50 por bushel na posição junho/25 e entre <br />US$ 0,70 e US$ 0,80 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência. <br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- jun/25 com strike/preço garantido entre 10,12 e U$ 10,44/bushel e<br />- jul/25 com strike entre U$ 9,80 e U$ 10,40/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66332093</guid><pubDate>Fri, 30 May 2025 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66332093/20250530_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1307794" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 23 de maio de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor 
de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja.
O mercado futuro da oleaginosa reagiu com alta após o feriado nos EUA, diante das 
fortes...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 23 de maio de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor <br />de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />O mercado futuro da oleaginosa reagiu com alta após o feriado nos EUA, diante das <br />fortes chuvas registradas na maioria das regiões produtoras no Corn Belt. O USDA <br />atualizou os dados de avanço de plantio, o boletim apresentou 66% da área projetada <br />já foi semeada e 34% das lavouras já germinaram. Entretanto, o excesso de umidade <br />no solo poderá causar diminuição no ritmo de plantio nos EUA. <br />Na Argentina, as chuvas na última semana assolaram principalmente a Provincia de <br />Buenos Aires e causaram perdas potenciais, ainda sem estimativas.<br />A colheita perdeu ritmo devido às chuvas excessivas que vem dificultando o acesso às <br />lavouras, tendo 80% da área cultivada já colhida. A estimativa de produção deverá ser<br />reduzida nos próximos boletins. <br />No macro cenário, a administração Trump gera apreensão nos mercados diante da <br />possibilidade de uma nova campanha tarifaria sobre os produtos importados da União <br />Europeia.<br />O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 28/05<br />cotado a US$ 10,57/bushel, refletindo, alta de 1,2% no mes de maio. O principal fator <br />de alta em Chicago, foi a trégua estabelecida entre EUA e China por 90 dias.<br />O indicador CEPEA em 28/05 foi cotado a R$ 133,98/saca, apresentando estabilidade<br />nas cotações desde o início de maio. Os prêmios vêm se mantendo positivos. Os preços <br />ofertados variam entre US$ 0,35 e US$ 0,50 por bushel na posição junho/25 e entre <br />US$ 0,70 e US$ 0,80 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência. <br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- jun/25 com strike/preço garantido entre 10,12 e U$ 10,44/bushel e<br />- jul/25 com strike entre U$ 9,80 e U$ 10,40/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/05/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-05-2025-cenario-do-boi-gordo--66316434</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de maio de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dezesseis primeiros dias úteis de maio, foram de 173,8 mil toneladas, com média diária de 10,8 mil toneladas, representando uma alta de 7% no volume diário exportado em relação a maio/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.177,00, representando avanço de 15% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 27 de maio de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 305,60, com alta de 1,39% no dia. Já na B3, o contrato futuro de junho de 2025 fechou o dia cotado em R$ 307,40. Desde março de 2025 foram observadas sucessivas altas no preço do bezerro, nesse período o indicador CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 8,6%, e está cotado a R$ 2.915,00 por animal. No mês de maio observamos uma queda no preço da arroba do boi gordo, esta pressão de baixa neste período do ano é considerada historicamente típica no final da oferta de animais terminados a pasto. No dia 16 de maio de 2025 foi identificado um foco de influenza aviária de alta patogenicidade em granja comercial, no município de Montenegro (RS), o que causou a interrupção da exportação de carne de frango para alguns países, com uma ação rápida do Ministério da Agricultura e dos órgãos de defesa sanitária do Rio Grande do Sul foram tomadas todas as medidas previstas no Plano de Contingência. Até o momento este caso não trouxe consequências negativas ao preço da arroba do boi gordo. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: 02 de junho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 297,00 e 304,00/@, e 01 de julho de 2025 com strike entre R$ 291,00 e 306,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66316434</guid><pubDate>Thu, 29 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66316434/20250529_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1693048" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de maio de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de maio de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dezesseis primeiros dias úteis de maio, foram de 173,8 mil toneladas, com média diária de 10,8 mil toneladas, representando uma alta de 7% no volume diário exportado em relação a maio/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.177,00, representando avanço de 15% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 27 de maio de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 305,60, com alta de 1,39% no dia. Já na B3, o contrato futuro de junho de 2025 fechou o dia cotado em R$ 307,40. Desde março de 2025 foram observadas sucessivas altas no preço do bezerro, nesse período o indicador CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 8,6%, e está cotado a R$ 2.915,00 por animal. No mês de maio observamos uma queda no preço da arroba do boi gordo, esta pressão de baixa neste período do ano é considerada historicamente típica no final da oferta de animais terminados a pasto. No dia 16 de maio de 2025 foi identificado um foco de influenza aviária de alta patogenicidade em granja comercial, no município de Montenegro (RS), o que causou a interrupção da exportação de carne de frango para alguns países, com uma ação rápida do Ministério da Agricultura e dos órgãos de defesa sanitária do Rio Grande do Sul foram tomadas todas as medidas previstas no Plano de Contingência. Até o momento este caso não trouxe consequências negativas ao preço da arroba do boi gordo. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: 02 de junho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 297,00 e 304,00/@, e 01 de julho de 2025 com strike entre R$ 291,00 e 306,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>283</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/277889c9d9234bd054c70cd66eb8579a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/05/2025 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-05-2025-cenario-do-algodao--66301207</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de maio de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor <br />de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos <br />conversar sobre o cenário do algodão.<br />Um evento ocorrido em maio acendeu um alerta na cadeia: a disputa entre <br />Paquistão e Índia pela região da Caxemira, uma região produtora de grãos e fibra e <br />rica em água. Os desdobramentos do conflito podem trazer consequências à <br />cadeia produtiva dos países, visto se tratar de grandes consumidores e do quinto e <br />segundo maiores produtores mundiais de pluma, respectivamente.<br />No que diz respeito aos números da safra 25/26, o boletim de maio do <br />departamento de agricultura dos Estados Unidos, USDA, trouxe um equilíbrio entre <br />a oferta e demanda mundiais: ambas se encontram em patamares próximos a 25<br />milhões de toneladas de pluma, situação diferente da safra passada na qual a <br />produção superava o consumo em quase 1 milhão de toneladas.<br />A China destoa dos principais consumidores, conforme descrito no relatório: <br />previsão de recuo de 1,35%, enquanto outros países como Vietnã, Bangladesh e <br />Paquistão apresentam expectativa de aumento de 8,1%, 2,4% e 2,9% <br />respectivamente na comparação com a safra 24/25.<br />Do lado da produção, a China – maior produtora mundial – poderá não repetir o <br />desempenho da safra anterior, quando atingiu 7 milhões de toneladas. A projeção <br />para 2025/26 indica uma retração de 9,37%.<br />Quanto à exportação, o Brasil poderá se manter como maior fornecedor de matériaprima com perspectiva de aumento de 8,5%, ou seja, 3 milhões de toneladas, <br />seguido dos Estados Unidos com 2,7 milhões de toneladas previstas para <br />exportação, segundo o último relatório do órgão norte-americano.<br />A colheita se iniciou em São Paulo e Paraná com previsão de safra recorde no Brasil.<br />Em Mato Grosso e Bahia, responsáveis por 90% da produção nacional, a colheita <br />começará em junho e ganhará volume em julho. Com a maior oferta de pluma, <br />devido à colheita, o mercado poderá apresentar nova dinâmica de preços.<br />Desta forma, é essencial o produtor proteger suas margens. Para isso, o Banco do <br />Brasil disponibiliza instrumentos como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas <br />(NDF) e as Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em junho de 2025 e <br />preços de exercício entre U$c 64 e U$c 67 por libra-peso.<br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do <br />Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66301207</guid><pubDate>Wed, 28 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66301207/20250528_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="981943" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 28 de maio de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor 
de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos 
conversar sobre o cenário do algodão.
Um evento ocorrido em maio acendeu um alerta na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de maio de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor <br />de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos <br />conversar sobre o cenário do algodão.<br />Um evento ocorrido em maio acendeu um alerta na cadeia: a disputa entre <br />Paquistão e Índia pela região da Caxemira, uma região produtora de grãos e fibra e <br />rica em água. Os desdobramentos do conflito podem trazer consequências à <br />cadeia produtiva dos países, visto se tratar de grandes consumidores e do quinto e <br />segundo maiores produtores mundiais de pluma, respectivamente.<br />No que diz respeito aos números da safra 25/26, o boletim de maio do <br />departamento de agricultura dos Estados Unidos, USDA, trouxe um equilíbrio entre <br />a oferta e demanda mundiais: ambas se encontram em patamares próximos a 25<br />milhões de toneladas de pluma, situação diferente da safra passada na qual a <br />produção superava o consumo em quase 1 milhão de toneladas.<br />A China destoa dos principais consumidores, conforme descrito no relatório: <br />previsão de recuo de 1,35%, enquanto outros países como Vietnã, Bangladesh e <br />Paquistão apresentam expectativa de aumento de 8,1%, 2,4% e 2,9% <br />respectivamente na comparação com a safra 24/25.<br />Do lado da produção, a China – maior produtora mundial – poderá não repetir o <br />desempenho da safra anterior, quando atingiu 7 milhões de toneladas. A projeção <br />para 2025/26 indica uma retração de 9,37%.<br />Quanto à exportação, o Brasil poderá se manter como maior fornecedor de matériaprima com perspectiva de aumento de 8,5%, ou seja, 3 milhões de toneladas, <br />seguido dos Estados Unidos com 2,7 milhões de toneladas previstas para <br />exportação, segundo o último relatório do órgão norte-americano.<br />A colheita se iniciou em São Paulo e Paraná com previsão de safra recorde no Brasil.<br />Em Mato Grosso e Bahia, responsáveis por 90% da produção nacional, a colheita <br />começará em junho e ganhará volume em julho. Com a maior oferta de pluma, <br />devido à colheita, o mercado poderá apresentar nova dinâmica de preços.<br />Desta forma, é essencial o produtor proteger suas margens. Para isso, o Banco do <br />Brasil disponibiliza instrumentos como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas <br />(NDF) e as Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em junho de 2025 e <br />preços de exercício entre U$c 64 e U$c 67 por libra-peso.<br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do <br />Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>164</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/06c4dcde4f3fd701094f45558d4a1bee.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/05/2025 - Banco do Brasil, o banco mais sustentável do mundo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-05-2025-banco-do-brasil-o-banco-mais-sustentavel-do-mundo--66206117</link><description><![CDATA[Olá, eu sou a Ana Paula, Assessora de Agronegócios em Brasília e hoje vamos falar sobre um tema que nos enche de orgulho: o Banco do Brasil foi eleito, pelo sexto ano, o banco mais sustentável do mundo, segundo o Dow Jones Sustainability Index. Isso mesmo! E mais do que um título, isso mostra o quanto uma instituição financeira pode – e deve – ser protagonista na transformação socioambiental do país, especialmente no agronegócio.  O Dow Jones Sustainability Index é um dos mais respeitados rankings de sustentabilidade do planeta. Ele avalia critérios como governança corporativa, gestão de riscos, eficiência energética, diversidade, responsabilidade social e práticas ambientais.  O Banco do Brasil se destaca por incorporar a sustentabilidade em todas as áreas da gestão: da estratégia de negócios aos produtos financeiros. Ser reconhecido seis vezes não é apenas uma honra – é uma prova de consistência, compromisso e visão de longo prazo.  Mas como isso se traduz na prática? Principalmente no agronegócio, onde o Banco do Brasil tem forte atuação?   Se resume em:   * Crédito Rural Sustentável: O BB oferece linhas de financiamento específicas para práticas agrícolas sustentáveis, como o Programa Renovagro, que apoia tecnologias que reduzem gases de efeito estufa, melhoram o uso da terra e aumentam a produtividade com respeito ao meio ambiente.  * Inovação e tecnologia verde: O banco também apoia projetos de inovação tecnológica no campo, com foco em eficiência hídrica, energias renováveis, e manejo inteligente do solo e das florestas.  * Educação e capacitação: Por meio de parcerias com instituições públicas e privadas e através do Circuito Agro BB, o banco investe em educação e capacitação de produtores rurais para que eles possam adotar práticas mais sustentáveis sem comprometer a rentabilidade.   * Monitoramento e responsabilidade socioambiental: As análises de crédito rural consideram critérios ambientais e sociais. Ou seja, produtores que respeitam legislações ambientais e promovem boas práticas têm mais acesso ao crédito, com melhores condições.  E o resultado?  Um agronegócio mais competitivo, responsável e preparado para o futuro. O Banco do Brasil prova que é possível aliar rentabilidade com consciência ambiental e inclusão social.   Além disso, o BB também promove a inclusão financeira no campo, apoia pequenos produtores, e tem compromisso com as comunidades rurais, levando desenvolvimento para onde ele é mais necessário.  Sustentabilidade não é só sobre o meio ambiente – é sobre o futuro das próximas gerações. E quando o setor financeiro assume essa responsabilidade, todos ganham. E assim ficamos com a dica de crédito consciente  e sustentável.  Até o próximo episódio. ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66206117</guid><pubDate>Tue, 27 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66206117/20250527_bbcast_agro_sustentabilidade.mp3" length="3367914" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, eu sou a Ana Paula, Assessora de Agronegócios em Brasília e hoje vamos falar sobre um tema que nos enche de orgulho: o Banco do Brasil foi eleito, pelo sexto ano, o banco mais sustentável do mundo, segundo o Dow Jones Sustainability Index. Isso...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, eu sou a Ana Paula, Assessora de Agronegócios em Brasília e hoje vamos falar sobre um tema que nos enche de orgulho: o Banco do Brasil foi eleito, pelo sexto ano, o banco mais sustentável do mundo, segundo o Dow Jones Sustainability Index. Isso mesmo! E mais do que um título, isso mostra o quanto uma instituição financeira pode – e deve – ser protagonista na transformação socioambiental do país, especialmente no agronegócio.  O Dow Jones Sustainability Index é um dos mais respeitados rankings de sustentabilidade do planeta. Ele avalia critérios como governança corporativa, gestão de riscos, eficiência energética, diversidade, responsabilidade social e práticas ambientais.  O Banco do Brasil se destaca por incorporar a sustentabilidade em todas as áreas da gestão: da estratégia de negócios aos produtos financeiros. Ser reconhecido seis vezes não é apenas uma honra – é uma prova de consistência, compromisso e visão de longo prazo.  Mas como isso se traduz na prática? Principalmente no agronegócio, onde o Banco do Brasil tem forte atuação?   Se resume em:   * Crédito Rural Sustentável: O BB oferece linhas de financiamento específicas para práticas agrícolas sustentáveis, como o Programa Renovagro, que apoia tecnologias que reduzem gases de efeito estufa, melhoram o uso da terra e aumentam a produtividade com respeito ao meio ambiente.  * Inovação e tecnologia verde: O banco também apoia projetos de inovação tecnológica no campo, com foco em eficiência hídrica, energias renováveis, e manejo inteligente do solo e das florestas.  * Educação e capacitação: Por meio de parcerias com instituições públicas e privadas e através do Circuito Agro BB, o banco investe em educação e capacitação de produtores rurais para que eles possam adotar práticas mais sustentáveis sem comprometer a rentabilidade.   * Monitoramento e responsabilidade socioambiental: As análises de crédito rural consideram critérios ambientais e sociais. Ou seja, produtores que respeitam legislações ambientais e promovem boas práticas têm mais acesso ao crédito, com melhores condições.  E o resultado?  Um agronegócio mais competitivo, responsável e preparado para o futuro. O Banco do Brasil prova que é possível aliar rentabilidade com consciência ambiental e inclusão social.   Além disso, o BB também promove a inclusão financeira no campo, apoia pequenos produtores, e tem compromisso com as comunidades rurais, levando desenvolvimento para onde ele é mais necessário.  Sustentabilidade não é só sobre o meio ambiente – é sobre o futuro das próximas gerações. E quando o setor financeiro assume essa responsabilidade, todos ganham. E assim ficamos com a dica de crédito consciente  e sustentável.  Até o próximo episódio. ]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,asg,bancodobrasil,bb,broto,esg,pecuária,sustentabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7bfc6265b50fee31fd4a95ceeb160e8b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/05/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-05-2025-cenarios-agro--66282728</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66282728</guid><pubDate>Mon, 26 May 2025 15:03:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66282728/20250526_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="6418121" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>402</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/05/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-05-2025-cenario-do-milho--66205524</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de maio de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros na Bolsa de Chicago seguiram favoráveis na última semana, apesar dos bons números da safra norte americana, que de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até o dia 18 de maio, já haviam semeado 78% da área esperada, 11% acima do mesmo período da safra passada, as informações sobre as baixas temperaturas em importantes regiões produtoras, com lavouras recém emergidas e também notícias de enchentes da Argentina, onde a colheita ainda está em andamento, favoreceram novas altas.   Entre os dias 14 e 21 deste mês, o contrato referência julho/25 apresentou ganho de 4,3%, encerrando o pregão do dia 21 cotado à US$ 4,59/bushel.   No Brasil, os preços físicos apresentaram quedas acentuadas nas últimas semanas. O indicador do milho referência CEPEA/B3, base Campinas/SP, encerrou o dia 21 cotado à R$72,03 por saca, desvalorização de 15% nos últimos 30 dias.   As boas perspectivas de produção de milho 2ª safra e as dúvidas em relação as implicações sobre o caso de gripe aviária no Rio Grande do Sul, fundamentaram as baixas.   No último dia 15 a Conab divulgou os dados da safra 2024/25, elevando a produção total de milho no Brasil em 2 milhões de toneladas, alcançando 126,8 milhões de toneladas, aumento de 10% em relação à safra passada. Destaque para o milho segunda safra, que se estima uma produção de 99,8 milhões de toneladas. Em Mato Grosso, estado que responde por 47% da produção nacional de milho safrinha, a colheita foi iniciada, o clima favoreceu e as primeiras áreas apontam produtividades acima das estimadas inicialmente. <i> </i> O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Julho/25, com strike/preço garantido entre R$ 61,01 e R$ 64,00 por saca, e  - Setembro/25, com strike/preço garantido entre R$ 61,65 e R$ 65,86 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66205524</guid><pubDate>Fri, 23 May 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66205524/20250523_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="2886425" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 23 de maio de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros na Bolsa de Chicago seguiram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de maio de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros na Bolsa de Chicago seguiram favoráveis na última semana, apesar dos bons números da safra norte americana, que de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até o dia 18 de maio, já haviam semeado 78% da área esperada, 11% acima do mesmo período da safra passada, as informações sobre as baixas temperaturas em importantes regiões produtoras, com lavouras recém emergidas e também notícias de enchentes da Argentina, onde a colheita ainda está em andamento, favoreceram novas altas.   Entre os dias 14 e 21 deste mês, o contrato referência julho/25 apresentou ganho de 4,3%, encerrando o pregão do dia 21 cotado à US$ 4,59/bushel.   No Brasil, os preços físicos apresentaram quedas acentuadas nas últimas semanas. O indicador do milho referência CEPEA/B3, base Campinas/SP, encerrou o dia 21 cotado à R$72,03 por saca, desvalorização de 15% nos últimos 30 dias.   As boas perspectivas de produção de milho 2ª safra e as dúvidas em relação as implicações sobre o caso de gripe aviária no Rio Grande do Sul, fundamentaram as baixas.   No último dia 15 a Conab divulgou os dados da safra 2024/25, elevando a produção total de milho no Brasil em 2 milhões de toneladas, alcançando 126,8 milhões de toneladas, aumento de 10% em relação à safra passada. Destaque para o milho segunda safra, que se estima uma produção de 99,8 milhões de toneladas. Em Mato Grosso, estado que responde por 47% da produção nacional de milho safrinha, a colheita foi iniciada, o clima favoreceu e as primeiras áreas apontam produtividades acima das estimadas inicialmente. <i> </i> O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Julho/25, com strike/preço garantido entre R$ 61,01 e R$ 64,00 por saca, e  - Setembro/25, com strike/preço garantido entre R$ 61,65 e R$ 65,86 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/aeb35a693e049e1bbcc67f5aef1ab909.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/05/2025 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-05-2025-cenario-do-leite--66183995</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de maio de 2025, meu nome é Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em março de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 1,8 % em relação ao mês anterior e de 21 % frente a março/24 devido a oferta limitada. O preço do leite captado em março foi de R$ 2,82/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em março de 2025 registraram alta de 1,0%. O principal componente que impactou foi o Concentrado com 3 % de alta. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações brasileiras de leite e derivados subiram 26 % em março/25 na comparação com o mês anterior, fechando em 7,6 milhões de litros equivalentes e registraram queda de 47 % comparativamente com março/24. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados, alcançaram 179 milhões de litros equivalentes em março/25, registrando queda de 15 % no mês e alta de 3 % em relação a março/24. No acumulado de 2025, o saldo da balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 256 milhões, correspondente ao volume de 573 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do Rio Grande do Sul (RS), Minas Gerais (MG), Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), verificamos para abril de 2025 uma projeção média de pequena queda no valor do litro de leite pago ao produtor de 0,3 %. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66183995</guid><pubDate>Thu, 22 May 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66183995/20250522_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="991347" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de maio de 2025, meu nome é Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em março de 2025 os preços do leite apresentaram uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de maio de 2025, meu nome é Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em março de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 1,8 % em relação ao mês anterior e de 21 % frente a março/24 devido a oferta limitada. O preço do leite captado em março foi de R$ 2,82/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em março de 2025 registraram alta de 1,0%. O principal componente que impactou foi o Concentrado com 3 % de alta. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações brasileiras de leite e derivados subiram 26 % em março/25 na comparação com o mês anterior, fechando em 7,6 milhões de litros equivalentes e registraram queda de 47 % comparativamente com março/24. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados, alcançaram 179 milhões de litros equivalentes em março/25, registrando queda de 15 % no mês e alta de 3 % em relação a março/24. No acumulado de 2025, o saldo da balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 256 milhões, correspondente ao volume de 573 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do Rio Grande do Sul (RS), Minas Gerais (MG), Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), verificamos para abril de 2025 uma projeção média de pequena queda no valor do litro de leite pago ao produtor de 0,3 %. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,bovinocultura,bovinoculturadeleite,broto,pecuária,pecuárialeiteira</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1933ad5de17e863397c9de9157f830fa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/05/2025 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-05-2025-cenario-do-cafe-conilon--66183250</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é 21 de maio de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> Com o avanço da colheita e dados divulgados pela Conab, a produção de café conilon poderá crescer <b>27,8%</b> em relação à safra passada, alcançando <b>18,7 milhões de sacas</b>. Esse aumento é impulsionado pela maior produtividade e grãos com melhor peso e uniformidade após a secagem. A colheita, que já atingiu cerca de <b>10%</b>, deve se estender até julho, podendo avançar até agosto nas áreas com clones de maturação tardia. Neste momento, o manejo adequado da adubação é fundamental para preparar a planta para o próximo ciclo. As análises de solo e foliares ajudarão a definir os complementos necessários. A mecanização da colheita, cada vez mais presente, contribui para acelerar os trabalhos e reduzir a demanda por mão de obra. No cenário internacional, os conflitos no <b>Canal de Suez</b> e as novas tarifas impostas pelos <b>Estados Unidos</b> impactam os preços do café no <b>Vietnã</b>, maior produtor mundial de robusta. Além disso, as lavouras vietnamitas ainda sentem os reflexos das adversidades climáticas recentes. Na última segunda-feira, os contratos de robusta para julho de 2025 registraram alta de <b>US$ 108 por tonelada</b>, cotados a <b>US$ 4.973</b>. No mercado interno, os preços seguem firmes: o <b>tipo 7</b> atingiu <b>R$ 1.470,00</b> por saca de 60 kg na <b>COOABRIEL</b>. A combinação entre aumento do consumo global, estoques reduzidos e menor produção de arábica no <b>Brasil</b> e na <b>Colômbia</b> pode sustentar os preços do café conilon. No entanto, a expectativa de recuperação da produção mundial pode gerar pressão no longo prazo. Diante desse cenário, os produtores devem acompanhar de perto as cotações e considerar estratégias de proteção, como <b>linhas de crédito para estocagem</b>. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66183250</guid><pubDate>Wed, 21 May 2025 13:05:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66183250/20250521_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1010782" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de maio de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon. Com o avanço da colheita e dados divulgados pela Conab, a produção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é 21 de maio de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> Com o avanço da colheita e dados divulgados pela Conab, a produção de café conilon poderá crescer <b>27,8%</b> em relação à safra passada, alcançando <b>18,7 milhões de sacas</b>. Esse aumento é impulsionado pela maior produtividade e grãos com melhor peso e uniformidade após a secagem. A colheita, que já atingiu cerca de <b>10%</b>, deve se estender até julho, podendo avançar até agosto nas áreas com clones de maturação tardia. Neste momento, o manejo adequado da adubação é fundamental para preparar a planta para o próximo ciclo. As análises de solo e foliares ajudarão a definir os complementos necessários. A mecanização da colheita, cada vez mais presente, contribui para acelerar os trabalhos e reduzir a demanda por mão de obra. No cenário internacional, os conflitos no <b>Canal de Suez</b> e as novas tarifas impostas pelos <b>Estados Unidos</b> impactam os preços do café no <b>Vietnã</b>, maior produtor mundial de robusta. Além disso, as lavouras vietnamitas ainda sentem os reflexos das adversidades climáticas recentes. Na última segunda-feira, os contratos de robusta para julho de 2025 registraram alta de <b>US$ 108 por tonelada</b>, cotados a <b>US$ 4.973</b>. No mercado interno, os preços seguem firmes: o <b>tipo 7</b> atingiu <b>R$ 1.470,00</b> por saca de 60 kg na <b>COOABRIEL</b>. A combinação entre aumento do consumo global, estoques reduzidos e menor produção de arábica no <b>Brasil</b> e na <b>Colômbia</b> pode sustentar os preços do café conilon. No entanto, a expectativa de recuperação da produção mundial pode gerar pressão no longo prazo. Diante desse cenário, os produtores devem acompanhar de perto as cotações e considerar estratégias de proteção, como <b>linhas de crédito para estocagem</b>. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>  ]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,conilon</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c733554967d8da94162496b82fbf1503.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/05/2025 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-05-2025-cenario-da-cana-de-acucar--66158705</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de maio de 2025, eu sou Romilton Ferreira dos Santos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Maceió, AL, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar. Em Alagoas, a safra 2025/2026 deverá ter início apenas em agosto. A estimativa inicial aponta para uma produção próxima à da última safra, com pequeno recuo na área colhida, mas deverá ser compensado com uma maior produtividade. No Nordeste, a produção de cana-de-açúcar para a safra 2025/26 está estimada em 56,3 milhões de toneladas, um crescimento de 3,6% em relação à safra anterior. A área cultivada é de 915,7 mil hectares, um avanço de 2%. A produtividade média está estimada em 61,5 toneladas/há, 1,5% acima do registrado em 2024/25. O Brasil, como o maior produtor mundial de açúcar, manterá sua posição de destaque nessa safra, mesmo com o desafio de um clima não tão favorável. A produção brasileira está estimada em 45,9 milhões de toneladas, aumento de 4% em relação à safra anterior. O mercado favorável para o adoçante, justifica esse valor. O Brasil irá destinar 8,79 milhões de hectares de cana-de-açúcar para a colheita, numa estimativa de 663,4 milhões de toneladas, aumento de 0,3% na área e redução de 2,3% na produtividade. Essa redução na produtividade, se deve às condições climáticas desfavoráveis durante as fases de desenvolvimento da cultura em 2024. Já a produtividade média, está estimada em 75,4 toneladas/hectare. O indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou a R$ 2,72 por litro e o anidro a R$ 3,11 por litro, respectivas altas de 14,3% e 16,2% em 12 meses. A demanda está aquecida por etanol, especialmente em São Paulo e outros Estados do Centro-Sul. O Brasil é o principal produtor e exportador mundial de açúcar. O indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal branco – São Paulo está cotado a R$ 141,03 a saca de 50 kg, alta de 3,9% em 12 meses, porém abaixo dos R$ 166,50/saca obtido em novembro/2024. Essa queda dos últimos 6 meses refletem a melhoria nas condições das safras Brasileira e Asiática.   Na safra 2025/2026, os custos de produção de cana-de-açúcar no Brasil devem aumentar devido a fatores como o aumento nos preços dos insumos, como fertilizantes e defensivos, alta dos juros e o impacto da alta do dólar.   Para os produtores rurais, é fundamental aproveitar as oportunidades de crédito rural, com as linhas oferecidas pelo Banco do Brasil, para investir em inovação, expansão e modernização visando aumentar a produtividade. Além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66158705</guid><pubDate>Tue, 20 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66158705/20250520_bbcast_agro_cenario_da_cana_de_acucar.mp3" length="3941772" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de maio de 2025, eu sou Romilton Ferreira dos Santos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Maceió, AL, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar. Em Alagoas, a safra 2025/2026 deverá ter início apenas em agosto. A...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de maio de 2025, eu sou Romilton Ferreira dos Santos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Maceió, AL, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar. Em Alagoas, a safra 2025/2026 deverá ter início apenas em agosto. A estimativa inicial aponta para uma produção próxima à da última safra, com pequeno recuo na área colhida, mas deverá ser compensado com uma maior produtividade. No Nordeste, a produção de cana-de-açúcar para a safra 2025/26 está estimada em 56,3 milhões de toneladas, um crescimento de 3,6% em relação à safra anterior. A área cultivada é de 915,7 mil hectares, um avanço de 2%. A produtividade média está estimada em 61,5 toneladas/há, 1,5% acima do registrado em 2024/25. O Brasil, como o maior produtor mundial de açúcar, manterá sua posição de destaque nessa safra, mesmo com o desafio de um clima não tão favorável. A produção brasileira está estimada em 45,9 milhões de toneladas, aumento de 4% em relação à safra anterior. O mercado favorável para o adoçante, justifica esse valor. O Brasil irá destinar 8,79 milhões de hectares de cana-de-açúcar para a colheita, numa estimativa de 663,4 milhões de toneladas, aumento de 0,3% na área e redução de 2,3% na produtividade. Essa redução na produtividade, se deve às condições climáticas desfavoráveis durante as fases de desenvolvimento da cultura em 2024. Já a produtividade média, está estimada em 75,4 toneladas/hectare. O indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou a R$ 2,72 por litro e o anidro a R$ 3,11 por litro, respectivas altas de 14,3% e 16,2% em 12 meses. A demanda está aquecida por etanol, especialmente em São Paulo e outros Estados do Centro-Sul. O Brasil é o principal produtor e exportador mundial de açúcar. O indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal branco – São Paulo está cotado a R$ 141,03 a saca de 50 kg, alta de 3,9% em 12 meses, porém abaixo dos R$ 166,50/saca obtido em novembro/2024. Essa queda dos últimos 6 meses refletem a melhoria nas condições das safras Brasileira e Asiática.   Na safra 2025/2026, os custos de produção de cana-de-açúcar no Brasil devem aumentar devido a fatores como o aumento nos preços dos insumos, como fertilizantes e defensivos, alta dos juros e o impacto da alta do dólar.   Para os produtores rurais, é fundamental aproveitar as oportunidades de crédito rural, com as linhas oferecidas pelo Banco do Brasil, para investir em inovação, expansão e modernização visando aumentar a produtividade. Além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/43241a3051f33c15dd888f120d0472fc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/05/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-05-2025-cenarios-agro--66151126</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66151126</guid><pubDate>Mon, 19 May 2025 14:46:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66151126/dirag_10.mp3" length="5875145" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>368</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/05/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-05-2025-cenario-da-soja--66106922</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 16 de maio de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa refletiu positivamente, diante das negociações das tarifas entre Estados Unidos e China. O comunicado conjunto das duas maiores economias do mundo mexeu com todos os mercados. Incialmente ficou acordado a redução das tarifas de forma recíproca por um período de 90 dias. Nos fundamentos, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe, em seu último boletim de oferta e demanda os dados da safra 2024/25 e, também, as primeiras projeções da safra 2025/26. Para os EUA houve diminuição dos estoques finais, projetado em 8,03 milhões de toneladas e manutenção da produção em 118,12 milhões de toneladas. Para o Brasil, o órgão projeta 175,0 milhões de toneladas para Safra 25/26. A produção mundial foi estimada em 426,82 milhões de toneladas e estoques finais 124,33 milhões de toneladas para o ciclo 25/26. A colheita da soja no Brasil caminha para o final, alcançando 98,5% da área cultivada, superando as expectativas e o desempenho do ano passado. Segundo a CONAB, a produção brasileira deverá atingir 168,3 milhões de toneladas. Já na Argentina, a colheita ganha ritmo, embora ainda esteja com índice abaixo da média para o período. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, cerca de 44,9% da área cultivada já foi colhida, o clima favoreceu o avanço da colheita. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 14/05 cotado a US$ 10,77/bushel, refletindo, principalmente, as negociações entre EUA e China frente aos impasses gerados pela guerra comercial. O indicador CEPEA em 14/05 foi cotado a R$ 132,98/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de maio. Os prêmios recuaram, embora ainda se mantenham positivos, diante da maior safra da história, os preços ofertados variam entre US$ 0,40 e US$ 0,55 por bushel na posição junho/25 e entre US$ 0,63 e US$ 0,75 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência.   Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jun/25 com strike/preço garantido entre 10,27 e U$ 10,59/bushel e - jul/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,53/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66106922</guid><pubDate>Fri, 16 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66106922/20250516_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1352777" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 16 de maio de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa refletiu positivamente, diante das negociações das tarifas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 16 de maio de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja. O mercado futuro da oleaginosa refletiu positivamente, diante das negociações das tarifas entre Estados Unidos e China. O comunicado conjunto das duas maiores economias do mundo mexeu com todos os mercados. Incialmente ficou acordado a redução das tarifas de forma recíproca por um período de 90 dias. Nos fundamentos, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe, em seu último boletim de oferta e demanda os dados da safra 2024/25 e, também, as primeiras projeções da safra 2025/26. Para os EUA houve diminuição dos estoques finais, projetado em 8,03 milhões de toneladas e manutenção da produção em 118,12 milhões de toneladas. Para o Brasil, o órgão projeta 175,0 milhões de toneladas para Safra 25/26. A produção mundial foi estimada em 426,82 milhões de toneladas e estoques finais 124,33 milhões de toneladas para o ciclo 25/26. A colheita da soja no Brasil caminha para o final, alcançando 98,5% da área cultivada, superando as expectativas e o desempenho do ano passado. Segundo a CONAB, a produção brasileira deverá atingir 168,3 milhões de toneladas. Já na Argentina, a colheita ganha ritmo, embora ainda esteja com índice abaixo da média para o período. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, cerca de 44,9% da área cultivada já foi colhida, o clima favoreceu o avanço da colheita. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 14/05 cotado a US$ 10,77/bushel, refletindo, principalmente, as negociações entre EUA e China frente aos impasses gerados pela guerra comercial. O indicador CEPEA em 14/05 foi cotado a R$ 132,98/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de maio. Os prêmios recuaram, embora ainda se mantenham positivos, diante da maior safra da história, os preços ofertados variam entre US$ 0,40 e US$ 0,55 por bushel na posição junho/25 e entre US$ 0,63 e US$ 0,75 por bushel na posição julho/25 nos portos de referência.   Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jun/25 com strike/preço garantido entre 10,27 e U$ 10,59/bushel e - jul/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,53/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a8f163fa636692140a529f4cf3c17e63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/05/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-05-2025-cenario-do-boi-gordo--66089361</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de maio de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 67 mil toneladas até a segunda semana de maio de 2025, com média diária de 11 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou com US$ 5100, alta de 13% frente ao mesmo período do ano anterior. O aumento do valor pago pela tonelada de carne bovina, acima de U$ 5.000,00, compensou parte da queda do dólar em relação ao real, mantendo a procura aquecida pela carne bovina brasileira. No dia 14 de maio de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 308,35. A escala de abate está, em média, para nove dias.   Historicamente, no mês de maio, temos um aumento na oferta de animais para abate terminados a pasto, apesar do bom volume de chuvas, devemos observar uma queda nos preços da arroba na maior parte do Brasil no médio prazo. No varejo, as vendas de carne bovina ao longo do último final de semana foram positivas, impulsionado pelo recebimento de salário no início do mês e o domingo do Dia das Mães. Para a segunda quinzena, é possível que o ritmo das vendas da proteína bovina desacelere no curto prazo, um reflexo da queda no poder aquisitivo da população em decorrência do esgotamento dos salários. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias para mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: junho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 295 e 303 /@, e para julho de 2025 com strike entre R$ 289 e 305/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66089361</guid><pubDate>Thu, 15 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66089361/20250515_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1024888" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de maio de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de maio de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 67 mil toneladas até a segunda semana de maio de 2025, com média diária de 11 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou com US$ 5100, alta de 13% frente ao mesmo período do ano anterior. O aumento do valor pago pela tonelada de carne bovina, acima de U$ 5.000,00, compensou parte da queda do dólar em relação ao real, mantendo a procura aquecida pela carne bovina brasileira. No dia 14 de maio de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 308,35. A escala de abate está, em média, para nove dias.   Historicamente, no mês de maio, temos um aumento na oferta de animais para abate terminados a pasto, apesar do bom volume de chuvas, devemos observar uma queda nos preços da arroba na maior parte do Brasil no médio prazo. No varejo, as vendas de carne bovina ao longo do último final de semana foram positivas, impulsionado pelo recebimento de salário no início do mês e o domingo do Dia das Mães. Para a segunda quinzena, é possível que o ritmo das vendas da proteína bovina desacelere no curto prazo, um reflexo da queda no poder aquisitivo da população em decorrência do esgotamento dos salários. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias para mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: junho de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 295 e 303 /@, e para julho de 2025 com strike entre R$ 289 e 305/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/abd6c96b9edde6fb3369318d175714b1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/05/2025 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-05-2025-cenario-do-trigo--66072080</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de maio de 2025, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   Segundo as projeções da Conab de abril/25, são esperados para a safra 2025 o cultivo de 2,7 milhões de hectares no Brasil, redução de 9% em relação à safra passada. Os eventos climáticos ocorridos na última safra na região sul, como a estiagem no Paraná e excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, além do aumento de custo de produção, desestimularam o produtor, fazendo optar por outras culturas. Apesar da diminuição da área cultivada, a Conab estima um aumento de 7% na produção, para 8,4 milhões de toneladas. Isso se deve a recuperação da produtividade esperada.     O plantio já foi iniciado na região sul, que responde por 84% da área cultivada no país. O estado do Paraná é o que apresenta maior avanço, segundo dados do Departamento de Economia Rural - DERAL, sendo 14% da área já semeada. Por outro lado, o estado apresenta a maior redução de área cultivada, com 246 mil hectares a menos que a safra passada, o que representa uma redução de 22% da área cultivada em relação à safra 2024. Apesar disso, a produção do estado deve aumentar 24%, para 2,85 milhões de toneladas, devido a maior produtividade em relação à safra passada. No cenário internacional, conforme relatório da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, destacamos a expectativa de aumento da produção Argentina em 10%, pulando para 20 milhões de toneladas, o que reflete diretamente no nosso mercado interno, visto que somos o principal destino das exportações argentinas. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou redução de 0,5% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.563,20/ton. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 2%. O período de entressafra, que restringe o volume ofertado internamente e a expectativa de diminuição da área cultivada no Brasil, tem sustentado preço do grão.   Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2025. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66072080</guid><pubDate>Wed, 14 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66072080/20250514_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="1014073" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de maio de 2025, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   Segundo as projeções da Conab de abril/25, são esperados para a safra 2025 o cultivo de 2,7 milhões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de maio de 2025, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   Segundo as projeções da Conab de abril/25, são esperados para a safra 2025 o cultivo de 2,7 milhões de hectares no Brasil, redução de 9% em relação à safra passada. Os eventos climáticos ocorridos na última safra na região sul, como a estiagem no Paraná e excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, além do aumento de custo de produção, desestimularam o produtor, fazendo optar por outras culturas. Apesar da diminuição da área cultivada, a Conab estima um aumento de 7% na produção, para 8,4 milhões de toneladas. Isso se deve a recuperação da produtividade esperada.     O plantio já foi iniciado na região sul, que responde por 84% da área cultivada no país. O estado do Paraná é o que apresenta maior avanço, segundo dados do Departamento de Economia Rural - DERAL, sendo 14% da área já semeada. Por outro lado, o estado apresenta a maior redução de área cultivada, com 246 mil hectares a menos que a safra passada, o que representa uma redução de 22% da área cultivada em relação à safra 2024. Apesar disso, a produção do estado deve aumentar 24%, para 2,85 milhões de toneladas, devido a maior produtividade em relação à safra passada. No cenário internacional, conforme relatório da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, destacamos a expectativa de aumento da produção Argentina em 10%, pulando para 20 milhões de toneladas, o que reflete diretamente no nosso mercado interno, visto que somos o principal destino das exportações argentinas. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou redução de 0,5% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.563,20/ton. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 2%. O período de entressafra, que restringe o volume ofertado internamente e a expectativa de diminuição da área cultivada no Brasil, tem sustentado preço do grão.   Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2025. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>170</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,trigo,triticultor,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6835946fdca2dc112e8776e4ff28a4a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/05/2025 - Cenário do repolho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-05-2025-cenario-do-repolho--66017830</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 13 de maio de 2025, meu nome é BARBARA REGINA sou Assessora de Agronegócios na região de São Gotardo-MG e falaremos hoje sobre o cenário do repolho.   O repolho é uma das hortaliças de uso mais antigo, desde cerca de 2.000 anos antes de Cristo. É originária da Europa Mediterrânea e da Ásia Menor. Pertence a família das brássicas, assim como a couve. Tem formato de cabeça, com sobreposição de folhas, é rica em vitamina C, possui duas colorações,  branco ou roxo, o repolho roxo tem maiores teores de vitaminas e sais minerais do que o repolho branco, destaca-se entre as hortaliças como fonte de manganês, fósforo, potássio e cobre. No Brasil é produzido em diversas regiões, sendo as principais, Sul e Sudeste, que respondem por quase 94% da produção nacional, entre os principais estados produtores, estão:  São Paulo. Minas Gerais e Paraná. A produção é destinada principalmente ao mercado interno, com a área plantada estimada em mais de 30 mil hectares.  A produtividade média pode variar bastante. Alguns produtores alcançam  entre 40 e 50 toneladas por hectare. Já em regiões altamente tecnificadas, especialmente entre grandes produtores, essa média pode chegar a  90 toneladas por hectare. O clima ideal para o cultivo é seco e com temperaturas amenas, mas algumas variedades são mais tolerantes ao calor.  O repolho até recentemente era cultivado em áreas pequenas e com necessidade de muita mão de obra, sendo predominantemente conduzido pela agricultura familiar, mas esse cenário tem sofrido muitas mudanças, e a cultura vem sendo explorada por grandes produtores e em grandes áreas. Em Minas Gerais, na região do Alto Paranaíba, alguns grupos vêm se destacando, plantando entre 650 e 800 ha por ano, com produtividades medias que chegam a 90 t/ha. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, para plantio e condução das lavouras de repolho.     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66017830</guid><pubDate>Tue, 13 May 2025 10:20:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66017830/20250513_bbcast_agro_cenario_do_repolho.mp3" length="2688730" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 13 de maio de 2025, meu nome é BARBARA REGINA sou Assessora de Agronegócios na região de São Gotardo-MG e falaremos hoje sobre o cenário do repolho.   O repolho é uma das hortaliças de uso mais antigo, desde cerca de 2.000 anos antes...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 13 de maio de 2025, meu nome é BARBARA REGINA sou Assessora de Agronegócios na região de São Gotardo-MG e falaremos hoje sobre o cenário do repolho.   O repolho é uma das hortaliças de uso mais antigo, desde cerca de 2.000 anos antes de Cristo. É originária da Europa Mediterrânea e da Ásia Menor. Pertence a família das brássicas, assim como a couve. Tem formato de cabeça, com sobreposição de folhas, é rica em vitamina C, possui duas colorações,  branco ou roxo, o repolho roxo tem maiores teores de vitaminas e sais minerais do que o repolho branco, destaca-se entre as hortaliças como fonte de manganês, fósforo, potássio e cobre. No Brasil é produzido em diversas regiões, sendo as principais, Sul e Sudeste, que respondem por quase 94% da produção nacional, entre os principais estados produtores, estão:  São Paulo. Minas Gerais e Paraná. A produção é destinada principalmente ao mercado interno, com a área plantada estimada em mais de 30 mil hectares.  A produtividade média pode variar bastante. Alguns produtores alcançam  entre 40 e 50 toneladas por hectare. Já em regiões altamente tecnificadas, especialmente entre grandes produtores, essa média pode chegar a  90 toneladas por hectare. O clima ideal para o cultivo é seco e com temperaturas amenas, mas algumas variedades são mais tolerantes ao calor.  O repolho até recentemente era cultivado em áreas pequenas e com necessidade de muita mão de obra, sendo predominantemente conduzido pela agricultura familiar, mas esse cenário tem sofrido muitas mudanças, e a cultura vem sendo explorada por grandes produtores e em grandes áreas. Em Minas Gerais, na região do Alto Paranaíba, alguns grupos vêm se destacando, plantando entre 650 e 800 ha por ano, com produtividades medias que chegam a 90 t/ha. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, para plantio e condução das lavouras de repolho.     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,hortaliça,repolho</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ff2b293dae59281f9b9e47741c9f1358.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/05/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-05-2025-cenario-do-milho--66016906</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de maio de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros na Bolsa de Chicago seguiram pressionados negativamente no início de maio, refletindo o bom ritmo de plantio para a Safra 2025/26 norte americana. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até o dia 04 de maio, a semeadura havia alcançado 40% da área esperada, estando cinco pontos percentuais superior em comparação com o mesmo período do ano passado.   Entre os dias 01 e 07 deste mês, o contrato referência julho/25 apresentou queda de 4,87%, encerrando o pregão do dia 7 cotado à US$ 4,49/bushel. Na segunda-feira, dia 12, o USDA divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda de grãos, o que pode trazer volatilidade adicional para a próxima semana.   No Brasil, os preços físicos também perderam força desde o início de maio. O indicador do milho referência CEPEA/B3, base Campinas/SP, encerrou o dia 07 cotado à R$76,38 por saca, desvalorização de R$2,69 por saca frente o dia 02 de maio.   As boas perspectivas de produção da 2ª safra, em especial para o Centro-Oeste, fundamentam as baixas.   Nesta semana, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) revisou sua estimativa de área de milho da safra 2024/25 em Mato Grosso, elevando em 1,34% em relação à última estimativa, sendo esperado 7,11 milhões de hectares. A produtividade também sofreu acréscimo, sendo estimada em 114,54 sacas/ha, atribuída ao bom desenvolvimento das lavouras até o final de abril, com chuvas ainda presentes no estado. O órgão acredita em uma produção de 48,88 milhões de toneladas, o que se concretizando, é praticamente uma safra inteira do cereal na Argentina.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Julho/25, com strike/preço garantido entre R$ 60,92 e R$ 64,92 por saca, e  - Setembro/25, com strike/preço entre R$ 61,66 e R$ 65,87 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/66016906</guid><pubDate>Fri, 09 May 2025 14:07:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/66016906/20250509_bbcast_milho_cenario_do_milho.mp3" length="1533492" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 09 de maio de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros na Bolsa de Chicago seguiram pressionados...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de maio de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros na Bolsa de Chicago seguiram pressionados negativamente no início de maio, refletindo o bom ritmo de plantio para a Safra 2025/26 norte americana. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até o dia 04 de maio, a semeadura havia alcançado 40% da área esperada, estando cinco pontos percentuais superior em comparação com o mesmo período do ano passado.   Entre os dias 01 e 07 deste mês, o contrato referência julho/25 apresentou queda de 4,87%, encerrando o pregão do dia 7 cotado à US$ 4,49/bushel. Na segunda-feira, dia 12, o USDA divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda de grãos, o que pode trazer volatilidade adicional para a próxima semana.   No Brasil, os preços físicos também perderam força desde o início de maio. O indicador do milho referência CEPEA/B3, base Campinas/SP, encerrou o dia 07 cotado à R$76,38 por saca, desvalorização de R$2,69 por saca frente o dia 02 de maio.   As boas perspectivas de produção da 2ª safra, em especial para o Centro-Oeste, fundamentam as baixas.   Nesta semana, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) revisou sua estimativa de área de milho da safra 2024/25 em Mato Grosso, elevando em 1,34% em relação à última estimativa, sendo esperado 7,11 milhões de hectares. A produtividade também sofreu acréscimo, sendo estimada em 114,54 sacas/ha, atribuída ao bom desenvolvimento das lavouras até o final de abril, com chuvas ainda presentes no estado. O órgão acredita em uma produção de 48,88 milhões de toneladas, o que se concretizando, é praticamente uma safra inteira do cereal na Argentina.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Julho/25, com strike/preço garantido entre R$ 60,92 e R$ 64,92 por saca, e  - Setembro/25, com strike/preço entre R$ 61,66 e R$ 65,87 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>256</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e3e6eaeb71e2174caac80a57ea31bad0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/05/2025 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-05-2025-cenario-da-avicultura-de-postura--65970934</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 08 de maio de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.Conforme dados da SECEX, a exportação de ovos e derivados, em abril de 2025, registrou receita de US$ 17.523 milhões e volume exportado de 5.109 toneladas, números 71,3% e 94,1%, respectivamente, maiores do que em abril de 2024.Em abril de 2025, de acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra, retirada em Bastos/SP, foi de R$ 190,33, representando valor 20% superior a abril de 2024 e 6,25% inferior ao mês de março de 2025.Também, de acordo com CEPEA, em abril de 2025, os preços médios do milho foram 40,31% superior que o mesmo período de 2024 e o farelo de soja 1,65% inferior no mesmo período.A relação de troca de dúzia de ovos por quilograma de milho diminuiu nos meses de março e abril. Em fevereiro de 2025, mês em que registrou a melhor relação de troca, com uma dúzia de ovos comprava-se 5,05 kg de milho. Em abril de 2025, a relação foi de 4,55 kg/dz. A relação de troca farelo de soja/dúzia de ovos, em abril de 2025, foi de 3,52 kg de farelo de soja/dz de ovos. Diante das oscilações dos preços, observa-se que o custo de produção aumentou no primeiro quadrimestre de 2025.Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado, se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65970934</guid><pubDate>Thu, 08 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65970934/20250508_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_postura.mp3" length="2646516" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 08 de maio de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.Conforme dados da SECEX, a exportação de ovos e derivados,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 08 de maio de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.Conforme dados da SECEX, a exportação de ovos e derivados, em abril de 2025, registrou receita de US$ 17.523 milhões e volume exportado de 5.109 toneladas, números 71,3% e 94,1%, respectivamente, maiores do que em abril de 2024.Em abril de 2025, de acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra, retirada em Bastos/SP, foi de R$ 190,33, representando valor 20% superior a abril de 2024 e 6,25% inferior ao mês de março de 2025.Também, de acordo com CEPEA, em abril de 2025, os preços médios do milho foram 40,31% superior que o mesmo período de 2024 e o farelo de soja 1,65% inferior no mesmo período.A relação de troca de dúzia de ovos por quilograma de milho diminuiu nos meses de março e abril. Em fevereiro de 2025, mês em que registrou a melhor relação de troca, com uma dúzia de ovos comprava-se 5,05 kg de milho. Em abril de 2025, a relação foi de 4,55 kg/dz. A relação de troca farelo de soja/dúzia de ovos, em abril de 2025, foi de 3,52 kg de farelo de soja/dz de ovos. Diante das oscilações dos preços, observa-se que o custo de produção aumentou no primeiro quadrimestre de 2025.Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado, se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,avicultor,avicultura,aviculturadepostura,bancodobrasil,bb,broto,ovos,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/48867ee9bbfb7df9a50bb4748cd87863.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/05/2025 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-05-2025-cenario-do-cafe-arabica--65951889</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 07 de maio de 2025. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.   A última semana foi marcada por chuvas regulares e temperaturas amenas nas principais regiões produtoras de café arábica do Brasil, contribuindo para a formação das gemas florais responsáveis pela nova florada de setembro de 2025 e para a granação final da safra atual. A colheita se inicia na segunda quinzena deste mês, e os produtores já estão nos preparativos com máquinas, equipamentos e benfeitorias. Estima-se uma safra menor em relação à passada, em função dos problemas climáticos de 2024 e do veranico de fevereiro deste ano. Os grãos apresentam peneira menor, exigindo maior volume de café de roça para compor uma saca beneficiada.   Os fundamentos de baixos estoques mundiais, tanto de arábica quanto de conilon, a previsão de quebra da safra brasileira e o consumo aquecido continuam a provocar alta volatilidade nos preços internacionais, somando-se agora os reflexos do pacote tarifário dos EUA. Ressaltamos que, com a proximidade da colheita do arábica, deve haver maior pressão negativa sobre os preços.   No Brasil, as principais praças produtoras registraram, nos últimos dias, uma média de R$ 2.700,00 por saca. Diante das incertezas climáticas, de mercado e de produção, espera-se que a volatilidade permaneça elevada, exigindo atenção redobrada dos produtores às oportunidades para tomada de decisão e planejamento financeiro.   O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando a condução eficaz da lavoura, a proteção contra intempéries e a fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar suas margens em um mercado volátil.   Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.   Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65951889</guid><pubDate>Wed, 07 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65951889/20250507_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="998086" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 07 de maio de 2025. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.   A última semana foi marcada por chuvas regulares...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 07 de maio de 2025. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.   A última semana foi marcada por chuvas regulares e temperaturas amenas nas principais regiões produtoras de café arábica do Brasil, contribuindo para a formação das gemas florais responsáveis pela nova florada de setembro de 2025 e para a granação final da safra atual. A colheita se inicia na segunda quinzena deste mês, e os produtores já estão nos preparativos com máquinas, equipamentos e benfeitorias. Estima-se uma safra menor em relação à passada, em função dos problemas climáticos de 2024 e do veranico de fevereiro deste ano. Os grãos apresentam peneira menor, exigindo maior volume de café de roça para compor uma saca beneficiada.   Os fundamentos de baixos estoques mundiais, tanto de arábica quanto de conilon, a previsão de quebra da safra brasileira e o consumo aquecido continuam a provocar alta volatilidade nos preços internacionais, somando-se agora os reflexos do pacote tarifário dos EUA. Ressaltamos que, com a proximidade da colheita do arábica, deve haver maior pressão negativa sobre os preços.   No Brasil, as principais praças produtoras registraram, nos últimos dias, uma média de R$ 2.700,00 por saca. Diante das incertezas climáticas, de mercado e de produção, espera-se que a volatilidade permaneça elevada, exigindo atenção redobrada dos produtores às oportunidades para tomada de decisão e planejamento financeiro.   O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando a condução eficaz da lavoura, a proteção contra intempéries e a fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar suas margens em um mercado volátil.   Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.   Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>167</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c733554967d8da94162496b82fbf1503.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/05/2025 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-05-2025-cenario-climatico--65927679</link><description><![CDATA[Olá, o mês de abril foi marcado por irregularidades de chuvas e temperaturas em diversas regiões do Brasil, então, o que podemos esperar para este mês? Hoje é 06 de maio, sou Sttefanne Camp, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>   Ao atualizar os monitoramentos sobre o Oceano Pacífico, em seu último relatório, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), juntamente com as informações de modelos estatísticos, emitiu aviso do final de La Niña, e condições de neutralidade até meados de setembro.  No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica que em áreas do Amazonas, Amapá, sul de Roraima, partes do Maranhão, Piauí e algumas áreas do nordeste, estarão com chuvas acima da média climatológica, assim como o sul de São Paulo e Rio Grande do Sul. Demais regiões, tendência de estar abaixo ou manter a média histórica. Quanto às temperaturas, a previsão indica que estarão acima da média em grande parte do país. Em áreas das regiões sudeste e sul são previstas temperaturas mais amenas. Além disso, em localidades mais elevadas dessas regiões, a entrada de massas de ar frio poderá provocar queda da temperatura. Em relação à umidade do solo, na região que se estende pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), há uma tendência de redução das chuvas a partir maio, que pode causar restrição hídrica em parte das lavouras de segunda safra que possam estar em fase de floração. Na Região Centro-Oeste, e parte do Sudeste, o volume de chuva normalmente diminui, ainda assim, esses volumes tendem a ser suficientes para o manejo agrícola e o desenvolvimento das culturas de segunda safra, além da cana-de-açúcar e do café. Por outro lado, em grande parte da Região Sul, a previsão de chuvas irá contribuir para elevação dos níveis de umidade no solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras segunda safra. No entanto, na porção oeste do Paraná a previsão de chuvas abaixo da média pode comprometer o armazenamento de água no solo, prejudicando o desenvolvimento de lavouras de segunda safra. Assim, atentando o período, e aos eventos climáticos pertinentes para a época, o planejamento da safra, associado ao monitoramento do clima, são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65927679</guid><pubDate>Tue, 06 May 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65927679/20250506_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3307870" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, o mês de abril foi marcado por irregularidades de chuvas e temperaturas em diversas regiões do Brasil, então, o que podemos esperar para este mês? Hoje é 06 de maio, sou Sttefanne Camp, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas -...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, o mês de abril foi marcado por irregularidades de chuvas e temperaturas em diversas regiões do Brasil, então, o que podemos esperar para este mês? Hoje é 06 de maio, sou Sttefanne Camp, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>   Ao atualizar os monitoramentos sobre o Oceano Pacífico, em seu último relatório, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), juntamente com as informações de modelos estatísticos, emitiu aviso do final de La Niña, e condições de neutralidade até meados de setembro.  No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica que em áreas do Amazonas, Amapá, sul de Roraima, partes do Maranhão, Piauí e algumas áreas do nordeste, estarão com chuvas acima da média climatológica, assim como o sul de São Paulo e Rio Grande do Sul. Demais regiões, tendência de estar abaixo ou manter a média histórica. Quanto às temperaturas, a previsão indica que estarão acima da média em grande parte do país. Em áreas das regiões sudeste e sul são previstas temperaturas mais amenas. Além disso, em localidades mais elevadas dessas regiões, a entrada de massas de ar frio poderá provocar queda da temperatura. Em relação à umidade do solo, na região que se estende pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), há uma tendência de redução das chuvas a partir maio, que pode causar restrição hídrica em parte das lavouras de segunda safra que possam estar em fase de floração. Na Região Centro-Oeste, e parte do Sudeste, o volume de chuva normalmente diminui, ainda assim, esses volumes tendem a ser suficientes para o manejo agrícola e o desenvolvimento das culturas de segunda safra, além da cana-de-açúcar e do café. Por outro lado, em grande parte da Região Sul, a previsão de chuvas irá contribuir para elevação dos níveis de umidade no solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras segunda safra. No entanto, na porção oeste do Paraná a previsão de chuvas abaixo da média pode comprometer o armazenamento de água no solo, prejudicando o desenvolvimento de lavouras de segunda safra. Assim, atentando o período, e aos eventos climáticos pertinentes para a época, o planejamento da safra, associado ao monitoramento do clima, são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agrometeorologia,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,clima,laniña,meteorologia,pecuária,previsãodotempo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e02bdd61cba78407663cfe8794e3c37d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/05/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-05-2025-cenarios-agro--65927541</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65927541</guid><pubDate>Mon, 05 May 2025 20:07:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65927541/20250505_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="5814857" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>364</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/05/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-05-2025-cenario-da-soja--65826282</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 02 de maio de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja.   O mercado segue refletindo as incertezas quanto a guerra tarifária dos EUA. Com isso, a China intensificou as compras da soja brasileira que, no mês de abril, deve aumentar em 32% em relação a abril de 2024. Na Bolsa de Chicago, os preços futuros para o complexo da soja tiveram resultado positivo em abril. O plantio da soja nos EUA já alcança 18%, índice dentro do esperado com clima favorecendo o avanço dos trabalhos. A colheita da soja no Brasil caminha para o final, alcançando 98,4% da área cultivada, superando as expectativas e o desempenho do ano passado. Segundo a CONAB, a produção brasileira deverá atingir 167,9 milhões de toneladas. Já na Argentina, a colheita avança lentamente, devido às chuvas excessivas que vem dificultando o acesso às lavouras, tendo apenas 14,5% da área cultivada já colhida. A estimativa de produção foi reduzida para 48,6 milhões de toneladas, um milhão a menos do que o previsto anteriormente, devido à seca que afetou a região do Nordeste argentino, responsável por cerca de 10% da produção nacional. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 29/04 cotado a US$ 10,52/bushel, refletindo os rumores de um possível acordo entre EUA e China e, também, a expectativa em relação ao tamanho da área plantada nos EUA. O indicador CEPEA em 29/04 foi cotado a R$ 132,59/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de abril. Os prêmios nos portos seguem elevados, cotados até US$ 0,72/Bushel para junho de 2025, dando suporte a manutenção das cotações. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 10,08 e U$ 10,59/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,53/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!    ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65826282</guid><pubDate>Fri, 02 May 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65826282/20250502_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1176764" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>  O mercado segue refletindo as incertezas quanto a guerra tarifária dos EUA. Com isso, a China intensificou as compras da soja brasileira que, no mês de abril, deve aumentar em 32% em relação a abril de 2024. Na Bolsa de Chicago, os preços futuros...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 02 de maio de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos sobre o cenário da soja.   O mercado segue refletindo as incertezas quanto a guerra tarifária dos EUA. Com isso, a China intensificou as compras da soja brasileira que, no mês de abril, deve aumentar em 32% em relação a abril de 2024. Na Bolsa de Chicago, os preços futuros para o complexo da soja tiveram resultado positivo em abril. O plantio da soja nos EUA já alcança 18%, índice dentro do esperado com clima favorecendo o avanço dos trabalhos. A colheita da soja no Brasil caminha para o final, alcançando 98,4% da área cultivada, superando as expectativas e o desempenho do ano passado. Segundo a CONAB, a produção brasileira deverá atingir 167,9 milhões de toneladas. Já na Argentina, a colheita avança lentamente, devido às chuvas excessivas que vem dificultando o acesso às lavouras, tendo apenas 14,5% da área cultivada já colhida. A estimativa de produção foi reduzida para 48,6 milhões de toneladas, um milhão a menos do que o previsto anteriormente, devido à seca que afetou a região do Nordeste argentino, responsável por cerca de 10% da produção nacional. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em julho/25 encerrou o dia 29/04 cotado a US$ 10,52/bushel, refletindo os rumores de um possível acordo entre EUA e China e, também, a expectativa em relação ao tamanho da área plantada nos EUA. O indicador CEPEA em 29/04 foi cotado a R$ 132,59/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de abril. Os prêmios nos portos seguem elevados, cotados até US$ 0,72/Bushel para junho de 2025, dando suporte a manutenção das cotações. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 10,08 e U$ 10,59/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,53/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!    ]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5eb31436b571ccc98e603532f4712a62.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/04/2025 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-04-2025-cenario-do-algodao--65786168</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 30 de abril de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor <br />de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos <br />conversar sobre o cenário do algodão.<br />O relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não <br />trouxe alterações significativas em relação à produção e consumo mundiais na <br />comparação com março: 26,3 milhões de toneladas de produção e 25,4 milhões de <br />toneladas de consumo, com leve superávit.<br />As tensões comerciais entre China e Estados Unidos ainda geram preocupação <br />sobre inflação e crescimento econômico global. No entanto, rumores de uma <br />possível trégua na última semana trouxeram alívio ao mercado. Além disso, os <br />Estados Unidos suspenderam temporariamente, por 90 dias, a aplicação de tarifas <br />a diversos países, o que deve favorecer as exportações de pluma no curto prazo. Se <br />aplicadas plenamente, essas tarifas poderão impactar o custo de vida dos <br />consumidores.<br />Sobre o início do plantio da safra 2025/26, o clima nos EUA ainda inspira atenção, <br />com algumas regiões enfrentando condições adversas. Destaca-se que a área <br />plantada deverá ser 12% menor em comparação à safra anterior. Esse cenário <br />contribuiu para uma reação nos preços: a bolsa de Nova York fechou a semana <br />passada com alta de 2,49%, voltando a patamares próximos ao período anterior ao <br />anúncio das tarifas.<br />No Brasil, as principais regiões produtoras — Centro-Oeste e oeste da Bahia —<br />receberam chuvas que melhoraram a umidade do solo, beneficiando <br />especialmente as lavouras semeadas mais tardiamente. A CONAB, em seu boletim <br />de abril, mantém a estimativa de produção em mais de 3,8 milhões de toneladas <br />de pluma. Mato Grosso e Bahia, que juntos respondem por 90% da produção <br />nacional, já comercializaram, respectivamente, 57% e 60% da safra prevista.<br />Diante da volatilidade recente do mercado de pluma e do câmbio, é essencial o <br />produtor proteger sua comercialização. O Banco do Brasil disponibiliza <br />instrumentos como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de <br />Venda (PUT) na B3, com vencimento em junho de 2025 e preços de exercício entre <br />U$c 65 e U$c 68 por libra-peso.<br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do <br />Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65786168</guid><pubDate>Wed, 30 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65786168/20250430_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="946207" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 30 de abril de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor 
de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos 
conversar sobre o cenário do algodão.
O relatório mensal do Departamento de Agricultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 30 de abril de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor <br />de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos <br />conversar sobre o cenário do algodão.<br />O relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não <br />trouxe alterações significativas em relação à produção e consumo mundiais na <br />comparação com março: 26,3 milhões de toneladas de produção e 25,4 milhões de <br />toneladas de consumo, com leve superávit.<br />As tensões comerciais entre China e Estados Unidos ainda geram preocupação <br />sobre inflação e crescimento econômico global. No entanto, rumores de uma <br />possível trégua na última semana trouxeram alívio ao mercado. Além disso, os <br />Estados Unidos suspenderam temporariamente, por 90 dias, a aplicação de tarifas <br />a diversos países, o que deve favorecer as exportações de pluma no curto prazo. Se <br />aplicadas plenamente, essas tarifas poderão impactar o custo de vida dos <br />consumidores.<br />Sobre o início do plantio da safra 2025/26, o clima nos EUA ainda inspira atenção, <br />com algumas regiões enfrentando condições adversas. Destaca-se que a área <br />plantada deverá ser 12% menor em comparação à safra anterior. Esse cenário <br />contribuiu para uma reação nos preços: a bolsa de Nova York fechou a semana <br />passada com alta de 2,49%, voltando a patamares próximos ao período anterior ao <br />anúncio das tarifas.<br />No Brasil, as principais regiões produtoras — Centro-Oeste e oeste da Bahia —<br />receberam chuvas que melhoraram a umidade do solo, beneficiando <br />especialmente as lavouras semeadas mais tardiamente. A CONAB, em seu boletim <br />de abril, mantém a estimativa de produção em mais de 3,8 milhões de toneladas <br />de pluma. Mato Grosso e Bahia, que juntos respondem por 90% da produção <br />nacional, já comercializaram, respectivamente, 57% e 60% da safra prevista.<br />Diante da volatilidade recente do mercado de pluma e do câmbio, é essencial o <br />produtor proteger sua comercialização. O Banco do Brasil disponibiliza <br />instrumentos como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de <br />Venda (PUT) na B3, com vencimento em junho de 2025 e preços de exercício entre <br />U$c 65 e U$c 68 por libra-peso.<br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do <br />Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável]]></itunes:summary><itunes:duration>158</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/503a227acdc0db8f4ab724674884253f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/04/2025 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-04-2025-cenario-do-arroz--65786107</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 29 de abril de 2025, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com o 7º Levantamento de grãos da safra 2024/25, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve um aumento de 7% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, setecentos e vinte mil hectares. A produção está estimada em doze milhões, cento e quarenta e seis mil toneladas, aumento de 14,7% em relação à safra 2023/2024.   O Estado do RS representa atualmente 68% da produção nacional de arroz. Segundo a CONAB, o estado aumentou em 5,7% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 951 mil ha cultivados, com uma produção estimada em oito milhões, duzentos e noventa e cinco mil toneladas. Até o momento, 76% da área cultivada na safra 2024/25 já foi colhida. As condições climáticas predominantemente favoráveis para a cultura no RS e SC, contribuíram para uma recuperação significativa da produção nacional.  O regime de chuvas de 2024 apresentou-se mais equilibrado, elevando os níveis dos reservatórios e rios. As temperaturas médias se mantiveram dentro da normalidade. Com isso, boas produtividades médias foram alcançadas pelos produtores. O mercado brasileiro de arroz manteve-se retraído em março, seguindo uma tendência de queda desde o início do ano, influenciado por uma produção recorde e aumento da oferta no mercado. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), <b><i>foi cotado em 24 de abril a R$ 76,03 a saca de 50 kg, acumulando queda de 23,3% no ano</i></b>. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. Produtores mais focados nos trabalhos de campo, em sua reta final. O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65786107</guid><pubDate>Tue, 29 Apr 2025 10:00:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65786107/20240429_bbcast_agro_cenario_do_arroz.mp3" length="3234167" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 29 de abril de 2025, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com o 7º Levantamento de grãos da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 29 de abril de 2025, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com o 7º Levantamento de grãos da safra 2024/25, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve um aumento de 7% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, setecentos e vinte mil hectares. A produção está estimada em doze milhões, cento e quarenta e seis mil toneladas, aumento de 14,7% em relação à safra 2023/2024.   O Estado do RS representa atualmente 68% da produção nacional de arroz. Segundo a CONAB, o estado aumentou em 5,7% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 951 mil ha cultivados, com uma produção estimada em oito milhões, duzentos e noventa e cinco mil toneladas. Até o momento, 76% da área cultivada na safra 2024/25 já foi colhida. As condições climáticas predominantemente favoráveis para a cultura no RS e SC, contribuíram para uma recuperação significativa da produção nacional.  O regime de chuvas de 2024 apresentou-se mais equilibrado, elevando os níveis dos reservatórios e rios. As temperaturas médias se mantiveram dentro da normalidade. Com isso, boas produtividades médias foram alcançadas pelos produtores. O mercado brasileiro de arroz manteve-se retraído em março, seguindo uma tendência de queda desde o início do ano, influenciado por uma produção recorde e aumento da oferta no mercado. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), <b><i>foi cotado em 24 de abril a R$ 76,03 a saca de 50 kg, acumulando queda de 23,3% no ano</i></b>. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. Produtores mais focados nos trabalhos de campo, em sua reta final. O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,rizicultor,rizicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4aa0b24329b305380bf7d27ac06cc1ce.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/04/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-04-2025-cenarios-agro--65729992</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65729992</guid><pubDate>Mon, 28 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65729992/bb_cast_agro_8.mp3" length="6146249" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>385</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/04/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-04-2025-cenario-do-milho--65712258</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de abril de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os últimos dias foram de desvalorizações para os principais contratos futuros na Bolsa de Chicago. Apesar das valorizações na primeira quinzena de abril, fundamentadas pela guerra comercial entre os Estados Unidos e diversos países, tarifações e retaliações, além da perspectiva de redução nos estoques finais globais e americanos da Safra 2024/25, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 10 de abril, a pausa nas tarifações pelo governo Trump e o bom ritmo de plantio da Safra 2025/26 estadunidense, pressionaram negativamente os futuros.   De acordo com o USDA em seu reporte de progresso de safra nesta semana, o plantio no país chegou à 12% da área, estando um ponto percentual acima que o mesmo período do ano passado. No dia 22/04, o contrato referência julho/25 encerrou cotado a US$ 4,83/bushel, baixa de 1,38% em relação ao pregão anterior.      No Brasil, os preços físicos também perderam força desde o início de abril. Conforme o indicador do milho referência CEPEA/B3, base Campinas/SP, entre os dias 01 de abril e 22 de abril, a cotação apresentou queda de 4,68%, sendo precificado no dia 22 a R$82,57 por saca.   A boa perspectiva de produção da 2ª safra, com o retorno das chuvas no mês de abril em diversas regiões produtoras, especialmente o Centro Oeste, e os compradores ausentes no mercado, contribuíram para o movimento observado. Adicionalmente, as baixas recentes na Bolsa de Chicago e o enfraquecimento do dólar também influenciaram negativamente.      O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Julho/25, com strike/preço garantido entre R$ 64,21 e R$ 68,42 por saca, e  - Setembro/25, com strike/preço entre R$ 65,16 e R$ 69,61 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65712258</guid><pubDate>Fri, 25 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65712258/20250424_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1429107" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 25 de abril de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os últimos dias foram de desvalorizações para os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de abril de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os últimos dias foram de desvalorizações para os principais contratos futuros na Bolsa de Chicago. Apesar das valorizações na primeira quinzena de abril, fundamentadas pela guerra comercial entre os Estados Unidos e diversos países, tarifações e retaliações, além da perspectiva de redução nos estoques finais globais e americanos da Safra 2024/25, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 10 de abril, a pausa nas tarifações pelo governo Trump e o bom ritmo de plantio da Safra 2025/26 estadunidense, pressionaram negativamente os futuros.   De acordo com o USDA em seu reporte de progresso de safra nesta semana, o plantio no país chegou à 12% da área, estando um ponto percentual acima que o mesmo período do ano passado. No dia 22/04, o contrato referência julho/25 encerrou cotado a US$ 4,83/bushel, baixa de 1,38% em relação ao pregão anterior.      No Brasil, os preços físicos também perderam força desde o início de abril. Conforme o indicador do milho referência CEPEA/B3, base Campinas/SP, entre os dias 01 de abril e 22 de abril, a cotação apresentou queda de 4,68%, sendo precificado no dia 22 a R$82,57 por saca.   A boa perspectiva de produção da 2ª safra, com o retorno das chuvas no mês de abril em diversas regiões produtoras, especialmente o Centro Oeste, e os compradores ausentes no mercado, contribuíram para o movimento observado. Adicionalmente, as baixas recentes na Bolsa de Chicago e o enfraquecimento do dólar também influenciaram negativamente.      O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Julho/25, com strike/preço garantido entre R$ 64,21 e R$ 68,42 por saca, e  - Setembro/25, com strike/preço entre R$ 65,16 e R$ 69,61 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>239</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c7f183fab566cc642163786bf73bf2ac.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/04/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-04-2025-cenario-do-boi-gordo--65687220</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de abril de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos treze primeiros dias úteis de abril, foram de 159,3 mil toneladas, com média diária de 12,2 mil toneladas, representando uma alta de 30% no volume diário exportado em relação a abril/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.995,00, representando avanço de 10% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 22 de março de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 327,30, com alta de 0,2% no dia. Já na B3, o contrato futuro de maio de 2025 fechou o dia cotado em R$ 320,85. O animais de reposição tiveram nova alta no seu preço no mês de abril, o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 4,5%, e está cotado a R$ 2.825,00. No estado do Mato Grosso, segundo IMEA, a arroba do boi gordo valorizou-se em 1,34%, ficando próxima a R$325,00 e do boi magro de 12@ teve alta de 1,80% sendo cotado a R$ 346,50/@, os valores praticados nos últimos sete dias foram superiores aos do mercado do estado de SP. Com volume de chuva satisfatório ocorrido no feriado prolongado de abril, a tendência é de pastagens com melhor suporte de animais e menor pressão de baixa no preço da arroba, devido ao pecuarista conseguir reter o animal no pasto por mais tempo e reduzir a oferta em maio. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: 02 de maio de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 320,00 e 324,00/@, e 01 de julho de 2025 com strike entre R$ 308,00 e 324,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65687220</guid><pubDate>Thu, 24 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65687220/bbcast_boi_gordo.mp3" length="4283113" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de abril de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de abril de 2025, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos treze primeiros dias úteis de abril, foram de 159,3 mil toneladas, com média diária de 12,2 mil toneladas, representando uma alta de 30% no volume diário exportado em relação a abril/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.995,00, representando avanço de 10% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 22 de março de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 327,30, com alta de 0,2% no dia. Já na B3, o contrato futuro de maio de 2025 fechou o dia cotado em R$ 320,85. O animais de reposição tiveram nova alta no seu preço no mês de abril, o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 4,5%, e está cotado a R$ 2.825,00. No estado do Mato Grosso, segundo IMEA, a arroba do boi gordo valorizou-se em 1,34%, ficando próxima a R$325,00 e do boi magro de 12@ teve alta de 1,80% sendo cotado a R$ 346,50/@, os valores praticados nos últimos sete dias foram superiores aos do mercado do estado de SP. Com volume de chuva satisfatório ocorrido no feriado prolongado de abril, a tendência é de pastagens com melhor suporte de animais e menor pressão de baixa no preço da arroba, devido ao pecuarista conseguir reter o animal no pasto por mais tempo e reduzir a oferta em maio. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: 02 de maio de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 320,00 e 324,00/@, e 01 de julho de 2025 com strike entre R$ 308,00 e 324,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>268</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1f2ca476df36c815506c1c109bba071f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/04/2025 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-04-2025-cenario-do-cafe-conilon--65670810</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é 23 de abril de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> A safra 2025/26 de café robusta já começou a ser colhida nas principais regiões produtoras do Brasil, com expectativa de crescimento de 7,3% em relação ao ciclo anterior. No Espírito Santo, os grãos estão em diferentes estágios de maturação, reflexo da diversidade de clones cultivados — precoces, intermediários e tardios. A mecanização da colheita, total ou parcial, tem ganhado espaço, reduzindo significativamente a necessidade de mão de obra. Mesmo assim, a escassez de trabalhadores continua sendo um dos principais desafios da cafeicultura. No cenário internacional, o Vietnã, maior produtor de robusta do mundo, enfrenta dificuldades. A seca provocada pelo El Niño causou perdas relevantes nas lavouras, e mudanças nas políticas agrícolas têm incentivado produtores a migrarem para culturas mais rentáveis. Esses fatores, aliados aos altos custos logísticos e estoques globais reduzidos, têm aumentado a volatilidade dos preços. Na última terça-feira, os contratos de julho de 2025 para o café robusta registraram queda de US$ 63 por tonelada, cotados a US$ 5.214. Já no mercado interno, os preços seguem firmes: o tipo 7 atingiu R$ 1.600,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL. No curto e médio prazo, o mercado tende à estabilidade, mas a expectativa de recuperação da produção mundial pode pressionar os preços no longo prazo. Diante desse cenário, produtores devem acompanhar de perto as cotações e considerar estratégias de proteção, como contratos a termo e linhas de crédito para estocagem. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65670810</guid><pubDate>Wed, 23 Apr 2025 10:00:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65670810/20250423_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="926145" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de abril de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon. A safra 2025/26 de café robusta já começou a ser colhida nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é 23 de abril de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> A safra 2025/26 de café robusta já começou a ser colhida nas principais regiões produtoras do Brasil, com expectativa de crescimento de 7,3% em relação ao ciclo anterior. No Espírito Santo, os grãos estão em diferentes estágios de maturação, reflexo da diversidade de clones cultivados — precoces, intermediários e tardios. A mecanização da colheita, total ou parcial, tem ganhado espaço, reduzindo significativamente a necessidade de mão de obra. Mesmo assim, a escassez de trabalhadores continua sendo um dos principais desafios da cafeicultura. No cenário internacional, o Vietnã, maior produtor de robusta do mundo, enfrenta dificuldades. A seca provocada pelo El Niño causou perdas relevantes nas lavouras, e mudanças nas políticas agrícolas têm incentivado produtores a migrarem para culturas mais rentáveis. Esses fatores, aliados aos altos custos logísticos e estoques globais reduzidos, têm aumentado a volatilidade dos preços. Na última terça-feira, os contratos de julho de 2025 para o café robusta registraram queda de US$ 63 por tonelada, cotados a US$ 5.214. Já no mercado interno, os preços seguem firmes: o tipo 7 atingiu R$ 1.600,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL. No curto e médio prazo, o mercado tende à estabilidade, mas a expectativa de recuperação da produção mundial pode pressionar os preços no longo prazo. Diante desse cenário, produtores devem acompanhar de perto as cotações e considerar estratégias de proteção, como contratos a termo e linhas de crédito para estocagem. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,conilon</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/69a9f41fb71c5f7b77ac39fc9094349d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/04/2025 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-04-2025-cenario-da-cana-de-acucar--65610674</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de abril de 2025, eu sou Renato Leonel, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Céu, GO, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar. A safra 2025/2026 foi iniciada na região Centro Sul no primeiro dia do mês, com alívio de parte das preocupações dos produtores, devido às melhores condições climáticas observadas em março e início de abril. A estimativa para a produção brasileira aumentou de 603 para 620 milhões de toneladas de cana, o que representa um aumento de 3,0% na oferta do produto para as indústrias sucroalcoleiras. Os preços físicos do etanol registraram ligeiras quedas desde março, mas continuam superiores em relação aos preços praticados em 2024. O etanol hidratado está cotado em R$2,75, enquanto o Anidro, R$3,08 o litro. O Brasil é o principal produtor e exportador mundial de açúcar. O adoçante está sendo comercializado por R$142,68 a saca de 50 kg, valor ligeiramente superior do que o observado em março, após registro de quedas mensais consecutivas desde novembro de 2024 em seu preço físico. No mercado externo, o contrato do açúcar bruto com vencimento em maio está cotado em 17.52 cents de dólar por libra peso. O mix da produção brasileira está estimado em 52% de etanol e 48% de açúcar, proporções que podem variar após confirmações da atual situação das safras da Índia e Tailândia, importantes produtores de açúcar do hemisfério Norte. Para a safra 25/26, é esperado que os custos de produção continuem pressionados pela alta dos juros e aumento da inflação principalmente nos custos de mão de obra, fertilizantes e insumos agrícolas. Nesse contexto, a produtividade será um elemento determinante no custo da cana, podendo impactar a margem de lucro dos produtores. Para os produtores rurais, é fundamental aproveitar as oportunidades de crédito rural, com as linhas oferecidas pelo Banco do Brasil, para investir em inovação, expansão e modernização visando aumentar a produtividade. Além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65610674</guid><pubDate>Tue, 22 Apr 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65610674/20250422_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="2729272" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de abril de 2025, eu sou Renato Leonel, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Céu, GO, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar. A safra 2025/2026 foi iniciada na região Centro Sul no primeiro dia do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de abril de 2025, eu sou Renato Leonel, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Céu, GO, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar. A safra 2025/2026 foi iniciada na região Centro Sul no primeiro dia do mês, com alívio de parte das preocupações dos produtores, devido às melhores condições climáticas observadas em março e início de abril. A estimativa para a produção brasileira aumentou de 603 para 620 milhões de toneladas de cana, o que representa um aumento de 3,0% na oferta do produto para as indústrias sucroalcoleiras. Os preços físicos do etanol registraram ligeiras quedas desde março, mas continuam superiores em relação aos preços praticados em 2024. O etanol hidratado está cotado em R$2,75, enquanto o Anidro, R$3,08 o litro. O Brasil é o principal produtor e exportador mundial de açúcar. O adoçante está sendo comercializado por R$142,68 a saca de 50 kg, valor ligeiramente superior do que o observado em março, após registro de quedas mensais consecutivas desde novembro de 2024 em seu preço físico. No mercado externo, o contrato do açúcar bruto com vencimento em maio está cotado em 17.52 cents de dólar por libra peso. O mix da produção brasileira está estimado em 52% de etanol e 48% de açúcar, proporções que podem variar após confirmações da atual situação das safras da Índia e Tailândia, importantes produtores de açúcar do hemisfério Norte. Para a safra 25/26, é esperado que os custos de produção continuem pressionados pela alta dos juros e aumento da inflação principalmente nos custos de mão de obra, fertilizantes e insumos agrícolas. Nesse contexto, a produtividade será um elemento determinante no custo da cana, podendo impactar a margem de lucro dos produtores. Para os produtores rurais, é fundamental aproveitar as oportunidades de crédito rural, com as linhas oferecidas pelo Banco do Brasil, para investir em inovação, expansão e modernização visando aumentar a produtividade. Além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1cc528fd22442799321fc8d8aa84b344.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/04/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-04-2025-cenarios-agro--65657429</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65657429</guid><pubDate>Mon, 21 Apr 2025 21:29:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65657429/20250421_bbcast_agro_cenarios_agro.mp3" length="4093769" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>256</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boi,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,pecuária,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/04/2025 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-04-2025-cenario-do-leite--65610630</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 17 de abril de 2025, meu nome é Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em fevereiro de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 4,58% em relação ao mês anterior e de 24,21% frente a fevereiro/24. O preço leite captado fevereiro foi de R$ 2,77/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em fevereiro de 2025 registrou alta de 0,4%. Os principais fatores que impactaram foram óleo diesel, gasolina e concentrado. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), sobre as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, cresceram 26,92% em fevereiro de 2025, em relação ao mês anterior. Mas caíram 63,89% comparado com o mesmo período do ano passado (fevereiro 2024), fechando em 6 milhões de litros equivalentes.   De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados, alcançaram 210 milhões de litros equivalentes em fevereiro/25 e subiram 3,7% na comparação com o mês anterior e 16,5% comparado a fevereiro/24. No acumulado de 2025, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 93 milhões, correspondente ao volume de 402 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS),  Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), verificamos para março de 2025 uma projeção média de alta no valor do litro de leite pago ao produtor de 3,5%, com a menor variação sendo para o estado do Rio Grande do Sul com aumento de 2,0% e Minas Gerais com a maior variação, 5,0%. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65610630</guid><pubDate>Thu, 17 Apr 2025 13:42:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65610630/20250417_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1105293" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 17 de abril de 2025, meu nome é Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em fevereiro de 2025 os preços do leite apresentaram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 17 de abril de 2025, meu nome é Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em fevereiro de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 4,58% em relação ao mês anterior e de 24,21% frente a fevereiro/24. O preço leite captado fevereiro foi de R$ 2,77/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em fevereiro de 2025 registrou alta de 0,4%. Os principais fatores que impactaram foram óleo diesel, gasolina e concentrado. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), sobre as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, cresceram 26,92% em fevereiro de 2025, em relação ao mês anterior. Mas caíram 63,89% comparado com o mesmo período do ano passado (fevereiro 2024), fechando em 6 milhões de litros equivalentes.   De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados, alcançaram 210 milhões de litros equivalentes em fevereiro/25 e subiram 3,7% na comparação com o mês anterior e 16,5% comparado a fevereiro/24. No acumulado de 2025, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 93 milhões, correspondente ao volume de 402 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS),  Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), verificamos para março de 2025 uma projeção média de alta no valor do litro de leite pago ao produtor de 3,5%, com a menor variação sendo para o estado do Rio Grande do Sul com aumento de 2,0% e Minas Gerais com a maior variação, 5,0%. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,bovinocultura,bovinoculturadeleite,broto,pecuária,pecuárialeiteira</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9ef8e6db7badc41b64447349f1637b8a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/04/2025 - Cenário da citricultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-04-2025-cenario-da-citricultura--65593180</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 16 de abril de 2025, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba, SP e falaremos sobre o cenário da citricultura.   Ainda não foi divulgado pelo Fundecitrus a estimativa da safra 2025/26, porém, em conversas com produtores e empresas assistência técnica, projetamos uma produção de 300 milhões de caixas, aumento de cerca de 30% em relação à safra anterior. Esse aumento de produção está relacionado principalmente às condições climáticas mais favoráveis no período de floração e pegamento dos frutos.   A incidência do Greening, principal doença dos citros, continua aumentando no cinturão citrícola especialmente na região central do estado de São Paulo (Limeira, Brotas e Porto Ferreira), o que está causando uma migração da citricultura para outras regiões como Triângulo Mineiro, Campo das Vertentes em Minas Gerais e Sidrolândia no Mato Grosso do Sul.   De acordo com o levantamento do CEPEA, a caixa de laranja indústria está cotada em R$ 54,09, uma queda de cerca de 60% em relação ao mês de janeiro de 2025, sinalizando maior disponibilidade de frutas para processamento.   O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às importações do Brasil foi de 10%, o que afetará o suco de laranja exportado. No dia 03/04/2025, anteriormente a divulgação da tarifa, a cotação do suco de laranja era de 234,93 cents de dólar por libra peso, enquanto que no dia 14/04 a cotação era de 304,25, sinalizando claramente um repasse das tarifas aos compradores.   Para apoiar os citricultores brasileiros o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para o custeio dos pomares e investimento na melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável, até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65593180</guid><pubDate>Wed, 16 Apr 2025 13:34:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65593180/20250416_bbcast_agro_cenario_da_citricultura.mp3" length="1023321" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 16 de abril de 2025, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba, SP e falaremos sobre o cenário da citricultura.   Ainda não foi divulgado pelo Fundecitrus a estimativa da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 16 de abril de 2025, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba, SP e falaremos sobre o cenário da citricultura.   Ainda não foi divulgado pelo Fundecitrus a estimativa da safra 2025/26, porém, em conversas com produtores e empresas assistência técnica, projetamos uma produção de 300 milhões de caixas, aumento de cerca de 30% em relação à safra anterior. Esse aumento de produção está relacionado principalmente às condições climáticas mais favoráveis no período de floração e pegamento dos frutos.   A incidência do Greening, principal doença dos citros, continua aumentando no cinturão citrícola especialmente na região central do estado de São Paulo (Limeira, Brotas e Porto Ferreira), o que está causando uma migração da citricultura para outras regiões como Triângulo Mineiro, Campo das Vertentes em Minas Gerais e Sidrolândia no Mato Grosso do Sul.   De acordo com o levantamento do CEPEA, a caixa de laranja indústria está cotada em R$ 54,09, uma queda de cerca de 60% em relação ao mês de janeiro de 2025, sinalizando maior disponibilidade de frutas para processamento.   O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às importações do Brasil foi de 10%, o que afetará o suco de laranja exportado. No dia 03/04/2025, anteriormente a divulgação da tarifa, a cotação do suco de laranja era de 234,93 cents de dólar por libra peso, enquanto que no dia 14/04 a cotação era de 304,25, sinalizando claramente um repasse das tarifas aos compradores.   Para apoiar os citricultores brasileiros o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para o custeio dos pomares e investimento na melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável, até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>171</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,citricultor,ctricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e67770894d027f07b591d2ed6dc918d9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/04/2025 - Cenário da silvicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-04-2025-cenario-da-silvicultura--65573480</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de abril de 2025. Meu nome é Murilo Takaiti Toyoda, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Brasília-DF e hoje falaremos sobre a situação e as expectativas relacionadas à silvicultura. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE em setembro de 2024 e do Sistema Oficial para Extração das Estatísticas do Comércio Exterior Brasileiro de Bens (Comex Stat), entre 2023 e 2024 houve uma certa estabilidade no mercado. Assim, acompanhando a tendência do setor, algo que poderia gerar ganhos significativos em produtividade, lucratividade e sustentabilidade é a silvicultura de precisão. Baseada em um modelo de cultivo florestal onde há a obtenção e análise de dados específicos da produção, possibilitando a realização de intervenções preventivas ou corretivas mais localizadas, aumentando o grau de eficiência e reduzindo gastos. De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), apenas 39% dos implementos utilizados em operações silviculturais no Brasil possuem sistemas de precisão. Apesar dos avanços tecnológicos, o setor ainda enfrenta desafios para adotar essas tecnologias em larga escala, devido à duração prolongada do cultivo florestal e ao menor tamanho do mercado em comparação com a agricultura. Desta forma, para que a silvicultura de precisão avance, é fundamental que haja ampliação na coleta de dados para identificar as características do ambiente que interferem na produção e o gerenciamento das informações, com bancos de dados estruturados e confiáveis para identificar a variabilidade do ambiente. Com isso, é possível realizar intervenções de forma localizada, com as necessidades específicas de cada local recebendo o manejo adequado. É importante também o investimento em tecnologias que facilitem as rotinas no campo. Com isso, a silvicultura pode ser otimizada em diversas áreas, como a escolha do material genético, que pode ser adequado às características de cada condição ambiental, técnicas mais eficientes de preparo de solo, adubação de base e de cobertura, espaçamento do plantio, definição de técnicas de plantio mais adequadas, realização de tratos culturais, controle de plantas invasoras, pragas e doenças e a definição do melhor sistema de colheita da madeira. Verificamos que há muito espaço para o crescimento do setor, que possui números interessantes para investimento e possibilidade de implantação de novas tecnologias. Há oportunidade em diversas áreas e uma tendência de continuar gerando bons resultados. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65573480</guid><pubDate>Tue, 15 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65573480/20250415_bbcast_agro_cenario_da_silvicultura.mp3" length="1142439" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de abril de 2025. Meu nome é Murilo Takaiti Toyoda, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Brasília-DF e hoje falaremos sobre a situação e as expectativas relacionadas à silvicultura. De acordo com os dados divulgados pelo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de abril de 2025. Meu nome é Murilo Takaiti Toyoda, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Brasília-DF e hoje falaremos sobre a situação e as expectativas relacionadas à silvicultura. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE em setembro de 2024 e do Sistema Oficial para Extração das Estatísticas do Comércio Exterior Brasileiro de Bens (Comex Stat), entre 2023 e 2024 houve uma certa estabilidade no mercado. Assim, acompanhando a tendência do setor, algo que poderia gerar ganhos significativos em produtividade, lucratividade e sustentabilidade é a silvicultura de precisão. Baseada em um modelo de cultivo florestal onde há a obtenção e análise de dados específicos da produção, possibilitando a realização de intervenções preventivas ou corretivas mais localizadas, aumentando o grau de eficiência e reduzindo gastos. De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), apenas 39% dos implementos utilizados em operações silviculturais no Brasil possuem sistemas de precisão. Apesar dos avanços tecnológicos, o setor ainda enfrenta desafios para adotar essas tecnologias em larga escala, devido à duração prolongada do cultivo florestal e ao menor tamanho do mercado em comparação com a agricultura. Desta forma, para que a silvicultura de precisão avance, é fundamental que haja ampliação na coleta de dados para identificar as características do ambiente que interferem na produção e o gerenciamento das informações, com bancos de dados estruturados e confiáveis para identificar a variabilidade do ambiente. Com isso, é possível realizar intervenções de forma localizada, com as necessidades específicas de cada local recebendo o manejo adequado. É importante também o investimento em tecnologias que facilitem as rotinas no campo. Com isso, a silvicultura pode ser otimizada em diversas áreas, como a escolha do material genético, que pode ser adequado às características de cada condição ambiental, técnicas mais eficientes de preparo de solo, adubação de base e de cobertura, espaçamento do plantio, definição de técnicas de plantio mais adequadas, realização de tratos culturais, controle de plantas invasoras, pragas e doenças e a definição do melhor sistema de colheita da madeira. Verificamos que há muito espaço para o crescimento do setor, que possui números interessantes para investimento e possibilidade de implantação de novas tecnologias. Há oportunidade em diversas áreas e uma tendência de continuar gerando bons resultados. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agrofloresta,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,silvicultor,silvicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2967007fc2e653ace2edf0a3d42f2aa6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/04/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-04-2025-cenario-da-soja--65531199</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 11 de abril de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. As incertezas e o receio dominaram o mercado financeiro global. Na Bolsa de Chicago nos EUA, os preços futuros para o complexo da soja refletiram o acirramento da guerra comercial, com novo tarifaço imposto pela administração Trump, com novas altas e implementação de taxas para os produtos importados de inúmeros países, inclusive o Brasil, gerando reflexos diretos nos preços. A China, em especial, respondeu retaliando com anúncio de uma tarifa de 34% sobre a importação de produtos dos Estados Unidos, e a reação do mercado foi imediata, prevendo um deslocamento da demanda chinesa para América do Sul. As cotações foram impactadas com esse cenário provável e registrou patamar abaixo dos U$ 10,00/ bushel para o grão, bem como baixas para seus derivados de farelo e óleo principalmente. No Brasil a colheita já se aproxima dos 90,0% da área cultivada e mantém uma estimativa de produção recorde de 168,0 milhões de toneladas. Em março o volume embarcado foi recorde e com prêmios elevados, ofertados em função da forte demanda externa e interna. Na Argentina, a colheita de soja teve início. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, foram plantados 18,4 milhões de hectares. Atualmente, 32% das lavouras estão em boas condições, 43% em condições médias e 25% em más condições. A estimativa de produção está mantida em 48,6 milhões de toneladas. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 09/04 cotado a US$ 10,13/bushel. O mercado segue refletindo as incertezas geradas pela guerra tarifaria do presidente Trump e a grande oferta. O mercado teme pela intensificação da guerra comercial com a China, principal comprador de soja mundial. O indicador CEPEA em 09/04 foi cotado a R$ 136,85 reais por saca, apresentando ligeira alta nas cotações desde o início de abril. Os prêmios nos portos dão suporte a manutenção da cotação, fomentada pela forte demanda externa mesmo com as baixas na CBOT. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - junho/25 com strike/preço garantido entre 9,81 e U$ 10,31/bushel e - julho/25 com strike entre U$ 9,65 e U$ 10,24/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65531199</guid><pubDate>Fri, 11 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65531199/20250411_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1310302" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 11 de abril de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. As incertezas e o receio dominaram o mercado financeiro global. Na Bolsa de Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 11 de abril de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. As incertezas e o receio dominaram o mercado financeiro global. Na Bolsa de Chicago nos EUA, os preços futuros para o complexo da soja refletiram o acirramento da guerra comercial, com novo tarifaço imposto pela administração Trump, com novas altas e implementação de taxas para os produtos importados de inúmeros países, inclusive o Brasil, gerando reflexos diretos nos preços. A China, em especial, respondeu retaliando com anúncio de uma tarifa de 34% sobre a importação de produtos dos Estados Unidos, e a reação do mercado foi imediata, prevendo um deslocamento da demanda chinesa para América do Sul. As cotações foram impactadas com esse cenário provável e registrou patamar abaixo dos U$ 10,00/ bushel para o grão, bem como baixas para seus derivados de farelo e óleo principalmente. No Brasil a colheita já se aproxima dos 90,0% da área cultivada e mantém uma estimativa de produção recorde de 168,0 milhões de toneladas. Em março o volume embarcado foi recorde e com prêmios elevados, ofertados em função da forte demanda externa e interna. Na Argentina, a colheita de soja teve início. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, foram plantados 18,4 milhões de hectares. Atualmente, 32% das lavouras estão em boas condições, 43% em condições médias e 25% em más condições. A estimativa de produção está mantida em 48,6 milhões de toneladas. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 09/04 cotado a US$ 10,13/bushel. O mercado segue refletindo as incertezas geradas pela guerra tarifaria do presidente Trump e a grande oferta. O mercado teme pela intensificação da guerra comercial com a China, principal comprador de soja mundial. O indicador CEPEA em 09/04 foi cotado a R$ 136,85 reais por saca, apresentando ligeira alta nas cotações desde o início de abril. Os prêmios nos portos dão suporte a manutenção da cotação, fomentada pela forte demanda externa mesmo com as baixas na CBOT. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - junho/25 com strike/preço garantido entre 9,81 e U$ 10,31/bushel e - julho/25 com strike entre U$ 9,65 e U$ 10,24/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c889a8c7f2f71de38f17b9bc90803bd9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/04/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-04-2025-cenario-do-boi-gordo--65484931</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de abril de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, em dezenove dias úteis de março, foram de 215,4 mil toneladas, com média diária de 11,3 mil toneladas, representando uma alta de 29,6% no volume diário exportado em relação a mar/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.898,00, representando avanço de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 8 de abril de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 324,40, com estabilidade em relação ao dia anterior. Já na B3, o contrato futuro de maio de 2025 fechou o dia cotado em R$ 326,95, mantendo o ritmo de alta da arroba nos últimos dias. Em decorrência das boas condições de pastagem de um modo geral, o pecuarista consegue cadenciar a oferta de animais prontos para o abate. Dessa forma, a Indústria se dispõe a pagar um pouco mais pela arroba para preencher a escala de abate, mantendo o viés de alta no preço do boi gordo ao longo dos últimos dias. Assim, a programação de abate se encontra na média nacional de seis dias úteis. O bom ritmo de exportação da carne bovina in natura é outro fator que contribui para sustentar o preço do boi gordo no mercado físico. Segundo o CEPEA, os preços do bezerro vêm registrando altas mais intensas que as do boi gordo ao longo do último ano. Entre março/24 e março/25, enquanto o preço do bezerro se valorizou cerca de 40%, a cotação do boi gordo subiu 35%. O cenário atual pode dificultar a decisão do pecuarista em investir na terminação intensiva, já que a reposição representa entre 60% e 70% do custo de produção de confinamentos. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Maio de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 319,50 e 327,00/@, e Junho de 2025 com strike entre R$ 316,00 e 327,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65484931</guid><pubDate>Thu, 10 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65484931/20250410_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1329580" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de abril de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de abril de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, em dezenove dias úteis de março, foram de 215,4 mil toneladas, com média diária de 11,3 mil toneladas, representando uma alta de 29,6% no volume diário exportado em relação a mar/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.898,00, representando avanço de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 8 de abril de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 324,40, com estabilidade em relação ao dia anterior. Já na B3, o contrato futuro de maio de 2025 fechou o dia cotado em R$ 326,95, mantendo o ritmo de alta da arroba nos últimos dias. Em decorrência das boas condições de pastagem de um modo geral, o pecuarista consegue cadenciar a oferta de animais prontos para o abate. Dessa forma, a Indústria se dispõe a pagar um pouco mais pela arroba para preencher a escala de abate, mantendo o viés de alta no preço do boi gordo ao longo dos últimos dias. Assim, a programação de abate se encontra na média nacional de seis dias úteis. O bom ritmo de exportação da carne bovina in natura é outro fator que contribui para sustentar o preço do boi gordo no mercado físico. Segundo o CEPEA, os preços do bezerro vêm registrando altas mais intensas que as do boi gordo ao longo do último ano. Entre março/24 e março/25, enquanto o preço do bezerro se valorizou cerca de 40%, a cotação do boi gordo subiu 35%. O cenário atual pode dificultar a decisão do pecuarista em investir na terminação intensiva, já que a reposição representa entre 60% e 70% do custo de produção de confinamentos. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Maio de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 319,50 e 327,00/@, e Junho de 2025 com strike entre R$ 316,00 e 327,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4100fc732f03a5fea3ee3ec7bc4f8b7a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/04/2025 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-04-2025-cenario-do-cafe-arabica--65469119</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 09 de abril de 2025. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. As condições climáticas seguem ditando os rumos do mercado de café no Brasil. Embora tenham ocorrido chuvas nas principais regiões cafeeiras brasileiras nos últimos dias, está mantida a estimativa de quebra de safra principalmente nas lavouras não irrigadas. No momento os frutos estão em fase final de granação e início de maturação. Mercado segue monitorando os efeitos climáticos sobre a produção de café brasileira. Várias estimativas de produção já foram publicadas com grandes variações nos volumes previstos. Tomando como referência esse conjunto de informações, é possível concluir que, até o momento, o atual ciclo 2025/26 está mais tendencioso a consolidar um volume menor do que o ciclo anterior 2024/25. O café arábica continua com alta volatilidade nas cotações nas bolsas internacionais e no mercado interno brasileiro, refletindo os baixos estoques mundiais e as preocupações com a oferta global de café. No Brasil, as principais praças produtoras registraram uma média de R$ 2.500,00 por saca de café arábica nos últimos dias. Diante das incertezas climáticas, de mercado e de produção, espera-se que a volatilidade permaneça elevada, e os produtores precisam estar atentos às oportunidades para tomada de decisão e seu planejamento financeiro. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando a condução eficaz da lavoura, a proteção contra intempéries e a fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar suas margens em um mercado volátil. Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65469119</guid><pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:09:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65469119/20250409_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="885394" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 09 de abril de 2025. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. As condições climáticas seguem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 09 de abril de 2025. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. As condições climáticas seguem ditando os rumos do mercado de café no Brasil. Embora tenham ocorrido chuvas nas principais regiões cafeeiras brasileiras nos últimos dias, está mantida a estimativa de quebra de safra principalmente nas lavouras não irrigadas. No momento os frutos estão em fase final de granação e início de maturação. Mercado segue monitorando os efeitos climáticos sobre a produção de café brasileira. Várias estimativas de produção já foram publicadas com grandes variações nos volumes previstos. Tomando como referência esse conjunto de informações, é possível concluir que, até o momento, o atual ciclo 2025/26 está mais tendencioso a consolidar um volume menor do que o ciclo anterior 2024/25. O café arábica continua com alta volatilidade nas cotações nas bolsas internacionais e no mercado interno brasileiro, refletindo os baixos estoques mundiais e as preocupações com a oferta global de café. No Brasil, as principais praças produtoras registraram uma média de R$ 2.500,00 por saca de café arábica nos últimos dias. Diante das incertezas climáticas, de mercado e de produção, espera-se que a volatilidade permaneça elevada, e os produtores precisam estar atentos às oportunidades para tomada de decisão e seu planejamento financeiro. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando a condução eficaz da lavoura, a proteção contra intempéries e a fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar suas margens em um mercado volátil. Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>148</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c733554967d8da94162496b82fbf1503.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/04/2025 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-04-2025-cenario-climatico--65442552</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 08 de abril de 2025. Meu nome é Rodrigo Rodrigues, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>  Estamos na Estação do Outono desde o dia 20 de março, que se estenderá até o dia 20 de junho. Para este período, publicação em parceria do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), cita chuvas acima da média, mais ao norte do país e sul do Rio Grande do Sul, já na Região mais central do Brasil, chuvas abaixo da média. Comenta também, temperaturas com previsão de valores acima da média, mas não se descartam as primeiras entradas de massas de ar frio para as Regiões Sudeste e Sul do país. Mantendo atenção aos monitoramentos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), sobre o Oceano Pacífico, de acordo com os modelos estatísticos apresentados, manteve La Niña fraco com uma transição de neutralidade até meados de agosto. Em relação ao mês de abril, o INMET indica que grande parte da Região Norte e Nordeste, estarão com chuvas próximo e acima da média climatológica. Áreas do leste do Acre, divisa do Amazonas com Roraima, Amapá, sul do Tocantins, podem receber chuvas abaixo da média, assim como grande parte do Centro-oeste e Sudeste. Entretando, em áreas do leste da Região Sudeste, a previsão indica chuvas acima da média. Na região Sul, a previsão é de chuvas abaixo da média climatológica no extremo-sul do Rio Grande do Sul e parte central de Santa Catarina. Demais áreas, são previstos acumulados de chuva próximos e acima da média. Quanto às temperaturas, a previsão indica que estarão acima da média em grande parte das Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, além do Interior do Nordeste. Região Norte e parte norte da Região Nordeste, são previstas temperaturas mais amenas. Em relação à umidade do solo observada, atenção para centro-norte e centro-sul da Bahia, a redução das chuvas pode intensificar os baixos níveis de umidade no solo, comprometendo plantio da segunda safra, entretanto, pode favorecer o processo da colheita da soja. Em áreas das regiões Centro-Oeste e Sudeste onde são previstas chuvas espacialmente mal distribuídas, principalmente com chuvas mais concentradas no leste da Região Sudeste, onde as condições serão favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra, da cana-de-açúcar e do café. A previsão de redução das chuvas neste mês de abril, beneficiará a fase final da colheita da soja, mas pode dificultar a evolução do plantio das culturas de segunda safra. Em áreas do oeste da região Sul, a previsão de chuvas dentro da média histórica pode ajudar na recuperação da umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras de primeira e segunda safras. Assim, atentando aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65442552</guid><pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:06:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65442552/20250408_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="4250974" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 08 de abril de 2025. Meu nome é Rodrigo Rodrigues, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o cenário climático.  Estamos na Estação do Outono desde o dia 20 de março, que se estenderá...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 08 de abril de 2025. Meu nome é Rodrigo Rodrigues, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas - SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>  Estamos na Estação do Outono desde o dia 20 de março, que se estenderá até o dia 20 de junho. Para este período, publicação em parceria do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), cita chuvas acima da média, mais ao norte do país e sul do Rio Grande do Sul, já na Região mais central do Brasil, chuvas abaixo da média. Comenta também, temperaturas com previsão de valores acima da média, mas não se descartam as primeiras entradas de massas de ar frio para as Regiões Sudeste e Sul do país. Mantendo atenção aos monitoramentos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), sobre o Oceano Pacífico, de acordo com os modelos estatísticos apresentados, manteve La Niña fraco com uma transição de neutralidade até meados de agosto. Em relação ao mês de abril, o INMET indica que grande parte da Região Norte e Nordeste, estarão com chuvas próximo e acima da média climatológica. Áreas do leste do Acre, divisa do Amazonas com Roraima, Amapá, sul do Tocantins, podem receber chuvas abaixo da média, assim como grande parte do Centro-oeste e Sudeste. Entretando, em áreas do leste da Região Sudeste, a previsão indica chuvas acima da média. Na região Sul, a previsão é de chuvas abaixo da média climatológica no extremo-sul do Rio Grande do Sul e parte central de Santa Catarina. Demais áreas, são previstos acumulados de chuva próximos e acima da média. Quanto às temperaturas, a previsão indica que estarão acima da média em grande parte das Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, além do Interior do Nordeste. Região Norte e parte norte da Região Nordeste, são previstas temperaturas mais amenas. Em relação à umidade do solo observada, atenção para centro-norte e centro-sul da Bahia, a redução das chuvas pode intensificar os baixos níveis de umidade no solo, comprometendo plantio da segunda safra, entretanto, pode favorecer o processo da colheita da soja. Em áreas das regiões Centro-Oeste e Sudeste onde são previstas chuvas espacialmente mal distribuídas, principalmente com chuvas mais concentradas no leste da Região Sudeste, onde as condições serão favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra, da cana-de-açúcar e do café. A previsão de redução das chuvas neste mês de abril, beneficiará a fase final da colheita da soja, mas pode dificultar a evolução do plantio das culturas de segunda safra. Em áreas do oeste da região Sul, a previsão de chuvas dentro da média histórica pode ajudar na recuperação da umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras de primeira e segunda safras. Assim, atentando aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>266</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agrometeorologia,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,clima,laniña,meteorologia,pecuária,previsãodotempo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/facb8667965dd2e731a5e6beff439985.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/04/2025 - Cenários Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-04-2025-cenarios-agro--65403846</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65403846</guid><pubDate>Mon, 07 Apr 2025 13:37:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65403846/20250407_bbcast_agro_cenario_agro.mp3" length="6565577" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>411</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,pecuarista,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/04/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-04-2025-cenario-do-milho--65340609</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 04 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou na última segunda-feira, dia 31 de março, seu primeiro boletim referente às intenções oficiais de plantio do produtor americano para a Safra 2025/26. O órgão estimou possível aumento na área cultivada, em torno de 5% em relação à safra anterior, sendo estimado 38,5 milhões de hectares, quase dois milhões de hectares a mais que na Safra 2024/25. Caso se concretize, seria a maior área semeada norte-americana desde 2013. O aumento da área semeada com milho refletiu nas estimativas para a soja, que apresentou recuo de 4% em relação à safra anterior.   Com a divulgação das estimativas iniciais do USDA para a próxima safra americana e as preocupações com a possível implementação de tarifas pelo governo Trump, a Bolsa de Chicago apresentou volatilidade. No dia 01/04, o contrato referência maio/25 encerrou cotado a US$ 4,61/bushel.      No Brasil, a semeadura do milho 2ª safra praticamente foi finalizada. De acordo com a Conab, em seu último relatório de acompanhamento de safra, indicou que 97,9% da área esperada já foi implantada. Já para o milho 1ª safra (verão), a colheita chegou a 53,3%, com os estados da região sul mais adiantados.   No mercado físico, segundo levantamento do CEPEA, as cotações em algumas regiões do Brasil têm sofrido pressão negativa, consequência da colheita da safra verão, que avança bem e consumidores internos se mostram abastecidos. Na última terça-feira, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 86,62 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 74,01 e R$ 77,41 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 68,50 e R$ 72,99 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65340609</guid><pubDate>Fri, 04 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65340609/20250303_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1356068" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 04 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA),...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 04 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou na última segunda-feira, dia 31 de março, seu primeiro boletim referente às intenções oficiais de plantio do produtor americano para a Safra 2025/26. O órgão estimou possível aumento na área cultivada, em torno de 5% em relação à safra anterior, sendo estimado 38,5 milhões de hectares, quase dois milhões de hectares a mais que na Safra 2024/25. Caso se concretize, seria a maior área semeada norte-americana desde 2013. O aumento da área semeada com milho refletiu nas estimativas para a soja, que apresentou recuo de 4% em relação à safra anterior.   Com a divulgação das estimativas iniciais do USDA para a próxima safra americana e as preocupações com a possível implementação de tarifas pelo governo Trump, a Bolsa de Chicago apresentou volatilidade. No dia 01/04, o contrato referência maio/25 encerrou cotado a US$ 4,61/bushel.      No Brasil, a semeadura do milho 2ª safra praticamente foi finalizada. De acordo com a Conab, em seu último relatório de acompanhamento de safra, indicou que 97,9% da área esperada já foi implantada. Já para o milho 1ª safra (verão), a colheita chegou a 53,3%, com os estados da região sul mais adiantados.   No mercado físico, segundo levantamento do CEPEA, as cotações em algumas regiões do Brasil têm sofrido pressão negativa, consequência da colheita da safra verão, que avança bem e consumidores internos se mostram abastecidos. Na última terça-feira, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 86,62 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 74,01 e R$ 77,41 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 68,50 e R$ 72,99 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>227</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/39ceaea75914d281dfb6f22063d422fb.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/04/2025 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-04-2025-cenario-da-suinocultura--65319917</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 03 de abril de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O mercado da suinocultura nacional encontra-se num momento de desafio. Após ter se recuperado da queda de preço do suíno vivo verificada no início do ano, com as altas sucessivas nas três primeiras semanas de fevereiro, novas quedas de preço nesse mês de março reduziram o valor pago ao produtor ao patamar médio de R$ 7,70/kg suíno vivo. Apesar do ótimo ritmo das exportações neste início de ano, com acumulado de janeiro a fevereiro apresentando um acréscimo de quase 20 mil toneladas (+12,4%) de carne suína <i>in natura</i> embarcada, em relação ao mesmo período do ano passado, vê-se uma tendência de baixa liquidez das vendas de carne suína no mercado atacadista, que combinada com uma oferta de animais que supera a demanda atual dos frigoríficos por novos lotes, tem pressionado para baixo o preço pago ao suinocultor. Analisando a destinação das exportações brasileiras neste início de ano, conclui-se pela mesma tendência de crescimento de compradores alternativos à China verificada no ano anterior, como Filipinas, Japão e México, visto que o gigante asiático vem reduzindo suas compras desde o ano passado. Preocupa o setor, além da queda que se verifica nos preços do suíno vivo, um eventual aumento dos custos de produção, notadamente do milho, principal insumo componente da ração. Isso porque a oferta do milho no mercado interno é incerta, por depender basicamente da produção da safrinha, que responde por 80% da oferta total do milho, e esta ainda se encontrar a campo, sujeita aos riscos climáticos que definirão o tamanho real da produção final. Notícia boa é o aumento que se tem verificado no consumo interno da carne suína nos últimos anos. Conforme publicado pela APCS-Associação Paulista de Criadores de Suínos, o <b>consumo per capita de carne suína do Brasil em 2024 foi de 19,5 kg/habitante/ano</b>. Considerando que em 2015 o consumo estimado era de 14,5 kg/habitante/ano, houve <b>um incremento no consumo individual de quase 35% na última década.</b> A carne suína foi a proteína animal que mais ganhou espaço na dieta do consumidor brasileiro neste período.” Ressaltamos que mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nas últimas semanas de comercialização, a atividade apresenta ainda margem de rentabilidade positiva. A expectativa para o ano de 2025 continua positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, devendo resultar em boas margens de rentabilidade para a atividade. O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65319917</guid><pubDate>Thu, 03 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65319917/20250403_bbcast_agro_cenario_da_suinocultura.mp3" length="1292904" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 03 de abril de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O mercado da suinocultura nacional encontra-se num momento de desafio. Após ter se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 03 de abril de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O mercado da suinocultura nacional encontra-se num momento de desafio. Após ter se recuperado da queda de preço do suíno vivo verificada no início do ano, com as altas sucessivas nas três primeiras semanas de fevereiro, novas quedas de preço nesse mês de março reduziram o valor pago ao produtor ao patamar médio de R$ 7,70/kg suíno vivo. Apesar do ótimo ritmo das exportações neste início de ano, com acumulado de janeiro a fevereiro apresentando um acréscimo de quase 20 mil toneladas (+12,4%) de carne suína <i>in natura</i> embarcada, em relação ao mesmo período do ano passado, vê-se uma tendência de baixa liquidez das vendas de carne suína no mercado atacadista, que combinada com uma oferta de animais que supera a demanda atual dos frigoríficos por novos lotes, tem pressionado para baixo o preço pago ao suinocultor. Analisando a destinação das exportações brasileiras neste início de ano, conclui-se pela mesma tendência de crescimento de compradores alternativos à China verificada no ano anterior, como Filipinas, Japão e México, visto que o gigante asiático vem reduzindo suas compras desde o ano passado. Preocupa o setor, além da queda que se verifica nos preços do suíno vivo, um eventual aumento dos custos de produção, notadamente do milho, principal insumo componente da ração. Isso porque a oferta do milho no mercado interno é incerta, por depender basicamente da produção da safrinha, que responde por 80% da oferta total do milho, e esta ainda se encontrar a campo, sujeita aos riscos climáticos que definirão o tamanho real da produção final. Notícia boa é o aumento que se tem verificado no consumo interno da carne suína nos últimos anos. Conforme publicado pela APCS-Associação Paulista de Criadores de Suínos, o <b>consumo per capita de carne suína do Brasil em 2024 foi de 19,5 kg/habitante/ano</b>. Considerando que em 2015 o consumo estimado era de 14,5 kg/habitante/ano, houve <b>um incremento no consumo individual de quase 35% na última década.</b> A carne suína foi a proteína animal que mais ganhou espaço na dieta do consumidor brasileiro neste período.” Ressaltamos que mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nas últimas semanas de comercialização, a atividade apresenta ainda margem de rentabilidade positiva. A expectativa para o ano de 2025 continua positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, devendo resultar em boas margens de rentabilidade para a atividade. O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,broto,pecuária,suinocultor,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b808dbc71fce68c5c9003bd6754a15f3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/04/2025 - Cenário do feijão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-04-2025-cenario-do-feijao--65286977</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 02/04/2025, meu nome é Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão.    Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão 1ª safra, no Brasil, foi de um milhão e setenta mil toneladas na safra 2024/2025, resultado 13,6% superior à safra 2023/2024.   O Estado do Paraná é o principal produtor de feijão 2ª safra. Na safra 23/24, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), foram cultivados 435 mil hectares, área 48% maior que na safra 22/23. Na safra 24/25 foram plantados 332 mil hectares, área 24% menor, quando comparada à safra 23/24 e 13% maior que a safra 22/23.   A área cultivada de 166 mil hectares, no Paraná, teve um grande impulso, aumentando 54%, ante 107,8 mil hectares. A produtividade da safra 24/25 foi de 2.043 kg/há, enquanto 23/24 entregou 1489 kg/há, resultando numa produção de 179 mil toneladas superior à safra anterior.   Em áreas importantes de produção, no Paraná, houve irregularidade de chuva, entre a 2ª quinzena de fevereiro e primeira quinzena de março, aliada às altas temperaturas.  Esse fato pode comprometer a produtividade das lavouras.   Outro fator importante, trata-se da estimativa de produtividade para a safra 24/25 que, atualmente, é de 1.839 kg/há, rendimento maior que aquele obtido na safra passada, onde foram colhidos 1.563 kg/há.   Segundo a CONAB, para o feijão preto, a ampliação da oferta, por ocasião do aumento de área e de produtividade, associada a uma baixa liquidez, pressiona os preços, com o preço do produto comercial sendo praticado entre R$ 160 e R$ 180 reais por saca de 60 quilos, ao passo que o extra se manteve cotado a cerca de R$ 230. Em relação ao feijão cores, a expectativa é que tenhamos uma redução na produção da 2ª safra, o que pode valorizar as cotações e o preço atingir R$ 250,00 por saca de 60 kg.   O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65286977</guid><pubDate>Wed, 02 Apr 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65286977/20250402_bbcast_agro_cenario_do_feijao.mp3" length="4005301" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 02/04/2025, meu nome é Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão.    Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão 1ª...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 02/04/2025, meu nome é Ana Paula Cunha, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão.    Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão 1ª safra, no Brasil, foi de um milhão e setenta mil toneladas na safra 2024/2025, resultado 13,6% superior à safra 2023/2024.   O Estado do Paraná é o principal produtor de feijão 2ª safra. Na safra 23/24, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), foram cultivados 435 mil hectares, área 48% maior que na safra 22/23. Na safra 24/25 foram plantados 332 mil hectares, área 24% menor, quando comparada à safra 23/24 e 13% maior que a safra 22/23.   A área cultivada de 166 mil hectares, no Paraná, teve um grande impulso, aumentando 54%, ante 107,8 mil hectares. A produtividade da safra 24/25 foi de 2.043 kg/há, enquanto 23/24 entregou 1489 kg/há, resultando numa produção de 179 mil toneladas superior à safra anterior.   Em áreas importantes de produção, no Paraná, houve irregularidade de chuva, entre a 2ª quinzena de fevereiro e primeira quinzena de março, aliada às altas temperaturas.  Esse fato pode comprometer a produtividade das lavouras.   Outro fator importante, trata-se da estimativa de produtividade para a safra 24/25 que, atualmente, é de 1.839 kg/há, rendimento maior que aquele obtido na safra passada, onde foram colhidos 1.563 kg/há.   Segundo a CONAB, para o feijão preto, a ampliação da oferta, por ocasião do aumento de área e de produtividade, associada a uma baixa liquidez, pressiona os preços, com o preço do produto comercial sendo praticado entre R$ 160 e R$ 180 reais por saca de 60 quilos, ao passo que o extra se manteve cotado a cerca de R$ 230. Em relação ao feijão cores, a expectativa é que tenhamos uma redução na produção da 2ª safra, o que pode valorizar as cotações e o preço atingir R$ 250,00 por saca de 60 kg.   O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>251</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,feijão,feijoeicultor,feijoeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f79572ae1f1a90029b60dc1b1e5667a9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/03/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-03-2025-cenario-da-soja--65167947</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 28 de março de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. O relatório de março do USDA teve impacto limitado no mercado, apresentando manutenção na safra e nos estoques mundiais. Os preços futuros na CBOT tiveram comportamento misto e fecharam a semana em leve queda. Mantem-se a expectativa de supersafra no Brasil, com previsão de 169 milhões de toneladas e estoques finais para a safra 24/25 em 31,52 milhões de toneladas. Os EUA devem produzir 118,8 milhões de toneladas e seus estoques finais previstos em 10,3 milhões de toneladas. A Argentina deve fechar sua produção com 49 milhões de toneladas. A previsão de produção global foi mantida em 420,7 milhões de toneladas e estoques globais previstos em 121,4 milhões de toneladas. Seguem as expectativas e o acompanhamento das políticas tarifárias do governo Trump e seus impactos no mercado mundial, principalmente com retaliação dos países afetados.  No Brasil, a colheita já se aproxima de 80% da área cultivada, superando a média dos últimos 5 anos que é de 70%. O assessoramento técnico do Banco do Brasil projeta a safra brasileira em 168,4 milhões de toneladas. As condições das lavouras apresentaram 52,0% em condições excelentes e boas, 17% regulares, 21% entre ruins e péssimas. As dificuldades logísticas seguem impondo desafios ao escoamento da safra brasileira. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 26/03 cotado a US$ 10,01/bushel. O mercado segue refletindo os números da supersafra da América do Sul. O indicador CEPEA em 26/03 foi cotado a R$ 131,72 reais por saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de março. Os prêmios nos portos dão suporte a manutenção da cotação. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 9,91 e U$ 10,13/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,77 e U$ 10,27/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65167947</guid><pubDate>Fri, 28 Mar 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65167947/20250328_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1290867" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 28 de março de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. O relatório de março do USDA teve impacto limitado no mercado, apresentando...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 28 de março de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. O relatório de março do USDA teve impacto limitado no mercado, apresentando manutenção na safra e nos estoques mundiais. Os preços futuros na CBOT tiveram comportamento misto e fecharam a semana em leve queda. Mantem-se a expectativa de supersafra no Brasil, com previsão de 169 milhões de toneladas e estoques finais para a safra 24/25 em 31,52 milhões de toneladas. Os EUA devem produzir 118,8 milhões de toneladas e seus estoques finais previstos em 10,3 milhões de toneladas. A Argentina deve fechar sua produção com 49 milhões de toneladas. A previsão de produção global foi mantida em 420,7 milhões de toneladas e estoques globais previstos em 121,4 milhões de toneladas. Seguem as expectativas e o acompanhamento das políticas tarifárias do governo Trump e seus impactos no mercado mundial, principalmente com retaliação dos países afetados.  No Brasil, a colheita já se aproxima de 80% da área cultivada, superando a média dos últimos 5 anos que é de 70%. O assessoramento técnico do Banco do Brasil projeta a safra brasileira em 168,4 milhões de toneladas. As condições das lavouras apresentaram 52,0% em condições excelentes e boas, 17% regulares, 21% entre ruins e péssimas. As dificuldades logísticas seguem impondo desafios ao escoamento da safra brasileira. O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 26/03 cotado a US$ 10,01/bushel. O mercado segue refletindo os números da supersafra da América do Sul. O indicador CEPEA em 26/03 foi cotado a R$ 131,72 reais por saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de março. Os prêmios nos portos dão suporte a manutenção da cotação. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 9,91 e U$ 10,13/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,77 e U$ 10,27/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/64df9ea3f5579ea3c0346f9426d4b5b5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/03/2025 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-03-2025-cenario-do-leite--65108071</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de março de 2025, meu nome é Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP  e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em janeiro de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 2,5% em relação ao mês anterior e de 18,7% frente a janeiro/24. O preço leite captado em janeiro foi de R$ 2,65/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em janeiro de 2025 cresceram mais do que o ano todo de 2024, o ICPLeite registrou alta de 3,2 %, os principais fatores que impactaram foram reajuste do salário-mínimo e aumento nos preços dos mineirais, concentrado e volumoso. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), sobre as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 29,1% em fevereiro de 2025, comparado com o mesmo período de 2024, com volume de 3.493,2 toneladas a um preço de US$ 2.506,50 por tonelada. Por sua vez, as importações aumentaram em 19,7% em toneladas, totalizando 20.217,1 toneladas em fevereiro de 2025, com preço de U$3.687,2 por tonelada. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados em fevereiro de 2025, subiram tanto na comparação com o mês anterior como com fevereiro de 2024.  No acumulado de 2025, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 93 milhões, correspondente ao volume de 402 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), verificamos para fevereiro de 2025 uma projeção média de alta no valor do litro de leite pago ao produtor de 3,5%, com a menor variação sendo para o estado do rio Grande do Sul com aumento de 1,4% e Minas Gerais com a maior variação, 6,5%. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65108071</guid><pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65108071/20250327_bbcast_agro_cenario_da_bovinocultura_de_leite.mp3" length="1221590" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de março de 2025, meu nome é Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP  e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em janeiro de 2025 os preços do leite apresentaram uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de março de 2025, meu nome é Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP  e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, em janeiro de 2025 os preços do leite apresentaram uma alta de 2,5% em relação ao mês anterior e de 18,7% frente a janeiro/24. O preço leite captado em janeiro foi de R$ 2,65/litro na “Média Brasil”. Segundo a EMBRAPA, os custos de produção em janeiro de 2025 cresceram mais do que o ano todo de 2024, o ICPLeite registrou alta de 3,2 %, os principais fatores que impactaram foram reajuste do salário-mínimo e aumento nos preços dos mineirais, concentrado e volumoso. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), sobre as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 29,1% em fevereiro de 2025, comparado com o mesmo período de 2024, com volume de 3.493,2 toneladas a um preço de US$ 2.506,50 por tonelada. Por sua vez, as importações aumentaram em 19,7% em toneladas, totalizando 20.217,1 toneladas em fevereiro de 2025, com preço de U$3.687,2 por tonelada. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, as importações brasileiras de leite e derivados em fevereiro de 2025, subiram tanto na comparação com o mês anterior como com fevereiro de 2024.  No acumulado de 2025, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 93 milhões, correspondente ao volume de 402 milhões de litros de leite equivalentes. Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), verificamos para fevereiro de 2025 uma projeção média de alta no valor do litro de leite pago ao produtor de 3,5%, com a menor variação sendo para o estado do rio Grande do Sul com aumento de 1,4% e Minas Gerais com a maior variação, 6,5%. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadeleite,broto,pecuária,pecuáriadeleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/eafa8ec61846d028f303a3084223166d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/03/2025 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-03-2025-cenario-do-cafe-conilon--65107944</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de março de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> A colheita do café conilon começa em abril na maior parte das regiões produtoras. Neste momento, os cafezais estão na fase crucial de granação, que determina a qualidade final dos frutos. Porém, no Espírito Santo, o clima adverso, com temperaturas elevadas e intensa insolação, causou tombamento dos galhos e desfolha das plantas, o que pode comprometer a produtividade da safra deste ano. Outro fator importante para o mercado global do café é a situação no Vietnã, que também enfrenta desafios em sua produção de café robusta. A seca causada pelo fenômeno El Niño provocou perdas expressivas em áreas cultivadas. Além disso, mudanças recentes nas políticas agrícolas locais incentivaram alguns produtores vietnamitas a migrarem para outras culturas consideradas mais lucrativas. Tudo isso, combinado ao alto custo de transporte e baixos estoques mundiais, contribui diretamente para a volatilidade dos preços internacionais. Aqui no Espírito Santo, as exportações de café caíram mais de 53% no primeiro bimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, reflexo dos baixos estoques e do aumento dos preços. No mercado futuro, a Bolsa de Londres mostra uma leve recuperação, com contratos para maio negociados a US$ 5.517 por tonelada. Já no mercado interno, as cotações do conilon seguem voláteis, com tendência de baixa, fechando a última semana a R$ 1.940 por saca de 60 kg. No curto e médio prazos, o mercado sinaliza estabilidade, mas há previsão de baixa nos preços a longo prazo devido à expectativa de recuperação da produção mundial. Para minimizar riscos e proteger suas margens, o produtor deve acompanhar atentamente as cotações e considerar alternativas como contratos a termo e linhas de crédito para estocagem. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65107944</guid><pubDate>Wed, 26 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65107944/20250326_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="1075983" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de março de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon. A colheita do café conilon começa em abril na maior...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de março de 2025. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário atual do café conilon.</b> A colheita do café conilon começa em abril na maior parte das regiões produtoras. Neste momento, os cafezais estão na fase crucial de granação, que determina a qualidade final dos frutos. Porém, no Espírito Santo, o clima adverso, com temperaturas elevadas e intensa insolação, causou tombamento dos galhos e desfolha das plantas, o que pode comprometer a produtividade da safra deste ano. Outro fator importante para o mercado global do café é a situação no Vietnã, que também enfrenta desafios em sua produção de café robusta. A seca causada pelo fenômeno El Niño provocou perdas expressivas em áreas cultivadas. Além disso, mudanças recentes nas políticas agrícolas locais incentivaram alguns produtores vietnamitas a migrarem para outras culturas consideradas mais lucrativas. Tudo isso, combinado ao alto custo de transporte e baixos estoques mundiais, contribui diretamente para a volatilidade dos preços internacionais. Aqui no Espírito Santo, as exportações de café caíram mais de 53% no primeiro bimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, reflexo dos baixos estoques e do aumento dos preços. No mercado futuro, a Bolsa de Londres mostra uma leve recuperação, com contratos para maio negociados a US$ 5.517 por tonelada. Já no mercado interno, as cotações do conilon seguem voláteis, com tendência de baixa, fechando a última semana a R$ 1.940 por saca de 60 kg. No curto e médio prazos, o mercado sinaliza estabilidade, mas há previsão de baixa nos preços a longo prazo devido à expectativa de recuperação da produção mundial. Para minimizar riscos e proteger suas margens, o produtor deve acompanhar atentamente as cotações e considerar alternativas como contratos a termo e linhas de crédito para estocagem. <b>O Banco do Brasil dispõe de diversas opções de crédito para apoiar o produtor em suas decisões comerciais. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféconilon,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/de176ceae6062febbc1613c8d181051a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/03/2025 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-03-2025-cenario-do-algodao--65085619</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 25 de março de 2025. Eu sou Karol Furlaneto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e vamos falar sobre o cenário do algodão. O último boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não apresentou mudanças significativas nos preços, porém o mercado ficou atento a fatores importantes no cenário macroeconômico neste mês de março. Destacamos a previsão de redução em 11% da área de plantio do algodão nos EUA, segundo relatório <i>Cotton Outlook</i> do USDA, publicado no final de fevereiro. Outro ponto relevante foi o aumento, a partir de 10 de março, da tarifa chinesa em até 15% sobre alguns produtos agrícolas norte-americanos, incluindo o algodão. A medida é uma retaliação à recente política tarifária adotada pelos Estados Unidos contra produtos chineses. Essa situação de tensão comercial lembra o cenário de 2018, durante o primeiro mandato do presidente Trump. Naquela época, o Brasil se beneficiou com o aumento das exportações agrícolas. Agora, como maior exportador mundial de algodão, o país pode novamente aproveitar as oportunidades comerciais que surgem nesse contexto. Nos Estados Unidos, a semeadura da safra está começando. Já no Brasil, as lavouras seguem em boas condições após as chuvas regulares dos últimos meses, e o plantio foi praticamente finalizado ainda em fevereiro. De acordo com a CONAB, o Brasil deverá colher mais de 3,7 milhões de toneladas de pluma. No entanto, vale lembrar que Mato Grosso, principal estado produtor, já comercializou antecipadamente 50% da safra atual, uma evolução em relação aos 46% vendidos no mesmo período do ano passado. Esse movimento demonstra a atenção e estratégia dos cotonicultores brasileiros em aproveitar os melhores momentos do mercado. Considerando a volatilidade recente da cotação da pluma e do dólar, é fundamental que o produtor minimize esses riscos. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza produtos específicos, como as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF). Destacamos ainda as Opções de Venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em junho de 2025, apresentando strike entre U$c 63 e U$c 67 por libra-peso. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65085619</guid><pubDate>Tue, 25 Mar 2025 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65085619/20250325_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2877648" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 25 de março de 2025. Eu sou Karol Furlaneto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e vamos falar sobre o cenário do algodão. O último boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 25 de março de 2025. Eu sou Karol Furlaneto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e vamos falar sobre o cenário do algodão. O último boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não apresentou mudanças significativas nos preços, porém o mercado ficou atento a fatores importantes no cenário macroeconômico neste mês de março. Destacamos a previsão de redução em 11% da área de plantio do algodão nos EUA, segundo relatório <i>Cotton Outlook</i> do USDA, publicado no final de fevereiro. Outro ponto relevante foi o aumento, a partir de 10 de março, da tarifa chinesa em até 15% sobre alguns produtos agrícolas norte-americanos, incluindo o algodão. A medida é uma retaliação à recente política tarifária adotada pelos Estados Unidos contra produtos chineses. Essa situação de tensão comercial lembra o cenário de 2018, durante o primeiro mandato do presidente Trump. Naquela época, o Brasil se beneficiou com o aumento das exportações agrícolas. Agora, como maior exportador mundial de algodão, o país pode novamente aproveitar as oportunidades comerciais que surgem nesse contexto. Nos Estados Unidos, a semeadura da safra está começando. Já no Brasil, as lavouras seguem em boas condições após as chuvas regulares dos últimos meses, e o plantio foi praticamente finalizado ainda em fevereiro. De acordo com a CONAB, o Brasil deverá colher mais de 3,7 milhões de toneladas de pluma. No entanto, vale lembrar que Mato Grosso, principal estado produtor, já comercializou antecipadamente 50% da safra atual, uma evolução em relação aos 46% vendidos no mesmo período do ano passado. Esse movimento demonstra a atenção e estratégia dos cotonicultores brasileiros em aproveitar os melhores momentos do mercado. Considerando a volatilidade recente da cotação da pluma e do dólar, é fundamental que o produtor minimize esses riscos. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza produtos específicos, como as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF). Destacamos ainda as Opções de Venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em junho de 2025, apresentando strike entre U$c 63 e U$c 67 por libra-peso. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c659877409673c2528901ebb1148c03a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/03/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-03-2025-cenario-do-milho--65002918</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de março de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram pressionadas, negativamente, nos últimos dias, justificada principalmente pela guerra comercial do governo americano, o mercado externo continua monitorando os desdobramentos da imposição das tarifas a parceiros comerciais como México, Canadá e China. Além disso, o relatório de oferta e demanda para o mês de março, publicado no último dia 11 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o órgão manteve os estoques finais americanos e deu sinais de menor demanda para o cereal, reduzindo a demanda chinesa em 65% em relação à Safra 2023/24. O contrato referência maio/25 encerrou na última quarta-feira, cotado a US$ 4,62/bushel.<b> </b>   No Brasil, segundo dados da Conab, o plantio do milho 2ª safra chegou a 89% da área total, avanço de 6% em relação à semana anterior. O estado do Mato Grosso, maior produtor de milho 2ª safra, o plantio se aproxima do fim, com 99% das áreas já cultivadas. Já no Paraná, segundo maior produtor, apesar de novas chuvas que atingiram o estado permitirem o avanço de 7% em relação à semana anterior, chegando a 82% da área esperada, a baixa umidade do solo, principalmente na região Oeste do estado, impede um maior avanço no plantio. <b> </b> No mercado físico, o indicador referência CEPEA/B3 apresentou alta de 19% nos últimos 30 dias, encerrando o dia 19 de março cotado a R$ 90,18 por saca. Segundo pesquisadores do CEPEA, o impulso nos preços vem da combinação de estoques baixos com a demanda aquecida pelo cereal.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 79,48  e R$83,08 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 70,02 e R$ 74,58 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/65002918</guid><pubDate>Fri, 21 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/65002918/20250321_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1003259" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 21 de março de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de março de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram pressionadas, negativamente, nos últimos dias, justificada principalmente pela guerra comercial do governo americano, o mercado externo continua monitorando os desdobramentos da imposição das tarifas a parceiros comerciais como México, Canadá e China. Além disso, o relatório de oferta e demanda para o mês de março, publicado no último dia 11 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o órgão manteve os estoques finais americanos e deu sinais de menor demanda para o cereal, reduzindo a demanda chinesa em 65% em relação à Safra 2023/24. O contrato referência maio/25 encerrou na última quarta-feira, cotado a US$ 4,62/bushel.<b> </b>   No Brasil, segundo dados da Conab, o plantio do milho 2ª safra chegou a 89% da área total, avanço de 6% em relação à semana anterior. O estado do Mato Grosso, maior produtor de milho 2ª safra, o plantio se aproxima do fim, com 99% das áreas já cultivadas. Já no Paraná, segundo maior produtor, apesar de novas chuvas que atingiram o estado permitirem o avanço de 7% em relação à semana anterior, chegando a 82% da área esperada, a baixa umidade do solo, principalmente na região Oeste do estado, impede um maior avanço no plantio. <b> </b> No mercado físico, o indicador referência CEPEA/B3 apresentou alta de 19% nos últimos 30 dias, encerrando o dia 19 de março cotado a R$ 90,18 por saca. Segundo pesquisadores do CEPEA, o impulso nos preços vem da combinação de estoques baixos com a demanda aquecida pelo cereal.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 79,48  e R$83,08 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 70,02 e R$ 74,58 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>168</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ecdcf0c2da9e581cdede9f7067cde1b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/03/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-03-2025-cenario-do-boi-gordo--64982099</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos oito primeiros dias úteis de março, foram de 117,4 mil toneladas, com média diária de 14,7 mil toneladas, representando uma alta de 76% no volume diário exportado em relação a mar/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.869,00, representando avanço de 7,5% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 19 de março de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 310,10, com alta de 0,29% no dia. Já na B3, o contrato futuro de março de 2025 fechou o dia cotado em R$ 315,10. O preço da reposição continua fortalecido desde dezembro de 2024, na primeira quinzena do mês de março, o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 2,6%, cotado a R$ 2.704,10. De acordo com os dados de abates divulgados pelo IBGE, em 2024 foram abatidos 14% a mais de bovinos em relação ao ano de 2023, desse total 43% foram fêmeas. O estado do Mato Grosso foi o líder nacional de abates, seguido por Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Com o aumento do preço do milho no mercado interno e queda no preço da arroba bovina, a relação de troca em março recuou 21,7%, com uma arroba de boi gordo comprando 3,43 sacos de milho, neste momento. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Abril de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 313,00 e 316,00/@, e Maio de 2025 com strike entre R$ 310,00 e 318,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64982099</guid><pubDate>Thu, 20 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64982099/20250320_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1228800" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos oito primeiros dias úteis de março, foram de 117,4 mil toneladas, com média diária de 14,7 mil toneladas, representando uma alta de 76% no volume diário exportado em relação a mar/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.869,00, representando avanço de 7,5% em relação ao mesmo período de 2024. No dia 19 de março de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 310,10, com alta de 0,29% no dia. Já na B3, o contrato futuro de março de 2025 fechou o dia cotado em R$ 315,10. O preço da reposição continua fortalecido desde dezembro de 2024, na primeira quinzena do mês de março, o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ – MATO GROSSO DO SUL subiu 2,6%, cotado a R$ 2.704,10. De acordo com os dados de abates divulgados pelo IBGE, em 2024 foram abatidos 14% a mais de bovinos em relação ao ano de 2023, desse total 43% foram fêmeas. O estado do Mato Grosso foi o líder nacional de abates, seguido por Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Com o aumento do preço do milho no mercado interno e queda no preço da arroba bovina, a relação de troca em março recuou 21,7%, com uma arroba de boi gordo comprando 3,43 sacos de milho, neste momento. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Abril de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 313,00 e 316,00/@, e Maio de 2025 com strike entre R$ 310,00 e 318,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/54a84bbb04eaebd6b7a8326b4b358119.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/03/2025 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-03-2025-cenario-do-arroz--64956306</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 19 de março de 2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025 da CONAB, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.713.000 hectares, 6,5 % a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul representa atualmente 69% do arroz produzido no Brasil. No Rio Grande do Sul, o clima tem contribuído para que a colheita avance rapidamente. Aproximadamente 40% da área semeada já foi colhida. A estimativa de produção, segundo a EMATER é de 8.126.600 toneladas.   Em Santa Catarina, de acordo com a EPAGRI, a colheita está em andamento. Aproximadamente 80% da área semeada já foi colhida e a expectativa de produção é de 1,2 milhão de toneladas, 9,5% a mais que na safra passada.   Pressionado pela colheita e baixa demanda, mercado segue trajetória de desvalorização. Refletindo o avanço da colheita e a postura retraída dos compradores, o mercado do arroz encerrou a semana com cautela e cotações pressionadas. A liquidez segue reduzida, com produtores focados nas atividades de campo e aguardando valorização do câmbio para impulsionar exportações. De acordo com Safras &amp; Mercado a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58 a 62% de grãos inteiros e pagamento à vista) encerrou cotada a R$ 83,30. Em comparação ao mesmo período do mês passado houve um recuo de 15,28% e 17,50% inferior ao mesmo período de 2024   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio antecipado para a safra 2025/2026 além das linhas de comercialização que permite ao produtor prorrogar a venda de seu produto, visando a comercialização em melhores condições de mercado e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.  Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64956306</guid><pubDate>Wed, 19 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64956306/20250319_bbcast_agro_cenario_do_arroz.mp3" length="920659" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 19 de março de 2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 19 de março de 2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. Segundo o 6º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025 da CONAB, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.713.000 hectares, 6,5 % a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul representa atualmente 69% do arroz produzido no Brasil. No Rio Grande do Sul, o clima tem contribuído para que a colheita avance rapidamente. Aproximadamente 40% da área semeada já foi colhida. A estimativa de produção, segundo a EMATER é de 8.126.600 toneladas.   Em Santa Catarina, de acordo com a EPAGRI, a colheita está em andamento. Aproximadamente 80% da área semeada já foi colhida e a expectativa de produção é de 1,2 milhão de toneladas, 9,5% a mais que na safra passada.   Pressionado pela colheita e baixa demanda, mercado segue trajetória de desvalorização. Refletindo o avanço da colheita e a postura retraída dos compradores, o mercado do arroz encerrou a semana com cautela e cotações pressionadas. A liquidez segue reduzida, com produtores focados nas atividades de campo e aguardando valorização do câmbio para impulsionar exportações. De acordo com Safras &amp; Mercado a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58 a 62% de grãos inteiros e pagamento à vista) encerrou cotada a R$ 83,30. Em comparação ao mesmo período do mês passado houve um recuo de 15,28% e 17,50% inferior ao mesmo período de 2024   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio antecipado para a safra 2025/2026 além das linhas de comercialização que permite ao produtor prorrogar a venda de seu produto, visando a comercialização em melhores condições de mercado e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.  Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>154</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,rizicultor,rizicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5fc4dca8ca048bd507125182eeeb5823.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/03/2025 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-03-2025-cenario-da-cana-de-acucar--64937266</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de março de 2025, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.     A safra 2024/2025 foi marcada por uma produção de cana que, embora inferior à safra anterior em termos de volume, mostrou um bom aproveitamento da qualidade da matéria-prima. Os períodos de seca e chuvas irregulares, afetaram a produtividade em algumas regiões do país. O rendimento médio da cana foi impactado, mas, em geral, as usinas conseguiram compensar essa perda com o aumento da produção, principalmente do etanol hidratado, que ajudou a sustentar as margens de lucro. Para a safra 25/26, que se inicia em abril, as expectativas são de um começo difícil, com chuvas abaixo da média em janeiro e fevereiro, período de pleno desenvolvimento das plantas. Há a possibilidade de algumas usinas atrasarem o início da safra por falta de matéria prima. Chuvas de março e abril serão cruciais para minimizar essas perdas. O Brasil segue como líder mundial na produção de açúcar, com uma previsão de produção de 46,1 milhões de toneladas para a safra 2025/2026, um aumento de 2,3% em relação ao ano anterior, e deve exportar 41 milhões de toneladas de açúcar, um crescimento de 5%. O consumo interno de açúcar está estimado em 11,5 milhões de toneladas. Na Índia, a situação é mais desafiadora. A produção de açúcar para a safra 2024/2025 deve cair 19%, atingindo 25,8 milhões de toneladas, devido a baixa produção nos principais estados produtores. Essa queda coloca a produção abaixo do consumo estimado em 29 milhões de toneladas, o que obrigará a Índia a importar açúcar para suprir a demanda interna. As expectativas são de que seu estoque inicial para a temporada 25/26 fique em torno de 3,78 milhões de toneladas, ante os 7,98 milhões de toneladas do ano anterior, afetando o mercado global em termos de oferta e demanda. O mercado de etanol continua a expandir, com o Brasil e a Índia desempenhando papéis fundamentais na produção desse combustível renovável.  Para essa safra, o mix de produção brasileira deve ser de 53% de etanol e 47% de açúcar, com a demanda de etanol sendo impulsionada pela crescente mistura de etanol na gasolina. A estimativa de produção no Brasil e na Índia têm um grande impacto nos mercados internacionais.  No entanto, os desafios como custos de insumos, flutuações cambiais, variabilidade climática e políticas governamentais, continuam a ser pontos críticos para o setor. Para os produtores rurais, é fundamental aproveitar as oportunidades do crédito rural, como as linhas oferecidas pelo Banco do Brasil, para investir em inovação, expansão e modernização visando aumentar a produtividade. Além do tradicional custeio. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64937266</guid><pubDate>Tue, 18 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64937266/20250318_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="1264222" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de março de 2025, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.     A safra 2024/2025 foi marcada por uma produção de cana que, embora...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de março de 2025, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.     A safra 2024/2025 foi marcada por uma produção de cana que, embora inferior à safra anterior em termos de volume, mostrou um bom aproveitamento da qualidade da matéria-prima. Os períodos de seca e chuvas irregulares, afetaram a produtividade em algumas regiões do país. O rendimento médio da cana foi impactado, mas, em geral, as usinas conseguiram compensar essa perda com o aumento da produção, principalmente do etanol hidratado, que ajudou a sustentar as margens de lucro. Para a safra 25/26, que se inicia em abril, as expectativas são de um começo difícil, com chuvas abaixo da média em janeiro e fevereiro, período de pleno desenvolvimento das plantas. Há a possibilidade de algumas usinas atrasarem o início da safra por falta de matéria prima. Chuvas de março e abril serão cruciais para minimizar essas perdas. O Brasil segue como líder mundial na produção de açúcar, com uma previsão de produção de 46,1 milhões de toneladas para a safra 2025/2026, um aumento de 2,3% em relação ao ano anterior, e deve exportar 41 milhões de toneladas de açúcar, um crescimento de 5%. O consumo interno de açúcar está estimado em 11,5 milhões de toneladas. Na Índia, a situação é mais desafiadora. A produção de açúcar para a safra 2024/2025 deve cair 19%, atingindo 25,8 milhões de toneladas, devido a baixa produção nos principais estados produtores. Essa queda coloca a produção abaixo do consumo estimado em 29 milhões de toneladas, o que obrigará a Índia a importar açúcar para suprir a demanda interna. As expectativas são de que seu estoque inicial para a temporada 25/26 fique em torno de 3,78 milhões de toneladas, ante os 7,98 milhões de toneladas do ano anterior, afetando o mercado global em termos de oferta e demanda. O mercado de etanol continua a expandir, com o Brasil e a Índia desempenhando papéis fundamentais na produção desse combustível renovável.  Para essa safra, o mix de produção brasileira deve ser de 53% de etanol e 47% de açúcar, com a demanda de etanol sendo impulsionada pela crescente mistura de etanol na gasolina. A estimativa de produção no Brasil e na Índia têm um grande impacto nos mercados internacionais.  No entanto, os desafios como custos de insumos, flutuações cambiais, variabilidade climática e políticas governamentais, continuam a ser pontos críticos para o setor. Para os produtores rurais, é fundamental aproveitar as oportunidades do crédito rural, como as linhas oferecidas pelo Banco do Brasil, para investir em inovação, expansão e modernização visando aumentar a produtividade. Além do tradicional custeio. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,cana,canavial,canavicultor</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bd5cb56af2bfd22880112d96c83ef474.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/03/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-03-2025-cenario-da-soja--64867678</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 14 de março de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor <br />de Agronegócios do Banco do Brasil Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o USDA ajustou os dados, no entanto o <br />quadro mundial não sofreu alterações significativas. Para Brasil e Estados Unidos não <br />houve alteração dos números em relação ao relatório de fevereiro, com produção e <br />estoques finais mantidos para a safra 24/25, para o Brasil são 169,0 milhões de <br />toneladas de produção e estoques finais previstos em 31,52 milhões de toneladas, <br />enquanto para os Estados Unidos, 118,8 milhões de toneladas de produção e estoques <br />finais previstos em 10,3 milhões de toneladas. Para a Argentina, o USDA diminuiu o <br />estoque final para 24.9 milhões de toneladas e manteve a previsão de produção em 49,0 <br />milhões de toneladas. Na produção global permaneceu a previsão de 420,7 milhões de <br />toneladas e houve corte nos estoques finais de 124,3 para 121,4 milhões de toneladas. <br />No Brasil, os trabalhos de colheita superam as médias anuais para o período, <br />registrando cerca de 62,7% da área cultivada. A Safra 24/25 está estimada em 170,8 <br />milhões de toneladas, conforme o levantamento do Assessoramento técnico do banco <br />do Brasil. As condições das lavouras apresentaram 64,0% em condições excelentes e <br />boas, 16% regulares, 10,0% ruins e 10,0% em condições péssimas.<br />O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 12/03<br />cotado a US$ 10,00/bushel. As cotações refletem as percepções quanto a conclusão da <br />safra da América do Sul, pressionadas pela melhora do ritmo da colheita no Brasil com <br />a confirmação da super safra, pela chegada de chuvas mais consistentes na Argentina<br />e as incertezas sobre a política tarifária do governo Trump.<br />O indicador CEPEA em 12/03 foi cotado a R$ 132,37 reais por saca, apresentando<br />estabilidade nas cotações desde o início de março. Os prêmios, o dólar e a sazonalidade <br />da oferta sul-americana dão sustentação para as cotações no curto prazo. <br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- abr/25 com strike/preço garantido entre 9,77 e U$ 10,09/bushel e<br />- jun/25 com strike entre U$ 9,74 e U$ 10,23/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64867678</guid><pubDate>Fri, 14 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64867678/20250314_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1448699" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 14 de março de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor 
de Agronegócios do Banco do Brasil Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.
Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o USDA ajustou os dados, no entanto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 14 de março de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor <br />de Agronegócios do Banco do Brasil Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o USDA ajustou os dados, no entanto o <br />quadro mundial não sofreu alterações significativas. Para Brasil e Estados Unidos não <br />houve alteração dos números em relação ao relatório de fevereiro, com produção e <br />estoques finais mantidos para a safra 24/25, para o Brasil são 169,0 milhões de <br />toneladas de produção e estoques finais previstos em 31,52 milhões de toneladas, <br />enquanto para os Estados Unidos, 118,8 milhões de toneladas de produção e estoques <br />finais previstos em 10,3 milhões de toneladas. Para a Argentina, o USDA diminuiu o <br />estoque final para 24.9 milhões de toneladas e manteve a previsão de produção em 49,0 <br />milhões de toneladas. Na produção global permaneceu a previsão de 420,7 milhões de <br />toneladas e houve corte nos estoques finais de 124,3 para 121,4 milhões de toneladas. <br />No Brasil, os trabalhos de colheita superam as médias anuais para o período, <br />registrando cerca de 62,7% da área cultivada. A Safra 24/25 está estimada em 170,8 <br />milhões de toneladas, conforme o levantamento do Assessoramento técnico do banco <br />do Brasil. As condições das lavouras apresentaram 64,0% em condições excelentes e <br />boas, 16% regulares, 10,0% ruins e 10,0% em condições péssimas.<br />O contrato futuro de soja na CBOT com vencimento em maio/25 encerrou o dia 12/03<br />cotado a US$ 10,00/bushel. As cotações refletem as percepções quanto a conclusão da <br />safra da América do Sul, pressionadas pela melhora do ritmo da colheita no Brasil com <br />a confirmação da super safra, pela chegada de chuvas mais consistentes na Argentina<br />e as incertezas sobre a política tarifária do governo Trump.<br />O indicador CEPEA em 12/03 foi cotado a R$ 132,37 reais por saca, apresentando<br />estabilidade nas cotações desde o início de março. Os prêmios, o dólar e a sazonalidade <br />da oferta sul-americana dão sustentação para as cotações no curto prazo. <br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- abr/25 com strike/preço garantido entre 9,77 e U$ 10,09/bushel e<br />- jun/25 com strike entre U$ 9,74 e U$ 10,23/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>242</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/856b37176c5fde967514e6bc023eede7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/03/2025 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-03-2025-cenario-da-avicultura-de-corte--64861774</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de março de 2025, meu nome é Alexandre Corrêa Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. Considerando os dados preliminares divulgados no 4º trimestre de 2024 pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, foram produzidas, no ano, pouco mais de 13,6 milhões de toneladas de carcaça, volume 2,5% maior do que no mesmo período de 2023. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, no ano de 2024, aumentaram 2,45% em relação ao ano de 2023, tendo sido embarcadas cerca de 4,9 milhões de toneladas, com preço médio anual de US$ 1.831 por tonelada. No último relatório divulgado pelo USDA em outubro de 2024, projetava-se uma produção de carne de frango no mundo, 1,8 % maior em 2025 em relação ao produzido em 2024. O Brasil continuará como líder na exportação de carne de frango em 2025, com a previsão de comercializar cerca de 5 milhões de toneladas.  O custo de produção vem aumentando desde nos últimos meses, e fechou janeiro de 2025 em R$ 4,81, cerca de 6% de aumento no semestre, sendo o item ração o principal responsável por esta alta. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente vem melhorando, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo kg vivo do frango de granja nos últimos quinze dias foi de R$ 5,55. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64861774</guid><pubDate>Thu, 13 Mar 2025 13:47:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64861774/20250313_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_corte.mp3" length="869094" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de março de 2025, meu nome é Alexandre Corrêa Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. Considerando os dados preliminares divulgados no 4º...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de março de 2025, meu nome é Alexandre Corrêa Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. Considerando os dados preliminares divulgados no 4º trimestre de 2024 pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, foram produzidas, no ano, pouco mais de 13,6 milhões de toneladas de carcaça, volume 2,5% maior do que no mesmo período de 2023. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, no ano de 2024, aumentaram 2,45% em relação ao ano de 2023, tendo sido embarcadas cerca de 4,9 milhões de toneladas, com preço médio anual de US$ 1.831 por tonelada. No último relatório divulgado pelo USDA em outubro de 2024, projetava-se uma produção de carne de frango no mundo, 1,8 % maior em 2025 em relação ao produzido em 2024. O Brasil continuará como líder na exportação de carne de frango em 2025, com a previsão de comercializar cerca de 5 milhões de toneladas.  O custo de produção vem aumentando desde nos últimos meses, e fechou janeiro de 2025 em R$ 4,81, cerca de 6% de aumento no semestre, sendo o item ração o principal responsável por esta alta. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente vem melhorando, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo kg vivo do frango de granja nos últimos quinze dias foi de R$ 5,55. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>145</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,aves,avicultor,avicultura,bancodobrasil,bb,broto,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea6bde32d8ecc9e9825e39da112c6e48.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/03/2025 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-03-2025-cenario-do-cafe-arabica--64819995</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de março de 2025. Eu sou Diego Berti, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru, São Paulo, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Atualmente, o cafeeiro está na fase final de enchimento dos grãos. Desde fevereiro, as lavouras vêm sendo afetadas por estiagem prolongada e altas temperaturas, condições que prejudicam a granação dos frutos. Este cenário, combinado aos problemas climáticos ocorridos entre abril e setembro do ano passado, deve provocar uma quebra de safra, principalmente nas áreas de sequeiro. Apesar da previsão de retorno das chuvas nos próximos dias, o mercado seguirá atento aos efeitos dessa mudança climática. O café arábica mantém uma alta volatilidade na bolsa de Nova York e também no mercado interno brasileiro, reflexo da baixa oferta mundial, tanto do arábica quanto do robusta. Com poucos estoques da safra de 2024 disponíveis para comercialização, os produtores permanecem retraídos nas vendas da safra atual, aguardando o volume real da próxima colheita e apostando em preços mais elevados. A perspectiva de redução da produção brasileira em 2025, associada às fortes exportações e aos estoques reduzidos nos países compradores, sustentam os bons preços atuais. Diante dessas incertezas climáticas e mercadológicas, é esperado que a volatilidade permaneça elevada, exigindo atenção redobrada dos produtores nas decisões estratégicas e no planejamento financeiro. Nos últimos dias, as principais regiões produtoras do Brasil registraram preços médios próximos a R$ 2.600 por saca do café arábica. Nesse contexto, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito voltadas ao custeio, investimento e comercialização, apoiando os produtores na condução eficiente das lavouras, protegendo-os contra riscos climáticos e permitindo estratégias eficazes de fixação de preços. Além disso, o BB oferece instrumentos como o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, ferramentas importantes para garantir um preço mínimo para a produção, assegurando rentabilidade mesmo em períodos de alta instabilidade do mercado. Para mais informações, procure seu gerente Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64819995</guid><pubDate>Wed, 12 Mar 2025 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64819995/20250312_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="928339" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de março de 2025. Eu sou Diego Berti, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru, São Paulo, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Atualmente, o cafeeiro está na fase final de enchimento dos grãos. Desde fevereiro, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de março de 2025. Eu sou Diego Berti, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru, São Paulo, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. Atualmente, o cafeeiro está na fase final de enchimento dos grãos. Desde fevereiro, as lavouras vêm sendo afetadas por estiagem prolongada e altas temperaturas, condições que prejudicam a granação dos frutos. Este cenário, combinado aos problemas climáticos ocorridos entre abril e setembro do ano passado, deve provocar uma quebra de safra, principalmente nas áreas de sequeiro. Apesar da previsão de retorno das chuvas nos próximos dias, o mercado seguirá atento aos efeitos dessa mudança climática. O café arábica mantém uma alta volatilidade na bolsa de Nova York e também no mercado interno brasileiro, reflexo da baixa oferta mundial, tanto do arábica quanto do robusta. Com poucos estoques da safra de 2024 disponíveis para comercialização, os produtores permanecem retraídos nas vendas da safra atual, aguardando o volume real da próxima colheita e apostando em preços mais elevados. A perspectiva de redução da produção brasileira em 2025, associada às fortes exportações e aos estoques reduzidos nos países compradores, sustentam os bons preços atuais. Diante dessas incertezas climáticas e mercadológicas, é esperado que a volatilidade permaneça elevada, exigindo atenção redobrada dos produtores nas decisões estratégicas e no planejamento financeiro. Nos últimos dias, as principais regiões produtoras do Brasil registraram preços médios próximos a R$ 2.600 por saca do café arábica. Nesse contexto, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito voltadas ao custeio, investimento e comercialização, apoiando os produtores na condução eficiente das lavouras, protegendo-os contra riscos climáticos e permitindo estratégias eficazes de fixação de preços. Além disso, o BB oferece instrumentos como o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, ferramentas importantes para garantir um preço mínimo para a produção, assegurando rentabilidade mesmo em períodos de alta instabilidade do mercado. Para mais informações, procure seu gerente Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/69a9f41fb71c5f7b77ac39fc9094349d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/03/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-03-2025-cenario-do-milho--64731417</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram pressionadas, negativamente, nos últimos dias, influenciadas, principalmente, pela divulgação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na semana passada, de perspectiva de aumento da área cultivada do cereal no país, para a Safra 2025/26. Na sua primeira estimativa, o órgão indicou incremento de 1,37 milhão de hectares em relação à safra anterior, representando uma área 3,74% maior. Adicionalmente, a imposição de tarifas anunciada pelo governo norte-americano ao México, Canadá e China favoreceram o movimento observado. O contrato referência maio/25 encerrou na última quarta-feira, cotado a US$ 4,55/bushel.   No Brasil, a semeadura do milho 2ª safra avançou bem nas últimas semanas. De acordo com a Conab, em relatório do dia 03, o plantio chegou à 69,6% da área total, avanço de 16% em relação à semana anterior. O maior estado produtor, Mato Grosso, atingiu 81,7% da área esperada.   No mercado físico, o indicador referência CEPEA/B3 apresentou alta de 16% no mês de fevereiro. Segundo pesquisadores do CEPEA, o fortalecimento das cotações é justificado  pela maior presença dos compradores no mercado, dificuldades logísticas e aos baixos estoques domésticos, apesar da colheita do milho verão acontecendo no momento. No dia 05 de março, o indicador encerrou cotado a R$ 87,67 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 77,67 e R$ 82,13 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 69,27 e R$ 73,65 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64731417</guid><pubDate>Fri, 07 Mar 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64731417/20250307_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1294472" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 07 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram pressionadas,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de março de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações na Bolsa de Chicago foram pressionadas, negativamente, nos últimos dias, influenciadas, principalmente, pela divulgação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na semana passada, de perspectiva de aumento da área cultivada do cereal no país, para a Safra 2025/26. Na sua primeira estimativa, o órgão indicou incremento de 1,37 milhão de hectares em relação à safra anterior, representando uma área 3,74% maior. Adicionalmente, a imposição de tarifas anunciada pelo governo norte-americano ao México, Canadá e China favoreceram o movimento observado. O contrato referência maio/25 encerrou na última quarta-feira, cotado a US$ 4,55/bushel.   No Brasil, a semeadura do milho 2ª safra avançou bem nas últimas semanas. De acordo com a Conab, em relatório do dia 03, o plantio chegou à 69,6% da área total, avanço de 16% em relação à semana anterior. O maior estado produtor, Mato Grosso, atingiu 81,7% da área esperada.   No mercado físico, o indicador referência CEPEA/B3 apresentou alta de 16% no mês de fevereiro. Segundo pesquisadores do CEPEA, o fortalecimento das cotações é justificado  pela maior presença dos compradores no mercado, dificuldades logísticas e aos baixos estoques domésticos, apesar da colheita do milho verão acontecendo no momento. No dia 05 de março, o indicador encerrou cotado a R$ 87,67 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 77,67 e R$ 82,13 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 69,27 e R$ 73,65 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ffa5658dc86cf50d2de2b1fda5fecc9f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/03/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-03-2025-cenario-do-boi-gordo--64716290</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 06 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 153 mil toneladas até a terceira semana de fevereiro de 2025, com média diária de 10,2 mil toneladas, representando um avanço de 8,6% no volume diária exportado em relação a fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou com US$ 4932, alta de 9% frente ao mesmo período do ano anterior. No dia 28 de fevereiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo DATAGRO/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 311,92. O contrato de mercado futuro e de opções de Boi Gordo com vencimento em fevereiro de 2025 (BGIG25) foi liquidado em R$ 313,70/@. Houve desvalorização de R$11,94/@ no comparativo com janeiro de 2025 e valorização de R$ 78,06/@ no comparativo com fevereiro de 2024. A China suspendeu a importação de carne bovina de três frigoríficos brasileiros no dia 3 de março. O embargo atinge plantas da JBS (Mozarlândia, GO), Frisa (Nanuque, MG) e Bon-Mart (Presidente Prudente, SP). O Ministério da Agricultura foi avisado, mas ainda não se posicionou. Carta enviada pelo governo chinês à embaixada brasileira em Pequim diz que foram realizadas auditorias remotas nos três estabelecimentos e que os especialistas identificaram “não conformidades” nas plantas em relação aos requisitos chineses para o registro. A medida vale para embarques realizados a partir de 3 de março. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: abril de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 291 e 297 /@, e maio de 2025 com strike entre R$ 285 e 296/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64716290</guid><pubDate>Thu, 06 Mar 2025 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64716290/20250306_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1283657" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 06 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 06 de março de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio exterior o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 153 mil toneladas até a terceira semana de fevereiro de 2025, com média diária de 10,2 mil toneladas, representando um avanço de 8,6% no volume diária exportado em relação a fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou com US$ 4932, alta de 9% frente ao mesmo período do ano anterior. No dia 28 de fevereiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo DATAGRO/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 311,92. O contrato de mercado futuro e de opções de Boi Gordo com vencimento em fevereiro de 2025 (BGIG25) foi liquidado em R$ 313,70/@. Houve desvalorização de R$11,94/@ no comparativo com janeiro de 2025 e valorização de R$ 78,06/@ no comparativo com fevereiro de 2024. A China suspendeu a importação de carne bovina de três frigoríficos brasileiros no dia 3 de março. O embargo atinge plantas da JBS (Mozarlândia, GO), Frisa (Nanuque, MG) e Bon-Mart (Presidente Prudente, SP). O Ministério da Agricultura foi avisado, mas ainda não se posicionou. Carta enviada pelo governo chinês à embaixada brasileira em Pequim diz que foram realizadas auditorias remotas nos três estabelecimentos e que os especialistas identificaram “não conformidades” nas plantas em relação aos requisitos chineses para o registro. A medida vale para embarques realizados a partir de 3 de março. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: abril de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 291 e 297 /@, e maio de 2025 com strike entre R$ 285 e 296/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>214</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4b0daaedbab66d1b0c0579c3fd850d17.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/02/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-02-2025-cenario-da-soja--64610647</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 28 fevereiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.  No Brasil, a colheita começa a ganhar ritmo, atingindo cerca de 45% da área total estimada. O clima mais favorável e aberto no Centro-Oeste contribuiu para o ritmo mais acelerado das colheitadeiras nas lavouras. Os Assessores de Agronegócio do BB, em seu levantamento mensal, trouxeram uma estimativa recorde de safra ao redor de 175,0 milhões de toneladas, mantendo uma visão otimista, amparada na ótima safra observada nas regiões Centro–Oeste, Sudeste e Nordeste, que estão com 69,0% das lavouras em condições excelentes e boas, 18% regulares, 9,0% ruins e 4,0% em condições pobres.  Salientamos que há perdas registradas nos estados do MS e RS em função das irregularidades pluviométricas e as altas temperaturas registradas no mês de janeiro, principalmente. A safra norte americana de soja 25/26 começa a ser desenhada, com Outlook Forum do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que trará os primeiros sinais sobre o tamanho das áreas de soja e milho.  O contrato futuro de soja na CBOT, com vencimento em março/25, encerrou o dia 26/02 cotado a US$ 10,25/bushel. As cotações refletem as percepções quanto a conclusão da safra da América do Sul, pressionadas pela melhora do ritmo da colheita no Brasil e pela chegada de chuvas mais consistentes na Argentina, O indicador CEPEA em 26/02 foi cotado a R$ 132,04/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de fevereiro. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abril/25 com strike/preço garantido entre 10,09 e U$ 10,49/bushel e - junho/25 com strike entre U$ 10,08 e U$ 10,64/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64610647</guid><pubDate>Fri, 28 Feb 2025 10:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64610647/20250228_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1154037" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 28 fevereiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.  No Brasil, a colheita começa a ganhar ritmo, atingindo cerca de 45% da área...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 28 fevereiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.  No Brasil, a colheita começa a ganhar ritmo, atingindo cerca de 45% da área total estimada. O clima mais favorável e aberto no Centro-Oeste contribuiu para o ritmo mais acelerado das colheitadeiras nas lavouras. Os Assessores de Agronegócio do BB, em seu levantamento mensal, trouxeram uma estimativa recorde de safra ao redor de 175,0 milhões de toneladas, mantendo uma visão otimista, amparada na ótima safra observada nas regiões Centro–Oeste, Sudeste e Nordeste, que estão com 69,0% das lavouras em condições excelentes e boas, 18% regulares, 9,0% ruins e 4,0% em condições pobres.  Salientamos que há perdas registradas nos estados do MS e RS em função das irregularidades pluviométricas e as altas temperaturas registradas no mês de janeiro, principalmente. A safra norte americana de soja 25/26 começa a ser desenhada, com Outlook Forum do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que trará os primeiros sinais sobre o tamanho das áreas de soja e milho.  O contrato futuro de soja na CBOT, com vencimento em março/25, encerrou o dia 26/02 cotado a US$ 10,25/bushel. As cotações refletem as percepções quanto a conclusão da safra da América do Sul, pressionadas pela melhora do ritmo da colheita no Brasil e pela chegada de chuvas mais consistentes na Argentina, O indicador CEPEA em 26/02 foi cotado a R$ 132,04/saca, apresentando estabilidade nas cotações desde o início de fevereiro. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abril/25 com strike/preço garantido entre 10,09 e U$ 10,49/bushel e - junho/25 com strike entre U$ 10,08 e U$ 10,64/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c552d1d6322164984199cb07981c4320.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/02/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-02-2025-cenario-do-boi-gordo--64587121</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros (MG) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Nas 3 primeiras semanas de fevereiro, foram exportadas 10,209 mil toneladas por dia em média, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), gerando um aumento de 6,7% no comparativo com o mesmo período de 2024, com um total de 153 mil toneladas em 15 dias úteis. O valor negociado no mês de fevereiro está em torno de US$ 4,95 mil/tonelada, 8,64% mais alto em relação a fevereiro de 2024. A cotação do Boi Gordo pelo balizador DATAGRO/B3 fechou em R$ 314,27/@ no dia 25/02/2025, mantendo a tendência de queda que já vem se apresentando há 4 semanas. Esse movimento de baixa se justifica pela entrada de fêmeas descarte na escala de abate, além do aumento da oferta de boi terminado a pasto, que já começa a aparecer. O aumento da oferta de animal terminado, aliado ao baixo poder de compra no mercado interno proporcionou novas quedas de preço no comércio varejista e dificuldade no escoamento da carne resfriada. Desta forma, esse movimento de pressão na cotação do Boi Gordo deve persistir nas próximas semanas. Diante deste cenário de pressão baixista, o pecuarista deve procurar as melhores estratégias de comercialização, protegendo o preço do boi través de contratos de Opções de Venda (PUT) disponíveis no Banco do Brasil e buscando os vencimentos de acordo com a previsão de abate dos animais. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 300,10  e 308,50 /@, e maio de 2025 com strike entre R$ 291,78 e 303,75/@. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção, programar uma reposição estratégica e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64587121</guid><pubDate>Thu, 27 Feb 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64587121/20250227_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1197139" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros (MG) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Nas 3 primeiras semanas de fevereiro, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros (MG) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Nas 3 primeiras semanas de fevereiro, foram exportadas 10,209 mil toneladas por dia em média, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), gerando um aumento de 6,7% no comparativo com o mesmo período de 2024, com um total de 153 mil toneladas em 15 dias úteis. O valor negociado no mês de fevereiro está em torno de US$ 4,95 mil/tonelada, 8,64% mais alto em relação a fevereiro de 2024. A cotação do Boi Gordo pelo balizador DATAGRO/B3 fechou em R$ 314,27/@ no dia 25/02/2025, mantendo a tendência de queda que já vem se apresentando há 4 semanas. Esse movimento de baixa se justifica pela entrada de fêmeas descarte na escala de abate, além do aumento da oferta de boi terminado a pasto, que já começa a aparecer. O aumento da oferta de animal terminado, aliado ao baixo poder de compra no mercado interno proporcionou novas quedas de preço no comércio varejista e dificuldade no escoamento da carne resfriada. Desta forma, esse movimento de pressão na cotação do Boi Gordo deve persistir nas próximas semanas. Diante deste cenário de pressão baixista, o pecuarista deve procurar as melhores estratégias de comercialização, protegendo o preço do boi través de contratos de Opções de Venda (PUT) disponíveis no Banco do Brasil e buscando os vencimentos de acordo com a previsão de abate dos animais. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 300,10  e 308,50 /@, e maio de 2025 com strike entre R$ 291,78 e 303,75/@. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção, programar uma reposição estratégica e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/109309dc1bdf6e78ae293d9fb5fcb633.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/02/2025 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-02-2025-cenario-do-algodao--64568485</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.   O relatório mensal de fevereiro do Departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA) conferiu aspecto baixista ao mercado da pluma pois, uma vez mais, a produção ultrapassou a demanda mundial (26,2 milhões contra 25,2 milhões de toneladas de pluma, respectivamente). Sendo assim, a relação estoque/consumo elevou-se de 64,4% na safra passada para 67,4% na atual safra, segundo o boletim. Por conseguinte, recentemente, o recuo do dólar a patamares próximos a R$ 5,70 no mês deu suporte à cotação da pluma na bolsa de Nova Iorque. Há a perspectiva de redução de área de plantio norte-americano que poderá ser confirmada em 28 de fevereiro com as primeiras projeções de área, oferta e demanda do USDA. Este fato poderá contribuir de forma positiva aos preços no mercado internacional. Se os Estados Unidos vivem a expectativa do início da safra 25/26, no Brasil o plantio praticamente finalizou: 99,6% da área prevista foi semeada até o dia 20 de fevereiro. As chuvas das últimas semanas diminuíram a intensidade e possibilitaram a colheita da soja e a semeadura do algodão segunda safra. De acordo com a Conab, a área será de 2,036 milhões de hectares e a perspectiva de produção foi para 3,76 milhões de toneladas de pluma. O mês de janeiro foi recorde de exportação com aproximadamente 415 mil toneladas e fevereiro mantém o bom ritmo: até a segunda semana foram comercializadas 148,7 mil toneladas (média diária 9,4% superior à registrada no mesmo mês em 2024). A pluma é uma commodity muito suscetível aos impactos macroeconômicos globais e é sempre muito importante ao cotonicultor a atenção aos períodos de melhor preço. Para se resguardar, o Banco do Brasil oferece ao produtor as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em: - junho/25 com strike entre U$c 65 e U$c 69/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64568485</guid><pubDate>Wed, 26 Feb 2025 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64568485/20250226_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="982099" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.   O relatório mensal de fevereiro do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.   O relatório mensal de fevereiro do Departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA) conferiu aspecto baixista ao mercado da pluma pois, uma vez mais, a produção ultrapassou a demanda mundial (26,2 milhões contra 25,2 milhões de toneladas de pluma, respectivamente). Sendo assim, a relação estoque/consumo elevou-se de 64,4% na safra passada para 67,4% na atual safra, segundo o boletim. Por conseguinte, recentemente, o recuo do dólar a patamares próximos a R$ 5,70 no mês deu suporte à cotação da pluma na bolsa de Nova Iorque. Há a perspectiva de redução de área de plantio norte-americano que poderá ser confirmada em 28 de fevereiro com as primeiras projeções de área, oferta e demanda do USDA. Este fato poderá contribuir de forma positiva aos preços no mercado internacional. Se os Estados Unidos vivem a expectativa do início da safra 25/26, no Brasil o plantio praticamente finalizou: 99,6% da área prevista foi semeada até o dia 20 de fevereiro. As chuvas das últimas semanas diminuíram a intensidade e possibilitaram a colheita da soja e a semeadura do algodão segunda safra. De acordo com a Conab, a área será de 2,036 milhões de hectares e a perspectiva de produção foi para 3,76 milhões de toneladas de pluma. O mês de janeiro foi recorde de exportação com aproximadamente 415 mil toneladas e fevereiro mantém o bom ritmo: até a segunda semana foram comercializadas 148,7 mil toneladas (média diária 9,4% superior à registrada no mesmo mês em 2024). A pluma é uma commodity muito suscetível aos impactos macroeconômicos globais e é sempre muito importante ao cotonicultor a atenção aos períodos de melhor preço. Para se resguardar, o Banco do Brasil oferece ao produtor as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em: - junho/25 com strike entre U$c 65 e U$c 69/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>164</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2ef768429792daba1d8cc166da5ada7a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/02/2025 - Cenário do alho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-02-2025-cenario-do-alho--64378128</link><description><![CDATA[Olá, hoje é  25 de fevereiro de 2025, meu nome é Gustavo Maeda, sou Assessor de Agronegócios em Uberaba-MG,  e falaremos hoje sobre o cenário do alho.     O Brasil produz um alho de excelente qualidade, graças ao nosso Alho Roxo, caracterizado por possuir maior calibre e menor número de dentes em comparação ao alho comum, além de apresentar um sabor melhor do que o alho importado da China. Estas características são apreciadas pelos Chefs de cozinha, agregando valor ao alho nacional.     Segundo a Anapa  (Associação Nacional dos Produtores de Alho), a atividade é considerada a que mais emprega trabalhadores rurais, ocupando em média, 16 postos de trabalho por hectare no campo. Contudo, diante da atual elevação dos preços dos insumos <b>(como fertilizantes, sementes, combustíveis e mão-de-obra)</b>, os custos de produção estão em patamares superiores a 180 mil reais por hectare, exigindo controle eficiente dos recursos financeiros pelos produtores.     Algumas características técnicas da atividade exigem   em tecnificação para manter a competitividade, a exemplo do uso de sistemas de irrigação sob pivô central ou aspersão, mecanização da colheita e equipamentos para classificação, limpeza e embalagem da produção.  Os produtores também podem investir em energia solar, galpões de cura e armazenamento, galpões para a realização da toalete e embalagem do produto, além de câmaras frias, que favorecem a conservação das sementes e ampliam a disponibilidade do alho durante o ano e a possibilidade de melhores preços na entressafra.     O beneficiamento do alho é de suma importância, visto que a falta de padronização é considerada um gargalo do setor. Outro problema enfrentado pelos produtores se dá com a entrada do alho estrangeiro durante os meses de concentração da comercialização, reduzindo as margens financeiras dos produtores nacionais.   A Argentina e a China são os principais exportadores e competem fortemente com os maiores produtores nacionais, em especial, Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina.        O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de alho.     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64378128</guid><pubDate>Tue, 25 Feb 2025 10:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64378128/20250225_bbcast_agro_cenario_do_alho.mp3" length="2490199" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é  25 de fevereiro de 2025, meu nome é Gustavo Maeda, sou Assessor de Agronegócios em Uberaba-MG,  e falaremos hoje sobre o cenário do alho.     O Brasil produz um alho de excelente qualidade, graças ao nosso Alho Roxo, caracterizado por...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é  25 de fevereiro de 2025, meu nome é Gustavo Maeda, sou Assessor de Agronegócios em Uberaba-MG,  e falaremos hoje sobre o cenário do alho.     O Brasil produz um alho de excelente qualidade, graças ao nosso Alho Roxo, caracterizado por possuir maior calibre e menor número de dentes em comparação ao alho comum, além de apresentar um sabor melhor do que o alho importado da China. Estas características são apreciadas pelos Chefs de cozinha, agregando valor ao alho nacional.     Segundo a Anapa  (Associação Nacional dos Produtores de Alho), a atividade é considerada a que mais emprega trabalhadores rurais, ocupando em média, 16 postos de trabalho por hectare no campo. Contudo, diante da atual elevação dos preços dos insumos <b>(como fertilizantes, sementes, combustíveis e mão-de-obra)</b>, os custos de produção estão em patamares superiores a 180 mil reais por hectare, exigindo controle eficiente dos recursos financeiros pelos produtores.     Algumas características técnicas da atividade exigem   em tecnificação para manter a competitividade, a exemplo do uso de sistemas de irrigação sob pivô central ou aspersão, mecanização da colheita e equipamentos para classificação, limpeza e embalagem da produção.  Os produtores também podem investir em energia solar, galpões de cura e armazenamento, galpões para a realização da toalete e embalagem do produto, além de câmaras frias, que favorecem a conservação das sementes e ampliam a disponibilidade do alho durante o ano e a possibilidade de melhores preços na entressafra.     O beneficiamento do alho é de suma importância, visto que a falta de padronização é considerada um gargalo do setor. Outro problema enfrentado pelos produtores se dá com a entrada do alho estrangeiro durante os meses de concentração da comercialização, reduzindo as margens financeiras dos produtores nacionais.   A Argentina e a China são os principais exportadores e competem fortemente com os maiores produtores nacionais, em especial, Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina.        O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de alho.     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>156</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,alho,alicultor,alicultura,bancodobrasil,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7e0738995544819043b96405e5240f32.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/02/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-02-2025-cenario-do-milho--64482150</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mês de fevereiro têm apresentado precificação positiva para os futuros negociados na Bolsa de Chicago. Entre os dias 03 e 18 de fevereiro, o contrato referência março/25 valorizou 2,7%, encerrando na última terça-feira cotado a US$ 5,02/bushel.   A perspectiva do menor estoque final global dos últimos cinco anos, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em divulgação no dia 11 de fevereiro, favoreceu o fundamento altista. Adicionalmente, a boa demanda pelo cereal norte americano e as preocupações com as lavouras no hemisfério sul contribuíram para o movimento observado.   No Brasil, os preços domésticos seguiram a tendência no mercado externo e se fortaleceram. No mesmo período analisado, o indicador do milho referência CEPEA/B3 apresentou alta de 4,77%, encerrando no último dia 18 cotado a R$ 78,91 por saca.   Atrasos no plantio da segunda safra e preocupações com o clima no seu desenvolvimento, têm dado sustentações aos preços.   De acordo com a Conab, em seu relatório de acompanhamento das lavouras publicado nesta semana, a semeadura da safrinha chegou a 35,7% da área total prevista. Na comparação com igual período de 2023/24, o atraso representa 9,6 pontos percentuais.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 73,17 e R$ 76,90 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 68,28 e R$ 72,60 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64482150</guid><pubDate>Fri, 21 Feb 2025 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64482150/20250221_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="1279268" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mês de fevereiro têm apresentado precificação...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mês de fevereiro têm apresentado precificação positiva para os futuros negociados na Bolsa de Chicago. Entre os dias 03 e 18 de fevereiro, o contrato referência março/25 valorizou 2,7%, encerrando na última terça-feira cotado a US$ 5,02/bushel.   A perspectiva do menor estoque final global dos últimos cinco anos, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em divulgação no dia 11 de fevereiro, favoreceu o fundamento altista. Adicionalmente, a boa demanda pelo cereal norte americano e as preocupações com as lavouras no hemisfério sul contribuíram para o movimento observado.   No Brasil, os preços domésticos seguiram a tendência no mercado externo e se fortaleceram. No mesmo período analisado, o indicador do milho referência CEPEA/B3 apresentou alta de 4,77%, encerrando no último dia 18 cotado a R$ 78,91 por saca.   Atrasos no plantio da segunda safra e preocupações com o clima no seu desenvolvimento, têm dado sustentações aos preços.   De acordo com a Conab, em seu relatório de acompanhamento das lavouras publicado nesta semana, a semeadura da safrinha chegou a 35,7% da área total prevista. Na comparação com igual período de 2023/24, o atraso representa 9,6 pontos percentuais.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Maio/25, com strike/preço garantido entre R$ 73,17 e R$ 76,90 por saca, e  - Julho/25, com strike/preço entre R$ 68,28 e R$ 72,60 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>214</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/573df82c479ebf0e88045b3915f14a55.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/02/2025 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-02-2025-cenario-do-leite--64458684</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcelo Rabelo, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros MG e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a dezembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 20,9%. O leite captado em dezembro de 2024 teve queda no preço de 2,3% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, sendo comercializado a R$ 2,58/litro. Esse valor é cerca de 26,9% maior que o registrado em dezembro de 2023.  Com o andamento da safra e o consequente aumento sazonal da oferta influenciam o movimento de desvalorização do leite, que deve continuar sendo observado nos próximos meses. Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é queda média de 1,5% no preço pago pelo litro do leite para janeiro. Segundo a EMBRAPA, os custos caíram em dezembro 0,2 % comparado ao mês anterior, influenciado por energia e combustíveis.  Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 2,1 %. As importações brasileiras de leite e derivados, caíram em dezembro/24 tanto na comparação com o mês anterior quanto em relação a dezembro/23, alcançando 195 milhões de litros equivalentes. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 957 milhões, correspondente ao volume de 2.201 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, caíram 64,4% na primeira semana de fevereiro 2025, comparado com o mesmo período de 2024, com volume de 788,8 toneladas a um preço de US$ 3.315,3 por tonelada. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64458684</guid><pubDate>Thu, 20 Feb 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64458684/20250220_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="1199334" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcelo Rabelo, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros MG e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a dezembro de 2024 os preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de fevereiro de 2025, meu nome é Marcelo Rabelo, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Montes Claros MG e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a dezembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 20,9%. O leite captado em dezembro de 2024 teve queda no preço de 2,3% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, sendo comercializado a R$ 2,58/litro. Esse valor é cerca de 26,9% maior que o registrado em dezembro de 2023.  Com o andamento da safra e o consequente aumento sazonal da oferta influenciam o movimento de desvalorização do leite, que deve continuar sendo observado nos próximos meses. Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é queda média de 1,5% no preço pago pelo litro do leite para janeiro. Segundo a EMBRAPA, os custos caíram em dezembro 0,2 % comparado ao mês anterior, influenciado por energia e combustíveis.  Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 2,1 %. As importações brasileiras de leite e derivados, caíram em dezembro/24 tanto na comparação com o mês anterior quanto em relação a dezembro/23, alcançando 195 milhões de litros equivalentes. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 957 milhões, correspondente ao volume de 2.201 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, caíram 64,4% na primeira semana de fevereiro 2025, comparado com o mesmo período de 2024, com volume de 788,8 toneladas a um preço de US$ 3.315,3 por tonelada. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultor,bovinocultura,broto,leite,pecuária,pecuáriadeleite,pecuárialeiteira,pecuarista</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cbe9b1f2c1143bc7493dc9f92ad2f48f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/02/2025 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-02-2025-cenario-do-cafe-arabica--64435596</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. O cafeeiro está na fase de enchimento de grãos, com clima favorável desde outubro de 2024. No entanto, as principais regiões produtoras foram impactadas pela estiagem e pelas altas temperaturas entre abril e setembro de 2024, prejudicando o desenvolvimento vegetativo e o pegamento das floradas. Por essa razão, os produtores estimam uma quebra de safra, especialmente nas lavouras de sequeiro. Para os próximos dias, há previsão de chuvas irregulares e temperaturas mais elevadas, e o mercado irá monitorar seus efeitos. Nas últimas semanas, o café arábica tem alcançado recordes históricos de preços na bolsa de Nova York e no mercado interno brasileiro, reflexo da baixa oferta mundial tanto de arábica quanto de robusta. A perspectiva de quebra da safra brasileira de 2025, aliada às fortes exportações do Brasil e aos baixos estoques em poder dos compradores internacionais, tem intensificado a volatilidade dos preços. Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e de produção, espera-se que a volatilidade permaneça elevada, o que pode impactar a tomada de decisões e o planejamento financeiro dos produtores. No Brasil, as principais praças produtoras registraram uma média de R$ 2.800,00 por saca de café arábica nos últimos dias. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando a condução eficaz da lavoura, a proteção contra intempéries e a fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar suas margens em um mercado volátil. Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64435596</guid><pubDate>Wed, 19 Feb 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64435596/20250219_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="992444" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. O cafeeiro está na fase de enchimento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica. O cafeeiro está na fase de enchimento de grãos, com clima favorável desde outubro de 2024. No entanto, as principais regiões produtoras foram impactadas pela estiagem e pelas altas temperaturas entre abril e setembro de 2024, prejudicando o desenvolvimento vegetativo e o pegamento das floradas. Por essa razão, os produtores estimam uma quebra de safra, especialmente nas lavouras de sequeiro. Para os próximos dias, há previsão de chuvas irregulares e temperaturas mais elevadas, e o mercado irá monitorar seus efeitos. Nas últimas semanas, o café arábica tem alcançado recordes históricos de preços na bolsa de Nova York e no mercado interno brasileiro, reflexo da baixa oferta mundial tanto de arábica quanto de robusta. A perspectiva de quebra da safra brasileira de 2025, aliada às fortes exportações do Brasil e aos baixos estoques em poder dos compradores internacionais, tem intensificado a volatilidade dos preços. Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e de produção, espera-se que a volatilidade permaneça elevada, o que pode impactar a tomada de decisões e o planejamento financeiro dos produtores. No Brasil, as principais praças produtoras registraram uma média de R$ 2.800,00 por saca de café arábica nos últimos dias. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, apoiando a condução eficaz da lavoura, a proteção contra intempéries e a fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar suas margens em um mercado volátil. Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o Termo de Mercadoria e as Opções Agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arábica,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/de176ceae6062febbc1613c8d181051a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/02/2025 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-02-2025-cenario-da-cana-de-acucar--64423826</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de fevereiro de 2025, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   A safra 2024/2025 se encerra no fim de março e a produção de cana está praticamente definida em cerca de 615 milhões de toneladas no centro-sul, queda de aproximadamente 5% em relação à safra passada. Impactada pelas queimadas, o grupo São Martinho encerrou a moagem da safra de cana 2024/25 com 21,79 milhões de toneladas, queda de 5,5% ante o recorde contabilizado na temporada anterior. Em seu balanço trimestral o grupo reportou que a menor disponibilidade de matéria prima causou queda de 9,5% na produção de açúcar enquanto a produção de etanol aumentou 8,9%, favorecida principalmente pelo maior processamento de milho e maior destinação de cana de menor qualidade para o combustível. O grupo também contabilizou que os efeitos da queimada causaram redução de cerca de R$ 350 milhões no lucro, sendo R$ 100 milhões em aumento no custo de produção e R$ 250 milhões em redução na receita. Este cenário apresentado pela São Martinho, em certa medida, foi semelhante ao vivido pela maioria dos produtores e unidades industriais do Centro-Sul, ou seja, impactos tanto no custo de produção como na receita. A seca prolongada e os incêndios causaram alta significativa nos preços internacionais do açúcar entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado, o que foi rapidamente arrefecido pela melhor expectativa de produção brasileira em 2025 e pela recuperação da safra asiática. No preço pago ao produtor, o valor mensal do kg do ATR calculado pelo Consecana saltou de R$ 1,15 em setembro passado para R$ 1,29 em janeiro, porém esse aumento refletiu pouco no preço acumulado que hoje está em R$ 1,19/kg visto que neste período já havia pouca cana a ser colhida. Para a safra 2025/2026 o clima até o momento está amplamente favorável com chuvas volumosas e bem distribuídas principalmente no período da noite e sol durante o dia, o que favorece o crescimento da cana. Mesmo num cenário mais otimista, o produtor precisa considerar que os efeitos climáticos têm se tornado cada vez mais frequentes e graves.   Para isso o Banco do Brasil conta com o custeio associado ao seguro agrícola Flex, que cobre eventos como seca, geada, chuva excessiva, tromba d´água e incêndios com condições acessíveis e custos viáveis e que podem ser financiados junto com a operação de crédito. Já está disponível a contratação do pré-custeio e do Seguro Agrícola Flex para a safra 2025/2026 para as lavouras de algodão, arroz, milho, soja, café, laranja e claro, cana-de-açúcar. O produtor ainda pode contar com redutor nas taxas se tiver adotado boas práticas ambientais. Para mais informações procure o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.      Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64423826</guid><pubDate>Tue, 18 Feb 2025 10:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64423826/20250218_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="3919620" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de fevereiro de 2025, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   A safra 2024/2025 se encerra no fim de março e a produção de cana está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de fevereiro de 2025, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   A safra 2024/2025 se encerra no fim de março e a produção de cana está praticamente definida em cerca de 615 milhões de toneladas no centro-sul, queda de aproximadamente 5% em relação à safra passada. Impactada pelas queimadas, o grupo São Martinho encerrou a moagem da safra de cana 2024/25 com 21,79 milhões de toneladas, queda de 5,5% ante o recorde contabilizado na temporada anterior. Em seu balanço trimestral o grupo reportou que a menor disponibilidade de matéria prima causou queda de 9,5% na produção de açúcar enquanto a produção de etanol aumentou 8,9%, favorecida principalmente pelo maior processamento de milho e maior destinação de cana de menor qualidade para o combustível. O grupo também contabilizou que os efeitos da queimada causaram redução de cerca de R$ 350 milhões no lucro, sendo R$ 100 milhões em aumento no custo de produção e R$ 250 milhões em redução na receita. Este cenário apresentado pela São Martinho, em certa medida, foi semelhante ao vivido pela maioria dos produtores e unidades industriais do Centro-Sul, ou seja, impactos tanto no custo de produção como na receita. A seca prolongada e os incêndios causaram alta significativa nos preços internacionais do açúcar entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado, o que foi rapidamente arrefecido pela melhor expectativa de produção brasileira em 2025 e pela recuperação da safra asiática. No preço pago ao produtor, o valor mensal do kg do ATR calculado pelo Consecana saltou de R$ 1,15 em setembro passado para R$ 1,29 em janeiro, porém esse aumento refletiu pouco no preço acumulado que hoje está em R$ 1,19/kg visto que neste período já havia pouca cana a ser colhida. Para a safra 2025/2026 o clima até o momento está amplamente favorável com chuvas volumosas e bem distribuídas principalmente no período da noite e sol durante o dia, o que favorece o crescimento da cana. Mesmo num cenário mais otimista, o produtor precisa considerar que os efeitos climáticos têm se tornado cada vez mais frequentes e graves.   Para isso o Banco do Brasil conta com o custeio associado ao seguro agrícola Flex, que cobre eventos como seca, geada, chuva excessiva, tromba d´água e incêndios com condições acessíveis e custos viáveis e que podem ser financiados junto com a operação de crédito. Já está disponível a contratação do pré-custeio e do Seguro Agrícola Flex para a safra 2025/2026 para as lavouras de algodão, arroz, milho, soja, café, laranja e claro, cana-de-açúcar. O produtor ainda pode contar com redutor nas taxas se tiver adotado boas práticas ambientais. Para mais informações procure o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.      Fica a dica de crédito consciente e sustentável.   Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,cana,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e80409f2c4fbe6743c5b397b27fc2dfa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/02/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-02-2025-cenario-da-soja--64363009</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 fevereiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré (SP), e falaremos sobre o cenário da soja. O USDA trouxe em seu relatório mensal de oferta e demanda um corte na safra da Argentina, diante das adversidades climáticas enfrentadas desde o início do ano, com chuvas irregulares e altas temperaturas. No entanto, o órgão manteve as projeções para a safra brasileira, a qual o mercado aguardava uma elevação. A safra mundial de soja foi revisada para 420,76 milhões de toneladas, contra 424,26 milhões de toneladas em seu último boletim. Os estoques finais para 2024/25 foram estimados em 124,34 milhões de toneladas. O corte na safra argentina, já previsto, foi contrabalanceado pela manutenção da safra brasileira, assim o impacto global da soja foi arrefecido, mantendo ainda o quadro de oferta elevado. No Brasil, a colheita de soja já atingiu 16,0% da área semeada. Em 2024, o percentual colhido chegava a 21,3% e na média dos últimos 5 anos foi de 19,5% para este mesmo período do ano. O atraso vem se mantendo, o ritmo não avança em função das chuvas concentradas na faixa central do país. O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/25 encerrou o dia 12/02 cotado a US$ 10,28/bushel. O mercado registrou ligeira baixa, diante do relatório pragmático do USDA, com ajustes em linha com o contexto atual, sem grandes novidades ao cenário geral da commodity. O indicador CEPEA em 12/02 foi cotado a R$ 131,64 reais por saca, apresentando uma recuperação nas cotações para o início de fevereiro, valorização de 2,05% no mês (R$ 128,99 – 31/01). O atraso na colheita tem dado algum suporte aos prêmios, melhorando a relação do basis, somou-se as estiagens que afetaram áreas do sul do Mato Grosso do Sul e do Paraná, além de impactar parte da produção no Rio Grande do Sul fatores que justificaram a recuperação dos preços no curto prazo. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 10,03 e U$ 10,43/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,97 e U$ 10,59/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64363009</guid><pubDate>Fri, 14 Feb 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64363009/20250214_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3574803" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 14 fevereiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré (SP), e falaremos sobre o cenário da soja. O USDA trouxe em seu relatório mensal de oferta e demanda um corte na safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 fevereiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré (SP), e falaremos sobre o cenário da soja. O USDA trouxe em seu relatório mensal de oferta e demanda um corte na safra da Argentina, diante das adversidades climáticas enfrentadas desde o início do ano, com chuvas irregulares e altas temperaturas. No entanto, o órgão manteve as projeções para a safra brasileira, a qual o mercado aguardava uma elevação. A safra mundial de soja foi revisada para 420,76 milhões de toneladas, contra 424,26 milhões de toneladas em seu último boletim. Os estoques finais para 2024/25 foram estimados em 124,34 milhões de toneladas. O corte na safra argentina, já previsto, foi contrabalanceado pela manutenção da safra brasileira, assim o impacto global da soja foi arrefecido, mantendo ainda o quadro de oferta elevado. No Brasil, a colheita de soja já atingiu 16,0% da área semeada. Em 2024, o percentual colhido chegava a 21,3% e na média dos últimos 5 anos foi de 19,5% para este mesmo período do ano. O atraso vem se mantendo, o ritmo não avança em função das chuvas concentradas na faixa central do país. O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/25 encerrou o dia 12/02 cotado a US$ 10,28/bushel. O mercado registrou ligeira baixa, diante do relatório pragmático do USDA, com ajustes em linha com o contexto atual, sem grandes novidades ao cenário geral da commodity. O indicador CEPEA em 12/02 foi cotado a R$ 131,64 reais por saca, apresentando uma recuperação nas cotações para o início de fevereiro, valorização de 2,05% no mês (R$ 128,99 – 31/01). O atraso na colheita tem dado algum suporte aos prêmios, melhorando a relação do basis, somou-se as estiagens que afetaram áreas do sul do Mato Grosso do Sul e do Paraná, além de impactar parte da produção no Rio Grande do Sul fatores que justificaram a recuperação dos preços no curto prazo. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - abr/25 com strike/preço garantido entre 10,03 e U$ 10,43/bushel e - jun/25 com strike entre U$ 9,97 e U$ 10,59/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/698541bf27a6cb825916f6df91e8ed63.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/02/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-02-2025-cenario-do-boi-gordo--64349397</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de fevereiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros cinco dias úteis de fevereiro, foram de 47,3 mil toneladas, com média diária de 9,4 mil toneladas, representando uma alta de 0,8% no volume diária exportado em relação a fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4960, representando avanço de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado. No dia 11 de fevereiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 324,25, com queda de 0,12% no dia. Na B3, o contrato futuro de maio de 2025 fechou o dia cotado em R$ 305,65 a arroba. O bom desempenho das exportações, ao longo de janeiro e início de fevereiro, contribuiu para a sustentação do valor do boi gordo.  No mercado interno, as Indústrias apresentam um estoque de carne bovina relativamente elevado. Assim, para os próximos dias a tendência é de maior pressão negativa na cotação do boi gordo. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 310 e 315/ @, e para maio de 2025 com strike entre R$ 296 e 307/ @. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64349397</guid><pubDate>Thu, 13 Feb 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64349397/20250213_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="1027552" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de fevereiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de fevereiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros cinco dias úteis de fevereiro, foram de 47,3 mil toneladas, com média diária de 9,4 mil toneladas, representando uma alta de 0,8% no volume diária exportado em relação a fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4960, representando avanço de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado. No dia 11 de fevereiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 324,25, com queda de 0,12% no dia. Na B3, o contrato futuro de maio de 2025 fechou o dia cotado em R$ 305,65 a arroba. O bom desempenho das exportações, ao longo de janeiro e início de fevereiro, contribuiu para a sustentação do valor do boi gordo.  No mercado interno, as Indústrias apresentam um estoque de carne bovina relativamente elevado. Assim, para os próximos dias a tendência é de maior pressão negativa na cotação do boi gordo. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 310 e 315/ @, e para maio de 2025 com strike entre R$ 296 e 307/ @. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>172</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,broto,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7c45495e0c945c08318d700665217b15.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/02/2025 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-02-2025-cenario-do-arroz--64327557</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 12 de fevereiro de 2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário do arroz. Segundo o 4º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.745.000 hectares, 8,5 % a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul representa aproximadamente 66% do arroz produzido no Brasil. No Rio Grande do Sul, a colheita já iniciou em algumas regiões, a estimativa de produção, segundo a EMATER é de 7.866.609 toneladas. Nos dias 18 à 20 de fevereiro acontecerá o evento da 35º edição da abertura oficial da colheita do arroz, no município de Capão do Leão.   As lavouras de arroz do Rio Grande do Sul, continuam com bom potencial, beneficiadas pelo clima seco e alta radiação solar. Os produtores estão atentos ao rápido rebaixamento dos níveis dos reservatórios e à ocorrência de temperaturas muito acima da média que se persistirem poderão causar diminuição do potencial produtivo.   Em Santa Catarina, de acordo com a EPAGRI, a colheita já teve início e a expectativa de produção é de 1,2 milhão de toneladas, 9,5% a mais que na safra passada.   Com a ampliação da área plantada e boas projeções de produtividade, o mercado já se ajusta aos possíveis impactos na oferta e nos preços do cereal. De acordo com o boletim informativo do Cepea, muitos produtores têm buscado vender os estoques da safra de 2024, na tentativa de aliviar a pressão sobre os volumes produzidos. No entanto, compradores estão adotando uma postura mais cautelosa, preferindo adquirir apenas pequenos lotes, com foco na reposição de estoques. Esses compradores, além disso, têm tentado negociar condições mais flexíveis, com prazos de pagamento mais alongados.   O indicador arroz em casca Cepea/IR em 10 de fevereiro é de R$ 99,20 saca de 50 kg.   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio antecipado para a safra 2025/2026 além das linhas de comercialização que permite ao produtor prorrogar a venda de seu produto, visando a comercialização em melhores condições de mercado e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.  Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64327557</guid><pubDate>Wed, 12 Feb 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64327557/20250212_bbcast_agro_cenario_do_arroz.mp3" length="1040561" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 12 de fevereiro de 2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário do arroz. Segundo o 4º Levantamento da Safra Brasileira de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 12 de fevereiro de 2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário do arroz. Segundo o 4º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.745.000 hectares, 8,5 % a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul representa aproximadamente 66% do arroz produzido no Brasil. No Rio Grande do Sul, a colheita já iniciou em algumas regiões, a estimativa de produção, segundo a EMATER é de 7.866.609 toneladas. Nos dias 18 à 20 de fevereiro acontecerá o evento da 35º edição da abertura oficial da colheita do arroz, no município de Capão do Leão.   As lavouras de arroz do Rio Grande do Sul, continuam com bom potencial, beneficiadas pelo clima seco e alta radiação solar. Os produtores estão atentos ao rápido rebaixamento dos níveis dos reservatórios e à ocorrência de temperaturas muito acima da média que se persistirem poderão causar diminuição do potencial produtivo.   Em Santa Catarina, de acordo com a EPAGRI, a colheita já teve início e a expectativa de produção é de 1,2 milhão de toneladas, 9,5% a mais que na safra passada.   Com a ampliação da área plantada e boas projeções de produtividade, o mercado já se ajusta aos possíveis impactos na oferta e nos preços do cereal. De acordo com o boletim informativo do Cepea, muitos produtores têm buscado vender os estoques da safra de 2024, na tentativa de aliviar a pressão sobre os volumes produzidos. No entanto, compradores estão adotando uma postura mais cautelosa, preferindo adquirir apenas pequenos lotes, com foco na reposição de estoques. Esses compradores, além disso, têm tentado negociar condições mais flexíveis, com prazos de pagamento mais alongados.   O indicador arroz em casca Cepea/IR em 10 de fevereiro é de R$ 99,20 saca de 50 kg.   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio antecipado para a safra 2025/2026 além das linhas de comercialização que permite ao produtor prorrogar a venda de seu produto, visando a comercialização em melhores condições de mercado e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.  Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,rizicultor,rizicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/aac1cca8c4a77ef5b8f160f5a16e10e8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/02/2025 - Cenário do pêssego</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-02-2025-cenario-do-pessego--64324377</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de fevereiro de 2025, meu nome é Sávio Diego, sou Assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves (RS) e falaremos sobre o <b><i>cenário do pêssego</i>.</b>   O pêssego é uma frutífera de clima temperado, a produção nacional se concentra nos estados do sul e sudeste do Brasil.   De acordo com último levantamento publicado pelo IBGE, no ano de 2023 foram produzidas mais de 200 mil toneladas, com destaque para <b>Rio Grande do Sul</b>, responsável por aproximadamente 65 % da produção nacional.     O pessegueiro possui vários benefícios para saúde, tais como: <b>atuar </b>no bom funcionamento do intestino por conta de suas propriedades laxantes. Nosso organismo precisa de uma grande quantidade de fibras e água para que o sistema digestivo funcione bem, e o pêssego é bastante rico em ambos.   <b>É uma fruta que possui baixo teor calórico e indicado para qualquer tipo de dieta, sendo </b>um ótimo aliado na perda de peso.   A safra gaúcha está praticamente encerrada, a produção ficou dentro da média histórica, porém com indicativo de redução, pois houve perdas em algumas regiões, que foram atingidas por intempéries climáticas. De modo geral os frutos apresentaram calibre, aspecto, coloração e sabor satisfatórios. Os preços médios pagos ao Produtor nessa safra variaram de R$ 1,00 a R$ 2,00/kg para frutos pequenos, e de R$ 3,50 a R$ 4,00/kg para graúdos.   O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como: renovação/implantação de pomares; sistemas de Irrigação, Cultivo Protegido-Telas anti-granizo, Armazenagem (Câmara fria) e “Packing house”; Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64324377</guid><pubDate>Tue, 11 Feb 2025 17:33:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64324377/20250211_bbcast_agro_cenario_do_pessego.mp3" length="2230229" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de fevereiro de 2025, meu nome é Sávio Diego, sou Assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves (RS) e falaremos sobre o cenário do pêssego.   O pêssego é uma frutífera de clima temperado, a produção nacional se concentra nos estados do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de fevereiro de 2025, meu nome é Sávio Diego, sou Assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves (RS) e falaremos sobre o <b><i>cenário do pêssego</i>.</b>   O pêssego é uma frutífera de clima temperado, a produção nacional se concentra nos estados do sul e sudeste do Brasil.   De acordo com último levantamento publicado pelo IBGE, no ano de 2023 foram produzidas mais de 200 mil toneladas, com destaque para <b>Rio Grande do Sul</b>, responsável por aproximadamente 65 % da produção nacional.     O pessegueiro possui vários benefícios para saúde, tais como: <b>atuar </b>no bom funcionamento do intestino por conta de suas propriedades laxantes. Nosso organismo precisa de uma grande quantidade de fibras e água para que o sistema digestivo funcione bem, e o pêssego é bastante rico em ambos.   <b>É uma fruta que possui baixo teor calórico e indicado para qualquer tipo de dieta, sendo </b>um ótimo aliado na perda de peso.   A safra gaúcha está praticamente encerrada, a produção ficou dentro da média histórica, porém com indicativo de redução, pois houve perdas em algumas regiões, que foram atingidas por intempéries climáticas. De modo geral os frutos apresentaram calibre, aspecto, coloração e sabor satisfatórios. Os preços médios pagos ao Produtor nessa safra variaram de R$ 1,00 a R$ 2,00/kg para frutos pequenos, e de R$ 3,50 a R$ 4,00/kg para graúdos.   O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como: renovação/implantação de pomares; sistemas de Irrigação, Cultivo Protegido-Telas anti-granizo, Armazenagem (Câmara fria) e “Packing house”; Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>140</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/297bd0f5224ffb9f84f4ba3ca411e361.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/02/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-02-2025-cenario-do-milho--64250586</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de fevereiro de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, seguem em valorização, alcançando os preços mais altos dos últimos 18 meses. As notícias do acordo entre  Estados Unidos e  México, suspendendo temporariamente as tarifas que o presidente Donald Trump anunciou aos produtos mexicanos, animou o mercado, visto que o México é o principal comprador de milho dos Estados Unidos.<br /><br />  Outro fator relevante no cenário internacional se refere ao clima seco na Argentina, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, as lavouras em situação boas e excelentes, baixaram para 28%, redução de 2,9% nesta semana. Além disso, 24,5% do milho tardio está na fase crítica, a ocorrência de chuvas será essencial para evitar mais perdas.<br /><br />  O contrato referência março/2025 encerrou no dia 05, cotado a US$ 4,93/bushel.   No Brasil, avança a colheita da safra de verão, alcançando 10,5% da área cultivada. O Rio Grande do Sul, é o estado com a colheita mais avançada, 43% da área. As produtividades apresentam grandes variações devido à estiagem que atingiu o estado em dezembro e janeiro que afetou áreas em fase de enchimento de grãos, mas sem abrangência uniforme no estado, houve ocorrências de áreas com perdas totais e outras com produções acima do esperado inicialmente.<br /><br />  O milho segunda safra avança lentamente o plantio, segundo dados da Conab, até o momento 5,3% da área foi semeada, contra 19,8% no mesmo período do ano passado. O estado do Mato Grosso, maior produtor de milho segunda safra, apresenta o maior atraso, atualmente possui 6,2% da área semeada, no mesmo período na safra passada, já haviam semeados 30,2% da área. O excesso de chuvas na região Centro-Oeste continua sendo o principal motivo do atraso, impactando a colheita da soja, e consequentemente o plantio do milho.   Com os vendedores retraídos, focados na colheita da safra verão e plantio da safrinha, e os compradores buscando recompor estoques, os preços no mercado interno tiveram novas altas.<br /><br />    No último dia 05, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 76,04 por saca, aumento de 4,55% nos últimos 30 dias.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 75,16 e R$ 77,95 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 73,28 e 77,28 por saca. <br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. <br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64250586</guid><pubDate>Fri, 07 Feb 2025 14:33:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64250586/20250207_bbcast_agro_milho.mp3" length="1175040" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 07 de fevereiro de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Os preços futuros, negociados na Bolsa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de fevereiro de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, seguem em valorização, alcançando os preços mais altos dos últimos 18 meses. As notícias do acordo entre  Estados Unidos e  México, suspendendo temporariamente as tarifas que o presidente Donald Trump anunciou aos produtos mexicanos, animou o mercado, visto que o México é o principal comprador de milho dos Estados Unidos.<br /><br />  Outro fator relevante no cenário internacional se refere ao clima seco na Argentina, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, as lavouras em situação boas e excelentes, baixaram para 28%, redução de 2,9% nesta semana. Além disso, 24,5% do milho tardio está na fase crítica, a ocorrência de chuvas será essencial para evitar mais perdas.<br /><br />  O contrato referência março/2025 encerrou no dia 05, cotado a US$ 4,93/bushel.   No Brasil, avança a colheita da safra de verão, alcançando 10,5% da área cultivada. O Rio Grande do Sul, é o estado com a colheita mais avançada, 43% da área. As produtividades apresentam grandes variações devido à estiagem que atingiu o estado em dezembro e janeiro que afetou áreas em fase de enchimento de grãos, mas sem abrangência uniforme no estado, houve ocorrências de áreas com perdas totais e outras com produções acima do esperado inicialmente.<br /><br />  O milho segunda safra avança lentamente o plantio, segundo dados da Conab, até o momento 5,3% da área foi semeada, contra 19,8% no mesmo período do ano passado. O estado do Mato Grosso, maior produtor de milho segunda safra, apresenta o maior atraso, atualmente possui 6,2% da área semeada, no mesmo período na safra passada, já haviam semeados 30,2% da área. O excesso de chuvas na região Centro-Oeste continua sendo o principal motivo do atraso, impactando a colheita da soja, e consequentemente o plantio do milho.   Com os vendedores retraídos, focados na colheita da safra verão e plantio da safrinha, e os compradores buscando recompor estoques, os preços no mercado interno tiveram novas altas.<br /><br />    No último dia 05, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 76,04 por saca, aumento de 4,55% nos últimos 30 dias.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 75,16 e R$ 77,95 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 73,28 e 77,28 por saca. <br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. <br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/02/2025 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-02-2025-cenario-da-suinocultura--64232864</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 06 de fevereiro de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura.<br /><br /> Após a queda nos preços do suíno nas últimas semanas do ano passado e nas primeiras de 2025, o cenário atual é de acomodação e estabilização de preços, variando entre R$ 7,66 e R$ 7,96 o kg do suíno vivo. Para janeiro, o preço médio está 13% acima da média apresentada nos últimos 5 anos para o mesmo período. É normal essa queda para o período, decorrente de demanda menos aquecida de início de ano, onde o consumidor tem acúmulo de outros compromissos a pagar.<br /><br /> Em 2024, as exportações brasileiras de carne suína fecharam o ano com um novo recorde, totalizando 1,18 milhão de toneladas de carne suína “in natura”, 8,5% a mais do que exportado em 2023. Considerando o total exportado (incluindo produtos in natura e processados), o volume representou um crescimento de mais de 10% em relação ao ano anterior, somando um faturamento superior a 3 bilhões de dólares com exportação em 2024. O Brasil vem se destacando na expansão de novos mercados e na diversificação de países compradores, com mais de 121 destinos diferentes. No acumulado do ano de 2024, as Filipinas ultrapassaram a China como principal destino das exportações brasileiras. Além desses dois grandes importadores, destacaram-se o Chile, Japão, Hong Kong, México, Singapura, dentre outros. Os principais insumos utilizados na atividade, farelo de soja e milho, sofreram pouca variação nos últimos meses.<br /><br /> Com a previsão atual de safra recorde de grãos e a depender do desenvolvimento da safrinha de milho no país, poderemos ter algum recuo no custo de produção do suíno. Vale lembrar que mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nas últimas semanas de comercialização, a atividade ainda apresenta margem de rentabilidade positiva. Fazendo um balanço do ano de 2024, o produtor acumulou margens bastante satisfatórias quando comparadas ao ano de 2023. A expectativa para o ano de 2025 é positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, resultando em boas margens de rentabilidade para a atividade.<br /><br /> O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64232864</guid><pubDate>Thu, 06 Feb 2025 17:40:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64232864/20250206_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="1248078" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 06 de fevereiro de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura.

 Após a queda nos preços do suíno nas últimas semanas do ano passado e nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 06 de fevereiro de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura.<br /><br /> Após a queda nos preços do suíno nas últimas semanas do ano passado e nas primeiras de 2025, o cenário atual é de acomodação e estabilização de preços, variando entre R$ 7,66 e R$ 7,96 o kg do suíno vivo. Para janeiro, o preço médio está 13% acima da média apresentada nos últimos 5 anos para o mesmo período. É normal essa queda para o período, decorrente de demanda menos aquecida de início de ano, onde o consumidor tem acúmulo de outros compromissos a pagar.<br /><br /> Em 2024, as exportações brasileiras de carne suína fecharam o ano com um novo recorde, totalizando 1,18 milhão de toneladas de carne suína “in natura”, 8,5% a mais do que exportado em 2023. Considerando o total exportado (incluindo produtos in natura e processados), o volume representou um crescimento de mais de 10% em relação ao ano anterior, somando um faturamento superior a 3 bilhões de dólares com exportação em 2024. O Brasil vem se destacando na expansão de novos mercados e na diversificação de países compradores, com mais de 121 destinos diferentes. No acumulado do ano de 2024, as Filipinas ultrapassaram a China como principal destino das exportações brasileiras. Além desses dois grandes importadores, destacaram-se o Chile, Japão, Hong Kong, México, Singapura, dentre outros. Os principais insumos utilizados na atividade, farelo de soja e milho, sofreram pouca variação nos últimos meses.<br /><br /> Com a previsão atual de safra recorde de grãos e a depender do desenvolvimento da safrinha de milho no país, poderemos ter algum recuo no custo de produção do suíno. Vale lembrar que mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nas últimas semanas de comercialização, a atividade ainda apresenta margem de rentabilidade positiva. Fazendo um balanço do ano de 2024, o produtor acumulou margens bastante satisfatórias quando comparadas ao ano de 2023. A expectativa para o ano de 2025 é positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, resultando em boas margens de rentabilidade para a atividade.<br /><br /> O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>209</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,broto,pecuária,suinocultor,suinocultura,suínos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/02/2025 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-02-2025-cenario-do-cafe-conilon--64232502</link><description><![CDATA[<b>Olá! Hoje é quarta-feira, 05 de fevereiro de 2025. Eu sou Gildenize, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.</b><br /><br /> Mesmo com o retorno das chuvas e condições climáticas mais favoráveis, os impactos do clima adverso no início da safra já podem ter comprometido a produtividade da próxima colheita. Por isso, é essencial reforçar os investimentos em práticas que fortalecem as plantas, como o monitoramento contínuo e a adequação do manejo nutricional e hídrico. A menor produção de robusta no Vietnã segue pressionando o mercado.<br /><br /> A oferta segue em queda, principalmente devido às condições climáticas adversas e mudanças na política agrícola do país, com alguns agricultores migrando para culturas mais rentáveis. Além disso, os custos elevados de transporte global e os estoques reduzidos contribuem para a volatilidade dos preços, cenário que pode se manter até a próxima safra. No mercado futuro, a Bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve queda de US$ 50, negociando o contrato para maio de 2025 a US$ 5.644 por tonelada.<br /><br /> No mercado interno, as cotações do conilon seguem voláteis, com tendência de alta ao longo do mês. No início de fevereiro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 2.010,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, Espírito Santo. Diante desse cenário, os produtores devem avaliar estratégias para comercialização, aproveitando os momentos de alta para travar preços. Além da venda no mercado físico, o uso de contratos a termo e linhas de crédito para estocagem pode ser uma alternativa eficaz para garantir margens e mitigar riscos em um mercado volátil.<br /><b></b><br /><b>O Banco do Brasil oferece diversas opções de crédito para atender às necessidades dos produtores. Para mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.</b><br /><b></b><br /><b> Até a próxima!</b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64232502</guid><pubDate>Thu, 06 Feb 2025 17:24:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64232502/20250205_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="949969" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 05 de fevereiro de 2025. Eu sou Gildenize, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.

 Mesmo com o retorno das chuvas e condições climáticas mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá! Hoje é quarta-feira, 05 de fevereiro de 2025. Eu sou Gildenize, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.</b><br /><br /> Mesmo com o retorno das chuvas e condições climáticas mais favoráveis, os impactos do clima adverso no início da safra já podem ter comprometido a produtividade da próxima colheita. Por isso, é essencial reforçar os investimentos em práticas que fortalecem as plantas, como o monitoramento contínuo e a adequação do manejo nutricional e hídrico. A menor produção de robusta no Vietnã segue pressionando o mercado.<br /><br /> A oferta segue em queda, principalmente devido às condições climáticas adversas e mudanças na política agrícola do país, com alguns agricultores migrando para culturas mais rentáveis. Além disso, os custos elevados de transporte global e os estoques reduzidos contribuem para a volatilidade dos preços, cenário que pode se manter até a próxima safra. No mercado futuro, a Bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve queda de US$ 50, negociando o contrato para maio de 2025 a US$ 5.644 por tonelada.<br /><br /> No mercado interno, as cotações do conilon seguem voláteis, com tendência de alta ao longo do mês. No início de fevereiro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 2.010,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, Espírito Santo. Diante desse cenário, os produtores devem avaliar estratégias para comercialização, aproveitando os momentos de alta para travar preços. Além da venda no mercado físico, o uso de contratos a termo e linhas de crédito para estocagem pode ser uma alternativa eficaz para garantir margens e mitigar riscos em um mercado volátil.<br /><b></b><br /><b>O Banco do Brasil oferece diversas opções de crédito para atender às necessidades dos produtores. Para mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento.</b> <b>Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.</b><br /><b></b><br /><b> Até a próxima!</b>]]></itunes:summary><itunes:duration>159</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,café,caféconilon,cafeicultor,cafeicultura,conilon</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/01/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-01-2025-cenario-da-soja--64053942</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 31 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do país, com perspectiva de produtividades recordes. No entanto, no sul do MS, noroeste do PR e sudoeste do RS, o fenômeno climático La Niña vem causando irregularidades na distribuição de chuvas e trazendo preocupações aos produtores destas regiões.<br /><br />Vale ressaltar que, no MT as chuvas recorrentes vêm atrapalhando o avanço da colheita, podendo refletir na qualidade dos grãos. Segundo a CONAB, a colheita no Brasil segue avançando lentamente, tendo atingido 3,2% das áreas semeadas, número muito inferior ao mesmo período da safra passada, que foi de 8,6%.<br /><br />Na Argentina o plantio está tecnicamente finalizado, no entanto as condições climáticas seguem preocupando o mercado, fato que fez a bolsa de Cereales de Buenos Aires reduzir a estimativa de produção de 50,6 para 49,6 milhões de toneladas. Em seu último relatório, divulgado em 09/01, o USDA manteve as estimativas da produção brasileira e Argentina, em 169 milhões de toneladas e 52 milhões de toneladas, respectivamente.<br /><br />   Em momentos de tensões comerciais, impostas pelo novo governo americano, como a guerra comercial com a China, as tarifas e as negociações podem afetar diretamente as exportações da safra norte americana, refletindo as cotações em Chicago.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/25 fechou em 29/01 cotado a US$ 10,52/bushel, apresentando estabilidade em relação ao início do mês (10,10 US$). O indicador CEPEA em 28/01 foi cotado a R$ 130,70/saca, apresentando queda de 6,25% em relação ao início de janeiro. (139,41 R$ 30/12), refletindo o recuo da cotação do Dólar frente ao Real e as perspectivas de prêmios negativos nos portos.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - fev/25 com strike/preço garantido entre 10,27 e U$ 10,53/bushel e<br /> - abril/25 com strike entre U$ 10,15 e U$ 10,68/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64053942</guid><pubDate>Fri, 31 Jan 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64053942/20250131_bbcast_agro_soja.mp3" length="1398857" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 31 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 31 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do país, com perspectiva de produtividades recordes. No entanto, no sul do MS, noroeste do PR e sudoeste do RS, o fenômeno climático La Niña vem causando irregularidades na distribuição de chuvas e trazendo preocupações aos produtores destas regiões.<br /><br />Vale ressaltar que, no MT as chuvas recorrentes vêm atrapalhando o avanço da colheita, podendo refletir na qualidade dos grãos. Segundo a CONAB, a colheita no Brasil segue avançando lentamente, tendo atingido 3,2% das áreas semeadas, número muito inferior ao mesmo período da safra passada, que foi de 8,6%.<br /><br />Na Argentina o plantio está tecnicamente finalizado, no entanto as condições climáticas seguem preocupando o mercado, fato que fez a bolsa de Cereales de Buenos Aires reduzir a estimativa de produção de 50,6 para 49,6 milhões de toneladas. Em seu último relatório, divulgado em 09/01, o USDA manteve as estimativas da produção brasileira e Argentina, em 169 milhões de toneladas e 52 milhões de toneladas, respectivamente.<br /><br />   Em momentos de tensões comerciais, impostas pelo novo governo americano, como a guerra comercial com a China, as tarifas e as negociações podem afetar diretamente as exportações da safra norte americana, refletindo as cotações em Chicago.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/25 fechou em 29/01 cotado a US$ 10,52/bushel, apresentando estabilidade em relação ao início do mês (10,10 US$). O indicador CEPEA em 28/01 foi cotado a R$ 130,70/saca, apresentando queda de 6,25% em relação ao início de janeiro. (139,41 R$ 30/12), refletindo o recuo da cotação do Dólar frente ao Real e as perspectivas de prêmios negativos nos portos.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - fev/25 com strike/preço garantido entre 10,27 e U$ 10,53/bushel e<br /> - abril/25 com strike entre U$ 10,15 e U$ 10,68/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>234</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/01/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-01-2025-cenario-do-boi-gordo--64043338</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de janeiro de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos doze dias úteis de janeiro, foram de 112,7 mil toneladas, com média diária de 9,4 mil toneladas, representando uma alta de 13,8% no volume diário exportado em relação a jan/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.040,20, representando avanço de 11,4% em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para o aumento da competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.<br /><br />No dia 28 de janeiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 325,20, com baixa de 0,46% no dia. Já na B3, o contrato futuro de fevereiro de 2025 fechou o dia cotado em R$ 325,95. A terceira semana de janeiro de 2025 apresentou estabilidade no preço do boi gordo. O período chuvoso mantém boa oferta de pasto em janeiro contribuindo para manter o animal na propriedade, conferindo ao produtor o poder de melhores negociações. Este cenário mantém o preço fortalecido dos animais de reposição.<br /><br />Consequentemente a reposição segue com movimento de alta. Apesar da oferta de bezerros ser restrita, a relação de troca com o boi se apresenta favorável ao invernista no comparativo com a média histórica. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade.<br /><br />Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />Março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 313,70 e 322,75/@, <br />e Abril de 2025 com strike entre R$ 307,15 e 320,00/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/64043338</guid><pubDate>Thu, 30 Jan 2025 15:09:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/64043338/20250130_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="1290240" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de janeiro de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de janeiro de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos doze dias úteis de janeiro, foram de 112,7 mil toneladas, com média diária de 9,4 mil toneladas, representando uma alta de 13,8% no volume diário exportado em relação a jan/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.040,20, representando avanço de 11,4% em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para o aumento da competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.<br /><br />No dia 28 de janeiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 325,20, com baixa de 0,46% no dia. Já na B3, o contrato futuro de fevereiro de 2025 fechou o dia cotado em R$ 325,95. A terceira semana de janeiro de 2025 apresentou estabilidade no preço do boi gordo. O período chuvoso mantém boa oferta de pasto em janeiro contribuindo para manter o animal na propriedade, conferindo ao produtor o poder de melhores negociações. Este cenário mantém o preço fortalecido dos animais de reposição.<br /><br />Consequentemente a reposição segue com movimento de alta. Apesar da oferta de bezerros ser restrita, a relação de troca com o boi se apresenta favorável ao invernista no comparativo com a média histórica. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade.<br /><br />Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />Março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 313,70 e 322,75/@, <br />e Abril de 2025 com strike entre R$ 307,15 e 320,00/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/067ba7387696f472fd2cf50d5bc07b95.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/01/2025- Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-01-2025-cenario-do-algodao--63974551</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.<br /><br />   O novo presidente empossado dos Estados Unidos, Donald Trump, considera taxar as importações de produtos chineses e, esse fato, poderá impactar a demanda de pluma do país asiático durante a safra 24/25. Salientamos que os americanos são os maiores importadores de produtos de confecções da China.<br /><br /> Porém é importante citar que, apesar da demanda chinesa estar cercada de incerteza, alguns países asiáticos como Vietnã, Bangladesh e Paquistão apresentam estimativas de aumento de importações (respectivamente, 6,3%, 1,7% e 40,3%) comparadas à safra passada de acordo com o boletim de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).<br /><br />A maior estimativa de importação destes países se deve muito ao dólar valorizado que proporciona uma pluma, sobretudo a brasileira, mais competitiva no mercado mundial.<br /><br />Reflexo disso são as exportações brasileiras que seguem em bom ritmo: em 12 dias úteis em janeiro foram enviadas ao exterior 265 mil toneladas (6% maior que todo o mês de janeiro de 2024). Caso o ritmo se mantenha, o país poderá se consolidar pela segunda safra seguida como maior exportador mundial. No Brasil, o plantio do algodão primeira safra foi finalizado nos estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A maior área de plantio do país é em Mato Grosso que, no momento, tem 29% já semeada (considerando primeira e segunda safras, conforme dados do Instituto mato-grossense de economia agropecuária - IMEA).<br /><br />Neste mês, o excesso de chuvas, somado ao atraso da semeadura da soja e, consequentemente a sua colheita, são alguns dos fatores que preocupam os produtores do estado. O Banco do Brasil oferece as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) para o produtor continuar garantindo suas margens e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> - junho/25 com strike entre U$c 65 e U$c 69/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a proxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63974551</guid><pubDate>Wed, 29 Jan 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63974551/20250129_bbcast_agro_algodao.mp3" length="911569" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.

   O novo presidente empossado dos Estados Unidos,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.<br /><br />   O novo presidente empossado dos Estados Unidos, Donald Trump, considera taxar as importações de produtos chineses e, esse fato, poderá impactar a demanda de pluma do país asiático durante a safra 24/25. Salientamos que os americanos são os maiores importadores de produtos de confecções da China.<br /><br /> Porém é importante citar que, apesar da demanda chinesa estar cercada de incerteza, alguns países asiáticos como Vietnã, Bangladesh e Paquistão apresentam estimativas de aumento de importações (respectivamente, 6,3%, 1,7% e 40,3%) comparadas à safra passada de acordo com o boletim de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).<br /><br />A maior estimativa de importação destes países se deve muito ao dólar valorizado que proporciona uma pluma, sobretudo a brasileira, mais competitiva no mercado mundial.<br /><br />Reflexo disso são as exportações brasileiras que seguem em bom ritmo: em 12 dias úteis em janeiro foram enviadas ao exterior 265 mil toneladas (6% maior que todo o mês de janeiro de 2024). Caso o ritmo se mantenha, o país poderá se consolidar pela segunda safra seguida como maior exportador mundial. No Brasil, o plantio do algodão primeira safra foi finalizado nos estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A maior área de plantio do país é em Mato Grosso que, no momento, tem 29% já semeada (considerando primeira e segunda safras, conforme dados do Instituto mato-grossense de economia agropecuária - IMEA).<br /><br />Neste mês, o excesso de chuvas, somado ao atraso da semeadura da soja e, consequentemente a sua colheita, são alguns dos fatores que preocupam os produtores do estado. O Banco do Brasil oferece as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) para o produtor continuar garantindo suas margens e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> - junho/25 com strike entre U$c 65 e U$c 69/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a proxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>152</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/01/2025 - Cenário do amendoim</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-01-2025-cenario-do-amendoim--63940537</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28 de janeiro de 2025, meu nome é Maurício Delfini Diziola, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Marília SP e hoje vamos falar da cultura do amendoim.<br /><br />Nesta safra, a área plantada, de acordo com a CONAB, é de 279.600 ha, expansão de 9,5 % em relação à safra passada, com a produção devendo superar 1,1 milhão de T de amendoim em casca. Na percepção dos produtores rurais paulistas e técnicos de campo, essa expansão de área será superior, devido a migração dos produtores de soja para o amendoim.<br /><br />A cultura está em expansão no Estado do Mato Grosso do Sul, saindo de 7.400 ha em 2023, para 21.200 ha em 2024, conforme último levantamento da CONAB, a previsão é de 42.300 ha nesta safra, praticamente o dobro em relação à safra passada. As agroindústrias instaladas no Estado não processam toda a produção sendo necessário o transporte do grão em casca para o Estado de São Paulo, o que encarece o custo de produção no Mato Grosso do Sul, mas compensado com valores menores na despesa com arrendamento de terras ou mesmo plantios em terras próprias em substituição a lavoura de soja, devido a maior rentabilidade que a lavoura de amendoim pode proporcionar.<br /><br />Nas regiões sul, sudeste e centro oeste do Brasil, o plantio ocorre de setembro a dezembro de forma que a colheita fique escalonada, já que o amendoim em casca é dependente de passar por máquinas de pré-limpeza e secadores para posterior armazenamento. Nesta safra, devido a ausência de chuvas, os plantios começaram a ocorrer apenas a partir de 12 de outubro. Nesta data já deveriam estar plantados 30% da área, o que indica que a colheita exigirá maior número de colhedoras e estrutura pós-colheita mais robusta para armazenagem adequada da produção.<br /><br />Com relação as movimentações do setor, destacamos a realização do 3º. Dia de Campo do Amendoim nos dias 15 e 16 de janeiro, no município de Getulina SP, onde foram apresentadas técnicas de manejo das pragas e doenças da cultura, novas variedades, mais produtivas e adaptadas ao clima e solo arenoso da alta paulista, dentre outros assuntos de interesse dos produtores.<br /><br /> Também é esperado grande movimentação dos produtores na reunião da Câmara Setorial do Amendoim, no próximo dia 06 de fevereiro, no município de Mirassol SP, para tratar das novas regras do ICMS no Estado de São Paulo e impactos na estrutura de custos dos produtores paulistas. Nas últimas safras, verificou-se um expressivo aumento nos financiamentos via BB, tanto em valores como em quantidades de operações.<br /><br /> A expertise do Banco do Brasil, que possui uma ampla rede de agências especializadas e canais de atendimento, também contribuiu muito para o sucesso, o crescimento e o estabelecimento do amendoim como mais uma importante cultura brasileira no cenário mundial. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63940537</guid><pubDate>Tue, 28 Jan 2025 10:00:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63940537/20250128_bbcast_agro_amendoim.mp3" length="3302712" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28 de janeiro de 2025, meu nome é Maurício Delfini Diziola, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Marília SP e hoje vamos falar da cultura do amendoim.

Nesta safra, a área plantada, de acordo com a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28 de janeiro de 2025, meu nome é Maurício Delfini Diziola, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Marília SP e hoje vamos falar da cultura do amendoim.<br /><br />Nesta safra, a área plantada, de acordo com a CONAB, é de 279.600 ha, expansão de 9,5 % em relação à safra passada, com a produção devendo superar 1,1 milhão de T de amendoim em casca. Na percepção dos produtores rurais paulistas e técnicos de campo, essa expansão de área será superior, devido a migração dos produtores de soja para o amendoim.<br /><br />A cultura está em expansão no Estado do Mato Grosso do Sul, saindo de 7.400 ha em 2023, para 21.200 ha em 2024, conforme último levantamento da CONAB, a previsão é de 42.300 ha nesta safra, praticamente o dobro em relação à safra passada. As agroindústrias instaladas no Estado não processam toda a produção sendo necessário o transporte do grão em casca para o Estado de São Paulo, o que encarece o custo de produção no Mato Grosso do Sul, mas compensado com valores menores na despesa com arrendamento de terras ou mesmo plantios em terras próprias em substituição a lavoura de soja, devido a maior rentabilidade que a lavoura de amendoim pode proporcionar.<br /><br />Nas regiões sul, sudeste e centro oeste do Brasil, o plantio ocorre de setembro a dezembro de forma que a colheita fique escalonada, já que o amendoim em casca é dependente de passar por máquinas de pré-limpeza e secadores para posterior armazenamento. Nesta safra, devido a ausência de chuvas, os plantios começaram a ocorrer apenas a partir de 12 de outubro. Nesta data já deveriam estar plantados 30% da área, o que indica que a colheita exigirá maior número de colhedoras e estrutura pós-colheita mais robusta para armazenagem adequada da produção.<br /><br />Com relação as movimentações do setor, destacamos a realização do 3º. Dia de Campo do Amendoim nos dias 15 e 16 de janeiro, no município de Getulina SP, onde foram apresentadas técnicas de manejo das pragas e doenças da cultura, novas variedades, mais produtivas e adaptadas ao clima e solo arenoso da alta paulista, dentre outros assuntos de interesse dos produtores.<br /><br /> Também é esperado grande movimentação dos produtores na reunião da Câmara Setorial do Amendoim, no próximo dia 06 de fevereiro, no município de Mirassol SP, para tratar das novas regras do ICMS no Estado de São Paulo e impactos na estrutura de custos dos produtores paulistas. Nas últimas safras, verificou-se um expressivo aumento nos financiamentos via BB, tanto em valores como em quantidades de operações.<br /><br /> A expertise do Banco do Brasil, que possui uma ampla rede de agências especializadas e canais de atendimento, também contribuiu muito para o sucesso, o crescimento e o estabelecimento do amendoim como mais uma importante cultura brasileira no cenário mundial. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>amendoim,bancodobrasil,bb,broto,colheita,comercialização,cultivo,plantação,preço,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/65325c345f8160ee2fdbfc238ec744af.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/01/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-01-2025-cenario-do-milho--63861848</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos falar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, seguem em valorização, alcançando os preços mais altos dos últimos 12 meses. O mercado reflete os dados do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apresentado no último dia 10, que reduziu os estoques americanos em 5 milhões de toneladas, volume acima do que o mercado esperava. Além disso, a preocupação com o clima nas lavouras da América do Sul, o dólar valorizado frente à outras moedas e às preocupações com as tarifas que o presidente Donald Trump prometeu impor à vários países, contribuíram para as sucessivas elevações nas cotações.   O contrato referência março/2025 encerrou no dia 22, cotado a US$ 4,84/bushel.<br /><br />  No Brasil, o último relatório da Conab, apresentado no dia 14, manteve as expectativas de produção do cereal para a Safra 2024/25 em 119 milhões de toneladas, que representa aumento de 3,3% em relação ao ciclo anterior. A safra de verão caminha para o final do plantio, com 91% da área semeada. Por outro lado, a colheita avança para 4,4% da área, com destaque para o estado do Rio Grande do Sul, onde 18% da área já foi colhida. As produtividades colhidas apresentam grandes variações, refletindo o déficit hídrico que atinge parte do estado.<br /><br />  O milho segunda safra já começou a ser cultivado, em ritmo mais lento que a safra anterior. Até o momento, 0,5% da área foi semeada. No mesmo período no ano passado, havia sido semeada 5% da área. O excesso de chuvas na região Centro-Oeste tem atrasado o avanço da colheita da soja, que pode impactar o plantio do milho 2ª safra dentro da janela ideal.<br /><br />  No último dia 22, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 74,10 por saca, com aumento de 1,22% nos últimos 30 dias.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 73,13 e R$ 76,06 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 71,14 e 75,09 por saca.<br /><br />    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63861848</guid><pubDate>Fri, 24 Jan 2025 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63861848/20250124_bbcast_agro_milho.mp3" length="3547218" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 24 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos falar sobre o cenário do milho.

    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos falar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, seguem em valorização, alcançando os preços mais altos dos últimos 12 meses. O mercado reflete os dados do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apresentado no último dia 10, que reduziu os estoques americanos em 5 milhões de toneladas, volume acima do que o mercado esperava. Além disso, a preocupação com o clima nas lavouras da América do Sul, o dólar valorizado frente à outras moedas e às preocupações com as tarifas que o presidente Donald Trump prometeu impor à vários países, contribuíram para as sucessivas elevações nas cotações.   O contrato referência março/2025 encerrou no dia 22, cotado a US$ 4,84/bushel.<br /><br />  No Brasil, o último relatório da Conab, apresentado no dia 14, manteve as expectativas de produção do cereal para a Safra 2024/25 em 119 milhões de toneladas, que representa aumento de 3,3% em relação ao ciclo anterior. A safra de verão caminha para o final do plantio, com 91% da área semeada. Por outro lado, a colheita avança para 4,4% da área, com destaque para o estado do Rio Grande do Sul, onde 18% da área já foi colhida. As produtividades colhidas apresentam grandes variações, refletindo o déficit hídrico que atinge parte do estado.<br /><br />  O milho segunda safra já começou a ser cultivado, em ritmo mais lento que a safra anterior. Até o momento, 0,5% da área foi semeada. No mesmo período no ano passado, havia sido semeada 5% da área. O excesso de chuvas na região Centro-Oeste tem atrasado o avanço da colheita da soja, que pode impactar o plantio do milho 2ª safra dentro da janela ideal.<br /><br />  No último dia 22, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 74,10 por saca, com aumento de 1,22% nos últimos 30 dias.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 73,13 e R$ 76,06 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 71,14 e 75,09 por saca.<br /><br />    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/01/2025 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-01-2025-cenario-do-leite--63825417</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de janeiro de 2025, meu nome é Natály Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a novembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 23,5%.<br /><br /> O leite captado em novembro de 2024 teve queda de 6% na "Média Brasil", em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,64/litro. Esse valor é cerca de 29,7% maior que o registrado em novembro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo sétimo mês consecutivo. Em novembro de 2024 ocorreu um aumento de 0,3%, comparado ao mês anterior, influenciado por concentrado e volumosos. Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 4,3%. Durante o mês de novembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve alta, comparado ao mês anterior.<br /><br /> Ao todo, foram importados 209,5 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,8 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento no comparativo mensal de 5,78%.<br /><br /> De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 876 milhões, correspondente ao volume de 2.012 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, aumentaram 5,1% em dezembro de 2024, comparado com o mesmo período de 2023, com volume de 3.830 toneladas a um preço de US$ 2.414,9 por tonelada.<br /><br /> Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é queda média de 1,5% no preço pago pelo litro do leite para dezembro. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63825417</guid><pubDate>Thu, 23 Jan 2025 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63825417/20250123_bbcast_agro_leite.mp3" length="1108741" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de janeiro de 2025, meu nome é Natály Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a novembro de 2024 os preços do leite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de janeiro de 2025, meu nome é Natály Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a novembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 23,5%.<br /><br /> O leite captado em novembro de 2024 teve queda de 6% na "Média Brasil", em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,64/litro. Esse valor é cerca de 29,7% maior que o registrado em novembro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo sétimo mês consecutivo. Em novembro de 2024 ocorreu um aumento de 0,3%, comparado ao mês anterior, influenciado por concentrado e volumosos. Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 4,3%. Durante o mês de novembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve alta, comparado ao mês anterior.<br /><br /> Ao todo, foram importados 209,5 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,8 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento no comparativo mensal de 5,78%.<br /><br /> De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 876 milhões, correspondente ao volume de 2.012 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, aumentaram 5,1% em dezembro de 2024, comparado com o mesmo período de 2023, com volume de 3.830 toneladas a um preço de US$ 2.414,9 por tonelada.<br /><br /> Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é queda média de 1,5% no preço pago pelo litro do leite para dezembro. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultura,bovinoculturadeleite,broto,leite,pecuária,pecuáriadeleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/01/2025 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-01-2025-cenario-do-cafe-arabica--63813073</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de janeiro de 2025, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br /> Apesar da estiagem prolongada ter prejudicado o desenvolvimento e a florada dos cafeeiros, as chuvas de novembro a janeiro, nas principais regiões produtoras, tem favorecido o desenvolvimento das plantas e dos chumbinhos, aliviando as preocupações com a produção da próxima safra no Brasil.<br /><br /> Divulgado em 14/01/25, dados do IBGE da safra 2025, trazem uma estimativa de queda na produção da safra brasileira de 11,2% em relação a 2024 para o café arábica, totalizando 35,6 milhões de sacas, essa queda é fruto da estiagem prolongada e altas temperaturas que afetaram as principais regiões produtoras. Diante de uma demanda crescente no consumo de café no mundo, em especial dos países asiáticos e devido as adversidades climáticas nos principais países produtores, houve uma grande preocupação com a oferta de café mundial, fazendo com que os preços de café arábica atingissem as maiores cotações dos últimos anos. Em 20 de janeiro de 2025 os preços internos nas principais praças registraram uma média acima de R$ 2.300,00 a saca do café arábica no mercado físico.<br /><br /> Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos perspectiva de manutenção dos preços em altos patamares, levando em conta a média dos últimos anos. O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro para proteção das margens de rentabilidade na cafeicultura. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63813073</guid><pubDate>Wed, 22 Jan 2025 14:35:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63813073/20250121_bbcast_agro_cafe.mp3" length="969874" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 22 de janeiro de 2025, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

 Apesar da estiagem prolongada ter prejudicado o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de janeiro de 2025, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br /> Apesar da estiagem prolongada ter prejudicado o desenvolvimento e a florada dos cafeeiros, as chuvas de novembro a janeiro, nas principais regiões produtoras, tem favorecido o desenvolvimento das plantas e dos chumbinhos, aliviando as preocupações com a produção da próxima safra no Brasil.<br /><br /> Divulgado em 14/01/25, dados do IBGE da safra 2025, trazem uma estimativa de queda na produção da safra brasileira de 11,2% em relação a 2024 para o café arábica, totalizando 35,6 milhões de sacas, essa queda é fruto da estiagem prolongada e altas temperaturas que afetaram as principais regiões produtoras. Diante de uma demanda crescente no consumo de café no mundo, em especial dos países asiáticos e devido as adversidades climáticas nos principais países produtores, houve uma grande preocupação com a oferta de café mundial, fazendo com que os preços de café arábica atingissem as maiores cotações dos últimos anos. Em 20 de janeiro de 2025 os preços internos nas principais praças registraram uma média acima de R$ 2.300,00 a saca do café arábica no mercado físico.<br /><br /> Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos perspectiva de manutenção dos preços em altos patamares, levando em conta a média dos últimos anos. O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro para proteção das margens de rentabilidade na cafeicultura. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>162</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arábica,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/01/2025 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-01-2025-cenario-da-cana-de-acucar--63790046</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 21 de janeiro de 2025, sou Fabíola Lira, assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra Mato Grosso e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br /> A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está praticamente colhida. As chuvas impactaram o ritmo de colheita no início de novembro e várias unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês. Do início da safra até 1º de janeiro a moagem atingiu 613,6 milhões de toneladas, 4,75% abaixo da moagem durante o mesmo período do ano anterior, que foi uma safra recorde.<br /><br /> A próxima safra projeta ser marcada por um crescimento significativo na produção de açúcar, tanto no Brasil quanto no cenário mundial. Conforme consultoria Safras &amp; Mercado, em suas estimativas para a safra 2025/26 a projeção de moagem de cana-de-açúcar no Brasil passou de 661,90 milhões de toneladas, previstas em outubro, para 676,90 milhões. Para a região Centro-Sul, a previsão de colheita foi ajustada de 605 milhões para 620 milhões de toneladas, enquanto a expectativa para o Norte-Nordeste permaneceu estável, com 56,9 milhões de toneladas.<br /><br /> As perspectivas climáticas indicam que a antecipação de um mês do início do período chuvoso no Centro-Sul, favoreceu a maturação das lavouras. Além de que chuvas adicionais posteriores proporcionaram uma melhoria significativa nos níveis de qualidade dos canaviais colhidos na safra 2024/25, criando uma base favorável para um desempenho ainda melhor na safra seguinte.<br /><br /> Conforme analista da Datagro, o principal desafio do setor, que é de capital intensivo, é a taxa de juros elevada. Obviamente, a continuidade de medidas protecionistas em mercados-chave como União Europeia e Estados Unidos também pode ser um obstáculo, apesar do Brasil estar se consolidando cada vez mais como o maior exportador de açúcar, garantindo o abastecimento dessa commoditie a nível global, representando mais de 75% das exportações mundiais de açúcar cru e cerca de 60% dos embarques totais de açúcar cru e branco.<br /><br /> Para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em <a href="https://www.spreaker.com/cms/episodes/63790046/edit/www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a>. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63790046</guid><pubDate>Tue, 21 Jan 2025 20:08:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63790046/20250121_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="4017422" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de janeiro de 2025, sou Fabíola Lira, assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra Mato Grosso e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.

 A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 21 de janeiro de 2025, sou Fabíola Lira, assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra Mato Grosso e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br /> A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está praticamente colhida. As chuvas impactaram o ritmo de colheita no início de novembro e várias unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês. Do início da safra até 1º de janeiro a moagem atingiu 613,6 milhões de toneladas, 4,75% abaixo da moagem durante o mesmo período do ano anterior, que foi uma safra recorde.<br /><br /> A próxima safra projeta ser marcada por um crescimento significativo na produção de açúcar, tanto no Brasil quanto no cenário mundial. Conforme consultoria Safras &amp; Mercado, em suas estimativas para a safra 2025/26 a projeção de moagem de cana-de-açúcar no Brasil passou de 661,90 milhões de toneladas, previstas em outubro, para 676,90 milhões. Para a região Centro-Sul, a previsão de colheita foi ajustada de 605 milhões para 620 milhões de toneladas, enquanto a expectativa para o Norte-Nordeste permaneceu estável, com 56,9 milhões de toneladas.<br /><br /> As perspectivas climáticas indicam que a antecipação de um mês do início do período chuvoso no Centro-Sul, favoreceu a maturação das lavouras. Além de que chuvas adicionais posteriores proporcionaram uma melhoria significativa nos níveis de qualidade dos canaviais colhidos na safra 2024/25, criando uma base favorável para um desempenho ainda melhor na safra seguinte.<br /><br /> Conforme analista da Datagro, o principal desafio do setor, que é de capital intensivo, é a taxa de juros elevada. Obviamente, a continuidade de medidas protecionistas em mercados-chave como União Europeia e Estados Unidos também pode ser um obstáculo, apesar do Brasil estar se consolidando cada vez mais como o maior exportador de açúcar, garantindo o abastecimento dessa commoditie a nível global, representando mais de 75% das exportações mundiais de açúcar cru e cerca de 60% dos embarques totais de açúcar cru e branco.<br /><br /> Para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em <a href="https://www.spreaker.com/cms/episodes/63790046/edit/www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a>. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>252</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/01/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-01-2025-cenario-da-soja--63727730</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 17 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do país, <br />com perspectiva de produtividades recordes. No entanto, no MS e em algumas áreas<br />do Sul do Brasil, o fenômeno climático La Niña vem causando irregularidades na <br />distribuição de chuvas e trazendo preocupações aos produtores destas regiões. <br />Segundo a CONAB, a colheita já foi iniciada em diversas regiões do país. Para o início <br />de fevereiro, existem previsões climáticas apontando grandes volumes de chuvas para <br />o Centro-Oeste e Norte do Brasil, e isso poderá afetar a velocidade da colheita nestas <br />regiões. Na Argentina o plantio segue para a finalização, alcançando 96% da área <br />estimada. Os mapas climáticos indicam continuidade da ausência de chuvas <br />significativas nas principais regiões produtoras. <br />Em seu último relatório, o USDA indicou surpreendentemente redução na produção <br />norte-americana de 121,4 para 118,8 milhões de toneladas, e nos estoques finais de <br />12,79 para 10,33 milhões de toneladas, impactando positivamente as cotações em <br />Chicago. <br />O contrato de soja na CBOT, com vencimento em março/25 fechou em 15/01 cotado <br />a US$ 10,5500/bushel, apresentando alta de 4,2% em relação ao início do mês (10,12 <br />US$).<br />O indicador CEPEA em 15/01 foi cotado a R$ 136,34/saca, apresentando baixa de 2,2%<br />em relação ao início de janeiro. (138,93 R$).<br />Segundo a FAEP – Federação da Agricultura do Estado do Paraná, os prêmios nos <br />portos, já apresentam curvas descendentes para o período de colheita da soja. Para <br />fevereiro de 2025 as cotações já apontam -0,20 US$/Buschel e para março/2025 -0,40 <br />US$. Essa queda reflete alta concentração da colheita, comercialização do grão e <br />problemas logísticos. (https://www.sisteTmafaep.org.br/cotacoes/)<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, <br />operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções <br />de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,98 e U$ 10,28/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,90 e U$ 10,41/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe <br />do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63727730</guid><pubDate>Fri, 17 Jan 2025 15:53:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63727730/20250117_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1437570" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 17 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de 
Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.
O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 17 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do país, <br />com perspectiva de produtividades recordes. No entanto, no MS e em algumas áreas<br />do Sul do Brasil, o fenômeno climático La Niña vem causando irregularidades na <br />distribuição de chuvas e trazendo preocupações aos produtores destas regiões. <br />Segundo a CONAB, a colheita já foi iniciada em diversas regiões do país. Para o início <br />de fevereiro, existem previsões climáticas apontando grandes volumes de chuvas para <br />o Centro-Oeste e Norte do Brasil, e isso poderá afetar a velocidade da colheita nestas <br />regiões. Na Argentina o plantio segue para a finalização, alcançando 96% da área <br />estimada. Os mapas climáticos indicam continuidade da ausência de chuvas <br />significativas nas principais regiões produtoras. <br />Em seu último relatório, o USDA indicou surpreendentemente redução na produção <br />norte-americana de 121,4 para 118,8 milhões de toneladas, e nos estoques finais de <br />12,79 para 10,33 milhões de toneladas, impactando positivamente as cotações em <br />Chicago. <br />O contrato de soja na CBOT, com vencimento em março/25 fechou em 15/01 cotado <br />a US$ 10,5500/bushel, apresentando alta de 4,2% em relação ao início do mês (10,12 <br />US$).<br />O indicador CEPEA em 15/01 foi cotado a R$ 136,34/saca, apresentando baixa de 2,2%<br />em relação ao início de janeiro. (138,93 R$).<br />Segundo a FAEP – Federação da Agricultura do Estado do Paraná, os prêmios nos <br />portos, já apresentam curvas descendentes para o período de colheita da soja. Para <br />fevereiro de 2025 as cotações já apontam -0,20 US$/Buschel e para março/2025 -0,40 <br />US$. Essa queda reflete alta concentração da colheita, comercialização do grão e <br />problemas logísticos. (https://www.sisteTmafaep.org.br/cotacoes/)<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, <br />operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções <br />de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,98 e U$ 10,28/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,90 e U$ 10,41/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe <br />do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e93e09cfe53dc934121a369b3bd1e385.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/01/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-01-2025-cenario-do-boi-gordo--63703099</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 16 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros sete dias úteis de janeiro, foram de 66,4 mil toneladas, com média diária de 9,48 mil toneladas, representando uma alta de 15% no volume diária exportado em relação a jan/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.057,90, representando avanço de 11,8% em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para que a Indústria exportadora se mantenha fortalecida no mercado. No dia 14 de janeiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 325,70, com alta a de 0,03% no dia. Na B3, o contrato futuro de fevereiro de 2025 fechou o dia cotado em R$ 329,65. Há expectativa de manutenção no movimento de recuperação nos contratos de janeiro a maio, após forte recuo no começo de dezembro. A segunda semana de janeiro de 2025 apresentou leve alta no preço do boi gordo, com os frigoríficos enfrentando resistência dos pecuaristas em vender seu animal pronto. A boa oferta de pasto em janeiro contribui para manter o animal na propriedade, conferindo ao produtor o poder de melhores negociações. O mercado de reposição pode seguir com movimento de alta. Apesar da oferta de bezerros ser restrita, a relação de troca com o boi se apresenta favorável ao invernista no comparativo com a média histórica. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Fevereiro de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 320,50 e R$ 327,40 a arroba; Março de 2025 com strike entre R$ 316,10 e R$ 329 a arroba. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63703099</guid><pubDate>Thu, 16 Jan 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63703099/20250116_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="1202782" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 16 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 16 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros sete dias úteis de janeiro, foram de 66,4 mil toneladas, com média diária de 9,48 mil toneladas, representando uma alta de 15% no volume diária exportado em relação a jan/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.057,90, representando avanço de 11,8% em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para que a Indústria exportadora se mantenha fortalecida no mercado. No dia 14 de janeiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 325,70, com alta a de 0,03% no dia. Na B3, o contrato futuro de fevereiro de 2025 fechou o dia cotado em R$ 329,65. Há expectativa de manutenção no movimento de recuperação nos contratos de janeiro a maio, após forte recuo no começo de dezembro. A segunda semana de janeiro de 2025 apresentou leve alta no preço do boi gordo, com os frigoríficos enfrentando resistência dos pecuaristas em vender seu animal pronto. A boa oferta de pasto em janeiro contribui para manter o animal na propriedade, conferindo ao produtor o poder de melhores negociações. O mercado de reposição pode seguir com movimento de alta. Apesar da oferta de bezerros ser restrita, a relação de troca com o boi se apresenta favorável ao invernista no comparativo com a média histórica. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Fevereiro de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 320,50 e R$ 327,40 a arroba; Março de 2025 com strike entre R$ 316,10 e R$ 329 a arroba. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4374ce5c98d369b4892125202194a778.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/01/2025 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-01-2025-cenario-do-arroz--63693582</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 15/01/2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé-RS e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Riograndense do Arroz), a semeadura do arroz na safra 24/25 no estado se encerrou, com uma redução de 2,16% em relação à estimativa de intenção de plantio. Foram semeados 927.885 ha, um pouco menos do estimado pelo instituto, que era uma área de 948.356 ha. A região central do Rio Grande do Sul foi onde houve a maior redução, atingindo somente 84,78% da intenção de semeadura. Nessa região, as áreas destinadas ao cultivo do arroz foram muito atingidas pelas enchentes que ocorreram no mês de maio e, posteriormente, com a frequente ocorrência de chuvas intensas que impossibilitaram a adequação dessas áreas em tempo hábil para semeadura. A área semeada na região central ficou em 106.700 ha, onde inicialmente seria de 125.860 ha. Nas outras regiões, a área plantada ficou conforme a previsão inicial. Segundo o levantamento da safra brasileira de grãos 24/25, a área plantada do arroz do país está estimada em 1.770.000 ha, 10,1% a mais que a safra passada, sendo o Rio Grande do Sul responsável por aproximadamente 68% do arroz produzido no Brasil. Uma novidade para a safra 24/25 é a evolução do Selo Ambiental Prata para o Selo Ouro pelo Instituto Riograndense do Arroz, o IRGA, o qual exige maior nível de rastreabilidade das práticas agrícolas. Essa mudança gera benefícios econômicos e valoriza o arroz sustentável produzido no estado do Rio Grande do Sul. Além disso, essa certificação permitirá que os produtores pleiteiem desconto em linhas de crédito agrícola, como as do plano safra. Quanto a comercialização, levantamento do CEPEA mostra que as negociações envolvendo o arroz em casca estão lenta no spot do Rio Grande do Sul. Segundo o pesquisador do CEPEA, tanto compradores quanto vendedores estão afastados do mercado. Enquanto compradores se atentam às dificuldades típicas nesta época do ano, vendedores estocam produtos, desmotivados com as expressivas quedas de preço nos últimos 2 meses, nesse cenário, os preços seguem enfraquecidos. Na parcial de janeiro/25, o indicador CEPEA e IRGA, 58% de grãos inteiros com pagamento à vista, a saca de 50 kg opera novamente abaixo dos R$100,00. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio, investimento e comercialização. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações. Conte sempre com assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente, sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63693582</guid><pubDate>Wed, 15 Jan 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63693582/20240115_bbcast_agro_cenario_do_arroz.mp3" length="1177548" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 15/01/2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé-RS e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Riograndense do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 15/01/2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé-RS e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Riograndense do Arroz), a semeadura do arroz na safra 24/25 no estado se encerrou, com uma redução de 2,16% em relação à estimativa de intenção de plantio. Foram semeados 927.885 ha, um pouco menos do estimado pelo instituto, que era uma área de 948.356 ha. A região central do Rio Grande do Sul foi onde houve a maior redução, atingindo somente 84,78% da intenção de semeadura. Nessa região, as áreas destinadas ao cultivo do arroz foram muito atingidas pelas enchentes que ocorreram no mês de maio e, posteriormente, com a frequente ocorrência de chuvas intensas que impossibilitaram a adequação dessas áreas em tempo hábil para semeadura. A área semeada na região central ficou em 106.700 ha, onde inicialmente seria de 125.860 ha. Nas outras regiões, a área plantada ficou conforme a previsão inicial. Segundo o levantamento da safra brasileira de grãos 24/25, a área plantada do arroz do país está estimada em 1.770.000 ha, 10,1% a mais que a safra passada, sendo o Rio Grande do Sul responsável por aproximadamente 68% do arroz produzido no Brasil. Uma novidade para a safra 24/25 é a evolução do Selo Ambiental Prata para o Selo Ouro pelo Instituto Riograndense do Arroz, o IRGA, o qual exige maior nível de rastreabilidade das práticas agrícolas. Essa mudança gera benefícios econômicos e valoriza o arroz sustentável produzido no estado do Rio Grande do Sul. Além disso, essa certificação permitirá que os produtores pleiteiem desconto em linhas de crédito agrícola, como as do plano safra. Quanto a comercialização, levantamento do CEPEA mostra que as negociações envolvendo o arroz em casca estão lenta no spot do Rio Grande do Sul. Segundo o pesquisador do CEPEA, tanto compradores quanto vendedores estão afastados do mercado. Enquanto compradores se atentam às dificuldades típicas nesta época do ano, vendedores estocam produtos, desmotivados com as expressivas quedas de preço nos últimos 2 meses, nesse cenário, os preços seguem enfraquecidos. Na parcial de janeiro/25, o indicador CEPEA e IRGA, 58% de grãos inteiros com pagamento à vista, a saca de 50 kg opera novamente abaixo dos R$100,00. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio, investimento e comercialização. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações. Conte sempre com assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente, sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,rizicultor,rizicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/de95053eb2a40f98238bc14a81d49bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/01/2025 - Cenário da batata-doce</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-01-2025-cenario-da-batata-doce--63686938</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios, na região de Canoinhas SC,<b> </b>e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce. A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial. Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes. Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais. Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha. O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63686938</guid><pubDate>Tue, 14 Jan 2025 14:19:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63686938/20250114_bbcast_agro_cenario_da_batata_doce.mp3" length="2710882" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios, na região de Canoinhas SC, e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce. A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios, na região de Canoinhas SC,<b> </b>e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce. A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial. Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes. Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais. Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha. O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>170</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,batata-doce,bataticultor,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0287c219d62998221b599df3eb5ecd8b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/01/2025 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-01-2025-cenario-do-milho--63625739</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, têm oscilado nos últimos dias, devido às preocupações dos investidores com a demanda de milho americana, visto que, o presidente eleito Donald Trump, prometeu impor tarifas a vários países. Além disso, a valorização recente do dólar frente a outras moedas, torna o milho mais caro para os compradores.   O contrato referência março/2025 encerrou no dia 08, cotado a US$ 4,54/bushel.   No Brasil, a expectativa de produção nacional, em 2025, acima da produção de 2024, aliada a um menor volume exportado, tem pressionado os preços no mercado interno. Nota da secretária do comércio exterior (Secex): em dezembro/2024, foram exportadas 4,2 milhões de toneladas, 30% menos que o mesmo período de 2023. No acumulado de 2024, as exportações foram 29% menores que o ano anterior.      No último dia 08, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 74,23 por saca, com aumento de 1,11% nos últimos 30 dias.   De acordo com dados da Conab, apesar da semeadura do milho 1ª safra ainda não ter sido finalizada, com 83% da área cultivada, os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, já iniciaram a colheita, com 4% e 1% da área colhida, respectivamente. A produtividade das primeiras áreas colhidas é considerada satisfatória, porém o déficit hídrico, ocorrido no mês de novembro, durante o estágio de florescimento e enchimento de grãos, deve reduzir o potencial produtivo das lavouras.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,45 e R$ 75,80 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 69,99 e R$ 74,01 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63625739</guid><pubDate>Fri, 10 Jan 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63625739/20250110_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="3227479" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 10 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, têm oscilado nos últimos dias, devido às preocupações dos investidores com a demanda de milho americana, visto que, o presidente eleito Donald Trump, prometeu impor tarifas a vários países. Além disso, a valorização recente do dólar frente a outras moedas, torna o milho mais caro para os compradores.   O contrato referência março/2025 encerrou no dia 08, cotado a US$ 4,54/bushel.   No Brasil, a expectativa de produção nacional, em 2025, acima da produção de 2024, aliada a um menor volume exportado, tem pressionado os preços no mercado interno. Nota da secretária do comércio exterior (Secex): em dezembro/2024, foram exportadas 4,2 milhões de toneladas, 30% menos que o mesmo período de 2023. No acumulado de 2024, as exportações foram 29% menores que o ano anterior.      No último dia 08, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 74,23 por saca, com aumento de 1,11% nos últimos 30 dias.   De acordo com dados da Conab, apesar da semeadura do milho 1ª safra ainda não ter sido finalizada, com 83% da área cultivada, os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, já iniciaram a colheita, com 4% e 1% da área colhida, respectivamente. A produtividade das primeiras áreas colhidas é considerada satisfatória, porém o déficit hídrico, ocorrido no mês de novembro, durante o estágio de florescimento e enchimento de grãos, deve reduzir o potencial produtivo das lavouras.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,45 e R$ 75,80 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 69,99 e R$ 74,01 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e3e6eaeb71e2174caac80a57ea31bad0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/01/2025 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-01-2025-cenario-da-avicultura-de-postura--63625618</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 09 de janeiro de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.  De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a estimativa inicial de produção de ovos para 2025 é de cerca de 59 bilhões de unidades, o que proporcionará um crescimento estimado de 2,4% em relação ao ano de 2024. Conforme dados da SECEX, a exportação de ovos e derivados, em 2024, registrou receita de US$ 165 milhões e volume exportado de 44.576 toneladas, números 13,3% e 12,2%, respectivamente, menores do que o ano de 2023. Em dezembro de 2024, de acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra, retirada em Bastos/SP, foi de R$ 149,25, representando valor 1,75% superior a dezembro de 2023 e 10,97% superior ao mês de janeiro de 2024. Também, de acordo com CEPEA, em dezembro de 2024, os preços médios do milho foram 9,21% superior a dezembro de 2023 e o farelo de soja 17,16% inferior no mesmo período. A relação de troca de dúzia de ovos por quilograma de milho diminuiu. Em março de 2024, mês em que registrou a melhor relação de troca, com uma dúzia de ovos comprava-se 5,38 kg de milho. Em dezembro de 2024, a relação foi de 4,09 kg/dz. O mesmo ocorreu na relação de troca farelo de soja/dúzia de ovos, que em março de 2024 foi de 3,09 kg de farelo de soja/dz de ovos e 2,53 kg/dz, em dezembro de 2024. Diante das oscilações dos preços, observa-se que o poder de compra do avicultor teve queda durante o ano de 2024, mas continua com margens de lucro positivas, porém menores, devido ao aumento do preço do milho, principal insumo da ração. Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado, se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63625618</guid><pubDate>Thu, 09 Jan 2025 14:42:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63625618/20250109_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_postura.mp3" length="1265946" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 09 de janeiro de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.  De acordo com a Associação Brasileira de Proteína...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 09 de janeiro de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.  De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a estimativa inicial de produção de ovos para 2025 é de cerca de 59 bilhões de unidades, o que proporcionará um crescimento estimado de 2,4% em relação ao ano de 2024. Conforme dados da SECEX, a exportação de ovos e derivados, em 2024, registrou receita de US$ 165 milhões e volume exportado de 44.576 toneladas, números 13,3% e 12,2%, respectivamente, menores do que o ano de 2023. Em dezembro de 2024, de acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra, retirada em Bastos/SP, foi de R$ 149,25, representando valor 1,75% superior a dezembro de 2023 e 10,97% superior ao mês de janeiro de 2024. Também, de acordo com CEPEA, em dezembro de 2024, os preços médios do milho foram 9,21% superior a dezembro de 2023 e o farelo de soja 17,16% inferior no mesmo período. A relação de troca de dúzia de ovos por quilograma de milho diminuiu. Em março de 2024, mês em que registrou a melhor relação de troca, com uma dúzia de ovos comprava-se 5,38 kg de milho. Em dezembro de 2024, a relação foi de 4,09 kg/dz. O mesmo ocorreu na relação de troca farelo de soja/dúzia de ovos, que em março de 2024 foi de 3,09 kg de farelo de soja/dz de ovos e 2,53 kg/dz, em dezembro de 2024. Diante das oscilações dos preços, observa-se que o poder de compra do avicultor teve queda durante o ano de 2024, mas continua com margens de lucro positivas, porém menores, devido ao aumento do preço do milho, principal insumo da ração. Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado, se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. ]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,avicultor,avicultura,aviculturadepostura,bancodobrasil,bb,broto,ovos,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3a3a08e217878d89c07eb2dcb2d9a76f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/01/2025 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-01-2025-cenario-do-cafe-conilon--63604733</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 8 de janeiro de 2025. Eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, Bahia, e vamos conversar sobre o cenário do café Conilon. O ano de 2025 será novamente desafiador para a cafeicultura, tanto no Brasil quanto no mundo, especialmente no que diz respeito ao atendimento da demanda global. Pesquisadores do Cepea apontam que os preços, já em níveis recordes, devem permanecer elevados. Esse cenário reflete estoques reduzidos, uma demanda mundial firme e projeções de curto prazo sem aumentos significativos na produção. Além disso, a temporada 2025/26, cuja colheita ocorre em meados deste ano, ainda sentirá os impactos do clima de 2024. Outro fator importante é o câmbio. A desvalorização do Real aumenta a competitividade do café brasileiro no mercado externo, tornando as exportações mais atrativas. No entanto, com preços historicamente altos e incertezas na oferta, o momento exige cautela. No mercado físico brasileiro, o preço do café Conilon tem se mantido estável, em torno de R$ 1.840,00 por saca de 60 kg, sem grandes oscilações recentes. Diante desse cenário, a recomendação para os produtores é continuar acompanhando o mercado, utilizar ferramentas de proteção contra volatilidades e aproveitar momentos de alta nos preços. Essas estratégias ajudam a garantir maior segurança em um ambiente de desafios. O Banco do Brasil está ao lado do produtor, oferecendo linhas de crédito que atendem às diversas necessidades na condução das lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63604733</guid><pubDate>Wed, 08 Jan 2025 10:00:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63604733/20250108_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="910315" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 8 de janeiro de 2025. Eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, Bahia, e vamos conversar sobre o cenário do café Conilon. O ano de 2025 será novamente desafiador para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 8 de janeiro de 2025. Eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, Bahia, e vamos conversar sobre o cenário do café Conilon. O ano de 2025 será novamente desafiador para a cafeicultura, tanto no Brasil quanto no mundo, especialmente no que diz respeito ao atendimento da demanda global. Pesquisadores do Cepea apontam que os preços, já em níveis recordes, devem permanecer elevados. Esse cenário reflete estoques reduzidos, uma demanda mundial firme e projeções de curto prazo sem aumentos significativos na produção. Além disso, a temporada 2025/26, cuja colheita ocorre em meados deste ano, ainda sentirá os impactos do clima de 2024. Outro fator importante é o câmbio. A desvalorização do Real aumenta a competitividade do café brasileiro no mercado externo, tornando as exportações mais atrativas. No entanto, com preços historicamente altos e incertezas na oferta, o momento exige cautela. No mercado físico brasileiro, o preço do café Conilon tem se mantido estável, em torno de R$ 1.840,00 por saca de 60 kg, sem grandes oscilações recentes. Diante desse cenário, a recomendação para os produtores é continuar acompanhando o mercado, utilizar ferramentas de proteção contra volatilidades e aproveitar momentos de alta nos preços. Essas estratégias ajudam a garantir maior segurança em um ambiente de desafios. O Banco do Brasil está ao lado do produtor, oferecendo linhas de crédito que atendem às diversas necessidades na condução das lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>152</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,café,caféconilon,cafeicultor,cafeicultura,conilon</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/57917de4f330d9088fe1887c9b24063b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/01/2025 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-01-2025-cenario-climatico--63600963</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de janeiro de 2025. Meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas- SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, em seu último relatório, a NOAA (Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera dos EUA) manteve previsão de um La Niña próximo da neutralidade. Dessa forma, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, trabalha com a tendência de um fenômeno de curta duração. De acordo com o INMET, nas regiões Sudeste e Centro Oeste, as chuvas neste período são ocasionadas, principalmente, pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto, no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é o principal sistema responsável pela ocorrência de chuvas. Alguns meteorologistas indicam a tendência de chuvas dentro e, ligeiramente, acima da média na parte mais central do Brasil. Ao passo que, em parte do Amazonas, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio Grande do Sul, são previstas chuvas, ligeiramente, abaixo da média. Devido aos corredores de umidade, a área mais central do Brasil tende a ficar com temperaturas, pouco abaixo da média.  Nas demais regiões, temperatura acima da média e sensação de abafado. Devido a possibilidade de ondas de calor e períodos de chuvas mais frequentes, é reforçado o alerta que algumas lavouras sensíveis, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com os eventos. Em grande parte do Centro Oeste e Sudeste, as culturas de verão ainda mantêm a tendência de desenvolvimento favorecido com a elevação dos níveis de umidade no solo. Para a região do MATOPIBA, ainda se requer atenção devido ao déficit e irregularidades das chuvas iniciais, e a tendência de precipitações mais frequentes, conforme o mês de janeiro avança. Assim, atentando o período de verão, e aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63600963</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 14:23:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63600963/20250107_bbcast_agro_cenario_do_clima.mp3" length="1011722" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 07 de janeiro de 2025. Meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas- SP, e falaremos sobre o cenário climático. Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, em seu último relatório,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de janeiro de 2025. Meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas- SP, e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, em seu último relatório, a NOAA (Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera dos EUA) manteve previsão de um La Niña próximo da neutralidade. Dessa forma, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, trabalha com a tendência de um fenômeno de curta duração. De acordo com o INMET, nas regiões Sudeste e Centro Oeste, as chuvas neste período são ocasionadas, principalmente, pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto, no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é o principal sistema responsável pela ocorrência de chuvas. Alguns meteorologistas indicam a tendência de chuvas dentro e, ligeiramente, acima da média na parte mais central do Brasil. Ao passo que, em parte do Amazonas, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio Grande do Sul, são previstas chuvas, ligeiramente, abaixo da média. Devido aos corredores de umidade, a área mais central do Brasil tende a ficar com temperaturas, pouco abaixo da média.  Nas demais regiões, temperatura acima da média e sensação de abafado. Devido a possibilidade de ondas de calor e períodos de chuvas mais frequentes, é reforçado o alerta que algumas lavouras sensíveis, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com os eventos. Em grande parte do Centro Oeste e Sudeste, as culturas de verão ainda mantêm a tendência de desenvolvimento favorecido com a elevação dos níveis de umidade no solo. Para a região do MATOPIBA, ainda se requer atenção devido ao déficit e irregularidades das chuvas iniciais, e a tendência de precipitações mais frequentes, conforme o mês de janeiro avança. Assim, atentando o período de verão, e aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agrometeorologia,agronegócio,clima,laniña,meteorologia,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/10bb56e411d59e66506c5a8de3999fca.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/01/2025 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-01-2025-cenario-da-soja--63557273</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 03 janeiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />Os principais players permanecem atentos ao bom desenvolvimento da safra 2024/2025 <br />na América do Sul, onde o plantio está praticamente encerrado. Mesmo com início lento, <br />o cenário climático que se mostrou ao longo do último trimestre, favoreceu a velocidade <br />da semeadura no Centro- Oeste, que ultrapassou as médias anuais para o mesmo <br />período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a <br />produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra <br />2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido o cultivo em todas as <br />regiões produtoras.<br />Segundo o levantamento do Ministério da Agricultura da Argentina o plantio de soja da <br />safra 2024/25 atingiu 77% da área total prevista de 17,980 milhões de hectares. De <br />acordo com o Ministério, na semana anterior a semeadura estava em 54%. No mesmo <br />período do ano passado, o plantio atingia 71% dos 16,564 milhões de hectares cultivados <br />na temporada 2023/24.<br />Segundo o INMET, os mapas climáticos para os próximos 15 dias, indicam boas <br />condições de precipitação em todas as principais regiões produtoras, com menores <br />volumes na faixa Oeste dos Estados da Região Sul do Brasil.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 abriu o dia 02/01cotado <br />a US$ 10,00/bushel, apresentando alta de 1,9% no primeiro pregão do ano.<br />O indicador CEPEA em 30/12 foi cotado a R$ 135,66/saca, apresentando baixa de 4% em <br />relação ao início de dezembro. <br />A retrospectiva do cenário da soja em 2024: Boa safra Norte Americana e Argentina; baixo <br />incentivo no biodiesel nos EUA; demanda Chinesa cadenciada; instabilidade geopolíticas <br />em função dos conflitos bélicos globais; a eleição presidencial nos EUA e redução da <br />safra 2023/2024 no Brasil.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de <br />caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua <br />safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece <br />diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento <br />de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,63 e U$ 10,01/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,57 e U$ 10,11/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63557273</guid><pubDate>Fri, 03 Jan 2025 13:17:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63557273/20250103_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="1267670" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 03 janeiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de 
Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.
Os principais players permanecem atentos ao bom desenvolvimento da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 03 janeiro de 2025, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br />Os principais players permanecem atentos ao bom desenvolvimento da safra 2024/2025 <br />na América do Sul, onde o plantio está praticamente encerrado. Mesmo com início lento, <br />o cenário climático que se mostrou ao longo do último trimestre, favoreceu a velocidade <br />da semeadura no Centro- Oeste, que ultrapassou as médias anuais para o mesmo <br />período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a <br />produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra <br />2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido o cultivo em todas as <br />regiões produtoras.<br />Segundo o levantamento do Ministério da Agricultura da Argentina o plantio de soja da <br />safra 2024/25 atingiu 77% da área total prevista de 17,980 milhões de hectares. De <br />acordo com o Ministério, na semana anterior a semeadura estava em 54%. No mesmo <br />período do ano passado, o plantio atingia 71% dos 16,564 milhões de hectares cultivados <br />na temporada 2023/24.<br />Segundo o INMET, os mapas climáticos para os próximos 15 dias, indicam boas <br />condições de precipitação em todas as principais regiões produtoras, com menores <br />volumes na faixa Oeste dos Estados da Região Sul do Brasil.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 abriu o dia 02/01cotado <br />a US$ 10,00/bushel, apresentando alta de 1,9% no primeiro pregão do ano.<br />O indicador CEPEA em 30/12 foi cotado a R$ 135,66/saca, apresentando baixa de 4% em <br />relação ao início de dezembro. <br />A retrospectiva do cenário da soja em 2024: Boa safra Norte Americana e Argentina; baixo <br />incentivo no biodiesel nos EUA; demanda Chinesa cadenciada; instabilidade geopolíticas <br />em função dos conflitos bélicos globais; a eleição presidencial nos EUA e redução da <br />safra 2023/2024 no Brasil.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de <br />caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua <br />safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece <br />diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento <br />de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,63 e U$ 10,01/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,57 e U$ 10,11/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cd524b853e99cae36ba46d6a12e56644.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/01/2025 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-01-2025-cenario-do-boi-gordo--63516036</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 2 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quinze dias úteis de dezembro, foram de 127,3 mil tonelada, com média diária de 8,5 mil toneladas, representando uma queda de 18,6% no volume diário exportado em relação a dez/23. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.952, representando alta de 8,9% em relação ao mesmo período de 2023. Diante de um cenário onde parte da indústria se encontrou ausente das compras e com o pecuarista contido nas negociações, o mercado físico do boi gordo não apresentou grandes novidades em uma semana mais curta em decorrência das comemorações de final de ano. De um modo geral, o início do período chuvoso contribui para as boas condições de pastagem. Dessa forma, amplia-se o poder de negociação do pecuarista, que pode segurar o animal no pasto por mais tempo e aguardar o melhor momento para comercializá-lo, fato que sugere preços fortalecidos do animal de reposição. Os gastos de início de ano, como impostos e materiais escolares, pressionam o poder de compra da população. Dessa forma, no mercado doméstico, as proteínas concorrentes, como a carne de frango, continuam sendo mais competitivas quando comparadas com a carne bovina, existindo a possibilidade de migração do consumidor para a fonte de proteína de menor valor. Nesta semana foi noticiado que a China iniciou um procedimento de investigação sobre importações de carne bovina de todos os países de quem importam a carne. O procedimento terá um prazo mínimo de 8 meses e até lá as vendas continuam ocorrendo normalmente. Este fato deve ser acompanhado de perto uma vez que a China é a nossa principal compradora de carne bovina. Assim, os investimentos empregados na atividade pecuária devem ser preservados das oscilações de mercado, seja no valor do boi gordo ou dos insumos utilizados na nutrição animal. Reforça-se, dessa forma, a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63516036</guid><pubDate>Thu, 02 Jan 2025 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63516036/02_01_2025_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="2850107" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 2 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 2 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quinze dias úteis de dezembro, foram de 127,3 mil tonelada, com média diária de 8,5 mil toneladas, representando uma queda de 18,6% no volume diário exportado em relação a dez/23. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.952, representando alta de 8,9% em relação ao mesmo período de 2023. Diante de um cenário onde parte da indústria se encontrou ausente das compras e com o pecuarista contido nas negociações, o mercado físico do boi gordo não apresentou grandes novidades em uma semana mais curta em decorrência das comemorações de final de ano. De um modo geral, o início do período chuvoso contribui para as boas condições de pastagem. Dessa forma, amplia-se o poder de negociação do pecuarista, que pode segurar o animal no pasto por mais tempo e aguardar o melhor momento para comercializá-lo, fato que sugere preços fortalecidos do animal de reposição. Os gastos de início de ano, como impostos e materiais escolares, pressionam o poder de compra da população. Dessa forma, no mercado doméstico, as proteínas concorrentes, como a carne de frango, continuam sendo mais competitivas quando comparadas com a carne bovina, existindo a possibilidade de migração do consumidor para a fonte de proteína de menor valor. Nesta semana foi noticiado que a China iniciou um procedimento de investigação sobre importações de carne bovina de todos os países de quem importam a carne. O procedimento terá um prazo mínimo de 8 meses e até lá as vendas continuam ocorrendo normalmente. Este fato deve ser acompanhado de perto uma vez que a China é a nossa principal compradora de carne bovina. Assim, os investimentos empregados na atividade pecuária devem ser preservados das oscilações de mercado, seja no valor do boi gordo ou dos insumos utilizados na nutrição animal. Reforça-se, dessa forma, a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovino,bovinocultor,bovinocultura,broto,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/19eaac1ff480606ba859a3b35b7d6cc4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/12/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-12-2024-cenario-do-algodao--63516024</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 31 de dezembro de 2024, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.   Desde que o dólar rompeu a barreira dos R$ 6,00 em 28 de novembro, foi desencadeado um recuo na cotação da pluma no mercado internacional. Deste dia em questão até o dia 27 de dezembro, a variação do preço da commodity foi negativa em 6,47%. O destaque do mês de dezembro foi a maior depreciação do real frente ao dólar já registrada; no dia 18: R$ 6,26. Se por um lado o dólar elevado afeta o preço da pluma; por outro lado, traz competitividade ao produto brasileiro. Com a China reticente nas compras no último trimestre do ano, visto que sua safra foi de 6 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Esse volume é quase 3,5% maior que a safra passada. A aposta do Brasil é nos demais países asiáticos que não tiveram colheitas satisfatórias, como o caso do Paquistão, Bangladesh e Vietnã (grandes importadores de pluma). São países que atravessaram intempéries climáticas e necessitarão de maior importação de matéria-prima. Essa demanda tem sido preponderante à atenção dos cotonicultores: como exemplo, a comercialização da safra 2024/25 em Mato Grosso, maior produtor nacional, mesmo com uma variação negativa de quase 12% (dados do site investing.com) da cotação da pluma no mercado internacional, o índice de comercialização é semelhante ao da safra passada (45,61%), comparando o mês de dezembro/23 e dezembro/24, segundo dados do Instituto mato-grossense de economia agropecuária, IMEA. Os trabalhos a campo começam a ganhar volume nos estados de Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, maiores produtores de algodão primeira safra. Em Mato Grosso, o plantio do algodão primeira safra segue em ritmo lento devido às chuvas, porém deverá ser mais intenso após o início da colheita da soja, já que o estado é o maior responsável pela semeadura do algodão segunda safra (65% da área total de plantio do país). Para o produtor continuar garantindo suas margens, o Banco do Brasil oferece as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em: - junho/25 com strike entre U$c 67 e U$c 70/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. O Banco do Brasil deseja a todos um feliz e próspero 2025!! Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63516024</guid><pubDate>Tue, 31 Dec 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63516024/31_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2828373" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 31 de dezembro de 2024, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.   Desde que o dólar rompeu a barreira dos R$ 6,00 em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 31 de dezembro de 2024, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.   Desde que o dólar rompeu a barreira dos R$ 6,00 em 28 de novembro, foi desencadeado um recuo na cotação da pluma no mercado internacional. Deste dia em questão até o dia 27 de dezembro, a variação do preço da commodity foi negativa em 6,47%. O destaque do mês de dezembro foi a maior depreciação do real frente ao dólar já registrada; no dia 18: R$ 6,26. Se por um lado o dólar elevado afeta o preço da pluma; por outro lado, traz competitividade ao produto brasileiro. Com a China reticente nas compras no último trimestre do ano, visto que sua safra foi de 6 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Esse volume é quase 3,5% maior que a safra passada. A aposta do Brasil é nos demais países asiáticos que não tiveram colheitas satisfatórias, como o caso do Paquistão, Bangladesh e Vietnã (grandes importadores de pluma). São países que atravessaram intempéries climáticas e necessitarão de maior importação de matéria-prima. Essa demanda tem sido preponderante à atenção dos cotonicultores: como exemplo, a comercialização da safra 2024/25 em Mato Grosso, maior produtor nacional, mesmo com uma variação negativa de quase 12% (dados do site investing.com) da cotação da pluma no mercado internacional, o índice de comercialização é semelhante ao da safra passada (45,61%), comparando o mês de dezembro/23 e dezembro/24, segundo dados do Instituto mato-grossense de economia agropecuária, IMEA. Os trabalhos a campo começam a ganhar volume nos estados de Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, maiores produtores de algodão primeira safra. Em Mato Grosso, o plantio do algodão primeira safra segue em ritmo lento devido às chuvas, porém deverá ser mais intenso após o início da colheita da soja, já que o estado é o maior responsável pela semeadura do algodão segunda safra (65% da área total de plantio do país). Para o produtor continuar garantindo suas margens, o Banco do Brasil oferece as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em: - junho/25 com strike entre U$c 67 e U$c 70/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. O Banco do Brasil deseja a todos um feliz e próspero 2025!! Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>177</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultor,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/06c4dcde4f3fd701094f45558d4a1bee.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/12/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-12-2024-cenario-do-milho--63487688</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 27 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros negociados na Bolsa de Chicago têm mantido o viés de alta, apoiados nas projeções de reduções nos estoques finais globais e americanos, conforme divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, no último dia 10. Outro fundamento que têm dado suporte aos preços foram os últimos reportes de vendas semanais publicado pelo USDA, apontando melhora na demanda pelo cereal norte americano.   O contrato referência março/25 encerrou no dia 23 cotado a US$ 4,47/bushel.   No Brasil, os preços domésticos estão tentando se recuperar da baixa nas últimas semanas. De acordo com a nota semanal do Cepea, o ritmo das negociações acontece de forma pontual e a liquidez é limitada, com compradores buscando preços menores enquanto os vendedores mantêm suas pedidas.   No último dia 23, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 72,84 por saca.   De acordo com a Conab, em seu relatório de acompanhamento das lavouras publicado nesta semana, o plantio do milho 1ª safra chegou a quase 80% da área cultivada. As condições são favoráveis para o desenvolvimento dos cultivos na maior parte dos estados produtores. Para os próximos dias há previsão de bons volumes de chuvas, em especial nos estados da região sul e sudeste.     O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63487688</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 15:32:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63487688/27_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="2702986" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 27 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros negociados na Bolsa de Chicago têm mantido...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 27 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros negociados na Bolsa de Chicago têm mantido o viés de alta, apoiados nas projeções de reduções nos estoques finais globais e americanos, conforme divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, no último dia 10. Outro fundamento que têm dado suporte aos preços foram os últimos reportes de vendas semanais publicado pelo USDA, apontando melhora na demanda pelo cereal norte americano.   O contrato referência março/25 encerrou no dia 23 cotado a US$ 4,47/bushel.   No Brasil, os preços domésticos estão tentando se recuperar da baixa nas últimas semanas. De acordo com a nota semanal do Cepea, o ritmo das negociações acontece de forma pontual e a liquidez é limitada, com compradores buscando preços menores enquanto os vendedores mantêm suas pedidas.   No último dia 23, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 72,84 por saca.   De acordo com a Conab, em seu relatório de acompanhamento das lavouras publicado nesta semana, o plantio do milho 1ª safra chegou a quase 80% da área cultivada. As condições são favoráveis para o desenvolvimento dos cultivos na maior parte dos estados produtores. Para os próximos dias há previsão de bons volumes de chuvas, em especial nos estados da região sul e sudeste.     O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c7f183fab566cc642163786bf73bf2ac.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/12/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-12-2024-cenario-do-leite--63462224</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de dezembro de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLÁUDIO, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA), e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a outubro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 31,4 %. O leite captado em outubro de 2024 teve queda de 2,60 % na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,81/litro. Esse valor é cerca de 36,2 % maior que o registrado em outubro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo sétimo mês consecutivo. Em novembro de 2024 ocorreu um aumento de 0,3 %, comparado ao mês anterior, influenciado por concentrado e volumosos.  Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 4,3 %. Durante o mês de novembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve alta, comparado ao mês anterior. Ao todo, foram importados 204,3 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,8 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento mensal de 10,0 %. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 876 milhões, correspondente ao volume de 2.200 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 16,5 % na média diária de embarque nos 10 primeiros dias úteis de dezembro de 2024, comparado com o observado no mês de dezembro de 2023, a um preço de US$ 2.131,70 por tonelada. Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é desvalorização média de 1,0% no preço pago pelo litro do leite entregue em dezembro. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63462224</guid><pubDate>Thu, 26 Dec 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63462224/26_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="3377154" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de dezembro de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLÁUDIO, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA), e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a outubro de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de dezembro de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLÁUDIO, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA), e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a outubro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 31,4 %. O leite captado em outubro de 2024 teve queda de 2,60 % na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,81/litro. Esse valor é cerca de 36,2 % maior que o registrado em outubro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo sétimo mês consecutivo. Em novembro de 2024 ocorreu um aumento de 0,3 %, comparado ao mês anterior, influenciado por concentrado e volumosos.  Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 4,3 %. Durante o mês de novembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve alta, comparado ao mês anterior. Ao todo, foram importados 204,3 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,8 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento mensal de 10,0 %. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 876 milhões, correspondente ao volume de 2.200 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 16,5 % na média diária de embarque nos 10 primeiros dias úteis de dezembro de 2024, comparado com o observado no mês de dezembro de 2023, a um preço de US$ 2.131,70 por tonelada. Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é desvalorização média de 1,0% no preço pago pelo litro do leite entregue em dezembro. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,bovinocultura,bovinoculturadeleite,broto,leite,pecuária,pecuáriadeleite</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9ef8e6db7badc41b64447349f1637b8a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/12/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-12-2024-cenario-da-cana-de-acucar--63447914</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de dezembro de 2024, sou Licia Bertolote Lance, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar. A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está se encaminhando para o final. As chuvas impactaram o ritmo de colheita no início de novembro e várias unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês. Do início da safra até 1º de dezembro a moagem atingiu 602,94 milhões de toneladas, 2,75% abaixo da moagem durante o mesmo período do ano anterior, que foi uma safra recorde. Este ano os desafios para a produção de cana-de-açúcar foram grandes, principalmente em função de um longo período de estiagem e também pela ocorrência de incêndios em diversas regiões produtoras. Com isso pode-se observar canaviais prejudicados com ressecamento intenso, atraso de crescimento e aumento de falhas. A antecipação do período de chuvas na região Centro-Sul, iniciado a partir de outubro, contribuiu para amenizar os efeitos dessas condições adversas. O período de verão, de dezembro a março, exige uma gestão rigorosa dos tratos culturais para melhoraria na qualidade dos canaviais. Trata-se do período com maiores níveis de umidade no solo e grande crescimento radicular, possibilitando maior absorção de água e nutrientes pelas plantas. Para a recuperação dos canaviais tem sido recomendada a aplicação de matéria orgânica ou adubos organominerais para estimular o crescimento vegetativo, além de nutrição suplementar com micronutrientes, aminoácidos e bioinsumos, aumento no controle de plantas invasoras, e até o replantio nas áreas mais falhadas e com maior potencial de produtividade. Apesar das adversidades, a expectativa é que a qualidade dos canaviais melhore nos próximos meses com a recuperação das chuvas, e que o Brasil permaneça em posição de liderança no mercado global de açúcar em 2025. Para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e equipamentos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em <a href="https://www.spreaker.com/cms/shows/5002221/www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a>. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63447914</guid><pubDate>Tue, 24 Dec 2024 10:00:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63447914/24_12_2024_bbcast_agro_cenario_da_cana.mp3" length="2896501" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de dezembro de 2024, sou Licia Bertolote Lance, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar. A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de dezembro de 2024, sou Licia Bertolote Lance, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar. A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está se encaminhando para o final. As chuvas impactaram o ritmo de colheita no início de novembro e várias unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês. Do início da safra até 1º de dezembro a moagem atingiu 602,94 milhões de toneladas, 2,75% abaixo da moagem durante o mesmo período do ano anterior, que foi uma safra recorde. Este ano os desafios para a produção de cana-de-açúcar foram grandes, principalmente em função de um longo período de estiagem e também pela ocorrência de incêndios em diversas regiões produtoras. Com isso pode-se observar canaviais prejudicados com ressecamento intenso, atraso de crescimento e aumento de falhas. A antecipação do período de chuvas na região Centro-Sul, iniciado a partir de outubro, contribuiu para amenizar os efeitos dessas condições adversas. O período de verão, de dezembro a março, exige uma gestão rigorosa dos tratos culturais para melhoraria na qualidade dos canaviais. Trata-se do período com maiores níveis de umidade no solo e grande crescimento radicular, possibilitando maior absorção de água e nutrientes pelas plantas. Para a recuperação dos canaviais tem sido recomendada a aplicação de matéria orgânica ou adubos organominerais para estimular o crescimento vegetativo, além de nutrição suplementar com micronutrientes, aminoácidos e bioinsumos, aumento no controle de plantas invasoras, e até o replantio nas áreas mais falhadas e com maior potencial de produtividade. Apesar das adversidades, a expectativa é que a qualidade dos canaviais melhore nos próximos meses com a recuperação das chuvas, e que o Brasil permaneça em posição de liderança no mercado global de açúcar em 2025. Para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e equipamentos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em <a href="https://www.spreaker.com/cms/shows/5002221/www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a>. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1cc528fd22442799321fc8d8aa84b344.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/12/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-12-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--63419605</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 23 de dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   As cotações na BOLSA DE CHICAGO - CBOT deverão continuar pressionadas, fundamentadas pelas projeções favoráveis da safra sul-americana e, também, pela valorização do dólar, tornando as comodities norte-americanas menos competitivas. A perspectiva de uma política protecionista do próximo presidente dos Estados Unidos está gerando uma forte aversão global ao risco, que refletirá na precificação das commodities. No Brasil, os mapas climáticos para os próximos 10 dias, preveem chuvas regulares para todas as regiões produtoras, mantendo os índices de umidade do solo em níveis adequados, favorecendo o desenvolvimento das lavouras.  Na Argentina, para a próxima semana, previsão de chuvas nas principais províncias produtoras. Boas projeções da safra sul-americana, com ampla oferta global da soja, seguirão pressionando as cotações na Bolsa de Chicago, com reflexo no mercado interno. Desta forma, os preços deverão se manter com viés baixista no curto, médio e longo prazos.   <b>Em relação ao milho,</b><b></b> <b> </b> Com o período de festas e o Natal se aproximando, espera-se que o mercado externo esteja mais estável na próxima semana.   Na Bolsa de Mercadoria de Dalian, na China, os futuros do cereal já apresentam baixas de mais de 10% este ano, influenciados pela excelente safra chinesa 24/25 e enfraquecimento da demanda interna.   Adicionalmente, de acordo com a Reuters, as importações do grão pelo país asiático recuaram quase 40% no acumulado do ano até o mês de novembro. O volume importado até o mês passado foi de 13,30 milhões de toneladas. Para comparação, em 2023 a China importou cerca de 23 milhões de toneladas, sendo 16 milhões apenas do Brasil.   De acordo com Conab, na divulgação do seu monitoramento semanal das condições das lavouras, 75% do milho 1ª safra já foi semeado. No RS, 4% das lavouras encontram-se em maturação, e o início da colheita poderá ocorrer ainda em dezembro.    A manutenção do dólar em patamares elevados pode manter o suporte nos preços físicos no curto prazo. <b> </b> <b>Para o café, </b> Após a alta forte e rápida em novembro e início de dezembro, os contratos de arábica na Bolsa de Futuros de Nova York tiveram uma semana de reajustes, realização de lucros e reposicionamento de operadores e especuladores. Para a safra de 2025, há consenso de que ocorra quebra importante na produção brasileira, e que o volume a ser colhido ficará abaixo quando comparado ao ano de 2024. Segundo relatório da Pine Agronegócios, a disponibilidade de café está verdadeiramente baixa e, só a partir de janeiro, o produtor deverá retornar ao mercado, contudo, com um estoque a vender em torno de 15% a 20% da safra-total colhida no Brasil neste ano. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior apontam que a média diária exportada de café não-torrado teve queda de mais de 20% nos 10 primeiros dias úteis de dezembro de 2024 em relação aos meses de 2023. Finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos que A semana com feriado natalino deve apresentar ritmo lento nas negociações, com férias coletivas em várias praças e apreensão dos produtores quanto às perspectivas do mercado do boi para a virada do ano. O mercado de reposição pode seguir com movimento de alta, apesar da retração em praças importantes. A oferta de bezerros ainda é restrita, proporcionando valorização e apetite do invernista disposto a pagar mais ágio na reposição do rebanho. A valorização do dólar também pode voltar a aquecer as negociações no mercado externo, uma vez que a cotação do Boi Gordo na referência CEPEA/São Paulo deve seguir com preços atrativos para o comprador internacional, especialmente em relação aos principais compradores da carne brasileira. Em relação a troca entre o boi gordo e a saca de milho deve seguir favorável ao pecuarista, estimulando os negócios, a produção e favorecendo o caixa, proporcionando condições de investimento em pastagens e demais produções de volumoso. Segundo o CEPEA, a diferença entre a cotação do boi gordo comprado pela indústria em relação à carcaça casada, comercializada com atacadistas, está em mais de R$40 por arroba. Ou seja, a margem encontra-se favorável para a indústria e há espaço para altas nas cotações do Boi Gordo. Na B3, há expectativa de manutenção no movimento de recuperação nos contratos de janeiro a maio, após forte recuo no começo de dezembro.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios E UM ÓTIMO Natal, REPLETO de amor, esperança e MUITAS alegrias! Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63419605</guid><pubDate>Mon, 23 Dec 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63419605/23_12_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="6111443" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 23 de dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 23 de dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   As cotações na BOLSA DE CHICAGO - CBOT deverão continuar pressionadas, fundamentadas pelas projeções favoráveis da safra sul-americana e, também, pela valorização do dólar, tornando as comodities norte-americanas menos competitivas. A perspectiva de uma política protecionista do próximo presidente dos Estados Unidos está gerando uma forte aversão global ao risco, que refletirá na precificação das commodities. No Brasil, os mapas climáticos para os próximos 10 dias, preveem chuvas regulares para todas as regiões produtoras, mantendo os índices de umidade do solo em níveis adequados, favorecendo o desenvolvimento das lavouras.  Na Argentina, para a próxima semana, previsão de chuvas nas principais províncias produtoras. Boas projeções da safra sul-americana, com ampla oferta global da soja, seguirão pressionando as cotações na Bolsa de Chicago, com reflexo no mercado interno. Desta forma, os preços deverão se manter com viés baixista no curto, médio e longo prazos.   <b>Em relação ao milho,</b><b></b> <b> </b> Com o período de festas e o Natal se aproximando, espera-se que o mercado externo esteja mais estável na próxima semana.   Na Bolsa de Mercadoria de Dalian, na China, os futuros do cereal já apresentam baixas de mais de 10% este ano, influenciados pela excelente safra chinesa 24/25 e enfraquecimento da demanda interna.   Adicionalmente, de acordo com a Reuters, as importações do grão pelo país asiático recuaram quase 40% no acumulado do ano até o mês de novembro. O volume importado até o mês passado foi de 13,30 milhões de toneladas. Para comparação, em 2023 a China importou cerca de 23 milhões de toneladas, sendo 16 milhões apenas do Brasil.   De acordo com Conab, na divulgação do seu monitoramento semanal das condições das lavouras, 75% do milho 1ª safra já foi semeado. No RS, 4% das lavouras encontram-se em maturação, e o início da colheita poderá ocorrer ainda em dezembro.    A manutenção do dólar em patamares elevados pode manter o suporte nos preços físicos no curto prazo. <b> </b> <b>Para o café, </b> Após a alta forte e rápida em novembro e início de dezembro, os contratos de arábica na Bolsa de Futuros de Nova York tiveram uma semana de reajustes, realização de lucros e reposicionamento de operadores e especuladores. Para a safra de 2025, há consenso de que ocorra quebra importante na produção brasileira, e que o volume a ser colhido ficará abaixo quando comparado ao ano de 2024. Segundo relatório da Pine Agronegócios, a disponibilidade de café está verdadeiramente baixa e, só a partir de janeiro, o produtor deverá retornar ao mercado, contudo, com um estoque a vender em torno de 15% a 20% da safra-total colhida no Brasil neste ano. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior apontam que a média diária exportada de café não-torrado teve queda de mais de 20% nos 10 primeiros dias úteis de dezembro de 2024 em relação aos meses de 2023. Finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos que A semana com feriado natalino deve apresentar ritmo lento nas negociações, com férias coletivas em várias praças e apreensão dos produtores quanto às perspectivas do mercado do boi para a virada do ano. O mercado de reposição pode seguir com movimento de alta, apesar da retração em praças importantes. A oferta de bezerros ainda é restrita, proporcionando valorização e apetite do invernista disposto a pagar mais ágio na reposição do rebanho. A valorização do dólar também pode voltar a aquecer as negociações no mercado externo, uma vez que a cotação do Boi Gordo na referência CEPEA/São Paulo deve seguir com preços atrativos para o comprador...]]></itunes:summary><itunes:duration>382</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/12/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-12-2024-cenario-da-soja--63415537</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 20 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. As atenções do mercado estão voltadas para o bom desenvolvimento da safra 2024/25 na América do Sul. No Brasil, a fase de plantio já caminha para finalização, com mais de 97% da área projetada semeada.  Após um início lento, devido ao atraso das chuvas no Centro- Oeste, o plantio de soja acelerou a partir da segunda quinzena de outubro, e desde então foi ultrapassando as médias anuais para o mesmo período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra 2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido o cultivo em todas as regiões produtoras. Na Argentina, os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, indicou que o plantio de soja da safra 2024/25 atingiu 66% da área total prevista de 17,9 milhões de hectares, com índice superior em comparação com o mesmo período do ano passado. No último relatório do USDA, a produção projetada para a Argentina foi de 52 milhões de toneladas. Segundo o INMET, os mapas climáticos para os próximos 15 dias, indicam boas condições de precipitação em várias regiões do Brasil, com exceção ao Rio Grande do sul, onde teremos chuvas abaixo da média.   O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 encerrou o dia 18/12 cotado a US$ 9,51/bushel. O mercado registrou estabilidade para o início do mês de dezembro, sem muitas novidades nos fundamentos da commodity, o cenário geopolítico vem ditando as oscilações no curto prazo. O indicador CEPEA em 18/12 foi cotado a R$ 139,44 reais por saca, apresentando baixa de 4,00% para o início de dezembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a forte alta do dólar, demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e baixa oferta do grão disponível. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: -              fev/25 com strike/preço garantido entre 9,15 e U$ 9,53/bushel e -              abril/25 com strike entre U$ 9,10 e U$ 9,62/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!    ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63415537</guid><pubDate>Fri, 20 Dec 2024 13:22:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63415537/20_12_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3754571" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 20 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. As atenções do mercado estão voltadas para o bom desenvolvimento da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 20 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. As atenções do mercado estão voltadas para o bom desenvolvimento da safra 2024/25 na América do Sul. No Brasil, a fase de plantio já caminha para finalização, com mais de 97% da área projetada semeada.  Após um início lento, devido ao atraso das chuvas no Centro- Oeste, o plantio de soja acelerou a partir da segunda quinzena de outubro, e desde então foi ultrapassando as médias anuais para o mesmo período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra 2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido o cultivo em todas as regiões produtoras. Na Argentina, os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, indicou que o plantio de soja da safra 2024/25 atingiu 66% da área total prevista de 17,9 milhões de hectares, com índice superior em comparação com o mesmo período do ano passado. No último relatório do USDA, a produção projetada para a Argentina foi de 52 milhões de toneladas. Segundo o INMET, os mapas climáticos para os próximos 15 dias, indicam boas condições de precipitação em várias regiões do Brasil, com exceção ao Rio Grande do sul, onde teremos chuvas abaixo da média.   O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 encerrou o dia 18/12 cotado a US$ 9,51/bushel. O mercado registrou estabilidade para o início do mês de dezembro, sem muitas novidades nos fundamentos da commodity, o cenário geopolítico vem ditando as oscilações no curto prazo. O indicador CEPEA em 18/12 foi cotado a R$ 139,44 reais por saca, apresentando baixa de 4,00% para o início de dezembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a forte alta do dólar, demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e baixa oferta do grão disponível. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade do mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: -              fev/25 com strike/preço garantido entre 9,15 e U$ 9,53/bushel e -              abril/25 com strike entre U$ 9,10 e U$ 9,62/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!    ]]></itunes:summary><itunes:duration>235</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/953b8c5ea650019778c66bfe6789cbad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/12/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-12-2024-cenario-do-boi-gordo--63375826</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de dezembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dez primeiros dias úteis do mês de dezembro, foram de 89,3 mil toneladas, com média diária de 8,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.907,00, representando aumento de 7,9% em relação ao mesmo período de 2023. No dia 17 de dezembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 310,90, com alta de 0,36% no dia. O indicador do bezerro ESALQ/B3 encerrou o dia em R$ 2.659,24, com alta de 0,31% no dia. De acordo com levantamento do Cepea, no atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina se desvalorizou 3,44% nos dez primeiros dias do mês de dezembro. No início deste mês, os dados indicam diminuição da exportação frente à última semana de novembro. Esse movimento é natural para o último mês do ano, onde provavelmente a China, o nosso principal cliente, esteja com estoque suficiente para consumo nas festas do Ano novo Lunar. No mercado físico, a semana se iniciou com preços estáveis, com tendência de manutenção nas próximas semanas. A escala de abate da Indústria está relativamente confortável, na média Brasil entre 7 e 10 dias, indicando um volume de estoque satisfatório para atender a demanda de até o fim do mês, que conta com um menor número de dias úteis na segunda quinzena. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: fevereiro de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 312,00 e R$ 323,00 /@, e março de 2025 com strike entre R$ 319,00 e 323,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63375826</guid><pubDate>Thu, 19 Dec 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63375826/19_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="3237137" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de dezembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de dezembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dez primeiros dias úteis do mês de dezembro, foram de 89,3 mil toneladas, com média diária de 8,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.907,00, representando aumento de 7,9% em relação ao mesmo período de 2023. No dia 17 de dezembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 310,90, com alta de 0,36% no dia. O indicador do bezerro ESALQ/B3 encerrou o dia em R$ 2.659,24, com alta de 0,31% no dia. De acordo com levantamento do Cepea, no atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina se desvalorizou 3,44% nos dez primeiros dias do mês de dezembro. No início deste mês, os dados indicam diminuição da exportação frente à última semana de novembro. Esse movimento é natural para o último mês do ano, onde provavelmente a China, o nosso principal cliente, esteja com estoque suficiente para consumo nas festas do Ano novo Lunar. No mercado físico, a semana se iniciou com preços estáveis, com tendência de manutenção nas próximas semanas. A escala de abate da Indústria está relativamente confortável, na média Brasil entre 7 e 10 dias, indicando um volume de estoque satisfatório para atender a demanda de até o fim do mês, que conta com um menor número de dias úteis na segunda quinzena. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: fevereiro de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 312,00 e R$ 323,00 /@, e março de 2025 com strike entre R$ 319,00 e 323,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,bovinoculturadecorte,broto,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/beb8958ed9120ac898861699a2c4eec3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/12/2024 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-12-2024-cenario-do-trigo--63353634</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de dezembro de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   A safra brasileira 2024 de trigo está encerrada. A produção nacional foi de 8,064 milhões de toneladas. Percentual 0,4% menor que a safra 2023 e, pelo segundo ano consecutivo, com frustração de safra. Somente o Distrito Federal e os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul não tiveram reduções nas produções obtidas nesta safra. O destaque negativo ficou para o estado do Paraná, com redução de 34% na produção, devido à estiagem que atingiu as lavouras cultivadas no norte do estado, onde o plantio foi realizado mais cedo e posteriormente, geadas ocorridas na metade sul, também impactaram. O estado do Rio Grande do Sul, principal produtor de trigo do país, apesar de enfrentar problemas climáticos em algumas regiões, (chuvas no enchimento de grãos e colheita), que afetaram diretamente a qualidade do grão, teve recuperação de 59% de sua produtividade em relação à safra 23. Obteve produtividade de 3.071 kg/ha, resultando em uma produção estadual de 4,121 milhões de toneladas, sendo essa 42% a mais que a safra passada. O estado de Santa Catarina teve recuperação de 72% na produtividade e 59% na produção do estado, totalizando 460 mil toneladas. No cenário internacional, segundo a bolsa de comércio de Rosário, a colheita argentina avança com 58% da área colhida e com produtividades acima da expectativa. Os números da produção foram revistos para cima em 500 mil toneladas, com produção total esperada de 19,3 milhões de toneladas. Aumento de 33% em relação à safra 2023. Segundo relatório do USDA de dezembro/24, a produção global da safra 24/25 continua sendo um recorde, alcançando 792 milhões de toneladas. Já o consumo também é considerado recorde pois chegou a 802 milhões de toneladas. Essa diferença de 10 milhões de toneladas a mais no consumo, reflete-se na redução dos estoques mundiais. Apesar disso, os preços oscilaram nos principais mercados, reduzindo nos Estados Unidos, Argentina e Austrália, devido as boas condições das lavouras e avanço da colheita nos países do hemisfério sul, e subindo no Canadá e União Europeia, devido a concorrência com trigo russo. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou redução de 2,08% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.387,77/t. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 12%. O aumento da oferta com a finalização da colheita no Rio Grande do Sul, maior produtor nacional, tem pressionado negativamente os preços no mercado interno.  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização para este e outros cereais de inverno. Para maiores informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boas festas.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63353634</guid><pubDate>Wed, 18 Dec 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63353634/18_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="3521768" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de dezembro de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   A safra brasileira 2024 de trigo está encerrada. A produção nacional foi de 8,064 milhões de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de dezembro de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   A safra brasileira 2024 de trigo está encerrada. A produção nacional foi de 8,064 milhões de toneladas. Percentual 0,4% menor que a safra 2023 e, pelo segundo ano consecutivo, com frustração de safra. Somente o Distrito Federal e os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul não tiveram reduções nas produções obtidas nesta safra. O destaque negativo ficou para o estado do Paraná, com redução de 34% na produção, devido à estiagem que atingiu as lavouras cultivadas no norte do estado, onde o plantio foi realizado mais cedo e posteriormente, geadas ocorridas na metade sul, também impactaram. O estado do Rio Grande do Sul, principal produtor de trigo do país, apesar de enfrentar problemas climáticos em algumas regiões, (chuvas no enchimento de grãos e colheita), que afetaram diretamente a qualidade do grão, teve recuperação de 59% de sua produtividade em relação à safra 23. Obteve produtividade de 3.071 kg/ha, resultando em uma produção estadual de 4,121 milhões de toneladas, sendo essa 42% a mais que a safra passada. O estado de Santa Catarina teve recuperação de 72% na produtividade e 59% na produção do estado, totalizando 460 mil toneladas. No cenário internacional, segundo a bolsa de comércio de Rosário, a colheita argentina avança com 58% da área colhida e com produtividades acima da expectativa. Os números da produção foram revistos para cima em 500 mil toneladas, com produção total esperada de 19,3 milhões de toneladas. Aumento de 33% em relação à safra 2023. Segundo relatório do USDA de dezembro/24, a produção global da safra 24/25 continua sendo um recorde, alcançando 792 milhões de toneladas. Já o consumo também é considerado recorde pois chegou a 802 milhões de toneladas. Essa diferença de 10 milhões de toneladas a mais no consumo, reflete-se na redução dos estoques mundiais. Apesar disso, os preços oscilaram nos principais mercados, reduzindo nos Estados Unidos, Argentina e Austrália, devido as boas condições das lavouras e avanço da colheita nos países do hemisfério sul, e subindo no Canadá e União Europeia, devido a concorrência com trigo russo. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou redução de 2,08% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.387,77/t. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 12%. O aumento da oferta com a finalização da colheita no Rio Grande do Sul, maior produtor nacional, tem pressionado negativamente os preços no mercado interno.  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização para este e outros cereais de inverno. Para maiores informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boas festas.]]></itunes:summary><itunes:duration>221</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,trigo,triticultor,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3effd31ab7ed7c7c4b9abe83e14c09ad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/12/2024 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-12-2024-cenario-da-avicultura-de-corte--63342649</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 17 de dezembro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, nos três primeiros trimestres de 2024, foram produzidas pouco mais de 10,3 milhões de toneladas de carcaça, volume 1,7% maior do que no mesmo período de 2023. No último relatório divulgado pelo USDA em outubro de 2024, projeta-se que a produção de carne de frango no mundo, aumentará 1,8 % no ano de 2025 relação ao produzido em 2024. O Brasil continuará como líder na exportação de carne de frango em 2025, com a previsão de comercializar cerca de 5 milhões de toneladas. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em novembro de 2024, aumentaram 18,5% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 436,7 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.875 por tonelada. No mês de novembro de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 1,7% em relação ao mês de outubro de 2024, passando de R$ 4,68 para R$ 4,76 por kg de peso vivo produzido, sendo o item ração o principal responsável por esta alta. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente vem melhorando, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja nesta semana está em R$ 5,50 pelo kg vivo. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63342649</guid><pubDate>Tue, 17 Dec 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63342649/17_12_2024_bbcast_agro_cenario_da_avicultura_de_corte.mp3" length="2898173" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 17 de dezembro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 17 de dezembro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, nos três primeiros trimestres de 2024, foram produzidas pouco mais de 10,3 milhões de toneladas de carcaça, volume 1,7% maior do que no mesmo período de 2023. No último relatório divulgado pelo USDA em outubro de 2024, projeta-se que a produção de carne de frango no mundo, aumentará 1,8 % no ano de 2025 relação ao produzido em 2024. O Brasil continuará como líder na exportação de carne de frango em 2025, com a previsão de comercializar cerca de 5 milhões de toneladas. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em novembro de 2024, aumentaram 18,5% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 436,7 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.875 por tonelada. No mês de novembro de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 1,7% em relação ao mês de outubro de 2024, passando de R$ 4,68 para R$ 4,76 por kg de peso vivo produzido, sendo o item ração o principal responsável por esta alta. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente vem melhorando, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja nesta semana está em R$ 5,50 pelo kg vivo. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,aves,avicultor,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/55d596ae541b7dc588371508f0fa9d58.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/12/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-12-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--63308850</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 16 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, e eu sou Andre Rios,  somos assessores da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   •     <b>A Bolsa de Chicago - CBOT deverá apresentar estabilidade nas cotações</b>, dado o reporte do USDA e o desenvolvimento normal da safra sul-americana. A sinalização de <b>encerramento do plantio no Brasil</b> e <b>na Argentina, que já supera 60%</b> da área prevista, não terá força para movimentar o mercado, expressivamente, de forma positiva. § O <b>clima</b> <b>deverá continuar favorecendo</b> o desenvolvimento das lavouras. Os mapas atualizados pelo <b>Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registram precipitações previstas pra todas as regiões produtoras do país</b>, <b>mantendo os índices de umidade do solo em níveis adequados.</b> <b>Na Argentina</b>, para a próxima semana, as <b>chuvas devem ocorrer de forma mais distribuída,</b> sem excessos, proporcionando <b>condições favoráveis para as lavouras nas principais províncias produtoras.</b> § <b>Mercado sem alterações com lateralidade no curto prazo </b>e, no <b>médio e longo prazos, com a ampla oferta mundial</b> da commodity, o cenário fundamental é baixista. Dessa forma, os <b>preços deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio e longo prazos.</b> <b> </b> <b>E aí, André, quais as novidades pro o milho?!</b>             <b>Em relação ao milho,</b><b> </b> <b> </b> <b>Relatório do USDA reduziu estoques finais e produção globais do grão.</b> Com relação a produção global, número ficou 1,51 bilhões de toneladas a menor, comparada ao relatório de novembro. Já em relação aos <b>estoques finais, houve redução de 2,6% em relação ao mesmo período</b>, ficando em 296,44 milhões de toneladas.   Em<b> relação aos Estados Unidos o relatório diminuiu mais de 5 milhões de toneladas nos estoques finais</b>, comparado a<b>o  relatório anterior,</b> ficando com 44,15 milhões de toneladas. Em contrapartida, foi demonstrada elevação nas projeções de exportação em mais de 6%, em relação ao último relatório, ficando com 62,87 milhões de toneladas.   No Brasil, <b>relatório da Conab aponta para redução de 5,9% da área plantada do milho verão</b>, <b>em relação a última safra</b>, fundamentada principalmente pelo preço baixo da cotação que pesou na decisão de plantio do produtor. <b>Já para o milho safrinha, há perspectiva de incremento de 1% em relação ao mesmo período</b>, sendo esperado 16,6 milhões de hectares plantadas. <b>Com o dólar ainda em patamares elevados e com a demanda aquecida, as perspectivas para curto prazo são de cotações altistas. </b>     <b>Para o café, destaca-se que,</b><b> </b>   ·     O <b>mercado</b> continua com foco nos fundamentos de incertezas na oferta mundial pelas <b>estimativas de quebras da safra 2024/25 no Brasil e no Vietnã;</b>   ·     Em dezembro, historicamente, os <b>produtores brasileiros praticamente param suas vendas</b>, o que pressiona ainda mais os preços do café no curto prazo;     ·     Apesar das chuvas regulares no Brasil no último mês, as preocupações com os <b>efeitos negativos do clima</b> permanecem, especialmente quanto à possível redução na produção brasileira para a safra de 2025;   ·     Além da safra brasileira, o mercado mundial está atento à produção do <b>Vietnã, que sofreu recentemente com problemas climáticos semelhantes aos enfrentados no Brasil.</b> Atualmente, em plena colheita, as <b>lavouras vietnamitas estão sendo impactadas por fortes chuvas</b>, o que pode <b>agravar ainda mais a redução prevista</b> para a safra do café robusta.     André, o que você traz em relação ao boi gordo?!       Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   § O <b>volume expressivo de chuvas</b> no início de dezembro contribui para a <b>manutenção das pastagens</b> nas principais regiões produtoras do Brasil, <b>mantendo o mercado de reposição aquecido.</b> § O <b>mercado atacadista encontra dificuldade em repassar todo aumento dos preços da carne bovina dos últimos meses para o mercado varejista.</b> Caso isso aconteça, a tendência é que os consumidores migrem para outras proteínas de menor valor. § A <b>escala de abate da Indústria está relativamente confortável</b>, na <b>média Brasil entre 7 e 10 dias</b>, indicando um <b>volume de estoque satisfatório</b> para atender a demanda de até o fim do mês, que conta com um menor número de dias úteis na segunda quinzena. § Na <b>B3, podem continuar as oscilações nas cotações</b> no início de <b>2025</b>, mostrando um momento propicio para o produtor se proteger. § No <b>mercado físico a tendência é de manutenção da cotação</b> da arroba do boi gordo para a <b>próxima semana</b>. <b> </b> <b>Assim Sacha, é importante lembrar da necessidade do produtor se proteger quanto a variação dos preços, gerenciando os custos e mitigando o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.</b> <b>     Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!</b>    ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63308850</guid><pubDate>Mon, 16 Dec 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63308850/16_12_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="6176226" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 16 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, e eu sou Andre Rios,  somos assessores da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 16 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, e eu sou Andre Rios,  somos assessores da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   •     <b>A Bolsa de Chicago - CBOT deverá apresentar estabilidade nas cotações</b>, dado o reporte do USDA e o desenvolvimento normal da safra sul-americana. A sinalização de <b>encerramento do plantio no Brasil</b> e <b>na Argentina, que já supera 60%</b> da área prevista, não terá força para movimentar o mercado, expressivamente, de forma positiva. § O <b>clima</b> <b>deverá continuar favorecendo</b> o desenvolvimento das lavouras. Os mapas atualizados pelo <b>Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registram precipitações previstas pra todas as regiões produtoras do país</b>, <b>mantendo os índices de umidade do solo em níveis adequados.</b> <b>Na Argentina</b>, para a próxima semana, as <b>chuvas devem ocorrer de forma mais distribuída,</b> sem excessos, proporcionando <b>condições favoráveis para as lavouras nas principais províncias produtoras.</b> § <b>Mercado sem alterações com lateralidade no curto prazo </b>e, no <b>médio e longo prazos, com a ampla oferta mundial</b> da commodity, o cenário fundamental é baixista. Dessa forma, os <b>preços deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio e longo prazos.</b> <b> </b> <b>E aí, André, quais as novidades pro o milho?!</b>             <b>Em relação ao milho,</b><b> </b> <b> </b> <b>Relatório do USDA reduziu estoques finais e produção globais do grão.</b> Com relação a produção global, número ficou 1,51 bilhões de toneladas a menor, comparada ao relatório de novembro. Já em relação aos <b>estoques finais, houve redução de 2,6% em relação ao mesmo período</b>, ficando em 296,44 milhões de toneladas.   Em<b> relação aos Estados Unidos o relatório diminuiu mais de 5 milhões de toneladas nos estoques finais</b>, comparado a<b>o  relatório anterior,</b> ficando com 44,15 milhões de toneladas. Em contrapartida, foi demonstrada elevação nas projeções de exportação em mais de 6%, em relação ao último relatório, ficando com 62,87 milhões de toneladas.   No Brasil, <b>relatório da Conab aponta para redução de 5,9% da área plantada do milho verão</b>, <b>em relação a última safra</b>, fundamentada principalmente pelo preço baixo da cotação que pesou na decisão de plantio do produtor. <b>Já para o milho safrinha, há perspectiva de incremento de 1% em relação ao mesmo período</b>, sendo esperado 16,6 milhões de hectares plantadas. <b>Com o dólar ainda em patamares elevados e com a demanda aquecida, as perspectivas para curto prazo são de cotações altistas. </b>     <b>Para o café, destaca-se que,</b><b> </b>   ·     O <b>mercado</b> continua com foco nos fundamentos de incertezas na oferta mundial pelas <b>estimativas de quebras da safra 2024/25 no Brasil e no Vietnã;</b>   ·     Em dezembro, historicamente, os <b>produtores brasileiros praticamente param suas vendas</b>, o que pressiona ainda mais os preços do café no curto prazo;     ·     Apesar das chuvas regulares no Brasil no último mês, as preocupações com os <b>efeitos negativos do clima</b> permanecem, especialmente quanto à possível redução na produção brasileira para a safra de 2025;   ·     Além da safra brasileira, o mercado mundial está atento à produção do <b>Vietnã, que sofreu recentemente com problemas climáticos semelhantes aos enfrentados no Brasil.</b> Atualmente, em plena colheita, as <b>lavouras vietnamitas estão sendo impactadas por fortes chuvas</b>, o que pode <b>agravar ainda mais a redução prevista</b> para a safra do café robusta.     André, o que você traz em relação ao boi gordo?!       Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   § O <b>volume expressivo de...]]></itunes:summary><itunes:duration>387</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/12/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-12-2024-cenario-do-milho--63301641</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mercado externo reagiu positivamente com a divulgação do relatório de oferta e demanda global pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, publicado na última terça-feira. Dentre as principais alterações, o USDA reduziu o estoque final mundial em 2,61%. Já para as estimativas norte-americanas, o boletim surpreendeu o mercado, apresentando aumento nas exportações do país, em 6,45%, refletindo o bom ritmo de vendas e embarques. Com o incremento nas exportações, os estoques finais foram reduzidos em quase 5 milhões de toneladas, estimados agora em 44,15 milhões.   Adicionalmente, o órgão tem perspectiva de crescimento da utilização de milho para a produção de etanol estadunidense para a Safra 2024/25, já que o recente relatório de esmagamento de grãos e dados semanais de produção de etanol apontou que a quantidade utilizada durante o trimestre de setembro a novembro foi a mais elevada desde 2017.   O contrato referência março/25 encerrou na terça-feira cotado a US$ 4,48/bushel, alta de 1,53% em relação ao pregão do dia anterior.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 72,2% da área total, conforme publicação semanal da Conab. Nos principais estados produtores deste ciclo, as condições encontram-se favoráveis para as lavouras já implantadas.   Os preços domésticos reagiram nos últimos dias. De acordo com a nota semanal do Cepea, apesar dos compradores estarem afastados do mercado e as exportações em menor ritmo quando comparado ao mesmo período do ano passado, os vendedores também estão cautelosos e atentos ao desenvolvimento das lavouras da safra verão, indicando que, no atual momento, a liquidez é baixa.   No dia 10 de dezembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 73,62 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,80 e R$ 75,00 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 71,00 e R$ 73,93 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63301641</guid><pubDate>Fri, 13 Dec 2024 13:19:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63301641/13_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="3647573" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 13 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mercado externo reagiu positivamente com a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mercado externo reagiu positivamente com a divulgação do relatório de oferta e demanda global pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, publicado na última terça-feira. Dentre as principais alterações, o USDA reduziu o estoque final mundial em 2,61%. Já para as estimativas norte-americanas, o boletim surpreendeu o mercado, apresentando aumento nas exportações do país, em 6,45%, refletindo o bom ritmo de vendas e embarques. Com o incremento nas exportações, os estoques finais foram reduzidos em quase 5 milhões de toneladas, estimados agora em 44,15 milhões.   Adicionalmente, o órgão tem perspectiva de crescimento da utilização de milho para a produção de etanol estadunidense para a Safra 2024/25, já que o recente relatório de esmagamento de grãos e dados semanais de produção de etanol apontou que a quantidade utilizada durante o trimestre de setembro a novembro foi a mais elevada desde 2017.   O contrato referência março/25 encerrou na terça-feira cotado a US$ 4,48/bushel, alta de 1,53% em relação ao pregão do dia anterior.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 72,2% da área total, conforme publicação semanal da Conab. Nos principais estados produtores deste ciclo, as condições encontram-se favoráveis para as lavouras já implantadas.   Os preços domésticos reagiram nos últimos dias. De acordo com a nota semanal do Cepea, apesar dos compradores estarem afastados do mercado e as exportações em menor ritmo quando comparado ao mesmo período do ano passado, os vendedores também estão cautelosos e atentos ao desenvolvimento das lavouras da safra verão, indicando que, no atual momento, a liquidez é baixa.   No dia 10 de dezembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 73,62 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,80 e R$ 75,00 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 71,00 e R$ 73,93 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/39ceaea75914d281dfb6f22063d422fb.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/12/2024 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-12-2024-cenario-da-suinocultura--63275485</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de dezembro de 2024, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O cenário atual da suinocultura brasileira permanece favorável, com preços pagos ao produtor em alta, oferta ajustada no mercado interno e exportações em alta. O fechamento dos dados de campo referentes ao mês de outubro/24, de acordo com a Embrapa Aves e Suínos, nos três Estados da região Sul, confirma o bom momento pela qual passa a atividade, com rentabilidade média alcançada ao redor de 40%. As exportações brasileiras de carne suína (incluindo produtos in natura e processados) cresceram fortemente em outubro, com valores e receita recordes para o mês, de acordo com a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997. Foram 129,7 mil toneladas embarcadas em outubro, aumento de 8,9% frente ao mês anterior e de significativos 41% sobre outubro/23, conforme dados da Secex compilados pelo Cepea. De janeiro a outubro, o total escoado soma 1,1 milhão de toneladas, avanço de 10,8% em relação ao mesmo período de 2023. Importante destacar quanto ao mercado externo é a diversificação de compradores, reduzindo cada vez mais a dependência da China. Destaques para Filipinas, que passou a ser o maior comprador, e o Japão, que é um mercado exigente, com maior valor agregado. Depois de avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores frente ao milho caiu em outubro. Isso porque o cereal se valorizou em maior intensidade que o animal vivo. Em relação ao farelo de soja, o poder de compra do suinocultor cresceu de setembro para outubro. Nos últimos dias, os preços do suíno vivo e da carne subiram em menor intensidade. Isso se deve ao período de final de mês e aos consecutivos aumentos observados ao longo de novembro. Mesmo com altas menos expressivas, as cotações atingiram novos recordes nominais, ao redor de R$ 10,00 o kg vivo nas diversas praças produtoras, refletindo a combinação de oferta de animais restrita e demandas interna e externa aquecidas.  O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63275485</guid><pubDate>Thu, 12 Dec 2024 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63275485/12_12_2024_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="2979257" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de dezembro de 2024, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O cenário atual da suinocultura brasileira permanece favorável, com preços pagos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de dezembro de 2024, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O cenário atual da suinocultura brasileira permanece favorável, com preços pagos ao produtor em alta, oferta ajustada no mercado interno e exportações em alta. O fechamento dos dados de campo referentes ao mês de outubro/24, de acordo com a Embrapa Aves e Suínos, nos três Estados da região Sul, confirma o bom momento pela qual passa a atividade, com rentabilidade média alcançada ao redor de 40%. As exportações brasileiras de carne suína (incluindo produtos in natura e processados) cresceram fortemente em outubro, com valores e receita recordes para o mês, de acordo com a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997. Foram 129,7 mil toneladas embarcadas em outubro, aumento de 8,9% frente ao mês anterior e de significativos 41% sobre outubro/23, conforme dados da Secex compilados pelo Cepea. De janeiro a outubro, o total escoado soma 1,1 milhão de toneladas, avanço de 10,8% em relação ao mesmo período de 2023. Importante destacar quanto ao mercado externo é a diversificação de compradores, reduzindo cada vez mais a dependência da China. Destaques para Filipinas, que passou a ser o maior comprador, e o Japão, que é um mercado exigente, com maior valor agregado. Depois de avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores frente ao milho caiu em outubro. Isso porque o cereal se valorizou em maior intensidade que o animal vivo. Em relação ao farelo de soja, o poder de compra do suinocultor cresceu de setembro para outubro. Nos últimos dias, os preços do suíno vivo e da carne subiram em menor intensidade. Isso se deve ao período de final de mês e aos consecutivos aumentos observados ao longo de novembro. Mesmo com altas menos expressivas, as cotações atingiram novos recordes nominais, ao redor de R$ 10,00 o kg vivo nas diversas praças produtoras, refletindo a combinação de oferta de animais restrita e demandas interna e externa aquecidas.  O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,broto,pecuária,suinocultor,suinocultura,suínos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3c8f13b4e86664dda5f1cb55daec14d1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/12/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-12-2024-cenario-do-cafe-arabica--63257040</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11 de dezembro de 2024. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Apesar das chuvas regulares no Brasil no último mês, as preocupações com os efeitos negativos do clima permanecem, especialmente quanto à possível redução na produção brasileira para a safra de 2025. Além da safra brasileira, o mercado mundial está atento à produção do Vietnã, que sofreu, no passado, com problemas climáticos semelhantes aos enfrentados no Brasil. Atualmente, em plena colheita, as lavouras vietnamitas estão sendo impactadas por fortes chuvas, o que pode agravar ainda mais a redução prevista para a safra de robusta. Nesse cenário de incertezas sobre a produção de arábica no Brasil, maior produtor mundial, e sobre o robusta no Vietnã, espera-se que os preços se mantenham em patamares elevados em relação à média dos últimos anos. Em Minas Gerais, o preço médio atual da saca de 60 quilos de café arábica está em R$ 2.200,00. Por outro lado, o volume de exportações brasileiras traz um cenário otimista. O país alcançou um novo recorde, com 46,4 milhões de sacas exportadas de janeiro a novembro de 2024, segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), apesar dos desafios logísticos nos portos. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços. Essas soluções permitem que o produtor assegure margens em um mercado volátil e desafiador. Além disso, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas que ajudam a proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura, garantindo maior segurança ao produtor. Entre em contato com seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63257040</guid><pubDate>Wed, 11 Dec 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63257040/11_12_2024_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2076883" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 11 de dezembro de 2024. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Apesar das chuvas regulares no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11 de dezembro de 2024. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Apesar das chuvas regulares no Brasil no último mês, as preocupações com os efeitos negativos do clima permanecem, especialmente quanto à possível redução na produção brasileira para a safra de 2025. Além da safra brasileira, o mercado mundial está atento à produção do Vietnã, que sofreu, no passado, com problemas climáticos semelhantes aos enfrentados no Brasil. Atualmente, em plena colheita, as lavouras vietnamitas estão sendo impactadas por fortes chuvas, o que pode agravar ainda mais a redução prevista para a safra de robusta. Nesse cenário de incertezas sobre a produção de arábica no Brasil, maior produtor mundial, e sobre o robusta no Vietnã, espera-se que os preços se mantenham em patamares elevados em relação à média dos últimos anos. Em Minas Gerais, o preço médio atual da saca de 60 quilos de café arábica está em R$ 2.200,00. Por outro lado, o volume de exportações brasileiras traz um cenário otimista. O país alcançou um novo recorde, com 46,4 milhões de sacas exportadas de janeiro a novembro de 2024, segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), apesar dos desafios logísticos nos portos. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços. Essas soluções permitem que o produtor assegure margens em um mercado volátil e desafiador. Além disso, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas que ajudam a proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura, garantindo maior segurança ao produtor. Entre em contato com seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>130</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arábica,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c733554967d8da94162496b82fbf1503.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/12/2024 - Cenário do melão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-12-2024-cenario-do-melao--63245225</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de dezembro de 2024, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   Segundo o CEPEA até novembro 2024, o <a href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/melao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">melão</a> amarelo foi vendido por R$ 62 a caixa de 13 quilos, aumento de 23% em relação ao ano anterior e o maior valor nominal. O pele de sapo, orange, cantaloupe e gália também alcançaram esse desempenho. O pele de sapo, por exemplo, foi comercializado a R$ 57 a caixa de 10 quilos, alta de 24% na comparação anual e também recorde.   Este cenário se deve à menor disponibilidade da fruta no mercado interno, sobretudo nos primeiros meses da safra de exportação 2024/25, que escoou boa parte da oferta local, garantindo bons preços no mercado interno. No entanto, desde outubro, os preços apresentaram redução devido ao aumento da área de plantio no Vale do São Francisco.   Estimativas do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex) apontam um crescimento na exportação de melão e melancia da ordem de 8% na safra 2024/2025. O incremento seria equivalente a 24 mil toneladas a mais no envio dessas frutas ao mercado externo. Na safra 2023/2024, o RN exportou mais de 87 mil toneladas dessas duas frutas, principalmente, para Espanha, Holanda e Reino Unido.   As estatísticas consolidam o RN como maior produtor e exportador de melão do Brasil. No período de janeiro a maio deste ano, o estado obteve destaque no mercado externo, com o melão representando cerca de 69 % das exportações.   O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em:<ul><li>Implantação/manutenção de áreas cultivadas;</li><li> Irrigação,</li><li>Exportação;</li><li>Armazenagem;</li><li>Comercialização.</li></ul>  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63245225</guid><pubDate>Tue, 10 Dec 2024 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63245225/10_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_melao.mp3" length="2428386" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de dezembro de 2024, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   Segundo o CEPEA até novembro 2024, o https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/melao/ amarelo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de dezembro de 2024, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   Segundo o CEPEA até novembro 2024, o <a href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/melao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">melão</a> amarelo foi vendido por R$ 62 a caixa de 13 quilos, aumento de 23% em relação ao ano anterior e o maior valor nominal. O pele de sapo, orange, cantaloupe e gália também alcançaram esse desempenho. O pele de sapo, por exemplo, foi comercializado a R$ 57 a caixa de 10 quilos, alta de 24% na comparação anual e também recorde.   Este cenário se deve à menor disponibilidade da fruta no mercado interno, sobretudo nos primeiros meses da safra de exportação 2024/25, que escoou boa parte da oferta local, garantindo bons preços no mercado interno. No entanto, desde outubro, os preços apresentaram redução devido ao aumento da área de plantio no Vale do São Francisco.   Estimativas do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex) apontam um crescimento na exportação de melão e melancia da ordem de 8% na safra 2024/2025. O incremento seria equivalente a 24 mil toneladas a mais no envio dessas frutas ao mercado externo. Na safra 2023/2024, o RN exportou mais de 87 mil toneladas dessas duas frutas, principalmente, para Espanha, Holanda e Reino Unido.   As estatísticas consolidam o RN como maior produtor e exportador de melão do Brasil. No período de janeiro a maio deste ano, o estado obteve destaque no mercado externo, com o melão representando cerca de 69 % das exportações.   O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em:<ul><li>Implantação/manutenção de áreas cultivadas;</li><li> Irrigação,</li><li>Exportação;</li><li>Armazenagem;</li><li>Comercialização.</li></ul>  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>152</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,fruticultura,melão</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6d095d6337786717d06d041b6f42331c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/12/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-12-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--63194584</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 09 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora   da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Na CBOT, o foco deverá permanecer sobre o bom desenvolvimento da safra sul-americana. No Brasil, a semeadura já se encaminha para a fase final, com mais de 95% da área plantada, enquanto na Argentina a semeadura supera os 54% da área a ser cultivada. Os relatórios da USDA e CONAB no decorrer da semana poderão trazer novos dados para movimentação de mercado. Para os próximos dias no quesito clima, os mapas atualizados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) são de chuvas relevantes em todas as regiões produtoras de soja, exceto para parte do nordeste e sudoeste do MT. Na Argentina, para a próxima semana, chuvas regulares nas regiões produtoras. O mercado deve permanecer na lateralidade no curto prazo, embora no médio e longo prazos a ampla oferta mundial da commodity, devem manter o cenário fundamental baixista. Assim aos preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e de baixa para o médio prazo.       <b>No tocante ao milho,</b><b> </b> Caso a demanda pelo grão estadunidense venha abaixo do esperado, seja nas vendas semanais para exportação ou para a produção de etanol, os futuros na CBOT poderão reagir negativamente. A geopolítica global pode influenciar os futuros em Chicago, com os desdobramentos da crise política na Coreia do Sul. Nesta semana, serão divulgados os levantamentos de oferta e demanda do USDA e da Conab, referentes ao mês de dezembro. Com o clima regular na América do Sul, os órgãos podem revisar suas estimativas direcionando para aumento  da produção, o que pode trazer volatilidade para os mercados. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada (Imea), a Safra 2024/25 de milho no Mato Grosso foi estimada em 45,85 milhões de toneladas, alta de 0,68% em relação à estimativa anterior, motivada pela perspectiva de aumento de área devido à melhora no preço futuro para o estado. Com a comercialização lenta e boas previsões climáticas para os próximos dias, as cotações internas podem seguir pressionadas no curto prazo. <b> </b>   <b>Para o café, destaca-se que,</b><b> </b>   O mercado acompanha com apreensão a estimativa de quebra da Safra 2024/25 do Brasil, apesar de chuvas mais regulares ao longo das últimas semanas e continuidade ao longo desta também. A espera de preços melhores, os cafeicultores brasileiros diminuem as vendas no final de ano, o que tem pressionado os preços do café positivamente.  O dólar em alta favorece o alto preço do café, sendo atrativo para a comercialização do produto disponível e para vendas futuras. As chuvas permanecem volumosas no Vietnã e devem continuar influenciando o ritmo da colheita no país.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   No último dia útil de novembro, na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo.  A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$351,69.  Na última semana de novembro, os preços dos contratos futuros na B3 sofreram forte desvalorização, podendo sinalizar uma reversão no movimento altista que vinha ocorrendo com o preço da arroba. Com o dólar forte, acima da casa dos R$ 6,00, e a demanda aquecida da China, nossa principal compradora, as exportações de carne bovina foram expressivas nos últimos meses. Entretanto, as últimas três semanas apresentaram desaceleração no ritmo de embarque, sinalizando menor intenção de compra do país asiático, indicando possível  pressão baixista no preço da carne bovina no mercado internacional. Diante desse cenário de incertezas, em algumas regiões a indústria se manteve “fora das compras”, com alguns frigoríficos anunciando férias coletivas. Tal fato contribui para frear a valorização no preço do boi gordo no mercado doméstico. Assim, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63194584</guid><pubDate>Mon, 09 Dec 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63194584/09_12_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5546780" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 09 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora   da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 09 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora   da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Na CBOT, o foco deverá permanecer sobre o bom desenvolvimento da safra sul-americana. No Brasil, a semeadura já se encaminha para a fase final, com mais de 95% da área plantada, enquanto na Argentina a semeadura supera os 54% da área a ser cultivada. Os relatórios da USDA e CONAB no decorrer da semana poderão trazer novos dados para movimentação de mercado. Para os próximos dias no quesito clima, os mapas atualizados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) são de chuvas relevantes em todas as regiões produtoras de soja, exceto para parte do nordeste e sudoeste do MT. Na Argentina, para a próxima semana, chuvas regulares nas regiões produtoras. O mercado deve permanecer na lateralidade no curto prazo, embora no médio e longo prazos a ampla oferta mundial da commodity, devem manter o cenário fundamental baixista. Assim aos preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e de baixa para o médio prazo.       <b>No tocante ao milho,</b><b> </b> Caso a demanda pelo grão estadunidense venha abaixo do esperado, seja nas vendas semanais para exportação ou para a produção de etanol, os futuros na CBOT poderão reagir negativamente. A geopolítica global pode influenciar os futuros em Chicago, com os desdobramentos da crise política na Coreia do Sul. Nesta semana, serão divulgados os levantamentos de oferta e demanda do USDA e da Conab, referentes ao mês de dezembro. Com o clima regular na América do Sul, os órgãos podem revisar suas estimativas direcionando para aumento  da produção, o que pode trazer volatilidade para os mercados. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada (Imea), a Safra 2024/25 de milho no Mato Grosso foi estimada em 45,85 milhões de toneladas, alta de 0,68% em relação à estimativa anterior, motivada pela perspectiva de aumento de área devido à melhora no preço futuro para o estado. Com a comercialização lenta e boas previsões climáticas para os próximos dias, as cotações internas podem seguir pressionadas no curto prazo. <b> </b>   <b>Para o café, destaca-se que,</b><b> </b>   O mercado acompanha com apreensão a estimativa de quebra da Safra 2024/25 do Brasil, apesar de chuvas mais regulares ao longo das últimas semanas e continuidade ao longo desta também. A espera de preços melhores, os cafeicultores brasileiros diminuem as vendas no final de ano, o que tem pressionado os preços do café positivamente.  O dólar em alta favorece o alto preço do café, sendo atrativo para a comercialização do produto disponível e para vendas futuras. As chuvas permanecem volumosas no Vietnã e devem continuar influenciando o ritmo da colheita no país.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   No último dia útil de novembro, na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo.  A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$351,69.  Na última semana de novembro, os preços dos contratos futuros na B3 sofreram forte desvalorização, podendo sinalizar uma reversão no movimento altista que vinha ocorrendo com o preço da arroba. Com o dólar forte, acima da casa dos R$ 6,00, e a demanda aquecida da China, nossa principal compradora, as exportações de carne bovina foram expressivas nos últimos meses. Entretanto, as últimas três semanas apresentaram desaceleração no ritmo de embarque, sinalizando menor intenção de compra do país asiático, indicando possível  pressão baixista no preço da carne bovina no mercado internacional. Diante desse cenário de incertezas, em algumas regiões a indústria se manteve “fora das compras”, com alguns frigoríficos anunciando...]]></itunes:summary><itunes:duration>347</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/12/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-12-2024-cenario-da-soja--63178080</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 06 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. Com a conclusão da safra nos EUA, as atenções dos traders se voltam sobre o bom desenvolvimento da safra 2024/25 na América do Sul. No Brasil, a fase de plantio já caminha para finalização, com mais de 92% da área projetada semeada.  Após um início lento, devido ao atraso do começo das chuvas no Centro- Oeste, o plantio de soja acelerou a partir da segunda quinzena de outubro, e desde então foi ultrapassando as médias anuais e plurianuais para o mesmo período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra 2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido os cultivos em todas as regiões produtoras. Na Argentina, os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, indicou que o plantio de soja da safra 2024/25 atingiu 47% da área total prevista de 17,9 milhões de hectares, com índice superior em comparação com o mesmo período do ano passado e a produção projetada se mantem em 51 milhões de toneladas. Apesar das expectativas positivas, o clima deve continuar no radar, com os impactos do fenômeno climático La Niña, mesmo com baixa intensidade. Segundo o INMET,  de modo geral, os próximos meses (dez/jan/fev) indicam precipitações e temperaturas acima do normal para a maioria dos estados produtores.   O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 encerrou o dia 05/12 cotado a US$ 9,88/bushel. O mercado registrou estabilidade para o início do mês de dezembro, sem muitas novidades nos fundamentos da commodity, o cenário geopolítico vem ditando as oscilações no curto prazo. O indicador CEPEA em 04/12 foi cotado a R$ 143,50 reais por saca, apresentando baixa de 1,46% para o início de dezembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a forte alta do dólar, demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e baixa oferta do grão disponível. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,49 e U$ 9,95/bushel e - abril/25 com strike entre U$ 9,46 e U$ 10,00/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63178080</guid><pubDate>Fri, 06 Dec 2024 10:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63178080/06_12_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3842342" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 06 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. Com a conclusão da safra nos EUA, as atenções dos traders se voltam sobre o bom...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 06 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. Com a conclusão da safra nos EUA, as atenções dos traders se voltam sobre o bom desenvolvimento da safra 2024/25 na América do Sul. No Brasil, a fase de plantio já caminha para finalização, com mais de 92% da área projetada semeada.  Após um início lento, devido ao atraso do começo das chuvas no Centro- Oeste, o plantio de soja acelerou a partir da segunda quinzena de outubro, e desde então foi ultrapassando as médias anuais e plurianuais para o mesmo período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra 2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido os cultivos em todas as regiões produtoras. Na Argentina, os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, indicou que o plantio de soja da safra 2024/25 atingiu 47% da área total prevista de 17,9 milhões de hectares, com índice superior em comparação com o mesmo período do ano passado e a produção projetada se mantem em 51 milhões de toneladas. Apesar das expectativas positivas, o clima deve continuar no radar, com os impactos do fenômeno climático La Niña, mesmo com baixa intensidade. Segundo o INMET,  de modo geral, os próximos meses (dez/jan/fev) indicam precipitações e temperaturas acima do normal para a maioria dos estados produtores.   O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 encerrou o dia 05/12 cotado a US$ 9,88/bushel. O mercado registrou estabilidade para o início do mês de dezembro, sem muitas novidades nos fundamentos da commodity, o cenário geopolítico vem ditando as oscilações no curto prazo. O indicador CEPEA em 04/12 foi cotado a R$ 143,50 reais por saca, apresentando baixa de 1,46% para o início de dezembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a forte alta do dólar, demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e baixa oferta do grão disponível. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,49 e U$ 9,95/bushel e - abril/25 com strike entre U$ 9,46 e U$ 10,00/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>241</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea451aea719f30fd7124b22c2bccb2c5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/12/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-12-2024-cenario-do-boi-gordo--63146999</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 5 de dezembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quatorze dias úteis de novembro, foram de 180 mil toneladas, com média diária de 12,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.864,00, representando alta de 6% em relação ao mesmo período de 2023. No dia 3 de dezembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 336,40, com queda de 4,38% no dia. O preço da reposição continua sua escalada, com o indicador do bezerro ESALQ/B3 encerrando o dia em R$ 2697,73, com queda de 0,11% no dia. No último dia útil de novembro, na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$351,69/@. Na última semana de novembro os preços dos contratos futuros na B3 sofreram forte desvalorização, podendo sinalizar uma reversão no movimento altista que vinha ocorrendo com o preço da arroba. Após várias semanas com o preço da arroba do boi gordo em alta, esta semana se iniciou com preços estáveis no mercado físico, com alguns frigoríficos fora das compras e outros sinalizando férias coletivas, o que poderá levar ao final das valorizações constantes. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 304,50 e 311,00 /@, e janeiro de 2025 com strike entre R$ 292,00 e 302,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63146999</guid><pubDate>Thu, 05 Dec 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63146999/05_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="3757079" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 5 de dezembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 5 de dezembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quatorze dias úteis de novembro, foram de 180 mil toneladas, com média diária de 12,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.864,00, representando alta de 6% em relação ao mesmo período de 2023. No dia 3 de dezembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 336,40, com queda de 4,38% no dia. O preço da reposição continua sua escalada, com o indicador do bezerro ESALQ/B3 encerrando o dia em R$ 2697,73, com queda de 0,11% no dia. No último dia útil de novembro, na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$351,69/@. Na última semana de novembro os preços dos contratos futuros na B3 sofreram forte desvalorização, podendo sinalizar uma reversão no movimento altista que vinha ocorrendo com o preço da arroba. Após várias semanas com o preço da arroba do boi gordo em alta, esta semana se iniciou com preços estáveis no mercado físico, com alguns frigoríficos fora das compras e outros sinalizando férias coletivas, o que poderá levar ao final das valorizações constantes. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 304,50 e 311,00 /@, e janeiro de 2025 com strike entre R$ 292,00 e 302,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>235</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4f96dcd065585cde287f5071fa3ad936.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/12/2024 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-12-2024-cenario-do-arroz--63131583</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 04 de dezembro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com a décima segunda parcial do levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Rio Grandense do Arroz) faltam apenas 63 mil hectares (6,64 pontos percentuais) para concluir a semeadura do arroz desta safra 2024/2025 no Estado. Nesta semana, foram atingidos 885.352 ha, o que representa 93,36% dos 948.356 ha estimados pelo instituto.   A Fronteira Oeste registra até o momento 278.763 ha semeados (99,01% dos 281.542 ha projetados). Na Campanha já foram semeados 130.422 hectares (98,99% de 131.740 ha previstos).   A Planície Costeira Externa soma 97.947 ha semeados (98,54% de 99.403 ha estimados). A Planície Costeira Interna está com 136.297 ha semeados (94,77% dos 143.825 ha estimados).   A última região a começar a semeadura no RS, a Zona Sul já aparece com 158.248 ha (95,34% dos 165.986 ha previstos). A Central, região mais afetada pela enchente de maio deste ano, tem agora 83.675 ha semeados (66,48% dos 125.860 ha projetados).   Segundo o gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, engenheiro agrônomo Luiz Fernando Siqueira, <i>“em relação à evolução, nós acreditamos que cinco regiões (Campanha, Fronteira Oeste, PCI, PCE e Zona Sul) concluam a semeadura possivelmente na semana que vem. Já a região Central do Estado é uma região que tem avançado pouco semanalmente e muito se deve, ainda, à questão de muitos produtores estarem tentando reorganizar as áreas. O Estado tem registrado chuvas de uma intensidade não tão alta, mas chuvas com bastante frequência e isso tem prejudicado os produtores de fazer esse avanço de arrumar as áreas e ainda fazer a semeadura. Por isso, a Central é a região que está mais atrasada, com 66,48% da área semeada. É uma região que vai entrar um pouco fora do período da janela mais recomendada para a semeadura de arroz”</i>.   Segundo o 2º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.770.200 hectares, 10,1% a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul é responsável por aproximadamente 68% do arroz produzido no Brasil.   Quanto a comercialização, levantamentos do Cepea mostram que as negociações de arroz em casca no Rio Grande do Sul seguiram lentas na última semana, com os preços nos menores patamares desde o início de maio, período das inundações que atingiram o estado. A pressão vem sobretudo do aumento da oferta. Receosos quanto a quedas mais intensas antes mesmo da chegada da nova safra, vendedores disponibilizaram um volume maior no mercado spot. Por outro lado, compradores continuam adquirindo o produto apenas para repor parte dos estoques, buscando escoar esses lotes a valores superiores aos atuais. Segundo colaboradores do Cepea, a quantidade beneficiada segue reduzida, o que reforça a retração nas compras. Atualmente o preço é de R$102,20 por saca de 50 kg, tipo 1.   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio, investimento e comercialização. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63131583</guid><pubDate>Wed, 04 Dec 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63131583/04_12_2024_bbcast_agro_arroz.mp3" length="5496625" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 04 de dezembro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com a décima segunda parcial do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 04 de dezembro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com a décima segunda parcial do levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Rio Grandense do Arroz) faltam apenas 63 mil hectares (6,64 pontos percentuais) para concluir a semeadura do arroz desta safra 2024/2025 no Estado. Nesta semana, foram atingidos 885.352 ha, o que representa 93,36% dos 948.356 ha estimados pelo instituto.   A Fronteira Oeste registra até o momento 278.763 ha semeados (99,01% dos 281.542 ha projetados). Na Campanha já foram semeados 130.422 hectares (98,99% de 131.740 ha previstos).   A Planície Costeira Externa soma 97.947 ha semeados (98,54% de 99.403 ha estimados). A Planície Costeira Interna está com 136.297 ha semeados (94,77% dos 143.825 ha estimados).   A última região a começar a semeadura no RS, a Zona Sul já aparece com 158.248 ha (95,34% dos 165.986 ha previstos). A Central, região mais afetada pela enchente de maio deste ano, tem agora 83.675 ha semeados (66,48% dos 125.860 ha projetados).   Segundo o gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, engenheiro agrônomo Luiz Fernando Siqueira, <i>“em relação à evolução, nós acreditamos que cinco regiões (Campanha, Fronteira Oeste, PCI, PCE e Zona Sul) concluam a semeadura possivelmente na semana que vem. Já a região Central do Estado é uma região que tem avançado pouco semanalmente e muito se deve, ainda, à questão de muitos produtores estarem tentando reorganizar as áreas. O Estado tem registrado chuvas de uma intensidade não tão alta, mas chuvas com bastante frequência e isso tem prejudicado os produtores de fazer esse avanço de arrumar as áreas e ainda fazer a semeadura. Por isso, a Central é a região que está mais atrasada, com 66,48% da área semeada. É uma região que vai entrar um pouco fora do período da janela mais recomendada para a semeadura de arroz”</i>.   Segundo o 2º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.770.200 hectares, 10,1% a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul é responsável por aproximadamente 68% do arroz produzido no Brasil.   Quanto a comercialização, levantamentos do Cepea mostram que as negociações de arroz em casca no Rio Grande do Sul seguiram lentas na última semana, com os preços nos menores patamares desde o início de maio, período das inundações que atingiram o estado. A pressão vem sobretudo do aumento da oferta. Receosos quanto a quedas mais intensas antes mesmo da chegada da nova safra, vendedores disponibilizaram um volume maior no mercado spot. Por outro lado, compradores continuam adquirindo o produto apenas para repor parte dos estoques, buscando escoar esses lotes a valores superiores aos atuais. Segundo colaboradores do Cepea, a quantidade beneficiada segue reduzida, o que reforça a retração nas compras. Atualmente o preço é de R$102,20 por saca de 50 kg, tipo 1.   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio, investimento e comercialização. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>344</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultor,orizicultura,rizicultor,rizicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bb0017496420177dee99f4b339bebf13.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/12/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-12-2024-cenario-climatico--63111517</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 03 de dezembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, a NOAA, manteve previsão de um La Niña fraco e de curta duração, próximos da neutralidade. Neste mês, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET indica previsão de chuvas acima da média em grande parte da Região Norte, nordeste de Mato Grosso, oeste do Piauí, São Paulo, sul de Minas Gerais e em áreas pontuais no leste de Santa Catarina e norte do Paraná. Já a região Sul terá precipitação abaixo da média em várias localidades. Bem como para áreas da Bahia, Maranhão, sul do Piauí, centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul, onde são previstas chuvas próximas e abaixo da média. A previsão indica temperatura acima da média em grande parte do país, com possibilidade de ocorrência das ondas de calor.  Em áreas pontuais do Sudeste e Sul estão previstas temperaturas abaixo da média devido a ocorrência de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura. Devido a possibilidade de ondas de calor e períodos de chuvas mais frequentes, algumas lavouras sensíveis, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com os eventos. O prognóstico climático do INMET, mostra que as culturas de verão de grande parte do Centro Oeste e Sudeste, terão seu desenvolvimento favorecido com a elevação dos níveis de umidade no solo devido a previsão de chuvas mais regulares. Para o MATOPIBA, a previsão aponta para menores volumes de chuva, porém suficientes para a manutenção da umidade do solo na maioria das localidades. Assim, atentando para a proximidade do verão, e aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63111517</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63111517/02_12_2024_bbcast_agro_cenario_do_clima.mp3" length="2882290" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 03 de dezembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP e falaremos sobre o cenário climático. Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, a NOAA, manteve...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 03 de dezembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, a NOAA, manteve previsão de um La Niña fraco e de curta duração, próximos da neutralidade. Neste mês, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET indica previsão de chuvas acima da média em grande parte da Região Norte, nordeste de Mato Grosso, oeste do Piauí, São Paulo, sul de Minas Gerais e em áreas pontuais no leste de Santa Catarina e norte do Paraná. Já a região Sul terá precipitação abaixo da média em várias localidades. Bem como para áreas da Bahia, Maranhão, sul do Piauí, centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul, onde são previstas chuvas próximas e abaixo da média. A previsão indica temperatura acima da média em grande parte do país, com possibilidade de ocorrência das ondas de calor.  Em áreas pontuais do Sudeste e Sul estão previstas temperaturas abaixo da média devido a ocorrência de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura. Devido a possibilidade de ondas de calor e períodos de chuvas mais frequentes, algumas lavouras sensíveis, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com os eventos. O prognóstico climático do INMET, mostra que as culturas de verão de grande parte do Centro Oeste e Sudeste, terão seu desenvolvimento favorecido com a elevação dos níveis de umidade no solo devido a previsão de chuvas mais regulares. Para o MATOPIBA, a previsão aponta para menores volumes de chuva, porém suficientes para a manutenção da umidade do solo na maioria das localidades. Assim, atentando para a proximidade do verão, e aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,clima,meteorologia,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8f480061dac62ada2f58c55774645a95.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/12/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-12-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--63104870</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 02 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessor da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que  <ul><li>Na CBOT, os impactos da administração do presidente eleito nos EUA com a possível escalada da guerra comercial com a China, principal compradora de soja do mundo, e a retirada de incentivo à produção de biodiesel, são fatores de atenção dos traders.</li><li>Segue forte no radar dos principais analistas, a tendência de confirmação de uma produção sul-americana recorde, que direciona para um cenário negativo nas cotações da CBOT.</li><li>O Ministério da Agricultura da Argentina estimou o plantio de 17,9 milhões de hectares de soja no país na temporada 2024/25. A semeadura já atingiu quase 50% da área projetada e há previsão de bons volumes de chuvas nas regiões produtoras.</li><li>No Brasil, os mapas climáticos para os próximos 10 dias, apontam para chuvas relevantes sobre os estados de SP, MS, PR, SC, RS e parte dos estados de MG e MT. Vale destacar que, em algumas áreas do PR, MT e MS, já estão há mais de 15 dias sem precipitação.</li><li>No mercado interno, a baixa disponibilidade do grão, o dólar em alta refletindo o cenário fiscal do Governo e prêmios valorizados, vão dando sustentação para as cotações no curto prazo, entretanto, as estimativas de safra volumosa na América do Sul exercerão pressão de baixa nos médio e longo prazos.</li></ul>  <b>No tocante ao milho, </b> Com a colheita americana finalizada, o mercado acompanhará os reportes semanais de vendas do cereal pelos Estados Unidos. No último documento divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA), as vendas líquidas foram de 1,49 mi t para a Safra 2024/25, aumento de 14% em relação à semana anterior, mas queda de 40% em relação à média das quatro semanas anteriores. O plantio de milho na Argentina avança em bom ritmo, beneficiado pelo clima favorável. De acordo com dados da Bolsa de Cereais, 89% das lavouras são consideradas normais a excelentes e a área plantada já alcança 34,40%, ficando 13,20 pontos percentuais acima do mesmo período no ano passado. No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio do milho 1ª safra 2024/25 chegou à 58,7%, ficando 4% acima quando comparado ao mesmo período da safra anterior. De maneira geral, a condição das lavouras está boa e, para os próximos dias, é esperando um aumento na pluviosidade no RS, que estava sofrendo com stress hídrico. Para a próxima semana é esperado um mercado menos volátil e estável, mas com viés de baixa.   <b> </b>   <b>Para o café, destaca-se que, </b>  <ul><li>A regularidade das chuvas e o clima mais favorável nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo vêm ajudando no desenvolvimento da florada, mas ainda mantém as incertezas em relação à safra 2024/25. As altas temperaturas ocorridas no período de pré-floração podem ter impactado negativamente o potencial produtivo da safra no Brasil, especialmente no caso do café arábica.</li><li>Baixos estoques e resistência dos cafeicultores brasileiros em vender seu produto vêm auxiliando na manutenção da alta dos preços.</li><li>Desvalorização do Real frente ao Dólar permanece influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, com alta nesses preços.</li><li>Oferta reduzida globalmente deve manter a pressão sobre os preços, tornando o produto mais valioso no mercado.</li><li>Forte chuvas no Vietnã estão atrasando a colheita e inundando os cafezais.</li></ul>  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:  <ul><li>Espera-se que, no curto prazo, o preço firme do boi, uma vez que a escala de abate da Indústria permanece reduzida na maior parte do país.</li><li>As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte de embarque ao longo do mês de novembro. O dólar fortalecido e a demanda da China, nossa principal compradora, contribuem para esse cenário.</li><li>No último trimestre do ano observou-se a recuperação dos preços dos animais de reposição. Segundo o indicador CEPEA, no MS o valor do bezerro saltou de R$ 2.205,46 em out/24 para R$ 2.543,81 em nov/24, aumento de 15%. Diante desse fato, o mais provável é que a partir de 2024/25 haja retração no abate de fêmeas.</li><li>A entrada do 13º salário, criação de empregos temporários e confraternizações de final de ano são estímulos para manter a economia aquecida e favorecem o consumo dos cortes bovinos. Entretanto, o aumento no preço da carne bovina no mercado doméstico pode estimular a migração do consumidor para a fontes de proteínas concorrentes de menor valor, como a carne de frango.</li><li>Assim, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.</li></ul>  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63104870</guid><pubDate>Mon, 02 Dec 2024 13:25:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63104870/02_12_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="7053523" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 02 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessor da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 02 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessor da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que  <ul><li>Na CBOT, os impactos da administração do presidente eleito nos EUA com a possível escalada da guerra comercial com a China, principal compradora de soja do mundo, e a retirada de incentivo à produção de biodiesel, são fatores de atenção dos traders.</li><li>Segue forte no radar dos principais analistas, a tendência de confirmação de uma produção sul-americana recorde, que direciona para um cenário negativo nas cotações da CBOT.</li><li>O Ministério da Agricultura da Argentina estimou o plantio de 17,9 milhões de hectares de soja no país na temporada 2024/25. A semeadura já atingiu quase 50% da área projetada e há previsão de bons volumes de chuvas nas regiões produtoras.</li><li>No Brasil, os mapas climáticos para os próximos 10 dias, apontam para chuvas relevantes sobre os estados de SP, MS, PR, SC, RS e parte dos estados de MG e MT. Vale destacar que, em algumas áreas do PR, MT e MS, já estão há mais de 15 dias sem precipitação.</li><li>No mercado interno, a baixa disponibilidade do grão, o dólar em alta refletindo o cenário fiscal do Governo e prêmios valorizados, vão dando sustentação para as cotações no curto prazo, entretanto, as estimativas de safra volumosa na América do Sul exercerão pressão de baixa nos médio e longo prazos.</li></ul>  <b>No tocante ao milho, </b> Com a colheita americana finalizada, o mercado acompanhará os reportes semanais de vendas do cereal pelos Estados Unidos. No último documento divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA), as vendas líquidas foram de 1,49 mi t para a Safra 2024/25, aumento de 14% em relação à semana anterior, mas queda de 40% em relação à média das quatro semanas anteriores. O plantio de milho na Argentina avança em bom ritmo, beneficiado pelo clima favorável. De acordo com dados da Bolsa de Cereais, 89% das lavouras são consideradas normais a excelentes e a área plantada já alcança 34,40%, ficando 13,20 pontos percentuais acima do mesmo período no ano passado. No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio do milho 1ª safra 2024/25 chegou à 58,7%, ficando 4% acima quando comparado ao mesmo período da safra anterior. De maneira geral, a condição das lavouras está boa e, para os próximos dias, é esperando um aumento na pluviosidade no RS, que estava sofrendo com stress hídrico. Para a próxima semana é esperado um mercado menos volátil e estável, mas com viés de baixa.   <b> </b>   <b>Para o café, destaca-se que, </b>  <ul><li>A regularidade das chuvas e o clima mais favorável nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo vêm ajudando no desenvolvimento da florada, mas ainda mantém as incertezas em relação à safra 2024/25. As altas temperaturas ocorridas no período de pré-floração podem ter impactado negativamente o potencial produtivo da safra no Brasil, especialmente no caso do café arábica.</li><li>Baixos estoques e resistência dos cafeicultores brasileiros em vender seu produto vêm auxiliando na manutenção da alta dos preços.</li><li>Desvalorização do Real frente ao Dólar permanece influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, com alta nesses preços.</li><li>Oferta reduzida globalmente deve manter a pressão sobre os preços, tornando o produto mais valioso no mercado.</li><li>Forte chuvas no Vietnã estão atrasando a colheita e inundando os cafezais.</li></ul>  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:  <ul><li>Espera-se que, no curto prazo, o preço firme do boi, uma vez que a escala de abate da Indústria permanece reduzida na maior parte do país.</li><li>As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte de embarque ao longo do mês de novembro. O dólar fortalecido e a...]]></itunes:summary><itunes:duration>441</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boi,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/11/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-11-2024-cenario-do-milho--63049639</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 29 de novembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros precificados na Bolsa de Chicago enfraqueceram nos últimos dias, fundamentado pelo impacto negativo de uma fala do futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com a Reuters, Trump disse que assinaria um decreto em seu primeiro dia no cargo, em janeiro, impondo uma tarifa de 25% sobre as importações do Canadá e do México, além de uma tarifa adicional de 10% sobre as importações da China. Além deste fundamento, as condições climáticas favoráveis para as lavouras implantadas na América do Sul contribuíram para o movimento observado.     O contrato referência março/25 encerrou na terça-feira cotado a US$ 4,28/bushel, queda de 1,15% em relação ao pregão do dia anterior.   A semeadura do milho na Argentina está em bom ritmo. De acordo com a Bolsa de Cereais, em publicação no dia 21 de novembro, já foi cultivado 34,40% da área projetada para a Safra 2024/25, estando 13,20 pontos percentuais acima em comparação com o mesmo período do ano passado. Cerca de 89% das lavouras apresentam condições entre normais a excelentes.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 58,7% da área total, conforme publicação semanal da Conab. O ritmo está cerca de 4% superior em comparação com o final de novembro de 2023. Na publicação, o órgão destaca que, de maneira geral, a safra do milho verão vêm se desenvolvendo bem e com condições climáticas favoráveis, com exceção do Rio Grande do Sul, que apresentou redução das precipitações e altas temperaturas, que podem ter interferido no potencial produtivo em algumas regiões. Para os próximos dias há previsão de bons volumes de chuva no estado, que pode contribuir para a manutenção da umidade no solo.   Após as altas nos preços físicos nas últimas semanas, as cotações enfraqueceram, sendo pressionadas pelo menor interesse dos compradores. No dia 27 de novembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 72,51 por saca, queda de 0,83% em relação ao dia 26 de novembro.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 67,78 e R$ 69,95 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 67,08 e R$ 70,33 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63049639</guid><pubDate>Fri, 29 Nov 2024 10:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63049639/29_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="4250688" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 29 de novembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros precificados na Bolsa de Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 29 de novembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os futuros precificados na Bolsa de Chicago enfraqueceram nos últimos dias, fundamentado pelo impacto negativo de uma fala do futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com a Reuters, Trump disse que assinaria um decreto em seu primeiro dia no cargo, em janeiro, impondo uma tarifa de 25% sobre as importações do Canadá e do México, além de uma tarifa adicional de 10% sobre as importações da China. Além deste fundamento, as condições climáticas favoráveis para as lavouras implantadas na América do Sul contribuíram para o movimento observado.     O contrato referência março/25 encerrou na terça-feira cotado a US$ 4,28/bushel, queda de 1,15% em relação ao pregão do dia anterior.   A semeadura do milho na Argentina está em bom ritmo. De acordo com a Bolsa de Cereais, em publicação no dia 21 de novembro, já foi cultivado 34,40% da área projetada para a Safra 2024/25, estando 13,20 pontos percentuais acima em comparação com o mesmo período do ano passado. Cerca de 89% das lavouras apresentam condições entre normais a excelentes.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 58,7% da área total, conforme publicação semanal da Conab. O ritmo está cerca de 4% superior em comparação com o final de novembro de 2023. Na publicação, o órgão destaca que, de maneira geral, a safra do milho verão vêm se desenvolvendo bem e com condições climáticas favoráveis, com exceção do Rio Grande do Sul, que apresentou redução das precipitações e altas temperaturas, que podem ter interferido no potencial produtivo em algumas regiões. Para os próximos dias há previsão de bons volumes de chuva no estado, que pode contribuir para a manutenção da umidade no solo.   Após as altas nos preços físicos nas últimas semanas, as cotações enfraqueceram, sendo pressionadas pelo menor interesse dos compradores. No dia 27 de novembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 72,51 por saca, queda de 0,83% em relação ao dia 26 de novembro.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 67,78 e R$ 69,95 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 67,08 e R$ 70,33 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>266</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ecdcf0c2da9e581cdede9f7067cde1b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/11/2024 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-11-2024-cenario-do-trigo--63034017</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28 de novembro de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   Segundo dados da Conab, 94,4% dos 3,068 milhões de hectares semeados com trigo no país já foram colhidos. Somente os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina possuem lavouras a serem colhidas, representando 10% e 30% de suas áreas, respectivamente. A expectativa inicial de aumento de produção que havia em abril com mercado esperando um aumento de 20% em relação à safra passada, foi frustrada. A nova estimativa da Conab para o mês de novembro/2024, é de uma produção nacional de 8,1 milhões de toneladas, ou seja, semelhante a safra 2023. A maioria dos estados produtores registraram diminuição na produção obtida, seja por diminuição da área plantada ou por intempéries climáticas, como estiagem e geada. Na região nordeste, a Bahia, único estado produtor, apresentou redução de 20% na área plantada, refletindo diretamente na redução de 20% na produção obtida. Vale destacar que o estado cultiva somente no sistema irrigado, não apresentando variação de produtividade. Na região centro-oeste, as lavouras foram afetadas pela estiagem e pelas altas temperaturas, sendo o Mato Grosso do Sul o estado que apresentou as maiores perdas. A produção reduziu 64% em relação à safra passada. Em Goiás apesar do aumento de 37% na área cultivada, houve queda de 12% na produção. Somente no Distrito Federal, onde há o predomínio de cultivos irrigados a produção subiu 81%, principalmente devido ao aumento de área de 105%. Na região Sudeste, os dois principais estados produtores apresentaram redução de produção em relação à safra passada. Minas Gerais, motivada pela redução na área cultivada em 8% e a estiagem na região do triangulo mineiro, reduziu sua produção estadual em 12%. Já São Paulo viu sua produtividade reduzir aproximadamente 5% em função da estiagem. Na Região Sul, o estado do Paraná é o único com a colheita já finalizada. O segundo maior produtor do país, viu sua produção cair 34% em relação à safra 2023. Em função da estiagem que atingiu as lavouras cultivadas no norte do estado, onde o plantio foi realizado mais cedo, e depois as geadas ocorridas na metade sul, foram os principais motivos na redução da produtividade das lavouras. No cenário internacional, os preços chegaram a subir 6% nas últimas semanas, devidos as crescentes tensões no Mar Negro, envolvendo dois dos maiores exportadores mundiais de trigo, Rússia e Ucrânia. As altas só não foram maiores, devido ao relatório do USDA, que apontou expectativa de aumento na produção mundial da safra 2024/25. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou redução de 0,16% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.425,62/t. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 7%. A confirmação da diminuição da produção brasileira está sustentando as cotações internas apesar da oferta da colheita na região Sul.    Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização para este e outros cereais de inverno. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63034017</guid><pubDate>Thu, 28 Nov 2024 10:00:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63034017/28_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_trigo.mp3" length="3774215" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28 de novembro de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   Segundo dados da Conab, 94,4% dos 3,068 milhões de hectares semeados com trigo no país já foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28 de novembro de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.   Segundo dados da Conab, 94,4% dos 3,068 milhões de hectares semeados com trigo no país já foram colhidos. Somente os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina possuem lavouras a serem colhidas, representando 10% e 30% de suas áreas, respectivamente. A expectativa inicial de aumento de produção que havia em abril com mercado esperando um aumento de 20% em relação à safra passada, foi frustrada. A nova estimativa da Conab para o mês de novembro/2024, é de uma produção nacional de 8,1 milhões de toneladas, ou seja, semelhante a safra 2023. A maioria dos estados produtores registraram diminuição na produção obtida, seja por diminuição da área plantada ou por intempéries climáticas, como estiagem e geada. Na região nordeste, a Bahia, único estado produtor, apresentou redução de 20% na área plantada, refletindo diretamente na redução de 20% na produção obtida. Vale destacar que o estado cultiva somente no sistema irrigado, não apresentando variação de produtividade. Na região centro-oeste, as lavouras foram afetadas pela estiagem e pelas altas temperaturas, sendo o Mato Grosso do Sul o estado que apresentou as maiores perdas. A produção reduziu 64% em relação à safra passada. Em Goiás apesar do aumento de 37% na área cultivada, houve queda de 12% na produção. Somente no Distrito Federal, onde há o predomínio de cultivos irrigados a produção subiu 81%, principalmente devido ao aumento de área de 105%. Na região Sudeste, os dois principais estados produtores apresentaram redução de produção em relação à safra passada. Minas Gerais, motivada pela redução na área cultivada em 8% e a estiagem na região do triangulo mineiro, reduziu sua produção estadual em 12%. Já São Paulo viu sua produtividade reduzir aproximadamente 5% em função da estiagem. Na Região Sul, o estado do Paraná é o único com a colheita já finalizada. O segundo maior produtor do país, viu sua produção cair 34% em relação à safra 2023. Em função da estiagem que atingiu as lavouras cultivadas no norte do estado, onde o plantio foi realizado mais cedo, e depois as geadas ocorridas na metade sul, foram os principais motivos na redução da produtividade das lavouras. No cenário internacional, os preços chegaram a subir 6% nas últimas semanas, devidos as crescentes tensões no Mar Negro, envolvendo dois dos maiores exportadores mundiais de trigo, Rússia e Ucrânia. As altas só não foram maiores, devido ao relatório do USDA, que apontou expectativa de aumento na produção mundial da safra 2024/25. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou redução de 0,16% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.425,62/t. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 7%. A confirmação da diminuição da produção brasileira está sustentando as cotações internas apesar da oferta da colheita na região Sul.    Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização para este e outros cereais de inverno. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.]]></itunes:summary><itunes:duration>236</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/91815ee0b718a6ad9f2bc0fa086165dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/11/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-11-2024-cenario-do-cafe-arabica--63015032</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de novembro de 2024. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Após um longo período de estiagem nas principais regiões produtoras, as chuvas de novembro trouxeram alívio, favorecendo as floradas dos cafeeiros e reduzindo as preocupações com a produção da próxima safra no Brasil. As estiagens prolongadas e as altas temperaturas, além de afetarem as floradas no Brasil, maior produtor mundial de café, também impactaram outros grandes produtores, como o Vietnã. O país, segundo maior produtor de café do mundo, está iniciando sua colheita com expectativa de queda na produção. Embora o Vietnã produza principalmente café robusta, sua produção total exerce influência direta na demanda global e, consequentemente, nos preços do café arábica. Com o consumo de café crescendo globalmente, especialmente nos países asiáticos, e as adversidades climáticas afetando os principais países produtores, a preocupação com a oferta mundial de café fez os preços dispararem. Em meados de novembro, o preço do café arábica atingiu os maiores patamares dos últimos 13 anos. No dia 25 de novembro de 2024, os preços no mercado físico registraram uma média acima de R$ 2.000,00 por saca nas principais praças brasileiras. Diante desse cenário, marcado por incertezas climáticas e de mercado, a expectativa é de que os preços se mantenham em patamares elevados, considerando a média dos últimos anos. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços. Essas soluções permitem que o produtor assegure margens em um mercado volátil e desafiador. Além disso, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas que ajudam a proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura, garantindo maior segurança ao produtor. Entre em contato com seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63015032</guid><pubDate>Wed, 27 Nov 2024 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63015032/27_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="2774457" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 27 de novembro de 2024. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Após um longo período de estiagem nas principais regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de novembro de 2024. Eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Após um longo período de estiagem nas principais regiões produtoras, as chuvas de novembro trouxeram alívio, favorecendo as floradas dos cafeeiros e reduzindo as preocupações com a produção da próxima safra no Brasil. As estiagens prolongadas e as altas temperaturas, além de afetarem as floradas no Brasil, maior produtor mundial de café, também impactaram outros grandes produtores, como o Vietnã. O país, segundo maior produtor de café do mundo, está iniciando sua colheita com expectativa de queda na produção. Embora o Vietnã produza principalmente café robusta, sua produção total exerce influência direta na demanda global e, consequentemente, nos preços do café arábica. Com o consumo de café crescendo globalmente, especialmente nos países asiáticos, e as adversidades climáticas afetando os principais países produtores, a preocupação com a oferta mundial de café fez os preços dispararem. Em meados de novembro, o preço do café arábica atingiu os maiores patamares dos últimos 13 anos. No dia 25 de novembro de 2024, os preços no mercado físico registraram uma média acima de R$ 2.000,00 por saca nas principais praças brasileiras. Diante desse cenário, marcado por incertezas climáticas e de mercado, a expectativa é de que os preços se mantenham em patamares elevados, considerando a média dos últimos anos. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços. Essas soluções permitem que o produtor assegure margens em um mercado volátil e desafiador. Além disso, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas que ajudam a proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura, garantindo maior segurança ao produtor. Entre em contato com seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arábica,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultor,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c733554967d8da94162496b82fbf1503.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/11/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-11-2024-cenario-do-algodao--63005294</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 26 de novembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão. O boletim do departamento de agricultura dos Estados Unidos, USDA, divulgou redução na produção e consumo mundiais comparados aos índices de outubro. A produção recuou devido a menor colheita no Paquistão e na Índia, que reduziram suas estimativas (vale lembrar que são o quinto e segundo maiores produtores mundiais, além de serem grandes importadores de pluma). Pelo lado do consumo, a redução se deve às incertezas quanto à demanda chinesa. Recentemente, o governo local lançou um pacote de incentivo à sua economia para alavancar demandas em vários setores. O país asiático tem grande influência no quesito importação, visto ser o maior consumidor de pluma no mundo. Apesar da demanda chinesa estar em ritmo lento, salientamos que países citados, anteriormente, como Paquistão Índia poderão aumentar sua expectativa de importação, devido a problemas climáticos em suas lavouras, sustentando as importações brasileiras e americanas, sobretudo. No Brasil, o plantio iniciou-se em Paraná e São Paulo (com o fim do vazio sanitário). Na Bahia e Minas Gerais, o vazio encerrou dia 20 de novembro e o clima, no momento, apresenta chuvas regulares que podem auxiliar a semeadura. O maior produtor nacional, o Mato Grosso, ainda aguarda o fim do vazio sanitário em primeiro de dezembro para regiões sul, sudeste e nordeste e o dia 15 de dezembro para regiões Norte, Médio-Norte, centro-sul e oeste para iniciar os trabalhos a campo. Um fato importante nesta safra é que, de acordo com o instituto mato-grossense de economia agropecuária (IMEA), o índice de comercialização para safra 24/25 é de 40%, o mesmo número da safra passada considerando o mesmo período do ano, mesmo com a variação negativa de quase 12% na cotação da pluma em outubro de ano passado até outubro desde ano. Este fato se deve ao menor custo de produção e é um sinal positivo da atenção que o cotonicultor emprega à sua comercialização. A pluma é uma commodity elástica, ou seja, dentre as commodities é a que mais apresenta volatilidade e o produtor pode ter ajuda do Banco do Brasil para travar seus custos e garantir sua margem. Para isso, temos as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:       - junho/25 com strike entre U$c 67 e U$c 73/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/63005294</guid><pubDate>Tue, 26 Nov 2024 10:00:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63005294/26_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2812491" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 26 de novembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão. O boletim do departamento de agricultura dos Estados Unidos,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 26 de novembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão. O boletim do departamento de agricultura dos Estados Unidos, USDA, divulgou redução na produção e consumo mundiais comparados aos índices de outubro. A produção recuou devido a menor colheita no Paquistão e na Índia, que reduziram suas estimativas (vale lembrar que são o quinto e segundo maiores produtores mundiais, além de serem grandes importadores de pluma). Pelo lado do consumo, a redução se deve às incertezas quanto à demanda chinesa. Recentemente, o governo local lançou um pacote de incentivo à sua economia para alavancar demandas em vários setores. O país asiático tem grande influência no quesito importação, visto ser o maior consumidor de pluma no mundo. Apesar da demanda chinesa estar em ritmo lento, salientamos que países citados, anteriormente, como Paquistão Índia poderão aumentar sua expectativa de importação, devido a problemas climáticos em suas lavouras, sustentando as importações brasileiras e americanas, sobretudo. No Brasil, o plantio iniciou-se em Paraná e São Paulo (com o fim do vazio sanitário). Na Bahia e Minas Gerais, o vazio encerrou dia 20 de novembro e o clima, no momento, apresenta chuvas regulares que podem auxiliar a semeadura. O maior produtor nacional, o Mato Grosso, ainda aguarda o fim do vazio sanitário em primeiro de dezembro para regiões sul, sudeste e nordeste e o dia 15 de dezembro para regiões Norte, Médio-Norte, centro-sul e oeste para iniciar os trabalhos a campo. Um fato importante nesta safra é que, de acordo com o instituto mato-grossense de economia agropecuária (IMEA), o índice de comercialização para safra 24/25 é de 40%, o mesmo número da safra passada considerando o mesmo período do ano, mesmo com a variação negativa de quase 12% na cotação da pluma em outubro de ano passado até outubro desde ano. Este fato se deve ao menor custo de produção e é um sinal positivo da atenção que o cotonicultor emprega à sua comercialização. A pluma é uma commodity elástica, ou seja, dentre as commodities é a que mais apresenta volatilidade e o produtor pode ter ajuda do Banco do Brasil para travar seus custos e garantir sua margem. Para isso, temos as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:       - junho/25 com strike entre U$c 67 e U$c 73/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/503a227acdc0db8f4ab724674884253f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/11/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-11-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62971344</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 25 de novembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora da Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado siga correlacionando o cenário de finalização da colheita americana, o avanço do plantio no Brasil e a demanda chinesa, principalmente, com os EUA. Há também grande expectativa quanto à política que o presidente Trump irá adotar diante das relações comerciais com a China. Nesta segunda quinzena de novembro, a Argentina dará início efetivo à Safra 2024/25 e, assim como no Brasil, há boas perspectivas de produção, com cerca de 51 milhões de toneladas. Para o Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), há previsão de precipitação acumulada, de leve a moderada, para os próximos 10 dias, em toda região produtora do país, exceto para o norte do MA e PI que tendem a um clima mais seco. Com a China antecipando suas compras diante de possíveis conflitos comerciais com os EUA os preços tendem a certa estabilidade. A expectativa é que o plantio na Argentina e o desenvolvimento das lavouras no Brasil, somados a demanda chinesa, ditem os preços do mercado. Assim, internamente, a previsão é de estabilidade para o curto e médio prazo.   <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> Com a colheita americana finalizada, o mercado acompanhará atentamente os reportes semanais de vendas do cereal pelos Estados Unidos. No último documento divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA), as vendas líquidas foram de 1,49 milhão de toneladas para a Safra 2024/25, um aumento de 14% em relação à semana anterior, mas uma queda de 40% em relação à média das quatro semanas anteriores. O aumento das tensões nos conflitos geopolíticos segue trazendo volatilidade para o cenário externo. No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio do milho 1ª safra 2024/25 chegou à 52,4%, sendo que, de maneira geral, as condições das lavouras estão boas. As elevadas precipitações diminuíram o ritmo de semeadura em São Paulo e Minas Gerais, que estão, respectivamente, com 75% e 51,4% já cultivados. A previsão climática aponta para bons volumes pluviométricos para os próximos dias, favorecendo as condições das lavouras já implantadas. Os preços internos podem se manter estáveis com viés de baixa, com os compradores internos reduzindo suas aquisições, movimento tradicional que ocorre no final do ano.   <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Apesar das chuvas do mês de novembro, produtores estão preocupados com a produção 24/25, devido as altas temperaturas ocorridas no período de prefloração. A desvalorização do Real frente ao Dólar permanece influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, repercutindo em alta nos preços. O Departamento Geral de Alfândega do Vietnã, projeta queda das exportações de café robusta. No momento, a preocupação é de que as fortes chuvas no país asiático atrasem a colheita da commodity.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O mercado físico continua em ritmo forte, com escalas de abate enxutas, somado ao grande volume de embarque, com destaque para o segundo semestre, onde se observou recorde após recorde em termos de exportação mensal, impulsionada pela valorização do dólar, tendo como destino principal o mercado chinês. Até o final do ano a tendencia é de oferta de gado restrita, de animais provenientes do sistema de confinamento, fato que contribui para uma cotação da arroba mais alta. A tendência de aumento do consumo da carne vermelha no mercado doméstico no último bimestre, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários e festividades, impulsionam a reposição entre o atacado e varejo, fato que tende a refletir positivamente em preços firmes da arroba. Ressalta-se que existe uma limitação ao valor da carne bovina no mercado interno. O consumidor de menor renda não consegue acessar essa proteína a preços elevados.  Assim, ocorre uma migração para o consumo de fontes de proteínas mais baratas, como a carne de frango, de porco e ovo. Diante de uma Indústria com escala de abate curta, em cerca de cinco dias úteis na média nacional, o ambiente de negócios sugere um preço da arroba do boi gordo fortalecido no cenário de curto prazo.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62971344</guid><pubDate>Mon, 25 Nov 2024 10:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62971344/25_11_2024_bbcast_agro_perspectivas_semanais.mp3" length="5890760" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 25 de novembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora da Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 25 de novembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora da Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado siga correlacionando o cenário de finalização da colheita americana, o avanço do plantio no Brasil e a demanda chinesa, principalmente, com os EUA. Há também grande expectativa quanto à política que o presidente Trump irá adotar diante das relações comerciais com a China. Nesta segunda quinzena de novembro, a Argentina dará início efetivo à Safra 2024/25 e, assim como no Brasil, há boas perspectivas de produção, com cerca de 51 milhões de toneladas. Para o Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), há previsão de precipitação acumulada, de leve a moderada, para os próximos 10 dias, em toda região produtora do país, exceto para o norte do MA e PI que tendem a um clima mais seco. Com a China antecipando suas compras diante de possíveis conflitos comerciais com os EUA os preços tendem a certa estabilidade. A expectativa é que o plantio na Argentina e o desenvolvimento das lavouras no Brasil, somados a demanda chinesa, ditem os preços do mercado. Assim, internamente, a previsão é de estabilidade para o curto e médio prazo.   <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> Com a colheita americana finalizada, o mercado acompanhará atentamente os reportes semanais de vendas do cereal pelos Estados Unidos. No último documento divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA), as vendas líquidas foram de 1,49 milhão de toneladas para a Safra 2024/25, um aumento de 14% em relação à semana anterior, mas uma queda de 40% em relação à média das quatro semanas anteriores. O aumento das tensões nos conflitos geopolíticos segue trazendo volatilidade para o cenário externo. No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio do milho 1ª safra 2024/25 chegou à 52,4%, sendo que, de maneira geral, as condições das lavouras estão boas. As elevadas precipitações diminuíram o ritmo de semeadura em São Paulo e Minas Gerais, que estão, respectivamente, com 75% e 51,4% já cultivados. A previsão climática aponta para bons volumes pluviométricos para os próximos dias, favorecendo as condições das lavouras já implantadas. Os preços internos podem se manter estáveis com viés de baixa, com os compradores internos reduzindo suas aquisições, movimento tradicional que ocorre no final do ano.   <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Apesar das chuvas do mês de novembro, produtores estão preocupados com a produção 24/25, devido as altas temperaturas ocorridas no período de prefloração. A desvalorização do Real frente ao Dólar permanece influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, repercutindo em alta nos preços. O Departamento Geral de Alfândega do Vietnã, projeta queda das exportações de café robusta. No momento, a preocupação é de que as fortes chuvas no país asiático atrasem a colheita da commodity.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O mercado físico continua em ritmo forte, com escalas de abate enxutas, somado ao grande volume de embarque, com destaque para o segundo semestre, onde se observou recorde após recorde em termos de exportação mensal, impulsionada pela valorização do dólar, tendo como destino principal o mercado chinês. Até o final do ano a tendencia é de oferta de gado restrita, de animais provenientes do sistema de confinamento, fato que contribui para uma cotação da arroba mais alta. A tendência de aumento do consumo da carne vermelha no mercado doméstico no último bimestre, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários e festividades, impulsionam a reposição entre o atacado e varejo, fato que tende a refletir positivamente em preços firmes da arroba. Ressalta-se que existe uma limitação ao...]]></itunes:summary><itunes:duration>369</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,pecuáriadecorte,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/11/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-11-2024-cenario-da-soja--62966025</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 22 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,<br />Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o <br />cenário da soja.<br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA trouxe em seu novo <br />reporte mensal de oferta e demanda para novembro, as suas estimativas de produção <br />para soja. O relatório foi considerado altista, com forte corte de produtividade da soja <br />dos EUA reduzindo em 3,3 milhões de toneladas a produção total do país, passando de <br />124,7 para 121,4 milhões de toneladas. Os estoques finais da soja norte americana <br />também apresentaram redução. Ressaltamos que a colheita norte-americana está <br />tecnicamente concluída. Para o Brasil e Argentina as estimativas de produção da nova <br />safra foram mantidas, com 169,0 e 51,0 milhões de toneladas, respectivamente.<br />Diante dos cortes da safra dos EUA, a produção mundial foi revisada para baixo, caindo <br />para 425,4 milhões de toneladas. Igualmente, os estoques finais globais passaram de <br />134,65 para 131,74 milhões de toneladas.<br />O plantio da safra brasileira avança com ritmo acima das médias anuais, com <br />semeadura em mais de 75% da área projetada. As chuvas estão ocorrendo em todas as <br />regiões produtoras e contribuindo com os trabalhos de campo. Destaque para os estados <br />MT, MS, GO, SP e PR que já caminham para conclusão do plantio.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 21/11<br />cotado a US$ 9,80/bushel. O mercado registrou altas, diante do corte da safra nos EUA<br />e também reflexos do resultado da eleição presidencial norte-americana e a China <br />realizando compras mais volumosas diante de possível acirramento comercial com os <br />EUA.<br />O indicador CEPEA em 21/11 foi cotado a R$ 142,41 reais por saca, com lateralidade <br />das cotações em relação ao início de mês. Os fatores que contribuíram para a <br />manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda <br />interna pela indústria processadora, a manutenção dos prêmios positivos nos portos e <br />o dólar valorizado.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,45 e U$ 9,99/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,51 e U$ 10,24/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />ou consultar sua agência BB.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62966025</guid><pubDate>Fri, 22 Nov 2024 13:37:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62966025/22_11_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3246333" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 22 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,
Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o 
cenário da soja.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA trouxe em seu novo ...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 22 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,<br />Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o <br />cenário da soja.<br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA trouxe em seu novo <br />reporte mensal de oferta e demanda para novembro, as suas estimativas de produção <br />para soja. O relatório foi considerado altista, com forte corte de produtividade da soja <br />dos EUA reduzindo em 3,3 milhões de toneladas a produção total do país, passando de <br />124,7 para 121,4 milhões de toneladas. Os estoques finais da soja norte americana <br />também apresentaram redução. Ressaltamos que a colheita norte-americana está <br />tecnicamente concluída. Para o Brasil e Argentina as estimativas de produção da nova <br />safra foram mantidas, com 169,0 e 51,0 milhões de toneladas, respectivamente.<br />Diante dos cortes da safra dos EUA, a produção mundial foi revisada para baixo, caindo <br />para 425,4 milhões de toneladas. Igualmente, os estoques finais globais passaram de <br />134,65 para 131,74 milhões de toneladas.<br />O plantio da safra brasileira avança com ritmo acima das médias anuais, com <br />semeadura em mais de 75% da área projetada. As chuvas estão ocorrendo em todas as <br />regiões produtoras e contribuindo com os trabalhos de campo. Destaque para os estados <br />MT, MS, GO, SP e PR que já caminham para conclusão do plantio.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 21/11<br />cotado a US$ 9,80/bushel. O mercado registrou altas, diante do corte da safra nos EUA<br />e também reflexos do resultado da eleição presidencial norte-americana e a China <br />realizando compras mais volumosas diante de possível acirramento comercial com os <br />EUA.<br />O indicador CEPEA em 21/11 foi cotado a R$ 142,41 reais por saca, com lateralidade <br />das cotações em relação ao início de mês. Os fatores que contribuíram para a <br />manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda <br />interna pela indústria processadora, a manutenção dos prêmios positivos nos portos e <br />o dólar valorizado.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,45 e U$ 9,99/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,51 e U$ 10,24/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />ou consultar sua agência BB.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0127973ae5dc510fff27bdcbf03e9493.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/11/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-11-2024-cenario-do-boi-gordo--62867337</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 21 de novembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros dez dias úteis de novembro, foram de 137,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.825, representando alta de 5,1% em relação ao mesmo período de 2023, mantendo-se o ritmo intenso de embarque, movimento que se iniciou no segundo semestre. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para que a Indústria exportadora se mantenha fortalecida no mercado. No dia 18 de novembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 344,20, com alta a de 0,58% no dia. O cenário ainda aponta para cotações com viés de alta no curto prazo, uma vez que as escalas de abate da Indústria, na média nacional, se encontram posicionadas entre quatro e cinco dias úteis. Na B3, todos os contratos tiveram ajustes positivos e o vencimento de novembro e dezembro de 2024 ficaram precificados pouco acima de R$ 344/@. O abate de animais segue em ritmo firme, entretanto a demanda das exportações segue elevada, com volume recorde de embarque, o que mantém a escala de abate curta. Ainda, até o final do ano a tendencia é de oferta de gado restrita, de animais provenientes do sistema de confinamento, fato que contribui para uma contação da arroba mais alta. Ressalta-se que existe uma limitação no mercado interno. O consumidor de menor renda não consegue acessar a proteína bovina a preços elevados.  Assim, ocorre uma migração para o consumo de fontes de proteínas mais baratas, como a carne de frango, de porco e ovo. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. O produtor deve aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 337 e 344 /@, e fevereiro de 2024 com strike entre R$ 328 e 339/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62867337</guid><pubDate>Thu, 21 Nov 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62867337/21_11_2024_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="3241317" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de novembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 21 de novembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros dez dias úteis de novembro, foram de 137,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.825, representando alta de 5,1% em relação ao mesmo período de 2023, mantendo-se o ritmo intenso de embarque, movimento que se iniciou no segundo semestre. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para que a Indústria exportadora se mantenha fortalecida no mercado. No dia 18 de novembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 344,20, com alta a de 0,58% no dia. O cenário ainda aponta para cotações com viés de alta no curto prazo, uma vez que as escalas de abate da Indústria, na média nacional, se encontram posicionadas entre quatro e cinco dias úteis. Na B3, todos os contratos tiveram ajustes positivos e o vencimento de novembro e dezembro de 2024 ficaram precificados pouco acima de R$ 344/@. O abate de animais segue em ritmo firme, entretanto a demanda das exportações segue elevada, com volume recorde de embarque, o que mantém a escala de abate curta. Ainda, até o final do ano a tendencia é de oferta de gado restrita, de animais provenientes do sistema de confinamento, fato que contribui para uma contação da arroba mais alta. Ressalta-se que existe uma limitação no mercado interno. O consumidor de menor renda não consegue acessar a proteína bovina a preços elevados.  Assim, ocorre uma migração para o consumo de fontes de proteínas mais baratas, como a carne de frango, de porco e ovo. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. O produtor deve aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 337 e 344 /@, e fevereiro de 2024 com strike entre R$ 328 e 339/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gadodecorte,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/95720c7208296e2b40c85d6dfafec433.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/11/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-11-2024-cenario-da-cana-de-acucar--62791803</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar. Os preços futuros do açúcar fecharam em baixa na última semana. Na bolsa de Nova York o contrato março/25 se aproxima dos 21 cents/lbp. Já na Bolsa de Londres, para o mesmo período, recuou 1,36%, fechando a US$ 549,30 por tonelada. Segundo pesquisas, a conjunção do fator clima brasileiro e câmbio, influenciaram nas cotações. No mercado físico interno, de acordo com o indicador Cepea Esalq o preço do açúcar cristal branco, em São Paulo, segue com alta em relação à última semana, fechando cotado em R$ 167,19/saca. Conforme pesquisadores do Cepea, desde o final de agosto, a baixa disponibilidade deste produto tem sido o principal fator que sustenta os preços. Vale destacar que o final da safra historicamente é marcado por um direcionamento do mix para etanol, impactando em uma redução na oferta do adoçante. No acumulado da safra 2024/2025, até 1º de novembro, a moagem atingiu 566,03 milhões de toneladas, superando em 0,88% dos registros no mesmo período do ciclo anterior. As chuvas recentes no Centro-Sul do país foram eficazes para promover uma recuperação dos canaviais com possíveis indícios de que a entressafra brasileira deve ser dentro da normalidade. Ao passo que também corroborou para a queda na moagem quinzenal em algumas unidades em Goiás, Minas Gerais e nas regiões central e noroeste de São Paulo, por dificultar a colheita. Na última quinzena de outubro, apenas 46,12% da matéria-prima disponível foi direcionada para a produção de açúcar, ante 48,85% observados no mesmo período da safra 2023/2024. Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na segunda quinzena de outubro atingiu 149,48 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 146,14 kg por tonelada na safra 2023/2024 – variação positiva de 2,28%. No acumulado da safra, o indicador marca 142,58 kg de ATR por tonelada, índice levemente superior ao do último ciclo na mesma posição. E para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em <a href="https://file///C:/Users/F3165444/Downloads/www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a>. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62791803</guid><pubDate>Tue, 19 Nov 2024 10:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62791803/19_11_2024_bbcast_agro_cenario_da_cana_de_acucar.mp3" length="4268661" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar. Os preços futuros do açúcar fecharam em baixa na última semana. Na bolsa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar. Os preços futuros do açúcar fecharam em baixa na última semana. Na bolsa de Nova York o contrato março/25 se aproxima dos 21 cents/lbp. Já na Bolsa de Londres, para o mesmo período, recuou 1,36%, fechando a US$ 549,30 por tonelada. Segundo pesquisas, a conjunção do fator clima brasileiro e câmbio, influenciaram nas cotações. No mercado físico interno, de acordo com o indicador Cepea Esalq o preço do açúcar cristal branco, em São Paulo, segue com alta em relação à última semana, fechando cotado em R$ 167,19/saca. Conforme pesquisadores do Cepea, desde o final de agosto, a baixa disponibilidade deste produto tem sido o principal fator que sustenta os preços. Vale destacar que o final da safra historicamente é marcado por um direcionamento do mix para etanol, impactando em uma redução na oferta do adoçante. No acumulado da safra 2024/2025, até 1º de novembro, a moagem atingiu 566,03 milhões de toneladas, superando em 0,88% dos registros no mesmo período do ciclo anterior. As chuvas recentes no Centro-Sul do país foram eficazes para promover uma recuperação dos canaviais com possíveis indícios de que a entressafra brasileira deve ser dentro da normalidade. Ao passo que também corroborou para a queda na moagem quinzenal em algumas unidades em Goiás, Minas Gerais e nas regiões central e noroeste de São Paulo, por dificultar a colheita. Na última quinzena de outubro, apenas 46,12% da matéria-prima disponível foi direcionada para a produção de açúcar, ante 48,85% observados no mesmo período da safra 2023/2024. Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na segunda quinzena de outubro atingiu 149,48 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 146,14 kg por tonelada na safra 2023/2024 – variação positiva de 2,28%. No acumulado da safra, o indicador marca 142,58 kg de ATR por tonelada, índice levemente superior ao do último ciclo na mesma posição. E para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em <a href="https://file///C:/Users/F3165444/Downloads/www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a>. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>267</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultor,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bd5cb56af2bfd22880112d96c83ef474.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/11/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-11-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62741354</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 18 de novembro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   A demanda chinesa permaneça no centro das atenções do mercado, em especial, na originação de suas importações sobre a safra dos EUA recém-colhida. Do mesmo modo, seguem no radar as condições de clima na América do Sul, principalmente no Brasil, com seu plantio entrando na etapa final. No cenário geopolítico, as expectativas da montagem do governo Trump e sua postura em relação a elevação das tarifas sobre as importações chinesas podem afetar diretamente o comércio agrícola dos EUA e, consequentemente, do mundo. O fundamento clima ganha cada vez mais relevância no radar dos investidores, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a semana será marcada por chuvas entre a região central do país e o Amazonas. As precipitações podem ultrapassar 100 mm em algumas localidades do AM, MT, Goiás, oeste de SP e leste de MG. A expectativa é que o mercado externo siga sensível ao progresso do plantio e desenvolvimento da commodity no Brasil, o cenário climático favorável e boa demanda nos EUA podem dar sustentação aos preços externos, com reflexo nas cotações domésticas. Assim, o mercado interno tende a estabilidade no curto e médio prazos.     <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> A colheita norte-americana se encaminha para o fim, com mais de 95% de área colhida, segundo os dados do USDA. A demanda pelo milho estadunidense deve continuar aquecida com o México sendo um importante importador do cereal. Segundo dados mensais do USDA, o volume de milho dos EUA para o México em 2023/24 é recorde e representou pouco mais de 40% do total das exportações do cereal no país. Segundo dados da CONAB, o plantio da 1ª safra segue para reta final nos estados de SC e PR. No estado de SP, o plantio avança bem, favorecido pelo clima favorável. No RS algumas áreas já avançam para florescimento e o estado passa por um período de restrição hídrica. A recente valorização dos preços fez a comercialização avançar no Mato Grosso. Segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, o estado já comercializou 85,79% da safra 2023/24, 9,01% a mais do que o mesmo período do ano passado.  A perspectiva para os próximos dias é de estabilidade com viés de alta, devido à forte demanda que deve continuar aquecida. <b>Para o café, destaca-se que, </b>   As previsões indicam que as chuvas devem continuar nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo as floradas e reduzindo os danos já ocorridos nas lavouras. A desvalorização do Real frente ao Dólar segue influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, com alta nesses preços. Por outro lado, com este cenário de alta, os cafeicultores seguram as vendas na expectativa de preços maiores. O Vietnã, maior exportador de café robusta, vem lidando com a menor oferta em função de problemas climáticos, apresentando queda nas exportações. A expectativa para a entrada de grãos vietnamitas da safra 24/25 no mercado pode diminuir a pressão nas cotações.       Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Os bons volumes de chuvas acumulados devem refletir em uma melhora nas pastagens em grande parte do Brasil, aquecendo ainda mais, o mercado de reposição. A relação de troca entre o boi gordo e a saca de milho deve seguir favorável ao pecuarista, estimulando os negócios, a produção e o caixa, proporcionando condições de investimento em pastagens e demais produções de volumoso. Na B3, pode haver oscilação nas cotações do início de 2025, mostrando um momento propicio para o produtor se proteger com pagamento de um prêmio baixo. O volume de negócios de contratos também segue em alta, gerando liquidez ao mercado e estimulando essa valorização. No mercado físico a tendência é de manutenção da cotação da arroba do boi gordo para a próxima semana.     Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62741354</guid><pubDate>Mon, 18 Nov 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62741354/18_11_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5649180" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 18 de novembro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 18 de novembro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   A demanda chinesa permaneça no centro das atenções do mercado, em especial, na originação de suas importações sobre a safra dos EUA recém-colhida. Do mesmo modo, seguem no radar as condições de clima na América do Sul, principalmente no Brasil, com seu plantio entrando na etapa final. No cenário geopolítico, as expectativas da montagem do governo Trump e sua postura em relação a elevação das tarifas sobre as importações chinesas podem afetar diretamente o comércio agrícola dos EUA e, consequentemente, do mundo. O fundamento clima ganha cada vez mais relevância no radar dos investidores, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a semana será marcada por chuvas entre a região central do país e o Amazonas. As precipitações podem ultrapassar 100 mm em algumas localidades do AM, MT, Goiás, oeste de SP e leste de MG. A expectativa é que o mercado externo siga sensível ao progresso do plantio e desenvolvimento da commodity no Brasil, o cenário climático favorável e boa demanda nos EUA podem dar sustentação aos preços externos, com reflexo nas cotações domésticas. Assim, o mercado interno tende a estabilidade no curto e médio prazos.     <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> A colheita norte-americana se encaminha para o fim, com mais de 95% de área colhida, segundo os dados do USDA. A demanda pelo milho estadunidense deve continuar aquecida com o México sendo um importante importador do cereal. Segundo dados mensais do USDA, o volume de milho dos EUA para o México em 2023/24 é recorde e representou pouco mais de 40% do total das exportações do cereal no país. Segundo dados da CONAB, o plantio da 1ª safra segue para reta final nos estados de SC e PR. No estado de SP, o plantio avança bem, favorecido pelo clima favorável. No RS algumas áreas já avançam para florescimento e o estado passa por um período de restrição hídrica. A recente valorização dos preços fez a comercialização avançar no Mato Grosso. Segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, o estado já comercializou 85,79% da safra 2023/24, 9,01% a mais do que o mesmo período do ano passado.  A perspectiva para os próximos dias é de estabilidade com viés de alta, devido à forte demanda que deve continuar aquecida. <b>Para o café, destaca-se que, </b>   As previsões indicam que as chuvas devem continuar nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo as floradas e reduzindo os danos já ocorridos nas lavouras. A desvalorização do Real frente ao Dólar segue influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, com alta nesses preços. Por outro lado, com este cenário de alta, os cafeicultores seguram as vendas na expectativa de preços maiores. O Vietnã, maior exportador de café robusta, vem lidando com a menor oferta em função de problemas climáticos, apresentando queda nas exportações. A expectativa para a entrada de grãos vietnamitas da safra 24/25 no mercado pode diminuir a pressão nas cotações.       Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Os bons volumes de chuvas acumulados devem refletir em uma melhora nas pastagens em grande parte do Brasil, aquecendo ainda mais, o mercado de reposição. A relação de troca entre o boi gordo e a saca de milho deve seguir favorável ao pecuarista, estimulando os negócios, a produção e o caixa, proporcionando condições de investimento em pastagens e demais produções de volumoso. Na B3, pode haver oscilação nas cotações do início de 2025, mostrando um momento propicio para o produtor se proteger com pagamento de um prêmio baixo. O volume de negócios de contratos também segue em alta, gerando liquidez ao mercado e...]]></itunes:summary><itunes:duration>354</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,boigordo,bovinocultor,bovinocultura,café,cafeicultor,cafeicultura,milho,milhocultor,milhocultura,pecuária,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/716933c887ed70f91d31c1a8806659cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/11/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-11-2024-cenario-da-soja--62741323</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 15 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,<br />Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o <br />cenário da soja.<br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA trouxe em seu novo <br />reporte mensal de oferta e demanda para novembro, as suas estimativas de produção <br />para soja. O relatório foi considerado altista, com forte corte de produtividade da soja <br />dos EUA reduzindo em 3,3 milhões de toneladas a produção total do país, passando de <br />124,7 para 121,4 milhões de toneladas. Os estoques finais da soja norte americana <br />também apresentaram redução. Ressaltamos que a colheita norte-americana está <br />tecnicamente concluída. Para o Brasil e Argentina as estimativas de produção da nova <br />safra foram mantidas, com 169,0 e 51,0 milhões de toneladas, respectivamente.<br />Diante dos cortes da safra dos EUA, a produção mundial foi revisada para baixo, caindo <br />para 425,4 milhões de toneladas. Igualmente, os estoques finais globais passaram de <br />134,65 para 131,74 milhões de toneladas.<br />O plantio da safra brasileira avança com ritmo acima das médias anuais, com <br />semeadura em mais de 70% da área projetada. As chuvas estão ocorrendo em todas as <br />regiões produtoras e contribuindo com os trabalhos de campo. Destaque para os estados <br />MT, MS, GO, SP e PR que já caminham para conclusão do plantio.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 13/11<br />cotado a US$ 10,07/bushel. O mercado registrou altas, diante do corte da safra nos <br />EUA e também reflexos do resultado da eleição presidencial norte-americana e a China <br />realizando compras mais volumosas diante de possível acirramento comercial com os <br />EUA.<br />O indicador CEPEA em 13/11 foi cotado a R$ 143,68 reais por saca, com lateralidade <br />das cotações em relação ao início de mês. Os fatores que contribuíram para a <br />manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda <br />interna pela indústria processadora, a manutenção dos prêmios positivos nos portos e <br />o dólar valorizado.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,77 e U$ 10,33/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,83 e U$ 10,45/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />ou consultar sua agência BB.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62741323</guid><pubDate>Fri, 15 Nov 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62741323/15_11_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3613719" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 15 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,
Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o 
cenário da soja.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA trouxe em seu novo ...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 15 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,<br />Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o <br />cenário da soja.<br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA trouxe em seu novo <br />reporte mensal de oferta e demanda para novembro, as suas estimativas de produção <br />para soja. O relatório foi considerado altista, com forte corte de produtividade da soja <br />dos EUA reduzindo em 3,3 milhões de toneladas a produção total do país, passando de <br />124,7 para 121,4 milhões de toneladas. Os estoques finais da soja norte americana <br />também apresentaram redução. Ressaltamos que a colheita norte-americana está <br />tecnicamente concluída. Para o Brasil e Argentina as estimativas de produção da nova <br />safra foram mantidas, com 169,0 e 51,0 milhões de toneladas, respectivamente.<br />Diante dos cortes da safra dos EUA, a produção mundial foi revisada para baixo, caindo <br />para 425,4 milhões de toneladas. Igualmente, os estoques finais globais passaram de <br />134,65 para 131,74 milhões de toneladas.<br />O plantio da safra brasileira avança com ritmo acima das médias anuais, com <br />semeadura em mais de 70% da área projetada. As chuvas estão ocorrendo em todas as <br />regiões produtoras e contribuindo com os trabalhos de campo. Destaque para os estados <br />MT, MS, GO, SP e PR que já caminham para conclusão do plantio.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 13/11<br />cotado a US$ 10,07/bushel. O mercado registrou altas, diante do corte da safra nos <br />EUA e também reflexos do resultado da eleição presidencial norte-americana e a China <br />realizando compras mais volumosas diante de possível acirramento comercial com os <br />EUA.<br />O indicador CEPEA em 13/11 foi cotado a R$ 143,68 reais por saca, com lateralidade <br />das cotações em relação ao início de mês. Os fatores que contribuíram para a <br />manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda <br />interna pela indústria processadora, a manutenção dos prêmios positivos nos portos e <br />o dólar valorizado.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no <br />mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação <br />de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda <br />(PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,77 e U$ 10,33/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,83 e U$ 10,45/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />ou consultar sua agência BB.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,grãos,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0127973ae5dc510fff27bdcbf03e9493.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/11/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-11-2024-cenario-do-leite--62719376</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de novembro de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLÁUDIO, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a setembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 34%. O leite captado em setembro de 2024 teve aumento de 3,80% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,86/litro. Esse valor é cerca de 39,7% maior que o registrado em setembro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo quinto mês consecutivo. Em setembro de 2024 ocorreu um aumento de 2%, comparado ao mês anterior, influenciado pela mão de obra e concentrado.  Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 3,9%. Durante o mês de setembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve redução, comparado ao mês anterior. Ao todo, foram importados 182,1 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,9 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento mensal de 19,50%. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou um déficit de US$ 699 milhões, correspondendo a 1.613 milhões de litros em equivalente-leite. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 4,7% em outubro de 2024, comparado com o mesmo período de 2023, com volume de 17.564 toneladas a um preço de US$ 3.501,00 por tonelada. Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR) e de Minas Gerais (MG), a projeção é de leve queda no preço pago pelo litro do leite para outubro. Já no Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), a projeção do preço é de leve alta. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62719376</guid><pubDate>Thu, 14 Nov 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62719376/14_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="3169428" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de novembro de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLÁUDIO, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a setembro de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de novembro de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLÁUDIO, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a setembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 34%. O leite captado em setembro de 2024 teve aumento de 3,80% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,86/litro. Esse valor é cerca de 39,7% maior que o registrado em setembro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo quinto mês consecutivo. Em setembro de 2024 ocorreu um aumento de 2%, comparado ao mês anterior, influenciado pela mão de obra e concentrado.  Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 3,9%. Durante o mês de setembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve redução, comparado ao mês anterior. Ao todo, foram importados 182,1 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,9 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento mensal de 19,50%. De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou um déficit de US$ 699 milhões, correspondendo a 1.613 milhões de litros em equivalente-leite. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, diminuíram 4,7% em outubro de 2024, comparado com o mesmo período de 2023, com volume de 17.564 toneladas a um preço de US$ 3.501,00 por tonelada. Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR) e de Minas Gerais (MG), a projeção é de leve queda no preço pago pelo litro do leite para outubro. Já no Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), a projeção do preço é de leve alta. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/eafa8ec61846d028f303a3084223166d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/11/2024 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-11-2024-cenario-do-cafe-conilon--62710069</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 13 de novembro de 2024. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon. Mesmo com o início das chuvas e condições climáticas favoráveis, o impacto do clima recente já pode ter afetado a produtividade da próxima safra. Este é um momento crucial, e o manejo adequado é fundamental: irrigação, nutrição apropriada e controle de pragas e doenças desempenham papéis essenciais. Além disso, o clima favorável é determinante para o potencial produtivo das lavouras, influenciando o volume, a uniformidade e a qualidade dos grãos. A redução da safra de robusta no Vietnã continua impactando o mercado, pois as condições climáticas adversas que afetaram as lavouras do país, junto a problemas logísticos, especialmente pelos conflitos no canal de Suez, seguem influenciando a volatilidade dos preços e podem persistir até a próxima safra. O aumento do consumo global e a baixa dos principais estoques também são fatores importantes para a manutenção dessa volatilidade. No mercado futuro, a bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve recuperação do robusta, sendo negociado para janeiro de 2025 a US$ 4.385 por tonelada. No mercado interno, as cotações do conilon mantiveram-se voláteis, com uma tendência de alta ao longo de todo o mês. No início de novembro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 1.380,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, Espírito Santo. O Vietnã, maior exportador mundial de café robusta, registrou uma queda de 11,2% nas exportações nos primeiros 10 meses de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023. Essa queda foi influenciada pela redução na oferta e pela alta nos preços devido à escassez, o que tem favorecido um aumento nas exportações brasileiras, mesmo com problemas logísticos nas principais vias de exportação. No Espírito Santo, por exemplo, houve um crescimento de 25% nas exportações de café solúvel em relação ao ano passado. Diante desse cenário, os produtores devem considerar aproveitar os momentos de alta para vender suas produções. Além disso, utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, pode ser uma estratégia eficaz para se proteger contra possíveis quedas de preço no longo prazo. O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62710069</guid><pubDate>Wed, 13 Nov 2024 10:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62710069/13_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_cafe_conilon.mp3" length="3278933" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 13 de novembro de 2024. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon. Mesmo com o início das chuvas e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 13 de novembro de 2024. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon. Mesmo com o início das chuvas e condições climáticas favoráveis, o impacto do clima recente já pode ter afetado a produtividade da próxima safra. Este é um momento crucial, e o manejo adequado é fundamental: irrigação, nutrição apropriada e controle de pragas e doenças desempenham papéis essenciais. Além disso, o clima favorável é determinante para o potencial produtivo das lavouras, influenciando o volume, a uniformidade e a qualidade dos grãos. A redução da safra de robusta no Vietnã continua impactando o mercado, pois as condições climáticas adversas que afetaram as lavouras do país, junto a problemas logísticos, especialmente pelos conflitos no canal de Suez, seguem influenciando a volatilidade dos preços e podem persistir até a próxima safra. O aumento do consumo global e a baixa dos principais estoques também são fatores importantes para a manutenção dessa volatilidade. No mercado futuro, a bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve recuperação do robusta, sendo negociado para janeiro de 2025 a US$ 4.385 por tonelada. No mercado interno, as cotações do conilon mantiveram-se voláteis, com uma tendência de alta ao longo de todo o mês. No início de novembro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 1.380,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, Espírito Santo. O Vietnã, maior exportador mundial de café robusta, registrou uma queda de 11,2% nas exportações nos primeiros 10 meses de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023. Essa queda foi influenciada pela redução na oferta e pela alta nos preços devido à escassez, o que tem favorecido um aumento nas exportações brasileiras, mesmo com problemas logísticos nas principais vias de exportação. No Espírito Santo, por exemplo, houve um crescimento de 25% nas exportações de café solúvel em relação ao ano passado. Diante desse cenário, os produtores devem considerar aproveitar os momentos de alta para vender suas produções. Além disso, utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, pode ser uma estratégia eficaz para se proteger contra possíveis quedas de preço no longo prazo. O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,cafeicultor,cafeicultura,conilon</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/34469261729f721bd9e4dbf64fa4d6ca.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/11/2024 - Cenário da piscicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-11-2024-cenario-da-piscicultura--62697120</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Lima, sou Assessor de Agronegócios em Nova Friburgo/RJ, e vamos falar sobre os efeitos do clima para o segmento da pesca artesanal na Região Norte do Brasil. O Índice Integrado de Seca, divulgado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, de agosto de 2024, apontou seca extrema no Acre e no oeste do Amazonas. Esse cenário provocou uma redução drástica na renda das pescadoras e pescadores artesanais em mais de 100 municípios locais, devido suas relações de dependência e subsistência com as águas da região. É importante salientar que diversos organismos internacionais já discutem os efeitos das mudanças climáticas sobre a produção pesqueira. O tema foi pauta do G20, encontro que aconteceu em Brasília, entre os dias 11 e 12 de junho de 2024. Na ocasião o Ministério da Pesca e Aquicultura defendeu uma integração sustentável da pesca e aquicultura nas cadeias locais e globais. Dentre as principais espécies das áreas de rios e lagos afetadas pela estiagem extrema e prolongada, temos a traíra, tucunaré, aracu, acará, branquinha, apaiari, pirarucu, tamoatá e jejú. Em razão disso, em 07/10/2024, o Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional a Medida Provisória nº 1.263/2024, que institui o Auxílio Extraordinário para pescadoras e pescadores artesanais beneficiários do Seguro-Defeso nos municípios em estado de calamidade/emergência na Região Norte do Brasil O dispositivo legal foi publicado no Diário Oficial da União de 08/10/2024, por meio dele, as pescadoras e pescadores terão acesso ao montante estimado em mais de R$ 418 milhões, que serão pagos em parcela única, no valor de 2 salários, correspondendo ao repasse de R$ 2.824,00 (dois mil oitocentos e vinte e quatro reais), para mais de 148 mil pescadoras e pescadores atingidos pela seca na Região Norte. Considerando que a produção pesqueira e aquícola atingiu o recorde de 214 milhões de toneladas no mundo em 2020, porém, concentrada em poucas regiões, o Brasil deve buscar uma distribuição justa de cotas de captura e oportunidades para o desenvolvimento pesqueiro. Além disso, o país precisa ampliar os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural, garantindo, assim, uma exploração pesqueira mais eficiente. Tais ações poderão, inclusive, potencializar o acesso ao crédito rural, gerando maiores investimentos no setor e viabilizando, por exemplo, modernização de embarcações e a aquisição de novos equipamentos.   O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir n<b>a exploração de peixes e custear as despesas da produção</b>. Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62697120</guid><pubDate>Tue, 12 Nov 2024 10:00:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62697120/12_11_2024_bbcast_agro_cenario_da_piscicultura.mp3" length="3510065" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Lima, sou Assessor de Agronegócios em Nova Friburgo/RJ, e vamos falar sobre os efeitos do clima para o segmento da pesca artesanal na Região Norte do Brasil. O Índice Integrado de Seca, divulgado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de novembro de 2024, meu nome é Luciano Lima, sou Assessor de Agronegócios em Nova Friburgo/RJ, e vamos falar sobre os efeitos do clima para o segmento da pesca artesanal na Região Norte do Brasil. O Índice Integrado de Seca, divulgado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, de agosto de 2024, apontou seca extrema no Acre e no oeste do Amazonas. Esse cenário provocou uma redução drástica na renda das pescadoras e pescadores artesanais em mais de 100 municípios locais, devido suas relações de dependência e subsistência com as águas da região. É importante salientar que diversos organismos internacionais já discutem os efeitos das mudanças climáticas sobre a produção pesqueira. O tema foi pauta do G20, encontro que aconteceu em Brasília, entre os dias 11 e 12 de junho de 2024. Na ocasião o Ministério da Pesca e Aquicultura defendeu uma integração sustentável da pesca e aquicultura nas cadeias locais e globais. Dentre as principais espécies das áreas de rios e lagos afetadas pela estiagem extrema e prolongada, temos a traíra, tucunaré, aracu, acará, branquinha, apaiari, pirarucu, tamoatá e jejú. Em razão disso, em 07/10/2024, o Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional a Medida Provisória nº 1.263/2024, que institui o Auxílio Extraordinário para pescadoras e pescadores artesanais beneficiários do Seguro-Defeso nos municípios em estado de calamidade/emergência na Região Norte do Brasil O dispositivo legal foi publicado no Diário Oficial da União de 08/10/2024, por meio dele, as pescadoras e pescadores terão acesso ao montante estimado em mais de R$ 418 milhões, que serão pagos em parcela única, no valor de 2 salários, correspondendo ao repasse de R$ 2.824,00 (dois mil oitocentos e vinte e quatro reais), para mais de 148 mil pescadoras e pescadores atingidos pela seca na Região Norte. Considerando que a produção pesqueira e aquícola atingiu o recorde de 214 milhões de toneladas no mundo em 2020, porém, concentrada em poucas regiões, o Brasil deve buscar uma distribuição justa de cotas de captura e oportunidades para o desenvolvimento pesqueiro. Além disso, o país precisa ampliar os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural, garantindo, assim, uma exploração pesqueira mais eficiente. Tais ações poderão, inclusive, potencializar o acesso ao crédito rural, gerando maiores investimentos no setor e viabilizando, por exemplo, modernização de embarcações e a aquisição de novos equipamentos.   O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir n<b>a exploração de peixes e custear as despesas da produção</b>. Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,peixe,pesca,piscicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/78b100c519677a6c157be136f3054723.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/11/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-11-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62670511</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Com a vitória de Donald Trump nas eleições presidências dos Estados Unidos, o mercado especulará sobre a possibilidade de o Governo eleito travar uma guerra comercial com a China, o que poderá desencadear transferência da demanda chinesa dos Estados Unidos para outros mercados, em especial, o Brasil. Os mercados se ajustarão aos dados do Relatório de oferta e demanda que o USDA divulgou na sexta-feira (08/11). A previsão climática para os próximos sete dias, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, é que teremos chuvas em todas as regiões produtoras de soja do Brasil, embora em volumes diferentes. Com a recuperação da umidade do solo, a expectativa é que o plantio da soja siga avançando de forma bem significativa, com desenvolvimento bastante positivo das lavouras. Já a colheita da safra norte-americana avança para o final com produção recorde, que, combinado com as boas previsões climáticas para o Brasil e preparativos para o início da safra argentina, esses fatores pressionarão as cotações na CBOT. Assim, no mercado interno, no curto prazo, a cotação do dólar e a pouca oferta de soja disponível, manterão as cotações em estabilidade, enquanto para o médio e longo prazo, os vieses são de baixa.   <b>No tocante ao milho,</b><b></b> <b> </b>O relatório semanal divulgado pelo USDA indicou que a colheita da Safra 2024/25 americana atingiu 91% da área total, estando treze pontos percentuais acima que o mesmo período do ciclo anterior. <b></b> Conforme a Bolsa de Cereais na Argentina, o plantio de milho comercial para grão no país foi estimado em 37,2% da área projetada de 6,3 milhões de hectares. O órgão espera que para a Safra 2024/25 sejam produzidas 47 milhões de toneladas, contrapondo as expectativas do USDA, que são de 51 milhões de toneladas.   No Brasil, a Conab divulgará no dia 14 de novembro seu 2º Levantamento Safra 2024/25, e o mercado acompanhará as perspectivas do órgão com relação à 1ª e 2ª safra do cereal, além dos estoques finais do ciclo anterior e previsto.   Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o clima deve ser favorável para as principais regiões produtoras do milho 1ª safra (verão), com chuvas regulares e bem distribuídas.   Os preços internos podem se manter estáveis com viés de alta, uma vez que o produtor pode continuar cauteloso nas vendas, buscando maiores preços. <b> </b> <b>Para o café, </b> As chuvas trazem as primeiras floradas aos cafezais do Brasil, mas não devem ser suficientes para reverter os danos já ocorridos nas lavouras. A desvalorização do Real frente ao dólar está influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, com alta nesses preços. Por outro lado, há baixa liquidez na comercialização por parte dos cafeicultores; Já o Vietnã, maior exportador de café robusta, vem lidando com a menor oferta em função de problemas climáticos, exportou 1,15 milhão de toneladas métricas de café nos primeiros dez meses deste ano, apresentando uma queda de 11,2% em relação ao mesmo período de 2023. Isso, por outro lado, tem impulsionado as exportações brasileiras desse tipo de grão.   E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos que A tendência de valorização da cotação no mercado físico deve se manter durante a semana. A indústria frigorífica segue firme nas compras e o baixo nível de estoque no mercado atacadista pode favorecer o pecuarista nas negociações. O mercado de reposição deve apresentar movimento de alta, seguindo a valorização do animal terminado, uma vez que com a entrada da estação chuvosa e o começo da produção de folhas nas pastagens das principais regiões produtoras, a liquidez nas comercializações do bezerro e do boi magro deve melhorar. A valorização do dólar também deve manter o mercado externo aquecido, uma vez que a cotação do Boi Gordo na referência CEPEA/São Paulo deve seguir com preços atrativos para o comprador internacional, especialmente em relação aos principais compradores da carne brasileira. A relação de troca entre o Boi Gordo e a saca de milho deve seguir favorável ao pecuarista, estimulando os negócios, a produção e favorecendo o caixa do pecuarista, proporcionando condições de investimento em pastagens e demais produções de volumoso. Na B3, pode haver oscilação nas cotações, uma vez que na semana anterior houve fortes altas em dias consecutivos. Ainda assim, o movimento de alta deve continuar. O volume de negócios de contratos também segue em alta, gerando liquidez ao mercado e estimulando essa valorização.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62670511</guid><pubDate>Mon, 11 Nov 2024 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62670511/11_11_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="6363472" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Com a vitória de Donald Trump nas eleições presidências dos Estados Unidos, o mercado especulará sobre a possibilidade de o Governo eleito travar uma guerra comercial com a China, o que poderá desencadear transferência da demanda chinesa dos Estados Unidos para outros mercados, em especial, o Brasil. Os mercados se ajustarão aos dados do Relatório de oferta e demanda que o USDA divulgou na sexta-feira (08/11). A previsão climática para os próximos sete dias, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, é que teremos chuvas em todas as regiões produtoras de soja do Brasil, embora em volumes diferentes. Com a recuperação da umidade do solo, a expectativa é que o plantio da soja siga avançando de forma bem significativa, com desenvolvimento bastante positivo das lavouras. Já a colheita da safra norte-americana avança para o final com produção recorde, que, combinado com as boas previsões climáticas para o Brasil e preparativos para o início da safra argentina, esses fatores pressionarão as cotações na CBOT. Assim, no mercado interno, no curto prazo, a cotação do dólar e a pouca oferta de soja disponível, manterão as cotações em estabilidade, enquanto para o médio e longo prazo, os vieses são de baixa.   <b>No tocante ao milho,</b><b></b> <b> </b>O relatório semanal divulgado pelo USDA indicou que a colheita da Safra 2024/25 americana atingiu 91% da área total, estando treze pontos percentuais acima que o mesmo período do ciclo anterior. <b></b> Conforme a Bolsa de Cereais na Argentina, o plantio de milho comercial para grão no país foi estimado em 37,2% da área projetada de 6,3 milhões de hectares. O órgão espera que para a Safra 2024/25 sejam produzidas 47 milhões de toneladas, contrapondo as expectativas do USDA, que são de 51 milhões de toneladas.   No Brasil, a Conab divulgará no dia 14 de novembro seu 2º Levantamento Safra 2024/25, e o mercado acompanhará as perspectivas do órgão com relação à 1ª e 2ª safra do cereal, além dos estoques finais do ciclo anterior e previsto.   Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o clima deve ser favorável para as principais regiões produtoras do milho 1ª safra (verão), com chuvas regulares e bem distribuídas.   Os preços internos podem se manter estáveis com viés de alta, uma vez que o produtor pode continuar cauteloso nas vendas, buscando maiores preços. <b> </b> <b>Para o café, </b> As chuvas trazem as primeiras floradas aos cafezais do Brasil, mas não devem ser suficientes para reverter os danos já ocorridos nas lavouras. A desvalorização do Real frente ao dólar está influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, com alta nesses preços. Por outro lado, há baixa liquidez na comercialização por parte dos cafeicultores; Já o Vietnã, maior exportador de café robusta, vem lidando com a menor oferta em função de problemas climáticos, exportou 1,15 milhão de toneladas métricas de café nos primeiros dez meses deste ano, apresentando uma queda de 11,2% em relação ao mesmo período de 2023. Isso, por outro lado, tem impulsionado as exportações brasileiras desse tipo de grão.   E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos que A tendência de valorização da cotação no mercado físico deve se manter durante a semana. A indústria frigorífica segue firme nas compras e o baixo nível de estoque no mercado atacadista pode favorecer o pecuarista nas negociações. O mercado de reposição deve apresentar movimento de alta, seguindo a valorização do animal terminado, uma vez que com a entrada da estação chuvosa e o começo da produção de folhas nas pastagens das principais regiões produtoras, a liquidez nas comercializações do...]]></itunes:summary><itunes:duration>398</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,pecuária,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/efc56cfa08de5a13e9854a0ab19bc9a1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/11/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-11-2024-cenario-do-milho--62658146</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 08 de novembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações do cereal no mercado externo têm apresentado valorizações desde o início de novembro, fundamentado pelo aumento na demanda do milho norte-americano. O contrato referência dezembro/24 encerrou na quarta-feira cotado a US$ 4,26/bushel, elevação de quase 3% em relação ao início do mês.   A colheita no país está praticamente finalizada. De acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado no dia 04 de novembro, restariam apenas 9% das lavouras no campo.   Ainda hoje o USDA divulgará seu levantamento mensal de oferta e demanda global, podendo trazer volatilidade ao mercado no decorrer do dia.   No Brasil, de acordo com a Conab em publicação nesta semana, a semeadura do milho 1ª safra atingiu 42% da área total. O retorno das chuvas contribuiu para a melhora no ritmo de plantio em estados que estavam mais atrasados, como São Paulo, agora com 40% da área cultivada, e Minas Gerais, com 22%. Para os estados da região Sul, restam poucas áreas para serem implantadas.   Os preços físicos seguiram firmes. De acordo com o CEPEA, o indicador do milho referência B3 base Campinas, acumulou valorização de 13,4% no mês de outubro e atingiu seu maior valor desde meados de abril do ano passado. A elevação é justificada pela demanda interna aquecida e retração de vendas pelo produtor. No dia 06 de novembro o indicador encerrou cotado a R$74,21 por saca, alta de 1,56% em relação ao dia anterior.    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,89 e R$ 83,14 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 73,04 e R$ 84,37 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62658146</guid><pubDate>Fri, 08 Nov 2024 10:00:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62658146/08_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="3509229" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 08 de novembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações do cereal no mercado externo têm...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 08 de novembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    As cotações do cereal no mercado externo têm apresentado valorizações desde o início de novembro, fundamentado pelo aumento na demanda do milho norte-americano. O contrato referência dezembro/24 encerrou na quarta-feira cotado a US$ 4,26/bushel, elevação de quase 3% em relação ao início do mês.   A colheita no país está praticamente finalizada. De acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado no dia 04 de novembro, restariam apenas 9% das lavouras no campo.   Ainda hoje o USDA divulgará seu levantamento mensal de oferta e demanda global, podendo trazer volatilidade ao mercado no decorrer do dia.   No Brasil, de acordo com a Conab em publicação nesta semana, a semeadura do milho 1ª safra atingiu 42% da área total. O retorno das chuvas contribuiu para a melhora no ritmo de plantio em estados que estavam mais atrasados, como São Paulo, agora com 40% da área cultivada, e Minas Gerais, com 22%. Para os estados da região Sul, restam poucas áreas para serem implantadas.   Os preços físicos seguiram firmes. De acordo com o CEPEA, o indicador do milho referência B3 base Campinas, acumulou valorização de 13,4% no mês de outubro e atingiu seu maior valor desde meados de abril do ano passado. A elevação é justificada pela demanda interna aquecida e retração de vendas pelo produtor. No dia 06 de novembro o indicador encerrou cotado a R$74,21 por saca, alta de 1,56% em relação ao dia anterior.    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,89 e R$ 83,14 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 73,04 e R$ 84,37 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ffa5658dc86cf50d2de2b1fda5fecc9f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/11/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-11-2024-cenario-do-boi-gordo--62645023</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 7 de novembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.  No dia 5 de novembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 320,90, com alta de 0,03% no dia. No último dia útil de outubro, quinta-feira (31/10), na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$315,90/@. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dezenove primeiros dias úteis de outubro, foram de 236,2 mil toneladas, sendo 50 mil toneladas a mais do que foi exportado em todo o mês de outubro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.638, representando alta de 0,9% em relação ao mesmo período de 2023. O mercado do boi gordo permanece fortalecido. A indústria continua com escala de abate curta, em cerca de cinco dias úteis. O volume de animais prontos para o a abate segue restrito. A entrada de salário na economia deve estimular o volume de reposição entre o varejo e o atacado na primeira quinzena do mês. É importante destacar que a carne de frango ainda é mais competitiva quando comparada a carne bovina, existindo a possibilidade de o consumidor migrar para a fonte de proteína de menor valor. Com a melhora das cotações do boi gordo, os preços dos contratos futuros na B3 se valorizaram, ofertando boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais oscilações nos preços da arroba do boi gordo no momento de venda dos animais.​ Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 317,60 e 359,00 /@, e fevereiro de 2025 com strike entre R$ 308,00 e 351,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62645023</guid><pubDate>Thu, 07 Nov 2024 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62645023/07_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="3148948" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 7 de novembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.  No dia 5 de novembro de 2024, de acordo com o indicador do boi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 7 de novembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.  No dia 5 de novembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 320,90, com alta de 0,03% no dia. No último dia útil de outubro, quinta-feira (31/10), na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$315,90/@. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos dezenove primeiros dias úteis de outubro, foram de 236,2 mil toneladas, sendo 50 mil toneladas a mais do que foi exportado em todo o mês de outubro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.638, representando alta de 0,9% em relação ao mesmo período de 2023. O mercado do boi gordo permanece fortalecido. A indústria continua com escala de abate curta, em cerca de cinco dias úteis. O volume de animais prontos para o a abate segue restrito. A entrada de salário na economia deve estimular o volume de reposição entre o varejo e o atacado na primeira quinzena do mês. É importante destacar que a carne de frango ainda é mais competitiva quando comparada a carne bovina, existindo a possibilidade de o consumidor migrar para a fonte de proteína de menor valor. Com a melhora das cotações do boi gordo, os preços dos contratos futuros na B3 se valorizaram, ofertando boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais oscilações nos preços da arroba do boi gordo no momento de venda dos animais.​ Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 317,60 e 359,00 /@, e fevereiro de 2025 com strike entre R$ 308,00 e 351,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4f96dcd065585cde287f5071fa3ad936.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/11/2024 - Cenário da silvicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-11-2024-cenario-da-silvicultura--62626142</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de novembro de 2024 meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas – SP e falaremos sobre a <b>retenção de carbono pelas florestas.</b> Atualmente temos muitos comentários sobre a retenção de carbono nas florestas, sejam naturais ou sejam de reflorestamento. Qual a árvore com maior capacidade? Vale a pena reflorestar ou manter as que já estão vivas? O que devemos fazer? Temos estudos que demonstram a capacidade de retenção de carbono atmosférico, inclusive pela parte aérea e raízes dos vegetais. No que vamos acreditar?  Vamos comparar o Eucalipto com o Pinus e mencionar o potencial de sequestro de carbono com relação aos biomas brasileiros.  Segundo a Sociedade Brasileira de Silvicultura- SBS o sequestro de carbono atmosférico para o <i>Eucalipto</i> gira em torno de 10 ton.C.ha-¹ ano enquanto pro <i>Pinus</i> o mesmo fica em torno de 7. Temos estudos demostrando que a proporção de sequestro de carbono varia de acordo com a árvore cultivada fazendo com que o Pinus tenha uma melhor retenção de carbono nas raízes enquanto o Eucalipto retém mais nas partes aéreas. A Araucária, como Rainha das Árvores, retém, aproximadamente, 18,59 ton.C.ha-¹ ano, Seringueiras, 9,15, e, as, espécies nativas como Angico, Massaranduba, Ipê, Jequitibá e Canela-preta, em média, 2,59. Observa-se que a retenção de carbono nas árvores nativas, é, comparativamente menor que no Pinus e Eucalipto, porém, se deve considerar as vantagens biológicas destas em referência às florestas plantadas e que, a cada 7 árvores plantadas, retendo carbono num período de 20 anos, sequestram 1 tonelada de carbono, retirando o mesmo da atmosfera. Então? <b>A rainha, sabemos quem é, mas,</b> quem é o Rei e quem é o Cavaleiro? <i>Pinus</i> retém bem mais carbono nas raízes do que o <i>Eucalipto</i>, porém o Eucalipto retém muito mais do que o Pinus na parte aérea (aproximadamente mesmo volume total – um na parte aérea e outro nas raízes). Na dúvida, contem com o BB para contratar o Renovagro, tanto para o cultivo do eucalipto, quanto de pinus. Assim também estarão contribuindo para o sequestro de carbono atmosférico e com o meio ambiente! Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62626142</guid><pubDate>Wed, 06 Nov 2024 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62626142/06_11_2024_bbcast_agro_cenario_da_silvicultura.mp3" length="2834225" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 06 de novembro de 2024 meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas – SP e falaremos sobre a retenção de carbono pelas florestas. Atualmente temos muitos comentários sobre a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de novembro de 2024 meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas – SP e falaremos sobre a <b>retenção de carbono pelas florestas.</b> Atualmente temos muitos comentários sobre a retenção de carbono nas florestas, sejam naturais ou sejam de reflorestamento. Qual a árvore com maior capacidade? Vale a pena reflorestar ou manter as que já estão vivas? O que devemos fazer? Temos estudos que demonstram a capacidade de retenção de carbono atmosférico, inclusive pela parte aérea e raízes dos vegetais. No que vamos acreditar?  Vamos comparar o Eucalipto com o Pinus e mencionar o potencial de sequestro de carbono com relação aos biomas brasileiros.  Segundo a Sociedade Brasileira de Silvicultura- SBS o sequestro de carbono atmosférico para o <i>Eucalipto</i> gira em torno de 10 ton.C.ha-¹ ano enquanto pro <i>Pinus</i> o mesmo fica em torno de 7. Temos estudos demostrando que a proporção de sequestro de carbono varia de acordo com a árvore cultivada fazendo com que o Pinus tenha uma melhor retenção de carbono nas raízes enquanto o Eucalipto retém mais nas partes aéreas. A Araucária, como Rainha das Árvores, retém, aproximadamente, 18,59 ton.C.ha-¹ ano, Seringueiras, 9,15, e, as, espécies nativas como Angico, Massaranduba, Ipê, Jequitibá e Canela-preta, em média, 2,59. Observa-se que a retenção de carbono nas árvores nativas, é, comparativamente menor que no Pinus e Eucalipto, porém, se deve considerar as vantagens biológicas destas em referência às florestas plantadas e que, a cada 7 árvores plantadas, retendo carbono num período de 20 anos, sequestram 1 tonelada de carbono, retirando o mesmo da atmosfera. Então? <b>A rainha, sabemos quem é, mas,</b> quem é o Rei e quem é o Cavaleiro? <i>Pinus</i> retém bem mais carbono nas raízes do que o <i>Eucalipto</i>, porém o Eucalipto retém muito mais do que o Pinus na parte aérea (aproximadamente mesmo volume total – um na parte aérea e outro nas raízes). Na dúvida, contem com o BB para contratar o Renovagro, tanto para o cultivo do eucalipto, quanto de pinus. Assim também estarão contribuindo para o sequestro de carbono atmosférico e com o meio ambiente! Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,silvicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b74eb633b5bd2b264a44fe8fa3879059.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/11/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-11-2024-cenario-climatico--62613756</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de novembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> O último relatório da NOAA, cita a previsão de um La Niña fraco e de curta duração devido verificação de temperaturas abaixo da média nos pontos de monitoramento no Oceano Pacífico. No Brasil, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), ainda observam condições de neutralidade. Para este mês, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET indica previsão de chuvas acima da média em grande parte da região Sudeste, Goiás, centro-leste do Mato Grosso, Acre e Amazonas. A região Sul terá precipitação na faixa normal, com algumas localidades acima da média. Para grande parte da região Nordeste, centro-norte do Pará, Amapá, Roraima, sudoeste do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. A previsão indica temperatura acima da média em grande parte do país, com possibilidade de ocorrência das ondas de calor. São previstos valores abaixo da média em áreas pontuais do Sudeste e Sul, devido a ocorrência de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura. Devido ao prognóstico climático do INMET, as culturas de verão de parte do sudeste e centro-oeste podem ser beneficiadas com o aumento da umidade e do nível de água do solo. Em locais do Sul, onde existem lavoura de inverno, o excesso de chuvas, além de prejudicar colheitas, pode atrasar o plantio da nova safra. Com a possibilidade de ondas de calor, algumas lavouras sensíveis à temperatura mais alta, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com o evento. Assim, atentando para o plantio da safra de verão, e aos eventos climáticos ocorridos de forma recente, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62613756</guid><pubDate>Tue, 05 Nov 2024 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62613756/05_11_2024_bbcast_agro_cenario_do_clima.mp3" length="2834643" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 05 de novembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático. O último relatório da NOAA, cita a previsão de um La Niña fraco e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de novembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> O último relatório da NOAA, cita a previsão de um La Niña fraco e de curta duração devido verificação de temperaturas abaixo da média nos pontos de monitoramento no Oceano Pacífico. No Brasil, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), ainda observam condições de neutralidade. Para este mês, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET indica previsão de chuvas acima da média em grande parte da região Sudeste, Goiás, centro-leste do Mato Grosso, Acre e Amazonas. A região Sul terá precipitação na faixa normal, com algumas localidades acima da média. Para grande parte da região Nordeste, centro-norte do Pará, Amapá, Roraima, sudoeste do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. A previsão indica temperatura acima da média em grande parte do país, com possibilidade de ocorrência das ondas de calor. São previstos valores abaixo da média em áreas pontuais do Sudeste e Sul, devido a ocorrência de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura. Devido ao prognóstico climático do INMET, as culturas de verão de parte do sudeste e centro-oeste podem ser beneficiadas com o aumento da umidade e do nível de água do solo. Em locais do Sul, onde existem lavoura de inverno, o excesso de chuvas, além de prejudicar colheitas, pode atrasar o plantio da nova safra. Com a possibilidade de ondas de calor, algumas lavouras sensíveis à temperatura mais alta, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com o evento. Assim, atentando para o plantio da safra de verão, e aos eventos climáticos ocorridos de forma recente, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,clima,laniña,meteorologia,previsãodotempo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8dfe62c095b8d40a53a30d0e44c982a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/11/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-11-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62585317</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Com a proximidade das eleições presidenciais nos Estados Unidos possa ocorrer aversão ao risco sobre o mercado financeiro global, com reflexo nas cotações das commodities agrícolas. Vale destacar que a mudança no tempo de inspeção para certificação dos navios na China poderá reduzir a demanda de curto prazo e pressionar negativamente as cotações na CBOT. Com a manutenção do clima favorável e a recuperação da umidade do solo, a expectativa é que o plantio da soja no Brasil siga avançando de forma significativa, podendo superar a média dos últimos 5 anos. A colheita da safra norte-americana ultrapassará os 90%, com resultados favoráveis, que, combinado com as boas previsões climáticas para o Brasil, gera a expectativa de uma ampla oferta global da oleaginosa, pressionando as cotações na CBOT. Assim, no mercado interno, no curto prazo, devido a cotação do dólar e da pouca oferta de soja disponível, as cotações deverão se manter em estabilidade, enquanto para o médio e longo prazos, os vieses são de baixa.   <b>No tocante ao milho,</b> <b> </b>De acordo com o relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a colheita do grão nos país avançou para 81% de área colhida, um aumento de 16 pontos em relação à última semana. Este percentual é 17 pontos maior que a média dos últimos cinco anos. Ainda de acordo o Departamento, a previsão do clima dos EUA para os próximos dias deve ser de temperaturas mais amenas na maior parte do país, à exceção da metade leste. Já as chuvas devem cobrir grande parte do país, contrastando com o tempo mais seco ao longo da metade norte.   De acordo com dados da CONAB, o plantio do milho verão já alcançou 36,8% da área plantada, com destaques para os estados do Paraná, que está finalizando e Goiás, que iniciou o plantio das áreas. Cerca de 33% destas áreas estão em fase de floração, com 13,3% já avançando para o enchimento do grão. Para os próximos dias é esperado um bom volume de chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, favorecendo o andamento do plantio.   A perspectiva é que a cotação mantenha um viés de alta no curto prazo, apoiado pela alta do dólar, preocupações com a janela de plantio do milho safrinha e a posição retraída dos produtores. <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b>Para o café,</b><b> </b> Temos previsão de chuvas mais regulares em novembro no país, o que tem trazido esperança ao setor de melhora nas condições das lavouras. Este monitoramento do clima continuará ditando a volatilidade nas cotações do mercado de café; A Colheita no Vietnã, embora traga um alívio na oferta imediata, também poderá influenciar as cotações no curto e médio prazos a depender da confirmação do volume de exportações do Robusta.  A desvalorização do real frente ao dólar segue influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, refletindo na alta de preços. Por outro lado, há baixa liquidez na comercialização por parte dos cafeicultores. Enxergamos tendência de manutenção nos preços mais altos do arábica e do robusta/conilon no curto e médio prazos, principalmente pelas incertezas quanto a safra atual do Vietnã e da safra futura brasileira.   Quanto ao <b>Boi Gordo é importante frisar que, </b> Faltando apenas dois dias úteis para o encerramento do mês de outubro, os embarques da carne bovina in natura tendiam a superar o volume histórico alcançado em setembro/24 (de 251,7 mil toneladas) dados da Secex.  Esta semana se inicia com a população a espera do recebimento de proventos e há expectativa de novos aumentos nos preços da carne bovina no atacado e varejo. Com relação aos preços, o Boi gordo já supera a barreira dos R$ 300/@ em várias praças. Com esta melhora nas cotações, os contratos futuros na B3 se valorizaram, para outubro, novembro e Dezembro de 2024, superando os R$ 315,00/@. Como forma de proteção financeira, contra uma eventual queda nos preços físicos no momento da comercialização, lembramos que o BB oferece boas oportunidades em opções agropecuárias para o produtor.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62585317</guid><pubDate>Mon, 04 Nov 2024 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62585317/04_11_2024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5660465" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de novembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Com a proximidade das eleições presidenciais nos Estados Unidos possa ocorrer aversão ao risco sobre o mercado financeiro global, com reflexo nas cotações das commodities agrícolas. Vale destacar que a mudança no tempo de inspeção para certificação dos navios na China poderá reduzir a demanda de curto prazo e pressionar negativamente as cotações na CBOT. Com a manutenção do clima favorável e a recuperação da umidade do solo, a expectativa é que o plantio da soja no Brasil siga avançando de forma significativa, podendo superar a média dos últimos 5 anos. A colheita da safra norte-americana ultrapassará os 90%, com resultados favoráveis, que, combinado com as boas previsões climáticas para o Brasil, gera a expectativa de uma ampla oferta global da oleaginosa, pressionando as cotações na CBOT. Assim, no mercado interno, no curto prazo, devido a cotação do dólar e da pouca oferta de soja disponível, as cotações deverão se manter em estabilidade, enquanto para o médio e longo prazos, os vieses são de baixa.   <b>No tocante ao milho,</b> <b> </b>De acordo com o relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a colheita do grão nos país avançou para 81% de área colhida, um aumento de 16 pontos em relação à última semana. Este percentual é 17 pontos maior que a média dos últimos cinco anos. Ainda de acordo o Departamento, a previsão do clima dos EUA para os próximos dias deve ser de temperaturas mais amenas na maior parte do país, à exceção da metade leste. Já as chuvas devem cobrir grande parte do país, contrastando com o tempo mais seco ao longo da metade norte.   De acordo com dados da CONAB, o plantio do milho verão já alcançou 36,8% da área plantada, com destaques para os estados do Paraná, que está finalizando e Goiás, que iniciou o plantio das áreas. Cerca de 33% destas áreas estão em fase de floração, com 13,3% já avançando para o enchimento do grão. Para os próximos dias é esperado um bom volume de chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, favorecendo o andamento do plantio.   A perspectiva é que a cotação mantenha um viés de alta no curto prazo, apoiado pela alta do dólar, preocupações com a janela de plantio do milho safrinha e a posição retraída dos produtores. <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b>Para o café,</b><b> </b> Temos previsão de chuvas mais regulares em novembro no país, o que tem trazido esperança ao setor de melhora nas condições das lavouras. Este monitoramento do clima continuará ditando a volatilidade nas cotações do mercado de café; A Colheita no Vietnã, embora traga um alívio na oferta imediata, também poderá influenciar as cotações no curto e médio prazos a depender da confirmação do volume de exportações do Robusta.  A desvalorização do real frente ao dólar segue influenciando as cotações do mercado físico no Brasil, refletindo na alta de preços. Por outro lado, há baixa liquidez na comercialização por parte dos cafeicultores. Enxergamos tendência de manutenção nos preços mais altos do arábica e do robusta/conilon no curto e médio prazos, principalmente pelas incertezas quanto a safra atual do Vietnã e da safra futura brasileira.   Quanto ao <b>Boi Gordo é importante frisar que, </b> Faltando apenas dois dias úteis para o encerramento do mês de outubro, os embarques da carne bovina in natura tendiam a superar o volume histórico alcançado em setembro/24 (de 251,7 mil toneladas) dados da Secex.  Esta semana se inicia com a população a espera do recebimento de proventos e há expectativa de novos aumentos nos preços da carne bovina no atacado e varejo. Com relação aos preços, o Boi gordo já supera a barreira dos R$ 300/@ em várias...]]></itunes:summary><itunes:duration>354</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a91ca7284fe15c0c385db14d900792ff.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/11/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-11-2024-cenario-da-soja--62574162</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 01 de novembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. A colheita nos Estados Unidos caminha para sua conclusão, com 89% da safra colhida até o último domingo (27). Este índice registra superioridade em comparação com o mesmo período do ano passado que foi de 82% e dos 78% indicados na média plurianual. A expectativa de produção nos EUA é de 124,7 milhões de toneladas, registrando recorde histórico. Já a produção mundial deverá ficar acima dos 428 milhões de toneladas, em se confirmando as boas expectativas do Brasil e Argentina. Isso poderá aumentar a oferta e os estoques globais, pressionando ainda mais as cotações externas.   O plantio da nova safra brasileira de soja registrou uma semana de grande avanço, atingindo mais de 40% da área projetada, recuperando grande parte dos atrasos acumulados até o momento. A constância das chuvas nas principais regiões produtoras voltou a trazer um cenário favorável para a germinação e desenvolvimento inicial das lavouras ao redor do país, promovendo o avanço das máquinas em quase todos os estados produtores. O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 30/10 cotado a US$ 9,91/bushel. O mercado registrou baixas, diante da confirmação da supersafra nos EUA e retorno das chuvas nos principais estados produtores do Brasil, seguindo a tendência predominante do fundamento oferta. Ressaltamos a elevação das vendas registradas nos EUA, com a China realizando importações antes das eleições presidências Norte Americanas. O indicador CEPEA em 30/10 foi cotado a R$ 143,56 reais por saca, (30/09 R$ 141,16) com lateralidade das cotações para o início de outubro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e o dólar valorizado. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,53 e U$ 11,09/bushel e - abril/25 com strike entre U$ 9,58 e U$ 11,26 bushel Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62574162</guid><pubDate>Fri, 01 Nov 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62574162/01_11_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3620406" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>A colheita nos Estados Unidos caminha para sua conclusão, com 89% da safra colhida até o último domingo (27). Este índice registra superioridade em comparação com o mesmo período do ano passado que foi de 82% e dos 78% indicados na média plurianual. A...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 01 de novembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. A colheita nos Estados Unidos caminha para sua conclusão, com 89% da safra colhida até o último domingo (27). Este índice registra superioridade em comparação com o mesmo período do ano passado que foi de 82% e dos 78% indicados na média plurianual. A expectativa de produção nos EUA é de 124,7 milhões de toneladas, registrando recorde histórico. Já a produção mundial deverá ficar acima dos 428 milhões de toneladas, em se confirmando as boas expectativas do Brasil e Argentina. Isso poderá aumentar a oferta e os estoques globais, pressionando ainda mais as cotações externas.   O plantio da nova safra brasileira de soja registrou uma semana de grande avanço, atingindo mais de 40% da área projetada, recuperando grande parte dos atrasos acumulados até o momento. A constância das chuvas nas principais regiões produtoras voltou a trazer um cenário favorável para a germinação e desenvolvimento inicial das lavouras ao redor do país, promovendo o avanço das máquinas em quase todos os estados produtores. O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25, encerrou o dia 30/10 cotado a US$ 9,91/bushel. O mercado registrou baixas, diante da confirmação da supersafra nos EUA e retorno das chuvas nos principais estados produtores do Brasil, seguindo a tendência predominante do fundamento oferta. Ressaltamos a elevação das vendas registradas nos EUA, com a China realizando importações antes das eleições presidências Norte Americanas. O indicador CEPEA em 30/10 foi cotado a R$ 143,56 reais por saca, (30/09 R$ 141,16) com lateralidade das cotações para o início de outubro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a baixa disponibilidade do grão, a demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e o dólar valorizado. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,53 e U$ 11,09/bushel e - abril/25 com strike entre U$ 9,58 e U$ 11,26 bushel Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>227</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c3ce67b707240df3a4e0e3d330ab08a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/10/2024 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-10-2024-cenario-da-avicultura-de-corte--62560311</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 31 de outubro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, no primeiro semestre de 2024, foram produzidas pouco mais de 6,8 milhões de toneladas de carcaça, volume 0,2% menor do que no mesmo período de 2023. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em setembro de 2024, aumentaram 17% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 451,8 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.919 por tonelada. No mês de setembro de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 1,8% em relação ao mês de agosto de 2024, passando de R$ 4,53 para R$ 4,61 por kg de peso vivo produzido. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço pago pelo frango de granja nesta semana está em R$ 5,40 pelo kg vivo. O Ministério da Agricultura encerrou o foco da Doença de New Castle ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul, está havendo a retomada paulatina da exportação de carne de aves e seus produtos, para os países aos quais houve suspensão, conforme as regras previstas em acordo bilateral. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62560311</guid><pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62560311/31_10_2024_bbcast_agro_cenario_da_avicultura.mp3" length="2316373" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 31 de outubro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 31 de outubro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, no primeiro semestre de 2024, foram produzidas pouco mais de 6,8 milhões de toneladas de carcaça, volume 0,2% menor do que no mesmo período de 2023. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em setembro de 2024, aumentaram 17% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 451,8 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.919 por tonelada. No mês de setembro de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 1,8% em relação ao mês de agosto de 2024, passando de R$ 4,53 para R$ 4,61 por kg de peso vivo produzido. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço pago pelo frango de granja nesta semana está em R$ 5,40 pelo kg vivo. O Ministério da Agricultura encerrou o foco da Doença de New Castle ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul, está havendo a retomada paulatina da exportação de carne de aves e seus produtos, para os países aos quais houve suspensão, conforme as regras previstas em acordo bilateral. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>145</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e4279e635978de5e189b63c5ea6080d4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/10/2024 - Cenário do amendoim</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-10-2024-cenario-do-amendoim--62546590</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de outubro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre a cultura do amendoim. O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da África e do sudeste Asiático como os principais produtores e consumidores. Segundo o departamento de Agricultura dos Estado Unidos - USDA, em torno de 50 milhões de toneladas foram produzidas no mundo em 2023, sendo que o Brasil ocupa a 11ª posição, com a produção de 890 mil toneladas. Apesar de relativamente pequena, de acordo com a CONAB, a produção nacional vem crescendo anualmente sendo que nas últimas quatro safras, apresentou aumento de 65%, chegando a 250 mil hectares plantados, tendo o estado de São Paulo como o principal produtor com 84% desta área. O amendoim é uma cultura predominantemente de consumo interno, sendo que o mercado internacional representa menos de 10% da produção mundial, com 4,6 milhões de toneladas em 2023. Dentre os principais exportadores, destacamos a Argentina, Estados Unidos e Brasil respectivamente em 1 º, 3º, e 5 º lugar no ranking mundial. A boa qualidade do produto desses três países tem atendido a exigência de grandes consumidores, como Rússia, Argélia, Países Baixos, Polônia e Reino Unido. China e Índia também ocupam esse ranking, porém com mercado consumidor restrito aos países asiáticos. Em algumas cidades do oeste paulista formaram-se grandes polos produtivos, com presença de várias empresas exportadoras, destaque para Marília, Tupã, Pompéia, Borborema, Jaboticabal e Dumont. Por ser uma cultura plantada em áreas de reforma de cana-de-açúcar, havia dificuldades para financiamentos devido cessão de áreas. Porém este cenário vem mudando nos últimos anos, contribuindo para esse aumento, a migração da cultura para as regiões de Marília, Tupã e Pompeia, onde há maior presença de áreas próprias e de reformas de pastagens, em relação a áreas de reforma de cana-de-açúcar. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62546590</guid><pubDate>Wed, 30 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62546590/30_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_amendoim_video.mp3" length="3196177" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de outubro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre a cultura do amendoim. O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de outubro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre a cultura do amendoim. O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da África e do sudeste Asiático como os principais produtores e consumidores. Segundo o departamento de Agricultura dos Estado Unidos - USDA, em torno de 50 milhões de toneladas foram produzidas no mundo em 2023, sendo que o Brasil ocupa a 11ª posição, com a produção de 890 mil toneladas. Apesar de relativamente pequena, de acordo com a CONAB, a produção nacional vem crescendo anualmente sendo que nas últimas quatro safras, apresentou aumento de 65%, chegando a 250 mil hectares plantados, tendo o estado de São Paulo como o principal produtor com 84% desta área. O amendoim é uma cultura predominantemente de consumo interno, sendo que o mercado internacional representa menos de 10% da produção mundial, com 4,6 milhões de toneladas em 2023. Dentre os principais exportadores, destacamos a Argentina, Estados Unidos e Brasil respectivamente em 1 º, 3º, e 5 º lugar no ranking mundial. A boa qualidade do produto desses três países tem atendido a exigência de grandes consumidores, como Rússia, Argélia, Países Baixos, Polônia e Reino Unido. China e Índia também ocupam esse ranking, porém com mercado consumidor restrito aos países asiáticos. Em algumas cidades do oeste paulista formaram-se grandes polos produtivos, com presença de várias empresas exportadoras, destaque para Marília, Tupã, Pompéia, Borborema, Jaboticabal e Dumont. Por ser uma cultura plantada em áreas de reforma de cana-de-açúcar, havia dificuldades para financiamentos devido cessão de áreas. Porém este cenário vem mudando nos últimos anos, contribuindo para esse aumento, a migração da cultura para as regiões de Marília, Tupã e Pompeia, onde há maior presença de áreas próprias e de reformas de pastagens, em relação a áreas de reforma de cana-de-açúcar. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>amendoim,bancodobrasil,bb,broto,colheita,comercialização,cultivo,plantação,preço,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ca94204fdf93c1da77b0aed08bf29a5e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/10/2024 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-10-2024-cenario-do-arroz--62534101</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 29 de outubro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.   Conforme levantamento elaborado pelo IRGA, em 24/10/2024 foram semeados, 50,00% dos 948.356 ha estimados para a safra 2024/2025 aproveitando o clima favorável dos últimos dias. A Fronteira Oeste é a região mais avançada, com 68% da área semeada, estando dentro da normalidade para o período. Nas demais regiões o percentual de semeadura do arroz encontra-se em 57% na planicie costeira interna; 55%;  na zona sul, 36% na planicie costeira externa; 29% campanha e 17% na  Região Central do estado. Em Santa Catarina, atualmente, cerca de 80% da área estimada para o estado já foi semeada.                                  O mercado de arroz em casca no RS segue com baixa liquidez, limitada pela divergência quanto aos preços entre compradores e vendedores.  Os produtores aguardam aumento mais expressivo do preço, enquanto as indústrias mostram dificuldades para comercializar o arroz beneficiado. O mercado tem demonstrado uma tendência geral de estabilidade. Além disso, os produtores estão focados na semeadura da nova safra. De acordo com levantamento do CEPEA, os preços do arroz em casca vêm registrando pequenas oscilações nas regiões acompanhadas no Rio Grande do Sul, com o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) mantendo-se na casa dos R$ 119,00/saca de 50 kg desde o dia 23 de setembro. De janeiro a setembro, as exportações brasileiras recuaram 30% ante o mesmo período do ano passado, enquanto as importações cresceram 14%. As exportações deverão recuar para 1,36 milhão t e as importações, crescer a 1,52 milhão t em 2024. Com o  preço do arroz com boa margem remuneradora, quando comparado com a média dos últimos anos, estima-se que a atual safra permaneça com bons resultados financeiros. Os produtores estão utilizando alta tecnologia de produção, a área cultivada voltando aos níveis normais, combinada com uma recuperação da produtividade média(acima de 8,5 t por ha), a expectativa é de uma safra com resultados favoráveis.  O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.                                                            ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62534101</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62534101/29_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_arroz.mp3" length="3900021" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 29 de outubro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.   Conforme levantamento elaborado pelo IRGA, em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 29 de outubro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.   Conforme levantamento elaborado pelo IRGA, em 24/10/2024 foram semeados, 50,00% dos 948.356 ha estimados para a safra 2024/2025 aproveitando o clima favorável dos últimos dias. A Fronteira Oeste é a região mais avançada, com 68% da área semeada, estando dentro da normalidade para o período. Nas demais regiões o percentual de semeadura do arroz encontra-se em 57% na planicie costeira interna; 55%;  na zona sul, 36% na planicie costeira externa; 29% campanha e 17% na  Região Central do estado. Em Santa Catarina, atualmente, cerca de 80% da área estimada para o estado já foi semeada.                                  O mercado de arroz em casca no RS segue com baixa liquidez, limitada pela divergência quanto aos preços entre compradores e vendedores.  Os produtores aguardam aumento mais expressivo do preço, enquanto as indústrias mostram dificuldades para comercializar o arroz beneficiado. O mercado tem demonstrado uma tendência geral de estabilidade. Além disso, os produtores estão focados na semeadura da nova safra. De acordo com levantamento do CEPEA, os preços do arroz em casca vêm registrando pequenas oscilações nas regiões acompanhadas no Rio Grande do Sul, com o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) mantendo-se na casa dos R$ 119,00/saca de 50 kg desde o dia 23 de setembro. De janeiro a setembro, as exportações brasileiras recuaram 30% ante o mesmo período do ano passado, enquanto as importações cresceram 14%. As exportações deverão recuar para 1,36 milhão t e as importações, crescer a 1,52 milhão t em 2024. Com o  preço do arroz com boa margem remuneradora, quando comparado com a média dos últimos anos, estima-se que a atual safra permaneça com bons resultados financeiros. Os produtores estão utilizando alta tecnologia de produção, a área cultivada voltando aos níveis normais, combinada com uma recuperação da produtividade média(acima de 8,5 t por ha), a expectativa é de uma safra com resultados favoráveis.  O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.                                                            ]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ed4b85ab05941aa9f2d7cc0b2fb718e7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/10/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-10-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62505469</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Com a melhora das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste, o plantio ganhe ritmo, principalmente na última semana de outubro. Já no Sul, no Paraná, a precipitação tem causado problemas pois as chuvas têm limitado o avanço das máquinas. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a preocupação é menor pois a janela de plantio é mais longa. O mercado também está atento à demanda global, de olho no maior importador da comodity, a China, que, por sua vez, está monitorando as eleições presidenciais dos EUA para efetuar seu programa de importação. Sem grandes novidades no macro cenário, o andamento da colheita norte americana, combinado com boas previsões climáticas para o Brasil, induz o mercado a precificar projeções de grande oferta mundial do grão. No cenário interno, os preços devem permanecer firmes devido ao quadro das exportações em reta final, resultando em pouca soja disponível. Esse cenário deve seguir impactando diretamente os prêmios de exportação, que registram boas cotações. Assim o mercado interno irá se ajustar, podendo ter viés de estabilidade com leve baixa para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.   <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> A colheita estadunidense chegou a 65% da área, de acordo com o USDA. O ritmo encontra-se treze pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas e precipitações acima da normalidade na região central do cinturão agrícola. Como o volume da chuva não é elevado, as condições da colheita continuam favoráveis no país. Caso a demanda pelo milho americano continue aquecida, os preços no mercado externo podem continuar o movimento de alta observado na semana passada. No Brasil, de acordo com a Conab em publicação no dia 21/10, a semeadura do milho 1ª safra chegou a 32,3% da área. O ritmo encontra-se praticamente o mesmo em relação ao mesmo período do ano passado. O estado do PR lidera o plantio, com 90% da área já cultivada, seguido de SC (77%), RS (76%), SP (10%) e MG (9,4%). Os preços no curto prazo podem seguir o movimento de alta, motivado pelas preocupações climáticas e o ritmo da semeadura da safra verão, em especial a soja, a comercialização retraída, com os produtores focados nos trabalhos à campo.           <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Dados meteorológicos continuam prevendo chuvas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo a floração uniforme e início de pegamento dos frutos (chumbinho), porém as temperaturas continuam elevadas. O volume e a regularidade das chuvas ditam a dinâmica das oscilações nos preços. O mercado acompanha de perto o ritmo da colheita e exportações do Vietnã, já sabendo que haverá quebra na sua safra de robusta. Além do clima, o dólar em alta, o baixo estoque nas mãos dos compradores mundiais e os conflitos no oriente médio e na Ucrânia são fundamentos que pressionam o mercado mundial do café. Os preços do arábica e robusta/conilon seguirão em alta no curto e no médio prazo.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   As exportações de carne bovina in natura continuam em alta, com uma média diária, em outubro, de 12,6 mil toneladas, contribuindo para o escoamento do volume produzido e manutenção dos preços comercializados atualmente. No mercado interno o preço da carne comercializada no atacado e no varejo sofreram reajustes e o consumo deve diminuir, muito por causa da disponibilidade de dinheiro por grande parte da população, contribuindo para um cenário de estabilidade nos preços. De acordo com os dados divulgados pelo MAPA, no mês de setembro de 2024, o número de animais abatidos foi de 2,3 milhões de cabeças, sendo 10,6% maior do que setembro de 2023, demonstrando que a demanda está impulsionando os preços da arroba do boi gordo. Com a melhora das cotações do boi gordo, os preços dos contratos futuros na B3 se valorizaram, para Out/Nov/Dez de 2024 superaram os R$ 310,00/@, ofertando boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais quedas nos preços do boi gordo no momento de venda dos animais.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62505469</guid><pubDate>Mon, 28 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62505469/28_10_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="6230143" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Com a melhora das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste, o plantio ganhe ritmo, principalmente na última semana de outubro. Já no Sul, no Paraná, a precipitação tem causado problemas pois as chuvas têm limitado o avanço das máquinas. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a preocupação é menor pois a janela de plantio é mais longa. O mercado também está atento à demanda global, de olho no maior importador da comodity, a China, que, por sua vez, está monitorando as eleições presidenciais dos EUA para efetuar seu programa de importação. Sem grandes novidades no macro cenário, o andamento da colheita norte americana, combinado com boas previsões climáticas para o Brasil, induz o mercado a precificar projeções de grande oferta mundial do grão. No cenário interno, os preços devem permanecer firmes devido ao quadro das exportações em reta final, resultando em pouca soja disponível. Esse cenário deve seguir impactando diretamente os prêmios de exportação, que registram boas cotações. Assim o mercado interno irá se ajustar, podendo ter viés de estabilidade com leve baixa para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.   <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> A colheita estadunidense chegou a 65% da área, de acordo com o USDA. O ritmo encontra-se treze pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas e precipitações acima da normalidade na região central do cinturão agrícola. Como o volume da chuva não é elevado, as condições da colheita continuam favoráveis no país. Caso a demanda pelo milho americano continue aquecida, os preços no mercado externo podem continuar o movimento de alta observado na semana passada. No Brasil, de acordo com a Conab em publicação no dia 21/10, a semeadura do milho 1ª safra chegou a 32,3% da área. O ritmo encontra-se praticamente o mesmo em relação ao mesmo período do ano passado. O estado do PR lidera o plantio, com 90% da área já cultivada, seguido de SC (77%), RS (76%), SP (10%) e MG (9,4%). Os preços no curto prazo podem seguir o movimento de alta, motivado pelas preocupações climáticas e o ritmo da semeadura da safra verão, em especial a soja, a comercialização retraída, com os produtores focados nos trabalhos à campo.           <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Dados meteorológicos continuam prevendo chuvas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo a floração uniforme e início de pegamento dos frutos (chumbinho), porém as temperaturas continuam elevadas. O volume e a regularidade das chuvas ditam a dinâmica das oscilações nos preços. O mercado acompanha de perto o ritmo da colheita e exportações do Vietnã, já sabendo que haverá quebra na sua safra de robusta. Além do clima, o dólar em alta, o baixo estoque nas mãos dos compradores mundiais e os conflitos no oriente médio e na Ucrânia são fundamentos que pressionam o mercado mundial do café. Os preços do arábica e robusta/conilon seguirão em alta no curto e no médio prazo.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   As exportações de carne bovina in natura continuam em alta, com uma média diária, em outubro, de 12,6 mil toneladas, contribuindo para o escoamento do volume produzido e manutenção dos preços comercializados atualmente. No mercado interno o preço da carne comercializada no atacado e no varejo sofreram reajustes e o consumo deve diminuir, muito por causa da disponibilidade de dinheiro por grande parte da população, contribuindo para um cenário de estabilidade nos preços. De acordo com os dados divulgados pelo MAPA, no mês de setembro...]]></itunes:summary><itunes:duration>390</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2bcf8af5f9339747805d9bf157b2747b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/10/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-10-2024-cenario-do-milho--62492738</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago, apresentaram volatilidade nos últimos dias, com leve alta. O contrato referência dezembro/24 encerrou na Quarta-feira cotado a US$ 4,19/bushel, elevação de 0,60% em relação ao pregão do dia anterior.   A previsão de chuvas em estados norte-americanos que são grandes produtores, pode impactar o avanço da colheita. Por outro lado, conforme publicação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 21 de outubro, a colheita no país chegou a 65% da área, treze pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.   Além disso, segundo o USDA, a venda de aproximadamente 850 mil toneladas para países como México e Coréia do Sul, anunciada por exportadores privados americanos ao longo da última semana, ajudaram a aquecer a demanda e contribuíram para elevação dos preços futuros.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 32% da área esperada, segundo publicação semanal de acompanhamento das lavouras da CONAB, a região sul é a mais avançada, no estado do Paraná atingiu 90% da área, já os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram pouco avanço devido as chuvas que atingiram as regiões produtoras, com área semeadas de 76% e 77%, respectivamente.   O mercado doméstico acompanha o avanço do plantio da soja, principalmente no estado do Mato Grosso, onde segundo dados da CONAB o plantio teve avanço de 13% na última semana, e atualmente está com 21,1% da área semeada, porém no mesmo período do ano passado, 51,5% das áreas já estavam plantadas. A chegada de novas chuvas na região centro oeste pode beneficiar o avanço rápido do plantio da soja e propiciar a semeadura do milho 2ª safra na janela ideal.         Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início deste mês. A forte demanda interna, as incertezas sobre o tamanho da área do milho 2ª safra e a retração dos produtores por novas vendas tem sustentado novas altas. O indicador do milho referência CEPEA/B3 no dia 23/10 encerrou cotado a R$ 70,59 por saca, alta de 9,78% no mês.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 70,03 e R$ 71,15 por saca, e  - Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 70,65 e R$ 73,14 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62492738</guid><pubDate>Fri, 25 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62492738/25_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="2984272" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 25 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago, apresentaram volatilidade nos últimos dias, com leve alta. O contrato referência dezembro/24 encerrou na Quarta-feira cotado a US$ 4,19/bushel, elevação de 0,60% em relação ao pregão do dia anterior.   A previsão de chuvas em estados norte-americanos que são grandes produtores, pode impactar o avanço da colheita. Por outro lado, conforme publicação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 21 de outubro, a colheita no país chegou a 65% da área, treze pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.   Além disso, segundo o USDA, a venda de aproximadamente 850 mil toneladas para países como México e Coréia do Sul, anunciada por exportadores privados americanos ao longo da última semana, ajudaram a aquecer a demanda e contribuíram para elevação dos preços futuros.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 32% da área esperada, segundo publicação semanal de acompanhamento das lavouras da CONAB, a região sul é a mais avançada, no estado do Paraná atingiu 90% da área, já os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram pouco avanço devido as chuvas que atingiram as regiões produtoras, com área semeadas de 76% e 77%, respectivamente.   O mercado doméstico acompanha o avanço do plantio da soja, principalmente no estado do Mato Grosso, onde segundo dados da CONAB o plantio teve avanço de 13% na última semana, e atualmente está com 21,1% da área semeada, porém no mesmo período do ano passado, 51,5% das áreas já estavam plantadas. A chegada de novas chuvas na região centro oeste pode beneficiar o avanço rápido do plantio da soja e propiciar a semeadura do milho 2ª safra na janela ideal.         Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início deste mês. A forte demanda interna, as incertezas sobre o tamanho da área do milho 2ª safra e a retração dos produtores por novas vendas tem sustentado novas altas. O indicador do milho referência CEPEA/B3 no dia 23/10 encerrou cotado a R$ 70,59 por saca, alta de 9,78% no mês.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 70,03 e R$ 71,15 por saca, e  - Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 70,65 e R$ 73,14 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultor,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/573df82c479ebf0e88045b3915f14a55.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/10/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-10-2024-cenario-do-boi-gordo--62478535</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Após seguidas valorizações do preço da arroba do boi gordo, ultrapassando os R$ 300,00/@ no mercado físico de SP, a semana se iniciou com estabilidade nos preços, aguardando a reposição dos estoques no varejo e o comportamento da demanda interna. A Indústria continua com dificuldade em comprar animais prontos para o abate, a escala encurtou cerca de um dia, na média pais está em aproximadamente cinco dias úteis. No dia 22 de outubro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 308,10, com alta de 0,59% no dia. O indicador do bezerro ESALQ – Mato Grosso do Sul apresentou variação positiva de 0,66% no dia, ficando contado a R$ 2.202,00. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 312,90. Com as recentes valorizações no preço da arroba, os contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo através dos contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024, com valores acima de R$ 310,00/@, Segundo dados da Secretaria de Comercio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quatorze dias úteis de outubro, foram de 176,4 mil toneladas, sendo 10 mil toneladas a menos do que foi exportado em todo o mês de outubro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.603,00, representando estabilidade em relação ao mesmo período de 2023. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 309 e 311@, e novembro de 2024 com strike entre R$ 304 e 310/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62478535</guid><pubDate>Thu, 24 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62478535/24_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="3909216" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Após seguidas valorizações do preço da arroba do boi gordo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Após seguidas valorizações do preço da arroba do boi gordo, ultrapassando os R$ 300,00/@ no mercado físico de SP, a semana se iniciou com estabilidade nos preços, aguardando a reposição dos estoques no varejo e o comportamento da demanda interna. A Indústria continua com dificuldade em comprar animais prontos para o abate, a escala encurtou cerca de um dia, na média pais está em aproximadamente cinco dias úteis. No dia 22 de outubro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 308,10, com alta de 0,59% no dia. O indicador do bezerro ESALQ – Mato Grosso do Sul apresentou variação positiva de 0,66% no dia, ficando contado a R$ 2.202,00. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 312,90. Com as recentes valorizações no preço da arroba, os contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo através dos contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024, com valores acima de R$ 310,00/@, Segundo dados da Secretaria de Comercio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quatorze dias úteis de outubro, foram de 176,4 mil toneladas, sendo 10 mil toneladas a menos do que foi exportado em todo o mês de outubro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.603,00, representando estabilidade em relação ao mesmo período de 2023. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 309 e 311@, e novembro de 2024 com strike entre R$ 304 e 310/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agropecuária,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializaçãodebovinos,criaçãodegado,gadodecorte,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/95720c7208296e2b40c85d6dfafec433.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/10/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-10-2024-cenario-do-algodao--62467128</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 23 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor <br />de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e <br />falaremos sobre o cenário do algodão. <br />Os números do boletim de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados <br />Unidos (USDA) não trouxeram novidades quanto à demanda e produção <br />mundiais de pluma quando comparados ao mês passado: ambos estão em <br />patamares ao redor de 25 milhões de toneladas.<br />Apesar da demanda chinesa ainda apresentar ritmo lento, vale ressaltar que <br />países como Vietnã e Bangladesh têm aumentado suas participações nos <br />embarques de pluma brasileira.<br />A colheita americana, ainda em andamento, tem expectativa de ser 18% maior <br />que a safra anterior, porém há incertezas quanto ao volume final, visto que a <br />qualidade das lavouras boas a excelentes tem diminuído a cada semana, e<br />quanto à qualidade da pluma colhida, uma vez que uma temporada de furacões <br />trouxe tempestades para regiões produtoras do país e poderá causar impacto às <br />lavouras. Salientamos que esse fato só poderá ser confirmado com o avanço da <br />colheita.<br />Em outubro, a CONAB divulgou o primeiro levantamento para safra 2024/25: o <br />Brasil poderá semear 2 milhões de hectares (2,9% maior que a safra 2023/24) e <br />produção de 3,66 milhões de toneladas de pluma (número muito próximo ao da<br />safra anterior).<br />O Brasil é, atualmente, o terceiro maior produtor e o maior exportador mundial.<br />Ressaltamos que, diante de números expressivos, a pluma poderá sofrer <br />pressão nas cotações da bolsa de Nova Iorque e, para isso, o Banco do Brasil <br />disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo <br />de proteger o produtor das oscilações de preços e garantir suas margens, visto <br />a volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções <br />de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br />- Novembro/24 com strike entre U$c 70 e U$c 71/pound.<br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco <br />do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62467128</guid><pubDate>Wed, 23 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62467128/23_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2414176" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 23 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor 
de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e 
falaremos sobre o cenário do algodão. 
Os números do boletim de outubro do Departamento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 23 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor <br />de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e <br />falaremos sobre o cenário do algodão. <br />Os números do boletim de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados <br />Unidos (USDA) não trouxeram novidades quanto à demanda e produção <br />mundiais de pluma quando comparados ao mês passado: ambos estão em <br />patamares ao redor de 25 milhões de toneladas.<br />Apesar da demanda chinesa ainda apresentar ritmo lento, vale ressaltar que <br />países como Vietnã e Bangladesh têm aumentado suas participações nos <br />embarques de pluma brasileira.<br />A colheita americana, ainda em andamento, tem expectativa de ser 18% maior <br />que a safra anterior, porém há incertezas quanto ao volume final, visto que a <br />qualidade das lavouras boas a excelentes tem diminuído a cada semana, e<br />quanto à qualidade da pluma colhida, uma vez que uma temporada de furacões <br />trouxe tempestades para regiões produtoras do país e poderá causar impacto às <br />lavouras. Salientamos que esse fato só poderá ser confirmado com o avanço da <br />colheita.<br />Em outubro, a CONAB divulgou o primeiro levantamento para safra 2024/25: o <br />Brasil poderá semear 2 milhões de hectares (2,9% maior que a safra 2023/24) e <br />produção de 3,66 milhões de toneladas de pluma (número muito próximo ao da<br />safra anterior).<br />O Brasil é, atualmente, o terceiro maior produtor e o maior exportador mundial.<br />Ressaltamos que, diante de números expressivos, a pluma poderá sofrer <br />pressão nas cotações da bolsa de Nova Iorque e, para isso, o Banco do Brasil <br />disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo <br />de proteger o produtor das oscilações de preços e garantir suas margens, visto <br />a volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções <br />de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br />- Novembro/24 com strike entre U$c 70 e U$c 71/pound.<br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco <br />do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>151</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c659877409673c2528901ebb1148c03a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/10/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-10-2024-cenario-da-cana-de-acucar--62443402</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de outubro de 2024, eu sou Mauricio Alonso, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto - SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   Os canaviais que já estavam sofrendo os impactos da seca nos últimos meses também foram atingidos pelas queimadas na região Centro-Sul, principalmente o estado de São Paulo, na segunda quinzena do mês de agosto de 2024, o que levou diversas consultorias especializadas a reverem os números dessa safra para baixo, mais uma vez, esse ano.   Apesar da safra de cana-de-açúcar 24/25 ainda não ter terminado, a preocupação para a próxima safra já vem exigindo atenção, pois, a seca e as queimadas devem ser os causadores dos maiores impactos sobre a safra do próximo ano.   Em levantamento realizado pelo NovaCana, oito empresas especializadas forneceram indicadores preliminares de possíveis resultados para o ciclo 25/26, que variaram entre 581 milhões e 620 milhões de toneladas.   Desde o início da safra 24/25 até 1º de outubro, a moagem acumulada atingiu 505 milhões de toneladas, ante 493,5 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo anterior, crescimento de 2,35%.   Esse mesmo tempo seco que acelerou o andamento da safra e trouxe bons números para as primeiras quinzenas da safra em andamento, também atrapalhou o desenvolvimento dos canaviais.   O indicador de qualidade da cana-de-açúcar (ATR) para essa safra está em 141,02 kg de ATR por tonelada, 0,61% acima do índice da safra anterior, no mesmo período.   A proporção de cana utilizada para a produção de açúcar está em 48,85%, uma leve redução em relação aos 49,54% do ano anterior.   Os preços do açúcar cristal branco seguem fortalecidos no mercado à vista de São Paulo, na última semana, fechando a sexta-feira, dia 11, a R$ 150 por saca de 50 kg; esses valores não eram observados desde o mês de abril.   Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62443402</guid><pubDate>Tue, 22 Oct 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62443402/22_10_2024_bbcast_agro_cenario_da_cana_de_acucar.mp3" length="2931191" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de outubro de 2024, eu sou Mauricio Alonso, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto - SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   Os canaviais que já estavam sofrendo os impactos da seca nos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de outubro de 2024, eu sou Mauricio Alonso, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto - SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.   Os canaviais que já estavam sofrendo os impactos da seca nos últimos meses também foram atingidos pelas queimadas na região Centro-Sul, principalmente o estado de São Paulo, na segunda quinzena do mês de agosto de 2024, o que levou diversas consultorias especializadas a reverem os números dessa safra para baixo, mais uma vez, esse ano.   Apesar da safra de cana-de-açúcar 24/25 ainda não ter terminado, a preocupação para a próxima safra já vem exigindo atenção, pois, a seca e as queimadas devem ser os causadores dos maiores impactos sobre a safra do próximo ano.   Em levantamento realizado pelo NovaCana, oito empresas especializadas forneceram indicadores preliminares de possíveis resultados para o ciclo 25/26, que variaram entre 581 milhões e 620 milhões de toneladas.   Desde o início da safra 24/25 até 1º de outubro, a moagem acumulada atingiu 505 milhões de toneladas, ante 493,5 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo anterior, crescimento de 2,35%.   Esse mesmo tempo seco que acelerou o andamento da safra e trouxe bons números para as primeiras quinzenas da safra em andamento, também atrapalhou o desenvolvimento dos canaviais.   O indicador de qualidade da cana-de-açúcar (ATR) para essa safra está em 141,02 kg de ATR por tonelada, 0,61% acima do índice da safra anterior, no mesmo período.   A proporção de cana utilizada para a produção de açúcar está em 48,85%, uma leve redução em relação aos 49,54% do ano anterior.   Os preços do açúcar cristal branco seguem fortalecidos no mercado à vista de São Paulo, na última semana, fechando a sexta-feira, dia 11, a R$ 150 por saca de 50 kg; esses valores não eram observados desde o mês de abril.   Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-açúcar,canavicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e80409f2c4fbe6743c5b397b27fc2dfa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/10/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-10-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62415009</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 21 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.   <b> </b><br /><br />Iniciando com a<b> soja</b>, espera-se que haja grande atenção do mercado nas condições climáticas do Brasil, com expectativa de chuvas mais expressivas sobre as regiões produtoras, que permitirão um ritmo melhor do plantio. Ainda há um atraso significativo, o que também deixa os traders em alerta. A excelente evolução da colheita e a totalização da safra nos Estados Unidos já são fundamentos conhecidos, embora, o programa de exportação e a originação de compras chinesas no mercado estadunidense ainda influencie a CBOT. Com o clima do Brasil em foco complementamos que o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, informou que há previsão de chuvas na região central do país nesta semana, com nebulosidade e convergência de umidade para o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, as chuvas se intensificam com previsão de pancadas de chuva e acumulados acima de 80 mm. Permanece no radar, os desdobramentos do conflito bélico no Oriente Médio, podendo causar possíveis distorções nos mercados de petróleo e o de commodities agrícolas. Com previsões climáticas favoráveis e expectativas de safra cheia o mercado interno se ajustará com viés de baixa para curtos e médios prazos.  <br /><b></b><br />No tocante ao<b> milho, </b>a colheita estadunidense chegou a 47% da área, de acordo com o USDA. O ritmo encontra-se oito pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. De acordo com Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para precipitações acima da normalidade, entretanto, não são volumes elevados, o que pode continuar favorecendo o avanço da colheita no país e pressionar negativamente as cotações na CBOT. No Brasil, a Conab divulgou seu 1º Levantamento safra 2024/25 no dia 15/10. O órgão apontou pequena queda na área total cultivada, sendo esperado 21 milhões de ha, ante 21,05 da safra anterior. A produção total foi estimada em 119,73 milhões de toneladas, aumento de 3,48% ante à safra 2023/24. De acordo com progresso de safra, divulgado pelo órgão no dia 14/10, o plantio do milho 1ª safra chegou à 28,8% da área total. Os preços no curto prazo podem se estabilizar, uma vez que são previstos bons volumes de chuvas para o Centro-Oeste e Sudeste, favorecendo os cultivos de verão.   <b> </b> <b> </b><br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que o mercado está de olho no clima das regiões produtoras, a volta das chuvas nas principais regiões ainda não apresentou um volume suficiente para amenizar os efeitos nas lavouras frente ao longo período de estiagem o que iria diminuir a volatilidade dos preços no mercado. As Altas temperaturas e a falta de chuvas podem influenciar a produção de café 24/25. O Vietnã prevê queda na produção de café, após a seca ocorrida durante o período de produção. O mercado cafeeiro segue em sua tendência de alta nas cotações à medida que as perspectivas ainda trazem preocupações com a oferta no curto e médio prazos, a baixa dos estoques nos mercados internos e externos, e o aumento do consumo da bebida no mundo.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que a última quinzena do mês normalmente apresenta um ritmo lento de reposição entre o varejo e o atacado, uma vez que o consumidor se encontra menos capitalizado. Assim, ocorre uma migração para o consumo de fontes de proteínas mais baratas por parte da população que possui uma renda menor, como a carne de frango, de porco e ovo. Diante de uma Indústria com escala de abate curta, em cerca de cinco dias úteis na média nacional, o ambiente de negócios sugere um preço da arroba do boi gordo fortalecido no cenário de curto prazo. O bom ritmo de exportação da carne bovina in natura deve contribuir para manter o movimento de alta dos preços no mercado interno. O viés de alta do boi gordo no mercado físico refletiu positivamente no mercado futuro ao longo da semana, abrindo janelas de oportunidade para se mitigar o risco da atividade, utilizando-se de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo e as opções. A Indústria conta predominantemente com animais terminados em sistema de confinamento. Desse modo, o produtor deve se atentar a oscilação de preços dos insumos utilizados na alimentação, como o milho, por exemplo, um dos principais ingredientes utilizados na dieta. Sugere-se, também, a utilização de mecanismos de proteção de preço para a alta do insumo.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62415009</guid><pubDate>Mon, 21 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62415009/21_10_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="6376429" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 21 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 21 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.   <b> </b><br /><br />Iniciando com a<b> soja</b>, espera-se que haja grande atenção do mercado nas condições climáticas do Brasil, com expectativa de chuvas mais expressivas sobre as regiões produtoras, que permitirão um ritmo melhor do plantio. Ainda há um atraso significativo, o que também deixa os traders em alerta. A excelente evolução da colheita e a totalização da safra nos Estados Unidos já são fundamentos conhecidos, embora, o programa de exportação e a originação de compras chinesas no mercado estadunidense ainda influencie a CBOT. Com o clima do Brasil em foco complementamos que o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, informou que há previsão de chuvas na região central do país nesta semana, com nebulosidade e convergência de umidade para o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, as chuvas se intensificam com previsão de pancadas de chuva e acumulados acima de 80 mm. Permanece no radar, os desdobramentos do conflito bélico no Oriente Médio, podendo causar possíveis distorções nos mercados de petróleo e o de commodities agrícolas. Com previsões climáticas favoráveis e expectativas de safra cheia o mercado interno se ajustará com viés de baixa para curtos e médios prazos.  <br /><b></b><br />No tocante ao<b> milho, </b>a colheita estadunidense chegou a 47% da área, de acordo com o USDA. O ritmo encontra-se oito pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. De acordo com Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para precipitações acima da normalidade, entretanto, não são volumes elevados, o que pode continuar favorecendo o avanço da colheita no país e pressionar negativamente as cotações na CBOT. No Brasil, a Conab divulgou seu 1º Levantamento safra 2024/25 no dia 15/10. O órgão apontou pequena queda na área total cultivada, sendo esperado 21 milhões de ha, ante 21,05 da safra anterior. A produção total foi estimada em 119,73 milhões de toneladas, aumento de 3,48% ante à safra 2023/24. De acordo com progresso de safra, divulgado pelo órgão no dia 14/10, o plantio do milho 1ª safra chegou à 28,8% da área total. Os preços no curto prazo podem se estabilizar, uma vez que são previstos bons volumes de chuvas para o Centro-Oeste e Sudeste, favorecendo os cultivos de verão.   <b> </b> <b> </b><br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que o mercado está de olho no clima das regiões produtoras, a volta das chuvas nas principais regiões ainda não apresentou um volume suficiente para amenizar os efeitos nas lavouras frente ao longo período de estiagem o que iria diminuir a volatilidade dos preços no mercado. As Altas temperaturas e a falta de chuvas podem influenciar a produção de café 24/25. O Vietnã prevê queda na produção de café, após a seca ocorrida durante o período de produção. O mercado cafeeiro segue em sua tendência de alta nas cotações à medida que as perspectivas ainda trazem preocupações com a oferta no curto e médio prazos, a baixa dos estoques nos mercados internos e externos, e o aumento do consumo da bebida no mundo.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que a última quinzena do mês normalmente apresenta um ritmo lento de reposição entre o varejo e o atacado, uma vez que o consumidor se encontra menos capitalizado. Assim, ocorre uma migração para o consumo de fontes de proteínas mais baratas por parte da população que possui uma renda menor, como a carne de frango, de porco e ovo. Diante de uma Indústria com escala de abate curta, em cerca de cinco dias úteis na média nacional, o ambiente de negócios sugere um preço da arroba do boi gordo...]]></itunes:summary><itunes:duration>399</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/332950b1b739bbe8f92409e1143d0d17.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/10/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-10-2024-cenario-da-soja--62404217</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 18 de outubro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,<br />Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o <br />cenário da soja.<br />No relatório do USDA divulgado no dia 11/10, para a safra norte-americana, houve <br />uma ligeira redução na expectativa da produção de 124,81 para 124,7 milhões de <br />toneladas, entretanto, os estoques finais ficaram mantidos em 14,97 milhões de <br />toneladas. A produção mundial de soja foi estimada em 428,92 milhões de toneladas, <br />frente aos 429,20 milhões do relatório de setembro. Assim, os estoques finais também <br />tiveram uma correção acanhada, saindo de 134,58 para 134,65 milhões de toneladas.<br />A colheita da safra dos Estrados Unidos, em 14/10 já avança acima dos 50%, da área <br />plantada. <br />No Brasil, a previsão é de chuvas nos próximos dias, beneficiando o plantio e afastando <br />os temores quando ao desenvolvimento da nova safra. O plantio atingiu 9,1% da área <br />projetada, que segue ainda atrasada, embora, com a previsão do retorno das chuvas, a <br />semeadura deverá ganhar ritmo nos próximos dias. Para a produção brasileira, o USDA <br />manteve as estimativas em 169 milhões para 2024/25. Para a Argentina, safra 2024/25, <br />é estimada em 51 milhões de toneladas, sem alteração sobre o mês anterior.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 16/10<br />cotado a US$ 9,79/bushel. O mercado registrou baixas, diante da confirmação da super <br />safra nos EUA e retorno das chuvas nos principais estados produtores do Brasil, <br />seguindo a tendência predominante do fundamento oferta com correções técnicas no <br />mês de setembro. <br />O indicador CEPEA em 16/10 foi cotado a R$ 142,03 por saca, apresentando<br />lateralidade nas cotações para o início de outubro. Os fatores que contribuíram para a <br />manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora<br />e manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha <br />de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de <br />unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de <br />travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de <br />venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,40 e U$ 9,99/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,50 e U$ 10,14/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62404217</guid><pubDate>Fri, 18 Oct 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62404217/18_10_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3405157" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 18 de outubro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,
Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o 
cenário da soja.
No relatório do USDA divulgado no dia 11/10, para a safra norte-americana,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 18 de outubro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia,<br />Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o <br />cenário da soja.<br />No relatório do USDA divulgado no dia 11/10, para a safra norte-americana, houve <br />uma ligeira redução na expectativa da produção de 124,81 para 124,7 milhões de <br />toneladas, entretanto, os estoques finais ficaram mantidos em 14,97 milhões de <br />toneladas. A produção mundial de soja foi estimada em 428,92 milhões de toneladas, <br />frente aos 429,20 milhões do relatório de setembro. Assim, os estoques finais também <br />tiveram uma correção acanhada, saindo de 134,58 para 134,65 milhões de toneladas.<br />A colheita da safra dos Estrados Unidos, em 14/10 já avança acima dos 50%, da área <br />plantada. <br />No Brasil, a previsão é de chuvas nos próximos dias, beneficiando o plantio e afastando <br />os temores quando ao desenvolvimento da nova safra. O plantio atingiu 9,1% da área <br />projetada, que segue ainda atrasada, embora, com a previsão do retorno das chuvas, a <br />semeadura deverá ganhar ritmo nos próximos dias. Para a produção brasileira, o USDA <br />manteve as estimativas em 169 milhões para 2024/25. Para a Argentina, safra 2024/25, <br />é estimada em 51 milhões de toneladas, sem alteração sobre o mês anterior.<br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 16/10<br />cotado a US$ 9,79/bushel. O mercado registrou baixas, diante da confirmação da super <br />safra nos EUA e retorno das chuvas nos principais estados produtores do Brasil, <br />seguindo a tendência predominante do fundamento oferta com correções técnicas no <br />mês de setembro. <br />O indicador CEPEA em 16/10 foi cotado a R$ 142,03 por saca, apresentando<br />lateralidade nas cotações para o início de outubro. Os fatores que contribuíram para a <br />manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora<br />e manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha <br />de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de <br />unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de <br />travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de <br />venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,40 e U$ 9,99/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,50 e U$ 10,14/ bushel<br />Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c3ce67b707240df3a4e0e3d330ab08a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/10/2024 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-10-2024-cenario-da-suinocultura--62376722</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 17 de outubro de 2024, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo RS e falaremos sobre o cenário da suinocultura.<br /><br />O cenário atual da suinocultura brasileira continua favorável, com projeções de preços mais altos, oferta ajustada no mercado interno e exportações em alta.<br /><br />As exportações de carne suína brasileira em setembro de 2024 foram de 119 mil toneladas, o que representa um aumento de 7% em relação ao mesmo período de 2023, segundo levantamento da SECEX. Este desempenho foi o segundo melhor da história do setor, ficando atrás apenas de julho de 2024. Este crescimento das exportações de carne suína deve-se principalmente às maiores compras de países asiáticos, como as Filipinas e o Japão, conforme dados do CEPEA.<br /><br />Conforme levantamentos do CEPEA, o poder de compra dos suinocultores paulistas frente ao milho cresceu pelo oitavo mês consecutivo e, em relação ao farelo de soja este crescimento ocorreu pelo terceiro mês consecutivo. Isto é decorrente das altas dos preços do suíno vivo em relação a estes insumos. Em São Paulo o preço recebido em setembro foi de R$ 8,95 o kg vivo.<br /><br />De acordo com a Embrapa Aves e Suínos, o índice de custo de produção do suíno no mês de setembro sofreu leve aumento de 0,06% em relação a agosto, sendo o custo de capital responsável pela alta. No estado de Santa Catarina, no mês de setembro, o custo para produzir um quilo de peso vivo de suíno foi de R$ 5,91.<br /><br />O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. Para isto, ele pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário do BB e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62376722</guid><pubDate>Thu, 17 Oct 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62376722/17_10_2024_bbcast_agro_cenario_da_suinocultura.mp3" length="2600586" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 17 de outubro de 2024, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo RS e falaremos sobre o cenário da suinocultura.

O cenário atual da suinocultura brasileira continua favorável, com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 17 de outubro de 2024, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo RS e falaremos sobre o cenário da suinocultura.<br /><br />O cenário atual da suinocultura brasileira continua favorável, com projeções de preços mais altos, oferta ajustada no mercado interno e exportações em alta.<br /><br />As exportações de carne suína brasileira em setembro de 2024 foram de 119 mil toneladas, o que representa um aumento de 7% em relação ao mesmo período de 2023, segundo levantamento da SECEX. Este desempenho foi o segundo melhor da história do setor, ficando atrás apenas de julho de 2024. Este crescimento das exportações de carne suína deve-se principalmente às maiores compras de países asiáticos, como as Filipinas e o Japão, conforme dados do CEPEA.<br /><br />Conforme levantamentos do CEPEA, o poder de compra dos suinocultores paulistas frente ao milho cresceu pelo oitavo mês consecutivo e, em relação ao farelo de soja este crescimento ocorreu pelo terceiro mês consecutivo. Isto é decorrente das altas dos preços do suíno vivo em relação a estes insumos. Em São Paulo o preço recebido em setembro foi de R$ 8,95 o kg vivo.<br /><br />De acordo com a Embrapa Aves e Suínos, o índice de custo de produção do suíno no mês de setembro sofreu leve aumento de 0,06% em relação a agosto, sendo o custo de capital responsável pela alta. No estado de Santa Catarina, no mês de setembro, o custo para produzir um quilo de peso vivo de suíno foi de R$ 5,91.<br /><br />O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. Para isto, ele pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário do BB e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>163</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bancodobrasil,bb,broto,pecuária,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b808dbc71fce68c5c9003bd6754a15f3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/10/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-10-2024-cenario-do-cafe-arabica--62376632</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 16 de outubro de 2024, eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista Bahia e vamos falar sobre o mercado de café arábica. <br /><br />As vendas de café arábica já alcançaram 58% da produção, superando o mesmo período do ano passado, quando eram 52%, mas ainda ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos, que gira em torno de 60%.  <br /><br />O produtor brasileiro voltou a acelerar as vendas de arábica, impulsionado pelos preços elevados devido à tensão climática causada pela falta de chuvas no Brasil. As previsões indicam chuvas significativas nas próximas semanas, especialmente em Minas Gerais e São Paulo, o que pode aliviar o estresse hídrico e favorecer a florada do café. Essa mudança é crucial para o desenvolvimento da safra 25/26, embora parte do potencial produtivo já possa ter sido prejudicada pela seca prolongada, mantendo o setor em alerta para possíveis impactos a médio e longo prazo. <br /><br />Outro fator relevante é o início da colheita no Vietnã, que deve aumentar a oferta global e gerar uma pressão baixista adicional nos preços a curto prazo. No entanto, a longo prazo, a perspectiva de déficit global, com a queda na produção de robusta e os baixos estoques, pode favorecer uma recuperação dos preços no futuro.  <br /><br />Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, a volatilidade dos preços deve continuar. No mercado interno, as principais praças registraram uma média de R$ 1.443,00 por saca de café arábica.  <br /><br />O Banco do Brasil oferece crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar margens em um mercado volátil e com preocupações climáticas.  <br /><br />Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.  <br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62376632</guid><pubDate>Wed, 16 Oct 2024 12:36:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62376632/16_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="3014783" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 16 de outubro de 2024, eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista Bahia e vamos falar sobre o mercado de café arábica. 

As vendas de café arábica já alcançaram 58% da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 16 de outubro de 2024, eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista Bahia e vamos falar sobre o mercado de café arábica. <br /><br />As vendas de café arábica já alcançaram 58% da produção, superando o mesmo período do ano passado, quando eram 52%, mas ainda ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos, que gira em torno de 60%.  <br /><br />O produtor brasileiro voltou a acelerar as vendas de arábica, impulsionado pelos preços elevados devido à tensão climática causada pela falta de chuvas no Brasil. As previsões indicam chuvas significativas nas próximas semanas, especialmente em Minas Gerais e São Paulo, o que pode aliviar o estresse hídrico e favorecer a florada do café. Essa mudança é crucial para o desenvolvimento da safra 25/26, embora parte do potencial produtivo já possa ter sido prejudicada pela seca prolongada, mantendo o setor em alerta para possíveis impactos a médio e longo prazo. <br /><br />Outro fator relevante é o início da colheita no Vietnã, que deve aumentar a oferta global e gerar uma pressão baixista adicional nos preços a curto prazo. No entanto, a longo prazo, a perspectiva de déficit global, com a queda na produção de robusta e os baixos estoques, pode favorecer uma recuperação dos preços no futuro.  <br /><br />Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, a volatilidade dos preços deve continuar. No mercado interno, as principais praças registraram uma média de R$ 1.443,00 por saca de café arábica.  <br /><br />O Banco do Brasil oferece crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar margens em um mercado volátil e com preocupações climáticas.  <br /><br />Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.  <br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféarábica,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/69a9f41fb71c5f7b77ac39fc9094349d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/10/2024 - Cenário do pequi</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-10-2024-cenario-do-pequi--62364589</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 15 de outubro de 2024, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos sobre uma fruta nacional,<i> o Pequi</i>.  <br /><br />Segundo a EMBRAPA, o pequi é fruta nativa do cerrado brasileiro e seu significado na língua indígena, “casca espinhosa”. É uma árvore alta, cuja ocorrência é maior na Região Centro-Oeste e em parte das Regiões Sudeste, Norte e Nordeste do país.  <br /><br />Sendo considerada uma planta perene, a qual pode ser classificada como frutífera ou oleaginosa, seus frutos podem ser utilizados de várias formas, a mais conhecida é no consumo direto do caroço em cozidos de carne ou frango, no feijão, no arroz e no conhecido baião de dois.  <br /><br />Assim, é um produto utilizado na alimentação das populações que vivem ao redor das áreas de ocorrência das plantas, fornecendo parte dos aportes energéticos e nutricionais, principalmente para as famílias carentes, durante sua safra.  <br /><br />Como oleaginosa, é extraído um óleo que, além de uso na culinária, é empregado na indústria de cosméticos, na produção de sabão, com potencial para biodiesel e, apesar de conhecimentos empíricos, é utilizada no combate a gripes e resfriados.  <br /><br />Quando possível, sua madeira pode ser utilizada em diversos usos, desde calções de bate-estacas, mourões e até em construções civis e navais, em virtude de sua resistência e alta densidade.  <br /><br />Apesar dessas características, estudos mais profundos e publicados em relação ao pequizeiro são relativamente recentes. Temos como exemplo o “pequi sem espinhos” lançados a dois anos atrás pela EMBRAPA e EMATER/GO, o qual foi um trabalho de 25 anos de pesquisa entre as duas instituições, contando também com a parceria de produtores rurais.  <br /><br />Dessa forma, com esse processo de “domesticação da espécie”, aumenta também o conhecimento agronômico desta importante fruta do Cerrado, possibilitando não somente o cultivo para a geração de renda extra, mas também auxiliar na preservação e recuperação deste Bioma, que foi fortemente atingido pelos incêndios esse ano.  <br /><br />Assim, o Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa implantar pomares comerciais e auxiliar na preservação e recuperação do Meio Ambiente.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62364589</guid><pubDate>Tue, 15 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62364589/15_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_pequi.mp3" length="3026068" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 15 de outubro de 2024, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos sobre uma fruta nacional, o Pequi.  

Segundo a EMBRAPA, o pequi é fruta nativa do cerrado brasileiro e seu significado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 15 de outubro de 2024, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos sobre uma fruta nacional,<i> o Pequi</i>.  <br /><br />Segundo a EMBRAPA, o pequi é fruta nativa do cerrado brasileiro e seu significado na língua indígena, “casca espinhosa”. É uma árvore alta, cuja ocorrência é maior na Região Centro-Oeste e em parte das Regiões Sudeste, Norte e Nordeste do país.  <br /><br />Sendo considerada uma planta perene, a qual pode ser classificada como frutífera ou oleaginosa, seus frutos podem ser utilizados de várias formas, a mais conhecida é no consumo direto do caroço em cozidos de carne ou frango, no feijão, no arroz e no conhecido baião de dois.  <br /><br />Assim, é um produto utilizado na alimentação das populações que vivem ao redor das áreas de ocorrência das plantas, fornecendo parte dos aportes energéticos e nutricionais, principalmente para as famílias carentes, durante sua safra.  <br /><br />Como oleaginosa, é extraído um óleo que, além de uso na culinária, é empregado na indústria de cosméticos, na produção de sabão, com potencial para biodiesel e, apesar de conhecimentos empíricos, é utilizada no combate a gripes e resfriados.  <br /><br />Quando possível, sua madeira pode ser utilizada em diversos usos, desde calções de bate-estacas, mourões e até em construções civis e navais, em virtude de sua resistência e alta densidade.  <br /><br />Apesar dessas características, estudos mais profundos e publicados em relação ao pequizeiro são relativamente recentes. Temos como exemplo o “pequi sem espinhos” lançados a dois anos atrás pela EMBRAPA e EMATER/GO, o qual foi um trabalho de 25 anos de pesquisa entre as duas instituições, contando também com a parceria de produtores rurais.  <br /><br />Dessa forma, com esse processo de “domesticação da espécie”, aumenta também o conhecimento agronômico desta importante fruta do Cerrado, possibilitando não somente o cultivo para a geração de renda extra, mas também auxiliar na preservação e recuperação deste Bioma, que foi fortemente atingido pelos incêndios esse ano.  <br /><br />Assim, o Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa implantar pomares comerciais e auxiliar na preservação e recuperação do Meio Ambiente.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,fruticultura,pequi</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/09b082af93233c5863d54c9acbb3dfb3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/10/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-10-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62336078</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 14 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br />Iniciando com a <b>soja</b>, espera-se que, de acordo com o relatório mensal de oferta e demanda do USDA, haja uma pequena redução das estimativas para a safra e os estoques finais de soja dos EUA 2024/25, bem como um leve corte no quadro de oferta e demanda mundial da soja.<br /><br />O fundamento clima ganhará mais relevância, principalmente, para o Brasil. Segundo o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão de retorno das chuvas na região central do país será nesta semana, com a convergência de umidade, para o norte do MT, GO, DF, MG e MS, podendo ocorrer pancadas de chuva isoladas, contribuindo para acelerar o plantio da nova safra.<br /><br />Seguem no radar os desdobramentos do conflito bélico no Oriente Médio, podendo causar possíveis distorções nos mercados de petróleo e o de commodities agrícolas. <br /><br />Com o avanço da colheita norte americana e consolidação da supersafra, o mercado sofrerá o efeito da sazonalidade da oferta da colheita, ocorrendo a preferência da originação das compras para lá pelos principais importadores. <br /><br />No Brasil, o retorno das chuvas beneficiará os trabalhos de plantio e irão pressionar as cotações. Assim os mercados irão se ajustar, podendo ter viés de baixa para os curtos e médios prazos nas cotações internas.  <br /><br />No tocante ao <b>milho</b>, conforme a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta clima favorável para a colheita, o que ajuda a pressionar negativamente as cotações na CBOT.<br /><br />O relatório de Oferta e Demanda do USDA, apesar de ter apresentado pequena redução nos estoques finais globais e americanos, vieram dentro das estimativas do mercado.<br /><br />Na Argentina, segunda a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, o plantio atingiu 13,7% da área esperada de 6,3 milhões de hectares, porcentagem maior do que no mesmo período do ano passado, isso se deve a maior velocidade de plantio dos agricultores, devido à redução de 20% na área cultivada, o que representa 1,6 milhão de hectares a menos plantados.<br /><br />No Brasil, a CONAB divulga no próximo dia 15 o primeiro acompanhamento da safra brasileira 24/25. A ocorrência de chuvas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste podem favorecer o plantio do milho verão e soja, trazendo novos números de progresso da área plantada, especialmente para o estado do Mato Grosso, onde o atraso no plantio da soja é mais significativo e prejudica a janela ideal do plantio do milho 2ª safra. <b> </b> <b> </b><br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que o mercado segue volátil conforme previsões climáticas e de disponibilidade do produto.<br /><br />No Brasil, as altas temperaturas e falta de chuvas podem influenciar a produção de café 24/25. <br /><br />No Vietnã a previsão é de queda na produção de café, após a seca ocorrida durante o período de lavra.<br /><br />O mercado cafeeiro segue em sua tendência de alta nas cotações, à medida que as perspectivas ainda trazem preocupações com a oferta nos curto e médio prazos.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que será encerrada a parceria entre o CEPEA e a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 depois de 30 anos.<br /><br />A partir de fevereiro de 2025 a B3 passará a considerar a cotação apurada pela consultoria de mercado Datagro, hoje com uma base de dados de três mil pecuaristas e 120 frigoríficos.<br /><br />Quanto aos preços, há expectativa de estabilização no mercado físico, devido à entrada dos animais confinados.<br /><br />Na B3, as cotações para mercado futuro vêm se mantendo estáveis e abaixo dos praticados no mercado físico do estado de São Paulo.<br /><br />A indústria frigorífica segue firme nas compras, mas atenta ao nível de estoque no mercado atacadista, que tem o desafio de repassar o preço para o consumidor.  <br /><br />O volume de negócios de contratos também segue em alta, gerando liquidez ao mercado e se valorizando.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62336078</guid><pubDate>Mon, 14 Oct 2024 10:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62336078/07_10_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="5619505" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 14 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 14 de outubro de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br />Iniciando com a <b>soja</b>, espera-se que, de acordo com o relatório mensal de oferta e demanda do USDA, haja uma pequena redução das estimativas para a safra e os estoques finais de soja dos EUA 2024/25, bem como um leve corte no quadro de oferta e demanda mundial da soja.<br /><br />O fundamento clima ganhará mais relevância, principalmente, para o Brasil. Segundo o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão de retorno das chuvas na região central do país será nesta semana, com a convergência de umidade, para o norte do MT, GO, DF, MG e MS, podendo ocorrer pancadas de chuva isoladas, contribuindo para acelerar o plantio da nova safra.<br /><br />Seguem no radar os desdobramentos do conflito bélico no Oriente Médio, podendo causar possíveis distorções nos mercados de petróleo e o de commodities agrícolas. <br /><br />Com o avanço da colheita norte americana e consolidação da supersafra, o mercado sofrerá o efeito da sazonalidade da oferta da colheita, ocorrendo a preferência da originação das compras para lá pelos principais importadores. <br /><br />No Brasil, o retorno das chuvas beneficiará os trabalhos de plantio e irão pressionar as cotações. Assim os mercados irão se ajustar, podendo ter viés de baixa para os curtos e médios prazos nas cotações internas.  <br /><br />No tocante ao <b>milho</b>, conforme a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta clima favorável para a colheita, o que ajuda a pressionar negativamente as cotações na CBOT.<br /><br />O relatório de Oferta e Demanda do USDA, apesar de ter apresentado pequena redução nos estoques finais globais e americanos, vieram dentro das estimativas do mercado.<br /><br />Na Argentina, segunda a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, o plantio atingiu 13,7% da área esperada de 6,3 milhões de hectares, porcentagem maior do que no mesmo período do ano passado, isso se deve a maior velocidade de plantio dos agricultores, devido à redução de 20% na área cultivada, o que representa 1,6 milhão de hectares a menos plantados.<br /><br />No Brasil, a CONAB divulga no próximo dia 15 o primeiro acompanhamento da safra brasileira 24/25. A ocorrência de chuvas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste podem favorecer o plantio do milho verão e soja, trazendo novos números de progresso da área plantada, especialmente para o estado do Mato Grosso, onde o atraso no plantio da soja é mais significativo e prejudica a janela ideal do plantio do milho 2ª safra. <b> </b> <b> </b><br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que o mercado segue volátil conforme previsões climáticas e de disponibilidade do produto.<br /><br />No Brasil, as altas temperaturas e falta de chuvas podem influenciar a produção de café 24/25. <br /><br />No Vietnã a previsão é de queda na produção de café, após a seca ocorrida durante o período de lavra.<br /><br />O mercado cafeeiro segue em sua tendência de alta nas cotações, à medida que as perspectivas ainda trazem preocupações com a oferta nos curto e médio prazos.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que será encerrada a parceria entre o CEPEA e a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 depois de 30 anos.<br /><br />A partir de fevereiro de 2025 a B3 passará a considerar a cotação apurada pela consultoria de mercado Datagro, hoje com uma base de dados de três mil pecuaristas e 120 frigoríficos.<br /><br />Quanto aos preços, há expectativa de estabilização no mercado físico, devido à entrada dos animais confinados.<br /><br />Na B3, as cotações para mercado futuro vêm se mantendo estáveis e abaixo dos...]]></itunes:summary><itunes:duration>352</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/66803314ca368f8910308b5395775c3b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/10/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-10-2024-cenario-do-milho--62318352</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 11 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago, apresentaram volatilidade nos últimos dias, com leve alta. O contrato referência dezembro/24 encerrou na quarta-feira cotado a US$ 4,21/bushel, elevação de 0,12% em relação ao pregão do dia anterior.  <br /><br />O clima quente e seco no Centro-Oeste americano previsto para as próximas 2 semanas favorece a colheita do milho, aliado com as boas perspectivas de produção, acabam limitando maiores altas. Conforme publicação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 07 de outubro, a colheita no país chegou a 30% da área, estando três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.  <br /><br />No Brasil, o destaque se dá para o avanço no plantio do milho 1ª safra, segundo publicação semanal de acompanhamento das lavouras da CONAB, o órgão apontou que 25,9% do milho 1ª safra já foi semeado, principalmente na região sul do país. O estado mais avançado no plantio é o Paraná, com 74% da área, seguido pelo Rio Grande do Sul com 73% e Santa Catarina com 55%.  <br /><br />Outro destaque são os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) que informou que o volume embarcado de milho ao longo do mês de setembro alcançou cerca de 6.500.000 toneladas. No acumulado do ano já foram exportadas 24,3 milhões de toneladas, 28% de redução em comparação com 2023, onde até o fim de setembro haviam sido exportadas 33,9 milhões de toneladas. Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início desse mês. O indicador do milho referência CEPEA/B3 no dia 09/10 encerrou cotado a R$ 67,07 por saca, alta de 4,31% no mês.  <br /><br />O mercado doméstico acompanha com atenção o clima quente e seco no Brasil, sobretudo o ritmo mais lento do plantio da soja, principalmente no estado do Mato Grosso, onde segundo dados da CONAB o plantio está com 3,7% da área semeada, contra 19,1% no mesmo período da safra passada, este atraso no plantio da soja poderá prejudicar a janela ideal de semeadura do milho 2ª safra.        <br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /><br /><ul><li>Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 66,51 e R$67,96 por saca</li><li>Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 68,81 e R$ 71,42 por saca</li></ul><br /><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   <br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62318352</guid><pubDate>Fri, 11 Oct 2024 10:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62318352/11_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="2988034" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 11 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 11 de outubro de 2024, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago, apresentaram volatilidade nos últimos dias, com leve alta. O contrato referência dezembro/24 encerrou na quarta-feira cotado a US$ 4,21/bushel, elevação de 0,12% em relação ao pregão do dia anterior.  <br /><br />O clima quente e seco no Centro-Oeste americano previsto para as próximas 2 semanas favorece a colheita do milho, aliado com as boas perspectivas de produção, acabam limitando maiores altas. Conforme publicação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 07 de outubro, a colheita no país chegou a 30% da área, estando três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.  <br /><br />No Brasil, o destaque se dá para o avanço no plantio do milho 1ª safra, segundo publicação semanal de acompanhamento das lavouras da CONAB, o órgão apontou que 25,9% do milho 1ª safra já foi semeado, principalmente na região sul do país. O estado mais avançado no plantio é o Paraná, com 74% da área, seguido pelo Rio Grande do Sul com 73% e Santa Catarina com 55%.  <br /><br />Outro destaque são os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) que informou que o volume embarcado de milho ao longo do mês de setembro alcançou cerca de 6.500.000 toneladas. No acumulado do ano já foram exportadas 24,3 milhões de toneladas, 28% de redução em comparação com 2023, onde até o fim de setembro haviam sido exportadas 33,9 milhões de toneladas. Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início desse mês. O indicador do milho referência CEPEA/B3 no dia 09/10 encerrou cotado a R$ 67,07 por saca, alta de 4,31% no mês.  <br /><br />O mercado doméstico acompanha com atenção o clima quente e seco no Brasil, sobretudo o ritmo mais lento do plantio da soja, principalmente no estado do Mato Grosso, onde segundo dados da CONAB o plantio está com 3,7% da área semeada, contra 19,1% no mesmo período da safra passada, este atraso no plantio da soja poderá prejudicar a janela ideal de semeadura do milho 2ª safra.        <br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /><br /><ul><li>Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 66,51 e R$67,96 por saca</li><li>Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 68,81 e R$ 71,42 por saca</li></ul><br /><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   <br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ecdcf0c2da9e581cdede9f7067cde1b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/10/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-10-2024-cenario-do-boi-gordo--62303808</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. <br /><br />No dia 8 de outubro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 294,20, com queda de 0,36% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 290,85.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a 251 mil toneladas em setembro de 2024, valor recorde de volume exportado. Na primeira semana de outubro foram exportadas 39,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.595, representando estabilidade em relação a setembro de 2023.<br /><br />A escala de abate da Indústria permanece curta, com cerca de seis dias úteis na média pais, o que sugere viés de alta na cotação da arroba do boi gordo para os próximos dias, cenário fortalecido pela redução na oferta de animais terminados, entrada de salário na economia estimulando o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado, e o elevado volume de exportações de carne bovina. <br /><br />Com o preço firme do boi gordo, as cotações dos contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo através dos contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024, com valores acima de R$ 285,00/@, oferecendo boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais oscilações nos preços no momento de venda dos animais. <br /><br />O terminador pode aproveitar negócios com deságio do Boi Magro em relação ao Boi Gordo, fazendo uma reposição estratégica com preço médio favorável.<br /><br />Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.<br /><br />Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 288 e 290 /@</li><li>novembro de 2024 com strike entre R$ 282 e 288/@</li></ul><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62303808</guid><pubDate>Thu, 10 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62303808/10_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="4307531" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. 

No dia 8 de outubro de 2024, de acordo com o indicador do boi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de outubro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. <br /><br />No dia 8 de outubro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 294,20, com queda de 0,36% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 290,85.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a 251 mil toneladas em setembro de 2024, valor recorde de volume exportado. Na primeira semana de outubro foram exportadas 39,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.595, representando estabilidade em relação a setembro de 2023.<br /><br />A escala de abate da Indústria permanece curta, com cerca de seis dias úteis na média pais, o que sugere viés de alta na cotação da arroba do boi gordo para os próximos dias, cenário fortalecido pela redução na oferta de animais terminados, entrada de salário na economia estimulando o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado, e o elevado volume de exportações de carne bovina. <br /><br />Com o preço firme do boi gordo, as cotações dos contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo através dos contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024, com valores acima de R$ 285,00/@, oferecendo boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais oscilações nos preços no momento de venda dos animais. <br /><br />O terminador pode aproveitar negócios com deságio do Boi Magro em relação ao Boi Gordo, fazendo uma reposição estratégica com preço médio favorável.<br /><br />Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.<br /><br />Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 288 e 290 /@</li><li>novembro de 2024 com strike entre R$ 282 e 288/@</li></ul><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>270</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializaçãodebovinos,criaçãodegado,gadodecorte,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/604c1ecdb67f44000dc4711e09aac613.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/10/2024 - Cenário do feijão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-10-2024-cenario-do-feijao--62289034</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 09/10/2024, meu nome é Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão. <br /><br />Segundo o 12º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão no Brasil deve ser de 3 milhões e 249 mil toneladas na safra 2023/2024, sendo 942 mil toneladas de feijão 1ª safra, 1 milhão 512 mil toneladas de feijão 2ª safra e 795 mil toneladas de feijão 3ª safra.<br /><br />No Paraná, maior produtor de feijão preto do Brasil, os produtores retomaram a produção neste início da safra 2024/2025, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), a previsão para o início de safra é de que o plantio seja 29% maior que no mesmo período de 2023, com área estimada em 138 mil e quinhentos hectares sendo que mais da metade desta área já está semeada. Apesar da seca no início de setembro, a chuva dos últimos dias ajudou e os produtores iniciaram o plantio. O valor da saca passou de R$ 305, o que tem incentivado os produtores. Os preços mais baixos da soja é outro fator que tem incentivado o aumento da área plantada de feijão preto. <br /><br />Segundo o Deral, se as condições climáticas forem favoráveis, o Paraná poderá produzir 266 mil e 800 toneladas de feijão preto, um volume 66% maior do que as 160 mil toneladas colhidas entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, período conhecido como a primeira safra ou safra de verão.<br /><br />Esse aumento nos preços é impulsionado pela expectativa de continuidade nas exportações de feijão preto para países da América Latina, como México e Venezuela. Esses dois países receberam mais de 10 mil toneladas do Paraná. Essas exportações, incomuns, fizeram com que o Paraná ampliasse sua participação no mercado externo e se aproximasse do Mato Grosso, maior exportador do país.<br /><br />Com relação ao Feijão Carioca Extra, safra nova, o preço da saca de 60 quilos na região de Unaí (MG), atualmente é de R$238,00.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62289034</guid><pubDate>Wed, 09 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62289034/09_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_feijao.mp3" length="3278933" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 09/10/2024, meu nome é Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão. 

Segundo o 12º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 09/10/2024, meu nome é Carlos Brunelli, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário do feijão. <br /><br />Segundo o 12º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos da CONAB, a produção total de feijão no Brasil deve ser de 3 milhões e 249 mil toneladas na safra 2023/2024, sendo 942 mil toneladas de feijão 1ª safra, 1 milhão 512 mil toneladas de feijão 2ª safra e 795 mil toneladas de feijão 3ª safra.<br /><br />No Paraná, maior produtor de feijão preto do Brasil, os produtores retomaram a produção neste início da safra 2024/2025, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), a previsão para o início de safra é de que o plantio seja 29% maior que no mesmo período de 2023, com área estimada em 138 mil e quinhentos hectares sendo que mais da metade desta área já está semeada. Apesar da seca no início de setembro, a chuva dos últimos dias ajudou e os produtores iniciaram o plantio. O valor da saca passou de R$ 305, o que tem incentivado os produtores. Os preços mais baixos da soja é outro fator que tem incentivado o aumento da área plantada de feijão preto. <br /><br />Segundo o Deral, se as condições climáticas forem favoráveis, o Paraná poderá produzir 266 mil e 800 toneladas de feijão preto, um volume 66% maior do que as 160 mil toneladas colhidas entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, período conhecido como a primeira safra ou safra de verão.<br /><br />Esse aumento nos preços é impulsionado pela expectativa de continuidade nas exportações de feijão preto para países da América Latina, como México e Venezuela. Esses dois países receberam mais de 10 mil toneladas do Paraná. Essas exportações, incomuns, fizeram com que o Paraná ampliasse sua participação no mercado externo e se aproximasse do Mato Grosso, maior exportador do país.<br /><br />Com relação ao Feijão Carioca Extra, safra nova, o preço da saca de 60 quilos na região de Unaí (MG), atualmente é de R$238,00.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br />]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,feijão,feijocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/82e577f1f9802b102664c1ad3c4245ce.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/10/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-10-2024-cenario-climatico--62278778</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 08 de outubro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />Apesar de ocorrerem divulgações de que o La Niña começou, no último relatório da NOAA, os modelos estatísticos consideravam uma possível transição para uma La Niña para meados de outubro.<br /><br />De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, em geral, nos anos de La Niña, ocorre redução da chuva na Região Sul do País, enquanto nas regiões Norte e Nordeste, há um aumento da chuva. Entretanto, é importante destacar que o clima no Brasil não é apenas influenciado pela atuação desse fenômeno, pois existem outros fatores a serem considerados, que também interferem nas condições de tempo e clima no País, podendo atenuar ou intensificar os efeitos do La Niña, fatores esses também considerados nas previsões climáticas.<br /><br />Para este mês, o INMET indica previsão de chuvas acima da média em grande parte da Região Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul do Rio de Janeiro e Minas Gerais, pouco acima da média no sudoeste do Amazonas, Pará, e norte de Rondônia, com chances do retorno gradual das chuvas para a parte central do País, durante a segunda quinzena.<br /><br />A previsão de temperatura indica que deverão ser acima da média em grande parte do país, com possibilidade de ocorrência das ondas de calor. São previstos valores abaixo da média no Rio Grande do Sul, e áreas pontuais de Santa Catarina e Paraná.<br /><br />Devido ao prognóstico climático do INMET, as culturas de verão de parte do sudeste e MS podem ser beneficiadas em áreas onde prevê-se o retorno gradual das chuvas. Ao passo que, o excesso de chuvas, tal como ocorre no RS, pode atrasar o atual plantio.<br /><br />Desta forma, com a atenção centrada no plantio da safra de verão, e aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos ou mais recentemente, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62278778</guid><pubDate>Tue, 08 Oct 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62278778/08_10_2024_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="2866826" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 08 de outubro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

Apesar de ocorrerem divulgações de que o La Niña começou, no último...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 08 de outubro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />Apesar de ocorrerem divulgações de que o La Niña começou, no último relatório da NOAA, os modelos estatísticos consideravam uma possível transição para uma La Niña para meados de outubro.<br /><br />De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, em geral, nos anos de La Niña, ocorre redução da chuva na Região Sul do País, enquanto nas regiões Norte e Nordeste, há um aumento da chuva. Entretanto, é importante destacar que o clima no Brasil não é apenas influenciado pela atuação desse fenômeno, pois existem outros fatores a serem considerados, que também interferem nas condições de tempo e clima no País, podendo atenuar ou intensificar os efeitos do La Niña, fatores esses também considerados nas previsões climáticas.<br /><br />Para este mês, o INMET indica previsão de chuvas acima da média em grande parte da Região Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul do Rio de Janeiro e Minas Gerais, pouco acima da média no sudoeste do Amazonas, Pará, e norte de Rondônia, com chances do retorno gradual das chuvas para a parte central do País, durante a segunda quinzena.<br /><br />A previsão de temperatura indica que deverão ser acima da média em grande parte do país, com possibilidade de ocorrência das ondas de calor. São previstos valores abaixo da média no Rio Grande do Sul, e áreas pontuais de Santa Catarina e Paraná.<br /><br />Devido ao prognóstico climático do INMET, as culturas de verão de parte do sudeste e MS podem ser beneficiadas em áreas onde prevê-se o retorno gradual das chuvas. Ao passo que, o excesso de chuvas, tal como ocorre no RS, pode atrasar o atual plantio.<br /><br />Desta forma, com a atenção centrada no plantio da safra de verão, e aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos ou mais recentemente, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,laniña,meteorologia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea1d525ab08a9811fdba7a6ac3b1ddd2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/10/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-10-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62235906</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 07 de outubro de 2024, me chamo Sacha Tesck, Assessora da Dirag e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br />Iniciando com a <b>soja</b>, espera-se que com a divulgação no dia 11/10, do relatório de oferta e demanda mensal do USDA, continuem, sem muitas alterações, os principais fundamentos de produção e estoques finais. Há também o retorno da China ao mercado, após seu feriado: Golden Week. O ritmo de colheita nos EUA não deverá ter alteração, chuvas irregulares com pequenos volumes podem ocorrer, embora, sem causar grandes transtornos. A atenção do mercado volta-se para o clima no Brasil, com as previsões mostrando melhora das condições a partir da segunda quinzena de outubro. Do lado geopolítico, as preocupações com a escalada do conflito no Oriente Médio, as pressões sobre as cotações do petróleo e a logística marítima irão influenciar as cotações no mercado. A pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA, a demanda da China pós feriado e atrasos no plantio da soja no Brasil, devem manter o mercado interno com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.  <br /><b></b><br />No tocante ao <b>milho</b>, de acordo com National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para precipitações abaixo da normalidade em boa parte do cinturão agrícola no país, isso pode favorecer o avanço da colheita e pressionar negativamente as cotações na CBOT. Em relatório semanal divulgado pelo USDA, o órgão apontou que a colheita no país chegou à 21% da área. O ritmo está três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com relação às condições das lavouras, 64% foram consideradas entre boas e excelentes. Houve redução de um ponto percentual em relação à semana anterior.  No dia 11 de outubro, o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda mundial de grãos, referente ao mês corrente, podendo trazer volatilidade adicional ao mercado. No Brasil, as preocupações com o clima e o ritmo de plantio da safra verão podem manter os preços físicos em elevação. Para o Centro Oeste e Sudeste, de acordo com o Inmet. a previsão para os próximos dias é de tempo quente e seco na maior parte das regiões, <b> </b><br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que o mercado segue sustentado pelo clima no Brasil e no Vietnã. A expectativa da chegada de chuvas sobre os cafezais brasileiros continua provocando uma intensa volatilidade nas cotações do café em Nova Iorque e Londres.  Seca e altas temperaturas no Vietnã no primeiro semestre do ano também mantém as expectativas de uma safra menor no país em 24/25 que deverá ser colhida nas próximas semanas. Analistas também monitoram a situação da greve nos portos da costa leste dos EUA, que agrava o problema de oferta da commodity no país. O mercado cafeeiro segue em sua tendência de alta nas cotações, à medida que as perspectivas ainda trazem preocupações com a oferta no curto e médio prazo.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que há expectativa de novas valorizações no mercado físico, devido à falta do animal terminado. A indústria frigorífica segue firme nas compras e o baixo nível de estoque no mercado atacadista pode favorecer o pecuarista nas negociações. O terminador pode aproveitar negócios com deságio do Boi Magro em relação ao Boi Gordo e com pouco ágio em relação ao bezerro, fazendo uma reposição estratégica com preço médio favorável no ciclo que se inicia. Na B3, pode haver oscilação nas cotações, uma vez que houve na semana anterior fortes altas em dias consecutivos. Ainda assim, a expectativa é de manutenção do movimento altista. O volume de negócios de contratos também segue subindo, gerando liquidez ao mercado e estimulando sua valorização.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62235906</guid><pubDate>Mon, 07 Oct 2024 13:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62235906/07_10_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="5113774" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, dia 07 de outubro de 2024, me chamo Sacha Tesck, Assessora da Dirag e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, dia 07 de outubro de 2024, me chamo Sacha Tesck, Assessora da Dirag e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br />Iniciando com a <b>soja</b>, espera-se que com a divulgação no dia 11/10, do relatório de oferta e demanda mensal do USDA, continuem, sem muitas alterações, os principais fundamentos de produção e estoques finais. Há também o retorno da China ao mercado, após seu feriado: Golden Week. O ritmo de colheita nos EUA não deverá ter alteração, chuvas irregulares com pequenos volumes podem ocorrer, embora, sem causar grandes transtornos. A atenção do mercado volta-se para o clima no Brasil, com as previsões mostrando melhora das condições a partir da segunda quinzena de outubro. Do lado geopolítico, as preocupações com a escalada do conflito no Oriente Médio, as pressões sobre as cotações do petróleo e a logística marítima irão influenciar as cotações no mercado. A pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA, a demanda da China pós feriado e atrasos no plantio da soja no Brasil, devem manter o mercado interno com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.  <br /><b></b><br />No tocante ao <b>milho</b>, de acordo com National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para precipitações abaixo da normalidade em boa parte do cinturão agrícola no país, isso pode favorecer o avanço da colheita e pressionar negativamente as cotações na CBOT. Em relatório semanal divulgado pelo USDA, o órgão apontou que a colheita no país chegou à 21% da área. O ritmo está três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com relação às condições das lavouras, 64% foram consideradas entre boas e excelentes. Houve redução de um ponto percentual em relação à semana anterior.  No dia 11 de outubro, o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda mundial de grãos, referente ao mês corrente, podendo trazer volatilidade adicional ao mercado. No Brasil, as preocupações com o clima e o ritmo de plantio da safra verão podem manter os preços físicos em elevação. Para o Centro Oeste e Sudeste, de acordo com o Inmet. a previsão para os próximos dias é de tempo quente e seco na maior parte das regiões, <b> </b><br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que o mercado segue sustentado pelo clima no Brasil e no Vietnã. A expectativa da chegada de chuvas sobre os cafezais brasileiros continua provocando uma intensa volatilidade nas cotações do café em Nova Iorque e Londres.  Seca e altas temperaturas no Vietnã no primeiro semestre do ano também mantém as expectativas de uma safra menor no país em 24/25 que deverá ser colhida nas próximas semanas. Analistas também monitoram a situação da greve nos portos da costa leste dos EUA, que agrava o problema de oferta da commodity no país. O mercado cafeeiro segue em sua tendência de alta nas cotações, à medida que as perspectivas ainda trazem preocupações com a oferta no curto e médio prazo.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que há expectativa de novas valorizações no mercado físico, devido à falta do animal terminado. A indústria frigorífica segue firme nas compras e o baixo nível de estoque no mercado atacadista pode favorecer o pecuarista nas negociações. O terminador pode aproveitar negócios com deságio do Boi Magro em relação ao Boi Gordo e com pouco ágio em relação ao bezerro, fazendo uma reposição estratégica com preço médio favorável no ciclo que se inicia. Na B3, pode haver oscilação nas cotações, uma vez que houve na semana anterior fortes altas em dias consecutivos. Ainda assim, a expectativa é de manutenção do movimento altista. O volume de negócios de contratos também segue subindo, gerando liquidez ao mercado e estimulando sua valorização.  <br...]]></itunes:summary><itunes:duration>320</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,pecuária,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4bd0d5d6f1f5fa95ed398ff0585a2794.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/10/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-10-2024-cenario-da-soja--62215775</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 04 de outubro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Nos Estados Unidos as lavouras estão em fase de colheita, com 26% da área cultivada já colhida, seguindo com ritmo acima da registrada na safra anterior e na média plurianual para o período. Problemas pontuais com clima trouxeram dúvidas sobre o potencial produtivo, no entanto, todas as previsões apresentam uma safra recorde no segundo maior produtor de soja do mundo.<br /><br />No Brasil, o plantio teve início com atraso em setembro, cerca de 2,4% dos 47,4 milhões de hectares estimados para o cultivo já foram semeados, destaque para o PR com 10%, MS com 3% e MT 2,6%. Há preocupação com o clima seco em boa parte da região produtora na faixa centro norte do país. Na região Sul, os modelos de previsão europeu e norte-americano indicam chuvas para primeira quinzena de outubro.<br /><br />A Agência de Previsão Climática e Atmosfera (NOAA) dos Estados Unidos, indica mais de 60,0% de chance de instalação de um evento de La Niña nesta primavera. Salientamos que, a intensidade prevista para o La Niña é baixa e há chances de neutralidade, deixando os modelos meteorológicos incertos para o início desse ciclo produtivo à cultura da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 30/09 cotado a US$ 10,56/bushel. O mercado vem apresentando recuperação com alta de 5,7% no mês de setembro, refletindo a seca na colheita nos EUA, no BRA e demanda chinesa firme. <br /><br />O indicador CEPEA em 30/09 foi cotado a R$ 141,15 reais por saca, apresentando valorização de 2,19 em setembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora frente a disputa pela safra menor 23/24 e manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li>fev/25 com strike/preço garantido entre 10,24 e U$ 10,73/bushel </li><li>abril/25 com strike entre U$ 10,33 e U$ 10,86/ bushel</li></ul><br />Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62215775</guid><pubDate>Fri, 04 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62215775/04_10_2024_bbcast_agro_cenario_da_soja.mp3" length="3696893" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 04 de outubro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

Nos Estados Unidos as lavouras estão em fase de colheita, com 26% da área...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 04 de outubro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Nos Estados Unidos as lavouras estão em fase de colheita, com 26% da área cultivada já colhida, seguindo com ritmo acima da registrada na safra anterior e na média plurianual para o período. Problemas pontuais com clima trouxeram dúvidas sobre o potencial produtivo, no entanto, todas as previsões apresentam uma safra recorde no segundo maior produtor de soja do mundo.<br /><br />No Brasil, o plantio teve início com atraso em setembro, cerca de 2,4% dos 47,4 milhões de hectares estimados para o cultivo já foram semeados, destaque para o PR com 10%, MS com 3% e MT 2,6%. Há preocupação com o clima seco em boa parte da região produtora na faixa centro norte do país. Na região Sul, os modelos de previsão europeu e norte-americano indicam chuvas para primeira quinzena de outubro.<br /><br />A Agência de Previsão Climática e Atmosfera (NOAA) dos Estados Unidos, indica mais de 60,0% de chance de instalação de um evento de La Niña nesta primavera. Salientamos que, a intensidade prevista para o La Niña é baixa e há chances de neutralidade, deixando os modelos meteorológicos incertos para o início desse ciclo produtivo à cultura da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 30/09 cotado a US$ 10,56/bushel. O mercado vem apresentando recuperação com alta de 5,7% no mês de setembro, refletindo a seca na colheita nos EUA, no BRA e demanda chinesa firme. <br /><br />O indicador CEPEA em 30/09 foi cotado a R$ 141,15 reais por saca, apresentando valorização de 2,19 em setembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora frente a disputa pela safra menor 23/24 e manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li>fev/25 com strike/preço garantido entre 10,24 e U$ 10,73/bushel </li><li>abril/25 com strike entre U$ 10,33 e U$ 10,86/ bushel</li></ul><br />Você pode consultar outros vencimentos e faz/er simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>232</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,safra,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/72f5505883f2553165a5230e29498ac3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/10/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-10-2024-cenario-do-leite--62208225</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 03 de outubro de 2024, meu nome é NATALY VILLA, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, desde janeiro de 2024, os preços do leite apresentam alta. O leite captado em agosto de 2024 teve aumento de 0,5% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,7607/litro. Esse valor é cerca de 22,7% maior que o registrado em agosto de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo quarto mês consecutivo. Em agosto de 2024 ocorreu um aumento de 3,5%, comparado ao mês anterior, influenciado pela energia e combustível. Comparado com o mesmo período do ano anterior, observamos uma alta de 2,2%. Em agosto de 2024 foram importados 182,7 milhões de litros em equivalente leite, que corresponde a uma redução de 25% em relação ao mês anterior. No mês foram exportados 4,1 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a uma queda mensal de 57%. Conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o déficit da balança comercial (em volume) subiu 12,47% de julho para agosto, e o saldo acumulado de 2024 está deficitário em 1.436 milhões de litros em equivalente leite, correspondendo a US$ 620 milhões. Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR), Minas Gerais (MG), Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), a projeção do preço do leite para setembro sugere uma melhora. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62208225</guid><pubDate>Thu, 03 Oct 2024 11:16:33 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62208225/04_10_2024_bbcast_agro_cenario_do_leite.mp3" length="2549595" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 03 de outubro de 2024, meu nome é NATALY VILLA, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, desde janeiro de 2024, os preços do leite apresentam...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 03 de outubro de 2024, meu nome é NATALY VILLA, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA, desde janeiro de 2024, os preços do leite apresentam alta. O leite captado em agosto de 2024 teve aumento de 0,5% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,7607/litro. Esse valor é cerca de 22,7% maior que o registrado em agosto de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo quarto mês consecutivo. Em agosto de 2024 ocorreu um aumento de 3,5%, comparado ao mês anterior, influenciado pela energia e combustível. Comparado com o mesmo período do ano anterior, observamos uma alta de 2,2%. Em agosto de 2024 foram importados 182,7 milhões de litros em equivalente leite, que corresponde a uma redução de 25% em relação ao mês anterior. No mês foram exportados 4,1 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a uma queda mensal de 57%. Conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o déficit da balança comercial (em volume) subiu 12,47% de julho para agosto, e o saldo acumulado de 2024 está deficitário em 1.436 milhões de litros em equivalente leite, correspondendo a US$ 620 milhões. Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR), Minas Gerais (MG), Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), a projeção do preço do leite para setembro sugere uma melhora. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>160</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuária</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cbe9b1f2c1143bc7493dc9f92ad2f48f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/10/2024 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-10-2024-cenario-do-cafe-conilon--62182992</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 02 de outubro de 2024. Me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />O clima desfavorável dos últimos quatro meses, marcado por altas temperaturas e falta de chuvas, pode afetar a próxima safra, comprometendo o pegamento dos frutos a longo prazo e reduzindo a produtividade. Fatores climáticos têm um impacto significativo na cultura do café, mesmo em lavouras irrigadas.<br /><br />O clima favorável é essencial para a formação dos grãos e para a manutenção do bom estado fisiológico da planta. O instituto Clima Tempo prevê a manutenção do clima seco, com chuvas mais significativas retornando gradualmente na segunda semana de outubro. No entanto, os impactos das condições climáticas recentes já podem ter afetado a produtividade da próxima safra.<br /><br />As preocupações com a safra de robusta no Vietnã continuam, pois o impacto do calor extremo e do prolongado período de estiagem ainda são fatores que influenciam a volatilidade dos preços. Tendo em vista esse cenário de incertezas climáticas tanto no Brasil quanto no Vietnã, a volatilidade nos preços do café conilon deve continuar.<br /><br />No mercado futuro, a bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve recuperação do robusta, sendo negociado para novembro de 2024 a US$ 5.481 por tonelada. No mercado interno, as cotações do conilon mantiveram a volatilidade, com tendência de alta ao longo de todo o mês. No início de outubro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 1.470,00 a saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, no Espírito Santo.<br /><br />No dia 23 de setembro de 2024, a B3 começou a negociar contratos futuros de café conilon/robusta. Esses contratos permitem que os produtores se protejam contra a alta volatilidade dos preços, estabelecendo um valor fixo para negociações futuras.<br /><br />Em 1º de outubro comemoramos o Dia Internacional do Café. Esse grão, que molda a cultura de vários países é a segunda bebida mais consumida no mundo. Cada grão de café carrega a história de quem o cultivou, representando uma jornada de trabalho árduo e amor pela terra, resultando em um sabor que conecta pessoas ao redor do mundo.<br /><br />Nesse cenário, os produtores devem considerar aproveitar os momentos de alta no mercado para vender suas produções. Além disso, utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem. Pode ser uma forma eficaz de se proteger contra possíveis quedas de preço no longo prazo.<br /><br />O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62182992</guid><pubDate>Wed, 02 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62182992/02_10_2024_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3394290" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 02 de outubro de 2024. Me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.

O clima desfavorável dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 02 de outubro de 2024. Me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />O clima desfavorável dos últimos quatro meses, marcado por altas temperaturas e falta de chuvas, pode afetar a próxima safra, comprometendo o pegamento dos frutos a longo prazo e reduzindo a produtividade. Fatores climáticos têm um impacto significativo na cultura do café, mesmo em lavouras irrigadas.<br /><br />O clima favorável é essencial para a formação dos grãos e para a manutenção do bom estado fisiológico da planta. O instituto Clima Tempo prevê a manutenção do clima seco, com chuvas mais significativas retornando gradualmente na segunda semana de outubro. No entanto, os impactos das condições climáticas recentes já podem ter afetado a produtividade da próxima safra.<br /><br />As preocupações com a safra de robusta no Vietnã continuam, pois o impacto do calor extremo e do prolongado período de estiagem ainda são fatores que influenciam a volatilidade dos preços. Tendo em vista esse cenário de incertezas climáticas tanto no Brasil quanto no Vietnã, a volatilidade nos preços do café conilon deve continuar.<br /><br />No mercado futuro, a bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve recuperação do robusta, sendo negociado para novembro de 2024 a US$ 5.481 por tonelada. No mercado interno, as cotações do conilon mantiveram a volatilidade, com tendência de alta ao longo de todo o mês. No início de outubro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 1.470,00 a saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, no Espírito Santo.<br /><br />No dia 23 de setembro de 2024, a B3 começou a negociar contratos futuros de café conilon/robusta. Esses contratos permitem que os produtores se protejam contra a alta volatilidade dos preços, estabelecendo um valor fixo para negociações futuras.<br /><br />Em 1º de outubro comemoramos o Dia Internacional do Café. Esse grão, que molda a cultura de vários países é a segunda bebida mais consumida no mundo. Cada grão de café carrega a história de quem o cultivou, representando uma jornada de trabalho árduo e amor pela terra, resultando em um sabor que conecta pessoas ao redor do mundo.<br /><br />Nesse cenário, os produtores devem considerar aproveitar os momentos de alta no mercado para vender suas produções. Além disso, utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem. Pode ser uma forma eficaz de se proteger contra possíveis quedas de preço no longo prazo.<br /><br />O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,café,caféconilon,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ae069a00d2f736d66b361551bb56f8de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/10/2024 - Cenário da olericultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-10-2024-cenario-da-olericultura--62170310</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 01 de outubro de 2024, meu nome é Gustavo Maeda , Assessor(a) de Agronegócios, na região Uberlândia,<b> </b>e falaremos hoje sobre as severas ocorrências climáticas no Rio Grande do Sul e seus efeitos na produção de olericultura.<br /><br />As áreas afetadas pelas inundações em Porto Alegre RS, desempenham um papel essencial no abastecimento de hortaliças para atender às populações urbanas do entorno.<br /><br />As culturas de folhosas e leguminosas foram as mais impactadas. Segundo dados da EMATER RS um total de 8.049 produtores em todo o Estado sofreram perdas na produção olerícola, afetando consideravelmente a cadeia de suprimentos e a economia estadual.<br /><br />Segundo dados do órgão estadual, tiveram danos consideráveis nas áreas plantadas com brócolis, com perdas acima de 39 mil ton; alface 11.600 ton; repolho 8.500 ton; couve 1.400 ton e batata inglesa 51.800 ton. <br /><br />A cultura da batata é importante pela tradição de consumo, o excesso de chuvas afetou a produção da safrinha devido ao excesso de umidade do solo, provocando o apodrecimento de tubérculos, com impacto sobre a colheita.<br /><br />O período das chuvas e cheias extremas coincidiu com o momento tradicional de mudança das áreas de cultivos olerícolas da região dos vales para áreas de maior altitude, como os Campos de Cima da Serra causando atraso e diminuição na área de plantio. Essa estratégia de cultivo serve para atender constantemente às vias de mercado durante o ano todo, pois, nos vales, a produção fica prejudicada pelas condições de temperaturas mais altas, que desfavorece o desenvolvimento geral das olerícolas.<br /><br />A previsão é que até meados de outubro, as chuvas intensas, ventos fortes, diminuição da incidência solar e granizos continuarão causando prejuízos, tanto na produção como na aparência, principalmente das folhosas. Essas perdas refletem na redução de oferta e nos preços em todas as regiões gaúchas como por exemplo a saca de 50Kg de batata inglesa branca que em abril era comercializada por R$100,00 em julho já era comercializada por R$208,00, segundo a CONAB.<br /><br />Conforme a EMATER RS, constatou-se vários danos em instalações localizadas na zona rural, como casas, galpões, armazéns, estufas e estradas. Também há problemas para o escoamento da produção de 4.548 comunidades (em razão de estradas vicinais afetadas, dificultando a logísticas para levar a produção e causando incertezas sobre a redução da oferta, mas até o momento não houve a interrupção total, situação que amenizou um pouco a elevação dos preços na Ceasa/RS.<br /><br />O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, e para os produtores gaúchos linhas de créditos emergenciais.<br /><br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62170310</guid><pubDate>Tue, 01 Oct 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62170310/01_10_2024_bbcast_agro_cenario_da_olericultura.mp3" length="3315296" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 01 de outubro de 2024, meu nome é Gustavo Maeda , Assessor(a) de Agronegócios, na região Uberlândia, e falaremos hoje sobre as severas ocorrências climáticas no Rio Grande do Sul e seus efeitos na produção de olericultura.

As áreas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 01 de outubro de 2024, meu nome é Gustavo Maeda , Assessor(a) de Agronegócios, na região Uberlândia,<b> </b>e falaremos hoje sobre as severas ocorrências climáticas no Rio Grande do Sul e seus efeitos na produção de olericultura.<br /><br />As áreas afetadas pelas inundações em Porto Alegre RS, desempenham um papel essencial no abastecimento de hortaliças para atender às populações urbanas do entorno.<br /><br />As culturas de folhosas e leguminosas foram as mais impactadas. Segundo dados da EMATER RS um total de 8.049 produtores em todo o Estado sofreram perdas na produção olerícola, afetando consideravelmente a cadeia de suprimentos e a economia estadual.<br /><br />Segundo dados do órgão estadual, tiveram danos consideráveis nas áreas plantadas com brócolis, com perdas acima de 39 mil ton; alface 11.600 ton; repolho 8.500 ton; couve 1.400 ton e batata inglesa 51.800 ton. <br /><br />A cultura da batata é importante pela tradição de consumo, o excesso de chuvas afetou a produção da safrinha devido ao excesso de umidade do solo, provocando o apodrecimento de tubérculos, com impacto sobre a colheita.<br /><br />O período das chuvas e cheias extremas coincidiu com o momento tradicional de mudança das áreas de cultivos olerícolas da região dos vales para áreas de maior altitude, como os Campos de Cima da Serra causando atraso e diminuição na área de plantio. Essa estratégia de cultivo serve para atender constantemente às vias de mercado durante o ano todo, pois, nos vales, a produção fica prejudicada pelas condições de temperaturas mais altas, que desfavorece o desenvolvimento geral das olerícolas.<br /><br />A previsão é que até meados de outubro, as chuvas intensas, ventos fortes, diminuição da incidência solar e granizos continuarão causando prejuízos, tanto na produção como na aparência, principalmente das folhosas. Essas perdas refletem na redução de oferta e nos preços em todas as regiões gaúchas como por exemplo a saca de 50Kg de batata inglesa branca que em abril era comercializada por R$100,00 em julho já era comercializada por R$208,00, segundo a CONAB.<br /><br />Conforme a EMATER RS, constatou-se vários danos em instalações localizadas na zona rural, como casas, galpões, armazéns, estufas e estradas. Também há problemas para o escoamento da produção de 4.548 comunidades (em razão de estradas vicinais afetadas, dificultando a logísticas para levar a produção e causando incertezas sobre a redução da oferta, mas até o momento não houve a interrupção total, situação que amenizou um pouco a elevação dos preços na Ceasa/RS.<br /><br />O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, e para os produtores gaúchos linhas de créditos emergenciais.<br /><br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,folhosas,hortaliças,olericultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/22913c42fea09c8a4cd1cff21ee3eaf2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-09-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62135639</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciando com a soja:<br /><br /><ul><li>Na CBOT, o clima sobre as lavouras nos EUA e, também, no Brasil, permanecerá no radar do mercado. O clima seco permitirá o avanço da colheita norte-americana, no entanto, prejudicará o desempenho das lavouras que ainda necessitam de umidade. A baixa umidade e o calor podem vir a afetar o potencial produtivo das lavouras, proporcionando sustentação às cotações no curto prazo. Mesmo assim, o sentimento de ampla oferta mundial com o avanço da colheita da maior safra da história estadunidense, ainda permanece.</li><li>O mercado segue na expectativa de mais estímulos econômicos pelo Governo chinês, que pode refletir positivamente na composição dos preços de Chicago.</li><li>No fundamento clima, os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 07 dias nos Estados Unidos, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média.</li><li>No mercado interno, a pouca soja disponível e clima seco, que ainda não permite o início efetivo do plantio da soja, principalmente, no Centro-Oeste, poderão dar sustentação aos preços. Assim os preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.</li></ul><br /><br />No tocante ao milho:<br /><ul><li>Em relatório semanal divulgado pelo USDA, o órgão apontou que a colheita no país chegou à 14% da área. O ritmo está três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com relação às condições das lavouras, 65% foram consideradas entre boas a excelentes, estando doze pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado. </li><li>A maior disponibilidade do grão no mercado americano, conforme a colheita se intensifica, pode pressionar negativamente os preços na CBOT. </li><li>A Bolsa de Cereais, na Argentina, estima produção para a safra 2024/25 em 47 milhões de toneladas, 5% menor que a produção da safra anterior. O plantio da nova safra está no início no país. </li><li>No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio do milho 1ª safra atingiu 16,2% da área total esperada (3,84 milhões de hectares). Entretanto, a semeadura concentra-se apenas na região sul, nos estados do Rio Grande do Sul (51%), Paraná (46%) e Santa Catarina (22%). As preocupações com o clima e o ritmo de plantio da safra verão podem manter os preços físicos em elevação, conforme observado nas últimas semanas. </li></ul><br />Para o café: <br /><ul><li>O mercado ainda tem suporte na preocupação com a oferta global, sobretudo nas condições atuais do Vietnã.</li><li>Diante das incertezas climáticas, os preços do café devem continuar apresentando alta volatilidade;</li><li>A baixa oferta pelos países produtores do robusta e a cotação do dólar sustentam os bons preços do café no Brasil.</li></ul><br />E finalizando com o boi gordo:<br /><ul><li>Apesar da valorização do bezerro de ano, o ágio entre as categorias apresentou queda de 2,71% ante ago/24. Esse movimento ocorreu devido à maior valorização do boi gordo em relação ao bezerro, reflexo da melhora na demanda por animais prontos para abate. Por fim, com o elevado abate de matrizes desde 2022, a oferta de bezerros tem reduzido, o que deve continuar influenciando positivamente seus preços no médio prazo, ao passo que a crescente demanda pelo boi gordo deve sustentar a cotação da @ nos próximos meses.</li></ul><br /><ul><li>Para as negociações previstas da semana que vem (com foco no abastecimento da primeira quinzena de outubro), a expectativa é de que os preços da carne bovina permaneçam estáveis, com boa sustentação.</li></ul><br /><ul><li>Com o preço firme do boi gordo, as cotações dos contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo através dos contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024, sendo esses dois últimos que superaram os R$ 280,00/@, valores que não eram praticados desde dez/23, oferecendo boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais quedas nos preços no momento de venda dos animais. </li></ul><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62135639</guid><pubDate>Mon, 30 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62135639/30_09_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="5798809" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciando com a soja:<br /><br /><ul><li>Na CBOT, o clima sobre as lavouras nos EUA e, também, no Brasil, permanecerá no radar do mercado. O clima seco permitirá o avanço da colheita norte-americana, no entanto, prejudicará o desempenho das lavouras que ainda necessitam de umidade. A baixa umidade e o calor podem vir a afetar o potencial produtivo das lavouras, proporcionando sustentação às cotações no curto prazo. Mesmo assim, o sentimento de ampla oferta mundial com o avanço da colheita da maior safra da história estadunidense, ainda permanece.</li><li>O mercado segue na expectativa de mais estímulos econômicos pelo Governo chinês, que pode refletir positivamente na composição dos preços de Chicago.</li><li>No fundamento clima, os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 07 dias nos Estados Unidos, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média.</li><li>No mercado interno, a pouca soja disponível e clima seco, que ainda não permite o início efetivo do plantio da soja, principalmente, no Centro-Oeste, poderão dar sustentação aos preços. Assim os preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.</li></ul><br /><br />No tocante ao milho:<br /><ul><li>Em relatório semanal divulgado pelo USDA, o órgão apontou que a colheita no país chegou à 14% da área. O ritmo está três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com relação às condições das lavouras, 65% foram consideradas entre boas a excelentes, estando doze pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado. </li><li>A maior disponibilidade do grão no mercado americano, conforme a colheita se intensifica, pode pressionar negativamente os preços na CBOT. </li><li>A Bolsa de Cereais, na Argentina, estima produção para a safra 2024/25 em 47 milhões de toneladas, 5% menor que a produção da safra anterior. O plantio da nova safra está no início no país. </li><li>No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio do milho 1ª safra atingiu 16,2% da área total esperada (3,84 milhões de hectares). Entretanto, a semeadura concentra-se apenas na região sul, nos estados do Rio Grande do Sul (51%), Paraná (46%) e Santa Catarina (22%). As preocupações com o clima e o ritmo de plantio da safra verão podem manter os preços físicos em elevação, conforme observado nas últimas semanas. </li></ul><br />Para o café: <br /><ul><li>O mercado ainda tem suporte na preocupação com a oferta global, sobretudo nas condições atuais do Vietnã.</li><li>Diante das incertezas climáticas, os preços do café devem continuar apresentando alta volatilidade;</li><li>A baixa oferta pelos países produtores do robusta e a cotação do dólar sustentam os bons preços do café no Brasil.</li></ul><br />E finalizando com o boi gordo:<br /><ul><li>Apesar da valorização do bezerro de ano, o ágio entre as categorias apresentou queda de 2,71% ante ago/24. Esse movimento ocorreu devido à maior valorização do boi gordo em relação ao bezerro, reflexo da melhora na demanda por animais prontos para abate. Por fim, com o elevado abate de matrizes desde 2022, a oferta de bezerros tem reduzido, o que deve continuar influenciando positivamente seus preços no médio prazo, ao passo que a crescente demanda pelo boi gordo deve sustentar a cotação da @ nos próximos meses.</li></ul><br /><ul><li>Para as negociações previstas da semana que vem (com foco no abastecimento da primeira quinzena de outubro), a expectativa é de que os preços da carne bovina permaneçam estáveis, com boa sustentação.</li></ul><br /><ul><li>Com o preço firme do boi gordo, as cotações dos contratos futuros na B3 se...]]></itunes:summary><itunes:duration>363</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,milho,milhocultura,pecuária,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8dcec628c8c95e3752b7a4875f5819d6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/09/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-09-2024-cenario-do-milho--62119300</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 27 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Os futuros negociados na Bolsa de Chicago, apesar da volatilidade apresentada nos últimos dias, têm se mantido em estabilidade. O contrato referência dezembro/24 encerrou na quarta-feira cotado a US$ 4,15/bushel, elevação de 0,85% em relação ao pregão de terça.  <br /><br />A boa perspectiva da safra americana para o ciclo 2024/25 e o início da colheita estão limitando maiores altas no mercado externo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em publicação no dia 23 de setembro, a colheita no país chegou a 14% da área, estando três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.  <br /><br />No Brasil, a Conab, em conjunto com o BB, divulgou no dia 17 de setembro suas perspectivas para o cereal, referente à safra 2024/25 brasileira. Espera-se produção total para o novo ciclo de 119,78 milhões de toneladas, incremento de 3,58% em relação à safra 2023/24.  <br /><br />Apesar de sinalizar recuo na área cultivada do milho 1ª safra, em torno de 3,24%, espera-se aumento no plantio da 2ª safra em 0,92%, o que acabaria compensando a diminuição de área no milho verão, e praticamente levando a uma manutenção da área em relação ao ciclo anterior.  <br /><br />Em publicação semanal de acompanhamento das lavouras, o órgão apontou que 16,2% do milho 1ª safra já foi semeado, sobretudo na região sul do país. O estado mais avançado no plantio é o Rio Grande do Sul, com 51% da área esperada cultivada, seguido do Paraná e Santa Catarina, com 46% e 22%, respectivamente.  <br /><br />Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início desse mês. No dia 25 de setembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 63,34 por saca, alta de 0,16% em relação ao dia 24 de setembro.  <br /><br />Apesar da demanda externa estar enfraquecida, o mercado doméstico acompanha com atenção o clima quente e seco no Brasil, sobretudo o ritmo de plantio da soja, uma vez que, caso ocorram atrasos, estes poderão prejudicar a janela ideal de semeadura do milho 2ª safra.        <br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 65,39 e R$ 67,05 por saca</li><li>Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 67,18 e R$ 69,73 por saca</li></ul><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   <br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62119300</guid><pubDate>Fri, 27 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62119300/27_09_2024_bbcast_agro_cenario_do_milho.mp3" length="4308367" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 27 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

Os futuros negociados na Bolsa de Chicago, apesar da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 27 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Os futuros negociados na Bolsa de Chicago, apesar da volatilidade apresentada nos últimos dias, têm se mantido em estabilidade. O contrato referência dezembro/24 encerrou na quarta-feira cotado a US$ 4,15/bushel, elevação de 0,85% em relação ao pregão de terça.  <br /><br />A boa perspectiva da safra americana para o ciclo 2024/25 e o início da colheita estão limitando maiores altas no mercado externo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em publicação no dia 23 de setembro, a colheita no país chegou a 14% da área, estando três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos em relação ao mesmo período.  <br /><br />No Brasil, a Conab, em conjunto com o BB, divulgou no dia 17 de setembro suas perspectivas para o cereal, referente à safra 2024/25 brasileira. Espera-se produção total para o novo ciclo de 119,78 milhões de toneladas, incremento de 3,58% em relação à safra 2023/24.  <br /><br />Apesar de sinalizar recuo na área cultivada do milho 1ª safra, em torno de 3,24%, espera-se aumento no plantio da 2ª safra em 0,92%, o que acabaria compensando a diminuição de área no milho verão, e praticamente levando a uma manutenção da área em relação ao ciclo anterior.  <br /><br />Em publicação semanal de acompanhamento das lavouras, o órgão apontou que 16,2% do milho 1ª safra já foi semeado, sobretudo na região sul do país. O estado mais avançado no plantio é o Rio Grande do Sul, com 51% da área esperada cultivada, seguido do Paraná e Santa Catarina, com 46% e 22%, respectivamente.  <br /><br />Os preços no mercado físico seguem movimento positivo, conforme observado desde o início desse mês. No dia 25 de setembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 63,34 por saca, alta de 0,16% em relação ao dia 24 de setembro.  <br /><br />Apesar da demanda externa estar enfraquecida, o mercado doméstico acompanha com atenção o clima quente e seco no Brasil, sobretudo o ritmo de plantio da soja, uma vez que, caso ocorram atrasos, estes poderão prejudicar a janela ideal de semeadura do milho 2ª safra.        <br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 65,39 e R$ 67,05 por saca</li><li>Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 67,18 e R$ 69,73 por saca</li></ul><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   <br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>270</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ffa5658dc86cf50d2de2b1fda5fecc9f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/09/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-09-2024-cenario-do-boi-gordo--62106894</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de setembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. <br /><br />A semana começou com novas altas no preço da arroba do boi gordo, com a redução nos abates de fêmeas, a oferta está de animais está menor e a indústria encontra dificuldades em aumentar a escala de abates.<br /><br />O estado do Mato Grosso do Sul continua com a menor oferta de animais e o preço recebido pela arroba é o maior das principais praças pecuárias, com a arroba do boi comum sendo comercializada a R$ 265,00 e o boi padrão China cotado a R$ 270,00. As escalas de abate no estado estão na média em 6 dias.<br /><br />No dia 24 de setembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 265,05, com alta de 1,28% no dia e o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA – MS em R$ 2.144,81 com alta de 0,31%. Na B3, o contrato futuro com vencimento em primeiro de novembro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 268,65.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas nos quinze primeiros dias úteis do mês de setembro de 2024, média diária de 12,3 mil toneladas de carne bovina in natura, volume 27% maior do que o mesmo período de 2023, no qual foram exportadas cerca de 9,8 mil toneladas diárias. O preço médio da tonelada foi de US$4.478,00 por tonelada, queda de 1% em relação ao mês de setembro de 2023.<br /><br />Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.<br /><br />Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 265,00 e 267,00/arroba</li><li>novembro de 2024 com strike entre R$ 265,00 e 270,00/arroba</li></ul><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62106894</guid><pubDate>Thu, 26 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62106894/26_09_2024_bbcast_agro_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="4049232" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de setembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. 

A semana começou com novas altas no preço da arroba do boi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de setembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. <br /><br />A semana começou com novas altas no preço da arroba do boi gordo, com a redução nos abates de fêmeas, a oferta está de animais está menor e a indústria encontra dificuldades em aumentar a escala de abates.<br /><br />O estado do Mato Grosso do Sul continua com a menor oferta de animais e o preço recebido pela arroba é o maior das principais praças pecuárias, com a arroba do boi comum sendo comercializada a R$ 265,00 e o boi padrão China cotado a R$ 270,00. As escalas de abate no estado estão na média em 6 dias.<br /><br />No dia 24 de setembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 265,05, com alta de 1,28% no dia e o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA – MS em R$ 2.144,81 com alta de 0,31%. Na B3, o contrato futuro com vencimento em primeiro de novembro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 268,65.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas nos quinze primeiros dias úteis do mês de setembro de 2024, média diária de 12,3 mil toneladas de carne bovina in natura, volume 27% maior do que o mesmo período de 2023, no qual foram exportadas cerca de 9,8 mil toneladas diárias. O preço médio da tonelada foi de US$4.478,00 por tonelada, queda de 1% em relação ao mês de setembro de 2023.<br /><br />Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.<br /><br />Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 265,00 e 267,00/arroba</li><li>novembro de 2024 com strike entre R$ 265,00 e 270,00/arroba</li></ul><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! <br />]]></itunes:summary><itunes:duration>254</itunes:duration><itunes:keywords>agro,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,pecuária,pecuáriadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/58cfc809e46d83afc34abb236d771905.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/09/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-09-2024-cenario-do-algodao--62090735</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de setembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />Apesar de divulgar um recuo na demanda mundial de 0,4% (comparada à agosto), o boletim de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe um alento à cadeia: recuo na produção americana e indiana (dois grandes produtores mundiais) de 4% e 2%, respectivamente, comparadas ao relatório passado.<br /><br />Desta forma, na semana de divulgação, as cotações na bolsa de Nova Iorque tiveram variação positiva de 2,86%, considerando período entre os dias 9 a 13 de setembro, para contratos em dezembro/24. O mercado internacional segue atento às informações de colheita das safras norte americana e indiana, visto estarem somente no início.<br /><br />No Brasil, com a colheita praticamente finalizada (segundo o relatório semanal da ABRAPA), a produção encaminha-se para alcançar um recorde de 3,65 milhões de toneladas de pluma (dados do relatório da CONAB em setembro) em uma área total de 1,94 milhão de hectares.<br /><br />Para a safra 24/25, a Câmara Setorial da cadeia produtiva do algodão e derivados do MAPA expôs as primeiras estimativas: área de 2,14 milhões de hectares e uma produção total de 3,97 milhões de toneladas de pluma.<br /><br />Os dados foram divulgados na 76ª reunião do foro presidido pela ABRAPA no dia 18 de setembro.<br />Tanto os números da safra 23/24 e quanto a expectativa dos números da safra 24/25 poderão consolidar o Brasil como o terceiro maior produtor mundial, atrás somente de China e Índia.<br /><br />Visto o otimismo para a safra futura, é importante sempre a atenção do cotonicultor às cotações que poderão sofrer pressão diante de números expressivos de produção a nível mundial.<br /><br />Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em Novembro/24 com strike entre U$c 69 e U$c 72/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62090735</guid><pubDate>Wed, 25 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62090735/25_09_2024_bbcast_agro_cenario_do_algodao.mp3" length="2537892" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 25 de setembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão. 

Apesar de divulgar um recuo na demanda mundial de 0,4%...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de setembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />Apesar de divulgar um recuo na demanda mundial de 0,4% (comparada à agosto), o boletim de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe um alento à cadeia: recuo na produção americana e indiana (dois grandes produtores mundiais) de 4% e 2%, respectivamente, comparadas ao relatório passado.<br /><br />Desta forma, na semana de divulgação, as cotações na bolsa de Nova Iorque tiveram variação positiva de 2,86%, considerando período entre os dias 9 a 13 de setembro, para contratos em dezembro/24. O mercado internacional segue atento às informações de colheita das safras norte americana e indiana, visto estarem somente no início.<br /><br />No Brasil, com a colheita praticamente finalizada (segundo o relatório semanal da ABRAPA), a produção encaminha-se para alcançar um recorde de 3,65 milhões de toneladas de pluma (dados do relatório da CONAB em setembro) em uma área total de 1,94 milhão de hectares.<br /><br />Para a safra 24/25, a Câmara Setorial da cadeia produtiva do algodão e derivados do MAPA expôs as primeiras estimativas: área de 2,14 milhões de hectares e uma produção total de 3,97 milhões de toneladas de pluma.<br /><br />Os dados foram divulgados na 76ª reunião do foro presidido pela ABRAPA no dia 18 de setembro.<br />Tanto os números da safra 23/24 e quanto a expectativa dos números da safra 24/25 poderão consolidar o Brasil como o terceiro maior produtor mundial, atrás somente de China e Índia.<br /><br />Visto o otimismo para a safra futura, é importante sempre a atenção do cotonicultor às cotações que poderão sofrer pressão diante de números expressivos de produção a nível mundial.<br /><br />Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em Novembro/24 com strike entre U$c 69 e U$c 72/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>159</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,algodão,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2ef768429792daba1d8cc166da5ada7a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/09/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-09-2024-cenario-da-cana-de-acucar--62090268</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de setembro de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />O processamento acumulado da safra até 1º de setembro, totalizou 422,6 mi de t, um crescimento de 3,9% em relação às 406,6 mi de t processadas no mesmo período da safra anterior.<br />É importante ressaltar que esses dados ainda não refletem totalmente o impacto das queimadas nas lavouras do Centro-Sul, principalmente em São Paulo.<br /><br />Estima-se que os incêndios atingiram cerca de 400 mil ha de cana-de-açúcar no Centro-Sul.<br />Levantamento da Unica, sobre a produção paulista, apontou que 231,8 mil ha foram afetados, sendo 132 mil ha de áreas que não haviam sido colhidas e 99,8 mil ha de áreas já colhidas ou em estágio inicial de plantio.<br /><br />A Orplana divulgou que os prejuízos dos produtores com os incêndios já chegam a R$ 1,2 bi.<br />Projeções indicam que a produção de açúcar no Centro-Sul (safra 2024/25) deve ser quase 9,0% menor do que o inicialmente previsto.<br /><br />Nesse contexto (seca e incêndios), analistas e corretores que operam no mercado internacional de açúcar, indicam redução da disponibilidade de matéria-prima no Brasil, tanto na cana a ser colhida ainda nesta temporada quanto na safra futura.<br /><br />Preocupação com a oferta de cana no Brasil causou movimento de compra no mercado futuro de açúcar. Na última sexta-feira, Londres trabalhou com alta em todos os lotes de açúcar e Nova York observou alta de 19,2% na semana, maior ganho semanal desde 2008.<br /><br />No mercado interno a sexta-feira também foi de alta nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada com valorização de 1,48% no comparativo ao dia anterior.<br /><br />Impactos (seca e incêndios) ainda a mensurar, incertezas sobre clima, aumento na tensão no Oriente Médio e consumo firme de etanol no mercado interno, tendem a manter tendência de alta nos preços.<br /><br />No aspecto de produção, risco de falha na rebrota, replantio, necessidades de novos tratos culturais, perda de qualidade da matéria-prima e possíveis atrasos na colheita podem diminuir a eficiência agrícola da cultura.<br /><br />Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto: www.broto.com.br.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62090268</guid><pubDate>Tue, 24 Sep 2024 12:44:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62090268/24_09_2024_bbcast_agro_cenario_da_cana_de_acucar.mp3" length="4478894" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de setembro de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

O processamento acumulado da safra até 1º de setembro, totalizou 422,6 mi de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de setembro de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />O processamento acumulado da safra até 1º de setembro, totalizou 422,6 mi de t, um crescimento de 3,9% em relação às 406,6 mi de t processadas no mesmo período da safra anterior.<br />É importante ressaltar que esses dados ainda não refletem totalmente o impacto das queimadas nas lavouras do Centro-Sul, principalmente em São Paulo.<br /><br />Estima-se que os incêndios atingiram cerca de 400 mil ha de cana-de-açúcar no Centro-Sul.<br />Levantamento da Unica, sobre a produção paulista, apontou que 231,8 mil ha foram afetados, sendo 132 mil ha de áreas que não haviam sido colhidas e 99,8 mil ha de áreas já colhidas ou em estágio inicial de plantio.<br /><br />A Orplana divulgou que os prejuízos dos produtores com os incêndios já chegam a R$ 1,2 bi.<br />Projeções indicam que a produção de açúcar no Centro-Sul (safra 2024/25) deve ser quase 9,0% menor do que o inicialmente previsto.<br /><br />Nesse contexto (seca e incêndios), analistas e corretores que operam no mercado internacional de açúcar, indicam redução da disponibilidade de matéria-prima no Brasil, tanto na cana a ser colhida ainda nesta temporada quanto na safra futura.<br /><br />Preocupação com a oferta de cana no Brasil causou movimento de compra no mercado futuro de açúcar. Na última sexta-feira, Londres trabalhou com alta em todos os lotes de açúcar e Nova York observou alta de 19,2% na semana, maior ganho semanal desde 2008.<br /><br />No mercado interno a sexta-feira também foi de alta nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada com valorização de 1,48% no comparativo ao dia anterior.<br /><br />Impactos (seca e incêndios) ainda a mensurar, incertezas sobre clima, aumento na tensão no Oriente Médio e consumo firme de etanol no mercado interno, tendem a manter tendência de alta nos preços.<br /><br />No aspecto de produção, risco de falha na rebrota, replantio, necessidades de novos tratos culturais, perda de qualidade da matéria-prima e possíveis atrasos na colheita podem diminuir a eficiência agrícola da cultura.<br /><br />Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto: www.broto.com.br.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>280</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-açúcar,canavial,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e80409f2c4fbe6743c5b397b27fc2dfa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-09-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--62048377</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><br />Iniciando com a <b>soja</b>, espera-se que o clima permaneça em destaque no radar dos Traders. A leve piora nas condições das lavouras americanas e os reportes de rendimentos um pouco abaixo do esperado em algumas localidades dos EUA, apontados pela colheita, podem dar sustentação às cotações no curto prazo, embora o sentimento de ampla oferta mundial, com o avanço da colheita da maior safra da história estadunidense permaneça.<br /><br />Os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média. No financeiro, os mercados permanecerão atentos aos desdobramentos sobre a decisão dos juros nos EUA. <br /><br />No mercado interno, a pouca soja disponível e clima seco, que ainda não permite o início efetivo do plantio da soja, principalmente, no Centro-Oeste, poderão dar sustentação aos preços. Atenção a chegada da colheita americana que ampliará a oferta do grão globalmente. Assim os preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.   <b> </b><br /><b></b><br />No tocante ao <b>milho, </b>o relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), indicou que a colheita da safra 2024/25 no país chegou a 9% da área. Cerca de 45% das lavouras encontram-se na fase de maturação, corroborando para uma boa safra norte-americana. O clima deve nortear o andamento da colheita e para os próximos dias é esperado temperaturas acima da normalidade e chuvas normais ou abaixo da média para a maior parte do país.<br /><br />No Brasil, de acordo com os dados da Conab, a área plantio do milho 1ª safra 2024/25 atingiu 12% em todo país, com destaque para o Rio Grande do Sul, que já se aproxima de metade da área projetada, seguido do Paraná, com 29%. Outros estados aguardam melhores condições climáticas para o início da semeadura.<br /><br />Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o clima deve favorecer a semeadura na região sul, principalmente no RS, com previsão de 70mm e elevação das temperaturas, favorecendo o desenvolvimento inicial das plantas. O tempo seco nas demais regiões, podendo atrasar o cultivo, pode levar os preços no curto prazo a uma estabilidade nos patamares atuais.  <br /><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que há nas regiões produtoras expectativa do retorno de chuvas para as próximas semanas e isso pode induzir a floração nas culturas, dessa forma a tendencia é a de ajustes nos preços. Condições climáticas adversas como estiagens e altas temperaturas irão continuar pautando o mercado do café. No Vietnã há temores de que a seca excessiva e o tufão Yagi prejudiquem as plantações. Perspectiva é de manutenção da volatilidade nos preços.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que as exportações estão ditando o ritmo de escoamento de carne bovina da indústria, com a desvalorização do real, o produto brasileiro ficou muito competitivo no mercado externo. No mês de agosto de 2024, o volume exportado foi 217,5 mil toneladas, sendo o nosso principal comprador a China com 49% desse total, seguido dos Estados Unidos com 8,9%.<br /><br />Com o aumento do preço da arroba paga ao pecuarista, a carne bovina no atacado também subiu. A valorização da carcaça casada do boi inteiro foi de 15% no atacado da grande SP e no MT a alta foi de 5%. Nesta segunda quinzena do mês de setembro, apesar da oferta restrita de animais prontos para o abate, o consumo no mercado interno tende a diminuir, muito por causa da disponibilidade de dinheiro por grande parte da população, contribuindo para um cenário de estabilidade nos preços.<br /><br />Com o preço firme do boi gordo, os preços dos contratos futuros na B3 se valorizaram, demonstrando esse otimismo os contratos para outubro, novembro e dezembro de 2024 superaram os R$ 260,00/arroba, valores estes que eram praticados desde dez/23, ofertando boas oportunidades para os confinadores se protegerem de eventuais quedas nos preços no momento de venda dos animais.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62048377</guid><pubDate>Mon, 23 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62048377/23_09_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="5851054" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><br />Iniciando com a <b>soja</b>, espera-se que o clima permaneça em destaque no radar dos Traders. A leve piora nas condições das lavouras americanas e os reportes de rendimentos um pouco abaixo do esperado em algumas localidades dos EUA, apontados pela colheita, podem dar sustentação às cotações no curto prazo, embora o sentimento de ampla oferta mundial, com o avanço da colheita da maior safra da história estadunidense permaneça.<br /><br />Os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média. No financeiro, os mercados permanecerão atentos aos desdobramentos sobre a decisão dos juros nos EUA. <br /><br />No mercado interno, a pouca soja disponível e clima seco, que ainda não permite o início efetivo do plantio da soja, principalmente, no Centro-Oeste, poderão dar sustentação aos preços. Atenção a chegada da colheita americana que ampliará a oferta do grão globalmente. Assim os preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.   <b> </b><br /><b></b><br />No tocante ao <b>milho, </b>o relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), indicou que a colheita da safra 2024/25 no país chegou a 9% da área. Cerca de 45% das lavouras encontram-se na fase de maturação, corroborando para uma boa safra norte-americana. O clima deve nortear o andamento da colheita e para os próximos dias é esperado temperaturas acima da normalidade e chuvas normais ou abaixo da média para a maior parte do país.<br /><br />No Brasil, de acordo com os dados da Conab, a área plantio do milho 1ª safra 2024/25 atingiu 12% em todo país, com destaque para o Rio Grande do Sul, que já se aproxima de metade da área projetada, seguido do Paraná, com 29%. Outros estados aguardam melhores condições climáticas para o início da semeadura.<br /><br />Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o clima deve favorecer a semeadura na região sul, principalmente no RS, com previsão de 70mm e elevação das temperaturas, favorecendo o desenvolvimento inicial das plantas. O tempo seco nas demais regiões, podendo atrasar o cultivo, pode levar os preços no curto prazo a uma estabilidade nos patamares atuais.  <br /><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que há nas regiões produtoras expectativa do retorno de chuvas para as próximas semanas e isso pode induzir a floração nas culturas, dessa forma a tendencia é a de ajustes nos preços. Condições climáticas adversas como estiagens e altas temperaturas irão continuar pautando o mercado do café. No Vietnã há temores de que a seca excessiva e o tufão Yagi prejudiquem as plantações. Perspectiva é de manutenção da volatilidade nos preços.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que as exportações estão ditando o ritmo de escoamento de carne bovina da indústria, com a desvalorização do real, o produto brasileiro ficou muito competitivo no mercado externo. No mês de agosto de 2024, o volume exportado foi 217,5 mil toneladas, sendo o nosso principal comprador a China com 49% desse total, seguido dos Estados Unidos com 8,9%.<br /><br />Com o aumento do preço da arroba paga ao pecuarista, a carne bovina no atacado também subiu. A valorização da carcaça casada do boi inteiro foi de 15% no atacado da grande SP e no MT a alta foi de 5%. Nesta segunda quinzena do mês de setembro, apesar da oferta restrita de animais prontos para o abate, o consumo no mercado interno tende a diminuir, muito por causa da disponibilidade de dinheiro por grande parte da população, contribuindo para um cenário de...]]></itunes:summary><itunes:duration>366</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,mercado,milho,milhocultura,pecuária,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3efdf72edf4e0263741baf9e0b00146a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/09/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-09-2024-cenario-da-soja--62035224</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 20 de setembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No relatório do USDA divulgado no dia 12/09, para a safra norte-americana, houve uma ligeira redução na expectativa da produção de 100 mil toneladas, atingindo 124,8 milhões de toneladas. A colheita da safra dos Estrados Unidos teve início e, até 15/09, já atinge 6% da área plantada, alcançando boas produtividades. <br /><br />No Brasil, nos principais estados produtores (MT, MS, GO, PR e RS), o vazio sanitário finaliza, no mês de setembro, porém os solos não apresentam umidade adequada para início do plantio. Na maior parte do país, a previsão climática para os próximos dias ainda é de tempo seco e temperaturas elevadas, com exceção da região Sul. Segundo estimativa dos Assessores de Agronegócios do Banco do Brasil, a área a ser cultivada na safra 24/25 terá um crescimento de 1% podendo atingir até 47 milhões ha. O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 18/09 cotado a US$ 10,14/bushel. O mercado vem apresentando lateralidade, apenas com correções técnicas no mês de setembro. <br /><br />O indicador CEPEA em 18/09 foi cotado a R$ 138,77 reais por saca, apresentando valorização de 0,45% em setembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora e manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,83 e U$ 10,29/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,44/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62035224</guid><pubDate>Fri, 20 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62035224/20_09_2024_cenario_da_soja.mp3" length="3255946" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 20 de setembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

No relatório do USDA divulgado no dia 12/09, para a safra norte-americana,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 20 de setembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No relatório do USDA divulgado no dia 12/09, para a safra norte-americana, houve uma ligeira redução na expectativa da produção de 100 mil toneladas, atingindo 124,8 milhões de toneladas. A colheita da safra dos Estrados Unidos teve início e, até 15/09, já atinge 6% da área plantada, alcançando boas produtividades. <br /><br />No Brasil, nos principais estados produtores (MT, MS, GO, PR e RS), o vazio sanitário finaliza, no mês de setembro, porém os solos não apresentam umidade adequada para início do plantio. Na maior parte do país, a previsão climática para os próximos dias ainda é de tempo seco e temperaturas elevadas, com exceção da região Sul. Segundo estimativa dos Assessores de Agronegócios do Banco do Brasil, a área a ser cultivada na safra 24/25 terá um crescimento de 1% podendo atingir até 47 milhões ha. O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 18/09 cotado a US$ 10,14/bushel. O mercado vem apresentando lateralidade, apenas com correções técnicas no mês de setembro. <br /><br />O indicador CEPEA em 18/09 foi cotado a R$ 138,77 reais por saca, apresentando valorização de 0,45% em setembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora e manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/25 com strike/preço garantido entre 9,83 e U$ 10,29/bushel e<br />- abril/25 com strike entre U$ 9,92 e U$ 10,44/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,safra,soja,sojicultor,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3329cccc031bdfe78bb758cc72ff33d2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/09/2024 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-09-2024-cenario-da-avicultura-de-postura--62016041</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 19 de setembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. <br /><br />De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a estimativa inicial de produção de ovos para 2025 é de cerca de 57,5 bilhões de unidades, o que proporcionará um crescimento estimado de 1% em relação à expectativa de 2024.<br /><br />De acordo com a SECEX, o volume de exportações de ovos e derivados em agosto de 2024 foi de 2,6 milhões de quilogramas líquidos e US$ 10,3 milhões de dólares. Comparando o período de janeiro a agosto de 2023 e 2024, a receita e o volume exportados foram próximos.<br /><br />Em agosto de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 126,88 de acordo com o CEPEA. Este valor foi 20,6% menor que janeiro de 2024 e 5,7% menor que agosto de 2023  .<br /><br />Porém, o preço da caixa de 30 dúzias em agosto de 2024 foi o menor neste ano, com valores observados superiores a R$ 130,00 no ano de 2024.   <br /><br />Diante das oscilações dos preços, observa-se que o poder de compra do avicultor teve ligeira queda neste ano em relação ao mesmo período do ano passado, continua com margens de lucro positivas, porém menores, devido aumento de preço de milho, principal insumo da ração. <br /><br />De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), em agosto/2024 os preços médios do milho foram 11,7% superior a agosto de 2023 e o farelo de soja 8,9% inferior no mesmo período.<br /><br />A relação de troca de milho para a dúzia de ovos diminuiu. Com 5,99 caixas de ovos comprava-se uma tonelada de milho em agosto 2023 e, em agosto de 2024 são necessárias 4,26 caixas de ovos.<br /><br />O mesmo ocorreu na relação de troca das dúzias de ovos para o farelo de soja   que foi de 2,31 caixas de ovos para comprar uma tonelada em 2023 para 2,01 em 2024. <br /><br />Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. <br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62016041</guid><pubDate>Thu, 19 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62016041/19_09_2024_cenario_da_avicultura_de_postura.mp3" length="3628347" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 19 de setembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. 

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 19 de setembro de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. <br /><br />De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a estimativa inicial de produção de ovos para 2025 é de cerca de 57,5 bilhões de unidades, o que proporcionará um crescimento estimado de 1% em relação à expectativa de 2024.<br /><br />De acordo com a SECEX, o volume de exportações de ovos e derivados em agosto de 2024 foi de 2,6 milhões de quilogramas líquidos e US$ 10,3 milhões de dólares. Comparando o período de janeiro a agosto de 2023 e 2024, a receita e o volume exportados foram próximos.<br /><br />Em agosto de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 126,88 de acordo com o CEPEA. Este valor foi 20,6% menor que janeiro de 2024 e 5,7% menor que agosto de 2023  .<br /><br />Porém, o preço da caixa de 30 dúzias em agosto de 2024 foi o menor neste ano, com valores observados superiores a R$ 130,00 no ano de 2024.   <br /><br />Diante das oscilações dos preços, observa-se que o poder de compra do avicultor teve ligeira queda neste ano em relação ao mesmo período do ano passado, continua com margens de lucro positivas, porém menores, devido aumento de preço de milho, principal insumo da ração. <br /><br />De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), em agosto/2024 os preços médios do milho foram 11,7% superior a agosto de 2023 e o farelo de soja 8,9% inferior no mesmo período.<br /><br />A relação de troca de milho para a dúzia de ovos diminuiu. Com 5,99 caixas de ovos comprava-se uma tonelada de milho em agosto 2023 e, em agosto de 2024 são necessárias 4,26 caixas de ovos.<br /><br />O mesmo ocorreu na relação de troca das dúzias de ovos para o farelo de soja   que foi de 2,31 caixas de ovos para comprar uma tonelada em 2023 para 2,01 em 2024. <br /><br />Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. <br />]]></itunes:summary><itunes:duration>227</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,avicultor,avicultura,aviculturadepostura,bancodobrasil,bb,broto,ovos,pecuária,postura,produçãodeovos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2fa69e93fcbd49607a427858e6fe1bbc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/09/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-09-2024-cenario-do-cafe-arabica--62015996</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 18 de setembro de 2024. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.  <br /><br />A colheita da safra 2024 já foi encerrada, e agora os produtores voltam suas atenções para os tratos culturais da safra 2025. A estiagem prolongada, que já dura em média 150 dias nas regiões produtoras do café, aliada às altas temperaturas neste inverno, pode comprometer a produtividade da próxima safra. Essa condição está refletida nos bons preços atuais. A meteorologia ainda não prevê chuvas volumosas para as próximas semanas, e o café de sequeiro está sob forte estresse hídrico devido ao clima seco e quente. Caso a primeira florada seja volumosa, será necessário que as chuvas ocorram de forma mais regular e que as temperaturas sejam mais amenas para garantir o pegamento dos frutos.  <br /><br />Os problemas climáticos tanto no Brasil quanto no Vietnã, principal produtor do café robusta do mundo, têm contribuído para a volatilidade dos preços. Além disso, as fortes exportações do Brasil e os baixos estoques de café nas mãos dos compradores internacionais, junto com o aumento dos estoques certificados nas bolsas de Nova York e Londres, também exercem influência no mercado. No entanto, apesar da oscilação, os preços permanecem em patamares elevados.  <br /><br />Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, espera-se que a volatilidade continue. No Brasil, as principais praças registraram uma média de R$ 1.500,00 por saca de café arábica.  <br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar margens em um mercado volátil e com preocupações climáticas.  <br /><br />Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.  <br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/62015996</guid><pubDate>Wed, 18 Sep 2024 19:13:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62015996/18_09_2024_cenario_do_cafe_arabica.mp3" length="2787831" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 18 de setembro de 2024. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.  

A colheita da safra 2024 já foi encerrada,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 18 de setembro de 2024. Eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de café arábica.  <br /><br />A colheita da safra 2024 já foi encerrada, e agora os produtores voltam suas atenções para os tratos culturais da safra 2025. A estiagem prolongada, que já dura em média 150 dias nas regiões produtoras do café, aliada às altas temperaturas neste inverno, pode comprometer a produtividade da próxima safra. Essa condição está refletida nos bons preços atuais. A meteorologia ainda não prevê chuvas volumosas para as próximas semanas, e o café de sequeiro está sob forte estresse hídrico devido ao clima seco e quente. Caso a primeira florada seja volumosa, será necessário que as chuvas ocorram de forma mais regular e que as temperaturas sejam mais amenas para garantir o pegamento dos frutos.  <br /><br />Os problemas climáticos tanto no Brasil quanto no Vietnã, principal produtor do café robusta do mundo, têm contribuído para a volatilidade dos preços. Além disso, as fortes exportações do Brasil e os baixos estoques de café nas mãos dos compradores internacionais, junto com o aumento dos estoques certificados nas bolsas de Nova York e Londres, também exercem influência no mercado. No entanto, apesar da oscilação, os preços permanecem em patamares elevados.  <br /><br />Diante dessas incertezas climáticas, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, espera-se que a volatilidade continue. No Brasil, as principais praças registraram uma média de R$ 1.500,00 por saca de café arábica.  <br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, permitindo ao produtor assegurar margens em um mercado volátil e com preocupações climáticas.  <br /><br />Como mecanismos de proteção de preços, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, que ajudam a garantir um preço mínimo para a safra, protegendo a rentabilidade do produtor em momentos de incerteza.  <br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>175</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafearabica,cafeicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/de176ceae6062febbc1613c8d181051a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/09/2024- Cenário da fruticultura (frutas vermelhas)</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-09-2024-cenario-da-fruticultura-frutas-vermelhas--61863411</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 17 de setembro de 2024, meu nome é Renata Licciardi, sou Assessora de Agronegócios em Lages Santa Catarina<b> </b>e falaremos sobre o <i>cenário das Frutas Vermelhas</i>   Pequenas frutas ou frutas vermelhas, são frutas de clima temperado, com destaque para: morango, amora, framboesa e mirtilo. <br /><br />No Brasil, com exceção do morango, as demais são desconhecidas do grande público, porém a produção e consumo vem crescendo nos últimos anos, devido à alta qualidade nutricional.   São encontradas no mercado, in natura, na forma de doces , geleias, sucos e sorvetes, sendo muito utilizadas no segmento de confeitarias. Também é possível encontrá-las congeladas o que possibilita a distribuição para todo país.  <br /><br />O alto valor de mercado das frutas vermelhas tem despertado o interesse de muitos produtores. Sendo frutas mais adaptadas ao clima frio são mais comuns no sul do país, Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul, mas também são cultivadas em São Paulo e Minas Gerais.  <br /><br />De acordo com a Embrapa Uva e Vinho, são frutas que apresentam um alto conteúdo de vitamina C e betacaroteno, sendo ricas em compostos fenólicos que são excelentes antioxidantes, devido a estas características são conhecidos como frutas da longevidade, entre esses compostos os mais abundantes são os flavonóides que possuem uma alta atividade terapêutica. Essa substância é capaz de exercer efeito protetor para o cérebro, retardando o envelhecimento e doenças relacionadas, além de ter atividades antioxidantes, anticancerígena e anti-inflamatória.    <br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor familiar ou empresarial possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, beneficiamento da produção e comercialização, além das linhas de custeio.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61863411</guid><pubDate>Tue, 17 Sep 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61863411/17_09_2024_cenario_da_fruticultura.mp3" length="2306342" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 17 de setembro de 2024, meu nome é Renata Licciardi, sou Assessora de Agronegócios em Lages Santa Catarina e falaremos sobre o cenário das Frutas Vermelhas   Pequenas frutas ou frutas vermelhas, são frutas de clima temperado, com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 17 de setembro de 2024, meu nome é Renata Licciardi, sou Assessora de Agronegócios em Lages Santa Catarina<b> </b>e falaremos sobre o <i>cenário das Frutas Vermelhas</i>   Pequenas frutas ou frutas vermelhas, são frutas de clima temperado, com destaque para: morango, amora, framboesa e mirtilo. <br /><br />No Brasil, com exceção do morango, as demais são desconhecidas do grande público, porém a produção e consumo vem crescendo nos últimos anos, devido à alta qualidade nutricional.   São encontradas no mercado, in natura, na forma de doces , geleias, sucos e sorvetes, sendo muito utilizadas no segmento de confeitarias. Também é possível encontrá-las congeladas o que possibilita a distribuição para todo país.  <br /><br />O alto valor de mercado das frutas vermelhas tem despertado o interesse de muitos produtores. Sendo frutas mais adaptadas ao clima frio são mais comuns no sul do país, Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul, mas também são cultivadas em São Paulo e Minas Gerais.  <br /><br />De acordo com a Embrapa Uva e Vinho, são frutas que apresentam um alto conteúdo de vitamina C e betacaroteno, sendo ricas em compostos fenólicos que são excelentes antioxidantes, devido a estas características são conhecidos como frutas da longevidade, entre esses compostos os mais abundantes são os flavonóides que possuem uma alta atividade terapêutica. Essa substância é capaz de exercer efeito protetor para o cérebro, retardando o envelhecimento e doenças relacionadas, além de ter atividades antioxidantes, anticancerígena e anti-inflamatória.    <br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor familiar ou empresarial possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, beneficiamento da produção e comercialização, além das linhas de custeio.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>145</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,frutasvermelhas,fruticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0c78250ccc2a240eb18f7f848d0604f6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-09-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--61502160</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira,16 de setembro de 2024. Sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que, de acordo com os mapas atualizados pela NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), para os próximos 07 dias, ocorram precipitações escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados no meio oeste americano. O clima na fase de colheita nos EUA ainda permanecerá no radar dos analistas.<br /><br />No Brasil, o tempo segue quente e seco, sem previsão de chuvas para o mês de setembro, impactando o avanço do plantio da nova safra. No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como, as informações e movimentos do macro cenário diante da aversão ao risco.<br /><br />O mercado deverá processar os números do relatório de oferta e demanda do USDA, o início da colheita da supersafra nos EUA e o início desafiador do plantio no Brasil. A oferta mais restrita da safra 23/24 ainda dará sustentação no mercado interno. Assim, as cotações possivelmente trabalharão com viés de estabilidade para o curto e médio prazo.   <b> </b><br /><b></b><br />No tocante ao<b> milho</b>,<b> </b>de acordo com o USDA, a colheita estadunidense da safra 2024/25 já se iniciou e atingiu 5% da área. Em publicação no dia 09/09, tradicionalmente, o estado do Texas lidera nos trabalhos à campo, com 75% da área já colhida, entretanto a área de plantio pode ser considerada pequena em relação aos outros importantes estados produtores.<br /><br />Conforme previsão climática da NOAA, para os próximos dias, nos Estados Unidos, as temperaturas e precipitações serão acima da normalidade, especialmente no norte do cinturão agrícola, que pode influenciar no ritmo da colheita.<br /><br />No Brasil, a Conab divulgou seu 12º Levantamento Safra 2023/24 para o mês de setembro, e praticamente manteve as estimativas já apontadas em agosto. A produção total foi indicada para 115,72 milhões de toneladas e os estoques finais em 5,04 milhões de toneladas, 1,49% maior que o estimado no mês passado. Os preços físicos no mercado interno podem seguir o movimento de alta, com a demanda, tanto externa como doméstica, se fortalecendo.          <br /><b></b><br />Para o<b> café</b>, destaca-se que a atual situação das lavouras em grande parte do Brasil é a de plantas extremamente estressadas. Assim, quando as chuvas retornarem, é possível que ocorram floradas com alta intensidade, o que, geralmente, tende a pressionar as cotações. Contudo, ressalta-se que frente ao atual quadro climático, com alto nível de déficit hídrico aliado a temperaturas elevadas, dificilmente uma florada intensa resultará em uma alta carga de café. Após longo período seco o Vietnã passa por tufões e enchentes, o que pode impactar também as previsões de produção de café robusta.<br /><br />Os efeitos climáticos negativos, valor do dólar, preocupações com oferta internacional do robusta e vendas brasileiras com baixa liquidez continuam como fortes fundamentos de mercado que têm sustentado os preços do café.<br /><br />A colheita brasileira já está praticamente finalizada (poucos reportes de chão/varrição) e os produtores já iniciam os tratos culturais para a safra 2024/25.  A Rural Clima estima previsão de chuvas nas regiões produtoras de café no sudeste brasileiro a partir da última semana de setembro, mas ainda com baixos volumes, chuvas mais regulares estão previstas a partir da primeira quinzena de outubro.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que o atual cenário dá indícios do início do movimento de reversão do ciclo pecuário. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição de animal neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo.<br /><br />A falta de chuvas prejudica a oferta de animais criados a pasto. Assim, a Indústria conta predominantemente com animais terminados em sistema intensivo. Desse modo, o produtor deve se atentar com a oscilação de preços dos insumos utilizados na alimentação, como o milho, por exemplo, um dos principais ingredientes utilizados na dieta de confinamento.<br /><br />Sugere-se a utilização de mecanismos de proteção de preço para a alta do insumo (Opções de venda – Call, por exemplo). A Indústria deve seguir com dificuldade para preencher a escala de abate, fato que fortalece o movimento de valorização da arroba do boi gordo para o curto prazo.<br /><br />O viés de alta do boi gordo no mercado físico refletiu positivamente no mercado futuro ao longo da semana, abrindo janelas de oportunidade para mitigar o risco da atividade, utilizando-se de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo, e as opções, por exemplo.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61502160</guid><pubDate>Mon, 16 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61502160/16_09_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="6310809" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira,16 de setembro de 2024. Sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira,16 de setembro de 2024. Sou Fabíola Lira, estou assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que, de acordo com os mapas atualizados pela NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), para os próximos 07 dias, ocorram precipitações escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados no meio oeste americano. O clima na fase de colheita nos EUA ainda permanecerá no radar dos analistas.<br /><br />No Brasil, o tempo segue quente e seco, sem previsão de chuvas para o mês de setembro, impactando o avanço do plantio da nova safra. No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como, as informações e movimentos do macro cenário diante da aversão ao risco.<br /><br />O mercado deverá processar os números do relatório de oferta e demanda do USDA, o início da colheita da supersafra nos EUA e o início desafiador do plantio no Brasil. A oferta mais restrita da safra 23/24 ainda dará sustentação no mercado interno. Assim, as cotações possivelmente trabalharão com viés de estabilidade para o curto e médio prazo.   <b> </b><br /><b></b><br />No tocante ao<b> milho</b>,<b> </b>de acordo com o USDA, a colheita estadunidense da safra 2024/25 já se iniciou e atingiu 5% da área. Em publicação no dia 09/09, tradicionalmente, o estado do Texas lidera nos trabalhos à campo, com 75% da área já colhida, entretanto a área de plantio pode ser considerada pequena em relação aos outros importantes estados produtores.<br /><br />Conforme previsão climática da NOAA, para os próximos dias, nos Estados Unidos, as temperaturas e precipitações serão acima da normalidade, especialmente no norte do cinturão agrícola, que pode influenciar no ritmo da colheita.<br /><br />No Brasil, a Conab divulgou seu 12º Levantamento Safra 2023/24 para o mês de setembro, e praticamente manteve as estimativas já apontadas em agosto. A produção total foi indicada para 115,72 milhões de toneladas e os estoques finais em 5,04 milhões de toneladas, 1,49% maior que o estimado no mês passado. Os preços físicos no mercado interno podem seguir o movimento de alta, com a demanda, tanto externa como doméstica, se fortalecendo.          <br /><b></b><br />Para o<b> café</b>, destaca-se que a atual situação das lavouras em grande parte do Brasil é a de plantas extremamente estressadas. Assim, quando as chuvas retornarem, é possível que ocorram floradas com alta intensidade, o que, geralmente, tende a pressionar as cotações. Contudo, ressalta-se que frente ao atual quadro climático, com alto nível de déficit hídrico aliado a temperaturas elevadas, dificilmente uma florada intensa resultará em uma alta carga de café. Após longo período seco o Vietnã passa por tufões e enchentes, o que pode impactar também as previsões de produção de café robusta.<br /><br />Os efeitos climáticos negativos, valor do dólar, preocupações com oferta internacional do robusta e vendas brasileiras com baixa liquidez continuam como fortes fundamentos de mercado que têm sustentado os preços do café.<br /><br />A colheita brasileira já está praticamente finalizada (poucos reportes de chão/varrição) e os produtores já iniciam os tratos culturais para a safra 2024/25.  A Rural Clima estima previsão de chuvas nas regiões produtoras de café no sudeste brasileiro a partir da última semana de setembro, mas ainda com baixos volumes, chuvas mais regulares estão previstas a partir da primeira quinzena de outubro.  <br /><br />Quanto ao <b>boi gordo</b>, é importante frisar que o atual cenário dá indícios do início do movimento de reversão do ciclo pecuário. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa...]]></itunes:summary><itunes:duration>395</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/44871303ad5606f8b03068092348f3c4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/09/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-09-2024-cenario-do-milho--61401027</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Ontem o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de oferta e demanda global, referente ao mês de setembro. Para o milho, não ocorreram grandes variações. O estoque final global foi estimado em 308,34 milhões de toneladas, redução de 1,8 milhão de toneladas em relação a agosto.<br /><br />Para a safra americana 2024/25, o órgão estimou produção de 385,73 milhões de toneladas, elevando em um milhão de tonelada a produção em relação ao mês passado. A produtividade média norte-americana foi estimada em 192 sacas por hectares, o que seria a maior produtividade já registrada na série histórica. Após a divulgação do relatório, no início da tarde do dia 12, os principais futuros na Bolsa de Chicago apresentaram baixas.  <br /><br />No Brasil, a Conab também divulgou seu 12º Levantamento Safra 2023/24 ontem. As estimativas praticamente foram mantidas este mês em relação a agosto. O órgão apontou produção total para a Safra 2023/24 em 115,72 milhões de toneladas. O estoque final foi alterado para 5,04 milhões de toneladas, aumento de 1,49% ante o relatório anterior.  <br /><br />Sobre o milho 1ª Safra 2024/25, a Companhia estimou que 9,7% da área já foi semeada, especialmente no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Para estes estados, há previsão de chuvas para os próximos dias, com volumes que podem ultrapassar 50 milímetros. Caso a previsão se concretize, contribuiria para a manutenção da umidade no solo e o desenvolvimento dos cultivos.    <br /><br />Os preços no mercado físico seguem movimento de alta neste mês. No dia 11/09, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 63,42 por saca, alta de 4,48% em relação ao dia 02 de setembro. Os vendedores têm limitado o volume ofertado, observando às recentes valorizações nas cotações no mercado externo e doméstico, além de preocupações com o clima nas principais regiões produtoras da safra verão.       <br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   <br /><br />- Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 64,91 e R$ 66,73 por saca;<br /><br />- Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 66,64 e R$ 69,62 por saca.  <br /><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   <br /><br />Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61401027</guid><pubDate>Fri, 13 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61401027/13_09_2024_cenario_do_milho.mp3" length="3832311" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 13 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

Ontem o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de setembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Ontem o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de oferta e demanda global, referente ao mês de setembro. Para o milho, não ocorreram grandes variações. O estoque final global foi estimado em 308,34 milhões de toneladas, redução de 1,8 milhão de toneladas em relação a agosto.<br /><br />Para a safra americana 2024/25, o órgão estimou produção de 385,73 milhões de toneladas, elevando em um milhão de tonelada a produção em relação ao mês passado. A produtividade média norte-americana foi estimada em 192 sacas por hectares, o que seria a maior produtividade já registrada na série histórica. Após a divulgação do relatório, no início da tarde do dia 12, os principais futuros na Bolsa de Chicago apresentaram baixas.  <br /><br />No Brasil, a Conab também divulgou seu 12º Levantamento Safra 2023/24 ontem. As estimativas praticamente foram mantidas este mês em relação a agosto. O órgão apontou produção total para a Safra 2023/24 em 115,72 milhões de toneladas. O estoque final foi alterado para 5,04 milhões de toneladas, aumento de 1,49% ante o relatório anterior.  <br /><br />Sobre o milho 1ª Safra 2024/25, a Companhia estimou que 9,7% da área já foi semeada, especialmente no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Para estes estados, há previsão de chuvas para os próximos dias, com volumes que podem ultrapassar 50 milímetros. Caso a previsão se concretize, contribuiria para a manutenção da umidade no solo e o desenvolvimento dos cultivos.    <br /><br />Os preços no mercado físico seguem movimento de alta neste mês. No dia 11/09, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 63,42 por saca, alta de 4,48% em relação ao dia 02 de setembro. Os vendedores têm limitado o volume ofertado, observando às recentes valorizações nas cotações no mercado externo e doméstico, além de preocupações com o clima nas principais regiões produtoras da safra verão.       <br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.    <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   <br /><br />- Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 64,91 e R$ 66,73 por saca;<br /><br />- Janeiro/25, com strike/preço entre R$ 66,64 e R$ 69,62 por saca.  <br /><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   <br /><br />Para mais informações, consulte seu gerente de relacionamento.   <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/573df82c479ebf0e88045b3915f14a55.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/09/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-09-2024-cenario-do-boi-gordo--61370100</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é 12 de setembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. No dia 10 de setembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 247,20, com alta de 0,02% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 260,25.Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a aproximadamente 71 mil toneladas em cinco dias úteis do mês de setembro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.410, desvalorização de 2,8% em relação ao mesmo período de 2023.A escala de abate da Indústria permanece curta, com cerca de seis a sete dias úteis na média pais, o que sugere viés de alta na cotação da arroba do boi gordo para os próximos dias, cenário fortalecido pela redução na oferta de animais terminados, o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado e o elevado volume de exportações de carne bovina. A falta de chuvas prejudica a oferta de animais criados a pasto. Assim, a Indústria conta predominantemente com animais terminados em sistema intensivo.O atual cenário dá indícios do início do movimento de reversão do ciclo pecuário. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição de animal neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo.Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 249,40 e 251,70 /@, enovembro de 2024 com strike entre R$ 254,60 e 257,30/@.Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o aplicativo do Banco do Brasil, menu agro.Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /></b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61370100</guid><pubDate>Thu, 12 Sep 2024 11:41:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61370100/12_09_2024_cenario_do_boi_gordo.mp3" length="3023142" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de setembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. No dia 10 de setembro de 2024, de acordo com o indicador do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é 12 de setembro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte. No dia 10 de setembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 247,20, com alta de 0,02% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 260,25.Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a aproximadamente 71 mil toneladas em cinco dias úteis do mês de setembro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.410, desvalorização de 2,8% em relação ao mesmo período de 2023.A escala de abate da Indústria permanece curta, com cerca de seis a sete dias úteis na média pais, o que sugere viés de alta na cotação da arroba do boi gordo para os próximos dias, cenário fortalecido pela redução na oferta de animais terminados, o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado e o elevado volume de exportações de carne bovina. A falta de chuvas prejudica a oferta de animais criados a pasto. Assim, a Indústria conta predominantemente com animais terminados em sistema intensivo.O atual cenário dá indícios do início do movimento de reversão do ciclo pecuário. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição de animal neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo.Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 249,40 e 251,70 /@, enovembro de 2024 com strike entre R$ 254,60 e 257,30/@.Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o aplicativo do Banco do Brasil, menu agro.Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br /></b>]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/acfc5de1dc13fe17c28af8ed9821519c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/09/2024 - Cenário do feijão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-09-2024-cenario-do-feijao--61327797</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11/09/2024, meu nome é Ana Paula Cunha e falaremos sobre o cenário do feijão.   <br /><br />A colheita da 2° safra de feijão – preto e cores, concentrada na região Centro Sul do Brasil, está concluída. Nesta safrinha houve incremento de 14,9% na área plantada, e na produção, passando de 1.275.800 toneladas para 1.504.600 toneladas, representando uma elevação de 17,9%, em relação ao ano anterior.    <br /><br />Na terceira safra, a área cultivada se manteve estável, quando comparada ao mesmo período anterior, que ficou próximo de 520 mil hectares. Houve melhoria no rendimento de grãos, em torno de 1,0%, totalizando 812,5 mil toneladas colhidas no país.    <br /><br />Com relação ao mercado, devido ao aumento da produção na 2ª Safra, a grande oferta pressionou as cotações do feijão cores para baixo. No momento, temos sazonalidade de safra. Adicionada a isso, os varejistas estão com demanda represada, o que cria uma expectativa de elevação de preços para o último trimestre do ano. Cabe destacar que estamos no momento de entressafra com oferta de feijão novo devendo aumentar apenas em dezembro com a colheita do Paraná. Atualmente a oferta no Brasil está concentrada no feijão Carioca.  <br /><br />Os preços médios praticados na primeira semana de setembro, do feijão carioca, recebidos pelo produtor, foram de R$ 228,00/sc no Estado do Paraná, R$ 235,00/sc em São Paulo, R$ 255,00/sc em Cristalina – GO e R$ 250,00/sc em Unaí - MG.  <br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61327797</guid><pubDate>Wed, 11 Sep 2024 12:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61327797/11_09_2024_cenario_do_feijao.mp3" length="2567149" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 11/09/2024, meu nome é Ana Paula Cunha e falaremos sobre o cenário do feijão.   

A colheita da 2° safra de feijão – preto e cores, concentrada na região Centro Sul do Brasil, está concluída. Nesta safrinha houve incremento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11/09/2024, meu nome é Ana Paula Cunha e falaremos sobre o cenário do feijão.   <br /><br />A colheita da 2° safra de feijão – preto e cores, concentrada na região Centro Sul do Brasil, está concluída. Nesta safrinha houve incremento de 14,9% na área plantada, e na produção, passando de 1.275.800 toneladas para 1.504.600 toneladas, representando uma elevação de 17,9%, em relação ao ano anterior.    <br /><br />Na terceira safra, a área cultivada se manteve estável, quando comparada ao mesmo período anterior, que ficou próximo de 520 mil hectares. Houve melhoria no rendimento de grãos, em torno de 1,0%, totalizando 812,5 mil toneladas colhidas no país.    <br /><br />Com relação ao mercado, devido ao aumento da produção na 2ª Safra, a grande oferta pressionou as cotações do feijão cores para baixo. No momento, temos sazonalidade de safra. Adicionada a isso, os varejistas estão com demanda represada, o que cria uma expectativa de elevação de preços para o último trimestre do ano. Cabe destacar que estamos no momento de entressafra com oferta de feijão novo devendo aumentar apenas em dezembro com a colheita do Paraná. Atualmente a oferta no Brasil está concentrada no feijão Carioca.  <br /><br />Os preços médios praticados na primeira semana de setembro, do feijão carioca, recebidos pelo produtor, foram de R$ 228,00/sc no Estado do Paraná, R$ 235,00/sc em São Paulo, R$ 255,00/sc em Cristalina – GO e R$ 250,00/sc em Unaí - MG.  <br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>161</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,feijão,feijocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8b735142bd91f86a4e89e97dc26434f4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/09/2024 - Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-09-2024-politica-nacional-de-manejo-integrado-do-fogo--61328029</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11 de setembro de 2024, meu nome é Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara– SP, e este será um BBCast diferente<b>.</b><br /><br />Nas últimas semanas, os noticiários têm dado ampla divulgação sobre as queimadas ocorridas em todo o país, principalmente no estado de São Paulo, passando por várias regiões do Sudeste e Centro Oeste, com ênfase no Pantanal, além do Nordeste e Região Amazônica.<br /><br />Entretanto, pouco se comentou sobre a Lei Nº 14.944, de 31 de julho de 2024, a qual institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. A referida lei visa disciplinar formas de manejo das queimadas e cita a questão do uso planejado, monitorado e controlado do fogo, uma vez que há permissão de seu uso em algumas situações, tais como “... <i>nas práticas culturais e de agricultura de subsistência exercidas por povos indígenas, comunidades quilombolas, outras comunidades tradicionais e agricultores familiares, conforme seus usos e costumes...”.</i><br /><br />Devido ser uma prática utilizada em determinadas situações, inclusive em área urbana - tal como a queima de lixo, nos últimos meses, as áreas periurbanas e rurais são as que têm as maiores extensões de incêndios e, em consequência, os maiores danos à população. Assim, além da poluição e dos impactos ambientais já amplamente divulgados para as áreas agrícolas, a utilização indiscriminada e frequente do fogo pode contribuir para a redução do potencial produtivo de várias áreas, sejam estas, nativas ou cultivadas.  <br /><br />Em decorrência de seus efeitos sobre a ciclagem de nutrientes, a estabilidade e produção da vegetação, a floração, dispersão e germinação das sementes e a sobrevivência da flora e da fauna, além de atuar de forma significativa sobre a dinâmica dos bancos de sementes, é necessário este olhar atento da legislação.<br /><br />Assim, a Lei Nº 14.944 busca incentivar a substituição gradativa do uso do fogo por práticas mais sustentáveis, sendo algumas delas já utilizadas, tais como o plantio direto e as agriculturas orgânica e agroecológica.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos seus clientes linhas de crédito para custeio e investimento que podem estar relacionadas às boas práticas de conservação ambiental e atendimento à legislação.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61328029</guid><pubDate>Wed, 11 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61328029/11_09_2024_politica_nacional_de_manejo_integrado_do_fogo.mp3" length="3561056" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 11 de setembro de 2024, meu nome é Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara– SP, e este será um BBCast diferente.

Nas últimas semanas, os noticiários têm dado ampla divulgação sobre as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11 de setembro de 2024, meu nome é Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara– SP, e este será um BBCast diferente<b>.</b><br /><br />Nas últimas semanas, os noticiários têm dado ampla divulgação sobre as queimadas ocorridas em todo o país, principalmente no estado de São Paulo, passando por várias regiões do Sudeste e Centro Oeste, com ênfase no Pantanal, além do Nordeste e Região Amazônica.<br /><br />Entretanto, pouco se comentou sobre a Lei Nº 14.944, de 31 de julho de 2024, a qual institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. A referida lei visa disciplinar formas de manejo das queimadas e cita a questão do uso planejado, monitorado e controlado do fogo, uma vez que há permissão de seu uso em algumas situações, tais como “... <i>nas práticas culturais e de agricultura de subsistência exercidas por povos indígenas, comunidades quilombolas, outras comunidades tradicionais e agricultores familiares, conforme seus usos e costumes...”.</i><br /><br />Devido ser uma prática utilizada em determinadas situações, inclusive em área urbana - tal como a queima de lixo, nos últimos meses, as áreas periurbanas e rurais são as que têm as maiores extensões de incêndios e, em consequência, os maiores danos à população. Assim, além da poluição e dos impactos ambientais já amplamente divulgados para as áreas agrícolas, a utilização indiscriminada e frequente do fogo pode contribuir para a redução do potencial produtivo de várias áreas, sejam estas, nativas ou cultivadas.  <br /><br />Em decorrência de seus efeitos sobre a ciclagem de nutrientes, a estabilidade e produção da vegetação, a floração, dispersão e germinação das sementes e a sobrevivência da flora e da fauna, além de atuar de forma significativa sobre a dinâmica dos bancos de sementes, é necessário este olhar atento da legislação.<br /><br />Assim, a Lei Nº 14.944 busca incentivar a substituição gradativa do uso do fogo por práticas mais sustentáveis, sendo algumas delas já utilizadas, tais como o plantio direto e as agriculturas orgânica e agroecológica.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos seus clientes linhas de crédito para custeio e investimento que podem estar relacionadas às boas práticas de conservação ambiental e atendimento à legislação.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>223</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,lei14944,manejointegrado,políticapública,queimadas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1fc5aad636d2ba194ae0e945585cb5ef.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/09/2024 - Cenário da piscicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-09-2024-cenario-da-piscicultura--61321827</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de setembro de 2024, meu nome é Mauro Luiz, sou Assessor de Agronegócios em Três Lagoas/MS, e vamos falar sobre o cenário da piscicultura no Brasil, com foco nos resultados das exportações do segundo semestre de 2024.  <br /><br />Comparando-se o primeiro semestre de 2024 com o mesmo período de 2023, observa-se um aumento de 98% no volume de produtos exportados.  <br /><br />Conforme levantamento da Embrapa Pesca e Aquicultura, o volume exportado neste primeiro semestre já representa 79% do total exportado no ano de 2023 em toneladas, e 96% em valor.   No segundo trimestre do ano, foram observados aumentos significativos em todos os resultados da piscicultura.<br /><br />O faturamento das exportações brasileiras de produtos da piscicultura aumentou 72% no segundo trimestre de 2024, comparando-se com o trimestre anterior, atingindo US$ 15 milhões entre abril e junho.  <br /><b></b><br /><b>Filés frescos ou refrigerados</b> mantêm posição de destaque dentre as categorias de produtos exportados, atingindo o montante de US$ 15,7 milhões no primeiro semestre, representando um aumento de 145% em relação ao mesmo período de 2023.  <br /><br />Os <b>peixes inteiros congelados</b> foram a segunda categoria mais vendida, com aproximadamente US$ 5,9 milhões e aumento de 73% frente ao primeiro semestre de 2023.   Representando 93% do total exportado no primeiro semestre de 2024, a <b>tilápia</b> manteve a primeira posição entre as espécies exportadas, representando aproximadamente US$ 22 milhões e aumento de 98% frente ao mesmo período de 2023.  <br /><br />O destaque como segunda espécie mais exportada é para o <b>curimatá,</b> com US$ 614 mil. Os <b>pacus </b>foram a terceira espécie mais exportada, com US$ 530 mil.  <br /><br />O estado do Paraná se manteve como o maior estado exportador de tilápia, com um total de US$ 16,5 milhões, representando 70% do total exportado no período. São Paulo foi o segundo maior exportador da espécie, com US$ 4,6 milhões e participação de 20%.  <br /><br />Os <b>Estados Unidos</b> continuam como o principal destino das exportações da piscicultura brasileira, com importações no valor de US$ 20,7 milhões, representando 87% do total exportado.<br /><br />O <b>Peru </b>foi o segundo principal importador no período, com US$ 1,0 milhão, representando 7% do total.   O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir n<b>a exploração de peixes e custear as despesas da produção</b>.<br /><br />Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61321827</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 10:15:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61321827/10_09_2024_cenario_da_piscicultura.mp3" length="3484987" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de setembro de 2024, meu nome é Mauro Luiz, sou Assessor de Agronegócios em Três Lagoas/MS, e vamos falar sobre o cenário da piscicultura no Brasil, com foco nos resultados das exportações do segundo semestre de 2024.  

Comparando-se o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de setembro de 2024, meu nome é Mauro Luiz, sou Assessor de Agronegócios em Três Lagoas/MS, e vamos falar sobre o cenário da piscicultura no Brasil, com foco nos resultados das exportações do segundo semestre de 2024.  <br /><br />Comparando-se o primeiro semestre de 2024 com o mesmo período de 2023, observa-se um aumento de 98% no volume de produtos exportados.  <br /><br />Conforme levantamento da Embrapa Pesca e Aquicultura, o volume exportado neste primeiro semestre já representa 79% do total exportado no ano de 2023 em toneladas, e 96% em valor.   No segundo trimestre do ano, foram observados aumentos significativos em todos os resultados da piscicultura.<br /><br />O faturamento das exportações brasileiras de produtos da piscicultura aumentou 72% no segundo trimestre de 2024, comparando-se com o trimestre anterior, atingindo US$ 15 milhões entre abril e junho.  <br /><b></b><br /><b>Filés frescos ou refrigerados</b> mantêm posição de destaque dentre as categorias de produtos exportados, atingindo o montante de US$ 15,7 milhões no primeiro semestre, representando um aumento de 145% em relação ao mesmo período de 2023.  <br /><br />Os <b>peixes inteiros congelados</b> foram a segunda categoria mais vendida, com aproximadamente US$ 5,9 milhões e aumento de 73% frente ao primeiro semestre de 2023.   Representando 93% do total exportado no primeiro semestre de 2024, a <b>tilápia</b> manteve a primeira posição entre as espécies exportadas, representando aproximadamente US$ 22 milhões e aumento de 98% frente ao mesmo período de 2023.  <br /><br />O destaque como segunda espécie mais exportada é para o <b>curimatá,</b> com US$ 614 mil. Os <b>pacus </b>foram a terceira espécie mais exportada, com US$ 530 mil.  <br /><br />O estado do Paraná se manteve como o maior estado exportador de tilápia, com um total de US$ 16,5 milhões, representando 70% do total exportado no período. São Paulo foi o segundo maior exportador da espécie, com US$ 4,6 milhões e participação de 20%.  <br /><br />Os <b>Estados Unidos</b> continuam como o principal destino das exportações da piscicultura brasileira, com importações no valor de US$ 20,7 milhões, representando 87% do total exportado.<br /><br />O <b>Peru </b>foi o segundo principal importador no período, com US$ 1,0 milhão, representando 7% do total.   O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir n<b>a exploração de peixes e custear as despesas da produção</b>.<br /><br />Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,curimatá,pacu,pecuária,peixe,pesca,piscicultura,tilápia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bf669ed7979a29274c6fcb1d75b2e8a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-09-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--61294989</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de setembro de 2024, Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><br />Iniciando com a<b> soja</b>, espera-se que no próximo dia 12/09 o USDA divulgue o seu relatório mensal de oferta e demanda para o mês de setembro. A expectativa do mercado é que os números da safra norte-americana sejam corrigidos para valores acima de 124 milhões de toneladas. Em se confirmando esses dados, a pressão sobre as cotações na CBOT aumentará.<br /><br />A originação das compras chinesas começará a ter maior volume na soja dos Estados unidos, uma vez que ela está mais competitiva que a soja sul-americana. Embora a aversão ao risco financeiro tenha diminuído no mercado financeiro, as preocupações com o desempenho da economia chinesa continuarão no radar, uma vez que impactará diretamente a demanda por commodities.<br /><br />O clima sobre as lavouras nos EUA permanecerá no radar dos Traders, assim como os mapas climáticos brasileiros, que tem previsão de clima seco e quente para o início de plantio da soja no Centro Oeste brasileiro. No Brasil, o câmbio, prêmios e demanda interna darão suporte aos preços que deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.  <br /><br />No tocante ao <b>milho, </b>conforme a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas acima da normalidade e chuvas abaixo da normalidade no leste do cinturão agrícola no país, isso pode prejudicar o enchimento de grãos das lavouras mais tardias, e elevar os preços no curto prazo. No dia 03/09 o USDA divulgou as condições das lavouras estadunidenses que continuou com mesmo percentual entre boas a excelentes em relação à semana anterior (65%). O Órgão divulgará no dia 12/09 seu balanço entre oferta e demanda global referente ao mês de setembro, que poderá trazer volatilidade às cotações no período. <br /><br />No Brasil, a Conab também irá divulgar seu 12º Levantamento Safra 2023/24, trazendo suas estimativas finais para este ciclo. Os preços físicos no mercado interno podem seguir o movimento de alta observado na última semana. De acordo com os pesquisadores do Cepea, parte dos consumidores já indicam ter dificuldades em novas aquisições.  <br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que com o clima desfavorável no Brasil e Vietnã, os preços do café tendem a alta volatilidade, aguardando os primeiros dados de produção do Vietnã e a confirmação das floradas no Brasil. Os fundamentos de clima, oferta internacional do robusta e dólar em alta sustentam os preços do café. Com a colheita do café de chão (varrição) se encerrando no Brasil, as atenções dos produtores se voltam para os tratos culturais da safra 2024/25.<br /><br />A meteorologia prevê início das chuvas nas principais regiões produtoras do Brasil a partir da 2ª quinzena de 09/24, porém com volumes maiores somente em 11/24. Os produtores mantêm a estratégia de comercialização da atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas imediatas e obrigações, porém mais agressivos nas vendas em função dos bons preços atuais.<br /><br />Quanto ao b<b>oi gordo</b>, é importante frisar que a necessidade de abastecer o mercado interno atacadista de carne bovina, com demanda firme e as exportações aquecidas, devem contribuir para que os frigoríficos se disponham a pagar mais pela arroba adquirida do produtor rural. Na espera do início do período chuvoso, para recuperar as pastagens nas principais regiões produtoras, o pecuarista retarda a compra dos animais de reposição, perdendo a oportunidade de ter uma relação de troca favorável entre o boi e o bezerro.<br /><br />Analistas apostam nos fatores que indicam uma virada de ciclo pecuário, com indícios de que a fase de alta pode estar em curso. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo.<br /><br />Com o aumento nas cotações do boi gordo no mercado futuro, repetindo o movimento de alta da semana anterior, surgem boas oportunidades de proteção de preço, que podem trazer margem positiva na atividade.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!    ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61294989</guid><pubDate>Mon, 09 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61294989/09_09_2024_perspectiva_semanal_mercado_agro.mp3" length="5912076" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de setembro de 2024, Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de setembro de 2024, Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><br />Iniciando com a<b> soja</b>, espera-se que no próximo dia 12/09 o USDA divulgue o seu relatório mensal de oferta e demanda para o mês de setembro. A expectativa do mercado é que os números da safra norte-americana sejam corrigidos para valores acima de 124 milhões de toneladas. Em se confirmando esses dados, a pressão sobre as cotações na CBOT aumentará.<br /><br />A originação das compras chinesas começará a ter maior volume na soja dos Estados unidos, uma vez que ela está mais competitiva que a soja sul-americana. Embora a aversão ao risco financeiro tenha diminuído no mercado financeiro, as preocupações com o desempenho da economia chinesa continuarão no radar, uma vez que impactará diretamente a demanda por commodities.<br /><br />O clima sobre as lavouras nos EUA permanecerá no radar dos Traders, assim como os mapas climáticos brasileiros, que tem previsão de clima seco e quente para o início de plantio da soja no Centro Oeste brasileiro. No Brasil, o câmbio, prêmios e demanda interna darão suporte aos preços que deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.  <br /><br />No tocante ao <b>milho, </b>conforme a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas acima da normalidade e chuvas abaixo da normalidade no leste do cinturão agrícola no país, isso pode prejudicar o enchimento de grãos das lavouras mais tardias, e elevar os preços no curto prazo. No dia 03/09 o USDA divulgou as condições das lavouras estadunidenses que continuou com mesmo percentual entre boas a excelentes em relação à semana anterior (65%). O Órgão divulgará no dia 12/09 seu balanço entre oferta e demanda global referente ao mês de setembro, que poderá trazer volatilidade às cotações no período. <br /><br />No Brasil, a Conab também irá divulgar seu 12º Levantamento Safra 2023/24, trazendo suas estimativas finais para este ciclo. Os preços físicos no mercado interno podem seguir o movimento de alta observado na última semana. De acordo com os pesquisadores do Cepea, parte dos consumidores já indicam ter dificuldades em novas aquisições.  <br /><b></b><br />Para o <b>café</b>, destaca-se que com o clima desfavorável no Brasil e Vietnã, os preços do café tendem a alta volatilidade, aguardando os primeiros dados de produção do Vietnã e a confirmação das floradas no Brasil. Os fundamentos de clima, oferta internacional do robusta e dólar em alta sustentam os preços do café. Com a colheita do café de chão (varrição) se encerrando no Brasil, as atenções dos produtores se voltam para os tratos culturais da safra 2024/25.<br /><br />A meteorologia prevê início das chuvas nas principais regiões produtoras do Brasil a partir da 2ª quinzena de 09/24, porém com volumes maiores somente em 11/24. Os produtores mantêm a estratégia de comercialização da atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas imediatas e obrigações, porém mais agressivos nas vendas em função dos bons preços atuais.<br /><br />Quanto ao b<b>oi gordo</b>, é importante frisar que a necessidade de abastecer o mercado interno atacadista de carne bovina, com demanda firme e as exportações aquecidas, devem contribuir para que os frigoríficos se disponham a pagar mais pela arroba adquirida do produtor rural. Na espera do início do período chuvoso, para recuperar as pastagens nas principais regiões produtoras, o pecuarista retarda a compra dos animais de reposição, perdendo a oportunidade de ter uma relação de troca favorável entre o boi e o bezerro.<br /><br />Analistas apostam nos fatores que indicam uma virada de ciclo pecuário, com...]]></itunes:summary><itunes:duration>370</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dc71cb70c8b30626ecc327d396b408df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/09/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-09-2024-cenario-da-soja--61277703</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 06 de setembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Durante a primeira quinzena de setembro, o mercado externo volta suas atenções para o início da colheita da safra norte americana. Mesmo com previsão de clima mais seco, as estimativas são de obtenção de produção recorde que, segundo Pro Farmer Crop Tour, pode atingir 129 milhões de toneladas.<br /><br />O USDA irá publicar seu relatório mensal de oferta e demanda para o mês de setembro no próximo dia 12, existe a perspectiva de elevação da produção americana, estimada anteriormente em 124 milhões de toneladas.<br /><br />No Brasil, o início do plantio da safra 24/25 poderá ocorrer com atrasos, principalmente na região Centro Oeste, em função da baixa umidade do solo e escassez das chuvas previstas para setembro. Segundo dados dos Assessores de Agronegócios do Banco do Brasil, a área a ser cultivada na safra 24/25 terá um crescimento de 1% podendo atingir até 47 milhões de hectares.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 04/09 cotado a US$ 10,21/bushel. O mercado vem apresentando lateralidade, apenas com correções técnicas no início de setembro ancorado nos derivativos (farelo e óleo) e o impacto do clima mais adverso no fechamento da safra Norte americana.<br /><br />O indicador CEPEA em 04/09 foi cotado a R$ 141,62/saca, apresentando valorização de 6,31% em relação à média de agosto, que foi de R$ 133,21/sc. Os fatores que contribuíram para a recuperação dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora, a alta do dólar e a manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - out/24 com strike/preço garantido entre U$ 9,78 e U$ 10,09/bushel e<br /><br />- dez/24 com strike entre U$ 9,83 e U$ 10,22/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61277703</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61277703/20240906_bbcast_agro_soja.mp3" length="3133066" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 06 de setembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

Durante a primeira quinzena de setembro, o mercado externo volta suas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 06 de setembro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Durante a primeira quinzena de setembro, o mercado externo volta suas atenções para o início da colheita da safra norte americana. Mesmo com previsão de clima mais seco, as estimativas são de obtenção de produção recorde que, segundo Pro Farmer Crop Tour, pode atingir 129 milhões de toneladas.<br /><br />O USDA irá publicar seu relatório mensal de oferta e demanda para o mês de setembro no próximo dia 12, existe a perspectiva de elevação da produção americana, estimada anteriormente em 124 milhões de toneladas.<br /><br />No Brasil, o início do plantio da safra 24/25 poderá ocorrer com atrasos, principalmente na região Centro Oeste, em função da baixa umidade do solo e escassez das chuvas previstas para setembro. Segundo dados dos Assessores de Agronegócios do Banco do Brasil, a área a ser cultivada na safra 24/25 terá um crescimento de 1% podendo atingir até 47 milhões de hectares.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em novembro/24 encerrou o dia 04/09 cotado a US$ 10,21/bushel. O mercado vem apresentando lateralidade, apenas com correções técnicas no início de setembro ancorado nos derivativos (farelo e óleo) e o impacto do clima mais adverso no fechamento da safra Norte americana.<br /><br />O indicador CEPEA em 04/09 foi cotado a R$ 141,62/saca, apresentando valorização de 6,31% em relação à média de agosto, que foi de R$ 133,21/sc. Os fatores que contribuíram para a recuperação dos preços internos foram: a demanda interna pela indústria processadora, a alta do dólar e a manutenção dos prêmios positivos nos portos.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - out/24 com strike/preço garantido entre U$ 9,78 e U$ 10,09/bushel e<br /><br />- dez/24 com strike entre U$ 9,83 e U$ 10,22/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/09/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-09-2024-cenario-do-leite--61266495</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 05 de setembro de 2024, meu nome é NATALY VILLA, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br />De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite apresentam alta. O leite captado em julho de 2024 teve redução de 1,08% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,72/litro. Esse valor é cerca de 11,32% maior que o registrado em julho de 2023. Foi o primeiro mês com pequena baixa nos preços depois de 6 meses consecutivos de altas. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo terceiro mês consecutivo. Em julho de 2024 ocorreu um aumento de 3,4%, comparado ao mês anterior, influenciado pela energia e combustível.<br /><br /> Comparado com o mesmo período do ano anterior, observamos uma alta de 2,0%. Durante o mês de julho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo foram importados 244,0 milhões de litros em equivalente-leite, registrando um aumento mensal de 37,2%. No mês foram exportados 9,5 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 108,5%.<br /><br /> Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o déficit da balança comercial (em volume) subiu 35,7% de junho para julho, para aproximadamente 241 milhões de litros em equivalente-leite, gerando um saldo negativo de US$ 99 milhões. No saldo acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou um déficit de US$ 549 milhões, correspondente a um volume de 1.257 milhões de litros de equivalente-leite.<br /><br /> Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR), Minas Gerais (MG), Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), a projeção do preço do leite para agosto será de leve baixa ou estabilidade. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61266495</guid><pubDate>Thu, 05 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61266495/20240905_bbcast_agro_leite.mp3" length="2988870" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 05 de setembro de 2024, meu nome é NATALY VILLA, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.

De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite apresentam...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 05 de setembro de 2024, meu nome é NATALY VILLA, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br />De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite apresentam alta. O leite captado em julho de 2024 teve redução de 1,08% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,72/litro. Esse valor é cerca de 11,32% maior que o registrado em julho de 2023. Foi o primeiro mês com pequena baixa nos preços depois de 6 meses consecutivos de altas. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo terceiro mês consecutivo. Em julho de 2024 ocorreu um aumento de 3,4%, comparado ao mês anterior, influenciado pela energia e combustível.<br /><br /> Comparado com o mesmo período do ano anterior, observamos uma alta de 2,0%. Durante o mês de julho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo foram importados 244,0 milhões de litros em equivalente-leite, registrando um aumento mensal de 37,2%. No mês foram exportados 9,5 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 108,5%.<br /><br /> Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o déficit da balança comercial (em volume) subiu 35,7% de junho para julho, para aproximadamente 241 milhões de litros em equivalente-leite, gerando um saldo negativo de US$ 99 milhões. No saldo acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou um déficit de US$ 549 milhões, correspondente a um volume de 1.257 milhões de litros de equivalente-leite.<br /><br /> Em consulta aos Conseleites do Paraná (PR), Minas Gerais (MG), Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), a projeção do preço do leite para agosto será de leve baixa ou estabilidade. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/09/2024 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-09-2024-cenario-do-cafe-conilon--61262139</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 04 de setembro de 2024. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita está concluída nas principais regiões produtoras, mas o rendimento do produto colhido ficou abaixo do esperado após a secagem, e a expectativa é de que a produção fique abaixo da média prevista. Os cafezais já passaram pela primeira florada, mas o calor extremo e a falta de chuvas podem afetar as próximas floradas, comprometendo o pegamento dos frutos a longo prazo. Essa fase é crucial para a lavoura de café conilon, onde um clima favorável, manejo adequado com irrigação, nutrição correta e controle de pragas e doenças são essenciais para definir o potencial produtivo das lavouras, como o volume e a uniformidade dos grãos para a próxima safra.<br /><br /> Os fatores climáticos têm um impacto significativo na cultura do café, mesmo nas lavouras irrigadas. Um clima favorável auxilia na formação dos grãos e na manutenção do bom estado fisiológico da cultura. Para a primeira quinzena de setembro, estão previstas temperaturas elevadas, com um retorno gradual das chuvas no decorrer do mês.<br /><br /> No mercado futuro, a bolsa de Londres iniciou a semana com queda no preço do robusta, sendo negociado para novembro de 2024 a US$ 4.700 por tonelada, uma redução de 5%. No mercado interno, as cotações do conilon apresentaram volatilidade, com tendência de alta durante todo o mês de agosto. Iniciando setembro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 1.400,00 a saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, ES. Os embarques de café robusta subiram 82,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando quase 5,2 milhões de sacas, conforme informações da CECAFÉ.<br /><br /> As preocupações com a safra de robusta no Vietnã permanecem, pois o impacto do calor extremo e do longo período de estiagem são fatores que continuam a influenciar a volatilidade dos preços. A expectativa para a safra 24/25 é de uma produção menor que a de 23/24. Nesse contexto, os produtores devem considerar aproveitar os momentos de alta no mercado para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as possíveis quedas nos preços a longo prazo.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61262139</guid><pubDate>Wed, 04 Sep 2024 13:58:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61262139/20240904_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3194506" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 04 de setembro de 2024. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 A colheita está concluída nas principais regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 04 de setembro de 2024. Eu sou Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita está concluída nas principais regiões produtoras, mas o rendimento do produto colhido ficou abaixo do esperado após a secagem, e a expectativa é de que a produção fique abaixo da média prevista. Os cafezais já passaram pela primeira florada, mas o calor extremo e a falta de chuvas podem afetar as próximas floradas, comprometendo o pegamento dos frutos a longo prazo. Essa fase é crucial para a lavoura de café conilon, onde um clima favorável, manejo adequado com irrigação, nutrição correta e controle de pragas e doenças são essenciais para definir o potencial produtivo das lavouras, como o volume e a uniformidade dos grãos para a próxima safra.<br /><br /> Os fatores climáticos têm um impacto significativo na cultura do café, mesmo nas lavouras irrigadas. Um clima favorável auxilia na formação dos grãos e na manutenção do bom estado fisiológico da cultura. Para a primeira quinzena de setembro, estão previstas temperaturas elevadas, com um retorno gradual das chuvas no decorrer do mês.<br /><br /> No mercado futuro, a bolsa de Londres iniciou a semana com queda no preço do robusta, sendo negociado para novembro de 2024 a US$ 4.700 por tonelada, uma redução de 5%. No mercado interno, as cotações do conilon apresentaram volatilidade, com tendência de alta durante todo o mês de agosto. Iniciando setembro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 1.400,00 a saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, ES. Os embarques de café robusta subiram 82,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando quase 5,2 milhões de sacas, conforme informações da CECAFÉ.<br /><br /> As preocupações com a safra de robusta no Vietnã permanecem, pois o impacto do calor extremo e do longo período de estiagem são fatores que continuam a influenciar a volatilidade dos preços. A expectativa para a safra 24/25 é de uma produção menor que a de 23/24. Nesse contexto, os produtores devem considerar aproveitar os momentos de alta no mercado para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as possíveis quedas nos preços a longo prazo.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/09/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-09-2024-cenario-climatico--61243833</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 03 de setembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Em atenção ao fenômeno El Niño, conforme monitoramento da NOAA, os modelos estatísticos consideram esse momento ainda de neutralidade, mantendo possível transição para uma La Niña em meados de outubro, ou mais próximo do verão no hemisfério sul. Para este mês, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, indica previsão de chuva acima da média na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AP, e em grande parte da Região Sul. Chuvas próxima e abaixo da média em grande parte do país, mantendo atenção para a região mais central do Brasil, em especial no Centro-Oeste.<br /><br /> Devido persistência de massas de ar seco, algumas previsões não descartam ondas de calor de forma mais frequentes. Assim, a previsão indica temperaturas acima da média em grande parte do país. Entretanto, devido a possibilidade da entrada de massas de ar frio, que ocasionam declínio acentuado da temperatura, não se descartam ocorrência de geadas em localidades do sul e sudeste. Devido ao prognóstico climático do INMET, algumas lavouras em campo, tal como o algodão, podem ter sua maturação e colheita favorecidas. Ao passo que, devido a falta de chuvas, trigo em fase de enchimento de grãos, poderá ser afetada.<br /><br /> Desta forma, com a atenção voltada para o próximo período de plantio da safra de verão, e aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, ou mais pontualmente ao longo de algumas semanas, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61243833</guid><pubDate>Tue, 03 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61243833/20240903_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="2505291" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 03 de setembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 Em atenção ao fenômeno El Niño, conforme monitoramento da NOAA,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 03 de setembro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Em atenção ao fenômeno El Niño, conforme monitoramento da NOAA, os modelos estatísticos consideram esse momento ainda de neutralidade, mantendo possível transição para uma La Niña em meados de outubro, ou mais próximo do verão no hemisfério sul. Para este mês, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, indica previsão de chuva acima da média na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AP, e em grande parte da Região Sul. Chuvas próxima e abaixo da média em grande parte do país, mantendo atenção para a região mais central do Brasil, em especial no Centro-Oeste.<br /><br /> Devido persistência de massas de ar seco, algumas previsões não descartam ondas de calor de forma mais frequentes. Assim, a previsão indica temperaturas acima da média em grande parte do país. Entretanto, devido a possibilidade da entrada de massas de ar frio, que ocasionam declínio acentuado da temperatura, não se descartam ocorrência de geadas em localidades do sul e sudeste. Devido ao prognóstico climático do INMET, algumas lavouras em campo, tal como o algodão, podem ter sua maturação e colheita favorecidas. Ao passo que, devido a falta de chuvas, trigo em fase de enchimento de grãos, poderá ser afetada.<br /><br /> Desta forma, com a atenção voltada para o próximo período de plantio da safra de verão, e aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, ou mais pontualmente ao longo de algumas semanas, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/09/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-09-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--61214887</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O clima sobre as lavouras nos EUA permaneça no radar no início de sua colheita, não se espera grandes surpresas, a previsão é de recorde e isso pesará na posição dos grandes investidores. Novas vendas de soja americana e a menor aversão do risco financeiro darão as condições para possíveis recuperações técnicas no curto prazo, entretanto, os fundamentos seguem baixistas no longo prazo. No fundamento clima, os mapas atualizados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados ao norte do meio oeste americano. Atenção à alteração do comportamento da demanda, fator da sazonalidade com a transição da demanda internacional pela safra américa, previsto para início de sua colheita, que faz a CBOT ter volatilidade, sendo a soja americana mais competitiva nesse período.  No Brasil, o câmbio, prêmios e demanda interna darão suporte aos preços que deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> De acordo com a NOAA, a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas dentro da normalidade na maior parte do cinturão agrícola no país. São previstas chuvas entre 15 e 55 milímetros, que seria favorável para as lavouras de milho que estão na fase de enchimento de grãos. O relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), indicou que 65% das lavouras estão em condições classificadas como boas a excelentes, recuo de dois pontos percentuais em relação à semana anterior. Foi estimado que 11% das lavouras encontram-se em maturação e a colheita deve se iniciar em setembro. No Brasil, o plantio da 1ª safra começou pontualmente no Paraná. De acordo com o Departamento de Economia Rural (DERAL), cerca de 1% da área foi cultivada. O órgão estima redução na área de plantio no estado em torno de 10% em relação à safra anterior. Os preços podem seguir em estabilidade, alcançando apoio na comercialização lenta, com vendedores buscando melhores preços.<br /> <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Diante das incertezas climáticas, os preços devem continuar apresentando alta volatilidade. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustenta os preços no café do Brasil. A colheita se encerrando em várias regiões produtoras, com queda na produção esperada com relação ao início da safra. O clima nos próximos dias deve continuar desafiador, com previsão de permanência da seca e possibilidade de novas geadas. Vale o destaque que produtores mantém a estratégia de comercialização da atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas imediatas e obrigações.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O mercado atacadista de carne bovina prevê melhora no escoamento na primeira semana do mês de set/24. Paralelo a isso, o frigorífico tende a pagar melhor pela arroba adquirida do produtor rural, durante esse período de entressafra do boi de capim. Apesar da baixa disponibilidade de pastagem nas principais regiões produtoras, a oferta de bezerro e boi de pasto devem seguir restritas, com negócios pontuais e leilões mais frios. O pecuarista com reserva de forragem, seja ela por silagem ou vedação de pasto, pode aproveitar para fazer sua reposição antes do começo da estação chuvosa e garantir uma relação de troca favorável entre o boi e o bezerro. Analistas apostam nos fatores que indicam uma virada de ciclo pecuário, com os indícios de que a fase de alta pode estar em curso. Caso esse movimento venha a ocorrer, o pecuarista que fizer boa reposição neste período, de começo do movimento de alta, pode conseguir boas margens na época da negociação do boi gordo, vindo do processo de aquisição de bezerros agora. A expectativa de como o mercado futuro vai se comportar nesta semana é o de movimento de alta como o da semana anterior, com oportunidades de proteção de preço para o invernista. De qualquer forma, há necessidade de acompanhamento do movimento de mercado, buscando garantir margem na atividade.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61214887</guid><pubDate>Mon, 02 Sep 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61214887/20240902_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6317497" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de setembro de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O clima sobre as lavouras nos EUA permaneça no radar no início de sua colheita, não se espera grandes surpresas, a previsão é de recorde e isso pesará na posição dos grandes investidores. Novas vendas de soja americana e a menor aversão do risco financeiro darão as condições para possíveis recuperações técnicas no curto prazo, entretanto, os fundamentos seguem baixistas no longo prazo. No fundamento clima, os mapas atualizados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados ao norte do meio oeste americano. Atenção à alteração do comportamento da demanda, fator da sazonalidade com a transição da demanda internacional pela safra américa, previsto para início de sua colheita, que faz a CBOT ter volatilidade, sendo a soja americana mais competitiva nesse período.  No Brasil, o câmbio, prêmios e demanda interna darão suporte aos preços que deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> De acordo com a NOAA, a previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas dentro da normalidade na maior parte do cinturão agrícola no país. São previstas chuvas entre 15 e 55 milímetros, que seria favorável para as lavouras de milho que estão na fase de enchimento de grãos. O relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), indicou que 65% das lavouras estão em condições classificadas como boas a excelentes, recuo de dois pontos percentuais em relação à semana anterior. Foi estimado que 11% das lavouras encontram-se em maturação e a colheita deve se iniciar em setembro. No Brasil, o plantio da 1ª safra começou pontualmente no Paraná. De acordo com o Departamento de Economia Rural (DERAL), cerca de 1% da área foi cultivada. O órgão estima redução na área de plantio no estado em torno de 10% em relação à safra anterior. Os preços podem seguir em estabilidade, alcançando apoio na comercialização lenta, com vendedores buscando melhores preços.<br /> <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Diante das incertezas climáticas, os preços devem continuar apresentando alta volatilidade. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustenta os preços no café do Brasil. A colheita se encerrando em várias regiões produtoras, com queda na produção esperada com relação ao início da safra. O clima nos próximos dias deve continuar desafiador, com previsão de permanência da seca e possibilidade de novas geadas. Vale o destaque que produtores mantém a estratégia de comercialização da atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas imediatas e obrigações.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O mercado atacadista de carne bovina prevê melhora no escoamento na primeira semana do mês de set/24. Paralelo a isso, o frigorífico tende a pagar melhor pela arroba adquirida do produtor rural, durante esse período de entressafra do boi de capim. Apesar da baixa disponibilidade de pastagem nas principais regiões produtoras, a oferta de bezerro e boi de pasto devem seguir restritas, com negócios pontuais e leilões mais frios. O pecuarista com reserva de forragem, seja ela por silagem ou vedação de pasto, pode aproveitar para fazer sua reposição antes do começo da estação chuvosa e garantir uma relação de troca favorável entre o boi e o bezerro. Analistas apostam nos...]]></itunes:summary><itunes:duration>395</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/08/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-08-2024-cenario-do-milho--61202569</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de agosto de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Estamos chegando no encerramento do mês de agosto, e até o momento, o período foi negativo para as cotações do cereal no mercado externo. Entre os dias primeiro de agosto a vinte e oito de agosto, o contrato referência dezembro/24 apresentou recuo de dois pontos percentuais, encerrando na quarta-feira cotado a US$ 3,90/bushel. O principal fundamento para as baixas são as boas estimativas de produção da Safra 2024/25 nos Estados Unidos. Uma importante consultoria privada no país, Pro Farmer, realizou seu tradicional acompanhamento de safra, e apesar de apresentar números ligeiramente inferiores aos do Departamento de Agricultura Estadunidense (USDA), confirmou ao mercado a perspectiva de excelente safra americana.<br /><br />  Já no nosso vizinho, Argentina, a colheita da Safra 2023/24 praticamente se encerrou. De acordo com a Bolsa de Cereais, a produção no país foi de 46,5 milhões de toneladas, incremento de 9,5 milhões de toneladas em relação à safra anterior. Já para o ciclo 2024/25, o órgão estima redução de área para o milho argentino em 17,1% em relação à esta safra, motivado pelo baixo preço da commoditie e mais duas preocupações para o produtor argentino: risco climático e pragas nas lavouras, em especial a cigarrinha.<br /><br />    No Brasil, com a colheita da 2ª safra praticamente finalizada e os produtores ainda cautelosos na comercialização, buscando melhores ofertas, os preços físicos têm se mantido em estabilidade nos últimos dias. No dia 28/08, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 59,92 por saca.<br /><br />       O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 59,75 e R$ 62,07 por saca, e  - Janeiro/24, com strike/preço entre R$ 62,13 e R$ 65,37 por saca.   <br /><br />     Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61202569</guid><pubDate>Fri, 30 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61202569/20240830_bbcast_agro_milho.mp3" length="3840253" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 30 de agosto de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Estamos chegando no encerramento do mês de agosto, e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de agosto de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Estamos chegando no encerramento do mês de agosto, e até o momento, o período foi negativo para as cotações do cereal no mercado externo. Entre os dias primeiro de agosto a vinte e oito de agosto, o contrato referência dezembro/24 apresentou recuo de dois pontos percentuais, encerrando na quarta-feira cotado a US$ 3,90/bushel. O principal fundamento para as baixas são as boas estimativas de produção da Safra 2024/25 nos Estados Unidos. Uma importante consultoria privada no país, Pro Farmer, realizou seu tradicional acompanhamento de safra, e apesar de apresentar números ligeiramente inferiores aos do Departamento de Agricultura Estadunidense (USDA), confirmou ao mercado a perspectiva de excelente safra americana.<br /><br />  Já no nosso vizinho, Argentina, a colheita da Safra 2023/24 praticamente se encerrou. De acordo com a Bolsa de Cereais, a produção no país foi de 46,5 milhões de toneladas, incremento de 9,5 milhões de toneladas em relação à safra anterior. Já para o ciclo 2024/25, o órgão estima redução de área para o milho argentino em 17,1% em relação à esta safra, motivado pelo baixo preço da commoditie e mais duas preocupações para o produtor argentino: risco climático e pragas nas lavouras, em especial a cigarrinha.<br /><br />    No Brasil, com a colheita da 2ª safra praticamente finalizada e os produtores ainda cautelosos na comercialização, buscando melhores ofertas, os preços físicos têm se mantido em estabilidade nos últimos dias. No dia 28/08, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 59,92 por saca.<br /><br />       O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 59,75 e R$ 62,07 por saca, e  - Janeiro/24, com strike/preço entre R$ 62,13 e R$ 65,37 por saca.   <br /><br />     Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></itunes:summary><itunes:duration>241</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/08/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-08-2024-cenario-do-boi-gordo--61191477</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de agosto de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  A indústria frigorífica está intensificando a compra de animais, aproveitando esse momento de melhor demanda tanto externa como interna, o que deverá manter o preço da arroba firme para o curto prazo. O preço da arroba do boi gordo no mercado físico, pago ao pecuarista, apresentaram leves altas no estado de SP, com o preço do boi padrão “China” obtendo uma valorização de R$ 2,00 sobre o boi comum, sendo comercializado a R$ 242,00.<br /><br /> Os estados do Paraná e do Mato Grosso do Sul apresentaram uma oferta mais restrita de animais, o que levou a redução do diferencial de base com o estado de São Paulo com a arroba sendo comercializada nos mesmos patamares, as escalas de abate nesses estados reduziram um dia útil, fechando a semana com seis dias úteis.<br /><br /> No dia 27 de agosto de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 237,85, com alta de 0,02% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 247,85. Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a 164 mil toneladas em dezessete dias uteis do mês de agosto de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.452, desvalorização de 1,3% em relação a agosto de 2023. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços.<br /><br /> Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 237,10 e 238/ @, e outubro de 2024 com strike entre R$ 239,20 e 243,30/ @.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61191477</guid><pubDate>Thu, 29 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61191477/20240829_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3104644" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de agosto de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

  A indústria frigorífica está intensificando a compra de animais,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de agosto de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  A indústria frigorífica está intensificando a compra de animais, aproveitando esse momento de melhor demanda tanto externa como interna, o que deverá manter o preço da arroba firme para o curto prazo. O preço da arroba do boi gordo no mercado físico, pago ao pecuarista, apresentaram leves altas no estado de SP, com o preço do boi padrão “China” obtendo uma valorização de R$ 2,00 sobre o boi comum, sendo comercializado a R$ 242,00.<br /><br /> Os estados do Paraná e do Mato Grosso do Sul apresentaram uma oferta mais restrita de animais, o que levou a redução do diferencial de base com o estado de São Paulo com a arroba sendo comercializada nos mesmos patamares, as escalas de abate nesses estados reduziram um dia útil, fechando a semana com seis dias úteis.<br /><br /> No dia 27 de agosto de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 237,85, com alta de 0,02% no dia. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 247,85. Segundo dados da Secretaria de comercio exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a 164 mil toneladas em dezessete dias uteis do mês de agosto de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.452, desvalorização de 1,3% em relação a agosto de 2023. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços.<br /><br /> Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 237,10 e 238/ @, e outubro de 2024 com strike entre R$ 239,20 e 243,30/ @.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2db26247f66e78734b6665de62770a44.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/08/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-08-2024-cenario-do-algodao--61175802</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de agosto, meu nome é Karol Furlaneto, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />O relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou o consumo global de pluma em 25,3 milhões de toneladas. Comparando-se com as estimativas do mês anterior, houve redução em 214 mil toneladas. Entretanto, o órgão também reduziu a produção mundial em 556 mil toneladas, estimando em agosto produção total global de 25,6 milhões de toneladas. O recuo foi pautado pela expectativa de menor colheita americana nesta safra. A cotação da pluma no mercado internacional apresentou variação positiva de 2,37% até o dia 26/08, mesmo com bons volumes ofertados de importantes países produtores e a colheita estadunidense prestes a iniciar.<br /><br />No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a colheita atingiu cerca de 74% da área. Os cotonicultores têm relatado excelentes produtividades e, no momento, voltam suas atenções ao processo de beneficiamento da pluma para cumprimento dos contratos pré-estabelecidos, mas de olho nas cotações futuras para safra 2024/25. Apesar da grande possibilidade de safra recorde no país, é muito importante salientar que boa parte já está comercializada e que, futuramente, caso haja algum pico na demanda, o mercado poderá precificar a pluma de forma mais rentável.<br /><br />Por este motivo, é importante a atenção do produtor a estas oscilações de preços devido ao momento atual de maior oferta de matéria-prima. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61175802</guid><pubDate>Wed, 28 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61175802/20240828_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2365275" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 28 de agosto, meu nome é Karol Furlaneto, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.

O relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de agosto, meu nome é Karol Furlaneto, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />O relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou o consumo global de pluma em 25,3 milhões de toneladas. Comparando-se com as estimativas do mês anterior, houve redução em 214 mil toneladas. Entretanto, o órgão também reduziu a produção mundial em 556 mil toneladas, estimando em agosto produção total global de 25,6 milhões de toneladas. O recuo foi pautado pela expectativa de menor colheita americana nesta safra. A cotação da pluma no mercado internacional apresentou variação positiva de 2,37% até o dia 26/08, mesmo com bons volumes ofertados de importantes países produtores e a colheita estadunidense prestes a iniciar.<br /><br />No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a colheita atingiu cerca de 74% da área. Os cotonicultores têm relatado excelentes produtividades e, no momento, voltam suas atenções ao processo de beneficiamento da pluma para cumprimento dos contratos pré-estabelecidos, mas de olho nas cotações futuras para safra 2024/25. Apesar da grande possibilidade de safra recorde no país, é muito importante salientar que boa parte já está comercializada e que, futuramente, caso haja algum pico na demanda, o mercado poderá precificar a pluma de forma mais rentável.<br /><br />Por este motivo, é importante a atenção do produtor a estas oscilações de preços devido ao momento atual de maior oferta de matéria-prima. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>148</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/08/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-08-2024-cenario-da-cana-de-acucar--61163144</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de agosto de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />    A estimativa de produção de cana-de-açúcar no <b>Brasil</b> a safra 2024/2025 está em <b>689,8 milhões de toneladas</b>. Em 22 de agosto passado, a publicação   conta sobre o <b>segundo maior volume</b> de cana a ser colhido na série histórica acompanhada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), atrás apenas da produção obtida no ciclo anterior.<br /><br />  Com área de <b>8,63 milhões de hectares</b> destinados à colheita, <b>aumento de 3,5%</b> em relação à última safra, a <b>redução na produção de 3,3%</b> é explicada pelo menor desempenho das lavouras. A Conab estima <b>queda na produtividade de 6,6%,</b> e espera-se <b>79,95 toneladas de cana por hectare</b>.<br /><br />  Segundo a Conab, os baixos índices pluviométricos aliados às altas temperaturas registradas na região Centro-Sul do país são os principais fatores que devem reduzir a produção em relação à safra passada.<br /><br />  A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) deve divulgar os números oficiais da produção no Centro Sul, na primeira quinzena de agosto, nesta semana, em data ainda a ser anunciada.<br /><br />  Mas, há expectativas feitas por estudiosos do setor. A estimativa para a <b>moagem de cana</b> no período é de média calculada em <b>45,79 milhões de toneladas</b>, <b>redução de 4,5%</b> em relação ao ano anterior. O <b>ATR</b> deve ser de 150,11 kg/tonelada, o que representa <b>aumento de 0,6%</b>.   A produção de <b>açúcar</b> deve registrar <b>queda de 5,2%</b> na primeira quinzena, para <b>3,29 milhões de toneladas</b>.<br /><br />  A proporção de <b>cana</b> utilizada para a produção de açúcar está prevista para ser de <b>50,14%,</b> leve redução em relação aos <b>50,82%</b> do ano anterior.  A produção de <b>etanol</b> <b>hidratado</b> a partir da cana-de-açúcar e do milho deve totalizar <b>1,41 bilhões de litros</b>, redução de 0,77%. A produção de <b>etanol</b> <b>anidro</b> deve alcançar <b>947 milhões de litros</b>, aumento de <b>2,58% em relação ao ano passado.</b><br /><br /> <b> </b> O próximo cenário da cana deverá abordar o grave problema a ser enfrentado pelo setor de produção, depois das queimadas ocorridas no estado de São Paulo. De acordo com a Orplana, o fogo atingiu cerca de 59 mil ha e deve causar prejuízos próximos a 350 mi de reais.<br /><b></b><br /><b></b>   Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61163144</guid><pubDate>Tue, 27 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61163144/20240827bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="4239822" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de agosto de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

    A estimativa de produção de cana-de-açúcar no Brasil a safra 2024/2025...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de agosto de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />    A estimativa de produção de cana-de-açúcar no <b>Brasil</b> a safra 2024/2025 está em <b>689,8 milhões de toneladas</b>. Em 22 de agosto passado, a publicação   conta sobre o <b>segundo maior volume</b> de cana a ser colhido na série histórica acompanhada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), atrás apenas da produção obtida no ciclo anterior.<br /><br />  Com área de <b>8,63 milhões de hectares</b> destinados à colheita, <b>aumento de 3,5%</b> em relação à última safra, a <b>redução na produção de 3,3%</b> é explicada pelo menor desempenho das lavouras. A Conab estima <b>queda na produtividade de 6,6%,</b> e espera-se <b>79,95 toneladas de cana por hectare</b>.<br /><br />  Segundo a Conab, os baixos índices pluviométricos aliados às altas temperaturas registradas na região Centro-Sul do país são os principais fatores que devem reduzir a produção em relação à safra passada.<br /><br />  A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) deve divulgar os números oficiais da produção no Centro Sul, na primeira quinzena de agosto, nesta semana, em data ainda a ser anunciada.<br /><br />  Mas, há expectativas feitas por estudiosos do setor. A estimativa para a <b>moagem de cana</b> no período é de média calculada em <b>45,79 milhões de toneladas</b>, <b>redução de 4,5%</b> em relação ao ano anterior. O <b>ATR</b> deve ser de 150,11 kg/tonelada, o que representa <b>aumento de 0,6%</b>.   A produção de <b>açúcar</b> deve registrar <b>queda de 5,2%</b> na primeira quinzena, para <b>3,29 milhões de toneladas</b>.<br /><br />  A proporção de <b>cana</b> utilizada para a produção de açúcar está prevista para ser de <b>50,14%,</b> leve redução em relação aos <b>50,82%</b> do ano anterior.  A produção de <b>etanol</b> <b>hidratado</b> a partir da cana-de-açúcar e do milho deve totalizar <b>1,41 bilhões de litros</b>, redução de 0,77%. A produção de <b>etanol</b> <b>anidro</b> deve alcançar <b>947 milhões de litros</b>, aumento de <b>2,58% em relação ao ano passado.</b><br /><br /> <b> </b> O próximo cenário da cana deverá abordar o grave problema a ser enfrentado pelo setor de produção, depois das queimadas ocorridas no estado de São Paulo. De acordo com a Orplana, o fogo atingiu cerca de 59 mil ha e deve causar prejuízos próximos a 350 mi de reais.<br /><b></b><br /><b></b>   Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>265</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/08/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-08-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--61129735</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de agosto de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Haja uma limitação nas movimentações de alta no Mercado. A Bolsa de Chicago deverá permanecer atenta a possibilidade de corte de juros para a economia Americana e a novos desdobramentos da supersafra dos EUA. Os movimentos de compra dos Chineses deverão se intensificar ao longo da semana. No Meio-Oeste americano, há previsões de dias um pouco mais secos para as regiões centrais, essa previsão também será monitorada pelo mercado, ainda que os impactos sejam menos significativos nas precificações. A combinação de dólar em estabilidade e CBOT operando próximos das mínimas dos últimos quatro anos deverão manter a pressão negativa sob as cotações da soja e o mercado deve trabalhar com vieses de baixa no curto, médio e longo prazos.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), as previsões climáticas para os próximos dias nos EUA apontam para temperaturas acima da normalidade em grande parte da região produtora, podendo favorecer as lavouras que já estão em maturação, com a colheita se iniciando nos próximos dias. O relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura estadunidense (USDA), indicou que 67% das lavouras estão em condições classificadas como boas a excelentes, estando nove pontos percentuais acima que o mesmo período do ano passado. Na Argentina, a Bolsa de Cereais divulgou sua primeira estimativa do grão para a Safra 2024/25. O órgão projetou uma redução na área plantada de 1,3 milhão de hectares em relação à safra anterior (17,1% a menos), justificado pelas preocupações com a alta incidência de praga neste ano (em especial a cigarrinha), baixa rentabilidade da cultura e perspectivas do fenômeno La Niña, que pode apresentar chuvas abaixo da normalidade para o país. No Brasil, os preços podem seguir em estabilidade com viés de baixa, devido ao aumento da oferta do cereal com o término da colheita da 2ª safra em importantes estados produtores.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Diante das incertezas climáticas, os preços devem continuar apresentando alta volatilidade. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustenta os preços no café no Brasil. Colheita se encerrando em várias regiões produtoras, com queda na produção esperada com relação ao início da safra. O clima nos próximos dias deve continuar desafiador, com previsão de permanência da seca e possibilidade de novas geadas. Produtores mantém a estratégia de comercialização da atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas imediatas e obrigações.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O mercado atacadista deve encontrar dificuldades no escoamento de seu produto na última semana do mês de agosto. No entanto, a expectativa é de que não haja espaço para recuo na cotação da arroba do boi gordo negociada entre o pecuarista e a indústria frigorífica. O clima seco encarece o trato dos animais durante este período de entressafra de boi e de capim nas principais regiões produtoras. Tal fato esfria as negociações no mercado de reposição. Ainda assim, a cotação do bezerro e do boi magro deve seguir firme durante a semana, uma vez que a oferta deve continuar restrita.  A estabilidade nas cotações do milho e farelo de soja podem favorecer a busca por animais de reposição, tanto boi magro para terminação na entressafra do boi, quanto o bezerro para recria. O mercado futuro pode apresentar oportunidades para proteção do preço da arroba do boi gordo produzido em confinamento, com abate entre os meses de novembro de 2024 e janeiro de 2025. O Brasil segue sendo o país exportador com a cotação de arroba de boi mais barata dentre os principais exportadores. O valor abaixo de U$ 45/@ pode propiciar oportunidade para abertura de novos mercados e melhor escoamento da produção, estimulando a produção e favorecendo o movimento de alta durante o período de entressafra e, como no entendimento de analistas de mercado, de virada do ciclo pecuário.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61129735</guid><pubDate>Mon, 26 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61129735/20240826_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6090127" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de agosto de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de agosto de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Haja uma limitação nas movimentações de alta no Mercado. A Bolsa de Chicago deverá permanecer atenta a possibilidade de corte de juros para a economia Americana e a novos desdobramentos da supersafra dos EUA. Os movimentos de compra dos Chineses deverão se intensificar ao longo da semana. No Meio-Oeste americano, há previsões de dias um pouco mais secos para as regiões centrais, essa previsão também será monitorada pelo mercado, ainda que os impactos sejam menos significativos nas precificações. A combinação de dólar em estabilidade e CBOT operando próximos das mínimas dos últimos quatro anos deverão manter a pressão negativa sob as cotações da soja e o mercado deve trabalhar com vieses de baixa no curto, médio e longo prazos.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), as previsões climáticas para os próximos dias nos EUA apontam para temperaturas acima da normalidade em grande parte da região produtora, podendo favorecer as lavouras que já estão em maturação, com a colheita se iniciando nos próximos dias. O relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura estadunidense (USDA), indicou que 67% das lavouras estão em condições classificadas como boas a excelentes, estando nove pontos percentuais acima que o mesmo período do ano passado. Na Argentina, a Bolsa de Cereais divulgou sua primeira estimativa do grão para a Safra 2024/25. O órgão projetou uma redução na área plantada de 1,3 milhão de hectares em relação à safra anterior (17,1% a menos), justificado pelas preocupações com a alta incidência de praga neste ano (em especial a cigarrinha), baixa rentabilidade da cultura e perspectivas do fenômeno La Niña, que pode apresentar chuvas abaixo da normalidade para o país. No Brasil, os preços podem seguir em estabilidade com viés de baixa, devido ao aumento da oferta do cereal com o término da colheita da 2ª safra em importantes estados produtores.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Diante das incertezas climáticas, os preços devem continuar apresentando alta volatilidade. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustenta os preços no café no Brasil. Colheita se encerrando em várias regiões produtoras, com queda na produção esperada com relação ao início da safra. O clima nos próximos dias deve continuar desafiador, com previsão de permanência da seca e possibilidade de novas geadas. Produtores mantém a estratégia de comercialização da atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas imediatas e obrigações.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O mercado atacadista deve encontrar dificuldades no escoamento de seu produto na última semana do mês de agosto. No entanto, a expectativa é de que não haja espaço para recuo na cotação da arroba do boi gordo negociada entre o pecuarista e a indústria frigorífica. O clima seco encarece o trato dos animais durante este período de entressafra de boi e de capim nas principais regiões produtoras. Tal fato esfria as negociações no mercado de reposição. Ainda assim, a cotação do bezerro e do boi magro deve seguir firme durante a semana, uma vez que a oferta deve continuar restrita.  A estabilidade nas cotações do milho e farelo de soja podem favorecer a busca por animais de reposição, tanto boi magro para terminação na entressafra do boi, quanto o bezerro para recria. O mercado futuro pode apresentar oportunidades para proteção do preço da arroba do boi gordo produzido em confinamento, com abate entre os meses de novembro de 2024 e janeiro de 2025. O...]]></itunes:summary><itunes:duration>381</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/08/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-08-2024-cenario-da-soja--61118978</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 23 de agosto de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Para a safra 2024/25 no Brasil, há expectativa de acréscimo de 2,78% da área cultivada, alcançando de 47,3 milhões de ha. No MT, maior Estado produtor brasileiro, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, projeta uma área de soja para a safra 2024/25 estimada em 12,66 milhões de hectares, alta de 1,47% em relação à safra passada. No Brasil, já foram comercializados 18,2% da próxima safra, inferior à média das últimas 5 safras, que é de 22,7%.<br /><br />De acordo com a NOAA, no Brasil houve uma queda na probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, para o trimestre outubro, novembro, dezembro, com probabilidade equivalente a neutralidade. Nos EUA as previsões climáticas mantêm-se favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja.<br /><br />O indicador CEPEA em 21/08 foi cotado a R$ 129,14/saca, apresentando desvalorização acentuada em relação ao início do mes, onde a saca era cotada a R$ 137,18. A cotação dos prêmios nos portos continua em elevação, para setembro/2024 a cotação está em US$ 1,16/bushel. O contrato de soja na CBOT com vencimento em setembro/24 encerrou o dia 21/08 cotado a US$ 9,63/bushel, queda de 5,77% em relação ao observado no início do mês de agosto, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- out/24 com strike/preço garantido entre U$ 9,35 e U$ 9,64/bushel e<br />- dez/24 com strike entre U$ 9,35 e U$ 9,77/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61118978</guid><pubDate>Fri, 23 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61118978/20240823_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3711521" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 23 de agosto de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

Para a safra 2024/25 no Brasil, há expectativa de acréscimo de 2,78% da área...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 23 de agosto de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Para a safra 2024/25 no Brasil, há expectativa de acréscimo de 2,78% da área cultivada, alcançando de 47,3 milhões de ha. No MT, maior Estado produtor brasileiro, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, projeta uma área de soja para a safra 2024/25 estimada em 12,66 milhões de hectares, alta de 1,47% em relação à safra passada. No Brasil, já foram comercializados 18,2% da próxima safra, inferior à média das últimas 5 safras, que é de 22,7%.<br /><br />De acordo com a NOAA, no Brasil houve uma queda na probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, para o trimestre outubro, novembro, dezembro, com probabilidade equivalente a neutralidade. Nos EUA as previsões climáticas mantêm-se favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja.<br /><br />O indicador CEPEA em 21/08 foi cotado a R$ 129,14/saca, apresentando desvalorização acentuada em relação ao início do mes, onde a saca era cotada a R$ 137,18. A cotação dos prêmios nos portos continua em elevação, para setembro/2024 a cotação está em US$ 1,16/bushel. O contrato de soja na CBOT com vencimento em setembro/24 encerrou o dia 21/08 cotado a US$ 9,63/bushel, queda de 5,77% em relação ao observado no início do mês de agosto, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- out/24 com strike/preço garantido entre U$ 9,35 e U$ 9,64/bushel e<br />- dez/24 com strike entre U$ 9,35 e U$ 9,77/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>232</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/08/2024 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-08-2024-cenario-da-suinocultura--61107929</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 22 de agosto de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />O setor está em um momento de valorização de preço, devido a exportações aquecidas e diminuição de preço de insumos. As exportações evitam excesso de oferta no mercado interno, o que mantém bons preços da carne e favorece os produtores independentes. Nos últimos seis meses, de acordo com o CEPEA, o preço do milho, o principal insumo para a alimentação suína, teve um decréscimo, desonerando o custo para o produtor de suínos. O farelo de soja, por sua vez, outro insumo de importância para o setor suinícola, se valorizou em maior intensidade que o animal no mesmo período.<br /><br />De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações de carne suína fresca, refrigerada e congelada superam sua participação em relação a julho do ano passado. A receita obtida em exportação no mês de julho atingiu cerca de 287 milhões de dólares, aproximadamente 23% acima do verificado no mesmo período ano passado. Quanto ao volume exportado, cerca de 120 mil toneladas, houve um aumento de 27%, porém, em relação ao preço pago nota-se uma queda de 2,8%.<br /><br />De acordo com o CEPEA, o preço do suíno vivo pronto para abate continua em alta desde abril de 2024, sendo o indicador do suíno vivo no mês de julho em Minas Gerais de R$ 7,78 e no Rio Grande do Sul de R$ 6,99. O impulso vem da maior procura por novos lotes de suínos para abate para atender às demandas interna e externa.<br /><br />  Na questão de custo de produção, é importante que o suinocultor tenha um planejamento da compra de insumos e que utilize ferramentas para proteção de preços, como aquisição antecipada ou aquisição de uma opção de milho, protegendo-se da alta do preço.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61107929</guid><pubDate>Thu, 22 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61107929/20230822_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="2492752" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 22 de agosto de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.

O setor está em um momento de valorização de preço, devido a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 22 de agosto de 2024, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP) e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />O setor está em um momento de valorização de preço, devido a exportações aquecidas e diminuição de preço de insumos. As exportações evitam excesso de oferta no mercado interno, o que mantém bons preços da carne e favorece os produtores independentes. Nos últimos seis meses, de acordo com o CEPEA, o preço do milho, o principal insumo para a alimentação suína, teve um decréscimo, desonerando o custo para o produtor de suínos. O farelo de soja, por sua vez, outro insumo de importância para o setor suinícola, se valorizou em maior intensidade que o animal no mesmo período.<br /><br />De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações de carne suína fresca, refrigerada e congelada superam sua participação em relação a julho do ano passado. A receita obtida em exportação no mês de julho atingiu cerca de 287 milhões de dólares, aproximadamente 23% acima do verificado no mesmo período ano passado. Quanto ao volume exportado, cerca de 120 mil toneladas, houve um aumento de 27%, porém, em relação ao preço pago nota-se uma queda de 2,8%.<br /><br />De acordo com o CEPEA, o preço do suíno vivo pronto para abate continua em alta desde abril de 2024, sendo o indicador do suíno vivo no mês de julho em Minas Gerais de R$ 7,78 e no Rio Grande do Sul de R$ 6,99. O impulso vem da maior procura por novos lotes de suínos para abate para atender às demandas interna e externa.<br /><br />  Na questão de custo de produção, é importante que o suinocultor tenha um planejamento da compra de insumos e que utilize ferramentas para proteção de preços, como aquisição antecipada ou aquisição de uma opção de milho, protegendo-se da alta do preço.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>156</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/08/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-08-2024-cenario-do-cafe-arabica--61096203</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de agosto de 2024, sou Cicero Hiroto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto São Paulo e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  O tempo seco durante a colheita acelerou o processo nas principais regiões cafeeiras, e estima-se que mais de 90% da área de produção do arábica já esteja colhida. Contudo, as previsões de queda no volume de café arábica em relação ao início da safra estão se confirmando, devido ao menor peso dos grãos colhidos, o que resulta em um rendimento menor entre o café colhido e o café beneficiado. Essas reduções nas estimativas de produção, divulgadas pelas principais consultorias, têm chamado a atenção do mercado.<br /><br />  Na última semana, a previsão de frente fria se concretizou nas regiões produtoras de café, atingindo áreas propensas à formação de geadas.<br /><br />  Os preços do arábica seguem com alta volatilidade nas bolsas, registrando ora altas, ora baixas, e os preços no mercado físico tiveram uma elevação, mesmo durante o período de colheita no Brasil.<br /><br />  Além da preocupação com próxima a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas do Vietnã, maior produtor de café robusta. A seca nas novas áreas de plantio vietnamitas é motivo de grande preocupação.<br /><br />  Diante dessas incertezas climáticas, do mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, a perspectiva é de que a oscilação nos preços continue. No dia 16 de agosto de 2024, os preços no Brasil nas principais praças registraram uma média superior a R$ 1.450 por saca de arábica.<br /><br />  O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />  Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas importantes para proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61096203</guid><pubDate>Wed, 21 Aug 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61096203/20240821_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2744782" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 21 de agosto de 2024, sou Cicero Hiroto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto São Paulo e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.

  O tempo seco durante a colheita acelerou o processo nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de agosto de 2024, sou Cicero Hiroto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto São Paulo e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  O tempo seco durante a colheita acelerou o processo nas principais regiões cafeeiras, e estima-se que mais de 90% da área de produção do arábica já esteja colhida. Contudo, as previsões de queda no volume de café arábica em relação ao início da safra estão se confirmando, devido ao menor peso dos grãos colhidos, o que resulta em um rendimento menor entre o café colhido e o café beneficiado. Essas reduções nas estimativas de produção, divulgadas pelas principais consultorias, têm chamado a atenção do mercado.<br /><br />  Na última semana, a previsão de frente fria se concretizou nas regiões produtoras de café, atingindo áreas propensas à formação de geadas.<br /><br />  Os preços do arábica seguem com alta volatilidade nas bolsas, registrando ora altas, ora baixas, e os preços no mercado físico tiveram uma elevação, mesmo durante o período de colheita no Brasil.<br /><br />  Além da preocupação com próxima a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas do Vietnã, maior produtor de café robusta. A seca nas novas áreas de plantio vietnamitas é motivo de grande preocupação.<br /><br />  Diante dessas incertezas climáticas, do mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, a perspectiva é de que a oscilação nos preços continue. No dia 16 de agosto de 2024, os preços no Brasil nas principais praças registraram uma média superior a R$ 1.450 por saca de arábica.<br /><br />  O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />  Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas importantes para proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>172</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/08/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-08-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--61058394</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O Mercado continue reagindo negativamente ao relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Após uma semana de baixas na CBOT, há possibilidade de recuperação técnica na Bolsa de Chicago. A redução da aversão ao risco no mercado financeiro pode refletir positivamente nos preços da comodity. A queda acentuada das cotações em Chicago, possibilita a atuação de compradores chineses na soja norte-americana. Segundo a agência climática norte-americana (NOAA), os mapas climáticos para o mês de agosto seguem favoráveis para o cinturão produtor dos Estados Unidos. Com o recuo do dólar, baixas em Chicago e com a pressão negativa dos dados do Relatório do USDA, o mercado deve trabalhar com vieses de baixa no curto, médio e longo prazos.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> A Índia desponta como um novo agente importador do grão devido a uma nova Política Nacional de Biocombustível. Essa política incluiu o cereal como matéria-prima por conta de problemas na produção da cana-de-açúcar. O aumento na produção avícola também contribuiu para o crescimento do consumo interno, fazendo com que o país perdesse o status de exportador e se tornasse importador do grão. De acordo com Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), o clima nos EUA deve apresentar temperaturas um pouco mais altas e precipitações um pouco abaixo das normais o que irá impactar as condições das lavouras. A baixa das cotações de soja e trigo continuam pressionando o milho nos próximos dias e a possível recessão americana pode desvalorizar o dólar pressionando as cotações internas. O relatório da Conab aponta para uma produção total de milho de 115,6 milhões de toneladas, cerca de 12,3% a menor em relação ao ano anterior. As boas safras na Argentina e nos EUA e a redução na produção nacional deve pressionar as exportações brasileiras e o órgão projeta uma redução do estoque final de milho, próximo a 5 milhões de toneladas, cerca de 29,6% inferior comparada ao mesmo período.<br />   <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Confirmando as previsões anteriores, os preços do café mantêm perspectiva de bastante volatilidade. O café robusta demonstra força nos preços após o clima adverso na safra do principal exportador, o Vietnã, mantendo suporte ao mercado. O clima nos próximos dias deve continuar desafiador, com previsão de temperaturas irregulares e mais geadas até o fim do inverno. O Mercado continuará monitorando as condições climáticas no Brasil e a safra que entra agora em sua reta final. Os trabalhos no campo são mais rápidos, mas existe ainda a preocupação com o rendimento da produção brasileira, ainda assim o fator da colheita BR mantém pressão negativa sobre as cotações.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   De acordo com o MAPA, em julho de 2024 o abate de fêmeas continuou elevado, foram abatidas cerca de 935 mil, volume 20% superior ao número de fêmeas abatidas em julho de 2023. Dados preliminares indicam que em agosto de 2024 o número tende a diminuir se comparado com o mês anterior. Neste mês verificamos a redução no diferencial de base de algumas praças pecuárias com SP. Os principais foram MS e PR, onde não tem diferença nos preços pagos na arroba do boi gordo. Em SP os frigoríficos estão com posição mais confortável devido aos contratos de animais de confinamento adquiridos antecipadamente através de contratos a termo. Segundo o IMEA a intenção de confinamento no 3º trimestre no estado de MT ficou em 874 mil cabeças, aumento de 20,6% em relação a intenção verificada no 2º trimestre de 2024. Reforça-se a necessidade de adoção de estratégias de proteção de preços, visando garantir margem nas operações de confinamento.<br /><br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61058394</guid><pubDate>Mon, 19 Aug 2024 10:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61058394/20240819_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5667570" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O Mercado continue reagindo negativamente ao relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Após uma semana de baixas na CBOT, há possibilidade de recuperação técnica na Bolsa de Chicago. A redução da aversão ao risco no mercado financeiro pode refletir positivamente nos preços da comodity. A queda acentuada das cotações em Chicago, possibilita a atuação de compradores chineses na soja norte-americana. Segundo a agência climática norte-americana (NOAA), os mapas climáticos para o mês de agosto seguem favoráveis para o cinturão produtor dos Estados Unidos. Com o recuo do dólar, baixas em Chicago e com a pressão negativa dos dados do Relatório do USDA, o mercado deve trabalhar com vieses de baixa no curto, médio e longo prazos.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> A Índia desponta como um novo agente importador do grão devido a uma nova Política Nacional de Biocombustível. Essa política incluiu o cereal como matéria-prima por conta de problemas na produção da cana-de-açúcar. O aumento na produção avícola também contribuiu para o crescimento do consumo interno, fazendo com que o país perdesse o status de exportador e se tornasse importador do grão. De acordo com Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), o clima nos EUA deve apresentar temperaturas um pouco mais altas e precipitações um pouco abaixo das normais o que irá impactar as condições das lavouras. A baixa das cotações de soja e trigo continuam pressionando o milho nos próximos dias e a possível recessão americana pode desvalorizar o dólar pressionando as cotações internas. O relatório da Conab aponta para uma produção total de milho de 115,6 milhões de toneladas, cerca de 12,3% a menor em relação ao ano anterior. As boas safras na Argentina e nos EUA e a redução na produção nacional deve pressionar as exportações brasileiras e o órgão projeta uma redução do estoque final de milho, próximo a 5 milhões de toneladas, cerca de 29,6% inferior comparada ao mesmo período.<br />   <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Confirmando as previsões anteriores, os preços do café mantêm perspectiva de bastante volatilidade. O café robusta demonstra força nos preços após o clima adverso na safra do principal exportador, o Vietnã, mantendo suporte ao mercado. O clima nos próximos dias deve continuar desafiador, com previsão de temperaturas irregulares e mais geadas até o fim do inverno. O Mercado continuará monitorando as condições climáticas no Brasil e a safra que entra agora em sua reta final. Os trabalhos no campo são mais rápidos, mas existe ainda a preocupação com o rendimento da produção brasileira, ainda assim o fator da colheita BR mantém pressão negativa sobre as cotações.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   De acordo com o MAPA, em julho de 2024 o abate de fêmeas continuou elevado, foram abatidas cerca de 935 mil, volume 20% superior ao número de fêmeas abatidas em julho de 2023. Dados preliminares indicam que em agosto de 2024 o número tende a diminuir se comparado com o mês anterior. Neste mês verificamos a redução no diferencial de base de algumas praças pecuárias com SP. Os principais foram MS e PR, onde não tem diferença nos preços pagos na arroba do boi gordo. Em SP os frigoríficos estão com posição mais confortável devido aos contratos de animais de confinamento adquiridos antecipadamente através de contratos a termo. Segundo o IMEA a intenção de confinamento no 3º trimestre no estado de MT ficou em 874 mil cabeças, aumento de 20,6% em relação a intenção verificada no 2º trimestre de 2024. Reforça-se a necessidade de adoção de...]]></itunes:summary><itunes:duration>355</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/08/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-08-2024-cenario-do-milho--61053247</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de agosto de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Nesta segunda-feira, dia 12, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou seu levantamento de oferta e demanda global referente ao mês de agosto. O relatório não apresentou grandes novidades para o cereal. Apenas pequenas reduções nas estimativas de produção e estoque global. Para a safra americana, apesar do órgão ter apontado uma leve redução na área colhida, também foi projetado aumento na produtividade média, elevando assim a expectativa de produção total em 1,18 milhões de toneladas, sendo esperado agora 384,74 milhões de toneladas. Caso essa estimativa se concretize, será a terceira maior safra de milho da série histórica americana. Após a divulgação do relatório, os preços se valorizaram no pregão de segunda-feira. Entretanto, já no de terça feira, os futuros devolveram boa parte dos ganhos do dia anterior, encerrando o contrato de dezembro de 24 cotado a US$ 3,97/bushel.<br /><br />  No Brasil, a Conab também divulgou, na última terça-feira, seu Levantamento Safra 2023/24 para o mês de agosto. A produção nacional para este ciclo praticamente não foi alterada, sendo estimada a produção de 115,64 milhões de toneladas. O órgão elevou a estimativa das exportações para 36 milhões de toneladas, ante 33,5 milhões do relatório anterior. Com isto, o estoque de milho projetado em fevereiro de 2025 foi de 5 milhões de toneladas no ano-safra 2023/24, sendo este montante 29,6% inferior ao da safra 2022/23.<br /><br />  A colheita do milho 2ª safra está praticamente finalizada e os preços têm apresentado movimento de estabilidade nos últimos dias. No dia 13/08, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 59,22 por saca.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 59,98 e R$ 62,71 por saca, e  - Janeiro/24, com strike/preço entre R$ 62,21 e R$ 65,46 por saca.<br /><br /> Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61053247</guid><pubDate>Fri, 16 Aug 2024 14:55:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61053247/20240816_bbcast_agro_milho.mp3" length="3943906" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 16 de agosto de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Nesta segunda-feira, dia 12, o Departamento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de agosto de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Nesta segunda-feira, dia 12, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou seu levantamento de oferta e demanda global referente ao mês de agosto. O relatório não apresentou grandes novidades para o cereal. Apenas pequenas reduções nas estimativas de produção e estoque global. Para a safra americana, apesar do órgão ter apontado uma leve redução na área colhida, também foi projetado aumento na produtividade média, elevando assim a expectativa de produção total em 1,18 milhões de toneladas, sendo esperado agora 384,74 milhões de toneladas. Caso essa estimativa se concretize, será a terceira maior safra de milho da série histórica americana. Após a divulgação do relatório, os preços se valorizaram no pregão de segunda-feira. Entretanto, já no de terça feira, os futuros devolveram boa parte dos ganhos do dia anterior, encerrando o contrato de dezembro de 24 cotado a US$ 3,97/bushel.<br /><br />  No Brasil, a Conab também divulgou, na última terça-feira, seu Levantamento Safra 2023/24 para o mês de agosto. A produção nacional para este ciclo praticamente não foi alterada, sendo estimada a produção de 115,64 milhões de toneladas. O órgão elevou a estimativa das exportações para 36 milhões de toneladas, ante 33,5 milhões do relatório anterior. Com isto, o estoque de milho projetado em fevereiro de 2025 foi de 5 milhões de toneladas no ano-safra 2023/24, sendo este montante 29,6% inferior ao da safra 2022/23.<br /><br />  A colheita do milho 2ª safra está praticamente finalizada e os preços têm apresentado movimento de estabilidade nos últimos dias. No dia 13/08, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 59,22 por saca.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Novembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 59,98 e R$ 62,71 por saca, e  - Janeiro/24, com strike/preço entre R$ 62,21 e R$ 65,46 por saca.<br /><br /> Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/08/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-08-2024-cenario-do-boi-gordo--61030444</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de agosto de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  No dia 13 de agosto de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 235,40. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 242,50. Segundo dados da Secretaria de Comercio Exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a 71,3 mil toneladas nos primeiros sete dias uteis do mês de agosto de 2024.<br /><br /> A desvalorização cambial nas últimas semanas trouxe ganho de competitividade do boi gordo brasileiro no mercado internacional e reflete positivamente na receita da indústria exportadora. As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte, o que estimula a indústria exportadora a comprar animais para repor sua escala de abate, uma vez que há redução na oferta de boi gordo terminado, além da diminuição na disponibilidade de vacas de descarte.<br /><br /> Assim, foram ineficientes as tentativas de compras abaixo dos valores de referências, mantendo-se a cotação da arroba firme. Além disso, o período de pagamento de salários e a data festiva do dia dos pais tende a aumentar o ritmo de reposição entre o varejo e o atacado, fatos que trazem expectativa de preços firmes na primeira quinzena do mês.<br /><br /> Dessa forma, acredita-se em uma semana com preços em estabilidade com viés de alta nas principais praças, principalmente, devido a um menor volume de animais prontos para o abate do sistema de confinamento, o que diminui a oferta. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços.<br /><br /> Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 233,50  e 235,90 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 231,60 e 236,40 /@.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61030444</guid><pubDate>Thu, 15 Aug 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61030444/20240815_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2975913" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de agosto de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

  No dia 13 de agosto de 2024, de acordo com o indicador do boi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de agosto de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  No dia 13 de agosto de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 235,40. Na B3, o contrato futuro de outubro de 2024 fechou o dia cotado em R$ 242,50. Segundo dados da Secretaria de Comercio Exterior, as exportações de carne bovina in natura chegaram a 71,3 mil toneladas nos primeiros sete dias uteis do mês de agosto de 2024.<br /><br /> A desvalorização cambial nas últimas semanas trouxe ganho de competitividade do boi gordo brasileiro no mercado internacional e reflete positivamente na receita da indústria exportadora. As exportações de carne bovina seguem em ritmo forte, o que estimula a indústria exportadora a comprar animais para repor sua escala de abate, uma vez que há redução na oferta de boi gordo terminado, além da diminuição na disponibilidade de vacas de descarte.<br /><br /> Assim, foram ineficientes as tentativas de compras abaixo dos valores de referências, mantendo-se a cotação da arroba firme. Além disso, o período de pagamento de salários e a data festiva do dia dos pais tende a aumentar o ritmo de reposição entre o varejo e o atacado, fatos que trazem expectativa de preços firmes na primeira quinzena do mês.<br /><br /> Dessa forma, acredita-se em uma semana com preços em estabilidade com viés de alta nas principais praças, principalmente, devido a um menor volume de animais prontos para o abate do sistema de confinamento, o que diminui a oferta. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços.<br /><br /> Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 233,50  e 235,90 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 231,60 e 236,40 /@.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9b10fc0cc564cc89cdd9b43e33e6e025.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/08/2024 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-08-2024-cenario-do-trigo--61018445</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de agosto de 2024. Meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />  O plantio está finalizado no país. Segundo dados da Conab, foram semeados 3,069 milhões de hectares, redução de 11% na área cultivada em relação à safra anterior. Apesar da redução da área, estima-se um aumento de 9 % na produção, devido à recuperação da frustração da safra de 2023, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.<br /><br />  Apesar da maior parte do trigo estar na fase de desenvolvimento vegetativo, algumas regiões já iniciaram as colheitas. No PR e MS ainda está na fase inicial, já nos estados de MG e GO, a colheita está mais avançada, com 60% e 78% respectivamente das áreas já colhidas.<br /><br />  A Região Sul continua sendo a principal região produtora do país, respondendo por 85% da área cultivada.  Segundo dados do Departamento de Economia Rural - DERAL/PR, o Paraná cultivou 1,15 milhão de hectares, diminuição de 18% em relação à safra passada. Nas regiões norte e oeste do estado as lavouras caminham para a fase final do ciclo, o tempo seco prejudicou o desenvolvimento para algumas áreas e espera-se uma perda na produtividade. Já nas demais regiões as lavouras apresentam desenvolvimento acima da média.<br /><br />  No Rio Grande do Sul, o plantio foi finalizado, segundo dados da EMATER/RS, o estado cultivou 1,312 milhão de hectares, redução de 13% em relação à safra passada. As lavouras apresentam bom desenvolvimento, e os agricultores aproveitam para fazer a aplicação da adubação nitrogenada antes da chegada de novas chuvas.<br /><br />  No Estado de Santa Catarina a área de trigo diminuiu 7%, caindo de 134 para 124,5 mil hectares. As condições climáticas seguem favoráveis para o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />  No cenário externo, a expectativa de oferta mundial recorde na temporada 24/25 influenciou negativamente os preços. Na Argentina o plantio foi finalizado com aumento de 7% na área semeada, que é de 6,3 milhões de hectares, com expectativa de produção de 18,1 milhões de toneladas, ou 18% de aumento em relação à safra passada.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento nos preços de 1,38% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.561,10 a tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 21%. A confirmação da diminuição da área plantada no Brasil e do baixo volume dos estoques domésticos, estão sustentando variações positivas no preço no mercado interno.<br /><br />    Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil orienta aos produtores que tiveram suas culturas afetadas com os eventos climáticos a acionarem os mitigadores de risco como Proagro e seguro agrícola. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61018445</guid><pubDate>Wed, 14 Aug 2024 10:00:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61018445/20240814_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3420204" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de agosto de 2024. Meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

  O plantio está finalizado no país. Segundo dados da Conab, foram semeados 3,069 milhões de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de agosto de 2024. Meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />  O plantio está finalizado no país. Segundo dados da Conab, foram semeados 3,069 milhões de hectares, redução de 11% na área cultivada em relação à safra anterior. Apesar da redução da área, estima-se um aumento de 9 % na produção, devido à recuperação da frustração da safra de 2023, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.<br /><br />  Apesar da maior parte do trigo estar na fase de desenvolvimento vegetativo, algumas regiões já iniciaram as colheitas. No PR e MS ainda está na fase inicial, já nos estados de MG e GO, a colheita está mais avançada, com 60% e 78% respectivamente das áreas já colhidas.<br /><br />  A Região Sul continua sendo a principal região produtora do país, respondendo por 85% da área cultivada.  Segundo dados do Departamento de Economia Rural - DERAL/PR, o Paraná cultivou 1,15 milhão de hectares, diminuição de 18% em relação à safra passada. Nas regiões norte e oeste do estado as lavouras caminham para a fase final do ciclo, o tempo seco prejudicou o desenvolvimento para algumas áreas e espera-se uma perda na produtividade. Já nas demais regiões as lavouras apresentam desenvolvimento acima da média.<br /><br />  No Rio Grande do Sul, o plantio foi finalizado, segundo dados da EMATER/RS, o estado cultivou 1,312 milhão de hectares, redução de 13% em relação à safra passada. As lavouras apresentam bom desenvolvimento, e os agricultores aproveitam para fazer a aplicação da adubação nitrogenada antes da chegada de novas chuvas.<br /><br />  No Estado de Santa Catarina a área de trigo diminuiu 7%, caindo de 134 para 124,5 mil hectares. As condições climáticas seguem favoráveis para o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />  No cenário externo, a expectativa de oferta mundial recorde na temporada 24/25 influenciou negativamente os preços. Na Argentina o plantio foi finalizado com aumento de 7% na área semeada, que é de 6,3 milhões de hectares, com expectativa de produção de 18,1 milhões de toneladas, ou 18% de aumento em relação à safra passada.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento nos preços de 1,38% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.561,10 a tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 21%. A confirmação da diminuição da área plantada no Brasil e do baixo volume dos estoques domésticos, estão sustentando variações positivas no preço no mercado interno.<br /><br />    Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil orienta aos produtores que tiveram suas culturas afetadas com os eventos climáticos a acionarem os mitigadores de risco como Proagro e seguro agrícola. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.]]></itunes:summary><itunes:duration>214</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,cenario,comercializacao,cultivo,producao,safra,spreaker,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/08/2024 - Cenário da banana</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-08-2024-cenario-da-banana--61005526</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 13 de agosto de 2024, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos sobre o <i>cenário da Banana</i>.<br /><br />  Segundo o IBGE, os Estados de SP, BA, MG e SC são responsáveis por mais de 49% do total produzido no Brasil. A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro de forma escalonada.<br /><br />  Na safra atual, no mês de julho, houve redução da oferta da fruta devido as condições climáticas desfavoráveis no Vale do Ribeira. Isto ocorreu em função das baixas temperaturas e o tempo nublado que tem limitado o desenvolvimento dos bananais, reduzindo produção e sobretudo frutas de primeira categoria. A previsão é de que haverá pequeno aumento da disponibilidade da banana Prata somente em setembro e da nanica apenas no próximo ano.<br /><b><i></i></b><br /><b><i></i></b>   Em Minas Gerais, notadamente nas regiões de Delfinópolis e Norte de Minas, os preços da variedade Prata seguem em alta. Isto se deve a um considerável recuo da produção, devido ao volume de chuvas nos primeiros meses do ano e aos maiores problemas fitossanitários, especialmente o mal-do-panamá. A expectativa é que a normalização ocorra apenas em 2025. <b><i> </i></b> Já na região de Bom Jesus da Lapa-BA, outra importante região produtora da fruta, os preços da variedade Prata seguem elevados. Em contrapartida, os preços da Banana Nanica seguem estagnados em função da baixa demanda no período.<br /><br />  Segundo levantamento feito pelas principais Centrais de abastecimento de todo o Brasil, o mercado de banana prata apresentou elevação de preços em julho em relação a junho para a maioria das Ceasas, com a oferta menor que a demanda houve aumento em torno de 52% na Ceasa Belo Horizonte, e 59 % na Ceasa Rio de Janeiro.<br /><br />  Já o mercado de banana nanica no mesmo período sofreu elevação de preços por causa da queda da oferta ter sido maior do que a queda da demanda (diminuição da produção em São Paulo e Santa Catarina junto à menor qualidade de alguns carregamentos). Baixas temperaturas e templo nublado tem comprometido o desenvolvimento dos bananais. Destaque para as elevações de 21 % na Ceagesp São Paulo, 31% na Ceasa São Luiz-MA, chegando a 52% Ceasa Curitiba.<br /><br /> <b><i></i></b> <b><i> </i></b> O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa renovar ou implantar pomares; sistemas de Irrigação, infraestrutura de transporte interno, câmaras de climatização e “Packing house”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/61005526</guid><pubDate>Tue, 13 Aug 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61005526/20240813_bbcast_agro_cenario_da_banana.mp3" length="3754989" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 13 de agosto de 2024, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário da Banana.

  Segundo o IBGE, os Estados de SP, BA, MG e SC são responsáveis por mais de 49% do total...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 13 de agosto de 2024, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos sobre o <i>cenário da Banana</i>.<br /><br />  Segundo o IBGE, os Estados de SP, BA, MG e SC são responsáveis por mais de 49% do total produzido no Brasil. A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro de forma escalonada.<br /><br />  Na safra atual, no mês de julho, houve redução da oferta da fruta devido as condições climáticas desfavoráveis no Vale do Ribeira. Isto ocorreu em função das baixas temperaturas e o tempo nublado que tem limitado o desenvolvimento dos bananais, reduzindo produção e sobretudo frutas de primeira categoria. A previsão é de que haverá pequeno aumento da disponibilidade da banana Prata somente em setembro e da nanica apenas no próximo ano.<br /><b><i></i></b><br /><b><i></i></b>   Em Minas Gerais, notadamente nas regiões de Delfinópolis e Norte de Minas, os preços da variedade Prata seguem em alta. Isto se deve a um considerável recuo da produção, devido ao volume de chuvas nos primeiros meses do ano e aos maiores problemas fitossanitários, especialmente o mal-do-panamá. A expectativa é que a normalização ocorra apenas em 2025. <b><i> </i></b> Já na região de Bom Jesus da Lapa-BA, outra importante região produtora da fruta, os preços da variedade Prata seguem elevados. Em contrapartida, os preços da Banana Nanica seguem estagnados em função da baixa demanda no período.<br /><br />  Segundo levantamento feito pelas principais Centrais de abastecimento de todo o Brasil, o mercado de banana prata apresentou elevação de preços em julho em relação a junho para a maioria das Ceasas, com a oferta menor que a demanda houve aumento em torno de 52% na Ceasa Belo Horizonte, e 59 % na Ceasa Rio de Janeiro.<br /><br />  Já o mercado de banana nanica no mesmo período sofreu elevação de preços por causa da queda da oferta ter sido maior do que a queda da demanda (diminuição da produção em São Paulo e Santa Catarina junto à menor qualidade de alguns carregamentos). Baixas temperaturas e templo nublado tem comprometido o desenvolvimento dos bananais. Destaque para as elevações de 21 % na Ceagesp São Paulo, 31% na Ceasa São Luiz-MA, chegando a 52% Ceasa Curitiba.<br /><br /> <b><i></i></b> <b><i> </i></b> O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa renovar ou implantar pomares; sistemas de Irrigação, infraestrutura de transporte interno, câmaras de climatização e “Packing house”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>235</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,banana,bananicultura,bancodobrasil,bb,broto,comercialização,cotação,cultivo,produção,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/274e452edf5f04c116e74edf994cee54.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/08/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-08-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60974316</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de agosto de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado siga a divulgação de dados do relatório mensal de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre a oferta e demanda mundial, a data  da divulgação é do dia 12/08, podendo ocasionar cortes nos estoques finais dos Estados Unidos na safra 2024/2025. O câmbio pode seguir pressionando as cotações no Brasil e as novas notícias sobre a oferta nos principais países produtores continuarão impondo desafios a safra atual e futura. Segundo a Agência climática norte-americana (NOAA), os mapas climáticos não indicam dificuldades para o mês de agosto, forçando negativamente as cotações quanto ao fundamento clima. O clima Americano colaborando para o desenvolvimento das lavouras, a manutenção de elevada oferta global de soja junto a demanda estável, o novo relatório mensal do USDA e o arrefecimento do câmbio dólar/real irão ditar o ritmo do mercado. No Brasil a semana deverá ser marcada por estabilidade com viés de queda no curto prazo e no médio e longo prazo, permanecem os fundamentos baixistas.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> As perspectivas climáticas (temperatura e chuvas), segundo os dados do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), nos próximos dias para os Estados Unidos estão na faixa de normal à acima da média, de acordo com o histórico desse mesmo período. A colheita na Argentina segue para a reta final e já alcança 96,3% de área colhida segundo os dados da Bolsa de Cereales. O rendimento médio esperado é de 111,67 sacas por hectares. Esse relatório ainda aponta uma produção total de mais de 46,5 milhões de toneladas, um aumento de 25% em relação à safra passada. Segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 6,29 milhões de toneladas no mês de agosto, cerca de 32% menor se comparada ao mesmo período do ano passado. A finalização da colheita no país deve aumentar oferta do cereal no mercado pressionando o preço. Caso o dólar mantenha viés de baixa durante a semana, a expectativa é de que ele não consiga dar suporte às cotações domésticas, podendo influenciar negativamente os preços.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A estimativa de manutenção na volatilidade das cotações nas bolsas ICE Nova Iorque e Londres, com suporte nos efeitos negativos do clima na Ásia e no Brasil. Há perspectiva de manutenção na estratégia de comercialização pelos cafeicultores na atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas mais imediatas e da colheita. Mantidas as condições climáticas brasileiras para os próximos dias, com temperaturas acima da média e sem previsão de chuvas. A Rural Clima informa que teremos retorno do período chuvoso somente em meados de setembro/2024 para as principais regiões produtoras do sudeste brasileiro. Recomendações técnicas para atenção no estado vegetativo e sanitário das lavouras de café após o final da colheita visando a próxima safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A desvalorização cambial nas últimas semanas trouxe ganho de competitividade do boi gordo brasileiro no mercado internacional. Está desvalorização repercuti na Indústria exportadora e tende a melhorar sua receita de embarque. O boi gordo, está valendo cerca de US$ 40/@, um dos menores valores observados nos últimos cinco anos, o que traz competitividade a carne brasileira no mercado internacional. Em comparação, o valor da arroba nos EUA e Australia está em aproximadamente US$ 100/@ e US$ 55/@, respectivamente. Além disso, esse período de pagamento de salários e a data festiva de dia dos pais deve aumentar o ritmo de reposição entre o varejo e o atacado, fatos que trazem expectativa de preços firmes na primeira quinzena do mês. Assim, acredita-se em uma semana com preços em estabilidade com viés de alta nas principais praças, principalmente, devido a um menor volume de animais prontos para o abate do sistema de confinamento, o que diminui a oferta. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.<br /> <br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60974316</guid><pubDate>Mon, 12 Aug 2024 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60974316/20240812_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5103743" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de agosto de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de agosto de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado siga a divulgação de dados do relatório mensal de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre a oferta e demanda mundial, a data  da divulgação é do dia 12/08, podendo ocasionar cortes nos estoques finais dos Estados Unidos na safra 2024/2025. O câmbio pode seguir pressionando as cotações no Brasil e as novas notícias sobre a oferta nos principais países produtores continuarão impondo desafios a safra atual e futura. Segundo a Agência climática norte-americana (NOAA), os mapas climáticos não indicam dificuldades para o mês de agosto, forçando negativamente as cotações quanto ao fundamento clima. O clima Americano colaborando para o desenvolvimento das lavouras, a manutenção de elevada oferta global de soja junto a demanda estável, o novo relatório mensal do USDA e o arrefecimento do câmbio dólar/real irão ditar o ritmo do mercado. No Brasil a semana deverá ser marcada por estabilidade com viés de queda no curto prazo e no médio e longo prazo, permanecem os fundamentos baixistas.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> <b> </b> As perspectivas climáticas (temperatura e chuvas), segundo os dados do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), nos próximos dias para os Estados Unidos estão na faixa de normal à acima da média, de acordo com o histórico desse mesmo período. A colheita na Argentina segue para a reta final e já alcança 96,3% de área colhida segundo os dados da Bolsa de Cereales. O rendimento médio esperado é de 111,67 sacas por hectares. Esse relatório ainda aponta uma produção total de mais de 46,5 milhões de toneladas, um aumento de 25% em relação à safra passada. Segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 6,29 milhões de toneladas no mês de agosto, cerca de 32% menor se comparada ao mesmo período do ano passado. A finalização da colheita no país deve aumentar oferta do cereal no mercado pressionando o preço. Caso o dólar mantenha viés de baixa durante a semana, a expectativa é de que ele não consiga dar suporte às cotações domésticas, podendo influenciar negativamente os preços.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A estimativa de manutenção na volatilidade das cotações nas bolsas ICE Nova Iorque e Londres, com suporte nos efeitos negativos do clima na Ásia e no Brasil. Há perspectiva de manutenção na estratégia de comercialização pelos cafeicultores na atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas mais imediatas e da colheita. Mantidas as condições climáticas brasileiras para os próximos dias, com temperaturas acima da média e sem previsão de chuvas. A Rural Clima informa que teremos retorno do período chuvoso somente em meados de setembro/2024 para as principais regiões produtoras do sudeste brasileiro. Recomendações técnicas para atenção no estado vegetativo e sanitário das lavouras de café após o final da colheita visando a próxima safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A desvalorização cambial nas últimas semanas trouxe ganho de competitividade do boi gordo brasileiro no mercado internacional. Está desvalorização repercuti na Indústria exportadora e tende a melhorar sua receita de embarque. O boi gordo, está valendo cerca de US$ 40/@, um dos menores valores observados nos últimos cinco anos, o que traz competitividade a carne brasileira no...]]></itunes:summary><itunes:duration>319</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/08/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-08-2024-cenario-da-soja--60960807</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 09 de agosto de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> Segundo consultorias agrícolas, para a safra 24/25, existe a previsão de aumento de área no Brasil com estimativa de 47,3 milhões de ha. No MT, maior Estado produtor brasileiro, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, projeta uma área de soja para a safra 2024/25 estimada em 12,66 milhões de hectares, alta de 1,47% em relação à safra passada.<br /><br /> De acordo com a NOAA, no Brasil existe uma alta probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, que pode afetar a safra 2024/25, com possibilidade de redução das precipitações pluviométricas no cone sul, e maiores precipitações no centro norte do país. Nos EUA as previsões climáticas mantêm-se favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja.<br /><br /> O USDA indicou em seu último relatório que as lavouras Norte Americanas estão com 68% em condições boas e excelentes, 24% em condições regulares e 8% em condições ruins e muito ruins. O indicador CEPEA em 07/08 foi cotado a R$ 137,95/saca, apresentando queda de 1,63% em relação ao início de julho, onde a saca era cotada a R$ 140,23. A cotação dos prêmios nos portos continua em elevação, para setembro/2024 a cotação está em US$ 1,16/bushel.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em setembro/24 encerrou o dia 07/08 cotado a US$ 10,05/bushel, queda de 12,46% em relação ao observado no início do mês de julho, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.<br /><br /> No mercado financeiro, cresce o temor em relação a uma possível recessão nos EUA. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - out/24 com strike/preço garantido entre U$ 9,63 e U$ 10,13/bushel e - dez/24 com strike entre U$ 9,72 e U$ 10,29/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60960807</guid><pubDate>Fri, 09 Aug 2024 10:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60960807/20240809_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3391364" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 09 de agosto de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

 Segundo consultorias agrícolas, para a safra 24/25, existe a previsão de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 09 de agosto de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> Segundo consultorias agrícolas, para a safra 24/25, existe a previsão de aumento de área no Brasil com estimativa de 47,3 milhões de ha. No MT, maior Estado produtor brasileiro, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, projeta uma área de soja para a safra 2024/25 estimada em 12,66 milhões de hectares, alta de 1,47% em relação à safra passada.<br /><br /> De acordo com a NOAA, no Brasil existe uma alta probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, que pode afetar a safra 2024/25, com possibilidade de redução das precipitações pluviométricas no cone sul, e maiores precipitações no centro norte do país. Nos EUA as previsões climáticas mantêm-se favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja.<br /><br /> O USDA indicou em seu último relatório que as lavouras Norte Americanas estão com 68% em condições boas e excelentes, 24% em condições regulares e 8% em condições ruins e muito ruins. O indicador CEPEA em 07/08 foi cotado a R$ 137,95/saca, apresentando queda de 1,63% em relação ao início de julho, onde a saca era cotada a R$ 140,23. A cotação dos prêmios nos portos continua em elevação, para setembro/2024 a cotação está em US$ 1,16/bushel.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em setembro/24 encerrou o dia 07/08 cotado a US$ 10,05/bushel, queda de 12,46% em relação ao observado no início do mês de julho, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.<br /><br /> No mercado financeiro, cresce o temor em relação a uma possível recessão nos EUA. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - out/24 com strike/preço garantido entre U$ 9,63 e U$ 10,13/bushel e - dez/24 com strike entre U$ 9,72 e U$ 10,29/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/08/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-08-2024-cenario-do-leite--60950166</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 08 de agosto de 2024, meu nome é Rossana Maria Claudio Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br /> De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite estão subindo. O leite captado em junho e pago em julho subiu 3,25% em relação ao mês anterior, na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,75/litro. Mas segundo os Conseleites de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina a previsão para o preço médio do leite captado em julho e que será pago em agosto, será de queda de 3,6%, 7,7% e 4,7% respectivamente. Segundo a EMBRAPA, em junho de 2024, ocorreu uma elevação de 0,7% nos custos de produção em relação a maio de 2024, sendo que o item volumoso apresentou aumento 3,6%.<br /><br /> Durante o mês de junho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo, foram importados 182 milhões de litros em equivalente-leite registrando um aumento mensal de 22% em relação a maio. No mês foram exportados 5 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 8 %.<br /><br /> Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o saldo da balança comercial de lácteos registrado no mês chegou a 177 milhões de litros em equivalente-leite, um aumento de 22,5% em relação ao mês anterior.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para o Milho.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60950166</guid><pubDate>Thu, 08 Aug 2024 10:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60950166/20240808_bbcast_agro_leite.mp3" length="2553774" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 08 de agosto de 2024, meu nome é Rossana Maria Claudio Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.

 De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 08 de agosto de 2024, meu nome é Rossana Maria Claudio Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br /> De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite estão subindo. O leite captado em junho e pago em julho subiu 3,25% em relação ao mês anterior, na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,75/litro. Mas segundo os Conseleites de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina a previsão para o preço médio do leite captado em julho e que será pago em agosto, será de queda de 3,6%, 7,7% e 4,7% respectivamente. Segundo a EMBRAPA, em junho de 2024, ocorreu uma elevação de 0,7% nos custos de produção em relação a maio de 2024, sendo que o item volumoso apresentou aumento 3,6%.<br /><br /> Durante o mês de junho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo, foram importados 182 milhões de litros em equivalente-leite registrando um aumento mensal de 22% em relação a maio. No mês foram exportados 5 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 8 %.<br /><br /> Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o saldo da balança comercial de lácteos registrado no mês chegou a 177 milhões de litros em equivalente-leite, um aumento de 22,5% em relação ao mês anterior.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para o Milho.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>160</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/08/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-08-2024-cenario-do-cafe-conilon--60940369</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 07 de agosto de 2024. Meu nome é Rossana Maria Claudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista - Ba, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> Com 95% de área colhida nas regiões produtoras do Brasil, a safra 2024 avança rapidamente e se aproxima do final, mas o setor tem preocupação com as condições atuais do parque cafeeiro, principalmente com o rendimento da produção brasileira.<br /><br /> A produção de grãos canéforas está agora estimada em 21,2 milhões de sacas, 6,8% abaixo da previsão anterior, uma vez que as lavouras do Espírito Santo e da Bahia foram atingidas por condições de secas desfavoráveis e temperaturas elevadas, afetando o desenvolvimento dos grãos nos meses de setembro, outubro e novembro de 2023, resultando em grãos menores e rendimentos abaixo do normal.<br /><br /> No cenário internacional, a sustentação dos preços é influenciada pelo temor de uma oferta insuficiente e pelo impacto negativo que a seca no Vietnã pode ter sobre as plantações, comprometendo a produção global. A Volcafé projeta que a colheita de café robusta do Vietnã para o período de 2024/25 possa atingir somente 24 milhões de sacas, o que representaria a menor quantidade em treze anos, devido aos danos irreversíveis causados pela escassez de chuva nas floradas. No mercado físico brasileiro, o preço da saca se mantém estável, girando em torno de R$ 1.240,00, sem grandes alterações nos últimos dias.<br /><br /> Diante deste cenário, os produtores são aconselhados a continuar acompanhando o mercado do café, utilizar mecanismos de proteção disponíveis e aproveitar a volatilidade de alta dos preços. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br /> Com o lançamento do novo Plano Safra 2024/2025, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas as necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60940369</guid><pubDate>Wed, 07 Aug 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60940369/20240807_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2891485" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 07 de agosto de 2024. Meu nome é Rossana Maria Claudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista - Ba, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 Com 95% de área colhida nas regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 07 de agosto de 2024. Meu nome é Rossana Maria Claudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista - Ba, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> Com 95% de área colhida nas regiões produtoras do Brasil, a safra 2024 avança rapidamente e se aproxima do final, mas o setor tem preocupação com as condições atuais do parque cafeeiro, principalmente com o rendimento da produção brasileira.<br /><br /> A produção de grãos canéforas está agora estimada em 21,2 milhões de sacas, 6,8% abaixo da previsão anterior, uma vez que as lavouras do Espírito Santo e da Bahia foram atingidas por condições de secas desfavoráveis e temperaturas elevadas, afetando o desenvolvimento dos grãos nos meses de setembro, outubro e novembro de 2023, resultando em grãos menores e rendimentos abaixo do normal.<br /><br /> No cenário internacional, a sustentação dos preços é influenciada pelo temor de uma oferta insuficiente e pelo impacto negativo que a seca no Vietnã pode ter sobre as plantações, comprometendo a produção global. A Volcafé projeta que a colheita de café robusta do Vietnã para o período de 2024/25 possa atingir somente 24 milhões de sacas, o que representaria a menor quantidade em treze anos, devido aos danos irreversíveis causados pela escassez de chuva nas floradas. No mercado físico brasileiro, o preço da saca se mantém estável, girando em torno de R$ 1.240,00, sem grandes alterações nos últimos dias.<br /><br /> Diante deste cenário, os produtores são aconselhados a continuar acompanhando o mercado do café, utilizar mecanismos de proteção disponíveis e aproveitar a volatilidade de alta dos preços. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br /> Com o lançamento do novo Plano Safra 2024/2025, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas as necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/08/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-08-2024-cenario-climatico--60929600</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de Agosto de 2024 meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  Em atenção ao fenômeno El Niño, de acordo com monitoramento da NOAA, modelos estatísticos consideram esse momento como sendo de neutralidade, e aponta-se a possível transição para um La Niña em meados de outubro, ou mais próximo do verão, no Hemisfério Sul.<br /><br />  Para este mês, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica previsão de chuva acima da média na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AP, em áreas pontuais na BA e Sul de SP. Chuvas próxima e abaixo da média em grande parte do país, com atenção para a região mais central do Brasil, em especial no Centro-Oeste. Algumas previsões não descartam chuvas ligeiramente acima na média nos litorais do Nordeste e Sul, devido a fenômenos meteorológicos locais.<br /><br />  Com tempo mais seco, se mantém a tendência de que as temperaturas fiquem acima da média em grande parte do país. Temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média foram apontadas para a Região Sul e litoral do Sudeste, devido à passagem de frentes frias.<br /><br />  De acordo com alguns modelos meteorológicos, ainda neste mês, existe a possibilidade da entrada de frente fria mais para a região central do Brasil, diferente do ocorrido no final de julho, onde foi mais litorânea. Com isso, pode ocorrer um enfraquecimento do bloqueio atmosférico e facilitar a entrada de umidade para essas regiões.<br /><br />  Entretanto, dependendo do volume de chuva, mesmo que pequeno para essa época, poderá ocasionar florescimento em algumas lavouras, tais como citrus e café. Se a estiagem agrícola se prolongar, haverá a possibilidade de uma “florada perdida”<br /><br />.   Desta forma, em função da época do próximo período de plantio da safra de verão e aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60929600</guid><pubDate>Tue, 06 Aug 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60929600/20240806_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="2872677" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 06 de Agosto de 2024 meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas – SP e falaremos sobre o cenário climático.

  Em atenção ao fenômeno El Niño, de acordo com monitoramento da NOAA,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de Agosto de 2024 meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  Em atenção ao fenômeno El Niño, de acordo com monitoramento da NOAA, modelos estatísticos consideram esse momento como sendo de neutralidade, e aponta-se a possível transição para um La Niña em meados de outubro, ou mais próximo do verão, no Hemisfério Sul.<br /><br />  Para este mês, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica previsão de chuva acima da média na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AP, em áreas pontuais na BA e Sul de SP. Chuvas próxima e abaixo da média em grande parte do país, com atenção para a região mais central do Brasil, em especial no Centro-Oeste. Algumas previsões não descartam chuvas ligeiramente acima na média nos litorais do Nordeste e Sul, devido a fenômenos meteorológicos locais.<br /><br />  Com tempo mais seco, se mantém a tendência de que as temperaturas fiquem acima da média em grande parte do país. Temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média foram apontadas para a Região Sul e litoral do Sudeste, devido à passagem de frentes frias.<br /><br />  De acordo com alguns modelos meteorológicos, ainda neste mês, existe a possibilidade da entrada de frente fria mais para a região central do Brasil, diferente do ocorrido no final de julho, onde foi mais litorânea. Com isso, pode ocorrer um enfraquecimento do bloqueio atmosférico e facilitar a entrada de umidade para essas regiões.<br /><br />  Entretanto, dependendo do volume de chuva, mesmo que pequeno para essa época, poderá ocasionar florescimento em algumas lavouras, tais como citrus e café. Se a estiagem agrícola se prolongar, haverá a possibilidade de uma “florada perdida”<br /><br />.   Desta forma, em função da época do próximo período de plantio da safra de verão e aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/08/2024 - Cenário do Pantanal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-08-2024-cenario-do-pantanal--60927856</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 05 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-Mato Grosso e falaremos sobre o Pantanal Sul-mato-grossense.<br /><br />O Pantanal, ou Planície Pantaneira, é uma grande depressão no meio da América do Sul e tido como a maior área úmida do planeta. Considerado o bioma mais bem conservado do Brasil, uma vez que mais de 80% de sua área total mantém a cobertura vegetal nativa<br /><br />. Em 2023 foi sancionada a Lei do Pantanal, primeira legislação voltada integralmente ao bioma, cujo artigo 1º dispõe sobre a conservação, a proteção, a restauração e a exploração ecologicamente sustentável da Área de Uso Restrito da Planície Pantaneira, no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul.<br /><br />E em razão da complexidade dos ecossistemas do Pantanal, existe a necessidade de utilização de um sistema de pastejo sustentável e adaptativo dessa forma evitando a degradação das pastagens, preservando a produção de forrageiras com qualidade nutritiva e quantidades necessárias ao bom desempenho da bovinocultura.<br /><br />Com as mudanças na sociedade em relação ao consumo alimentar e sua relação com os impactos da produção de alimento, o pecuarista pantaneiro tem procurado adotar boas práticas produtivas de carne bovina que sejam socialmente responsáveis, ambientalmente saudáveis e economicamente viáveis.<br /><br /> A certificação “Carne Orgânica Pantaneira” iniciou-se com a formação da Associação Brasileira de Produtos Orgânicos - ABPO, criada em 2001 por pecuaristas pantaneiros, que elaboraram um protocolo de produção. Para a obtenção do “selo de certificação orgânica” o pecuarista deve produzir a carne orgânica de acordo com o protocolo nacional. O animal é criado solto no pasto sem uso de insumos químicos, e com eventual suplementação feita com grãos não-transgênicos. A prevenção e o tratamento de doenças destes animais são feitos com homeopatia ou fitoterapia, as vacinas obrigatórias são aceitas. Se o criador precisar recorrer a medicamentos farmacêuticos convencionais, o animal deixa de ser orgânico.<br /><br />  O selo de “boi sustentável” reconhece o animal nascido e criado dentro do sistema produtivo tradicional pantaneiro, sistema esse que possui característica pastoril que só existe nessa região, sendo sua origem rastreada. A carne sustentável é produzida mediante o cumprimento das regras e princípios estabelecidos no Memorial Descritivo e Manual de Procedimentos Operacionais do Protocolo do Programa de Certificação da Linha “Carne Sustentável ABPO”, registrado na Confederação Nacional de Agricultura -CNA.<br /><br /> Os selos de certificação geram incremento na receita do produto para o pecuarista, uma vez que os abatedouros pagam de 5% a 10% a mais na arroba dos bovinos que forem certificados na modalidade “Pantanal Orgânico” além de isenção de 67% do ICMS, e, para modalidade “Pantanal Sustentável” a isenção de 50% do ICMS.<br /><br /> Em consonância com Guia de melhores práticas pecuárias da planície pantaneira – Embrapa 2021 e a nova Lei do Pantanal, o BB disponibiliza linhas de investimento para recuperação de pastagens degradadas e Custeio agropecuário com o qual você pode financiar diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60927856</guid><pubDate>Mon, 05 Aug 2024 20:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60927856/20240805_bbcast_agro_pantanal.mp3" length="4498120" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 05 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-Mato Grosso e falaremos sobre o Pantanal Sul-mato-grossense.

O Pantanal, ou Planície Pantaneira, é uma grande depressão no meio...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 05 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-Mato Grosso e falaremos sobre o Pantanal Sul-mato-grossense.<br /><br />O Pantanal, ou Planície Pantaneira, é uma grande depressão no meio da América do Sul e tido como a maior área úmida do planeta. Considerado o bioma mais bem conservado do Brasil, uma vez que mais de 80% de sua área total mantém a cobertura vegetal nativa<br /><br />. Em 2023 foi sancionada a Lei do Pantanal, primeira legislação voltada integralmente ao bioma, cujo artigo 1º dispõe sobre a conservação, a proteção, a restauração e a exploração ecologicamente sustentável da Área de Uso Restrito da Planície Pantaneira, no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul.<br /><br />E em razão da complexidade dos ecossistemas do Pantanal, existe a necessidade de utilização de um sistema de pastejo sustentável e adaptativo dessa forma evitando a degradação das pastagens, preservando a produção de forrageiras com qualidade nutritiva e quantidades necessárias ao bom desempenho da bovinocultura.<br /><br />Com as mudanças na sociedade em relação ao consumo alimentar e sua relação com os impactos da produção de alimento, o pecuarista pantaneiro tem procurado adotar boas práticas produtivas de carne bovina que sejam socialmente responsáveis, ambientalmente saudáveis e economicamente viáveis.<br /><br /> A certificação “Carne Orgânica Pantaneira” iniciou-se com a formação da Associação Brasileira de Produtos Orgânicos - ABPO, criada em 2001 por pecuaristas pantaneiros, que elaboraram um protocolo de produção. Para a obtenção do “selo de certificação orgânica” o pecuarista deve produzir a carne orgânica de acordo com o protocolo nacional. O animal é criado solto no pasto sem uso de insumos químicos, e com eventual suplementação feita com grãos não-transgênicos. A prevenção e o tratamento de doenças destes animais são feitos com homeopatia ou fitoterapia, as vacinas obrigatórias são aceitas. Se o criador precisar recorrer a medicamentos farmacêuticos convencionais, o animal deixa de ser orgânico.<br /><br />  O selo de “boi sustentável” reconhece o animal nascido e criado dentro do sistema produtivo tradicional pantaneiro, sistema esse que possui característica pastoril que só existe nessa região, sendo sua origem rastreada. A carne sustentável é produzida mediante o cumprimento das regras e princípios estabelecidos no Memorial Descritivo e Manual de Procedimentos Operacionais do Protocolo do Programa de Certificação da Linha “Carne Sustentável ABPO”, registrado na Confederação Nacional de Agricultura -CNA.<br /><br /> Os selos de certificação geram incremento na receita do produto para o pecuarista, uma vez que os abatedouros pagam de 5% a 10% a mais na arroba dos bovinos que forem certificados na modalidade “Pantanal Orgânico” além de isenção de 67% do ICMS, e, para modalidade “Pantanal Sustentável” a isenção de 50% do ICMS.<br /><br /> Em consonância com Guia de melhores práticas pecuárias da planície pantaneira – Embrapa 2021 e a nova Lei do Pantanal, o BB disponibiliza linhas de investimento para recuperação de pastagens degradadas e Custeio agropecuário com o qual você pode financiar diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>282</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,bioma,broto,pantanal,pantaneira,planície</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/577facef9ed1cb4fbf5a91625c8b1060.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/08/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-08-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60904991</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 5 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Em Chicago, os principais pontos de atenção permaneçam sob a corrida presidencial norte-americana, os reflexos na política econômica externa e o clima do país para os próximos dias. A recente ata divulgada pelo COPOM pode trazer flutuações para o câmbio brasileiro refletindo nas cotações da safra 2024/2025. O desbalanço entre demanda e oferta mundial continuarão pressionando as cotações da oleaginosa. A Agência climática norte-americana (NOAA) divulgou novos boletins apontando que o clima não será tão seco e quente como o indicado inicialmente para o final de julho e início de agosto. As alterações no cenário para um clima mais ameno, reforçando o aumento na oferta global de soja frente à estabilidade da demanda, o cenário político americano e a firmeza cambial com melhoria dos prêmios nos portos, irão ditar o mercado para a próxima semana. No Brasil o cenário irá permanecer estável nas cotações de curto prazo e no médio e longo prazos, permanecem os fundamentos baixistas.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), para os próximos dias é esperado chuvas acima da média em praticamente todo território norte americano, com temperaturas mais amenas ao norte e uma tendência de clima mais quente ao sul. As condições favoráveis podem melhorar as lavouras que estão nos estádios de espigamento e enchimento de grãos.   Na Argentina, a perspectiva para os próximos dias é de temperaturas altas e chuvas escassas, de acordo com relatório divulgado no dia 31/07/2024 pela Bolsa de Cereais. Esta previsão favorece o andamento da colheita no país. O documento ainda traz um alerta de possibilidade de geada ao sul da argentina, podendo prejudicar algumas lavouras da localidade.  No Brasil, o tempo firme deve continuar na maior parte do país, favorecendo o andamento da colheita que, de acordo com a CONAB, chegou a 86% da área cultivada. O aumento da oferta do cereal no mercado interno pode continuar a pressionar as cotações no curto prazo, podendo levar os preços a estabilidade com viés de baixa.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Há estimativa de manutenção na volatilidade das cotações nas bolsas ICE Nova Iorque e Londres, com suporte nos efeitos negativos do clima na Ásia e no Brasil. Existe perspectiva de manutenção na estratégia de comercialização pelos cafeicultores na atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas mais imediatas e da colheita. A previsão é de que sejam mantidas as condições climáticas brasileiras para os próximos dias, com temperaturas acima da média e sem previsão de chuvas. A Rural Clima informou que teremos retorno do período chuvoso somente em meados de setembro/2024 para as principais regiões produtoras do sudeste brasileiro. Há recomendações técnicas para atenção no estado vegetativo e sanitário das lavouras de café após o final da colheita, visando a próxima safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O mercado físico poderá apresentar preços melhores, com um fluxo de negócios maior em comparação à semana anterior, isso devido a reposição do consumo na volta as aulas e no dia dos pais. Os confinamentos de SP, MG e GO estão com as vagas quase todas preenchidas, isso indica um bom número de animais terminados para o segundo semestre, com uma oferta no mínimo semelhante à 2023. O Ministério da Agricultura e Pecuária encaminhou à Organização Mundial de Saúde Animal uma notificação divulgando o encerramento do foco de Newcastle ocorrido no Rio Grande do Sul e aguarda a retirada da suspensão das exportações de carne de aves e seus produtos, isso não deverá causar impacto no mercado bovino. O confinador precisa ficar bem atento aos seus custos de produção, e por melhores oportunidades de preços futuros da B3 para garantir uma boa margem.  <br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60904991</guid><pubDate>Mon, 05 Aug 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60904991/20240805_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5701425" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 5 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 5 de agosto de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Em Chicago, os principais pontos de atenção permaneçam sob a corrida presidencial norte-americana, os reflexos na política econômica externa e o clima do país para os próximos dias. A recente ata divulgada pelo COPOM pode trazer flutuações para o câmbio brasileiro refletindo nas cotações da safra 2024/2025. O desbalanço entre demanda e oferta mundial continuarão pressionando as cotações da oleaginosa. A Agência climática norte-americana (NOAA) divulgou novos boletins apontando que o clima não será tão seco e quente como o indicado inicialmente para o final de julho e início de agosto. As alterações no cenário para um clima mais ameno, reforçando o aumento na oferta global de soja frente à estabilidade da demanda, o cenário político americano e a firmeza cambial com melhoria dos prêmios nos portos, irão ditar o mercado para a próxima semana. No Brasil o cenário irá permanecer estável nas cotações de curto prazo e no médio e longo prazos, permanecem os fundamentos baixistas.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), para os próximos dias é esperado chuvas acima da média em praticamente todo território norte americano, com temperaturas mais amenas ao norte e uma tendência de clima mais quente ao sul. As condições favoráveis podem melhorar as lavouras que estão nos estádios de espigamento e enchimento de grãos.   Na Argentina, a perspectiva para os próximos dias é de temperaturas altas e chuvas escassas, de acordo com relatório divulgado no dia 31/07/2024 pela Bolsa de Cereais. Esta previsão favorece o andamento da colheita no país. O documento ainda traz um alerta de possibilidade de geada ao sul da argentina, podendo prejudicar algumas lavouras da localidade.  No Brasil, o tempo firme deve continuar na maior parte do país, favorecendo o andamento da colheita que, de acordo com a CONAB, chegou a 86% da área cultivada. O aumento da oferta do cereal no mercado interno pode continuar a pressionar as cotações no curto prazo, podendo levar os preços a estabilidade com viés de baixa.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Há estimativa de manutenção na volatilidade das cotações nas bolsas ICE Nova Iorque e Londres, com suporte nos efeitos negativos do clima na Ásia e no Brasil. Existe perspectiva de manutenção na estratégia de comercialização pelos cafeicultores na atual safra, com vendas parciais para cumprir com as despesas mais imediatas e da colheita. A previsão é de que sejam mantidas as condições climáticas brasileiras para os próximos dias, com temperaturas acima da média e sem previsão de chuvas. A Rural Clima informou que teremos retorno do período chuvoso somente em meados de setembro/2024 para as principais regiões produtoras do sudeste brasileiro. Há recomendações técnicas para atenção no estado vegetativo e sanitário das lavouras de café após o final da colheita, visando a próxima safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O mercado físico poderá apresentar preços melhores, com um fluxo de negócios maior em comparação à semana anterior, isso devido a reposição do consumo na volta as aulas e no dia dos pais. Os confinamentos de SP, MG e GO estão com as vagas quase todas preenchidas, isso indica um bom número de animais terminados para o segundo semestre, com uma oferta no mínimo semelhante à 2023. O...]]></itunes:summary><itunes:duration>357</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/08/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-08-2024-cenario-do-milho--60899099</link><description><![CDATA[    Olá, hoje é sexta-feira, 02 de agosto de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Chegamos ao final de julho, e os preços futuros na Bolsa de Chicago (CBOT) se movimentaram negativamente no período. Entre os dias 01 de julho e 30 de julho, o contrato referência setembro/24 apresentou queda de 4,48%, encerrando na última terça-feira, cotado a US$ 3,88/bushel. Apesar da volatilidade no decorrer do mês, as boas perspectivas da safra americana 2024/25 continuam sendo o principal fundamento negativo para o mercado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório divulgado no dia 29 de julho, 68% das lavouras encontram-se entre boas a excelentes, estando treze pontos percentuais acima em relação ao mesmo período da safra passada.<br /><br />  No próximo dia 12 de agosto, o órgão divulgará seu boletim de oferta e demanda global, que poderá sinalizar ao mercado a expectativa de boa produção norte-americana.<br /><br />  Aqui no Brasil, de acordo com a Conab, cerca de 90% da área do milho 2ª safra já foi colhida. Apesar do adiantado da colheita e a maior disponibilidade do cereal no mercado interno, os preços físicos melhoram em julho. Observou-se aumento de R$1,00 por saca de milho no indicador referência CEPEA/B3, entre os dias 01/07 à 30/07. Esse incremento dos preços pode ter vindo da comercialização retraída, com produtores buscando maiores preços para ampliar suas vendas, além da valorização cambial, que têm dado suporte para as cotações.<br /><br />  No dia 30/07, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 58,35 por saca.       O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,62 e R$ 59,41 por saca, e  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 60,52 e R$ 63,27 por saca.<br /><br />    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60899099</guid><pubDate>Fri, 02 Aug 2024 13:43:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60899099/20240802_bbcast_agro_milho.mp3" length="3142261" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>    Olá, hoje é sexta-feira, 02 de agosto de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Chegamos ao final de julho, e os preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[    Olá, hoje é sexta-feira, 02 de agosto de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Chegamos ao final de julho, e os preços futuros na Bolsa de Chicago (CBOT) se movimentaram negativamente no período. Entre os dias 01 de julho e 30 de julho, o contrato referência setembro/24 apresentou queda de 4,48%, encerrando na última terça-feira, cotado a US$ 3,88/bushel. Apesar da volatilidade no decorrer do mês, as boas perspectivas da safra americana 2024/25 continuam sendo o principal fundamento negativo para o mercado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório divulgado no dia 29 de julho, 68% das lavouras encontram-se entre boas a excelentes, estando treze pontos percentuais acima em relação ao mesmo período da safra passada.<br /><br />  No próximo dia 12 de agosto, o órgão divulgará seu boletim de oferta e demanda global, que poderá sinalizar ao mercado a expectativa de boa produção norte-americana.<br /><br />  Aqui no Brasil, de acordo com a Conab, cerca de 90% da área do milho 2ª safra já foi colhida. Apesar do adiantado da colheita e a maior disponibilidade do cereal no mercado interno, os preços físicos melhoram em julho. Observou-se aumento de R$1,00 por saca de milho no indicador referência CEPEA/B3, entre os dias 01/07 à 30/07. Esse incremento dos preços pode ter vindo da comercialização retraída, com produtores buscando maiores preços para ampliar suas vendas, além da valorização cambial, que têm dado suporte para as cotações.<br /><br />  No dia 30/07, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 58,35 por saca.       O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,62 e R$ 59,41 por saca, e  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 60,52 e R$ 63,27 por saca.<br /><br />    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/08/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-08-2024-cenario-do-boi-gordo--60880301</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 01 de agosto de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  Nos principais polos pecuários, após um período de melhora na cotação da arroba, o preço pago ao pecuarista no mercado físico apresentou estabilidade, sendo que o valor pago no estado de São Paulo para o boi gordo foi de R$ 230,00 e para o boi padrão “China” R$ 235,00, com as escalas médias dos frigoríficos de 9 a 10 dias.<br /><br /> O Ministério da Agricultura e Pecuária encaminhou a Organização Mundial de Saúde Animal uma notificação divulgando o encerramento do foco de Newcastle ocorrido no Rio Grande do Sul, e aguarda a retirada da suspensão das exportações de carne de aves e seus produtos e não deverá causar impacto no mercado bovino.<br /><br /> No dia 30 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 232,60, com alta de 0,11% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 232,20.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 216 mil toneladas de carne bovina in natura no mês de julho de 2024, volume 34% maior do que o mesmo mês de 2023, no qual foram exportadas cerca de 160 mil toneladas. O preço médio da tonelada foi de US$4.416,00, queda de 6,8% em relação ao mês de julho de 2023.<br /><br /> Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda<br /><br /> – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 234,00 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 231,00 e 239,00 /@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60880301</guid><pubDate>Thu, 01 Aug 2024 10:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60880301/20240801_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3644230" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 01 de agosto de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

  Nos principais polos pecuários, após um período de melhora na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 01 de agosto de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  Nos principais polos pecuários, após um período de melhora na cotação da arroba, o preço pago ao pecuarista no mercado físico apresentou estabilidade, sendo que o valor pago no estado de São Paulo para o boi gordo foi de R$ 230,00 e para o boi padrão “China” R$ 235,00, com as escalas médias dos frigoríficos de 9 a 10 dias.<br /><br /> O Ministério da Agricultura e Pecuária encaminhou a Organização Mundial de Saúde Animal uma notificação divulgando o encerramento do foco de Newcastle ocorrido no Rio Grande do Sul, e aguarda a retirada da suspensão das exportações de carne de aves e seus produtos e não deverá causar impacto no mercado bovino.<br /><br /> No dia 30 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 232,60, com alta de 0,11% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 232,20.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 216 mil toneladas de carne bovina in natura no mês de julho de 2024, volume 34% maior do que o mesmo mês de 2023, no qual foram exportadas cerca de 160 mil toneladas. O preço médio da tonelada foi de US$4.416,00, queda de 6,8% em relação ao mês de julho de 2023.<br /><br /> Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda<br /><br /> – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 234,00 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 231,00 e 239,00 /@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7435cff5f2234b8302f0a0557be6bd0b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/07/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-07-2024-cenario-do-algodao--60875273</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 31 de julho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> A cotação da pluma na Bolsa de Nova Iorque apresentou baixa volatilidade em julho, comparando-se com os meses anteriores. A média de preço esteve próxima a cUS$ 70/lbp (até o dia 29).<br /><br />A menor oscilação é reflexo da reação do mercado à provável consolidação dos números da safra brasileira, de 3,6 milhões de toneladas de pluma, e da safra americana, com expectativa de aumento de produção em 32,5%, a menor taxa de abandono de lavouras em relação ao ciclo 23/24.<br /><br /> No Brasil, a colheita está no início, sendo estimado cerca de 10% da área colhida, com relatos de boas produtividades até o momento. O prognóstico é de que se confirme o aumento de 14,6% na produção final comparada à safra passada. Vale ressaltar que o aumento de 16,9% na área de plantio contribuiu para esta maior produção.<br /><br />Outro feito positivo é que o Brasil ultrapassou os Estados Unidos em exportações: 2,7 milhões de toneladas contra 2,5 milhões, considerando o período de agosto de 2023 a junho de 2024, conforme dados do Departamento de Agricultura Norte-Americano (USDA), publicado no boletim de julho.<br /><br /> O aumento no volume exportado é fruto do empenho da ABRAPA (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), e seus adidos lotados em diversos países, sobretudo na Ásia, além do Ministério da Agricultura e a ANEA (Associação Nacional dos Exportadores de Algodão). O valor médio da cotação do dólar em julho (de R$ 5,54 até o dia 29) tem sustentado o preço no mercado nacional, alcançando patamares próximos a R$4,10/lbp da pluma (indicador do índice CEPEA).<br /><br />É importante a atenção do cotonicultor a estas oscilações de preços e à moeda norte-americana. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />- Novembro/24 com strike entre U$c 64 e U$c 67/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60875273</guid><pubDate>Wed, 31 Jul 2024 15:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60875273/20240731_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2629843" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 31 de julho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.

 A cotação da pluma na Bolsa de Nova Iorque apresentou baixa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 31 de julho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> A cotação da pluma na Bolsa de Nova Iorque apresentou baixa volatilidade em julho, comparando-se com os meses anteriores. A média de preço esteve próxima a cUS$ 70/lbp (até o dia 29).<br /><br />A menor oscilação é reflexo da reação do mercado à provável consolidação dos números da safra brasileira, de 3,6 milhões de toneladas de pluma, e da safra americana, com expectativa de aumento de produção em 32,5%, a menor taxa de abandono de lavouras em relação ao ciclo 23/24.<br /><br /> No Brasil, a colheita está no início, sendo estimado cerca de 10% da área colhida, com relatos de boas produtividades até o momento. O prognóstico é de que se confirme o aumento de 14,6% na produção final comparada à safra passada. Vale ressaltar que o aumento de 16,9% na área de plantio contribuiu para esta maior produção.<br /><br />Outro feito positivo é que o Brasil ultrapassou os Estados Unidos em exportações: 2,7 milhões de toneladas contra 2,5 milhões, considerando o período de agosto de 2023 a junho de 2024, conforme dados do Departamento de Agricultura Norte-Americano (USDA), publicado no boletim de julho.<br /><br /> O aumento no volume exportado é fruto do empenho da ABRAPA (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), e seus adidos lotados em diversos países, sobretudo na Ásia, além do Ministério da Agricultura e a ANEA (Associação Nacional dos Exportadores de Algodão). O valor médio da cotação do dólar em julho (de R$ 5,54 até o dia 29) tem sustentado o preço no mercado nacional, alcançando patamares próximos a R$4,10/lbp da pluma (indicador do índice CEPEA).<br /><br />É importante a atenção do cotonicultor a estas oscilações de preços e à moeda norte-americana. Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />- Novembro/24 com strike entre U$c 64 e U$c 67/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>165</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/07/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-07-2024-cenario-da-cana-de-acucar--60854139</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de julho de 2024, eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />​   As previsões de chuvas para essa safra estão ocorrendo sob a influência do La Niña e continuam as atenções para os próximos meses, com uma tendência de serem menos chuvosos, com favorecimento para a colheita.<br /><br />  Essa mesma falta de chuva que favorece a colheita, pode afetar de maneira negativa a produção de matéria prima e aponta-se a tendência de uma safra um pouco menor que a passada. Estes acontecimentos podem ter reflexos também para a próxima safra, 25/26.<br /><br />  No acumulado até 16 de julho, a moagem atingiu 281,58 milhões de toneladas, ante 259,03 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior, crescimento de 8,71%.<br /><br />  As chuvas, abaixo do normal no Brasil, apontam para uma safra menor, o que pode fazer com que a produção de açúcar possa diminuir em 2 milhões de toneladas.<br /><br />  Na Índia, o período das monções (chuvas) é essencial para o desenvolvimento da cana. Até agora, as chuvas estão entre a média e acima da média, o que tem sido bastante favorável para o desenvolvimento da matéria-prima no país.<br /><br />  O contrato de açúcar bruto, com vencimento em outubro, fechou em queda de 0,24 centavo de dólar, ou 1,3%, indo a 18,42 centavos de dólar por libra-peso, após ter subido 4,2% na quinta-feira. A queda foi de 1,3% na semana.<br /><br />  Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60854139</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60854139/20240730bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3220419" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de julho de 2024, eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.

​   As previsões de chuvas para essa safra estão ocorrendo sob a influência...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de julho de 2024, eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e hoje falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />​   As previsões de chuvas para essa safra estão ocorrendo sob a influência do La Niña e continuam as atenções para os próximos meses, com uma tendência de serem menos chuvosos, com favorecimento para a colheita.<br /><br />  Essa mesma falta de chuva que favorece a colheita, pode afetar de maneira negativa a produção de matéria prima e aponta-se a tendência de uma safra um pouco menor que a passada. Estes acontecimentos podem ter reflexos também para a próxima safra, 25/26.<br /><br />  No acumulado até 16 de julho, a moagem atingiu 281,58 milhões de toneladas, ante 259,03 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior, crescimento de 8,71%.<br /><br />  As chuvas, abaixo do normal no Brasil, apontam para uma safra menor, o que pode fazer com que a produção de açúcar possa diminuir em 2 milhões de toneladas.<br /><br />  Na Índia, o período das monções (chuvas) é essencial para o desenvolvimento da cana. Até agora, as chuvas estão entre a média e acima da média, o que tem sido bastante favorável para o desenvolvimento da matéria-prima no país.<br /><br />  O contrato de açúcar bruto, com vencimento em outubro, fechou em queda de 0,24 centavo de dólar, ou 1,3%, indo a 18,42 centavos de dólar por libra-peso, após ter subido 4,2% na quinta-feira. A queda foi de 1,3% na semana.<br /><br />  Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-07-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60817762</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O Mercado do clima continue como ponto de atenção na precificação das comodities na Bolsa de Chicago. Uma onda de calor está prevista para a próxima semana no cinturão produtor norte-americano, o que pode trazer volatilidade no mercado. As incertezas sobre o ritmo de crescimento da economia chinesa é outro fator que irá adicionar pressão às cotações. As estimativas de bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja irão pressionar os preços na Bolsa de Chicago. A Agência climática norte-americana (NOAA) indica para os próximos 10 dias a probabilidade de chuvas abaixo da média nas regiões produtoras dos EUA, com temperaturas bem elevadas. No Brasil os prêmios com curva ascendente e câmbio valorizado irão dar sustentação às cotações. O cenário é estabilidade para as cotações de curto prazo e, no médio e longo prazos, permanecem com fundamentos baixistas.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para os próximos dias é esperado temperaturas acima da média nos EUA, cobrindo praticamente todo país. Chuvas abaixo da normalidade devem ocorrer no Centro-Oeste do cinturão do milho, podendo prejudicar as condições das lavouras e levar à valorização do cereal no mercado externo. Na Argentina, a colheita do milho segue em ritmo acelerado no norte, por conta do plantio tardio da cultura e no sul, a alta umidade impacta negativamente a colheita. Contudo, de acordo com a Bolsa de Cereais, a perspectiva de produtividade ainda é boa, com produção acima de 46 milhões de toneladas. No Brasil, conforme a Conab em 22/07, a colheita do milho 2ª safra chegou a 79,6% do total da área. O ritmo encontra-se em 31,7 pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado. Com a colheita no Mato Grosso praticamente encerrada, outros importantes estados produtores estão chegando na reta final, como o Paraná (67%), Mato Grosso do Sul (62%) e Goiás (62%). Os preços podem se manter em estabilidade com viés de alta, caso tenha apoio no dólar e os vendedores continuem retraídos na comercialização.<br />  <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> O Mercado continuará com oscilações com foco no clima do Vietnã e rápida colheita no Brasil. A perspectiva para esta semana é de atingir a colheita de 80% da safra brasileira 2024. Produtores continuarão participando do mercado aproveitando os bons preços atuais do arábica e conilon, porém de forma lenta para cobrir as despesas da colheita e outros compromissos imediatos. Sem previsão de chuvas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, os produtores ficam atentos ao desenvolvimento vegetativo para a safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade dos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O mercado físico deverá apresentar preços estáveis, com um fluxo de negócios mais lento em comparação à semana anterior. O aumento previsto de 2,5% no confinamento de gado em 2024 reflete uma adaptação dos pecuaristas brasileiros às condições climáticas e de mercado, adotando estratégias que garantem tanto a produtividade quanto a rentabilidade. Os frigoríficos estão evitando aumentos significativos nos preços da arroba do boi gordo, aguardando a chegada de animais confinados ao mercado. Considerando a grande incidência de contratos a termo nesta temporada, os temores em relação ao caso de Doença de Newcastle no mercado da carne de frango e as potenciais consequências na formação de preço das proteínas concorrentes também são levados em conta. O confinador precisa ficar bem atento aos seus custos de produção e aproveitar as oportunidades de preços futuros da B3 para garantir a margem.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60817762</guid><pubDate>Mon, 29 Jul 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60817762/20240729_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5508328" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O Mercado do clima continue como ponto de atenção na precificação das comodities na Bolsa de Chicago. Uma onda de calor está prevista para a próxima semana no cinturão produtor norte-americano, o que pode trazer volatilidade no mercado. As incertezas sobre o ritmo de crescimento da economia chinesa é outro fator que irá adicionar pressão às cotações. As estimativas de bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja irão pressionar os preços na Bolsa de Chicago. A Agência climática norte-americana (NOAA) indica para os próximos 10 dias a probabilidade de chuvas abaixo da média nas regiões produtoras dos EUA, com temperaturas bem elevadas. No Brasil os prêmios com curva ascendente e câmbio valorizado irão dar sustentação às cotações. O cenário é estabilidade para as cotações de curto prazo e, no médio e longo prazos, permanecem com fundamentos baixistas.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para os próximos dias é esperado temperaturas acima da média nos EUA, cobrindo praticamente todo país. Chuvas abaixo da normalidade devem ocorrer no Centro-Oeste do cinturão do milho, podendo prejudicar as condições das lavouras e levar à valorização do cereal no mercado externo. Na Argentina, a colheita do milho segue em ritmo acelerado no norte, por conta do plantio tardio da cultura e no sul, a alta umidade impacta negativamente a colheita. Contudo, de acordo com a Bolsa de Cereais, a perspectiva de produtividade ainda é boa, com produção acima de 46 milhões de toneladas. No Brasil, conforme a Conab em 22/07, a colheita do milho 2ª safra chegou a 79,6% do total da área. O ritmo encontra-se em 31,7 pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado. Com a colheita no Mato Grosso praticamente encerrada, outros importantes estados produtores estão chegando na reta final, como o Paraná (67%), Mato Grosso do Sul (62%) e Goiás (62%). Os preços podem se manter em estabilidade com viés de alta, caso tenha apoio no dólar e os vendedores continuem retraídos na comercialização.<br />  <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> O Mercado continuará com oscilações com foco no clima do Vietnã e rápida colheita no Brasil. A perspectiva para esta semana é de atingir a colheita de 80% da safra brasileira 2024. Produtores continuarão participando do mercado aproveitando os bons preços atuais do arábica e conilon, porém de forma lenta para cobrir as despesas da colheita e outros compromissos imediatos. Sem previsão de chuvas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, os produtores ficam atentos ao desenvolvimento vegetativo para a safra 2025. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos, dólar alto e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade dos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O mercado físico deverá apresentar preços estáveis, com um fluxo de negócios mais lento em comparação à semana anterior. O aumento previsto de 2,5% no confinamento de gado em 2024 reflete uma adaptação dos pecuaristas brasileiros às condições climáticas e de mercado, adotando estratégias que garantem tanto a produtividade quanto a rentabilidade. Os frigoríficos estão evitando aumentos significativos nos preços da arroba do boi gordo, aguardando a chegada de animais confinados ao mercado. Considerando a grande incidência de contratos a termo nesta temporada, os temores em relação ao caso de Doença de Newcastle no mercado da carne de frango e as potenciais consequências na...]]></itunes:summary><itunes:duration>345</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/07/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-07-2024-cenario-da-soja--60815014</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 26 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> Segundo o USDA, a estimativa de área para a safra 24/25 no Brasil é de 47,3 milhões de hectares, aumento de 1,9% em relação ao ano anterior e produção de 169 milhões de toneladas.<br /><br /> De acordo com a NOAA, no Brasil existe uma alta probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, que pode afetar a safra 2024/25, com possibilidade de redução das precipitações pluviométricas no cone sul, e maiores precipitações no centro norte do país. Nos EUA as previsões climáticas sinalizam condições ainda favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja. Os volumes devem ficar entre 15 e 35mm nas principais regiões produtoras norte-americana, esses volumes estão abaixo da média histórica para esse período. Teremos também, para essa semana, temperaturas mais elevadas, o que pode em alguma região ser prejudicial às lavouras de soja.<br /><br /> O indicador CEPEA em 24/07 foi cotado a R$ 141,12,00/saca, apresentando estabilidade em relação ao início do mês. O prêmio nos portos permanece em US$ 0,35/bushel com referência para agosto/24. O contrato de soja na CBOT com vencimento em agosto/24 encerrou o dia 24/07 cotado a US$ 11,10/bushel, queda de 3,3% em relação ao observado no início do mês de julho, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.<br /><br /> O mercado também está sendo pressionado pelos movimentos da corrida presidencial nos Estados Unidos, principalmente em relação às possíveis tensões comerciais com a China Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - ago/24 com strike/preço garantido entre U$ 10,46 e U$ 10,75/bushel e - outl/24 com strike entre U$ 10,26 e U$ 10,79/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60815014</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2024 15:05:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60815014/20240726_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="2917399" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 26 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

 Segundo o USDA, a estimativa de área para a safra 24/25 no Brasil é de 47,3...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 26 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> Segundo o USDA, a estimativa de área para a safra 24/25 no Brasil é de 47,3 milhões de hectares, aumento de 1,9% em relação ao ano anterior e produção de 169 milhões de toneladas.<br /><br /> De acordo com a NOAA, no Brasil existe uma alta probabilidade da ocorrência do fenômeno climático La Niña, que pode afetar a safra 2024/25, com possibilidade de redução das precipitações pluviométricas no cone sul, e maiores precipitações no centro norte do país. Nos EUA as previsões climáticas sinalizam condições ainda favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja. Os volumes devem ficar entre 15 e 35mm nas principais regiões produtoras norte-americana, esses volumes estão abaixo da média histórica para esse período. Teremos também, para essa semana, temperaturas mais elevadas, o que pode em alguma região ser prejudicial às lavouras de soja.<br /><br /> O indicador CEPEA em 24/07 foi cotado a R$ 141,12,00/saca, apresentando estabilidade em relação ao início do mês. O prêmio nos portos permanece em US$ 0,35/bushel com referência para agosto/24. O contrato de soja na CBOT com vencimento em agosto/24 encerrou o dia 24/07 cotado a US$ 11,10/bushel, queda de 3,3% em relação ao observado no início do mês de julho, esta queda reflete o bom desenvolvimento da safra-norte americana e a expectativa de uma ampla oferta mundial da soja.<br /><br /> O mercado também está sendo pressionado pelos movimentos da corrida presidencial nos Estados Unidos, principalmente em relação às possíveis tensões comerciais com a China Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - ago/24 com strike/preço garantido entre U$ 10,46 e U$ 10,75/bushel e - outl/24 com strike entre U$ 10,26 e U$ 10,79/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/07/2024 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-07-2024-cenario-da-avicultura-de-corte--60800970</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 25 de julho de 2024, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, no primeiro trimestre de 2024, foram produzidas cerca de 3,4 milhões de toneladas de carcaça, volume 1,8% menor do que no mesmo período de 2023.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em junho de 2024, reduziram 3% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 408,5 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.785 por tonelada.<br /><br /> No mês de junho de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 3,6% em relação ao mês de maio de 2024, passando de R$ 4,42 para R$4,58 por kg de peso vivo produzido.<br /><br /> No mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja, em 22/07, está cotado a R$ 5,20 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foi confirmada a ocorrência de um foco da Doença de New Castle no Estado do Rio Grande do Sul e que preventivamente suspendeu a exportação de carne de aves e seus produtos para alguns países, cujos acordos bilaterais previam esta medida. Ações de sanitização e desinfecção do foco já foram tomadas, assim como investigações epidemiológicas nas zonas de vigilância previstas no plano de contingência Zoosanitária, publicado pelo Ministério da Agricultura em junho de 2023.<br /><br /> Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60800970</guid><pubDate>Thu, 25 Jul 2024 12:46:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60800970/20240725_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="2262039" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 25 de julho de 2024, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.

 De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 25 de julho de 2024, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, no primeiro trimestre de 2024, foram produzidas cerca de 3,4 milhões de toneladas de carcaça, volume 1,8% menor do que no mesmo período de 2023.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em junho de 2024, reduziram 3% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 408,5 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.785 por tonelada.<br /><br /> No mês de junho de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 3,6% em relação ao mês de maio de 2024, passando de R$ 4,42 para R$4,58 por kg de peso vivo produzido.<br /><br /> No mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja, em 22/07, está cotado a R$ 5,20 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foi confirmada a ocorrência de um foco da Doença de New Castle no Estado do Rio Grande do Sul e que preventivamente suspendeu a exportação de carne de aves e seus produtos para alguns países, cujos acordos bilaterais previam esta medida. Ações de sanitização e desinfecção do foco já foram tomadas, assim como investigações epidemiológicas nas zonas de vigilância previstas no plano de contingência Zoosanitária, publicado pelo Ministério da Agricultura em junho de 2023.<br /><br /> Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>142</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/07/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-07-2024-cenario-do-cafe-arabica--60788532</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de julho de 2024. Sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança Minas Gerais e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  O clima seco tem permitido o avanço da colheita mais rápido do que em anos anteriores nas principais regiões cafeeiras. Há estimativa de que 70% da área de produção do arábica já esteja colhida. Este tempo seco com temperaturas acima da média traz muita preocupação para o próximo ciclo.<br /><br />  As previsões sobre o volume de café arábica estão passando por revisões a partir das informações de menor tamanho de grãos colhidos, peneira menor, e de menor rendimento entre o café no terreiro e o café beneficiado. Esta estimativa de redução de produção pelas principais consultorias chamam a atenção do mercado.<br /><br /> <b> </b> Os preços do arábica continuam com alta volatilidade nas bolsas, ora com viés de alta, e ora com viés de baixa. Os preços no mercado físico tiveram alta em pleno período da colheita brasileira.   Além da preocupação com a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas no Vietnã, maior produtor de café robusta. Estas condições ainda trazem muita preocupação, já que o Vietnã informou exportação abaixo do esperado no mês de junho, fator que repercutiu nos preços do arábica.<br /><br />  Diante dessas incertezas de clima, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos a perspectiva de manutenção das oscilações de preços. Em 22 de julho de 2024, os preços no Brasil, nas principais praças, registraram uma média acima de R$ 1.450,00 por saca, para o arábica.<br /><br />  O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, bem como, proteção contra intempéries, além de fixação de preços, possibilitando assegurar margens de lucro diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />  Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadorias e o termo de opções agro para as margens de rentabilidade na cafeicultura.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60788532</guid><pubDate>Wed, 24 Jul 2024 14:18:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60788532/20240724_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2336017" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 24 de julho de 2024. Sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança Minas Gerais e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.

  O clima seco tem permitido o avanço da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de julho de 2024. Sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança Minas Gerais e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  O clima seco tem permitido o avanço da colheita mais rápido do que em anos anteriores nas principais regiões cafeeiras. Há estimativa de que 70% da área de produção do arábica já esteja colhida. Este tempo seco com temperaturas acima da média traz muita preocupação para o próximo ciclo.<br /><br />  As previsões sobre o volume de café arábica estão passando por revisões a partir das informações de menor tamanho de grãos colhidos, peneira menor, e de menor rendimento entre o café no terreiro e o café beneficiado. Esta estimativa de redução de produção pelas principais consultorias chamam a atenção do mercado.<br /><br /> <b> </b> Os preços do arábica continuam com alta volatilidade nas bolsas, ora com viés de alta, e ora com viés de baixa. Os preços no mercado físico tiveram alta em pleno período da colheita brasileira.   Além da preocupação com a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas no Vietnã, maior produtor de café robusta. Estas condições ainda trazem muita preocupação, já que o Vietnã informou exportação abaixo do esperado no mês de junho, fator que repercutiu nos preços do arábica.<br /><br />  Diante dessas incertezas de clima, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos a perspectiva de manutenção das oscilações de preços. Em 22 de julho de 2024, os preços no Brasil, nas principais praças, registraram uma média acima de R$ 1.450,00 por saca, para o arábica.<br /><br />  O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, bem como, proteção contra intempéries, além de fixação de preços, possibilitando assegurar margens de lucro diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />  Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadorias e o termo de opções agro para as margens de rentabilidade na cafeicultura.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>146</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-07-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60745638</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de julho de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Esta semana seja marcada pela continuidade dos fatores climáticos da safra norte-americana e pela movimentação da demanda Chinesa focada na América do Sul. A dinâmica da corrida presidencial nos Estados Unidos também é um fator de ponderação na precificação da CBOT, uma vez que poderá aumentar as tensões políticas com a China. Junto a estes fatores, notas técnicas e estudos pressupõem que poderá haver incremento de área de plantio no Brasil e safra recorde para a temporada 2024/2025. As Previsões climáticas americanas sinalizam condições ainda favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja. Os volumes devem ficar entre 15 e 35mm nas principais regiões produtoras norte-americanas. As Condições climáticas estáveis nos Estados Unidos, o seu momento político, a expectativa de incremento de área plantada, o volume de produção recorde para a safra 2024/2025 e o câmbio dólar/real deverão ser o foco das atenções dos players de mercado. Internamente, o mercado Brasileiro deverá observar estabilidade nas cotações no curto prazo, no médio e longo prazo os fundamentos permanecem baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b>   A demanda pela commodity norte-americano continua sendo acompanhada pelo mercado. No dia 18/07 o USDA divulgou vendas semanais de 437,8 mil toneladas referente à safra 2023/24 no país, queda de 19% em relação à semana anterior. Comparando com a média das últimas quatro semanas a redução foi de 10%. De acordo com o Serviço Climático dos EUA (NOAA), as previsões climáticas no país apontam para os próximos dias temperaturas e precipitações dentro da normalidade na maior parte do cinturão agrícola, podendo ser favorável para o desenvolvimento do cereal, o que pode ser negativo para as cotações na CBOT.  No Brasil, de acordo com a Conab, em acompanhamento das lavouras divulgado em 15/07, a colheita chegou à 74,2% da área total. O ritmo está bem superior em relação ao mesmo período do ano passado, que era de 39,3%. Dentre os mais adiantados destacam-se: Mato Grosso (94,1%), Paraná (66%), Mato Grosso do Sul (55%) e Goiás (50%). A previsão climática para os próximos dias no Brasil é favorável para a maturação e colheita da 2ª safra, e a maior oferta do grão deve manter os preços físicos no curto prazo com viés de baixa  <br /> <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do café robusta. O clima seco nas áreas de café favorece a colheita dos grãos. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A desvalorização do real frente ao dólar traz otimismo nas exportações da carne bovina para os próximos meses. Neste início de mês, o mercado físico do boi gordo apresentou cotações mais estáveis, minimizando o movimento de queda observado ao longo do primeiro semestre. A redução na programação de abate da Indústria possibilita estabilidade na cotação do boi gordo, gerando um equilíbrio entre a oferta e a demanda, sinalizando melhora, ainda contida, no preço da arroba. Pode se verificar um movimento de recuperação dos preços da arroba no mês de julho e início de agosto, período em que a oferta de animais terminados a pasto está encerrando e os animais provenientes do primeiro giro do confinamento ainda não estão prontos. Assim, a previsão é de uma semana com preços em estabilidade, com a indústria comprando somente um volume de animais necessários para atender a sua demanda e evitando a pressão por maiores preços. Reforça-se a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60745638</guid><pubDate>Mon, 22 Jul 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60745638/20240722_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5957634" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de julho de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de julho de 2024, sou Fabiola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Esta semana seja marcada pela continuidade dos fatores climáticos da safra norte-americana e pela movimentação da demanda Chinesa focada na América do Sul. A dinâmica da corrida presidencial nos Estados Unidos também é um fator de ponderação na precificação da CBOT, uma vez que poderá aumentar as tensões políticas com a China. Junto a estes fatores, notas técnicas e estudos pressupõem que poderá haver incremento de área de plantio no Brasil e safra recorde para a temporada 2024/2025. As Previsões climáticas americanas sinalizam condições ainda favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja. Os volumes devem ficar entre 15 e 35mm nas principais regiões produtoras norte-americanas. As Condições climáticas estáveis nos Estados Unidos, o seu momento político, a expectativa de incremento de área plantada, o volume de produção recorde para a safra 2024/2025 e o câmbio dólar/real deverão ser o foco das atenções dos players de mercado. Internamente, o mercado Brasileiro deverá observar estabilidade nas cotações no curto prazo, no médio e longo prazo os fundamentos permanecem baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b>   A demanda pela commodity norte-americano continua sendo acompanhada pelo mercado. No dia 18/07 o USDA divulgou vendas semanais de 437,8 mil toneladas referente à safra 2023/24 no país, queda de 19% em relação à semana anterior. Comparando com a média das últimas quatro semanas a redução foi de 10%. De acordo com o Serviço Climático dos EUA (NOAA), as previsões climáticas no país apontam para os próximos dias temperaturas e precipitações dentro da normalidade na maior parte do cinturão agrícola, podendo ser favorável para o desenvolvimento do cereal, o que pode ser negativo para as cotações na CBOT.  No Brasil, de acordo com a Conab, em acompanhamento das lavouras divulgado em 15/07, a colheita chegou à 74,2% da área total. O ritmo está bem superior em relação ao mesmo período do ano passado, que era de 39,3%. Dentre os mais adiantados destacam-se: Mato Grosso (94,1%), Paraná (66%), Mato Grosso do Sul (55%) e Goiás (50%). A previsão climática para os próximos dias no Brasil é favorável para a maturação e colheita da 2ª safra, e a maior oferta do grão deve manter os preços físicos no curto prazo com viés de baixa  <br /> <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do café robusta. O clima seco nas áreas de café favorece a colheita dos grãos. A baixa oferta pelos países produtores de robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A desvalorização do real frente ao dólar traz otimismo nas exportações da carne bovina para os próximos meses. Neste início de mês, o mercado físico do boi gordo apresentou cotações mais estáveis, minimizando o movimento de queda observado ao longo do primeiro semestre. A redução na programação de abate da Indústria possibilita estabilidade na cotação do boi gordo, gerando um equilíbrio entre a oferta e a demanda, sinalizando melhora, ainda contida, no preço da arroba. Pode se verificar um movimento de recuperação dos preços da arroba no mês de julho e início de agosto, período em que a oferta de animais terminados a pasto está encerrando e os animais provenientes do primeiro giro do...]]></itunes:summary><itunes:duration>373</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/07/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-07-2024-cenario-do-milho--60733949</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 19 de julho de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os contratos futuros precificados na Bolsa de Chicago têm apresentado oscilações nos últimos dias, refletindo as projeções de oferta e demanda global do cereal, divulgada na sexta passada, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), além do atentado contra o ex-presidente Donald Trump no final de semana e ausência de chuvas no Leste Europeu, podendo afetar a produtividade de alguns países ali localizados, em especial a Ucrânia.<br /><br />  O mercado externo deve se voltar para o acompanhamento das condições das lavouras norte-americanas, que estão em pleno desenvolvimento e chegando em fases importantes para a definição da produtividade. Conforme relatório do USDA da última segunda, 68% das lavouras encontram-se em condições entre boas a excelentes, estando onze pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  No dia 17/07, o contrato com referência Setembro/24, encerrou cotado a U$3,98/bushel.   No Brasil, de acordo com a Conab, em seu acompanhamento divulgado no início da semana, a colheita do milho 2ª safra chegou à 74,2% de área colhida. Os trabalhos no campo estão cerca de 35 pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado e o estado com maior produção, Mato Grosso, praticamente finalizado.<br /><br />  Os preços internos continuam pressionados negativamente, diante da maior oferta do grão, principalmente nas praças onde a produção foi satisfatória e a colheita está adiantada. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, dia 17, precificado a R$ 56,17 por saca.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,91 e R$ 57,91 por saca, e - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 58,67 e R$ 61,79 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60733949</guid><pubDate>Fri, 19 Jul 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60733949/20240719_bbcast_agro_milho.mp3" length="3827296" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 19 de julho de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Os contratos futuros precificados na Bolsa de Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 19 de julho de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os contratos futuros precificados na Bolsa de Chicago têm apresentado oscilações nos últimos dias, refletindo as projeções de oferta e demanda global do cereal, divulgada na sexta passada, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), além do atentado contra o ex-presidente Donald Trump no final de semana e ausência de chuvas no Leste Europeu, podendo afetar a produtividade de alguns países ali localizados, em especial a Ucrânia.<br /><br />  O mercado externo deve se voltar para o acompanhamento das condições das lavouras norte-americanas, que estão em pleno desenvolvimento e chegando em fases importantes para a definição da produtividade. Conforme relatório do USDA da última segunda, 68% das lavouras encontram-se em condições entre boas a excelentes, estando onze pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  No dia 17/07, o contrato com referência Setembro/24, encerrou cotado a U$3,98/bushel.   No Brasil, de acordo com a Conab, em seu acompanhamento divulgado no início da semana, a colheita do milho 2ª safra chegou à 74,2% de área colhida. Os trabalhos no campo estão cerca de 35 pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado e o estado com maior produção, Mato Grosso, praticamente finalizado.<br /><br />  Os preços internos continuam pressionados negativamente, diante da maior oferta do grão, principalmente nas praças onde a produção foi satisfatória e a colheita está adiantada. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, dia 17, precificado a R$ 56,17 por saca.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,91 e R$ 57,91 por saca, e - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 58,67 e R$ 61,79 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/07/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-07-2024-cenario-do-boi-gordo--60728331</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de julho de 2024, meu nome é Éder Gustavo Duarte, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  Ao longo da semana, nos principais polos produtivos, foi observado uma leve reação na cotação do boi gordo. No triângulo mineiro, a arroba do boi gordo recebida pelo pecuarista foi de R$ 210,00 e do boi "China" foi de R$ 220,00, para a novilha gorda e vaca gorda foi de R$ 210,00 e R$190,00, respectivamente, com escala de abate em torno de 9 dias.<br /><br /> Nas regiões do centro norte do Brasil as escalas de abate estão na média em 10 dias e valores pagos na arroba variando de R$ 190,00 a R$ 220,00. A redução da oferta de bovinos provenientes de pastos e a pouca quantidade de animais prontos para abate provenientes de confinamentos contribuem para a diminuição das escalas de abate da Indústria e melhora no preço pago ao pecuarista.<br /><br /> No dia 16 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 230,40, com alta de 1,72% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 230,60. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 109,58 mil toneladas de carne bovina in natura em 10 dias úteis do mês de julho de 2024, para o mesmo mês de 2023, o volume total exportado em 21 dias úteis foi de 160,79 mil. O preço médio da tonelada neste mês é de US$4.415,00 por tonelada, queda de 6,9% em relação ao mês de julho de 2023.<br /><br /> Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 234,00 /@, e novembro de 2024 com strike entre R$ 233,00 e 239,00 /@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br /> Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60728331</guid><pubDate>Thu, 18 Jul 2024 12:22:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60728331/20240718_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3042368" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de julho de 2024, meu nome é Éder Gustavo Duarte, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

  Ao longo da semana, nos principais polos produtivos, foi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de julho de 2024, meu nome é Éder Gustavo Duarte, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />  Ao longo da semana, nos principais polos produtivos, foi observado uma leve reação na cotação do boi gordo. No triângulo mineiro, a arroba do boi gordo recebida pelo pecuarista foi de R$ 210,00 e do boi "China" foi de R$ 220,00, para a novilha gorda e vaca gorda foi de R$ 210,00 e R$190,00, respectivamente, com escala de abate em torno de 9 dias.<br /><br /> Nas regiões do centro norte do Brasil as escalas de abate estão na média em 10 dias e valores pagos na arroba variando de R$ 190,00 a R$ 220,00. A redução da oferta de bovinos provenientes de pastos e a pouca quantidade de animais prontos para abate provenientes de confinamentos contribuem para a diminuição das escalas de abate da Indústria e melhora no preço pago ao pecuarista.<br /><br /> No dia 16 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 230,40, com alta de 1,72% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 230,60. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 109,58 mil toneladas de carne bovina in natura em 10 dias úteis do mês de julho de 2024, para o mesmo mês de 2023, o volume total exportado em 21 dias úteis foi de 160,79 mil. O preço médio da tonelada neste mês é de US$4.415,00 por tonelada, queda de 6,9% em relação ao mês de julho de 2023.<br /><br /> Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: outubro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 234,00 /@, e novembro de 2024 com strike entre R$ 233,00 e 239,00 /@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br /> Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/50d7193c80dd181915cb9d5687e4efc6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/07/2024 - Cenário da silvicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-07-2024-cenario-da-silvicultura--60712147</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 17 de julho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o <i>Pinus</i><b>.</b> Você sabia que o Pinus, além de suprir as indústrias de papel e celulose, também pode ser utilizado como fornecedor de um produto chamado de “Goma do Pinheiro ou “Goma Resina”? Sim, é isso mesmo.<br /><br />  A extração deste produto economicamente viável, tem no Brasil o segundo maior produtor mundial, ficando atrás apenas da China e é obtida pela resinagem do Pinheiro vivo através de sulcos realizados nos troncos das árvores. Esta resina, que consiste em uma pasta viscosa, espessa e esbranquiçada, nada mais é do que uma defesa natural da planta para estancar e cicatrizar a ferida. Porém, para que seja possível realizar esta extração em escala industrial, é necessário a aplicação de estimulantes a base de ácido sulfúrico para que esta goma seja produzida de forma contínua.<br /><br />  E para que serve a goma? A goma em si, não tem nenhuma aplicação industrial, mas os produtos obtidos através de sua destilação – breu e terebintina, são aplicáveis em vários setores industriais.<br /><br />  A terebintina, constituída por uma grande variedade de terpenos, é um líquido incolor, inflamável, de forte odor e com um sabor amargo. Seu principal uso está como solvente de tintas e é popularmente conhecida por aguarrás. Além deste uso, pode ser também utilizada em diversos segmentos da indústria farmacêutica, na fabricação de cosméticos e, também, na produção de óleo de pinho, entre outros usos.<br /><br />  Já o breu, é um produto sólido, de coloração amarelada e que antigamente era muito utilizado em construções navais e como impermeabilizante em cordas e tecidos. Com o passar do tempo, foram descobertas novas utilizações para este produto sendo amplamente utilizado na indústria: matéria prima para tintas e vernizes, borrachas sintéticas, colas, adesivos e ceras.<br /><br />  O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60712147</guid><pubDate>Wed, 17 Jul 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60712147/20240717_bbcast_agro_cenario_silvicultura.mp3" length="3201193" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 17 de julho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o Pinus. Você sabia que o Pinus, além de suprir as indústrias de papel e celulose, também pode ser utilizado como...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 17 de julho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o <i>Pinus</i><b>.</b> Você sabia que o Pinus, além de suprir as indústrias de papel e celulose, também pode ser utilizado como fornecedor de um produto chamado de “Goma do Pinheiro ou “Goma Resina”? Sim, é isso mesmo.<br /><br />  A extração deste produto economicamente viável, tem no Brasil o segundo maior produtor mundial, ficando atrás apenas da China e é obtida pela resinagem do Pinheiro vivo através de sulcos realizados nos troncos das árvores. Esta resina, que consiste em uma pasta viscosa, espessa e esbranquiçada, nada mais é do que uma defesa natural da planta para estancar e cicatrizar a ferida. Porém, para que seja possível realizar esta extração em escala industrial, é necessário a aplicação de estimulantes a base de ácido sulfúrico para que esta goma seja produzida de forma contínua.<br /><br />  E para que serve a goma? A goma em si, não tem nenhuma aplicação industrial, mas os produtos obtidos através de sua destilação – breu e terebintina, são aplicáveis em vários setores industriais.<br /><br />  A terebintina, constituída por uma grande variedade de terpenos, é um líquido incolor, inflamável, de forte odor e com um sabor amargo. Seu principal uso está como solvente de tintas e é popularmente conhecida por aguarrás. Além deste uso, pode ser também utilizada em diversos segmentos da indústria farmacêutica, na fabricação de cosméticos e, também, na produção de óleo de pinho, entre outros usos.<br /><br />  Já o breu, é um produto sólido, de coloração amarelada e que antigamente era muito utilizado em construções navais e como impermeabilizante em cordas e tecidos. Com o passar do tempo, foram descobertas novas utilizações para este produto sendo amplamente utilizado na indústria: matéria prima para tintas e vernizes, borrachas sintéticas, colas, adesivos e ceras.<br /><br />  O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,pinus,silvicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ebe9035d3980572d3df56401329e9e34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/07/2024 - Cenário da Fruticultura - Abacate</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-07-2024-cenario-da-fruticultura-abacate--60699986</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 16 de julho de 2024, meu nome é <b>Paulo Leonardo</b>, sou Assessor(a) de Agronegócios em <b>Vacaria (RS)</b> e falaremos sobre o <i>cenário do Abacate</i>.<br /><br />  O abacate é uma das frutas de clima subtropical e tropical economicamente mais importante do mundo. No Brasil, a produção de abacate vem crescendo nos últimos anos.<br /><br />  Possui alto valor nutricional, sendo fonte de proteínas, vitaminas A e B e níveis medianos de vitaminas D e E. Estudos explicam que o abacate possui ácidos graxos monoinsaturados, que reduz as concentrações de colesterol total, LDL e triglicerídeos, que são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.<br /><br />  A polpa é a principal parte utilizada para consumo in natura, na forma de sobremesa, saladas, molhos e em pratos típicos tal qual (guacamole), além de ser utilizada para extração de óleo na indústria, onde o mesmo rivaliza com o azeite de oliva, produtos de beleza, sabões e terapêutica.   De acordo com o IBGE, em 2022 o Brasil produziu cerca de 338 mil toneladas de abacate, com destaque para o estado de São Paulo, como principal produtor, seguido pelos Estados de MG e PR.<br /><br />    Nos três principais estados produtores, o preço médio pago ao produtor de abacate, em junho de 2024, situou-se em R$ 2,21/kg, uma alta de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, <i>packing houses</i>  e beneficiamento da produção. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60699986</guid><pubDate>Tue, 16 Jul 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60699986/202406716_bbcast_agro_fruticultura.mp3" length="2259949" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 16 de julho de 2024, meu nome é Paulo Leonardo, sou Assessor(a) de Agronegócios em Vacaria (RS) e falaremos sobre o cenário do Abacate.

  O abacate é uma das frutas de clima subtropical e tropical economicamente mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 16 de julho de 2024, meu nome é <b>Paulo Leonardo</b>, sou Assessor(a) de Agronegócios em <b>Vacaria (RS)</b> e falaremos sobre o <i>cenário do Abacate</i>.<br /><br />  O abacate é uma das frutas de clima subtropical e tropical economicamente mais importante do mundo. No Brasil, a produção de abacate vem crescendo nos últimos anos.<br /><br />  Possui alto valor nutricional, sendo fonte de proteínas, vitaminas A e B e níveis medianos de vitaminas D e E. Estudos explicam que o abacate possui ácidos graxos monoinsaturados, que reduz as concentrações de colesterol total, LDL e triglicerídeos, que são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.<br /><br />  A polpa é a principal parte utilizada para consumo in natura, na forma de sobremesa, saladas, molhos e em pratos típicos tal qual (guacamole), além de ser utilizada para extração de óleo na indústria, onde o mesmo rivaliza com o azeite de oliva, produtos de beleza, sabões e terapêutica.   De acordo com o IBGE, em 2022 o Brasil produziu cerca de 338 mil toneladas de abacate, com destaque para o estado de São Paulo, como principal produtor, seguido pelos Estados de MG e PR.<br /><br />    Nos três principais estados produtores, o preço médio pago ao produtor de abacate, em junho de 2024, situou-se em R$ 2,21/kg, uma alta de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, <i>packing houses</i>  e beneficiamento da produção. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>142</itunes:duration><itunes:keywords>abacate,colheita,comercialização,cotação,cultivo,fruticultura,produção,safra,vitaminas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ff7dcf8113caae830502bc13b8b91b23.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-07-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60696514</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado do clima permaneça em foco para a próxima semana, juntamente com os desdobramentos dos dados do relatório do USDA, com expectativa de estabilidade dos dados divulgados, ante ao relatório anterior, com a manutenção da safra BRA 23/24 em 153,0 milhões de toneladas e 421,85 milhões de toneladas para a produção mundial 24/25, dados dentro do esperado pelos analistas de mercado. As eleições dos EUA e a política de estímulo às exportações na Argentina podem influenciar o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos seguirá com previsões favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras, com destaque para os estados de Ohio, Indiana, Illinois e Iowa, localizados na faixa central do meio oeste americano.  A melhoria das condições climáticas americanas, novas políticas de exportação Argentinas para escoamento da produção e os fatores políticos das eleições dos EUA, irão movimentar o mercado de soja na próxima semana. O mercado interno deverá sustentar a estabilidade as cotações no curto prazo e no médio e longo prazo, permanecendo os fundamentos baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para os próximos meses é esperado uma redução de chuvas em grande parte do país a exceção do oeste da região Norte e leste da região Sul. O clima na seco no Brasil Central também deve ajudar a finalização do milho 1ª safra e o andamento da colheita do milho safrinha aumentando a oferta do cereal. A produção de milho deve ser 12,2% menor em relação com a safra anterior, segundo os dados da CONAB. Reflexo da diminuição de produtividade e área plantada. A companhia prevê ainda um aumento do consumo interno e diminuição das exportações o que pode pressionar positivamente a cotação interna do cereal. O relatório do USDA apontou para aumento da produção global do milho com uma produção americana que compensa as perdas globais. Aumento também para os números de exportação e importação global do cereal. Ainda de acordo com o relatório cerca de 68% das lavouras americanas apresentam condições boas ou excelentes. Espera um mercado mais positivo com perspectiva de aumento de exportação do milho americano e ucraniano para os principais destinos: México, Turquia e Indonésia.<br />  <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta. Os produtores devem continuar avançando nos negócios de café em função das recentes altas nos preços. O clima seco nas áreas de café, favorecem a colheita dos grãos. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. A baixa oferta pelos países  produtores de Robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A China principal compradora de carne bovina brasileira está pagando pela tonelada valores bem próximos aos negociados em 2017. Oferta de animais restritas para abate e com as escalas de abates dos frigoríficos sofrendo pequenas reduções, a tendência é de melhora nos preços no curto prazo. Intensidade de ofertas de animais para abate reduzida no curto prazo e menor participação de fêmeas no número total de animais abatidos. O preço dos animais de reposição continua nos mesmos patamares aos praticados no ano, momento interessante para aquisição, principalmente, do boi magro neste início do período de confinamento. Melhora nas cotações dos contratos futuros do boi gordo na B3 para outubro, novembro e dezembro oferecem oportunidade para o confinador proteger sua margem, através da utilização de ferramentas de mitigação de risco.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60696514</guid><pubDate>Mon, 15 Jul 2024 14:11:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60696514/20240715_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5870698" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessor(a) de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado do clima permaneça em foco para a próxima semana, juntamente com os desdobramentos dos dados do relatório do USDA, com expectativa de estabilidade dos dados divulgados, ante ao relatório anterior, com a manutenção da safra BRA 23/24 em 153,0 milhões de toneladas e 421,85 milhões de toneladas para a produção mundial 24/25, dados dentro do esperado pelos analistas de mercado. As eleições dos EUA e a política de estímulo às exportações na Argentina podem influenciar o mercado da soja. O clima nos Estados Unidos seguirá com previsões favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras, com destaque para os estados de Ohio, Indiana, Illinois e Iowa, localizados na faixa central do meio oeste americano.  A melhoria das condições climáticas americanas, novas políticas de exportação Argentinas para escoamento da produção e os fatores políticos das eleições dos EUA, irão movimentar o mercado de soja na próxima semana. O mercado interno deverá sustentar a estabilidade as cotações no curto prazo e no médio e longo prazo, permanecendo os fundamentos baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para os próximos meses é esperado uma redução de chuvas em grande parte do país a exceção do oeste da região Norte e leste da região Sul. O clima na seco no Brasil Central também deve ajudar a finalização do milho 1ª safra e o andamento da colheita do milho safrinha aumentando a oferta do cereal. A produção de milho deve ser 12,2% menor em relação com a safra anterior, segundo os dados da CONAB. Reflexo da diminuição de produtividade e área plantada. A companhia prevê ainda um aumento do consumo interno e diminuição das exportações o que pode pressionar positivamente a cotação interna do cereal. O relatório do USDA apontou para aumento da produção global do milho com uma produção americana que compensa as perdas globais. Aumento também para os números de exportação e importação global do cereal. Ainda de acordo com o relatório cerca de 68% das lavouras americanas apresentam condições boas ou excelentes. Espera um mercado mais positivo com perspectiva de aumento de exportação do milho americano e ucraniano para os principais destinos: México, Turquia e Indonésia.<br />  <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta. Os produtores devem continuar avançando nos negócios de café em função das recentes altas nos preços. O clima seco nas áreas de café, favorecem a colheita dos grãos. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. A baixa oferta pelos países  produtores de Robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A China principal compradora de carne bovina brasileira está pagando pela tonelada valores bem próximos aos negociados em 2017. Oferta de animais restritas para abate e com as escalas de abates dos frigoríficos sofrendo pequenas reduções, a tendência é de melhora nos preços no curto prazo. Intensidade de ofertas de animais para abate reduzida no curto prazo e menor participação de fêmeas no número total de animais abatidos. O preço dos animais de reposição continua nos mesmos patamares aos praticados no...]]></itunes:summary><itunes:duration>367</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/07/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-07-2024-cenario-da-soja--60667276</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 12 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Gouvea Machado, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados/MS, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita da safra 23/24 no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas segundo a Conab. A comercialização da safra 23/24, atingiu 71,8% da produção obtida e, em comparação o mesmo período do ano passado, as vendas giravam em torno 66,1%.  Já para a média de cinco anos o percentual indica um atraso de 4,9 pontos. Para a nova safra 24/25, a comercialização melhorou atingindo 14,6% da produção estimada, contra 11,1% na mesma época do ano passado e abaixo dos 20,6% para a média das últimas 5 safras.<br /><br /> O indicador CEPEA em 10/07 foi cotado a R$ 136,32/saca, apresentando retração de 2,59% em relação ao início do mês. Os prêmios dos portos permanecem variando entre US$ 0,35 e US$ 0,50 por bushel na posição julho/24.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em agosto/24 encerrou o dia 10/07 cotado a US$ 11,13/bushel, queda de 2,6% em relação ao observado para o contrato spot de julho. Após o feriado 04 de julho nos EUA, o mercado devolveu os ganhos na primeira semana de julho, refletindo a melhora do clima para os EUA e o aumento das condições entre boas e excelentes em 68% das lavouras, o que mantém os mercados pressionados. Além disso, a demanda lenta pela soja americana também é influenciada, pela soja mais competitiva na América do Sul em especial no Brasil. No acumulado do primeiro semestre, os embarques de soja somaram 64,13 milhões de toneladas, um recorde para o período, 2,2% superior ao volume para o mesmo intervalo em 2023, segundo dados do Secex.<br /><br /> Nesta sexta feira às 14hs, o novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA será divulgado, com perspectiva de uma revisão para baixo das estimativas para as exportações norte-americanas de soja 23/24 e 24/25.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - Fev/25 com strike/preço garantido entre U$ 10,25 e U$ 10,83/bushel e - Abr/25 com strike entre U$ 10,27 e U$ 10,96/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60667276</guid><pubDate>Fri, 12 Jul 2024 10:00:33 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60667276/20240712_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3830639" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>A colheita da safra 23/24 no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas segundo a Conab. A comercialização da safra 23/24, atingiu 71,8% da produção obtida e, em comparação o mesmo período do ano passado, as vendas giravam em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 12 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Gouvea Machado, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados/MS, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita da safra 23/24 no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas segundo a Conab. A comercialização da safra 23/24, atingiu 71,8% da produção obtida e, em comparação o mesmo período do ano passado, as vendas giravam em torno 66,1%.  Já para a média de cinco anos o percentual indica um atraso de 4,9 pontos. Para a nova safra 24/25, a comercialização melhorou atingindo 14,6% da produção estimada, contra 11,1% na mesma época do ano passado e abaixo dos 20,6% para a média das últimas 5 safras.<br /><br /> O indicador CEPEA em 10/07 foi cotado a R$ 136,32/saca, apresentando retração de 2,59% em relação ao início do mês. Os prêmios dos portos permanecem variando entre US$ 0,35 e US$ 0,50 por bushel na posição julho/24.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em agosto/24 encerrou o dia 10/07 cotado a US$ 11,13/bushel, queda de 2,6% em relação ao observado para o contrato spot de julho. Após o feriado 04 de julho nos EUA, o mercado devolveu os ganhos na primeira semana de julho, refletindo a melhora do clima para os EUA e o aumento das condições entre boas e excelentes em 68% das lavouras, o que mantém os mercados pressionados. Além disso, a demanda lenta pela soja americana também é influenciada, pela soja mais competitiva na América do Sul em especial no Brasil. No acumulado do primeiro semestre, os embarques de soja somaram 64,13 milhões de toneladas, um recorde para o período, 2,2% superior ao volume para o mesmo intervalo em 2023, segundo dados do Secex.<br /><br /> Nesta sexta feira às 14hs, o novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA será divulgado, com perspectiva de uma revisão para baixo das estimativas para as exportações norte-americanas de soja 23/24 e 24/25.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - Fev/25 com strike/preço garantido entre U$ 10,25 e U$ 10,83/bushel e - Abr/25 com strike entre U$ 10,27 e U$ 10,96/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/07/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-07-2024-cenario-do-leite--60662845</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite vêm apresentando altas.<br /><br />O leite captado em maio de 2024 teve elevação de 10,32% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,71/litro. Esse valor é cerca de 0,43% menor que o registrado em maio de 2023. Segundo a EMBRAPA, em maio de 2024, ocorreu uma redução de, 3,5% nos custos em relação ao mesmo período do ano anterior, sendo que o item concentrado apresentou retração de 9,1 %. Durante o mês de junho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo, foram importados 177,9 milhões de litros em equivalente leite, registrando um aumento mensal de 21,6%.<br /><br />No mês, foram exportados 4,6 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 3%. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, o saldo da balança comercial de lácteos registrado no mês chegou a 173 milhões de litros em equivalente-leite, registrando um recuo mensal de 31 milhões de litros em relação a maio. De acordo com o CONSELEITE-RS, o valor do Leite projetado para junho de 2024 no Rio Grande do Sul é de R$ 2,56/l, valor 3,3% superior ao mês anterior. Porém tanto a demanda estagnada quanto as importações elevadas tendem a equilibrar a pressão altista dos preços.<br /><br />Para o segundo semestre de 2024 é preciso se atentar para os possíveis efeitos do fenômeno  <a href="https://www.milkpoint.com.br/colunas/um-grafico-uma-analise/como-se-comporta-a-producao-de-leite-em-anos-de-el-nio-ou-la-nia-237106/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">La Niña na safra de verão, que</a> poderá acarretar alterações nos custos de insumos de ração, conforme a região. Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para Milho.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60662845</guid><pubDate>Thu, 11 Jul 2024 12:18:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60662845/20240711_bbcast_agro_leite.mp3" length="2604347" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite vêm...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite. De acordo com o CEPEA desde janeiro de 2024 os preços do leite vêm apresentando altas.<br /><br />O leite captado em maio de 2024 teve elevação de 10,32% na “Média Brasil”, em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,71/litro. Esse valor é cerca de 0,43% menor que o registrado em maio de 2023. Segundo a EMBRAPA, em maio de 2024, ocorreu uma redução de, 3,5% nos custos em relação ao mesmo período do ano anterior, sendo que o item concentrado apresentou retração de 9,1 %. Durante o mês de junho as importações de lácteos voltaram a crescer. Ao todo, foram importados 177,9 milhões de litros em equivalente leite, registrando um aumento mensal de 21,6%.<br /><br />No mês, foram exportados 4,6 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um avanço mensal de 3%. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, o saldo da balança comercial de lácteos registrado no mês chegou a 173 milhões de litros em equivalente-leite, registrando um recuo mensal de 31 milhões de litros em relação a maio. De acordo com o CONSELEITE-RS, o valor do Leite projetado para junho de 2024 no Rio Grande do Sul é de R$ 2,56/l, valor 3,3% superior ao mês anterior. Porém tanto a demanda estagnada quanto as importações elevadas tendem a equilibrar a pressão altista dos preços.<br /><br />Para o segundo semestre de 2024 é preciso se atentar para os possíveis efeitos do fenômeno  <a href="https://www.milkpoint.com.br/colunas/um-grafico-uma-analise/como-se-comporta-a-producao-de-leite-em-anos-de-el-nio-ou-la-nia-237106/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">La Niña na safra de verão, que</a> poderá acarretar alterações nos custos de insumos de ração, conforme a região. Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para Milho.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>163</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/07/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-07-2024-cenario-do-cafe-conilon--60651892</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 10 de julho de 2024. Eu sou o Clayton Igarashi, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga, MG, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita está em andamento, iniciando a conclusão nas principais regiões produtoras. Já foi colhido em torno de 70% da safra, com rendimento abaixo do esperado no secador, reduzindo a produtividade por área e afetando a produção total. Muitas áreas novas estão em primeira produção, podendo ocultar essa redução de produtividade por hectare. O produtor deve ficar atento ao período de colheita, pois há um alto risco de infestação da broca, praga que ataca os frutos em qualquer estágio de maturação, inclusive grãos já secos, podendo afetar a próxima safra.<br /><br /> No cenário global, os preços do café subiram devido às preocupações com condições mais secas do que o normal, que poderiam afetar as safras no Brasil e no Vietnã. A manutenção dos problemas climáticos tem afetado a produção de robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e no Vietnã. O Escritório de Estatísticas Gerais do Vietnã informou que as exportações de café de janeiro a junho caíram 10,6% em comparação ao ano anterior. Com a previsão inicial de redução na produção e com os estoques baixos, vem aumentando a demanda pelo café brasileiro que, apesar da volatilidade nos preços, ainda mantém uma posição competitiva no mercado externo.<br /><br /> Na bolsa de Londres, os preços do café conilon, após algumas baixas na última semana, avançaram na última segunda-feira, 08/07, com o contrato de setembro de 2024 registrando alta de US$ 152 por tonelada, chegando a US$ 4.337. No mercado interno, os preços mantiveram-se estáveis, com pequenas oscilações na última semana, com o café tipo 7 iniciando a semana cotado a R$ 1.220,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL.<br /><br /> Diante deste cenário, os produtores são aconselhados a continuar acompanhando o mercado do café, utilizando mecanismos de proteção disponíveis e aproveitar a volatilidade de alta dos preços. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br /> Com o lançamento do novo Plano Safra 2024/2025, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas as necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60651892</guid><pubDate>Wed, 10 Jul 2024 13:30:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60651892/20240710_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2797026" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 10 de julho de 2024. Eu sou o Clayton Igarashi, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga, MG, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 A colheita está em andamento, iniciando a conclusão nas principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 10 de julho de 2024. Eu sou o Clayton Igarashi, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga, MG, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita está em andamento, iniciando a conclusão nas principais regiões produtoras. Já foi colhido em torno de 70% da safra, com rendimento abaixo do esperado no secador, reduzindo a produtividade por área e afetando a produção total. Muitas áreas novas estão em primeira produção, podendo ocultar essa redução de produtividade por hectare. O produtor deve ficar atento ao período de colheita, pois há um alto risco de infestação da broca, praga que ataca os frutos em qualquer estágio de maturação, inclusive grãos já secos, podendo afetar a próxima safra.<br /><br /> No cenário global, os preços do café subiram devido às preocupações com condições mais secas do que o normal, que poderiam afetar as safras no Brasil e no Vietnã. A manutenção dos problemas climáticos tem afetado a produção de robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e no Vietnã. O Escritório de Estatísticas Gerais do Vietnã informou que as exportações de café de janeiro a junho caíram 10,6% em comparação ao ano anterior. Com a previsão inicial de redução na produção e com os estoques baixos, vem aumentando a demanda pelo café brasileiro que, apesar da volatilidade nos preços, ainda mantém uma posição competitiva no mercado externo.<br /><br /> Na bolsa de Londres, os preços do café conilon, após algumas baixas na última semana, avançaram na última segunda-feira, 08/07, com o contrato de setembro de 2024 registrando alta de US$ 152 por tonelada, chegando a US$ 4.337. No mercado interno, os preços mantiveram-se estáveis, com pequenas oscilações na última semana, com o café tipo 7 iniciando a semana cotado a R$ 1.220,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL.<br /><br /> Diante deste cenário, os produtores são aconselhados a continuar acompanhando o mercado do café, utilizando mecanismos de proteção disponíveis e aproveitar a volatilidade de alta dos preços. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br /> Com o lançamento do novo Plano Safra 2024/2025, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas as necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>175</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/07/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-07-2024-cenario-climatico--60635755</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de julho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />Conforme monitoramento da NOAA, em relação ao fenômeno El Niño, modelos estatísticos consideram esse momento como de neutralidade, e o possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre. Para o mês corrente, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica previsão de chuva próxima e abaixo da média no Centro-Oeste, Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul. Chuvas acima da média estão indicadas na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AM, e em áreas pontuais no leste das regiões Nordeste, Sudeste e Sul.<br /><br />A tendência para as temperaturas é de que estas fiquem acima da média, principalmente na Região mais central. Temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média foram apontadas para o RS. Em áreas de maior altitude das regiões Sul e Sudeste, não se descarta a ocorrência de geadas em algumas localidades. Na Previsão Climática Trimestral, de julho a setembro do INPE, há indicação de chuvas abaixo da média em grande parte do Centro-Oeste, Sudeste, norte do PR, sul de RO e RR, e grande parte do AM, TO e BA. Na Região Nordeste, apesar da previsão de chuvas abaixo da média, poderá ocorrer episódios de chuvas intensas no litoral. Chuvas acima da média são esperadas para parte dos estados da Região Sul e norte do estado de RR e do AP.<br /><br />A previsão de temperatura indica tendência acima da média em grande parte do Brasil, exceto para o extremo sul, com previsão de ficar dentro da média no período. Segundo o INMET, com a previsão de redução da chuva em grande parte do Brasil, os níveis de umidade no solo poderão diminuir, principalmente no Matopiba e regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do centro-norte do Paraná, prejudicando lavouras em andamento. Entretanto, a falta de chuva no interior do Nordeste e Região Centro-Oeste poderá favorecer a maturação e colheita do algodão, e da cana-de açúcar e café na Região Sudeste.<br /><br />Devido aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60635755</guid><pubDate>Tue, 09 Jul 2024 10:00:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60635755/20240709_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3370466" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 09 de julho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

Conforme monitoramento da NOAA, em relação ao fenômeno El Niño,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de julho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />Conforme monitoramento da NOAA, em relação ao fenômeno El Niño, modelos estatísticos consideram esse momento como de neutralidade, e o possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre. Para o mês corrente, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica previsão de chuva próxima e abaixo da média no Centro-Oeste, Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul. Chuvas acima da média estão indicadas na faixa norte do Brasil, entre RR, PA e AM, e em áreas pontuais no leste das regiões Nordeste, Sudeste e Sul.<br /><br />A tendência para as temperaturas é de que estas fiquem acima da média, principalmente na Região mais central. Temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média foram apontadas para o RS. Em áreas de maior altitude das regiões Sul e Sudeste, não se descarta a ocorrência de geadas em algumas localidades. Na Previsão Climática Trimestral, de julho a setembro do INPE, há indicação de chuvas abaixo da média em grande parte do Centro-Oeste, Sudeste, norte do PR, sul de RO e RR, e grande parte do AM, TO e BA. Na Região Nordeste, apesar da previsão de chuvas abaixo da média, poderá ocorrer episódios de chuvas intensas no litoral. Chuvas acima da média são esperadas para parte dos estados da Região Sul e norte do estado de RR e do AP.<br /><br />A previsão de temperatura indica tendência acima da média em grande parte do Brasil, exceto para o extremo sul, com previsão de ficar dentro da média no período. Segundo o INMET, com a previsão de redução da chuva em grande parte do Brasil, os níveis de umidade no solo poderão diminuir, principalmente no Matopiba e regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do centro-norte do Paraná, prejudicando lavouras em andamento. Entretanto, a falta de chuva no interior do Nordeste e Região Centro-Oeste poderá favorecer a maturação e colheita do algodão, e da cana-de açúcar e café na Região Sudeste.<br /><br />Devido aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-07-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60632394</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado e o clima para a safra dos Estados Unidos continue sob o olhar atento dos investidores da CBOT. As preocupações com o comportamento do clima nos próximos dias poderão adicionar algum prêmio de risco climático.   A Agência climática norte-americana (NOAA) indique que nos próximos 10 dias, há probabilidade de chuvas abaixo da média no centro norte dos EUA, e elevação da temperatura, enquanto para as demais regiões do cinturão produtor, há previsão de chuvas dentro da normalidade e de temperaturas baixas. Na américa do Sul os prêmios e o câmbio darão sustentação nas cotações. Em relação à demanda chinesa, que os atuais preços baixos na CBOT podem motivar um movimento de compra, além disso, o país poderá antecipar compras devido aos movimentos de sucessão presidencial no EUA. O cenário fundamental global siga indicando folga na oferta e demanda, safra americana segue favorável, assim, os fundamentos para os médios e longos prazos ainda são de baixa. O mercado interno deverá manter a estabilidade no curto prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para o mercado, cresce a expectativa para a próxima semana com a divulgação de dois relatórios importantes para o cereal: o Boletim da Safra de Grãos divulgado pela CONAB; e o relatório sobre o comércio de grãos divulgado pela USDA. Com clima favorável, a CONAB divulgou que o andamento da colheita do milho segunda safra já avança em 28% em todo país, frente a 11% no mesmo período no ano passado o que deve continuar pressionando negativamente o cereal no curto prazo. Na Argentina, a expetativa do clima pra a próxima semana é de chuvas escassas e queda de temperatura com possibilidade de geadas o que pode atrasar o andamento da colheita.  Já para os Estados Unidos, a expectativa é de aumento do calor e redução tênue das chuvas. A depender da intensidade destes fatores climáticos pode haver uma nova redução das condições das lavouras que poderá movimentar o mercado. A expectativa é que a commodity permaneça com viés de baixa para a próxima  semana,  sendo pressionada principalmente pelos altos estoques mundiais do cereal e o avanço acelerado da colheita do milho no Brasil.<br />    <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta; Clima seco nas áreas de café, favorecem a colheita dos grãos. A baixa oferta pelos países  produtores de Robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A desvalorização do real frente ao dólar traz otimismo nas exportações da carne bovina para os próximos meses. Neste início de mês, o mercado físico do boi gordo apresentou cotações mais estáveis, minimizando o movimento de queda observado ao longo do primeiro semestre. A redução na programação de abate da Indústria possibilita estabilidade na cotação do boi gordo, gerando um equilíbrio entre a oferta e a demanda, sinalizando melhora, ainda contida, no preço da arroba. Pode se verificar um movimento de recuperação dos preços da arroba no mês de julho e início de agosto, período em que a oferta de animais terminados a pasto está encerrando e os animais provenientes do primeiro giro do confinamento ainda não estão prontos. Assim, a previsão é de uma semana com preços em estabilidade, com a indústria comprando somente um volume de animais necessários para atender a sua demanda e evitando a pressão por maiores preços. Reforça-se a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60632394</guid><pubDate>Mon, 08 Jul 2024 13:38:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60632394/20240708_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4582966" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado e o clima para a safra dos Estados Unidos continue sob o olhar atento dos investidores da CBOT. As preocupações com o comportamento do clima nos próximos dias poderão adicionar algum prêmio de risco climático.   A Agência climática norte-americana (NOAA) indique que nos próximos 10 dias, há probabilidade de chuvas abaixo da média no centro norte dos EUA, e elevação da temperatura, enquanto para as demais regiões do cinturão produtor, há previsão de chuvas dentro da normalidade e de temperaturas baixas. Na américa do Sul os prêmios e o câmbio darão sustentação nas cotações. Em relação à demanda chinesa, que os atuais preços baixos na CBOT podem motivar um movimento de compra, além disso, o país poderá antecipar compras devido aos movimentos de sucessão presidencial no EUA. O cenário fundamental global siga indicando folga na oferta e demanda, safra americana segue favorável, assim, os fundamentos para os médios e longos prazos ainda são de baixa. O mercado interno deverá manter a estabilidade no curto prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para o mercado, cresce a expectativa para a próxima semana com a divulgação de dois relatórios importantes para o cereal: o Boletim da Safra de Grãos divulgado pela CONAB; e o relatório sobre o comércio de grãos divulgado pela USDA. Com clima favorável, a CONAB divulgou que o andamento da colheita do milho segunda safra já avança em 28% em todo país, frente a 11% no mesmo período no ano passado o que deve continuar pressionando negativamente o cereal no curto prazo. Na Argentina, a expetativa do clima pra a próxima semana é de chuvas escassas e queda de temperatura com possibilidade de geadas o que pode atrasar o andamento da colheita.  Já para os Estados Unidos, a expectativa é de aumento do calor e redução tênue das chuvas. A depender da intensidade destes fatores climáticos pode haver uma nova redução das condições das lavouras que poderá movimentar o mercado. A expectativa é que a commodity permaneça com viés de baixa para a próxima  semana,  sendo pressionada principalmente pelos altos estoques mundiais do cereal e o avanço acelerado da colheita do milho no Brasil.<br />    <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta; Clima seco nas áreas de café, favorecem a colheita dos grãos. A baixa oferta pelos países  produtores de Robusta, mantém a perspectiva de bons preços e a cotação do dólar sustentam os preços no café do Brasil. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A desvalorização do real frente ao dólar traz otimismo nas exportações da carne bovina para os próximos meses. Neste início de mês, o mercado físico do boi gordo apresentou cotações mais estáveis, minimizando o movimento de queda observado ao longo do primeiro semestre. A redução na programação de abate da Indústria possibilita estabilidade na cotação do boi gordo, gerando um equilíbrio entre a oferta e a demanda, sinalizando melhora, ainda contida, no preço da arroba. Pode se verificar um movimento de recuperação dos preços da arroba no mês de julho e início de agosto, período em que a oferta de animais terminados a pasto está encerrando e os animais provenientes do primeiro giro do confinamento ainda não estão prontos. Assim, a previsão é de uma semana com preços em estabilidade, com a...]]></itunes:summary><itunes:duration>287</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/07/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-07-2024-cenario-do-milho--60604620</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 05 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O último relatório do departamento de agricultura dos Estados Unidos - USDA – divulgado no dia 28/06, foram revisados os dados referentes a área plantada e de estoques finais, pressionando de forma negativa os preços do milho.<br /><br />  A quantidade de área cultivada informada pelo USDA, passou de 36,4 milhões de hectares, para 37,2 milhões de hectares, aumento de 620 mil hectares. Os estoques finais sofreram ajuste positivo de 22,6 milhões de toneladas, totalizando 126,83 milhões de toneladas.<br /><br />  Como reflexo destes ajustes, as cotações do dia 02/7 fecharam em U$ 4,07/bushel, perda de 0,15 pontos em relação ao preço do dia 27/6.<br /><br />   Na Argentina, de acordo com publicação da Bolsa de Cereais em 27/06, a colheita no país chegou a 54,9%, avanço de 5,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. O ritmo vem se intensificando à medida que as plantações estão chegando no teor de umidade ideal.<br /><br />  No Brasil, a colheita do milho 2ª safra está ganhando ritmo. De acordo com a Conab, até o dia 30/6, havia sido colhido cerca de 47,9% da área total, aumento de aproximadamente 20 % em relação a semana passada com destaque para os estados do Mato Grosso e Paraná com 68,7% e 42% da área colhida, respectivamente.<br /><br />        O Avanço da colheita da 2ª safra, aumenta a oferta no mercado interno, e segue pressionando os preços no mercado físico. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 02, precificado a R$ 56,87 por saca, baixa de 0,61% nos últimos 30 dias. Essa variação só não foi maior, devido a variação cambial positiva no período.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,53 e R$ 57,85 por saca, e  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 58,06 e R$ 61,31 por saca.   <br /><br />   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro. <br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60604620</guid><pubDate>Fri, 05 Jul 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60604620/20240705_bbcast_agro_milho.mp3" length="3488749" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 05 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O último relatório do departamento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 05 de julho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O último relatório do departamento de agricultura dos Estados Unidos - USDA – divulgado no dia 28/06, foram revisados os dados referentes a área plantada e de estoques finais, pressionando de forma negativa os preços do milho.<br /><br />  A quantidade de área cultivada informada pelo USDA, passou de 36,4 milhões de hectares, para 37,2 milhões de hectares, aumento de 620 mil hectares. Os estoques finais sofreram ajuste positivo de 22,6 milhões de toneladas, totalizando 126,83 milhões de toneladas.<br /><br />  Como reflexo destes ajustes, as cotações do dia 02/7 fecharam em U$ 4,07/bushel, perda de 0,15 pontos em relação ao preço do dia 27/6.<br /><br />   Na Argentina, de acordo com publicação da Bolsa de Cereais em 27/06, a colheita no país chegou a 54,9%, avanço de 5,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. O ritmo vem se intensificando à medida que as plantações estão chegando no teor de umidade ideal.<br /><br />  No Brasil, a colheita do milho 2ª safra está ganhando ritmo. De acordo com a Conab, até o dia 30/6, havia sido colhido cerca de 47,9% da área total, aumento de aproximadamente 20 % em relação a semana passada com destaque para os estados do Mato Grosso e Paraná com 68,7% e 42% da área colhida, respectivamente.<br /><br />        O Avanço da colheita da 2ª safra, aumenta a oferta no mercado interno, e segue pressionando os preços no mercado físico. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 02, precificado a R$ 56,87 por saca, baixa de 0,61% nos últimos 30 dias. Essa variação só não foi maior, devido a variação cambial positiva no período.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.<br /><br />     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,53 e R$ 57,85 por saca, e  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 58,06 e R$ 61,31 por saca.   <br /><br />   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro. <br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!! ]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/07/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-07-2024-cenario-do-boi-gordo--60593414</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 4 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Ao longo da semana, nos principais polos produtivos foi observado uma leve reação na cotação do boi gordo. No mercado físico em SP, a @ do boi gordo recebida pelo pecuarista foi de R$ 220,00 e do boi "China" foi de R$ 225,00. A escala de abate das indústrias começa a encurtar em algumas praças, com programação de aproximadamente 12 dias úteis na média nacional, tendo um maior descolamento do diferencial de base no preço praticado em alguns estados, como Rondônia.<br /><br /> A menor oferta de bovinos provenientes dos pastos, e a ausência de gado pronto para o abate proveniente do confinamento, contribui para a diminuição das escalas de abate da Indústria. No dia 2 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 225,30, com queda de 0,16% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 234,25.<br /><br /> No mercado externo, a desvalorização do real frente ao dólar deve estimular as exportações brasileiras de carne bovina, sugerindo uma melhora na receita dos frigoríficos. Soma-se a esse fato o bom volume de exportação observado ao longo dos últimos meses.<br /><br /> Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 232,00 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 230,00 e 237,00 /@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60593414</guid><pubDate>Thu, 04 Jul 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60593414/20240704_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2699224" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 4 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

  Ao longo da semana, nos principais polos produtivos foi observado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 4 de julho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Ao longo da semana, nos principais polos produtivos foi observado uma leve reação na cotação do boi gordo. No mercado físico em SP, a @ do boi gordo recebida pelo pecuarista foi de R$ 220,00 e do boi "China" foi de R$ 225,00. A escala de abate das indústrias começa a encurtar em algumas praças, com programação de aproximadamente 12 dias úteis na média nacional, tendo um maior descolamento do diferencial de base no preço praticado em alguns estados, como Rondônia.<br /><br /> A menor oferta de bovinos provenientes dos pastos, e a ausência de gado pronto para o abate proveniente do confinamento, contribui para a diminuição das escalas de abate da Indústria. No dia 2 de julho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 225,30, com queda de 0,16% no dia. Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 234,25.<br /><br /> No mercado externo, a desvalorização do real frente ao dólar deve estimular as exportações brasileiras de carne bovina, sugerindo uma melhora na receita dos frigoríficos. Soma-se a esse fato o bom volume de exportação observado ao longo dos últimos meses.<br /><br /> Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: setembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 229,00 e 232,00 /@, e outubro de 2024 com strike entre R$ 230,00 e 237,00 /@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/19d70af83d165f1541f2880e9d572660.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/07/2024- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-07-2024-cenario-do-arroz--60593369</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 03 de julho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Texixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 9º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se uma produção de dez milhões, trezentos e noventa e cinco mil e setecentas toneladas, aumento de 3,6% em relação à safra anterior. A área plantada está estimada em um milhão, quinhentos e noventa e um mil e seiscentos hectares, aumento de 7,6% em relação à safra anterior.<br /><br />  De maneira geral, houve aumento na área plantada em comparação ao total semeado na temporada anterior, sendo um incremento tanto no arroz irrigado quanto no sequeiro, algo motivado ainda à época da semeadura pela expectativa de bons preços praticados no mercado do cereal. Porém, o rendimento médio deverá ficar comprometido por conta dos danos às lavouras sul-rio-grandenses.<br /><br />  O estado do Rio Grande do Sul representa na safra 23/24, 68% da produção nacional de arroz. A colheita foi finalizada no estado e a área estimada de cultivo de arroz irrigado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) é de 900.203 hectares. De acordo com levantamento do CEPEA, os preços do arroz em casca vêm registrando pequenas oscilações nas regiões acompanhadas no Rio Grande do Sul, com o Indicador CEPEA/IRGA (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) mantendo-se na casa dos R$ 112,00/saca de 50 kg desde o dia 13 de junho.<br /><br /> Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte está atrelado à resistência de vendedores e à ligeira melhora da demanda, especialmente no mercado externo.<br /><br /> De um lado, orizicultores aguardando uma possível valorização do arroz em casca devido à maior procura de tradings e à recente alta do dólar, que favorece a exportação e dificulta a importação.<br /><br /> De outro, unidades de beneficiamento estão ligeiramente cautelosas, ofertando apenas em casos de necessidade imediata de reposição de estoques O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60593369</guid><pubDate>Wed, 03 Jul 2024 20:15:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60593369/20240703_bbcast_agro_arroz.mp3" length="2867662" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 03 de julho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Texixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

 De acordo com o 9º Levantamento de grãos da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 03 de julho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Texixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 9º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se uma produção de dez milhões, trezentos e noventa e cinco mil e setecentas toneladas, aumento de 3,6% em relação à safra anterior. A área plantada está estimada em um milhão, quinhentos e noventa e um mil e seiscentos hectares, aumento de 7,6% em relação à safra anterior.<br /><br />  De maneira geral, houve aumento na área plantada em comparação ao total semeado na temporada anterior, sendo um incremento tanto no arroz irrigado quanto no sequeiro, algo motivado ainda à época da semeadura pela expectativa de bons preços praticados no mercado do cereal. Porém, o rendimento médio deverá ficar comprometido por conta dos danos às lavouras sul-rio-grandenses.<br /><br />  O estado do Rio Grande do Sul representa na safra 23/24, 68% da produção nacional de arroz. A colheita foi finalizada no estado e a área estimada de cultivo de arroz irrigado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) é de 900.203 hectares. De acordo com levantamento do CEPEA, os preços do arroz em casca vêm registrando pequenas oscilações nas regiões acompanhadas no Rio Grande do Sul, com o Indicador CEPEA/IRGA (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) mantendo-se na casa dos R$ 112,00/saca de 50 kg desde o dia 13 de junho.<br /><br /> Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte está atrelado à resistência de vendedores e à ligeira melhora da demanda, especialmente no mercado externo.<br /><br /> De um lado, orizicultores aguardando uma possível valorização do arroz em casca devido à maior procura de tradings e à recente alta do dólar, que favorece a exportação e dificulta a importação.<br /><br /> De outro, unidades de beneficiamento estão ligeiramente cautelosas, ofertando apenas em casos de necessidade imediata de reposição de estoques O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/30431285239b4b7a84ca1b8b42b93c19.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/07/2024 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-07-2024-cenario-do-trigo--60571984</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 02 de Julho de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />  Segundo as projeções da Conab de junho/24, são esperados o cultivo de 3,078 milhões de hectares no Brasil nesta safra, com diminuição de 11% em relação à safra passada. Apesar disto, espera-se um aumento de 12% na produção nacional, devido a recuperação da frustração da safra 23/23, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, resultando em um aumento acima de 40%.<br /><br /> O plantio avança na Região Sul, que responde por 85% da área com trigo no país. Segundo dados do Departamento de Economia Rural – DERAL – o Paraná é o estado que apresenta maior avanço com 94% da área semeada. Com expectativa de diminuição na área de 19%, em função do histórico de preços e frustração da safra anterior.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, o plantio está atrasado em 7% em relação à safra passada. A principal causa deste atraso está ligada à catástrofe climática que atinge o estado: o solo ainda está encharcado, com ocorrência de erosão e lixiviação de nutrientes, além de problemas logísticos para distribuição de insumos, porém, ainda dentro do zoneamento agrícola, podendo fugir da janela ideal de plantio e consequentemente risco de colheita em períodos chuvosos.<br /><br /> No cenário internacional, as atenções estão sobre as condições climáticas desfavoráveis na Rússia e Ucrânia, com a ocorrência de clima frio e seco, podendo ocasionar perdas na produção, que podem chegar a 10%. Juntos esses países são responsáveis por 1/3 da exportação mundial de trigo.<br /><br /> Outro país que merece atenção é a Índia, pois o governo quer aumentar os estoques reguladores e com isso, o país pode entrar no mercado, comprando de 10 a 12 milhões de toneladas.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de 2,37% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.519,34. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 12%. A expectativa da confirmação da diminuição da área plantada no Brasil, do baixo volume de estoque doméstico, especialmente de produto de qualidade superior e aumento das cotações no cenário internacional (paridade de importação), estão sustentando variações positivas no preço neste período.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60571984</guid><pubDate>Tue, 02 Jul 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60571984/20240702_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3206626" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 02 de Julho de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

  Segundo as projeções da Conab de junho/24, são esperados o cultivo de 3,078 milhões de hectares no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 02 de Julho de 2024, meu nome é Sergio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />  Segundo as projeções da Conab de junho/24, são esperados o cultivo de 3,078 milhões de hectares no Brasil nesta safra, com diminuição de 11% em relação à safra passada. Apesar disto, espera-se um aumento de 12% na produção nacional, devido a recuperação da frustração da safra 23/23, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, resultando em um aumento acima de 40%.<br /><br /> O plantio avança na Região Sul, que responde por 85% da área com trigo no país. Segundo dados do Departamento de Economia Rural – DERAL – o Paraná é o estado que apresenta maior avanço com 94% da área semeada. Com expectativa de diminuição na área de 19%, em função do histórico de preços e frustração da safra anterior.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, o plantio está atrasado em 7% em relação à safra passada. A principal causa deste atraso está ligada à catástrofe climática que atinge o estado: o solo ainda está encharcado, com ocorrência de erosão e lixiviação de nutrientes, além de problemas logísticos para distribuição de insumos, porém, ainda dentro do zoneamento agrícola, podendo fugir da janela ideal de plantio e consequentemente risco de colheita em períodos chuvosos.<br /><br /> No cenário internacional, as atenções estão sobre as condições climáticas desfavoráveis na Rússia e Ucrânia, com a ocorrência de clima frio e seco, podendo ocasionar perdas na produção, que podem chegar a 10%. Juntos esses países são responsáveis por 1/3 da exportação mundial de trigo.<br /><br /> Outro país que merece atenção é a Índia, pois o governo quer aumentar os estoques reguladores e com isso, o país pode entrar no mercado, comprando de 10 a 12 milhões de toneladas.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de 2,37% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.519,34. Comparado ao mesmo período do ano anterior o aumento foi de 12%. A expectativa da confirmação da diminuição da área plantada no Brasil, do baixo volume de estoque doméstico, especialmente de produto de qualidade superior e aumento das cotações no cenário internacional (paridade de importação), estão sustentando variações positivas no preço neste período.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra.]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,cenario,comercializacao,cultivo,producao,safra,spreaker,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/07/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-07-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60542887</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que o clima nos EUA determine o movimento das cotações em Chicago. Apesar do excesso de chuvas ocorrido, os investidores ainda divirjam sobre os impactos nas condições das lavouras, uma vez que o NOAA indica probabilidade chuvas abaixo da média no meio oeste americano e as chuvas ocorridas nos dias anteriores podem amenizar um cenário de estiagem. Na américa do Sul, sigam as atenções ao câmbio e prêmios nos portos. Segundo o NOAA, haverá uma redução no volume de chuvas para os próximos 15 dias, nos principais estados produtores norte-americanos. Diante do clima norte-americano, das atuais condições das lavouras nos EUA, ainda com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul, o mercado interno deve manter a estabilidade das cotações no curto prazo. No médio e longo prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo se volta para a demanda para o cereal estadunidense e o clima para as lavouras cultivadas no país. De acordo com o USDA no dia 27/06, as vendas semanais foram de 542,20 mi t referente à temporada 2023/24, redução de 39% em relação à média das quatro semanas anteriores. Para os próximos dias, as previsões climáticas nos Estados Unidos, de acordo com o Serviço Climático do país (NOAA), apontam para precipitações um pouco mais abundantes no norte do cinturão agrícola, podendo ser prejudicial ao desenvolvimento das lavouras daquela região. Na Argentina, de acordo com publicação no dia 27/06 pela Bolsa de Cereais, a colheita no país chegou a 54,9%, avanço de 5,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. O ritmo vem se intensificando na medida que as plantações estão chegando no teor de umidade ideal. No Brasil, a Conab indica que a colheita do milho 2ª safra tem apresentado bom ritmo, em especial no MT e PR, com 40,1% e 29%, respectivamente. A colheita no hemisfério sul, poderá manter os preços pressionados negativamente no curto prazo.<br />    <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta; Os fundamentos de mercado apoiados pela baixa oferta do robusta, dólar em alta e ofertas restritas dos produtores brasileiros sustentam os bons preços do café; Em função de clima mais seco no Brasil, a colheita seguirá de forma acelerada, com preocupação quanto à qualidade dos grãos e tamanho da safra; Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: no início do mês devemos ter uma pequena elevação nos valores do boi gordo. O mercado um pouco “menos ofertado”, aparentemente devido a diminuição no descarte de fêmeas, enquanto os frigoríficos resolveram trabalhar com mais cautela nos balcões de negociação. A desvalorização do real frente ao dólar estimula as exportações brasileiras de carne bovina, melhorando ainda mais as margens dos frigoríficos, que poderá repassar aos pecuaristas parte dos ganhos com o câmbio.  A China manteve o posto de principal importadora, com 24,54 mil toneladas adquiridas em maio/24 (35,93% das exportações totais de Mato Grosso). Acredita-se em mais uma semana com preços em estabilidade com viés de alta nas principais praças, pesando mais na precificação o momento de diminuição na oferta de animais terminados. O aumento das cotações futuras na B3, abre boas oportunidades na adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.<br /><br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60542887</guid><pubDate>Mon, 01 Jul 2024 10:00:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60542887/20240701_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4674499" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de julho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que o clima nos EUA determine o movimento das cotações em Chicago. Apesar do excesso de chuvas ocorrido, os investidores ainda divirjam sobre os impactos nas condições das lavouras, uma vez que o NOAA indica probabilidade chuvas abaixo da média no meio oeste americano e as chuvas ocorridas nos dias anteriores podem amenizar um cenário de estiagem. Na américa do Sul, sigam as atenções ao câmbio e prêmios nos portos. Segundo o NOAA, haverá uma redução no volume de chuvas para os próximos 15 dias, nos principais estados produtores norte-americanos. Diante do clima norte-americano, das atuais condições das lavouras nos EUA, ainda com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul, o mercado interno deve manter a estabilidade das cotações no curto prazo. No médio e longo prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo se volta para a demanda para o cereal estadunidense e o clima para as lavouras cultivadas no país. De acordo com o USDA no dia 27/06, as vendas semanais foram de 542,20 mi t referente à temporada 2023/24, redução de 39% em relação à média das quatro semanas anteriores. Para os próximos dias, as previsões climáticas nos Estados Unidos, de acordo com o Serviço Climático do país (NOAA), apontam para precipitações um pouco mais abundantes no norte do cinturão agrícola, podendo ser prejudicial ao desenvolvimento das lavouras daquela região. Na Argentina, de acordo com publicação no dia 27/06 pela Bolsa de Cereais, a colheita no país chegou a 54,9%, avanço de 5,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. O ritmo vem se intensificando na medida que as plantações estão chegando no teor de umidade ideal. No Brasil, a Conab indica que a colheita do milho 2ª safra tem apresentado bom ritmo, em especial no MT e PR, com 40,1% e 29%, respectivamente. A colheita no hemisfério sul, poderá manter os preços pressionados negativamente no curto prazo.<br />    <b>Para o café, destaca-se que, </b>   O monitoramento do clima no Vietnã continuará no radar do mercado, pois o país é o maior player do robusta; Os fundamentos de mercado apoiados pela baixa oferta do robusta, dólar em alta e ofertas restritas dos produtores brasileiros sustentam os bons preços do café; Em função de clima mais seco no Brasil, a colheita seguirá de forma acelerada, com preocupação quanto à qualidade dos grãos e tamanho da safra; Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: no início do mês devemos ter uma pequena elevação nos valores do boi gordo. O mercado um pouco “menos ofertado”, aparentemente devido a diminuição no descarte de fêmeas, enquanto os frigoríficos resolveram trabalhar com mais cautela nos balcões de negociação. A desvalorização do real frente ao dólar estimula as exportações brasileiras de carne bovina, melhorando ainda mais as margens dos frigoríficos, que poderá repassar aos pecuaristas parte dos ganhos com o câmbio.  A China manteve o posto de principal importadora, com 24,54 mil toneladas adquiridas em maio/24 (35,93% das exportações totais de Mato Grosso). Acredita-se em mais uma semana com preços em estabilidade com viés de alta nas principais praças, pesando mais na precificação o momento de diminuição na oferta de animais terminados. O aumento das cotações futuras na B3, abre boas oportunidades na adoção das estratégias de mitigação de risco para...]]></itunes:summary><itunes:duration>293</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/06/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-06-2024-cenario-da-soja--60541401</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 28 de junho de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor <br />de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da <br />soja.<br /><br />A colheita no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas e <br />segundo a Conab, a produtividade média foi de 3.205 kg/ha. A comercialização da <br />safra 23/24 alcançou 64,6%, índice abaixo da média dos últimos 5 anos que é de 70,1%. <br />Já para a safra 24/25, a comercialização atinge 9,9%, também abaixo da média dos <br />últimos 5 anos, que é de 17,6%. <br /><br />O indicador CEPEA em 26/06 foi cotado a R$ 139,61/saca, (136,66 em 03/06)<br />apresentando alta de 1,32% em relação ao início do mês. O prêmio dos portos <br />permanece U$ 0,30/Bushel para julho/2024. <br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 26/06 cotado <br />a US$ 11,42/bushel, (11,84 em 03/06), queda de 3,5% em relação ao observado no <br />início do mês. Conforme o último relatório do USDA a expectativa de produção nos <br />EUA para a safra 24/25 manteve-se em 121,11 milhões de toneladas, com área de <br />plantio de 35,01 milhões de hectares. O plantio da soja Norte Americana, alcançou <br />97% no dia 23/06, apresentando condições boas e excelentes em 67% das áreas, 25% <br />em condições regulares e 8% ruins e muito ruins. Para a próxima semana há previsão <br />de chuvas no centro norte americano.<br /><br />A colheita na Argentina está tecnicamente finalizada e, segundo o USDA, a <br />estimativa de produção é 50 milhões de toneladas. Segundo o Ministério da <br />Agricultura Argentino, a comercialização alcançou 42,33% da safra, com evolução <br />lenta em virtude dos produtores argentinos estarem na expectativa de o Governo <br />Federal lançar o plano dólar/soja. <br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha <br />de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de <br />unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de <br />travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de <br />venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/2025 com strike/preço garantido entre U$ 10,50 e U$ 11,09/bushel e<br />- abril/2025 com strike entre U$ 10,47 e U$ 11,18/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”Conte sempre com a <br />assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60541401</guid><pubDate>Fri, 28 Jun 2024 18:11:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60541401/20240628_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3936383" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 28 de junho de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor 
de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da 
soja.

A colheita no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 28 de junho de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor <br />de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da <br />soja.<br /><br />A colheita no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas e <br />segundo a Conab, a produtividade média foi de 3.205 kg/ha. A comercialização da <br />safra 23/24 alcançou 64,6%, índice abaixo da média dos últimos 5 anos que é de 70,1%. <br />Já para a safra 24/25, a comercialização atinge 9,9%, também abaixo da média dos <br />últimos 5 anos, que é de 17,6%. <br /><br />O indicador CEPEA em 26/06 foi cotado a R$ 139,61/saca, (136,66 em 03/06)<br />apresentando alta de 1,32% em relação ao início do mês. O prêmio dos portos <br />permanece U$ 0,30/Bushel para julho/2024. <br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 26/06 cotado <br />a US$ 11,42/bushel, (11,84 em 03/06), queda de 3,5% em relação ao observado no <br />início do mês. Conforme o último relatório do USDA a expectativa de produção nos <br />EUA para a safra 24/25 manteve-se em 121,11 milhões de toneladas, com área de <br />plantio de 35,01 milhões de hectares. O plantio da soja Norte Americana, alcançou <br />97% no dia 23/06, apresentando condições boas e excelentes em 67% das áreas, 25% <br />em condições regulares e 8% ruins e muito ruins. Para a próxima semana há previsão <br />de chuvas no centro norte americano.<br /><br />A colheita na Argentina está tecnicamente finalizada e, segundo o USDA, a <br />estimativa de produção é 50 milhões de toneladas. Segundo o Ministério da <br />Agricultura Argentino, a comercialização alcançou 42,33% da safra, com evolução <br />lenta em virtude dos produtores argentinos estarem na expectativa de o Governo <br />Federal lançar o plano dólar/soja. <br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha <br />de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de <br />unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de <br />travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de <br />venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/2025 com strike/preço garantido entre U$ 10,50 e U$ 11,09/bushel e<br />- abril/2025 com strike entre U$ 10,47 e U$ 11,18/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”Conte sempre com a <br />assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/06/2024 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-06-2024-cenario-da-suinocultura--60530865</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de junho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br /> O ano de 2024 está sendo positivo para a suinocultura brasileira. A recuperação do preço do suíno terminado, juntamente com a queda no custo da ração, possibilitou que a atividade voltasse a apresentar margem de lucro positiva, embora tímida.<br /><br /> As exportações brasileiras de carne suína até a segunda semana de junho ultrapassaram 47 mil toneladas, volume 3,25% acima do registrado no mesmo período de 2023, o valor faturado com as exportações de carne suína, neste período, foi de 112 milhões de dólares, o preço médio da tonelada exportada ficou em U$ 2.345, queda de 8,2% em relação ao comercializado no ano anterior.<br /><br /> Com isso, o volume acumulado nos cinco primeiros meses de 2024 alcançou 435,4 mil toneladas, totalizando um valor de 985,5 milhões de dólares, com um preço de U$ 2.260 por tonelada. Em relação às exportações, houve diminuição de concentração das vendas à China. Embora ainda permaneça como nosso maior comprador, atualmente sua participação está em 21%.<br /><br /> Segundo a EMBRAPA aves e suínos, o índice de custo de produção (ICP) suíno no mês de maio sofreu leve aumento de 2,69%, sendo o valor da ração o responsável pela alta, no estado de Santa Catarina, no mês de maio, o custo para se produzir um kg vivo suíno foi de R$ 5,78.<br /><br /> De acordo com a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o preço médio do suíno terminado, na bolsa de suínos de SC em maio de 2024 foi de R$ 6,29 por kg de peso vivo. No mês de junho ocorreu melhora no preço e atualmente está sendo comercializado a R$ 6,75/kg vivo.<br /><br /> Na questão de custo de produção, é importante que o suinocultor tenha um planejamento da compra de insumos e que utilize ferramentas para proteção de preços, como aquisição antecipada ou aquisição de uma opção de milho, protegendo-se da alta do preço.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60530865</guid><pubDate>Thu, 27 Jun 2024 20:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60530865/20230627_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="2859302" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de junho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.

 O ano de 2024 está sendo positivo para a suinocultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de junho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br /> O ano de 2024 está sendo positivo para a suinocultura brasileira. A recuperação do preço do suíno terminado, juntamente com a queda no custo da ração, possibilitou que a atividade voltasse a apresentar margem de lucro positiva, embora tímida.<br /><br /> As exportações brasileiras de carne suína até a segunda semana de junho ultrapassaram 47 mil toneladas, volume 3,25% acima do registrado no mesmo período de 2023, o valor faturado com as exportações de carne suína, neste período, foi de 112 milhões de dólares, o preço médio da tonelada exportada ficou em U$ 2.345, queda de 8,2% em relação ao comercializado no ano anterior.<br /><br /> Com isso, o volume acumulado nos cinco primeiros meses de 2024 alcançou 435,4 mil toneladas, totalizando um valor de 985,5 milhões de dólares, com um preço de U$ 2.260 por tonelada. Em relação às exportações, houve diminuição de concentração das vendas à China. Embora ainda permaneça como nosso maior comprador, atualmente sua participação está em 21%.<br /><br /> Segundo a EMBRAPA aves e suínos, o índice de custo de produção (ICP) suíno no mês de maio sofreu leve aumento de 2,69%, sendo o valor da ração o responsável pela alta, no estado de Santa Catarina, no mês de maio, o custo para se produzir um kg vivo suíno foi de R$ 5,78.<br /><br /> De acordo com a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o preço médio do suíno terminado, na bolsa de suínos de SC em maio de 2024 foi de R$ 6,29 por kg de peso vivo. No mês de junho ocorreu melhora no preço e atualmente está sendo comercializado a R$ 6,75/kg vivo.<br /><br /> Na questão de custo de produção, é importante que o suinocultor tenha um planejamento da compra de insumos e que utilize ferramentas para proteção de preços, como aquisição antecipada ou aquisição de uma opção de milho, protegendo-se da alta do preço.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/06/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-06-2024-cenario-do-algodao--60520683</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 27 de junho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de <br />Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e <br />falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />A percepção do mercado de que poderá haver mais oferta de pluma está <br />pressionando as cotações no mercado internacional e isto se deve, sobretudo, a <br />dois fatores preponderantes: a produção brasileira, que iniciou a fase de colheita,<br />possui expectativa de safra recorde, 3,6 milhões de toneladas, e o bom <br />desenvolvimento das lavouras norte-americanas até o momento, quase 55% <br />encontram-se em condições excelentes e boas, segundo a última divulgação do <br />Departamento de Agricultura do país (USDA)<br />Desta forma, a pluma apresentou, na Bolsa de Nova Iorque em junho, variação <br />negativa de 1,79% até o dia 25.<br /><br />No Brasil, os bons números de exportação consolidaram o país como o maior <br />exportador mundial de pluma no ciclo 23/24 (com 2,7 milhões de toneladas), <br />superando os Estados Unidos e se tornando um fornecedor constante de <br />matéria-prima para o mundo.<br /><br />Com a manutenção da taxa de juros pelo banco central americano em junho, o <br />dólar superou a casa dos R$ 5,40 e sustentou o preço no mercado interno, <br />mesmo com a queda de cotação no exterior, e alcançou patamares próximos a <br />R$ 4,00/lbp.<br /><br />As perspectivas de oferta de pluma nacional e americana se evidenciam nos <br />números dos relatórios de cada órgão competente. Para isso, é muito importante <br />a atenção do cotonicultor às oscilações de preços que ocorrem, devido às<br />variações de oferta, demanda e outros fatores de mercado.<br /><br />Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de <br />Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços <br />e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. <br />Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com <br />vencimento em:<br /><br />- Novembro/24 com strike entre U$c 70 e U$c 73/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco <br />do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60520683</guid><pubDate>Thu, 27 Jun 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60520683/20240627_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2257859" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 27 de junho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de 
Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e 
falaremos sobre o cenário do algodão. 

A percepção do mercado de que poderá haver mais oferta de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 27 de junho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de <br />Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e <br />falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />A percepção do mercado de que poderá haver mais oferta de pluma está <br />pressionando as cotações no mercado internacional e isto se deve, sobretudo, a <br />dois fatores preponderantes: a produção brasileira, que iniciou a fase de colheita,<br />possui expectativa de safra recorde, 3,6 milhões de toneladas, e o bom <br />desenvolvimento das lavouras norte-americanas até o momento, quase 55% <br />encontram-se em condições excelentes e boas, segundo a última divulgação do <br />Departamento de Agricultura do país (USDA)<br />Desta forma, a pluma apresentou, na Bolsa de Nova Iorque em junho, variação <br />negativa de 1,79% até o dia 25.<br /><br />No Brasil, os bons números de exportação consolidaram o país como o maior <br />exportador mundial de pluma no ciclo 23/24 (com 2,7 milhões de toneladas), <br />superando os Estados Unidos e se tornando um fornecedor constante de <br />matéria-prima para o mundo.<br /><br />Com a manutenção da taxa de juros pelo banco central americano em junho, o <br />dólar superou a casa dos R$ 5,40 e sustentou o preço no mercado interno, <br />mesmo com a queda de cotação no exterior, e alcançou patamares próximos a <br />R$ 4,00/lbp.<br /><br />As perspectivas de oferta de pluma nacional e americana se evidenciam nos <br />números dos relatórios de cada órgão competente. Para isso, é muito importante <br />a atenção do cotonicultor às oscilações de preços que ocorrem, devido às<br />variações de oferta, demanda e outros fatores de mercado.<br /><br />Para isso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de <br />Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços <br />e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. <br />Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com <br />vencimento em:<br /><br />- Novembro/24 com strike entre U$c 70 e U$c 73/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre <br />com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco <br />do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>142</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/06/2024 - Alongamento de Digital</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-06-2024-alongamento-de-digital--60519852</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de junho de 2024, meu nome é Diego Lopes, Assessor na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e falaremos da solução ALONGAMENTO DIGITAL.<br /><br />O alongamento das operações de custeio para lavouras de algodão, arroz, aveia, café (exceto Funcafé), canola, cevada, milho, soja, sorgo, trigo e triticale, oferece alternativa para o cliente reprogramar o pagamento de suas operações de custeio agrícola, adequando o prazo à comercialização do produto.<br /><br /> A partir do quinquagésimo quinto (55º) dia ao segundo (2º) dia antes do vencimento da operação, mediante a entrega de declaração do produto armazenado, o produtor rural poderá alongar as suas operações de custeio agrícola.<br /><br />No modelo tradicional, o produtor precisa ir até sua agência, entregar a declaração do produto armazenado e assim, a equipe BB analisa e realiza os procedimentos do alongamento, com débito da primeira parcela, ficando agendado mais três parcelas mensais, iguais e sucessivas.<br /><br />Com a solução do Alongamento Digital, o cliente que tem unidade armazenadora própria (silos, armazéns, entre outros), em seu cadastro no BB, pode alongar suas operações de custeio pelo celular, onde e quando quiser, sem a necessidade de ir à agência.<br /><br /> No início do prazo para apresentar a declaração, cinquenta e cinco dias antes do vencimento da operação passível de alongamento, o BB envia mensagem automática informando a possibilidade de alongar as operações via App BB.<br /><br /> O produtor Rural cliente do Banco do Brasil, pode efetuar o alongamento digital diretamente no APP do Banco, acessando o menu Agro &gt; Custeio &gt; Alongamento Simplificado. A partir da confirmação de dados da operação, será gerado o documento “Solicitação de Alongamento de Custeio e Declaração de Produto Armazenado”, para confirmação com a senha de seis dígitos.<br /><br />  A solução do alongamento digital traz agilidade e comodidade para os produtores rurais, que não precisam mais se deslocar até a agência para entregar o comprovante de depósito do produto armazenado.<br /><br /> Essa é mais uma solução digital do Banco do Brasil. Onde o produtor também pode contar com linhas completas de financiamentos para investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em Irrigação, Armazenagem e Comercialização.<br /><br /> O BB está ao seu lado em todos os momentos, oferecendo linhas de Crédito agropecuário e soluções para tudo que você imaginar.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60519852</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2024 20:01:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60519852/20240626_bbcast_agro_alogamento_digital.mp3" length="3220001" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de junho de 2024, meu nome é Diego Lopes, Assessor na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e falaremos da solução ALONGAMENTO DIGITAL.

O alongamento das operações de custeio para lavouras de algodão, arroz, aveia, café...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de junho de 2024, meu nome é Diego Lopes, Assessor na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e falaremos da solução ALONGAMENTO DIGITAL.<br /><br />O alongamento das operações de custeio para lavouras de algodão, arroz, aveia, café (exceto Funcafé), canola, cevada, milho, soja, sorgo, trigo e triticale, oferece alternativa para o cliente reprogramar o pagamento de suas operações de custeio agrícola, adequando o prazo à comercialização do produto.<br /><br /> A partir do quinquagésimo quinto (55º) dia ao segundo (2º) dia antes do vencimento da operação, mediante a entrega de declaração do produto armazenado, o produtor rural poderá alongar as suas operações de custeio agrícola.<br /><br />No modelo tradicional, o produtor precisa ir até sua agência, entregar a declaração do produto armazenado e assim, a equipe BB analisa e realiza os procedimentos do alongamento, com débito da primeira parcela, ficando agendado mais três parcelas mensais, iguais e sucessivas.<br /><br />Com a solução do Alongamento Digital, o cliente que tem unidade armazenadora própria (silos, armazéns, entre outros), em seu cadastro no BB, pode alongar suas operações de custeio pelo celular, onde e quando quiser, sem a necessidade de ir à agência.<br /><br /> No início do prazo para apresentar a declaração, cinquenta e cinco dias antes do vencimento da operação passível de alongamento, o BB envia mensagem automática informando a possibilidade de alongar as operações via App BB.<br /><br /> O produtor Rural cliente do Banco do Brasil, pode efetuar o alongamento digital diretamente no APP do Banco, acessando o menu Agro &gt; Custeio &gt; Alongamento Simplificado. A partir da confirmação de dados da operação, será gerado o documento “Solicitação de Alongamento de Custeio e Declaração de Produto Armazenado”, para confirmação com a senha de seis dígitos.<br /><br />  A solução do alongamento digital traz agilidade e comodidade para os produtores rurais, que não precisam mais se deslocar até a agência para entregar o comprovante de depósito do produto armazenado.<br /><br /> Essa é mais uma solução digital do Banco do Brasil. Onde o produtor também pode contar com linhas completas de financiamentos para investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em Irrigação, Armazenagem e Comercialização.<br /><br /> O BB está ao seu lado em todos os momentos, oferecendo linhas de Crédito agropecuário e soluções para tudo que você imaginar.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,algodão,arroz,aveia,bancodobrasil,bb,broto,café,canola,cevada,mercado,milho,soja,sorgo,trigo,triticale</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04bc82f18431e920c17fe76f66c6b46f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/06/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-06-2024-cenario-do-cafe-arabica--60508279</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de Junho de 2024, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A falta de chuvas no mês de junho nas principais regiões produtoras do país estão favorecendo o andamento da colheita, que segue em ritmo acelerado, com estimativa em torno 35 % da área de produção do café arábica. A projeção do IBGE para a safra 2024 no Brasil foi divulgada no dia 13 de junho de 2024 com previsão de 61,4 milhões sacas, sendo 42,3 milhões de sacas para o café arábica, estimativa pouco acima dos dados da CONAB.<br /><br /> Em termos de volume, o tempo seco da safra tem trazido um resultado da colheita abaixo do esperado, o que poderá motivar uma revisão no número da safra. O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços devido a fatores internos e externos. Além da preocupação com a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas do Vietnã, que ainda trazem muita preocupação já que o país informou exportações bem abaixo do esperado no mês de maio, repercutindo no preço do arábica.<br /><br />  Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 21 de junho de 2024 os preços internos nas principais praças registraram uma média acima de R$ 1.350,00/ a saca para o café arábica.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro para proteção das margens de rentabilidade na cafeicultura.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60508279</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60508279/20240626_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2807475" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de Junho de 2024, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

  A falta de chuvas no mês de junho nas principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de Junho de 2024, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A falta de chuvas no mês de junho nas principais regiões produtoras do país estão favorecendo o andamento da colheita, que segue em ritmo acelerado, com estimativa em torno 35 % da área de produção do café arábica. A projeção do IBGE para a safra 2024 no Brasil foi divulgada no dia 13 de junho de 2024 com previsão de 61,4 milhões sacas, sendo 42,3 milhões de sacas para o café arábica, estimativa pouco acima dos dados da CONAB.<br /><br /> Em termos de volume, o tempo seco da safra tem trazido um resultado da colheita abaixo do esperado, o que poderá motivar uma revisão no número da safra. O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços devido a fatores internos e externos. Além da preocupação com a safra no Brasil, o setor continua monitorando as condições climáticas do Vietnã, que ainda trazem muita preocupação já que o país informou exportações bem abaixo do esperado no mês de maio, repercutindo no preço do arábica.<br /><br />  Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 21 de junho de 2024 os preços internos nas principais praças registraram uma média acima de R$ 1.350,00/ a saca para o café arábica.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro para proteção das margens de rentabilidade na cafeicultura.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/06/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-06-2024-cenario-da-cana-de-acucar--60495647</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 25 de junho de 2024, eu sou Renato Leonel, Assessor de<br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Céu, GO, e hoje vamos falar sobre<br />o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A safra 24/25 teve início na região Centro-Sul e, ao término de maio, havia 249<br />unidades em operação, sendo 232 com o processamento da cana-de-açúcar, nove<br />empresas produzindo etanol de milho e oito usinas flex.<br /><br />As condições climáticas desfavoráveis prejudicaram o ciclo de desenvolvimento das<br />lavouras e causaram uma menor concentração de ATR. Assim, na segunda quinzena<br />de maio, este índice estava em 129,85 kg por tonelada de cana, refletindo uma<br />variação negativa de 3,78% em comparação com o mesmo período da safra anterior.<br />Houve redução de 220 mil toneladas na produção de açúcar quando comparado à<br />segunda quinzena de maio da safra passada, o que representa, em termos<br />percentuais, uma queda de 7,72%.<br /><br />O mix de produção foi direcionado ao etanol, que registrou 51,72% frente a 48,28%<br />de açúcar. Porém, o melhor preço do açúcar em relação ao etanol sugere tendência<br />de um mix mais açucareiro, dando continuidade ao que vem ocorrendo desde 2020.<br />A produção de açúcar para toda a safra 2024/25 foi estimada em 41,3 milhões de<br />toneladas. Isto representa uma baixa de 2,7% comparando com a safra passada para<br />a região Centro-sul.<br /><br />No caso do etanol de cana e milho, a estimativa é de uma produção de 32,1 bilhões<br />de litros, o que representa uma queda de 4,5% na atual safra.<br /><br />Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode<br />sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como<br />implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos<br />para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe<br />do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60495647</guid><pubDate>Tue, 25 Jun 2024 10:01:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60495647/20240625_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2512396" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 25 de junho de 2024, eu sou Renato Leonel, Assessor de
Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Céu, GO, e hoje vamos falar sobre
o cenário da cana-de-açúcar.

A safra 24/25 teve início na região Centro-Sul e, ao término...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 25 de junho de 2024, eu sou Renato Leonel, Assessor de<br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Céu, GO, e hoje vamos falar sobre<br />o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A safra 24/25 teve início na região Centro-Sul e, ao término de maio, havia 249<br />unidades em operação, sendo 232 com o processamento da cana-de-açúcar, nove<br />empresas produzindo etanol de milho e oito usinas flex.<br /><br />As condições climáticas desfavoráveis prejudicaram o ciclo de desenvolvimento das<br />lavouras e causaram uma menor concentração de ATR. Assim, na segunda quinzena<br />de maio, este índice estava em 129,85 kg por tonelada de cana, refletindo uma<br />variação negativa de 3,78% em comparação com o mesmo período da safra anterior.<br />Houve redução de 220 mil toneladas na produção de açúcar quando comparado à<br />segunda quinzena de maio da safra passada, o que representa, em termos<br />percentuais, uma queda de 7,72%.<br /><br />O mix de produção foi direcionado ao etanol, que registrou 51,72% frente a 48,28%<br />de açúcar. Porém, o melhor preço do açúcar em relação ao etanol sugere tendência<br />de um mix mais açucareiro, dando continuidade ao que vem ocorrendo desde 2020.<br />A produção de açúcar para toda a safra 2024/25 foi estimada em 41,3 milhões de<br />toneladas. Isto representa uma baixa de 2,7% comparando com a safra passada para<br />a região Centro-sul.<br /><br />No caso do etanol de cana e milho, a estimativa é de uma produção de 32,1 bilhões<br />de litros, o que representa uma queda de 4,5% na atual safra.<br /><br />Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode<br />sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como<br />implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos<br />para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe<br />do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/06/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-06-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60465489</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado externo siga atento ao clima e condições das lavouras norte-americanas. Continuem com as previsões de chuva nos principais estados produtores, favorecendo a finalização do plantio e o desenvolvimento das lavouras. Na américa do Sul, as atenções continuam voltadas ao câmbio e aos prêmios nos portos, que estão favorecidos pela finalização da colheita no Brasil. Segundo a NOAA, espera-se a manutenção da previsão de chuvas para os próximos 15 dias nos principais estados produtores norte-americanos, o que favorecerá o desenvolvimento das lavouras. Diante do clima norte-americano, das atuais condições das lavouras nos EUA, com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul e os números divulgados pelo USDA, espera-se que o mercado interno mantenha a estabilidade das cotações no curto prazo. No médio e longo prazos, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para os próximos dias, as previsões climáticas nos Estados Unidos, de acordo com o Serviço Climático do país (NOOA), apontam para temperaturas acima da normalidade em praticamente todo cinturão agrícola, bem como elevado volume de chuvas, especialmente no norte do cinturão. Caso as condições das lavouras norte-americanas apresentem mais uma semana de redução do percentual entre boas a excelentes, as cotações podem buscar algum suporte nos preços na CBOT. De acordo com publicação no dia 19/06 pela Bolsa de Cereais na Argentina, a colheita no país chegou a 49,3% da área, avanço de 9 pontos percentuais em relação à semana anterior, motivado pelo clima seco dos últimos dias no país. No Brasil, a Conab divulgou no dia 17/06, seu boletim de acompanhamento das lavouras, indicando que a colheita do milho 2ª safra atingiu 13,1% da área total. Os estados mais avançados são: MT (18,1%), PR (13,0%) e MS (10,0%). Com o avanço da colheita, ainda que a comercialização continue lenta, os preços podem se manter com viés de baixa no curto prazo.<br />      <b>Para o café, destaca-se, </b>   Perspectivas na manutenção dos fatores que têm influenciado o mercado como clima adverso no BR e Ásia, desvalorização do Real frente ao Dólar, incertezas quanto a produção BR na atual safra, estoques baixos, macroeconomia global e balanço oferta e demanda. No Brasil a colheita avança bem, porém com atenção à qualidade dos grãos e tamanho da safra. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A pressão de baixa sobre os valores perdeu força nos primeiros da semana anterior, dando lugar a um processo de estabilização nos preços da arroba. O mercado segue “menos ofertado”, aparentemente devido a diminuição no descarte de fêmeas, enquanto os frigoríficos resolveram trabalhar com mais cautela nos balcões de negociação. Destacamos o preço mais estável em várias praças pecuárias brasileiras e a pressão baixista que perde força neste final do mês de junho/24. No mercado internacional, a desvalorização do real frente ao dólar estimula as exportações brasileiras de carne bovina, melhorando ainda mais as margens dos frigoríficos.  A China manteve o posto de principal importadora, com 24,54 mil tec adquiridas em maio/24 (35,93% das exportações totais de Mato Grosso). Assim, acredita-se em mais uma semana com preços em estabilidade com viés de baixa nas principais praças, pesando mais na precificação o momento de maior oferta de animais terminados. Reforça-se a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contratos de opções.  <br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60465489</guid><pubDate>Mon, 24 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60465489/20240624_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5380014" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado externo siga atento ao clima e condições das lavouras norte-americanas. Continuem com as previsões de chuva nos principais estados produtores, favorecendo a finalização do plantio e o desenvolvimento das lavouras. Na américa do Sul, as atenções continuam voltadas ao câmbio e aos prêmios nos portos, que estão favorecidos pela finalização da colheita no Brasil. Segundo a NOAA, espera-se a manutenção da previsão de chuvas para os próximos 15 dias nos principais estados produtores norte-americanos, o que favorecerá o desenvolvimento das lavouras. Diante do clima norte-americano, das atuais condições das lavouras nos EUA, com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul e os números divulgados pelo USDA, espera-se que o mercado interno mantenha a estabilidade das cotações no curto prazo. No médio e longo prazos, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Para os próximos dias, as previsões climáticas nos Estados Unidos, de acordo com o Serviço Climático do país (NOOA), apontam para temperaturas acima da normalidade em praticamente todo cinturão agrícola, bem como elevado volume de chuvas, especialmente no norte do cinturão. Caso as condições das lavouras norte-americanas apresentem mais uma semana de redução do percentual entre boas a excelentes, as cotações podem buscar algum suporte nos preços na CBOT. De acordo com publicação no dia 19/06 pela Bolsa de Cereais na Argentina, a colheita no país chegou a 49,3% da área, avanço de 9 pontos percentuais em relação à semana anterior, motivado pelo clima seco dos últimos dias no país. No Brasil, a Conab divulgou no dia 17/06, seu boletim de acompanhamento das lavouras, indicando que a colheita do milho 2ª safra atingiu 13,1% da área total. Os estados mais avançados são: MT (18,1%), PR (13,0%) e MS (10,0%). Com o avanço da colheita, ainda que a comercialização continue lenta, os preços podem se manter com viés de baixa no curto prazo.<br />      <b>Para o café, destaca-se, </b>   Perspectivas na manutenção dos fatores que têm influenciado o mercado como clima adverso no BR e Ásia, desvalorização do Real frente ao Dólar, incertezas quanto a produção BR na atual safra, estoques baixos, macroeconomia global e balanço oferta e demanda. No Brasil a colheita avança bem, porém com atenção à qualidade dos grãos e tamanho da safra. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A pressão de baixa sobre os valores perdeu força nos primeiros da semana anterior, dando lugar a um processo de estabilização nos preços da arroba. O mercado segue “menos ofertado”, aparentemente devido a diminuição no descarte de fêmeas, enquanto os frigoríficos resolveram trabalhar com mais cautela nos balcões de negociação. Destacamos o preço mais estável em várias praças pecuárias brasileiras e a pressão baixista que perde força neste final do mês de junho/24. No mercado internacional, a desvalorização do real frente ao dólar estimula as exportações brasileiras de carne bovina, melhorando ainda mais as margens dos frigoríficos.  A China manteve o posto de principal importadora, com 24,54 mil tec adquiridas em maio/24 (35,93% das exportações totais de Mato Grosso). Assim, acredita-se em mais uma semana com preços em estabilidade com viés de baixa nas principais praças, pesando mais na precificação o momento de maior oferta de animais terminados....]]></itunes:summary><itunes:duration>337</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/06/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-06-2024-cenario-do-milho--60463159</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de junho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Conforme o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado no dia 17 de junho, o plantio no país foi finalizado e o órgão estimou que 93% das plantas estão emergidas e 72% das lavouras foram consideradas boas a excelentes, ante 55% no mesmo período do ano passado.<br /><br />    Em relação ao início do mês de junho, os preços futuros na Bolsa de Chicago estão seguindo um movimento de estabilidade, apesar da pressão negativa vinda de outras commodities, como o trigo e a soja. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Setembro/24, encerrou o dia 18 de junho cotado a U$4,55/bushel.<br /><br />  No Brasil, a colheita do milho 2ª safra está ganhando ritmo. De acordo com a Conab, até o dia 16 de junho, havia sido colhido cerca de 13% da área total, estando quase oito pontos percentuais acima do mesmo período da safra passada. Dentre os estados com maior produção, Mato Grosso e Paraná estão à frente, com 18% e 13% da área colhida, respectivamente.<br /><br />  Em seu levantamento de safra mensal, o órgão elevou a estimativa de produção da 2ª safra em 1,96 milhões de toneladas, impulsionado principalmente pela revisão da produção no Mato Grosso. Dessa forma, a estimativa de junho ficou em 88,11 milhões de toneladas.<br /><br />  A colheita da 2ª safra segue pressionando os preços no mercado físico. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 18, precificado a R$ 57,71 por saca, baixa de R$1,24 em relação ao dia 03 de junho.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,17 e R$ 59,90 por saca, e<br />  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 60,12 e R$ 63,49 por saca.  <br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60463159</guid><pubDate>Fri, 21 Jun 2024 15:38:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60463159/20240621_bbcast_agro_milho.mp3" length="3188236" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 21 de junho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Conforme o relatório do Departamento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de junho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Conforme o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado no dia 17 de junho, o plantio no país foi finalizado e o órgão estimou que 93% das plantas estão emergidas e 72% das lavouras foram consideradas boas a excelentes, ante 55% no mesmo período do ano passado.<br /><br />    Em relação ao início do mês de junho, os preços futuros na Bolsa de Chicago estão seguindo um movimento de estabilidade, apesar da pressão negativa vinda de outras commodities, como o trigo e a soja. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Setembro/24, encerrou o dia 18 de junho cotado a U$4,55/bushel.<br /><br />  No Brasil, a colheita do milho 2ª safra está ganhando ritmo. De acordo com a Conab, até o dia 16 de junho, havia sido colhido cerca de 13% da área total, estando quase oito pontos percentuais acima do mesmo período da safra passada. Dentre os estados com maior produção, Mato Grosso e Paraná estão à frente, com 18% e 13% da área colhida, respectivamente.<br /><br />  Em seu levantamento de safra mensal, o órgão elevou a estimativa de produção da 2ª safra em 1,96 milhões de toneladas, impulsionado principalmente pela revisão da produção no Mato Grosso. Dessa forma, a estimativa de junho ficou em 88,11 milhões de toneladas.<br /><br />  A colheita da 2ª safra segue pressionando os preços no mercado físico. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 18, precificado a R$ 57,71 por saca, baixa de R$1,24 em relação ao dia 03 de junho.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - Setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,17 e R$ 59,90 por saca, e<br />  - Novembro/24, com strike/preço entre R$ 60,12 e R$ 63,49 por saca.  <br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/06/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-06-2024-cenario-do-boi-gordo--60441983</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de junho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 97 mil toneladas de carne bovina in natura em 10 dias úteis do mês de junho de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 192 mil toneladas. O preço médio da tonelada foi de US$ 4454,50, uma queda de 12 % em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />No curto prazo, parte dos frigoríficos mantiveram os níveis de compra estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, preenchidas em até 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou pouca fluidez nos últimos dias. Diante disso a reposição entre o varejo e o atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços.<br /><br />No dia 18 de junho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 221,50, com estabilidade no dia. Na B3, os contratos futuros de julho e agosto de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 231,50 e R$ 234,90 a arroba, respectivamente. Para o 2º semestre de 2024, segundo o IMEA, a previsão é de aumento de 30% na oferta de animais terminados em confinamento no estado do MT comparado com o mesmo período de 2023.<br /><br />  No Rio Grande do Sul as constantes chuvas continuam gerando dificuldades de logística, afetando as escalas de abates nas últimas semanas. Permanece a extrema dificuldade de trânsito nas estradas do interior causando prejuízos de toda ordem. Diante deste cenário, os preços seguiram firmes, com tendência de alta no mercado físico.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:<br /> -          julho/24 com preço garantido (strike) entre R$ 220,45 e 222,80/@, e<br /> -          agosto/24 com strike entre R$ 225,00 e 229,50/@.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60441983</guid><pubDate>Thu, 20 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60441983/20240620_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3051146" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de junho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de junho de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 97 mil toneladas de carne bovina in natura em 10 dias úteis do mês de junho de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 192 mil toneladas. O preço médio da tonelada foi de US$ 4454,50, uma queda de 12 % em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />No curto prazo, parte dos frigoríficos mantiveram os níveis de compra estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, preenchidas em até 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou pouca fluidez nos últimos dias. Diante disso a reposição entre o varejo e o atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços.<br /><br />No dia 18 de junho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 221,50, com estabilidade no dia. Na B3, os contratos futuros de julho e agosto de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 231,50 e R$ 234,90 a arroba, respectivamente. Para o 2º semestre de 2024, segundo o IMEA, a previsão é de aumento de 30% na oferta de animais terminados em confinamento no estado do MT comparado com o mesmo período de 2023.<br /><br />  No Rio Grande do Sul as constantes chuvas continuam gerando dificuldades de logística, afetando as escalas de abates nas últimas semanas. Permanece a extrema dificuldade de trânsito nas estradas do interior causando prejuízos de toda ordem. Diante deste cenário, os preços seguiram firmes, com tendência de alta no mercado físico.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:<br /> -          julho/24 com preço garantido (strike) entre R$ 220,45 e 222,80/@, e<br /> -          agosto/24 com strike entre R$ 225,00 e 229,50/@.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a1eb44f7db2034fd140cc3e46d9e639c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/06/2024 - Sucessão Familiar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-06-2024-sucessao-familiar--60427822</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de junho de 2024, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre Sucessão familiar.<br /><br />    A sucessão familiar diz respeito ao processo de transferência da propriedade e do controle dos negócios para a próxima geração da família.<br /><br /> E, para garantir uma transição harmoniosa e adequada, é essencial planejar a sucessão com antecedência, a fim de facilitar o processo sucessório e a perenidade do empreendimento familiar.<br /><br /> <b>O objetivo do planejamento sucessório familiar </b>visa a organização da <b><i>família</i></b>, do <b><i>patrimônio</i></b> e da <b><i>gestão.</i> </b> <b>Além da transferência programada do patrimônio e controle da empresa aos herdeiros, envolve a implementação de práticas de governança, para que estes sucessores tenham condições de manter a gestão do negócio da família com a fluidez e sem ruptura na gestão.</b><br /><br /> A implantação de um processo de sucessão, organizado e transparente, é fundamental para a preservação do legado, da prosperidade da família e do negócio, evita conflito por causa das expectativas dos herdeiros em relação ao processo sucessório e à gestão, trazendo segurança e tranquilidade aos herdeiros e aos sucedidos. Este processo define medidas para proteger os interesses da família, minimizar impostos e evitar conflitos. Assim:<br /><br />   <b>No planejamento patrimonial: </b>são avaliados os objetivos dos sócios (proprietários) em relação aos bens do patrimônio comum, permitindo práticas mais eficientes para organizar esse patrimônio, através de <i>holdings</i> que oferecem a opção de doação de cotas com reserva de usufruto. <br />  <b>No Planejamento sucessório:</b> poderá ocorrer a transferência antecipada e planejada do patrimônio, conciliando os desejos dos doadores com a proteção do patrimônio, em um inventário facilitado. <br />  <b>A Governança:  </b>entre outros objetivos, cria um fluxo de comando que permite autonomia aos sucessores, com certo controle dos antecessores.<br /><br />  O <b>planejamento sucessório</b> e o <b>processo de implantação</b>, deve envolver <b>todos</b> os interessados, que amparados em <b>regras acordadas</b> previamente, terão a <b>estruturação facilitada</b> na condução dos negócios, do patrimônio e da família.<br /><br /> No segmento Private, o BB conta com equipe especializada para orientação na abordagem e condução do <b>Planejamento Patrimonial, Sucessório e Governança</b> para o cliente. E para todo segmento agro do Banco do Brasil, está disponível o Programa BB Família Agro, integrando a nova geração às soluções, produtos e serviços agropecuários oferecidos pelo Banco do Brasil, inclusão bancária dos herdeiros junto ao grupo familiar, contando com a experiência agro por afinidade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60427822</guid><pubDate>Wed, 19 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60427822/20240619_bbcast_agro_sucesao_familiar.mp3" length="3358346" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de junho de 2024, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre Sucessão familiar.

    A sucessão familiar diz respeito ao processo de transferência da propriedade e do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de junho de 2024, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre Sucessão familiar.<br /><br />    A sucessão familiar diz respeito ao processo de transferência da propriedade e do controle dos negócios para a próxima geração da família.<br /><br /> E, para garantir uma transição harmoniosa e adequada, é essencial planejar a sucessão com antecedência, a fim de facilitar o processo sucessório e a perenidade do empreendimento familiar.<br /><br /> <b>O objetivo do planejamento sucessório familiar </b>visa a organização da <b><i>família</i></b>, do <b><i>patrimônio</i></b> e da <b><i>gestão.</i> </b> <b>Além da transferência programada do patrimônio e controle da empresa aos herdeiros, envolve a implementação de práticas de governança, para que estes sucessores tenham condições de manter a gestão do negócio da família com a fluidez e sem ruptura na gestão.</b><br /><br /> A implantação de um processo de sucessão, organizado e transparente, é fundamental para a preservação do legado, da prosperidade da família e do negócio, evita conflito por causa das expectativas dos herdeiros em relação ao processo sucessório e à gestão, trazendo segurança e tranquilidade aos herdeiros e aos sucedidos. Este processo define medidas para proteger os interesses da família, minimizar impostos e evitar conflitos. Assim:<br /><br />   <b>No planejamento patrimonial: </b>são avaliados os objetivos dos sócios (proprietários) em relação aos bens do patrimônio comum, permitindo práticas mais eficientes para organizar esse patrimônio, através de <i>holdings</i> que oferecem a opção de doação de cotas com reserva de usufruto. <br />  <b>No Planejamento sucessório:</b> poderá ocorrer a transferência antecipada e planejada do patrimônio, conciliando os desejos dos doadores com a proteção do patrimônio, em um inventário facilitado. <br />  <b>A Governança:  </b>entre outros objetivos, cria um fluxo de comando que permite autonomia aos sucessores, com certo controle dos antecessores.<br /><br />  O <b>planejamento sucessório</b> e o <b>processo de implantação</b>, deve envolver <b>todos</b> os interessados, que amparados em <b>regras acordadas</b> previamente, terão a <b>estruturação facilitada</b> na condução dos negócios, do patrimônio e da família.<br /><br /> No segmento Private, o BB conta com equipe especializada para orientação na abordagem e condução do <b>Planejamento Patrimonial, Sucessório e Governança</b> para o cliente. E para todo segmento agro do Banco do Brasil, está disponível o Programa BB Família Agro, integrando a nova geração às soluções, produtos e serviços agropecuários oferecidos pelo Banco do Brasil, inclusão bancária dos herdeiros junto ao grupo familiar, contando com a experiência agro por afinidade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,sucessao,sucessaofamiliar</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0b1349c8cf0a87775d7683980ca70fe8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/06/2024 - Cenário da aquicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-06-2024-cenario-da-aquicultura--60416035</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de junho de 2024, meu nome é Marco Antonio Vieira, sou Assessor de Agronegócios em Toledo/PR e vamos falar sobre o impacto das chuvas no Rio Grande do Sul sobre a aquicultura e pesca.<br /><br /> O Rio Grande do Sul ocupa a 12ª posição no ranking nacional de peixes de cultivo, conforme dados da Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR). Em 2023, foram produzidas 26.800 toneladas de peixes no Estado, sendo 17.000 toneladas de “outras espécies”, como carpas, trutas e panga - o que rendeu ao Estado a liderança na categoria. No entanto, as chuvas intensas que atingiram o Rio Grande do Sul impactaram fortemente a atividade, devido às inundações que promoveram estragos nos tanques de produção de peixes, além de afetarem a qualidade da água, fator essencial para manter boa saúde e produtividades elevadas de peixes, principalmente, produzidos em cativeiro.<br /><br /> Ao redor de Erechim e Porto Alegre, há relatos de transbordamento e rompimento de açudes, o que cessa a produção destes viveiros, necessitando de investimentos por parte dos piscicultores locais. Já, em Ijuí e Santo Cristo, as inundações dificultaram o manejo diário com a alimentação dos peixes, além dos viveiros transbordarem e estes escaparem para outros cursos d’água. Muitos açudes transbordaram, mas as perdas não puderam ser quantificadas. Em Porto Alegre, de acordo com a Emater local, a pesca artesanal também foi muito afetada, em especial os pescados de água salgada, como a pesca do camarão.<br /><br /> Na Lagoa dos Patos, nota-se pouca quantidade de camarões, inviabilizando as expectativas de comercialização esperadas. Contudo, peixes de água doce também foram afetados pelas inundações, impactando na despesca, como é o caso da região dos rios Jaguarão e da Lagoa Mirim, que tiveram os níveis bastante elevados pelas chuvas. Na região de Pelotas, os pescadores estão capturando apenas tainha; o camarão permanece sem captura. Em várias comunidades pesqueiras, como Colônia Z3, Pontal da Barra e outras, as famílias precisaram deixar suas residências devido às inundações.<br /><br />  Em Santa Rosa, as atividades, tanto de despesca quanto de pesca artesanal, foram suspensas por conta das chuvas excessivas. Muitos tiveram que retirar seus equipamentos do leito do rio, enquanto outros optaram por pescar em áreas alagadas, mas com chances reduzidas de captura. Esses eventos climáticos adversos ressaltam a importância de estratégias de mitigação e adaptação para a piscicultura no Estado.<br /><br /> Investimentos em tecnologias mais resistentes às intempéries e em sistemas de monitoramento ambiental podem ajudar a minimizar os danos causados pelas chuvas. Além disso, políticas públicas de apoio aos piscicultores em momentos de crise climática são essenciais para garantir a sustentabilidade do setor.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir em cultivo de peixes. Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60416035</guid><pubDate>Tue, 18 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60416035/20240618_bbcast_agro_aquicultura.mp3" length="3907126" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de junho de 2024, meu nome é Marco Antonio Vieira, sou Assessor de Agronegócios em Toledo/PR e vamos falar sobre o impacto das chuvas no Rio Grande do Sul sobre a aquicultura e pesca.

 O Rio Grande do Sul ocupa a 12ª posição no ranking...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de junho de 2024, meu nome é Marco Antonio Vieira, sou Assessor de Agronegócios em Toledo/PR e vamos falar sobre o impacto das chuvas no Rio Grande do Sul sobre a aquicultura e pesca.<br /><br /> O Rio Grande do Sul ocupa a 12ª posição no ranking nacional de peixes de cultivo, conforme dados da Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR). Em 2023, foram produzidas 26.800 toneladas de peixes no Estado, sendo 17.000 toneladas de “outras espécies”, como carpas, trutas e panga - o que rendeu ao Estado a liderança na categoria. No entanto, as chuvas intensas que atingiram o Rio Grande do Sul impactaram fortemente a atividade, devido às inundações que promoveram estragos nos tanques de produção de peixes, além de afetarem a qualidade da água, fator essencial para manter boa saúde e produtividades elevadas de peixes, principalmente, produzidos em cativeiro.<br /><br /> Ao redor de Erechim e Porto Alegre, há relatos de transbordamento e rompimento de açudes, o que cessa a produção destes viveiros, necessitando de investimentos por parte dos piscicultores locais. Já, em Ijuí e Santo Cristo, as inundações dificultaram o manejo diário com a alimentação dos peixes, além dos viveiros transbordarem e estes escaparem para outros cursos d’água. Muitos açudes transbordaram, mas as perdas não puderam ser quantificadas. Em Porto Alegre, de acordo com a Emater local, a pesca artesanal também foi muito afetada, em especial os pescados de água salgada, como a pesca do camarão.<br /><br /> Na Lagoa dos Patos, nota-se pouca quantidade de camarões, inviabilizando as expectativas de comercialização esperadas. Contudo, peixes de água doce também foram afetados pelas inundações, impactando na despesca, como é o caso da região dos rios Jaguarão e da Lagoa Mirim, que tiveram os níveis bastante elevados pelas chuvas. Na região de Pelotas, os pescadores estão capturando apenas tainha; o camarão permanece sem captura. Em várias comunidades pesqueiras, como Colônia Z3, Pontal da Barra e outras, as famílias precisaram deixar suas residências devido às inundações.<br /><br />  Em Santa Rosa, as atividades, tanto de despesca quanto de pesca artesanal, foram suspensas por conta das chuvas excessivas. Muitos tiveram que retirar seus equipamentos do leito do rio, enquanto outros optaram por pescar em áreas alagadas, mas com chances reduzidas de captura. Esses eventos climáticos adversos ressaltam a importância de estratégias de mitigação e adaptação para a piscicultura no Estado.<br /><br /> Investimentos em tecnologias mais resistentes às intempéries e em sistemas de monitoramento ambiental podem ajudar a minimizar os danos causados pelas chuvas. Além disso, políticas públicas de apoio aos piscicultores em momentos de crise climática são essenciais para garantir a sustentabilidade do setor.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir em cultivo de peixes. Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,aquicultura,bancodobrasil,bb,broto,comercialização,criação,peixe,peixes,pesca,piscicultura,produção,tilapia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/18534e5d829237465e010d228e2cdc49.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/06/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-06-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60411360</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, vemos que O clima norte-americano seguirá ditando o andamento do mercado nessa semana. Há boas previsões de chuvas na maioria dos estados do cinturão, mas sem excessos indicando condições favoráveis a finalização do plantio e desenvolvimento das lavouras. Na américa do Sul, o mercado seguirá atento ao câmbio, prêmios (que permanecem atrativos) alcançando US$ 0,50/ buschel para julho/24, e ainda aos reflexos dos dados divulgados pela CONAB. Diante do clima norte-americano, com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul e os números divulgados pelo USDA e CONAB, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto prazo. No longo e médio prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />   <b>No tocante ao milho, </b> As previsões climáticas americanas estão favoráveis para o desenvolvimento do milho nos próximos dias. De acordo com o Serviço Climático do país (NOOA), há a indicação de temperaturas um pouco acima da normalidade na maior parte do cinturão agrícola e chuvas dentro da normalidade. E no norte do cinturão, volumes ligeiramente acima da normalidade. No último dia 10, o USDA divulgou estimativa de que 95% da área de milho norte-americana já havia sido semeada. 85% da área havia sido emergida e as condições das lavouras consideradas entre boas e excelentes foi de 74%, contra 61% em comparação com o mesmo período do ano passado. No Brasil, a Conab divulgou seu 9º Levantamento Safra 2023/24 no dia 13/06. O órgão aumentou a estimativa de produção total em 2,51 milhões de toneladas, sendo o número para junho de 114,14 milhões de toneladas. A produção do milho 2ª safra foi revisada para 88,11 milhões de toneladas, ante 86,15 milhões da estimativa de maio.​​ Os preços físicos podem se manter pressionados negativamente no curto prazo, refletindo a colheita da 2ª safra e a maior disponibilidade do cereal no mercado interno.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Os efeitos do baixo volume de chuvas no Vietnã permanecem no radar do mercado. Os fundamentos de mercado apoiados pela baixa oferta do robusta e dólar em alta, sustentam os bons preços do café. No Brasil a colheita avança de forma acelerada, com atenção à qualidade dos grãos e tamanho da safra. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A expectativa é para saber se o comportamento do mercado futuro na semana seguirá ou não o movimento de alta apresentado na semana anterior. O invernista deve acompanhar as oportunidades de proteção para fazer um preço médio remunerador da arroba a ser vendida no segundo semestre, nos meses de entressafra do boi. O clima seco e frio deve intensificar os efeitos da seca nas principais regiões produtoras. Se por um lado a oferta deve seguir em alta, tal situação deve dificultar a terminação do boi a pasto nos próximos meses e provocar uma reversão no movimento de baixa na cotação do boi gordo.​​ O recuo nas cotações do milho e farelo de soja podem potencializar a busca por animais de reposição, tanto boi magro para terminação na entressafra do boi, quanto bezerro para recria. O invernista deve acompanhar o mercado com parcimônia, uma vez que o movimento de alta na reposição ainda não se mostrou consolidado e novas janelas de oportunidade de compra da reposição podem aparecer no decorrer do mês, na safra dos bezerros. Apesar da valorização do dólar na última semana, o Brasil deve continuar com a arroba mais barata (abaixo de US$ 50) dentre os principais mercados produtores.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60411360</guid><pubDate>Mon, 17 Jun 2024 13:19:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60411360/20240617_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5537167" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, vemos que O clima norte-americano seguirá ditando o andamento do mercado nessa semana. Há boas previsões de chuvas na maioria dos estados do cinturão, mas sem excessos indicando condições favoráveis a finalização do plantio e desenvolvimento das lavouras. Na américa do Sul, o mercado seguirá atento ao câmbio, prêmios (que permanecem atrativos) alcançando US$ 0,50/ buschel para julho/24, e ainda aos reflexos dos dados divulgados pela CONAB. Diante do clima norte-americano, com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul e os números divulgados pelo USDA e CONAB, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto prazo. No longo e médio prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />   <b>No tocante ao milho, </b> As previsões climáticas americanas estão favoráveis para o desenvolvimento do milho nos próximos dias. De acordo com o Serviço Climático do país (NOOA), há a indicação de temperaturas um pouco acima da normalidade na maior parte do cinturão agrícola e chuvas dentro da normalidade. E no norte do cinturão, volumes ligeiramente acima da normalidade. No último dia 10, o USDA divulgou estimativa de que 95% da área de milho norte-americana já havia sido semeada. 85% da área havia sido emergida e as condições das lavouras consideradas entre boas e excelentes foi de 74%, contra 61% em comparação com o mesmo período do ano passado. No Brasil, a Conab divulgou seu 9º Levantamento Safra 2023/24 no dia 13/06. O órgão aumentou a estimativa de produção total em 2,51 milhões de toneladas, sendo o número para junho de 114,14 milhões de toneladas. A produção do milho 2ª safra foi revisada para 88,11 milhões de toneladas, ante 86,15 milhões da estimativa de maio.​​ Os preços físicos podem se manter pressionados negativamente no curto prazo, refletindo a colheita da 2ª safra e a maior disponibilidade do cereal no mercado interno.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Os efeitos do baixo volume de chuvas no Vietnã permanecem no radar do mercado. Os fundamentos de mercado apoiados pela baixa oferta do robusta e dólar em alta, sustentam os bons preços do café. No Brasil a colheita avança de forma acelerada, com atenção à qualidade dos grãos e tamanho da safra. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A expectativa é para saber se o comportamento do mercado futuro na semana seguirá ou não o movimento de alta apresentado na semana anterior. O invernista deve acompanhar as oportunidades de proteção para fazer um preço médio remunerador da arroba a ser vendida no segundo semestre, nos meses de entressafra do boi. O clima seco e frio deve intensificar os efeitos da seca nas principais regiões produtoras. Se por um lado a oferta deve seguir em alta, tal situação deve dificultar a terminação do boi a pasto nos próximos meses e provocar uma reversão no movimento de baixa na cotação do boi gordo.​​ O recuo nas cotações do milho e farelo de soja podem potencializar a busca por animais de reposição, tanto boi magro para terminação na entressafra do boi, quanto bezerro para recria. O invernista deve acompanhar o mercado com parcimônia, uma vez que o movimento de alta na reposição ainda não se mostrou consolidado e novas janelas de oportunidade de compra da reposição podem aparecer no decorrer do mês, na safra dos bezerros. Apesar da valorização do dólar na última semana, o Brasil deve continuar com a arroba mais...]]></itunes:summary><itunes:duration>347</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/06/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-06-2024-cenario-da-soja--60388358</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 14 de junho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. A colheita no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas, embora tenha sido 4,7% menor que a safra anterior, ainda assim é a 2ª maior da história. Segundo a Conab a produtividade média foi de 3.205 kg/ha.<br /><br />     O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 12/06 cotado a US$ 11,77/bushel, apresentando estabilidade em relação ao observado no início do mês. Conforme o último relatório do USDA a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25 manteve-se em 121,11 milhões de toneladas, com área de plantio de 35,01 milhões de hectares.<br /><br /> O plantio da soja Norte Americana, alcançou 87% no dia 09/06, apresentando condições favoráveis de desenvolvimento. Para a próxima semana a previsão é de redução do volume de chuvas nas principais áreas produtoras norte-americanas. O indicador CEPEA em 12/06 foi cotado a R$ 140,00/saca, apresentando alta de 1,68% em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece U$ 0,30/Bushel para julho/2024.<br /><br />    Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, a colheita no país alcançou 92% da área em 05/06, com estimativa de produção de 47,4 milhões de toneladas, a comercialização no pais teve uma aceleração no início de junho ultrapassando 40% da produção. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,78 e U$ 11,85/bushel e - jul/24 com strike entre U$ 11,35 e U$ 11,74/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60388358</guid><pubDate>Fri, 14 Jun 2024 18:41:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60388358/20240614_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3083746" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 14 de junho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. A colheita no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 14 de junho de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja. A colheita no Brasil já foi finalizada, com produção de 147 milhões de toneladas, embora tenha sido 4,7% menor que a safra anterior, ainda assim é a 2ª maior da história. Segundo a Conab a produtividade média foi de 3.205 kg/ha.<br /><br />     O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 12/06 cotado a US$ 11,77/bushel, apresentando estabilidade em relação ao observado no início do mês. Conforme o último relatório do USDA a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25 manteve-se em 121,11 milhões de toneladas, com área de plantio de 35,01 milhões de hectares.<br /><br /> O plantio da soja Norte Americana, alcançou 87% no dia 09/06, apresentando condições favoráveis de desenvolvimento. Para a próxima semana a previsão é de redução do volume de chuvas nas principais áreas produtoras norte-americanas. O indicador CEPEA em 12/06 foi cotado a R$ 140,00/saca, apresentando alta de 1,68% em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece U$ 0,30/Bushel para julho/2024.<br /><br />    Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, a colheita no país alcançou 92% da área em 05/06, com estimativa de produção de 47,4 milhões de toneladas, a comercialização no pais teve uma aceleração no início de junho ultrapassando 40% da produção. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, Operação de travamento de cambio (NDF) e as Opções Agro BB.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,78 e U$ 11,85/bushel e - jul/24 com strike entre U$ 11,35 e U$ 11,74/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/06/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-06-2024-cenario-do-leite--60372060</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de junho de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIO, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br />  De acordo com o CEPEA, o preço do leite captado em abril registrou a sexta alta consecutiva, de 5,1% frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,4576/litro na “Média Brasil”, com expectativas de alta para o mês de maio e o indicador leite SPOT para São Paulo está em R$3,12/litro, aumento de 7,6% em relação a abril/2024.<br /><br />  O leite em pó integral também registrou alta no mercado internacional, sendo negociado na média de US$ 3.478/tonelada, representando uma alta de 1,7%, o maior patamar desde novembro de 2022.   A alta no preço do leite reflete o atual momento de mudança do equilíbrio entre oferta e demanda. Do lado da oferta, a diminuição sazonal na produção de leite durante este período do ano (entressafra) resulta em um menor volume de leite disponível no mercado, de acordo com o CEPEA.<br /><br />  Segundo a EMBRAPA, com as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul que causaram prejuízos para o setor leiteiro, com o fechamento das estradas e quedas de pontes, agravaram o quadro dos produtores com a diminuição da renda devido à perda da produção de leite e à queda de produtividades. Essa situação do RS afeta toda a cadeia leiteira brasileira, já que o estado responde por cerca de 13% da produção nacional e exporta para outros estados quase 50% da sua produção.<br /><br />    Segundo a EMBRAPA, em abril de 2024, foi registrada uma queda de 1,5% no custo de produção. O primeiro quadrimestre do ano encerrou com deflação de 4,8%, sendo que o insumo ração foi o principal responsável por essa redução.<br /><br />  Dados da Secex para os primeiros dezessete dias úteis de maio de 2024, indicam que houve uma redução de 40,5% na quantidade importada de produtos lácteos.<br /><br />  Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar uma melhor gestão dos custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos seus custos de produção através de contratos de CALL para Milho, por exemplo.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60372060</guid><pubDate>Thu, 13 Jun 2024 12:03:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60372060/20240613_bbcast_agro_leite.mp3" length="3451133" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de junho de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIO, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.

  De acordo com o CEPEA, o preço do leite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de junho de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIO, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br />  De acordo com o CEPEA, o preço do leite captado em abril registrou a sexta alta consecutiva, de 5,1% frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,4576/litro na “Média Brasil”, com expectativas de alta para o mês de maio e o indicador leite SPOT para São Paulo está em R$3,12/litro, aumento de 7,6% em relação a abril/2024.<br /><br />  O leite em pó integral também registrou alta no mercado internacional, sendo negociado na média de US$ 3.478/tonelada, representando uma alta de 1,7%, o maior patamar desde novembro de 2022.   A alta no preço do leite reflete o atual momento de mudança do equilíbrio entre oferta e demanda. Do lado da oferta, a diminuição sazonal na produção de leite durante este período do ano (entressafra) resulta em um menor volume de leite disponível no mercado, de acordo com o CEPEA.<br /><br />  Segundo a EMBRAPA, com as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul que causaram prejuízos para o setor leiteiro, com o fechamento das estradas e quedas de pontes, agravaram o quadro dos produtores com a diminuição da renda devido à perda da produção de leite e à queda de produtividades. Essa situação do RS afeta toda a cadeia leiteira brasileira, já que o estado responde por cerca de 13% da produção nacional e exporta para outros estados quase 50% da sua produção.<br /><br />    Segundo a EMBRAPA, em abril de 2024, foi registrada uma queda de 1,5% no custo de produção. O primeiro quadrimestre do ano encerrou com deflação de 4,8%, sendo que o insumo ração foi o principal responsável por essa redução.<br /><br />  Dados da Secex para os primeiros dezessete dias úteis de maio de 2024, indicam que houve uma redução de 40,5% na quantidade importada de produtos lácteos.<br /><br />  Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar uma melhor gestão dos custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos seus custos de produção através de contratos de CALL para Milho, por exemplo.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/06/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-06-2024-cenario-do-cafe-conilon--60362009</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 12 de junho de 2024. Eu me chamo Rossana Maria Claudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, BA, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A produção total de cafés em nível mundial prevista para o acumulado de doze meses, para o período de outubro de 2023 a setembro de 2024, foi estimada em volume físico equivalente a 178 milhões de sacas de 60 kg.<br /><br /> Desse volume, 102,2 milhões de sacas são de arábica, correspondem a 57,4% da safra mundial, e adicionalmente 75,8 milhões de sacas de robusta + conilon, que representam 42,6% da produção global.<br /><br /> A colheita de café no Brasil, que geralmente exerce pressão sobre os valores de negociação, começou a apresentar um comportamento atípico com uma reação positiva nos preços. De acordo com pesquisadores do Cepea, essa elevação nos valores está sendo influenciada pelo contexto internacional, especialmente pelas condições produtivas no Vietnã, que é o maior produtor mundial de café conilon e enfrenta um período de clima seco. Essa adversidade climática deve afetar significativamente a colheita local, diminuindo a oferta global do grão.<br /><br /> No Brasil, as condições climáticas têm favorecido a colheita, que ainda está em estágio inicial. Dados do Cepea revelam que, até o momento, menos de 20% da produção esperada foi colhida. Tanto para o café arábica quanto para o conilon, há relatos frequentes de grãos menores e problemas de formação.<br /><br /> Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado do café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade, com linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60362009</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2024 13:46:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60362009/20240612_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2886470" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 12 de junho de 2024. Eu me chamo Rossana Maria Claudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, BA, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 A produção total de cafés em nível mundial...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 12 de junho de 2024. Eu me chamo Rossana Maria Claudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, BA, e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A produção total de cafés em nível mundial prevista para o acumulado de doze meses, para o período de outubro de 2023 a setembro de 2024, foi estimada em volume físico equivalente a 178 milhões de sacas de 60 kg.<br /><br /> Desse volume, 102,2 milhões de sacas são de arábica, correspondem a 57,4% da safra mundial, e adicionalmente 75,8 milhões de sacas de robusta + conilon, que representam 42,6% da produção global.<br /><br /> A colheita de café no Brasil, que geralmente exerce pressão sobre os valores de negociação, começou a apresentar um comportamento atípico com uma reação positiva nos preços. De acordo com pesquisadores do Cepea, essa elevação nos valores está sendo influenciada pelo contexto internacional, especialmente pelas condições produtivas no Vietnã, que é o maior produtor mundial de café conilon e enfrenta um período de clima seco. Essa adversidade climática deve afetar significativamente a colheita local, diminuindo a oferta global do grão.<br /><br /> No Brasil, as condições climáticas têm favorecido a colheita, que ainda está em estágio inicial. Dados do Cepea revelam que, até o momento, menos de 20% da produção esperada foi colhida. Tanto para o café arábica quanto para o conilon, há relatos frequentes de grãos menores e problemas de formação.<br /><br /> Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado do café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade, com linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/06/2024 - Cenário da Fruticultura - Maçã</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-06-2024-cenario-da-fruticultura-maca--60343066</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de junho de 2023, meu nome é Renata Licciardi e sou Assessora de Agronegócios em Lages-SC e falaremos sobre o <b><i>cenário da maçã</i>.</b><br /><br />  A colheita da safra 2024 está encerrada e devido aos eventos climáticos ocorridos na região sul, principalmente o excesso de chuvas durante a polinização, que reduziu a quantidade e o tamanho das frutas. Assim a expectativa é de uma quebra em torno de 30%, em relação à safra anterior quando foi colhido 1,1 milhão de toneladas da fruta.<br /><br />  As atividades continuam nos packing houses, onde seguem sendo classificadas e embaladas, e as frutas ficam armazenadas em câmaras frias para abastecer o mercado durante o ano.<br /><br />  Alguns produtores da Região de São Joaquim (SC), tem relatado que devido a uma produção menor, os preços estão mais atrativos, onde a maçã CAT1 no período da colheita chegou a ser comercializada em torno R$ 4,00/kg, assim como a fruta destinada a indústria, que chegou na ordem de R$1,60/kg;<br /><br />  De acordo com o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, integrado à Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), o produtor recebeu R$ 3,25/Kg da maçã Fuji CAT1 no mês de maio de 2024, 15% acima dos preços de 2023, enquanto no atacado o incremento foi de 38% e o valor chegou a R$10,00/kg conforme a HFBrasil.  Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, houve alteração significativa nos preços de comercialização.<br /><br />  O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como, Renovação/implantação de pomares; Irrigação, Cultivo Protegido -Telas anti-granizo, Armazenagem (Câmara fria) e “Packing house”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60343066</guid><pubDate>Tue, 11 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60343066/20240611_bbcast_agro_fruticultura.mp3" length="2408324" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de junho de 2023, meu nome é Renata Licciardi e sou Assessora de Agronegócios em Lages-SC e falaremos sobre o cenário da maçã.

  A colheita da safra 2024 está encerrada e devido aos eventos climáticos ocorridos na região sul,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de junho de 2023, meu nome é Renata Licciardi e sou Assessora de Agronegócios em Lages-SC e falaremos sobre o <b><i>cenário da maçã</i>.</b><br /><br />  A colheita da safra 2024 está encerrada e devido aos eventos climáticos ocorridos na região sul, principalmente o excesso de chuvas durante a polinização, que reduziu a quantidade e o tamanho das frutas. Assim a expectativa é de uma quebra em torno de 30%, em relação à safra anterior quando foi colhido 1,1 milhão de toneladas da fruta.<br /><br />  As atividades continuam nos packing houses, onde seguem sendo classificadas e embaladas, e as frutas ficam armazenadas em câmaras frias para abastecer o mercado durante o ano.<br /><br />  Alguns produtores da Região de São Joaquim (SC), tem relatado que devido a uma produção menor, os preços estão mais atrativos, onde a maçã CAT1 no período da colheita chegou a ser comercializada em torno R$ 4,00/kg, assim como a fruta destinada a indústria, que chegou na ordem de R$1,60/kg;<br /><br />  De acordo com o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, integrado à Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), o produtor recebeu R$ 3,25/Kg da maçã Fuji CAT1 no mês de maio de 2024, 15% acima dos preços de 2023, enquanto no atacado o incremento foi de 38% e o valor chegou a R$10,00/kg conforme a HFBrasil.  Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, houve alteração significativa nos preços de comercialização.<br /><br />  O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como, Renovação/implantação de pomares; Irrigação, Cultivo Protegido -Telas anti-granizo, Armazenagem (Câmara fria) e “Packing house”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>151</itunes:duration><itunes:keywords>colheita,comercialização,cotação,cultivo,fruticultura,maça,produção,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/19bd84f47b6f9e8dc266dc30187fe0ee.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/06/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-06-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60316983</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções ao clima norte americano, com boas previsões para a finalização do plantio e o desenvolvimento das lavouras. Siga também atento ao relatório de oferta e demanda do USDA a ser divulgado no mês de junho. Na américa do Sul, o mercado também acompanhará o boletim disponibilizado pela CONAB com o número de corte em função dos problemas no RS. Os prêmios nos portos permanecem atrativos alcançando US$ 0,55/ buschel para julho/24. Para os próximos 15 dias, a NOAA, prevê chuvas volumosas em todos os Estados produtores norte-americanos, o que favorecerá o desenvolvimento das lavouras. Já no Brasil, permanece a previsão de clima seco em todas as regiões, a exceção do RS que volta a ter grandes volumes de chuvas.  Diante do clima norte-americano com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul, somado à previsão de corte nos números brasileiros pela CONAB em função do RS, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto prazo. No longo e médio prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> As previsões climáticas americanas podem trazer volatilidade para os próximas dias. Os modelos têm apresentado algumas divergências, podendo ter precipitações de intensidade variada no cinturão agrícola e risco leve de calor excessivo principalmente no Texas. Outro fato que poderá contribuir para as oscilações no mercado externo será a publicação do relatório de oferta e demanda global pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para a próxima quarta-feira, dia 12. Na Argentina, a colheita conseguiu avançar, após alguns dias de clima favorável e chegou a 35,1%, de acordo com a Bolsa de Cereais. No Brasil a Conab divulgará seu 9º Levantamento Safra 2023/24 no dia 13/06. Com relação à colheita da 2ª safra, o órgão estimou que chegou a 3,7% da área total. Os preços físicos podem se manter pressionados negativamente, influenciados pela maior disponibilidade do cereal no mercado interno, na medida que a colheita da 2ª safra ganha ritmo.<br />    <b>Para o café, destaca-se  </b> O mercado ainda preocupado com os efeitos do clima na Ásia e produtores atentos para realizarem negócios aproveitando oportunidades de alta nas cotações nas bolsas. No Brasil, a qualidade dos grãos com relação ao tamanho da peneira ainda preocupa os produtores nas regiões atingidas tanto pela estiagem, quanto pelas altas temperaturas no início da safra. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Com a chegada do período seco e a perda de vigor das pastagens, aumentou a oferta de animais para o abate, ocasionando escalas de abates mais confortáveis para a indústria frigorífica, reduzindo assim a probabilidade de melhora no preço da arroba no curto prazo. Continua elevado o abate de fêmeas neste primeiro semestre de 2024, favorecendo para o alongamento das escalas e queda nos preços da arroba. Espera-se ainda melhora no consumo de carne bovina nesta semana, devido ao recebimento dos salários, contribuindo para o escoamento dos estoques e a estabilidade no preço pago ao pecuarista. Vale destacar, que com a queda no preço da arroba do boi gordo e a melhora, mesmo que ainda tímida, no preço da reposição, a relação de troca tende a piorar para o lado do recriador. De acordo com os levantamentos de intenção de confinamento realizado pelo IMEA, o volume de animais terminados confinados será 30% superior ao consolidado em 2023, reforçando a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60316983</guid><pubDate>Mon, 10 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60316983/20240610_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5229131" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções ao clima norte americano, com boas previsões para a finalização do plantio e o desenvolvimento das lavouras. Siga também atento ao relatório de oferta e demanda do USDA a ser divulgado no mês de junho. Na américa do Sul, o mercado também acompanhará o boletim disponibilizado pela CONAB com o número de corte em função dos problemas no RS. Os prêmios nos portos permanecem atrativos alcançando US$ 0,55/ buschel para julho/24. Para os próximos 15 dias, a NOAA, prevê chuvas volumosas em todos os Estados produtores norte-americanos, o que favorecerá o desenvolvimento das lavouras. Já no Brasil, permanece a previsão de clima seco em todas as regiões, a exceção do RS que volta a ter grandes volumes de chuvas.  Diante do clima norte-americano com boas perspectivas para a safra, a totalização da safra na América do Sul, somado à previsão de corte nos números brasileiros pela CONAB em função do RS, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto prazo. No longo e médio prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> As previsões climáticas americanas podem trazer volatilidade para os próximas dias. Os modelos têm apresentado algumas divergências, podendo ter precipitações de intensidade variada no cinturão agrícola e risco leve de calor excessivo principalmente no Texas. Outro fato que poderá contribuir para as oscilações no mercado externo será a publicação do relatório de oferta e demanda global pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para a próxima quarta-feira, dia 12. Na Argentina, a colheita conseguiu avançar, após alguns dias de clima favorável e chegou a 35,1%, de acordo com a Bolsa de Cereais. No Brasil a Conab divulgará seu 9º Levantamento Safra 2023/24 no dia 13/06. Com relação à colheita da 2ª safra, o órgão estimou que chegou a 3,7% da área total. Os preços físicos podem se manter pressionados negativamente, influenciados pela maior disponibilidade do cereal no mercado interno, na medida que a colheita da 2ª safra ganha ritmo.<br />    <b>Para o café, destaca-se  </b> O mercado ainda preocupado com os efeitos do clima na Ásia e produtores atentos para realizarem negócios aproveitando oportunidades de alta nas cotações nas bolsas. No Brasil, a qualidade dos grãos com relação ao tamanho da peneira ainda preocupa os produtores nas regiões atingidas tanto pela estiagem, quanto pelas altas temperaturas no início da safra. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Com a chegada do período seco e a perda de vigor das pastagens, aumentou a oferta de animais para o abate, ocasionando escalas de abates mais confortáveis para a indústria frigorífica, reduzindo assim a probabilidade de melhora no preço da arroba no curto prazo. Continua elevado o abate de fêmeas neste primeiro semestre de 2024, favorecendo para o alongamento das escalas e queda nos preços da arroba. Espera-se ainda melhora no consumo de carne bovina nesta semana, devido ao recebimento dos salários, contribuindo para o escoamento dos estoques e a estabilidade no preço pago ao pecuarista. Vale destacar, que com a queda no preço da arroba do boi gordo e a melhora, mesmo que ainda tímida, no preço da reposição, a relação de troca tende a piorar para o lado do recriador. De acordo com os levantamentos de intenção de confinamento realizado pelo IMEA, o...]]></itunes:summary><itunes:duration>327</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/06/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-06-2024-cenario-do-milho--60304855</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de junho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O plantio do cereal nos Estados Unidos chegou na reta final e têm apresentado bom ritmo. De acordo com o Departamento de Agricultura norte-americano (USDA), até o dia 03 de junho já havia sido cultivado cerca de 91% da área, estando dois pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com relação às condições das lavouras, 75% foram consideradas entre boas a excelentes, contra 64% no mesmo período do ano passado.<br /><br />  Os futuros na Bolsa de Chicago perderam valor nos últimos dias, influenciados pelo bom ritmo de plantio em solo americano, além das baixas de outras commodities, como o trigo, a soja e mais recentemente o petróleo. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 04 de junho cotado a U$4,42/bushel.<br /><br />  No Brasil, as cotações seguiram o movimento externo e foram pressionadas negativamente nos últimos dias. Além do cenário global, o início da colheita do milho 2ª safra contribuiu para o viés de baixa. De acordo com a Conab, em seu relatório de progresso de safra desta semana, a área colhida chegou 3,7% da área total, sendo liderado pelo estado de maior produção, Mato Grosso, com 4,8% já colhido.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 04, precificado a R$ 58,58 por saca, apresentando recuo de 1,83% em relação ao dia 27 de maio.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 56,45 e R$ 59,53 por saca, e - novembro/24, com strike entre R$ 59,68 e R$ 63,02 por saca.  <br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60304855</guid><pubDate>Fri, 07 Jun 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60304855/20240607_bbcast_agro_milho.mp3" length="3103391" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 07 de junho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O plantio do cereal nos Estados Unidos chegou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de junho de 2024, meu nome é Rodolpho Machado, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O plantio do cereal nos Estados Unidos chegou na reta final e têm apresentado bom ritmo. De acordo com o Departamento de Agricultura norte-americano (USDA), até o dia 03 de junho já havia sido cultivado cerca de 91% da área, estando dois pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com relação às condições das lavouras, 75% foram consideradas entre boas a excelentes, contra 64% no mesmo período do ano passado.<br /><br />  Os futuros na Bolsa de Chicago perderam valor nos últimos dias, influenciados pelo bom ritmo de plantio em solo americano, além das baixas de outras commodities, como o trigo, a soja e mais recentemente o petróleo. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 04 de junho cotado a U$4,42/bushel.<br /><br />  No Brasil, as cotações seguiram o movimento externo e foram pressionadas negativamente nos últimos dias. Além do cenário global, o início da colheita do milho 2ª safra contribuiu para o viés de baixa. De acordo com a Conab, em seu relatório de progresso de safra desta semana, a área colhida chegou 3,7% da área total, sendo liderado pelo estado de maior produção, Mato Grosso, com 4,8% já colhido.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a terça-feira, dia 04, precificado a R$ 58,58 por saca, apresentando recuo de 1,83% em relação ao dia 27 de maio.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 56,45 e R$ 59,53 por saca, e - novembro/24, com strike entre R$ 59,68 e R$ 63,02 por saca.  <br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>194</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/06/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-06-2024-cenario-do-boi-gordo--60299860</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 6 de junho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 178,8 mil toneladas de carne bovina in natura em 17 dias úteis de maio de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.516, queda de 11,4% no preço médio em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br /> No dia 4 de junho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 216,60, com queda de 0,05% no dia.<br /><br /> Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 232,50. Nos principais polos produtivos foram observados, ao longo da semana, preços enfraquecidos na cotação do boi gordo. O período seco prejudica as condições das pastagens. Dessa forma o pecuarista, com menor poder de negociação, se vê pressionado a ofertar o gado à Indústria, que se mantem bem-posicionada em sua escala de abate, operando com cautela para manter as escalas controladas, uma vez que não encontra dificuldades para repor o estoque, com programação de aproximadamente 14 dias úteis na média nacional.<br /><br /> Na B3, observou-se recuo nas cotações na maioria dos contratos futuros do boi gordo. No médio prazo, a partir do mês de setembro, a tendência é de redução da oferta de animais, uma vez que ocorre a transição entre a safra e entressafra. Assim, é possível que haja reação pontual no preço do boi gordo, porém não se deve esperar altas expressivas no valor da arroba. Dessa forma, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: julho de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 217,40 e 220,00 /@, e agosto de 2024 com strike entre R$ 223,10<b> </b>e 228,00 /@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60299860</guid><pubDate>Thu, 06 Jun 2024 14:18:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60299860/20240606_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3142261" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 6 de junho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 6 de junho de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 178,8 mil toneladas de carne bovina in natura em 17 dias úteis de maio de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.516, queda de 11,4% no preço médio em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br /> No dia 4 de junho de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 216,60, com queda de 0,05% no dia.<br /><br /> Na B3, o contrato futuro de julho de 2024 fechou o dia cotado em R$ 232,50. Nos principais polos produtivos foram observados, ao longo da semana, preços enfraquecidos na cotação do boi gordo. O período seco prejudica as condições das pastagens. Dessa forma o pecuarista, com menor poder de negociação, se vê pressionado a ofertar o gado à Indústria, que se mantem bem-posicionada em sua escala de abate, operando com cautela para manter as escalas controladas, uma vez que não encontra dificuldades para repor o estoque, com programação de aproximadamente 14 dias úteis na média nacional.<br /><br /> Na B3, observou-se recuo nas cotações na maioria dos contratos futuros do boi gordo. No médio prazo, a partir do mês de setembro, a tendência é de redução da oferta de animais, uma vez que ocorre a transição entre a safra e entressafra. Assim, é possível que haja reação pontual no preço do boi gordo, porém não se deve esperar altas expressivas no valor da arroba. Dessa forma, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: julho de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 217,40 e 220,00 /@, e agosto de 2024 com strike entre R$ 223,10<b> </b>e 228,00 /@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e51d2fddcc39bbe20db60c6b4419ea36.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/06/2024 - Cenário do eucalipto</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-06-2024-cenario-do-eucalipto--60287409</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 5 de junho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o <i>Eucalipto</i>.<br /><br />  O Brasil é um dos principais produtores mundiais no cultivo de florestas de eucalipto, onde se tem cerca de 9 milhões de hectares plantados destinados as indústrias de papel e celulose, carvão e siderurgia, madeira serrada e indústria moveleira, além da biomassa para energia.<br /><br />  As produtividades do eucalipto no Brasil são as maiores registradas no mundo, alcançando valores médios de 40 m³/ha/ano, devido à alta tecnologia empregada em suas florestas plantadas.<br /><br />  Contudo para se obter alta lucratividade num empreendimento florestal, é necessário a adoção das melhores técnicas durante todo o processo de produção de uma floresta, desde a fase das mudas até a colheita da madeira.<br /><br />  A indústria florestal brasileira é uma das maiores e a que mais cresce no mundo, sendo o Brasil o maior produtor e exportador mundial de celulose de fibra curta do eucalipto.<br /><br />  A China e os Estados Unidos são os principais compradores.<br /><br />  Há ofertas de Matérias-primas, porém há a necessidade de novos plantios florestais, para que não se tenha impacto na oferta de carvão vegetal no curto e médio prazo, fator que garante bons preços para o mercado atual e o futuro do eucalipto para o carvão.<br /><br />  O desastre climático no Rio Grande do Sul, que atingiu um número significativo de indústrias de móveis, em todo Estado, o que causou danos físicos e financeiros, com perda de estoques, danos nas máquinas ou problemas logísticos, prejudicando a demanda por madeiras vindas desse setor.<br /><br />  O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60287409</guid><pubDate>Wed, 05 Jun 2024 15:18:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60287409/20240605_bbcast_agro_eucalipto.mp3" length="2806639" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 5 de junho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o Eucalipto.

  O Brasil é um dos principais produtores mundiais no cultivo de florestas de eucalipto, onde se tem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 5 de junho de 2024, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o <i>Eucalipto</i>.<br /><br />  O Brasil é um dos principais produtores mundiais no cultivo de florestas de eucalipto, onde se tem cerca de 9 milhões de hectares plantados destinados as indústrias de papel e celulose, carvão e siderurgia, madeira serrada e indústria moveleira, além da biomassa para energia.<br /><br />  As produtividades do eucalipto no Brasil são as maiores registradas no mundo, alcançando valores médios de 40 m³/ha/ano, devido à alta tecnologia empregada em suas florestas plantadas.<br /><br />  Contudo para se obter alta lucratividade num empreendimento florestal, é necessário a adoção das melhores técnicas durante todo o processo de produção de uma floresta, desde a fase das mudas até a colheita da madeira.<br /><br />  A indústria florestal brasileira é uma das maiores e a que mais cresce no mundo, sendo o Brasil o maior produtor e exportador mundial de celulose de fibra curta do eucalipto.<br /><br />  A China e os Estados Unidos são os principais compradores.<br /><br />  Há ofertas de Matérias-primas, porém há a necessidade de novos plantios florestais, para que não se tenha impacto na oferta de carvão vegetal no curto e médio prazo, fator que garante bons preços para o mercado atual e o futuro do eucalipto para o carvão.<br /><br />  O desastre climático no Rio Grande do Sul, que atingiu um número significativo de indústrias de móveis, em todo Estado, o que causou danos físicos e financeiros, com perda de estoques, danos nas máquinas ou problemas logísticos, prejudicando a demanda por madeiras vindas desse setor.<br /><br />  O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,eucalipto,silvicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/09b99b822427bde7d1145217160cb537.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/06/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-06-2024-cenario-climatico--60266603</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 04 de junho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Conforme citado nos relatórios da NOAA e INPE, em relação ao enfraquecimento do fenômeno El Niño nos meses anteriores, modelos estatísticos indicam a transição para neutralidade, e possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de junho a agosto do INPE, indica chuvas abaixo da média entre MT, GO, MATOPIBA, MG e oeste do RS e RO. Chuvas acima da média sobre parte da Região Sul, se estendendo para regiões de SP e do RJ, além de áreas do Norte e Nordeste. A previsão de temperatura indica tendência acima da média no centro e norte do Brasil, sem descartar eventos de friagem, com atuação de massas de ar frio atingindo o sul da Região Norte.<br /><br /> Para o mês de junho, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica tendência de chuva acima da média, principalmente na faixa norte da Região Norte e leste da Região Nordeste. Já nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. Em relação as temperaturas, a tendência é de ficarem acima da média, principalmente na Região mais central. Segundo o INMET, a previsão chuvas acima da média na faixa norte e leste da Região Nordeste continuará beneficiando a semeadura e início do desenvolvimento do milho e feijão terceira safras.<br /><br /> A chuva abaixo da média em parte do Matopiba, poderá reduzir os níveis de umidade no solo, principalmente em áreas dos estados do Piauí e Bahia, ocasionando restrição hídrica para o milho segunda safra. O mesmo pode ocorrer em áreas do sul das regiões Sudeste e Centro-Oeste, parte do Paraná e oeste dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde também são previstas chuvas abaixo da média.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60266603</guid><pubDate>Tue, 04 Jun 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60266603/20240604_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3299413" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 04 de junho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 Conforme citado nos relatórios da NOAA e INPE, em relação ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 04 de junho de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Conforme citado nos relatórios da NOAA e INPE, em relação ao enfraquecimento do fenômeno El Niño nos meses anteriores, modelos estatísticos indicam a transição para neutralidade, e possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de junho a agosto do INPE, indica chuvas abaixo da média entre MT, GO, MATOPIBA, MG e oeste do RS e RO. Chuvas acima da média sobre parte da Região Sul, se estendendo para regiões de SP e do RJ, além de áreas do Norte e Nordeste. A previsão de temperatura indica tendência acima da média no centro e norte do Brasil, sem descartar eventos de friagem, com atuação de massas de ar frio atingindo o sul da Região Norte.<br /><br /> Para o mês de junho, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica tendência de chuva acima da média, principalmente na faixa norte da Região Norte e leste da Região Nordeste. Já nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste, sul da Região Norte, interior da Região Nordeste e oeste da Região Sul, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. Em relação as temperaturas, a tendência é de ficarem acima da média, principalmente na Região mais central. Segundo o INMET, a previsão chuvas acima da média na faixa norte e leste da Região Nordeste continuará beneficiando a semeadura e início do desenvolvimento do milho e feijão terceira safras.<br /><br /> A chuva abaixo da média em parte do Matopiba, poderá reduzir os níveis de umidade no solo, principalmente em áreas dos estados do Piauí e Bahia, ocasionando restrição hídrica para o milho segunda safra. O mesmo pode ocorrer em áreas do sul das regiões Sudeste e Centro-Oeste, parte do Paraná e oeste dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde também são previstas chuvas abaixo da média.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos ocorridos nos últimos anos, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/06/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-06-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60262377</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções no avanço do plantio e desenvolvimento das lavouras no meio-oeste americano.  No paralelo, permanecem as atenções no clima europeu que impacta as lavouras de trigo. Rússia e Ucrânia já apresentam cortes na expectativa de produção do grão. Na américa do Sul, o mercado seguirá atento aos números da safra no RS e seus problemas logísticos. Os prêmios nos portos permanecem atrativos. E para os próximos 15 dias, a NOAA, prevê chuvas volumosas em todos os Estados produtores norte-americanos, diminuindo de intensidade entre os dias 04 a 10 de junho. Já no Brasil, a previsão indica uma diminuição nos volumes no RS, o que favorecerá o andamento da colheita. No restante do país, segue a previsão de clima seco. Diante do clima norte-americano, das incertezas quanto aos números da safra do RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos. No longo prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> Com boas previsões climáticas para os Estados Unidos nos próximos dias, com precipitações dentro da normalidade em boa parte do cinturão agrícola americano, as cotações na CBOT podem ser pressionadas negativamente no curto prazo. No Brasil, de acordo com a Secex, o volume de milho exportado em maio chegou a 72,15% do total exportado no mesmo período de 2023. O preço médio pago pela tonelada foi de US$ 206,30, contra US$ 331,10 em maio de 2023, recuo de 37,7% no período. A previsão climática aponta para ausência de chuvas para os próximos dias nas principais regiões produtoras. Para o Centro Oeste, as condições serão satisfatórias para o avanço da colheita em cultivos mais adiantados. Em regiões onde há restrição hídrica, principalmente no Sudeste, o cenário pode agravar o potencial produtivo já comprometido. A Conab estima que 56,4% das lavouras encontram-se em enchimento de grãos. Apesar de algumas regiões estarem enfrentando restrições hídricas, a colheita da 1ª safra chegando na reta final e o início da colheita da 2ª safra podem influenciar negativamente os preços no curto prazo.<br />        <b>Para o café, destaca-se que, </b> O mercado ainda tem suporte na preocupação com a oferta global, sobretudo nas condições atuais do Vietnã. Os produtores devem continuar avançando nos negócios em função das recentes altas nos preços do café. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />    Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: No cenário de curto e médio prazo, o período seco e a chegada de baixas temperaturas prejudicam as condições das pastagens. Dessa forma, o pecuarista, com menor poder de negociação, se vê pressionado a ofertar o gado à Indústria. Assim, os frigoríficos não encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate. No médio prazo, entre os períodos de julho e agosto, a tendência é de haver menor oferta de animais, uma vez que ocorre a transição da safra e a entressafra. Assim, é possível que haja reação pontual no preço do boi gordo, porém não se deve esperar altas expressivas no valor da arroba. Acredita-se em mais uma semana com preços em estabilidade com viés de baixa nas principais praças, pesando mais na precificação o momento de maior oferta de animais terminados. Reforça-se a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços, como contrato a termo, contratos futuros ou o uso de contrato de opções.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60262377</guid><pubDate>Mon, 03 Jun 2024 13:25:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60262377/20240603_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5576873" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de junho de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções no avanço do plantio e desenvolvimento das lavouras no meio-oeste americano.  No paralelo, permanecem as atenções no clima europeu que impacta as lavouras de trigo. Rússia e Ucrânia já apresentam cortes na expectativa de produção do grão. Na américa do Sul, o mercado seguirá atento aos números da safra no RS e seus problemas logísticos. Os prêmios nos portos permanecem atrativos. E para os próximos 15 dias, a NOAA, prevê chuvas volumosas em todos os Estados produtores norte-americanos, diminuindo de intensidade entre os dias 04 a 10 de junho. Já no Brasil, a previsão indica uma diminuição nos volumes no RS, o que favorecerá o andamento da colheita. No restante do país, segue a previsão de clima seco. Diante do clima norte-americano, das incertezas quanto aos números da safra do RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos. No longo prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> Com boas previsões climáticas para os Estados Unidos nos próximos dias, com precipitações dentro da normalidade em boa parte do cinturão agrícola americano, as cotações na CBOT podem ser pressionadas negativamente no curto prazo. No Brasil, de acordo com a Secex, o volume de milho exportado em maio chegou a 72,15% do total exportado no mesmo período de 2023. O preço médio pago pela tonelada foi de US$ 206,30, contra US$ 331,10 em maio de 2023, recuo de 37,7% no período. A previsão climática aponta para ausência de chuvas para os próximos dias nas principais regiões produtoras. Para o Centro Oeste, as condições serão satisfatórias para o avanço da colheita em cultivos mais adiantados. Em regiões onde há restrição hídrica, principalmente no Sudeste, o cenário pode agravar o potencial produtivo já comprometido. A Conab estima que 56,4% das lavouras encontram-se em enchimento de grãos. Apesar de algumas regiões estarem enfrentando restrições hídricas, a colheita da 1ª safra chegando na reta final e o início da colheita da 2ª safra podem influenciar negativamente os preços no curto prazo.<br />        <b>Para o café, destaca-se que, </b> O mercado ainda tem suporte na preocupação com a oferta global, sobretudo nas condições atuais do Vietnã. Os produtores devem continuar avançando nos negócios em função das recentes altas nos preços do café. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />    Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: No cenário de curto e médio prazo, o período seco e a chegada de baixas temperaturas prejudicam as condições das pastagens. Dessa forma, o pecuarista, com menor poder de negociação, se vê pressionado a ofertar o gado à Indústria. Assim, os frigoríficos não encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate. No médio prazo, entre os períodos de julho e agosto, a tendência é de haver menor oferta de animais, uma vez que ocorre a transição da safra e a entressafra. Assim, é possível que haja reação pontual no preço do boi gordo, porém não se deve esperar altas expressivas no valor da arroba. Acredita-se em mais uma semana com preços em estabilidade com viés de baixa nas principais praças, pesando mais na precificação o momento de maior oferta de animais terminados. Reforça-se a...]]></itunes:summary><itunes:duration>349</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/05/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-05-2024-cenario-da-soja--60220887</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 31 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  A colheita no Brasil caminha para o final, alcançando 98,1% das áreas cultivadas. Dados <br />da CONAB indicam que MA, RS e SC são os estados que ainda possuem áreas a colher. <br />O RS ainda possui 10% das áreas a colher, o ritmo foi afetado pela chuva. Também <br />existem lavouras que não serão colhidas em função do alto grau de danos nos grãos. O <br />órgão prevê produtividade média em 3.229 Kg/ha, em uma área de plantio de 45,733 <br />milhões há e expectativa de produção total de 147,684 milhões de toneladas. Os números <br />apresentados podem sofrer alterações com viés de baixa, conforme o levantamento no RS <br />vai contabilizando as perdas.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 28/05 cotado <br />a US$ 12,29/bushel, (11,70 em 01/05), apresentando uma alta de 5% em relação ao <br />observado no início de maio, quando era cotado a US$ 11,70/bushel. Conforme relatório <br />do USDA, a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25, é de 121,11 milhões <br />de toneladas, alta de 6,83% em relação à safra anterior. A estimativa de área plantio é de <br />35,01 milhões ha, com elevação de 3,48% em relação à safra anterior. O plantio da soja <br />Norte Americana, alcançou 68% no dia 28/05, ritmo 10% menor que no mesmo período <br />da safra passada.<br /><br /> O indicador CEPEA em 28/05 foi cotado a R$ 138,04/saca, (129,95 em 02/05)<br />apresentando alta de 6,97% em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece<br />U$ 0,30/Bushel para julho/2024. <br /><br /> Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, a colheita no país alcançou 78% da área<br />em 23/05. Conforme divulgação da Federação Intercooperativa Agropecuária <br />(Coninagro), a comercialização na Argentina segue lenta, alcançando 34% em maio, <br />ante os 40% da média dos últimos cinco anos.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções <br />Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, <br />com vencimento em:<br />- jul/24 com strike entre U$ 11,6776 e U$ 12,06/ bushel<br />- ago/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,43 e U$ 11,90/bushel T<br /><br /> Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60220887</guid><pubDate>Fri, 31 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60220887/20240531_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="4014542" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 31 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de 
Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

  A colheita no Brasil caminha para o final, alcançando 98,1% das áreas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 31 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  A colheita no Brasil caminha para o final, alcançando 98,1% das áreas cultivadas. Dados <br />da CONAB indicam que MA, RS e SC são os estados que ainda possuem áreas a colher. <br />O RS ainda possui 10% das áreas a colher, o ritmo foi afetado pela chuva. Também <br />existem lavouras que não serão colhidas em função do alto grau de danos nos grãos. O <br />órgão prevê produtividade média em 3.229 Kg/ha, em uma área de plantio de 45,733 <br />milhões há e expectativa de produção total de 147,684 milhões de toneladas. Os números <br />apresentados podem sofrer alterações com viés de baixa, conforme o levantamento no RS <br />vai contabilizando as perdas.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 28/05 cotado <br />a US$ 12,29/bushel, (11,70 em 01/05), apresentando uma alta de 5% em relação ao <br />observado no início de maio, quando era cotado a US$ 11,70/bushel. Conforme relatório <br />do USDA, a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25, é de 121,11 milhões <br />de toneladas, alta de 6,83% em relação à safra anterior. A estimativa de área plantio é de <br />35,01 milhões ha, com elevação de 3,48% em relação à safra anterior. O plantio da soja <br />Norte Americana, alcançou 68% no dia 28/05, ritmo 10% menor que no mesmo período <br />da safra passada.<br /><br /> O indicador CEPEA em 28/05 foi cotado a R$ 138,04/saca, (129,95 em 02/05)<br />apresentando alta de 6,97% em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece<br />U$ 0,30/Bushel para julho/2024. <br /><br /> Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, a colheita no país alcançou 78% da área<br />em 23/05. Conforme divulgação da Federação Intercooperativa Agropecuária <br />(Coninagro), a comercialização na Argentina segue lenta, alcançando 34% em maio, <br />ante os 40% da média dos últimos cinco anos.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções <br />Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, <br />com vencimento em:<br />- jul/24 com strike entre U$ 11,6776 e U$ 12,06/ bushel<br />- ago/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,43 e U$ 11,90/bushel T<br /><br /> Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>251</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/05/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-05-2024-cenario-do-cafe-arabica--60201718</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 29 de Maio de 2024, eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A falta de chuvas neste mês de maio nas principais regiões produtoras do país está favorecendo o início da colheita, que ainda está abaixo dos 10 % da área em produção. O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços com base nos seguintes fundamentos: aumento dos estoques certificados na bolsa de Nova York, baixos estoques nas mãos dos compradores, os problemas geopolíticos do oriente Médio e Ucrânia/Rússia que podem afetar a economia mundial, e o alto preço do robusta no mercado internacional em função da baixa oferta.<br /><br /> A Conab divulgou no dia 23.05.2024 seu 2° levantamento da safra brasileira 2023/24 com previsão de 58,8 milhões de sacas, ante 58,08 milhões de sacas no 1° levantamento. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 24 de maio os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.240,00/sc, alta de 7 % em relação à semana anterior.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante de alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no aplicativo Banco do Brasil, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60201718</guid><pubDate>Wed, 29 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60201718/20240529_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2511142" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 29 de Maio de 2024, eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

  A falta de chuvas neste mês de maio nas principais regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 29 de Maio de 2024, eu sou Marcelo Oliveira Porto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A falta de chuvas neste mês de maio nas principais regiões produtoras do país está favorecendo o início da colheita, que ainda está abaixo dos 10 % da área em produção. O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços com base nos seguintes fundamentos: aumento dos estoques certificados na bolsa de Nova York, baixos estoques nas mãos dos compradores, os problemas geopolíticos do oriente Médio e Ucrânia/Rússia que podem afetar a economia mundial, e o alto preço do robusta no mercado internacional em função da baixa oferta.<br /><br /> A Conab divulgou no dia 23.05.2024 seu 2° levantamento da safra brasileira 2023/24 com previsão de 58,8 milhões de sacas, ante 58,08 milhões de sacas no 1° levantamento. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 24 de maio os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.240,00/sc, alta de 7 % em relação à semana anterior.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante de alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no aplicativo Banco do Brasil, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/05/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-05-2024-cenario-da-cana-de-acucar--60191297</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28 de maio de 2024, eu sou Maurício Alonso, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />     A última safra foi encerrada com aumento na produtividade de cana e produção recorde de açúcar, acarretando aumento da oferta da commodity. Em nível mundial, contribuiu também para esse aumento, a recuperação das produções asiáticas, principalmente da Tailândia e Índia.     Este cenário tem causado um arrefecimento nos preços internacionais do açúcar que, até o final de 2023, estavam em consecutivas altas, devido aos estoques mundiais reduzidos.<br /><br />    O contrato futuro na bolsa de Nova York com vencimento em julho/2024 fechou em 17 de maio a U$ 18,41 cents/libra peso, valor 27% abaixo do pico obtido em novembro do ano passado, quando chegou a ultrapassar os U$ 25 cents/libra peso.<br /><br />    Em contrapartida, para a safra 2024/2025, iniciada em abril, já há rumores de que dificilmente a produção alcançará os patamares do último ciclo.  Adversidades climáticas têm acarretado seguidas reduções nas estimativas de produção.<br /><br />  Entre outubro de 2023 a janeiro de 2024, os canaviais sofreram com temperaturas elevadas e precipitações abaixo do esperado. Após um período de clima em relativa normalidade, a partir da segunda quinzena de abril, as chuvas cessaram e muitos produtores, neste momento, se preocupam com o desenvolvimento dos novos plantios, bem como da rebrota recente das áreas de soqueira.<br /><br />    Em sua primeira estimativa sobre a safra de <a href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cana-de-acucar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cana-de-açúcar</a> 2024/25, divulgada em abril, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projetava produção próxima de 686 milhões de toneladas, uma redução de 3,8% em relação à temporada anterior.<br /><br />    Mesmo com menor oferta de cana, a produção de açúcar deverá se manter estável, próxima dos 46 milhões de toneladas, com as usinas ainda aproveitando os contratos fechados no ano passado.<br /><br />    Já a produção de etanol de cana, certamente será prejudicada, sendo amenizada pela produção de etanol de milho, que deverá crescer cerca de 16% no período.<br /><br />     O Banco do Brasil conta com um amplo portifólio de linhas de crédito, seguros, consórcios, futuros e opções, que contribuem para a perenidade e redução dos riscos da produção agropecuária.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60191297</guid><pubDate>Tue, 28 May 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60191297/20240528_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2873931" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28 de maio de 2024, eu sou Maurício Alonso, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

     A última safra foi encerrada com aumento na produtividade de cana e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28 de maio de 2024, eu sou Maurício Alonso, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />     A última safra foi encerrada com aumento na produtividade de cana e produção recorde de açúcar, acarretando aumento da oferta da commodity. Em nível mundial, contribuiu também para esse aumento, a recuperação das produções asiáticas, principalmente da Tailândia e Índia.     Este cenário tem causado um arrefecimento nos preços internacionais do açúcar que, até o final de 2023, estavam em consecutivas altas, devido aos estoques mundiais reduzidos.<br /><br />    O contrato futuro na bolsa de Nova York com vencimento em julho/2024 fechou em 17 de maio a U$ 18,41 cents/libra peso, valor 27% abaixo do pico obtido em novembro do ano passado, quando chegou a ultrapassar os U$ 25 cents/libra peso.<br /><br />    Em contrapartida, para a safra 2024/2025, iniciada em abril, já há rumores de que dificilmente a produção alcançará os patamares do último ciclo.  Adversidades climáticas têm acarretado seguidas reduções nas estimativas de produção.<br /><br />  Entre outubro de 2023 a janeiro de 2024, os canaviais sofreram com temperaturas elevadas e precipitações abaixo do esperado. Após um período de clima em relativa normalidade, a partir da segunda quinzena de abril, as chuvas cessaram e muitos produtores, neste momento, se preocupam com o desenvolvimento dos novos plantios, bem como da rebrota recente das áreas de soqueira.<br /><br />    Em sua primeira estimativa sobre a safra de <a href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/cana-de-acucar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cana-de-açúcar</a> 2024/25, divulgada em abril, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projetava produção próxima de 686 milhões de toneladas, uma redução de 3,8% em relação à temporada anterior.<br /><br />    Mesmo com menor oferta de cana, a produção de açúcar deverá se manter estável, próxima dos 46 milhões de toneladas, com as usinas ainda aproveitando os contratos fechados no ano passado.<br /><br />    Já a produção de etanol de cana, certamente será prejudicada, sendo amenizada pela produção de etanol de milho, que deverá crescer cerca de 16% no período.<br /><br />     O Banco do Brasil conta com um amplo portifólio de linhas de crédito, seguros, consórcios, futuros e opções, que contribuem para a perenidade e redução dos riscos da produção agropecuária.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/05/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-05-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60166036</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado seguirá mantendo as atenções no clima no Meio Oeste americano e no impacto do avanço do plantio e desenvolvimento das lavouras. No paralelo, permanecem os cenários econômico e geopolítico – em especial a escala da guerra entre Rússia e Ucrânia e o clima naquela região, afetando suas lavouras de trigo. Na américa do Sul, o mercado seguirá atento aos números da safra no RS, seus problemas logísticos e o comportamento da demanda e dos ofertadores, com atenção especial ao farmer-selling mais lento na Argentina e a política frente as paralizações. Para os próximos dias, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA - NOAA, prevê chuvas mais volumosas para o meio oeste norte-americano. Já no Brasil, a previsão para os próximos sete dias é de chuvas muito volumosas em todo o Estado do RS e, no restante do país, segue a previsão de clima seco. Diante, do clima norte-americano e Europeu, das incertezas quanto aos números da safra no RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos. E no longo prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas dentro da normalidade na maior parte do Cinturão de Milho no país. O Oeste poderá enfrentar temperaturas acimada da normalidade, enquanto o Leste, abaixo, com risco até de geadas. Já as precipitações poderão ocorrer dentro da normalidade e com bons volumes, principalmente na região central do cinturão. Com boa previsão para janela de plantio norte-americana, a semeadura poderá ter bom ritmo, chegando próximo de sua conclusão. No relatório de progresso de safra, divulgado no dia 20/05, o USDA indicou que 70% da área já foi cultivada. Em comparação com a semana anterior, o aumento foi de 21 pontos percentuais. No Brasil, há previsão de retorno das chuvas em maiores volumes no PR. Para o Sul de SP e MS, os volumes são menores, mas poderão aliviar o estresse hídrico que estes estados estão enfrentando. O início da colheita e a previsão de precipitações para algumas regiões produtoras poderão pressionar as cotações internas no curto prazo.<br />      <b>Para o café, destaca-se que, </b> O mercado ainda tem suporte na preocupação com a oferta global, sobretudo nas condições atuais do Vietnã. Apesar do clima seco, favorável para esta fase inicial de trabalhos, a colheita soma entre 5% e 10% da produção esperada nas praças de Garça (SP), da Zona da Mata de Minas Gerais e do Noroeste do Paraná. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Em abr/24, o Imea realizou o 1º levantamento das intenções de confinamento no estado do MT. A perspectiva dos confinadores entrevistados, dos quais 74,14% decidiram realizar atividade ao longo de 2024, totalizou cerca de 725 mil cabeças, sendo 30,5% superior ao consolidado de 2023. Um dos fatores que contribuem para essa alta é a redução nos custos da diária, que está em cerca de R$ 12/cab/dia. Com o fim das chuvas na maior parte das regiões pecuárias, o produtor encontra cada vez mais dificuldade em reter o gado no pasto, devido ao menor vigor das pastagens. Tal fato resulta em oferta de animais, e traz pressão baixista na cotação do boi gordo. A última quinzena do mês normalmente apresenta um ritmo lento de reposição entre o varejo e o atacado, uma vez que o consumidor se encontra menos capitalizado. Assim, ocorre uma migração para o consumo de carne de frango por parte da população que possui uma renda menor. Com a escala de abate confortável, no curto prazo os frigoríficos devem pressionar negativamente o preço do boi gordo. Para mitigar o risco da atividade, sugere-se a utilização de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo, e as opções, por exemplo.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60166036</guid><pubDate>Mon, 27 May 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60166036/20240527_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6247697" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado seguirá mantendo as atenções no clima no Meio Oeste americano e no impacto do avanço do plantio e desenvolvimento das lavouras. No paralelo, permanecem os cenários econômico e geopolítico – em especial a escala da guerra entre Rússia e Ucrânia e o clima naquela região, afetando suas lavouras de trigo. Na américa do Sul, o mercado seguirá atento aos números da safra no RS, seus problemas logísticos e o comportamento da demanda e dos ofertadores, com atenção especial ao farmer-selling mais lento na Argentina e a política frente as paralizações. Para os próximos dias, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA - NOAA, prevê chuvas mais volumosas para o meio oeste norte-americano. Já no Brasil, a previsão para os próximos sete dias é de chuvas muito volumosas em todo o Estado do RS e, no restante do país, segue a previsão de clima seco. Diante, do clima norte-americano e Europeu, das incertezas quanto aos números da safra no RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos. E no longo prazo, os fundamentos ainda são baixistas.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para temperaturas dentro da normalidade na maior parte do Cinturão de Milho no país. O Oeste poderá enfrentar temperaturas acimada da normalidade, enquanto o Leste, abaixo, com risco até de geadas. Já as precipitações poderão ocorrer dentro da normalidade e com bons volumes, principalmente na região central do cinturão. Com boa previsão para janela de plantio norte-americana, a semeadura poderá ter bom ritmo, chegando próximo de sua conclusão. No relatório de progresso de safra, divulgado no dia 20/05, o USDA indicou que 70% da área já foi cultivada. Em comparação com a semana anterior, o aumento foi de 21 pontos percentuais. No Brasil, há previsão de retorno das chuvas em maiores volumes no PR. Para o Sul de SP e MS, os volumes são menores, mas poderão aliviar o estresse hídrico que estes estados estão enfrentando. O início da colheita e a previsão de precipitações para algumas regiões produtoras poderão pressionar as cotações internas no curto prazo.<br />      <b>Para o café, destaca-se que, </b> O mercado ainda tem suporte na preocupação com a oferta global, sobretudo nas condições atuais do Vietnã. Apesar do clima seco, favorável para esta fase inicial de trabalhos, a colheita soma entre 5% e 10% da produção esperada nas praças de Garça (SP), da Zona da Mata de Minas Gerais e do Noroeste do Paraná. No Brasil, os olhos também estão atentos para o tamanho da peneira, já que muitos produtores vêm indicando números abaixo da média. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Em abr/24, o Imea realizou o 1º levantamento das intenções de confinamento no estado do MT. A perspectiva dos confinadores entrevistados, dos quais 74,14% decidiram realizar atividade ao longo de 2024, totalizou cerca de 725 mil cabeças, sendo 30,5% superior ao consolidado de 2023. Um dos fatores que contribuem para essa alta é a redução nos custos da diária, que está em cerca de R$ 12/cab/dia. Com o fim das chuvas na maior parte das regiões pecuárias, o produtor encontra cada vez mais dificuldade em reter o gado no pasto, devido ao menor vigor das pastagens. Tal fato resulta em oferta de animais, e traz pressão baixista na...]]></itunes:summary><itunes:duration>391</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/05/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-05-2024-cenario-do-milho--60154887</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de maio de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O cereal no mercado externo tem apresentado volatilidade nos últimos dias, refletindo o ritmo de plantio nos Estados Unidos. De acordo com o último relatório do Departamento de Agricultura (USDA), publicado no dia 20, a semeadura da safra 2024/25 chegou a 70% da área, com o ritmo se intensificando em relação à semana anterior.<br /><br />  Outro fundamento que está influenciando na volatilidade do milho no mercado externo é a oscilação no preço do trigo, que vêm enfrentando problemas climáticos em importantes países produtores, como a Rússia e Ucrânia, e já possui reduções nas estimativas de produção para este ciclo.   O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 22 de maio cotado a U$4,52/bushel.<br /><br />  No Brasil, a colheita do milho 2ª safra já iniciou em algumas regiões. De acordo com a Conab, em relatório no mês de maio, para o milho 2ª safra espera-se uma produção de 86,15 milhões de toneladas, que seria uma redução de quase 16% em relação a 2ª safra de 2022/23. Entretanto, há relatos de perda do potencial produtivo em diversas regiões produtoras, como os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais, por falta de chuvas, podendo esse número ser revisado no próximo relatório.<br /><br />  Apesar desse cenário, o indicador do milho referência CEPEA/B3 apresentou pequena valorização nos últimos dias, encerrando na quarta-feira, dia 22, precificado a R$ 59,13 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 59,09 e R$ 62,31 por saca, e<br />- novembro/24, com strike entre R$ 61,78 e R$ 65,25 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60154887</guid><pubDate>Fri, 24 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60154887/20240524_bbcast_agro_milho.mp3" length="3546009" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 24 de maio de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O cereal no mercado externo tem apresentado volatilidade...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de maio de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O cereal no mercado externo tem apresentado volatilidade nos últimos dias, refletindo o ritmo de plantio nos Estados Unidos. De acordo com o último relatório do Departamento de Agricultura (USDA), publicado no dia 20, a semeadura da safra 2024/25 chegou a 70% da área, com o ritmo se intensificando em relação à semana anterior.<br /><br />  Outro fundamento que está influenciando na volatilidade do milho no mercado externo é a oscilação no preço do trigo, que vêm enfrentando problemas climáticos em importantes países produtores, como a Rússia e Ucrânia, e já possui reduções nas estimativas de produção para este ciclo.   O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 22 de maio cotado a U$4,52/bushel.<br /><br />  No Brasil, a colheita do milho 2ª safra já iniciou em algumas regiões. De acordo com a Conab, em relatório no mês de maio, para o milho 2ª safra espera-se uma produção de 86,15 milhões de toneladas, que seria uma redução de quase 16% em relação a 2ª safra de 2022/23. Entretanto, há relatos de perda do potencial produtivo em diversas regiões produtoras, como os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais, por falta de chuvas, podendo esse número ser revisado no próximo relatório.<br /><br />  Apesar desse cenário, o indicador do milho referência CEPEA/B3 apresentou pequena valorização nos últimos dias, encerrando na quarta-feira, dia 22, precificado a R$ 59,13 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 59,09 e R$ 62,31 por saca, e<br />- novembro/24, com strike entre R$ 61,78 e R$ 65,25 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/05/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-05-2024-cenario-do-boi-gordo--60138802</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de maio de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos, (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 128 mil toneladas de carne bovina in natura em 12 dias úteis do mês de maio de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi próximo de 168 mil toneladas em 22 dias úteis. O preço médio da tonelada no período foi de US$4.544, queda de 10,8% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No curto prazo, parte das indústrias mantiveram os níveis de compras estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, em média, ultrapassando 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou redução dos preços nas principais praças, com pressão baixista resultante das condições de pastagens, prejudicadas pelo período seco, forçando o pecuarista a negociar seus animais.<br /><br /> No período de abril/maio houve baixas precipitações no Sudeste e parte do Centro-Oeste brasileiros, reduzindo a disponibilidade das pastagens e pressionando o descarte de matrizes. Para o 2º semestre de 2024, a tendência é de elevação na oferta de animais, com destaque para fêmeas e animais de confinamento.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, as fortes chuvas e enchentes afetaram diretamente a bovinocultura. Houve morte de animais, prejuízo na qualidade das pastagens, graves dificuldades com a logística, ligadas ao carregamento dos animais, queda de pontes e trânsito impedido em estradas do interior. Estes fatores acabaram por afetar as escalas de abate dos frigoríficos. Com isso, as cotações no estado tiveram oscilação no mercado físico nos últimos dias.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro.<br /><br />  Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60138802</guid><pubDate>Thu, 23 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60138802/20240523_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2565477" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de maio de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos, (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de maio de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos, (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 128 mil toneladas de carne bovina in natura em 12 dias úteis do mês de maio de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi próximo de 168 mil toneladas em 22 dias úteis. O preço médio da tonelada no período foi de US$4.544, queda de 10,8% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No curto prazo, parte das indústrias mantiveram os níveis de compras estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, em média, ultrapassando 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou redução dos preços nas principais praças, com pressão baixista resultante das condições de pastagens, prejudicadas pelo período seco, forçando o pecuarista a negociar seus animais.<br /><br /> No período de abril/maio houve baixas precipitações no Sudeste e parte do Centro-Oeste brasileiros, reduzindo a disponibilidade das pastagens e pressionando o descarte de matrizes. Para o 2º semestre de 2024, a tendência é de elevação na oferta de animais, com destaque para fêmeas e animais de confinamento.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, as fortes chuvas e enchentes afetaram diretamente a bovinocultura. Houve morte de animais, prejuízo na qualidade das pastagens, graves dificuldades com a logística, ligadas ao carregamento dos animais, queda de pontes e trânsito impedido em estradas do interior. Estes fatores acabaram por afetar as escalas de abate dos frigoríficos. Com isso, as cotações no estado tiveram oscilação no mercado físico nos últimos dias.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro.<br /><br />  Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>161</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/06ae4eefecc720d81dee9ddedfdd02b8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/05/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-05-2024-cenario-do-algodao--60119477</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O mês de maio trouxe a primeira estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, para a safra 2024/25. O relatório apresentou um aumento de 4,8% na oferta da pluma e de 3% na demanda, quando se compara estes dados com os da safra passada.<br /><br /> A expectativa de aumento de 4% na área de plantio dos Estados Unidos, fez os futuros da pluma, no mercado externo, recuarem para patamares próximos a U$c 77,00/lbp. Precipitações em regiões produtoras estadunidenses ocorreram com certa regularidade neste mês e permitiram o avanço do plantio naquele país.<br /><br /> No Brasil, a colheita iniciou em São Paulo e no Paraná, porém, ela se intensificará a partir da primeira quinzena de julho, quando os maiores estados produtores (Mato Grosso, Bahia, Mato Grosso do Sul e Goiás) avançarem nos trabalhos de campo.<br /><br /> Espera-se que a atual safra brasileira seja uma safra recorde: de acordo com o último boletim da Conab, a produção deverá ser de 3,6 milhões de toneladas, 14% a mais do que a da safra passada. Ressalta-se que este aumento também se deve ao fato da ampliação da área de plantio em 16% em relação à safra anterior. De acordo com a projeção do USDA, as exportações brasileiras poderão se igualar em volume às exportações americanas nesta safra, consolidando o Brasil como fornecedor regular de matéria-prima às indústrias globais, principalmente as asiáticas.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /> -          Novembro/24 com strike entre U$c 0,69 e U$c 0,73/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60119477</guid><pubDate>Wed, 22 May 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60119477/20240522_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2169670" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 22 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.

 O mês de maio trouxe a primeira estimativa do Departamento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O mês de maio trouxe a primeira estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, para a safra 2024/25. O relatório apresentou um aumento de 4,8% na oferta da pluma e de 3% na demanda, quando se compara estes dados com os da safra passada.<br /><br /> A expectativa de aumento de 4% na área de plantio dos Estados Unidos, fez os futuros da pluma, no mercado externo, recuarem para patamares próximos a U$c 77,00/lbp. Precipitações em regiões produtoras estadunidenses ocorreram com certa regularidade neste mês e permitiram o avanço do plantio naquele país.<br /><br /> No Brasil, a colheita iniciou em São Paulo e no Paraná, porém, ela se intensificará a partir da primeira quinzena de julho, quando os maiores estados produtores (Mato Grosso, Bahia, Mato Grosso do Sul e Goiás) avançarem nos trabalhos de campo.<br /><br /> Espera-se que a atual safra brasileira seja uma safra recorde: de acordo com o último boletim da Conab, a produção deverá ser de 3,6 milhões de toneladas, 14% a mais do que a da safra passada. Ressalta-se que este aumento também se deve ao fato da ampliação da área de plantio em 16% em relação à safra anterior. De acordo com a projeção do USDA, as exportações brasileiras poderão se igualar em volume às exportações americanas nesta safra, consolidando o Brasil como fornecedor regular de matéria-prima às indústrias globais, principalmente as asiáticas.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /> -          Novembro/24 com strike entre U$c 0,69 e U$c 0,73/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>136</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/05/2024 - Cenário da olericultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-05-2024-cenario-da-olericultura--60102654</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 21 de maio de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a inserção do cultivo orgânico de hortaliças<b>.</b><br /><br />  De acordo com vários especialistas, é uma técnica de produção de alimentos que se preocupa em aumentar ou mesmo manter os teores de matéria orgânica no solo antes do cultivo. Diferente do cultivo tradicional, o cultivo de orgânicos não utiliza defensivos e fertilizantes sintéticos, tanto para nutrição da planta, quanto no controle de doenças e pragas.<br /><br />  A agricultura orgânica também tem grande preocupação com o uso da água, por isso foge de métodos comuns de irrigação, preferindo técnicas como o gotejamento e outras que levam em conta a realidade da topografia e das práticas culturais locais.<br /><br />  Citado pela Embrapa, a Lei Federal 10.831 de 23 de dezembro 2003, a produção denominada orgânica, é fruto do conjunto das agriculturas de base ecológica que busca conciliar autonomia alimentar e renda, com o respeito aos limites do meio natural ou ecológico, se propõe a resgatar e a redefinir o patrimônio cultural das comunidades locais, orientando a produção para múltiplos mercados que inclui formas inovadoras de relação entre produtores e consumidores.   <br /><br />  Tecnologias vinculadas ao modelo convencional de agricultura, com base no uso de agroquímicos, impulsionam fortemente a produção de hortaliças, mas podem apresentar problemas quanto à sanidade dos produtos, à qualidade de vida dos produtores e à conservação da biodiversidade. A horticultura orgânica, por sua vez, elimina os riscos provenientes do uso de defensivos e contribui para a sustentabilidade do meio ambiente, dispondo de soluções para driblar as limitações existentes em termos de nutrição vegetal e controle de fitoparasitas.   Conforme alguns pesquisadores da Embrapa, o Brasil possui área agriculturável superior a 351 milhões de hectares, porém somente 1,2 milhões de hectares são destinados ao cultivo de produtos orgânicos, representando menos de 0,5% da área total agriculturável.<br /><br />  Dados do Ministério da Agricultura indicam que existem em torno de 25 mil produtores no CADASTRO NACIONAL DE PRODUTORES ORGÂNICOS. Esse número mais do que triplicou em uma década. Em 2012, havia no país quase 5900 produtores registrados. Dentro desses dados, estão os cultivos de Olerícolas, onde, muitas das vezes, se encontram integrados à outras lavouras.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos relacionadas a produção orgânica das mais diversas hortaliças.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60102654</guid><pubDate>Tue, 21 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60102654/20240521_bbcast_agro_olericultura.mp3" length="2877693" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de maio de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a inserção do cultivo orgânico de hortaliças.

  De acordo com vários especialistas, é uma técnica de produção de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 21 de maio de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a inserção do cultivo orgânico de hortaliças<b>.</b><br /><br />  De acordo com vários especialistas, é uma técnica de produção de alimentos que se preocupa em aumentar ou mesmo manter os teores de matéria orgânica no solo antes do cultivo. Diferente do cultivo tradicional, o cultivo de orgânicos não utiliza defensivos e fertilizantes sintéticos, tanto para nutrição da planta, quanto no controle de doenças e pragas.<br /><br />  A agricultura orgânica também tem grande preocupação com o uso da água, por isso foge de métodos comuns de irrigação, preferindo técnicas como o gotejamento e outras que levam em conta a realidade da topografia e das práticas culturais locais.<br /><br />  Citado pela Embrapa, a Lei Federal 10.831 de 23 de dezembro 2003, a produção denominada orgânica, é fruto do conjunto das agriculturas de base ecológica que busca conciliar autonomia alimentar e renda, com o respeito aos limites do meio natural ou ecológico, se propõe a resgatar e a redefinir o patrimônio cultural das comunidades locais, orientando a produção para múltiplos mercados que inclui formas inovadoras de relação entre produtores e consumidores.   <br /><br />  Tecnologias vinculadas ao modelo convencional de agricultura, com base no uso de agroquímicos, impulsionam fortemente a produção de hortaliças, mas podem apresentar problemas quanto à sanidade dos produtos, à qualidade de vida dos produtores e à conservação da biodiversidade. A horticultura orgânica, por sua vez, elimina os riscos provenientes do uso de defensivos e contribui para a sustentabilidade do meio ambiente, dispondo de soluções para driblar as limitações existentes em termos de nutrição vegetal e controle de fitoparasitas.   Conforme alguns pesquisadores da Embrapa, o Brasil possui área agriculturável superior a 351 milhões de hectares, porém somente 1,2 milhões de hectares são destinados ao cultivo de produtos orgânicos, representando menos de 0,5% da área total agriculturável.<br /><br />  Dados do Ministério da Agricultura indicam que existem em torno de 25 mil produtores no CADASTRO NACIONAL DE PRODUTORES ORGÂNICOS. Esse número mais do que triplicou em uma década. Em 2012, havia no país quase 5900 produtores registrados. Dentro desses dados, estão os cultivos de Olerícolas, onde, muitas das vezes, se encontram integrados à outras lavouras.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos relacionadas a produção orgânica das mais diversas hortaliças.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,folhosas,hortaliças,olericultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/156f315cd25b488c11c187542091e94d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/05/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-05-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--60076834</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções no plantio dos EUA, com previsões climáticas desfavoráveis para os próximos dias, por excesso de chuvas, no meio oeste americano. Processará ainda, os dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, os números preliminares, referentes à Safra Americana 24/25.  Na América do Sul, dois pontos ainda deverão estar no radar dos players, as inundações no RS, com expectativa de divulgação dos números com as perdas na soja e os impactos causados pelas greves na Argentina. No fundamento clima, a NOAA, para os próximos 15 dias, prevê chuvas mais volumosas para o meio oeste americano. Já no Brasil, segue a previsão de chuvas volumosas para o centro norte do RS para a próxima semana e, no restante do país, condições características de outono, com clima seco. Diante dos dados apontados pelo USDA, do clima norte-americano, da proximidade da finalização da colheita Sul-Americana, as incertezas quanto aos números da safra do RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para chuvas pouco acima da normalidade do período na maior parte do Cinturão de Milho. No Oeste, bons volumes de chuvas podem atrasar o plantio. Em seu relatório de progresso de safra, publicado no último dia 13/05, o USDA indicou que a semeadura americana chegou à 49% da área total, um avanço de treze pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a semeadura nesta safra está onze pontos percentuais menor. A Bolsa de Cereais da Argentina informou, em publicação no último dia 16/05, que a colheita no país atingiu 25,4%, estando 8,3% abaixo da média dos últimos cinco anos. O órgão destaca que o excesso de umidade tem dificultado os trabalhos de campo, e manteve a estimativa de produção em 46,5 milhões de toneladas. Contrapondo a Bolsa de Cereais, o USDA neste mês indicou produção de 53 milhões de toneladas. No Brasil, tempo seco para os próximos dias na região central e chuvas no Sul podem continuar dando suporte aos preços no mercado doméstico.     <b></b><b></b><br /><b>  Para o café, destaca-se que, </b> Com a volta das chuvas nas principais regiões vietnamitas produtoras de robusta, ainda se mantém dúvidas quanto à recuperação efetiva da produção para a safra 2024/25; A redução e previsão de manutenção de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras brasileiras têm favorecido um ritmo mais acelerado das colheitas, possibilitando aos produtores aproveitarem os bons preços atuais no mercado físico, mesmo com as sucessivas quedas na última semana; Assim como nos relatos de quebra de rendimento no beneficiamento do café conilon no Brasil, há esta expectativa negativa em relação ao rendimento do arábica brasileiro, em função do clima desfavorável no período inicial de formação dos grãos no último trimestre de 2023, já correndo apontamentos em relação a peneira menor, que afeta o rendimento dos grãos; Apesar de fundamentos mais consistentes que podem afetar a relação oferta/demanda, menor produtividade com o avanço da colheita no Brasil, os preços têm sido influenciados por movimentos especulativos financeiros e especulações sobre o clima nas regiões produtoras. Fatores que devem seguir direcionando cotações na semana. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos de estoques externos inferiores ao volume armazenado dos últimos anos, destacando a manutenção de consumo aquecido, considera-se perspectiva de lateralidade e volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O final do período chuvoso e a alta temperatura, principalmente no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, contribuem para a perda do vigor das pastagens, o que dificulta a manutenção do gado no pasto. Com isso, a tendência é de crescer a oferta de animais. O descarte de fêmeas continua. Assim, com o aumento da oferta de animais, a tendência é de enfraquecimento na cotação do boi gordo nos próximos meses. Para o primeiro giro do confinamento, os pecuaristas devem se atentar aos custos de produção, principalmente o preço do animal de reposição, e à aquisição de insumos. Estes itens representam cerca de 65% e 30% no custo total da atividade, respectivamente. Para mitigar o risco da atividade, sugere-se a utilização de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo, e as opções, por exemplo. Com escala de abate confortável no curto prazo, os frigoríficos devem pressionar negativamente o preço do boi gordo.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60076834</guid><pubDate>Mon, 20 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60076834/20240520_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6555733" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções no plantio dos EUA, com previsões climáticas desfavoráveis para os próximos dias, por excesso de chuvas, no meio oeste americano. Processará ainda, os dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, os números preliminares, referentes à Safra Americana 24/25.  Na América do Sul, dois pontos ainda deverão estar no radar dos players, as inundações no RS, com expectativa de divulgação dos números com as perdas na soja e os impactos causados pelas greves na Argentina. No fundamento clima, a NOAA, para os próximos 15 dias, prevê chuvas mais volumosas para o meio oeste americano. Já no Brasil, segue a previsão de chuvas volumosas para o centro norte do RS para a próxima semana e, no restante do país, condições características de outono, com clima seco. Diante dos dados apontados pelo USDA, do clima norte-americano, da proximidade da finalização da colheita Sul-Americana, as incertezas quanto aos números da safra do RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para chuvas pouco acima da normalidade do período na maior parte do Cinturão de Milho. No Oeste, bons volumes de chuvas podem atrasar o plantio. Em seu relatório de progresso de safra, publicado no último dia 13/05, o USDA indicou que a semeadura americana chegou à 49% da área total, um avanço de treze pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a semeadura nesta safra está onze pontos percentuais menor. A Bolsa de Cereais da Argentina informou, em publicação no último dia 16/05, que a colheita no país atingiu 25,4%, estando 8,3% abaixo da média dos últimos cinco anos. O órgão destaca que o excesso de umidade tem dificultado os trabalhos de campo, e manteve a estimativa de produção em 46,5 milhões de toneladas. Contrapondo a Bolsa de Cereais, o USDA neste mês indicou produção de 53 milhões de toneladas. No Brasil, tempo seco para os próximos dias na região central e chuvas no Sul podem continuar dando suporte aos preços no mercado doméstico.     <b></b><b></b><br /><b>  Para o café, destaca-se que, </b> Com a volta das chuvas nas principais regiões vietnamitas produtoras de robusta, ainda se mantém dúvidas quanto à recuperação efetiva da produção para a safra 2024/25; A redução e previsão de manutenção de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras brasileiras têm favorecido um ritmo mais acelerado das colheitas, possibilitando aos produtores aproveitarem os bons preços atuais no mercado físico, mesmo com as sucessivas quedas na última semana; Assim como nos relatos de quebra de rendimento no beneficiamento do café conilon no Brasil, há esta expectativa negativa em relação ao rendimento do arábica brasileiro, em função do clima desfavorável no período inicial de formação dos grãos no último trimestre de 2023, já correndo apontamentos em relação a peneira menor, que afeta o rendimento dos grãos; Apesar de fundamentos mais consistentes que podem afetar a relação oferta/demanda, menor produtividade com o avanço da colheita no Brasil, os preços têm sido influenciados por movimentos especulativos financeiros e especulações sobre o clima nas regiões produtoras. Fatores que devem seguir direcionando cotações na semana. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos de estoques externos inferiores ao volume armazenado dos últimos anos, destacando a...]]></itunes:summary><itunes:duration>410</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/05/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-05-2024-cenario-da-soja--60064213</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 17 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Segundo a CONAB, a colheita no Brasil alcançou 95,6% da área cultivada, sendo o RS e <br />MA os Estados com menor índice de colheita, 79% o RS e 75% MA. Já na produtividade, <br />o órgão informa uma pequena redução para 3.229 Kg/ha. Houve também atualização da <br />área de plantio para 45,733 milhões ha. Isso elevou a expectativa de produção total para <br />147,684 milhões de toneladas.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 15/05 cotado <br />a US$ 12,13/bushel, (11,70 em 01/05), apresentando alta de 3,6% em relação ao <br />observado no início de maio, quando era cotado a US$ 11,70/bushel. Conforme relatório <br />do USDA, a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25, é de 121,11 milhões <br />de toneladas, alta de 6,83% em relação à safra anterior. A estimativa de área plantio é de <br />34,64 milhões ha, com elevação de 3,48% em relação ao ano passado. O plantio da soja <br />Norte Americana, alcançou 35% no dia 12/05, ritmo 10% menor que no mesmo período <br />da safra passada.<br /><br />O indicador CEPEA em 15/05 foi cotado a R$ 135,51/saca, (129,95 em 02/05)<br />apresentando alta de 5 % em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece<br />U$ 0,30/Bushel para julho/2024. <br /><br />No RS, permanecem as condições climáticas adversas que impedem o avanço da colheita <br />e quantificação das perdas, tanto nas áreas a serem colhidas quanto nos grãos já <br />armazenados em silos afetados pela enchente. As rodovias foram bastante <br />comprometidas, dificultando a logística da transporte.<br /><br />Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, o trabalho de colheita segue avançando<br />com clima favorável, alcançando 47,8% da área em 08/05. Seguem preocupações quanto <br />às greves trabalhistas no país que afetam a indústria e a logística. <br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções <br />Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, <br />com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,76 e U$ 12,02/bushel e<br />- jul/24 com strike entre U$ 10,38 e U$ 12,00/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60064213</guid><pubDate>Fri, 17 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60064213/20240517_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="4013288" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 17 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de 
Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

Segundo a CONAB, a colheita no Brasil alcançou 95,6% da área cultivada, sendo o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 17 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de <br />Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />Segundo a CONAB, a colheita no Brasil alcançou 95,6% da área cultivada, sendo o RS e <br />MA os Estados com menor índice de colheita, 79% o RS e 75% MA. Já na produtividade, <br />o órgão informa uma pequena redução para 3.229 Kg/ha. Houve também atualização da <br />área de plantio para 45,733 milhões ha. Isso elevou a expectativa de produção total para <br />147,684 milhões de toneladas.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 15/05 cotado <br />a US$ 12,13/bushel, (11,70 em 01/05), apresentando alta de 3,6% em relação ao <br />observado no início de maio, quando era cotado a US$ 11,70/bushel. Conforme relatório <br />do USDA, a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25, é de 121,11 milhões <br />de toneladas, alta de 6,83% em relação à safra anterior. A estimativa de área plantio é de <br />34,64 milhões ha, com elevação de 3,48% em relação ao ano passado. O plantio da soja <br />Norte Americana, alcançou 35% no dia 12/05, ritmo 10% menor que no mesmo período <br />da safra passada.<br /><br />O indicador CEPEA em 15/05 foi cotado a R$ 135,51/saca, (129,95 em 02/05)<br />apresentando alta de 5 % em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece<br />U$ 0,30/Bushel para julho/2024. <br /><br />No RS, permanecem as condições climáticas adversas que impedem o avanço da colheita <br />e quantificação das perdas, tanto nas áreas a serem colhidas quanto nos grãos já <br />armazenados em silos afetados pela enchente. As rodovias foram bastante <br />comprometidas, dificultando a logística da transporte.<br /><br />Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, o trabalho de colheita segue avançando<br />com clima favorável, alcançando 47,8% da área em 08/05. Seguem preocupações quanto <br />às greves trabalhistas no país que afetam a indústria e a logística. <br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar <br />oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções <br />Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, <br />com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,76 e U$ 12,02/bushel e<br />- jul/24 com strike entre U$ 10,38 e U$ 12,00/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, <br />acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do <br />Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>251</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/05/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-05-2024-cenario-do-leite--60050291</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 16 de maio de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.   De acordo com o CEPEA, depois de perder valor por seis meses consecutivos, o preço do leite captado em março subiu 4,2% na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,33/L. Esse valor é cerca de 17% menor que o registrado em março de 2023.<br /><br />  Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor, desde maio de 2023, os <b>Conseleites</b> do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, sinalizam reação nos preços pagos pelo litro de leite que será entregue durante o mês de maio de 2024. A redução da captação de leite, causada pela sazonalidade, proporciona condições para a recuperação de preços.<br /><br />  Porém, tanto a demanda estagnada quanto as importações elevadas, tendem a equilibrar a pressão altista dos preços. Pesquisas ainda em andamento no Cepea indicam que esse cenário altista deve permanecer, pelo menos, até o meio do ano de 2024, em razão da menor produção.<br /><br />  Segundo a EMBRAPA, em março de 2024, ocorreu uma redução de, 5,5% nos custos em relação a março de 2023, sendo que o item concentrado apresentou retração de 4,1 % em relação ao mês anterior.   Dados da Secex indicam que as importações de abril de 2024 foram de 17.400 mil toneladas de produtos lácteos, volume 19% maior que o de abril de 2023.<br /><br />  O valor do Leite em abril para o Rio Grande do Sul estava projetado em R$ 2,30/L, mas, poderá sofrer alterações em razão das enchentes.<br /><br />  Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar uma melhor gestão dos custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos seus custos de produção através de contratos de CALL para Milho, por exemplo.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60050291</guid><pubDate>Thu, 16 May 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60050291/20240516_bbcast_agro_leite.mp3" length="2925340" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 16 de maio de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.   De acordo com o CEPEA, depois de perder valor...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 16 de maio de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.   De acordo com o CEPEA, depois de perder valor por seis meses consecutivos, o preço do leite captado em março subiu 4,2% na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,33/L. Esse valor é cerca de 17% menor que o registrado em março de 2023.<br /><br />  Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor, desde maio de 2023, os <b>Conseleites</b> do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, sinalizam reação nos preços pagos pelo litro de leite que será entregue durante o mês de maio de 2024. A redução da captação de leite, causada pela sazonalidade, proporciona condições para a recuperação de preços.<br /><br />  Porém, tanto a demanda estagnada quanto as importações elevadas, tendem a equilibrar a pressão altista dos preços. Pesquisas ainda em andamento no Cepea indicam que esse cenário altista deve permanecer, pelo menos, até o meio do ano de 2024, em razão da menor produção.<br /><br />  Segundo a EMBRAPA, em março de 2024, ocorreu uma redução de, 5,5% nos custos em relação a março de 2023, sendo que o item concentrado apresentou retração de 4,1 % em relação ao mês anterior.   Dados da Secex indicam que as importações de abril de 2024 foram de 17.400 mil toneladas de produtos lácteos, volume 19% maior que o de abril de 2023.<br /><br />  O valor do Leite em abril para o Rio Grande do Sul estava projetado em R$ 2,30/L, mas, poderá sofrer alterações em razão das enchentes.<br /><br />  Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar uma melhor gestão dos custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos seus custos de produção através de contratos de CALL para Milho, por exemplo.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/05/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-05-2024-cenario-do-cafe-conilon--60032602</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 15 de maio de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> Com o andamento da colheita do café conilon nas principais regiões produtoras, há uma expectativa geral de uma boa safra, algumas áreas estão enfrentando problemas com a desuniformidade e redução no peso dos grãos, causadas principalmente pelas altas temperaturas registradas no período de florada, entre setembro e dezembro do ano passado, e com ataque de cochonilha, afetando a produtividade nessas áreas.<br /><br /> O aumento da utilização dos métodos de colheita mecanizada e semimecanizada, vem reduzindo a dependência da mão de obra, um desafio histórico para o setor. No cenário global, foi reportada a informação de que houve uma queda de preços no café no Vietnã nas últimas semanas, essa redução é atribuída, principalmente, ao aumento das chuvas na região.<br /><br /> Com a previsão inicial de redução na produção, e com os estoques baixos nos países consumidores e produtores, vem aumentando a demanda pelo café brasileiro, que, apesar da volatilidade nos preços, ainda mantém uma posição competitiva no mercado externo. Na bolsa de Londres, os preços do café conilon após sucessivas baixas na última semana, tiveram um pequeno avanço na última segunda-feira 13/05, com o contrato de julho de 2024 registrando alta de US$40 por tonelada, chegando a US$3.480.<br /><br /> O mercado se mantém atento aos acontecimentos na Ásia, enquanto a volatilidade dos preços permanece, devido as questões logísticas e climáticas que afetam a produção e a distribuição do café globalmente. No mercado interno, os preços tiveram queda na última semana, com o café tipo 7 no valor de R$920,00 por saca de 60kg na COOABRIEL. Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado do café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60032602</guid><pubDate>Wed, 15 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60032602/20240515_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3011439" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 15 de maio de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 Com o andamento da colheita do café conilon nas principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 15 de maio de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> Com o andamento da colheita do café conilon nas principais regiões produtoras, há uma expectativa geral de uma boa safra, algumas áreas estão enfrentando problemas com a desuniformidade e redução no peso dos grãos, causadas principalmente pelas altas temperaturas registradas no período de florada, entre setembro e dezembro do ano passado, e com ataque de cochonilha, afetando a produtividade nessas áreas.<br /><br /> O aumento da utilização dos métodos de colheita mecanizada e semimecanizada, vem reduzindo a dependência da mão de obra, um desafio histórico para o setor. No cenário global, foi reportada a informação de que houve uma queda de preços no café no Vietnã nas últimas semanas, essa redução é atribuída, principalmente, ao aumento das chuvas na região.<br /><br /> Com a previsão inicial de redução na produção, e com os estoques baixos nos países consumidores e produtores, vem aumentando a demanda pelo café brasileiro, que, apesar da volatilidade nos preços, ainda mantém uma posição competitiva no mercado externo. Na bolsa de Londres, os preços do café conilon após sucessivas baixas na última semana, tiveram um pequeno avanço na última segunda-feira 13/05, com o contrato de julho de 2024 registrando alta de US$40 por tonelada, chegando a US$3.480.<br /><br /> O mercado se mantém atento aos acontecimentos na Ásia, enquanto a volatilidade dos preços permanece, devido as questões logísticas e climáticas que afetam a produção e a distribuição do café globalmente. No mercado interno, os preços tiveram queda na última semana, com o café tipo 7 no valor de R$920,00 por saca de 60kg na COOABRIEL. Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado do café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/05/2024 - Cenário da Fruticultura - Baru</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-05-2024-cenario-da-fruticultura-baru--60032077</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de maio de 2024, meu nome é Ana Paula, sou Assessora de Agronegócios na Plataforma Brasília, e hoje falaremos sobre o Baru<b>.</b><br /><br />Originária do Brasil, a planta Baru é adaptada às condições específicas do cerrado, resistindo a períodos de seca e apresentando alta produtividade. Estudos demonstram excepcional valor nutricional das sementes, com altos teores de proteínas, fibras e antioxidantes. É nativa no bioma cerrado, sendo usada na complementação da renda das famílias que a exploram.  É conhecido por esse nome nos Estados de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal, mas possui outros nomes, tais como: barujó, castanha-de-burro, castanha-de-ferro e fruta-de-macaco, por exemplo.<br /><br />  É uma espécie promissora que favorece várias aplicações. A madeira é utilizada na construção de cercas e na construção civil. A polpa e sementes são comestíveis, ricas em calorias e sais minerais, podendo substituir a castanha de caju, amendoim ou nozes, em qualquer receita. Pode ser utilizada na alimentação do gado, durante a seca, além de favorecer abrigo para esses animais, manutenção nutricional dos solos e qualidade das pastagens, visto que as folhas promovem a manutenção da matéria orgânica e entregam nutrientes ao solo.<br /><br />  Os frutos são apreciados por diversos animais silvestres, além das flores serem visitadas por abelhas, as quais prestam serviço ambiental de polinização. A semente produz um óleo semelhante ao azeite de oliva, empregado como antirreumático, além de propriedades funcionais e cosméticas, de grande utilização nas indústrias alimentícias e farmacêuticas.<br /><br />  As cidades turísticas de Pirenópolis (GO) e Alto Paraíso (GO) possuem mercado consumidor potencial, em decorrência do turismo. A amêndoa é comercializada em feiras regionais de produtos do Cerrado ou de produtos naturais, em capitais como Goiânia e Brasília. A possibilidade de crescimento do consumo é promissora em conjunto com a expansão da indústria do ecoturismo, naquela região, além da demanda por produtos nativos e de sabor exótico ser crescente no mercado interno e externo.<br /><br />  A cadeia produtiva do baru e os canais de comercialização são determinados diretamente pela forma como o fruto é vendido: fruto in natura, amêndoa crua, amêndoa torrada, óleo, farinha e outros subprodutos que a medida que passam por processos de beneficiamento, agregam valor.   Embora haja um crescente interesse na planta Baru, devido às suas propriedades nutricionais e econômicas, oportunidades de mercado em setores como alimentos saudáveis, cosméticos naturais e agricultura sustentável, existem desafios a serem enfrentados, visto atividade ser recente e carecer de estudos que identifiquem a viabilidade econômica ao produtor.<br /><br />   O Baru representa uma valiosa oportunidade para o Brasil, tanto em termos de segurança alimentar, quanto de desenvolvimento econômico. Sua versatilidade e potencial nutricional fazem dessa árvore uma candidata promissora para impulsionar a agricultura e o mercado de produtos naturais.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos que podem ser relacionadas à cultura do baru.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/60032077</guid><pubDate>Tue, 14 May 2024 18:50:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/60032077/20240514_bbcast_agro_fruticultura.mp3" length="4004928" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de maio de 2024, meu nome é Ana Paula, sou Assessora de Agronegócios na Plataforma Brasília, e hoje falaremos sobre o Baru.

Originária do Brasil, a planta Baru é adaptada às condições específicas do cerrado, resistindo a períodos de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de maio de 2024, meu nome é Ana Paula, sou Assessora de Agronegócios na Plataforma Brasília, e hoje falaremos sobre o Baru<b>.</b><br /><br />Originária do Brasil, a planta Baru é adaptada às condições específicas do cerrado, resistindo a períodos de seca e apresentando alta produtividade. Estudos demonstram excepcional valor nutricional das sementes, com altos teores de proteínas, fibras e antioxidantes. É nativa no bioma cerrado, sendo usada na complementação da renda das famílias que a exploram.  É conhecido por esse nome nos Estados de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal, mas possui outros nomes, tais como: barujó, castanha-de-burro, castanha-de-ferro e fruta-de-macaco, por exemplo.<br /><br />  É uma espécie promissora que favorece várias aplicações. A madeira é utilizada na construção de cercas e na construção civil. A polpa e sementes são comestíveis, ricas em calorias e sais minerais, podendo substituir a castanha de caju, amendoim ou nozes, em qualquer receita. Pode ser utilizada na alimentação do gado, durante a seca, além de favorecer abrigo para esses animais, manutenção nutricional dos solos e qualidade das pastagens, visto que as folhas promovem a manutenção da matéria orgânica e entregam nutrientes ao solo.<br /><br />  Os frutos são apreciados por diversos animais silvestres, além das flores serem visitadas por abelhas, as quais prestam serviço ambiental de polinização. A semente produz um óleo semelhante ao azeite de oliva, empregado como antirreumático, além de propriedades funcionais e cosméticas, de grande utilização nas indústrias alimentícias e farmacêuticas.<br /><br />  As cidades turísticas de Pirenópolis (GO) e Alto Paraíso (GO) possuem mercado consumidor potencial, em decorrência do turismo. A amêndoa é comercializada em feiras regionais de produtos do Cerrado ou de produtos naturais, em capitais como Goiânia e Brasília. A possibilidade de crescimento do consumo é promissora em conjunto com a expansão da indústria do ecoturismo, naquela região, além da demanda por produtos nativos e de sabor exótico ser crescente no mercado interno e externo.<br /><br />  A cadeia produtiva do baru e os canais de comercialização são determinados diretamente pela forma como o fruto é vendido: fruto in natura, amêndoa crua, amêndoa torrada, óleo, farinha e outros subprodutos que a medida que passam por processos de beneficiamento, agregam valor.   Embora haja um crescente interesse na planta Baru, devido às suas propriedades nutricionais e econômicas, oportunidades de mercado em setores como alimentos saudáveis, cosméticos naturais e agricultura sustentável, existem desafios a serem enfrentados, visto atividade ser recente e carecer de estudos que identifiquem a viabilidade econômica ao produtor.<br /><br />   O Baru representa uma valiosa oportunidade para o Brasil, tanto em termos de segurança alimentar, quanto de desenvolvimento econômico. Sua versatilidade e potencial nutricional fazem dessa árvore uma candidata promissora para impulsionar a agricultura e o mercado de produtos naturais.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos que podem ser relacionadas à cultura do baru.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>251</itunes:duration><itunes:keywords>baru,colheita,comercialização,cotação,cultivo,fruticultura,produção,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b6bc623534458d984235f440dab53f65.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/05/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-05-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59972974</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de maio de 2024, sou Fabíola Lira e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado mantenha as atenções no andamento do plantio nos EUA, com previsões climáticas desfavoráveis para os próximos dias, com excesso de chuvas, no centro sul do cinturão agrícola no meio oeste americano e, processe ainda, os dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, os números preliminares, referentes à Safra 24/25 nos EUA, BRA e ARG.  Na américa do Sul, dois pontos ainda deverão estar no radar dos players, as inundações no RS, com expectativa de divulgação dos números com as perdas na soja e as incertezas quanto ao andamento das greves na Argentina. No fundamento clima, a NOAA, para os próximos 7 dias, prevê chuvas mais volumosas para a parte sul do meio oeste americano. Já no Brasil, segue a previsão de chuvas volumosas no RS, podendo chegar a 100 mm, e clima seco na parte central do país. Diante do menor crescimento de área apontado pelo relatório do USDA para a safra nos EUA, somado à demanda externa para a América do Sul, em função da maior oferta do grão com a proximidade da finalização da colheita no BRA e o avanço na ARG, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Em seu relatório de progresso de safra, publicado na segunda (06/05), o USDA indicou que o plantio de milho estadunidense chegou à 36% da área total, um avanço de nove pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a semeadura nesta safra está seis pontos percentuais menor. A previsão climática para os próximos dias no país aponta para temperaturas acima da normalidade e bons volumes de chuvas, o que pode manter o ritmo de plantio americano menor em relação à safra passada, entretanto as chuvas são benéficas para as lavouras já instaladas. No Brasil, a Conab, em acompanhamento de safra publicado no dia 06/05, indicou média restrição para as lavouras no RS, por excesso de chuvas e baixa restrição na região central pela falta de chuvas. A meteorologia indica grandes volumes de chuvas para o RS, o que nesse momento é prejudicial para o milho que ainda resta ser colhido. Para os demais estados que produzem o milho 2ª safra, o volume previsto é baixo, o que pode manter os preços com viés de alta.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Embora haja previsão de chuvas para as principais regiões produtoras de robusta vietnamita, se mantém dúvida quando a recuperação efetiva da produção para 2024/25. A previsão de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras brasileiras e altas temperaturas, têm favorecido um ritmo mais acelerado das colheitas, principalmente possibilitando aos produtores aproveitarem os bons preços atuais no mercado físico. Vale destacar que, assim como nos relatos do café conilon brasileiro sobre quebra de rendimento no beneficiamento, há esta expectativa negativa em relação ao arábica brasileiro, em função do clima desfavorável no período inicial de formação dos grãos no último trimestre de 2023; Os preços têm sido mais influenciados por movimentos especulativos financeiros do que por mudanças nos fundamentos do mercado; Diante dos argumentos elencados relacionados a clima, especulações, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Em abril/24, segundo os dados do Imea, o preço da arroba do boi gordo brasileiro foi o menor dentre os principais países produtores, reflexo da alta disponibilidade de animais. Em Mato Grosso, o animal terminado ficou cotado em US$ 40,35/@ no mês passado, enquanto a arroba de São Paulo atingiu, em média, US$ 44,96/@, o que significou uma redução de 1,52% e 3,83%, respectivamente, em relação aos valores de março/24. O boi gordo norte-americano ficou cotado a US$ 108,80/@.  À medida que nos aproximamos do período mais seco, com a transição do outono para o inverno, espera-se que as condições das pastagens piorem. Em algumas áreas, a escassez de chuvas já afeta a capacidade do pecuarista de manter o gado no pasto. Assim, a tendência é de que a indústria pressione negativamente o preço do boi gordo durante este período. A primeira quinzena do mês gera otimismo quanto ao aumento do consumo de carne bovina no mercado doméstico, devido ao pagamento de salários.  E com a comemoração do dia das mães, espera-se que o consumo seja maior, ocasionando, uma reposição mais intensa ao longo de toda a cadeia produtiva. Durante a semana anterior foram evidenciadas oscilações nos contratos futuros do boi gordo.  Os produtores devem aproveitar as janelas de oportunidade no mercado futuro para mitigar riscos, com o objetivo de garantir margem de lucro na atividade.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59972974</guid><pubDate>Mon, 13 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59972974/20240513_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6588752" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de maio de 2024, sou Fabíola Lira e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de maio de 2024, sou Fabíola Lira e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado mantenha as atenções no andamento do plantio nos EUA, com previsões climáticas desfavoráveis para os próximos dias, com excesso de chuvas, no centro sul do cinturão agrícola no meio oeste americano e, processe ainda, os dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, os números preliminares, referentes à Safra 24/25 nos EUA, BRA e ARG.  Na américa do Sul, dois pontos ainda deverão estar no radar dos players, as inundações no RS, com expectativa de divulgação dos números com as perdas na soja e as incertezas quanto ao andamento das greves na Argentina. No fundamento clima, a NOAA, para os próximos 7 dias, prevê chuvas mais volumosas para a parte sul do meio oeste americano. Já no Brasil, segue a previsão de chuvas volumosas no RS, podendo chegar a 100 mm, e clima seco na parte central do país. Diante do menor crescimento de área apontado pelo relatório do USDA para a safra nos EUA, somado à demanda externa para a América do Sul, em função da maior oferta do grão com a proximidade da finalização da colheita no BRA e o avanço na ARG, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Em seu relatório de progresso de safra, publicado na segunda (06/05), o USDA indicou que o plantio de milho estadunidense chegou à 36% da área total, um avanço de nove pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a semeadura nesta safra está seis pontos percentuais menor. A previsão climática para os próximos dias no país aponta para temperaturas acima da normalidade e bons volumes de chuvas, o que pode manter o ritmo de plantio americano menor em relação à safra passada, entretanto as chuvas são benéficas para as lavouras já instaladas. No Brasil, a Conab, em acompanhamento de safra publicado no dia 06/05, indicou média restrição para as lavouras no RS, por excesso de chuvas e baixa restrição na região central pela falta de chuvas. A meteorologia indica grandes volumes de chuvas para o RS, o que nesse momento é prejudicial para o milho que ainda resta ser colhido. Para os demais estados que produzem o milho 2ª safra, o volume previsto é baixo, o que pode manter os preços com viés de alta.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Embora haja previsão de chuvas para as principais regiões produtoras de robusta vietnamita, se mantém dúvida quando a recuperação efetiva da produção para 2024/25. A previsão de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras brasileiras e altas temperaturas, têm favorecido um ritmo mais acelerado das colheitas, principalmente possibilitando aos produtores aproveitarem os bons preços atuais no mercado físico. Vale destacar que, assim como nos relatos do café conilon brasileiro sobre quebra de rendimento no beneficiamento, há esta expectativa negativa em relação ao arábica brasileiro, em função do clima desfavorável no período inicial de formação dos grãos no último trimestre de 2023; Os preços têm sido mais influenciados por movimentos especulativos financeiros do que por mudanças nos fundamentos do mercado; Diante dos argumentos elencados relacionados a clima, especulações, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Em abril/24, segundo os dados do Imea, o preço da arroba do boi gordo brasileiro foi o menor dentre os principais países produtores, reflexo da alta disponibilidade de animais. Em Mato...]]></itunes:summary><itunes:duration>412</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/05/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-05-2024-cenario-do-milho--59970975</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de maio de 2024, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os futuros no mercado externo se movimentaram positivamente nos últimos dias. Como fundamentos para o viés de alta, estão a desaceleração do plantio do cereal nos Estados Unidos, as enchentes em solo brasileiro, que estão afetando o Rio Grande do Sul e a produção na Argentina com problemas climáticos e ataques de pragas, além dos rumores de greves.<br /><br />  De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, USDA, em publicação no dia 06 de maio, o plantio de milho americano chegou a 36% da área total, estando seis pontos percentuais abaixo do ritmo apresentado no mesmo período do ano passado. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 08 de maio cotado a U$4,60/bushel, alta na semana, superior a 1% se comparada a 30 de abril passado, quando a cotação fechou em U$4,46/bushel.<br /><br />  Nesta sexta-feira, o órgão divulgará, às 14 horas de Brasília, seu relatório de oferta e demanda de grãos referente a este mês. Com a divulgação, o mercado poderá apresentar volatilidade, uma vez que a publicação indicará as perspectivas para as safras globais 2024/25.<br /><br />  No Brasil, as cotações, tanto no mercado físico como nos futuros na B3, começaram a reagir e apresentaram alta na última semana. Além das valorizações no mercado externo, internamente a reação veio das enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, que ainda não finalizou a colheita do milho 1ª safra, e do tempo quente e seco em importantes regiões produtoras da 2ª safra, especialmente no Paraná e Mato Grosso do Sul.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 08, precificado a R$ 58,10 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e as suas margens.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,97 e R$ 61,13 por saca, e<br />- novembro/24, com strike entre R$ 60,23 e R$ 63,60 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59970975</guid><pubDate>Fri, 10 May 2024 19:41:33 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59970975/20240510_bbcast_agro_milho.mp3" length="3577356" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 10 de maio de 2024, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Os futuros no mercado externo se movimentaram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de maio de 2024, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os futuros no mercado externo se movimentaram positivamente nos últimos dias. Como fundamentos para o viés de alta, estão a desaceleração do plantio do cereal nos Estados Unidos, as enchentes em solo brasileiro, que estão afetando o Rio Grande do Sul e a produção na Argentina com problemas climáticos e ataques de pragas, além dos rumores de greves.<br /><br />  De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, USDA, em publicação no dia 06 de maio, o plantio de milho americano chegou a 36% da área total, estando seis pontos percentuais abaixo do ritmo apresentado no mesmo período do ano passado. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 08 de maio cotado a U$4,60/bushel, alta na semana, superior a 1% se comparada a 30 de abril passado, quando a cotação fechou em U$4,46/bushel.<br /><br />  Nesta sexta-feira, o órgão divulgará, às 14 horas de Brasília, seu relatório de oferta e demanda de grãos referente a este mês. Com a divulgação, o mercado poderá apresentar volatilidade, uma vez que a publicação indicará as perspectivas para as safras globais 2024/25.<br /><br />  No Brasil, as cotações, tanto no mercado físico como nos futuros na B3, começaram a reagir e apresentaram alta na última semana. Além das valorizações no mercado externo, internamente a reação veio das enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, que ainda não finalizou a colheita do milho 1ª safra, e do tempo quente e seco em importantes regiões produtoras da 2ª safra, especialmente no Paraná e Mato Grosso do Sul.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 08, precificado a R$ 58,10 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e as suas margens.<br /><br />  Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,97 e R$ 61,13 por saca, e<br />- novembro/24, com strike entre R$ 60,23 e R$ 63,60 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/05/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-05-2024-cenario-do-boi-gordo--59932475</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 9 de maio de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 204 mil toneladas de carne bovina in natura em 20 dias úteis do mês de abril de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi próximo de 110 mil toneladas. Mas, o preço médio da tonelada foi de US$ 4.529, uma queda de 5 % em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No curto prazo, parte dos frigoríficos mantiveram os níveis de compra estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, preenchida em até 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou pouca fluidez. Diante disso a reposição entre o varejo e o atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços.<br /><br />No dia 7 de maio de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 233,15, com baixa de 0,26% no dia. Na B3, os contratos futuros de junho e julho de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 229,30 e R$ 233,45 a arroba, respectivamente.<br /><br />Para o 2º semestre de 2024, a tendência é de boa oferta de animais, principalmente de fêmeas. O final do período chuvoso no centro-norte brasileiro prejudicou o desenvolvimento das pastagens e poderá resultar em uma maior quantidade de descarte das matrizes que saírem vazias da estação de monta.<br /><br />No Rio Grande do Sul, devido às fortes chuvas que afetaram a logística no estado na última semana, as escalas de abate sofreram forte impacto.  As dificuldades de carregamento e transporte dos animais, por causa da queda de pontes, e a extrema dificuldade de trânsito nas estradas do interior estão causando prejuízos de toda ordem. Entretanto, os preços seguiram firmes no mercado físico.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          junho/24 com preço garantido (strike) entre R$ 223,30 e 226,50/@, e<br /> -          agosto/24 com strike entre R$ 231,00 e 239,50/@.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. <br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59932475</guid><pubDate>Thu, 09 May 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59932475/20240509_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3375900" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 9 de maio de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 9 de maio de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 204 mil toneladas de carne bovina in natura em 20 dias úteis do mês de abril de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi próximo de 110 mil toneladas. Mas, o preço médio da tonelada foi de US$ 4.529, uma queda de 5 % em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No curto prazo, parte dos frigoríficos mantiveram os níveis de compra estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, preenchida em até 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou pouca fluidez. Diante disso a reposição entre o varejo e o atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços.<br /><br />No dia 7 de maio de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 233,15, com baixa de 0,26% no dia. Na B3, os contratos futuros de junho e julho de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 229,30 e R$ 233,45 a arroba, respectivamente.<br /><br />Para o 2º semestre de 2024, a tendência é de boa oferta de animais, principalmente de fêmeas. O final do período chuvoso no centro-norte brasileiro prejudicou o desenvolvimento das pastagens e poderá resultar em uma maior quantidade de descarte das matrizes que saírem vazias da estação de monta.<br /><br />No Rio Grande do Sul, devido às fortes chuvas que afetaram a logística no estado na última semana, as escalas de abate sofreram forte impacto.  As dificuldades de carregamento e transporte dos animais, por causa da queda de pontes, e a extrema dificuldade de trânsito nas estradas do interior estão causando prejuízos de toda ordem. Entretanto, os preços seguiram firmes no mercado físico.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          junho/24 com preço garantido (strike) entre R$ 223,30 e 226,50/@, e<br /> -          agosto/24 com strike entre R$ 231,00 e 239,50/@.<br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. <br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a1eb44f7db2034fd140cc3e46d9e639c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/05/2024 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-05-2024-cenario-do-trigo--59906161</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 08 de maio de 2024, meu nome é Sergio Luiz Souza, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />  Segundo as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de abril/24, são esperados o cultivo de 3,3 milhões de hectares no Brasil na safra de 2024, diminuição de 4,7% em relação à safra passada. Apesar da diminuição da área plantada, espera-se um aumento de 20% na produção, devido a recuperação da frustração de safra dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com a expectativa de aumento acima de 50%.<br /><br />O plantio avança lentamente na Região Sul, que responde por 85% da área com trigo no país. O estado do Paraná é o que apresenta maior avanço. Segundo dados do Departamento de Economia Rural (DERAL), 17% da área foi semeada. A expectativa no estado é de diminuição de área, incentivada pela baixa nos preços do produto. Já nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a preocupação se volta para o excesso de chuvas que estão ocorrendo nas regiões produtoras. Apesar da janela de plantio se estender até julho nesses dois estados, houve relato de danos em áreas de plantio por erosão do solo e lixiviação de nutrientes.<br /><br />No cenário internacional, problemas climáticos como falta de chuvas em algumas regiões da Rússia, principal exportador mundial, e algumas regiões dos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura (USDA) reportou que apenas 50% das lavouras de trigo de inverno nos Estados Unidos estão em boas ou excelentes condições, ajudando a impulsionar a subida do cereal no cenário internacional, nas últimas semanas.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de 1,41% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.308,94/t. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 6%. A expectativa de diminuição da área plantada no Brasil e aumento das cotações no cenário internacional estão sustentando variações positivas no preço neste período.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2024. Para mais informações consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59906161</guid><pubDate>Wed, 08 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59906161/20240508_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2755231" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 08 de maio de 2024, meu nome é Sergio Luiz Souza, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

  Segundo as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de abril/24, são esperados o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 08 de maio de 2024, meu nome é Sergio Luiz Souza, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />  Segundo as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de abril/24, são esperados o cultivo de 3,3 milhões de hectares no Brasil na safra de 2024, diminuição de 4,7% em relação à safra passada. Apesar da diminuição da área plantada, espera-se um aumento de 20% na produção, devido a recuperação da frustração de safra dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com a expectativa de aumento acima de 50%.<br /><br />O plantio avança lentamente na Região Sul, que responde por 85% da área com trigo no país. O estado do Paraná é o que apresenta maior avanço. Segundo dados do Departamento de Economia Rural (DERAL), 17% da área foi semeada. A expectativa no estado é de diminuição de área, incentivada pela baixa nos preços do produto. Já nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a preocupação se volta para o excesso de chuvas que estão ocorrendo nas regiões produtoras. Apesar da janela de plantio se estender até julho nesses dois estados, houve relato de danos em áreas de plantio por erosão do solo e lixiviação de nutrientes.<br /><br />No cenário internacional, problemas climáticos como falta de chuvas em algumas regiões da Rússia, principal exportador mundial, e algumas regiões dos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura (USDA) reportou que apenas 50% das lavouras de trigo de inverno nos Estados Unidos estão em boas ou excelentes condições, ajudando a impulsionar a subida do cereal no cenário internacional, nas últimas semanas.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de 1,41% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.308,94/t. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 6%. A expectativa de diminuição da área plantada no Brasil e aumento das cotações no cenário internacional estão sustentando variações positivas no preço neste período.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2024. Para mais informações consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/05/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-05-2024-cenario-climatico--59882823</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de maio de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Conforme citado nos últimos relatórios da National Oceanic Atmospheric Administration (NOAA) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em relação ao enfraquecimento do fenômeno El Niño, aumentou a possibilidade de transição para condições neutras nos próximos meses, com possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre.<br /><br /> Para o mês de maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica tendência de chuva acima da média em grande parte das regiões Norte e Sul, leste da Região Sudeste e dos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, bem como em áreas pontuais do centro-sul da Região Nordeste. Já no extremo-norte e sul da Região Norte, norte da Região Nordeste, Região Centro-Oeste e interior da Região Sudeste, além de áreas do centro-norte do Paraná é prevista chuva próxima e abaixo da média.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de maio a julho do INPE, indica chuva abaixo da média em grande parte da área central do país, além de grande parte do AC, AM, RO, TO, BA e Região Sudeste, exceto sul de SP. E chuvas acima da média na faixa norte da Região Norte parte dos estados do RN, litoral da PB, PE e AL, sul de SP além de parte da Região Sul.<br /><br /> Segundo o INMET, a previsão de chuva próxima e acima da média no Matopiba poderá beneficiar o potencial produtivo das lavouras em desenvolvimento e colheita. Entretanto, normalmente a partir do mês de maio, existe uma redução da chuva no interior do Brasil, em particular no semiárido nordestino. Assim, algumas áreas do norte de Minas Gerais, parte central da Bahia, sul de Tocantins, divisa de Mato Grosso e Goiás, oeste de São Paulo e de Mato Grosso do Sul podem sofrer redução dos níveis de umidade do solo.<br /><br /> Já nas regiões Sul, leste de São Paulo e sudoeste de Mato Grosso do Sul, são previstos acumulados de chuva acima da média, mantendo os níveis de água no solo elevados e favorecendo o manejo e desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra, mas podem interromper a colheita em algumas áreas. Na parte oeste do Paraná, há possibilidade de restrição hídrica nas lavouras onde a previsão aponta chuvas ligeiramente abaixo da média.<br /><br /> Em atenção aos eventos climáticos nas transições entre El Niño &amp; La Niña, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59882823</guid><pubDate>Tue, 07 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59882823/20240507_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3682264" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 07 de maio de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 Conforme citado nos últimos relatórios da National Oceanic...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de maio de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Conforme citado nos últimos relatórios da National Oceanic Atmospheric Administration (NOAA) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em relação ao enfraquecimento do fenômeno El Niño, aumentou a possibilidade de transição para condições neutras nos próximos meses, com possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre.<br /><br /> Para o mês de maio, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica tendência de chuva acima da média em grande parte das regiões Norte e Sul, leste da Região Sudeste e dos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, bem como em áreas pontuais do centro-sul da Região Nordeste. Já no extremo-norte e sul da Região Norte, norte da Região Nordeste, Região Centro-Oeste e interior da Região Sudeste, além de áreas do centro-norte do Paraná é prevista chuva próxima e abaixo da média.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de maio a julho do INPE, indica chuva abaixo da média em grande parte da área central do país, além de grande parte do AC, AM, RO, TO, BA e Região Sudeste, exceto sul de SP. E chuvas acima da média na faixa norte da Região Norte parte dos estados do RN, litoral da PB, PE e AL, sul de SP além de parte da Região Sul.<br /><br /> Segundo o INMET, a previsão de chuva próxima e acima da média no Matopiba poderá beneficiar o potencial produtivo das lavouras em desenvolvimento e colheita. Entretanto, normalmente a partir do mês de maio, existe uma redução da chuva no interior do Brasil, em particular no semiárido nordestino. Assim, algumas áreas do norte de Minas Gerais, parte central da Bahia, sul de Tocantins, divisa de Mato Grosso e Goiás, oeste de São Paulo e de Mato Grosso do Sul podem sofrer redução dos níveis de umidade do solo.<br /><br /> Já nas regiões Sul, leste de São Paulo e sudoeste de Mato Grosso do Sul, são previstos acumulados de chuva acima da média, mantendo os níveis de água no solo elevados e favorecendo o manejo e desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra, mas podem interromper a colheita em algumas áreas. Na parte oeste do Paraná, há possibilidade de restrição hídrica nas lavouras onde a previsão aponta chuvas ligeiramente abaixo da média.<br /><br /> Em atenção aos eventos climáticos nas transições entre El Niño &amp; La Niña, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/05/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-05-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59869744</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado mantenha as atenções no andamento do plantio nos EUA, com previsões climáticas favoráveis e com velocidade média acima do ano anterior e siga na expectativa da divulgação do relatório do USDA em 10/05, trazendo as condições das lavouras Norte Americanas e uma possível atualização na área de plantio. Mantém-se atenção, também, na safra brasileira, em especial no RS que poderá ter seus números afetados pelo excesso de chuvas da última semana, bem como na safra Argentina (ambos já em fase final de colheita), além de possível retomada da greve nos portos argentinos e expectativa sobre uma possível atualização no tamanho da safra do Brasil. No fundamento clima, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) prevê (próximos 7 dias), chuvas mais volumosas para o meio oeste americano. No Brasil, a previsão é de chuvas volumosas no Sul do País, principalmente no RS, podendo chegar a 105 mm. Para as demais regiões, segue clima seco e quente. Com a demanda externa voltada para a América do Sul, a proximidade da finalização da colheita na Argentina e no Brasil e os problemas climáticos no RS, os preços deverão apresentar viés de alta para o curto e lateralidade no médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Em seu relatório de progresso de safra, publicado na segunda (29/04), o USDA indicou que o plantio de milho estadunidense chegou à 27% da área total, um avanço de quinze pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o ritmo de semeadura nesta safra está quatro pontos percentuais à frente. A previsão climática para os próximos dias no país aponta para temperaturas acima da normalidade e bons volumes de chuvas, o que pode contribuir para o avanço no plantio e para o bom desenvolvimento das lavouras já cultivadas. A região oeste do Cinturão do Milho inspira mais atenção, pois há previsões de chuvas entre 80 à 100 milímetros, o que pode trazer atrasos na semeadura. No Brasil, a Conab, em acompanhamento de safra publicado no dia 29/04, apontou que a colheita do milho 1ª safra chegou a 59,8% da área total. Para o milho 2ª safra, o órgão estimou que 45,7% do total encontra-se na fase de enchimento de grãos. A previsão climática de poucas chuvas para os próximos dias no Centro-Oeste e Sudeste brasileiro pode levar a um viés de alta para os preços físicos no curto prazo.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Mercado continua atento às possíveis alterações que possam ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã, início de colheita no Brasil e oscilações do dólar. O preço do robusta no mercado internacional em alta continuará sustentando os preços do arábica. No Brasil, o ritmo acelerado da colheita é favorecido pelo menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras. Considerando os preços em alta, tanto do arábica quanto do conilon, há perspectivas de incremento nos investimentos realizados pelos cafeicultores, como renovação de área, ampliação de lavouras, além da inovação tecnológica das propriedades, como por exemplo a agricultura de precisão. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques certificados externos mais reduzidos, em relação aos anos anteriores, bem como o consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção dos preços no curto e no médio prazo.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Com a redução das chuvas previstas para o mês, as pastagens começam a perder vigor e os pecuaristas, que não se programaram para o período seco, precisarão vender os animais, aumentando a oferta tanto no mercado de reposição como para abate. Devido ao avanço das escalas de abate e aumento da oferta de animais, há maior probabilidade de a indústria pressionar os preços da arroba para baixo. O mercado está de olho na demanda de carne bovina no mês de maio devido ao feriado do dia das mães, onde tradicionalmente ocorre melhora nas vendas. Com o preço do milho e do boi magro em patamares favoráveis ao confinador, a previsão é de aumento no número de animais confinados este ano. Mercado futuro oferece oportunidades para trava de preços nos contratos de outubro e novembro de 2024.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59869744</guid><pubDate>Mon, 06 May 2024 13:13:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59869744/20240506_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5907479" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado mantenha as atenções no andamento do plantio nos EUA, com previsões climáticas favoráveis e com velocidade média acima do ano anterior e siga na expectativa da divulgação do relatório do USDA em 10/05, trazendo as condições das lavouras Norte Americanas e uma possível atualização na área de plantio. Mantém-se atenção, também, na safra brasileira, em especial no RS que poderá ter seus números afetados pelo excesso de chuvas da última semana, bem como na safra Argentina (ambos já em fase final de colheita), além de possível retomada da greve nos portos argentinos e expectativa sobre uma possível atualização no tamanho da safra do Brasil. No fundamento clima, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) prevê (próximos 7 dias), chuvas mais volumosas para o meio oeste americano. No Brasil, a previsão é de chuvas volumosas no Sul do País, principalmente no RS, podendo chegar a 105 mm. Para as demais regiões, segue clima seco e quente. Com a demanda externa voltada para a América do Sul, a proximidade da finalização da colheita na Argentina e no Brasil e os problemas climáticos no RS, os preços deverão apresentar viés de alta para o curto e lateralidade no médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Em seu relatório de progresso de safra, publicado na segunda (29/04), o USDA indicou que o plantio de milho estadunidense chegou à 27% da área total, um avanço de quinze pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o ritmo de semeadura nesta safra está quatro pontos percentuais à frente. A previsão climática para os próximos dias no país aponta para temperaturas acima da normalidade e bons volumes de chuvas, o que pode contribuir para o avanço no plantio e para o bom desenvolvimento das lavouras já cultivadas. A região oeste do Cinturão do Milho inspira mais atenção, pois há previsões de chuvas entre 80 à 100 milímetros, o que pode trazer atrasos na semeadura. No Brasil, a Conab, em acompanhamento de safra publicado no dia 29/04, apontou que a colheita do milho 1ª safra chegou a 59,8% da área total. Para o milho 2ª safra, o órgão estimou que 45,7% do total encontra-se na fase de enchimento de grãos. A previsão climática de poucas chuvas para os próximos dias no Centro-Oeste e Sudeste brasileiro pode levar a um viés de alta para os preços físicos no curto prazo.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> Mercado continua atento às possíveis alterações que possam ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã, início de colheita no Brasil e oscilações do dólar. O preço do robusta no mercado internacional em alta continuará sustentando os preços do arábica. No Brasil, o ritmo acelerado da colheita é favorecido pelo menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras. Considerando os preços em alta, tanto do arábica quanto do conilon, há perspectivas de incremento nos investimentos realizados pelos cafeicultores, como renovação de área, ampliação de lavouras, além da inovação tecnológica das propriedades, como por exemplo a agricultura de precisão. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques certificados externos mais reduzidos, em relação aos anos anteriores, bem como o consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção dos preços no curto e no médio prazo.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Com a redução das chuvas previstas para o mês, as pastagens começam a perder vigor e os pecuaristas, que não se programaram para o período seco, precisarão vender os animais, aumentando a oferta tanto...]]></itunes:summary><itunes:duration>370</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/05/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-05-2024-cenario-da-soja--59806332</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 03 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No Brasil, a colheita já passa dos 90% da área cultivada, sendo o RS e SC os Estados com menor índice de colheita, 66% o RS e 83% SC. A CONAB atualizou em seu último relatório, a produtividade média nacional para 3.239 kg/ha, pequena redução em relação ao último levantamento. O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 01/05 cotado a US$ 11,70/bushel, (11,86 em 01/04), praticamente estável em relação ao observado no início de abril, quando era cotado a US$ 11,86/bushel. Conforme relatório do USDA, a expectativa de produção nos EUA se mantem em 113,36 milhões de toneladas.<br /><br />O plantio da soja Norte Americana, alcançou 18% no dia 28/04, impactado pelo clima. Para os próximos dias as chuvas vão continuar em todas as regiões de plantio e deverão aumentar em intensidade. O plantio deverá seguir em normalidade. O indicador CEPEA em 30/04 foi cotado a R$ 129,05/saca, (124,67 em 01/04) apresentando alta de 4,04% em relação ao início do mês de abril. Observa-se também uma reação no prêmio dos portos que alcançam U$ 0,30/Bushel para julho/2024.    O estado do RS, que possui o menor indice colhido, sofreu com chuvas volumosas nos ultimos dias, o que possivelmente atrapalhará o andamento da colheita Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo.<br /><br /> Os trabalhos de colheita seguem avançando favorecidos pelo clima e alcançando 25,5% da área. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,39 e<br />U$ 11,71/bushel e - jul/24 com strike entre U$ 11,074 e<br />U$ 11,67/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59806332</guid><pubDate>Fri, 03 May 2024 21:56:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59806332/20240503_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3700654" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 03 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

No Brasil, a colheita já passa dos 90% da área cultivada, sendo o RS e SC os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 03 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No Brasil, a colheita já passa dos 90% da área cultivada, sendo o RS e SC os Estados com menor índice de colheita, 66% o RS e 83% SC. A CONAB atualizou em seu último relatório, a produtividade média nacional para 3.239 kg/ha, pequena redução em relação ao último levantamento. O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 01/05 cotado a US$ 11,70/bushel, (11,86 em 01/04), praticamente estável em relação ao observado no início de abril, quando era cotado a US$ 11,86/bushel. Conforme relatório do USDA, a expectativa de produção nos EUA se mantem em 113,36 milhões de toneladas.<br /><br />O plantio da soja Norte Americana, alcançou 18% no dia 28/04, impactado pelo clima. Para os próximos dias as chuvas vão continuar em todas as regiões de plantio e deverão aumentar em intensidade. O plantio deverá seguir em normalidade. O indicador CEPEA em 30/04 foi cotado a R$ 129,05/saca, (124,67 em 01/04) apresentando alta de 4,04% em relação ao início do mês de abril. Observa-se também uma reação no prêmio dos portos que alcançam U$ 0,30/Bushel para julho/2024.    O estado do RS, que possui o menor indice colhido, sofreu com chuvas volumosas nos ultimos dias, o que possivelmente atrapalhará o andamento da colheita Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo.<br /><br /> Os trabalhos de colheita seguem avançando favorecidos pelo clima e alcançando 25,5% da área. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,39 e<br />U$ 11,71/bushel e - jul/24 com strike entre U$ 11,074 e<br />U$ 11,67/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>232</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/05/2024 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-05-2024-cenario-da-avicultura-de-postura--59739506</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 02 de maio de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. De acordo com informações compiladas pelo site Ovo Online, de janeiro a março de 2024 foram alojadas 33,3 milhões de pintainhas de linhagem branca e vermelha somadas. Esse número foi 4,95% maior que o mesmo período de 2023.<br /><br />  O total de exportações de ovos e derivados no primeiro trimestre de 2024 foi de US$ 40,3 milhões e 12 mil toneladas, de acordo com Siscomex. Comparando com o mesmo período de 2023, houve incremento de 7,5 % no volume, porém, registrou-se queda de 18,9 % na receita.<br /><br /> Em abril de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 153,13 de acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Este valor foi 16,1% menor que abril de 2023. Porém, o preço da caixa de 30 dúzias mostrou reação no primeiro quadrimestre de 2024.<br /><br /> O preço médio da caixa de 30 dúzias em abril de 2024 foi 13,86% maior que janeiro do mesmo ano. Mesmo diante das oscilações dos preços em nível de granja, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso com margens de lucro positivas, devido as reduções dos custos dos principais insumos da atividade.<br /><br /> De acordo com dados do Cepea, em abril/2024 os preços médios do milho e do farelo de soja foram respectivamente 9% e 20,1% menores que em janeiro/24. Ainda em comparação a abril/2024, foi observado relação de troca de 5,11 kg de milho para 1 dúzia de ovos e 2,78 kg de farelo de soja para 1 dúzia de ovos, enquanto em janeiro/2024 essa relação foi de 4,09 kg/dz e 1,95 kg/dz respectivamente.<br /><br /> Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista a perspectiva de elevação dos preços deste importante insumo para avicultura de postura, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de ovos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59739506</guid><pubDate>Thu, 02 May 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59739506/20240502_bbcast_agro_avicultura_postura.mp3" length="2886888" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 02 de maio de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. De acordo com informações compiladas pelo site Ovo Online, de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 02 de maio de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. De acordo com informações compiladas pelo site Ovo Online, de janeiro a março de 2024 foram alojadas 33,3 milhões de pintainhas de linhagem branca e vermelha somadas. Esse número foi 4,95% maior que o mesmo período de 2023.<br /><br />  O total de exportações de ovos e derivados no primeiro trimestre de 2024 foi de US$ 40,3 milhões e 12 mil toneladas, de acordo com Siscomex. Comparando com o mesmo período de 2023, houve incremento de 7,5 % no volume, porém, registrou-se queda de 18,9 % na receita.<br /><br /> Em abril de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 153,13 de acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Este valor foi 16,1% menor que abril de 2023. Porém, o preço da caixa de 30 dúzias mostrou reação no primeiro quadrimestre de 2024.<br /><br /> O preço médio da caixa de 30 dúzias em abril de 2024 foi 13,86% maior que janeiro do mesmo ano. Mesmo diante das oscilações dos preços em nível de granja, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso com margens de lucro positivas, devido as reduções dos custos dos principais insumos da atividade.<br /><br /> De acordo com dados do Cepea, em abril/2024 os preços médios do milho e do farelo de soja foram respectivamente 9% e 20,1% menores que em janeiro/24. Ainda em comparação a abril/2024, foi observado relação de troca de 5,11 kg de milho para 1 dúzia de ovos e 2,78 kg de farelo de soja para 1 dúzia de ovos, enquanto em janeiro/2024 essa relação foi de 4,09 kg/dz e 1,95 kg/dz respectivamente.<br /><br /> Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista a perspectiva de elevação dos preços deste importante insumo para avicultura de postura, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de ovos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>avicultores,avicultura,comerciais,comercialização,investimento,mercado,natura,ovos,postura,preços,processados,produção,produtividade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b1695769654f89810b9afd53e13a4ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/04/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-04-2024-cenario-da-cana-de-acucar--59708553</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de abril de 2024, eu sou Nivia Bassi, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />    A safra 23/24 de cana-de-açúcar, da região Centro-Sul, encerrou em março com a produção de 654 milhões de toneladas. Todas as regiões produtoras do Centro sul apresentaram aumento de produtividade, com média de 87,2 t/ha, melhor média das últimas 15 safras, segundo a UNICA.<br /><br />  A produção recorde de açúcar, 42 milhões de toneladas, foi acompanhada pelo aumento de 27 % na sua exportação em relação ao ciclo anterior, sendo os principais importadores a China, Índia e Indonésia.<br /><br />  A safra 24/25 foi iniciada oficialmente em abril, com 64 % das unidades do CS em operação.<br /><br /> Espera-se que até o final do mês, 84 % já estejam operando.<br /><br />  O mix de produção deve continuar direcionado ao açúcar, aproveitando seu preço atrativo e visando atender aos contratos futuros já firmados.<br /><br />  Previsão de chuvas abaixo da média é fator de queda na produtividade. A incerteza das condições climáticas faz com que essas expectativas sofram revisões constantes. Ainda é cedo para se ter dados mais assertivos, já que a cana tem capacidade de reverter cenários pessimistas quando as condições climáticas se tornam favoráveis.<br /><br />  As perspectivas são de que essa safra apresente produção menor do que a safra passada, queda de 7,4%, chegando a 605 milhões de toneladas, quase 50 milhões de toneladas de diferença. Segundo o NovaCana, estes dados representam a consulta feita junto a 23 empresas: usinas, consultorias e bancos.<br /><br />  Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59708553</guid><pubDate>Tue, 30 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59708553/20240430_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2717614" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de abril de 2024, eu sou Nivia Bassi, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

    A safra 23/24 de cana-de-açúcar, da região Centro-Sul, encerrou em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de abril de 2024, eu sou Nivia Bassi, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />    A safra 23/24 de cana-de-açúcar, da região Centro-Sul, encerrou em março com a produção de 654 milhões de toneladas. Todas as regiões produtoras do Centro sul apresentaram aumento de produtividade, com média de 87,2 t/ha, melhor média das últimas 15 safras, segundo a UNICA.<br /><br />  A produção recorde de açúcar, 42 milhões de toneladas, foi acompanhada pelo aumento de 27 % na sua exportação em relação ao ciclo anterior, sendo os principais importadores a China, Índia e Indonésia.<br /><br />  A safra 24/25 foi iniciada oficialmente em abril, com 64 % das unidades do CS em operação.<br /><br /> Espera-se que até o final do mês, 84 % já estejam operando.<br /><br />  O mix de produção deve continuar direcionado ao açúcar, aproveitando seu preço atrativo e visando atender aos contratos futuros já firmados.<br /><br />  Previsão de chuvas abaixo da média é fator de queda na produtividade. A incerteza das condições climáticas faz com que essas expectativas sofram revisões constantes. Ainda é cedo para se ter dados mais assertivos, já que a cana tem capacidade de reverter cenários pessimistas quando as condições climáticas se tornam favoráveis.<br /><br />  As perspectivas são de que essa safra apresente produção menor do que a safra passada, queda de 7,4%, chegando a 605 milhões de toneladas, quase 50 milhões de toneladas de diferença. Segundo o NovaCana, estes dados representam a consulta feita junto a 23 empresas: usinas, consultorias e bancos.<br /><br />  Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />    Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />    Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>170</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-04-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59669692</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado da soja mantenha as atenções sobre o clima nos EUA, e seu impacto no andamento do plantio, ainda no início. E siga observando a conclusão das safras no BRA e na ARG. já sem grandes novidades, exceto para o tamanho da safra brasileira, vista a divergência entre as estimativas do USDA e CONAB.  No fundamento clima, o National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), para os próximos 7 dias, prevê chuvas mais volumosas para todo o meio oeste americano. No Brasil, o INMET prevê tempo seco e quente em grande parte das regiões produtoras, podendo ocorrer pancadas de chuvas isoladas em áreas do Nordeste e Centro-Oeste. Já para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná chuvas de até 70 mm são previstas. Paralelamente, os traders permanecerão atentos ao cenário geopolítico, com conflitos no Oriente Médio e leste Europeu que ainda podem gerar impactos nos mercados de petróleo e <i>commodities</i> agrícolas. Com a demanda externa originando negócios no Brasil, os preços deverão manter o viés de lateralidade para o curto e médio prazos. Ressaltamos a atuação positiva em relação a demanda da indústria interna no mercado doméstico.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio no país chegou a 12% da área total no dia 21 de abril, estando no mesmo ritmo comparando-se com 21 de abril de 2023 e segue dois pontos percentuais mais avançado em relação à média dos últimos anos. Para os próximos dias, a previsão climática aponta temperaturas acima da normalidade em boa parte da região produtora de milho nos EUA, entretanto, a previsão de precipitação está dentro da normalidade e aponta bons volumes de chuvas, o que pode ser favorável para o plantio e desenvolvimento das lavouras já instaladas. No Brasil, a previsão climática para os próximos dias aponta para baixos volumes de chuvas para o Centro-Sul do país. Os produtores esperam novas precipitações em maio, já que o milho 2ª safra está chegando na fase de enchimento de grãos em grande parte da área cultivada. A colheita do milho 1ª safra, que de acordo com a Conab chegou a 56,7% da área total, e compradores retraídos no mercado interno, tendem a manter os preços físicos pressionados negativamente.    <br /><b>   Para o café, </b> espera-se que o clima adverso, em importantes regiões produtoras de café, continue direcionando o mercado. Com foco nos impactos à produção do Brasil e Vietnã, o mercado tende a acompanhar esse fundamento, que direciona para continuidade do preço em alta do robusta no mercado internacional, sustentando também os preços do arábica. Estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido reforçam o cenário de manutenção dos preços do café em patamar elevado no curto e médio prazo. No Brasil, a previsão de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras, favorecerá o ritmo mais acelerado da colheita. Devido às recentes altas nos preços do café, há perspectivas de aumento de travas de preços por parte dos produtores com os players do mercado. Ressalta-se o momento favorável a adoção de ferramentas de trava de preços no mercado financeiro, como os derivativos (Opções e termos de mercadoria).<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:  A semana de fechamento de mês e com feriado deve seguir apresentando estabilidade na cotação do boi Gordo e os frigoríficos devem manter a pressão sobre a cotação nas compras, enquanto o invernista tentará segurar o animal no pasto à espera de uma valorização na arroba. A B3 apresenta oportunidades de contratos com valores acima do praticado atualmente no mercado físico e o produtor deve acompanhar e aproveitar oportunidades de proteção e trava de preço, especialmente em relação aos animais entrando em terminação agora, com previsão de abate nos meses de agosto e setembro. O recuo nas cotações do milho e farelo de soja podem potencializar a busca por animais de reposição, tanto boi magro para terminação na entressafra do boi, quanto bezerro para recria. O invernista deve acompanhar o mercado com parcimônia, uma vez que o movimento de alta na reposição ainda não se mostrou consolidado e novas janelas de oportunidade na reposição podem aparecer no mês de maio e junho, na safra dos bezerros. O mercado precisa se manter atento quanto ao impacto que o conflito no Oriente Médio pode gerar nas exportações de carne bovina in natura. A região é responsável por 14,3% dos embarques em 2024, com destaque para os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Israel.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59669692</guid><pubDate>Mon, 29 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59669692/20240429_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5992324" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O mercado da soja mantenha as atenções sobre o clima nos EUA, e seu impacto no andamento do plantio, ainda no início. E siga observando a conclusão das safras no BRA e na ARG. já sem grandes novidades, exceto para o tamanho da safra brasileira, vista a divergência entre as estimativas do USDA e CONAB.  No fundamento clima, o National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), para os próximos 7 dias, prevê chuvas mais volumosas para todo o meio oeste americano. No Brasil, o INMET prevê tempo seco e quente em grande parte das regiões produtoras, podendo ocorrer pancadas de chuvas isoladas em áreas do Nordeste e Centro-Oeste. Já para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná chuvas de até 70 mm são previstas. Paralelamente, os traders permanecerão atentos ao cenário geopolítico, com conflitos no Oriente Médio e leste Europeu que ainda podem gerar impactos nos mercados de petróleo e <i>commodities</i> agrícolas. Com a demanda externa originando negócios no Brasil, os preços deverão manter o viés de lateralidade para o curto e médio prazos. Ressaltamos a atuação positiva em relação a demanda da indústria interna no mercado doméstico.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio no país chegou a 12% da área total no dia 21 de abril, estando no mesmo ritmo comparando-se com 21 de abril de 2023 e segue dois pontos percentuais mais avançado em relação à média dos últimos anos. Para os próximos dias, a previsão climática aponta temperaturas acima da normalidade em boa parte da região produtora de milho nos EUA, entretanto, a previsão de precipitação está dentro da normalidade e aponta bons volumes de chuvas, o que pode ser favorável para o plantio e desenvolvimento das lavouras já instaladas. No Brasil, a previsão climática para os próximos dias aponta para baixos volumes de chuvas para o Centro-Sul do país. Os produtores esperam novas precipitações em maio, já que o milho 2ª safra está chegando na fase de enchimento de grãos em grande parte da área cultivada. A colheita do milho 1ª safra, que de acordo com a Conab chegou a 56,7% da área total, e compradores retraídos no mercado interno, tendem a manter os preços físicos pressionados negativamente.    <br /><b>   Para o café, </b> espera-se que o clima adverso, em importantes regiões produtoras de café, continue direcionando o mercado. Com foco nos impactos à produção do Brasil e Vietnã, o mercado tende a acompanhar esse fundamento, que direciona para continuidade do preço em alta do robusta no mercado internacional, sustentando também os preços do arábica. Estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido reforçam o cenário de manutenção dos preços do café em patamar elevado no curto e médio prazo. No Brasil, a previsão de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras, favorecerá o ritmo mais acelerado da colheita. Devido às recentes altas nos preços do café, há perspectivas de aumento de travas de preços por parte dos produtores com os players do mercado. Ressalta-se o momento favorável a adoção de ferramentas de trava de preços no mercado financeiro, como os derivativos (Opções e termos de mercadoria).<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:  A semana de fechamento de mês e com feriado deve seguir apresentando estabilidade na cotação do boi Gordo e os frigoríficos devem manter a pressão sobre a cotação nas compras, enquanto o invernista tentará segurar o animal no pasto à espera de uma valorização na arroba. A B3 apresenta oportunidades de contratos com valores acima do praticado atualmente...]]></itunes:summary><itunes:duration>375</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/04/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-04-2024-cenario-do-milho--59667770</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 26 de abril de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    A referência futura para o cereal no mundo, precificado na Bolsa de Chicago, tem apresentado elevada volatilidade nos últimos dias, entretanto o aumento nos conflitos no Oriente Médio e a recente valorização do trigo no mercado externo contribuíram para uma valorização nas cotações do grão. O contrato com vencimento em julho/24 encerrou o dia 24, cotado a U$4,48 por bushel.   De acordo com o Departamento de Agricultura Americano (USDA), em publicação no dia 22, o plantio no país chegou a 12% da área estimada, estando no mesmo ritmo que o mesmo período do ano passado e dois pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.<br /><br />       No Brasil, as cotações seguiram pressionadas negativamente durante o mês de abril, tanto no mercado físico como nos futuros na B3. O indicador do milho, referência CEPEA/B3 (base Campinas/SP), encerrou a quarta-feira, dia 24, precificado a R$ 58,27 por saca, desvalorização de 5,5% em relação ao dia primeiro de abril.<br /><br />  Os preços no mercado doméstico têm refletido a maior oferta oriunda da colheita do milho 1ª safra que, de acordo com a Conab, chegou a 56,7% da área. Adicionalmente, as boas condições climáticas para a produção do milho 2ª safra, em especial na região Centro-Oeste, e os compradores ainda estão ausentes nas aquisições, buscando menores preços, contribuíram para o movimento observado.<br /><br />  No dia 24 de abril comemorou-se o Dia Internacional do Milho, e o Banco do Brasil parabeniza e apoia todos os produtores deste grão tão importante no nosso país e para o mundo.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59667770</guid><pubDate>Fri, 26 Apr 2024 16:49:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59667770/20240426_bbcast_agro_milho.mp3" length="2883544" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 26 de abril de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    A referência futura para o cereal no mundo, precificado na Bolsa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 26 de abril de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    A referência futura para o cereal no mundo, precificado na Bolsa de Chicago, tem apresentado elevada volatilidade nos últimos dias, entretanto o aumento nos conflitos no Oriente Médio e a recente valorização do trigo no mercado externo contribuíram para uma valorização nas cotações do grão. O contrato com vencimento em julho/24 encerrou o dia 24, cotado a U$4,48 por bushel.   De acordo com o Departamento de Agricultura Americano (USDA), em publicação no dia 22, o plantio no país chegou a 12% da área estimada, estando no mesmo ritmo que o mesmo período do ano passado e dois pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.<br /><br />       No Brasil, as cotações seguiram pressionadas negativamente durante o mês de abril, tanto no mercado físico como nos futuros na B3. O indicador do milho, referência CEPEA/B3 (base Campinas/SP), encerrou a quarta-feira, dia 24, precificado a R$ 58,27 por saca, desvalorização de 5,5% em relação ao dia primeiro de abril.<br /><br />  Os preços no mercado doméstico têm refletido a maior oferta oriunda da colheita do milho 1ª safra que, de acordo com a Conab, chegou a 56,7% da área. Adicionalmente, as boas condições climáticas para a produção do milho 2ª safra, em especial na região Centro-Oeste, e os compradores ainda estão ausentes nas aquisições, buscando menores preços, contribuíram para o movimento observado.<br /><br />  No dia 24 de abril comemorou-se o Dia Internacional do Milho, e o Banco do Brasil parabeniza e apoia todos os produtores deste grão tão importante no nosso país e para o mundo.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/04/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-04-2024-cenario-do-boi-gordo--59638676</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 25 de Abril de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, foram exportadas 156 mil toneladas de carne bovina in natura em 15 dias úteis de abril de 2024.<br /><br />O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.528, queda de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 23 de abril de 2024, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 233,95, alta de 1,28% no dia. Os contratos futuros de maio e junho fecharam este dia cotados em R$ 233,75 e R$ 234,10 a arroba, respectivamente. O mercado de reposição mostrou sinais de recuperação este ano, com o indicador do bezerro<br /><br />ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.136,00 /cabeça. Nos estabelecimentos com SIF, conforme divulgação do MAPA, no 1º trimestre deste ano, foram abatidas 2,8 milhões de fêmeas. Isto corresponde a 41% do total de abates realizados no período, demonstrando que o abate de fêmeas continua elevado desde 2023.<br /><br />            Esta semana, no mercado interno, prevaleceu a estabilidade dos preços do boi gordo na maioria das praças pecuárias brasileiras, com uma discreta diminuição na pressão baixista dos preços.<br /><br />            O recebimento da primeira parcela do 13º por parte da população, associado ao feriado do Dia do Trabalho (1º de maio), contribuem para uma expectativa de aumento da demanda doméstica pela carne bovina.<br /><br /><b></b>             As escalas de abate dos frigoríficos seguem confortáveis, na média Brasil, em 9 dias úteis.<br /><b></b><br /><b></b>             A maior disponibilidade de pastagem nas principais regiões produtoras, permite aos pecuaristas cadenciar a venda de animais terminados a pasto. Esta situação contribuiu para a tímida elevação dos preços dos animais de reposição. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente, por ocasião de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente, temos opções de venda – Put referenciada na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          junho de 2024: preço garantido (strike) entre R$227 e<br />231,60 /@, e -          Junho de 2024: strike entre R$ 227,35 e 233,49/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir a aquisição dos melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59638676</guid><pubDate>Thu, 25 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59638676/20240425_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3637124" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 25 de Abril de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 25 de Abril de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, foram exportadas 156 mil toneladas de carne bovina in natura em 15 dias úteis de abril de 2024.<br /><br />O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.528, queda de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 23 de abril de 2024, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 233,95, alta de 1,28% no dia. Os contratos futuros de maio e junho fecharam este dia cotados em R$ 233,75 e R$ 234,10 a arroba, respectivamente. O mercado de reposição mostrou sinais de recuperação este ano, com o indicador do bezerro<br /><br />ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.136,00 /cabeça. Nos estabelecimentos com SIF, conforme divulgação do MAPA, no 1º trimestre deste ano, foram abatidas 2,8 milhões de fêmeas. Isto corresponde a 41% do total de abates realizados no período, demonstrando que o abate de fêmeas continua elevado desde 2023.<br /><br />            Esta semana, no mercado interno, prevaleceu a estabilidade dos preços do boi gordo na maioria das praças pecuárias brasileiras, com uma discreta diminuição na pressão baixista dos preços.<br /><br />            O recebimento da primeira parcela do 13º por parte da população, associado ao feriado do Dia do Trabalho (1º de maio), contribuem para uma expectativa de aumento da demanda doméstica pela carne bovina.<br /><br /><b></b>             As escalas de abate dos frigoríficos seguem confortáveis, na média Brasil, em 9 dias úteis.<br /><b></b><br /><b></b>             A maior disponibilidade de pastagem nas principais regiões produtoras, permite aos pecuaristas cadenciar a venda de animais terminados a pasto. Esta situação contribuiu para a tímida elevação dos preços dos animais de reposição. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente, por ocasião de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente, temos opções de venda – Put referenciada na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          junho de 2024: preço garantido (strike) entre R$227 e<br />231,60 /@, e -          Junho de 2024: strike entre R$ 227,35 e 233,49/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir a aquisição dos melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2c22825ce524fa4855c5384a2c51d8dc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/04/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-04-2024-cenario-do-algodao--59618421</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de abril, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O mês de abril está marcado por eventos macroeconômicos que impactaram a cadeia produtiva de forma negativa: a sinalização de que o Banco Federal dos Estados Unidos, FED, não irá reduzir a taxa de juros no país, com o intuito de conter a inflação. Isto resultou em uma saída de dólares do Brasil, enfraquecendo o real.<br /><br /> O conflito entre Israel e Irã apresentou seus desdobramentos: a cotação do barril de petróleo alcançou valores ao redor de U$ 90,00; porém, mesmo assim, não foi suficiente para impulsionar a cotação da pluma que, em abril, teve variação negativa de 10,2%, até o dia 22. No Brasil, as principais regiões produtoras tiveram volumes de chuvas significativos neste mês e, apesar da situação atípica para o período, as lavouras apresentam-se em boas condições (mais de 80% estão em estágio de formação de maçãs).<br /><br /> Mesmo com o recuo atual nas cotações da pluma, salientamos que a safra brasileira possui 60% de comercialização já realizada em patamares de preços acima dos atuais, demonstrando a expertise dos cotonicultores que estavam atentos aos melhores momentos de travamento dos preços. A pluma é uma commodity que apresenta grande volatilidade quando ocorrem eventos que impactam a economia mundial.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/24 com strike entre U$ 0,73 e U$ 0,76/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59618421</guid><pubDate>Wed, 24 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59618421/20240424_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2022548" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 24 de abril, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.

 O mês de abril está marcado por eventos macroeconômicos que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de abril, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O mês de abril está marcado por eventos macroeconômicos que impactaram a cadeia produtiva de forma negativa: a sinalização de que o Banco Federal dos Estados Unidos, FED, não irá reduzir a taxa de juros no país, com o intuito de conter a inflação. Isto resultou em uma saída de dólares do Brasil, enfraquecendo o real.<br /><br /> O conflito entre Israel e Irã apresentou seus desdobramentos: a cotação do barril de petróleo alcançou valores ao redor de U$ 90,00; porém, mesmo assim, não foi suficiente para impulsionar a cotação da pluma que, em abril, teve variação negativa de 10,2%, até o dia 22. No Brasil, as principais regiões produtoras tiveram volumes de chuvas significativos neste mês e, apesar da situação atípica para o período, as lavouras apresentam-se em boas condições (mais de 80% estão em estágio de formação de maçãs).<br /><br /> Mesmo com o recuo atual nas cotações da pluma, salientamos que a safra brasileira possui 60% de comercialização já realizada em patamares de preços acima dos atuais, demonstrando a expertise dos cotonicultores que estavam atentos aos melhores momentos de travamento dos preços. A pluma é uma commodity que apresenta grande volatilidade quando ocorrem eventos que impactam a economia mundial.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/24 com strike entre U$ 0,73 e U$ 0,76/pound.<br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>127</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/04/2024 - Cenário da batata</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-04-2024-cenario-da-batata--59589693</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de abril de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a batata pré-frita congelada<b>.</b><br /><br />Levantamentos da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) citam a batata como um dos alimentos mais consumidos no mundo, sendo um alimento basicamente energético, porém rico em proteínas e importante fonte de sais minerais, e seu cultivo também representa uma importante fonte de renda.<br /><br />  Além disso, de acordo com o IBGE, o Brasil possui uma área de mais de 126 mil hectares cultivados, com uma produção superior acima de 4 milhões de toneladas. Minas Gerais é o principal estado produtor, seguido por São Paulo, sendo a região do Alto Paranaíba e Sul de Minas, as duas principais regiões produtoras de Minas Gerais.<br /><br />  Segundo a Embrapa, a batata pode ser utilizada nas mais variadas finalidades industriais e não somente comercializada fresca. No mundo, mais de 50% da produção é comercializada fresca e o restante é transformada em produtos na indústria, como pré-fritas, farinha, amido, seus subprodutos para ração animal. Por curiosidade, na Rússia, a batata é uma das matérias-primas para produção da Vodka.<br /><br />  Dessa forma, devido a atual rotina, principalmente da população urbana, a batata pré- frita tem ganhado relevância no preparo diário das refeições, devido a sua agilidade no preparo.<br /><br />  Assim, de acordo com reportagens sobre o setor, temos duas grandes empresas no Brasil que lideram o mercado das batatas pré-fritas congeladas.   Uma é 100% nacional, líder com 55% de participação do mercado. Hoje, metade das vendas são voltadas ao consumidor final e metade ao food service. Fundada em 2006, exporta em torno de 4% da produção, a empresa produz batatas palito, batatas com carinha, batata rosti, dentre outros produtos.<br /><br />  Sobre a matéria prima, 70% das batatas utilizadas pela companhia são de produção própria e o restante é fornecido por cerca de 20 produtores das regiões de Araxá e Perdizes em Minas Gerais. A empresa adquire a batata dos fornecedores principalmente no período de abril a outubro.<br /><br />  A outra grande empresa é multinacional, maior concorrente da brasileira, com fábrica em Minas Gerais, também em Araxá. Investindo na produção local e com parceria de cerca de 50 produtores locais para fornecimento da batata.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos relacionadas à cultura da batata.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59589693</guid><pubDate>Tue, 23 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59589693/20240423_bbcast_agro_batata.mp3" length="2853033" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de abril de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a batata pré-frita congelada.

Levantamentos da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação)...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de abril de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a batata pré-frita congelada<b>.</b><br /><br />Levantamentos da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) citam a batata como um dos alimentos mais consumidos no mundo, sendo um alimento basicamente energético, porém rico em proteínas e importante fonte de sais minerais, e seu cultivo também representa uma importante fonte de renda.<br /><br />  Além disso, de acordo com o IBGE, o Brasil possui uma área de mais de 126 mil hectares cultivados, com uma produção superior acima de 4 milhões de toneladas. Minas Gerais é o principal estado produtor, seguido por São Paulo, sendo a região do Alto Paranaíba e Sul de Minas, as duas principais regiões produtoras de Minas Gerais.<br /><br />  Segundo a Embrapa, a batata pode ser utilizada nas mais variadas finalidades industriais e não somente comercializada fresca. No mundo, mais de 50% da produção é comercializada fresca e o restante é transformada em produtos na indústria, como pré-fritas, farinha, amido, seus subprodutos para ração animal. Por curiosidade, na Rússia, a batata é uma das matérias-primas para produção da Vodka.<br /><br />  Dessa forma, devido a atual rotina, principalmente da população urbana, a batata pré- frita tem ganhado relevância no preparo diário das refeições, devido a sua agilidade no preparo.<br /><br />  Assim, de acordo com reportagens sobre o setor, temos duas grandes empresas no Brasil que lideram o mercado das batatas pré-fritas congeladas.   Uma é 100% nacional, líder com 55% de participação do mercado. Hoje, metade das vendas são voltadas ao consumidor final e metade ao food service. Fundada em 2006, exporta em torno de 4% da produção, a empresa produz batatas palito, batatas com carinha, batata rosti, dentre outros produtos.<br /><br />  Sobre a matéria prima, 70% das batatas utilizadas pela companhia são de produção própria e o restante é fornecido por cerca de 20 produtores das regiões de Araxá e Perdizes em Minas Gerais. A empresa adquire a batata dos fornecedores principalmente no período de abril a outubro.<br /><br />  A outra grande empresa é multinacional, maior concorrente da brasileira, com fábrica em Minas Gerais, também em Araxá. Investindo na produção local e com parceria de cerca de 50 produtores locais para fornecimento da batata.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos relacionadas à cultura da batata.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,batata,batatadoce,bataticultura,bb,broto,cenário,comercialização,cultivo,lavoura,mercado,plantação,preço,produção,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fa1d8898681d9e4576bb675cf81ae688.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-04-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59557285</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura  Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O cenário de boas expectativas para a safra norte-americana, com um bom início da semeadura, favorecida pelo clima nas principais regiões produtoras, a colheita da safra Argentina que chega a 14% da área semeada, a safra brasileira caminhando ao final, o acirramento do conflito entre Irã e Israel, afetando as cotações do petróleo, e alta do dólar frente as principais moedas provocando a baixa competitividade da soja americana, sejam os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). A colheita no RS deverá seguir mais rapidamente nos próximos dias com uma previsão climática mais favorável, assim como nas demais regiões produtoras do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias ainda há previsão de bons volumes de precipitação na região Sul do País. Na Argentina as chuvas deverão se concentrar no Leste e próximo ao Sul do Brasil.   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão pressionadas diante da oferta na América do Sul, condições das lavouras americanas, a crise no Oriente Médio e baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o USDA, o plantio estadunidense chegou a 6% da área total, estando um ponto percentual acima da média dos últimos cinco anos. O clima continua favorável para o plantio no País e desenvolvimento inicial das lavouras, o que pode refletir em baixas para os futuros na CBOT. O órgão reportou vendas semanais do cereal norte-americano com volume de 501 mil toneladas da Safra 2023/24. As exportações reduziram em torno de 45% em relação à média das últimas quatro semanas anteriores. O total exportado até o momento foi de 44,6 milhões de toneladas e as projeções do USDA até o encerramento desta safra é de 53,36 milhões de toneladas. No Brasil, a Conab, em seu relatório de acompanhamento de safra divulgado no dia 15/04, estimou que a colheita do milho 1ª safra chegou à 52,9% da área. A previsão climática para os próximos dias indicam volumes razoáveis de chuvas para o Centro-Oeste e Paraná, favorecendo o milho 2ª safra nestes estados. O mercado físico pode seguir movimento de estabilidade com viés de baixa com a colheita do milho 1ª safra ultrapassando metade da área total e clima favorável em boa parte das regiões produtoras.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Mercado continua atento para as alterações que possam vir a ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã e Brasil. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Ajustes nos preços do café, após as sucessivas altas durante a semana. Com o início e avanço da colheita, os preços podem sofrer oscilações, mas mantendo a volatilidade no curto e médio prazo  . Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   De acordo com o relatório do USDA, divulgado em 11 de abril de 2024, a previsão é de que o Brasil aumente sua produção de carne bovina este ano em 2,4% comparado com 2023, apresentando uma oferta elevada de animais para o abate. As chuvas ocorridas no mês de abril colaboram para a manutenção da qualidade das pastagens, contribuindo para os pecuaristas manterem os animais nas fazendas, diminuindo a oferta e mantendo o preço firme no curto prazo. A oferta de animais de reposição diminuiu, o que deixou o preço do bezerro firme, pelo menos, até a entrada do período seco e o começo da desmama. O preço do boi magro e do milho estão em patamares atrativos para o pecuarista que vai realizar o primeiro giro do confinamento, lembrando que como estamos em um ano de ciclo de baixa da pecuária e com elevada oferta de animais, recomenda-se a utilização de ferramentas de proteção.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59557285</guid><pubDate>Mon, 22 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59557285/20240422_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5683453" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura  Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura  Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O cenário de boas expectativas para a safra norte-americana, com um bom início da semeadura, favorecida pelo clima nas principais regiões produtoras, a colheita da safra Argentina que chega a 14% da área semeada, a safra brasileira caminhando ao final, o acirramento do conflito entre Irã e Israel, afetando as cotações do petróleo, e alta do dólar frente as principais moedas provocando a baixa competitividade da soja americana, sejam os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). A colheita no RS deverá seguir mais rapidamente nos próximos dias com uma previsão climática mais favorável, assim como nas demais regiões produtoras do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias ainda há previsão de bons volumes de precipitação na região Sul do País. Na Argentina as chuvas deverão se concentrar no Leste e próximo ao Sul do Brasil.   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão pressionadas diante da oferta na América do Sul, condições das lavouras americanas, a crise no Oriente Médio e baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o USDA, o plantio estadunidense chegou a 6% da área total, estando um ponto percentual acima da média dos últimos cinco anos. O clima continua favorável para o plantio no País e desenvolvimento inicial das lavouras, o que pode refletir em baixas para os futuros na CBOT. O órgão reportou vendas semanais do cereal norte-americano com volume de 501 mil toneladas da Safra 2023/24. As exportações reduziram em torno de 45% em relação à média das últimas quatro semanas anteriores. O total exportado até o momento foi de 44,6 milhões de toneladas e as projeções do USDA até o encerramento desta safra é de 53,36 milhões de toneladas. No Brasil, a Conab, em seu relatório de acompanhamento de safra divulgado no dia 15/04, estimou que a colheita do milho 1ª safra chegou à 52,9% da área. A previsão climática para os próximos dias indicam volumes razoáveis de chuvas para o Centro-Oeste e Paraná, favorecendo o milho 2ª safra nestes estados. O mercado físico pode seguir movimento de estabilidade com viés de baixa com a colheita do milho 1ª safra ultrapassando metade da área total e clima favorável em boa parte das regiões produtoras.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   Mercado continua atento para as alterações que possam vir a ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã e Brasil. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Ajustes nos preços do café, após as sucessivas altas durante a semana. Com o início e avanço da colheita, os preços podem sofrer oscilações, mas mantendo a volatilidade no curto e médio prazo  . Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   De acordo com o relatório do USDA, divulgado em 11 de abril de 2024, a previsão é de que o Brasil aumente sua produção de carne bovina este ano em 2,4% comparado com 2023, apresentando uma oferta elevada de animais para o abate. As chuvas ocorridas no mês de abril colaboram para a manutenção da qualidade das pastagens, contribuindo para os pecuaristas manterem os animais nas fazendas, diminuindo a oferta e mantendo o preço firme no curto prazo. A oferta de...]]></itunes:summary><itunes:duration>356</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura 0</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/04/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-04-2024-cenario-da-soja--59535592</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 19 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No Brasil, a colheita se aproxima aos 90% da área cultivada, puxada pelos Estados de MG, MS, MT, PR e SP todos com mais de 95% da fase concluída. Já no RS a colheita atingiu 36% na última semana, sendo este Estado o de menor índice colhido A CONAB atualizou em seu último relatório, a produtividade média nacional para 3.239 kg/ha, pequena redução em relação ao último    levantamento.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 17/04 cotado a US$ 11,49/bushel,  apresentando queda em relação ao início do mês de 3,12%. Conforme relatório do USDA, a expectativa de produção nos EUA se mantem em 113,36 milhões de toneladas, e aumento no estoque americano de 7,9%. Observou-se nos últimos dias fundamentos que indicam uma possível estabilidade dos preços no curto e médio prazo.<br /><br />O indicador CEPEA em 17/04 foi cotado a R$ 128,55/saca, apresentando alta de 3,11% em relação ao início do mês. Observa-se também uma reação no prêmio dos portos que apresenta valor negativo de U$ -0,05/Bushel para abril/2024, já para julho/24 o prêmio está positivo em  U$ 0,13/Bushel.<br /><br />    No Brasil, segundo o INMET, o clima nos próximos dias deve favorecer os trabalhos de colheita onde esta fase ainda permanece. Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo das lavouras semeadas tardiamente.<br /><br /> Os trabalhos de colheita estão no início, cerca de 13% da área. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,12 e U$ 11,56/bushel e<br />- jul/24 com strike entre U$ 10,83 e U$ 11,58/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59535592</guid><pubDate>Fri, 19 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59535592/20240419_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3358346" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 19 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

No Brasil, a colheita se aproxima aos 90% da área cultivada, puxada pelos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 19 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No Brasil, a colheita se aproxima aos 90% da área cultivada, puxada pelos Estados de MG, MS, MT, PR e SP todos com mais de 95% da fase concluída. Já no RS a colheita atingiu 36% na última semana, sendo este Estado o de menor índice colhido A CONAB atualizou em seu último relatório, a produtividade média nacional para 3.239 kg/ha, pequena redução em relação ao último    levantamento.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 17/04 cotado a US$ 11,49/bushel,  apresentando queda em relação ao início do mês de 3,12%. Conforme relatório do USDA, a expectativa de produção nos EUA se mantem em 113,36 milhões de toneladas, e aumento no estoque americano de 7,9%. Observou-se nos últimos dias fundamentos que indicam uma possível estabilidade dos preços no curto e médio prazo.<br /><br />O indicador CEPEA em 17/04 foi cotado a R$ 128,55/saca, apresentando alta de 3,11% em relação ao início do mês. Observa-se também uma reação no prêmio dos portos que apresenta valor negativo de U$ -0,05/Bushel para abril/2024, já para julho/24 o prêmio está positivo em  U$ 0,13/Bushel.<br /><br />    No Brasil, segundo o INMET, o clima nos próximos dias deve favorecer os trabalhos de colheita onde esta fase ainda permanece. Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo das lavouras semeadas tardiamente.<br /><br /> Os trabalhos de colheita estão no início, cerca de 13% da área. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,12 e U$ 11,56/bushel e<br />- jul/24 com strike entre U$ 10,83 e U$ 11,58/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/04/2024 - Cenário do morango</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-04-2024-cenario-do-morango--59516360</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de abril de 2024, meu nome é Leonardo Calderaro, sou Assessor de Agronegócios em Vacaria-RS, e falaremos sobre o <b>cen</b><b>á</b><b>rio do morango</b>.<br /><br /> O morango, conhecido como fruta, é uma infrutescência, visto que os frutos, na realidade, são as “sementinhas”. Assim, a parte comestível é formada por um receptáculo carnoso e suculento, de coloração vermelha viva, formando um pseudofruto.<br /><br /> De acordo com publicação do CEPEA, é rico em nutrientes, possuindo potássio, vitamina C, fibras, manganês e vitamina B9. Por ser uma planta de ciclo longo, e com o atual uso de variedades que permitem a colheita o ano todo, existe a possibilidade de ser encontrada nos mercados durante o ano inteiro.<br /><br /> Entretanto, a partir de meados de abril, começamos a encontrar a fruta com mais frequência no comércio. Conforme dados do IEA – Instituto de Economia Agrícola do Estado de SP, por se iniciar a colheita de forma mais intensa nos locais de produção de MG e SP, e, de acordo com representantes do comércio, a proximidade de datas marcantes, tais como o Dia das Mães e Dia dos Namorados, favorecem esta oferta.<br /><br /> Vale ressaltar que, de acordo com o CEPEA, há poucos anos, o Brasil importava grandes volumes de morango e, atualmente, a produção atende praticamente todo o mercado interno, resultado dos aumentos de área e de produtividade.<br /><br /> O Estado de Minas Gerais é considerado o maior produtor nacional, detendo quase metade da área de morango cultivada no país, seguido pelo PR e RS. Atualmente, os sistemas de produção do morango têm passado por mudanças. Em algumas regiões produtoras, o chamado “túnel baixo” está sendo substituído por estufas altas e em bancadas, devido às melhores condições de trabalho e manejo da produção.<br /><br /> Em relação ao clima, devido às altas temperaturas registradas nas últimas semanas, de acordo com produtores consultados da Região de Senador Amaral (MG), parte da florada foi afetada, comprometendo a produção e a produtividade em várias lavouras. Além de abortamentos, o desenvolvimento dos frutos foi prejudicado, tendo seu tamanho e qualidade reduzidos, ocasionando maior procura por melhores produtos.<br /><br /> Dessa forma, de acordo com alguns produtores, esse início de safra está com preço médio em torno de R$15,00/kg, bem acima do registrado em 2023, com média de R$10,00/kg. Salientamos também, que os produtores já estão relatando aumento de custos em relação à safra anterior.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir na implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em cultivo protegido e estruturas de beneficiamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59516360</guid><pubDate>Thu, 18 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59516360/20240418_bbcast_agro_morango.mp3" length="3301085" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de abril de 2024, meu nome é Leonardo Calderaro, sou Assessor de Agronegócios em Vacaria-RS, e falaremos sobre o cenário do morango.

 O morango, conhecido como fruta, é uma infrutescência, visto que os frutos, na realidade, são as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de abril de 2024, meu nome é Leonardo Calderaro, sou Assessor de Agronegócios em Vacaria-RS, e falaremos sobre o <b>cen</b><b>á</b><b>rio do morango</b>.<br /><br /> O morango, conhecido como fruta, é uma infrutescência, visto que os frutos, na realidade, são as “sementinhas”. Assim, a parte comestível é formada por um receptáculo carnoso e suculento, de coloração vermelha viva, formando um pseudofruto.<br /><br /> De acordo com publicação do CEPEA, é rico em nutrientes, possuindo potássio, vitamina C, fibras, manganês e vitamina B9. Por ser uma planta de ciclo longo, e com o atual uso de variedades que permitem a colheita o ano todo, existe a possibilidade de ser encontrada nos mercados durante o ano inteiro.<br /><br /> Entretanto, a partir de meados de abril, começamos a encontrar a fruta com mais frequência no comércio. Conforme dados do IEA – Instituto de Economia Agrícola do Estado de SP, por se iniciar a colheita de forma mais intensa nos locais de produção de MG e SP, e, de acordo com representantes do comércio, a proximidade de datas marcantes, tais como o Dia das Mães e Dia dos Namorados, favorecem esta oferta.<br /><br /> Vale ressaltar que, de acordo com o CEPEA, há poucos anos, o Brasil importava grandes volumes de morango e, atualmente, a produção atende praticamente todo o mercado interno, resultado dos aumentos de área e de produtividade.<br /><br /> O Estado de Minas Gerais é considerado o maior produtor nacional, detendo quase metade da área de morango cultivada no país, seguido pelo PR e RS. Atualmente, os sistemas de produção do morango têm passado por mudanças. Em algumas regiões produtoras, o chamado “túnel baixo” está sendo substituído por estufas altas e em bancadas, devido às melhores condições de trabalho e manejo da produção.<br /><br /> Em relação ao clima, devido às altas temperaturas registradas nas últimas semanas, de acordo com produtores consultados da Região de Senador Amaral (MG), parte da florada foi afetada, comprometendo a produção e a produtividade em várias lavouras. Além de abortamentos, o desenvolvimento dos frutos foi prejudicado, tendo seu tamanho e qualidade reduzidos, ocasionando maior procura por melhores produtos.<br /><br /> Dessa forma, de acordo com alguns produtores, esse início de safra está com preço médio em torno de R$15,00/kg, bem acima do registrado em 2023, com média de R$10,00/kg. Salientamos também, que os produtores já estão relatando aumento de custos em relação à safra anterior.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir na implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em cultivo protegido e estruturas de beneficiamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>colheita,comercialização,cotação,cultivo,fruticultura,morango,plantação,produção,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e1e5ec485033a1ebeaeafc5612cc2633.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/04/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-04-2024-cenario-do-cafe-conilon--59494667</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 17 de abril de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> Começou a colheita do café conilon nas principais áreas de produção. No Espírito Santo, por exemplo, os cafeicultores estão ocupados com a colheita, que apresenta uma variedade de estágios de maturação dos grãos. Apesar da expectativa geral de uma boa safra, algumas regiões estão enfrentando problemas, como as "rosetas banguelas", causadas pelo aborto de flores devido às altas temperaturas registradas entre outubro e novembro do ano passado. Isso resultou em frutos desuniformes e com peso abaixo do ideal, afetando a produtividade nessas áreas. Felizmente, muitos produtores estão adotando métodos de colheita mecanizada e semimecanizada, o que ajuda a reduzir a dependência da mão de obra, um desafio histórico para o setor.<br /><br /> No cenário global, a Bolsa Mercantil do Vietnã reportou uma queda significativa de 20% na produção de café canéfora entre conilon e robusta, para a safra 2024/2025 em comparação com a safra anterior. Essa redução drástica é atribuída a uma seca extrema que assolou a região, causando não só a escassez de chuvas, mas também a falta de água para irrigação. Essa diminuição na produção tem impactos diretos nos preços mundiais da commodity, aumentando a demanda pelo café brasileiro, que, apesar da alta, ainda mantém uma posição competitiva. Consequentemente, o Brasil tem visto um aumento nas exportações, mantendo a demanda alta enquanto a oferta é limitada.<br /><br /> Os preços do café conilon atingiram novos recordes na última semana, com o contrato de julho de 2024 em Londres registrando uma alta de US$96 por tonelada, chegando a US$3948. O mercado está atento aos acontecimentos na Ásia, enquanto a volatilidade dos preços permanece alta devido a questões logísticas e climáticas que afetam a produção e a distribuição do café globalmente, no mercado interno, os preços também estão em alta, com o café tipo 7 alcançando R$1.060,00 por saca de 60kg na COOABRIEL.<br /><br /> Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado de café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.<br /><br /> No dia 14 de abril, celebramos o Dia Mundial do Café, uma oportunidade para reconhecer e agradecer aos cafeicultores brasileiros pelo seu trabalho árduo e pela sua contribuição para colocar o Brasil como principal produtor mundial da bebida. Eles desempenham um papel vital, não só no mercado, mas também em nossas mesas, fornecendo um produto de qualidade e representando uma parte significativa da identidade nacional.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as demandas da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59494667</guid><pubDate>Wed, 17 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59494667/20240417_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3735345" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 17 de abril de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 Começou a colheita do café conilon nas principais áreas de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 17 de abril de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> Começou a colheita do café conilon nas principais áreas de produção. No Espírito Santo, por exemplo, os cafeicultores estão ocupados com a colheita, que apresenta uma variedade de estágios de maturação dos grãos. Apesar da expectativa geral de uma boa safra, algumas regiões estão enfrentando problemas, como as "rosetas banguelas", causadas pelo aborto de flores devido às altas temperaturas registradas entre outubro e novembro do ano passado. Isso resultou em frutos desuniformes e com peso abaixo do ideal, afetando a produtividade nessas áreas. Felizmente, muitos produtores estão adotando métodos de colheita mecanizada e semimecanizada, o que ajuda a reduzir a dependência da mão de obra, um desafio histórico para o setor.<br /><br /> No cenário global, a Bolsa Mercantil do Vietnã reportou uma queda significativa de 20% na produção de café canéfora entre conilon e robusta, para a safra 2024/2025 em comparação com a safra anterior. Essa redução drástica é atribuída a uma seca extrema que assolou a região, causando não só a escassez de chuvas, mas também a falta de água para irrigação. Essa diminuição na produção tem impactos diretos nos preços mundiais da commodity, aumentando a demanda pelo café brasileiro, que, apesar da alta, ainda mantém uma posição competitiva. Consequentemente, o Brasil tem visto um aumento nas exportações, mantendo a demanda alta enquanto a oferta é limitada.<br /><br /> Os preços do café conilon atingiram novos recordes na última semana, com o contrato de julho de 2024 em Londres registrando uma alta de US$96 por tonelada, chegando a US$3948. O mercado está atento aos acontecimentos na Ásia, enquanto a volatilidade dos preços permanece alta devido a questões logísticas e climáticas que afetam a produção e a distribuição do café globalmente, no mercado interno, os preços também estão em alta, com o café tipo 7 alcançando R$1.060,00 por saca de 60kg na COOABRIEL.<br /><br /> Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado de café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.<br /><br /> No dia 14 de abril, celebramos o Dia Mundial do Café, uma oportunidade para reconhecer e agradecer aos cafeicultores brasileiros pelo seu trabalho árduo e pela sua contribuição para colocar o Brasil como principal produtor mundial da bebida. Eles desempenham um papel vital, não só no mercado, mas também em nossas mesas, fornecendo um produto de qualidade e representando uma parte significativa da identidade nacional.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as demandas da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>234</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/04/2024 - ABRALEITE</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-04-2024-abraleite--59477231</link><description><![CDATA[Olá.  Pecuaristas, em nosso BB Cast Agro de hoje vamos falar um pouco da cadeia leiteira no Brasil, atividade que contribui com a história e formação econômica do nosso País e hoje continua com grande contribuição para nossa economia, com uma projeção de participação no Valor Bruto da Produção Agropecuária de mais de R$ 60 bilhões em 2024.<br /><br />Atualmente, o Brasil conta com um rebanho de 17 milhões de cabeças e uma produção anual de leite em torno de 34 milhões de toneladas/ano. A produtividade média em nosso território e de 2.280 litros por vaca em todo seu período de lactação, mas temos oportunidade de avançar bastante nesse quesito, visto que a média de produtividade mundial gira em torno de 2.660 litros.<br /><br />Existem nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste matrizes com produtividades bem acima da média mundial, chegando a produzir 4.560 litros por vaca na lactação, sendo comparadas à produção da Nova Zelândia, o maior exportador de lácteos do mundo, o que demonstra que temos boa tecnologia de produção. Temos o orgulho de deter no Brasil uma excelente genética de animais leiteiros melhorados e adaptados para a produção em nosso território.<br /><br />Mas, como dito, temos um desafio para que essa excelência na produção chegue a todos os produtores de leite brasileiros, com o acesso às melhores genéticas, aplicação de tecnologias, melhoria no manejo de animais e pastagens e na gestão da sua atividade.<br /><br />E para auxiliar nesse processo, acontece em Brasília na sede da EMBRAPA, o 2° Fórum Nacional do Leite, promovido pela ABRALEITE, onde o pecuarista pode se atualizar sobre os acontecimentos da cadeia produtiva e avanços no melhoramento genético, inseminação artificial e fertilização in vitro, sistemas de ordenhas de alta tecnologia informatizadas e digitais, colares com sensores que captam informações dos animais, ferramentas que, quando utilizadas, vão auxiliar  na melhor tomada de decisões na fazenda.<br /><br /> E o Banco do Brasil, que participou ativamente dessa evolução da pecuária leiteira em nosso país, continua junto dos pecuaristas, apoiando para construirmos o futuro e disponibilizando incentivos para que possam aplicar todas essas tecnologias em seu empreendimento.<br /><br /> Consultem seu gerente e assistência técnica sobre os recursos disponíveis com as linhas de crédito InvesteAgro, FCO, Finame, Moderagro, PRONAF, Inovagro e Renovagro, e o custeio da atividade. Não deixem de consultar também os conteúdos disponíveis na plataforma Broto, acessando “broto.com.br” em seu navegador. Lá encontrará treinamentos, tecnologias e oportunidades com as empresas do setor.<br /><br /> Os investimentos em melhoramento genético, gestão, recuperação e reforma de pastagens, manejo e bem-estar animal tem reflexo direto na redução de custos, aumento de produtividade e elevação da rentabilidade. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59477231</guid><pubDate>Tue, 16 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59477231/20240416_bbcast_agro_abraleite.mp3" length="4417454" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá.  Pecuaristas, em nosso BB Cast Agro de hoje vamos falar um pouco da cadeia leiteira no Brasil, atividade que contribui com a história e formação econômica do nosso País e hoje continua com grande contribuição para nossa economia, com uma projeção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá.  Pecuaristas, em nosso BB Cast Agro de hoje vamos falar um pouco da cadeia leiteira no Brasil, atividade que contribui com a história e formação econômica do nosso País e hoje continua com grande contribuição para nossa economia, com uma projeção de participação no Valor Bruto da Produção Agropecuária de mais de R$ 60 bilhões em 2024.<br /><br />Atualmente, o Brasil conta com um rebanho de 17 milhões de cabeças e uma produção anual de leite em torno de 34 milhões de toneladas/ano. A produtividade média em nosso território e de 2.280 litros por vaca em todo seu período de lactação, mas temos oportunidade de avançar bastante nesse quesito, visto que a média de produtividade mundial gira em torno de 2.660 litros.<br /><br />Existem nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste matrizes com produtividades bem acima da média mundial, chegando a produzir 4.560 litros por vaca na lactação, sendo comparadas à produção da Nova Zelândia, o maior exportador de lácteos do mundo, o que demonstra que temos boa tecnologia de produção. Temos o orgulho de deter no Brasil uma excelente genética de animais leiteiros melhorados e adaptados para a produção em nosso território.<br /><br />Mas, como dito, temos um desafio para que essa excelência na produção chegue a todos os produtores de leite brasileiros, com o acesso às melhores genéticas, aplicação de tecnologias, melhoria no manejo de animais e pastagens e na gestão da sua atividade.<br /><br />E para auxiliar nesse processo, acontece em Brasília na sede da EMBRAPA, o 2° Fórum Nacional do Leite, promovido pela ABRALEITE, onde o pecuarista pode se atualizar sobre os acontecimentos da cadeia produtiva e avanços no melhoramento genético, inseminação artificial e fertilização in vitro, sistemas de ordenhas de alta tecnologia informatizadas e digitais, colares com sensores que captam informações dos animais, ferramentas que, quando utilizadas, vão auxiliar  na melhor tomada de decisões na fazenda.<br /><br /> E o Banco do Brasil, que participou ativamente dessa evolução da pecuária leiteira em nosso país, continua junto dos pecuaristas, apoiando para construirmos o futuro e disponibilizando incentivos para que possam aplicar todas essas tecnologias em seu empreendimento.<br /><br /> Consultem seu gerente e assistência técnica sobre os recursos disponíveis com as linhas de crédito InvesteAgro, FCO, Finame, Moderagro, PRONAF, Inovagro e Renovagro, e o custeio da atividade. Não deixem de consultar também os conteúdos disponíveis na plataforma Broto, acessando “broto.com.br” em seu navegador. Lá encontrará treinamentos, tecnologias e oportunidades com as empresas do setor.<br /><br /> Os investimentos em melhoramento genético, gestão, recuperação e reforma de pastagens, manejo e bem-estar animal tem reflexo direto na redução de custos, aumento de produtividade e elevação da rentabilidade. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>277</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/57a3e78def071130d5abf6b64c26c77c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-04-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59470762</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura  Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O cenário de expectativa de uma grande safra americana, com a divulgação do relatório de março do USDA, que elevou os estoques finais nos EUA, bem como a colheita brasileira em reta final, a divulgação dos primeiros números da safra Argentina com 70% das lavouras em condições boas a excelentes, além dos dados econômicos americanos, ainda serão os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). A colheita no RS poderá ser prejudicada com a previsão de intensificação das chuvas no Estado. No restante do País, os trabalhos seguirão avançando, principalmente na região do MATOPIBA e deverão totalizar 90% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na região Sul do País. Na Argentina há probabilidade de grandes volumes de chuvas nas regiões central e leste do País   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante da oferta na América do Sul, condições das lavouras americanas, dados econômicos e baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o USDA, o plantio estadunidense chegou a 3% da área total, estando no mesmo ritmo que o observado no mesmo período de 2023. A previsão climática para os próximos dias segue favorável para a semeadura no país, podendo refletir em mais pressão negativa para os futuros na CBOT. O relatório mensal de oferta e demanda de grãos do USDA, divulgado na última quinta-feira (11/04), não apresentou grandes novidades em relação ao relatório de março. Os estoques finais globais foram estimados em 318,28 milhões de toneladas, ante 319,63 de março. Para os Estados Unidos, os estoques finais foram estimados em 53,90 milhões de toneladas ante 55,17 milhões de toneladas. Apesar dos cortes, em relação à Safra 2022/23, os estoques finais estão 5,32% e 55,98% maiores, respectivamente. No Brasil, a Conab no seu 7º Levantamento Safra 2023/24 indicou produção total de 110,96 milhões de toneladas, redução de 1,79 milhão de toneladas ante o levantamento de março. O mercado físico pode se manter pressionado com viés de baixa refletindo o avanço da colheita da 1ª safra e previsão climática favorável na maior parte da região produtora do milho 2ª safra.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, ainda favorecendo o enchimento final dos grãos tanto do arábica quanto do conilon; Devido à maturação desuniforme no Brasil, algumas áreas do arábica já se preparam para a colheita antecipada, enquanto o conilon já iniciou a operação. Mercado segue atento aos altos preços do robusta no mercado internacional, dando sustentabilidade ao arábica. Seguem as preocupações com o clima seco no Vietnã e Indonésia e a oferta restrita do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   No curto prazo, as pastagens ainda oferecem boas condições para que os pecuaristas retenham o animal, aguardando o melhor momento para negociá-lo. Ao final do período chuvoso, a tendência é de que a indústria pressione negativamente o preço do boi gordo durante o período de transição entre a safra e a entressafra, fato que pode desvalorizar a cotação do boi gordo no médio prazo. As vendas de carne na primeira quinzena do mês foram abaixo do esperado. Normalmente nesse período as vendas são maiores em razão da entrada de salário, com consequente melhora do poder aquisitivo da população, além do maior consumo de carne, o que não ocorreu. Assim, o fluxo de reposição entre atacado e varejo seguiu lento. Para o primeiro giro do confinamento, os pecuaristas devem se atentar aos custos de produção, principalmente o preço do animal de reposição e à aquisição de insumos. Estes itens representam cerca de 65% e 30% no custo total da atividade, respectivamente. Para mitigar o risco da atividade, sugere-se a utilização de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo e as opções, por exemplo.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59470762</guid><pubDate>Mon, 15 Apr 2024 13:56:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59470762/20240415_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6169957" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura  Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura  Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O cenário de expectativa de uma grande safra americana, com a divulgação do relatório de março do USDA, que elevou os estoques finais nos EUA, bem como a colheita brasileira em reta final, a divulgação dos primeiros números da safra Argentina com 70% das lavouras em condições boas a excelentes, além dos dados econômicos americanos, ainda serão os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). A colheita no RS poderá ser prejudicada com a previsão de intensificação das chuvas no Estado. No restante do País, os trabalhos seguirão avançando, principalmente na região do MATOPIBA e deverão totalizar 90% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na região Sul do País. Na Argentina há probabilidade de grandes volumes de chuvas nas regiões central e leste do País   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante da oferta na América do Sul, condições das lavouras americanas, dados econômicos e baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o USDA, o plantio estadunidense chegou a 3% da área total, estando no mesmo ritmo que o observado no mesmo período de 2023. A previsão climática para os próximos dias segue favorável para a semeadura no país, podendo refletir em mais pressão negativa para os futuros na CBOT. O relatório mensal de oferta e demanda de grãos do USDA, divulgado na última quinta-feira (11/04), não apresentou grandes novidades em relação ao relatório de março. Os estoques finais globais foram estimados em 318,28 milhões de toneladas, ante 319,63 de março. Para os Estados Unidos, os estoques finais foram estimados em 53,90 milhões de toneladas ante 55,17 milhões de toneladas. Apesar dos cortes, em relação à Safra 2022/23, os estoques finais estão 5,32% e 55,98% maiores, respectivamente. No Brasil, a Conab no seu 7º Levantamento Safra 2023/24 indicou produção total de 110,96 milhões de toneladas, redução de 1,79 milhão de toneladas ante o levantamento de março. O mercado físico pode se manter pressionado com viés de baixa refletindo o avanço da colheita da 1ª safra e previsão climática favorável na maior parte da região produtora do milho 2ª safra.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, ainda favorecendo o enchimento final dos grãos tanto do arábica quanto do conilon; Devido à maturação desuniforme no Brasil, algumas áreas do arábica já se preparam para a colheita antecipada, enquanto o conilon já iniciou a operação. Mercado segue atento aos altos preços do robusta no mercado internacional, dando sustentabilidade ao arábica. Seguem as preocupações com o clima seco no Vietnã e Indonésia e a oferta restrita do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   No curto prazo, as pastagens ainda oferecem boas condições para que os pecuaristas retenham o animal, aguardando o melhor momento para negociá-lo. Ao final do período chuvoso, a tendência é de que a indústria pressione negativamente o preço do boi gordo durante o período de transição entre a safra e a entressafra, fato...]]></itunes:summary><itunes:duration>386</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/04/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-04-2024-cenario-do-milho--59425132</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 12 de abril de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, divulgou ontem seu relatório mensal de oferta e demanda mundial de grãos e não apresentou grandes novidades em relação ao relatório anterior. Os estoques finais globais foram estimados em 318 milhões de toneladas que, caso se concretize, será um aumento de 5,3% em relação aos estoques finais globais da Safra 2022/23. Com relação à safra americana 2024/25, o plantio está no início. De acordo com o órgão, até o dia 07 de abril, 3% da área já havia sido semeada.<br /><br />  No Brasil, a Conab também divulgou, no dia 11, seu 7º Levantamento da Safra 2023/24 e reduziu novamente a estimativa de produção total para 110,96 milhões de toneladas, volume quase dois milhões de toneladas menor em relação ao levantamento de março. Também ocorreu diminuição no estoque final, estimado em 6,25 milhões de toneladas, menor volume estimado dos últimos cinco anos.<br /><br />  Apesar dos cortes efetuados pela Conab e das perspectivas de uma safra brasileira menor em relação à anterior, o preço no mercado doméstico tem se mantido pressionado negativamente, refletindo a colheita do milho 1ª safra, que já atingiu mais da metade da área colhida, e a comercialização que segue lenta, com compradores ausentes no mercado interno. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira, dia 10, precificado a R$59,83 por saca, queda de 3% em relação ao dia primeiro de abril.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 56,00 e R$ 58,00 por saca, e<br />- novembro/24, com strike entre R$ 58,00 e R$ 61,00 por saca.  <br /> <br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br /> Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59425132</guid><pubDate>Fri, 12 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59425132/20240412_bbcast_agro_milho.mp3" length="3489585" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 12 de abril de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, divulgou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 12 de abril de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, divulgou ontem seu relatório mensal de oferta e demanda mundial de grãos e não apresentou grandes novidades em relação ao relatório anterior. Os estoques finais globais foram estimados em 318 milhões de toneladas que, caso se concretize, será um aumento de 5,3% em relação aos estoques finais globais da Safra 2022/23. Com relação à safra americana 2024/25, o plantio está no início. De acordo com o órgão, até o dia 07 de abril, 3% da área já havia sido semeada.<br /><br />  No Brasil, a Conab também divulgou, no dia 11, seu 7º Levantamento da Safra 2023/24 e reduziu novamente a estimativa de produção total para 110,96 milhões de toneladas, volume quase dois milhões de toneladas menor em relação ao levantamento de março. Também ocorreu diminuição no estoque final, estimado em 6,25 milhões de toneladas, menor volume estimado dos últimos cinco anos.<br /><br />  Apesar dos cortes efetuados pela Conab e das perspectivas de uma safra brasileira menor em relação à anterior, o preço no mercado doméstico tem se mantido pressionado negativamente, refletindo a colheita do milho 1ª safra, que já atingiu mais da metade da área colhida, e a comercialização que segue lenta, com compradores ausentes no mercado interno. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira, dia 10, precificado a R$59,83 por saca, queda de 3% em relação ao dia primeiro de abril.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 56,00 e R$ 58,00 por saca, e<br />- novembro/24, com strike entre R$ 58,00 e R$ 61,00 por saca.  <br /> <br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br /> Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/04/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-04-2024-cenario-do-boi-gordo--59404365</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de abril de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />     Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 54,7 mil toneladas de carne bovina in natura, em 5 dias úteis do mês de abril de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 124,3 mil toneladas, sob reflexo do embargo chinês por conta do caso de vaca louca no Estado do Pará. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.482, queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />    De acordo com o indicador CEPEA/B3, no dia 9 de abril de 2024, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 229,00, com alta de 1,37% no dia. Na B3, o contrato futuro de maio de 2024 fechou o dia cotado em R$ 229,20.<br /><br />    No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. Em São Paulo, as escalas de abate se encontram em 8 dias. Além das escalas de abate confortáveis, o estoque de carne no mercado atacadista segue elevado e com dificuldade no escoamento do produto.<br /><br />    Devido às chuvas nas principais regiões produtoras, as pastagens se encontram em boas condições, fato que permite ao pecuarista reter os animais e cadenciar as vendas.<br /><br />    Com o final do período de engorda a pasto e a mudança do sistema de terminação para confinamento, os pecuaristas devem dar atenção aos custos de produção. A compra antecipada dos insumos e a aquisição do animal de reposição em momento oportuno são importantes para o sucesso da atividade.<br /><br />    A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco no momento da comercialização. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  ·       Maio/24 com preço garantido (strike) entre R$ 226,60 e 230,90/@, e<br />  ·       Junho/24 com strike entre R$ 223,60 e 229,40/@.   <br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />    Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, o pecuarista poderá financiar diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores preços de insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!   ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59404365</guid><pubDate>Thu, 11 Apr 2024 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59404365/20240411_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3098375" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de abril de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

     Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de abril de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />     Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 54,7 mil toneladas de carne bovina in natura, em 5 dias úteis do mês de abril de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 124,3 mil toneladas, sob reflexo do embargo chinês por conta do caso de vaca louca no Estado do Pará. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.482, queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />    De acordo com o indicador CEPEA/B3, no dia 9 de abril de 2024, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 229,00, com alta de 1,37% no dia. Na B3, o contrato futuro de maio de 2024 fechou o dia cotado em R$ 229,20.<br /><br />    No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. Em São Paulo, as escalas de abate se encontram em 8 dias. Além das escalas de abate confortáveis, o estoque de carne no mercado atacadista segue elevado e com dificuldade no escoamento do produto.<br /><br />    Devido às chuvas nas principais regiões produtoras, as pastagens se encontram em boas condições, fato que permite ao pecuarista reter os animais e cadenciar as vendas.<br /><br />    Com o final do período de engorda a pasto e a mudança do sistema de terminação para confinamento, os pecuaristas devem dar atenção aos custos de produção. A compra antecipada dos insumos e a aquisição do animal de reposição em momento oportuno são importantes para o sucesso da atividade.<br /><br />    A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco no momento da comercialização. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  ·       Maio/24 com preço garantido (strike) entre R$ 226,60 e 230,90/@, e<br />  ·       Junho/24 com strike entre R$ 223,60 e 229,40/@.   <br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />    Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, o pecuarista poderá financiar diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores preços de insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!   ]]></itunes:summary><itunes:duration>194</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e9b1bdd63a2e51944208da0464f84474.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/04/2024 - Cenário da citricultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-04-2024-cenario-da-citricultura--59375165</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba, São Paulo e falaremos sobre o cenário da citricultura.<br /><br />  A terceira reestimativa da safra de laranja 2023/24, publicada em 09 de fevereiro pelo Fundecitrus (PES), manteve a projeção de produção em pouco mais de <b>307 milhões de caixas de 40,8 kg</b>, isso representa uma diminuição de 0,7% em comparação com a estimativa inicial da safra. Enquanto a colheita das variedades precoces encerrou com um aumento de 2,27 milhões de caixas graças às chuvas abundantes no primeiro semestre de 2023, as projeções para as variedades de meia-estação e tardias ainda indicam uma queda de 4,39 milhões de caixas. Essas projeções são devido às condições desfavoráveis, refletindo a continuidade do cenário climático adverso que marcou o segundo semestre do ano passado, com chuvas abaixo da média histórica e temperaturas elevadas, que intensificaram a evapotranspiração. Outro fator que influenciou a diminuição da safra inclui o agravamento do greening.<br /><br />  Segundo empresas de assistência técnica, a safra de laranja 2024/25 pode apresentar queda em torno 20% frente à de 2023/24. Essa expectativa vem do reflexo da alta incidência de greening (sobretudo nos pomares paulistas) e do clima adverso (temperaturas elevadas e chuvas menos frequentes). Caso a estimativa se confirme, a temporada pode ser, novamente, de oferta inferior à necessidade das fábricas de suco, que, por sua vez, devem manter elevada a demanda pela fruta.<br /><br />  Segundo o CEPEA, o mercado de laranjas para a indústria segue sinalizando um cenário de oferta inferior à demanda neste ano, tanto para o spot (ainda com as frutas remanescentes da safra 2023/24) quanto para os novos contratos para 2024/25. De acordo com pesquisadores do Cepea, em ambos os casos, os valores de negociação estão elevados, fundamentados na necessidade das fábricas de recompor os estoques de suco de laranja. Recentemente, as movimentações para compras de laranjas da próxima temporada se intensificaram, com propostas ao redor de R$ 65,00/caixa de 40,8 kg, colhida e posta na fábrica.<br /><br />  Para apoiar os citricultores brasileiros o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para o custeio dos pomares e investimento na melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável, até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59375165</guid><pubDate>Wed, 10 Apr 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59375165/20240410_bbcast_agro_citricultura.mp3" length="3354166" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 10 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba, São Paulo e falaremos sobre o cenário da citricultura.

  A terceira reestimativa da safra de laranja 2023/24,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba, São Paulo e falaremos sobre o cenário da citricultura.<br /><br />  A terceira reestimativa da safra de laranja 2023/24, publicada em 09 de fevereiro pelo Fundecitrus (PES), manteve a projeção de produção em pouco mais de <b>307 milhões de caixas de 40,8 kg</b>, isso representa uma diminuição de 0,7% em comparação com a estimativa inicial da safra. Enquanto a colheita das variedades precoces encerrou com um aumento de 2,27 milhões de caixas graças às chuvas abundantes no primeiro semestre de 2023, as projeções para as variedades de meia-estação e tardias ainda indicam uma queda de 4,39 milhões de caixas. Essas projeções são devido às condições desfavoráveis, refletindo a continuidade do cenário climático adverso que marcou o segundo semestre do ano passado, com chuvas abaixo da média histórica e temperaturas elevadas, que intensificaram a evapotranspiração. Outro fator que influenciou a diminuição da safra inclui o agravamento do greening.<br /><br />  Segundo empresas de assistência técnica, a safra de laranja 2024/25 pode apresentar queda em torno 20% frente à de 2023/24. Essa expectativa vem do reflexo da alta incidência de greening (sobretudo nos pomares paulistas) e do clima adverso (temperaturas elevadas e chuvas menos frequentes). Caso a estimativa se confirme, a temporada pode ser, novamente, de oferta inferior à necessidade das fábricas de suco, que, por sua vez, devem manter elevada a demanda pela fruta.<br /><br />  Segundo o CEPEA, o mercado de laranjas para a indústria segue sinalizando um cenário de oferta inferior à demanda neste ano, tanto para o spot (ainda com as frutas remanescentes da safra 2023/24) quanto para os novos contratos para 2024/25. De acordo com pesquisadores do Cepea, em ambos os casos, os valores de negociação estão elevados, fundamentados na necessidade das fábricas de recompor os estoques de suco de laranja. Recentemente, as movimentações para compras de laranjas da próxima temporada se intensificaram, com propostas ao redor de R$ 65,00/caixa de 40,8 kg, colhida e posta na fábrica.<br /><br />  Para apoiar os citricultores brasileiros o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para o custeio dos pomares e investimento na melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável, até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/532dd208c211abcbdbdd7c281f35a910.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/04/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-04-2024-cenario-climatico--59352944</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de abril de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Conforme citado nos relatórios anteriores da NOAA e INPE, em relação ao enfraquecimento do fenômeno El Niño, aumentou a possibilidade de transição para condições neutras no próximo trimestre, com possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre. A Previsão Climática Trimestral de abril a junho do INPE, indica chuva acima da média em grande parte da Região Sul e Estado de SP, além do MS. Chuvas abaixo da média entre a Região Norte e Nordeste, exceto em pontos do AM e RR.<br /><br /> A previsão ainda possui reflexo da atual situação de El Niño. Para o mês de abril, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica tendência de chuva abaixo da média na maior parte do país, exceto em algumas áreas do AM, PA, RO, MS, SC, PR, norte do RS e grande parte da Região Sudeste, que podem ter precipitações dentro ou ligeiramente acima da média. Em relação às temperaturas, a tendência é de ficarem acima da média em todo o país.<br /><br /> Segundo o INMET, a previsão de chuva abaixo da média em parte do Matopiba poderá afetar o potencial produtivo das lavouras em desenvolvimento, mas o processo de colheita pode ser beneficiado. O mesmo cenário está previsto para os Estados de MT e GO. Já nas regiões Sul, Sudeste e centro-norte do MS, são previstos volumes de chuva próximos ou acima da média para o mês de abril/2024, mantendo os níveis de água no solo elevados, favorecendo o manejo e desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra, mas podem interromper a colheita em algumas áreas. Ao contrário, no Sul do MS e Centro-sul do RS, há possibilidade de restrição hídrica nas lavouras, onde a previsão aponta chuva ligeiramente abaixo da média, podendo afetar o desenvolvimento das culturas que se encontram em estágios de maior necessidade hídrica.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59352944</guid><pubDate>Tue, 09 Apr 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59352944/20240409_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3087508" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 09 de abril de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 Conforme citado nos relatórios anteriores da NOAA e INPE, em relação...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de abril de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> Conforme citado nos relatórios anteriores da NOAA e INPE, em relação ao enfraquecimento do fenômeno El Niño, aumentou a possibilidade de transição para condições neutras no próximo trimestre, com possível desenvolvimento de uma La Niña no segundo semestre. A Previsão Climática Trimestral de abril a junho do INPE, indica chuva acima da média em grande parte da Região Sul e Estado de SP, além do MS. Chuvas abaixo da média entre a Região Norte e Nordeste, exceto em pontos do AM e RR.<br /><br /> A previsão ainda possui reflexo da atual situação de El Niño. Para o mês de abril, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica tendência de chuva abaixo da média na maior parte do país, exceto em algumas áreas do AM, PA, RO, MS, SC, PR, norte do RS e grande parte da Região Sudeste, que podem ter precipitações dentro ou ligeiramente acima da média. Em relação às temperaturas, a tendência é de ficarem acima da média em todo o país.<br /><br /> Segundo o INMET, a previsão de chuva abaixo da média em parte do Matopiba poderá afetar o potencial produtivo das lavouras em desenvolvimento, mas o processo de colheita pode ser beneficiado. O mesmo cenário está previsto para os Estados de MT e GO. Já nas regiões Sul, Sudeste e centro-norte do MS, são previstos volumes de chuva próximos ou acima da média para o mês de abril/2024, mantendo os níveis de água no solo elevados, favorecendo o manejo e desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra, mas podem interromper a colheita em algumas áreas. Ao contrário, no Sul do MS e Centro-sul do RS, há possibilidade de restrição hídrica nas lavouras, onde a previsão aponta chuva ligeiramente abaixo da média, podendo afetar o desenvolvimento das culturas que se encontram em estágios de maior necessidade hídrica.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-04-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59314750</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Com o cenário de expectativa de uma grande safra americana, o maior volume trimestral estocado de soja nos EUA, 9% maior em relação a 2023,  a aproximação da finalização da colheita brasileira, que vem apresentando bons resultados e a divulgação dos primeiros números de produção da safra Argentina, sejam os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil avançarão mais rapidamente refletindo as condições climáticas favoráveis que deverão totalizar 80% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, já pode atingir nos próximos dias, 16% de área.  Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação no centro oeste do RS. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, principalmente na região da tríplice fronteira, mantendo os níveis de umidade do solo.   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos da oferta da América do Sul e da baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o USDA, o plantio estadunidense está no início, e foi estimado em 2% da área total, estando no mesmo ritmo que o observado no mesmo período de 2023. O acompanhamento do ritmo de plantio americano e as condições climáticas no país passam a ser os principais direcionadores do mercado externo a partir de abril. A próxima semana poderá ser de volatilidade, como foi observado nos últimos dias. No dia onze de abril ocorrerá a divulgação do relatório de oferta e demanda global pelo USDA, com as projeções para a safra mundial 2024/25. No Brasil, a Conab também divulgará seu 7º Levantamento Safra 2023/24, e o mercado doméstico acompanhará as estimativas do órgão, principalmente nas perspectivas de produção para o milho 2ª safra. Para os próximos dias, há previsão climática de boas precipitações para o Centro Oeste. No PR, SP e MS, as chuvas retornam em parte dos estados, trazendo preocupação em relação ao desenvolvimento das lavouras. Os preços físicos podem apresentar estabilidade no curto prazo, refletindo a cautela na comercialização.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A volta a normalidade do El Niño, traz redução nas chuvas e temperaturas mais amenas para esta semana nas regiões produtoras do Brasil; Mercado atento para as alterações que possam vir a ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã e Brasil. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Produtores de São Paulo iniciam os preparativos para antecipação de colheita, devido ao adiantamento da maturação dos frutos. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Invernistas devem acompanhar com atenção a movimentação no mercado de reposição (bezerro), verificando se o movimento de alta se consolida em pleno início da safra do bezerro em sistemas de cria com estação de monta. No mercado de reposição pelo Boi Magro, a cotação segue pressionada e favorável ao invernista. Há expectativa de que a relação de troca Boi Gordo/Reposição siga favorável e acima da média histórica nos próximos dias. Aproximação do final da estação chuvosa deve manter os frigoríficos em situação confortável na negociação do animal terminado. Além das escalas de abate confortáveis, o estoque de carne no mercado atacadista segue elevado e com dificuldade no escoamento do produto. A demanda deve seguir fraca, uma vez que o poder de compra da população segue no mesmo ritmo. Segundo o CEPEA, o mercado varejista deve seguir cauteloso na próxima semana, devido à dificuldade nas vendas do produto. Uma expectativa de queda nas cotações de milho e farelo de soja podem vir a estimular o movimento de negócios nos confinamentos, uma vez que ainda consegue-se adquirir o Boi Magro com preço atrativo e, havendo queda no custo da ração, a atividade poderia ficar mais atrativa ao pecuarista.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59314750</guid><pubDate>Mon, 08 Apr 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59314750/20240408_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6062124" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   Com o cenário de expectativa de uma grande safra americana, o maior volume trimestral estocado de soja nos EUA, 9% maior em relação a 2023,  a aproximação da finalização da colheita brasileira, que vem apresentando bons resultados e a divulgação dos primeiros números de produção da safra Argentina, sejam os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil avançarão mais rapidamente refletindo as condições climáticas favoráveis que deverão totalizar 80% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, já pode atingir nos próximos dias, 16% de área.  Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação no centro oeste do RS. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, principalmente na região da tríplice fronteira, mantendo os níveis de umidade do solo.   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos da oferta da América do Sul e da baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> De acordo com o USDA, o plantio estadunidense está no início, e foi estimado em 2% da área total, estando no mesmo ritmo que o observado no mesmo período de 2023. O acompanhamento do ritmo de plantio americano e as condições climáticas no país passam a ser os principais direcionadores do mercado externo a partir de abril. A próxima semana poderá ser de volatilidade, como foi observado nos últimos dias. No dia onze de abril ocorrerá a divulgação do relatório de oferta e demanda global pelo USDA, com as projeções para a safra mundial 2024/25. No Brasil, a Conab também divulgará seu 7º Levantamento Safra 2023/24, e o mercado doméstico acompanhará as estimativas do órgão, principalmente nas perspectivas de produção para o milho 2ª safra. Para os próximos dias, há previsão climática de boas precipitações para o Centro Oeste. No PR, SP e MS, as chuvas retornam em parte dos estados, trazendo preocupação em relação ao desenvolvimento das lavouras. Os preços físicos podem apresentar estabilidade no curto prazo, refletindo a cautela na comercialização.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A volta a normalidade do El Niño, traz redução nas chuvas e temperaturas mais amenas para esta semana nas regiões produtoras do Brasil; Mercado atento para as alterações que possam vir a ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã e Brasil. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Produtores de São Paulo iniciam os preparativos para antecipação de colheita, devido ao adiantamento da maturação dos frutos. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Invernistas devem acompanhar com atenção a movimentação no mercado de reposição (bezerro), verificando se o movimento de alta se consolida em pleno início da safra do bezerro em sistemas de cria com estação de monta. No mercado de reposição pelo Boi Magro, a cotação segue pressionada e favorável ao invernista. Há expectativa de que a relação de troca Boi Gordo/Reposição siga favorável e acima da média histórica nos próximos dias. Aproximação do final da estação chuvosa deve manter os frigoríficos em situação confortável na...]]></itunes:summary><itunes:duration>379</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/04/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-04-2024-cenario-da-soja--59298975</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 05 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita no Brasil caminha para a fase final, ultrapassando 75% da área cultivada, destaques para os Estados de SP, MS, MT e PR, em estágio final. A CONAB, em seu último relatório, indicou uma produtividade média nacional em 3.251 kg/ha, revelando a real condição das lavouras nos principais estados produtores, com redução de 7,3% em relação à safra anterior. O órgão indica uma projeção de produção total brasileira em 146,8 milhões de toneladas, 5% menor em relação à safra 22/23.<br /><br />Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo das lavouras semeadas tardiamente. Os trabalhos de colheita estão no início, mantendo-se a expectativa de safra divulgada pela Bolsa de Cereales em 52,5 milhões de toneladas. O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 03/04 cotado a US$ 11,83/bushel, apresentando alta em relação ao início do mês de 3,86%. Com indicativo de aumento de intenções de plantio nos EUA em torno de 3% e manutenção dos fundos vendidos, observou-se nos últimos dias fundamentos que indicam uma possível estabilidade dos preços no curto prazo e baixa no médio prazo.<br /><br /> O indicador CEPEA em 03/04 foi cotado a R$ 124,61/ saca, apresentando alta de 7,48% em relação ao início do mês anterior. Observa-se também uma reação nos prêmios dos portos que alcançam U$ -0,25/Bushel para maio/2024. Já para junho/24 os prêmios estão a U$  -0,10/Bushel.<br /><br />  No Brasil, o INMET prevê para a primeira quinzena de abril, chuvas em praticamente todas as regiões produtoras. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,12 e U$ 11,86/bushel e<br />- jul/24 com strike entre U$ 11,29 e U$ 11,96/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59298975</guid><pubDate>Fri, 05 Apr 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59298975/20240404_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3337448" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 05 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

A colheita no Brasil caminha para a fase final, ultrapassando 75% da área...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 05 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita no Brasil caminha para a fase final, ultrapassando 75% da área cultivada, destaques para os Estados de SP, MS, MT e PR, em estágio final. A CONAB, em seu último relatório, indicou uma produtividade média nacional em 3.251 kg/ha, revelando a real condição das lavouras nos principais estados produtores, com redução de 7,3% em relação à safra anterior. O órgão indica uma projeção de produção total brasileira em 146,8 milhões de toneladas, 5% menor em relação à safra 22/23.<br /><br />Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo das lavouras semeadas tardiamente. Os trabalhos de colheita estão no início, mantendo-se a expectativa de safra divulgada pela Bolsa de Cereales em 52,5 milhões de toneladas. O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 03/04 cotado a US$ 11,83/bushel, apresentando alta em relação ao início do mês de 3,86%. Com indicativo de aumento de intenções de plantio nos EUA em torno de 3% e manutenção dos fundos vendidos, observou-se nos últimos dias fundamentos que indicam uma possível estabilidade dos preços no curto prazo e baixa no médio prazo.<br /><br /> O indicador CEPEA em 03/04 foi cotado a R$ 124,61/ saca, apresentando alta de 7,48% em relação ao início do mês anterior. Observa-se também uma reação nos prêmios dos portos que alcançam U$ -0,25/Bushel para maio/2024. Já para junho/24 os prêmios estão a U$  -0,10/Bushel.<br /><br />  No Brasil, o INMET prevê para a primeira quinzena de abril, chuvas em praticamente todas as regiões produtoras. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,12 e U$ 11,86/bushel e<br />- jul/24 com strike entre U$ 11,29 e U$ 11,96/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>209</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/04/2024 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-04-2024-cenario-da-avicultura-de-corte--59283956</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 04 de abril de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pela Secex, o volume de carne de frango exportado, no primeiro trimestre de 2024, foi 6,2% menor do que no mesmo período de 2023, a um preço médio de US$ 1.785 por tonelada, preço este que representa uma baixa de 4% em relação ao primeiro trimestre de 2023. Embora a previsão do USDA seja de um embarque de 4,925 milhões de toneladas, no ano de 2024, um aumento superior a 3% no volume de exportação anual.<br /><br /> O preço pago ao avicultor independente encerrou o mês de março de 2024 pressionado em leve baixa, revertendo a tendencia dos dois primeiros meses do ano, fechando o mês cotado a R$ 5,20 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 160 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil. Até o momento ocorreram 3 casos em aves de subsistência, já finalizados localizados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS), nestes casos o Japão suspendeu temporariamente as importações destes Estados durante a condução do foco, como os 03 focos já foram finalizados a importação de produtos avícolas destes estados foi normalizada.<br /><br /> Atualmente existem somente 02 casos em investigação no país, em aves silvestres no Estado do Mato Grosso. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> No Estado de Santa Catarina existe a preocupação com o preço do milho nos próximos meses, até a colheita da safrinha. Diante do cenário de possível aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59283956</guid><pubDate>Thu, 04 Apr 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59283956/20240404_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="3160233" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 04 de abril de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.

 De acordo com os dados divulgados pela Secex, o volume...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 04 de abril de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pela Secex, o volume de carne de frango exportado, no primeiro trimestre de 2024, foi 6,2% menor do que no mesmo período de 2023, a um preço médio de US$ 1.785 por tonelada, preço este que representa uma baixa de 4% em relação ao primeiro trimestre de 2023. Embora a previsão do USDA seja de um embarque de 4,925 milhões de toneladas, no ano de 2024, um aumento superior a 3% no volume de exportação anual.<br /><br /> O preço pago ao avicultor independente encerrou o mês de março de 2024 pressionado em leve baixa, revertendo a tendencia dos dois primeiros meses do ano, fechando o mês cotado a R$ 5,20 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 160 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil. Até o momento ocorreram 3 casos em aves de subsistência, já finalizados localizados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS), nestes casos o Japão suspendeu temporariamente as importações destes Estados durante a condução do foco, como os 03 focos já foram finalizados a importação de produtos avícolas destes estados foi normalizada.<br /><br /> Atualmente existem somente 02 casos em investigação no país, em aves silvestres no Estado do Mato Grosso. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> No Estado de Santa Catarina existe a preocupação com o preço do milho nos próximos meses, até a colheita da safrinha. Diante do cenário de possível aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/04/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-04-2024-cenario-do-cafe-arabica--59266280</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 03 de Abril de 2024, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, porém a umidade no solo ainda é alta e continua favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda é o foco principal da safra 2024 do arábica no Brasil, necessitando ainda de boas condições de precipitações até meados de abril para a definição da safra. Ainda há a preocupação com os efeitos do clima adverso entre setembro e novembro/2023 no rendimento do grão.<br /><br />O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços com base nos seguintes fundamentos: aumento dos estoques certificados na bolsa de Nova York, baixos estoques nas mãos dos importadores, razoável estoque de 2023 no Brasil com oferta restrita pelos produtores, os conflitos do Oriente Médio e Ucrânia/Rússia que podem afetar a economia mundial, e o alto preço do robusta no mercado internacional.<br /><br /> A bolsa de Nova York registrou na semana passada o maior nível dos últimos 8 meses dos estoques certificados em 585.379 sacas. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados anteriormente, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 28 de março os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.040,00/sc, mantendo a estabilidade em relação a 29 de fevereiro.<br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas. O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade.<br /><br />Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em junho/24 com strike/preço garantido entre US$ 1,76 e 1,83/lp e vencimento novembro/24 com strike entre US$ 1,66 e 1,80/lp.  Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59266280</guid><pubDate>Wed, 03 Apr 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59266280/20240403_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3369213" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 03 de Abril de 2024, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

  A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas amenas para a semana nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 03 de Abril de 2024, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, porém a umidade no solo ainda é alta e continua favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda é o foco principal da safra 2024 do arábica no Brasil, necessitando ainda de boas condições de precipitações até meados de abril para a definição da safra. Ainda há a preocupação com os efeitos do clima adverso entre setembro e novembro/2023 no rendimento do grão.<br /><br />O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços com base nos seguintes fundamentos: aumento dos estoques certificados na bolsa de Nova York, baixos estoques nas mãos dos importadores, razoável estoque de 2023 no Brasil com oferta restrita pelos produtores, os conflitos do Oriente Médio e Ucrânia/Rússia que podem afetar a economia mundial, e o alto preço do robusta no mercado internacional.<br /><br /> A bolsa de Nova York registrou na semana passada o maior nível dos últimos 8 meses dos estoques certificados em 585.379 sacas. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados anteriormente, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 28 de março os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.040,00/sc, mantendo a estabilidade em relação a 29 de fevereiro.<br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas. O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade.<br /><br />Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em junho/24 com strike/preço garantido entre US$ 1,76 e 1,83/lp e vencimento novembro/24 com strike entre US$ 1,66 e 1,80/lp.  Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/04/2024 - Cenário do amendoim</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-04-2024-cenario-do-amendoim--59252549</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 2 de abril de 2024, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar da cultura do amendoim.<br /><br /> O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da África e do sudeste Asiático como os principais produtores e consumidores. Segundo o departamento de Agricultura dos Estado Unidos - USDA, em torno de 50 milhões de toneladas foram produzidas no mundo em 2023, sendo que o Brasil ocupa a 11a posição, com produção de 890 mil toneladas. Apesar de relativamente pequena, de acordo com a CONAB, a produção nacional vem crescendo anualmente sendo que nas últimas quatro safras, apresentou aumento de 65%, chegando a 250 mil hectares plantados, tendo o estado de São Paulo como o principal produtor com 84% desta área.<br /><br /> O amendoim é uma cultura predominantemente de consumo interno, sendo que o mercado internacional representa menos de 10% da produção mundial, com 4,6 milhões de toneladas em 2023. Dentre os principais exportadores, destacamos a Argentina, Estados Unidos e Brasil respectivamente em 1 º, 3 º, e 5 º no ranking mundial.<br /><br /> A boa qualidade do produto desses três países tem atendido a exigência de grandes consumidores, como Rússia, Argélia, Países Baixos, Polônia e Reino Unido. China e Índia também ocupam esse ranking, porém com mercado consumidor restrito aos países asiáticos. Em algumas cidades do oeste paulista formaram-se grandes polos produtivos, com presença de várias empresas exportadoras, destaque para Marília, Tupã, Pompéia, Borborema, Jaboticabal e Dumont. Por ser uma cultura plantada em áreas de reforma de cana-de-açúcar, havia dificuldades para financiamentos devido cessão de áreas.<br /><br /> Porém este cenário vem mudando nos últimos anos, contribuindo para esse aumento, a migração da cultura para as regiões de Marília, Tupã e Pompeia, onde há maior presença de áreas próprias e de reformas de pastagens, em relação a áreas de reforma de cana-de-açúcar.<br /><br /> O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59252549</guid><pubDate>Tue, 02 Apr 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59252549/20240402_bbcast_agro_amendoim.mp3" length="2808729" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 2 de abril de 2024, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar da cultura do amendoim.

 O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 2 de abril de 2024, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar da cultura do amendoim.<br /><br /> O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da África e do sudeste Asiático como os principais produtores e consumidores. Segundo o departamento de Agricultura dos Estado Unidos - USDA, em torno de 50 milhões de toneladas foram produzidas no mundo em 2023, sendo que o Brasil ocupa a 11a posição, com produção de 890 mil toneladas. Apesar de relativamente pequena, de acordo com a CONAB, a produção nacional vem crescendo anualmente sendo que nas últimas quatro safras, apresentou aumento de 65%, chegando a 250 mil hectares plantados, tendo o estado de São Paulo como o principal produtor com 84% desta área.<br /><br /> O amendoim é uma cultura predominantemente de consumo interno, sendo que o mercado internacional representa menos de 10% da produção mundial, com 4,6 milhões de toneladas em 2023. Dentre os principais exportadores, destacamos a Argentina, Estados Unidos e Brasil respectivamente em 1 º, 3 º, e 5 º no ranking mundial.<br /><br /> A boa qualidade do produto desses três países tem atendido a exigência de grandes consumidores, como Rússia, Argélia, Países Baixos, Polônia e Reino Unido. China e Índia também ocupam esse ranking, porém com mercado consumidor restrito aos países asiáticos. Em algumas cidades do oeste paulista formaram-se grandes polos produtivos, com presença de várias empresas exportadoras, destaque para Marília, Tupã, Pompéia, Borborema, Jaboticabal e Dumont. Por ser uma cultura plantada em áreas de reforma de cana-de-açúcar, havia dificuldades para financiamentos devido cessão de áreas.<br /><br /> Porém este cenário vem mudando nos últimos anos, contribuindo para esse aumento, a migração da cultura para as regiões de Marília, Tupã e Pompeia, onde há maior presença de áreas próprias e de reformas de pastagens, em relação a áreas de reforma de cana-de-açúcar.<br /><br /> O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>amendoim,colheita,comercialização,cultivo,plantação,preço,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/65325c345f8160ee2fdbfc238ec744af.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-04-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59211965</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O cenário de oferta de soja na América do Sul, se mantenha superior à safra passada, mesmo com a redução da safra Brasileira, além das intenções de plantio da safra dos EUA, que serão divulgadas nos próximos dias, movimentem as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil sigam ritmo normal e devendo totalizar 67% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, iniciou efetivamente a colheita com possibilidade de atingir nos próximos dias 5% de área. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na faixa Norte, Nordeste e Sul do País, especificamente SC e RS; e na região do Matopiba. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, mantendo os níveis de umidade do solo.  As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos de grande oferta da América do Sul, baixa demanda nos EUA e ajustes de posições dos investidores. Assim, os preços internos deverão ter viés de alta para o curto e estabilidade para o médio prazo.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado vai refletir os dados de intenção de plantio nos Estados Unidos, podendo apresentar baixas caso haja uma redução de área maior do que o mercado espera. O USDA começará a divulgar, a partir do dia 01/04, o acompanhamento do plantio norte-americano da Safra 2024/25. Um bom ritmo de plantio pode ser baixista para os preços na CBOT. De acordo com relatório do dia 27/03, da Bolsa de Cereais na Argentina, a colheita no país atingiu 5,7% do total da área. O orgão espera produção de 54 milhões de toneladas nesta safra, incremento de 20 milhões de toneladas em relação à safra passada, estimada em 34 milhões de toneladas. No Brasil, bons volumes de chuvas são esperados para os próximos dias no Centro-Oeste, favorecendo o manejo e o desenvolvimento dos cultivos da 2ª safra. Em partes da região sudeste e para o Paraná, poderá haver restrição hídrica, podendo impactar no potencial produtivo das lavouras. As precipitações previstas para o início de abril e o avanço da colheita do milho 1ª safra devem continuar mantendo os preços físicos pressionados negativamente no curto prazo.       <b>   Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, ainda favorecendo o enchimento dos grãos; Mercado sem alterações nos principais fundamentos para a volatidade do café, fortalecida agora pelos aumentos consecutivos dos estoques certificados nas bolsas e pela proximidade da colheita no Brasil e na Indonésia. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Com o início do mês e o recebimento dos salários, o poder de compra da população aumenta e pode proporcionar uma melhora no consumo de carne de bovina, colaborando para redução dos estoques dos frigoríficos. Com as chuvas que estão ocorrendo no Centro Oeste, as lavouras de milho estão se beneficiando, colaborando para o seu bom desenvolvimento. Com isso, os pecuaristas que planejam se utilizar do confinamento para engorda dos bois, no segundo semestre, podem aproveitar as oportunidades de compra do insumo. Com a oferta elevada de animais, principalmente fêmeas, as escalas de abate continuarão próximas dos 10 dias. Ministério da Agricultura e Pecuária reconhece nacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação os Estados do Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal. Esse reconhecimento abre caminhos para que os produtos pecuários oriundos destes Estados possam acessar os mercados mais exigentes do mundo.<br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59211965</guid><pubDate>Mon, 01 Apr 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59211965/20240401_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5803825" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   O cenário de oferta de soja na América do Sul, se mantenha superior à safra passada, mesmo com a redução da safra Brasileira, além das intenções de plantio da safra dos EUA, que serão divulgadas nos próximos dias, movimentem as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil sigam ritmo normal e devendo totalizar 67% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, iniciou efetivamente a colheita com possibilidade de atingir nos próximos dias 5% de área. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na faixa Norte, Nordeste e Sul do País, especificamente SC e RS; e na região do Matopiba. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, mantendo os níveis de umidade do solo.  As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos de grande oferta da América do Sul, baixa demanda nos EUA e ajustes de posições dos investidores. Assim, os preços internos deverão ter viés de alta para o curto e estabilidade para o médio prazo.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado vai refletir os dados de intenção de plantio nos Estados Unidos, podendo apresentar baixas caso haja uma redução de área maior do que o mercado espera. O USDA começará a divulgar, a partir do dia 01/04, o acompanhamento do plantio norte-americano da Safra 2024/25. Um bom ritmo de plantio pode ser baixista para os preços na CBOT. De acordo com relatório do dia 27/03, da Bolsa de Cereais na Argentina, a colheita no país atingiu 5,7% do total da área. O orgão espera produção de 54 milhões de toneladas nesta safra, incremento de 20 milhões de toneladas em relação à safra passada, estimada em 34 milhões de toneladas. No Brasil, bons volumes de chuvas são esperados para os próximos dias no Centro-Oeste, favorecendo o manejo e o desenvolvimento dos cultivos da 2ª safra. Em partes da região sudeste e para o Paraná, poderá haver restrição hídrica, podendo impactar no potencial produtivo das lavouras. As precipitações previstas para o início de abril e o avanço da colheita do milho 1ª safra devem continuar mantendo os preços físicos pressionados negativamente no curto prazo.       <b>   Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, ainda favorecendo o enchimento dos grãos; Mercado sem alterações nos principais fundamentos para a volatidade do café, fortalecida agora pelos aumentos consecutivos dos estoques certificados nas bolsas e pela proximidade da colheita no Brasil e na Indonésia. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Com o início do mês e o recebimento dos salários, o poder de compra da população aumenta e pode proporcionar uma melhora no consumo de carne de bovina, colaborando para redução dos estoques dos frigoríficos. Com as chuvas que estão ocorrendo no Centro Oeste, as lavouras de milho estão se beneficiando, colaborando para o seu bom desenvolvimento. Com isso, os pecuaristas que planejam se utilizar do confinamento para engorda dos bois, no segundo semestre, podem aproveitar as oportunidades de compra do insumo. Com a oferta...]]></itunes:summary><itunes:duration>363</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/03/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-03-2024-cenario-do-boi-gordo--59200854</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 28 de março de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 139,9 mil toneladas de carne bovina in natura em 16 dias úteis de março de 2024.<br /><br /> O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.526, queda de 6,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 27 de março de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 232,20 com leve alta de 0,09% no dia. O mercado de reposição mostrou sinais de estabilidade este ano, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.055,59 com alta de 0,15% no dia. Na B3, os contratos futuros de abril e maio de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 229,85 e R$ 297,00 a arroba, respectivamente.<br /><br />            No dia 21 de março, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), publicou a portaria nº 665 que reconhece nacionalmente como livres de Febre Aftosa sem vacinação 16 Estados e o Distrito Federal.<br /><br />            No mercado interno, início desta semana prevaleceu a estabilidade nos preços do boi gordo na maioria das praças pecuárias brasileiras, apesar da continuidade da pressão de baixa.<b></b>            <br /><br /> A redução natural de renda da população na segunda quinzena do mês, somada ao período da Semana Santa (última semana de março/24) contribuem para uma expectativa de redução da demanda doméstica pela carne bovina.<br /><b></b><br /><b></b>             As escalas de abate dos frigoríficos seguem confortáveis – na média Brasil, em 10 dias úteis.<b></b>            <br /><br /> No Mato Grosso, com a aproximação do 1º giro de confinamento no estado, parte dos produtores começa a se planejar com a compra dos insumos. Esse é um ponto importante do planejamento, uma vez que o dispêndio com a suplementação dos animais é um dos fatores que mais pesam no custo de produção da atividade. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente em anos de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Maio de 2024 com preço garantido (strike) entre R$223,50 e 227,50 /@, e<br />-          Junho de 2024 com strike entre R$ 220,60 e 227,00/@ para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br /> Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59200854</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59200854/20240328_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3720298" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 28 de março de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 28 de março de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 139,9 mil toneladas de carne bovina in natura em 16 dias úteis de março de 2024.<br /><br /> O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.526, queda de 6,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 27 de março de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 232,20 com leve alta de 0,09% no dia. O mercado de reposição mostrou sinais de estabilidade este ano, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.055,59 com alta de 0,15% no dia. Na B3, os contratos futuros de abril e maio de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 229,85 e R$ 297,00 a arroba, respectivamente.<br /><br />            No dia 21 de março, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), publicou a portaria nº 665 que reconhece nacionalmente como livres de Febre Aftosa sem vacinação 16 Estados e o Distrito Federal.<br /><br />            No mercado interno, início desta semana prevaleceu a estabilidade nos preços do boi gordo na maioria das praças pecuárias brasileiras, apesar da continuidade da pressão de baixa.<b></b>            <br /><br /> A redução natural de renda da população na segunda quinzena do mês, somada ao período da Semana Santa (última semana de março/24) contribuem para uma expectativa de redução da demanda doméstica pela carne bovina.<br /><b></b><br /><b></b>             As escalas de abate dos frigoríficos seguem confortáveis – na média Brasil, em 10 dias úteis.<b></b>            <br /><br /> No Mato Grosso, com a aproximação do 1º giro de confinamento no estado, parte dos produtores começa a se planejar com a compra dos insumos. Esse é um ponto importante do planejamento, uma vez que o dispêndio com a suplementação dos animais é um dos fatores que mais pesam no custo de produção da atividade. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente em anos de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Maio de 2024 com preço garantido (strike) entre R$223,50 e 227,50 /@, e<br />-          Junho de 2024 com strike entre R$ 220,60 e 227,00/@ para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br /> Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>233</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b699e0f2cb46bbc259163bf288453cff.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/03/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-03-2024-cenario-do-algodao--59187510</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de março de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O mês de março têm sido de queda na cotação da pluma na Bolsa de Nova Iorque: entre os dias 01/03 a 25/03 a desvalorização de 6,54%. Mesmo considerando o atual período de entressafra, caracterizado por oferta de pluma limitada nos países produtores, as baixas apresentadas foram reflexo da expectativa de mais uma safra recorde no Brasil (segundo a boletim mensal da Conab, produção de 3,56 milhões de toneladas, 12% a mais que a safra 2022/23).<br /><br /> Outro fato que requer atenção e poderá influenciar os preços internacionais é o aumento de área de plantio nos Estados Unidos em detrimento do cultivo de soja e milho (a perspectiva segundo o USDA é de incremento de 7,5% comparada à safra anterior).<br /><br /> No Brasil, as exportações seguem em ritmo acelerado: de agosto de 2023 a fevereiro de 2024, o país comercializou 1,62 milhão toneladas de pluma, volume 45% maior que o mesmo período do ciclo anterior e, em março, somente na primeira semana foram exportadas 80 mil toneladas (como comparação, em março de 2023, o total embarcado foi de 75 mil toneladas). Neste mês, as chuvas não ocorreram com volume e frequência desejadas e seguem como ponto de atenção aos cotonicultores para o mês de abril, visto que historicamente começam a se apresentar mais escassas.<br /><br /> A pluma, comparada a outras commodities, apresenta maior volatilidade, visto que não é ligada ao ramo alimentício. Desta forma, é sempre importante que o produtor fique atento ao melhor momento de preços para travar seus custos e melhorar sua margem. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/24 com strike entre U$ 0,78 e U$ 0,82/pound.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59187510</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2024 10:00:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59187510/20240327_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2318045" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 27 de março de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 O mês de março têm sido de queda na cotação da pluma na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de março de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O mês de março têm sido de queda na cotação da pluma na Bolsa de Nova Iorque: entre os dias 01/03 a 25/03 a desvalorização de 6,54%. Mesmo considerando o atual período de entressafra, caracterizado por oferta de pluma limitada nos países produtores, as baixas apresentadas foram reflexo da expectativa de mais uma safra recorde no Brasil (segundo a boletim mensal da Conab, produção de 3,56 milhões de toneladas, 12% a mais que a safra 2022/23).<br /><br /> Outro fato que requer atenção e poderá influenciar os preços internacionais é o aumento de área de plantio nos Estados Unidos em detrimento do cultivo de soja e milho (a perspectiva segundo o USDA é de incremento de 7,5% comparada à safra anterior).<br /><br /> No Brasil, as exportações seguem em ritmo acelerado: de agosto de 2023 a fevereiro de 2024, o país comercializou 1,62 milhão toneladas de pluma, volume 45% maior que o mesmo período do ciclo anterior e, em março, somente na primeira semana foram exportadas 80 mil toneladas (como comparação, em março de 2023, o total embarcado foi de 75 mil toneladas). Neste mês, as chuvas não ocorreram com volume e frequência desejadas e seguem como ponto de atenção aos cotonicultores para o mês de abril, visto que historicamente começam a se apresentar mais escassas.<br /><br /> A pluma, comparada a outras commodities, apresenta maior volatilidade, visto que não é ligada ao ramo alimentício. Desta forma, é sempre importante que o produtor fique atento ao melhor momento de preços para travar seus custos e melhorar sua margem. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/24 com strike entre U$ 0,78 e U$ 0,82/pound.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>145</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/03/2024 - Cenário da olericultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-03-2024-cenario-da-olericultura--59172092</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de março de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre hortaliças baby e as mini hortaliças<b>.</b> Pequenas, só no tamanho!<br /><br /> O potencial do mercado de mini e baby hortaliças é gigante. Apresentam como diferenciais em comparação às suas versões de tamanho original, além do menor porte, maior facilidade de preparo, proporcionando aspecto moderno aos pratos, além do que muitos deles são mais saborosos.<br /><br />  As hortaliças fazem parte de um segmento chamado de “especialidades”, que têm um preço mais alto de venda em comparação com suas versões tradicionais e são menos susceptíveis as oscilações de preços.<br /><br />  Este grupo divide-se em mini e baby onde Mini – ocorre pelo plantio de sementes que passaram por melhoramento genético e submetidos a processamento mínimo que mantém seu formato original, mas reduzem de tamanho. E Baby – obtido por meio da colheita precoce ou antecipada do produto de tamanho tradicional, como as alfaces baby leaf.<br /><br />  O cultivo das miniaturas envolve diversas particularidades, mas também semelhanças em relação aos hortícolas de tamanho normal. Na comercialização, não há regras específicas, as exigências de qualidade são praticamente as mesmas dos produtos de tamanho tradicional. Devido ao custo de produção mais elevado e seu tamanho reduzido, elas são acondicionadas em cestas ou caixas pequenas.<br /><br />  Os produtos mais conhecidos desses segmentos no Brasil são os minitomates, as minicenouras, minialface e as folhosas baby leaf (folhas baby). Esse mercado registra evolução rápida nos países desenvolvidos, estimulados pela cozinha gourmet. No Brasil, houve crescimento, mas o consumo continua nas classes de renda mais altas. Agentes do setor estimam crescimento a taxas médias anuais entre 15% e 20%.<br /><br />  Segundo dados fornecidos pelo Departamento de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp, o volume de entrada de minicenouras no atacado paulistano cresceu 2,3 vezes em cinco anos. Sendo o grande desafio desde segmento a integração da ponta produtora com o varejo, de modo que não sobre produto na roça e não falte no supermercado.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças Baby e Mini hortaliças.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59172092</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59172092/20240326_bbcast_agro_olericultura.mp3" length="2820014" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de março de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre hortaliças baby e as mini hortaliças. Pequenas, só no tamanho!

 O potencial do mercado de mini e baby hortaliças é...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de março de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre hortaliças baby e as mini hortaliças<b>.</b> Pequenas, só no tamanho!<br /><br /> O potencial do mercado de mini e baby hortaliças é gigante. Apresentam como diferenciais em comparação às suas versões de tamanho original, além do menor porte, maior facilidade de preparo, proporcionando aspecto moderno aos pratos, além do que muitos deles são mais saborosos.<br /><br />  As hortaliças fazem parte de um segmento chamado de “especialidades”, que têm um preço mais alto de venda em comparação com suas versões tradicionais e são menos susceptíveis as oscilações de preços.<br /><br />  Este grupo divide-se em mini e baby onde Mini – ocorre pelo plantio de sementes que passaram por melhoramento genético e submetidos a processamento mínimo que mantém seu formato original, mas reduzem de tamanho. E Baby – obtido por meio da colheita precoce ou antecipada do produto de tamanho tradicional, como as alfaces baby leaf.<br /><br />  O cultivo das miniaturas envolve diversas particularidades, mas também semelhanças em relação aos hortícolas de tamanho normal. Na comercialização, não há regras específicas, as exigências de qualidade são praticamente as mesmas dos produtos de tamanho tradicional. Devido ao custo de produção mais elevado e seu tamanho reduzido, elas são acondicionadas em cestas ou caixas pequenas.<br /><br />  Os produtos mais conhecidos desses segmentos no Brasil são os minitomates, as minicenouras, minialface e as folhosas baby leaf (folhas baby). Esse mercado registra evolução rápida nos países desenvolvidos, estimulados pela cozinha gourmet. No Brasil, houve crescimento, mas o consumo continua nas classes de renda mais altas. Agentes do setor estimam crescimento a taxas médias anuais entre 15% e 20%.<br /><br />  Segundo dados fornecidos pelo Departamento de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp, o volume de entrada de minicenouras no atacado paulistano cresceu 2,3 vezes em cinco anos. Sendo o grande desafio desde segmento a integração da ponta produtora com o varejo, de modo que não sobre produto na roça e não falte no supermercado.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças Baby e Mini hortaliças.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>177</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,folhosas,hortaliças,olericultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/156f315cd25b488c11c187542091e94d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/03/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-03-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59142052</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de março de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   As atenções devam se voltar para a divulgação dos dados de intenções de plantio nos EUA, que serão divulgados pelo USDA, que poderão trazer aumento da área de plantio em valores superiores a 2 milhões de hectares. A colheita no Brasil segue avançando, com possibilidade de atingimento de mais de 75% da área colhida. Possivelmente, nas próximas semanas, não será observada grande variabilidade nas consolidações dos dados relativos ao volume de produção do País, dado o percentual significativo de área com produtividade definida. No fundamento clima, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê consideráveis volumes de precipitação nas regiões produtoras, com destaque para o MATOPIBA e RS, em que ainda há lavouras na fase de enchimento de grãos. Na Argentina persistem as previsões de chuvas, porém com volumes menores, o que já favorece áreas aptas a colheita. Diante dos fundamentos de aumento das intenções de área de plantio nos EUA, redução de produção da safra brasileira e aumento de oferta Argentina, as cotações da Bolsa de Chicago seguirão voláteis e os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazos.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado acompanhará a demanda pelo milho estadunidense na próxima semana, uma vez que ocorreu um movimento de valorização nos últimos dias, que poderá reduzir a competitividade do País em relação à outros exportadores. No último reporte de vendas semanais (21/03), o USDA informou que as vendas líquidas foram de 1,18 milhão de toneladas da Safra 2023/24, queda de 8% em relação ao observado no reporte anterior. Na próxima semana o USDA divulgará as estimativas de intenção de plantio dos produtores americanos, podendo trazer volatilidade ao mercado, que espera redução da área de milho em relação ao cultivado na Safra 2023/24. A Bolsa de Cereais na Argentina reduziu a estimativa de produção no País da Safra 2023/24 para 54 milhões de toneladas, corte de 2,5 milhões de toneladas que foi justificada pela onda de calor observada no mês de fevereiro para os cultivos no país. No Brasil, bons volumes de chuvas são esperados para o período, principalmente para o Centro-Oeste. A boa previsão climática e o avanço da colheita do milho 1ª safra devem continuar mantendo os preços físicos pressionados negativamente no curto prazo.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê chuvas mais regulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo o enchimento dos grãos. Os produtores seguem preocupados sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Ressalta-se ainda, o mercado sem alterações nos principais fundamentos para a volatidade do café, fortalecid agora pelos aumentos consecutivos dos estoques certificados nas bolsas e pela proximidade da colheita no Brasil. O preço do robusta no mercado internacional, em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   As chuvas, de um modo geral, seguem regulares e bem distribuídas em grande parte do País, proporcionando boas condições às pastagens, fato que possibilita ao pecuarista reter o gado, limitando a oferta, a fim de evitar maiores recuos no preço da arroba. A última quinzena do mês normalmente apresenta um ritmo lento de reposição entre o varejo e o atacado, uma vez que o consumidor se encontra menos capitalizado. Assim, ocorre uma migração para o consumo de carne de frango, por parte da população que possui uma renda menor. Dessa forma, a tendência é que não haja redução no volume de produto estocado. Face a este movimento, as escalas tendem a permanecer alongadas e confortáveis ao comprador, haja vista a maior disponibilidade de animais para o abate, somado ao consumo interno arrefecido neste período do mês. Assim, a tendência é que a indústria siga em vantagem nas negociações, resultando em menores preços ofertados e viés de baixa às cotações do boi gordo. Durante o segundo trimestre, com o final do período chuvoso, é esperada a perda da qualidade do pasto. Com isso, tende a ocorrer um descarte mais acelerado de bovinos, aumentando a oferta de animais. Assim, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.<br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59142052</guid><pubDate>Mon, 25 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59142052/20240325_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6294927" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de março de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de março de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que   As atenções devam se voltar para a divulgação dos dados de intenções de plantio nos EUA, que serão divulgados pelo USDA, que poderão trazer aumento da área de plantio em valores superiores a 2 milhões de hectares. A colheita no Brasil segue avançando, com possibilidade de atingimento de mais de 75% da área colhida. Possivelmente, nas próximas semanas, não será observada grande variabilidade nas consolidações dos dados relativos ao volume de produção do País, dado o percentual significativo de área com produtividade definida. No fundamento clima, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê consideráveis volumes de precipitação nas regiões produtoras, com destaque para o MATOPIBA e RS, em que ainda há lavouras na fase de enchimento de grãos. Na Argentina persistem as previsões de chuvas, porém com volumes menores, o que já favorece áreas aptas a colheita. Diante dos fundamentos de aumento das intenções de área de plantio nos EUA, redução de produção da safra brasileira e aumento de oferta Argentina, as cotações da Bolsa de Chicago seguirão voláteis e os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazos.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado acompanhará a demanda pelo milho estadunidense na próxima semana, uma vez que ocorreu um movimento de valorização nos últimos dias, que poderá reduzir a competitividade do País em relação à outros exportadores. No último reporte de vendas semanais (21/03), o USDA informou que as vendas líquidas foram de 1,18 milhão de toneladas da Safra 2023/24, queda de 8% em relação ao observado no reporte anterior. Na próxima semana o USDA divulgará as estimativas de intenção de plantio dos produtores americanos, podendo trazer volatilidade ao mercado, que espera redução da área de milho em relação ao cultivado na Safra 2023/24. A Bolsa de Cereais na Argentina reduziu a estimativa de produção no País da Safra 2023/24 para 54 milhões de toneladas, corte de 2,5 milhões de toneladas que foi justificada pela onda de calor observada no mês de fevereiro para os cultivos no país. No Brasil, bons volumes de chuvas são esperados para o período, principalmente para o Centro-Oeste. A boa previsão climática e o avanço da colheita do milho 1ª safra devem continuar mantendo os preços físicos pressionados negativamente no curto prazo.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê chuvas mais regulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo o enchimento dos grãos. Os produtores seguem preocupados sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Ressalta-se ainda, o mercado sem alterações nos principais fundamentos para a volatidade do café, fortalecid agora pelos aumentos consecutivos dos estoques certificados nas bolsas e pela proximidade da colheita no Brasil. O preço do robusta no mercado internacional, em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   As chuvas, de um modo geral, seguem regulares e bem distribuídas em grande parte do País, proporcionando boas condições às pastagens, fato que possibilita ao pecuarista reter o gado, limitando a oferta, a fim de evitar maiores recuos no preço da arroba. A última quinzena do mês normalmente apresenta um ritmo lento de reposição entre o varejo e o...]]></itunes:summary><itunes:duration>394</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/03/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-03-2024-cenario-do-milho--59130665</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 22 de março de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />  O aumento das tensões no Mar Negro, após novos ataques na madrugada do último dia 18, onde a Rússia atacou portos de Odesa, na Ucrânia, levou à volatilidade dos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato com vencimento em maio/24 encerrou o dia 19, cotado a U$ 4,39/bushel, valorização de 0,80% em relação ao dia anterior. O mercado externo está acompanhando o clima do hemisfério sul, em especial a colheita na Argentina e o desenvolvimento do milho 2ª safra no Brasil, e se preparando para a divulgação, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 29 de março, da intenção de plantio para o cereal no país referente à safra 2024/25. Espera-se que a área seja menor em relação a área cultivada na safra 2023/24, motivado pela redução do preço da commodity no mercado externo.<br /><br />  No Brasil, de acordo com a Conab em relatório de acompanhamento das lavouras publicado no dia 18 de março, a colheita do milho 1ª safra chegou a 37% da área total e o plantio da 2ª safra está praticamente finalizado, estimado em 92,3% da área.<br /><br />  O órgão reduziu novamente neste mês a estimativa de produção total para a safra brasileira 2023/24, para 112,75 milhões de toneladas, quase um milhão de toneladas menor em relação ao levantamento de fevereiro.<br /><br />  Apesar da colheita do milho 1ª safra, nos últimos dias o preço físico tem apresentado estabilidade. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira, dia 20, precificado a R$62,75 por saca, refletindo a comercialização lenta, com vendedores limitando ofertas e esperando novas valorizações.<br /><br />  Na B3, os futuros estão mostrando volatilidade desde o início do mês de março, devido ao clima quente e seco nas principais regiões produtoras do milho 2ª safra, que poderá prejudicar o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />- maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,15 e R$ 59,42 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 57,06 e R$ 59,85 por saca.  <br /><br /> Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59130665</guid><pubDate>Fri, 22 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59130665/20240322_bbcast_agro_milho.mp3" length="4424977" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 22 de março de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.

  O aumento das tensões no Mar Negro, após novos ataques na madrugada...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 22 de março de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />  O aumento das tensões no Mar Negro, após novos ataques na madrugada do último dia 18, onde a Rússia atacou portos de Odesa, na Ucrânia, levou à volatilidade dos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato com vencimento em maio/24 encerrou o dia 19, cotado a U$ 4,39/bushel, valorização de 0,80% em relação ao dia anterior. O mercado externo está acompanhando o clima do hemisfério sul, em especial a colheita na Argentina e o desenvolvimento do milho 2ª safra no Brasil, e se preparando para a divulgação, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no dia 29 de março, da intenção de plantio para o cereal no país referente à safra 2024/25. Espera-se que a área seja menor em relação a área cultivada na safra 2023/24, motivado pela redução do preço da commodity no mercado externo.<br /><br />  No Brasil, de acordo com a Conab em relatório de acompanhamento das lavouras publicado no dia 18 de março, a colheita do milho 1ª safra chegou a 37% da área total e o plantio da 2ª safra está praticamente finalizado, estimado em 92,3% da área.<br /><br />  O órgão reduziu novamente neste mês a estimativa de produção total para a safra brasileira 2023/24, para 112,75 milhões de toneladas, quase um milhão de toneladas menor em relação ao levantamento de fevereiro.<br /><br />  Apesar da colheita do milho 1ª safra, nos últimos dias o preço físico tem apresentado estabilidade. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira, dia 20, precificado a R$62,75 por saca, refletindo a comercialização lenta, com vendedores limitando ofertas e esperando novas valorizações.<br /><br />  Na B3, os futuros estão mostrando volatilidade desde o início do mês de março, devido ao clima quente e seco nas principais regiões produtoras do milho 2ª safra, que poderá prejudicar o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />- maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,15 e R$ 59,42 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 57,06 e R$ 59,85 por saca.  <br /><br /> Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>277</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/03/2024 - Cenário da piscicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-03-2024-cenario-da-piscicultura--59117725</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 21 de março de 2024, meu nome é Rossana Maria Cláudio, sou Assessora de Agronegócios em Vitória da Conquista/BA, e vamos falar sobre o cenário da piscicultura.<br /><br />A produção de peixes cultivados no Brasil, em 2023, atingiu 887.029 toneladas, com crescimento de 3,1% em relação ao ano de 2022. As exportações da piscicultura brasileira, em 2023, geraram um faturamento de R$ 124 milhões, com a tilápia respondendo por 94% da receita, conforme dados do COMEX STAT/Ministério da Economia. Dessa forma, se mantém uma expectativa de que a produção total de animais aquáticos chegue aos 202 milhões de toneladas até 2030.<br /><br /> De acordo com o Ministério, o Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores produtores mundiais de tilápia com uma produção de 0,57 milhões de toneladas / ano, ficando atras de China (2,05), Indonésia (1,45) e Egito (1,10). Brasil produziu 263.479 toneladas de peixes nativos, em 2023, com 1,3% de redução em relação ao ano de 2022, dados publicados em 2024. No momento, no Brasil e em vários países do mundo, há o período religioso da Quaresma, onde o peixe torna-se uma alternativa nutritiva carregada de simbolismo e espiritualidade.<br /><br />  Em regra, historicamente, no período de Quaresma a demanda por peixes cresce no país. Em 2024 no momento, o indicador Cepea/Peixe BR apontou para tilápia, na Região noroeste do estado de São Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul, um preço de R$ 9,61, considerado estável, assim como no Norte do Paraná e no Sul do Estado de São Paulo, ficando em R$ 10,04. Demais regiões produtoras, tais como o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, também se verificou estabilidade.<br /><br /> Entretanto, existe uma expectativa de aumento da demanda, no varejo, especialmente, de tilápia inteira e nativos nas Regiões Norte e Nordeste, entre os dias 22 e 30 de março, em virtude da Semana Santa. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro conta com linhas de crédito de custeio e investimentos para a atividade de piscicultura.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59117725</guid><pubDate>Thu, 21 Mar 2024 10:00:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59117725/20240321_bbcast_agro_piscicultura.mp3" length="3255946" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de março de 2024, meu nome é Rossana Maria Cláudio, sou Assessora de Agronegócios em Vitória da Conquista/BA, e vamos falar sobre o cenário da piscicultura.

A produção de peixes cultivados no Brasil, em 2023, atingiu 887.029 toneladas,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 21 de março de 2024, meu nome é Rossana Maria Cláudio, sou Assessora de Agronegócios em Vitória da Conquista/BA, e vamos falar sobre o cenário da piscicultura.<br /><br />A produção de peixes cultivados no Brasil, em 2023, atingiu 887.029 toneladas, com crescimento de 3,1% em relação ao ano de 2022. As exportações da piscicultura brasileira, em 2023, geraram um faturamento de R$ 124 milhões, com a tilápia respondendo por 94% da receita, conforme dados do COMEX STAT/Ministério da Economia. Dessa forma, se mantém uma expectativa de que a produção total de animais aquáticos chegue aos 202 milhões de toneladas até 2030.<br /><br /> De acordo com o Ministério, o Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores produtores mundiais de tilápia com uma produção de 0,57 milhões de toneladas / ano, ficando atras de China (2,05), Indonésia (1,45) e Egito (1,10). Brasil produziu 263.479 toneladas de peixes nativos, em 2023, com 1,3% de redução em relação ao ano de 2022, dados publicados em 2024. No momento, no Brasil e em vários países do mundo, há o período religioso da Quaresma, onde o peixe torna-se uma alternativa nutritiva carregada de simbolismo e espiritualidade.<br /><br />  Em regra, historicamente, no período de Quaresma a demanda por peixes cresce no país. Em 2024 no momento, o indicador Cepea/Peixe BR apontou para tilápia, na Região noroeste do estado de São Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul, um preço de R$ 9,61, considerado estável, assim como no Norte do Paraná e no Sul do Estado de São Paulo, ficando em R$ 10,04. Demais regiões produtoras, tais como o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, também se verificou estabilidade.<br /><br /> Entretanto, existe uma expectativa de aumento da demanda, no varejo, especialmente, de tilápia inteira e nativos nas Regiões Norte e Nordeste, entre os dias 22 e 30 de março, em virtude da Semana Santa. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro conta com linhas de crédito de custeio e investimentos para a atividade de piscicultura.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,panga,peixe,pesca,piscicultura,tilapia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/18534e5d829237465e010d228e2cdc49.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/03/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-03-2024-cenario-do-cafe-conilon--59105074</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 20 de março de 2024, me chamo Rossana Maria Cláudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista - BA e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita do café conilon nas principais regiões produtoras inicia-se em meados de abril para as variedades precoces. As lavouras estão apresentando boa granação e um bom estado fisiológico. Neste momento é crucial gerenciar adequadamente a adubação para garantir a conclusão bem-sucedida da granação.<br /><br /> De acordo com o Centro de Comércio do Café de Vitória, as exportações do café solúvel do Espírito Santo aumentaram 51%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Uma seca extrema atingiu o sudeste asiático, resultando em uma queda na produção de café robusta, especialmente na Indonésia e no Vietnã, que são os principais produtores dessa variedade, afetando os preços locais e aumentando a importação de cafés brasileiros, que têm preços mais acessíveis, para atender à demanda interna dos países pela bebida.<br /><br /> O café conilon teve alta no início da semana em Londres; o contrato de julho/2024 começou com um aumento de US$49 por tonelada, atingindo US$3260. O mercado está atento aos acontecimentos na Ásia e à oferta global do produto, que está sendo afetada por problemas logísticos, que dificultam a produção e o transporte do café para o mercado mundial, mesmo depois de se saber que a Bolsa de Londres registrou crescimento dos estoques certificados do robusta, o mercado continua com grande volatilidade de preço e com tendência de positividade.<br /><br /> O café conilon está valorizado no mercado interno, com o café tipo 7 chegando a R$ 860,00 a saca de 60kg na COOABRIEL. Com a elevação dos preços do café conilon, eles ficaram perto dos preços cobrados pelo café arábica. Isso levou a um crescimento do consumo interno de arábica pela indústria e um crescimento das exportações de conilon.<br /><br /> Frente às análises de mercado sobre a produção total de 23/24, os produtores devem seguir monitorando o mercado do café, empregar mecanismos de proteção existentes e aproveitar a volatidade de alta dos preços. Essas ações têm como objetivo resguardar contra oscilações nos preços, oferecendo segurança aos produtores em um cenário difícil.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, oferecendo soluções para todas as demandas da sua fazenda, como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59105074</guid><pubDate>Wed, 20 Mar 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59105074/20240320_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3261797" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 20 de março de 2024, me chamo Rossana Maria Cláudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista - BA e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 A colheita do café conilon nas principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 20 de março de 2024, me chamo Rossana Maria Cláudio, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista - BA e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita do café conilon nas principais regiões produtoras inicia-se em meados de abril para as variedades precoces. As lavouras estão apresentando boa granação e um bom estado fisiológico. Neste momento é crucial gerenciar adequadamente a adubação para garantir a conclusão bem-sucedida da granação.<br /><br /> De acordo com o Centro de Comércio do Café de Vitória, as exportações do café solúvel do Espírito Santo aumentaram 51%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Uma seca extrema atingiu o sudeste asiático, resultando em uma queda na produção de café robusta, especialmente na Indonésia e no Vietnã, que são os principais produtores dessa variedade, afetando os preços locais e aumentando a importação de cafés brasileiros, que têm preços mais acessíveis, para atender à demanda interna dos países pela bebida.<br /><br /> O café conilon teve alta no início da semana em Londres; o contrato de julho/2024 começou com um aumento de US$49 por tonelada, atingindo US$3260. O mercado está atento aos acontecimentos na Ásia e à oferta global do produto, que está sendo afetada por problemas logísticos, que dificultam a produção e o transporte do café para o mercado mundial, mesmo depois de se saber que a Bolsa de Londres registrou crescimento dos estoques certificados do robusta, o mercado continua com grande volatilidade de preço e com tendência de positividade.<br /><br /> O café conilon está valorizado no mercado interno, com o café tipo 7 chegando a R$ 860,00 a saca de 60kg na COOABRIEL. Com a elevação dos preços do café conilon, eles ficaram perto dos preços cobrados pelo café arábica. Isso levou a um crescimento do consumo interno de arábica pela indústria e um crescimento das exportações de conilon.<br /><br /> Frente às análises de mercado sobre a produção total de 23/24, os produtores devem seguir monitorando o mercado do café, empregar mecanismos de proteção existentes e aproveitar a volatidade de alta dos preços. Essas ações têm como objetivo resguardar contra oscilações nos preços, oferecendo segurança aos produtores em um cenário difícil.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, oferecendo soluções para todas as demandas da sua fazenda, como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/03/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-03-2024-cenario-do-leite--59091427</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 19 de março de 2024, eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista-BA e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> O preço do leite segue com a tendência de alta pelo terceiro mês consecutivo, atingindo R$ 2,13 de média nacional, de acordo com dados do CEPEA, com um aumento de 5% em relação ao mês anterior.<b> No entanto, no comparativo dos últimos 12 meses, apresenta uma queda de 19,8% na média nacional.</b><br /><br />Houve queda nos custos de produção em função da baixa dos preços do milho e farelo de soja, principais componentes do custo da ração, o que melhora a rentabilidade da atividade. Quanto as exportações brasileiras de lácteos, foram exportados 16,5 milhões de litros em equivalente-leite. Foi o maior patamar registrado desde maio de 2022, um resultado 110% acima do registrado no mês de janeiro e 153% acima do registrado em fevereiro de 2022.<br /><br />As importações tiveram queda de 12,7% em relação ao mês anterior, mas ainda permanecem com volumes elevados, com o equivalente a 180 milhões de litros em fevereiro/24, reflexo da interrupção da sequência de altas no mercado internacional.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da propriedade e pode contar com as Linhas de Crédito do BB para Custeio e Investimento, buscando otimizar a infraestrutura da propriedade e produzir fontes alternativas de forragem volumosa para uso durante o ano.<br /><br /> Pode, ainda, contar com o BB Opções Agro, para assegurar o planejamento e a gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para milho, por exemplo.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59091427</guid><pubDate>Tue, 19 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59091427/20240319_bbcast_agro_leite.mp3" length="2633604" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 19 de março de 2024, eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista-BA e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

 O preço do leite segue com a tendência de alta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 19 de março de 2024, eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista-BA e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> O preço do leite segue com a tendência de alta pelo terceiro mês consecutivo, atingindo R$ 2,13 de média nacional, de acordo com dados do CEPEA, com um aumento de 5% em relação ao mês anterior.<b> No entanto, no comparativo dos últimos 12 meses, apresenta uma queda de 19,8% na média nacional.</b><br /><br />Houve queda nos custos de produção em função da baixa dos preços do milho e farelo de soja, principais componentes do custo da ração, o que melhora a rentabilidade da atividade. Quanto as exportações brasileiras de lácteos, foram exportados 16,5 milhões de litros em equivalente-leite. Foi o maior patamar registrado desde maio de 2022, um resultado 110% acima do registrado no mês de janeiro e 153% acima do registrado em fevereiro de 2022.<br /><br />As importações tiveram queda de 12,7% em relação ao mês anterior, mas ainda permanecem com volumes elevados, com o equivalente a 180 milhões de litros em fevereiro/24, reflexo da interrupção da sequência de altas no mercado internacional.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da propriedade e pode contar com as Linhas de Crédito do BB para Custeio e Investimento, buscando otimizar a infraestrutura da propriedade e produzir fontes alternativas de forragem volumosa para uso durante o ano.<br /><br /> Pode, ainda, contar com o BB Opções Agro, para assegurar o planejamento e a gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para milho, por exemplo.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>165</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/03/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-03-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--59086514</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de março de 2024, meu nome é Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O cenário de oferta de soja na América do Sul, superior à safra passada, mesmo com a redução da safra Brasileira e as intenções de plantio da safra dos EUA que serão divulgadas nos próximos dias, movimentem as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil seguem ritmo normal e devem totalizar 67% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, iniciou efetivamente a colheita com possibilidade de atingir nos próximos dias 5% de área. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na faixa Norte, Nordeste e Sul do País, especificamente SC e RS; e na região do Matopiba. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, mantendo os níveis de umidade do solo.  As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos de grande oferta da América do Sul, baixa demanda nos EUA e ajustes de posições dos investidores. Assim, os preços internos deverão ter viés de alta para o curto e estabilidade para o médio prazo.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A demanda pelo milho norte-americano continuará sendo acompanhada pelo mercado externo, podendo influenciar na precificação do cereal, caso se mantenha aquecida. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as vendas semanais foram de 1,28 milhão de toneladas, aumento de 16% em relação à última semana. O total exportado pelos EUA na safra 2023/24 chegou à 40,51 milhões de toneladas, estando 27% superior ao mesmo período do ano passado. O USDA projeta que o País poderá embarcar 53,34 milhões de toneladas nesta safra. A Conab divulgou no dia 12/03 seu 6º Levantamento Safra 2023/24, e realizou novo corte na produção de milho brasileira em quase 1%, estimada agora em 112,75 milhões de toneladas. Os estoques finais foram projetados em 6,25 milhões de toneladas, podendo ser o menor estoque final dos últimos cinco anos. A redução na produção foi reflexo da menor produtividade e área cultivada em relação ao relatório de fevereiro. No Brasil, a colheita da 1ª safra deve continuar pressionando às cotações no mercado físico, entretanto o clima quente e seco nas principais regiões produtoras da 2ª safra poderá limitar as baixas.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> A meteorologia prevê pouco volume de chuvas e temperaturas mais altas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, porém há bastante umidade no solo para continuidade do enchimento dos grãos. Os produtores seguem preocupados sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Os fundamentos econômicos e geopolíticos, a restrição de robusta pela Ásia, as condições climáticas no Brasil e aumento dos estoques certificados nas bolsas de NY e Londres mantém a volatilidade nos preços. A alta do robusta no mercado internacional continuará influenciando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A China, nossa principal compradora, segundo a ABIEC, pagou US$ 4.461 pela tonelada da carne bovina in natura em fev/24, abaixo do valor médio das exportações do mês, que ficou em US$ 4.526. A semana seguirá com pressão negativa nos preços da carne bovina in natura no mercado internacional. Vale destacar, que mais 24 abatedouros bovinos foram habilitados para exportar carne para China, agora o Brasil possui 65 abatedouros aptos para exportação ao país asiático, o que eleva o potencial de compras por este país. Os produtores precisam ficar atentos ao padrão de animal que a China compra, pois os que não alcançarem esta qualidade poderão receber preços com deságio. O aumento de fêmeas, na composição das escalas de abates, vêm se acentuando e, com isso, a pressão negativa sobre o preço da arroba da vaca gorda pode ocorrer com mais frequência e o deságio em relação ao preço da arroba do boi gordo alcançar patamares históricos. Com a entrada na segunda quinzena do mês, a redução no consumo poderá diminuir o escoamento de carne no varejo, e a indústria tende a diminuir as compras de animais, aumentando a pressão baixista no preço da arroba. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59086514</guid><pubDate>Mon, 18 Mar 2024 14:20:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59086514/20240318_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6417389" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de março de 2024, meu nome é Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de março de 2024, meu nome é Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O cenário de oferta de soja na América do Sul, superior à safra passada, mesmo com a redução da safra Brasileira e as intenções de plantio da safra dos EUA que serão divulgadas nos próximos dias, movimentem as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil seguem ritmo normal e devem totalizar 67% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, iniciou efetivamente a colheita com possibilidade de atingir nos próximos dias 5% de área. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na faixa Norte, Nordeste e Sul do País, especificamente SC e RS; e na região do Matopiba. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, mantendo os níveis de umidade do solo.  As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos de grande oferta da América do Sul, baixa demanda nos EUA e ajustes de posições dos investidores. Assim, os preços internos deverão ter viés de alta para o curto e estabilidade para o médio prazo.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A demanda pelo milho norte-americano continuará sendo acompanhada pelo mercado externo, podendo influenciar na precificação do cereal, caso se mantenha aquecida. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as vendas semanais foram de 1,28 milhão de toneladas, aumento de 16% em relação à última semana. O total exportado pelos EUA na safra 2023/24 chegou à 40,51 milhões de toneladas, estando 27% superior ao mesmo período do ano passado. O USDA projeta que o País poderá embarcar 53,34 milhões de toneladas nesta safra. A Conab divulgou no dia 12/03 seu 6º Levantamento Safra 2023/24, e realizou novo corte na produção de milho brasileira em quase 1%, estimada agora em 112,75 milhões de toneladas. Os estoques finais foram projetados em 6,25 milhões de toneladas, podendo ser o menor estoque final dos últimos cinco anos. A redução na produção foi reflexo da menor produtividade e área cultivada em relação ao relatório de fevereiro. No Brasil, a colheita da 1ª safra deve continuar pressionando às cotações no mercado físico, entretanto o clima quente e seco nas principais regiões produtoras da 2ª safra poderá limitar as baixas.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> A meteorologia prevê pouco volume de chuvas e temperaturas mais altas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, porém há bastante umidade no solo para continuidade do enchimento dos grãos. Os produtores seguem preocupados sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Os fundamentos econômicos e geopolíticos, a restrição de robusta pela Ásia, as condições climáticas no Brasil e aumento dos estoques certificados nas bolsas de NY e Londres mantém a volatilidade nos preços. A alta do robusta no mercado internacional continuará influenciando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A China, nossa principal compradora, segundo a ABIEC, pagou US$ 4.461 pela tonelada da carne bovina in natura em fev/24, abaixo do valor médio das exportações do mês, que ficou em US$ 4.526. A semana seguirá com pressão negativa nos preços da carne bovina in natura no mercado internacional. Vale destacar, que mais 24 abatedouros bovinos foram habilitados para exportar carne...]]></itunes:summary><itunes:duration>402</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/03/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-03-2024-cenario-da-soja--59049701</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 15 de março de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 55,8% da área cultivada, destaques para os Estados de GO com 63%, MS com 78%, MT com 89% e PR com 64%. A CONAB, em seu último relatório, indicou que a produtividade média do Centro Oeste alcança 3.190 Kg/ha, queda de 15,9% em relação à safra anterior.<br /><br /> O órgão também indica que as lavouras brasileiras se encontram em 1,6% em desenvolvimento vegetativo, 20,3 em enchimento de grãos, 3,9% em floração e 18,8% em maturação. Houve também, uma redução na projeção de produção total brasileira, que ficou em 146,8 milhões de toneladas, 5% menor em relação à safra 22/23. A Bolsa de Cereales de Buenos Aires, estima que a produção na Argentina atinja 52,5 milhões de toneladas, ante 21 milhões de toneladas da safra 22/23.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 13/03 cotado a US$ 11,96/bushel, apresentando leve alta em relação ao início do mês de 4,9%. Fatores que contribuíram para a leve alta das cotações foram:  realização de lucros por parte dos fundos, incerteza quanto ao tamanho da oferta da safra da Sul-americana e perspectiva de aumento da demanda Chinesa. O indicador CEPEA em 11/03 foi cotado a R$ 121,86/saca, apresentando alta de 5,5% em relação ao início do mês. No Brasil, o INMET prevê para a segunda quinzena de março, chuvas em praticamente todas as regiões produtoras, destacando parte do Sudeste, parte do Centro Oeste e a faixa Norte do país com bons volumes acumulados, podendo atingir até 90mm.<br /><br />As previsões para o MATOPIBA indicam chuvas dentro da média. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,78 e U$ 12,03/bushel e<br />- junho/24 com strike entre U$ 11,50 e U$ 12,09/ bushel  <br /><br />   Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59049701</guid><pubDate>Fri, 15 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59049701/20240315_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="4104821" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 15 de março de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 55,8% da área cultivada,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 15 de março de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 55,8% da área cultivada, destaques para os Estados de GO com 63%, MS com 78%, MT com 89% e PR com 64%. A CONAB, em seu último relatório, indicou que a produtividade média do Centro Oeste alcança 3.190 Kg/ha, queda de 15,9% em relação à safra anterior.<br /><br /> O órgão também indica que as lavouras brasileiras se encontram em 1,6% em desenvolvimento vegetativo, 20,3 em enchimento de grãos, 3,9% em floração e 18,8% em maturação. Houve também, uma redução na projeção de produção total brasileira, que ficou em 146,8 milhões de toneladas, 5% menor em relação à safra 22/23. A Bolsa de Cereales de Buenos Aires, estima que a produção na Argentina atinja 52,5 milhões de toneladas, ante 21 milhões de toneladas da safra 22/23.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 13/03 cotado a US$ 11,96/bushel, apresentando leve alta em relação ao início do mês de 4,9%. Fatores que contribuíram para a leve alta das cotações foram:  realização de lucros por parte dos fundos, incerteza quanto ao tamanho da oferta da safra da Sul-americana e perspectiva de aumento da demanda Chinesa. O indicador CEPEA em 11/03 foi cotado a R$ 121,86/saca, apresentando alta de 5,5% em relação ao início do mês. No Brasil, o INMET prevê para a segunda quinzena de março, chuvas em praticamente todas as regiões produtoras, destacando parte do Sudeste, parte do Centro Oeste e a faixa Norte do país com bons volumes acumulados, podendo atingir até 90mm.<br /><br />As previsões para o MATOPIBA indicam chuvas dentro da média. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,78 e U$ 12,03/bushel e<br />- junho/24 com strike entre U$ 11,50 e U$ 12,09/ bushel  <br /><br />   Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>257</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/03/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-03-2024-cenario-do-boi-gordo--59036750</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 14 de março de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 50,6 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros seis dias úteis de março de 2024.<br /><br /> O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.501, queda de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 12 de março de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 233,15 com queda de 0,3%</b><b> </b>no dia. O mercado de reposição mostrou sinais de recuperação nos últimos meses, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a <b>R$ 2.054,73 com queda de 0,07% </b>no dia. Na B3, os contratos futuros de abril e maio de 2024 fecharam o dia cotados em <b>R$ 231,75 e R$ 230,00 </b>a arroba, respectivamente.<br /><br /> O momento é de maior oferta de animais para abate. Segundo o CEPEA, considerando as negociações na praça paulista, o intervalo médio entre o fechamento da venda e o abate, em fevereiro de 2024 foi de 13 dias. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina teve desvalorização de 2,0% no acumulado do mês de fevereiro, encerrando o mês com o quilo cotado R$ 16,48. O MAPA divulgou que a China habilitou 24 abatedouros de bovinos para vender carne ao país asiático, até o início do mês de março deste ano eram 41 plantas de bovinos habilitadas.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente em anos de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Abril de 2024 com preço garantido (strike) entre R$230,00 e 231,50 /@, e<br />-          Maio de 2024 com strike entre R$ 224,00 e 229,00/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59036750</guid><pubDate>Thu, 14 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59036750/20240314_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3787590" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 14 de março de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 14 de março de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 50,6 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros seis dias úteis de março de 2024.<br /><br /> O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.501, queda de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 12 de março de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 233,15 com queda de 0,3%</b><b> </b>no dia. O mercado de reposição mostrou sinais de recuperação nos últimos meses, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a <b>R$ 2.054,73 com queda de 0,07% </b>no dia. Na B3, os contratos futuros de abril e maio de 2024 fecharam o dia cotados em <b>R$ 231,75 e R$ 230,00 </b>a arroba, respectivamente.<br /><br /> O momento é de maior oferta de animais para abate. Segundo o CEPEA, considerando as negociações na praça paulista, o intervalo médio entre o fechamento da venda e o abate, em fevereiro de 2024 foi de 13 dias. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina teve desvalorização de 2,0% no acumulado do mês de fevereiro, encerrando o mês com o quilo cotado R$ 16,48. O MAPA divulgou que a China habilitou 24 abatedouros de bovinos para vender carne ao país asiático, até o início do mês de março deste ano eram 41 plantas de bovinos habilitadas.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente em anos de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Abril de 2024 com preço garantido (strike) entre R$230,00 e 231,50 /@, e<br />-          Maio de 2024 com strike entre R$ 224,00 e 229,00/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!  ]]></itunes:summary><itunes:duration>237</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bc04e6f1f5833f5a81f4d2fcb9e5badd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/03/2024 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-03-2024-cenario-da-cana-de-acucar--59024497</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de março de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />  A safra 23/24 de cana-de-açúcar da região Centro-Sul registrou produtividade de 87,6 t/ha, de abril a dezembro de 2023. Isto significa cerca de 10 t a mais do que a média das últimas 15 safras, segundo o Centro de Tecnologia Canavieira – CTC.<br /><br /> Estas altas produtividades obtidas são resultado das condições climáticas, com chuvas bem distribuídas e acima da média em todo o centro Sul. Os municípios que se destacaram foram Araçatuba (+37%), Piracicaba e São José do Rio Preto (+25%), em relação à safra anterior.<br /><br />O fechamento 23/24 deve ser de 655 Milhões de t de cana moída que resultaram em 42,5 Mi t de açúcar e 33,5 Bi L de etanol.<br /><br />E, melhor ainda, além da alta produtividade, os custos baixaram entre 15 e 20%, de acordo com o Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas – Pecege. Mas, e a safra 24/25, a ser iniciada oficialmente em abril? O que esperar?<br /><br />As previsões feitas por grande maioria dos órgãos especializados no assunto têm revisto as suas posições. Expectativa de chuvas abaixo da média e a chegada do fenômeno climático La Niña no segundo semestre, são fatores de queda na produção. Além disso, a alta no consumo de mudas e a tímida renovação dos canaviais devem impactar a nova safra.<br /><br />A Datagro, empresa de consultoria agrícola de Ribeirão Preto, durante o evento “Abertura de Safra”, no dia 06 de março, apresentou projeção de 592 Mit de cana a ser produzida, menor em quase 10%, se comparada à safra passada.<br /><br /> Entretanto, haverá pouco impacto na oferta de açúcar e etanol, se considerados os estoques atuais destes produtos. Enfim, o clima será o protagonista para a definição da produtividade da safra 24/25. Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil.<br /><br />Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59024497</guid><pubDate>Wed, 13 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59024497/20240313_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3932622" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de março de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

  A safra 23/24 de cana-de-açúcar da região Centro-Sul registrou produtividade...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de março de 2024, eu sou Graça Fogli, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />  A safra 23/24 de cana-de-açúcar da região Centro-Sul registrou produtividade de 87,6 t/ha, de abril a dezembro de 2023. Isto significa cerca de 10 t a mais do que a média das últimas 15 safras, segundo o Centro de Tecnologia Canavieira – CTC.<br /><br /> Estas altas produtividades obtidas são resultado das condições climáticas, com chuvas bem distribuídas e acima da média em todo o centro Sul. Os municípios que se destacaram foram Araçatuba (+37%), Piracicaba e São José do Rio Preto (+25%), em relação à safra anterior.<br /><br />O fechamento 23/24 deve ser de 655 Milhões de t de cana moída que resultaram em 42,5 Mi t de açúcar e 33,5 Bi L de etanol.<br /><br />E, melhor ainda, além da alta produtividade, os custos baixaram entre 15 e 20%, de acordo com o Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas – Pecege. Mas, e a safra 24/25, a ser iniciada oficialmente em abril? O que esperar?<br /><br />As previsões feitas por grande maioria dos órgãos especializados no assunto têm revisto as suas posições. Expectativa de chuvas abaixo da média e a chegada do fenômeno climático La Niña no segundo semestre, são fatores de queda na produção. Além disso, a alta no consumo de mudas e a tímida renovação dos canaviais devem impactar a nova safra.<br /><br />A Datagro, empresa de consultoria agrícola de Ribeirão Preto, durante o evento “Abertura de Safra”, no dia 06 de março, apresentou projeção de 592 Mit de cana a ser produzida, menor em quase 10%, se comparada à safra passada.<br /><br /> Entretanto, haverá pouco impacto na oferta de açúcar e etanol, se considerados os estoques atuais destes produtos. Enfim, o clima será o protagonista para a definição da produtividade da safra 24/25. Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil.<br /><br />Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio, e muito mais? Inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>246</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/03/2024 - Cenário da uva</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-03-2024-cenario-da-uva--59008052</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de março de 2024, meu nome é Sávio Diego e sou Assessor(a) de Agronegócios em Bento Gonçalves-RS e falaremos sobre o cenário da uva.<br /><br />    A uva é uma das frutas mais importantes economicamente no mundo. Possui vários componentes que são benéficos para a saúde. Entre eles estão os chamados antioxidantes – substâncias que evitam a oxidação de certos componentes encontrados em  nossas celulas. Os antioxidantes retardam o envelhecimento, a formação de rugas, previnem doenças coronárias e as chamadas doenças crônicas, como o Câncer e o Alzheimer.<br /><br />    O estado do Rio Grande do Sul é o maior produtor de uva destinada a fabricação de bebidas, já a região do Vale do São Francisco, que abrange partes dos Estados de Pernambuco e Bahia, consolidou-se na produção de uvas de mesa destacando-se, também, como polo exportador nos últimos anos.<br /><br />  A safra gaúcha atual segue em plena colheita, porém vem enfrentando desafios, devido as condições climáticas adversas, como: inverno com menor quantidade de horas de frio, afetando a brotação das plantas, excesso de chuva na floração, impactando na polinização das videiras e favorecendo ao surgimento de doenças fúngicas, reduzindo a quantidade e a qualidade das uvas cultivadas.<br /><br />    Entrou em vigor em 1º de janeiro, até 31 de dezembro de 2024, o novo preço mínimo da uva industrial passando a ser de R$ 1,50/kg para os estados das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste, queda de 5,6% em relação a safra passada, conforme <b>PORTARIA MAPA Nº 636, </b>publicado no Diário Oficial da União 04/12/2023<b>.</b><br /><br />    No mercado interno, o preço médio da uva fina de mesa, no Vale do São Francisco, atingiu no mês de fevereiro de 2024, R$ 8,00 por Kg, alta de 14,3% em relação ao mesmo período no ano anterior.<br /><br />      O Banco do Brasil conta com linhas completas de investimentos para que o produtor possa investir na:<br /><br />    ·   Renovação/implantação de parreirais;<br />    ·   Irrigação;<br />    ·  Cultivo Protegido;<br />    ·  Armazenagem (Câmara fria);<br />    · Turismo Rural .<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/59008052</guid><pubDate>Tue, 12 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/59008052/20240312_bbcast_agro_uva.mp3" length="2541653" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de março de 2024, meu nome é Sávio Diego e sou Assessor(a) de Agronegócios em Bento Gonçalves-RS e falaremos sobre o cenário da uva.

    A uva é uma das frutas mais importantes economicamente no mundo. Possui vários componentes que são...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de março de 2024, meu nome é Sávio Diego e sou Assessor(a) de Agronegócios em Bento Gonçalves-RS e falaremos sobre o cenário da uva.<br /><br />    A uva é uma das frutas mais importantes economicamente no mundo. Possui vários componentes que são benéficos para a saúde. Entre eles estão os chamados antioxidantes – substâncias que evitam a oxidação de certos componentes encontrados em  nossas celulas. Os antioxidantes retardam o envelhecimento, a formação de rugas, previnem doenças coronárias e as chamadas doenças crônicas, como o Câncer e o Alzheimer.<br /><br />    O estado do Rio Grande do Sul é o maior produtor de uva destinada a fabricação de bebidas, já a região do Vale do São Francisco, que abrange partes dos Estados de Pernambuco e Bahia, consolidou-se na produção de uvas de mesa destacando-se, também, como polo exportador nos últimos anos.<br /><br />  A safra gaúcha atual segue em plena colheita, porém vem enfrentando desafios, devido as condições climáticas adversas, como: inverno com menor quantidade de horas de frio, afetando a brotação das plantas, excesso de chuva na floração, impactando na polinização das videiras e favorecendo ao surgimento de doenças fúngicas, reduzindo a quantidade e a qualidade das uvas cultivadas.<br /><br />    Entrou em vigor em 1º de janeiro, até 31 de dezembro de 2024, o novo preço mínimo da uva industrial passando a ser de R$ 1,50/kg para os estados das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste, queda de 5,6% em relação a safra passada, conforme <b>PORTARIA MAPA Nº 636, </b>publicado no Diário Oficial da União 04/12/2023<b>.</b><br /><br />    No mercado interno, o preço médio da uva fina de mesa, no Vale do São Francisco, atingiu no mês de fevereiro de 2024, R$ 8,00 por Kg, alta de 14,3% em relação ao mesmo período no ano anterior.<br /><br />      O Banco do Brasil conta com linhas completas de investimentos para que o produtor possa investir na:<br /><br />    ·   Renovação/implantação de parreirais;<br />    ·   Irrigação;<br />    ·  Cultivo Protegido;<br />    ·  Armazenagem (Câmara fria);<br />    · Turismo Rural .<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. ]]></itunes:summary><itunes:duration>159</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,uva,vitivinicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a544c92e925f7e6cabffaec6edebcbd8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/03/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-03-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58974631</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de março de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Com as expectativas dos cortes do USDA, as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) devam seguir pressionadas diante da possível atualização no fundamento da safra brasileira reduzida. A colheita de soja segue avançando nas principais regiões produtoras e se aproximará dos 60% da área colhida com destaque para os estados do PR e MS, que se aproximam de 60% da fase de colheita e o MT superando os 90% da fase. Nos EUA a demanda deverá seguir fraca, com as compras da China concentradas na América do Sul. As previsões climáticas brasileiras se modificaram para a próxima semana, com maiores volumes de chuvas concentrados na faixa Norte, Nordeste e Sul. Para a região central, a ocorrência será menor, com possibilidade de chuvas pontuais. Na Argentina, as previsões melhoraram em relação à semana passada, com expectativa de bons acumulados para os próximos dias.  Na CBOT as cotações deverão ainda seguir pressionadas, mesmo com o corte na safra brasileira e manutenção da produção Argentina. Assim, os preços internos deverão se manter na estabilidade para o curto e para o médio prazo.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A demanda externa pelo milho norte-americano poderá ser um balizador das cotações na CBOT. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 07/03, as vendas foram 3% superiores (1,10 milhão de toneladas) em relação ao período anterior e foram consideradas dentro do esperado pelo mercado. A Bolsa de Cereais, na Argentina, divulgou no dia 07/03 que a colheita no País está no início, com 2,1% da área colhida. Os cultivos em condições entre normal a excelente foram avaliados em 86,8%, estando cerca de 46 pontos percentuais superiores em relação ao levantamento da safra anterior para o mesmo período.  No Brasil, a previsão climática aponta para bons volumes de chuvas nas principais regiões produtoras do milho 2ª safra, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Conforme a Conab, até 03/03, 73,7% da área total havia sido semeada. Os estados do Mato Grosso e Goiás são os mais avançados (92,9% e 68%, respectivamente). Internamente, a colheita da 1ª safra e a maior oferta no mercado interno para o curto prazo podem manter os preços pressionados negativamente.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê irregularidade das chuvas e temperaturas mais altas para a semana, nas principais regiões produtoras do Brasil, porém há bastante umidade no solo para continuidade do enchimento dos grãos. Ainda há preocupação sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Além dos fatores econômicos e geopolíticos, restrição de robusta pela Ásia e condições climáticas no Brasil, que continuam influenciando a volatilidade dos preços, o aumento dos estoques certificados nas bolsas de NY e Londres e proximidade da colheita do conilon no Brasil (2º maior produtor mundial) pressionam negativamente o mercado. Diante dessas incertezas de clima, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Em 2023, o volume de gado vivo exportado aumentou 298,9%, e o faturamento aumentou 254,2%, quando comparado a 2022. Foram embarcados cerca de 582,2 mil cabeças, com faturamento de US$488,6 milhões (Secex). A Turquia foi a maior compradora (63,5%), seguida de Iraque (9,1%), Egito (8,4%), Líbano (8,9%) e Jordânia (5%). Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo foram os principais Estados exportadores, responsáveis por 40,6%, 33,4% e 20,6% do volume exportado, respectivamente. A entrada de salário na economia, na primeira semana do mês, sugere pelo aumento do consumo de carne bovina, fato que impulsiona a reposição entre o varejo e o atacado, aumentando o preço da carne e motivando toda a cadeia produtiva. No mercado interno, em decorrência da fase do ciclo pecuário, com preços do bezerro desfavorecido, muitos pecuaristas criadores devem seguir a estratégia de abater suas fêmeas. Os produtores que tem a possibilidade de segurar o animal no pasto por mais tempo, esperando o melhor momento para negociá-lo, assim tendem a fazer. Ainda há possibilidades de nova queda na cotação da arroba do boi gordo, uma vez que a Indústria, bem-posicionada em sua escala de abate, deve ofertar valores abaixo da referência média no curto prazo.<br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58974631</guid><pubDate>Mon, 11 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58974631/20240311_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5830574" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de março de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de março de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Com as expectativas dos cortes do USDA, as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) devam seguir pressionadas diante da possível atualização no fundamento da safra brasileira reduzida. A colheita de soja segue avançando nas principais regiões produtoras e se aproximará dos 60% da área colhida com destaque para os estados do PR e MS, que se aproximam de 60% da fase de colheita e o MT superando os 90% da fase. Nos EUA a demanda deverá seguir fraca, com as compras da China concentradas na América do Sul. As previsões climáticas brasileiras se modificaram para a próxima semana, com maiores volumes de chuvas concentrados na faixa Norte, Nordeste e Sul. Para a região central, a ocorrência será menor, com possibilidade de chuvas pontuais. Na Argentina, as previsões melhoraram em relação à semana passada, com expectativa de bons acumulados para os próximos dias.  Na CBOT as cotações deverão ainda seguir pressionadas, mesmo com o corte na safra brasileira e manutenção da produção Argentina. Assim, os preços internos deverão se manter na estabilidade para o curto e para o médio prazo.<br />    <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A demanda externa pelo milho norte-americano poderá ser um balizador das cotações na CBOT. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 07/03, as vendas foram 3% superiores (1,10 milhão de toneladas) em relação ao período anterior e foram consideradas dentro do esperado pelo mercado. A Bolsa de Cereais, na Argentina, divulgou no dia 07/03 que a colheita no País está no início, com 2,1% da área colhida. Os cultivos em condições entre normal a excelente foram avaliados em 86,8%, estando cerca de 46 pontos percentuais superiores em relação ao levantamento da safra anterior para o mesmo período.  No Brasil, a previsão climática aponta para bons volumes de chuvas nas principais regiões produtoras do milho 2ª safra, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Conforme a Conab, até 03/03, 73,7% da área total havia sido semeada. Os estados do Mato Grosso e Goiás são os mais avançados (92,9% e 68%, respectivamente). Internamente, a colheita da 1ª safra e a maior oferta no mercado interno para o curto prazo podem manter os preços pressionados negativamente.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia prevê irregularidade das chuvas e temperaturas mais altas para a semana, nas principais regiões produtoras do Brasil, porém há bastante umidade no solo para continuidade do enchimento dos grãos. Ainda há preocupação sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Além dos fatores econômicos e geopolíticos, restrição de robusta pela Ásia e condições climáticas no Brasil, que continuam influenciando a volatilidade dos preços, o aumento dos estoques certificados nas bolsas de NY e Londres e proximidade da colheita do conilon no Brasil (2º maior produtor mundial) pressionam negativamente o mercado. Diante dessas incertezas de clima, de mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Em 2023, o volume de gado vivo exportado aumentou 298,9%, e o faturamento aumentou 254,2%, quando comparado a 2022. Foram embarcados cerca de 582,2 mil cabeças, com faturamento de US$488,6 milhões (Secex). A Turquia foi a maior compradora (63,5%), seguida de Iraque (9,1%), Egito (8,4%), Líbano (8,9%) e Jordânia (5%). Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo foram os principais Estados exportadores,...]]></itunes:summary><itunes:duration>365</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/03/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-03-2024-cenario-do-milho--58963764</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 08 de março de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de fevereiro foi de desvalorização para os preços futuros, tanto no mercado externo quanto no mercado brasileiro.<br /><br />  Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em maio/24 encerrou o mês de fevereiro com queda de 6,27%, atingindo valor que não era registrado desde outubro de 2020, abaixo dos 4 dólares por bushel. A elevada produção da Safra 2022/23 nos Estados Unidos e de importantes países produtores na Europa, além das quedas na precificação de outras commodities, como a soja e o trigo, contribuíram para este cenário. Nesta sexta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgará às 14 horas de Brasília seu relatório de oferta e demanda de grãos para o mês de março, podendo trazer volatilidade ao mercado.<br /><br />  No Brasil, a movimentação de papeis na B3 não foi diferente do ocorrido no cenário externo. O contrato com vencimento em setembro/24 encerrou o dia 29 de fevereiro cotado a R$59,29 por saca, desvalorização de 6,95% em relação ao dia 01 de fevereiro. A colheita da 1ª safra e condições climáticas favoráveis para a 2ª safra, que estão contribuindo para o plantio antecipado e bom desenvolvimento inicial das lavouras, pressionaram negativamente os contratos no mês de fevereiro.<br /><br />  De acordo com a Conab, em publicação na segunda-feira, dia 04 de março, a semeadura da 2ª safra chegou a 73,7% da área a ser cultivada, estando 10 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />- maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,14 e R$ 57,32 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 56,68 e R$ 60,48 por saca.  <br /><br />   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58963764</guid><pubDate>Fri, 08 Mar 2024 14:45:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58963764/20240308_bbcast_agro_milho.mp3" length="3834401" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 08 de março de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O mês de fevereiro foi de desvalorização para os preços futuros,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 08 de março de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de fevereiro foi de desvalorização para os preços futuros, tanto no mercado externo quanto no mercado brasileiro.<br /><br />  Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em maio/24 encerrou o mês de fevereiro com queda de 6,27%, atingindo valor que não era registrado desde outubro de 2020, abaixo dos 4 dólares por bushel. A elevada produção da Safra 2022/23 nos Estados Unidos e de importantes países produtores na Europa, além das quedas na precificação de outras commodities, como a soja e o trigo, contribuíram para este cenário. Nesta sexta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgará às 14 horas de Brasília seu relatório de oferta e demanda de grãos para o mês de março, podendo trazer volatilidade ao mercado.<br /><br />  No Brasil, a movimentação de papeis na B3 não foi diferente do ocorrido no cenário externo. O contrato com vencimento em setembro/24 encerrou o dia 29 de fevereiro cotado a R$59,29 por saca, desvalorização de 6,95% em relação ao dia 01 de fevereiro. A colheita da 1ª safra e condições climáticas favoráveis para a 2ª safra, que estão contribuindo para o plantio antecipado e bom desenvolvimento inicial das lavouras, pressionaram negativamente os contratos no mês de fevereiro.<br /><br />  De acordo com a Conab, em publicação na segunda-feira, dia 04 de março, a semeadura da 2ª safra chegou a 73,7% da área a ser cultivada, estando 10 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />- maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 55,14 e R$ 57,32 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 56,68 e R$ 60,48 por saca.  <br /><br />   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/03/2024 - Dia internacional das mulheres</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-03-2024-dia-internacional-das-mulheres--58963905</link><description><![CDATA[Hoje temos muito o que comemorar. Foram muitas conquistas até aqui. Ir às urnas, estudar, trabalhar. Dizer o que pensamos. Ocupar cargos públicos, estar à frente de grandes empresas. Tantas possibilidades que um dia foram sonhos, hoje é a realidade de muitas mulheres, que vêm contribuindo significativamente em todos os aspectos da sociedade.<br /><br /> Mas temos muito a evoluir. Ainda lutamos por respeito, por direitos, para ocupar espaços prioritariamente masculinos. Crescemos muito com o empoderamento feminino, aprendendo o significado de termos como sororidade e empatia, que nos fizeram compreender e abraçar as dores e batalhas umas das outras.<br /><br /> Entendemos, ao longo da história que, juntas, somos mais fortes. Mulheres extraordinárias que moldam o mundo com coragem, sabedoria e compaixão. Que brilham com as suas conquistas, emanando o poder que existe dentro de nós.<br /><br /> E não vamos parar, pois sabemos onde podemos e queremos chegar e que não há limites quando se caminha com força, resiliência e determinação. Os desafios nos conduzem a fazer a diferença, pois cada mulher sabe do que é capaz. Não há dúvidas de que as mulheres podem ser tudo o que quiserem!<br /><br /> O Banco do Brasil celebra o Dia Internacional da Mulher com todas as mulheres que, com sabedoria e graça, são inspirações e símbolos de coragem e esperança de um futuro mais igualitário e justo para todos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58963905</guid><pubDate>Fri, 08 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58963905/20240308_bbcast_agro_dia_das_mulheres.mp3" length="2122022" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje temos muito o que comemorar. Foram muitas conquistas até aqui. Ir às urnas, estudar, trabalhar. Dizer o que pensamos. Ocupar cargos públicos, estar à frente de grandes empresas. Tantas possibilidades que um dia foram sonhos, hoje é a realidade de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Hoje temos muito o que comemorar. Foram muitas conquistas até aqui. Ir às urnas, estudar, trabalhar. Dizer o que pensamos. Ocupar cargos públicos, estar à frente de grandes empresas. Tantas possibilidades que um dia foram sonhos, hoje é a realidade de muitas mulheres, que vêm contribuindo significativamente em todos os aspectos da sociedade.<br /><br /> Mas temos muito a evoluir. Ainda lutamos por respeito, por direitos, para ocupar espaços prioritariamente masculinos. Crescemos muito com o empoderamento feminino, aprendendo o significado de termos como sororidade e empatia, que nos fizeram compreender e abraçar as dores e batalhas umas das outras.<br /><br /> Entendemos, ao longo da história que, juntas, somos mais fortes. Mulheres extraordinárias que moldam o mundo com coragem, sabedoria e compaixão. Que brilham com as suas conquistas, emanando o poder que existe dentro de nós.<br /><br /> E não vamos parar, pois sabemos onde podemos e queremos chegar e que não há limites quando se caminha com força, resiliência e determinação. Os desafios nos conduzem a fazer a diferença, pois cada mulher sabe do que é capaz. Não há dúvidas de que as mulheres podem ser tudo o que quiserem!<br /><br /> O Banco do Brasil celebra o Dia Internacional da Mulher com todas as mulheres que, com sabedoria e graça, são inspirações e símbolos de coragem e esperança de um futuro mais igualitário e justo para todos.]]></itunes:summary><itunes:duration>133</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,diadasmulheres,diainternacionaldamulher,mulher,mulhernoagro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1196cdeac310ef9297da630fe868cda3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/03/2024 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-03-2024-cenario-da-suinocultura--58950618</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 07 de março de 2024, meu nome é SILVIO AMÉRICO, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em RIO VERDE (GO) falaremos sobre o cenário da suinocultura.<br /><br />  A suinocultura no Brasil é explorada sob duas formas: produtores que trabalham de forma independente, que arcam com todos os custos de produção e que comercializam livremente seu produto e aqueles que atuam de forma integrada com frigoríficos e cooperativas agroindustriais, recebendo todos os insumos e comercializando seu produto junto a agroindústria integradora.<br /><br /> No Sul do País predomina a suinocultura integrada, com forte segmentação/ especialização dos produtores nas diversas fases de produção: uns produzem o leitão, outros fazem o crechário, outros engordam/terminam o suíno, dentre outras especializações. No restante do País temos maior distribuição entre suinocultores integrados e independentes, sendo que estes últimos normalmente conduzem todos as fases da produção do suíno.<br /><br /> O cenário atual da suinocultura no Brasil é de estabilidade, tanto para os preços de comercialização como para os custos de produção. Neste cenário, observamos margem de rentabilidade positiva para a atividade. A expectativa é de manutenção desse cenário para os próximos meses. Milho e soja, principais componentes da ração e que tem a maior participação no custo de produção, vem mantendo um cenário baixista.<br /><br /> O consumo anual per capita de carne suína no Brasil em 2023 foi de 18,5 kg por habitante, conforme informado na última atualização feita pela Associação Brasileira de Proteína Animal-ABPA. Nesse momento em que entramos na Quaresma, observamos uma natural queda do consumo de carnes no País.<br /><br /> O Brasil continua na busca de abertura de novos mercados externos para destinação da produção, visando diminuir sua dependência junto ao mercado chinês.<br /><br /> Como forma de assegurar menores custos na formulação das rações, a disseminação e a utilização das Opções Agrícolas como mecanismo de proteção no mercado futuro é uma prática recomendada junto aos produtores, onde o Banco do Brasil tem papel destacado na difusão desse mecanismo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58950618</guid><pubDate>Thu, 07 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58950618/20230307_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="2966718" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 07 de março de 2024, meu nome é SILVIO AMÉRICO, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em RIO VERDE (GO) falaremos sobre o cenário da suinocultura.

  A suinocultura no Brasil é explorada sob duas formas: produtores que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 07 de março de 2024, meu nome é SILVIO AMÉRICO, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em RIO VERDE (GO) falaremos sobre o cenário da suinocultura.<br /><br />  A suinocultura no Brasil é explorada sob duas formas: produtores que trabalham de forma independente, que arcam com todos os custos de produção e que comercializam livremente seu produto e aqueles que atuam de forma integrada com frigoríficos e cooperativas agroindustriais, recebendo todos os insumos e comercializando seu produto junto a agroindústria integradora.<br /><br /> No Sul do País predomina a suinocultura integrada, com forte segmentação/ especialização dos produtores nas diversas fases de produção: uns produzem o leitão, outros fazem o crechário, outros engordam/terminam o suíno, dentre outras especializações. No restante do País temos maior distribuição entre suinocultores integrados e independentes, sendo que estes últimos normalmente conduzem todos as fases da produção do suíno.<br /><br /> O cenário atual da suinocultura no Brasil é de estabilidade, tanto para os preços de comercialização como para os custos de produção. Neste cenário, observamos margem de rentabilidade positiva para a atividade. A expectativa é de manutenção desse cenário para os próximos meses. Milho e soja, principais componentes da ração e que tem a maior participação no custo de produção, vem mantendo um cenário baixista.<br /><br /> O consumo anual per capita de carne suína no Brasil em 2023 foi de 18,5 kg por habitante, conforme informado na última atualização feita pela Associação Brasileira de Proteína Animal-ABPA. Nesse momento em que entramos na Quaresma, observamos uma natural queda do consumo de carnes no País.<br /><br /> O Brasil continua na busca de abertura de novos mercados externos para destinação da produção, visando diminuir sua dependência junto ao mercado chinês.<br /><br /> Como forma de assegurar menores custos na formulação das rações, a disseminação e a utilização das Opções Agrícolas como mecanismo de proteção no mercado futuro é uma prática recomendada junto aos produtores, onde o Banco do Brasil tem papel destacado na difusão desse mecanismo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/03/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-03-2024-cenario-do-cafe-arabica--58936160</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 06 de março de 2024, eu sou Clayton Igarashi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado do CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas principais regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias, mas estas condições ainda estão favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda é o foco principal da safra 2024 do arábica no Brasil, pois as chuvas regulares e temperaturas amenas até o fim de março são fundamentais para a definição da safra.<br /><br />O preço do café arábica continua bastante volátil. Isso se deve a vários fatores, incluindo problemas logísticos nos portos brasileiros e baixos estoques certificados na bolsa de Nova York. Além disso, os conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia/Rússia afetam a economia mundial. No Brasil, os estoques de 2023 estão razoáveis, mas os produtores estão restringindo sua oferta. O clima desfavorável em 2023 no Brasil também tem sido um fator importante.<br /><br />O Brasil fechou o mês de fevereiro de 2024 com 3,3 milhões de sacas exportadas, aproveitando os momentos mais favoráveis de preços internacionais.<br /><br />Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados anteriormente, consideramos perspectiva de manutenção nessa oscilação nos preços. Em 4 de fevereiro os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.020,00/sc, mantendo a estabilidade em relação a 29 de fevereiro. <br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />Para proteção das margens de rentabilidade o BB disponibiliza as opções agro. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em abril/24 com strike/preço garantido entre US$ 1,77 e 1,84/lp e vencimento novembro/24 com strike entre US$ 1,63 e 1,77/lp.<br /><br /> Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app do BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58936160</guid><pubDate>Wed, 06 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58936160/20240306_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2888977" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 06 de março de 2024, eu sou Clayton Igarashi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado do CAFÉ ARABICA.

  A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas principais regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 06 de março de 2024, eu sou Clayton Igarashi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado do CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas principais regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias, mas estas condições ainda estão favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda é o foco principal da safra 2024 do arábica no Brasil, pois as chuvas regulares e temperaturas amenas até o fim de março são fundamentais para a definição da safra.<br /><br />O preço do café arábica continua bastante volátil. Isso se deve a vários fatores, incluindo problemas logísticos nos portos brasileiros e baixos estoques certificados na bolsa de Nova York. Além disso, os conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia/Rússia afetam a economia mundial. No Brasil, os estoques de 2023 estão razoáveis, mas os produtores estão restringindo sua oferta. O clima desfavorável em 2023 no Brasil também tem sido um fator importante.<br /><br />O Brasil fechou o mês de fevereiro de 2024 com 3,3 milhões de sacas exportadas, aproveitando os momentos mais favoráveis de preços internacionais.<br /><br />Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados anteriormente, consideramos perspectiva de manutenção nessa oscilação nos preços. Em 4 de fevereiro os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.020,00/sc, mantendo a estabilidade em relação a 29 de fevereiro. <br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />Para proteção das margens de rentabilidade o BB disponibiliza as opções agro. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em abril/24 com strike/preço garantido entre US$ 1,77 e 1,84/lp e vencimento novembro/24 com strike entre US$ 1,63 e 1,77/lp.<br /><br /> Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app do BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/03/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-03-2024-cenario-climatico--58925786</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de março de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O monitoramento da temperatura na superfície do Oceano Pacífico ao longo do mês de janeiro, informados pela NOAA e pelo INPE, mantém o padrão de anomalias positivas, porém, com menores magnitudes em relação aos meses anteriores, mas ainda assim, indicando a atuação do fenômeno El Niño.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de março a maio do INPE, indica chuva acima da média em grande parte da Região Sul, MS e SP. E chuvas abaixo da média entre parte da Região Norte e Nordeste. Esta previsão reflete o efeito da situação atual de El Niño.<br /><br /> Para o mês de março, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica tendência de chuva abaixo da média na maior parte do país, exceto em algumas áreas do AM, AC, PA, AP, BA, GO, MG, SP, PR e SC que podem ter precipitações dentro ou ligeiramente acima da média. Em relação as temperaturas, a tendência é de ficarem acima da média em todo o país.<br /><br /> Segundo o INMET, a previsão de chuva abaixo da média em parte do Matopiba poderá restringir o desenvolvimento de parte das lavouras de primeira safra, bem como reduzir o ritmo de plantio do milho segunda safra. O mesmo cenário está previsto para grande parte da Região Centro-Oeste. Já nas regiões Sul e Sudeste, são previstos volumes de chuva acima da média para o mês de março/2024, que tendem a manter os níveis de água no solo elevados, favorecendo o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra, além da colheita de parte das lavouras. Entretanto, no RS e na faixa oeste do PR e de SC, há possibilidade de restrição hídrica nas lavouras, onde a previsão aponta chuva próxima ou ligeiramente abaixo da média, podendo afetar o desenvolvimento das culturas.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58925786</guid><pubDate>Tue, 05 Mar 2024 10:00:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58925786/20240305_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3130140" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 05 de março de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 O monitoramento da temperatura na superfície do Oceano Pacífico ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de março de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O monitoramento da temperatura na superfície do Oceano Pacífico ao longo do mês de janeiro, informados pela NOAA e pelo INPE, mantém o padrão de anomalias positivas, porém, com menores magnitudes em relação aos meses anteriores, mas ainda assim, indicando a atuação do fenômeno El Niño.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de março a maio do INPE, indica chuva acima da média em grande parte da Região Sul, MS e SP. E chuvas abaixo da média entre parte da Região Norte e Nordeste. Esta previsão reflete o efeito da situação atual de El Niño.<br /><br /> Para o mês de março, o Instituto Nacional de Meteorologia, indica tendência de chuva abaixo da média na maior parte do país, exceto em algumas áreas do AM, AC, PA, AP, BA, GO, MG, SP, PR e SC que podem ter precipitações dentro ou ligeiramente acima da média. Em relação as temperaturas, a tendência é de ficarem acima da média em todo o país.<br /><br /> Segundo o INMET, a previsão de chuva abaixo da média em parte do Matopiba poderá restringir o desenvolvimento de parte das lavouras de primeira safra, bem como reduzir o ritmo de plantio do milho segunda safra. O mesmo cenário está previsto para grande parte da Região Centro-Oeste. Já nas regiões Sul e Sudeste, são previstos volumes de chuva acima da média para o mês de março/2024, que tendem a manter os níveis de água no solo elevados, favorecendo o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra, além da colheita de parte das lavouras. Entretanto, no RS e na faixa oeste do PR e de SC, há possibilidade de restrição hídrica nas lavouras, onde a previsão aponta chuva próxima ou ligeiramente abaixo da média, podendo afetar o desenvolvimento das culturas.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/03/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-03-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58893394</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de março de 2024, meu nome é Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que A pressão sob o mercado de soja deva permanecer, frente as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), fundamentado pela boa safra que vem sendo indicada na América do Sul, com destaque para Argentina que poderá entregar uma safra superior a 50 milhões de toneladas. A colheita da soja no Brasil avançará a índices próximos dos 50%, e na Argentina a situação de cultivo segue favorável com bom desenvolvimento das lavouras e níveis consideráveis de umidade do solo. A demanda chinesa ainda estará sob foco para movimentações mais significativas no mercado. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas, com bons volumes acumulados para a próxima semana para as regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste. Na metade Sul do País, os volumes serão menores em comparação aos das regiões anteriores. Para a Argentina, as previsões são de menores volumes de chuvas, mas ainda tendem a manter boas condições de umidade de solo. As cotações em CBOT seguirão pressionadas pela safra da América do Sul e a evolução a fase de colheita em todas das regiões produtoras do país. Assim, os preços internos deverão sofrer queda para o curto e o médio prazos <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 29/02, o País já havia exportado 38,11 milhões de toneladas, 8,88 milhões de toneladas a mais em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção atual do órgão para as exportações americanas referente à Safra 2023/24 é de 53,34 milhões de toneladas. O USDA divulgará seu balanço de oferta e demanda global para o mês de março no próximo dia 08, podendo trazer volatilidade ao mercado, caso haja revisões nas estimativas das safras ao redor do mundo, especialmente à safra no Brasil. Na Argentina, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires divulgou no dia 29/02 que 87% das lavouras no país encontram-se em condições normais a excelentes. As precipitações recentes estão garantindo uma boa floração e enchimento de grão em grande parte dos cultivos. Internamente, com o avanço da colheita da 1ª safra e a maior oferta no mercado interno para o curto prazo, os preços podem continuar pressionados negativamente.<br />  <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> Para a semana, o enchimento dos grãos pode permanecer favorecidos em função das previsões climáticas (chuvas e temperaturas amenas), nas principais regiões produtoras. As especulações quanto à safra brasileira têm impactado o mercado, mantendo a volatilidade dos preços. Com estoques da safra anterior, produtores vem comercializando apenas o necessário para manutenção do fluxo de caixa, mantendo o ritmo dos negócios lento. Além disso, a permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho continuará impactando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e ainda bastante café da safra 2023, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: As escalas devem seguir confortáveis nas principais regiões produtoras, mantendo a pressão negativa na cotação da arroba do Boi Gordo e, consequentemente, acompanhando o movimento nos indicadores da B3 e do CEPEA. A indústria frigorífica segue em ritmo lento nas compras, dificultando qualquer movimento de recuperação do Boi Gordo nos próximos dias. O mercado doméstico segue com baixo poder de compra e o mercado atacadista ainda tem estoque de carne bovina sem previsão de escoamento. Sendo assim, as negociações devem seguir em ritmo lento durante a semana. Segundo o IBGE, houve incremento na produção de carne bovina em 2023 de 13,2% em relação a 2022, com aumento também na participação de fêmeas no total de abate, de 37,4% em 2022 para 41,7% em 2023. Essa proporção evidencia uma possível virada no ciclo pecuário, com queda significativa na produção de bezerros para desmana em 2025, uma vez que a margem da CRIA não estimula a retenção de fêmeas no rebanho.  O alongamento da estação seca até meados de dezembro, em grande parte do sudeste e centro-oeste, atrasou a estação de monta nas fazendas produtoras de bezerros na região. Sendo assim, o baixo índice de prenhez, juntamente com a baixa rentabilidade da CRIA, podem exercer uma pressão para manter o abate de fêmeas em elevados níveis durante o ano de 2024.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58893394</guid><pubDate>Mon, 04 Mar 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58893394/20240304_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6041226" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de março de 2024, meu nome é Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de março de 2024, meu nome é Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que A pressão sob o mercado de soja deva permanecer, frente as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), fundamentado pela boa safra que vem sendo indicada na América do Sul, com destaque para Argentina que poderá entregar uma safra superior a 50 milhões de toneladas. A colheita da soja no Brasil avançará a índices próximos dos 50%, e na Argentina a situação de cultivo segue favorável com bom desenvolvimento das lavouras e níveis consideráveis de umidade do solo. A demanda chinesa ainda estará sob foco para movimentações mais significativas no mercado. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas, com bons volumes acumulados para a próxima semana para as regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste. Na metade Sul do País, os volumes serão menores em comparação aos das regiões anteriores. Para a Argentina, as previsões são de menores volumes de chuvas, mas ainda tendem a manter boas condições de umidade de solo. As cotações em CBOT seguirão pressionadas pela safra da América do Sul e a evolução a fase de colheita em todas das regiões produtoras do país. Assim, os preços internos deverão sofrer queda para o curto e o médio prazos <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 29/02, o País já havia exportado 38,11 milhões de toneladas, 8,88 milhões de toneladas a mais em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção atual do órgão para as exportações americanas referente à Safra 2023/24 é de 53,34 milhões de toneladas. O USDA divulgará seu balanço de oferta e demanda global para o mês de março no próximo dia 08, podendo trazer volatilidade ao mercado, caso haja revisões nas estimativas das safras ao redor do mundo, especialmente à safra no Brasil. Na Argentina, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires divulgou no dia 29/02 que 87% das lavouras no país encontram-se em condições normais a excelentes. As precipitações recentes estão garantindo uma boa floração e enchimento de grão em grande parte dos cultivos. Internamente, com o avanço da colheita da 1ª safra e a maior oferta no mercado interno para o curto prazo, os preços podem continuar pressionados negativamente.<br />  <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> Para a semana, o enchimento dos grãos pode permanecer favorecidos em função das previsões climáticas (chuvas e temperaturas amenas), nas principais regiões produtoras. As especulações quanto à safra brasileira têm impactado o mercado, mantendo a volatilidade dos preços. Com estoques da safra anterior, produtores vem comercializando apenas o necessário para manutenção do fluxo de caixa, mantendo o ritmo dos negócios lento. Além disso, a permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho continuará impactando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e ainda bastante café da safra 2023, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: As escalas devem seguir confortáveis nas principais regiões produtoras, mantendo a pressão negativa na cotação da arroba do Boi Gordo e, consequentemente, acompanhando o movimento nos indicadores da B3 e do CEPEA. A indústria frigorífica segue em ritmo lento nas compras, dificultando qualquer movimento de recuperação do Boi Gordo nos próximos dias. O mercado doméstico segue com baixo poder de compra e o mercado atacadista ainda tem estoque de carne bovina sem previsão de...]]></itunes:summary><itunes:duration>378</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/03/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-03-2024-cenario-da-soja--58889643</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 01 de março de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 38% da área cultivada, destaques para os Estados de GO com 42%, MS com 47%, MT com 69,9% e PR com 42%. Segundo o IMEA o MT, maior produtor brasileiro, vêm apresentando produtividade média de 52,8 sc/ha.<br /><br />    Segundo o último levantamento da CONAB, as lavouras brasileiras encontram-se com 3,4% em desenvolvimento vegetativo, 25,3% em enchimento de grãos, 9,1% em floração e 24,1% em maturação. O órgão projeta produção total de 149,4 milhões de toneladas, queda de 3,4% em relação ao ano anterior.<br /><br />A Bolsa de Cerais Argentina elevou a expectativa de produção no país para 52,5 milhões de toneladas. O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 28/02 cotado a US$ 11,45/bushel, apresentando queda em relação ao início do mês de 6,22%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: a expectativa de produção da américa do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, as condições climáticas brasileiras favoráveis ao desenvolvimento da cultura e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo na manutenção da posição vendida pelos fundos de investimento.<br /><br />O indicador CEPEA em 28/02 foi cotado a R$ 115,33/saca, apresentando queda de 18,58% em relação ao início do ano, com as baixas registradas refletem um menor índice de comercialização.<br /><br />  No Brasil, o INMET prevê para março, chuvas abaixo da média em praticamente todo o Centro Oeste, Oeste do PR, RS e boa parte do MATOPIBA com exceção da BA, que tem previsão acima da média.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 10,95 e U$ 11,25/bushel e<br />- junho/24 com strike entre U$ 10,77 e U$ 11,32/ bushel  <br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58889643</guid><pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:11:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58889643/20240301_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3615391" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 01 de março de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

 A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 38% da área cultivada,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 01 de março de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 38% da área cultivada, destaques para os Estados de GO com 42%, MS com 47%, MT com 69,9% e PR com 42%. Segundo o IMEA o MT, maior produtor brasileiro, vêm apresentando produtividade média de 52,8 sc/ha.<br /><br />    Segundo o último levantamento da CONAB, as lavouras brasileiras encontram-se com 3,4% em desenvolvimento vegetativo, 25,3% em enchimento de grãos, 9,1% em floração e 24,1% em maturação. O órgão projeta produção total de 149,4 milhões de toneladas, queda de 3,4% em relação ao ano anterior.<br /><br />A Bolsa de Cerais Argentina elevou a expectativa de produção no país para 52,5 milhões de toneladas. O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 28/02 cotado a US$ 11,45/bushel, apresentando queda em relação ao início do mês de 6,22%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: a expectativa de produção da américa do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, as condições climáticas brasileiras favoráveis ao desenvolvimento da cultura e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo na manutenção da posição vendida pelos fundos de investimento.<br /><br />O indicador CEPEA em 28/02 foi cotado a R$ 115,33/saca, apresentando queda de 18,58% em relação ao início do ano, com as baixas registradas refletem um menor índice de comercialização.<br /><br />  No Brasil, o INMET prevê para março, chuvas abaixo da média em praticamente todo o Centro Oeste, Oeste do PR, RS e boa parte do MATOPIBA com exceção da BA, que tem previsão acima da média.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 10,95 e U$ 11,25/bushel e<br />- junho/24 com strike entre U$ 10,77 e U$ 11,32/ bushel  <br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/02/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-02-2024-cenario-do-boi-gordo--58868753</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de fevereiro de 2024, meu nome é  Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 143,5 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 15 dias úteis de fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.539, queda de 6,5% no preço médio em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br /> No dia 27 de fevereiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 235,20, com queda de 0,5% no dia. Na B3, o contrato futuro de maio de 2024 fechou o dia cotado em R$ 225,10.<br /><br /> No mercado físico os frigoríficos trabalham com escalas confortáveis de abate. Nos próximos meses a oferta de animais ainda deve ser elevada, com a continuidade do descarte de fêmeas. Como consequência, o preço da arroba do boi gordo teria um espaço limitado para se recuperar. Soma-se a isso, a última quinzena do mês, período em que o consumo de carne bovina é menor.<br /><br />Como fator altista, a ocorrência de chuvas com maior regularidade, que possibilitam boas condições de pastagens, poderá ocorrer altas pontuais no valor da arroba, devido ao poder do pecuarista em manter o animal no pasto, aguardando melhores oportunidades de negociações.<br /><br />No Mato Grosso, segundo dados do IMEA, o volume total de animais abatidos pelos frigoríficos mato-grossenses foi de 607,6 mil cabeças, este volume é 22% maior em relação a dez/23. Desse modo os abates diários atingiram a segunda maior média dos últimos 15 anos. Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.<br /><br /> Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Abril de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 223 e 225/@, e<br />-          Maio de 2024 com strike entre R$ 216 e 221/@ para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />  Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58868753</guid><pubDate>Thu, 29 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58868753/20240229_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3362525" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de fevereiro de 2024, meu nome é  Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de fevereiro de 2024, meu nome é  Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 143,5 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 15 dias úteis de fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.539, queda de 6,5% no preço médio em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br /> No dia 27 de fevereiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 235,20, com queda de 0,5% no dia. Na B3, o contrato futuro de maio de 2024 fechou o dia cotado em R$ 225,10.<br /><br /> No mercado físico os frigoríficos trabalham com escalas confortáveis de abate. Nos próximos meses a oferta de animais ainda deve ser elevada, com a continuidade do descarte de fêmeas. Como consequência, o preço da arroba do boi gordo teria um espaço limitado para se recuperar. Soma-se a isso, a última quinzena do mês, período em que o consumo de carne bovina é menor.<br /><br />Como fator altista, a ocorrência de chuvas com maior regularidade, que possibilitam boas condições de pastagens, poderá ocorrer altas pontuais no valor da arroba, devido ao poder do pecuarista em manter o animal no pasto, aguardando melhores oportunidades de negociações.<br /><br />No Mato Grosso, segundo dados do IMEA, o volume total de animais abatidos pelos frigoríficos mato-grossenses foi de 607,6 mil cabeças, este volume é 22% maior em relação a dez/23. Desse modo os abates diários atingiram a segunda maior média dos últimos 15 anos. Assim, o mercado pode apresentar oscilações no preço da arroba e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade.<br /><br /> Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Abril de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 223 e 225/@, e<br />-          Maio de 2024 com strike entre R$ 216 e 221/@ para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />  Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/47d56433a8bbc1077e9eb1fc43f1c32a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/02/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-02-2024-cenario-do-algodao--58855696</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Em fevereiro, a pluma apresentou variação positiva de 9,54% na sua cotação e atualmente encontra-se em patamares próximos a U$c 0,90/lbp. Alguns fatores que influenciaram os preços foram: os estoques apertados e bom volume de exportações dos Estados Unidos, bem como a demanda asiática um pouco mais aquecida, conforme o boletim mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.<br /><br /> A precificação atual da pluma poderá favorecer o aumento da área de plantio norte-americana em detrimento de outras culturas, o que pode ser considerado um elemento de alerta às cotações da Bolsa de Nova Iorque no médio e longo prazo.<br /><br /> No Brasil, a safra 2023/24 continua apresentando bons números: as exportações em janeiro de 2024 foram de 250 mil toneladas de pluma, quase o dobro de janeiro de 2023 e, nas três primeiras semanas de fevereiro, foram comercializadas 146 mil toneladas, volume quase seis vezes maior que fevereiro do ano passado.<br /><br /> Com a cotação internacional em alta, o estado de Mato Grosso, maior produtor nacional, registrou comercialização em torno de 5% para a Safra 2024/25.<br /><br /> A semeadura está finalizada e as atenções voltam-se aos trabalhos de campo e às chuvas, uma vez que historicamente acontecem com menor frequência e volume a partir de março nas principais regiões produtoras.<br /><br /> Apesar do momento ser favorável à cultura, salientamos que a pluma possui uma gama maior de fatores que podem impactar a cadeia, como a cotação do petróleo, inflação, renda per capita, dentre outros.<br /><br /> Desta maneira, é importante que o produtor se resguarde de oscilações de preços no mercado interno e externo. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/24 com strike entre US$ 0,90 e US$ 0,93/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58855696</guid><pubDate>Wed, 28 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58855696/20240228_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2338525" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 Em fevereiro, a pluma apresentou variação positiva de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Em fevereiro, a pluma apresentou variação positiva de 9,54% na sua cotação e atualmente encontra-se em patamares próximos a U$c 0,90/lbp. Alguns fatores que influenciaram os preços foram: os estoques apertados e bom volume de exportações dos Estados Unidos, bem como a demanda asiática um pouco mais aquecida, conforme o boletim mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.<br /><br /> A precificação atual da pluma poderá favorecer o aumento da área de plantio norte-americana em detrimento de outras culturas, o que pode ser considerado um elemento de alerta às cotações da Bolsa de Nova Iorque no médio e longo prazo.<br /><br /> No Brasil, a safra 2023/24 continua apresentando bons números: as exportações em janeiro de 2024 foram de 250 mil toneladas de pluma, quase o dobro de janeiro de 2023 e, nas três primeiras semanas de fevereiro, foram comercializadas 146 mil toneladas, volume quase seis vezes maior que fevereiro do ano passado.<br /><br /> Com a cotação internacional em alta, o estado de Mato Grosso, maior produtor nacional, registrou comercialização em torno de 5% para a Safra 2024/25.<br /><br /> A semeadura está finalizada e as atenções voltam-se aos trabalhos de campo e às chuvas, uma vez que historicamente acontecem com menor frequência e volume a partir de março nas principais regiões produtoras.<br /><br /> Apesar do momento ser favorável à cultura, salientamos que a pluma possui uma gama maior de fatores que podem impactar a cadeia, como a cotação do petróleo, inflação, renda per capita, dentre outros.<br /><br /> Desta maneira, é importante que o produtor se resguarde de oscilações de preços no mercado interno e externo. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/24 com strike entre US$ 0,90 e US$ 0,93/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>147</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/02/2024 - Cenário da Olericultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-02-2024-cenario-da-olericultura--58833292</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2024, meu nome é José Claudio, Assessor de Agronegócios, na região de Brasília-DF, e falaremos hoje sobre hortaliças minimamente processadas<b>.</b><br /><br />As hortaliças minimamente processadas (HMP) consistem em vegetais frescos que passam por processos de seleção, lavagem, descascamento, corte, sanitização e embalagem, ficando prontos para o consumo. Segundo a EMBRAPA na década de 1930 já eram comercializadas saladas embaladas nos Estados Unidos da América.  As hortaliças minimamente processadas chegaram ao Brasil na década de 1970 com as redes de fast-food e o crescimento do consumo de alimentos semiprocessados.<br /><br />  Conforme o SEBRAE e a EMBRAPA o consumo de HMP está em expansão, principalmente em supermercados e redes varejistas que procuram marcas associadas com qualidade, quantidade, sabor, higiene e saúde. Segundo o Hortifruti/CEPEA a diferença de preços entre hortaliças “in natura” na roça, e as minimamente processadas nas gôndolas de supermercado atingem 10 vezes seu valor original.<br /><br />  Através de pesquisa e desenvolvimento, a cadeia do agronegócio de alimentos frescos e saudáveis garante o sucesso de levar folhas, raízes, legumes e inflorescências minimamente processadas para o consumidor. Conserva suas propriedades naturais originais, sanitiza, facilita o manuseio, e a disponibilidade. Favorece também o aproveitamento total para comercialização e abastece bancos de alimentos fomentados por programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), incentivando também o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).<br /><br />  O fornecimento diário de HMP deve ser orientado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), governos estaduais e municipais, através dos regulamentos presentes nos manuais de Boas Práticas Agrícolas e de Boas Práticas de Manipulação, e Procedimentos Operacionais Padronizados. Além disso, a rastreabilidade das hortaliças minimamente processadas assegura o consumo de alimentos sadios, higienizados, saborosos, naturais, e ausentes de toxinas, patógenos e materiais nocivos.   Os agricultores ao entenderem as necessidades dos consumidores, melhoram seus métodos de produção, diminuem desperdícios e agregam valor aos seus produtos, aumentando as suas receitas. Essa colaboração direta beneficia ambos os lados, proporcionando uma cadeia produtiva mais eficiente, rentável e sustentável.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças minimamente processadas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58833292</guid><pubDate>Tue, 27 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58833292/20240227_bbcast_agro_olericultura.mp3" length="3460746" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2024, meu nome é José Claudio, Assessor de Agronegócios, na região de Brasília-DF, e falaremos hoje sobre hortaliças minimamente processadas.

As hortaliças minimamente processadas (HMP) consistem em vegetais frescos que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2024, meu nome é José Claudio, Assessor de Agronegócios, na região de Brasília-DF, e falaremos hoje sobre hortaliças minimamente processadas<b>.</b><br /><br />As hortaliças minimamente processadas (HMP) consistem em vegetais frescos que passam por processos de seleção, lavagem, descascamento, corte, sanitização e embalagem, ficando prontos para o consumo. Segundo a EMBRAPA na década de 1930 já eram comercializadas saladas embaladas nos Estados Unidos da América.  As hortaliças minimamente processadas chegaram ao Brasil na década de 1970 com as redes de fast-food e o crescimento do consumo de alimentos semiprocessados.<br /><br />  Conforme o SEBRAE e a EMBRAPA o consumo de HMP está em expansão, principalmente em supermercados e redes varejistas que procuram marcas associadas com qualidade, quantidade, sabor, higiene e saúde. Segundo o Hortifruti/CEPEA a diferença de preços entre hortaliças “in natura” na roça, e as minimamente processadas nas gôndolas de supermercado atingem 10 vezes seu valor original.<br /><br />  Através de pesquisa e desenvolvimento, a cadeia do agronegócio de alimentos frescos e saudáveis garante o sucesso de levar folhas, raízes, legumes e inflorescências minimamente processadas para o consumidor. Conserva suas propriedades naturais originais, sanitiza, facilita o manuseio, e a disponibilidade. Favorece também o aproveitamento total para comercialização e abastece bancos de alimentos fomentados por programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), incentivando também o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).<br /><br />  O fornecimento diário de HMP deve ser orientado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), governos estaduais e municipais, através dos regulamentos presentes nos manuais de Boas Práticas Agrícolas e de Boas Práticas de Manipulação, e Procedimentos Operacionais Padronizados. Além disso, a rastreabilidade das hortaliças minimamente processadas assegura o consumo de alimentos sadios, higienizados, saborosos, naturais, e ausentes de toxinas, patógenos e materiais nocivos.   Os agricultores ao entenderem as necessidades dos consumidores, melhoram seus métodos de produção, diminuem desperdícios e agregam valor aos seus produtos, aumentando as suas receitas. Essa colaboração direta beneficia ambos os lados, proporcionando uma cadeia produtiva mais eficiente, rentável e sustentável.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças minimamente processadas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>alimentos,armazenagem,cultivo,distribuição,hortaliças,horticultura,olericultura,plantas,produção,tratamentos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a449dfe5b89ff6994740d0c517855a23.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/02/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-02-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58802559</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Na próxima semana, o mercado deva seguir pressionando as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), diante do indicativo de aumento de área cultivado nos EUA para a safra 2024/2025, com adicional de mais de 2 milhões de hectares em comparação com a safra anterior que somou 33,32 milhões de hectares. A fase de colheita no País seguirá avançando, ultrapassando os 40% da área semeada e, na Argentina, mantem-se a expectativa de bom desenvolvimento das lavouras com  níveis favoráveis de umidade do solo. A demanda chinesa seguirá como ponto de atenção para movimentação das cotações. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas, porém com volumes acumulados inferiores aos observados na semana anterior para as regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste. Na metade Sul do País, os volumes serão menores, entre 5 e 20 mm. Para a Argentina há previsões de chuvas leves que deverão manter boas condições de umidade de solo. As cotações em CBOT seguirão pressionadas pela lentidão das compras chinesas, safra cheia na América do Sul e aumento de área cultivada nos EUA. Assim, os preços internos deverão se manter na estabilidade para o curto e queda para o médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 15/02, o País já havia exportado 36,21 milhões de toneladas, estando 30,20 pontos percentuais superior em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção atual do órgão para as exportações americanas referente à Safra 2023/24 é de 53,34 milhões de toneladas. Na Argentina, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires divulgou no dia 22/02 que 63% das lavouras de plantio precoce estão na fase de maturação fisiológica. Foram consideradas em condições normais e excelentes 85% das lavouras, percentual superior quando comparado ao mesmo período do ano passado (49%). Apesar de um clima mais quente em janeiro, com o retorno das precipitações em fevereiro, o órgão manteve a estimativa de produção em 56,5 milhões de toneladas. Internamente, a maior oferta do cereal, com o avanço da colheita da 1ª safra, e a ausência de compradores no mercado, podem continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas e nas mãos dos importadores, os problemas de oferta de robusta na Ásia, as condições climáticas no Brasil, os fatores econômicos e geopolíticos continuarão impactando a volatilidade do mercado. Permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho continuará impactando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e ainda bastante café da safra 2023, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A indústria encontram-se com escalas confortáveis, em torno de 10 dias, mantendo o cenário baixista, tentando pagar menores preços pela arroba. Greve dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários impactam especialmente os frigoríficos com fiscalização federal (SIF), podendo resultar em redução na oferta de produtos. As carnes concorrentes apresentaram cenário de queda de preços no atacado de SP, as reduções para a carcaça especial suína e o frango resfriado  foram de 2,81% e 1,20%, respectivamente.  Com a renovação da cota de importação com isenção da tarifa de imposto, os EUA aumentaram as compras de carne bovina in natura do Brasil, e continuam o segundo maior importador. A carne bovina passa por recuo nos preços no mercado interno chinês, com esta desvalorização dificulta avanços em conseguir melhores preços e aumenta a pressão dos chineses na redução dos valores pagos a indústria brasileira.<br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58802559</guid><pubDate>Mon, 26 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58802559/20240226_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5765373" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Na próxima semana, o mercado deva seguir pressionando as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), diante do indicativo de aumento de área cultivado nos EUA para a safra 2024/2025, com adicional de mais de 2 milhões de hectares em comparação com a safra anterior que somou 33,32 milhões de hectares. A fase de colheita no País seguirá avançando, ultrapassando os 40% da área semeada e, na Argentina, mantem-se a expectativa de bom desenvolvimento das lavouras com  níveis favoráveis de umidade do solo. A demanda chinesa seguirá como ponto de atenção para movimentação das cotações. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas, porém com volumes acumulados inferiores aos observados na semana anterior para as regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste. Na metade Sul do País, os volumes serão menores, entre 5 e 20 mm. Para a Argentina há previsões de chuvas leves que deverão manter boas condições de umidade de solo. As cotações em CBOT seguirão pressionadas pela lentidão das compras chinesas, safra cheia na América do Sul e aumento de área cultivada nos EUA. Assim, os preços internos deverão se manter na estabilidade para o curto e queda para o médio prazo.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 15/02, o País já havia exportado 36,21 milhões de toneladas, estando 30,20 pontos percentuais superior em relação ao mesmo período do ano passado. A projeção atual do órgão para as exportações americanas referente à Safra 2023/24 é de 53,34 milhões de toneladas. Na Argentina, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires divulgou no dia 22/02 que 63% das lavouras de plantio precoce estão na fase de maturação fisiológica. Foram consideradas em condições normais e excelentes 85% das lavouras, percentual superior quando comparado ao mesmo período do ano passado (49%). Apesar de um clima mais quente em janeiro, com o retorno das precipitações em fevereiro, o órgão manteve a estimativa de produção em 56,5 milhões de toneladas. Internamente, a maior oferta do cereal, com o avanço da colheita da 1ª safra, e a ausência de compradores no mercado, podem continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas e nas mãos dos importadores, os problemas de oferta de robusta na Ásia, as condições climáticas no Brasil, os fatores econômicos e geopolíticos continuarão impactando a volatilidade do mercado. Permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho continuará impactando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e ainda bastante café da safra 2023, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A indústria encontram-se com escalas confortáveis, em torno de 10 dias, mantendo o cenário baixista, tentando pagar menores preços pela arroba. Greve dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários impactam especialmente os frigoríficos com fiscalização federal (SIF), podendo resultar em redução na oferta de produtos. As carnes concorrentes apresentaram cenário de queda de preços no atacado de SP, as reduções para a carcaça especial suína e o frango resfriado...]]></itunes:summary><itunes:duration>361</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/02/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-02-2024-cenario-do-milho--58789509</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  Nos últimos dias, as cotações do cereal no mercado externo se mantiveram pressionadas negativamente. O contrato na Bolsa de Chicago (CBOT) com vencimento em março/24 chegou a atingir as mínimas dos últimos três anos na semana passada. A pressão negativa veio com a divulgação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) das primeiras estimativas oficiais para a safra 2024/25 no país.<br /><br />  No panorama apresentado pelo órgão, mesmo com uma possível redução de área para o milho em quase 4% em relação à safra 2023/24, os estoques finais são esperados em 64,27 milhões de toneladas, bem acima dos da safra anterior, de 55,17 milhões. A produção total americana para a nova safra a ser cultivada foi apontada em 382,04 milhões de toneladas. Na CBOT, o contrato referência Março/24 encerrou o dia 21 de fevereiro cotado a U$4,11/bushel.<br /><br />  No Brasil, os preços físicos apresentaram estabilidade nos últimos dias. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou no dia 21 precificado a R$63,11 por saca.<br /><br />  A comercialização seguiu lenta após o Carnaval, com compradores ausentes e produtores focados nos trabalhos de campo.<br /><br />  Em publicação no dia 19 de fevereiro, a Conab indicou que a semeadura do milho 2ª safra chegou a 45,3% da área total, estando 12 pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado. Os dois maiores estados produtores da 2ª safra, Mato Grosso e Paraná, são os mais avançados no plantio, com 67% e 40% de área semeada, respectivamente.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 61,34 e R$ 63,77 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 62,15 e R$ 66,09 por saca.<br /> <br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58789509</guid><pubDate>Fri, 23 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58789509/20240223_bbcast_agro_milho.mp3" length="4192174" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

  Nos últimos dias, as cotações do cereal no mercado externo se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  Nos últimos dias, as cotações do cereal no mercado externo se mantiveram pressionadas negativamente. O contrato na Bolsa de Chicago (CBOT) com vencimento em março/24 chegou a atingir as mínimas dos últimos três anos na semana passada. A pressão negativa veio com a divulgação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) das primeiras estimativas oficiais para a safra 2024/25 no país.<br /><br />  No panorama apresentado pelo órgão, mesmo com uma possível redução de área para o milho em quase 4% em relação à safra 2023/24, os estoques finais são esperados em 64,27 milhões de toneladas, bem acima dos da safra anterior, de 55,17 milhões. A produção total americana para a nova safra a ser cultivada foi apontada em 382,04 milhões de toneladas. Na CBOT, o contrato referência Março/24 encerrou o dia 21 de fevereiro cotado a U$4,11/bushel.<br /><br />  No Brasil, os preços físicos apresentaram estabilidade nos últimos dias. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou no dia 21 precificado a R$63,11 por saca.<br /><br />  A comercialização seguiu lenta após o Carnaval, com compradores ausentes e produtores focados nos trabalhos de campo.<br /><br />  Em publicação no dia 19 de fevereiro, a Conab indicou que a semeadura do milho 2ª safra chegou a 45,3% da área total, estando 12 pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado. Os dois maiores estados produtores da 2ª safra, Mato Grosso e Paraná, são os mais avançados no plantio, com 67% e 40% de área semeada, respectivamente.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 61,34 e R$ 63,77 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 62,15 e R$ 66,09 por saca.<br /> <br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>263</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/02/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-02-2024-cenario-do-leite--58776243</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de fevereiro de 2024, meu nome é RICARDO VILELA CASTRO, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br /> De acordo com o CEPEA depois de cair por seis meses consecutivos, o preço do leite captado em dezembro subiu 1,3% na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,0335/litro. Esse valor é cerca de 24% menor que o registrado em dezembro de 2022.<br /><br /> Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor desde maio de 2023, os Conseleites do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, sinalizam reação nos preços pago pelo litro de leite entregue em janeiro de 2024, uma das possíveis explicações se dá pela redução na captação de leite pelos laticínios desde setembro de 2023. A desvalorização do leite esteve atrelada ao excesso de oferta, em decorrência, por sua vez, do aumento da produção doméstica e das importações crescentes. Pesquisas ainda em andamento do Cepea indicam que esse cenário altista deve permanecer pelo menos até o segundo bimestre de 2024, em razão da menor produção.<br /><br /> Segundo a EMBRAPA, em dezembro de 2023, ocorreu um aumento no custo de produção de leite, com uma elevação do IPCLeite em 1,9%, esta elevação se deu principalmente no aumento do custo com a alimentação, sendo que o grupo Concentrado apresentou variação positiva em 5,6%.<br /><br /> Dados da Secretaria de Comércio Exterior referentes às exportações brasileiras, indicam que os envios de dezembro de 2023 atingiram 6 milhões de litros em equivalente leite, elevação de 27% frente a novembro. O volume de queijos embarcado foi de 2,8 milhões de litros em equivalente leite (com participação de 47,7% no total exportado), o maior desde junho de 2022 e um aumento expressivo 51,8% sobre o mês anterior. Já os embarques de leite em pó e leite condensado recuaram 51,3% e 72,1%, respectivamente, no comparativo mensal e 87% e 64,6% frente ao mesmo período de 2022.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para milho.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58776243</guid><pubDate>Thu, 22 Feb 2024 12:41:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58776243/20240222_bbcast_agro_leite.mp3" length="2858048" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de fevereiro de 2024, meu nome é RICARDO VILELA CASTRO, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.

 De acordo com o CEPEA depois de cair por seis meses...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de fevereiro de 2024, meu nome é RICARDO VILELA CASTRO, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia (MG) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.<br /><br /> De acordo com o CEPEA depois de cair por seis meses consecutivos, o preço do leite captado em dezembro subiu 1,3% na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,0335/litro. Esse valor é cerca de 24% menor que o registrado em dezembro de 2022.<br /><br /> Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor desde maio de 2023, os Conseleites do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, sinalizam reação nos preços pago pelo litro de leite entregue em janeiro de 2024, uma das possíveis explicações se dá pela redução na captação de leite pelos laticínios desde setembro de 2023. A desvalorização do leite esteve atrelada ao excesso de oferta, em decorrência, por sua vez, do aumento da produção doméstica e das importações crescentes. Pesquisas ainda em andamento do Cepea indicam que esse cenário altista deve permanecer pelo menos até o segundo bimestre de 2024, em razão da menor produção.<br /><br /> Segundo a EMBRAPA, em dezembro de 2023, ocorreu um aumento no custo de produção de leite, com uma elevação do IPCLeite em 1,9%, esta elevação se deu principalmente no aumento do custo com a alimentação, sendo que o grupo Concentrado apresentou variação positiva em 5,6%.<br /><br /> Dados da Secretaria de Comércio Exterior referentes às exportações brasileiras, indicam que os envios de dezembro de 2023 atingiram 6 milhões de litros em equivalente leite, elevação de 27% frente a novembro. O volume de queijos embarcado foi de 2,8 milhões de litros em equivalente leite (com participação de 47,7% no total exportado), o maior desde junho de 2022 e um aumento expressivo 51,8% sobre o mês anterior. Já os embarques de leite em pó e leite condensado recuaram 51,3% e 72,1%, respectivamente, no comparativo mensal e 87% e 64,6% frente ao mesmo período de 2022.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para milho.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/02/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-02-2024-cenario-do-cafe-conilon--58755702</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> O estresse fisiológico nas lavouras, tornou as plantas de café, em algumas regiões produtoras, mais suscetíveis a ataques de pragas e doenças. Foi apontado pelo órgão de pesquisa do estado do Espirito Santo, o INCAPER, uma infestação de uma variedade de cochonilha, que normalmente não são encontradas na cultura do café, que são as cochonilhas do gênero <i>Pseudococcus</i>, esse gênero ainda não possui controle especifico para cafeicultura, e está preocupando os produtores em relação a expansão dessa praga, podendo interferir na produtividade das lavouras em algumas propriedades.<br /><br /> No mercado externo, o café conilon iniciou a semana em Londres com valorização, com o contrato de maio/2024 com alta de US$23 por tonelada, chegando a US$3164. Os problemas relacionados aos conflitos na região do Mar Vermelho estão dificultando o escoamento da produção do Vietnã e Indonésia. Essa oferta restrita de grão, vem afetando os estoques de café robusta, que segundo a ICE, caíram para o mínimo recorde de 2.009 lotes, mantendo uma volatilidade de preço acentuada, com tendência de positividade no mercado.<br /><br /> No mercado interno, os preços do café conilon estão em alta. O café tipo 7 alcançou R$ 815,00 a saca de 60kg na COOABRIEL. Com o aumento dos preços do café conilon aproximou ao preço praticado dos valores negociados do arábica, fazendo com que a indústria interna reduzisse o conilon e aumentasse o arábica no blend final, sobrando mais conilon para exportações.<br /><br /> Diante das incertezas em relação à produção total de 2023/24, os produtores são aconselhados a acompanhar o mercado do café e utilizar mecanismos de proteção disponíveis. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços e riscos climáticos, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Com linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58755702</guid><pubDate>Wed, 21 Feb 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58755702/20240221_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2762754" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 O estresse fisiológico nas lavouras, tornou as plantas de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> O estresse fisiológico nas lavouras, tornou as plantas de café, em algumas regiões produtoras, mais suscetíveis a ataques de pragas e doenças. Foi apontado pelo órgão de pesquisa do estado do Espirito Santo, o INCAPER, uma infestação de uma variedade de cochonilha, que normalmente não são encontradas na cultura do café, que são as cochonilhas do gênero <i>Pseudococcus</i>, esse gênero ainda não possui controle especifico para cafeicultura, e está preocupando os produtores em relação a expansão dessa praga, podendo interferir na produtividade das lavouras em algumas propriedades.<br /><br /> No mercado externo, o café conilon iniciou a semana em Londres com valorização, com o contrato de maio/2024 com alta de US$23 por tonelada, chegando a US$3164. Os problemas relacionados aos conflitos na região do Mar Vermelho estão dificultando o escoamento da produção do Vietnã e Indonésia. Essa oferta restrita de grão, vem afetando os estoques de café robusta, que segundo a ICE, caíram para o mínimo recorde de 2.009 lotes, mantendo uma volatilidade de preço acentuada, com tendência de positividade no mercado.<br /><br /> No mercado interno, os preços do café conilon estão em alta. O café tipo 7 alcançou R$ 815,00 a saca de 60kg na COOABRIEL. Com o aumento dos preços do café conilon aproximou ao preço praticado dos valores negociados do arábica, fazendo com que a indústria interna reduzisse o conilon e aumentasse o arábica no blend final, sobrando mais conilon para exportações.<br /><br /> Diante das incertezas em relação à produção total de 2023/24, os produtores são aconselhados a acompanhar o mercado do café e utilizar mecanismos de proteção disponíveis. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços e riscos climáticos, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Com linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/02/2024 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-02-2024-cenario-da-avicultura-de-postura--58749659</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 20 de fevereiro de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.<br /><br /> De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção de ovos no Brasil deverá chegar a 56 bilhões de unidades em 2024, ou seja, 155,56 milhões de caixas com 30 dúzias, incremento da ordem de 6,5% em relação a 2023.<br /><br /> O total de exportações de ovos e derivados em 2023 foi de US$ 190,5 milhões e 50,8 mil toneladas, de acordo com Siscomex. Comparando com 2022, houve incremento de 90,8% na receita e 110,5% no volume.<br /><br /> Em janeiro de 2024 foi registrado aumento de 31,5% em volume exportado, porém, registrou-se queda de 5,9 % na receita ao compararmos com o mesmo período de 2023. Em janeiro de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 134,49 de acordo com o Cepea. Este valor foi 9,2% menor que janeiro de 2023 e 29,4% menor que maio de 2023, mês com a maior cotação média do ano anterior. Porém, o preço da caixa de 30 dúzias em fevereiro de 2024 tem reagido, com valores observados acima de R$ 160,00.<br /><br /> Mesmo diante das oscilações dos preços em nível de granja, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso com margens de lucro positivas, devido as reduções dos custos dos principais insumos da atividade.<br /><br /> De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em janeiro/2024 os preços médios do milho e do farelo de soja foram respectivamente 23,5% e 21,5% menores que em janeiro/23. Ainda em comparação a janeiro/2023, foi observado relação de troca de 3,44 kg de milho para 1 dúzia de ovos. Em janeiro/2024 essa relação chegou a 4,09 kg/dz. O mesmo ocorreu com a relação de troca farelo de soja/dz de ovos verificadas no mesmo período, que aumentou de 1,68 kg de farelo de soja/dúzia de ovos para 1,95 kg/dz.<br /><br /> Considerando a baixa nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços através de Termo de Opções e Termo de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58749659</guid><pubDate>Tue, 20 Feb 2024 12:11:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58749659/20240220_bbcast_agro_avicultura_postura.mp3" length="3005588" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 20 de fevereiro de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.

 De acordo com a Associação Brasileira de Proteína...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 20 de fevereiro de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.<br /><br /> De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção de ovos no Brasil deverá chegar a 56 bilhões de unidades em 2024, ou seja, 155,56 milhões de caixas com 30 dúzias, incremento da ordem de 6,5% em relação a 2023.<br /><br /> O total de exportações de ovos e derivados em 2023 foi de US$ 190,5 milhões e 50,8 mil toneladas, de acordo com Siscomex. Comparando com 2022, houve incremento de 90,8% na receita e 110,5% no volume.<br /><br /> Em janeiro de 2024 foi registrado aumento de 31,5% em volume exportado, porém, registrou-se queda de 5,9 % na receita ao compararmos com o mesmo período de 2023. Em janeiro de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 134,49 de acordo com o Cepea. Este valor foi 9,2% menor que janeiro de 2023 e 29,4% menor que maio de 2023, mês com a maior cotação média do ano anterior. Porém, o preço da caixa de 30 dúzias em fevereiro de 2024 tem reagido, com valores observados acima de R$ 160,00.<br /><br /> Mesmo diante das oscilações dos preços em nível de granja, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso com margens de lucro positivas, devido as reduções dos custos dos principais insumos da atividade.<br /><br /> De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em janeiro/2024 os preços médios do milho e do farelo de soja foram respectivamente 23,5% e 21,5% menores que em janeiro/23. Ainda em comparação a janeiro/2023, foi observado relação de troca de 3,44 kg de milho para 1 dúzia de ovos. Em janeiro/2024 essa relação chegou a 4,09 kg/dz. O mesmo ocorreu com a relação de troca farelo de soja/dz de ovos verificadas no mesmo período, que aumentou de 1,68 kg de farelo de soja/dúzia de ovos para 1,95 kg/dz.<br /><br /> Considerando a baixa nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços através de Termo de Opções e Termo de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>avicultores,avicultura,comerciais,comercialização,investimento,mercado,natura,ovos,postura,preços,processados,produção,produtividade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b1695769654f89810b9afd53e13a4ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/02/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-02-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58710897</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Nos próximos dias o mercado discuta os números divulgados pelo USDA no Agricultural Outlook Forum. Este evento trouxe os primeiros indicativos de áreas para a Safra 2024/25 dos EUA, com 35,41 ante a 33,32 milhões de hectares na safra anterior.  Esse dado é um direcionador de médio prazo para a commodity. O quadro fundamental seguirá de pressão, com o avanço da colheita da safra brasileira e as perspectivas favoráveis para a Argentina. Com isso, os importadores concentrarão suas compras na América do Sul. Outro ponto que o mercado permanecerá atento é na demanda cadenciada por parte dos chineses. No Brasil e, também, na Argentina, as chuvas que ocorreram na semana passada proporcionaram boas condições de umidade do solo, favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê para os próximos dias, chuvas consideráveis para as regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste (especialmente nas áreas do Matopiba). Essas chuvas poderão atrapalhar o avanço da colheita nessas regiões.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O retorno da China pós feriado poderá trazer maior procura pelo milho norte-americano, podendo favorecer a precificação externa. Mesmo com a ausência chinesa, na semana passada as exportações americanas foram de 903,3 mil toneladas. Esse volume foi de 34,72% maior que o mesmo período do ano passado e 15,39% superior que a semana anterior.  Conforme o mercado esperava, o Departamento de Agricultura Americano (USDA), em relatório do Agricultural Outlook Forum 2024, indicou que a área de milho 2024/25 nos Estados Unidos poderá ser 3,79% menor em relação a área semeada na Safra 2023/24. A projeção foi de 36,83 milhões de hectares, ante 38,28 milhões da safra anterior.  No Brasil, bons volumes de chuvas são previstos na maioria dos Estados produtores do milho 2ª safra, podendo favorecer o desenvolvimento das lavouras.  Internamente, a maior oferta do cereal, com o avanço da colheita da 1ª safra, pode continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo.   <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b> </b>  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   É previsto chuvas e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas e nas mãos dos importadores, os problemas de oferta de robusta na Ásia, as condições climáticas no Brasil, os fatores econômicos e geopolíticos, continuam impactando a volatilidade do mercado; Vale destacar que a permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho seguem encarecendo os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta e diminuindo ainda mais sua oferta na Europa; Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e ainda bastante café da safra 2023, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade dos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Além da possibilidade de liberação de novas plantas para exportação à China, houve também a autorização de mais Estados brasileiros para exportação para a Rússia e Canadá. Na última terça-feira (13), o governo do Egito anunciou decisão que beneficia a exportação de carne. Assim, empresas brasileiras não precisarão passar mais por auditoria, in loco, para receber autorização para exportação.  A ponta vendedora, com boa capacidade de suporte das pastagens, consegue controlar o ritmo de negociações com a ponta compradora. Após uma semana mais curta, em decorrência do período de carnaval, a necessidade da indústria de repor a programação de abate pode trazer um viés favorável na cotação da arroba, a depender do consumo de carne bovina durante o período festivo. Entretanto, o período de quaresma, marcado por questões religiosas, que consiste, em alguns casos, em não se consumir carne vermelha e, ainda, a segunda quinzena do mês, onde é menor o escoamento da carne bovina no mercado doméstico, trazem um cenário desafiador para o mês de fevereiro.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58710897</guid><pubDate>Mon, 19 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58710897/20240219_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5820125" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que Nos próximos dias o mercado discuta os números divulgados pelo USDA no Agricultural Outlook Forum. Este evento trouxe os primeiros indicativos de áreas para a Safra 2024/25 dos EUA, com 35,41 ante a 33,32 milhões de hectares na safra anterior.  Esse dado é um direcionador de médio prazo para a commodity. O quadro fundamental seguirá de pressão, com o avanço da colheita da safra brasileira e as perspectivas favoráveis para a Argentina. Com isso, os importadores concentrarão suas compras na América do Sul. Outro ponto que o mercado permanecerá atento é na demanda cadenciada por parte dos chineses. No Brasil e, também, na Argentina, as chuvas que ocorreram na semana passada proporcionaram boas condições de umidade do solo, favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê para os próximos dias, chuvas consideráveis para as regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste (especialmente nas áreas do Matopiba). Essas chuvas poderão atrapalhar o avanço da colheita nessas regiões.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O retorno da China pós feriado poderá trazer maior procura pelo milho norte-americano, podendo favorecer a precificação externa. Mesmo com a ausência chinesa, na semana passada as exportações americanas foram de 903,3 mil toneladas. Esse volume foi de 34,72% maior que o mesmo período do ano passado e 15,39% superior que a semana anterior.  Conforme o mercado esperava, o Departamento de Agricultura Americano (USDA), em relatório do Agricultural Outlook Forum 2024, indicou que a área de milho 2024/25 nos Estados Unidos poderá ser 3,79% menor em relação a área semeada na Safra 2023/24. A projeção foi de 36,83 milhões de hectares, ante 38,28 milhões da safra anterior.  No Brasil, bons volumes de chuvas são previstos na maioria dos Estados produtores do milho 2ª safra, podendo favorecer o desenvolvimento das lavouras.  Internamente, a maior oferta do cereal, com o avanço da colheita da 1ª safra, pode continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo.   <b> </b> <b> </b> <b> </b> <b> </b>  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   É previsto chuvas e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas e nas mãos dos importadores, os problemas de oferta de robusta na Ásia, as condições climáticas no Brasil, os fatores econômicos e geopolíticos, continuam impactando a volatilidade do mercado; Vale destacar que a permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho seguem encarecendo os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta e diminuindo ainda mais sua oferta na Europa; Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e ainda bastante café da safra 2023, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade dos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Além da possibilidade de liberação de novas plantas para exportação à China, houve também a autorização de mais Estados brasileiros para exportação para a Rússia e Canadá. Na última terça-feira (13), o governo do Egito anunciou decisão que beneficia a exportação de carne. Assim, empresas brasileiras não precisarão passar mais por auditoria, in loco, para receber autorização para exportação.  A ponta vendedora, com boa capacidade de suporte das pastagens, consegue controlar o ritmo de negociações com a ponta compradora. Após uma semana mais curta, em...]]></itunes:summary><itunes:duration>364</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/02/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-02-2024-cenario-da-soja--58699367</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 16 de fevereiro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos hoje sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 20,9% da área cultivada, destaques para o Estado do MT, que alcançou 45,4% e PR com 25% das áreas semeadas. Com o avanço da colheita, as produtividades vêm apresentando melhores índices em relação às primeiras áreas colhidas, alcançando valores próximos às médias históricas.<br /><br />Segundo o último levantamento da CONAB, as lavouras brasileiras encontram-se com 70,6% na fase reprodutiva, sendo que 29,7% em enchimento de grãos, 14,2% em floração e 26,7% em maturação. O órgão divulgou estimativa da produção de soja brasileira, projetada para 149,4 milhões de toneladas, queda de 3,4% em relação ao ano anterior.<br /><br />Com o final do plantio na Argentina e melhores condições climáticas, o USDA manteve a expectativa de produção no país para 50 milhões de toneladas.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 14/02 cotado a US$ 11,70/bushel, apresentando queda em relação ao início do mês de 4,18%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: a expectativa de produção da América do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, as condições climáticas brasileiras favoráveis ao desenvolvimento da cultura e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo na manutenção da posição vendida pelos fundos de investimento.<br /><br /> O indicador CEPEA em 14/02 foi cotado a R$ 114,74/saca, apresentando queda de 0,61% em relação ao início do mês, com as baixas registradas refletindo em um menor índice de comercialização.<br /><br />  No Brasil, o INMET, prevê chuvas mais intensas nas regiões Norte e Nordeste (especialmente nas áreas do Matopiba). Para o Centro-Oeste e Sudeste, instabilidades com chuvas frequentes, enquanto no Sul previsão de pancadas de chuvas irregulares. Na Argentina, segundo o Serviço Meteorológico Nacional, as principais regiões produtoras, receberão chuvas significativas nos próximos 7 dias, com os níveis de umidade do solo voltando a se recuperar. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,26 e U$ 11,54/bushel e<br /> - junho/24 com strike entre U$ 11,10 e U$ 11,67/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58699367</guid><pubDate>Fri, 16 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58699367/20240216_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="4311293" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 20,9% da área cultivada, destaques para o Estado do MT, que alcançou 45,4% e PR com 25% das áreas semeadas. Com o avanço da colheita, as produtividades vêm apresentando melhores índices em relação às...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 16 de fevereiro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos hoje sobre o cenário da soja.<br /><br />A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 20,9% da área cultivada, destaques para o Estado do MT, que alcançou 45,4% e PR com 25% das áreas semeadas. Com o avanço da colheita, as produtividades vêm apresentando melhores índices em relação às primeiras áreas colhidas, alcançando valores próximos às médias históricas.<br /><br />Segundo o último levantamento da CONAB, as lavouras brasileiras encontram-se com 70,6% na fase reprodutiva, sendo que 29,7% em enchimento de grãos, 14,2% em floração e 26,7% em maturação. O órgão divulgou estimativa da produção de soja brasileira, projetada para 149,4 milhões de toneladas, queda de 3,4% em relação ao ano anterior.<br /><br />Com o final do plantio na Argentina e melhores condições climáticas, o USDA manteve a expectativa de produção no país para 50 milhões de toneladas.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 14/02 cotado a US$ 11,70/bushel, apresentando queda em relação ao início do mês de 4,18%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: a expectativa de produção da América do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, as condições climáticas brasileiras favoráveis ao desenvolvimento da cultura e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo na manutenção da posição vendida pelos fundos de investimento.<br /><br /> O indicador CEPEA em 14/02 foi cotado a R$ 114,74/saca, apresentando queda de 0,61% em relação ao início do mês, com as baixas registradas refletindo em um menor índice de comercialização.<br /><br />  No Brasil, o INMET, prevê chuvas mais intensas nas regiões Norte e Nordeste (especialmente nas áreas do Matopiba). Para o Centro-Oeste e Sudeste, instabilidades com chuvas frequentes, enquanto no Sul previsão de pancadas de chuvas irregulares. Na Argentina, segundo o Serviço Meteorológico Nacional, as principais regiões produtoras, receberão chuvas significativas nos próximos 7 dias, com os níveis de umidade do solo voltando a se recuperar. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB.<br /><br /> Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,26 e U$ 11,54/bushel e<br /> - junho/24 com strike entre U$ 11,10 e U$ 11,67/ bushel<br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>270</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/02/2024 - AgNest</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-02-2024-agnest--58626772</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 15 de fevereiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil e hoje falaremos sobre o AgNest farm lab.<br /><br /> Localizado em Jaguariúna, no centro do corredor da inovação paulista, com uma área agrícola de 35 ha, infraestrutura e equipamentos, o AgNest traz um modelo inédito para o ecossistema da inovação aberta, seu principal objetivo é a validação à campo das tecnologias e soluções desenvolvidas pelas Agtechs (startups do agro) com foco no produtor rural. Essa validação comprovará a eficácia e usabilidade das tecnologias nos diversos sistemas produtivos da agricultura brasileira.<br /><br /> O AgNest nasceu de uma parceria entre duas unidades da Embrapa, a Embrapa Meio Ambiente e Embrapa Agricultura Digital, por essa razão está fundamentado nos pilares da sustentabilidade e agricultura digital. É composto por empresas que tem grande relevância em todas as etapas da produção agrícola, como o Banco do Brasil, principal agente financiador do setor agro, a Embrapa reconhecida mundialmente pela capacidade de desenvolver soluções inovadoras, assim como Bayer e Jacto que tem papel de protagonista em suas respectivas áreas de atuação, por isso o AgNest exerce um notável poder de atração sobre empresas e startups, despertando igualmente o interesse e o desejo de participação no projeto.<br /><br /> Recentemente foi finalizado o plantio da safrinha de milho e sorgo em uma área de 17 ha, onde foram utilizadas tecnologias de agricultura de precisão e digital, como por exemplo, equipamentos de telemetria que possibilitaram o acompanhamento remoto das operações de campo.<br /><br /> A parceria estabelecida por meio do AgNest possibilitará ao BB ser cada vez mais relevante na disponibilização de soluções tecnológicas, digitais e inovadoras ao agronegócio brasileiro, gerando valor à cadeia produtiva. E como maior parceiro do Agronegócio brasileiro, o Banco do Brasil tem orgulho de fazer parte do AgNest, apoiando projetos colaborativos, para ofertar soluções inovadoras para o produtor rural.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, um forte abraço e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58626772</guid><pubDate>Thu, 15 Feb 2024 10:00:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58626772/20240215_bbcast_agro_agnestfarm.mp3" length="2886888" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 15 de fevereiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil e hoje falaremos sobre o AgNest farm lab.

 Localizado em Jaguariúna, no centro do corredor da inovação paulista, com uma área...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 15 de fevereiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil e hoje falaremos sobre o AgNest farm lab.<br /><br /> Localizado em Jaguariúna, no centro do corredor da inovação paulista, com uma área agrícola de 35 ha, infraestrutura e equipamentos, o AgNest traz um modelo inédito para o ecossistema da inovação aberta, seu principal objetivo é a validação à campo das tecnologias e soluções desenvolvidas pelas Agtechs (startups do agro) com foco no produtor rural. Essa validação comprovará a eficácia e usabilidade das tecnologias nos diversos sistemas produtivos da agricultura brasileira.<br /><br /> O AgNest nasceu de uma parceria entre duas unidades da Embrapa, a Embrapa Meio Ambiente e Embrapa Agricultura Digital, por essa razão está fundamentado nos pilares da sustentabilidade e agricultura digital. É composto por empresas que tem grande relevância em todas as etapas da produção agrícola, como o Banco do Brasil, principal agente financiador do setor agro, a Embrapa reconhecida mundialmente pela capacidade de desenvolver soluções inovadoras, assim como Bayer e Jacto que tem papel de protagonista em suas respectivas áreas de atuação, por isso o AgNest exerce um notável poder de atração sobre empresas e startups, despertando igualmente o interesse e o desejo de participação no projeto.<br /><br /> Recentemente foi finalizado o plantio da safrinha de milho e sorgo em uma área de 17 ha, onde foram utilizadas tecnologias de agricultura de precisão e digital, como por exemplo, equipamentos de telemetria que possibilitaram o acompanhamento remoto das operações de campo.<br /><br /> A parceria estabelecida por meio do AgNest possibilitará ao BB ser cada vez mais relevante na disponibilização de soluções tecnológicas, digitais e inovadoras ao agronegócio brasileiro, gerando valor à cadeia produtiva. E como maior parceiro do Agronegócio brasileiro, o Banco do Brasil tem orgulho de fazer parte do AgNest, apoiando projetos colaborativos, para ofertar soluções inovadoras para o produtor rural.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, um forte abraço e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agnest,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1ce6964ebc36a0ec078715c1a260998d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/02/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-02-2024-cenario-do-milho--58615541</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de fevereiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    A Companhia Nacional de Abastecimento, CONAB, divulgou ontem, dia 08, seu 5º Levantamento Safra 2023/24.<br /><br />  Para o milho, o órgão reduziu novamente a produção nacional, agora estimada em 113,69 milhões de toneladas. O corte na produção foi de 3,91 milhões de toneladas em relação ao relatório de janeiro, justificada por novo encolhimento da área de milho, com destaque para a 2ª safra, e estimativa de menor produtividade para este ciclo. Em relação à safra anterior, a Conab estima que a área total destinada ao grão será 8,2% inferior, e a produtividade 6,1% menor.<br /><br />  As exportações foram estimadas em 32 milhões de toneladas, 42,3% inferior ao estimado para a safra 2022/23. O estoque final deverá ser de 6,46 milhões de toneladas, sendo o segundo menor estoque final dos últimos cinco anos.<br /><br />  No início da semana, em publicação do progresso das safras, o órgão apontou que a colheita do milho 1ª safra atingiu 13,8%.<br /><br />  Já a semeadura do milho 2ª safra chegou a 19,8%, estando 9,10 pontos percentuais superior em relação ao mesmo período em 2023. Os estados mais avançados são: Mato Grosso, com cerca de 30% da área já cultivada e o Paraná, com 22%.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 07, precificado a R$63,28 por saca, valorização de 2,98% em relação ao dia primeiro de fevereiro.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 60,78 e R$ 63,75 por saca, e<br />  - setembro/24, com strike entre R$ 61,21 e R$ 65,75 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58615541</guid><pubDate>Fri, 09 Feb 2024 15:11:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58615541/20240209_bbcast_agro_milho.mp3" length="4142855" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 09 de fevereiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    A Companhia Nacional de Abastecimento, CONAB, divulgou ontem,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de fevereiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    A Companhia Nacional de Abastecimento, CONAB, divulgou ontem, dia 08, seu 5º Levantamento Safra 2023/24.<br /><br />  Para o milho, o órgão reduziu novamente a produção nacional, agora estimada em 113,69 milhões de toneladas. O corte na produção foi de 3,91 milhões de toneladas em relação ao relatório de janeiro, justificada por novo encolhimento da área de milho, com destaque para a 2ª safra, e estimativa de menor produtividade para este ciclo. Em relação à safra anterior, a Conab estima que a área total destinada ao grão será 8,2% inferior, e a produtividade 6,1% menor.<br /><br />  As exportações foram estimadas em 32 milhões de toneladas, 42,3% inferior ao estimado para a safra 2022/23. O estoque final deverá ser de 6,46 milhões de toneladas, sendo o segundo menor estoque final dos últimos cinco anos.<br /><br />  No início da semana, em publicação do progresso das safras, o órgão apontou que a colheita do milho 1ª safra atingiu 13,8%.<br /><br />  Já a semeadura do milho 2ª safra chegou a 19,8%, estando 9,10 pontos percentuais superior em relação ao mesmo período em 2023. Os estados mais avançados são: Mato Grosso, com cerca de 30% da área já cultivada e o Paraná, com 22%.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 07, precificado a R$63,28 por saca, valorização de 2,98% em relação ao dia primeiro de fevereiro.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - maio/24, com strike/preço garantido entre R$ 60,78 e R$ 63,75 por saca, e<br />  - setembro/24, com strike entre R$ 61,21 e R$ 65,75 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>259</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/02/2024- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-02-2024-cenario-do-arroz--58603390</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta feira, 08 de fevereiro de 2024, meu nome é Michel Vieira Diniz, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />  De acordo com o 4º Levantamento de grãos da safra 23/24, divulgado pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), no Brasil, estima-se um aumento de 5,8% na área plantada em comparação à safra anterior, com previsão de cultivo de um milhão, quinhentos e sessenta e cinco mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, setecentos e cinquenta e cinco mil toneladas, aumento de 7,2% em relação à safra anterior.<br /><br />     Somente o estado do Rio Grande do Sul, produz o equivalente a 72% da produção nacional, em relação à safra 22/23 houve um incremento na sua área plantada de 7,38%. De acordo com a Emater e o IRGA, a semeadura gaúcha se encontra concluída, somando cerca de 902 mil hectares em cultivo.<br /><br />  Já em Santa Catarina, conforme dados da Conab, 16% das lavouras de arroz já foram colhidas. <br />Os preços internos do arroz em casca devem permanecer remuneradores em 2024, sustentados sobretudo pelos menores estoques.<br /><br />  A sazonalidade da oferta, com maior volume de março a abril pode pressionar os valores da saca de arroz, mas, na entressafra, os preços devem ficar firmes.<br /><br />  O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), fechou em 05 de fevereiro a R$ 120,80 a saca de 50 kg, acumulando aumento de 36,74% em relação ao mesmo período em 2023.<br /><br />  O Banco do Brasil está disponibilizando crédito de Custeio Antecipado que permite ao produtor custear a implantação da sua lavoura, safra 24/25, e linhas de comercialização para a safra atual.<br /><br />  Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58603390</guid><pubDate>Thu, 08 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58603390/20240208_bbcast_agro_arroz.mp3" length="2174685" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta feira, 08 de fevereiro de 2024, meu nome é Michel Vieira Diniz, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

  De acordo com o 4º Levantamento de grãos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta feira, 08 de fevereiro de 2024, meu nome é Michel Vieira Diniz, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />  De acordo com o 4º Levantamento de grãos da safra 23/24, divulgado pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), no Brasil, estima-se um aumento de 5,8% na área plantada em comparação à safra anterior, com previsão de cultivo de um milhão, quinhentos e sessenta e cinco mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, setecentos e cinquenta e cinco mil toneladas, aumento de 7,2% em relação à safra anterior.<br /><br />     Somente o estado do Rio Grande do Sul, produz o equivalente a 72% da produção nacional, em relação à safra 22/23 houve um incremento na sua área plantada de 7,38%. De acordo com a Emater e o IRGA, a semeadura gaúcha se encontra concluída, somando cerca de 902 mil hectares em cultivo.<br /><br />  Já em Santa Catarina, conforme dados da Conab, 16% das lavouras de arroz já foram colhidas. <br />Os preços internos do arroz em casca devem permanecer remuneradores em 2024, sustentados sobretudo pelos menores estoques.<br /><br />  A sazonalidade da oferta, com maior volume de março a abril pode pressionar os valores da saca de arroz, mas, na entressafra, os preços devem ficar firmes.<br /><br />  O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), fechou em 05 de fevereiro a R$ 120,80 a saca de 50 kg, acumulando aumento de 36,74% em relação ao mesmo período em 2023.<br /><br />  O Banco do Brasil está disponibilizando crédito de Custeio Antecipado que permite ao produtor custear a implantação da sua lavoura, safra 24/25, e linhas de comercialização para a safra atual.<br /><br />  Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>136</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/30431285239b4b7a84ca1b8b42b93c19.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/02/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-02-2024-cenario-do-cafe-arabica--58597606</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 07 de fevereiro de 2024, sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  Mantida previsão de chuvas nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias e estas condições continuam favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda gera incertezas para o arábica, pois as chuvas regulares e temperaturas amenas até o fim de março/24 são fundamentais para a definição da safra.<br /><br /> O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços em função dos problemas logísticos nos portos brasileiros, os baixos estoques certificados na bolsa de Nova York e com os importadores, os problemas climáticos no Brasil, oferta restrita dos produtores brasileiros e os conflitos do Oriente Médio que podem afetar a economia mundial.<br /><br /> Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 5 de fevereiro os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.050,00 por saca, mantendo a estabilidade em relação a 31 de janeiro.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 1,71 e 1,81/lp e vencimento novembro/24 com strike entre 1,64 e 1,78/lp.<br /><br /> Faça uma simulação acessando sua conta no aplicativo BB no celular, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58597606</guid><pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:06:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58597606/20240207_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2502783" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 07 de fevereiro de 2024, sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.

  Mantida previsão de chuvas nas regiões produtoras e oscilações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 07 de fevereiro de 2024, sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  Mantida previsão de chuvas nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias e estas condições continuam favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda gera incertezas para o arábica, pois as chuvas regulares e temperaturas amenas até o fim de março/24 são fundamentais para a definição da safra.<br /><br /> O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços em função dos problemas logísticos nos portos brasileiros, os baixos estoques certificados na bolsa de Nova York e com os importadores, os problemas climáticos no Brasil, oferta restrita dos produtores brasileiros e os conflitos do Oriente Médio que podem afetar a economia mundial.<br /><br /> Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 5 de fevereiro os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.050,00 por saca, mantendo a estabilidade em relação a 31 de janeiro.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br /> O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em abril/24 com strike/preço garantido entre U$ 1,71 e 1,81/lp e vencimento novembro/24 com strike entre 1,64 e 1,78/lp.<br /><br /> Faça uma simulação acessando sua conta no aplicativo BB no celular, menu agro, contratar opções agro.<br /><br /> Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/02/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-02-2024-cenario-climatico--58579120</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de fevereiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O mês de janeiro foi marcado por chuvas intensas na Região Sudeste, evidenciadas principalmente nas capitais, características da influência do Fenômeno El Niño.<br /><br /> No monitoramento da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), em último relatório, cita a possibilidade de um “El Niño Neutro” entre abril e maio de 2.024.<br /><br /> De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, a previsão para o mês de fevereiro indica tendência de chuva abaixo da média em parte da Região Norte e em áreas da Região Sul e dos estados de Mato Grosso e Goiás. Já em grande parte das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do País, além de áreas do Pará, Amapá, Tocantins e Paraná, a previsão indica chuvas dentro ou ligeiramente acima da média.<br /><br /> As temperaturas devem ficar acima da média em praticamente todo o País com valores acima de 25ºC. Em áreas do Amazonas, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Matopiba, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, a temperatura média poderá chegar aos 30ºC.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de fevereiro a abril, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o centro, norte e leste do Brasil. Entre a parte da Região Sul, de MS, SP e oeste da Região Norte, a previsão indica chuva acima da média. Previsões que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.<br /><br /> Na faixa central do país, o período é chuvoso e há possibilidade de chuvas acima da média. Sobre o norte do Nordeste, que iniciará o período chuvoso, a tendência é de chuvas abaixo da média, com possibilidade de normalidade, devido ao aquecimento generalizado no oceano Atlântico Tropical. A previsão de temperatura indica tendência acima da média, na maior parte do Brasil.<br /><br /> Para a disponibilidade de água no solo, conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), ocorre atenção em áreas mais ao Norte e Nordeste. Demais Regiões, em situação mais favorável. Devido as oscilações dos eventos climáticos frente as previsões, o monitoramento do clima, se tornou importante ferramenta para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58579120</guid><pubDate>Tue, 06 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58579120/20240206_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3348733" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 06 de fevereiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 O mês de janeiro foi marcado por chuvas intensas na Região Sudeste,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de fevereiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O mês de janeiro foi marcado por chuvas intensas na Região Sudeste, evidenciadas principalmente nas capitais, características da influência do Fenômeno El Niño.<br /><br /> No monitoramento da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), em último relatório, cita a possibilidade de um “El Niño Neutro” entre abril e maio de 2.024.<br /><br /> De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, a previsão para o mês de fevereiro indica tendência de chuva abaixo da média em parte da Região Norte e em áreas da Região Sul e dos estados de Mato Grosso e Goiás. Já em grande parte das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do País, além de áreas do Pará, Amapá, Tocantins e Paraná, a previsão indica chuvas dentro ou ligeiramente acima da média.<br /><br /> As temperaturas devem ficar acima da média em praticamente todo o País com valores acima de 25ºC. Em áreas do Amazonas, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Matopiba, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, a temperatura média poderá chegar aos 30ºC.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral de fevereiro a abril, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o centro, norte e leste do Brasil. Entre a parte da Região Sul, de MS, SP e oeste da Região Norte, a previsão indica chuva acima da média. Previsões que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.<br /><br /> Na faixa central do país, o período é chuvoso e há possibilidade de chuvas acima da média. Sobre o norte do Nordeste, que iniciará o período chuvoso, a tendência é de chuvas abaixo da média, com possibilidade de normalidade, devido ao aquecimento generalizado no oceano Atlântico Tropical. A previsão de temperatura indica tendência acima da média, na maior parte do Brasil.<br /><br /> Para a disponibilidade de água no solo, conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), ocorre atenção em áreas mais ao Norte e Nordeste. Demais Regiões, em situação mais favorável. Devido as oscilações dos eventos climáticos frente as previsões, o monitoramento do clima, se tornou importante ferramenta para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/02/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-02-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58549325</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga dividido entre os fundamentos e os movimentos técnicos, com destaque para a movimentação dos fundos de investimento. O principal fundamento técnico atualmente, é a evolução da safra da Argentina, que segundo a <i>Bolsa de Cereales </i>de Buenos Aires, novamente elevou sua estimativa de produção.  Na Argentina, há previsão do retorno das chuvas, ainda pequenas nessa semana (até 40 mm), em importantes províncias, como Córdoba e Buenos Aires, segundo o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN). Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas para todos os Estados produtores, que podem atingir 50 mm, porém com distribuição irregular na Região Centro Norte do PR e na faixa Oeste de MG. O quadro fundamental segue de pressão, com a entrada da safra brasileira e as perspectivas favoráveis para a Argentina. Com isso, os importadores concentrarão suas compras na América do Sul. Diante dos baixos indicadores da economia chinesa, principal comprador da <i>commodity</i> e a véspera do seu tradicional feriado do Ano Lunar, somados as boas estimativas para a safra sul-americana, o mercado interno deverá manter o viés de baixa para o curto e médio prazos.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 01/02, o país já havia exportado 33,68 milhões de ton. O ritmo de exportação americano está dentro das expectativas do mercado e 31,41% acima que o mesmo período do ano passado. O órgão divulgará no dia 08/02 seu relatório de oferta e demanda de grãos referente ao mês de fevereiro. O relatório poderá trazer volatilidade ao mercado externo caso ocorra revisão na produção estimada para o Brasil. Em janeiro, foi apontada produção total de milho brasileiro em 127 milhões de ton, cerca de 10 milhões de ton a mais que as estimativas da Conab. No Brasil, a Conab também divulgará seu 5º Levantamento Safra 2023/24, no dia 08/02.  Internamente, o avanço da colheita da 1ª safra pode continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo, devido a maior oferta do cereal.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos. Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas continuam impactando a volatilidade do mercado. A permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho já elevaram os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta e diminuindo ainda mais sua oferta na Europa. O mês de jan/24 fechou com 3.439.508 sacas exportadas. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O mês de janeiro começou com o indicador do boi gordo CEPEA/B3 em R$ 252,00/@ e terminou em R$ 245,00, acumulando uma queda de 2,9%. Mercado futuro do boi gordo para fev/24 segue com tendência de baixa, com contratos sendo negociados com valores cerca de 2,45% abaixo do indicador CEPEA/B3. O início de fevereiro gera perspectivas positivas para demanda de carne bovina, com pagamentos no início do mês, volta às aulas e feriado de carnaval, podendo ocorrer leve reação no preço da arroba. As escalas de abates podem recuar na medida que as vendas para o varejo aumentarem, devido a recomposição dos estoques de começo de mês.<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58549325</guid><pubDate>Mon, 05 Feb 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58549325/20240205_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5053170" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de fevereiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga dividido entre os fundamentos e os movimentos técnicos, com destaque para a movimentação dos fundos de investimento. O principal fundamento técnico atualmente, é a evolução da safra da Argentina, que segundo a <i>Bolsa de Cereales </i>de Buenos Aires, novamente elevou sua estimativa de produção.  Na Argentina, há previsão do retorno das chuvas, ainda pequenas nessa semana (até 40 mm), em importantes províncias, como Córdoba e Buenos Aires, segundo o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN). Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas para todos os Estados produtores, que podem atingir 50 mm, porém com distribuição irregular na Região Centro Norte do PR e na faixa Oeste de MG. O quadro fundamental segue de pressão, com a entrada da safra brasileira e as perspectivas favoráveis para a Argentina. Com isso, os importadores concentrarão suas compras na América do Sul. Diante dos baixos indicadores da economia chinesa, principal comprador da <i>commodity</i> e a véspera do seu tradicional feriado do Ano Lunar, somados as boas estimativas para a safra sul-americana, o mercado interno deverá manter o viés de baixa para o curto e médio prazos.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá reagindo à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o USDA, no relatório semanal de exportações, publicado no dia 01/02, o país já havia exportado 33,68 milhões de ton. O ritmo de exportação americano está dentro das expectativas do mercado e 31,41% acima que o mesmo período do ano passado. O órgão divulgará no dia 08/02 seu relatório de oferta e demanda de grãos referente ao mês de fevereiro. O relatório poderá trazer volatilidade ao mercado externo caso ocorra revisão na produção estimada para o Brasil. Em janeiro, foi apontada produção total de milho brasileiro em 127 milhões de ton, cerca de 10 milhões de ton a mais que as estimativas da Conab. No Brasil, a Conab também divulgará seu 5º Levantamento Safra 2023/24, no dia 08/02.  Internamente, o avanço da colheita da 1ª safra pode continuar pressionando negativamente os preços físicos no curto prazo, devido a maior oferta do cereal.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos. Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas continuam impactando a volatilidade do mercado. A permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho já elevaram os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta e diminuindo ainda mais sua oferta na Europa. O mês de jan/24 fechou com 3.439.508 sacas exportadas. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O mês de janeiro começou com o indicador do boi gordo CEPEA/B3 em R$ 252,00/@ e terminou em R$ 245,00, acumulando uma queda de 2,9%. Mercado futuro do boi gordo para fev/24 segue com tendência de baixa, com contratos sendo negociados com valores cerca de 2,45% abaixo do indicador CEPEA/B3. O início de fevereiro gera perspectivas positivas para demanda de carne bovina, com pagamentos no início do mês, volta às aulas e feriado de carnaval, podendo ocorrer leve reação no preço da arroba. As escalas de abates podem recuar na medida que as...]]></itunes:summary><itunes:duration>316</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/02/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-02-2024-cenario-da-soja--58547547</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 02 de fevereiro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 10% da área cultivada, destaques para os Estados do MT, que alcançou 20% e PR com 14% das áreas semeadas. As primeiras áreas colhidas, de modo geral, estão confirmando as baixas produtividades previstas, em função das irregularidades climáticas, principalmente escassez de chuvas e temperaturas elevadas ocorridas nos meses de outubro e novembro.<br /><br />  As lavouras encontram-se com 74,1% na fase reprodutiva, sendo que 38% na fase de enchimento de grãos, 14,6% em floração e 21,5% em maturação.<br /><br /> Na Argentina o plantio já está praticamente concluído, com previsão de produção de 50 milhões de ton. Nos últimos dias ocorreram redução das chuvas e aumento da temperatura no país, esse cenário deve persistir até a próxima semana.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 29/01 cotado a US$ 11,94/bushel, (12,06 em 15/01) apresentando queda em relação ao início do mês de 6,7%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: aumento das expectativas de produção da américa do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, a manutenção das previsões favoráveis de clima no Brasil e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo no aumento da posição vendida pelos fundos de investimento.<br /><br />O indicador CEPEA em 29/01 foi cotado a R$ 116,13 (02/01 R$ 141,65) saca, apresentando queda de 18,02% desde o início do mês. De acordo com o INMET, teremos precipitações que podem atingir 50 mm em praticamente todos os Estados produtores, porém com distribuição irregular na região Centro Norte do PR e na faixa Oeste de MG.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,80 e U$ 12,02/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 11,72 e U$ 12,09/ bushel  <br /> <br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58547547</guid><pubDate>Fri, 02 Feb 2024 18:40:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58547547/20240202_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3712775" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 02 de fevereiro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

  A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 10% da área cultivada,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 02 de fevereiro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  A colheita no Brasil segue avançando, atingindo 10% da área cultivada, destaques para os Estados do MT, que alcançou 20% e PR com 14% das áreas semeadas. As primeiras áreas colhidas, de modo geral, estão confirmando as baixas produtividades previstas, em função das irregularidades climáticas, principalmente escassez de chuvas e temperaturas elevadas ocorridas nos meses de outubro e novembro.<br /><br />  As lavouras encontram-se com 74,1% na fase reprodutiva, sendo que 38% na fase de enchimento de grãos, 14,6% em floração e 21,5% em maturação.<br /><br /> Na Argentina o plantio já está praticamente concluído, com previsão de produção de 50 milhões de ton. Nos últimos dias ocorreram redução das chuvas e aumento da temperatura no país, esse cenário deve persistir até a próxima semana.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 29/01 cotado a US$ 11,94/bushel, (12,06 em 15/01) apresentando queda em relação ao início do mês de 6,7%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: aumento das expectativas de produção da américa do Sul, destaque para a Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA, a manutenção das previsões favoráveis de clima no Brasil e a sazonalidade da oferta maior em função da colheita com reflexo no aumento da posição vendida pelos fundos de investimento.<br /><br />O indicador CEPEA em 29/01 foi cotado a R$ 116,13 (02/01 R$ 141,65) saca, apresentando queda de 18,02% desde o início do mês. De acordo com o INMET, teremos precipitações que podem atingir 50 mm em praticamente todos os Estados produtores, porém com distribuição irregular na região Centro Norte do PR e na faixa Oeste de MG.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,80 e U$ 12,02/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 11,72 e U$ 12,09/ bushel  <br /> <br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>233</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/02/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-02-2024-cenario-do-boi-gordo--58530987</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 01 de fevereiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 168 mil toneladas de carne bovina in natura nos 19 dias úteis de janeiro de 2.024, volume 5% superior ao exportado no mês de janeiro de 2.023. O preço médio da tonelada, foi comercializado a US$ 4.508, queda de cerca de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> De acordo com o relatório disponibilizado pelo USDA em janeiro deste ano, as exportações de carne bovina in natura do Brasil continuarão em patamares elevados, a previsão é de que serão exportadas cerca 2,98 milhões de toneladas em 2.024, aumento de 2,7% em comparação a 2.023.<br /><br /> Os frigoríficos estão com escalas de abate confortáveis nas principais praças pecuárias, em GO a escala média está em 10 dias úteis. Na segunda quinzena do mês de janeiro, a comercialização de carne bovina no atacado e varejo perdeu força com a demanda enfraquecida, devido ao menor poder aquisitivo da população.<br /><br /> No dia 30 de janeiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 247,20 com queda de 0,54%</b><b> </b>no dia. O indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, foi cotado a <b>R$ 2.072,93 com queda de 0,65% </b>no dia. Na B3, os contratos futuros de fevereiro e março de 2024 fecharam o dia cotados em <b>R$ 239,50 e R$235,50 </b>a arroba, respectivamente. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro.<br /><br />Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Março/24 com preço garantido (strike) entre <b>R$ 235,50 e R$ 238,00</b>/@,<br /> e -          Maio/24 com strike entre <b>R$ 224,80 e R$ 237,50</b>/@<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58530987</guid><pubDate>Thu, 01 Feb 2024 12:35:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58530987/20240201_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="4073474" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 01 de fevereiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 01 de fevereiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 168 mil toneladas de carne bovina in natura nos 19 dias úteis de janeiro de 2.024, volume 5% superior ao exportado no mês de janeiro de 2.023. O preço médio da tonelada, foi comercializado a US$ 4.508, queda de cerca de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> De acordo com o relatório disponibilizado pelo USDA em janeiro deste ano, as exportações de carne bovina in natura do Brasil continuarão em patamares elevados, a previsão é de que serão exportadas cerca 2,98 milhões de toneladas em 2.024, aumento de 2,7% em comparação a 2.023.<br /><br /> Os frigoríficos estão com escalas de abate confortáveis nas principais praças pecuárias, em GO a escala média está em 10 dias úteis. Na segunda quinzena do mês de janeiro, a comercialização de carne bovina no atacado e varejo perdeu força com a demanda enfraquecida, devido ao menor poder aquisitivo da população.<br /><br /> No dia 30 de janeiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 247,20 com queda de 0,54%</b><b> </b>no dia. O indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, foi cotado a <b>R$ 2.072,93 com queda de 0,65% </b>no dia. Na B3, os contratos futuros de fevereiro e março de 2024 fecharam o dia cotados em <b>R$ 239,50 e R$235,50 </b>a arroba, respectivamente. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro.<br /><br />Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Março/24 com preço garantido (strike) entre <b>R$ 235,50 e R$ 238,00</b>/@,<br /> e -          Maio/24 com strike entre <b>R$ 224,80 e R$ 237,50</b>/@<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>255</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ba099e84edd134acf881d43082eb73bc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/01/2024 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-01-2024-cenario-do-cafe-conilon--58506032</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 31 de janeiro de 2024, me chamo Rossana Maria Claudia , sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. As condições climáticas adversas, marcadas por altas temperaturas e chuvas abaixo do esperado no início do período produtivo, impactaram a florada dos cafezais em regiões como o Espírito Santo e Rondônia, mesmo com o uso de irrigação.<br /><br />O estresse fisiológico nas lavouras tornou-as suscetíveis a pragas, como a cochonilha-da-roseta, desafiando o controle preventivo. Embora haja informações sobre a redução da safra de 2024 devido aos efeitos climáticos desfavoráveis, ainda não é possível quantificar as perdas para a safra de 2023/2024. O mês de janeiro apresentou um volume de chuva expressivo, etapa crucial para granação do café. No mercado internacional, o café conilon em Londres teve valorização, com o contrato de maio/2024 com alta de US$43 por tonelada, chegando a US$3155.<br /><br />Conflitos na região do mar Vermelho estão dificultando o escoamento da produção do Vietnã, os produtores resistem à venda, monitorando as condições climáticas e prevendo redução nas safras do Vietnã e Indonésia, mantendo os preços a curto prazo com tendencia de alta, e de estabilidade no médio. No mercado interno, os preços do café conilon apresentaram alta na última semana.<br /><br />O café tipo 7 alcançou R$790,00 a saca de 60kg na COOABRIEL, enquanto em Rondônia, o preço médio informado pelos cafeicultores foi de R$680,00 a saca de 60kg. Diante das incertezas em relação à produção 23/24, os produtores são aconselhados a acompanhar o mercado do café e utilizar mecanismos de proteção disponíveis, como seguros e linhas de crédito para estocagem. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços e riscos climáticos, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br />O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!"]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58506032</guid><pubDate>Wed, 31 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58506032/20240131_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3064520" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 31 de janeiro de 2024, me chamo Rossana Maria Claudia , sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. As condições climáticas adversas, marcadas por...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 31 de janeiro de 2024, me chamo Rossana Maria Claudia , sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. As condições climáticas adversas, marcadas por altas temperaturas e chuvas abaixo do esperado no início do período produtivo, impactaram a florada dos cafezais em regiões como o Espírito Santo e Rondônia, mesmo com o uso de irrigação.<br /><br />O estresse fisiológico nas lavouras tornou-as suscetíveis a pragas, como a cochonilha-da-roseta, desafiando o controle preventivo. Embora haja informações sobre a redução da safra de 2024 devido aos efeitos climáticos desfavoráveis, ainda não é possível quantificar as perdas para a safra de 2023/2024. O mês de janeiro apresentou um volume de chuva expressivo, etapa crucial para granação do café. No mercado internacional, o café conilon em Londres teve valorização, com o contrato de maio/2024 com alta de US$43 por tonelada, chegando a US$3155.<br /><br />Conflitos na região do mar Vermelho estão dificultando o escoamento da produção do Vietnã, os produtores resistem à venda, monitorando as condições climáticas e prevendo redução nas safras do Vietnã e Indonésia, mantendo os preços a curto prazo com tendencia de alta, e de estabilidade no médio. No mercado interno, os preços do café conilon apresentaram alta na última semana.<br /><br />O café tipo 7 alcançou R$790,00 a saca de 60kg na COOABRIEL, enquanto em Rondônia, o preço médio informado pelos cafeicultores foi de R$680,00 a saca de 60kg. Diante das incertezas em relação à produção 23/24, os produtores são aconselhados a acompanhar o mercado do café e utilizar mecanismos de proteção disponíveis, como seguros e linhas de crédito para estocagem. Essas medidas visam proteger contra variações nos preços e riscos climáticos, proporcionando segurança aos produtores em um cenário desafiador.<br /><br />O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!"]]></itunes:summary><itunes:duration>192</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/01/2024 - Cenário da batata doce</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-01-2024-cenario-da-batata-doce--58465102</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de janeiro de 2024, meu nome é Barbara Corrêa, Assessora de Agronegócios, na região de São Gotardo-MG,<b> </b>e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce.<br /><br />A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial.<br /><br /> Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes.<br /><br />Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais.<br /><br />Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha.<br /><br />O custo de produção oscila entre R$ 15 mil/ha e R$ 17 mil/ha para lavouras de sequeiro e R$ 20 mil/ha, quando irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 2,10/kg e R$ 2,40/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade.<br /><br />O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58465102</guid><pubDate>Tue, 30 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58465102/20240130_bbcast_agro_batata.mp3" length="3545591" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de janeiro de 2024, meu nome é Barbara Corrêa, Assessora de Agronegócios, na região de São Gotardo-MG, e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce.

A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de janeiro de 2024, meu nome é Barbara Corrêa, Assessora de Agronegócios, na região de São Gotardo-MG,<b> </b>e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce.<br /><br />A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial.<br /><br /> Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes.<br /><br />Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais.<br /><br />Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha.<br /><br />O custo de produção oscila entre R$ 15 mil/ha e R$ 17 mil/ha para lavouras de sequeiro e R$ 20 mil/ha, quando irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 2,10/kg e R$ 2,40/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade.<br /><br />O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,batata,batatadoce,bataticultura,bb,broto,cenário,comercialização,cultivo,lavoura,mercado,plantação,preço,produção,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c912d47dedc5cbe394a81844f59744ea.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/01/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-01-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58465047</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O fundamento clima na América do Sul, tanto para o desenvolvimento das lavouras como para a evolução da colheita, permaneceça no foco dos traders. A América do Sul, portanto, seguirá no centro das atenções do mercado.  As projeções para a produção da safra ainda são boas, mantendo a estimativa de oferta equilibrada. Na Argentina, há previsão do retorno das chuvas nessa semana, ainda pequenas (até 30 mm), segundo o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN). Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas para todos os Estados produtores, com volumes que podem atingir 90 mm, exceto a microrregião centro-sul do Rio Grande do Sul. No macro cenário geopolítico, voltam as preocupações quanto a escalada do conflito no Oriente Médio, expectativa de diminuição da taxa de juros pelo Banco Central  dos EUA, Federal Reserve (FED), e a efetividade do fomento na economia chinesa. Com a safra brasileira ainda duvidosa, principalmente quanto ao tamanho da produção, e o programa chinês de importação começando a se voltar para a América do Sul, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá atento à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no relatório semanal de exportações, publicado no dia 18/01, o país já havia exportado 32,48 milhões de toneladas. O ritmo de exportação americano está mais acelerado que no ano passado, quando o volume era de 24,03 milhões de toneladas para o mesmo período. Preocupações com o aumento das tensões no Mar Vermelho podem trazer volatilidade nos próximos dias, podendo influenciar na precificação do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT). No Brasil, a Conab informou avanço de 1,8 pontos percentuais na colheita do milho 1ª safra, chegando a 8,6% do total da área. A semeadura da 2ª safra foi estimada em 5,0% do total da área, estando 4,10 pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado. Internamente, os preços físicos podem continuar pressionados negativamente no curto prazo, em razão da maior oferta com a colheita da 1ª safra.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas ainda impactarão a volatilidade do mercado. Permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho já elevaram os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O volume de exportação de carne bovina segue em bom ritmo neste início de ano. Entretanto, o valor da carne bovina no mercado internacional segue em queda, prejudicando a receita da indústria exportadora. Sazonalmente, em decorrência das chuvas, que possibilitam boas condições de pastagens, poderá ocorrer altas pontuais no valor da arroba no primeiro trimestre, devido ao poder do pecuarista em segurar o animal no pasto por mais tempo, aguardando melhores oportunidades de negociações. Em decorrência dos gastos de início do ano (impostos, material escolar e outros) a população se encontra descapitalizada, assim, o consumidor busca por fontes de proteínas mais acessíveis, como a carne de frango, suínos e ovos. Com o escoamento da carne bovina no mercado doméstico enfraquecido, a indústria, com grande volume de produto em estoque, deve reduzir a produção e seguir com escalas de abate confortáveis, refletindo em pressão negativa nos preços da arroba no curto prazo.<br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58465047</guid><pubDate>Mon, 29 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58465047/20240129_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5643746" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O fundamento clima na América do Sul, tanto para o desenvolvimento das lavouras como para a evolução da colheita, permaneceça no foco dos traders. A América do Sul, portanto, seguirá no centro das atenções do mercado.  As projeções para a produção da safra ainda são boas, mantendo a estimativa de oferta equilibrada. Na Argentina, há previsão do retorno das chuvas nessa semana, ainda pequenas (até 30 mm), segundo o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN). Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas para todos os Estados produtores, com volumes que podem atingir 90 mm, exceto a microrregião centro-sul do Rio Grande do Sul. No macro cenário geopolítico, voltam as preocupações quanto a escalada do conflito no Oriente Médio, expectativa de diminuição da taxa de juros pelo Banco Central  dos EUA, Federal Reserve (FED), e a efetividade do fomento na economia chinesa. Com a safra brasileira ainda duvidosa, principalmente quanto ao tamanho da produção, e o programa chinês de importação começando a se voltar para a América do Sul, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá atento à demanda pelo milho norte-americano. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no relatório semanal de exportações, publicado no dia 18/01, o país já havia exportado 32,48 milhões de toneladas. O ritmo de exportação americano está mais acelerado que no ano passado, quando o volume era de 24,03 milhões de toneladas para o mesmo período. Preocupações com o aumento das tensões no Mar Vermelho podem trazer volatilidade nos próximos dias, podendo influenciar na precificação do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT). No Brasil, a Conab informou avanço de 1,8 pontos percentuais na colheita do milho 1ª safra, chegando a 8,6% do total da área. A semeadura da 2ª safra foi estimada em 5,0% do total da área, estando 4,10 pontos percentuais acima em relação ao mesmo período do ano passado. Internamente, os preços físicos podem continuar pressionados negativamente no curto prazo, em razão da maior oferta com a colheita da 1ª safra.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos no Brasil, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas ainda impactarão a volatilidade do mercado. Permanência dos conflitos no Oriente Médio na região do Mar Vermelho já elevaram os preços internacionais dos fretes marítimos, pressionando os preços do robusta. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   O volume de exportação de carne bovina segue em bom ritmo neste início de ano. Entretanto, o valor da carne bovina no mercado internacional segue em queda, prejudicando a receita da indústria exportadora. Sazonalmente, em decorrência das chuvas, que possibilitam boas condições de pastagens, poderá ocorrer altas pontuais no valor da arroba no primeiro trimestre, devido ao poder do pecuarista em segurar o animal no pasto por mais tempo, aguardando melhores oportunidades de negociações. Em decorrência dos gastos de início do ano (impostos, material escolar e outros) a população se encontra descapitalizada, assim, o consumidor busca por fontes...]]></itunes:summary><itunes:duration>353</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/01/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-01-2024-cenario-do-milho--58458275</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 26 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  Os preços futuros no mercado externo apresentaram leves recuperações nos últimos dias, após elevada desvalorização, refletindo as estimativas de oferta e demanda do cereal pelo Departamento de Agricultura dos EUA, divulgado no dia 12 de janeiro. Nesta publicação, o órgão apontou que a safra americana 2023/24 deverá ser a maior já registrada, próximo de 390 milhões de toneladas. Além desta revisão, ocorreram elevação dos estoques finais do país e globais, acima do que o mercado projetava. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Março/24, encerrou o dia 24 de janeiro cotado a U$4,52/bushel.<br /><br />  No Brasil, a Conab divulgou no dia 22, em seu acompanhamento das lavouras, que a colheita do milho 1ª safra (verão) chegou a 8,6% da área total, com o Rio Grande do Sul à frente dos trabalhos. O milho 2ª safra, conhecido como safrinha, já está sendo semeado. Foi levantado que 5% da área já foi cultivada, e está em um maior ritmo quando se compara ao mesmo período do ano passado. O estado que lidera o plantio é o Mato Grosso.<br /><br />  A colheita do milho verão e a semeadura adiantada da 2ª safra têm trazido pressão negativa para os preços internos. Adicionalmente, compradores estão cautelosos nas aquisições, aguardando uma maior oferta para os próximos dias.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 24, precificado a R$62,64 por saca. Entre os dias 15 e 24 de janeiro, o indicador apresentou desvalorização de 5,2% no período.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 63,97 e R$ 66,29 por saca,<br />e - setembro/24, com strike entre R$ 62,65 e R$ 67,37 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58458275</guid><pubDate>Fri, 26 Jan 2024 15:11:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58458275/20240126_bbcast_agro_milho.mp3" length="3712775" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 26 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

  Os preços futuros no mercado externo apresentaram leves...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 26 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  Os preços futuros no mercado externo apresentaram leves recuperações nos últimos dias, após elevada desvalorização, refletindo as estimativas de oferta e demanda do cereal pelo Departamento de Agricultura dos EUA, divulgado no dia 12 de janeiro. Nesta publicação, o órgão apontou que a safra americana 2023/24 deverá ser a maior já registrada, próximo de 390 milhões de toneladas. Além desta revisão, ocorreram elevação dos estoques finais do país e globais, acima do que o mercado projetava. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Março/24, encerrou o dia 24 de janeiro cotado a U$4,52/bushel.<br /><br />  No Brasil, a Conab divulgou no dia 22, em seu acompanhamento das lavouras, que a colheita do milho 1ª safra (verão) chegou a 8,6% da área total, com o Rio Grande do Sul à frente dos trabalhos. O milho 2ª safra, conhecido como safrinha, já está sendo semeado. Foi levantado que 5% da área já foi cultivada, e está em um maior ritmo quando se compara ao mesmo período do ano passado. O estado que lidera o plantio é o Mato Grosso.<br /><br />  A colheita do milho verão e a semeadura adiantada da 2ª safra têm trazido pressão negativa para os preços internos. Adicionalmente, compradores estão cautelosos nas aquisições, aguardando uma maior oferta para os próximos dias.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 24, precificado a R$62,64 por saca. Entre os dias 15 e 24 de janeiro, o indicador apresentou desvalorização de 5,2% no período.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 63,97 e R$ 66,29 por saca,<br />e - setembro/24, com strike entre R$ 62,65 e R$ 67,37 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>233</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/01/2024 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-01-2024-cenario-do-leite--58439360</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 25 de janeiro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Apesar da elevação da cotação do preço do leite pago ao produtor no último indicador CEPEA, a atividade leiteira continua a atravessar um momento crítico.<br /><br /> A volta das chuvas ainda não ocorreu dentro de uma normalidade para estabilizar a produção forrageira e, consequentemente, melhorar o fluxo de caixa com uso de alternativas mais baratas de alimento, como o próprio pasto em sistema de pastejo.<br /><br /> O mercado atacadista internacional se manteve estável no final de dezembro e começo do ano, sugerindo estabilidade no valor do leite a ser pago ao produtor em janeiro de 2024, referente ao leite coletado por laticínios e cooperativas em dezembro de 2023.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB INVESTE AGRO, buscando otimizar a infraestrutura da propriedade e produzir fontes alternativas de forragem volumosa para uso durante o ano.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58439360</guid><pubDate>Thu, 25 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58439360/20240125_bbcast_agro_leite.mp3" length="1728723" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 25 de janeiro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

 Apesar da elevação da cotação do preço do leite pago ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 25 de janeiro de 2024, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Apesar da elevação da cotação do preço do leite pago ao produtor no último indicador CEPEA, a atividade leiteira continua a atravessar um momento crítico.<br /><br /> A volta das chuvas ainda não ocorreu dentro de uma normalidade para estabilizar a produção forrageira e, consequentemente, melhorar o fluxo de caixa com uso de alternativas mais baratas de alimento, como o próprio pasto em sistema de pastejo.<br /><br /> O mercado atacadista internacional se manteve estável no final de dezembro e começo do ano, sugerindo estabilidade no valor do leite a ser pago ao produtor em janeiro de 2024, referente ao leite coletado por laticínios e cooperativas em dezembro de 2023.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB INVESTE AGRO, buscando otimizar a infraestrutura da propriedade e produzir fontes alternativas de forragem volumosa para uso durante o ano.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>109</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/01/2024 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-01-2024-cenario-do-algodao--58431132</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de janeiro de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> No início de janeiro, o departamento de agricultura dos Estados Unidos divulgou o relatório mensal de oferta e demanda, trazendo uma produção de pluma americana de 2,69 milhões de toneladas para a safra 23/24 (16% menor que a safra anterior).<br /><br /> Com a menor produção e a cotação internacional em patamares próximos a U$c 0,80/lpb, é possível que o país diminua a área semeada para a safra 24/25; o número inicial e oficial da área plantada será divulgado na segunda quinzena de fevereiro. Pelo lado da demanda, a situação da economia chinesa, a maior consumidora de pluma, ainda requer atenção com relação ao estoque de suas indústrias.<br /><br /> No Brasil, as chuvas retornaram com maior frequência e volume nas regiões produtoras, sobretudo no Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso) desde o final de dezembro.<br /><br /> O Mato Grosso, maior produtor nacional, avançou com o plantio para quase 60% da área estimada, segundo boletim semanal da ABRAPA. À medida que a colheita da soja foi sendo realizada, visto que o estado é grande produtor de algodão segunda safra do país.<br /><br /> Considerando que o Brasil também poderá semear a maior área (previsão de aproximadamente 1,760 milhão hectares, de acordo com a CONAB – 6% a mais que a safra 22/23), este fato poderá contribuir para uma oferta de pluma brasileira em volume próximo ao da safra passada no mercado mundial e influenciar diretamente nas cotações da commodity.<br /><br /> Desta maneira, é importante que o produtor se resguarde de oscilações de preços no mercado interno e externo. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,82 e U$ 0,83/pound.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58431132</guid><pubDate>Wed, 24 Jan 2024 14:13:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58431132/20240124_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2188060" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 24 de janeiro de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 No início de janeiro, o departamento de agricultura dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de janeiro de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> No início de janeiro, o departamento de agricultura dos Estados Unidos divulgou o relatório mensal de oferta e demanda, trazendo uma produção de pluma americana de 2,69 milhões de toneladas para a safra 23/24 (16% menor que a safra anterior).<br /><br /> Com a menor produção e a cotação internacional em patamares próximos a U$c 0,80/lpb, é possível que o país diminua a área semeada para a safra 24/25; o número inicial e oficial da área plantada será divulgado na segunda quinzena de fevereiro. Pelo lado da demanda, a situação da economia chinesa, a maior consumidora de pluma, ainda requer atenção com relação ao estoque de suas indústrias.<br /><br /> No Brasil, as chuvas retornaram com maior frequência e volume nas regiões produtoras, sobretudo no Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso) desde o final de dezembro.<br /><br /> O Mato Grosso, maior produtor nacional, avançou com o plantio para quase 60% da área estimada, segundo boletim semanal da ABRAPA. À medida que a colheita da soja foi sendo realizada, visto que o estado é grande produtor de algodão segunda safra do país.<br /><br /> Considerando que o Brasil também poderá semear a maior área (previsão de aproximadamente 1,760 milhão hectares, de acordo com a CONAB – 6% a mais que a safra 22/23), este fato poderá contribuir para uma oferta de pluma brasileira em volume próximo ao da safra passada no mercado mundial e influenciar diretamente nas cotações da commodity.<br /><br /> Desta maneira, é importante que o produtor se resguarde de oscilações de preços no mercado interno e externo. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,82 e U$ 0,83/pound.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>137</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/01/2024 - Cenário do açai</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-01-2024-cenario-do-acai--58373685</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de Janeiro de 2024, meu nome é Leandro Dias, Assessor de Agronegócios em Marabá PA e falaremos sobre o cenário do Açai.<br /><br /> De acordo com a EMBRAPA, o açaí, fruto do açaizeiro, das espécies Euterpe, são de uma grande diversidade de palmeiras. Nos ecossistemas amazônicos, as palmeiras têm um importante papel, dada à sua interação com um grande número de animais vertebrados e invertebrados. Importante, também, para as populações locais, com aproveitamento da palmeira como alimento, bebida, construção, artefatos e remédios, tendo como partes utilizadas, frutos, palmito, tronco, semente e folhas.<br /><br /> Hoje esse é o principal produto florestal não madeireiro do Brasil, consumido em todo o território nacional e exportado para vários países. A partir de estudos, descobriu-se que a concentração de antocianinas no açaí é elevada, além de fonte de Potássio, Cálcio e Magnésio.<br /><br /><br />  Apesar da extração de produtos não madeireiros, em princípio, ser uma prática menos impactante que o corte da madeira, por causa da extração de palmito, as populações que dependiam dessa atividade passaram a ser manejadas para o aumento da produtividade para atender ao mercado de frutos, o que levou à redução na extração de plantas.<br /><br /> Conforme o IBGE, o estado do Pará, é o maior produtor e extrator de açaí do país, responsável por aproximadamente 94% da produção, seguido pelo Estado do Amazonas, com 05%. Do total de polpa de açaí produzida no Para, 60% ficam no Estado, 35% seguem para outras regiões do País, principalmente São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.<br /><br /> O mercado internacional compra 5% da produção, sendo os Estados Unidos o maior comprador, seguidos por Japão, Austrália e o mercado europeu. Dos alimentos processados que contêm açaí e lançados no mercado mundial nos últimos anos, 22% são sucos e 12% bebidas energéticas e esportiva, e os demais, estão diversificados em vários produtos.<br /><br /> Os EUA, além de maior comprador internacional, também são responsáveis pelo lançamento do maior número de produtos com açaí como matéria-prima, com cerca de 30% do total, seguido por Brasil (19%) e Canadá (8%).<br /><br /> Existem muitos desafios para o desenvolvimento e avanço do mercado, no que se refere à falta de infraestrutura para a produção e armazenamento, uma vez que o produto é perecível e os mercados emergentes para açaí, como o de cosméticos/nutracêuticos, exigem conservação adequada para manutenção dos teores de antocianinas.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em Irrigação, Armazenagem e Comercialização.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58373685</guid><pubDate>Tue, 23 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58373685/20240123_bbcast_agro_cenario_a_ai.mp3" length="3686444" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de Janeiro de 2024, meu nome é Leandro Dias, Assessor de Agronegócios em Marabá PA e falaremos sobre o cenário do Açai.

 De acordo com a EMBRAPA, o açaí, fruto do açaizeiro, das espécies Euterpe, são de uma grande diversidade de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de Janeiro de 2024, meu nome é Leandro Dias, Assessor de Agronegócios em Marabá PA e falaremos sobre o cenário do Açai.<br /><br /> De acordo com a EMBRAPA, o açaí, fruto do açaizeiro, das espécies Euterpe, são de uma grande diversidade de palmeiras. Nos ecossistemas amazônicos, as palmeiras têm um importante papel, dada à sua interação com um grande número de animais vertebrados e invertebrados. Importante, também, para as populações locais, com aproveitamento da palmeira como alimento, bebida, construção, artefatos e remédios, tendo como partes utilizadas, frutos, palmito, tronco, semente e folhas.<br /><br /> Hoje esse é o principal produto florestal não madeireiro do Brasil, consumido em todo o território nacional e exportado para vários países. A partir de estudos, descobriu-se que a concentração de antocianinas no açaí é elevada, além de fonte de Potássio, Cálcio e Magnésio.<br /><br /><br />  Apesar da extração de produtos não madeireiros, em princípio, ser uma prática menos impactante que o corte da madeira, por causa da extração de palmito, as populações que dependiam dessa atividade passaram a ser manejadas para o aumento da produtividade para atender ao mercado de frutos, o que levou à redução na extração de plantas.<br /><br /> Conforme o IBGE, o estado do Pará, é o maior produtor e extrator de açaí do país, responsável por aproximadamente 94% da produção, seguido pelo Estado do Amazonas, com 05%. Do total de polpa de açaí produzida no Para, 60% ficam no Estado, 35% seguem para outras regiões do País, principalmente São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.<br /><br /> O mercado internacional compra 5% da produção, sendo os Estados Unidos o maior comprador, seguidos por Japão, Austrália e o mercado europeu. Dos alimentos processados que contêm açaí e lançados no mercado mundial nos últimos anos, 22% são sucos e 12% bebidas energéticas e esportiva, e os demais, estão diversificados em vários produtos.<br /><br /> Os EUA, além de maior comprador internacional, também são responsáveis pelo lançamento do maior número de produtos com açaí como matéria-prima, com cerca de 30% do total, seguido por Brasil (19%) e Canadá (8%).<br /><br /> Existem muitos desafios para o desenvolvimento e avanço do mercado, no que se refere à falta de infraestrutura para a produção e armazenamento, uma vez que o produto é perecível e os mercados emergentes para açaí, como o de cosméticos/nutracêuticos, exigem conservação adequada para manutenção dos teores de antocianinas.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em Irrigação, Armazenagem e Comercialização.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>acai,cenario,comercializacao,cultivo,producao,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/604bf19bad745044305e858dd3df2dea.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/01/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-01-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58373657</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de janeiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado de soja pondere os primeiros dados de áreas colhidas no Brasil e a conclusão da fase de plantio na Argentina, com possível contraponto com a demanda mundial para novas precificações. As projeções para a produção da safra na América do Sul ainda são boas, mantendo a oferta elevada. O clima na América do Sul permanece como fator central de monitoramento dos traders, uma vez que grande parte da safra brasileira está em desenvolvimento nas fases de floração e enchimento de grão. O INMET, prevê chuvas nas regiões Norte e Nordeste, com pancadas de chuvas nas áreas do MATOPIBA, com volumes que podem atingir 70mm. Para o Centro-Oeste e Sudeste, há previsão localizada de pancadas de chuvas fortes que devem ultrapassar 90 mm.  Já para o Sul do País, há previsão de chuvas com volumes de até 60 mm na faixa centro leste. No macro cenário geopolítico, voltam as preocupações quanto a escalada do conflito entre Israel e Hamas. O mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto prazo, no entanto, com a safra dentro da média prevista para o continente sul-americano, o viés seguirá de baixa para o médio prazo.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá atento à demanda pelo milho norte-americano. Caso o relatório de exportações, que é divulgado semanalmente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, venha abaixo do que o mercado espera, as cotações poderão seguir desvalorizadas, refletindo a fraca demanda pelo cereal estadunidense. No Brasil, o plantio do milho 2ª safra já iniciou no maior estado produtor, Mato Grosso. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a semeadura está adiantada. Foram cultivados cerca de 1,24% dos 7,02 milhões de hectares previstos. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 0,42%. A Conab informou avanço de 3,4 pontos percentuais no plantio da 1ª safra de milho no Brasil, chegando a 87,7% do total da área. A colheita desta safra atingiu 6,8%, por enquanto concentrada nos estados localizados na região sul (RS – 24%, SC – 8% e PR – 1%). Internamente, os preços físicos podem continuar pressionados negativamente no curto prazo, em razão do início da colheita da 1ª safra.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas ainda impactarão a volatilidade do mercado. A permanência dos conflitos na região do Mar Vermelho ainda podem elevar os preços internacionais dos fretes marítimos; Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: USDA divulgou o relatório de jan/24 para o mercado pecuário, estimando que a produção brasileira de carne bovina em 2.024 será de 10,83 milhões de toneladas (equivalente de peso de carcaça), volume este 2,6% superior a 2.023. Com o preço da arroba em patamares menores, os animais de reposição estão com preços favoráveis para o recriador fazer a aquisição, considerando que este representa cerca de 70% do custo da atividade.<br />  Com menor poder aquisitivo da população no mês de janeiro, devido as contas das festividades do final do ano, impostos e gastos escolares no início de janeiro, a segunda quinzena do mês poderá ser de menor consumo de carne bovina. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58373657</guid><pubDate>Mon, 22 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58373657/20240122_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4993820" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de janeiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de janeiro de 2024, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado de soja pondere os primeiros dados de áreas colhidas no Brasil e a conclusão da fase de plantio na Argentina, com possível contraponto com a demanda mundial para novas precificações. As projeções para a produção da safra na América do Sul ainda são boas, mantendo a oferta elevada. O clima na América do Sul permanece como fator central de monitoramento dos traders, uma vez que grande parte da safra brasileira está em desenvolvimento nas fases de floração e enchimento de grão. O INMET, prevê chuvas nas regiões Norte e Nordeste, com pancadas de chuvas nas áreas do MATOPIBA, com volumes que podem atingir 70mm. Para o Centro-Oeste e Sudeste, há previsão localizada de pancadas de chuvas fortes que devem ultrapassar 90 mm.  Já para o Sul do País, há previsão de chuvas com volumes de até 60 mm na faixa centro leste. No macro cenário geopolítico, voltam as preocupações quanto a escalada do conflito entre Israel e Hamas. O mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto prazo, no entanto, com a safra dentro da média prevista para o continente sul-americano, o viés seguirá de baixa para o médio prazo.<br />  <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo seguirá atento à demanda pelo milho norte-americano. Caso o relatório de exportações, que é divulgado semanalmente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, venha abaixo do que o mercado espera, as cotações poderão seguir desvalorizadas, refletindo a fraca demanda pelo cereal estadunidense. No Brasil, o plantio do milho 2ª safra já iniciou no maior estado produtor, Mato Grosso. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a semeadura está adiantada. Foram cultivados cerca de 1,24% dos 7,02 milhões de hectares previstos. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 0,42%. A Conab informou avanço de 3,4 pontos percentuais no plantio da 1ª safra de milho no Brasil, chegando a 87,7% do total da área. A colheita desta safra atingiu 6,8%, por enquanto concentrada nos estados localizados na região sul (RS – 24%, SC – 8% e PR – 1%). Internamente, os preços físicos podem continuar pressionados negativamente no curto prazo, em razão do início da colheita da 1ª safra.<br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> A meteorologia mantém previsão de chuvas e temperaturas amenas para a semana nas regiões produtoras, favorecendo o enchimento dos grãos; Os problemas logísticos, os baixos estoques certificados em bolsas, os problemas de oferta de robusta na Ásia e as condições climáticas ainda impactarão a volatilidade do mercado. A permanência dos conflitos na região do Mar Vermelho ainda podem elevar os preços internacionais dos fretes marítimos; Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: USDA divulgou o relatório de jan/24 para o mercado pecuário, estimando que a produção brasileira de carne bovina em 2.024 será de 10,83 milhões de toneladas (equivalente de peso de carcaça), volume este 2,6% superior a 2.023. Com o preço da arroba em patamares menores, os animais de reposição estão com preços favoráveis para o recriador fazer a aquisição, considerando que este representa cerca de 70% do custo da atividade.<br />  Com menor poder aquisitivo da população no mês de janeiro, devido as contas das festividades do final do ano, impostos e gastos escolares no início de janeiro, a segunda quinzena do mês poderá ser de menor consumo de carne bovina. Desejamos a todos os...]]></itunes:summary><itunes:duration>313</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/01/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-01-2024-cenario-da-soja--58356805</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 19 de janeiro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No Brasil, iniciou-se a colheita, atingindo 1,7% da área cultivada, destaque para o Estado do MT que alcançou 3,9% da área semeada.<br /><br />As primeiras áreas colhidas, de modo geral, estão confirmando as baixas produtividades previstas, em função das irregularidades climáticas, principalmente escassez de chuvas e temperaturas elevadas ocorridas, principalmente, nos meses de outubro, novembro e dezembro.  As lavouras encontram-se com 74,4% na fase reprodutiva, sendo que 44% na fase de enchimento de grãos, 17,9% em floração e 12,5% em maturação.<br /><br />Na Argentina o plantio já entra na etapa de conclusão com 92,9% da área estimada, 17,3 milhões de ha para este ciclo. Os dois principais relatórios de fundamentos, USDA e Conab, vieram com dados abaixo das expectativas do mercado, com cortes pequenos para a produção da safra brasileira, 157 e 155,2 milhões de toneladas, respectivamente, e elevação de estimativa da produção da safra argentina, gerando pressão de baixa nos mercados.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 17/01 cotado a US$ 12,06/bushel, apresentando queda em relação ao início do mês de 6,94%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: aumento das expectativas de produção da safra Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA e a manutenção das previsões favoráveis de clima no Brasil.<br /><br />O indicador CEPEA em 17/01 foi cotado a R$ 122,88/saca, apresentando queda de 13,25% desde o início do mês. As cotações internas acompanharam as quedas registradas em Chicago.  De acordo com o INMET teremos precipitações altas na faixa central do Brasil, no MATOPIBA e na região Sudeste, enquanto na região Sul, chuvas na faixa Leste.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB.<br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,80 e U$ 12,02/bushel e - abril/24 com strike entre U$ 11,72 e U$ 12,09/ bushel   Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58356805</guid><pubDate>Fri, 19 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58356805/20240119_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3686444" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 19 de janeiro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

No Brasil, iniciou-se a colheita, atingindo 1,7% da área cultivada, destaque...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 19 de janeiro de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />No Brasil, iniciou-se a colheita, atingindo 1,7% da área cultivada, destaque para o Estado do MT que alcançou 3,9% da área semeada.<br /><br />As primeiras áreas colhidas, de modo geral, estão confirmando as baixas produtividades previstas, em função das irregularidades climáticas, principalmente escassez de chuvas e temperaturas elevadas ocorridas, principalmente, nos meses de outubro, novembro e dezembro.  As lavouras encontram-se com 74,4% na fase reprodutiva, sendo que 44% na fase de enchimento de grãos, 17,9% em floração e 12,5% em maturação.<br /><br />Na Argentina o plantio já entra na etapa de conclusão com 92,9% da área estimada, 17,3 milhões de ha para este ciclo. Os dois principais relatórios de fundamentos, USDA e Conab, vieram com dados abaixo das expectativas do mercado, com cortes pequenos para a produção da safra brasileira, 157 e 155,2 milhões de toneladas, respectivamente, e elevação de estimativa da produção da safra argentina, gerando pressão de baixa nos mercados.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/24 encerrou o dia 17/01 cotado a US$ 12,06/bushel, apresentando queda em relação ao início do mês de 6,94%. Fatores que contribuíram para a queda das cotações foram: aumento das expectativas de produção da safra Argentina, menor demanda da China com origem na safra dos EUA e a manutenção das previsões favoráveis de clima no Brasil.<br /><br />O indicador CEPEA em 17/01 foi cotado a R$ 122,88/saca, apresentando queda de 13,25% desde o início do mês. As cotações internas acompanharam as quedas registradas em Chicago.  De acordo com o INMET teremos precipitações altas na faixa central do Brasil, no MATOPIBA e na região Sudeste, enquanto na região Sul, chuvas na faixa Leste.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB.<br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,80 e U$ 12,02/bushel e - abril/24 com strike entre U$ 11,72 e U$ 12,09/ bushel   Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/01/2024 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-01-2024-cenario-do-boi-gordo--58337548</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de janeiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 2,005 milhões de toneladas de carne bovina in natura em 2.023, volume 0,7% superior ao volume total exportado no de 2.022. O preço médio da tonelada, em 2.023, ficou em US$ 4.730, queda de cerca de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. A exportação de carne bovina in natura em 2.024 segue em patamares elevados.<br /><br /> Nos primeiros nove dias úteis de janeiro foram embarcadas 86,8 mil toneladas, média diária de 9,6 mil toneladas, volume 32,5% maior do que a média diária de janeiro de 2.023. De acordo com o último relatório disponibilizado pelo USDA, há previsão de que o Brasil aumente 2,6% nas exportações de carne bovina em 2.024, quando comparado com o ano de 2.023 Após um período de estabilidade no preço da arroba paga aos produtores, a semana foi marcada por uma queda no preço no mercado físico paulista.<br /><br /> O valor negociado no estado após recuo de R$ 5,00/@ é de R$ 240,00 para o boi comum e R$ 245,00 para o boi “China”. No dia 16 de janeiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 249,70, com alta de 0,46% no dia.<br /><br /> O mercado de reposição mostrou sinais de recuperação nos últimos meses, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.136,08. Na B3, os contratos futuros de janeiro e fevereiro de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 243,85 e R$ 242,65 a arroba, respectivamente.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com preço garantido (strike) entre R$ 238,00 e 242,00/@, e<br /> -          Março/24 com strike entre R$ 238,50 e 241,00/@ Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br /> Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58337548</guid><pubDate>Thu, 18 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58337548/20240118_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="1631451" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de janeiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de janeiro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 2,005 milhões de toneladas de carne bovina in natura em 2.023, volume 0,7% superior ao volume total exportado no de 2.022. O preço médio da tonelada, em 2.023, ficou em US$ 4.730, queda de cerca de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. A exportação de carne bovina in natura em 2.024 segue em patamares elevados.<br /><br /> Nos primeiros nove dias úteis de janeiro foram embarcadas 86,8 mil toneladas, média diária de 9,6 mil toneladas, volume 32,5% maior do que a média diária de janeiro de 2.023. De acordo com o último relatório disponibilizado pelo USDA, há previsão de que o Brasil aumente 2,6% nas exportações de carne bovina em 2.024, quando comparado com o ano de 2.023 Após um período de estabilidade no preço da arroba paga aos produtores, a semana foi marcada por uma queda no preço no mercado físico paulista.<br /><br /> O valor negociado no estado após recuo de R$ 5,00/@ é de R$ 240,00 para o boi comum e R$ 245,00 para o boi “China”. No dia 16 de janeiro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 249,70, com alta de 0,46% no dia.<br /><br /> O mercado de reposição mostrou sinais de recuperação nos últimos meses, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&amp;FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.136,08. Na B3, os contratos futuros de janeiro e fevereiro de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 243,85 e R$ 242,65 a arroba, respectivamente.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com preço garantido (strike) entre R$ 238,00 e 242,00/@, e<br /> -          Março/24 com strike entre R$ 238,50 e 241,00/@ Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br /> Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>272</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4553644ed13a17bbdf503332520a9806.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/01/2024 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-01-2024-cenario-do-cafe-arabica--58331253</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira,  17 de janeiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias, cujos efeitos devemos aguardar o transcorrer do primeiro trimestre de 2024. O clima ainda gera incertezas para o arábica, principalmente nos estados de Minas Gerais e São Paulo, onde se concentram as áreas de produção.<br /><br />Os embarques de café do Brasil em janeiro/24 deverão continuar lentos durante o período em função dos problemas portuários. De janeiro a dezembro/23 o Brasil exportou 39,2 milhões de sacas de café, volume que ficou 0,4 % abaixo do mesmo período de 2022, ressaltando que a China passou para a 6ª posição dos países importadores de café do Brasil.<br /><br />Conflitos na região do Mar Vermelho ainda podem elevar os preços internacionais dos fretes marítimos e impactar negativamente os preços do café. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, hás perspectiva de manutenção nos preços. Em janeiro os preços internos registraram uma queda de 6 %, atingindo R$ 970,00 por saca no dia 16 em comparação ao dia 3, segundo o indicador CEPEA para o arábica.<br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em Fevereiro/24 com strike/preço garantido entre U$ 1,71 e 1,88/lp e vencimento Abril/24 com strike entre 1,73 e 1,83/lp.<br /><br /> Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58331253</guid><pubDate>Wed, 17 Jan 2024 15:16:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58331253/20240117_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="1172375" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira,  17 de janeiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

  A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira,  17 de janeiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias, cujos efeitos devemos aguardar o transcorrer do primeiro trimestre de 2024. O clima ainda gera incertezas para o arábica, principalmente nos estados de Minas Gerais e São Paulo, onde se concentram as áreas de produção.<br /><br />Os embarques de café do Brasil em janeiro/24 deverão continuar lentos durante o período em função dos problemas portuários. De janeiro a dezembro/23 o Brasil exportou 39,2 milhões de sacas de café, volume que ficou 0,4 % abaixo do mesmo período de 2022, ressaltando que a China passou para a 6ª posição dos países importadores de café do Brasil.<br /><br />Conflitos na região do Mar Vermelho ainda podem elevar os preços internacionais dos fretes marítimos e impactar negativamente os preços do café. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, hás perspectiva de manutenção nos preços. Em janeiro os preços internos registraram uma queda de 6 %, atingindo R$ 970,00 por saca no dia 16 em comparação ao dia 3, segundo o indicador CEPEA para o arábica.<br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.<br /><br />O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em Fevereiro/24 com strike/preço garantido entre U$ 1,71 e 1,88/lp e vencimento Abril/24 com strike entre 1,73 e 1,83/lp.<br /><br /> Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/01/2024- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-01-2024-cenario-do-arroz--58312997</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 16 de janeiro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 4º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se um aumento de 5,8% na área plantada em comparação à safra anterior, com previsão de um milhão, quinhentos e sessenta e cinco mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, setecentos e cinquenta e cinco mil toneladas, aumento de 7,2% em relação à safra anterior.<br /><br />  O Estado do RS representa atualmente 72% da produção nacional de arroz. Segundo a CONAB, a previsão é um aumento de 7% da área plantada em relação à safra anterior, totalizando 923 mil ha cultivados, com uma produção estimada em sete milhões e seiscentos e sessenta e uma mil toneladas. As adversidades climáticas geraram enchentes e enxurradas que atrasaram a conclusão da semeadura e dificultaram os tratos culturais, como a aplicação de nitrogenados e o controle de invasoras.<br /><br /> Conforme informação do IRGA RS, até o momento 97% da área projetada no estado foi semeada, porém o zoneamento agrícola já está encerrado, podendo haver uma redução da área prevista inicialmente.<br /><br /> Os preços internos do arroz em casca devem permanecer firmes em 2024, sustentados sobretudos pelos menores estoques. A sazonalidade da oferta, com maior volume de março a abril podem pressionar os valores, mas, na entressafra, os preços devem ficar firmes.<br /><br /> O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), fechou em 09/01/2024 a R$ 131,44 a saca de 50 kg, acumulando aumento de 43% desde janeiro do ano passado. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58312997</guid><pubDate>Tue, 16 Jan 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58312997/20240116_bbcast_agro_arroz.mp3" length="3115929" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 16 de janeiro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

 De acordo com o 4º Levantamento de grãos da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 16 de janeiro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 4º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se um aumento de 5,8% na área plantada em comparação à safra anterior, com previsão de um milhão, quinhentos e sessenta e cinco mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, setecentos e cinquenta e cinco mil toneladas, aumento de 7,2% em relação à safra anterior.<br /><br />  O Estado do RS representa atualmente 72% da produção nacional de arroz. Segundo a CONAB, a previsão é um aumento de 7% da área plantada em relação à safra anterior, totalizando 923 mil ha cultivados, com uma produção estimada em sete milhões e seiscentos e sessenta e uma mil toneladas. As adversidades climáticas geraram enchentes e enxurradas que atrasaram a conclusão da semeadura e dificultaram os tratos culturais, como a aplicação de nitrogenados e o controle de invasoras.<br /><br /> Conforme informação do IRGA RS, até o momento 97% da área projetada no estado foi semeada, porém o zoneamento agrícola já está encerrado, podendo haver uma redução da área prevista inicialmente.<br /><br /> Os preços internos do arroz em casca devem permanecer firmes em 2024, sustentados sobretudos pelos menores estoques. A sazonalidade da oferta, com maior volume de março a abril podem pressionar os valores, mas, na entressafra, os preços devem ficar firmes.<br /><br /> O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), fechou em 09/01/2024 a R$ 131,44 a saca de 50 kg, acumulando aumento de 43% desde janeiro do ano passado. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura e linhas de investimento para renovação de frota e armazenagem própria.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/30431285239b4b7a84ca1b8b42b93c19.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/01/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-01-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58283643</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de janeiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b> Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado tenha poucas movimentações, absorvendo as projeções de safra divulgadas pela Conab e USDA da semana anterior.  O cenário climático ainda será favorável ao desenvolvimento das lavouras da América do Sul, mantendo as boas condições de umidade do solo. Com o início da colheita brasileira, as confirmações das projeções de produtividade e produção poderão ser mensuradas, com especial atenção ao estado do Mato Grosso onde os problemas produtivos estão mais agravados. No fundamento clima, nos próximos dias, conforme as agências de previsões, deverá permanecer o padrão chuvoso nas regiões produtoras da América do Sul, e especificamente para o Brasil, deveremos observar chuvas com menores volumes na maior parte do País, novamente com períodos de tempo firme e a perda de intensidade gradual da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Com as projeções da safra brasileira cheia, ainda que não tão superior quanto o esperado; a melhoria das condições das lavouras brasileiras e o possível estanque das perdas e, também, a safra Argentina dentro da normalidade, deveremos observar o mercado de soja trabalhando em lateralidade no curto prazo e com viés de baixa para o médio prazo.<br /><b> No tocante ao milho, </b> As cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) poderão continuar apresentando volatilidade, conforme o reporte semanal de demanda para o milho norte-americano. A Conab divulgou seu 4º Levantamento Safra 2023/24 no dia 10 de janeiro. O órgão reduziu novamente a produção total de milho no Brasil em cerca de 920 mil toneladas, agora estimada em 117,60 milhões de toneladas. As exportações também foram reduzidas ante o relatório anterior, apontadas em 35 milhões de toneladas. O estoque final foi indicado em 6,3 milhões de toneladas, volume 5,7% superior ao da safra 2022/23. A nova redução na produção total é justificada pela revisão da estimativa de área cultivada com o milho primeira safra, considerada em 3,96 milhões de hectares, 10,7% inferior ao semeado no ciclo anterior. A produtividade também foi revista para baixo, devido às condições climáticas desfavoráveis na maioria das regiões produtoras, e está estimada em 6.144 kg/ha. Internamente, os preços podem apresentar movimentação negativa no curto prazo, pela melhora do quadro climático e início da colheita do milho 1ª safra.<br /><b> Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias, cujos efeitos devemos aguardar o transcorrer do primeiro trimestre de 2024. O clima ainda gera incertezas para o arábica, principalmente nos estados de Minas Gerais e São Paulo, onde se concentram as áreas de produção. Os embarques de café do Brasil em janeiro/24 deverão continuar lentos durante o período. Com a resistência dos produtores do Vietnã em comercializar sua produção, podemos ter oscilações nos preços internacionais do robusta. Conflitos na região do Mar Vermelho ainda podem elevar os preços internacionais dos fretes marítimos. Diante dessas incertezas de clima e mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.<br /> Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Apesar do aumento de 0,7% no volume das exportações de carne bovina <i>in natura </i>em 2023, as receitas caíram 19,6%, devido ao valor da tonelada comerciada no mercado internacional recuar 20,2%, chegando a patamares próximos a US$ 4.500,00. O comércio de carne no mercado varejista não atendeu as expectativas neste começo de ano, resultando em vendas abaixo do esperado, sinal que o consumidor está com muitas contas para pagar e possivelmente migrando o consumo para proteínas mais baratas, como ovos, frango e suíno. Indústria com escalas confortáveis de 8 a 13 dias, podendo ofertar valores menores pelo preço da arroba. A partir desta segunda feira (15/01/24), a China começará inspecionar 20 frigoríficos brasileiros que abatem bovinos, considerando possíveis habilitações para exportação de carne para o mercado chinês. Movimento que pode aumentar as compras de carne brasileira, colaborando com redução da oferta no mercado interno.<br />   <br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58283643</guid><pubDate>Mon, 15 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58283643/20240115_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="2198517" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de janeiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de janeiro de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b> Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado tenha poucas movimentações, absorvendo as projeções de safra divulgadas pela Conab e USDA da semana anterior.  O cenário climático ainda será favorável ao desenvolvimento das lavouras da América do Sul, mantendo as boas condições de umidade do solo. Com o início da colheita brasileira, as confirmações das projeções de produtividade e produção poderão ser mensuradas, com especial atenção ao estado do Mato Grosso onde os problemas produtivos estão mais agravados. No fundamento clima, nos próximos dias, conforme as agências de previsões, deverá permanecer o padrão chuvoso nas regiões produtoras da América do Sul, e especificamente para o Brasil, deveremos observar chuvas com menores volumes na maior parte do País, novamente com períodos de tempo firme e a perda de intensidade gradual da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Com as projeções da safra brasileira cheia, ainda que não tão superior quanto o esperado; a melhoria das condições das lavouras brasileiras e o possível estanque das perdas e, também, a safra Argentina dentro da normalidade, deveremos observar o mercado de soja trabalhando em lateralidade no curto prazo e com viés de baixa para o médio prazo.<br /><b> No tocante ao milho, </b> As cotações na Bolsa de Chicago (CBOT) poderão continuar apresentando volatilidade, conforme o reporte semanal de demanda para o milho norte-americano. A Conab divulgou seu 4º Levantamento Safra 2023/24 no dia 10 de janeiro. O órgão reduziu novamente a produção total de milho no Brasil em cerca de 920 mil toneladas, agora estimada em 117,60 milhões de toneladas. As exportações também foram reduzidas ante o relatório anterior, apontadas em 35 milhões de toneladas. O estoque final foi indicado em 6,3 milhões de toneladas, volume 5,7% superior ao da safra 2022/23. A nova redução na produção total é justificada pela revisão da estimativa de área cultivada com o milho primeira safra, considerada em 3,96 milhões de hectares, 10,7% inferior ao semeado no ciclo anterior. A produtividade também foi revista para baixo, devido às condições climáticas desfavoráveis na maioria das regiões produtoras, e está estimada em 6.144 kg/ha. Internamente, os preços podem apresentar movimentação negativa no curto prazo, pela melhora do quadro climático e início da colheita do milho 1ª safra.<br /><b> Para o café, destaca-se que, </b>   A meteorologia mantém previsão de chuvas para a semana nas regiões produtoras e oscilações das temperaturas para os próximos dias, cujos efeitos devemos aguardar o transcorrer do primeiro trimestre de 2024. O clima ainda gera incertezas para o arábica, principalmente nos estados de Minas Gerais e São Paulo, onde se concentram as áreas de produção. Os embarques de café do Brasil em janeiro/24 deverão continuar lentos durante o período. Com a resistência dos produtores do Vietnã em comercializar sua produção, podemos ter oscilações nos preços internacionais do robusta. Conflitos na região do Mar Vermelho ainda podem elevar os preços internacionais dos fretes marítimos. Diante dessas incertezas de clima e mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.<br /> Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   Apesar do aumento de 0,7% no volume das exportações de carne bovina <i>in natura </i>em 2023, as receitas caíram 19,6%, devido ao valor da tonelada comerciada no mercado internacional recuar 20,2%, chegando a patamares próximos a US$ 4.500,00. O comércio de carne no mercado varejista não atendeu as expectativas neste começo de ano, resultando...]]></itunes:summary><itunes:duration>367</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/01/2024 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-01-2024-cenario-do-milho--58268638</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 12 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />As cotações do cereal no mercado externo se movimentaram negativamente no início de 2024. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Março/24, encerrou o dia 10 de janeiro cotado a U$4,57/bushel, desvalorização de 0,92% em relação ao dia 02 de janeiro. A demanda pelo milho americano, ainda abaixo do que o mercado esperava, foi o principal fundamento para essa desvalorização.<br /><br />  Nesta sexta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgará às 14 horas de Brasília seu relatório de oferta e demanda de grãos para o mês de janeiro. O mercado aguarda os números finais para a produção de milho dos Estados Unidos referente à safra americana 2023/24 e qual o volume a ser apontado para a safra brasileira, devido às preocupações com a janela ideal de plantio para o milho 2ª safra. Este relatório poderá trazer volatilidade às cotações externas.<br /><br />  No Brasil, a Conab publicou na quarta-feira, dia 10, seu 4º levantamento safra 2023/24. A produção nacional de milho foi novamente reduzida, em torno de 920 mil toneladas em relação ao relatório anterior, sendo agora a safra total estimada em 117,60 milhões de toneladas. A redução apontada foi justificada por revisão na área plantada e produtividade do milho 1ª safra, por influência das condições climáticas desfavoráveis na maioria das regiões produtoras.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 10, precificado a R$69,30 por saca. O preço físico se manteve em estabilidade com relação ao início do ano, com a comercialização ainda retraída.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 65,83 e R$ 68,64 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 62,87 e R$ 68,05 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58268638</guid><pubDate>Fri, 12 Jan 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58268638/20240112_bbcast_agro_milho.mp3" length="3943071" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 12 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

As cotações do cereal no mercado externo se movimentaram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 12 de janeiro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />As cotações do cereal no mercado externo se movimentaram negativamente no início de 2024. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Março/24, encerrou o dia 10 de janeiro cotado a U$4,57/bushel, desvalorização de 0,92% em relação ao dia 02 de janeiro. A demanda pelo milho americano, ainda abaixo do que o mercado esperava, foi o principal fundamento para essa desvalorização.<br /><br />  Nesta sexta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgará às 14 horas de Brasília seu relatório de oferta e demanda de grãos para o mês de janeiro. O mercado aguarda os números finais para a produção de milho dos Estados Unidos referente à safra americana 2023/24 e qual o volume a ser apontado para a safra brasileira, devido às preocupações com a janela ideal de plantio para o milho 2ª safra. Este relatório poderá trazer volatilidade às cotações externas.<br /><br />  No Brasil, a Conab publicou na quarta-feira, dia 10, seu 4º levantamento safra 2023/24. A produção nacional de milho foi novamente reduzida, em torno de 920 mil toneladas em relação ao relatório anterior, sendo agora a safra total estimada em 117,60 milhões de toneladas. A redução apontada foi justificada por revisão na área plantada e produtividade do milho 1ª safra, por influência das condições climáticas desfavoráveis na maioria das regiões produtoras.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 10, precificado a R$69,30 por saca. O preço físico se manteve em estabilidade com relação ao início do ano, com a comercialização ainda retraída.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 65,83 e R$ 68,64 por saca, e<br />- setembro/24, com strike entre R$ 62,87 e R$ 68,05 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/01/2024 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-01-2024-cenario-da-avicultura-de-corte--58257784</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de janeiro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, no ano de 2023, aumentaram 8,4% em relação ao ano de 2022, tendo sido embarcadas 4,798 milhões de toneladas, a um preço médio de US$ 1.870 por tonelada, preço este que representa uma baixa de 7% em relação à média do ano de 2022.<br /><br /> No mês de dezembro de 2023, observou-se uma valorização do milho, da ordem de 7%. Como o cereal é o principal insumo utilizado na produção de frango de corte, espera-se que, neste mês, ocorra um aumento no custo de produção.<br /><br /> O preço pago ao avicultor independente encerrou o mês de dezembro de 2023 em alta, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG). Esta tendência continuou no começo de janeiro, fechando a primeira semana do mês cotado a R$ 5,25 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 151 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil. Ocorreram 3 casos em aves de subsistência, localizados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS). Nestes casos, o Japão havia suspendido temporariamente as importações destes Estados durante a condução do foco. Como os 03 focos já foram finalizados, a importação de produtos avícolas destes estados foi normalizada.<br /><br /> Atualmente os únicos focos ainda no status - em andamento - no país ocorreram em mamíferos silvestres, todos no litoral do Rio Grande do Sul.<br /><br /> Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58257784</guid><pubDate>Thu, 11 Jan 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58257784/20240111_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="2907368" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de janeiro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.

 De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de janeiro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, no ano de 2023, aumentaram 8,4% em relação ao ano de 2022, tendo sido embarcadas 4,798 milhões de toneladas, a um preço médio de US$ 1.870 por tonelada, preço este que representa uma baixa de 7% em relação à média do ano de 2022.<br /><br /> No mês de dezembro de 2023, observou-se uma valorização do milho, da ordem de 7%. Como o cereal é o principal insumo utilizado na produção de frango de corte, espera-se que, neste mês, ocorra um aumento no custo de produção.<br /><br /> O preço pago ao avicultor independente encerrou o mês de dezembro de 2023 em alta, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG). Esta tendência continuou no começo de janeiro, fechando a primeira semana do mês cotado a R$ 5,25 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 151 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil. Ocorreram 3 casos em aves de subsistência, localizados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS). Nestes casos, o Japão havia suspendido temporariamente as importações destes Estados durante a condução do foco. Como os 03 focos já foram finalizados, a importação de produtos avícolas destes estados foi normalizada.<br /><br /> Atualmente os únicos focos ainda no status - em andamento - no país ocorreram em mamíferos silvestres, todos no litoral do Rio Grande do Sul.<br /><br /> Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/01/2024 - Pesca de camarões marinhos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-01-2024-pesca-de-camaroes-marinhos--58245477</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de janeiro de 2024, meu nome é THIAGO TOSCANO, Assessor de Agronegócios em Santa Catarina e falaremos sobre uma modalidade de pesca de camarões marinhos.<br /><br />Na região sul de Santa Catarina, em um conjunto de lagoas denominada Complexo Lagunar Sul, existem mais de 70 comunidades pesqueiras vivendo da pesca artesanal, capturando em maior volume, as espécies Penaeus paulensis e Penaeus brasiliensis, mais conhecidas como “Camarão-Rosa”.<br /><br />Esta região possui 9 lagoas relativamente grandes. Algumas delas são exploradas pelos pescadores de camarão-rosa, através de uma arte de pesca iniciada em 1973, curiosamente denominada “rede de aviãozinho”.<br /><br />De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri, este “aviãozinho” pode ser descrito como uma armadilha fixa, em formato de funil, estruturada por aros de arames galvanizados que sustentam tecidos. Este apetrecho, apresenta um formato que lembra um avião, por isto, o nome curioso. É fixado no fundo da lagoa por estacas de bambu, formando uma espécie de rede de pesca que se somam a outras unidades, dispondo-se em formato de roseta ao redor de uma fonte luminosa de energia que, essencialmente, se encontra na ponta do funil, caracterizando um “ponto de pesca”. Esta fonte luminosa atrai o camarão para a entrada dos aros de arames até o final do funil, ficando aprisionado nos tecidos.<br /><br />Na tentativa de regulamentar este tipo de arte de pesca, após debates entre comunidades pesqueiras, pesquisadores, Governo Estadual e Federal, a Epagri propôs que fossem emitidas para cada pescador, Autorizações ou Cessões de Uso caracterizando a quantidade de redes de aviõezinhos e a área máxima de atuação para cada pescador autorizado, variando conforme a lagoa em que ele obtiver Cessão.<br /><br />Desta forma, espera-se reduzir impactos ambientais devido ao uso desordenado e permitir que os pescadores possam extrair quantidade de camarões suficientes para sustentarem suas famílias dentro do Complexo Lagunar.<br /><br />Ainda, tendo em vista a preservação da fauna, o IBAMA proíbe a pesca de camarão em região lagunar entre as datas de 15 de julho a 15 de novembro de cada ano, funcionando como um período de defeso em que não se podem manter os “aviõezinhos” nos pontos de pescas das lagoas.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos pescadores, linha de crédito de custeio da pesca de camarão e de pescados diversos, além de investimentos para aquisição de apetrechos de pesca, reformas de embarcações e construções de galpões de resfriamento dos produtos a serem comercializados, além de outros créditos como a CPR de Camarão Beneficiado ou Resfriado.<br /><br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58245477</guid><pubDate>Wed, 10 Jan 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58245477/20240110_bbcast_agro_pesca_de_camar_es_marinhos.mp3" length="3077059" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 10 de janeiro de 2024, meu nome é THIAGO TOSCANO, Assessor de Agronegócios em Santa Catarina e falaremos sobre uma modalidade de pesca de camarões marinhos.

Na região sul de Santa Catarina, em um conjunto de lagoas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de janeiro de 2024, meu nome é THIAGO TOSCANO, Assessor de Agronegócios em Santa Catarina e falaremos sobre uma modalidade de pesca de camarões marinhos.<br /><br />Na região sul de Santa Catarina, em um conjunto de lagoas denominada Complexo Lagunar Sul, existem mais de 70 comunidades pesqueiras vivendo da pesca artesanal, capturando em maior volume, as espécies Penaeus paulensis e Penaeus brasiliensis, mais conhecidas como “Camarão-Rosa”.<br /><br />Esta região possui 9 lagoas relativamente grandes. Algumas delas são exploradas pelos pescadores de camarão-rosa, através de uma arte de pesca iniciada em 1973, curiosamente denominada “rede de aviãozinho”.<br /><br />De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri, este “aviãozinho” pode ser descrito como uma armadilha fixa, em formato de funil, estruturada por aros de arames galvanizados que sustentam tecidos. Este apetrecho, apresenta um formato que lembra um avião, por isto, o nome curioso. É fixado no fundo da lagoa por estacas de bambu, formando uma espécie de rede de pesca que se somam a outras unidades, dispondo-se em formato de roseta ao redor de uma fonte luminosa de energia que, essencialmente, se encontra na ponta do funil, caracterizando um “ponto de pesca”. Esta fonte luminosa atrai o camarão para a entrada dos aros de arames até o final do funil, ficando aprisionado nos tecidos.<br /><br />Na tentativa de regulamentar este tipo de arte de pesca, após debates entre comunidades pesqueiras, pesquisadores, Governo Estadual e Federal, a Epagri propôs que fossem emitidas para cada pescador, Autorizações ou Cessões de Uso caracterizando a quantidade de redes de aviõezinhos e a área máxima de atuação para cada pescador autorizado, variando conforme a lagoa em que ele obtiver Cessão.<br /><br />Desta forma, espera-se reduzir impactos ambientais devido ao uso desordenado e permitir que os pescadores possam extrair quantidade de camarões suficientes para sustentarem suas famílias dentro do Complexo Lagunar.<br /><br />Ainda, tendo em vista a preservação da fauna, o IBAMA proíbe a pesca de camarão em região lagunar entre as datas de 15 de julho a 15 de novembro de cada ano, funcionando como um período de defeso em que não se podem manter os “aviõezinhos” nos pontos de pescas das lagoas.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos pescadores, linha de crédito de custeio da pesca de camarão e de pescados diversos, além de investimentos para aquisição de apetrechos de pesca, reformas de embarcações e construções de galpões de resfriamento dos produtos a serem comercializados, além de outros créditos como a CPR de Camarão Beneficiado ou Resfriado.<br /><br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!.]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>camarao,camarão,carcinicultura,comercializacao,criacao,producao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0c331af34c94b1f08754cd928d2796c5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/01/2024 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-01-2024-cenario-climatico--58234602</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de janeiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O relatório “Painel El Niño” de dezembro, emitido de forma conjunta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, e outros órgãos oficiais, relata que a maioria das previsões indicam a continuidade do fenômeno, com intensidade forte nos próximos 3 meses e permanência até maio de 2024. Assim, durante o próximo trimestre as condições climáticas e meteorológicas no país serão influenciadas por esse fenômeno.<br /><br /> Em relação à previsão do armazenamento de água no solo para janeiro de 2024, devido ao retorno das chuvas, grande parte do país tende a recuperar ou manter os níveis de água no solo. Entretanto, áreas do Mato Grosso do Sul, norte de Minas Gerais e Espírito Santo, manterão o armazenamento hídrico em níveis mais baixos, devido aos reduzidos volumes de chuva previstos.<br /><br /> De acordo com o INPE, em sua Previsão Climática Trimestral de janeiro a março, há grande tendência de chuvas abaixo da média entre parte do AM, PA e praticamente toda a Região Nordeste. Chuva acima da média em Roraima, sudoeste do Amazonas, leste do Acre e sobre o sul do Rio Grande do Sul. Previsões que refletem as características típicas de El Niño no país.<br /><br /> Vale ressaltar que, durante o trimestre de janeiro a março em áreas do Brasil Central e Região Sudeste, há o período chuvoso, em que fenômenos como a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) tipicamente se configuram, bem como a atuação eventual do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN´s) sobre a região nordeste, podendo resultar em episódios de chuvas intensas, eventos de tempo severo e acumulados pontualmente expressivos de chuva sobre essas regiões.<br /><br /> A previsão indica tendências de temperaturas acima da média em praticamente todo país, com possibilidade de ocorrência de períodos com excesso de calor.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58234602</guid><pubDate>Tue, 09 Jan 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58234602/20240109_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="1138050" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 09 de janeiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 O relatório “Painel El Niño” de dezembro, emitido de forma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de janeiro de 2024 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O relatório “Painel El Niño” de dezembro, emitido de forma conjunta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, e outros órgãos oficiais, relata que a maioria das previsões indicam a continuidade do fenômeno, com intensidade forte nos próximos 3 meses e permanência até maio de 2024. Assim, durante o próximo trimestre as condições climáticas e meteorológicas no país serão influenciadas por esse fenômeno.<br /><br /> Em relação à previsão do armazenamento de água no solo para janeiro de 2024, devido ao retorno das chuvas, grande parte do país tende a recuperar ou manter os níveis de água no solo. Entretanto, áreas do Mato Grosso do Sul, norte de Minas Gerais e Espírito Santo, manterão o armazenamento hídrico em níveis mais baixos, devido aos reduzidos volumes de chuva previstos.<br /><br /> De acordo com o INPE, em sua Previsão Climática Trimestral de janeiro a março, há grande tendência de chuvas abaixo da média entre parte do AM, PA e praticamente toda a Região Nordeste. Chuva acima da média em Roraima, sudoeste do Amazonas, leste do Acre e sobre o sul do Rio Grande do Sul. Previsões que refletem as características típicas de El Niño no país.<br /><br /> Vale ressaltar que, durante o trimestre de janeiro a março em áreas do Brasil Central e Região Sudeste, há o período chuvoso, em que fenômenos como a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) tipicamente se configuram, bem como a atuação eventual do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN´s) sobre a região nordeste, podendo resultar em episódios de chuvas intensas, eventos de tempo severo e acumulados pontualmente expressivos de chuva sobre essas regiões.<br /><br /> A previsão indica tendências de temperaturas acima da média em praticamente todo país, com possibilidade de ocorrência de períodos com excesso de calor.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/01/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-01-2024-perspectiva-semanal-mercado-agro--58212076</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de janeiro de 2024, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado tenha poucas movimentações até o próximo relatório emitido pela Conab em 10/01 e pelo USDA dia 12/01 com possibilidade de cortes na safra brasileira e manutenção nos demais países produtores, e o cenário climático que receberá novas interpretações pelas previsões de chuvas em todos os estados produtores com a formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul e melhoria das condições gerais das lavouras. O padrão chuvoso deverá permanecer nos próximos dias para a América do Sul, conforme as publicações da NOAA (<i>National Oceanic and Atmospheric Administration</i>). Para o Brasil, nesta semana o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) ainda prevê bons acumulados, mas inferiores aos registrados na semana anterior, com características de continuidade no Centro-Norte e  no Sul, intercaladas com dias de tempo firme. O cenário segue favorável para o desenvolvimento das lavouras. Com as precipitações previstas para os próximos dias, a recuperação de parte das lavouras prejudicadas pela estiagem do último trimestre e a incerteza da safra Brasileira, o mercado interno deverá permanecer em lateralidade para curto prazo e ainda viés de baixa para o médio prazo, com estimativa de manutenção da produção Sul-Americana.<br /><b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentará no dia 12 de janeiro seu relatório de oferta e demanda de grãos referente ao primeiro mês do ano. O mercado aguarda ajustes na produção do cereal, especialmente na produção da safra brasileira 2023/24. O atraso no plantio da soja verão poderá refletir em menor área de cultivo para o milho segunda safra no Brasil, diminuindo assim a oferta global. Espera-se que o mercado externo siga cauteloso durante a semana, podendo apresentar volatilidade nas cotações com a divulgação do relatório na próxima sexta-feira. Na Argentina, de acordo com a Bolsa de Cereais, o plantio do milho chegou à 70% da área total prevista (7,1 milhões de hectares). O órgão estimou que 87% do total já implantado encontra-se em condições boas a excelentes. Internamente, os preços podem se manter estáveis nos patamares atuais, com os vendedores ainda retraídos. Suporte adicional no curto prazo poderá vir da divulgação pela Conab, no dia 10/01, do seu 4º Levantamento Safra 2023/24, caso ocorra nova redução da estimativa de produção brasileira.           <b>Para o café, destaca-se que, </b> A meteorologia mantém previsão de chuvas mais regulares e elevação das temperaturas para os próximos dias, criando incertezas para o desenvolvimento da safra, mas seus efeitos somente serão evidenciados no transcorrer do primeiro trimestre de 2024.<b></b> Os embarques de café em dezembro/23 permaneceram lentos, mas foram apresentados relatórios de elevação das exportações no mês de novembro, impactando os preços em dezembro. As baixas negociações verificadas durante o final de ano ainda não pressionam os preços atuais e os futuros. Os estoques menores nos países consumidores, em função de política de compras conforme necessidade e as vendas comedidas pelos produtores, ainda proporcionará volatidade nas cotações. Apesar da melhora nas condições climáticas nas regiões produtoras, o clima ainda gera incertezas na produção futura. Diante dessas incertezas que ainda permeiam a produção de café, principalmente no Brasil, e apesar do arrefecimento normal dos negócios na virada do ano, e também levando em conta os estoques externos mais reduzidos, consideramos uma perspectiva de manutenção nos preços.<br />   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Com as chuvas retornando às principais regiões produtoras de bovinos levará a um cenário de recuperação das pastagens e os pecuaristas podendo reter os animais por mais tempo, há possibilidade de redução da oferta. Os gastos de início de ano, como impostos e materiais escolares, pressionam o poder de compra da população. Dessa forma, no mercado doméstico, as proteínas concorrentes, como a carne de frango, continuam sendo mais competitivas quando comparadas com a carne bovina, existindo a possibilidade de migração do consumidor para a fonte de proteína de menor valor. O mês de janeiro pode ser de preços firmes da arroba, com equilíbrio entre demanda e oferta.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58212076</guid><pubDate>Mon, 08 Jan 2024 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58212076/20240108_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="2043350" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de janeiro de 2024, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de janeiro de 2024, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado tenha poucas movimentações até o próximo relatório emitido pela Conab em 10/01 e pelo USDA dia 12/01 com possibilidade de cortes na safra brasileira e manutenção nos demais países produtores, e o cenário climático que receberá novas interpretações pelas previsões de chuvas em todos os estados produtores com a formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul e melhoria das condições gerais das lavouras. O padrão chuvoso deverá permanecer nos próximos dias para a América do Sul, conforme as publicações da NOAA (<i>National Oceanic and Atmospheric Administration</i>). Para o Brasil, nesta semana o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) ainda prevê bons acumulados, mas inferiores aos registrados na semana anterior, com características de continuidade no Centro-Norte e  no Sul, intercaladas com dias de tempo firme. O cenário segue favorável para o desenvolvimento das lavouras. Com as precipitações previstas para os próximos dias, a recuperação de parte das lavouras prejudicadas pela estiagem do último trimestre e a incerteza da safra Brasileira, o mercado interno deverá permanecer em lateralidade para curto prazo e ainda viés de baixa para o médio prazo, com estimativa de manutenção da produção Sul-Americana.<br /><b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentará no dia 12 de janeiro seu relatório de oferta e demanda de grãos referente ao primeiro mês do ano. O mercado aguarda ajustes na produção do cereal, especialmente na produção da safra brasileira 2023/24. O atraso no plantio da soja verão poderá refletir em menor área de cultivo para o milho segunda safra no Brasil, diminuindo assim a oferta global. Espera-se que o mercado externo siga cauteloso durante a semana, podendo apresentar volatilidade nas cotações com a divulgação do relatório na próxima sexta-feira. Na Argentina, de acordo com a Bolsa de Cereais, o plantio do milho chegou à 70% da área total prevista (7,1 milhões de hectares). O órgão estimou que 87% do total já implantado encontra-se em condições boas a excelentes. Internamente, os preços podem se manter estáveis nos patamares atuais, com os vendedores ainda retraídos. Suporte adicional no curto prazo poderá vir da divulgação pela Conab, no dia 10/01, do seu 4º Levantamento Safra 2023/24, caso ocorra nova redução da estimativa de produção brasileira.           <b>Para o café, destaca-se que, </b> A meteorologia mantém previsão de chuvas mais regulares e elevação das temperaturas para os próximos dias, criando incertezas para o desenvolvimento da safra, mas seus efeitos somente serão evidenciados no transcorrer do primeiro trimestre de 2024.<b></b> Os embarques de café em dezembro/23 permaneceram lentos, mas foram apresentados relatórios de elevação das exportações no mês de novembro, impactando os preços em dezembro. As baixas negociações verificadas durante o final de ano ainda não pressionam os preços atuais e os futuros. Os estoques menores nos países consumidores, em função de política de compras conforme necessidade e as vendas comedidas pelos produtores, ainda proporcionará volatidade nas cotações. Apesar da melhora nas condições climáticas nas regiões produtoras, o clima ainda gera incertezas na produção futura. Diante dessas incertezas que ainda permeiam a produção de café, principalmente no Brasil, e apesar do arrefecimento normal dos negócios na virada do ano, e também levando em conta os estoques externos mais reduzidos, consideramos uma perspectiva de manutenção nos preços.<br />   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Com as chuvas retornando às principais...]]></itunes:summary><itunes:duration>341</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/01/2024 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-01-2024-cenario-da-soja--58208592</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58208592</guid><pubDate>Fri, 05 Jan 2024 15:37:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58208592/20240105_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3694803" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/01/2024 - Cenário da citricultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-01-2024-cenario-da-citricultura--58146974</link><description><![CDATA[<b>Olá, hoje é 02 de janeiro de 2024, eu sou Leobino dos Santos, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Belém/PA e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.</b><br /><br /> No mês passado foi publicado pelo Fundecitrus a segunda reestimativa da safra 2023/24, a projeção foi reduzida em 0,7%, para cerca de 307 milhões de caixas. Essa redução deve-se principalmente à redução no tamanho dos frutos em decorrência do baixo volume de chuvas que persiste desde o início da colheita na maior parte do cinturão citrícola, também se observa uma variação no tamanho dos frutos em regiões com diferentes níveis de severidade de greening, indicando que o aumento da intensidade da doença. Para a próxima safra 2024/25, vislumbra-se uma queda na produção de laranjas devido as fortes ondas de calor que causaram uma diminuição no pegamento dos frutos.<br /><br /> E por falar em greening, o governo do estado de São Paulo lançou uma campanha para conscientizar sobre a importância do combate à doença que representa uma ameaça à citricultura no Estado. E o governo do estado do Paraná decretou emergência fitossanitária para combater o greening, o objetivo é ter maior mobilidade e possibilidade de agir com mais rapidez e efetividade para o controle da doença e de seu vetor.<br /><br /> Citricultores consultados pela equipe de especialistas do Banco do Brasil reportaram preços entre R$63,00 e R$66,00 por caixa de 40,8 kg entregue na indústria no mês de dezembro de 2023. Segundo o CEPEA, os preços da laranja pera no mercado de mesa já superam os R$ 70,00/cx de 40,8 kg, na árvore, segundo pesquisadores do Cepea, os aumentos se devem aos estoques de suco em níveis críticos.<br /><br /> Para atender às necessidades da cultura da laranja, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação de pomares, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br /> Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58146974</guid><pubDate>Tue, 02 Jan 2024 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58146974/20240102_bbcast_agro_citricultura.mp3" length="2646978" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 02 de janeiro de 2024, eu sou Leobino dos Santos, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Belém/PA e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.

 No mês passado foi publicado pelo Fundecitrus a segunda reestimativa da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Olá, hoje é 02 de janeiro de 2024, eu sou Leobino dos Santos, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Belém/PA e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.</b><br /><br /> No mês passado foi publicado pelo Fundecitrus a segunda reestimativa da safra 2023/24, a projeção foi reduzida em 0,7%, para cerca de 307 milhões de caixas. Essa redução deve-se principalmente à redução no tamanho dos frutos em decorrência do baixo volume de chuvas que persiste desde o início da colheita na maior parte do cinturão citrícola, também se observa uma variação no tamanho dos frutos em regiões com diferentes níveis de severidade de greening, indicando que o aumento da intensidade da doença. Para a próxima safra 2024/25, vislumbra-se uma queda na produção de laranjas devido as fortes ondas de calor que causaram uma diminuição no pegamento dos frutos.<br /><br /> E por falar em greening, o governo do estado de São Paulo lançou uma campanha para conscientizar sobre a importância do combate à doença que representa uma ameaça à citricultura no Estado. E o governo do estado do Paraná decretou emergência fitossanitária para combater o greening, o objetivo é ter maior mobilidade e possibilidade de agir com mais rapidez e efetividade para o controle da doença e de seu vetor.<br /><br /> Citricultores consultados pela equipe de especialistas do Banco do Brasil reportaram preços entre R$63,00 e R$66,00 por caixa de 40,8 kg entregue na indústria no mês de dezembro de 2023. Segundo o CEPEA, os preços da laranja pera no mercado de mesa já superam os R$ 70,00/cx de 40,8 kg, na árvore, segundo pesquisadores do Cepea, os aumentos se devem aos estoques de suco em níveis críticos.<br /><br /> Para atender às necessidades da cultura da laranja, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação de pomares, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br /> Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/532dd208c211abcbdbdd7c281f35a910.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/12/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-12-2023-cenario-do-milho--58141206</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 29 de dezembro de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí - RS e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    As cotações do cereal no mercado externo não apresentaram grandes oscilações na segunda quinzena de dezembro. Os compradores seguem acompanhando as tensões na região do Canal de Suez, no Egito, após navios mercantes terem sido atacados no Mar Vermelho por rebeldes Houthis do Iêmen, gerando preocupações com a logística e a possível elevação dos preços dos fretes marítimos. O contrato futuro na Bolsa de Chicago, referência março/24 encerrou o último dia 27 cotado a U$4,76/bushel.<br /><br />  No Brasil, a Conab divulgou em seu relatório semanal a evolução do plantio do milho primeira safra, que atingiu 75% da área, esse número representa 10% abaixo do mesmo período da safra passada. O atraso se dá principalmente na região nordeste, onde os produtores aguardam a ocorrência de chuvas para avançar no plantio. Por outro lado, o estado do Rio Grande do Sul já começa a colher as lavouras mais precoces, o excesso de chuvas durante a fase de florescimento prejudicou a formação dos grãos.<br /><br />    O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 27, precificado a R$68,02 por saca, elevação de 0,67% entre os dias 18 e 27 deste mês. Para o mesmo período, o contrato futuro na B3 com vencimento em setembro/24 encerrou nesta quarta-feira cotado a R$71,58 por saca, baixa de 1,2%. A previsão de chegada de novas chuvas em importantes regiões produtoras de milho safrinha animaram o mercado, revertendo um cenário que vinha de alta.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Temos opções de venda (PUT), relacionadas B3 com data de 27/12, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 69,21 e R$ 72,53 por saca, e<br />  - setembro/24, com strike entre R$ 66,98 e R$ 72,72 por saca.<br />   <br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br /> Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58141206</guid><pubDate>Fri, 29 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58141206/20231229_bbcast_agro_milho.mp3" length="3576519" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 29 de dezembro de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí - RS e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    As cotações do cereal no mercado externo não apresentaram grandes...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 29 de dezembro de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí - RS e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    As cotações do cereal no mercado externo não apresentaram grandes oscilações na segunda quinzena de dezembro. Os compradores seguem acompanhando as tensões na região do Canal de Suez, no Egito, após navios mercantes terem sido atacados no Mar Vermelho por rebeldes Houthis do Iêmen, gerando preocupações com a logística e a possível elevação dos preços dos fretes marítimos. O contrato futuro na Bolsa de Chicago, referência março/24 encerrou o último dia 27 cotado a U$4,76/bushel.<br /><br />  No Brasil, a Conab divulgou em seu relatório semanal a evolução do plantio do milho primeira safra, que atingiu 75% da área, esse número representa 10% abaixo do mesmo período da safra passada. O atraso se dá principalmente na região nordeste, onde os produtores aguardam a ocorrência de chuvas para avançar no plantio. Por outro lado, o estado do Rio Grande do Sul já começa a colher as lavouras mais precoces, o excesso de chuvas durante a fase de florescimento prejudicou a formação dos grãos.<br /><br />    O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 27, precificado a R$68,02 por saca, elevação de 0,67% entre os dias 18 e 27 deste mês. Para o mesmo período, o contrato futuro na B3 com vencimento em setembro/24 encerrou nesta quarta-feira cotado a R$71,58 por saca, baixa de 1,2%. A previsão de chegada de novas chuvas em importantes regiões produtoras de milho safrinha animaram o mercado, revertendo um cenário que vinha de alta.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Temos opções de venda (PUT), relacionadas B3 com data de 27/12, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 69,21 e R$ 72,53 por saca, e<br />  - setembro/24, com strike entre R$ 66,98 e R$ 72,72 por saca.<br />   <br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br /> Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/12/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-12-2023-cenario-do-leite--58133520</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 28 de dezembro de 2023, eu sou Marcelo Rabelo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares-MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor desde maio deste ano e projeção de novas quedas nos próximos meses de acordo com os CONSELEITE’s estaduais, a atividade de pecuária leiteira atravessa um momento bastante desafiador.<br /><br /> A queda na cotação do leite pago ao produtor em relação aos últimos 12 meses chega a 27%, comparando o valor pago em novembro de 2022 com o valor pago em novembro de 2023. A comparação fica ainda mais desfavorável quando se relaciona o pico de maio de 2023 de R$ 2,90 com a última cotação disponibilizada pelo CEPEA de R$ 1,97, gerando uma queda de 32,1%<br /><br />Além disso, os efeitos climáticos gerados pelo EL NIÑO afetaram a projeção de produção de milho e soja nas principais regiões produtoras, provocando um movimento de alta em suas cotações. O produtor de leite sente esse impacto diretamente em seu custo de produção, pois são os principais insumos utilizados na ração das vacas leiteiras.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para milho e soja.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58133520</guid><pubDate>Thu, 28 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58133520/20231228_bbcast_agro_leite.mp3" length="2348137" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 28 de dezembro de 2023, eu sou Marcelo Rabelo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares-MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 28 de dezembro de 2023, eu sou Marcelo Rabelo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares-MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor desde maio deste ano e projeção de novas quedas nos próximos meses de acordo com os CONSELEITE’s estaduais, a atividade de pecuária leiteira atravessa um momento bastante desafiador.<br /><br /> A queda na cotação do leite pago ao produtor em relação aos últimos 12 meses chega a 27%, comparando o valor pago em novembro de 2022 com o valor pago em novembro de 2023. A comparação fica ainda mais desfavorável quando se relaciona o pico de maio de 2023 de R$ 2,90 com a última cotação disponibilizada pelo CEPEA de R$ 1,97, gerando uma queda de 32,1%<br /><br />Além disso, os efeitos climáticos gerados pelo EL NIÑO afetaram a projeção de produção de milho e soja nas principais regiões produtoras, provocando um movimento de alta em suas cotações. O produtor de leite sente esse impacto diretamente em seu custo de produção, pois são os principais insumos utilizados na ração das vacas leiteiras.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar melhorar a gestão de custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos custos de produção através de contratos de CALL para milho e soja.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>147</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/12/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-12-2023-cenario-do-algodao--58124927</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de dezembro de 2023, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O FED, Banco central norte-americano manteve a taxa de juros do país de 5,25 a 5,5% ao ano e sinaliza que pode haver cortes em 2024. À medida que este recuo possa se concretizar, o consumo de bens (como vestuários e derivados têxteis) poderá ter viés de alta.<br /><br /> Voltando a atenção à oferta, os países do hemisfério norte já praticamente finalizaram suas colheitas com o mercado já contabilizando a menor colheita americana e chinesa.<br /><br /> Desta forma, o Brasil, terceiro maior produtor mundial, passa a ser o centro das atenções: o plantio do algodão primeira safra iniciou nos estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul com, respectivamente, 70%, 65% e 40% das áreas previstas para a safra atual já semeadas, segundo a ABRAPA.<br /><br /> O Mato Grosso, maior produtor brasileiro, também iniciou o plantio na região I (que compreende o Sul, Sudeste e o Nordeste do estado) e aguarda o avanço da colheita da soja e maiores volumes de chuva para o início do plantio do algodão segunda safra na região II (que compreende o Oeste, centro-sul, médio-norte e norte) e, conforme boletim do IMEA, o estado poderá ter a maior área de plantio com 1,35 milhão de hectares.<br /><br /> Considerando que o Brasil poderá semear a maior área (previsão de quase 1,75 milhão hectares – 4,9% a mais que a safra 22/23), este fato poderá contribuir para maior uma oferta de pluma brasileira no mercado mundial e influenciar diretamente nas cotações da commodity. Desta forma, é importante que o produtor se resguarde de oscilações de preços no mercado interno e externo. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,75 e U$ 0,78/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58124927</guid><pubDate>Wed, 27 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58124927/20231227_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2421280" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 27 de dezembro de 2023, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 O FED, Banco central norte-americano manteve a taxa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de dezembro de 2023, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O FED, Banco central norte-americano manteve a taxa de juros do país de 5,25 a 5,5% ao ano e sinaliza que pode haver cortes em 2024. À medida que este recuo possa se concretizar, o consumo de bens (como vestuários e derivados têxteis) poderá ter viés de alta.<br /><br /> Voltando a atenção à oferta, os países do hemisfério norte já praticamente finalizaram suas colheitas com o mercado já contabilizando a menor colheita americana e chinesa.<br /><br /> Desta forma, o Brasil, terceiro maior produtor mundial, passa a ser o centro das atenções: o plantio do algodão primeira safra iniciou nos estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul com, respectivamente, 70%, 65% e 40% das áreas previstas para a safra atual já semeadas, segundo a ABRAPA.<br /><br /> O Mato Grosso, maior produtor brasileiro, também iniciou o plantio na região I (que compreende o Sul, Sudeste e o Nordeste do estado) e aguarda o avanço da colheita da soja e maiores volumes de chuva para o início do plantio do algodão segunda safra na região II (que compreende o Oeste, centro-sul, médio-norte e norte) e, conforme boletim do IMEA, o estado poderá ter a maior área de plantio com 1,35 milhão de hectares.<br /><br /> Considerando que o Brasil poderá semear a maior área (previsão de quase 1,75 milhão hectares – 4,9% a mais que a safra 22/23), este fato poderá contribuir para maior uma oferta de pluma brasileira no mercado mundial e influenciar diretamente nas cotações da commodity. Desta forma, é importante que o produtor se resguarde de oscilações de preços no mercado interno e externo. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,75 e U$ 0,78/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>152</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/12/2023 - Cenário da manga</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-12-2023-cenario-da-manga--58100241</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de dezembro de 2023, meu nome é Waldez Mendonça sou <br />Assessor de Agronegócios em Juazeiro na Bahia e falaremos sobre o cenário da <br />manga. <br /><br />A manga é o fruto da mangueira (Mangifera indica L.), fruta tropical com origem <br />na Ásia. Sua coloração é bem variada: verde, amarelo, laranja e vermelha, a polpa <br />é suculenta e muito saborosa, podendo ter fibras ou não. É uma ótima fonte de <br />vitaminas A, C e minerais. O maior consumo é in natura, porém pode ser utilizada <br />na forma de suco, polpa, sorvete e saladas. <br /><br />Atualmente a manga é cultivada com elevado nível tecnológico, com as técnicas <br />de produção envolvendo: podas, irrigação, indução floral e variedades <br />melhoradas. Na principal região produtora do país, submédio do Vale do São <br />Francisco, foram instalados vários empreendimentos, com plantios comerciais de <br />variedades demandadas pelo mercado externo. Em todas essas áreas, o cultivo <br />da manga chamada "tipo exportação" está em fase de franca expansão, tendo <br />como base as cultivares Tommy Atkins, Palmer, Keitt, Kent, entre outras. <br />De acordo com o IBGE, em 2022 o Brasil produziu cerca de 1.55 milhão de <br />toneladas de manga, sendo que a região Nordeste foi responsável por <br />aproximadamente 80% da produção nacional, com destaque para os estados da <br />Bahia e Pernambuco. <br /><br />Conforme levantamento da Hortifruti Brasil, a manga sofreu uma redução na <br />exportação em 2022, de aproximadamente 15% com relação a 2021, devido <br />principalmente a problemas climáticos. No entanto até novembro de 2023 de <br />acordo com a Embrapa - Observatório da Manga, os dados, indicam um <br />acréscimo de aproximadamente 26% frente o ano passado. De acordo com o <br />Cepea problemas climáticos enfrentados por países concorrentes, como Peru, <br />Equador e Espanha, favoreceu o bom desempenho das exportações brasileiras. <br />As variedades mais exportadas foram a Palmer, para Europa e Tommy Atkins para <br />os Estados Unidos e Europa. <br /><br />Conforme o CEPEA, o preço médio da manga até início de dezembro de 2023, no <br />Vale do São Francisco, foi de R$ 2,18 por Kg, alta em torno de 37,5% em relação <br />ao ano anterior. <br /><br />O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra <br />oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender <br />as demandas de infraestrutura, tais como: <br /><br />  Renovação/implantação de pomares; <br />  Sistemas de irrigação; Armazenagem (câmara fria);<br /> Packing house.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a <br />equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a <br />próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58100241</guid><pubDate>Tue, 26 Dec 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58100241/20231226_bbcast_agro_manga.mp3" length="3511736" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de dezembro de 2023, meu nome é Waldez Mendonça sou 
Assessor de Agronegócios em Juazeiro na Bahia e falaremos sobre o cenário da 
manga. 

A manga é o fruto da mangueira (Mangifera indica L.), fruta tropical com origem 
na Ásia. Sua...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de dezembro de 2023, meu nome é Waldez Mendonça sou <br />Assessor de Agronegócios em Juazeiro na Bahia e falaremos sobre o cenário da <br />manga. <br /><br />A manga é o fruto da mangueira (Mangifera indica L.), fruta tropical com origem <br />na Ásia. Sua coloração é bem variada: verde, amarelo, laranja e vermelha, a polpa <br />é suculenta e muito saborosa, podendo ter fibras ou não. É uma ótima fonte de <br />vitaminas A, C e minerais. O maior consumo é in natura, porém pode ser utilizada <br />na forma de suco, polpa, sorvete e saladas. <br /><br />Atualmente a manga é cultivada com elevado nível tecnológico, com as técnicas <br />de produção envolvendo: podas, irrigação, indução floral e variedades <br />melhoradas. Na principal região produtora do país, submédio do Vale do São <br />Francisco, foram instalados vários empreendimentos, com plantios comerciais de <br />variedades demandadas pelo mercado externo. Em todas essas áreas, o cultivo <br />da manga chamada "tipo exportação" está em fase de franca expansão, tendo <br />como base as cultivares Tommy Atkins, Palmer, Keitt, Kent, entre outras. <br />De acordo com o IBGE, em 2022 o Brasil produziu cerca de 1.55 milhão de <br />toneladas de manga, sendo que a região Nordeste foi responsável por <br />aproximadamente 80% da produção nacional, com destaque para os estados da <br />Bahia e Pernambuco. <br /><br />Conforme levantamento da Hortifruti Brasil, a manga sofreu uma redução na <br />exportação em 2022, de aproximadamente 15% com relação a 2021, devido <br />principalmente a problemas climáticos. No entanto até novembro de 2023 de <br />acordo com a Embrapa - Observatório da Manga, os dados, indicam um <br />acréscimo de aproximadamente 26% frente o ano passado. De acordo com o <br />Cepea problemas climáticos enfrentados por países concorrentes, como Peru, <br />Equador e Espanha, favoreceu o bom desempenho das exportações brasileiras. <br />As variedades mais exportadas foram a Palmer, para Europa e Tommy Atkins para <br />os Estados Unidos e Europa. <br /><br />Conforme o CEPEA, o preço médio da manga até início de dezembro de 2023, no <br />Vale do São Francisco, foi de R$ 2,18 por Kg, alta em torno de 37,5% em relação <br />ao ano anterior. <br /><br />O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra <br />oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender <br />as demandas de infraestrutura, tais como: <br /><br />  Renovação/implantação de pomares; <br />  Sistemas de irrigação; Armazenagem (câmara fria);<br /> Packing house.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a <br />equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a <br />próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,citros,comercialização,manga,plantação,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5d0569eebe25f8f789834ed2babe42bf.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/12/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-12-2023-cenario-da-soja--58090200</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 22 de dezembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 20/12 cotado a US$ 13,07/bushel, apresentando queda de 2,67% em dezembro. Fatores que contribuíram para a lateralidade foram: irregularidades nas precipitações no centro-norte do país, boa evolução do plantio e condições das lavouras Argentinas e possibilidade de precipitações significativas nas principais regiões produtoras com destaque para o MT, principal estado produtor. O mercado ainda aguarda os desdobramentos das taxações das exportações argentinas impostas nesta semana, contrariando as expectativas dos principais analistas.<br /><br />  No Brasil, o principal estado produtor, o Mato Grosso, continuam os impactos das irregularidades climáticas nessa safra. Conforme o boletim semanal do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Estado apresentou redução na produção de 7,1% em relação as inicialmente previstas.<br /><br /> O indicador CEPEA em 20/12 foi cotado a R$ 146,43/saca, apresentando estabilidade com pequena alta de 0,47% em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno vêm refletindo a insegurança quanto ao tamanho da oferta da safra brasileira, com redução da produção no principal Estado produtor já registrado.<br /><br />  De acordo com o INMET as precipitações se espalham por toda a região centro-norte, com bons volumes e perspectivas de avanço para a próxima semana e manutenção das chuvas na parte Sul da região Sudeste e Sul do País, com tendência de melhoria das condições gerais das lavouras.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,59 e U$ 13,12/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 12,50 e U$ 13,24/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58090200</guid><pubDate>Fri, 22 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58090200/20231222_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3086671" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 22 de dezembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 20/12...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 22 de dezembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 20/12 cotado a US$ 13,07/bushel, apresentando queda de 2,67% em dezembro. Fatores que contribuíram para a lateralidade foram: irregularidades nas precipitações no centro-norte do país, boa evolução do plantio e condições das lavouras Argentinas e possibilidade de precipitações significativas nas principais regiões produtoras com destaque para o MT, principal estado produtor. O mercado ainda aguarda os desdobramentos das taxações das exportações argentinas impostas nesta semana, contrariando as expectativas dos principais analistas.<br /><br />  No Brasil, o principal estado produtor, o Mato Grosso, continuam os impactos das irregularidades climáticas nessa safra. Conforme o boletim semanal do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Estado apresentou redução na produção de 7,1% em relação as inicialmente previstas.<br /><br /> O indicador CEPEA em 20/12 foi cotado a R$ 146,43/saca, apresentando estabilidade com pequena alta de 0,47% em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno vêm refletindo a insegurança quanto ao tamanho da oferta da safra brasileira, com redução da produção no principal Estado produtor já registrado.<br /><br />  De acordo com o INMET as precipitações se espalham por toda a região centro-norte, com bons volumes e perspectivas de avanço para a próxima semana e manutenção das chuvas na parte Sul da região Sudeste e Sul do País, com tendência de melhoria das condições gerais das lavouras.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,59 e U$ 13,12/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 12,50 e U$ 13,24/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/12/2023 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-12-2023-cenario-da-avicultura-de-corte--58075183</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 21 de dezembro de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, de janeiro a setembro de 2023, foram produzidas cerca de 4,74 milhões de toneladas de carcaça, volume 9,5% menor que o registrado no mesmo período de 2022, esta queda se acentuou no terceiro trimestre de 2023 que foi 11,5% menor do que o de 2022.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, de janeiro a novembro de 2023, aumentaram 7,3% em relação ao mesmo período de 2022, tendo sido embarcadas 4,37 milhões de toneladas, preço médio de US$ 1.874 por tonelada. No mês de novembro de 2023, observou-se aumento no custo de produção, cerca de 2% em relação ao mês de outubro de 2023, passando de R$ 4,47 para R$4,53 por kg de peso vivo produzido.<br /><br /> No mês de dezembro de 2023 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja, em 18/12, está cotado a R$ 5,15 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 150 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil, sendo 3 casos em aves de subsistência, estes encontrados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS). Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58075183</guid><pubDate>Thu, 21 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58075183/20231221_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="3306936" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de dezembro de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.

 De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 21 de dezembro de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, de janeiro a setembro de 2023, foram produzidas cerca de 4,74 milhões de toneladas de carcaça, volume 9,5% menor que o registrado no mesmo período de 2022, esta queda se acentuou no terceiro trimestre de 2023 que foi 11,5% menor do que o de 2022.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, de janeiro a novembro de 2023, aumentaram 7,3% em relação ao mesmo período de 2022, tendo sido embarcadas 4,37 milhões de toneladas, preço médio de US$ 1.874 por tonelada. No mês de novembro de 2023, observou-se aumento no custo de produção, cerca de 2% em relação ao mês de outubro de 2023, passando de R$ 4,47 para R$4,53 por kg de peso vivo produzido.<br /><br /> No mês de dezembro de 2023 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja, em 18/12, está cotado a R$ 5,15 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 150 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil, sendo 3 casos em aves de subsistência, estes encontrados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS). Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/12/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-12-2023-cenario-do-cafe-arabica--58070796</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 20 de dezembro de 2023, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista-BA e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  Sob influência do fenômeno climático <i>El Niño</i> o mercado de café continua com preços sustentados por preocupações ante as altas temperaturas e chuvas irregulares nas principais regiões produtoras no Brasil.<br /><br />  A comissão europeia, após anos de discussão, aprovou a renovação do uso do glifosato por 10 anos na União Europeia, fator positivo para o comércio do café e fortalecendo também a possibilidade de aprovação junto à Agência Europeia de Segurança Alimentar. De janeiro a novembro/23 o Brasil exportou 35 milhões de sacas de café, volume que fica 3,2 % abaixo das 36 milhões do mesmo período de 2022, ressaltando que a China passou para 8ª posição dos países importadores de café do Brasil.<br /> <br /> Em dezembro os preços internos registraram uma alta de 6 %, atingindo R$ 999,18 por saca no dia 18 em comparação ao dia primeiro, segundo o indicador CEPEA para o arábica. A proximidade de feriados de final de ano e a realização de lucros devido as altas de preços recentes devem amenizar a pressão de alta sobre as cotações.<br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas. O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade.<br /><br /> Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em Fevereiro/24, com strike/preço garantido entre US$ 1,71 (um dólar e setenta e um centavos por libra) e 1,88/lp (um dólar e oitenta e oito centavos por libra) e vencimento Abril/24, com strike entre 1,73 e 1,83/lp.<br /><br />  Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58070796</guid><pubDate>Wed, 20 Dec 2023 12:54:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58070796/20231220_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3255527" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 20 de dezembro de 2023, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista-BA e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

  Sob influência do fenômeno climático El Niño o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 20 de dezembro de 2023, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista-BA e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />  Sob influência do fenômeno climático <i>El Niño</i> o mercado de café continua com preços sustentados por preocupações ante as altas temperaturas e chuvas irregulares nas principais regiões produtoras no Brasil.<br /><br />  A comissão europeia, após anos de discussão, aprovou a renovação do uso do glifosato por 10 anos na União Europeia, fator positivo para o comércio do café e fortalecendo também a possibilidade de aprovação junto à Agência Europeia de Segurança Alimentar. De janeiro a novembro/23 o Brasil exportou 35 milhões de sacas de café, volume que fica 3,2 % abaixo das 36 milhões do mesmo período de 2022, ressaltando que a China passou para 8ª posição dos países importadores de café do Brasil.<br /> <br /> Em dezembro os preços internos registraram uma alta de 6 %, atingindo R$ 999,18 por saca no dia 18 em comparação ao dia primeiro, segundo o indicador CEPEA para o arábica. A proximidade de feriados de final de ano e a realização de lucros devido as altas de preços recentes devem amenizar a pressão de alta sobre as cotações.<br /><br />O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas. O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade.<br /><br /> Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em Fevereiro/24, com strike/preço garantido entre US$ 1,71 (um dólar e setenta e um centavos por libra) e 1,88/lp (um dólar e oitenta e oito centavos por libra) e vencimento Abril/24, com strike entre 1,73 e 1,83/lp.<br /><br />  Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/12/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-12-2023-cenario-da-cana-de-acucar--58051414</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de dezembro de 2023, eu sou xx xxxx, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br /> Os efeitos do El Niño no Centro-Sul, com volumes de chuvas acima das médias históricas, favoreceram o desenvolvimento das lavouras ao longo da safra 2023/2024. No acumulado da safra até o dia 01 de dezembro a moagem de cana-de-açúcar atingiu a quantidade de 619 milhões de toneladas, em torno de 16% superior ao mesmo período da safra passada.<br /><br /> No entanto, as precipitações afetaram o ritmo das operações de colheita, principalmente em novembro e dezembro, e algumas unidades deverão estender seu período de moagem ao longo de dezembro e janeiro, época em que normalmente seria de entressafra. A expectativa é de que a safra seja concluída com a moagem entre 625 e 650 milhões de toneladas. Desde o início da safra a produção de açúcar no Centro-Sul atingiu 40,8 milhões de toneladas, contra 33 milhões de toneladas do ciclo anterior, que representa um aumento de 23,5%.<br /><br /> Os preços do açúcar no mercado internacional estiveram, ao longo da safra 2023/2024, nos maiores níveis dos últimos 16 anos, reflexo da expectativa de quebra de safra na Ásia, principalmente Índia e Tailândia. Desde o início de dezembro, no entanto, houve uma queda no preço do açúcar à medida que a produção no Centro-Sul avançava.<br /><br /> Já a produção de etanol, desde o início da safra totalizou 29,8 bilhões de litros, contra 26,7 bilhões de litros do ciclo anterior, um aumento em torno de 11,9%. Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58051414</guid><pubDate>Tue, 19 Dec 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58051414/20231219_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2893574" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de dezembro de 2023, eu sou xx xxxx, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

 Os efeitos do El Niño no Centro-Sul, com volumes de chuvas acima das médias...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de dezembro de 2023, eu sou xx xxxx, Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br /> Os efeitos do El Niño no Centro-Sul, com volumes de chuvas acima das médias históricas, favoreceram o desenvolvimento das lavouras ao longo da safra 2023/2024. No acumulado da safra até o dia 01 de dezembro a moagem de cana-de-açúcar atingiu a quantidade de 619 milhões de toneladas, em torno de 16% superior ao mesmo período da safra passada.<br /><br /> No entanto, as precipitações afetaram o ritmo das operações de colheita, principalmente em novembro e dezembro, e algumas unidades deverão estender seu período de moagem ao longo de dezembro e janeiro, época em que normalmente seria de entressafra. A expectativa é de que a safra seja concluída com a moagem entre 625 e 650 milhões de toneladas. Desde o início da safra a produção de açúcar no Centro-Sul atingiu 40,8 milhões de toneladas, contra 33 milhões de toneladas do ciclo anterior, que representa um aumento de 23,5%.<br /><br /> Os preços do açúcar no mercado internacional estiveram, ao longo da safra 2023/2024, nos maiores níveis dos últimos 16 anos, reflexo da expectativa de quebra de safra na Ásia, principalmente Índia e Tailândia. Desde o início de dezembro, no entanto, houve uma queda no preço do açúcar à medida que a produção no Centro-Sul avançava.<br /><br /> Já a produção de etanol, desde o início da safra totalizou 29,8 bilhões de litros, contra 26,7 bilhões de litros do ciclo anterior, um aumento em torno de 11,9%. Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/12/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-12-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--58023017</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado da soja assimile com neutralidade os dados de projeção de produção da safra 2023/24 e de oferta e demanda, ainda à espera da consolidação das possíveis perdas produtivas. O monitoramento por parte dos <i>traders</i> permanecerá, haja vista, as reduções das projeções publicadas pelo USDA e CONAB e ainda, estimativas de reduções mais acentuadas de outras consultorias, com projeções de 150 milhões de toneladas. No fundamento clima, a <i>National Oceanic and Atmospheric Administration </i>(NOAA) prevê para os próximos dez dias chuvas mais volumosas para todos os países produtores na América do Sul, em destaque para a Argentina e Paraguai. No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) estima chuvas mais volumosas para as regiões produtoras de soja, com precipitações variando de 50 a 120mm. Cenário de clima mais favorável. Com a safra brasileira instável, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto prazo, no entanto, com a estimativa de safra dentro da média prevista para continente sul-americano, o viés seguirá de baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O relatório de oferta e demanda global apresentado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 08/12 não apresentou grandes variações nas estimativas do milho ante ao cenário de novembro. O mercado aguardava se o órgão iria sinalizar, já em dezembro, redução da Safra 2023/24 para o Brasil, por conta do atraso do plantio na soja verão. Entretanto não ocorreram mudanças nos números, e o relatório foi considerado neutro para o mercado. A próxima publicação, em janeiro de 2024, passa a ser considerada relevante para o mercado externo. A demanda pelo grão norte-americano seguirá sendo direcionador dos preços externamente, podendo se manter estáveis caso continue com embarques semanais dentro das expectativas do mercado. Internamente, as previsões climáticas podem continuar influenciando na precificação do mercado físico, como tem ocorrido nos últimos dias, com as preocupações com o tamanho da 2ª safra para 2024. Entretanto, o movimento pode ser de estabilidade uma vez que com o fim do ano e o período de festas, os compradores geralmente ficam ausentes do mercado.         <b>Para o café, destaca-se que, </b> Preocupações com clima como temperatura acima da média e precipitações irregulares deram o tom na semana anterior. No entanto, projeções climáticas de maior precipitação e temperaturas mais amenas na segunda quinzena do mês devem reduzir as preocupações com o desenvolvimento da safra, mas seus efeitos somente serão evidenciados a partir de janeiro/24. Proximidade de feriados de final de ano, realização de lucros em função das altas da semana anterior devem amenizar a pressão sobre as cotações, mas preocupações com atendimento da demanda, fluxo da produção vietnamita e mesmo desempenho dos portos brasileiros são pontos de acompanhamento e atenção. Estoques menores nos países consumidores em função de política de compras conforme necessidade, vendas comedidas e compassadas pelos produtores devem manter volatidade característica do café. Produtores brasileiros registraram aumento de vendas, mas ainda acompanham o andamento da safra e aguardam o desenvolvimento dos frutos em janeiro, quando se poderá ter melhores projeções dos efeitos das altas temperaturas e da precipitação irregular. Diante dessas incertezas ainda a permear a produção de café, apesar do arrefecimento dos negócios, normal na virada do ano, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos consideramos manutenção nos preços apesar de projeções de superávit na safra.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: Em novembro de 2023, de acordo com dados do IMEA, o bezerro de 12 meses foi cotado a R$ 1.788,82 por cabeça, uma redução de 31,54% em relação a 2022. Enquanto isso, o preço do boi gordo caiu 15,75%, fechando novembro de 2023 a R$ 203,33 por arroba. Apesar desse cenário, o mercado de reposição mostrou sinais de recuperação nos últimos meses. De acordo com o CEPEA, o preço do bezerro (MS), que chegou ao seu menor patamar em set/23, cotado a R$ 2.005,35, sofreu valorização nos últimos meses, e, em dez/23 alcançou o valor de R$ 2.137,54, alta de 6,6%. A segunda quinzena do mês de dezembro deve apresentar menor liquidez no mercado brasileiro do boi gordo, com a ausência de ambas as pontas do mercado, um vez que a Indústria se encontra bem-posicionada em sua programação de abate, fato que deve resultar em lateralidade dos preços da arroba na maior parte das praças pecuárias monitoradas.<br /><br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58023017</guid><pubDate>Mon, 18 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58023017/20231218_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6342155" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado da soja assimile com neutralidade os dados de projeção de produção da safra 2023/24 e de oferta e demanda, ainda à espera da consolidação das possíveis perdas produtivas. O monitoramento por parte dos <i>traders</i> permanecerá, haja vista, as reduções das projeções publicadas pelo USDA e CONAB e ainda, estimativas de reduções mais acentuadas de outras consultorias, com projeções de 150 milhões de toneladas. No fundamento clima, a <i>National Oceanic and Atmospheric Administration </i>(NOAA) prevê para os próximos dez dias chuvas mais volumosas para todos os países produtores na América do Sul, em destaque para a Argentina e Paraguai. No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) estima chuvas mais volumosas para as regiões produtoras de soja, com precipitações variando de 50 a 120mm. Cenário de clima mais favorável. Com a safra brasileira instável, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto prazo, no entanto, com a estimativa de safra dentro da média prevista para continente sul-americano, o viés seguirá de baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O relatório de oferta e demanda global apresentado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 08/12 não apresentou grandes variações nas estimativas do milho ante ao cenário de novembro. O mercado aguardava se o órgão iria sinalizar, já em dezembro, redução da Safra 2023/24 para o Brasil, por conta do atraso do plantio na soja verão. Entretanto não ocorreram mudanças nos números, e o relatório foi considerado neutro para o mercado. A próxima publicação, em janeiro de 2024, passa a ser considerada relevante para o mercado externo. A demanda pelo grão norte-americano seguirá sendo direcionador dos preços externamente, podendo se manter estáveis caso continue com embarques semanais dentro das expectativas do mercado. Internamente, as previsões climáticas podem continuar influenciando na precificação do mercado físico, como tem ocorrido nos últimos dias, com as preocupações com o tamanho da 2ª safra para 2024. Entretanto, o movimento pode ser de estabilidade uma vez que com o fim do ano e o período de festas, os compradores geralmente ficam ausentes do mercado.         <b>Para o café, destaca-se que, </b> Preocupações com clima como temperatura acima da média e precipitações irregulares deram o tom na semana anterior. No entanto, projeções climáticas de maior precipitação e temperaturas mais amenas na segunda quinzena do mês devem reduzir as preocupações com o desenvolvimento da safra, mas seus efeitos somente serão evidenciados a partir de janeiro/24. Proximidade de feriados de final de ano, realização de lucros em função das altas da semana anterior devem amenizar a pressão sobre as cotações, mas preocupações com atendimento da demanda, fluxo da produção vietnamita e mesmo desempenho dos portos brasileiros são pontos de acompanhamento e atenção. Estoques menores nos países consumidores em função de política de compras conforme necessidade, vendas comedidas e compassadas pelos produtores devem manter volatidade característica do café. Produtores brasileiros registraram aumento de vendas, mas ainda acompanham o andamento da safra e aguardam o desenvolvimento dos frutos em janeiro, quando se poderá ter melhores projeções dos efeitos das altas temperaturas e da precipitação irregular. Diante dessas incertezas ainda a permear a produção de café, apesar do arrefecimento dos negócios, normal na virada do ano, e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos consideramos manutenção nos preços apesar de projeções de superávit na...]]></itunes:summary><itunes:duration>397</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/12/2023 - Soluções Agro: CPR Preservação</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-12-2023-solucoes-agro-cpr-preservacao--58021489</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de novembro de 2023, meu nome é Luisa Sabóia, sou assessora na diretoria de agronegócios e vamos falar sobre a Cédula de Produto Rural Preservação (CPR Preservação), uma modalidade de CPR criada pelo BB no ano passado, a partir do Decreto Nº 10.828, de 1º de outubro de 2021.<br /><br />A CPR Preservação é mais uma possibilidade para o produtor rural, pessoa física ou jurídica, obter recursos financeiros com lastro em preservação ou manutenção da vegetação nativa conservada. A proposta é incentivar a redução do desmatamento e a conservação da biodiversidade, dos recursos hídricos e do solo.<br /><br />Os valores financiáveis são estabelecidos por bioma (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), possibilitando a geração de recursos sobre as áreas de preservação permanente, de reserva legal e excedentes com vegetação nativa. O produtor precisa estar ativo no Cadastro Ambiental Rural (CAR), fornecer o georreferenciamento das áreas e apresentar uma certificação de terceira parte. A operação pode ter duração de até 720 dias e tem como benefícios a isenção de IOF e de tarifa de estudo, além de possibilidade de taxa diferenciada.<br /><br />Com o objetivo de oferecer uma solução simplificada e apoiar nossos clientes no atendimento da exigência da certificação de terceira parte, com redução de custos, agilidade e comodidade, desenvolvemos o Certificado Ambiental Digital, CAD, em parceria com a startup SALVA, para caracterizar, analisar e monitorar as áreas de vegetação nativa e produtos passíveis de emissão de CPR Preservação, verificando o compliance socioambiental do imóvel e certificando essas áreas de acordo com o Decreto. A tarifa da certificação é cobrada sobre o valor de negócio da CPR no ato da solicitação do CAD, que deve ser entregue ao Banco na forma digital.<br /><br />O mercado vem exigindo cada vez mais a adoção de práticas sustentáveis. Atento a isso, o Banco vem ampliando as suas soluções voltadas para a sustentabilidade no campo. A CPR Preservação, mais do que uma alternativa para antecipar recursos necessários ao processo produtivo, é um reconhecimento do BB aos produtores que conservam as suas áreas de vegetação nativa. Essa é mais uma solução de crédito do BB para você que é agro. Para contratar, procure sua agência!  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, eleito o Banco mais sustentável do mundo.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58021489</guid><pubDate>Fri, 15 Dec 2023 19:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58021489/20231215_bbcast_agro_cpr_preserva_o.mp3" length="1125512" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de novembro de 2023, meu nome é Luisa Sabóia, sou assessora na diretoria de agronegócios e vamos falar sobre a Cédula de Produto Rural Preservação (CPR Preservação), uma modalidade de CPR criada pelo BB no ano passado, a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de novembro de 2023, meu nome é Luisa Sabóia, sou assessora na diretoria de agronegócios e vamos falar sobre a Cédula de Produto Rural Preservação (CPR Preservação), uma modalidade de CPR criada pelo BB no ano passado, a partir do Decreto Nº 10.828, de 1º de outubro de 2021.<br /><br />A CPR Preservação é mais uma possibilidade para o produtor rural, pessoa física ou jurídica, obter recursos financeiros com lastro em preservação ou manutenção da vegetação nativa conservada. A proposta é incentivar a redução do desmatamento e a conservação da biodiversidade, dos recursos hídricos e do solo.<br /><br />Os valores financiáveis são estabelecidos por bioma (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), possibilitando a geração de recursos sobre as áreas de preservação permanente, de reserva legal e excedentes com vegetação nativa. O produtor precisa estar ativo no Cadastro Ambiental Rural (CAR), fornecer o georreferenciamento das áreas e apresentar uma certificação de terceira parte. A operação pode ter duração de até 720 dias e tem como benefícios a isenção de IOF e de tarifa de estudo, além de possibilidade de taxa diferenciada.<br /><br />Com o objetivo de oferecer uma solução simplificada e apoiar nossos clientes no atendimento da exigência da certificação de terceira parte, com redução de custos, agilidade e comodidade, desenvolvemos o Certificado Ambiental Digital, CAD, em parceria com a startup SALVA, para caracterizar, analisar e monitorar as áreas de vegetação nativa e produtos passíveis de emissão de CPR Preservação, verificando o compliance socioambiental do imóvel e certificando essas áreas de acordo com o Decreto. A tarifa da certificação é cobrada sobre o valor de negócio da CPR no ato da solicitação do CAD, que deve ser entregue ao Banco na forma digital.<br /><br />O mercado vem exigindo cada vez mais a adoção de práticas sustentáveis. Atento a isso, o Banco vem ampliando as suas soluções voltadas para a sustentabilidade no campo. A CPR Preservação, mais do que uma alternativa para antecipar recursos necessários ao processo produtivo, é um reconhecimento do BB aos produtores que conservam as suas áreas de vegetação nativa. Essa é mais uma solução de crédito do BB para você que é agro. Para contratar, procure sua agência!  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, eleito o Banco mais sustentável do mundo.]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,bovinocultura,broto,cad,cpr,mercado,preservação</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2ca2d8b42295c87a4b744646ea188e59.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/12/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-12-2023-cenario-do-milho--58011863</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 15 de dezembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />   As cotações do cereal no mercado externo não apresentaram grandes oscilações na primeira quinzena de dezembro. O término da colheita nos Estados Unidos e a divulgação do relatório de oferta e demanda deste mês, pelo Departamento de Agricultura (USDA), que veio sem grandes novidades, contribuíram para o movimento de estabilidade. O contrato futuro na Bolsa de Chicago, referência março/24 encerrou o último dia 13 cotado a U$4,79/bushel.<br /><br />   No Brasil, a Conab, em seu relatório mensal de levantamento de safra, apontou pequena redução na produção final para a Safra 2023/24 em relação ao relatório de novembro. Entretanto, os estoques finais brasileiros foram estimados em 4,51 milhões de toneladas, podendo ser o menor estoque final das últimas 5 safras.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 13, precificado a R$68,13 por saca, elevação de 7,65% entre os dias 04 e 13 deste mês. Para o mesmo período, o contrato futuro na B3 com vencimento em setembro/24 encerrou nesta quarta-feira cotado a R$73,10 por saca, alta de 3,25%. As preocupações quanto ao tamanho da 2ª safra para o ano que vem continuam fazendo com que o mercado tenha esse movimento positivo.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 71,41 e R$ 74,09 por saca,<br />  e - setembro/24, com strike entre R$ 68,00 e R$ 72,65 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58011863</guid><pubDate>Fri, 15 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58011863/20231215_bbcast_agro_milho.mp3" length="3279768" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 15 de dezembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

   As cotações do cereal no mercado externo não apresentaram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 15 de dezembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />   As cotações do cereal no mercado externo não apresentaram grandes oscilações na primeira quinzena de dezembro. O término da colheita nos Estados Unidos e a divulgação do relatório de oferta e demanda deste mês, pelo Departamento de Agricultura (USDA), que veio sem grandes novidades, contribuíram para o movimento de estabilidade. O contrato futuro na Bolsa de Chicago, referência março/24 encerrou o último dia 13 cotado a U$4,79/bushel.<br /><br />   No Brasil, a Conab, em seu relatório mensal de levantamento de safra, apontou pequena redução na produção final para a Safra 2023/24 em relação ao relatório de novembro. Entretanto, os estoques finais brasileiros foram estimados em 4,51 milhões de toneladas, podendo ser o menor estoque final das últimas 5 safras.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 13, precificado a R$68,13 por saca, elevação de 7,65% entre os dias 04 e 13 deste mês. Para o mesmo período, o contrato futuro na B3 com vencimento em setembro/24 encerrou nesta quarta-feira cotado a R$73,10 por saca, alta de 3,25%. As preocupações quanto ao tamanho da 2ª safra para o ano que vem continuam fazendo com que o mercado tenha esse movimento positivo.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 71,41 e R$ 74,09 por saca,<br />  e - setembro/24, com strike entre R$ 68,00 e R$ 72,65 por saca.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/12/2023 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-12-2023-cenario-da-suinocultura--58000841</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de dezembro de 2023, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />O ano de 2023 está sendo positivo para a suinocultura brasileira. A recuperação do preço do suíno terminado, juntamente com a queda no custo da ração, possibilitou que a atividade voltasse a apresentar margem de lucro positiva, embora que tímida.<br /><br /> As exportações brasileiras de carne suína do mês de novembro ultrapassaram a quantidade total de 107 mil de toneladas. Esse volume ficou 7,6% acima ao registrado em novembro de 2022. Com isso, o volume acumulado dos 11 meses de 2023 alcançou 1,170 milhões de toneladas (um milhão, cento e setenta mil toneladas), quase igualando ao total exportado no ano passado, que foi de 1,195 milhões de toneladas (um milhão, cento e noventa e cinco mil toneladas).<br /><br /> Em novembro, o valor faturado com as exportações de carne suína, foi de 263,11 milhões de dólares, representando queda de 8% em relação ao valor arrecadado no mesmo período de 2022, uma vez que o preço médio da carne suína exportada teve queda de 14% em relação ao ano anterior.<br /><br /> Em relação às exportações, houve diminuição de concentração das vendas à China. Embora ainda permaneça como nosso maior comprador, a sua participação, que em alguns meses do ano 2020 chegou a ultrapassar a marca de 70%, caiu para 25%, no mês de novembro.<br /><br /> No mercado interno, o preço do suíno terminado tem apresentado um comportamento mais estável nos últimos meses, variando entre R$ 6,00 e R$ 7,00 por quilograma, nas diferentes praças produtoras. Mas o alerta para o suinocultor está na recente alta dos preços do farelo de soja, em que nos últimos dois meses, as cotações subiram em torno de 13% no mercado brasileiro, acompanhando o comportamento do mercado internacional.<br /><br /> O preço do milho também subiu no mercado interno. Mas no caso do cereal, a questão que requer atenção são as projeções de preços para o próximo ano, principalmente em função da expectativa em relação à segunda safra brasileira.<br /><br /> Nessa questão de custo, é importante que o suinocultor tenha um planejamento da compra de insumos e que utilize ferramentas para proteção de preços, como aquisição antecipada ou aquisição de uma opção de milho, protegendo-se da alta do preço.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/58000841</guid><pubDate>Thu, 14 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/58000841/20231214_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="2636529" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de dezembro de 2023, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.

O ano de 2023 está sendo positivo para a suinocultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de dezembro de 2023, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />O ano de 2023 está sendo positivo para a suinocultura brasileira. A recuperação do preço do suíno terminado, juntamente com a queda no custo da ração, possibilitou que a atividade voltasse a apresentar margem de lucro positiva, embora que tímida.<br /><br /> As exportações brasileiras de carne suína do mês de novembro ultrapassaram a quantidade total de 107 mil de toneladas. Esse volume ficou 7,6% acima ao registrado em novembro de 2022. Com isso, o volume acumulado dos 11 meses de 2023 alcançou 1,170 milhões de toneladas (um milhão, cento e setenta mil toneladas), quase igualando ao total exportado no ano passado, que foi de 1,195 milhões de toneladas (um milhão, cento e noventa e cinco mil toneladas).<br /><br /> Em novembro, o valor faturado com as exportações de carne suína, foi de 263,11 milhões de dólares, representando queda de 8% em relação ao valor arrecadado no mesmo período de 2022, uma vez que o preço médio da carne suína exportada teve queda de 14% em relação ao ano anterior.<br /><br /> Em relação às exportações, houve diminuição de concentração das vendas à China. Embora ainda permaneça como nosso maior comprador, a sua participação, que em alguns meses do ano 2020 chegou a ultrapassar a marca de 70%, caiu para 25%, no mês de novembro.<br /><br /> No mercado interno, o preço do suíno terminado tem apresentado um comportamento mais estável nos últimos meses, variando entre R$ 6,00 e R$ 7,00 por quilograma, nas diferentes praças produtoras. Mas o alerta para o suinocultor está na recente alta dos preços do farelo de soja, em que nos últimos dois meses, as cotações subiram em torno de 13% no mercado brasileiro, acompanhando o comportamento do mercado internacional.<br /><br /> O preço do milho também subiu no mercado interno. Mas no caso do cereal, a questão que requer atenção são as projeções de preços para o próximo ano, principalmente em função da expectativa em relação à segunda safra brasileira.<br /><br /> Nessa questão de custo, é importante que o suinocultor tenha um planejamento da compra de insumos e que utilize ferramentas para proteção de preços, como aquisição antecipada ou aquisição de uma opção de milho, protegendo-se da alta do preço.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>165</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/12/2023 - Valoração de Ativos Ambientais</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-12-2023-valoracao-de-ativos-ambientais--57991133</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de dezembro de 2023, meu nome é Ana Paula Cunha, sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos hoje sobre a Valoração de Ativos Ambientais.<br /><br />De acordo com a Peer Review, respeitado periódico multidisciplinar, a questão da preservação e conservação do meio ambiente deixou de ser um assunto simplesmente de alguns espaços restritos para ocupar ambientes globais de diálogo, evidenciando a preocupação com o futuro do planeta e a vida da humanidade. É pauta central na agenda de todas as economias mundiais.<br /><br />A Mata Nativa, organização não governamental (ONG), acrescenta que “um grande desafio da atualidade é a inserção dos bens e serviços ambientais no contexto econômico global. Isso porque estes bens não possuem valor direto e, consequentemente, não são transacionados no mercado econômico tradicional.”<br /><br />E, por sua vez, a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo (SP), define Valoração Ambiental como a atribuição de valores monetários aos ativos ambientais naturais. Relaciona-se ao conceito de serviços ecossistêmicos, com a proposta de que se estabeleça um valor monetário para os serviços prestados “gratuitamente” pela natureza. Assim, por meio de instrumentos legais e administrativos, será possível viabilizar a capitalização de seus ativos, garantir sua proteção e preservação, com o equilíbrio entre produção e preservação ambiental.<br /><br />O Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente da FEA/USP- (ENGEMA) concluiu que “a valoração monetária aos recursos ambientais é um instrumento válido para o crescimento e desenvolvimento econômico, pois visa, sobretudo, um controle sustentável do uso dos recursos naturais. A “economia ambiental tem a prioridade de preservar os recursos ambientais para perpetuar as atividades econômicas.”<br /><br /> O Banco do Brasil, tem buscado incansavelmente a definição de cálculos e metodologias que possam nortear a política de valoração dos ativos ambientais de seus clientes.<br /><br /> Assim, o principal parceiro do agronegócio brasileiro coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito que possam facilitar a legalização de passivos ambientais e trazer os retornos justos aos produtores rurais, prestadores de tão nobre serviço: a preservação dos biomas e das riquezas aí contidas.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57991133</guid><pubDate>Wed, 13 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57991133/20231213_bbcast_agro_valoracao_ativos_ambientais.mp3" length="2955014" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de dezembro de 2023, meu nome é Ana Paula Cunha, sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos hoje sobre a Valoração de Ativos Ambientais.

De acordo com a Peer Review, respeitado periódico multidisciplinar, a questão da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de dezembro de 2023, meu nome é Ana Paula Cunha, sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos hoje sobre a Valoração de Ativos Ambientais.<br /><br />De acordo com a Peer Review, respeitado periódico multidisciplinar, a questão da preservação e conservação do meio ambiente deixou de ser um assunto simplesmente de alguns espaços restritos para ocupar ambientes globais de diálogo, evidenciando a preocupação com o futuro do planeta e a vida da humanidade. É pauta central na agenda de todas as economias mundiais.<br /><br />A Mata Nativa, organização não governamental (ONG), acrescenta que “um grande desafio da atualidade é a inserção dos bens e serviços ambientais no contexto econômico global. Isso porque estes bens não possuem valor direto e, consequentemente, não são transacionados no mercado econômico tradicional.”<br /><br />E, por sua vez, a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo (SP), define Valoração Ambiental como a atribuição de valores monetários aos ativos ambientais naturais. Relaciona-se ao conceito de serviços ecossistêmicos, com a proposta de que se estabeleça um valor monetário para os serviços prestados “gratuitamente” pela natureza. Assim, por meio de instrumentos legais e administrativos, será possível viabilizar a capitalização de seus ativos, garantir sua proteção e preservação, com o equilíbrio entre produção e preservação ambiental.<br /><br />O Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente da FEA/USP- (ENGEMA) concluiu que “a valoração monetária aos recursos ambientais é um instrumento válido para o crescimento e desenvolvimento econômico, pois visa, sobretudo, um controle sustentável do uso dos recursos naturais. A “economia ambiental tem a prioridade de preservar os recursos ambientais para perpetuar as atividades econômicas.”<br /><br /> O Banco do Brasil, tem buscado incansavelmente a definição de cálculos e metodologias que possam nortear a política de valoração dos ativos ambientais de seus clientes.<br /><br /> Assim, o principal parceiro do agronegócio brasileiro coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito que possam facilitar a legalização de passivos ambientais e trazer os retornos justos aos produtores rurais, prestadores de tão nobre serviço: a preservação dos biomas e das riquezas aí contidas.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,bovinocultura,broto,mercado</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6207132ab30dcd7cda9d0b0477076e0b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/12/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-12-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57955130</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado da soja absorva os dados do relatório de oferta e demanda o USDA. Os traders continuarão monitorando os impactos do clima sobre a safra brasileira. As projeções são divergentes, porém, há consenso de que o potencial máximo já não será alcançado. A CONAB, em seu relatório mensal de levantamento de safra, registrou redução da estimativa de produção, com previsão de colheita de 60,2 milhões de tonelada ante 162,4 milhões. No fundamento clima, a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), para os próximos dez dias, prevê chuvas mais volumosas para todos os países produtores na América do Sul, em destaque para a Argentina e Paraguai. No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões Norte e Nordeste (com pancadas de chuvas nas áreas do Matopiba, com volumes que podem atingir 80mm), para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas com volumes variando de 50 a 90mm. Cenário de clima mais favorável. Com a safra brasileira ainda duvidosa, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto prazo, no entanto, com a estimativa de safra dentro da média prevista para  continente sul-americano, o viés seguirá de baixa para o médio prazo.<br /><br />  <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo pode ter uma semana de estabilidade, absorvendo os números apresentados pelo USDA e acompanhando a demanda pelo cereal norte-americano. No Brasil, a Conab divulgou seu 3º Levantamento Safra 2023/24, reduzindo a produção total em 0,45% em relação ao relatório de novembro. A estimativa de produção agora é de 118,52 milhões de toneladas. Em comparação com a produção da Safra 2022/23, a redução é de 10,2%. Ainda sobre o relatório, os estoques finais previstos para o ciclo 2023/24 foram reduzidos em 49% em relação às estimativas do mês passado, agora previstos em 4,51 milhões de toneladas. Esta redução é consequência do aumento da previsão de exportação da Safra 2022/23. Este seria o menor estoque final dos últimos cinco anos. A preocupação com o clima no Brasil e a intenção de plantio para a 2ª safra a ser semeada em 2024 pode continuar dando suporte aos preços no mercado físico, levando a um movimento de estabilidade com viés de alta no curto prazo.<b></b><br /><br /><b>Para o café, destaca-se que, </b>as projeções climáticas para a semana apontam maiores volumes de precipitação, o que favorece o desenvolvimento da safra. No entanto, discussões acerca dos efeitos de irregularidades na precipitação ou nos extremos de temperatura devem persistir até maior definição da safra no início de 2024; Exportações de novembro superam os 4 milhões de sacas, amparados pela boa performance do conilon brasileiro, suprindo os revezes e atrasos na produção asiática; Safra 2023 de café arábica apresenta volume exportado similar ao ano anterior, embora no comparativo anual apresente 3,7% de redução do volume exportado até outubro; Esta aparente redução no volume exportado de arábica pode representar reflexo da política de compras “da mão para a boca”, adotada pelos compradores, justificada pelos juros mais elevados nos países consumidores. No entanto, pode significar uma maior exposição ao mercado ante menores estoques; As projeções da OIC para o ano cafeeiro 23/24 indicam uma maior oferta mundial de café, com resultados projetados de safra maior na Colômbia e expectativa de safra de bom nível no Brasil para o café arábica, apesar de estimativas menores em áreas de conilon vietnamitas; Diante dessas incertezas quanto a produção de café e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos manutenção nos preços apesar de projeções de superavit na safra.<br /><br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:   A tendência de viés altista no mercado físico do boi gordo deve se manter, em especial nas regiões onde a disponibilidade de animais prontos para o abate é menor, principalmente nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul. Assim, a oferta enxuta de animais sugere preços firmes ao longo do mês de dezembro. A entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários e confraternizações de final de ano são estímulos para manter a economia aquecida e favorecem o consumo dos cortes bovinos. De um modo geral, o início do período chuvoso contribui para as boas condições de pastagem. Dessa forma, amplia-se o poder de negociação do pecuarista, que pode segurar o animal no pasto por mais tempo e aguardar o melhor momento para comercializá-lo, fato que sugere preços fortalecidos ao longo do primeiro trimestre de 2024.<br /><br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57955130</guid><pubDate>Mon, 11 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57955130/20231211_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6172882" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado da soja absorva os dados do relatório de oferta e demanda o USDA. Os traders continuarão monitorando os impactos do clima sobre a safra brasileira. As projeções são divergentes, porém, há consenso de que o potencial máximo já não será alcançado. A CONAB, em seu relatório mensal de levantamento de safra, registrou redução da estimativa de produção, com previsão de colheita de 60,2 milhões de tonelada ante 162,4 milhões. No fundamento clima, a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), para os próximos dez dias, prevê chuvas mais volumosas para todos os países produtores na América do Sul, em destaque para a Argentina e Paraguai. No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões Norte e Nordeste (com pancadas de chuvas nas áreas do Matopiba, com volumes que podem atingir 80mm), para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas com volumes variando de 50 a 90mm. Cenário de clima mais favorável. Com a safra brasileira ainda duvidosa, o mercado interno deverá manter o viés de lateralidade para o curto prazo, no entanto, com a estimativa de safra dentro da média prevista para  continente sul-americano, o viés seguirá de baixa para o médio prazo.<br /><br />  <b>No tocante ao milho, </b> O mercado externo pode ter uma semana de estabilidade, absorvendo os números apresentados pelo USDA e acompanhando a demanda pelo cereal norte-americano. No Brasil, a Conab divulgou seu 3º Levantamento Safra 2023/24, reduzindo a produção total em 0,45% em relação ao relatório de novembro. A estimativa de produção agora é de 118,52 milhões de toneladas. Em comparação com a produção da Safra 2022/23, a redução é de 10,2%. Ainda sobre o relatório, os estoques finais previstos para o ciclo 2023/24 foram reduzidos em 49% em relação às estimativas do mês passado, agora previstos em 4,51 milhões de toneladas. Esta redução é consequência do aumento da previsão de exportação da Safra 2022/23. Este seria o menor estoque final dos últimos cinco anos. A preocupação com o clima no Brasil e a intenção de plantio para a 2ª safra a ser semeada em 2024 pode continuar dando suporte aos preços no mercado físico, levando a um movimento de estabilidade com viés de alta no curto prazo.<b></b><br /><br /><b>Para o café, destaca-se que, </b>as projeções climáticas para a semana apontam maiores volumes de precipitação, o que favorece o desenvolvimento da safra. No entanto, discussões acerca dos efeitos de irregularidades na precipitação ou nos extremos de temperatura devem persistir até maior definição da safra no início de 2024; Exportações de novembro superam os 4 milhões de sacas, amparados pela boa performance do conilon brasileiro, suprindo os revezes e atrasos na produção asiática; Safra 2023 de café arábica apresenta volume exportado similar ao ano anterior, embora no comparativo anual apresente 3,7% de redução do volume exportado até outubro; Esta aparente redução no volume exportado de arábica pode representar reflexo da política de compras “da mão para a boca”, adotada pelos compradores, justificada pelos juros mais elevados nos países consumidores. No entanto, pode significar uma maior exposição ao mercado ante menores estoques; As projeções da OIC para o ano cafeeiro 23/24 indicam uma maior oferta mundial de café, com resultados projetados de safra maior na Colômbia e expectativa de safra de bom nível no Brasil para o café arábica, apesar de estimativas menores em áreas de conilon vietnamitas; Diante dessas incertezas quanto a produção de café e com fundamento nos estoques externos mais reduzidos, consideramos...]]></itunes:summary><itunes:duration>386</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/12/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-12-2023-cenario-da-soja--57950936</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 08 de dezembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 06/12 cotado a US$ 12,96/bushel, apresentando queda de 3,43% em dezembro. Fatores que contribuíram para retração foram: diminuição das compras chinesas originadas na Safra dos EUA já finalizada, melhora das condições climáticas na safra da América do Sul, em especial na região central do Brasil, e a boa evolução do plantio na Argentina. No Brasil, o principal estado produtor, o Mato Grosso, vem sendo o mais impactado pelas irregularidades climáticas nessa safra. Conforme o boletim semanal do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Estado apresentou redução na produção de 3,77%, da produtividade, 3,06%, e da área plantada 0,74% em relação as inicialmente previstas. A área de replantio foi atualizada a maior, sendo estimada em 5,04% da área total. A CONAB em seu relatório mensal de levantamento de safra, também reduziu a produtividade (3.535 kg/ha) e a produção (160,17 milhões de toneladas) estimadas para safra 2023/24.<br /><br />O indicador CEPEA em 06/12 foi cotado a R$ 144,41 saca, apresentando estabilidade com pequena baixa de 0,9% em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno vêm refletindo a insegurança quanto ao tamanho da oferta da safra brasileira, com redução da produção no principal Estado produtor já registrado.<br /><br />  Para os próximos dias, o INMET prevê chuvas mais volumosas para os estados localizados na faixa Centro-Norte do país, manutenção das chuvas nas regiões Centro Oeste e Sudeste e menores volumes são previstos para os Estados da região Sul.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,66 e U$ 13,23/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 12,63 e U$ 13,38/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57950936</guid><pubDate>Fri, 08 Dec 2023 13:10:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57950936/20231208_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3436921" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 08 de dezembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 06/12...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 08 de dezembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 06/12 cotado a US$ 12,96/bushel, apresentando queda de 3,43% em dezembro. Fatores que contribuíram para retração foram: diminuição das compras chinesas originadas na Safra dos EUA já finalizada, melhora das condições climáticas na safra da América do Sul, em especial na região central do Brasil, e a boa evolução do plantio na Argentina. No Brasil, o principal estado produtor, o Mato Grosso, vem sendo o mais impactado pelas irregularidades climáticas nessa safra. Conforme o boletim semanal do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Estado apresentou redução na produção de 3,77%, da produtividade, 3,06%, e da área plantada 0,74% em relação as inicialmente previstas. A área de replantio foi atualizada a maior, sendo estimada em 5,04% da área total. A CONAB em seu relatório mensal de levantamento de safra, também reduziu a produtividade (3.535 kg/ha) e a produção (160,17 milhões de toneladas) estimadas para safra 2023/24.<br /><br />O indicador CEPEA em 06/12 foi cotado a R$ 144,41 saca, apresentando estabilidade com pequena baixa de 0,9% em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno vêm refletindo a insegurança quanto ao tamanho da oferta da safra brasileira, com redução da produção no principal Estado produtor já registrado.<br /><br />  Para os próximos dias, o INMET prevê chuvas mais volumosas para os estados localizados na faixa Centro-Norte do país, manutenção das chuvas nas regiões Centro Oeste e Sudeste e menores volumes são previstos para os Estados da região Sul.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,66 e U$ 13,23/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 12,63 e U$ 13,38/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>215</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d78f9a6fff68014b9f2246d8b8f85a4f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/12/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-12-2023-cenario-do-boi-gordo--57933198</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 7 de dezembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 188 mil toneladas de carne bovina in natura em 20 dias úteis do mês de novembro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 148,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.593, queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. Em Minas Gerais, nas principais praças do Triângulo Mineiro, os preços da arroba do boi gordo ficaram entre R$ 230,00 e 235,00 e as escalas de abate da Indústria em torno de dez dias.<br /><br /> No dia 5 de dezembro de 2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 244,96, com queda de 0,15% no dia. Na B3, os contratos futuros de janeiro e fevereiro de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 252,70 e R$ 251,50 a arroba, respectivamente.<br /><br /> Segundo pesquisa feita pela empresa holandesa de nutrição DSM, no Brasil, o número de bovinos abatidos provenientes do sistema de confinamento, deve atingir pouco mais de 7 milhões de cabeças em 2023, esta projeção representa estabilidade comparado com o número de animais abatidos em 2022.<br /><br /> No curto prazo, a oferta restrita de animais, somada ao aumento do consumo da carne vermelha no mercado doméstico em dezembro, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários e festividades, impulsionam a reposição entre o atacado e varejo, fatos que trazem viés positivo no valor da arroba.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Janeiro/24 com strike entre R$ 245,00 e 248,00/@ <br /> -          Março/24 com strike entre R$ 241,00 e 247,00/@. <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57933198</guid><pubDate>Thu, 07 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57933198/20231207_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3297741" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 7 de dezembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 7 de dezembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas cerca de 188 mil toneladas de carne bovina in natura em 20 dias úteis do mês de novembro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 148,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.593, queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. Em Minas Gerais, nas principais praças do Triângulo Mineiro, os preços da arroba do boi gordo ficaram entre R$ 230,00 e 235,00 e as escalas de abate da Indústria em torno de dez dias.<br /><br /> No dia 5 de dezembro de 2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 244,96, com queda de 0,15% no dia. Na B3, os contratos futuros de janeiro e fevereiro de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 252,70 e R$ 251,50 a arroba, respectivamente.<br /><br /> Segundo pesquisa feita pela empresa holandesa de nutrição DSM, no Brasil, o número de bovinos abatidos provenientes do sistema de confinamento, deve atingir pouco mais de 7 milhões de cabeças em 2023, esta projeção representa estabilidade comparado com o número de animais abatidos em 2022.<br /><br /> No curto prazo, a oferta restrita de animais, somada ao aumento do consumo da carne vermelha no mercado doméstico em dezembro, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários e festividades, impulsionam a reposição entre o atacado e varejo, fatos que trazem viés positivo no valor da arroba.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Janeiro/24 com strike entre R$ 245,00 e 248,00/@ <br /> -          Março/24 com strike entre R$ 241,00 e 247,00/@. <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/485194e7f37551399a29e4842ff6ee76.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/12/2023 - BB Originação</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-12-2023-bb-originacao--57921768</link><description><![CDATA[Olá, meu nome é Gustavo Freitas, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e falaremos hoje sobre Convenio de Originação<b>.</b><br /><br />Hoje, gostaria de destacar uma iniciativa fundamental para os produtores rurais da nossa região: o Convênio de Originação da Produção do Banco do Brasil. Esse convênio, firmado entre o Banco e empresas ou cooperativas, visa proporcionar financiamento aos produtores rurais e cooperados, com linhas de crédito de Custeio e Investimento Agropecuário, exclusivamente para originação da produção agropecuária, com a obrigatoriedade de compra da produção agropecuária pela empresa.<br /><br />Esse programa tem desempenhado um papel crucial ao oferecer suporte financeiro e técnico aos agricultores, impulsionando o desenvolvimento do setor e contribuindo para o crescimento econômico local.<br /><br />O Convênio de Originação visa facilitar o acesso dos produtores rurais a recursos financeiros e linhas de crédito específicas para o agronegócio. Essa parceria estratégica tem sido fundamental para o fortalecimento das atividades agrícolas, permitindo investimentos em maquinários, insumos, tecnologias e infraestrutura necessários para maximizar a produtividade e a qualidade dos produtos.<br /><br />Além do suporte financeiro, o programa também oferece assistência técnica aos agricultores. Especialistas do Banco do Brasil fornecem orientações sobre boas práticas agrícolas, gestão de riscos, diversificação de culturas e adoção de técnicas sustentáveis. Essa expertise compartilhada impulsiona a eficiência produtiva, aprimora a qualidade dos produtos e promove a sustentabilidade ambiental.<br /><br /><br />Essa parceria é uma verdadeira aliada junto aos produtores rurais, fornecendo apoio abrangente e essencial para o desenvolvimento sustentável do agronegócio. Com isso, os agricultores têm a oportunidade de alavancar seus negócios, superar desafios e alcançar novos patamares de sucesso.<br /><br />Vamos aproveitar essa valiosa parceria e trabalhar juntos para fortalecer e impulsionar ainda mais o agronegócio em nossa região.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57921768</guid><pubDate>Wed, 06 Dec 2023 19:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57921768/20231206_bbcast_agro_bborigina_o.mp3" length="2259948" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, meu nome é Gustavo Freitas, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e falaremos hoje sobre Convenio de Originação.

Hoje, gostaria de destacar uma iniciativa fundamental para os produtores...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, meu nome é Gustavo Freitas, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e falaremos hoje sobre Convenio de Originação<b>.</b><br /><br />Hoje, gostaria de destacar uma iniciativa fundamental para os produtores rurais da nossa região: o Convênio de Originação da Produção do Banco do Brasil. Esse convênio, firmado entre o Banco e empresas ou cooperativas, visa proporcionar financiamento aos produtores rurais e cooperados, com linhas de crédito de Custeio e Investimento Agropecuário, exclusivamente para originação da produção agropecuária, com a obrigatoriedade de compra da produção agropecuária pela empresa.<br /><br />Esse programa tem desempenhado um papel crucial ao oferecer suporte financeiro e técnico aos agricultores, impulsionando o desenvolvimento do setor e contribuindo para o crescimento econômico local.<br /><br />O Convênio de Originação visa facilitar o acesso dos produtores rurais a recursos financeiros e linhas de crédito específicas para o agronegócio. Essa parceria estratégica tem sido fundamental para o fortalecimento das atividades agrícolas, permitindo investimentos em maquinários, insumos, tecnologias e infraestrutura necessários para maximizar a produtividade e a qualidade dos produtos.<br /><br />Além do suporte financeiro, o programa também oferece assistência técnica aos agricultores. Especialistas do Banco do Brasil fornecem orientações sobre boas práticas agrícolas, gestão de riscos, diversificação de culturas e adoção de técnicas sustentáveis. Essa expertise compartilhada impulsiona a eficiência produtiva, aprimora a qualidade dos produtos e promove a sustentabilidade ambiental.<br /><br /><br />Essa parceria é uma verdadeira aliada junto aos produtores rurais, fornecendo apoio abrangente e essencial para o desenvolvimento sustentável do agronegócio. Com isso, os agricultores têm a oportunidade de alavancar seus negócios, superar desafios e alcançar novos patamares de sucesso.<br /><br />Vamos aproveitar essa valiosa parceria e trabalhar juntos para fortalecer e impulsionar ainda mais o agronegócio em nossa região.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>142</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bb,bbconvir,capacitação,cooperativismo,créditorural,eficiência,inovação,integraçãorural,leideintegração,sustentabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d9687c59ef5ad8457c9baca71d6e88d4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/12/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-12-2023-cenario-do-cafe-conilon--57921711</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 06 de dezembro de 2023, me chamo Gildenize, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> As condições meteorológicas relacionadas ao fenômeno climático El Niño têm sido evidenciadas nas lavouras de café conilon no estado do Espírito Santo. Altas temperaturas e previsões de chuva abaixo do esperado para o período têm impactado a florada dos cafés mais tardios, mesmo com irrigação. Isso tem resultado na redução do número de flores, provocando o abortamento. Em alguns municípios, as lavouras estão apresentando sinais de estresse fisiológico, como escaldadura das plantas, o que as torna suscetíveis a infestações de pragas e doenças, tais como a cochonilha, a broca dos ramos e o bicho mineiro. Essas pragas são particularmente desafiadoras de controlar após uma infestação significativa, mesmo com manejo preventivo.<br /><br /> O manejo adequado das lavouras é crucial nesta fase. A irrigação e a nutrição desempenham papel essencial, sendo determinantes para o potencial produtivo das lavouras, influenciando o volume, a uniformidade e a qualidade dos grãos para a próxima safra.<br /><br /> No mercado internacional, o café conilon em Londres iniciou a semana com desvalorização. O contrato de março/2024 sofreu uma queda de US$54 por tonelada, chegando a US$2474. Esse movimento está relacionado ao monitoramento das condições climáticas e aos efeitos do fenômeno El Niño nas plantações de café. A chegada do inverno no hemisfério norte, onde os principais consumidores de café estão localizados, pode aumentar a demanda pelo produto, aquecendo o mercado.<br /><br /> No mercado interno, os preços do café conilon tiveram uma leve alta na última semana. O café tipo 7 encerrou o dia 4 de dezembro a R$650,00 a saca de 60kg na COOABRIEL.<br /><br /> Nesse contexto, os produtores devem acompanhar o mercado do café para vender suas produções ou utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as quedas nos preços em prazos mais longos.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Oferecemos linhas de crédito para investimento e custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para a comercialização do produto. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!"]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57921711</guid><pubDate>Wed, 06 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57921711/20231206_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2914472" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 06 de dezembro de 2023, me chamo Gildenize, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 As condições meteorológicas relacionadas ao fenômeno climático El...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 06 de dezembro de 2023, me chamo Gildenize, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> As condições meteorológicas relacionadas ao fenômeno climático El Niño têm sido evidenciadas nas lavouras de café conilon no estado do Espírito Santo. Altas temperaturas e previsões de chuva abaixo do esperado para o período têm impactado a florada dos cafés mais tardios, mesmo com irrigação. Isso tem resultado na redução do número de flores, provocando o abortamento. Em alguns municípios, as lavouras estão apresentando sinais de estresse fisiológico, como escaldadura das plantas, o que as torna suscetíveis a infestações de pragas e doenças, tais como a cochonilha, a broca dos ramos e o bicho mineiro. Essas pragas são particularmente desafiadoras de controlar após uma infestação significativa, mesmo com manejo preventivo.<br /><br /> O manejo adequado das lavouras é crucial nesta fase. A irrigação e a nutrição desempenham papel essencial, sendo determinantes para o potencial produtivo das lavouras, influenciando o volume, a uniformidade e a qualidade dos grãos para a próxima safra.<br /><br /> No mercado internacional, o café conilon em Londres iniciou a semana com desvalorização. O contrato de março/2024 sofreu uma queda de US$54 por tonelada, chegando a US$2474. Esse movimento está relacionado ao monitoramento das condições climáticas e aos efeitos do fenômeno El Niño nas plantações de café. A chegada do inverno no hemisfério norte, onde os principais consumidores de café estão localizados, pode aumentar a demanda pelo produto, aquecendo o mercado.<br /><br /> No mercado interno, os preços do café conilon tiveram uma leve alta na última semana. O café tipo 7 encerrou o dia 4 de dezembro a R$650,00 a saca de 60kg na COOABRIEL.<br /><br /> Nesse contexto, os produtores devem acompanhar o mercado do café para vender suas produções ou utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as quedas nos preços em prazos mais longos.<br /><br /> O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Oferecemos linhas de crédito para investimento e custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para a comercialização do produto. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!"]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/12/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-12-2023-cenario-climatico--57910333</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de dezembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O mês de novembro, além de ter sido marcado por chuvas intensas no Sul, e menores precipitações ao Norte do país, por influência do Fenômeno El Niño, também ocorreram ondas de Calor no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.<br /><br /> O relatório de novembro da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), manteve a possibilidade de um “El Niño Forte” entre janeiro e março, e continuidade do fenômeno até meados de maio de 2.024.<br /><br /> No Brasil, o Painel El Niño do mês de novembro, emitido de forma conjunta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e outros órgãos oficiais, relatam as anomalias ocasionadas pelo fenômeno. Além do relatório reforçar as previsões do NOAA sobre o El Niño, também abrange as condições hídricas das principais bacias, citando, por exemplo, os excedentes hídricos verificados na Região Sul, e da pequena recuperação de alguns rios na Região Norte, passando pelo monitoramento dos reservatórios da Região Nordeste, que tiveram ligeira redução em seu volume.<br /><br /> A Previsão Climática trimestral de dezembro a fevereiro, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o norte do Amazonas (AM), Pará (PA), Tocantins (TO) e praticamente toda a Região Nordeste e acima da média em parte da Região Sul, sul de Minas Gerais, parte do Acre (AC), extremo sudoeste do Amazonas e Roraima (RR). Previsões que refletem as características típicas de El Niño no país.<br /><br /> Vale ressaltar que, a área central do Brasil, encontra-se na estação chuvosa, onde não se descartam episódios de chuvas excessivas em algumas localidades. A previsão de temperatura, indica tendências acima da média, nas faixas centro e norte do país, com possibilidade de ocorrência de períodos com excesso de calor.<br /><br /> Conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, continua atenção em áreas mais ao Norte e Nordeste do país. Partes da região Centro Oeste estão em recuperação, já os Estados do Sul e grande parte do Sudeste, em situação mais favorável.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57910333</guid><pubDate>Tue, 05 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57910333/20231205_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="1254504" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 05 de dezembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático.

 O mês de novembro, além de ter sido marcado por chuvas intensas no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de dezembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br /> O mês de novembro, além de ter sido marcado por chuvas intensas no Sul, e menores precipitações ao Norte do país, por influência do Fenômeno El Niño, também ocorreram ondas de Calor no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.<br /><br /> O relatório de novembro da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), manteve a possibilidade de um “El Niño Forte” entre janeiro e março, e continuidade do fenômeno até meados de maio de 2.024.<br /><br /> No Brasil, o Painel El Niño do mês de novembro, emitido de forma conjunta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e outros órgãos oficiais, relatam as anomalias ocasionadas pelo fenômeno. Além do relatório reforçar as previsões do NOAA sobre o El Niño, também abrange as condições hídricas das principais bacias, citando, por exemplo, os excedentes hídricos verificados na Região Sul, e da pequena recuperação de alguns rios na Região Norte, passando pelo monitoramento dos reservatórios da Região Nordeste, que tiveram ligeira redução em seu volume.<br /><br /> A Previsão Climática trimestral de dezembro a fevereiro, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o norte do Amazonas (AM), Pará (PA), Tocantins (TO) e praticamente toda a Região Nordeste e acima da média em parte da Região Sul, sul de Minas Gerais, parte do Acre (AC), extremo sudoeste do Amazonas e Roraima (RR). Previsões que refletem as características típicas de El Niño no país.<br /><br /> Vale ressaltar que, a área central do Brasil, encontra-se na estação chuvosa, onde não se descartam episódios de chuvas excessivas em algumas localidades. A previsão de temperatura, indica tendências acima da média, nas faixas centro e norte do país, com possibilidade de ocorrência de períodos com excesso de calor.<br /><br /> Conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, continua atenção em áreas mais ao Norte e Nordeste do país. Partes da região Centro Oeste estão em recuperação, já os Estados do Sul e grande parte do Sudeste, em situação mais favorável.<br /><br /> Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/12/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-12-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57881513</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado da soja siga caminhando de lado na CBOT à espera da conclusão do plantio no Brasil, o mais atrasado em uma década. Os traders continuarão monitorando os impactos do clima do mês de novembro, na safra brasileira,  sendo que o atual cenário de fundamentos já é conhecido com a conclusão da colheita nos EUA. Soma-se ainda, o início da safra da ARG frente às irregularidades do clima na América do Sul que, de modo geral, irão ditando as oscilações na CBOT. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas mais volumosas para as regiões Norte e parte do Nordeste, com pancadas de chuva passageiras e isoladas no Maranhão, Piauí e Bahia, incluindo áreas do Matopiba, cerca de 20mm. Para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas mais volumosas, de 50 a 70mm. Na próxima sexta, 08/12, o USDA irá divulgar seu relatório mensal de oferta e demanda. O mercado aguarda ajustes da projeção da safra brasileira e consolidação da safra dos EUA, já colhida. Com semana de relatório de oferta e demanda do USDA e boletins climáticos mistos, o mercado doméstico trabalhará com cotações na lateralidade tanto para o curto e médios prazos.<br /><br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O volume de venda semanal do milho norte-americano poderá ser indicador do movimento na Bolsa de Chicago. Apesar das vendas da Safra 2023/24 estarem maiores quando se compara com o mesmo período da safra anterior, a produção estimada pelo USDA para o novo ciclo é 11,08% superior a Safra 2022/23, sendo necessários maiores volumes a serem embarcados para equilibrar os estoques finais americanos. Ainda sobre o mercado externo, a próxima semana poderá apresentar volatilidade nos futuros na CBOT, quando no dia 08/12 o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda de grãos, referente ao mês de dezembro. No Brasil, a CONAB também divulgará seu 3º Levantamento de Safra 2023/24 no dia 07/12. As estimativas são esperadas com expectativa pelo mercado interno, uma vez que ocorreram muitas chuvas na região sul do país, podendo impactar na produtividade do milho 1ª safra e se o órgão irá reduzir a perspectiva de área a ser cultivada na 2ª safra, devido ao atraso no plantio da cultura da soja no país. O mercado cauteloso, com vendas retraídas, poderá continuar dando suporte nos preços no curto prazo.<br /><br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> O clima e a próxima safra Brasil continuam sendo os principais pontos de observação do mercado. As altas temperaturas e as chuvas irregulares deixam dúvidas sobre a produtividade das lavouras. Novembro teve precipitações irregularidades e com extrema variação entre regiões cafeeiras com menores índices no cerrado e região dos lagos do Sul de Minas; Resultados das exportações até 29/11, segundo o Cecafé, revelam embarques 4,4% acima ante mesmo período do mês anterior com números similares no arábica e avanço no conilon. Reflexo da nossa competitividade e com Vietnã tendo relatos de atrasos no processamento da colheita por precipitações, cuja normalidade deve ocorrer até meados de dezembro; Produtores brasileiros, mantendo expectativa de preços melhores neste início de entressafra, continuam com vendas regradas e em baixo volume; Nova regra na ICE que começou na sexta-feira (01/12) proibindo a reapresentação de estoques de café antigos, uma brecha usada por alguns vendedores para evitar penalidades de idade pode aumentar a pressão sobre os estoques de café monitorados pela ICE, fornecendo suporte para os preços do café. Diante desses fundamentos, espera-se continuidade das oscilações nos preços tanto do arábica quanto conilon.<br /><br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O número de bovinos abatidos no Brasil de animais provenientes do sistema de confinamento deve atingir 7,03 milhões de cabeças em 2023, segundo pesquisa feita pela empresa holandesa de nutrição DSM Firmenich. A projeção representa estabilidade no volume abate para 2023, uma vez que em 2022 o total foi de 7,048 milhões de cabeças. Porém, observa-se que a oferta de animais prontos para abate reduziu recentemente, devido ao menor número de animais confinados entre novembro e dezembro. Assim, esperam-se preços fortalecidos para até o final do ano. Ainda, o aumento do consumo da carne vermelha no mercado doméstico no último bimestre, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários e festividades, impulsionam a reposição entre o atacado e varejo, fato que tende a refletir positivamente no valor da arroba.<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57881513</guid><pubDate>Mon, 04 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57881513/20231204_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="2381583" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 04 de dezembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado da soja siga caminhando de lado na CBOT à espera da conclusão do plantio no Brasil, o mais atrasado em uma década. Os traders continuarão monitorando os impactos do clima do mês de novembro, na safra brasileira,  sendo que o atual cenário de fundamentos já é conhecido com a conclusão da colheita nos EUA. Soma-se ainda, o início da safra da ARG frente às irregularidades do clima na América do Sul que, de modo geral, irão ditando as oscilações na CBOT. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas mais volumosas para as regiões Norte e parte do Nordeste, com pancadas de chuva passageiras e isoladas no Maranhão, Piauí e Bahia, incluindo áreas do Matopiba, cerca de 20mm. Para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas mais volumosas, de 50 a 70mm. Na próxima sexta, 08/12, o USDA irá divulgar seu relatório mensal de oferta e demanda. O mercado aguarda ajustes da projeção da safra brasileira e consolidação da safra dos EUA, já colhida. Com semana de relatório de oferta e demanda do USDA e boletins climáticos mistos, o mercado doméstico trabalhará com cotações na lateralidade tanto para o curto e médios prazos.<br /><br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> O volume de venda semanal do milho norte-americano poderá ser indicador do movimento na Bolsa de Chicago. Apesar das vendas da Safra 2023/24 estarem maiores quando se compara com o mesmo período da safra anterior, a produção estimada pelo USDA para o novo ciclo é 11,08% superior a Safra 2022/23, sendo necessários maiores volumes a serem embarcados para equilibrar os estoques finais americanos. Ainda sobre o mercado externo, a próxima semana poderá apresentar volatilidade nos futuros na CBOT, quando no dia 08/12 o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda de grãos, referente ao mês de dezembro. No Brasil, a CONAB também divulgará seu 3º Levantamento de Safra 2023/24 no dia 07/12. As estimativas são esperadas com expectativa pelo mercado interno, uma vez que ocorreram muitas chuvas na região sul do país, podendo impactar na produtividade do milho 1ª safra e se o órgão irá reduzir a perspectiva de área a ser cultivada na 2ª safra, devido ao atraso no plantio da cultura da soja no país. O mercado cauteloso, com vendas retraídas, poderá continuar dando suporte nos preços no curto prazo.<br /><br />  <b>Para o café, destaca-se que, </b> O clima e a próxima safra Brasil continuam sendo os principais pontos de observação do mercado. As altas temperaturas e as chuvas irregulares deixam dúvidas sobre a produtividade das lavouras. Novembro teve precipitações irregularidades e com extrema variação entre regiões cafeeiras com menores índices no cerrado e região dos lagos do Sul de Minas; Resultados das exportações até 29/11, segundo o Cecafé, revelam embarques 4,4% acima ante mesmo período do mês anterior com números similares no arábica e avanço no conilon. Reflexo da nossa competitividade e com Vietnã tendo relatos de atrasos no processamento da colheita por precipitações, cuja normalidade deve ocorrer até meados de dezembro; Produtores brasileiros, mantendo expectativa de preços melhores neste início de entressafra, continuam com vendas regradas e em baixo volume; Nova regra na ICE que começou na sexta-feira (01/12) proibindo a reapresentação de estoques de café antigos, uma brecha usada por alguns vendedores para evitar penalidades de idade pode aumentar a pressão sobre os estoques de café monitorados pela ICE, fornecendo suporte para os preços do café. Diante desses fundamentos, espera-se continuidade das oscilações nos preços tanto do arábica quanto conilon.<br /><br />...]]></itunes:summary><itunes:duration>397</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/12/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-12-2023-cenario-do-milho--57869125</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, primeiro de dezembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho. <br /><br />  As cotações do cereal no mercado externo apresentaram movimentação negativa nos últimos dias. Entre 20 e 29 de novembro, o contrato futuro referência março 24 retraiu 2,4%, encerrando no último dia 29 cotado a U$4,75/bushel.<br /><br /> Os fundamentos para as baixas recentes vieram da grande oferta da safra americana 2023/24, com a colheita praticamente finalizada e do alívio momentâneo nas tensões do conflito no Oriente Médio. Adicionalmente, os futuros da soja também se depreciaram no período, contribuindo para o viés de baixa nas cotações do milho na Bolsa de Chicago.<br /><br />  Aqui no Brasil, o movimento foi inverso, com os preços se valorizando. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira, 29, precificado a R$61,63 a saca, elevação de 1,43% entre os dias 20 e 29 de novembro. O contrato futuro na B3 com vencimento em março/24 encerrou no mesmo dia a R$72,10 a saca, alta de 0,84% no período analisado. A comercialização lenta no mercado interno, com os produtores retraídos nas vendas e as preocupações com a janela ideal de plantio para o milho 2ª safra, a ser cultivado no ano que vem, podendo influenciar em uma menor área de plantio e produtividade, têm trazido suporte aos preços.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 68,26 e R$ 71,00/sc, e<br />  - setembro/24, com strike entre R$ 65,00 e R$ 68,54/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57869125</guid><pubDate>Fri, 01 Dec 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57869125/20231201_bbcast_agro_milho.mp3" length="3266394" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, primeiro de dezembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho. 

  As cotações do cereal no mercado externo apresentaram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, primeiro de dezembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho. <br /><br />  As cotações do cereal no mercado externo apresentaram movimentação negativa nos últimos dias. Entre 20 e 29 de novembro, o contrato futuro referência março 24 retraiu 2,4%, encerrando no último dia 29 cotado a U$4,75/bushel.<br /><br /> Os fundamentos para as baixas recentes vieram da grande oferta da safra americana 2023/24, com a colheita praticamente finalizada e do alívio momentâneo nas tensões do conflito no Oriente Médio. Adicionalmente, os futuros da soja também se depreciaram no período, contribuindo para o viés de baixa nas cotações do milho na Bolsa de Chicago.<br /><br />  Aqui no Brasil, o movimento foi inverso, com os preços se valorizando. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira, 29, precificado a R$61,63 a saca, elevação de 1,43% entre os dias 20 e 29 de novembro. O contrato futuro na B3 com vencimento em março/24 encerrou no mesmo dia a R$72,10 a saca, alta de 0,84% no período analisado. A comercialização lenta no mercado interno, com os produtores retraídos nas vendas e as preocupações com a janela ideal de plantio para o milho 2ª safra, a ser cultivado no ano que vem, podendo influenciar em uma menor área de plantio e produtividade, têm trazido suporte aos preços.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - março/24, com strike/preço garantido entre R$ 68,26 e R$ 71,00/sc, e<br />  - setembro/24, com strike entre R$ 65,00 e R$ 68,54/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/11/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-11-2023-cenario-do-algodao--57853612</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 30 de novembro de 2023, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Os fatores macroeconômicos ocorridos em novembro tiveram forte influência na cotação da pluma. Conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a safra americana 2023/24 pode ser 10% menor em relação à safra anterior. Este fundamento poderia ter dado um viés de alta para os preços, entretanto a precificação do petróleo apresentou variação negativa de 6,5%, tornando o poliéster, concorrente da pluma, mais barato, pressionando assim os preços da pluma no mercado externo.<br /><br /> Apesar da queda recente nas cotações, a menor oferta norte-americana poderá ser benéfica para o Brasil, que possui cerca de 25% de sua produção da Safra 2022/23 disponível para comercialização. Destacamos a atenção dos cotonicultores aos momentos mais propícios de venda. Em Mato Grosso, a comercialização da Safra 2023/24 chegou a 50%, com os produtores avançando nas vendas nos meses anteriores, em que os preços se apresentavam melhores que os observados atualmente.<br /><br /> O vazio sanitário do algodão terminou dia 20 de novembro para os estados que semeiam a cultura em primeira safra, como Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Estas regiões seguem aguardando maiores volumes de chuvas para iniciar o plantio. Para o maior produtor nacional, Mato Grosso, o vazio sanitário termina em primeiro de dezembro.<br /><br /> Considerando o cenário atual de conflitos no Oriente Médio e o que seus desdobramentos poderiam acarretar à economia mundial, é importante que o produtor se resguarde de oscilações nas cotações da comodity. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,75 e U$ 0,78/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57853612</guid><pubDate>Thu, 30 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57853612/20231130_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2192238" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 30 de novembro de 2023, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 Os fatores macroeconômicos ocorridos em novembro...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 30 de novembro de 2023, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Os fatores macroeconômicos ocorridos em novembro tiveram forte influência na cotação da pluma. Conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a safra americana 2023/24 pode ser 10% menor em relação à safra anterior. Este fundamento poderia ter dado um viés de alta para os preços, entretanto a precificação do petróleo apresentou variação negativa de 6,5%, tornando o poliéster, concorrente da pluma, mais barato, pressionando assim os preços da pluma no mercado externo.<br /><br /> Apesar da queda recente nas cotações, a menor oferta norte-americana poderá ser benéfica para o Brasil, que possui cerca de 25% de sua produção da Safra 2022/23 disponível para comercialização. Destacamos a atenção dos cotonicultores aos momentos mais propícios de venda. Em Mato Grosso, a comercialização da Safra 2023/24 chegou a 50%, com os produtores avançando nas vendas nos meses anteriores, em que os preços se apresentavam melhores que os observados atualmente.<br /><br /> O vazio sanitário do algodão terminou dia 20 de novembro para os estados que semeiam a cultura em primeira safra, como Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Estas regiões seguem aguardando maiores volumes de chuvas para iniciar o plantio. Para o maior produtor nacional, Mato Grosso, o vazio sanitário termina em primeiro de dezembro.<br /><br /> Considerando o cenário atual de conflitos no Oriente Médio e o que seus desdobramentos poderiam acarretar à economia mundial, é importante que o produtor se resguarde de oscilações nas cotações da comodity. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,75 e U$ 0,78/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>138</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/11/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-11-2023-cenario-do-trigo--57835636</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de novembro de 2023, meu nome é Sérgio Sousa, sou Assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC) e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    A colheita da safra brasileira 23/23 chegou a 97% da área. Segundo dados da Conab, houve aumento de 12% na área cultivada no país em relação ao projetado para fevereiro deste ano. Entretanto, a produtividade foi reduzida em 8% e a produção total foi estimada em 9,63 milhões de toneladas, 8,72% menor.<br /><br />  No Paraná, no mês de outubro, registrou-se precipitação acima da média, o que atrapalhou a colheita nas regiões Centro-Sul e Campos Gerais, onde o plantio é tardio, afetando a qualidade final dos grãos. Essas regiões respondem por 30% da área de cultivo no estado. O Paraná tem potencial de produção de 3,85 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Economia Rural (DERAL).<br /><br />  No Rio Grande do Sul, também ocorreram precipitações que afetaram todas as regiões, principalmente norte e noroeste do estado, que representam 75% da produção. As perdas podem chegar a mais de 60% em relação a produtividade prevista e estima-se que 2% da área plantada não será colhida em função da baixa qualidade. Grande parte da produção não está sendo classificada como trigo pão com pH acima de 78 e há relatos de recusa de recebimento de cargas por cooperativas e cerealistas.<br /><br />  No cenário internacional, destacamos a seca na região produtora argentina. A produção se concentra principalmente nas províncias de Buenos Aires, Córdoba e Santa Fé, que respondem por 80% da produção total. Essas regiões tiveram ocorrência de precipitações abaixo da média, com condições adversas para a cultura e consequentemente sua produtividade. Refletindo este cenário, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), neste mês, reduziu a estimativa de produção da Argentina em 9% em relação ao relatório de outubro. Produção esta estimada agora em 15 milhões de toneladas.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou elevação de preço de 33,77% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.343,16/ton em 24/11/2023. A alta observada no período é fundamentada pela falta e pela baixa qualidade ofertada no mercado. Mesmo assim, comparando-se ao mesmo período do ano anterior, a redução ainda é de 29,43%.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno visando auxiliar o produtor rural na sua gestão e otimização das estratégias de venda. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57835636</guid><pubDate>Wed, 29 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57835636/20231129_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3280604" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de novembro de 2023, meu nome é Sérgio Sousa, sou Assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC) e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

    A colheita da safra brasileira 23/23 chegou a 97% da área. Segundo dados da Conab, houve...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de novembro de 2023, meu nome é Sérgio Sousa, sou Assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC) e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    A colheita da safra brasileira 23/23 chegou a 97% da área. Segundo dados da Conab, houve aumento de 12% na área cultivada no país em relação ao projetado para fevereiro deste ano. Entretanto, a produtividade foi reduzida em 8% e a produção total foi estimada em 9,63 milhões de toneladas, 8,72% menor.<br /><br />  No Paraná, no mês de outubro, registrou-se precipitação acima da média, o que atrapalhou a colheita nas regiões Centro-Sul e Campos Gerais, onde o plantio é tardio, afetando a qualidade final dos grãos. Essas regiões respondem por 30% da área de cultivo no estado. O Paraná tem potencial de produção de 3,85 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Economia Rural (DERAL).<br /><br />  No Rio Grande do Sul, também ocorreram precipitações que afetaram todas as regiões, principalmente norte e noroeste do estado, que representam 75% da produção. As perdas podem chegar a mais de 60% em relação a produtividade prevista e estima-se que 2% da área plantada não será colhida em função da baixa qualidade. Grande parte da produção não está sendo classificada como trigo pão com pH acima de 78 e há relatos de recusa de recebimento de cargas por cooperativas e cerealistas.<br /><br />  No cenário internacional, destacamos a seca na região produtora argentina. A produção se concentra principalmente nas províncias de Buenos Aires, Córdoba e Santa Fé, que respondem por 80% da produção total. Essas regiões tiveram ocorrência de precipitações abaixo da média, com condições adversas para a cultura e consequentemente sua produtividade. Refletindo este cenário, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), neste mês, reduziu a estimativa de produção da Argentina em 9% em relação ao relatório de outubro. Produção esta estimada agora em 15 milhões de toneladas.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou elevação de preço de 33,77% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.343,16/ton em 24/11/2023. A alta observada no período é fundamentada pela falta e pela baixa qualidade ofertada no mercado. Mesmo assim, comparando-se ao mesmo período do ano anterior, a redução ainda é de 29,43%.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno visando auxiliar o produtor rural na sua gestão e otimização das estratégias de venda. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>206</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/11/2023 - Cenário do caju</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-11-2023-cenario-do-caju--57824304</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28 de novembro de 2023, meu nome é Narcelio Goes, sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário da cajucultura.<br /><br />O caju é um pseudofruto do cajueiro (Anacardium occidentale), sendo o verdadeiro fruto a castanha. É uma planta tropical, originária do Brasil, principalmente do litoral nordestino, que posteriormente foi levada pelos portugueses para a África e Ásia. O caju pode ser consumido in natura, em sucos, sorvetes, compotas e na culinária vegana. A castanha de caju processada é consumida natural, doce ou salgada. É rica em vitamina C, fonte de sais minerais e possui muita fibra, auxiliando a digestão.<br /><br />Conforme o caderno setorial do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), o Brasil é um grande produtor mundial de pedúnculo de caju, consumindo 100% no mercado interno, mas pode vir a ser também o maior exportador desses subprodutos do caju, com o avanço das pesquisas na busca de materiais com maior consistência de polpa para aumentar a vida de prateleira; e com baixo teor de tanino, para ampliar o número de consumidores.<br /><br />De acordo com o IBGE no ano de 2022, o Brasil possuía, aproximadamente 426 mil hectares plantados com cajueiro, localizados, principalmente, na Região Nordeste, onde os principais estados produtores são o Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, correspondendo a quase toda a produção brasileira de castanha de caju.<br /><br />Estima-se que o mercado mundial de castanha de caju cresça a uma taxa anual de 4,6%, durante o período de 2022 a 2027. No Brasil, o crescimento estimado é de 3,8% durante o período de 2020 a 2025.<br /><br />Nos três principais estados produtores, o preço médio pago ao produtor de castanha de caju em casca, em novembro de 2023, foi de R$ 3,50/kg, uma queda de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o preço da amêndoa processada encontra-se a R$ 52,75/kg, observando-se aumento 31,9% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.<br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em irrigação, Armazenagem e Comercialização.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57824304</guid><pubDate>Tue, 28 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57824304/20231128_bbcast_agro_cenario_caju.mp3" length="2777799" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28 de novembro de 2023, meu nome é Narcelio Goes, sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário da cajucultura.

O caju é um pseudofruto do cajueiro (Anacardium occidentale), sendo o verdadeiro fruto a castanha. É...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28 de novembro de 2023, meu nome é Narcelio Goes, sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário da cajucultura.<br /><br />O caju é um pseudofruto do cajueiro (Anacardium occidentale), sendo o verdadeiro fruto a castanha. É uma planta tropical, originária do Brasil, principalmente do litoral nordestino, que posteriormente foi levada pelos portugueses para a África e Ásia. O caju pode ser consumido in natura, em sucos, sorvetes, compotas e na culinária vegana. A castanha de caju processada é consumida natural, doce ou salgada. É rica em vitamina C, fonte de sais minerais e possui muita fibra, auxiliando a digestão.<br /><br />Conforme o caderno setorial do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), o Brasil é um grande produtor mundial de pedúnculo de caju, consumindo 100% no mercado interno, mas pode vir a ser também o maior exportador desses subprodutos do caju, com o avanço das pesquisas na busca de materiais com maior consistência de polpa para aumentar a vida de prateleira; e com baixo teor de tanino, para ampliar o número de consumidores.<br /><br />De acordo com o IBGE no ano de 2022, o Brasil possuía, aproximadamente 426 mil hectares plantados com cajueiro, localizados, principalmente, na Região Nordeste, onde os principais estados produtores são o Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, correspondendo a quase toda a produção brasileira de castanha de caju.<br /><br />Estima-se que o mercado mundial de castanha de caju cresça a uma taxa anual de 4,6%, durante o período de 2022 a 2027. No Brasil, o crescimento estimado é de 3,8% durante o período de 2020 a 2025.<br /><br />Nos três principais estados produtores, o preço médio pago ao produtor de castanha de caju em casca, em novembro de 2023, foi de R$ 3,50/kg, uma queda de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o preço da amêndoa processada encontra-se a R$ 52,75/kg, observando-se aumento 31,9% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.<br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em irrigação, Armazenagem e Comercialização.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,caju,cajucultura,fruticultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ac92c969c6faa968fb3ceea8037c6bc8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/11/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-11-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57818926</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de novembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciando com a soja, espera-se que o mercado siga refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, o impacto do atraso do plantio e replantio, em alguns estados no Brasil. O clima continuará sendo o principal fundamento no radar dos traders. Segundo  o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), estão previstas chuvas mais volumosas para as regiões Norte e parte do Nordeste (com pancadas de chuva passageiras nas áreas do Matopiba) e para o Centro-Oeste,  Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas volumosas  acima de 90mm. Chuvas são previstas também para o Paraguai e Argentina, melhorando as condições de campo para o plantio.<br /><br />No macro cenário geopolítico, seguem as atenções nos conflitos bélicos no Oriente Médio e Leste Europeu, esses podem causar distorções no mercado externo.<br /><br />Com chuvas chegando, principalmente na região do Centro-Oeste do Brasil, as perspectivas da safra podem melhorar. Outros players produtores na América do Sul ganharão ritmo de plantio da nova safra, é o caso da Argentina, que mantém  boas projeções de sua produção. Assim, com fundamentos antagônicos, o mercado interno poderá ter viés de estabilidade no curto prazo e de baixa para o médio prazo. <br /><br />No tocante ao milho, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou em 20/11 que a colheita no país atingiu 93% da área. O mercado externo passa agora a acompanhar a demanda pelo milho norte-americano. Para a Safra 2023/24, o órgão projeta volume de 53,5 milhões de toneladas do cereal a ser embarcado para outros países. Caso não se tenha novos fundamentos, o movimento na CBOT pode ser de estabilidade, entretanto, o viés de baixa permanece, conforme a colheita chega ao fim e as estimativas apontam para um recorde na produção. <br /><br />Na Argentina, o plantio chegou a 26,2% da área. Esse levantamento é da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que estima área total destinada ao milho em 7,1 milhões de hectares. Esta projeção foi recentemente reduzida pelo órgão, em 200 mil hectares, justificada por elevadas precipitações no país que fizeram com que o produtor migrasse para a cultura da soja. <br /><br />No Brasil, o produtor pode aproveitar às especulações quanto ao tamanho da 2ª safra e continuar retraído nas vendas no mercado físico, buscando melhores preços no curto prazo, podendo levar à manutenção dos preços nos patamares atuais. <br /><br />Para o café, destaca-se que novembro, mês normalmente de índices elevados de precipitação, ainda apresenta índices abaixo do histórico e com irregularidades regionais, no entanto previsões até o final do mês permanecem favoráveis para precipitação e temperatura, o que pode pressionar. <br /><br />Exportações, segundo o Cecafé, permanecem com bom desempenho apresentando até 22/11 índice 10,7 % superior ao mesmo período do mês anterior, com destaque para o conilon  com 51,1% de elevação. Arábica  moderadamente superior a 3,6%.<br /><br />Estes resultados demonstram que o Brasil deve atingir resultado superior a 39 milhões de sacas exportadas, com o expressivo resultado do conilon. Resultado do arábica deve ser inferior ao ano de 2022 apesar da elevação da produção no ano de 14,1 % segundo o USDA. Bom resultado em novembro deve contribuir para amenizar a volatilidade, provocar realizações e pressionar cotações.<br /><br />Incertezas ainda com o desenvolvimento da safra brasileira 2024 ante floradas distintas. Normalização do clima na semana e nos próximos dias alivia tensões e também favorece realizações.<br /><br />Conilon aproveitando o bom momento de preços e a competitvidade, produtores de arábica com negócios de menor monta e de olho no desenvolvimento da safra ainda especula com entressafra<br />Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que a melhora nas cotações do boi gordo no mercado físico e no mercado futuro nos últimos dias influenciou o preço do animal de reposição e fez com que o valor do bezerro apresentasse recuperação de cerca de 4% nos últimos dez dias, de acordo com o indicador CEPEA. <br /><br />Porém, os valores do animal de reposição continuam enfraquecidos. Em 2021 e 2022 o preço do bezerro estava em patamares elevados, o que incentivou o investimento na atividade de cria. Assim, ainda há um volume considerável de animais que entrará no mercado ainda em 2023 e durante o ano de 2024. Com um maior volume de animais entrando no mercado, é improvável uma recuperação mais robusta na cotação da arroba.<br /><br />No curto prazo, a menor oferta de animais prontos reflete em redução da escala de abate da Indústria, que permanecem sem registrar avanços significativos em um período fundamental para atender à demanda de fim de ano, momento em que há certo otimismo quanto ao consumo doméstico de carne bovina, impulsionado pela entrada parcial do 13º salário em novembro, criação de empregos temporários e festas de fim de ano. Assim, a expectativa é de preços firmes para os próximos dias.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57818926</guid><pubDate>Mon, 27 Nov 2023 13:06:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57818926/20231127_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="7002531" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de novembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de novembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciando com a soja, espera-se que o mercado siga refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, o impacto do atraso do plantio e replantio, em alguns estados no Brasil. O clima continuará sendo o principal fundamento no radar dos traders. Segundo  o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), estão previstas chuvas mais volumosas para as regiões Norte e parte do Nordeste (com pancadas de chuva passageiras nas áreas do Matopiba) e para o Centro-Oeste,  Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas volumosas  acima de 90mm. Chuvas são previstas também para o Paraguai e Argentina, melhorando as condições de campo para o plantio.<br /><br />No macro cenário geopolítico, seguem as atenções nos conflitos bélicos no Oriente Médio e Leste Europeu, esses podem causar distorções no mercado externo.<br /><br />Com chuvas chegando, principalmente na região do Centro-Oeste do Brasil, as perspectivas da safra podem melhorar. Outros players produtores na América do Sul ganharão ritmo de plantio da nova safra, é o caso da Argentina, que mantém  boas projeções de sua produção. Assim, com fundamentos antagônicos, o mercado interno poderá ter viés de estabilidade no curto prazo e de baixa para o médio prazo. <br /><br />No tocante ao milho, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou em 20/11 que a colheita no país atingiu 93% da área. O mercado externo passa agora a acompanhar a demanda pelo milho norte-americano. Para a Safra 2023/24, o órgão projeta volume de 53,5 milhões de toneladas do cereal a ser embarcado para outros países. Caso não se tenha novos fundamentos, o movimento na CBOT pode ser de estabilidade, entretanto, o viés de baixa permanece, conforme a colheita chega ao fim e as estimativas apontam para um recorde na produção. <br /><br />Na Argentina, o plantio chegou a 26,2% da área. Esse levantamento é da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que estima área total destinada ao milho em 7,1 milhões de hectares. Esta projeção foi recentemente reduzida pelo órgão, em 200 mil hectares, justificada por elevadas precipitações no país que fizeram com que o produtor migrasse para a cultura da soja. <br /><br />No Brasil, o produtor pode aproveitar às especulações quanto ao tamanho da 2ª safra e continuar retraído nas vendas no mercado físico, buscando melhores preços no curto prazo, podendo levar à manutenção dos preços nos patamares atuais. <br /><br />Para o café, destaca-se que novembro, mês normalmente de índices elevados de precipitação, ainda apresenta índices abaixo do histórico e com irregularidades regionais, no entanto previsões até o final do mês permanecem favoráveis para precipitação e temperatura, o que pode pressionar. <br /><br />Exportações, segundo o Cecafé, permanecem com bom desempenho apresentando até 22/11 índice 10,7 % superior ao mesmo período do mês anterior, com destaque para o conilon  com 51,1% de elevação. Arábica  moderadamente superior a 3,6%.<br /><br />Estes resultados demonstram que o Brasil deve atingir resultado superior a 39 milhões de sacas exportadas, com o expressivo resultado do conilon. Resultado do arábica deve ser inferior ao ano de 2022 apesar da elevação da produção no ano de 14,1 % segundo o USDA. Bom resultado em novembro deve contribuir para amenizar a volatilidade, provocar realizações e pressionar cotações.<br /><br />Incertezas ainda com o desenvolvimento da safra brasileira 2024 ante floradas distintas. Normalização do clima na semana e nos próximos dias alivia tensões e também favorece realizações.<br /><br />Conilon aproveitando o bom momento de preços e a competitvidade, produtores de arábica com negócios de menor monta e de...]]></itunes:summary><itunes:duration>438</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/11/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-11-2023-cenario-da-soja--57790134</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 24 de novembro de 2023, meu nome é Fabio Joaquim de Oliveira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barreiras BA, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 23/11 cotado a US$ 13,58/bushel, apresentando alta de 3,26% em novembro. Fatores que vem contribuindo com esse aumento foram: a finalização da colheita nos EUA, que mantendo-se inferior a previsão inicial, redução da produção prevista para safra brasileira e aumento da demanda chinesa. <br /><br />Conforme o último relatório divulgado pela CONAB, o Brasil já semeou 65,4% da área projetada, abaixo dos 75,9% no mesmo período da safra anterior. As poucas chuvas e temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras do Brasil, resultaram atraso na semeadura, já nos Estados da região Sul os atrasos são decorrentes do excesso de chuvas. Em algumas localidades houve necessidade de replantio. No estado do MT segundo o levantamento do IMEA cerca de 3,7% da área estimada recebeu replantio.<br /><br />O indicador CEPEA em 23/11 foi de R$ 145,23 saca, apresentando pequena alta de 2,17% em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno não acompanharam a elevação do mercado externo na totalidade devido a valorização de 3,5% do Real em relação ao Dólar.<br /><br />O INMET aponta a manutenção de grandes volumes de chuva para a região Sul, já para o restante das regiões produtoras há uma previsão de melhores índices pluviométricos.  <br /><br />Na Argentina, as chuvas começaram a chegar e o ritmo de plantio vem melhorando, atingindo 18% da área estimada, cerca de 17,3 milhões de hectares deverão ser cultivados.  <br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li>fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 13,44 e U$ 13,74/bushel e </li><li>abril/24 com strike entre U$ 13,49 e U$ 13,87/bushel</li></ul><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57790134</guid><pubDate>Fri, 24 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57790134/20231124_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3181130" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 24 de novembro de 2023, meu nome é Fabio Joaquim de Oliveira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barreiras BA, e falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 24 de novembro de 2023, meu nome é Fabio Joaquim de Oliveira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barreiras BA, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 23/11 cotado a US$ 13,58/bushel, apresentando alta de 3,26% em novembro. Fatores que vem contribuindo com esse aumento foram: a finalização da colheita nos EUA, que mantendo-se inferior a previsão inicial, redução da produção prevista para safra brasileira e aumento da demanda chinesa. <br /><br />Conforme o último relatório divulgado pela CONAB, o Brasil já semeou 65,4% da área projetada, abaixo dos 75,9% no mesmo período da safra anterior. As poucas chuvas e temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras do Brasil, resultaram atraso na semeadura, já nos Estados da região Sul os atrasos são decorrentes do excesso de chuvas. Em algumas localidades houve necessidade de replantio. No estado do MT segundo o levantamento do IMEA cerca de 3,7% da área estimada recebeu replantio.<br /><br />O indicador CEPEA em 23/11 foi de R$ 145,23 saca, apresentando pequena alta de 2,17% em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno não acompanharam a elevação do mercado externo na totalidade devido a valorização de 3,5% do Real em relação ao Dólar.<br /><br />O INMET aponta a manutenção de grandes volumes de chuva para a região Sul, já para o restante das regiões produtoras há uma previsão de melhores índices pluviométricos.  <br /><br />Na Argentina, as chuvas começaram a chegar e o ritmo de plantio vem melhorando, atingindo 18% da área estimada, cerca de 17,3 milhões de hectares deverão ser cultivados.  <br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li>fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 13,44 e U$ 13,74/bushel e </li><li>abril/24 com strike entre U$ 13,49 e U$ 13,87/bushel</li></ul><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/11/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-11-2023-cenario-do-boi-gordo--57771767</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de novembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 119 mil toneladas de carne bovina in natura em 11 dias úteis do mês de novembro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 148,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.582, queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. <br /><br />No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. <br />No dia 21 de novembro de 2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 235,65, com alta de 0,02% no dia. No mercado futuro, as cotações também registraram estabilidade, com os contratos de novembro e dezembro deste ano fechando o dia, na B3, em R$ 239,10 e R$ 244,45 a arroba, respectivamente.<br /><br />Segundo dados apresentados pelo IMEA, sobre intenção de confinamento no MT, comparando as informações do terceiro trimestre de 2022 com o terceiro trimestre de 2023, o volume de gado confinado diminuiu 21%. Caso essas informações se concretizem, há possibilidade de a Indústria ter dificuldade para formar sua escala de abate e, assim, fortalecer a cotação do boi gordo em decorrência da menor oferta de animais.<br /><br />Com a demanda interna aquecida, influenciada pela proximidade das festas de fim de ano, entrada parcial do 13º salário e criação de empregos temporários, a expectativa é de que os preços do boi gordo se mantenham fortalecidos nos próximos dias, porém sem altas contundentes, uma vez que a indústria se mantém bem-posicionada em sua programação de abate.<br /><br />A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em Março/24 com preço garantido (strike) entre R$ 235,80 e 242/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57771767</guid><pubDate>Thu, 23 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57771767/20231123_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3087925" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de novembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de novembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 119 mil toneladas de carne bovina in natura em 11 dias úteis do mês de novembro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 148,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.582, queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. <br /><br />No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. <br />No dia 21 de novembro de 2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 235,65, com alta de 0,02% no dia. No mercado futuro, as cotações também registraram estabilidade, com os contratos de novembro e dezembro deste ano fechando o dia, na B3, em R$ 239,10 e R$ 244,45 a arroba, respectivamente.<br /><br />Segundo dados apresentados pelo IMEA, sobre intenção de confinamento no MT, comparando as informações do terceiro trimestre de 2022 com o terceiro trimestre de 2023, o volume de gado confinado diminuiu 21%. Caso essas informações se concretizem, há possibilidade de a Indústria ter dificuldade para formar sua escala de abate e, assim, fortalecer a cotação do boi gordo em decorrência da menor oferta de animais.<br /><br />Com a demanda interna aquecida, influenciada pela proximidade das festas de fim de ano, entrada parcial do 13º salário e criação de empregos temporários, a expectativa é de que os preços do boi gordo se mantenham fortalecidos nos próximos dias, porém sem altas contundentes, uma vez que a indústria se mantém bem-posicionada em sua programação de abate.<br /><br />A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em Março/24 com preço garantido (strike) entre R$ 235,80 e 242/@.<br /><br />Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br /><br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/11/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-11-2023-cenario-do-cafe-arabica--57755773</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de novembro de 2023, eu sou Marcus Mesquita, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé e vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />O Mercado de café vive momento de preços sustentados por preocupações com clima ante as altas temperaturas ocorridas na semana no país, além de acompanhamento da influência do El Nino, especialmente em áreas banhadas pelo Oceano Pacífico. <br /><br />Outro fator de relevância para a elevação de preços é a diminuição dos estoques em países consumidores, reflexo de políticas de compras focadas em atender necessidades imediatas, impulsionadas por taxas elevadas de juros que desencorajam a formação de reservas.<br /><br />Em novembro, os preços internos registraram uma alta de 12,4%, atingindo R$ 902,96 em 13/11, marcando o pico desde junho de 2023, segundo o indicador CEPEA para o arábica.<br /><br />A ocorrência recorrente de eventos climáticos extraordinários nos últimos anos destaca a importância de medidas que possam mitigar seus impactos na sustentabilidade econômica da produção cafeeira. Seguros climáticos, práticas sustentáveis e a adoção de irrigação surgem como estratégias para reduzir incertezas e proteger a produção. <br /><br />Dentre estas práticas, a irrigação, mesmo em áreas com precipitação adequada, contribui para minimizar riscos diante de eventos climáticos adversos, permitindo maior eficiência, regularidade de produção e redução de custos operacionais, como adubação, controles fitossanitários e mesmo redução de movimentação de maquinário na área cultivada.<br /><br />Conte com as linhas de crédito de investimento do Banco do Brasil para adequar sua lavoura às técnicas e práticas que promovam sustentabilidade e eficiência, itens cada vez mais imprescindíveis para a rentabilidade e adequação de sua atividade às novas demandas da sociedade e do consumidor mundial.<br /><br />É com esse propósito que o Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro.<br /><br />O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em Fevereiro/24, com strike/preço garantido entre U$ 1,55 e 1,63/lp e vencimento Abril/24, com strike entre 1,53 e 1,62/lp.<br /><br />Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57755773</guid><pubDate>Wed, 22 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57755773/20231122_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3737434" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 22 de novembro de 2023, eu sou Marcus Mesquita, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé e vamos falar sobre o mercado de café arábica.

O Mercado de café vive momento de preços sustentados por preocupações com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de novembro de 2023, eu sou Marcus Mesquita, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé e vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />O Mercado de café vive momento de preços sustentados por preocupações com clima ante as altas temperaturas ocorridas na semana no país, além de acompanhamento da influência do El Nino, especialmente em áreas banhadas pelo Oceano Pacífico. <br /><br />Outro fator de relevância para a elevação de preços é a diminuição dos estoques em países consumidores, reflexo de políticas de compras focadas em atender necessidades imediatas, impulsionadas por taxas elevadas de juros que desencorajam a formação de reservas.<br /><br />Em novembro, os preços internos registraram uma alta de 12,4%, atingindo R$ 902,96 em 13/11, marcando o pico desde junho de 2023, segundo o indicador CEPEA para o arábica.<br /><br />A ocorrência recorrente de eventos climáticos extraordinários nos últimos anos destaca a importância de medidas que possam mitigar seus impactos na sustentabilidade econômica da produção cafeeira. Seguros climáticos, práticas sustentáveis e a adoção de irrigação surgem como estratégias para reduzir incertezas e proteger a produção. <br /><br />Dentre estas práticas, a irrigação, mesmo em áreas com precipitação adequada, contribui para minimizar riscos diante de eventos climáticos adversos, permitindo maior eficiência, regularidade de produção e redução de custos operacionais, como adubação, controles fitossanitários e mesmo redução de movimentação de maquinário na área cultivada.<br /><br />Conte com as linhas de crédito de investimento do Banco do Brasil para adequar sua lavoura às técnicas e práticas que promovam sustentabilidade e eficiência, itens cada vez mais imprescindíveis para a rentabilidade e adequação de sua atividade às novas demandas da sociedade e do consumidor mundial.<br /><br />É com esse propósito que o Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro.<br /><br />O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em Fevereiro/24, com strike/preço garantido entre U$ 1,55 e 1,63/lp e vencimento Abril/24, com strike entre 1,53 e 1,62/lp.<br /><br />Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>234</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/11/2023 - Cenário da olericultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-11-2023-cenario-da-olericultura--57691881</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 21 de novembro de 2023, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessor de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos hoje sobre o cenário das folhosas.<br /><br />As olerícolas que possuem como partes comerciais as folhas, são denominadas de hortaliças folhosas. Estas são caracterizadas por serem altamente perecíveis, muito exigentes em adubação, irrigação, transporte e embalagens.<br /><br />As folhosas mais consumidas no Brasil são: alface, repolho, acelga, rúcula, almeirão, chicória, agrião, espinafre e couve, sendo de grande importância socioeconômica.<br /><br />Conforme publicação do Ministério da Agricultura, são muito nutritivas, sendo fonte natural de vitaminas, sais minerais e fibras. Geram emprego e renda em todos os elos de suas cadeias produtivas, pois são exigentes em mão de obra, do início do preparo do solo até a comercialização, além de possuírem ciclo curto e permitirem vários cultivos durante o ano.<br /><br />Estima-se que em um hectare de folhosas são gerados três a quatro empregos diretos e um número igual de empregos indiretos, movimentando significativos valores de capital de giro, propiciando desenvolvimento nas regiões onde são exploradas.<br /><br />De acordo com o IBGE, a área de olerícolas folhosas no Brasil é estimada em mais de 174 mil hectares, sendo que as lavouras de alface, rúcula e repolho somam em torno de 86% da área, ocupando, 49%, 22% e 15%, respectivamente. A produção de mais de 1.300 toneladas distribui-se entre alface, com mais de 43%, repolho 31% e couve 9%.<br /><br />Ao se observar a cotação da folhosa de maior destaque, a alface, o Boletim Hortigranjeiro da Conab, publicado em outubro, registrou o preço médio na CEAGESP - São Paulo de R$2,86/kg, e continua a tendência declinante dos preços da alface. Segundo esta fonte, as variáveis que influenciam a comercialização continuaram a agir no mercado. O calor encurta o ciclo da folhosa e obriga o produtor a colocar seu produto no mercado. A oferta em níveis elevados age como determinante para a diminuição dos preços. Em contrapartida, o aumento das temperaturas provoca aumento na demanda, exercendo pressão de alta sobre estes mesmos preços.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para as mais diversas lavouras de folhosas.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57691881</guid><pubDate>Tue, 21 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57691881/20231121_bbcast_agro_olericultura.mp3" length="3407664" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 21 de novembro de 2023, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessor de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos hoje sobre o cenário das folhosas.

As olerícolas que possuem como partes comerciais as folhas, são denominadas de hortaliças...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 21 de novembro de 2023, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessor de Agronegócios em Campinas-SP e falaremos hoje sobre o cenário das folhosas.<br /><br />As olerícolas que possuem como partes comerciais as folhas, são denominadas de hortaliças folhosas. Estas são caracterizadas por serem altamente perecíveis, muito exigentes em adubação, irrigação, transporte e embalagens.<br /><br />As folhosas mais consumidas no Brasil são: alface, repolho, acelga, rúcula, almeirão, chicória, agrião, espinafre e couve, sendo de grande importância socioeconômica.<br /><br />Conforme publicação do Ministério da Agricultura, são muito nutritivas, sendo fonte natural de vitaminas, sais minerais e fibras. Geram emprego e renda em todos os elos de suas cadeias produtivas, pois são exigentes em mão de obra, do início do preparo do solo até a comercialização, além de possuírem ciclo curto e permitirem vários cultivos durante o ano.<br /><br />Estima-se que em um hectare de folhosas são gerados três a quatro empregos diretos e um número igual de empregos indiretos, movimentando significativos valores de capital de giro, propiciando desenvolvimento nas regiões onde são exploradas.<br /><br />De acordo com o IBGE, a área de olerícolas folhosas no Brasil é estimada em mais de 174 mil hectares, sendo que as lavouras de alface, rúcula e repolho somam em torno de 86% da área, ocupando, 49%, 22% e 15%, respectivamente. A produção de mais de 1.300 toneladas distribui-se entre alface, com mais de 43%, repolho 31% e couve 9%.<br /><br />Ao se observar a cotação da folhosa de maior destaque, a alface, o Boletim Hortigranjeiro da Conab, publicado em outubro, registrou o preço médio na CEAGESP - São Paulo de R$2,86/kg, e continua a tendência declinante dos preços da alface. Segundo esta fonte, as variáveis que influenciam a comercialização continuaram a agir no mercado. O calor encurta o ciclo da folhosa e obriga o produtor a colocar seu produto no mercado. A oferta em níveis elevados age como determinante para a diminuição dos preços. Em contrapartida, o aumento das temperaturas provoca aumento na demanda, exercendo pressão de alta sobre estes mesmos preços.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para as mais diversas lavouras de folhosas.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegócio,bancodobrasil,bb,broto,folhosas,hortaliças,olericultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/156f315cd25b488c11c187542091e94d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/11/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-11-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57690804</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciando com a soja, espera-se que<br />O mercado externo siga refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, com impacto no avanço do plantio e das condições das lavouras no Brasil. Outro fator importante de observância no radar dos investidores, refere-se à demanda chinesa. Para o período de 21/11 a 29/11, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), há previsão de chuvas regulares para o Norte, Centro Oeste e Sudeste do País, bem como a continuidade de chuvas na região Sul. Para a região do MATOPIBA, segue o tempo seco. Na Argentina o plantio da nova safra segue dentro da normalidade, com previsão de chuvas para os próximos dias. <br /><br />As condições climáticas adversas no Brasil ainda geram impactos no avanço do plantio e no desenvolvimento inicial das lavouras. Soma-se a este, a demanda chinesa pela soja norte americana, que dará sustentação aos preços externos, com reflexo nas cotações domésticas. Assim o mercado interno poderá ter viés de alta no curto prazo e de estabilidade no médio prazo.<br /><br />No tocante ao milho, <br />De acordo com relatório do USDA em 13/11, a colheita americana chegou a 88% da área, estando dois pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com clima favorável, possivelmente a colheita se encerrará nos próximos dias e o mercado passa a acompanhar a demanda pelo cereal americano e o clima no hemisfério sul. <br /><br />A Bolsa de Cereais, na Argentina, em seu relatório divulgado em 10/11 estimou plantio em 24,7% da área. O ritmo está lento devido ao excesso de chuvas que tem impedido um maior avanço no plantio. Entretanto, as condições das lavouras, quando comparadas com a mesma época do ano passado estão bem melhores. O órgão considerou que 90,0% estão em condições boas a excelentes, enquanto que para o mesmo período em 2022 estava em 66%. <br /><br />Caso os produtores continuem o movimento de cautela nas vendas, buscando melhores condições, os preços ainda podem buscar algum suporte, entretanto, com a alta observada na semana passada, e o mercado externo demostrando sinais de fraqueza nas cotações, para o curto prazo os preços podem permanecer em estabilidade com viés de baixa.<br /><br />Para o café, destaca-se que, <br />Após um outubro com precipitações superando o histórico, decorridos 15 dias do mês de novembro, a precipitação média em importantes áreas de produção cafeeira do Sul de Minas giram em torno de 20% do histórico e o Cerrado Mineiro têm números ainda mais baixos. No entanto, as previsões da semana apontam maior probabilidade de precipitação e temperaturas mais amenas;<br /><br />Devido às fortes chuvas no Vietnã, o ritmo da colheita diminuiu e a oferta global de Robusta permanece muito restrita, dando suporte aos preços;<br /><br />Resultados preliminares do Cecafé referente às exportações de novembro (até 14/11) demonstram um comportamento similar ao de outubro, evidenciando início de recuperação das exportações do país;<br /><br />Os estoques em níveis reduzidos e as preocupações com eventos climáticos reforçam a postura cautelosa do produtor, que enfrenta desafios para regularizar a oferta na safra 2024. Apesar das análises positivas do Rabobank indicando excedentes na safra atual e futura, os produtores, confiantes em possíveis aumentos de preço, optam por segurar suas vendas, mesmo diante dos melhores preços observados ao longo da semana passada;<br /><br />Diante desses fundamentos, espera-se continuidade das oscilações nos preços tanto do arábica quanto conilon.<br /><br />Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:<br />A Indústria mantém a escala de abate preenchida sem muitas dificuldades, principalmente nas praças onde a oferta de gado é maior, fato que traz incertezas quanto a uma melhora de preços mais consistente na cotação do boi gordo para esse fim de ano.<br /><br />Segundo dados apresentados pelo IMEA, sobre intenção de confinamento no MT, comparando as informações do terceiro trimestre de 2022 para o terceiro trimestre de 2023, o volume de gado confinado diminuiu 21%. Caso essas informações se concretizem, há possibilidade de a Indústria ter dificuldade para formar sua escala de abate e, assim, fortalecer a cotação do boi gordo em decorrência da menor oferta de animais.<br /><br />Com a demanda interna aquecida, influenciada pela proximidade das festas de fim de ano, entrada parcial do 13º salário e criação de empregos temporários, a expectativa é de que os preços dos cortes bovinos subam.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57690804</guid><pubDate>Mon, 20 Nov 2023 12:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57690804/20231120_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5224532" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciando com a soja, espera-se que<br />O mercado externo siga refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, com impacto no avanço do plantio e das condições das lavouras no Brasil. Outro fator importante de observância no radar dos investidores, refere-se à demanda chinesa. Para o período de 21/11 a 29/11, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), há previsão de chuvas regulares para o Norte, Centro Oeste e Sudeste do País, bem como a continuidade de chuvas na região Sul. Para a região do MATOPIBA, segue o tempo seco. Na Argentina o plantio da nova safra segue dentro da normalidade, com previsão de chuvas para os próximos dias. <br /><br />As condições climáticas adversas no Brasil ainda geram impactos no avanço do plantio e no desenvolvimento inicial das lavouras. Soma-se a este, a demanda chinesa pela soja norte americana, que dará sustentação aos preços externos, com reflexo nas cotações domésticas. Assim o mercado interno poderá ter viés de alta no curto prazo e de estabilidade no médio prazo.<br /><br />No tocante ao milho, <br />De acordo com relatório do USDA em 13/11, a colheita americana chegou a 88% da área, estando dois pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Com clima favorável, possivelmente a colheita se encerrará nos próximos dias e o mercado passa a acompanhar a demanda pelo cereal americano e o clima no hemisfério sul. <br /><br />A Bolsa de Cereais, na Argentina, em seu relatório divulgado em 10/11 estimou plantio em 24,7% da área. O ritmo está lento devido ao excesso de chuvas que tem impedido um maior avanço no plantio. Entretanto, as condições das lavouras, quando comparadas com a mesma época do ano passado estão bem melhores. O órgão considerou que 90,0% estão em condições boas a excelentes, enquanto que para o mesmo período em 2022 estava em 66%. <br /><br />Caso os produtores continuem o movimento de cautela nas vendas, buscando melhores condições, os preços ainda podem buscar algum suporte, entretanto, com a alta observada na semana passada, e o mercado externo demostrando sinais de fraqueza nas cotações, para o curto prazo os preços podem permanecer em estabilidade com viés de baixa.<br /><br />Para o café, destaca-se que, <br />Após um outubro com precipitações superando o histórico, decorridos 15 dias do mês de novembro, a precipitação média em importantes áreas de produção cafeeira do Sul de Minas giram em torno de 20% do histórico e o Cerrado Mineiro têm números ainda mais baixos. No entanto, as previsões da semana apontam maior probabilidade de precipitação e temperaturas mais amenas;<br /><br />Devido às fortes chuvas no Vietnã, o ritmo da colheita diminuiu e a oferta global de Robusta permanece muito restrita, dando suporte aos preços;<br /><br />Resultados preliminares do Cecafé referente às exportações de novembro (até 14/11) demonstram um comportamento similar ao de outubro, evidenciando início de recuperação das exportações do país;<br /><br />Os estoques em níveis reduzidos e as preocupações com eventos climáticos reforçam a postura cautelosa do produtor, que enfrenta desafios para regularizar a oferta na safra 2024. Apesar das análises positivas do Rabobank indicando excedentes na safra atual e futura, os produtores, confiantes em possíveis aumentos de preço, optam por segurar suas vendas, mesmo diante dos melhores preços observados ao longo da semana passada;<br /><br />Diante desses fundamentos, espera-se continuidade das oscilações nos preços tanto do arábica quanto conilon.<br /><br />Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:<br />A Indústria mantém a escala de abate preenchida sem muitas dificuldades,...]]></itunes:summary><itunes:duration>327</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/11/2023 - BB Convir Integração</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-11-2023-bb-convir-integracao--57685403</link><description><![CDATA[Olá, meu nome é Gustavo Freitas, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e falaremos hoje sobre BB Convir Integração.<br /><br />O BB Convir Integração e um modelo de negócio formalizado por meio de convênio entre o Banco e empresas integradoras ou cooperativas que desenvolvem suas atividades em regime de produção verticalizada, de forma a apoiar o regime de integração rural das cadeias agropecuárias por meio da concessão de crédito rural aos produtores rurais integrados ou cooperados.<br /><br />Então, vamos falar da lei que rege essa parceria? A Lei de Integração número 13.288, de 2016, foi concebida para fortalecer a parceria entre empresas e produtores rurais, proporcionando um ambiente favorável para o crescimento sustentável e a maximização dos resultados.<br /><br />Ela traz diversas vantagens significativas para as empresas do setor, estabelecendo contratos claros e transparentes, ela promove uma relação mais equilibrada entre as partes, e garante segurança jurídica e estabilidade nos negócios. Além disso, incentiva a cooperação técnica e o compartilhamento de conhecimentos, impulsionando a inovação e a eficiência operacional.<br /><br />Para os produtores rurais, a Integração oferece uma série de benefícios. Ela proporciona acesso a recursos financeiros, tecnológicos e de gestão, fortalecendo sua capacidade produtiva e competitividade no mercado. Além disso, a legislação estimula a diversificação de culturas e a adoção de práticas sustentáveis, contribuindo para a preservação do meio ambiente e a valorização dos produtos agrícolas brasileiros.<br /><br />BB Convir Integração. É a melhoria de uma região, com o auxílio do maior banco mundial no agronegócio. Venha ser parceiro!<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57685403</guid><pubDate>Mon, 20 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57685403/20231120_bbcast_agro_bb_convir_integracao.mp3" length="775366" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, meu nome é Gustavo Freitas, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e falaremos hoje sobre BB Convir Integração.

O BB Convir Integração e um modelo de negócio formalizado por meio de convênio...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, meu nome é Gustavo Freitas, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e falaremos hoje sobre BB Convir Integração.<br /><br />O BB Convir Integração e um modelo de negócio formalizado por meio de convênio entre o Banco e empresas integradoras ou cooperativas que desenvolvem suas atividades em regime de produção verticalizada, de forma a apoiar o regime de integração rural das cadeias agropecuárias por meio da concessão de crédito rural aos produtores rurais integrados ou cooperados.<br /><br />Então, vamos falar da lei que rege essa parceria? A Lei de Integração número 13.288, de 2016, foi concebida para fortalecer a parceria entre empresas e produtores rurais, proporcionando um ambiente favorável para o crescimento sustentável e a maximização dos resultados.<br /><br />Ela traz diversas vantagens significativas para as empresas do setor, estabelecendo contratos claros e transparentes, ela promove uma relação mais equilibrada entre as partes, e garante segurança jurídica e estabilidade nos negócios. Além disso, incentiva a cooperação técnica e o compartilhamento de conhecimentos, impulsionando a inovação e a eficiência operacional.<br /><br />Para os produtores rurais, a Integração oferece uma série de benefícios. Ela proporciona acesso a recursos financeiros, tecnológicos e de gestão, fortalecendo sua capacidade produtiva e competitividade no mercado. Além disso, a legislação estimula a diversificação de culturas e a adoção de práticas sustentáveis, contribuindo para a preservação do meio ambiente e a valorização dos produtos agrícolas brasileiros.<br /><br />BB Convir Integração. É a melhoria de uma região, com o auxílio do maior banco mundial no agronegócio. Venha ser parceiro!<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>130</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegócio,agropecuária,bb,bbconvir,capacitação,cooperativismo,créditorural,eficiência,inovação,integraçãorural,leideintegração,sustentabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d9687c59ef5ad8457c9baca71d6e88d4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/11/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-11-2023-cenario-do-milho--57681158</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 17 de novembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho. <br /> <br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na semana passada seu relatório de oferta e demanda para o cereal, referente ao mês de novembro. As estimativas foram consideradas baixistas pelo mercado externo, já que ocorreram aumentos na produção e no estoque final, tanto global como americano. Com relação à produção da Safra 2023/24 do país, o órgão elevou sua perspectiva em 1,13% em relação ao mês passado, avaliada agora em quase 387 milhões de toneladas. Caso essa produção se concretize, seria a maior produção de milho já registrada na história americana. A colheita chegou a 88% da área, elevando o viés de baixa com a maior oferta nessa época. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 15 de novembro cotado a U$4,70/bushel. <br /><br />Aqui no Brasil, o plantio do milho 1ª safra 2023/24, cultivado no verão, têm apresentado ritmo mais lento em relação à safra anterior. De acordo com a Conab, precipitações acima da normalidade na região sul prejudicaram o ritmo este ano. O mercado interno tem acompanhado atentamente o volume de chuvas nos principais estados produtores do milho 1ª safra, observando se o excesso pluviométrico poderá prejudicar a produtividade. Além dessa preocupação, o atraso no plantio ou até replantio da safra de soja, em especial na região Centro Oeste, nesse caso por falta de chuvas, poderá influenciar no cultivo do milho 2ª safra, plantado após a colheita da soja verão, deixando o mercado apreensivo e dando sustentação aos preços. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou na terça-feira, 14, precificado à R$60,15/sc. Já o contrato futuro na B3 com vencimento em Janeiro/24 encerrou precificado à R$68,25/sc, valorização de 6,5% em relação ao início do mês, no dia primeiro de novembro. <br /> <br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>março/24, com strike/preço garantido entre R$ 66,30 R$ 69,40/sc, e</li><li>setembro/24, com strike entre R$ 65,50 e R$ 69,00/sc.</li></ul><br /><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57681158</guid><pubDate>Fri, 17 Nov 2023 13:21:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57681158/20231117_bbcast_agro_milho.mp3" length="3990717" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 17 de novembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho. 
 
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 17 de novembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho. <br /> <br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na semana passada seu relatório de oferta e demanda para o cereal, referente ao mês de novembro. As estimativas foram consideradas baixistas pelo mercado externo, já que ocorreram aumentos na produção e no estoque final, tanto global como americano. Com relação à produção da Safra 2023/24 do país, o órgão elevou sua perspectiva em 1,13% em relação ao mês passado, avaliada agora em quase 387 milhões de toneladas. Caso essa produção se concretize, seria a maior produção de milho já registrada na história americana. A colheita chegou a 88% da área, elevando o viés de baixa com a maior oferta nessa época. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 15 de novembro cotado a U$4,70/bushel. <br /><br />Aqui no Brasil, o plantio do milho 1ª safra 2023/24, cultivado no verão, têm apresentado ritmo mais lento em relação à safra anterior. De acordo com a Conab, precipitações acima da normalidade na região sul prejudicaram o ritmo este ano. O mercado interno tem acompanhado atentamente o volume de chuvas nos principais estados produtores do milho 1ª safra, observando se o excesso pluviométrico poderá prejudicar a produtividade. Além dessa preocupação, o atraso no plantio ou até replantio da safra de soja, em especial na região Centro Oeste, nesse caso por falta de chuvas, poderá influenciar no cultivo do milho 2ª safra, plantado após a colheita da soja verão, deixando o mercado apreensivo e dando sustentação aos preços. O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou na terça-feira, 14, precificado à R$60,15/sc. Já o contrato futuro na B3 com vencimento em Janeiro/24 encerrou precificado à R$68,25/sc, valorização de 6,5% em relação ao início do mês, no dia primeiro de novembro. <br /> <br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. <br /><br />Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><ul><li>março/24, com strike/preço garantido entre R$ 66,30 R$ 69,40/sc, e</li><li>setembro/24, com strike entre R$ 65,50 e R$ 69,00/sc.</li></ul><br /><br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>250</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/11/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-11-2023-cenario-da-cana-de-acucar--57644455</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 16 de novembro de 2023, eu sou Nivia, Bassi Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A safra centro-sul caminha para o encerramento e a estiagem recente tem contribuído para uma melhor eficiência operacional na colheita. A moagem de cana na safra 2023/24 do Centro-Sul está, no acumulado, com 560 milhões de toneladas, 14% superior ao mesmo período da safra passada, e poderá totalizar 580 milhões de toneladas, segundo estimativas do mercado.<br /><br />Apesar das expectativas de que as chuvas, por decorrência do El Niño, afetariam a fluidez das colheitas, a moagem no Centro-sul registrou um crescimento de 8% na primeira metade de outubro. <br /><br />No que condiz à qualidade da matéria-prima, o nível de ATR registrado na segunda quinzena de outubro foi de 146,59 kg por tonelada de cana-de-açúcar, contra 144,94 kg por tonelada na safra anterior, variação positiva de 1,14%. No acumulado da safra, o indicador marca o valor de 141,09 kg de ATR por tonelada, sem variação em relação ao período anterior, divulgado pela UNICA.<br /><br />Desde o início da safra, a fabricação do açúcar totaliza 37 milhões de toneladas, contra 30 milhões de toneladas do ciclo anterior, um aumento de 23%.  Já o etanol totaliza 27 bilhões de litros, contra 24,5 bilhões de litros do ciclo anterior, um aumento de 10%.<br /><br />Em outubro, as exportações de açúcar brasileiro desaceleraram 9,8%. O congestionamento nos portos do Brasil está limitando o escoamento das exportações. Ainda assim, o volume acumulado de adoçante despachado e seu preço médio seguem em alta na comparação anual.<br /><br />Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57644455</guid><pubDate>Thu, 16 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57644455/20231116_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2847181" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 16 de novembro de 2023, eu sou Nivia, Bassi Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

A safra centro-sul caminha para o encerramento e a estiagem recente tem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 16 de novembro de 2023, eu sou Nivia, Bassi Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A safra centro-sul caminha para o encerramento e a estiagem recente tem contribuído para uma melhor eficiência operacional na colheita. A moagem de cana na safra 2023/24 do Centro-Sul está, no acumulado, com 560 milhões de toneladas, 14% superior ao mesmo período da safra passada, e poderá totalizar 580 milhões de toneladas, segundo estimativas do mercado.<br /><br />Apesar das expectativas de que as chuvas, por decorrência do El Niño, afetariam a fluidez das colheitas, a moagem no Centro-sul registrou um crescimento de 8% na primeira metade de outubro. <br /><br />No que condiz à qualidade da matéria-prima, o nível de ATR registrado na segunda quinzena de outubro foi de 146,59 kg por tonelada de cana-de-açúcar, contra 144,94 kg por tonelada na safra anterior, variação positiva de 1,14%. No acumulado da safra, o indicador marca o valor de 141,09 kg de ATR por tonelada, sem variação em relação ao período anterior, divulgado pela UNICA.<br /><br />Desde o início da safra, a fabricação do açúcar totaliza 37 milhões de toneladas, contra 30 milhões de toneladas do ciclo anterior, um aumento de 23%.  Já o etanol totaliza 27 bilhões de litros, contra 24,5 bilhões de litros do ciclo anterior, um aumento de 10%.<br /><br />Em outubro, as exportações de açúcar brasileiro desaceleraram 9,8%. O congestionamento nos portos do Brasil está limitando o escoamento das exportações. Ainda assim, o volume acumulado de adoçante despachado e seu preço médio seguem em alta na comparação anual.<br /><br />Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/11/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-11-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57592350</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que:<br /><br />O mercado externo siga refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, com impacto no avanço do plantio e das condições das lavouras no Brasil. O fundamento clima ganha cada vez mais relevância no radar dos investidores. Segundo  o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas  irregulares no Centro Norte do país, bem como,  a continuidade de chuvas na região Sul. Destacamos, também, a previsão de uma nova onda de calor sobre a maiorias das regiões produtoras no Brasil. O relatório de oferta e demanda do USDA poderá gerar contraponto nas cotações.<br /><br />No macro cenário geopolítico, as preocupações quanto a uma possível escalada do conflito entre Israel x Hamas,  no Oriente Médio, a continuidade da guerra entre Rússia X Ucrânia,  com seus possíveis desdobramentos, ainda seguem no radar podendo causar distorções nos mercados.<br /><br />O mercado externo siga sensível ao progresso do plantio no Brasil, que enfrentará cenário climático adverso, somado a boa demanda pela soja nos EUA, que poderá dar sustentação aos preços externos,  com reflexo nas cotações domésticas. Assim o mercado interno poderá seguir com viés de estabilidade no curto e médio prazos. <b> </b><br /><b></b><br /><b>No tocante ao milho:</b><br /><b></b><br />Com a colheita americana da Safra 2023/24 próxima do final, os efetivos rendimentos estão sendo apurados. Com a projeção de uma safra elevada, sendo uma das maiores da história americana, as cotações na Bolsa de Chicago podem seguir pressionadas negativamente. <br /><br />Na Argentina, a Bolsa de Cereais, em seu relatório divulgado na semana passada, estimou plantio 23,4% da área. Em comparação com a média dos últimos 5 anos, o ritmo está com atraso de 8,8 pontos percentuais. O órgão considerou que 86,7% das lavouras estão em condições boas a excelentes, refletindo chuvas favoráveis em outubro no país. Esse percentual das condições das lavouras entre boas e excelentes está 24,7% superior em relação ao mesmo período do ano passado. <br /><br />O 2º Levantamento Safra 2023/24 pela CONAB divulgado no dia 09/11 não apresentou grandes novidades em relação às estimativas de outubro/2023. Os preços podem ter suporte com as preocupações com a janela ideal de plantio do milho 2ª safra para o ano que vem, podendo permanecer em estabilidade no curto prazo.  <br /><b></b><br /><b>Para o café, destaca-se que:</b><br /><b></b><br />Após um outubro bastante favorável do ponto de vista climático, semana sugere temperaturas elevadas com picos entre 35 a 39 graus em vastas áreas cafeeiras do sudeste. Há previsão de menor volume nesta metade do mês de novembro devendo manter preocupação com influência climática em algumas áreas  sobre o andamento da safra 24 Brasil.<br /><br />Resultados da exportação brasileira em outubro no arábica e no conilon a 4,2 milhões de sacas no total  deve manter fluxo positivo na exportação em novembro, aliado a uma melhoria, embora tímida, no fluxo de negócios internos no Brasil .<br /><br />Fluxo de venda da safra Brasil 24 neste começo de novembro se mantém abaixo do ocorrido nos últimos 3 anos, estimada  em 60% da venda da safra atual, ante 65% no ínicio de novembro/2022  e 72 % em 2021.<br /><br />Estoques baixos em países consumidores e produtores, vendas ainda comedidas pelos produtores e preocupações com clima devem manter mercado volátil mesmo com intensificação das colheitas no Vietnã para o robusta e arábica na América Central e Colômbia.    <br /><br />Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:  <br /><br />O mercado físico do boi gordo deve seguir com preços estáveis, com poucas variações. Frigoríficos seguem com escalas de abate relativamente confortáveis. A necessidade de manter a produção para atender a demanda do último bimestre contribui para a manutenção de preços.<br /><br />Assim, a perspectiva para o último bimestre ainda é de preços sustentados pela expectativa de maior demanda por carne bovina no fim do ano. A entrada parcial do 13º salário, festividades de fim de ano e a criação de empregos temporários trazem otimismo no consumo interno, melhorando a reposição entre o varejo e o atacado. <br /><br />Com a entrada do período chuvoso possibilitando a recuperação das pastagens, a tendência no primeiro trimestre de 2024 será de oferta de animais, predominantemente,  provenientes do sistema extensivo. Assim, haverá maior possibilidade de retenção dos animais por parte dos pecuaristas, fato relevante para o fortalecimento dos preços.      <br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57592350</guid><pubDate>Mon, 13 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57592350/20231113_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5401329" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b><br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que:<br /><br />O mercado externo siga refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, com impacto no avanço do plantio e das condições das lavouras no Brasil. O fundamento clima ganha cada vez mais relevância no radar dos investidores. Segundo  o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas  irregulares no Centro Norte do país, bem como,  a continuidade de chuvas na região Sul. Destacamos, também, a previsão de uma nova onda de calor sobre a maiorias das regiões produtoras no Brasil. O relatório de oferta e demanda do USDA poderá gerar contraponto nas cotações.<br /><br />No macro cenário geopolítico, as preocupações quanto a uma possível escalada do conflito entre Israel x Hamas,  no Oriente Médio, a continuidade da guerra entre Rússia X Ucrânia,  com seus possíveis desdobramentos, ainda seguem no radar podendo causar distorções nos mercados.<br /><br />O mercado externo siga sensível ao progresso do plantio no Brasil, que enfrentará cenário climático adverso, somado a boa demanda pela soja nos EUA, que poderá dar sustentação aos preços externos,  com reflexo nas cotações domésticas. Assim o mercado interno poderá seguir com viés de estabilidade no curto e médio prazos. <b> </b><br /><b></b><br /><b>No tocante ao milho:</b><br /><b></b><br />Com a colheita americana da Safra 2023/24 próxima do final, os efetivos rendimentos estão sendo apurados. Com a projeção de uma safra elevada, sendo uma das maiores da história americana, as cotações na Bolsa de Chicago podem seguir pressionadas negativamente. <br /><br />Na Argentina, a Bolsa de Cereais, em seu relatório divulgado na semana passada, estimou plantio 23,4% da área. Em comparação com a média dos últimos 5 anos, o ritmo está com atraso de 8,8 pontos percentuais. O órgão considerou que 86,7% das lavouras estão em condições boas a excelentes, refletindo chuvas favoráveis em outubro no país. Esse percentual das condições das lavouras entre boas e excelentes está 24,7% superior em relação ao mesmo período do ano passado. <br /><br />O 2º Levantamento Safra 2023/24 pela CONAB divulgado no dia 09/11 não apresentou grandes novidades em relação às estimativas de outubro/2023. Os preços podem ter suporte com as preocupações com a janela ideal de plantio do milho 2ª safra para o ano que vem, podendo permanecer em estabilidade no curto prazo.  <br /><b></b><br /><b>Para o café, destaca-se que:</b><br /><b></b><br />Após um outubro bastante favorável do ponto de vista climático, semana sugere temperaturas elevadas com picos entre 35 a 39 graus em vastas áreas cafeeiras do sudeste. Há previsão de menor volume nesta metade do mês de novembro devendo manter preocupação com influência climática em algumas áreas  sobre o andamento da safra 24 Brasil.<br /><br />Resultados da exportação brasileira em outubro no arábica e no conilon a 4,2 milhões de sacas no total  deve manter fluxo positivo na exportação em novembro, aliado a uma melhoria, embora tímida, no fluxo de negócios internos no Brasil .<br /><br />Fluxo de venda da safra Brasil 24 neste começo de novembro se mantém abaixo do ocorrido nos últimos 3 anos, estimada  em 60% da venda da safra atual, ante 65% no ínicio de novembro/2022  e 72 % em 2021.<br /><br />Estoques baixos em países consumidores e produtores, vendas ainda comedidas pelos produtores e preocupações com clima devem manter mercado volátil mesmo com intensificação das colheitas no Vietnã para o robusta e arábica na América Central e Colômbia.    <br /><br />Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>:  <br /><br />O mercado físico do boi gordo deve seguir...]]></itunes:summary><itunes:duration>338</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/11/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-11-2023-cenario-da-soja--57583241</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 10 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 06/11 cotado a US$ 13,63/bushel, (13,15 em 01/11) apresentando alta de 3% em novembro. A proximidade de conclusão da colheita nos EUA, com produção menor que o esperado, e a perspectiva de grande safra na América do Sul, mesmo que inferior ao inicialmente previsto, devido aos problemas climáticos, vêm refletindo na elevação do preço da commodity. <br /><br />Conforme o último relatório divulgado pela CONAB, o Brasil já semeou 48,4% da área projetada, abaixo dos 57,5% no mês período da safra anterior. As poucas chuvas e temperaturas elevadas na região Central do Brasil e o excesso de chuvas na região Sul e parte do Sudeste imprimem lentidão na semeadura, com relatos de replantio em pontos isolados. <br /><br />O USDA, divulgou em seu relatório semanal, os dados de colheita da safra americana, a qual atingiu 91%, com ritmo um pouco abaixo do esperado em comparação ao mesmo período da safra anterior.<br /><br />O indicador CEPEA em 06/10 foi de R$ 142,96 por saca, apresentando pequena alta de 0,31% (01/11 R$ 142,06) em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno não acompanharam a elevação do mercado externo devido a valorização do Real frente ao Dólar.   <br /><br />No Brasil, o INMET atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias. Há previsão de chuvas volumosas na segunda semana de novembro no Sul do país, podendo atingir acumulados de até 70 mm e chuvas isoladas no Centro Norte, com acumulados inferiores a 30 mm.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li> fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 13,07 e U$ 13,45/bushel e </li><li>abril/24 com strike entre U$ 12,97 e U$ 13,49/ bushel  </li></ul>Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57583241</guid><pubDate>Fri, 10 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57583241/20231110_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3201192" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 10 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 06/11...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 10 de novembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em jan/24 encerrou o dia 06/11 cotado a US$ 13,63/bushel, (13,15 em 01/11) apresentando alta de 3% em novembro. A proximidade de conclusão da colheita nos EUA, com produção menor que o esperado, e a perspectiva de grande safra na América do Sul, mesmo que inferior ao inicialmente previsto, devido aos problemas climáticos, vêm refletindo na elevação do preço da commodity. <br /><br />Conforme o último relatório divulgado pela CONAB, o Brasil já semeou 48,4% da área projetada, abaixo dos 57,5% no mês período da safra anterior. As poucas chuvas e temperaturas elevadas na região Central do Brasil e o excesso de chuvas na região Sul e parte do Sudeste imprimem lentidão na semeadura, com relatos de replantio em pontos isolados. <br /><br />O USDA, divulgou em seu relatório semanal, os dados de colheita da safra americana, a qual atingiu 91%, com ritmo um pouco abaixo do esperado em comparação ao mesmo período da safra anterior.<br /><br />O indicador CEPEA em 06/10 foi de R$ 142,96 por saca, apresentando pequena alta de 0,31% (01/11 R$ 142,06) em relação ao início do mês. As cotações no mercado interno não acompanharam a elevação do mercado externo devido a valorização do Real frente ao Dólar.   <br /><br />No Brasil, o INMET atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias. Há previsão de chuvas volumosas na segunda semana de novembro no Sul do país, podendo atingir acumulados de até 70 mm e chuvas isoladas no Centro Norte, com acumulados inferiores a 30 mm.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li> fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 13,07 e U$ 13,45/bushel e </li><li>abril/24 com strike entre U$ 12,97 e U$ 13,49/ bushel  </li></ul>Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/11/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-11-2023-cenario-do-boi-gordo--57565125</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 09 de novembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 186,2 mil toneladas de carne bovina in natura em 21 dias úteis do mês de outubro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 188,4 mil toneladas, 1,2% maior. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.596, queda de 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado.   No mercado interno, o preço médio da arroba apresentou uma ligeira queda de 0,4% no decorrer da última semana nas principais praças. Na Região MATOPIBA (região que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o baixo volume de chuvas até o momento tem prejudicado a qualidade das pastagens, limitando a oferta de animais terminados, dando suporte a manutenção do preço da arroba. Vale lembrar que essa é uma característica comum na Região em ano de EL Ñino.  No dia 07 de novembro de 2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 228,50</b>, com <b>queda </b>de 5<b>%</b> no dia. Nos meses de novembro e dezembro, historicamente período de maior consumo interno, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há certo otimismo quanto ao aumento no consumo de carne bovina no mercado interno.  Mesmo assim, não há expectativa de aumento significativo nos preços da arroba, considerando aumento da oferta de animais confinados, permitindo aos frigoríficos trabalharem com escalas mais confortáveis. Apesar disso, oscilações no preço da arroba podem acontecer e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em Dezembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 233 e 236/@; e Janeiro/24 com strike entre R$ 230 e 235/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57565125</guid><pubDate>Thu, 09 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57565125/20231109_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3201610" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 09 de novembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 09 de novembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 186,2 mil toneladas de carne bovina in natura em 21 dias úteis do mês de outubro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 188,4 mil toneladas, 1,2% maior. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.596, queda de 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado.   No mercado interno, o preço médio da arroba apresentou uma ligeira queda de 0,4% no decorrer da última semana nas principais praças. Na Região MATOPIBA (região que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o baixo volume de chuvas até o momento tem prejudicado a qualidade das pastagens, limitando a oferta de animais terminados, dando suporte a manutenção do preço da arroba. Vale lembrar que essa é uma característica comum na Região em ano de EL Ñino.  No dia 07 de novembro de 2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 228,50</b>, com <b>queda </b>de 5<b>%</b> no dia. Nos meses de novembro e dezembro, historicamente período de maior consumo interno, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há certo otimismo quanto ao aumento no consumo de carne bovina no mercado interno.  Mesmo assim, não há expectativa de aumento significativo nos preços da arroba, considerando aumento da oferta de animais confinados, permitindo aos frigoríficos trabalharem com escalas mais confortáveis. Apesar disso, oscilações no preço da arroba podem acontecer e os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em Dezembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 233 e 236/@; e Janeiro/24 com strike entre R$ 230 e 235/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/11/2023- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-11-2023-cenario-do-arroz--57548490</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 08 de novembro de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com o 1º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se um aumento de 5,1% na área plantada em comparação à safra anterior, com previsão de um milhão, quinhentos e cinquenta e cinco mil hectares. A produção está estimada em dez milhões e oitocentas e sete mil toneladas, aumento de 7,7% em relação à safra anterior.   O Estado do RS representa atualmente 72% da produção nacional de arroz. Segundo a CONAB, o estado deverá aumentar em 7,7% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 923 mil ha cultivados, com uma produção 11,6% maior, estimada em sete milhões e setecentas e quarenta mil toneladas. A semeadura progrediu, principalmente nas regiões da Fronteira Oeste, Sul e Campanha. As regiões Central e Planície Costeira Externa estão em atraso devido ao intenso volume de chuvas. Conforme relatório da Emater RS, até o momento 69% da área projetada foi semeada. É importante ressaltar que os reservatórios, principalmente na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, estiveram em níveis muito abaixo do normal para a época. O cenário de El Niño com intensificação das chuvas foi fundamental para a normalização. O mercado brasileiro de arroz mantém-se aquecido. Os compradores elevam os preços com o objetivo de repor os estoques, e os vendedores estão resistentes às vendas esperando alta nos preços. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), vem se sustentando na casa dos R$ 105,00 a saca de 50 kg, acumulando aumento de 17,5% desde janeiro deste ano. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57548490</guid><pubDate>Wed, 08 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57548490/20231108_bbcast_agro_arroz.mp3" length="3227941" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 08 de novembro de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com o 1º Levantamento de grãos da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 08 de novembro de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com o 1º Levantamento de grãos da safra 2023/24, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, estima-se um aumento de 5,1% na área plantada em comparação à safra anterior, com previsão de um milhão, quinhentos e cinquenta e cinco mil hectares. A produção está estimada em dez milhões e oitocentas e sete mil toneladas, aumento de 7,7% em relação à safra anterior.   O Estado do RS representa atualmente 72% da produção nacional de arroz. Segundo a CONAB, o estado deverá aumentar em 7,7% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 923 mil ha cultivados, com uma produção 11,6% maior, estimada em sete milhões e setecentas e quarenta mil toneladas. A semeadura progrediu, principalmente nas regiões da Fronteira Oeste, Sul e Campanha. As regiões Central e Planície Costeira Externa estão em atraso devido ao intenso volume de chuvas. Conforme relatório da Emater RS, até o momento 69% da área projetada foi semeada. É importante ressaltar que os reservatórios, principalmente na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, estiveram em níveis muito abaixo do normal para a época. O cenário de El Niño com intensificação das chuvas foi fundamental para a normalização. O mercado brasileiro de arroz mantém-se aquecido. Os compradores elevam os preços com o objetivo de repor os estoques, e os vendedores estão resistentes às vendas esperando alta nos preços. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), vem se sustentando na casa dos R$ 105,00 a saca de 50 kg, acumulando aumento de 17,5% desde janeiro deste ano. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio que permite ao produtor custear a implantação de sua lavoura. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/30431285239b4b7a84ca1b8b42b93c19.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/11/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-11-2023-cenario-climatico--57536366</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de novembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> O mês de outubro foi marcado por chuvas intensas no Sul, e com precipitações mais deficitárias no Norte do País, características da influência do fenômeno El Niño. No monitoramento da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em seu último relatório, aumentou a possibilidade de um “El Niño Forte” entre 75 e 85%, além de sua continuidade até meados de abril de 2.024. No Painel El Niño do mês de outubro, emitido de forma conjunta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e outros órgãos oficiais, citam as possíveis anomalias entre outubro e novembro, há indicação de condições mais úmidas do que o normal em partes do noroeste do RS, oeste de SC, PR, centro-sul do MS e alguns pontos nos estados da Região Sudeste. Nas demais regiões do país a previsão indica o predomínio de condições mais secas do que o normal, com destaque para a região amazônica, onde a influência do fenômeno El Niño é maior. A previsão climática trimestral de novembro a janeiro, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o leste, centro e faixa norte do Brasil, com maiores agravantes sobre alguns pontos dos estados do AM, PA, MA, PI e BA. Entre a Região Sul, grande parte de MS, em SP e sul de MG, a previsão indica chuva acima da média, que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil. A tendencia e que as temperaturas no Brasil, estejam a acima da média, havendo a possiblidade de ocorrência de períodos com excesso de calor em várias regiões. Para a disponibilidade de água no solo, conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), ocorre atenção em áreas mais ao Norte, Nordeste e partes da região Centro Oeste. Estados do Sul e grande parte do Sudeste, em situação mais favorável. Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57536366</guid><pubDate>Tue, 07 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57536366/20231106_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3233375" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 07 de novembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o cenário climático. O mês de outubro foi marcado por chuvas intensas no Sul, e com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de novembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> O mês de outubro foi marcado por chuvas intensas no Sul, e com precipitações mais deficitárias no Norte do País, características da influência do fenômeno El Niño. No monitoramento da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em seu último relatório, aumentou a possibilidade de um “El Niño Forte” entre 75 e 85%, além de sua continuidade até meados de abril de 2.024. No Painel El Niño do mês de outubro, emitido de forma conjunta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e outros órgãos oficiais, citam as possíveis anomalias entre outubro e novembro, há indicação de condições mais úmidas do que o normal em partes do noroeste do RS, oeste de SC, PR, centro-sul do MS e alguns pontos nos estados da Região Sudeste. Nas demais regiões do país a previsão indica o predomínio de condições mais secas do que o normal, com destaque para a região amazônica, onde a influência do fenômeno El Niño é maior. A previsão climática trimestral de novembro a janeiro, indica grande tendência de chuvas abaixo da média entre o leste, centro e faixa norte do Brasil, com maiores agravantes sobre alguns pontos dos estados do AM, PA, MA, PI e BA. Entre a Região Sul, grande parte de MS, em SP e sul de MG, a previsão indica chuva acima da média, que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil. A tendencia e que as temperaturas no Brasil, estejam a acima da média, havendo a possiblidade de ocorrência de períodos com excesso de calor em várias regiões. Para a disponibilidade de água no solo, conforme observado no Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), ocorre atenção em áreas mais ao Norte, Nordeste e partes da região Centro Oeste. Estados do Sul e grande parte do Sudeste, em situação mais favorável. Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/11/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-11-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57507750</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de novembro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado seguirá refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, no avanço do plantio no Brasil. O fundamento clima ganha cada vez mais espaço no radar dos Traders. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões Norte e parte do Nordeste. Para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas, entretanto, de forma mais localizada e com volumes abaixo de 30 mm. Destacamos que, na Argentina, os sojicultores já poderão começar o plantio e a perspectiva é de safra cheia.  ​ No macro cenário geopolítico, as preocupações quanto a uma possível escalada do conflito entre Israel x Hamas, no Oriente Médio, podem impactar o abastecimento de petróleo no mundo, influenciando indiretamente os indicadores de crescimento econômico globais. ​ O USDA, divulgará no dia 09/11 (quinta-feira), seu relatório mensal de oferta e demanda. A expectativa é de manutenção da produção prevista nos EUA e para a América do Sul, mantendo a percepção de safra volumosa, principalmente, no Brasil e na Argentina, que devem manter o mercado interno com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa médio prazo.<b></b> <b>No tocante ao milho, </b> Também no dia 09/11 o Departamento de Agricultura Americano (USDA) divulgará seu relatório de oferta e demanda para o mês. Caso o relatório não traga grandes novidades na produção global e americana, confirmando uma safra volumosa para os Estados Unidos, os futuros podem seguir pressionados negativamente, como observado nos últimos dias. ​ Adicionalmente, o viés de baixa pode ter apoio caso o cenário global siga sem novos fundamentos e a colheita norte-americana continue avançando em bom ritmo.​ No mercado doméstico, a Conab divulgará seu 2º Levantamento Safra 2023/24, também no dia 09/11, e o mercado irá acompanhar as estimativas para a safra brasileira. O levantamento gera expectativas internas se, com chuvas abundantes no Sul do país e atraso no plantio da safra de soja verão, o órgão irá rever as previsões iniciais, podendo reduzir a produção total. ​ Os preços podem seguir um movimento de estabilidade no curto prazo, com vendedores ainda cautelosos. Entretanto não se descarta pressão negativa interna caso ocorra maiores baixas nas cotações no mercado externo.​ <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> A evolução da colheita de robusta no Vietnã e do café arábica na América Central e Colômbia, em novembro deve aumentar o fluxo de oferta desses produtos no mercado mundial. No Brasil, a melhoria no fluxo de negócios, diante dos picos de preço recentemente ocorridos, estimula as exportações e o abastecimento do mercado em novembro. Além disso, previsões climáticas favoráveis para a semana beneficiam a próxima safra do Brasil, assegurando um bom desenvolvimento dos frutos. No entanto, o mercado enfrenta desafios: Riscos geopolíticos, juros ainda elevados, preocupações logísticas e baixos estoques mantêm o mercado lento, apesar da proximidade do início da estação fria no hemisfério norte, que tradicionalmente é um período de maior demanda. Os produtores brasileiros estão aumentando as vendas, mas ainda reservam uma parcela do produto para venda na entressafra, confiantes na dificuldade do mercado de romper mínimas do ano. Com base nesses fundamentos, consideramos a manutenção dos preços no período, apesar da elevada volatilidade com produtores aumentando as vendas durante picos de preço e se retraindo nos momentos de baixa.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A expectativa por uma maior demanda de carne no mercado doméstico para as próximas semanas pode contribuir para o enxugamento da oferta de animais. No último bimestre, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há certo otimismo quanto ao aumento no consumo de carne bovina no mercado interno, fatos que motivam o aumento do preço da carne.​ A entrada de salários no início do mês e o feriado prolongado podem estimular o consumo interno de carne bovina, e manter o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado. É importante destacar que, embora a relação de troca entre a carne bovina e a carne de frango esteja menor, a carne de frango ainda é mais competitiva quando comparada a outras proteínas.​ A tendência é que na semana seguinte, após o feriado, seja retomado um ritmo de negociações mais intenso. Com Frigoríficos “fora das compras” em uma semana mais curta, o menor fluxo de abate deve estimular a indústria a recompor sua escala, fato que minimiza a pressão baixista imposta pela ponta compradora.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57507750</guid><pubDate>Mon, 06 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57507750/20231106_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="6009460" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de novembro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de novembro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado seguirá refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial, no avanço do plantio no Brasil. O fundamento clima ganha cada vez mais espaço no radar dos Traders. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões Norte e parte do Nordeste. Para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, há previsão de chuvas, entretanto, de forma mais localizada e com volumes abaixo de 30 mm. Destacamos que, na Argentina, os sojicultores já poderão começar o plantio e a perspectiva é de safra cheia.  ​ No macro cenário geopolítico, as preocupações quanto a uma possível escalada do conflito entre Israel x Hamas, no Oriente Médio, podem impactar o abastecimento de petróleo no mundo, influenciando indiretamente os indicadores de crescimento econômico globais. ​ O USDA, divulgará no dia 09/11 (quinta-feira), seu relatório mensal de oferta e demanda. A expectativa é de manutenção da produção prevista nos EUA e para a América do Sul, mantendo a percepção de safra volumosa, principalmente, no Brasil e na Argentina, que devem manter o mercado interno com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa médio prazo.<b></b> <b>No tocante ao milho, </b> Também no dia 09/11 o Departamento de Agricultura Americano (USDA) divulgará seu relatório de oferta e demanda para o mês. Caso o relatório não traga grandes novidades na produção global e americana, confirmando uma safra volumosa para os Estados Unidos, os futuros podem seguir pressionados negativamente, como observado nos últimos dias. ​ Adicionalmente, o viés de baixa pode ter apoio caso o cenário global siga sem novos fundamentos e a colheita norte-americana continue avançando em bom ritmo.​ No mercado doméstico, a Conab divulgará seu 2º Levantamento Safra 2023/24, também no dia 09/11, e o mercado irá acompanhar as estimativas para a safra brasileira. O levantamento gera expectativas internas se, com chuvas abundantes no Sul do país e atraso no plantio da safra de soja verão, o órgão irá rever as previsões iniciais, podendo reduzir a produção total. ​ Os preços podem seguir um movimento de estabilidade no curto prazo, com vendedores ainda cautelosos. Entretanto não se descarta pressão negativa interna caso ocorra maiores baixas nas cotações no mercado externo.​ <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> A evolução da colheita de robusta no Vietnã e do café arábica na América Central e Colômbia, em novembro deve aumentar o fluxo de oferta desses produtos no mercado mundial. No Brasil, a melhoria no fluxo de negócios, diante dos picos de preço recentemente ocorridos, estimula as exportações e o abastecimento do mercado em novembro. Além disso, previsões climáticas favoráveis para a semana beneficiam a próxima safra do Brasil, assegurando um bom desenvolvimento dos frutos. No entanto, o mercado enfrenta desafios: Riscos geopolíticos, juros ainda elevados, preocupações logísticas e baixos estoques mantêm o mercado lento, apesar da proximidade do início da estação fria no hemisfério norte, que tradicionalmente é um período de maior demanda. Os produtores brasileiros estão aumentando as vendas, mas ainda reservam uma parcela do produto para venda na entressafra, confiantes na dificuldade do mercado de romper mínimas do ano. Com base nesses fundamentos, consideramos a manutenção dos preços no período, apesar da elevada volatilidade com produtores aumentando as vendas durante picos de preço e se retraindo nos momentos de baixa.   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A expectativa por uma maior demanda de carne no mercado doméstico para as próximas semanas pode contribuir para...]]></itunes:summary><itunes:duration>376</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/11/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-11-2023-cenario-do-milho--57476342</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 03 de novembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Nos Estados Unidos, maior produtor mundial do cereal, a colheita vem avançando em bom ritmo. De acordo com relatório publicado em 30 de outubro pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), a área colhida chegou a 71% e está acima da média dos últimos cinco anos. As últimas semanas foram marcadas pela volatilidade nas cotações futuras do grão na Bolsa de Chicago, entretanto, o aumento da oferta com a colheita americana chegando na fase final e, a queda de outras commodities, em especial o trigo, pressionaram negativamente os preços. Os desdobramentos do conflito no Oriente Médio também contribuíram para o movimento observado. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 31 de outubro cotado a U$4,78/bushel.<br /><br />  Nosso país vizinho, a Argentina, está realizando a semeadura de sua safra de milho. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, até 26 de outubro, havia sido plantado 22% do total previsto pelo órgão, cerca de 7,3 milhões de hectares.<br /><br />O ritmo está com atraso de 9 pontos percentuais em relação à média dos últimos cincos anos, consequência de elevada precipitação, que tem atrapalhado os trabalhos à campo. Ainda assim, se espera uma retomada na produção da Safra 2023/24, estimada em 55 milhões de toneladas, que seria um aumento na produção de quase 62% em relação à safra anterior, que apresentou baixa produtividade devido à falta de chuvas.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 apresentou variação positiva no início dessa semana, tendo suporte no bom ritmo de exportações e as vendas ainda retraídas pelo produtor no mercado disponível. Na terça-feira, dia 31, o indicador encerrou precificado à R$60,02/sc.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 59,60 e R$ 60,30/sc, e<br />   - março/24, com strike entre R$ 64,30 e R$ 67,40/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57476342</guid><pubDate>Fri, 03 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57476342/20231103_bbcast_agro_milho.mp3" length="3518423" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 03 de novembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

Nos Estados Unidos, maior produtor mundial do cereal, a colheita...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 03 de novembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru - SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Nos Estados Unidos, maior produtor mundial do cereal, a colheita vem avançando em bom ritmo. De acordo com relatório publicado em 30 de outubro pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA), a área colhida chegou a 71% e está acima da média dos últimos cinco anos. As últimas semanas foram marcadas pela volatilidade nas cotações futuras do grão na Bolsa de Chicago, entretanto, o aumento da oferta com a colheita americana chegando na fase final e, a queda de outras commodities, em especial o trigo, pressionaram negativamente os preços. Os desdobramentos do conflito no Oriente Médio também contribuíram para o movimento observado. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 31 de outubro cotado a U$4,78/bushel.<br /><br />  Nosso país vizinho, a Argentina, está realizando a semeadura de sua safra de milho. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, até 26 de outubro, havia sido plantado 22% do total previsto pelo órgão, cerca de 7,3 milhões de hectares.<br /><br />O ritmo está com atraso de 9 pontos percentuais em relação à média dos últimos cincos anos, consequência de elevada precipitação, que tem atrapalhado os trabalhos à campo. Ainda assim, se espera uma retomada na produção da Safra 2023/24, estimada em 55 milhões de toneladas, que seria um aumento na produção de quase 62% em relação à safra anterior, que apresentou baixa produtividade devido à falta de chuvas.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3 apresentou variação positiva no início dessa semana, tendo suporte no bom ritmo de exportações e as vendas ainda retraídas pelo produtor no mercado disponível. Na terça-feira, dia 31, o indicador encerrou precificado à R$60,02/sc.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 59,60 e R$ 60,30/sc, e<br />   - março/24, com strike entre R$ 64,30 e R$ 67,40/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/11/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-11-2023-cenario-do-cafe-conilon--57461453</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 01 de novembro de 2023, me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />O Acre vem despontando no cultivo do café robusta amazônico, com um apoio significativo de parceiros. Na última safra foram plantadas 1 milhão de mudas. As condições climáticas e os solos favoráveis da região podem promover um crescimento promissor no setor. O incentivo à expansão da área de cultivo e o uso de tecnologias adequadas irão impulsionar a produção e a produtividade.<br /><br />Neste momento crucial da safra, o manejo correto é fundamental. A irrigação, a nutrição apropriada e o controle de pragas e doenças desempenham um papel essencial. Além disso, o clima favorável é um fator determinante para o potencial produtivo das lavouras, influenciando o volume, a uniformidade e a qualidade dos grãos.<br /><br />No mercado internacional, o café conilon em Londres iniciou a semana com desvalorização. O contrato de janeiro/2024 sofreu uma queda de US$27 por tonelada, com o preço chegando a US$2356. Esse movimento está relacionado ao monitoramento das condições climáticas e aos efeitos do fenômeno El Niño. A chegada do inverno no hemisfério norte, onde os principais consumidores de café estão localizados, pode aumentar a demanda pelo produto, aquecendo o mercado.<br /><br />No mercado interno, os preços do café conilon tiveram uma leve queda na última semana, e as negociações continuam em ritmo lento. O café tipo 7 encerrou o dia 30 de outubro a R$610,00 a saca de 60kg.<br /><br />Problemas climáticos têm impactado a produção de robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia, com uma quebra de mais de 2 milhões de sacas, e no Vietnã, com uma redução nos estoques e perspectivas de uma safra menor em relação ao ano anterior.<br /><br />Nesse contexto, os produtores devem considerar a possibilidade de aproveitar os momentos de alta no mercado do café para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as esperadas quedas nos preços em prazos mais longos<br /><br />  O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Oferecemos linhas de crédito para investimento e custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para a comercialização do produto. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com a toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57461453</guid><pubDate>Wed, 01 Nov 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57461453/20231101_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3059922" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 01 de novembro de 2023, me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

O Acre vem despontando no cultivo do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 01 de novembro de 2023, me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />O Acre vem despontando no cultivo do café robusta amazônico, com um apoio significativo de parceiros. Na última safra foram plantadas 1 milhão de mudas. As condições climáticas e os solos favoráveis da região podem promover um crescimento promissor no setor. O incentivo à expansão da área de cultivo e o uso de tecnologias adequadas irão impulsionar a produção e a produtividade.<br /><br />Neste momento crucial da safra, o manejo correto é fundamental. A irrigação, a nutrição apropriada e o controle de pragas e doenças desempenham um papel essencial. Além disso, o clima favorável é um fator determinante para o potencial produtivo das lavouras, influenciando o volume, a uniformidade e a qualidade dos grãos.<br /><br />No mercado internacional, o café conilon em Londres iniciou a semana com desvalorização. O contrato de janeiro/2024 sofreu uma queda de US$27 por tonelada, com o preço chegando a US$2356. Esse movimento está relacionado ao monitoramento das condições climáticas e aos efeitos do fenômeno El Niño. A chegada do inverno no hemisfério norte, onde os principais consumidores de café estão localizados, pode aumentar a demanda pelo produto, aquecendo o mercado.<br /><br />No mercado interno, os preços do café conilon tiveram uma leve queda na última semana, e as negociações continuam em ritmo lento. O café tipo 7 encerrou o dia 30 de outubro a R$610,00 a saca de 60kg.<br /><br />Problemas climáticos têm impactado a produção de robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia, com uma quebra de mais de 2 milhões de sacas, e no Vietnã, com uma redução nos estoques e perspectivas de uma safra menor em relação ao ano anterior.<br /><br />Nesse contexto, os produtores devem considerar a possibilidade de aproveitar os momentos de alta no mercado do café para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as esperadas quedas nos preços em prazos mais longos<br /><br />  O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Oferecemos linhas de crédito para investimento e custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para a comercialização do produto. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com a toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>192</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/10/2023 - Cenário da silvicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-10-2023-cenario-da-silvicultura--57446663</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 31 de outubro de 2023, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o <i>cenário do setor florestal madeireiro</i>.<br /><br />  As florestas plantadas geram inúmeros benefícios: buscam suprir a demanda por madeira de forma sustentável, contribuindo para a conservação das florestas naturais e a manutenção da biodiversidade, com significativa importância ecológica, econômica e social.<br /><br />  A área estimada de floresta plantada no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI), é de 9,5 milhões de hectares, estando 70% nas regiões Sul e Sudeste.<br /><br />  De acordo com o IBGE, o eucalipto ocupa quase 80% do total da área, com cerca de 7,4 milhões de hectares; 1,7 milhão está com pinus e menos de 500 mil, com outras espécies.<br /><br />  O produto madeireiro oriundo das florestas plantadas é composto por material lenhoso, passível de aproveitamento em serrarias, lenha, carvão, moirão, dentre outros. A produção nacional de lenha, carvão e madeira em tora é bastante expressiva para a economia, além de representar importante impacto social, com geração de emprego e renda.<br /><br />  Na produção de lenha, o Paraná ocupa o primeiro lugar, com 26,3 % da produção total, no carvão, o destaque fica com Minas Gerais, concentrando quase 88% da produção e para madeira em tora, o destaque fica para o Paraná novamente com 23,5% da produção.<br /><br />  Dados do Sistema de consulta e extração de dados do COMEX STAT, o primeiro semestre de 2023, registrou uma queda de 15%, comparado ao mesmo período do ano anterior, sendo os Estados Unidos o maior comprador da madeira brasileira. Durante a pandemia, ocorreu uma alta nos preços mundiais, devido ao consumo e demanda aquecidos.<br /><br />  Atualmente, os países importadores estão com taxas de juros e inflação elevadas, dois fatores econômicos que provocam redução de consumo. Esse cenário de diminuição nas exportações preocupa todo o setor e, além disto, há a perspectiva de queda nos preços, já que existe um alto estoque mundial, acumulado nos anos anteriores.<br /><br />  O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57446663</guid><pubDate>Tue, 31 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57446663/20231031_bbcast_agro_cenario_silvicultura.mp3" length="3305264" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 31 de outubro de 2023, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o cenário do setor florestal madeireiro.

  As florestas plantadas geram inúmeros benefícios: buscam suprir a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 31 de outubro de 2023, meu nome é Carla Ianssen, sou Assessora de Agronegócios em Curitiba-PR e falaremos sobre o <i>cenário do setor florestal madeireiro</i>.<br /><br />  As florestas plantadas geram inúmeros benefícios: buscam suprir a demanda por madeira de forma sustentável, contribuindo para a conservação das florestas naturais e a manutenção da biodiversidade, com significativa importância ecológica, econômica e social.<br /><br />  A área estimada de floresta plantada no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI), é de 9,5 milhões de hectares, estando 70% nas regiões Sul e Sudeste.<br /><br />  De acordo com o IBGE, o eucalipto ocupa quase 80% do total da área, com cerca de 7,4 milhões de hectares; 1,7 milhão está com pinus e menos de 500 mil, com outras espécies.<br /><br />  O produto madeireiro oriundo das florestas plantadas é composto por material lenhoso, passível de aproveitamento em serrarias, lenha, carvão, moirão, dentre outros. A produção nacional de lenha, carvão e madeira em tora é bastante expressiva para a economia, além de representar importante impacto social, com geração de emprego e renda.<br /><br />  Na produção de lenha, o Paraná ocupa o primeiro lugar, com 26,3 % da produção total, no carvão, o destaque fica com Minas Gerais, concentrando quase 88% da produção e para madeira em tora, o destaque fica para o Paraná novamente com 23,5% da produção.<br /><br />  Dados do Sistema de consulta e extração de dados do COMEX STAT, o primeiro semestre de 2023, registrou uma queda de 15%, comparado ao mesmo período do ano anterior, sendo os Estados Unidos o maior comprador da madeira brasileira. Durante a pandemia, ocorreu uma alta nos preços mundiais, devido ao consumo e demanda aquecidos.<br /><br />  Atualmente, os países importadores estão com taxas de juros e inflação elevadas, dois fatores econômicos que provocam redução de consumo. Esse cenário de diminuição nas exportações preocupa todo o setor e, além disto, há a perspectiva de queda nos preços, já que existe um alto estoque mundial, acumulado nos anos anteriores.<br /><br />  O BB, alinhado com as práticas ASG, apresenta aos seus clientes um portfólio de linhas de crédito voltado para a implantação de florestas cultivadas e nativas, a exploração extrativista e manejo florestal, a CPR Preservação, tendo a floresta como ativo monetizável; e, recentemente, a comercialização de créditos de carbono proveniente das florestas.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,pinus,silvicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ebe9035d3980572d3df56401329e9e34.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/10/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-10-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57412841</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que A colheita nos EUA siga avançando. A Agência de Meteorologia do Estados Unidos (NOAA) prevê temperatura e chuvas dentro da normalidade nos primeiros 10 dias de novembro. Nos fundamentos, não há grandes notícias para influenciar a CBOT, relacionadas à safra nos EUA. Com o avanço do plantio no Brasil, as atenções dos compradores começam a se voltar para o mercado sul-americano, com atenção especial para o clima. No macro cenário geopolítico, seguem as preocupações quanto a  escalada do conflito entre Israel x Hamas,  no Oriente Médio, que podem causar possíveis problemas com o abastecimento de petróleo no mundo, com reflexo na economia global. ​ Para o Brasil, o clima ainda é irregular, porém o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Sul e parte do Centro-Norte do país, podendo aumentar o ritmo de plantio e favorecer o desenvolvimento das lavouras nessas regiões. ​ Nos fundamentos da cultura, não há grandes novidades dos dados de demanda e oferta, com as atenções votadas para a safra na América do Sul, que devem manter o mercado interno na lateralidade para o curto prazo e viés de baixa a médio prazo.<br /> ​ <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Com a provável manutenção do bom ritmo na colheita do milho estadunidense, e restando menos da metade da área a ser colhida, com a maior oferta do cereal no mercado americano, os futuros podem se manter pressionados negativamente. ​ As tensões geopolíticas, tanto no conflito no Leste Europeu como no Oriente Médio seguem em observação, não podendo ser descartado volatilidade no período, conforme ocorram maiores desdobramentos para ambas as guerras.​ A Bolsa de Cereales na Argentina divulgou em 19/10/2023 que o plantio no país alcançou 19,9% dos 7,3 milhões de hectares estimados pelo órgão a serem semeados. A previsão climática para os próximos dias indica chuvas ainda irregulares, que tem trazido preocupações para os produtores de milho argentino. ​ No último acompanhamento de safra realizado pela Conab (23/10), o milho 1ª Safra havia alcançado 33% da área cultivada. A estimativa está 2,8 pontos percentuais abaixo do mesmo período do ano passado. Os preços podem seguir um movimento de estabilidade, com vendedores esperando uma melhora nos preços para avançar nas vendas.​<br />    <b>Para o café, destaca-se que, </b> As precipitações neste final de mês mantêm solo úmido e favorecem a consolidação de floradas e desenvolvimento inicial da safra Brasil;  Os estoques ICE NY de café lavado reduzem na semana anterior para 410.171 sacas resultado que atinge  11,5  meses de baixa no arábica;​ O maior volume de vendas no mercado interno e resultados preliminares de exportações de outubro, segundo o site do Cecafe, superiores a setembro, dão maior liquidez ao mercado que deve apresentar resultados mais expressivos do país em outubro;​ Os riscos geopolíticos, preocupações com logística, aproximação do inverno no hemisfério norte trazem de volta compradores externos, embora ainda com parcimônia, mas ajudando a movimentar o mercado;​ As realizações com movimento de alta e proximidade de aceleração nas colheitas nos países da américa central no arábica e no Vietnam para o robusta, devem acomodar o mercado, mas a volatilidade deve se manter, com estoques baixos e preocupações com horizonte geopolítico.<br />   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: No atacado, o ambiente de negócios tende a perder força na segunda quinzena de outubro, em razão do comprometimento da renda das famílias. A carne de frango ainda é mais competitiva.​ O aumento de oferta de animais confinados tende a limitar um viés de alta na cotação da arroba. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade, com o objetivo de garantir margem de lucro na atividade.​ A entrada de animais confinados no mercado oferece para a indústria frigorífica uma posição de relativo conforto em suas escalas de abate, reduzindo a liquidez dos negócios nas principais praças, conferindo, assim, tendência de pressão baixista no curto prazo. Negociações mais consistentes devem ocorrer após o feriado da próxima semana (Finados), muito dependente do consumo doméstico.<br />   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57412841</guid><pubDate>Mon, 30 Oct 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57412841/20231030_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5619504" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que A colheita nos EUA siga avançando. A Agência de Meteorologia do Estados Unidos (NOAA) prevê temperatura e chuvas dentro da normalidade nos primeiros 10 dias de novembro. Nos fundamentos, não há grandes notícias para influenciar a CBOT, relacionadas à safra nos EUA. Com o avanço do plantio no Brasil, as atenções dos compradores começam a se voltar para o mercado sul-americano, com atenção especial para o clima. No macro cenário geopolítico, seguem as preocupações quanto a  escalada do conflito entre Israel x Hamas,  no Oriente Médio, que podem causar possíveis problemas com o abastecimento de petróleo no mundo, com reflexo na economia global. ​ Para o Brasil, o clima ainda é irregular, porém o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Sul e parte do Centro-Norte do país, podendo aumentar o ritmo de plantio e favorecer o desenvolvimento das lavouras nessas regiões. ​ Nos fundamentos da cultura, não há grandes novidades dos dados de demanda e oferta, com as atenções votadas para a safra na América do Sul, que devem manter o mercado interno na lateralidade para o curto prazo e viés de baixa a médio prazo.<br /> ​ <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> Com a provável manutenção do bom ritmo na colheita do milho estadunidense, e restando menos da metade da área a ser colhida, com a maior oferta do cereal no mercado americano, os futuros podem se manter pressionados negativamente. ​ As tensões geopolíticas, tanto no conflito no Leste Europeu como no Oriente Médio seguem em observação, não podendo ser descartado volatilidade no período, conforme ocorram maiores desdobramentos para ambas as guerras.​ A Bolsa de Cereales na Argentina divulgou em 19/10/2023 que o plantio no país alcançou 19,9% dos 7,3 milhões de hectares estimados pelo órgão a serem semeados. A previsão climática para os próximos dias indica chuvas ainda irregulares, que tem trazido preocupações para os produtores de milho argentino. ​ No último acompanhamento de safra realizado pela Conab (23/10), o milho 1ª Safra havia alcançado 33% da área cultivada. A estimativa está 2,8 pontos percentuais abaixo do mesmo período do ano passado. Os preços podem seguir um movimento de estabilidade, com vendedores esperando uma melhora nos preços para avançar nas vendas.​<br />    <b>Para o café, destaca-se que, </b> As precipitações neste final de mês mantêm solo úmido e favorecem a consolidação de floradas e desenvolvimento inicial da safra Brasil;  Os estoques ICE NY de café lavado reduzem na semana anterior para 410.171 sacas resultado que atinge  11,5  meses de baixa no arábica;​ O maior volume de vendas no mercado interno e resultados preliminares de exportações de outubro, segundo o site do Cecafe, superiores a setembro, dão maior liquidez ao mercado que deve apresentar resultados mais expressivos do país em outubro;​ Os riscos geopolíticos, preocupações com logística, aproximação do inverno no hemisfério norte trazem de volta compradores externos, embora ainda com parcimônia, mas ajudando a movimentar o mercado;​ As realizações com movimento de alta e proximidade de aceleração nas colheitas nos países da américa central no arábica e no Vietnam para o robusta, devem acomodar o mercado, mas a volatilidade deve se manter, com estoques baixos e preocupações com horizonte geopolítico.<br />   Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: No atacado, o ambiente de negócios tende a perder força na segunda quinzena de outubro, em razão do comprometimento da renda das famílias. A carne de frango ainda é mais competitiva.​ O aumento de oferta de animais...]]></itunes:summary><itunes:duration>352</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/10/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-10-2023-cenario-da-soja--57401529</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 27 de outubro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 25/10 cotado a US$ 12,88/bushel, apresentando forte instabilidade e leve alta em outubro. As cotações vêm refletindo o avanço da colheita nos EUA que já se encontra na etapa final e perspectiva de grande safra na América do Sul, principalmente, com o avanço do plantio no Brasil. Somam-se a esses fatores o risco financeiro em função das medidas de controle de inflação nas principais economias do mundo. Os desdobramentos do conflito entre Israel X Hamas, permanecerão no radar do mercado, pela possibilidade de se expandir pela região, podendo impactar os preços do petróleo e fertilizantes.<br /><br /> Conforme o último relatório divulgado pela CONAB, o Brasil já semeou 28,6% da área projetada, abaixo dos 34,1% no mesmo período da safra anterior. As poucas chuvas e temperaturas elevadas na região Central do Brasil imprimiram lentidão na semeadura. O excesso de chuvas na região Sul e parte do Sudeste também causaram pequenos atrasos.<br /><br />O USDA, divulgou em seu relatório semanal, os dados de colheita da safra americana, a qual atingiu 76%, com ritmo um pouco abaixo do esperado em comparação ao mesmo período da safra anterior. O indicador CEPEA em 25/10 foi de R$ 143,74 por saca, apresentando pequena queda de 0,14%  em relação ao início do mês.<br /><br /> No Brasil, o INMET atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias. Há previsão de chuvas mais volumosas a partir da primeira semana de novembro, podendo atingir acumulados de até 100 mm. Com isso, o MATOPIBA inicia o plantio nas áreas não irrigadas e, nas demais regiões produtoras, ocorrerá o avanço da semeadura.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e<br />- as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,66 e U$ 12,92/bushel e - abril/24 com strike entre U$ 12,54 e U$ 13,04/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57401529</guid><pubDate>Fri, 27 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57401529/20231027_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3118018" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 27 de outubro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 25/10...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 27 de outubro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 25/10 cotado a US$ 12,88/bushel, apresentando forte instabilidade e leve alta em outubro. As cotações vêm refletindo o avanço da colheita nos EUA que já se encontra na etapa final e perspectiva de grande safra na América do Sul, principalmente, com o avanço do plantio no Brasil. Somam-se a esses fatores o risco financeiro em função das medidas de controle de inflação nas principais economias do mundo. Os desdobramentos do conflito entre Israel X Hamas, permanecerão no radar do mercado, pela possibilidade de se expandir pela região, podendo impactar os preços do petróleo e fertilizantes.<br /><br /> Conforme o último relatório divulgado pela CONAB, o Brasil já semeou 28,6% da área projetada, abaixo dos 34,1% no mesmo período da safra anterior. As poucas chuvas e temperaturas elevadas na região Central do Brasil imprimiram lentidão na semeadura. O excesso de chuvas na região Sul e parte do Sudeste também causaram pequenos atrasos.<br /><br />O USDA, divulgou em seu relatório semanal, os dados de colheita da safra americana, a qual atingiu 76%, com ritmo um pouco abaixo do esperado em comparação ao mesmo período da safra anterior. O indicador CEPEA em 25/10 foi de R$ 143,74 por saca, apresentando pequena queda de 0,14%  em relação ao início do mês.<br /><br /> No Brasil, o INMET atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias. Há previsão de chuvas mais volumosas a partir da primeira semana de novembro, podendo atingir acumulados de até 100 mm. Com isso, o MATOPIBA inicia o plantio nas áreas não irrigadas e, nas demais regiões produtoras, ocorrerá o avanço da semeadura.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e<br />- as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,66 e U$ 12,92/bushel e - abril/24 com strike entre U$ 12,54 e U$ 13,04/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/10/2023 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-10-2023-cenario-da-avicultura-de-postura--57397281</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 26 de outubro de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.<br /><br />  Com base em dados do portal OvoSite, o plantel de galinhas em produção alojadas em outubro (desconsiderando-se as mortalidades, descartes antecipados ou prolongamento de lotes) atingiu em torno de 122 milhões de aves, número 10,15% maior que o mesmo plantel registrado no final de 2022.<br /><br />  No acumulado de janeiro a setembro de 2023, o total de exportações de ovos comerciais com casca in natura registrou um aumento de 125% no volume e incremento de 122% na receita, de acordo com informações do Siscomex, compiladas pelo portal OvoSite.<br /><br />  Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, de acordo com o Cepea, em setembro de 2023 o preço médio do milho foi 36,5% menor que em janeiro/23. Já o preço médio do farelo de soja diminuiu 18,4% de janeiro/23 a setembro/23. No mês passado o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos EXTRA foi de R$ 140,60, valor 5,1% abaixo do preço médio registrado em janeiro de 2023. Ao compararmos com junho de 2023, quando o preço médio foi de R$ 189,77 por caixa, houve queda significativa.<br /><br />  Diante das oscilações dos preços do ovo nas granjas, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso e por consequência margens de lucro positivas. Em janeiro/2023 a relação de troca era de 3,44 kg de milho para 1 dúzia de ovos. Em setembro/2023 essa relação chegou a 5,15 kg/dz! O mesmo ocorreu com a relação de troca farelo de soja por dz de ovos, onde nos primeiros 9 meses de 2023 observou-se aumento de 1,68 kg de farelo de soja/dúzia de ovos para 1,96 kg/dz.<br /><br />  Para se defender das oscilações nos custos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços através de Termo de Opções e Termo de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57397281</guid><pubDate>Thu, 26 Oct 2023 14:38:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57397281/20231026_bbcast_agro_avicultura_postura.mp3" length="2771530" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 26 de outubro de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.

  Com base em dados do portal OvoSite, o plantel de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 26 de outubro de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.<br /><br />  Com base em dados do portal OvoSite, o plantel de galinhas em produção alojadas em outubro (desconsiderando-se as mortalidades, descartes antecipados ou prolongamento de lotes) atingiu em torno de 122 milhões de aves, número 10,15% maior que o mesmo plantel registrado no final de 2022.<br /><br />  No acumulado de janeiro a setembro de 2023, o total de exportações de ovos comerciais com casca in natura registrou um aumento de 125% no volume e incremento de 122% na receita, de acordo com informações do Siscomex, compiladas pelo portal OvoSite.<br /><br />  Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, de acordo com o Cepea, em setembro de 2023 o preço médio do milho foi 36,5% menor que em janeiro/23. Já o preço médio do farelo de soja diminuiu 18,4% de janeiro/23 a setembro/23. No mês passado o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos EXTRA foi de R$ 140,60, valor 5,1% abaixo do preço médio registrado em janeiro de 2023. Ao compararmos com junho de 2023, quando o preço médio foi de R$ 189,77 por caixa, houve queda significativa.<br /><br />  Diante das oscilações dos preços do ovo nas granjas, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso e por consequência margens de lucro positivas. Em janeiro/2023 a relação de troca era de 3,44 kg de milho para 1 dúzia de ovos. Em setembro/2023 essa relação chegou a 5,15 kg/dz! O mesmo ocorreu com a relação de troca farelo de soja por dz de ovos, onde nos primeiros 9 meses de 2023 observou-se aumento de 1,68 kg de farelo de soja/dúzia de ovos para 1,96 kg/dz.<br /><br />  Para se defender das oscilações nos custos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços através de Termo de Opções e Termo de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>avicultores,avicultura,comerciais,comercialização,investimento,mercado,natura,ovos,postura,preços,processados,produção,produtividade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b1695769654f89810b9afd53e13a4ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/10/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-10-2023-cenario-do-algodao--57372752</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de outubro, meu nome é Karol Furlaneto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Fatores macroeconômicos como a sinalização do FED, Banco Central dos EUA, de que a taxa de juros do país poderá não recuar nas próximas reuniões e o conflito no Oriente Médio, bem como seus desdobramentos, deixaram a economia mundial em alerta.<br /><br /> Se por um lado o mercado está atento às taxas de juros americana e à guerra, por outro o boletim mensal do Departamento de Agricultura Norte-Americano (USDA), divulgou em outubro que o consumo global para a safra 2023/24 será 4,4% maior que o consumo da safra anterior. Ainda, segundo as projeções, o consumo seria 2,8% superior à produção total, o que oferece certo suporte às cotações da pluma na Bolsa de Nova Iorque.<br /><br /> O relatório destaca que a menor produção mundial está sendo influenciada pela redução da safra americana, cerca de 12% abaixo que a Safra 2022/23. A elevação da demanda é reflexo do aumento do consumo de países como China, Turquia, Vietnã e Bangladesh.<br /><br /> O Brasil poderá se beneficiar deste cenário pois, com a produção nacional recorde, a tendência é de aumento do volume de exportações em 77%, quando comparado à safra passada.<br /><br /> No país, o vazio sanitário se iniciou em outubro e terminará em 14 de dezembro; enquanto isso, os produtores intensificam seus trabalhos de beneficiamento da pluma para atender o mercado nacional e internacional.<br /><br /> Visto que a Europa e o Oriente Médio atravessam momentos conturbados de guerra, salientamos que sempre é necessária cautela quando se trata de uma commodity com volatilidade mais acentuada como a pluma.<br /><br /> O Banco do Brasil possui as Opções Agro para que o produtor se resguarde de uma possível oscilação de preços. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br />-          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,81 e 0,82/pound e<br />-          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,80 e U$ 0,83/pound.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57372752</guid><pubDate>Wed, 25 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57372752/20231025_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2550430" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 25 de outubro, meu nome é Karol Furlaneto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 Fatores macroeconômicos como a sinalização do FED, Banco...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de outubro, meu nome é Karol Furlaneto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Fatores macroeconômicos como a sinalização do FED, Banco Central dos EUA, de que a taxa de juros do país poderá não recuar nas próximas reuniões e o conflito no Oriente Médio, bem como seus desdobramentos, deixaram a economia mundial em alerta.<br /><br /> Se por um lado o mercado está atento às taxas de juros americana e à guerra, por outro o boletim mensal do Departamento de Agricultura Norte-Americano (USDA), divulgou em outubro que o consumo global para a safra 2023/24 será 4,4% maior que o consumo da safra anterior. Ainda, segundo as projeções, o consumo seria 2,8% superior à produção total, o que oferece certo suporte às cotações da pluma na Bolsa de Nova Iorque.<br /><br /> O relatório destaca que a menor produção mundial está sendo influenciada pela redução da safra americana, cerca de 12% abaixo que a Safra 2022/23. A elevação da demanda é reflexo do aumento do consumo de países como China, Turquia, Vietnã e Bangladesh.<br /><br /> O Brasil poderá se beneficiar deste cenário pois, com a produção nacional recorde, a tendência é de aumento do volume de exportações em 77%, quando comparado à safra passada.<br /><br /> No país, o vazio sanitário se iniciou em outubro e terminará em 14 de dezembro; enquanto isso, os produtores intensificam seus trabalhos de beneficiamento da pluma para atender o mercado nacional e internacional.<br /><br /> Visto que a Europa e o Oriente Médio atravessam momentos conturbados de guerra, salientamos que sempre é necessária cautela quando se trata de uma commodity com volatilidade mais acentuada como a pluma.<br /><br /> O Banco do Brasil possui as Opções Agro para que o produtor se resguarde de uma possível oscilação de preços. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br />-          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,81 e 0,82/pound e<br />-          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,80 e U$ 0,83/pound.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>160</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/10/2023 - Cenário do tomate</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-10-2023-cenario-do-tomate--57358653</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de outubro de 2023, meu nome é MAÍRA REGIS, sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos sobre o cenário do tomate.<br /><br />  Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o tomate se originou na América do Sul e, embora consumido pelos astecas na Mesoamérica já em 700 d.C., foi apenas no início de 1800 que se tornou um ingrediente popular na culinária do Mediterrâneo. Diversas são as teorias de como ele chegou a Europa. Uma é que foi levado para o continente após a conquista espanhola. Depois, da Espanha, foi para a Itália, graças às estreitas relações entre as famílias reinantes da época. Outros acreditam que o tomate foi do Peru ou do México para a França.<br /><br />  Alguns estudos citam que a tomaticultura foi introduzido no Brasil pelos portugueses, mas foi com a chegada dos imigrantes, principalmente italianos e alemães, que houve maior relevância produtiva.<br /><br />  Segundo a Embrapa, o tomate é uma cultura de grande importância no cenário nacional, apreciado por seu sabor, seja <i>in natura</i> ou processado, é uma das hortaliças mais consumidas no mundo. O Brasil não só é um grande consumidor, mas também um eficiente produtor da hortaliça. No cenário para processamento industrial, é o 5º maior produtor mundial. Sendo o estado de Goiás o maior produtor, destacando-se pelo cultivo em grandes áreas e com elevada tecnologia.  <br /><br />  Em relação ao tomate de mesa também se destaca tanto pelo volume produzido como pelas tecnologias disponíveis e adotadas para a produção. Nesse segmento, os estados de Minas Gerais e São Paulo são os maiores produtores e consumidores do fruto in natura.<br /><br />  Segundo o IBGE, em 2022 a produção nacional foi de aproximadamente 3,8 milhões de toneladas numa área colhida em torno de 54 mil hectares, com um rendimento médio de quase 70 mil kg por hectare.<br /><br />  Dados do Cepea mostram que nas últimas semanas, o preço do tomate no atacado seguiu oscilando, devido as variações climáticas ocorridas em Regiões Produtoras.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito para o custeio e investimento para a lavoura de Tomate.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57358653</guid><pubDate>Tue, 24 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57358653/20231024_bbcast_agro_tomate.mp3" length="3002661" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de outubro de 2023, meu nome é MAÍRA REGIS, sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos sobre o cenário do tomate.

  Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o tomate se originou na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de outubro de 2023, meu nome é MAÍRA REGIS, sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos sobre o cenário do tomate.<br /><br />  Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o tomate se originou na América do Sul e, embora consumido pelos astecas na Mesoamérica já em 700 d.C., foi apenas no início de 1800 que se tornou um ingrediente popular na culinária do Mediterrâneo. Diversas são as teorias de como ele chegou a Europa. Uma é que foi levado para o continente após a conquista espanhola. Depois, da Espanha, foi para a Itália, graças às estreitas relações entre as famílias reinantes da época. Outros acreditam que o tomate foi do Peru ou do México para a França.<br /><br />  Alguns estudos citam que a tomaticultura foi introduzido no Brasil pelos portugueses, mas foi com a chegada dos imigrantes, principalmente italianos e alemães, que houve maior relevância produtiva.<br /><br />  Segundo a Embrapa, o tomate é uma cultura de grande importância no cenário nacional, apreciado por seu sabor, seja <i>in natura</i> ou processado, é uma das hortaliças mais consumidas no mundo. O Brasil não só é um grande consumidor, mas também um eficiente produtor da hortaliça. No cenário para processamento industrial, é o 5º maior produtor mundial. Sendo o estado de Goiás o maior produtor, destacando-se pelo cultivo em grandes áreas e com elevada tecnologia.  <br /><br />  Em relação ao tomate de mesa também se destaca tanto pelo volume produzido como pelas tecnologias disponíveis e adotadas para a produção. Nesse segmento, os estados de Minas Gerais e São Paulo são os maiores produtores e consumidores do fruto in natura.<br /><br />  Segundo o IBGE, em 2022 a produção nacional foi de aproximadamente 3,8 milhões de toneladas numa área colhida em torno de 54 mil hectares, com um rendimento médio de quase 70 mil kg por hectare.<br /><br />  Dados do Cepea mostram que nas últimas semanas, o preço do tomate no atacado seguiu oscilando, devido as variações climáticas ocorridas em Regiões Produtoras.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito para o custeio e investimento para a lavoura de Tomate.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,tomate,tomaticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2f8223df60d36e2c8d201cbf4acccf5b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/10/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-10-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57326822</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que A colheita nos EUA avance. A NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) prevê temperatura abaixo do normal e ocorrência de chuvas pequenas, principalmente, nos estados localizados na região Centro-Norte do meio oeste americano. Nos fundamentos não há grandes notícias para influenciar a CBOT, relacionadas ao fechamento da safra nos EUA. Os principais players já estão monitorando o plantio e os efeitos do clima na América do Sul.  No macro cenário geopolítico, as preocupações quanto a uma escalada do conflito entre Israel x Hamas, no Oriente Médio, podem causar possíveis problemas com o abastecimento de petróleo no mundo, impactando indiretamente os indicadores de crescimento econômico globais. Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Sul e parte do Centro-Norte do país, podendo aumentar o ritmo de plantio e favorecer o desenvolvimento das lavouras nessas regiões.  Nos fundamentos da cultura, não há grandes novidades dos dados de demanda e oferta, assim, segue a percepção de safra volumosa na América do Sul, que devem manter o mercado interno com viés de baixa para o curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A previsão climática aponta para temperaturas acima da média para os próximos dias no cinturão de milho americano, podendo ser favorável para manutenção do bom ritmo de colheita no país. Com o aumento da oferta estadunidense, os futuros na CBOT podem se manter pressionados negativamente. Adicionalmente, as dificuldades logísticas com a seca do Rio Mississippi, limitando o carregamento das barcaças no país, contribuem para este cenário. Caso as tensões geopolíticas no Oriente Médio se atenuem, os preços no cenário externo podem perder o suporte advindo do conflito, sendo mais um fundamento baixista para o cereal na CBOT. O mercado volta a observar atentamente a evolução da semeadura da soja verão e se possíveis atrasos poderiam impactar na janela ideal de cultivo do milho 2ª safra. As cotações internas podem seguir um movimento de estabilidade e manutenção dos preços nos patamares atuais, com os vendedores retraídos e buscando melhores condições para avançar nas vendas e compradores abastecidos no curto prazo, apostando em maiores quedas para o grão brasileiro.     <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> No Brasil, as precipitações até 19/10 mantém a umidade do solo e favorecem floradas e desenvolvimento da safra até o momento. Os estoques ICE NY de café lavado atingiram 431.772 sacas em 18/10, resultado que alcançou 11 meses e 8 dias de baixa no arábica. Considerando que o Vietnã atingiu o menor estoque de passagem dos últimos 4 anos, é aguardada a redução das precipitações para o início da colheita da safra atual. A América Central e Colômbia também encontram-se em estágios iniciais de colheita, com expectativa de uma melhora na produção colombiana, depois dos efeitos negativos do La Niña que ocasionaram nebulosidade e precipitação sobre as safras passadas. As exportações de arábica têm elevação de 12% nos 3 primeiros meses da safra 23, atingindo 7,3 milhões de sacas. Já o conilon tem alta expressiva de 329% no mesmo período, atingindo 1,8 milhão de sacas, ante 0,4 milhão em 2022. Com o apoio do conilon, o total de café verde exportado na safra brasileira atinge 9,09 milhões de sacas, ante 6,9 milhões no ano anterior. A elevação nos preços na semana anterior aumentou a participação do produtor brasileiro nas vendas, porém ainda aguardam melhoras na entressafra.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O preço da carne bovina no mercado internacional segue desvalorizado, sobretudo em razão da China, nossa principal compradora, pagar menos pela tonelada do produto. Ainda assim, seguimos com a expectativa de um bom ritmo de exportação até o final do ano, motivado pelo volume de compras realizadas pelo gigante asiático, que se prepara para as festividades do Ano Novo Lunar.    A carne bovina no mercado doméstico ainda é pouco competitiva em comparação com outras proteínas, principalmente na concorrência com a carne de frango. Entretanto, a relação de troca entre estas proteínas está menor. A entrada parcial do 13º salário, festividades de fim de ano e a criação de empregos temporários trazem otimismo, pois estimula o consumo interno de carne, em especial a carne bovina, preferida entre os consumidores.<br />  A menor disponibilidade de animais prontos para o abate em outubro, em decorrência do baixo preço da arroba em agosto, fato que desmotivou o pecuarista em investir na atividade de confinamento no período de inverno, pode trazer viés positivo na cotação do boi gordo para este trimestre, uma vez que a tendência é de que a indústria pague mais pela arroba a fim de repor a escala de abate.<br />        Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57326822</guid><pubDate>Mon, 23 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57326822/20231023_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6730857" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que A colheita nos EUA avance. A NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) prevê temperatura abaixo do normal e ocorrência de chuvas pequenas, principalmente, nos estados localizados na região Centro-Norte do meio oeste americano. Nos fundamentos não há grandes notícias para influenciar a CBOT, relacionadas ao fechamento da safra nos EUA. Os principais players já estão monitorando o plantio e os efeitos do clima na América do Sul.  No macro cenário geopolítico, as preocupações quanto a uma escalada do conflito entre Israel x Hamas, no Oriente Médio, podem causar possíveis problemas com o abastecimento de petróleo no mundo, impactando indiretamente os indicadores de crescimento econômico globais. Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas mais volumosas para as regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Sul e parte do Centro-Norte do país, podendo aumentar o ritmo de plantio e favorecer o desenvolvimento das lavouras nessas regiões.  Nos fundamentos da cultura, não há grandes novidades dos dados de demanda e oferta, assim, segue a percepção de safra volumosa na América do Sul, que devem manter o mercado interno com viés de baixa para o curto e médio prazos.<br />  <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A previsão climática aponta para temperaturas acima da média para os próximos dias no cinturão de milho americano, podendo ser favorável para manutenção do bom ritmo de colheita no país. Com o aumento da oferta estadunidense, os futuros na CBOT podem se manter pressionados negativamente. Adicionalmente, as dificuldades logísticas com a seca do Rio Mississippi, limitando o carregamento das barcaças no país, contribuem para este cenário. Caso as tensões geopolíticas no Oriente Médio se atenuem, os preços no cenário externo podem perder o suporte advindo do conflito, sendo mais um fundamento baixista para o cereal na CBOT. O mercado volta a observar atentamente a evolução da semeadura da soja verão e se possíveis atrasos poderiam impactar na janela ideal de cultivo do milho 2ª safra. As cotações internas podem seguir um movimento de estabilidade e manutenção dos preços nos patamares atuais, com os vendedores retraídos e buscando melhores condições para avançar nas vendas e compradores abastecidos no curto prazo, apostando em maiores quedas para o grão brasileiro.     <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> No Brasil, as precipitações até 19/10 mantém a umidade do solo e favorecem floradas e desenvolvimento da safra até o momento. Os estoques ICE NY de café lavado atingiram 431.772 sacas em 18/10, resultado que alcançou 11 meses e 8 dias de baixa no arábica. Considerando que o Vietnã atingiu o menor estoque de passagem dos últimos 4 anos, é aguardada a redução das precipitações para o início da colheita da safra atual. A América Central e Colômbia também encontram-se em estágios iniciais de colheita, com expectativa de uma melhora na produção colombiana, depois dos efeitos negativos do La Niña que ocasionaram nebulosidade e precipitação sobre as safras passadas. As exportações de arábica têm elevação de 12% nos 3 primeiros meses da safra 23, atingindo 7,3 milhões de sacas. Já o conilon tem alta expressiva de 329% no mesmo período, atingindo 1,8 milhão de sacas, ante 0,4 milhão em 2022. Com o apoio do conilon, o total de café verde exportado na safra brasileira atinge 9,09 milhões de sacas, ante 6,9 milhões no ano anterior. A elevação nos preços na semana anterior aumentou a participação do produtor brasileiro nas vendas, porém ainda aguardam melhoras na entressafra.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: O preço da carne...]]></itunes:summary><itunes:duration>421</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/10/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-10-2023-cenario-do-milho--57319775</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 20 de outubro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os preços futuros na Bolsa de Chicago tiveram suporte nos últimos dias, refletindo os números do relatório de oferta e demanda desse mês divulgado no dia 12 pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA) e pelo conflito no Oriente Médio. O órgão estimou uma produtividade menor para as lavouras americanas em relação ao relatório anterior e, dessa forma, a produção final foi estimada em 382,65 milhões de toneladas.<br /><br /> Os estoques finais no país também foram reduzidos em quase 5% ante o relatório de setembro. Apesar desses cortes nas estimativas, caso as projeções se concretizem, seria a terceira maior safra americana da história, e os estoques finais encerrariam a Safra 2023/24 com resultado 55% maiores em relação à Safra 2022/23. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 18 de outubro cotado a U$4,92/bushel.<br /><br />  No Brasil, após as recentes valorizações nos preços no início de outubro, as cotações voltaram a recuar, refletindo principalmente a baixa do dólar. O mercado passa a acompanhar atentamente o avanço na semeadura da soja verão já que, caso ocorra atraso significativo na implantação desta cultura, poderia comprometer a janela ideal de plantio do milho 2ª safra, que seria responsável por cerca de 76% da produção nacional, de acordo com as perspectivas da Conab.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, 18 de outubro, precificado à R$58,48/sc.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 61,90 e R$ 63/sc, e<br />   - março/24, com strike entre R$ 63,15 e R$ 66,15/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57319775</guid><pubDate>Fri, 20 Oct 2023 13:08:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57319775/20231020_bbcast_agro_milho.mp3" length="3149783" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 20 de outubro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Os preços futuros na Bolsa de Chicago tiveram suporte nos últimos dias,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 20 de outubro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os preços futuros na Bolsa de Chicago tiveram suporte nos últimos dias, refletindo os números do relatório de oferta e demanda desse mês divulgado no dia 12 pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA) e pelo conflito no Oriente Médio. O órgão estimou uma produtividade menor para as lavouras americanas em relação ao relatório anterior e, dessa forma, a produção final foi estimada em 382,65 milhões de toneladas.<br /><br /> Os estoques finais no país também foram reduzidos em quase 5% ante o relatório de setembro. Apesar desses cortes nas estimativas, caso as projeções se concretizem, seria a terceira maior safra americana da história, e os estoques finais encerrariam a Safra 2023/24 com resultado 55% maiores em relação à Safra 2022/23. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 18 de outubro cotado a U$4,92/bushel.<br /><br />  No Brasil, após as recentes valorizações nos preços no início de outubro, as cotações voltaram a recuar, refletindo principalmente a baixa do dólar. O mercado passa a acompanhar atentamente o avanço na semeadura da soja verão já que, caso ocorra atraso significativo na implantação desta cultura, poderia comprometer a janela ideal de plantio do milho 2ª safra, que seria responsável por cerca de 76% da produção nacional, de acordo com as perspectivas da Conab.<br /><br />  O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, 18 de outubro, precificado à R$58,48/sc.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 61,90 e R$ 63/sc, e<br />   - março/24, com strike entre R$ 63,15 e R$ 66,15/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/10/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-10-2023-cenario-do-boi-gordo--57297166</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de outubro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex),<b> </b>foram exportadas 91,2 mil toneladas de carne bovina in natura em 9 dias úteis deste mês. No mesmo período do ano passado, o volume total exportado foi de 188,55 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.610, queda de 21,2% em relação a outubro de 2022.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. A indústria de São Paulo aguarda o resultado das vendas da carne bovina ao longo do final semana para retomar as negociações.<br /><br /> No dia 17, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 241,70</b>, com <b>queda</b> de <b>0,72% </b>no dia. No mercado futuro, as cotações também registraram estabilidade, com os contratos de novembro e dezembro deste ano em torno de R$ 240 a arroba na B3.<br /><br /> No último trimestre, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há certo otimismo quanto ao aumento no consumo de carne bovina no mercado interno. Soma-se a esse fato, a expectativa de aumento da exportação, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar.<br /><br /> <b> </b>O pagamento de salários no início do mês e o feriado prolongado podem estimular o consumo interno de carne bovina na próxima quinzena e manter o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado. É importante destacar que, embora a relação de troca entre a carne bovina e a carne de frango esteja menor, a carne de frango ainda é mais competitiva quando comparado a outras proteínas.<br /><b></b><br /><b></b> Ainda, o aumento de oferta de volume de animais confinados, com previsão de entrada no mercado ao longo deste mês, pode limitar um viés de alta mais expressivo na cotação da arroba. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />-          Novembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 234,90 e R$ 238,50/@, e<br />-          Janeiro/24 com strike entre R$ 229,00 e R$ 237,00/@ <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57297166</guid><pubDate>Thu, 19 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57297166/20231019_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3200774" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de outubro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de outubro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex),<b> </b>foram exportadas 91,2 mil toneladas de carne bovina in natura em 9 dias úteis deste mês. No mesmo período do ano passado, o volume total exportado foi de 188,55 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.610, queda de 21,2% em relação a outubro de 2022.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram estáveis no decorrer da semana. A indústria de São Paulo aguarda o resultado das vendas da carne bovina ao longo do final semana para retomar as negociações.<br /><br /> No dia 17, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 241,70</b>, com <b>queda</b> de <b>0,72% </b>no dia. No mercado futuro, as cotações também registraram estabilidade, com os contratos de novembro e dezembro deste ano em torno de R$ 240 a arroba na B3.<br /><br /> No último trimestre, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há certo otimismo quanto ao aumento no consumo de carne bovina no mercado interno. Soma-se a esse fato, a expectativa de aumento da exportação, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar.<br /><br /> <b> </b>O pagamento de salários no início do mês e o feriado prolongado podem estimular o consumo interno de carne bovina na próxima quinzena e manter o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado. É importante destacar que, embora a relação de troca entre a carne bovina e a carne de frango esteja menor, a carne de frango ainda é mais competitiva quando comparado a outras proteínas.<br /><b></b><br /><b></b> Ainda, o aumento de oferta de volume de animais confinados, com previsão de entrada no mercado ao longo deste mês, pode limitar um viés de alta mais expressivo na cotação da arroba. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />-          Novembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 234,90 e R$ 238,50/@, e<br />-          Janeiro/24 com strike entre R$ 229,00 e R$ 237,00/@ <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boi,boigordo,bovinocultura,bovinos,broto,comercializacao,corte,criacao,de,gado,gadodecorte,gordo,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4c5567837cac507be89340996684b57c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/10/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-10-2023-cenario-do-cafe-arabica--57277803</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 18 de outubro de 2023. Eu sou Marcus Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé-MG, e hoje vamos falar sobre o cenário atual do mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />O mercado está sendo impactado pela disponibilidade de uma safra superior em 2023, em comparação com 2022, além da boa qualidade dos grãos. Isso tem levado os preços a atingirem os valores mais baixos do ano durante o mês de outubro, com o indicador Cepea arábica registrando média de R$ 803,07/saca, menor valor desde abril de 2021.<br /><br />Os produtores estão mantendo ritmo lento de vendas, atendendo apenas a compromissos imediatos e aquisições para a próxima safra. A expectativa é de que a oferta menor dos últimos dois anos ainda possa impulsionar os preços durante a entressafra.<br /><br />Em relação ao clima, depois de um início de safra com temperaturas elevadas, as boas chuvas em outubro e a diminuição na temperatura favoreceram o desenvolvimento da safra Brasil 24/25. Isso induziu novos florescimentos que, em muitas propriedades, devem constituir a principal florada da safra, aliviando preocupações e favorecendo perspectivas de uma boa temporada.<br /><br />A projeção de uma possível normalização da oferta a partir da próxima safra tem levado a preços internos mais baixos em dois anos, resultando em um estreitamento na margem projetada de lucro, mesmo com a retração ou normalização nos preços dos insumos em comparação com o ano anterior.<br /><br />Além disso, recentes eventos geopolíticos podem acrescentar volatilidade nos preços de alguns insumos o que, consequentemente, influenciam os custos de produção. Nesse cenário de expectativa de safra maior, preços pressionados para baixo e consumo ainda em recuperação, a produtividade e qualidade do produto são diferenciais importantes para garantir uma rentabilidade maior ao produtor de café.<br /><br /> Tratos culturais adequados e oportunos podem garantir o aproveitamento máximo do potencial da lavoura, assegurando um bom custo-benefício, levando em consideração o estado atual do parque cafeeiro. É com esse propósito que o Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro.<br /><br />O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em novembro/23, com strike/preço garantido entre U$1,47 e U$ 1,50/pound e vencimento em fevereiro/24, com strike entre U$ 1,41 e U$ 1,48/pound.  <br /><br />Você pode ver outros vencimentos e strikes disponíveis, bem como fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57277803</guid><pubDate>Wed, 18 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57277803/20231018_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3908379" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 18 de outubro de 2023. Eu sou Marcus Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé-MG, e hoje vamos falar sobre o cenário atual do mercado de CAFÉ ARABICA.

O mercado está sendo impactado pela...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 18 de outubro de 2023. Eu sou Marcus Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé-MG, e hoje vamos falar sobre o cenário atual do mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />O mercado está sendo impactado pela disponibilidade de uma safra superior em 2023, em comparação com 2022, além da boa qualidade dos grãos. Isso tem levado os preços a atingirem os valores mais baixos do ano durante o mês de outubro, com o indicador Cepea arábica registrando média de R$ 803,07/saca, menor valor desde abril de 2021.<br /><br />Os produtores estão mantendo ritmo lento de vendas, atendendo apenas a compromissos imediatos e aquisições para a próxima safra. A expectativa é de que a oferta menor dos últimos dois anos ainda possa impulsionar os preços durante a entressafra.<br /><br />Em relação ao clima, depois de um início de safra com temperaturas elevadas, as boas chuvas em outubro e a diminuição na temperatura favoreceram o desenvolvimento da safra Brasil 24/25. Isso induziu novos florescimentos que, em muitas propriedades, devem constituir a principal florada da safra, aliviando preocupações e favorecendo perspectivas de uma boa temporada.<br /><br />A projeção de uma possível normalização da oferta a partir da próxima safra tem levado a preços internos mais baixos em dois anos, resultando em um estreitamento na margem projetada de lucro, mesmo com a retração ou normalização nos preços dos insumos em comparação com o ano anterior.<br /><br />Além disso, recentes eventos geopolíticos podem acrescentar volatilidade nos preços de alguns insumos o que, consequentemente, influenciam os custos de produção. Nesse cenário de expectativa de safra maior, preços pressionados para baixo e consumo ainda em recuperação, a produtividade e qualidade do produto são diferenciais importantes para garantir uma rentabilidade maior ao produtor de café.<br /><br /> Tratos culturais adequados e oportunos podem garantir o aproveitamento máximo do potencial da lavoura, assegurando um bom custo-benefício, levando em consideração o estado atual do parque cafeeiro. É com esse propósito que o Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro.<br /><br />O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade. Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em novembro/23, com strike/preço garantido entre U$1,47 e U$ 1,50/pound e vencimento em fevereiro/24, com strike entre U$ 1,41 e U$ 1,48/pound.  <br /><br />Você pode ver outros vencimentos e strikes disponíveis, bem como fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/10/2023 - Greening</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-10-2023-greening--57261684</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 17 de outubro de 2023, meu nome é Ricardo Imbelloni, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia – MG, e hoje falaremos sobre uma doença que vem afetando muito a citricultura brasileira, o greening.<br /><br />  O greening ou HLB é uma doença bacteriana altamente destrutiva, capaz de causar prejuízos econômicos e dar fim a um pomar de citrus. A transmissão ocorre pelo psilídeo, um pequeno inseto que se alimenta da seiva das árvores doentes e, quando infectado, pode disseminar a bactéria para plantas sadias. Por isso, o controle desse vetor é fundamental para evitar que a doença se espalhe.<br /><br />  No Brasil, a doença foi detectada pela primeira vez em 2004 em São Paulo e, desde então, o greening se espalhou para todos os estados produtores de citros. De acordo com o Fundecitrus, em 2023, a incidência da doença teve um crescimento de quase 56% em relação ao ano anterior. As regiões do Triângulo Mineiro e Votuporanga, onde o clima é menos favorável à bactéria e ao vetor, também foram registrados aumentos, porém, permanecem as menores incidências do relatório. Já as regiões de Limeira, Brotas, Porto Ferreira, Duartina e Avaré são as que apresentam maior nível de severidade do greening, com mais de 50% das laranjeiras infectadas.   <br />  Para quem acha que esse é um problema brasileiro, lembremos do que ocorreu nos Estados Unidos. A Flórida, que já foi um dos maiores produtores de laranja do mundo, viu sua produção cair de aproximadamente 146 milhões de caixas na Safra 2011/12 para uma estimativa de produção atual de pouco mais de 15 milhões de caixas.<br /><br />  Uma das principais causas do aumento da doença é a manutenção de laranjeiras doentes nos pomares comerciais, ocasionada pela dificuldade de detecção da doença nos estágios iniciais, principalmente nas laranjeiras em produção.<br /><br />  O Fundecitrus alerta para a necessidade de endurecimento das ações de controle do greening, como a eliminação das plantas doentes, o monitoramento e o controle do psilídeo, o uso racional de inseticidas e a adoção de medidas coletivas entre os produtores.<br /><br />  Para apoiar os citricultores brasileiros o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para o custeio dos pomares e investimento na melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável, até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57261684</guid><pubDate>Tue, 17 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57261684/20231017_bbcast_agro_greening.mp3" length="2937460" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 17 de outubro de 2023, meu nome é Ricardo Imbelloni, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia – MG, e hoje falaremos sobre uma doença que vem afetando muito a citricultura brasileira, o greening.

  O...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 17 de outubro de 2023, meu nome é Ricardo Imbelloni, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia – MG, e hoje falaremos sobre uma doença que vem afetando muito a citricultura brasileira, o greening.<br /><br />  O greening ou HLB é uma doença bacteriana altamente destrutiva, capaz de causar prejuízos econômicos e dar fim a um pomar de citrus. A transmissão ocorre pelo psilídeo, um pequeno inseto que se alimenta da seiva das árvores doentes e, quando infectado, pode disseminar a bactéria para plantas sadias. Por isso, o controle desse vetor é fundamental para evitar que a doença se espalhe.<br /><br />  No Brasil, a doença foi detectada pela primeira vez em 2004 em São Paulo e, desde então, o greening se espalhou para todos os estados produtores de citros. De acordo com o Fundecitrus, em 2023, a incidência da doença teve um crescimento de quase 56% em relação ao ano anterior. As regiões do Triângulo Mineiro e Votuporanga, onde o clima é menos favorável à bactéria e ao vetor, também foram registrados aumentos, porém, permanecem as menores incidências do relatório. Já as regiões de Limeira, Brotas, Porto Ferreira, Duartina e Avaré são as que apresentam maior nível de severidade do greening, com mais de 50% das laranjeiras infectadas.   <br />  Para quem acha que esse é um problema brasileiro, lembremos do que ocorreu nos Estados Unidos. A Flórida, que já foi um dos maiores produtores de laranja do mundo, viu sua produção cair de aproximadamente 146 milhões de caixas na Safra 2011/12 para uma estimativa de produção atual de pouco mais de 15 milhões de caixas.<br /><br />  Uma das principais causas do aumento da doença é a manutenção de laranjeiras doentes nos pomares comerciais, ocasionada pela dificuldade de detecção da doença nos estágios iniciais, principalmente nas laranjeiras em produção.<br /><br />  O Fundecitrus alerta para a necessidade de endurecimento das ações de controle do greening, como a eliminação das plantas doentes, o monitoramento e o controle do psilídeo, o uso racional de inseticidas e a adoção de medidas coletivas entre os produtores.<br /><br />  Para apoiar os citricultores brasileiros o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para o custeio dos pomares e investimento na melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável, até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4efb1f9da198dde7f083b14a6b26c134.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/10/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-10-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57254962</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 16 de outubro, meu nome é FABIOLA LIRA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. A colheita nos EUA deve manter seu bom ritmo, podendo ultrapassar mais da metade da área cultivada. A previsão é de baixa precipitação, que não deverá causar grandes transtornos.<br /> Do lado financeiro e geopolítico, a escalada do conflito no Oriente Médio pode causar possíveis problemas com o abastecimento de petróleo no mundo, impactando na inflação global e acirrando a política de austeridade econômica, diminuição do crescimento do PIB e aumento do sentimento de aversão ao risco.<br /> Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas mais volumosas para as regiões do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, podendo aumentar o ritmo de plantio nessas regiões.<br /> A Conab divulgou seu 1º Levantamento para a Safra 2023/24, estimando a produção em 162 mi t, 4,8% superior ao obtido na safra passada e com 2,5% de crescimento em relação a área. A pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA, a demanda escalonada da China e a percepção de safra volumosa na América do Sul devem manter o mercado interno com viés de baixa para o curto e médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b> As previsões climáticas indicam condições favoráveis para a colheita norte-americana, que pode chegar próximo a metade da área a ser colhida, mantendo os contratos futuros na CBOT pressionados com o aumento da oferta neste período.<br /> As tensões geopolíticas voltam ao radar e a volatilidade pode se fazer presente para os contratos futuros no mercado externo, que avalia os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. A manutenção do conflito pode influenciar diversas commodities, principalmente o petróleo e consequentemente aumento da inflação global e crescimento mundial mais lento, influenciando na demanda do cereal.<br /> A Conab divulgou seu 1º Levantamento para a Safra 2023/24, estimando a produção em 119,4 mi t, 9,5% abaixo quando comparado com a safra anterior e 4,8% abaixo em relação a área.<br /> Caso o dólar continue o movimento de queda e com a recente valorização do grão no mercado físico, que pode estimular maiores vendas pelo produtor, o preço interno pode ser pressionado no período, podendo se manter nos patamares atuais com viés de baixa.     <b> <br />Para o café, </b> Condições favoráveis ao desenvolvimento da Safra 2024 devem permanecer na semana com projeção de precipitação em áreas cafeeiras, elevando a umidade e mantendo níveis de temperatura normais para o mês de outubro; Estoques ICE NY de café lavado continuam andando de lado sem recuperação expressiva a 442.000 sacas, enquanto no canephora, o Vietnam tem início da nova safra, ainda incipiente e no aguardo de redução de precipitações para avançar na colheita;<br /> Diretor do Cecafé relata entraves logísticos que ocasionaram delay nos processos de exportação no mês de setembro e a necessidade de acompanhamento com vistas a análise se o evento foi pontual; Exportações de arábica têm elevação de 12% nos 3 primeiros meses da Safra 2023, atingindo 7,3 milhões de sacas. Conilon tem elevação de expressivos 329% no mesmo período atingindo 1,8 milhões de sacas, ante 0,4 milhões de sacas em 2022. Com o apoio do conilon, o total de café verde exportado atingiu 9,09 milhões de sacas, ante 6,9 milhões em 2022.<br /> O mercado ainda tem compradores pouco ativos, apostando no clima favorável para o desenvolvimento da safra brasileira 2024 e produtores retraídos na comercialização, consequência dos níveis atuais de preços e apostando em melhora na entressafra.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: No último trimestre, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há um certo otimismo em relação ao aumento no consumo de carne bovina no mercado interno.<br /> Soma-se a esse fato, a expectativa de aumento das exportações, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar.<br /> O pagamento de salários no início do mês e o feriado prolongado devem estimular o consumo interno de carne bovina e manter o bom ritmo de reposição entre o varejo e o atacado. É importante destacar que, embora a relação de troca entre a carne bovina e a carne de frango esteja menor, a carne de frango ainda é mais competitiva quando comparada às outras proteínas.   Na semana seguinte, após o feriado, a tendência é que tenhamos um ritmo de negociações mais intenso entre a ponta compradora e vendedora. O menor fluxo de abate deve estimular a indústria a recompor sua escala, fato que pode sustentar o preço da arroba do boi gordo no mercado físico.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57254962</guid><pubDate>Mon, 16 Oct 2023 14:23:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57254962/20231016_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6711213" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 16 de outubro, meu nome é FABIOLA LIRA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 16 de outubro, meu nome é FABIOLA LIRA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. A colheita nos EUA deve manter seu bom ritmo, podendo ultrapassar mais da metade da área cultivada. A previsão é de baixa precipitação, que não deverá causar grandes transtornos.<br /> Do lado financeiro e geopolítico, a escalada do conflito no Oriente Médio pode causar possíveis problemas com o abastecimento de petróleo no mundo, impactando na inflação global e acirrando a política de austeridade econômica, diminuição do crescimento do PIB e aumento do sentimento de aversão ao risco.<br /> Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê chuvas mais volumosas para as regiões do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, podendo aumentar o ritmo de plantio nessas regiões.<br /> A Conab divulgou seu 1º Levantamento para a Safra 2023/24, estimando a produção em 162 mi t, 4,8% superior ao obtido na safra passada e com 2,5% de crescimento em relação a área. A pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA, a demanda escalonada da China e a percepção de safra volumosa na América do Sul devem manter o mercado interno com viés de baixa para o curto e médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b> As previsões climáticas indicam condições favoráveis para a colheita norte-americana, que pode chegar próximo a metade da área a ser colhida, mantendo os contratos futuros na CBOT pressionados com o aumento da oferta neste período.<br /> As tensões geopolíticas voltam ao radar e a volatilidade pode se fazer presente para os contratos futuros no mercado externo, que avalia os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. A manutenção do conflito pode influenciar diversas commodities, principalmente o petróleo e consequentemente aumento da inflação global e crescimento mundial mais lento, influenciando na demanda do cereal.<br /> A Conab divulgou seu 1º Levantamento para a Safra 2023/24, estimando a produção em 119,4 mi t, 9,5% abaixo quando comparado com a safra anterior e 4,8% abaixo em relação a área.<br /> Caso o dólar continue o movimento de queda e com a recente valorização do grão no mercado físico, que pode estimular maiores vendas pelo produtor, o preço interno pode ser pressionado no período, podendo se manter nos patamares atuais com viés de baixa.     <b> <br />Para o café, </b> Condições favoráveis ao desenvolvimento da Safra 2024 devem permanecer na semana com projeção de precipitação em áreas cafeeiras, elevando a umidade e mantendo níveis de temperatura normais para o mês de outubro; Estoques ICE NY de café lavado continuam andando de lado sem recuperação expressiva a 442.000 sacas, enquanto no canephora, o Vietnam tem início da nova safra, ainda incipiente e no aguardo de redução de precipitações para avançar na colheita;<br /> Diretor do Cecafé relata entraves logísticos que ocasionaram delay nos processos de exportação no mês de setembro e a necessidade de acompanhamento com vistas a análise se o evento foi pontual; Exportações de arábica têm elevação de 12% nos 3 primeiros meses da Safra 2023, atingindo 7,3 milhões de sacas. Conilon tem elevação de expressivos 329% no mesmo período atingindo 1,8 milhões de sacas, ante 0,4 milhões de sacas em 2022. Com o apoio do conilon, o total de café verde exportado atingiu 9,09 milhões de sacas, ante 6,9 milhões em 2022.<br /> O mercado ainda tem compradores pouco ativos, apostando no clima favorável para o desenvolvimento da safra brasileira 2024 e produtores retraídos na comercialização, consequência dos níveis atuais de preços e apostando em melhora na entressafra.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: No último trimestre, com a entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, há um...]]></itunes:summary><itunes:duration>420</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boi,boigordo,bovinocultura,broto,café,cafeicultura,cenários,mercado,milho,milhocultura,soja,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/10/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-10-2023-cenario-da-soja--57200921</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de outubro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 10/10 cotado a US$ 12,71/bushel, redução de 2,23% no mês de outubro. A retração das cotações reflete o avanço da colheita dos EUA, além da perspectiva de grande safra na América do Sul. Outro fator que vem influenciando na baixa do preço está relacionado com o risco financeiro em função das medidas de controle de inflação nas principais economias do mundo. O mercado seguirá atento aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que ainda não causa impacto direto na precificação no mercado externo.<br /><br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou em seu relatório semanal os dados de colheita da safra norte-americana, que chegou a 12% da área e com ritmo dentro do esperado. Para as condições das lavouras, foram consideradas entre boas a excelentes 50%, redução de dois pontos percentuais em relação a semana anterior. O USDA apresentou no dia 12/10 o seu relatório mensal de oferta e demanda, sem grande influência para os futuros na Bolsa de Chicago.<br /><br /> Conforme os dados de perspectiva de área e produção divulgados pela CONAB, estima-se um aumento de área de 2,5% para a safra brasileira 2023/24 em relação à safra anterior, alcançando 45,18 milhões de hectares. A produção poderá atingir 162 milhões de toneladas, alta de 4,8%. No relatório semanal, o órgão registrou um percentual de 10,1% da área projetada já semeada.<br /><br />O indicador CEPEA encerrou o dia 10/10 cotado a de R$ 141,47 por saca, apresentando queda de 1,71% em relação ao início do mês. Destacamos a alta do dólar e a manutenção dos prêmios positivos nos principais portos brasileiros.<br /><br />No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias, apresentando pequenos volumes de chuvas para os Estados do MATOPIBA, parte de Goias e Mato Grosso e volumes mais expressivos para Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Sul do Brasil, com possibilidade de até 50 mm de precipitações em média.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />   - fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,30 e U$ 12,70/bushel e<br />   - abril/24 com strike entre U$ 12,30 e U$ 12,79/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57200921</guid><pubDate>Fri, 13 Oct 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57200921/20231013_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3462416" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 13 de outubro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de outubro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 10/10 cotado a US$ 12,71/bushel, redução de 2,23% no mês de outubro. A retração das cotações reflete o avanço da colheita dos EUA, além da perspectiva de grande safra na América do Sul. Outro fator que vem influenciando na baixa do preço está relacionado com o risco financeiro em função das medidas de controle de inflação nas principais economias do mundo. O mercado seguirá atento aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que ainda não causa impacto direto na precificação no mercado externo.<br /><br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgou em seu relatório semanal os dados de colheita da safra norte-americana, que chegou a 12% da área e com ritmo dentro do esperado. Para as condições das lavouras, foram consideradas entre boas a excelentes 50%, redução de dois pontos percentuais em relação a semana anterior. O USDA apresentou no dia 12/10 o seu relatório mensal de oferta e demanda, sem grande influência para os futuros na Bolsa de Chicago.<br /><br /> Conforme os dados de perspectiva de área e produção divulgados pela CONAB, estima-se um aumento de área de 2,5% para a safra brasileira 2023/24 em relação à safra anterior, alcançando 45,18 milhões de hectares. A produção poderá atingir 162 milhões de toneladas, alta de 4,8%. No relatório semanal, o órgão registrou um percentual de 10,1% da área projetada já semeada.<br /><br />O indicador CEPEA encerrou o dia 10/10 cotado a de R$ 141,47 por saca, apresentando queda de 1,71% em relação ao início do mês. Destacamos a alta do dólar e a manutenção dos prêmios positivos nos principais portos brasileiros.<br /><br />No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias, apresentando pequenos volumes de chuvas para os Estados do MATOPIBA, parte de Goias e Mato Grosso e volumes mais expressivos para Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Sul do Brasil, com possibilidade de até 50 mm de precipitações em média.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />   - fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,30 e U$ 12,70/bushel e<br />   - abril/24 com strike entre U$ 12,30 e U$ 12,79/ bushel  <br /><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/10/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-10-2023-cenario-do-trigo--57196396</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de outubro de 2023, meu nome é Carla Auler, Assessora de Agronegócios em Ibirubá - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    A colheita avança pelo país, segundo a CONAB, até o momento foram colhidos 41% da área total cultivada na safra 23/24, de 3 milhões e 450 mil hectares. Nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia a colheita já ultrapassou 80%, com bons parâmetros.<br /><br />   O estado do Paraná, segundo o Deral, colheu 69% da área semeada. Devido ao excesso de chuvas e o surgimento de doenças houve uma perda de qualidade do grão. A expectativa de produção foi revista para 4,1 milhões de toneladas, redução de 400 mil toneladas frente a expectativa inicial, mesmo assim representa incremento de 18% em relação à safra passada.<br /><br />  No Rio Grande do Sul, segundo dados da Emater, foram colhidos 3% da área. As lavouras encontram-se predominantemente no estágio final de produção, com 81% entre enchimento de grãos e maturação. As chuvas intensas, temperaturas atípicas, falta de luminosidade e a dificuldade para o manejo fitossanitário, principalmente fungicidas, colaboraram para o surgimento e a proliferação de doenças. Alguns levantamentos apontam potencial de perdas nas áreas mais afetadas.<br /><br />    No cenário internacional, destaque para a Argentina, que em 2022 representou 78% das importações brasileiras. Segundo dados da bolsa de cereais de Buenos Aires, a previsão para a safra 2023 é de 16,5 milhões de toneladas, aumento de 26% em relação à safra passada, o que pode ser prejudicado, devido as condições ruins de algumas lavouras com a escassez de chuvas.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 1,84%nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.007,25/ton. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 58%. O avanço da colheita no Brasil e a expectativa de uma boa safra Argentina são fatores baixistas. Além disso, a perda na qualidade do grão, pode levar os preços a patamares ainda menores.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil orienta aos produtores que tiveram suas culturas afetadas com os eventos climáticos que acionem os mitigadores de risco como Proagro e seguro agrícola. Para mais informações consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57196396</guid><pubDate>Wed, 11 Oct 2023 15:01:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57196396/20231011_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3202028" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de outubro de 2023, meu nome é Carla Auler, Assessora de Agronegócios em Ibirubá - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

    A colheita avança pelo país, segundo a CONAB, até o momento foram colhidos 41% da área total cultivada na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de outubro de 2023, meu nome é Carla Auler, Assessora de Agronegócios em Ibirubá - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    A colheita avança pelo país, segundo a CONAB, até o momento foram colhidos 41% da área total cultivada na safra 23/24, de 3 milhões e 450 mil hectares. Nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia a colheita já ultrapassou 80%, com bons parâmetros.<br /><br />   O estado do Paraná, segundo o Deral, colheu 69% da área semeada. Devido ao excesso de chuvas e o surgimento de doenças houve uma perda de qualidade do grão. A expectativa de produção foi revista para 4,1 milhões de toneladas, redução de 400 mil toneladas frente a expectativa inicial, mesmo assim representa incremento de 18% em relação à safra passada.<br /><br />  No Rio Grande do Sul, segundo dados da Emater, foram colhidos 3% da área. As lavouras encontram-se predominantemente no estágio final de produção, com 81% entre enchimento de grãos e maturação. As chuvas intensas, temperaturas atípicas, falta de luminosidade e a dificuldade para o manejo fitossanitário, principalmente fungicidas, colaboraram para o surgimento e a proliferação de doenças. Alguns levantamentos apontam potencial de perdas nas áreas mais afetadas.<br /><br />    No cenário internacional, destaque para a Argentina, que em 2022 representou 78% das importações brasileiras. Segundo dados da bolsa de cereais de Buenos Aires, a previsão para a safra 2023 é de 16,5 milhões de toneladas, aumento de 26% em relação à safra passada, o que pode ser prejudicado, devido as condições ruins de algumas lavouras com a escassez de chuvas.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 1,84%nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.007,25/ton. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 58%. O avanço da colheita no Brasil e a expectativa de uma boa safra Argentina são fatores baixistas. Além disso, a perda na qualidade do grão, pode levar os preços a patamares ainda menores.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil orienta aos produtores que tiveram suas culturas afetadas com os eventos climáticos que acionem os mitigadores de risco como Proagro e seguro agrícola. Para mais informações consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/10/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-10-2023-cenario-da-cana-de-acucar--57172139</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de outubro de 2023, eu sou André Longhi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />​ As chuvas recentes que estão ocorrendo pela influência do El Niño, vem afetando a fluidez nas colheitas, mesmo assim até a primeira quinzena de setembro, a moagem de cana-de-açúcar registrou crescimento de 5,35%; no acumulado foram processadas 448 milhões de toneladas de cana no Centro Sul, avanço de mais de 10% sobre o mesmo período da safra anterior.<br /><br />Ainda continuam previsões para os próximos meses mais chuvosos no Centro Sul até o final da safra, observa-se um menor aproveitamento de tempo das unidades produtoras em virtude da incidência de chuvas na região, porém como fator positivo, temos uma melhora na produtividade dos canaviais; com rendimento médio de 92,8 toneladas/ha, aumento de mais de 23% em relação à safra passada, que foi de 75,7toneladas/ha, segundo dados Centro de tecnologia canavieira, divulgado pela UNICA. Em relação a qualidade, a matéria prima tem se mantido igual à da safra passada.<br /><br /> Conforme relatório do USDA, a produção de açúcar na Tailândia deverá totalizar 9,4 milhões de toneladas na temporada 2023/24, o volume representa queda de 16% comparando com a projeção de abril; os importadores de açúcar estão cautelosos devido à alta dos preços mundiais, que chegaram a 27 centavos de dólar por libra-peso, cerca de 43% acima dos preços médios do açúcar em 2022.<br /><br />  Desde o início da safra, a fabricação do açúcar totaliza 29,26 milhões de toneladas, contra 24,65 milhões de toneladas do ciclo anterior, um aumento de 18,68%.<br /><br />  Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57172139</guid><pubDate>Tue, 10 Oct 2023 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57172139/20231010_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3194923" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de outubro de 2023, eu sou André Longhi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

​ As chuvas recentes que estão ocorrendo pela influência do El Niño,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de outubro de 2023, eu sou André Longhi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />​ As chuvas recentes que estão ocorrendo pela influência do El Niño, vem afetando a fluidez nas colheitas, mesmo assim até a primeira quinzena de setembro, a moagem de cana-de-açúcar registrou crescimento de 5,35%; no acumulado foram processadas 448 milhões de toneladas de cana no Centro Sul, avanço de mais de 10% sobre o mesmo período da safra anterior.<br /><br />Ainda continuam previsões para os próximos meses mais chuvosos no Centro Sul até o final da safra, observa-se um menor aproveitamento de tempo das unidades produtoras em virtude da incidência de chuvas na região, porém como fator positivo, temos uma melhora na produtividade dos canaviais; com rendimento médio de 92,8 toneladas/ha, aumento de mais de 23% em relação à safra passada, que foi de 75,7toneladas/ha, segundo dados Centro de tecnologia canavieira, divulgado pela UNICA. Em relação a qualidade, a matéria prima tem se mantido igual à da safra passada.<br /><br /> Conforme relatório do USDA, a produção de açúcar na Tailândia deverá totalizar 9,4 milhões de toneladas na temporada 2023/24, o volume representa queda de 16% comparando com a projeção de abril; os importadores de açúcar estão cautelosos devido à alta dos preços mundiais, que chegaram a 27 centavos de dólar por libra-peso, cerca de 43% acima dos preços médios do açúcar em 2022.<br /><br />  Desde o início da safra, a fabricação do açúcar totaliza 29,26 milhões de toneladas, contra 24,65 milhões de toneladas do ciclo anterior, um aumento de 18,68%.<br /><br />  Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/10/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-10-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--57127422</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O USDA divulgue em (12/10), o seu relatório de oferta e demanda mensal. O mercado poderá ser surpreendido com uma nova diminuição da produção da safra dos EUA, o que poderá favorecer uma possível recuperação técnica dos preços futuros da soja no curto prazo na CBOT. Soma-se a essa perspectiva, o retorno da China ao mercado, após seu feriado Golden Week. O ritmo de colheita nos EUA não deverá ter alteração, chuvas irregulares com volumes pequenos podem ocorrer, embora, sem causar grandes transtornos.  Para o Brasil, o INMET, prevê chuvas com pequenos volumes e temperaturas acima do normal para as regiões do Centro-Oeste e Centro-Norte do país, podendo diminuir o ritmo de plantio nos estados produtores localizados nessas regiões. Do lado financeiro, as preocupações com a política de combate à inflação nos EUA e a aversão ao risco de recessão, seguem direcionando os grandes fundos investidores para os mercados mais seguros. A pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA, a demanda escalonada da China e a percepção de safra volumosa na América do Sul devem manter o mercado interno com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A colheita chegou a 23% da área cultivada nos Estados Unidos, de acordo com o último levantamento divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA). O ritmo supera em quatro pontos percentuais o observado na safra anterior e dois pontos percentuais a média dos últimos cinco anos. As previsões climáticas para os próximos dias, com temperaturas elevadas e baixos volumes de chuvas, devem continuar contribuindo para o avanço da colheita americana. Há rumores sobre a retomada das exportações de grãos pela Ucrânia, através de portos no Mar Negro, inclusive com vendas para o mercado chinês. Caso o país tenha sucesso nessa tentativa, os preços no mercado externo podem sofrer pressão negativa, com mais um concorrente na exportação frente ao grão estadunidense. A Conab indicou plantio do milho 1ª safra no Brasil em 22,6%, com a região sul chegando à 60% da área esperada. Os estados de Minas Gerais e São Paulo aguardam maiores volumes de chuvas para que a semeadura da Safra 2023/24 ganhe ritmo. Com o produtor ainda retraído nas vendas da Safra 2022/23 no mercado disponível, os preços podem seguir em estabilidade.<br /> <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> Os estoques de café lavado da ICE NY atingem 444.871 sacas e o Brasil detém 30,21% destes, demonstrando a boa aceitação do produto lavado brasileiro, embora ainda não reflitam em melhoria na sua precificação. Dados preliminares do Cecafé apontam embarques de 3.242.484 sacas para exportação em setembro, valores estes inferiores aos obtidos em agosto/23. Mesmo assim, com a manutenção da competividade do conilon brasileiro, as vendas internacionais ainda devem permanecer superiores aos de anos anteriores. Previsões climáticas para os primeiros dias de outubro indicam possibilidades de precipitação na região produtora de café no Brasil e devem favorecer o desenvolvimento da safra 24/25. O novo patamar atingido pelo dólar deve continuar estimulando exportações brasileiras na safra e limitando as pressões negativas de preço nas bolsas externas oriundas da melhoria do cenário climático para a Safra 2024/25 brasileira. O mercado de vendas segue ainda com movimentação limitada as necessidades prementes dos produtores para liquidação de compromissos e atendimento das necessidades da nova safra. Produtores ainda reservam parte da produção para vendas na entressafra, mesmo com a perspectivas de preços sob pressão negativa no curto e médio prazos.<br />  Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: A valorização do dólar frente ao real no decorrer da semana anterior, segue como fator positivo para a Indústria exportadora e contribui para continuidade de viés altista no mercado do boi gordo para as próximas semanas. A entrada de salários na economia no início do mês e reflexo positivo no consumo no período, motiva a reposição ao longo da cadeia produtiva e, também sugere por alta de preços na cotação da arroba no curto prazo. O aumento de oferta de volume de animais confinados, previstos para entrar no mercado ao longo deste mês, pode limitar um viés de alta mais expressivo na cotação da arroba. Sugere-se que os produtores se atentem à janela de oportunidade no mercado futuro, utilizando-se de ferramentas de trava de preços para mitigar o risco da atividade, com o objetivo de garantir sua margem de lucro.<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57127422</guid><pubDate>Mon, 09 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57127422/20231009_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6359710" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de outubro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b> </b> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O USDA divulgue em (12/10), o seu relatório de oferta e demanda mensal. O mercado poderá ser surpreendido com uma nova diminuição da produção da safra dos EUA, o que poderá favorecer uma possível recuperação técnica dos preços futuros da soja no curto prazo na CBOT. Soma-se a essa perspectiva, o retorno da China ao mercado, após seu feriado Golden Week. O ritmo de colheita nos EUA não deverá ter alteração, chuvas irregulares com volumes pequenos podem ocorrer, embora, sem causar grandes transtornos.  Para o Brasil, o INMET, prevê chuvas com pequenos volumes e temperaturas acima do normal para as regiões do Centro-Oeste e Centro-Norte do país, podendo diminuir o ritmo de plantio nos estados produtores localizados nessas regiões. Do lado financeiro, as preocupações com a política de combate à inflação nos EUA e a aversão ao risco de recessão, seguem direcionando os grandes fundos investidores para os mercados mais seguros. A pressão sazonal do avanço da colheita nos EUA, a demanda escalonada da China e a percepção de safra volumosa na América do Sul devem manter o mercado interno com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>No tocante ao milho, </b> A colheita chegou a 23% da área cultivada nos Estados Unidos, de acordo com o último levantamento divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA). O ritmo supera em quatro pontos percentuais o observado na safra anterior e dois pontos percentuais a média dos últimos cinco anos. As previsões climáticas para os próximos dias, com temperaturas elevadas e baixos volumes de chuvas, devem continuar contribuindo para o avanço da colheita americana. Há rumores sobre a retomada das exportações de grãos pela Ucrânia, através de portos no Mar Negro, inclusive com vendas para o mercado chinês. Caso o país tenha sucesso nessa tentativa, os preços no mercado externo podem sofrer pressão negativa, com mais um concorrente na exportação frente ao grão estadunidense. A Conab indicou plantio do milho 1ª safra no Brasil em 22,6%, com a região sul chegando à 60% da área esperada. Os estados de Minas Gerais e São Paulo aguardam maiores volumes de chuvas para que a semeadura da Safra 2023/24 ganhe ritmo. Com o produtor ainda retraído nas vendas da Safra 2022/23 no mercado disponível, os preços podem seguir em estabilidade.<br /> <b> </b> <b>Para o café, destaca-se que, </b> Os estoques de café lavado da ICE NY atingem 444.871 sacas e o Brasil detém 30,21% destes, demonstrando a boa aceitação do produto lavado brasileiro, embora ainda não reflitam em melhoria na sua precificação. Dados preliminares do Cecafé apontam embarques de 3.242.484 sacas para exportação em setembro, valores estes inferiores aos obtidos em agosto/23. Mesmo assim, com a manutenção da competividade do conilon brasileiro, as vendas internacionais ainda devem permanecer superiores aos de anos anteriores. Previsões climáticas para os primeiros dias de outubro indicam possibilidades de precipitação na região produtora de café no Brasil e devem favorecer o desenvolvimento da safra 24/25. O novo patamar atingido pelo dólar deve continuar estimulando exportações brasileiras na safra e limitando as pressões negativas de preço nas bolsas externas oriundas da melhoria do cenário climático para a Safra 2024/25 brasileira. O mercado de vendas segue ainda com movimentação limitada as necessidades prementes dos produtores para liquidação de compromissos e atendimento das necessidades da nova safra. Produtores ainda reservam parte da produção para vendas na entressafra, mesmo com a perspectivas de preços sob pressão negativa no curto e...]]></itunes:summary><itunes:duration>398</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/10/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-10-2023-cenario-do-milho--57096793</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 06 de outubro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os produtores estão realizando o plantio da nova safra brasileira 2023/24. De acordo com a Conab, o milho 1ª Safra atingiu 22,6% da área a ser cultivada. Os estados localizados no sul do país estão mais adiantados na semeadura, com cerca de 60% da área já plantada, enquanto os demais estados produtores estão no início. Na primeira perspectiva do órgão, a área estimada para este ciclo poderá ser reduzida em 5,4% em relação à safra anterior, motivado pela concorrência com outras culturas, como a soja.<br /><br />  A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para outubro é de retorno gradual das chuvas para importantes estados produtores do milho 1ª safra, como São Paulo e Minas Gerais, o que poderá contribuir para a evolução da semeadura nestas localidades. Na região Sul, há previsão de chuva acima da média, com volumes previstos podendo superar 250 milímetros, gerando preocupação para a finalização do cultivo e início dos tratos culturais. O excedente hídrico também poderá favorecer a incidência de doenças fúngicas.<br /><br />  Os preços se fortaleceram nos últimos 30 dias. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, 04 de outubro, precificado à R$58,47/sc, valorização de 8,64%. Para o mesmo período, o contrato futuro na B3 com vencimento em março/24 foi cotado à R$67,84/sc, elevação de 4,4%. Essa recuperação dos preços pode estar refletindo as vendas do grão no mercado disponível, que estão retraídas e a recente valorização do dólar frente ao real.<br /><br />    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$57,70 e R$ 58/sc,<br />e - março/24, com strike entre R$ 63 e R$ 66/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57096793</guid><pubDate>Fri, 06 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57096793/20231006_bbcast_agro_milho.mp3" length="3400976" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 06 de outubro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Os produtores estão realizando o plantio da nova safra brasileira 2023/24. De...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 06 de outubro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os produtores estão realizando o plantio da nova safra brasileira 2023/24. De acordo com a Conab, o milho 1ª Safra atingiu 22,6% da área a ser cultivada. Os estados localizados no sul do país estão mais adiantados na semeadura, com cerca de 60% da área já plantada, enquanto os demais estados produtores estão no início. Na primeira perspectiva do órgão, a área estimada para este ciclo poderá ser reduzida em 5,4% em relação à safra anterior, motivado pela concorrência com outras culturas, como a soja.<br /><br />  A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para outubro é de retorno gradual das chuvas para importantes estados produtores do milho 1ª safra, como São Paulo e Minas Gerais, o que poderá contribuir para a evolução da semeadura nestas localidades. Na região Sul, há previsão de chuva acima da média, com volumes previstos podendo superar 250 milímetros, gerando preocupação para a finalização do cultivo e início dos tratos culturais. O excedente hídrico também poderá favorecer a incidência de doenças fúngicas.<br /><br />  Os preços se fortaleceram nos últimos 30 dias. O indicador do milho referência CEPEA/B3, encerrou a quarta-feira, 04 de outubro, precificado à R$58,47/sc, valorização de 8,64%. Para o mesmo período, o contrato futuro na B3 com vencimento em março/24 foi cotado à R$67,84/sc, elevação de 4,4%. Essa recuperação dos preços pode estar refletindo as vendas do grão no mercado disponível, que estão retraídas e a recente valorização do dólar frente ao real.<br /><br />    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$57,70 e R$ 58/sc,<br />e - março/24, com strike entre R$ 63 e R$ 66/sc.<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.   Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/10/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-10-2023-cenario-do-leite--57065207</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 05 de outubro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Gov. Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Os preços médios ofertados pelo litro de leite em setembro de 2023, referente ao leite coletado em agosto, apresentaram média de R$ 2,25, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta desvalorização nominal de 26,2% em relação ao pagamento de setembro de 2022 e queda de 6,8% quando comparado a agosto de 2023.<br /><br /> O CEPEA informou que, com esse resultado, o preço do leite acumula queda real de 13,6% desde o início deste ano (os valores foram deflacionados pelo IPCA de agosto/23).<br /><br /> Com a nova queda do valor do leite pago ao produtor no mês de agosto, a relação de troca do leite piorou em relação à mistura de 70% de milho com 30% de farelo de soja. Foram necessários em média 38 litros de leite para aquisição de 60kg da mistura, contra 35 litros no mês anterior.<br /><br /> As negociações do leite spot, entre os próprios laticínios e cooperativas, operaram com baixa no mês de setembro. Isso indica que o leite a ser pago ao produtor em outubro, pode apresentar nova queda em relação ao leite coletado em setembro. Segundo o CEPEA, o produto apresentou variações negativas no mês de setembro de 12,92% para Minas Gerais, 13,60% para o Paraná e 15,20% para o Estado de São Paulo em relação à cotação do leite spot em agosto. As sucessivas quedas no preço da bebida desde maio vêm desestimulando o produtor e o custo de produção estável pode, em determinadas situações, até inviabilizar a atividade.<br /><br /> Tal situação segue indicando que o produtor precisa focar na gestão de custos da propriedade, otimizar o manejo operacional e estar preparado para uma possível nova queda de preços mesmo durante o período de transição entre a seca e o começo do período chuvoso.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode utilizar o BB Opções Agropecuárias e se proteger contra possíveis altas na cotação do preço do milho através de um CALL de milho, buscando garantir um custo de produção de ração concentrada e suplementação proteica em nível aceitável, controlando os custos dentro da porteira.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57065207</guid><pubDate>Thu, 05 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57065207/20231005_bbcast_agro_leite.mp3" length="3133065" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 05 de outubro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Gov. Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

 Os preços médios ofertados pelo litro de leite em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 05 de outubro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Gov. Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Os preços médios ofertados pelo litro de leite em setembro de 2023, referente ao leite coletado em agosto, apresentaram média de R$ 2,25, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta desvalorização nominal de 26,2% em relação ao pagamento de setembro de 2022 e queda de 6,8% quando comparado a agosto de 2023.<br /><br /> O CEPEA informou que, com esse resultado, o preço do leite acumula queda real de 13,6% desde o início deste ano (os valores foram deflacionados pelo IPCA de agosto/23).<br /><br /> Com a nova queda do valor do leite pago ao produtor no mês de agosto, a relação de troca do leite piorou em relação à mistura de 70% de milho com 30% de farelo de soja. Foram necessários em média 38 litros de leite para aquisição de 60kg da mistura, contra 35 litros no mês anterior.<br /><br /> As negociações do leite spot, entre os próprios laticínios e cooperativas, operaram com baixa no mês de setembro. Isso indica que o leite a ser pago ao produtor em outubro, pode apresentar nova queda em relação ao leite coletado em setembro. Segundo o CEPEA, o produto apresentou variações negativas no mês de setembro de 12,92% para Minas Gerais, 13,60% para o Paraná e 15,20% para o Estado de São Paulo em relação à cotação do leite spot em agosto. As sucessivas quedas no preço da bebida desde maio vêm desestimulando o produtor e o custo de produção estável pode, em determinadas situações, até inviabilizar a atividade.<br /><br /> Tal situação segue indicando que o produtor precisa focar na gestão de custos da propriedade, otimizar o manejo operacional e estar preparado para uma possível nova queda de preços mesmo durante o período de transição entre a seca e o começo do período chuvoso.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode utilizar o BB Opções Agropecuárias e se proteger contra possíveis altas na cotação do preço do milho através de um CALL de milho, buscando garantir um custo de produção de ração concentrada e suplementação proteica em nível aceitável, controlando os custos dentro da porteira.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/10/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-10-2023-cenario-do-cafe-conilon--57050617</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 04 de outubro de 2023. Meu nome é RÔMULO BASTOS CHAGAS, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em VITÓRIA-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> As lavouras de café conilon estão em ótimo estado, com uma florada uniforme e bom pegamento de frutos, graças a um clima favorável no momento certo. Todos esses aspectos, somados à nutrição adequada e ao eficiente controle de pragas e doenças, aliados a condições climáticas favoráveis, confirmarão nos próximos meses o potencial produtivo das lavouras.<br /><br /> Na bolsa de Londres, o preço do café está se mantendo estável. O contrato para novembro de 2023 apresentou um aumento de US$ 6 por tonelada, atingindo o valor de US$ 2.468/t. Esse movimento está alinhado com as informações sobre o monitoramento das condições climáticas e os efeitos do fenômeno El Niño nas lavouras de café. Além disso, os estoques de café robusta, monitorados pela ICE Europe Londres, alcançaram seu nível mais baixo desde 2016. A chegada do inverno no hemisfério norte, onde estão os maiores consumidores de café, pode impulsionar a demanda pelo produto.<br /><br /> No mercado interno, os preços do café conilon se mantiveram estáveis na última semana, mas as negociações continuam lentas, com os produtores se distanciando das vendas. O café tipo 7 fechou o último dia 2 de outubro a R$ 617,00 a saca de 60kg.<br /><br /> De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), houve um notável aumento nas exportações de café verde em agosto, em comparação com o mesmo período de 2022. A variedade canéfora (Robusta e Conilon) se destacou nas exportações, alcançando 699 mil sacas. Problemas climáticos têm afetado a produção do robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e Vietnã, levando a uma redução nos estoques de conilon no Vietnã.<br /><br /> Nesse contexto, os produtores devem considerar a possibilidade de aproveitar os momentos de alta no mercado do café para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra possíveis quedas de preços.<br /><br /> No dia 1° de outubro celebramos o Dia Internacional do Café. Reconhecemos e agradecemos a todos os produtores e trabalhadores da cafeicultura no Brasil pela resiliência no cultivo do grão, superando os desafios das mudanças climáticas e do trabalho no campo.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, não hesite em entrar em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57050617</guid><pubDate>Wed, 04 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57050617/20231004_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="1440548" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 04 de outubro de 2023. Meu nome é RÔMULO BASTOS CHAGAS, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em VITÓRIA-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 As lavouras de café conilon estão em ótimo estado, com uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 04 de outubro de 2023. Meu nome é RÔMULO BASTOS CHAGAS, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em VITÓRIA-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> As lavouras de café conilon estão em ótimo estado, com uma florada uniforme e bom pegamento de frutos, graças a um clima favorável no momento certo. Todos esses aspectos, somados à nutrição adequada e ao eficiente controle de pragas e doenças, aliados a condições climáticas favoráveis, confirmarão nos próximos meses o potencial produtivo das lavouras.<br /><br /> Na bolsa de Londres, o preço do café está se mantendo estável. O contrato para novembro de 2023 apresentou um aumento de US$ 6 por tonelada, atingindo o valor de US$ 2.468/t. Esse movimento está alinhado com as informações sobre o monitoramento das condições climáticas e os efeitos do fenômeno El Niño nas lavouras de café. Além disso, os estoques de café robusta, monitorados pela ICE Europe Londres, alcançaram seu nível mais baixo desde 2016. A chegada do inverno no hemisfério norte, onde estão os maiores consumidores de café, pode impulsionar a demanda pelo produto.<br /><br /> No mercado interno, os preços do café conilon se mantiveram estáveis na última semana, mas as negociações continuam lentas, com os produtores se distanciando das vendas. O café tipo 7 fechou o último dia 2 de outubro a R$ 617,00 a saca de 60kg.<br /><br /> De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), houve um notável aumento nas exportações de café verde em agosto, em comparação com o mesmo período de 2022. A variedade canéfora (Robusta e Conilon) se destacou nas exportações, alcançando 699 mil sacas. Problemas climáticos têm afetado a produção do robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e Vietnã, levando a uma redução nos estoques de conilon no Vietnã.<br /><br /> Nesse contexto, os produtores devem considerar a possibilidade de aproveitar os momentos de alta no mercado do café para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra possíveis quedas de preços.<br /><br /> No dia 1° de outubro celebramos o Dia Internacional do Café. Reconhecemos e agradecemos a todos os produtores e trabalhadores da cafeicultura no Brasil pela resiliência no cultivo do grão, superando os desafios das mudanças climáticas e do trabalho no campo.<br /><br /> O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, não hesite em entrar em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>241</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/10/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-10-2023-cenario-climatico--57034280</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 03 de outubro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mogi Mirim – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  O mês de setembro marcou o final do inverno e início da primavera sob influência do El Niño tendo, por isso, uma atenção dos Institutos de Meteorologia sobre o fenômeno e os possíveis impactos nos próximos meses.<br /><br />  A  Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em seu relatório de 14 de setembro, cita uma maior possibilidade de um “El Niño Forte” em mais de 70% de probabilidade de ocorrência e sua continuidade até março de 2024.<br /><br />  No Brasil, de forma conjunta, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, Agência Nacional de Águas – ANA e o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres – CENAD, lançaram o Painel El Niño, boletim mensal com o objetivo de apresentar o monitoramento e previsões sobre o fenômeno, bem como informar sobre possíveis impactos.<br /><br />  A divulgação cita o possível efeito do El Niño observado no Estado do Rio Grande do Sul, com maior precipitação acumulada no período de 1 a 19 de setembro, cujos volumes ficaram em torno de 450 mm. Nos demais estados do país ocorreu déficit de precipitação, com atenção para a Região Norte, onde os volumes estão abaixo da média histórica.<br /><br />  Já a Previsão Climática Trimestral de outubro a dezembro indica maior probabilidade de chuva abaixo da média entre o leste, o centro e a faixa norte do Brasil, com maiores possibilidades sobre o norte do país. Entre a Região Sul, parte do estado do Mato Grosso do Sul e São Paulo, a previsão indica chuvas acima da média, previsões que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.<br /><br />  Na faixa central do país, não se descartam eventos de chuvas expressivas em algumas localidades, principalmente na segunda metade do trimestre. Para a temperatura, as previsões indicam tendências de estarem acima da média, na maior parte do Brasil.<br /><br />  Ao observar o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), referente à disponibilidade de água no solo, a atenção se volta para as áreas mais centrais do Brasil, em função do período de estiagem, e para o norte do País. Para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a situação é mais favorável.<br /><br />  Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/57034280</guid><pubDate>Tue, 03 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/57034280/20231003_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3490002" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 03 de outubro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mogi Mirim – SP e falaremos sobre o cenário climático.

  O mês de setembro marcou o final do inverno e início da primavera...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 03 de outubro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mogi Mirim – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  O mês de setembro marcou o final do inverno e início da primavera sob influência do El Niño tendo, por isso, uma atenção dos Institutos de Meteorologia sobre o fenômeno e os possíveis impactos nos próximos meses.<br /><br />  A  Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), em seu relatório de 14 de setembro, cita uma maior possibilidade de um “El Niño Forte” em mais de 70% de probabilidade de ocorrência e sua continuidade até março de 2024.<br /><br />  No Brasil, de forma conjunta, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, Agência Nacional de Águas – ANA e o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres – CENAD, lançaram o Painel El Niño, boletim mensal com o objetivo de apresentar o monitoramento e previsões sobre o fenômeno, bem como informar sobre possíveis impactos.<br /><br />  A divulgação cita o possível efeito do El Niño observado no Estado do Rio Grande do Sul, com maior precipitação acumulada no período de 1 a 19 de setembro, cujos volumes ficaram em torno de 450 mm. Nos demais estados do país ocorreu déficit de precipitação, com atenção para a Região Norte, onde os volumes estão abaixo da média histórica.<br /><br />  Já a Previsão Climática Trimestral de outubro a dezembro indica maior probabilidade de chuva abaixo da média entre o leste, o centro e a faixa norte do Brasil, com maiores possibilidades sobre o norte do país. Entre a Região Sul, parte do estado do Mato Grosso do Sul e São Paulo, a previsão indica chuvas acima da média, previsões que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.<br /><br />  Na faixa central do país, não se descartam eventos de chuvas expressivas em algumas localidades, principalmente na segunda metade do trimestre. Para a temperatura, as previsões indicam tendências de estarem acima da média, na maior parte do Brasil.<br /><br />  Ao observar o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), referente à disponibilidade de água no solo, a atenção se volta para as áreas mais centrais do Brasil, em função do período de estiagem, e para o norte do País. Para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a situação é mais favorável.<br /><br />  Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/10/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-10-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56998175</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de outubro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga impactado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. O progresso do plantio no Brasil, mesmo em fase inicial, segue com perspectivas favoráveis para a produção da safra 2023/24. Na Argentina, a expectativa também é de produção elevada e de recuperação do potencial produtivo, em função do El Niño. A projeção de elevação da oferta global do grão ainda gera pressão negativa sobre os mercados. Nos EUA, as condições meteorológicas são boas para a continuidade do ritmo de colheita. Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas com pequenos volumes e temperatura acima do normal para as regiões do Centro-Oeste e Centro-Norte, podendo imprimir ritmo menor de plantio nos estados produtores localizados nessas regiões. Do lado financeiro, a pressão vem da valorização do dólar frente a outras moedas. O quadro tira competitividade da soja americana e indica fluxo de capital para investimentos mais seguros pelos investidores (aversão ao risco financeiro). Com Chicago mantendo a percepção de safra volumosa na América do Sul, as cotações trabalharão com viés de baixa para o curto e médio prazos.<br /> <b>No tocante ao milho, </b> Espera-se elevação no ritmo da colheita nos Estados Unidos, já que as previsões climáticas continuam apontando para temperaturas acima da normalidade e precipitações em baixo volume. A sazonalidade da colheita norte-americana e aumento na oferta do cereal podem enfraquecer os preços na CBOT no curto prazo. O plantio do milho argentino da Safra 2023/24 iniciou em algumas regiões do país. De acordo com a Bolsa de Cereais, em 21/09 a semeadura havia atingido 5% da área esperada. A previsão climática para os próximos dias aponta chuvas irregulares, o que pode moderar o avanço do plantio. No Brasil, conforme a Conab, a semeadura do milho 1ª safra atingiu 18,3%. Os estados que estão com o plantio mais avançado são Paraná (58%), Rio Grande do Sul (46%) e Santa Catarina (43%). Ainda de acordo com a Conab, as condições serão favoráveis para o milho 1ª safra em início do desenvolvimento. Os preços internos podem seguir movimento sem grandes variações, com o produtor ainda lento nas negociações. Assim, considerando o câmbio, as cotações internas tendem a permanecer na lateralidade no curto prazo.<b><br />Para o café, destaca-se que, </b> Depois de ter atingido o menor nível de estoques dos últimos 10 meses na semana anterior, 440.853 sacas, os estoques da ICE New York tiveram leve recuperação, alcançando 446.518 sacas. A ICE Londres também mostra leve recuperação; Clima e floração continuam sendo motivos de acompanhamento pelo setor, visto os possíveis efeitos na produtividade e a necessidade de melhor definição da produção projetada para a safra 24. Até 27/09 os dados de precipitação da Cooxupé mostram heterogeneidade no volume distribuição das chuvas entre as regiões produtoras, com precipitações acumuladas alcançando 40,5% da média histórica no Sul de Minas, 46,6% na Média Mogiana e apenas 13,4% no Cerrado Mineiro; Em uma tentativa de antecipação dos resultados de exportação de setembro, análise da Cecafé mostra que, até 26/09, ocorreu recuo de 9,2% nos embarques brasileiros comparativamente ao mesmo período do mês anterior, sendo 13,2% inferior para o arábica e 9% para o conilon. Com chuvas previstas para o início de outubro fica mantida a pressão negativa sobre os preços, aliado à demanda externa restrita às necessidades prementes.<br />Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: No ano de 2023 foi expressivo o volume de descarte de matrizes. Segundo dados do IBGE, no  segundo semestre a participação de fêmeas foi de 44% do total de animais abatidos, aumento de cerca de 5% quando comparado ao mesmo período de 2022. Dessa forma, para 2024 a tendência é que se inicie um cenário de menor oferta de animais, uma vez que, com o descarte de matrizes espera-se uma redução na produção de bezerros, iniciando-se, com a menor oferta, o movimento de melhoras de preços no mercado de reposição. Com expectativas de aumento no consumo interno de carne e de aumento das exportações, especialmente para a China, devido ao seu feriado do ano novo lunar, o atual cenário sugere pela consolidação do movimento de alta no mercado futuro, iniciado no começo do mês. A indústria, com encurtamento em sua escala de abate, deve ofertar preços acima da referência média, mantendo-se o viés de alta no mercado físico do boi gordo no curto prazo.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56998175</guid><pubDate>Mon, 02 Oct 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56998175/20231002_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6813196" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de outubro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de outubro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciando com a soja</b>, espera-se que O mercado siga impactado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. O progresso do plantio no Brasil, mesmo em fase inicial, segue com perspectivas favoráveis para a produção da safra 2023/24. Na Argentina, a expectativa também é de produção elevada e de recuperação do potencial produtivo, em função do El Niño. A projeção de elevação da oferta global do grão ainda gera pressão negativa sobre os mercados. Nos EUA, as condições meteorológicas são boas para a continuidade do ritmo de colheita. Para o Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê chuvas com pequenos volumes e temperatura acima do normal para as regiões do Centro-Oeste e Centro-Norte, podendo imprimir ritmo menor de plantio nos estados produtores localizados nessas regiões. Do lado financeiro, a pressão vem da valorização do dólar frente a outras moedas. O quadro tira competitividade da soja americana e indica fluxo de capital para investimentos mais seguros pelos investidores (aversão ao risco financeiro). Com Chicago mantendo a percepção de safra volumosa na América do Sul, as cotações trabalharão com viés de baixa para o curto e médio prazos.<br /> <b>No tocante ao milho, </b> Espera-se elevação no ritmo da colheita nos Estados Unidos, já que as previsões climáticas continuam apontando para temperaturas acima da normalidade e precipitações em baixo volume. A sazonalidade da colheita norte-americana e aumento na oferta do cereal podem enfraquecer os preços na CBOT no curto prazo. O plantio do milho argentino da Safra 2023/24 iniciou em algumas regiões do país. De acordo com a Bolsa de Cereais, em 21/09 a semeadura havia atingido 5% da área esperada. A previsão climática para os próximos dias aponta chuvas irregulares, o que pode moderar o avanço do plantio. No Brasil, conforme a Conab, a semeadura do milho 1ª safra atingiu 18,3%. Os estados que estão com o plantio mais avançado são Paraná (58%), Rio Grande do Sul (46%) e Santa Catarina (43%). Ainda de acordo com a Conab, as condições serão favoráveis para o milho 1ª safra em início do desenvolvimento. Os preços internos podem seguir movimento sem grandes variações, com o produtor ainda lento nas negociações. Assim, considerando o câmbio, as cotações internas tendem a permanecer na lateralidade no curto prazo.<b><br />Para o café, destaca-se que, </b> Depois de ter atingido o menor nível de estoques dos últimos 10 meses na semana anterior, 440.853 sacas, os estoques da ICE New York tiveram leve recuperação, alcançando 446.518 sacas. A ICE Londres também mostra leve recuperação; Clima e floração continuam sendo motivos de acompanhamento pelo setor, visto os possíveis efeitos na produtividade e a necessidade de melhor definição da produção projetada para a safra 24. Até 27/09 os dados de precipitação da Cooxupé mostram heterogeneidade no volume distribuição das chuvas entre as regiões produtoras, com precipitações acumuladas alcançando 40,5% da média histórica no Sul de Minas, 46,6% na Média Mogiana e apenas 13,4% no Cerrado Mineiro; Em uma tentativa de antecipação dos resultados de exportação de setembro, análise da Cecafé mostra que, até 26/09, ocorreu recuo de 9,2% nos embarques brasileiros comparativamente ao mesmo período do mês anterior, sendo 13,2% inferior para o arábica e 9% para o conilon. Com chuvas previstas para o início de outubro fica mantida a pressão negativa sobre os preços, aliado à demanda externa restrita às necessidades prementes.<br />Quanto ao <b>Boi Gordo, é importante frisar que</b>: No ano de 2023 foi expressivo o volume de descarte de matrizes. Segundo dados do IBGE, no  segundo semestre a participação de fêmeas foi de 44% do...]]></itunes:summary><itunes:duration>426</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/09/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-09-2023-cenario-da-soja--56982396</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 29 de setembro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, falaremos hoje sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 25709 cotado a US$ 13,03/bushel, (13,56 em 31/08/23) apresentando queda de 3,9% no mês de setembro. A retração das cotações reflete o cenário de perspectiva de grande safra na América do Sul.<br /><br />Outro fator que influenciou nas baixas das cotações está relacionado com o risco financeiro em função das medidas de controle de inflação nas principais economias do mundo.<br /><br />  Conforme os dados de perspectiva de área e produção divulgados pela CONAB, a safra brasileira 2023/24 terá um aumento de área de 2,77% em relação à safra anterior, alcançando 45,3 milhões de ha. A produção deverá atingir 162,43 milhões de toneladas. Destaque para a região do MATOPIBA com aumento de área de 6,5%. No relatório semanal, a CONAB registrou um percentual de 1,7% da área projetada já semeada. Destacamos os Estado do MT e PR que seguem liderando o plantio.<br /><br />  O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgou em seu relatório semanal, os dados de colheita da safra americana, o qual atingiu 12% e o ritmo dentro do esperado. As condições boas e excelentes das lavouras sofreram diminuição em seu percentual, registrando 50% ante 52%. Os dados indicam possível correção da produção americana no relatório mensal de oferta e demanda que será divulgado em 12/10.<br /><br />  O indicador CEPEA em 27/09 foi de R$ 146,40 por saca, apresentando baixa de 3,37%  em relação ao início do mês acompanhando os mesmos fundamentos do mercado externo.<br /><br />  No Brasil, o INMET atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias apresentando pequenos volumes de chuvas para os Estados do MT, MS, MG, SP e parte do PR. Para SC e RS os volumes esperados são maiores, podendo chegar acima de 50mm. Para o MATOPIBA, as chuvas previstas poderão ser pontuais e com pequenos volumes.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,60 e U$ 13,00/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 12,50 e U$ 13,00/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56982396</guid><pubDate>Fri, 29 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56982396/20230929_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3917157" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 29 de setembro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, falaremos hoje sobre o cenário da soja.

  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 29 de setembro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, falaremos hoje sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 25709 cotado a US$ 13,03/bushel, (13,56 em 31/08/23) apresentando queda de 3,9% no mês de setembro. A retração das cotações reflete o cenário de perspectiva de grande safra na América do Sul.<br /><br />Outro fator que influenciou nas baixas das cotações está relacionado com o risco financeiro em função das medidas de controle de inflação nas principais economias do mundo.<br /><br />  Conforme os dados de perspectiva de área e produção divulgados pela CONAB, a safra brasileira 2023/24 terá um aumento de área de 2,77% em relação à safra anterior, alcançando 45,3 milhões de ha. A produção deverá atingir 162,43 milhões de toneladas. Destaque para a região do MATOPIBA com aumento de área de 6,5%. No relatório semanal, a CONAB registrou um percentual de 1,7% da área projetada já semeada. Destacamos os Estado do MT e PR que seguem liderando o plantio.<br /><br />  O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgou em seu relatório semanal, os dados de colheita da safra americana, o qual atingiu 12% e o ritmo dentro do esperado. As condições boas e excelentes das lavouras sofreram diminuição em seu percentual, registrando 50% ante 52%. Os dados indicam possível correção da produção americana no relatório mensal de oferta e demanda que será divulgado em 12/10.<br /><br />  O indicador CEPEA em 27/09 foi de R$ 146,40 por saca, apresentando baixa de 3,37%  em relação ao início do mês acompanhando os mesmos fundamentos do mercado externo.<br /><br />  No Brasil, o INMET atualizou os mapas meteorológicos para os próximos 15 dias apresentando pequenos volumes de chuvas para os Estados do MT, MS, MG, SP e parte do PR. Para SC e RS os volumes esperados são maiores, podendo chegar acima de 50mm. Para o MATOPIBA, as chuvas previstas poderão ser pontuais e com pequenos volumes.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,60 e U$ 13,00/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 12,50 e U$ 13,00/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>245</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/09/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-09-2023-cenario-do-boi-gordo--56965249</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28 de setembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 158,84 mil toneladas de carne bovina in natura em 16 dias úteis de setembro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 203 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.526, queda de 24,6% em relação ao mesmo período do ano passado. A recuperação econômica da China, nossa principal compradora, é fundamental para a formação de preço da carne bovina no mercado internacional.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram fortalecidos no decorrer da semana. No dia 26/09/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 226,55</b>, com <b>alta </b>de 2,6<b>%</b> no dia. O mercado futuro do boi gordo tem registrado movimentos positivos para todos os contratos do ano, com o vencimento para out/23, pico da entressafra, fechando o dia cotado em <b>R$ 242,60</b>.<br /><br /> O consumo de carne bovina no mercado interno, impulsionado pela entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, costuma ser maior no último trimestre do ano. Soma-se, a esse fato, a expectativa de aumentos das exportações, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar.<br /><br /> Os meses de julho e agosto trouxeram preços enfraquecidos no mercado futuro do boi gordo, fato que pode desestimular o pecuarista confinador, e comprometer o segundo giro do confinamento, com um volume menor de animais abatidos nos próximos meses.<br /><br /> De um lado a Indústria, com escala de abate reduzida. De outro, pecuaristas buscando melhores condições de preços. Assim, a fluidez dos negócios é fundamental para a continuidade do movimento de alta na cotação do boi gordo para os próximos dias. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          1º Novembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 234 e 241/@, e<br />-          02/ Janeiro/24 com strike entre R$ 230 e 240/@ <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56965249</guid><pubDate>Thu, 28 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56965249/20230928_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3273500" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28 de setembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28 de setembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 158,84 mil toneladas de carne bovina in natura em 16 dias úteis de setembro de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi de 203 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.526, queda de 24,6% em relação ao mesmo período do ano passado. A recuperação econômica da China, nossa principal compradora, é fundamental para a formação de preço da carne bovina no mercado internacional.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram fortalecidos no decorrer da semana. No dia 26/09/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 226,55</b>, com <b>alta </b>de 2,6<b>%</b> no dia. O mercado futuro do boi gordo tem registrado movimentos positivos para todos os contratos do ano, com o vencimento para out/23, pico da entressafra, fechando o dia cotado em <b>R$ 242,60</b>.<br /><br /> O consumo de carne bovina no mercado interno, impulsionado pela entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, costuma ser maior no último trimestre do ano. Soma-se, a esse fato, a expectativa de aumentos das exportações, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar.<br /><br /> Os meses de julho e agosto trouxeram preços enfraquecidos no mercado futuro do boi gordo, fato que pode desestimular o pecuarista confinador, e comprometer o segundo giro do confinamento, com um volume menor de animais abatidos nos próximos meses.<br /><br /> De um lado a Indústria, com escala de abate reduzida. De outro, pecuaristas buscando melhores condições de preços. Assim, a fluidez dos negócios é fundamental para a continuidade do movimento de alta na cotação do boi gordo para os próximos dias. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          1º Novembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 234 e 241/@, e<br />-          02/ Janeiro/24 com strike entre R$ 230 e 240/@ <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.<br />Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e89b1f7acc0a9cb864bdbcc380010d59.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/09/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-09-2023-cenario-do-algodao--56961347</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de setembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O relatório mensal de setembro do Departamento de Agricultura norte-americano (USDA) trouxe números animadores ao mercado mundial da pluma. Em decorrência de problemas climáticos nos principais países produtores, o órgão projetou para a Safra 2023/24 uma produção menor nos EUA, cerca de 9% em relação à safra passada.<br /><br /> Intempéries climáticas, como o excesso de chuvas em regiões produtoras da China e Índia, também poderão comprometer suas safras. A perspectiva é de redução na produção de 12% para o país asiático e 4% no território indiano.<br /><br />Além destes fatos, o anúncio de cortes recentes na produção de petróleo em países como Rússia e Arábia Saudita, alavancaram a cotação do barril para valores próximos a U$ 90,00, o que torna a fibra natural mais competitiva ao mercado comparada à fibra sintética derivada do combustível fóssil. De certa forma, o mercado “absorveu” estes números e a cotação no mercado internacional voltou a alcançar patamares próximos a U$ 0,90 ¢/lb, impulsionando negócios futuros a preços mais remuneratórios.<br /><br /> No Brasil, com a colheita praticamente finalizada, as atenções se voltam ao processo de beneficiamento para atender negócios já realizados. A produção encaminha-se para uma safra recorde com 3,10 milhões de toneladas de pluma, segundo o boletim mensal da Conab e é vista como uma oportunidade de incremento nas exportações nacionais, visto que países importadores como a China e Índia poderão não ter oferta de pluma suficientes para suas demandas internas.<br /><br />Apesar do cenário favorável no momento, é sempre importante salientar que o mercado baseia seus números em parâmetros como o clima, economia, cotação do dólar, dentre outros. Sendo assim, o Banco do Brasil oferece as Opções Agro para que o produtor se resguarde de uma possível oscilação de preços. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,83 e 0,86 / pound e<br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,81 e U$ 0,85/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56961347</guid><pubDate>Wed, 27 Sep 2023 15:13:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56961347/20230927_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2685013" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 27 de setembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 O relatório mensal de setembro do Departamento de Agricultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de setembro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> O relatório mensal de setembro do Departamento de Agricultura norte-americano (USDA) trouxe números animadores ao mercado mundial da pluma. Em decorrência de problemas climáticos nos principais países produtores, o órgão projetou para a Safra 2023/24 uma produção menor nos EUA, cerca de 9% em relação à safra passada.<br /><br /> Intempéries climáticas, como o excesso de chuvas em regiões produtoras da China e Índia, também poderão comprometer suas safras. A perspectiva é de redução na produção de 12% para o país asiático e 4% no território indiano.<br /><br />Além destes fatos, o anúncio de cortes recentes na produção de petróleo em países como Rússia e Arábia Saudita, alavancaram a cotação do barril para valores próximos a U$ 90,00, o que torna a fibra natural mais competitiva ao mercado comparada à fibra sintética derivada do combustível fóssil. De certa forma, o mercado “absorveu” estes números e a cotação no mercado internacional voltou a alcançar patamares próximos a U$ 0,90 ¢/lb, impulsionando negócios futuros a preços mais remuneratórios.<br /><br /> No Brasil, com a colheita praticamente finalizada, as atenções se voltam ao processo de beneficiamento para atender negócios já realizados. A produção encaminha-se para uma safra recorde com 3,10 milhões de toneladas de pluma, segundo o boletim mensal da Conab e é vista como uma oportunidade de incremento nas exportações nacionais, visto que países importadores como a China e Índia poderão não ter oferta de pluma suficientes para suas demandas internas.<br /><br />Apesar do cenário favorável no momento, é sempre importante salientar que o mercado baseia seus números em parâmetros como o clima, economia, cotação do dólar, dentre outros. Sendo assim, o Banco do Brasil oferece as Opções Agro para que o produtor se resguarde de uma possível oscilação de preços. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,83 e 0,86 / pound e<br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,81 e U$ 0,85/pound.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>168</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/09/2023 - Cenário do pimentão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-09-2023-cenario-do-pimentao--56941512</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 26 de Setembro de 2023, sou Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba - MG e falaremos sobre o cenário do pimentão.<br /><br />  De acordo com a Embrapa, o fruto é originário do Sul do México e América Central, sendo uma das hortaliças mais ricas em Vitamina C e, quando maduro, fonte de vitamina A. Também é fonte de sais minerais como potássio, ferro e fósforo.<br /><br />  A produção ocorre em campos abertos, estufas e fazendas verticais. Existem grande número de variedades e híbridos de pimentões, a exemplo do pimentão verde, vermelho, amarelo, roxo, branco, laranja e o mini pimentão.<br /><br />  O IBGE estima que mais de 32.500 estabelecimentos são responsáveis pela produção de mais de 224 mil toneladas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, com destaque para os estados de São Paulo e Minas Gerais.<br /><br />  Em relação ao comércio exterior, conforme informações do Governo Federal, até a metade de sSetembro, o Brasil exportou 254 Toneladas de pimentões e pimentas frescas ou refrigeradas, totalizando aproximadamente US$ 690 mil. O valor representa um incremento financeiro de 27% em comparação com o mesmo período de 2022.<br /><br />  O custo de produção do pimentão comum verde, em média, está variando em patamares próximos de R$ 130 mil/ha, considerando estimativas de produtividades entre 100 e 120 mil kg/ha. Já o pimentão colorido está com custo mais elevado para a mesma faixa de produtividade, estimado em R$ 210 mil/ha.<br /><br />  Os preços atuais praticados na CEAGESP para o pimentão verde comum estão em torno de R$ 3,60/kg, ao passo que para o pimentão colorido está na média de R$ 9,35/kg. Apesar dos preços atuais relativamente altos, o custo de produção também é elevado, exigindo do produtor boa gestão da atividade produtiva.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito para o custeio e investimentos para a lavoura de Pimentão.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56941512</guid><pubDate>Tue, 26 Sep 2023 12:40:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56941512/20230926_bbcast_agro_pimentao.mp3" length="2592644" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 26 de Setembro de 2023, sou Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba - MG e falaremos sobre o cenário do pimentão.

  De acordo com a Embrapa, o fruto é originário do Sul do México e América...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 26 de Setembro de 2023, sou Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba - MG e falaremos sobre o cenário do pimentão.<br /><br />  De acordo com a Embrapa, o fruto é originário do Sul do México e América Central, sendo uma das hortaliças mais ricas em Vitamina C e, quando maduro, fonte de vitamina A. Também é fonte de sais minerais como potássio, ferro e fósforo.<br /><br />  A produção ocorre em campos abertos, estufas e fazendas verticais. Existem grande número de variedades e híbridos de pimentões, a exemplo do pimentão verde, vermelho, amarelo, roxo, branco, laranja e o mini pimentão.<br /><br />  O IBGE estima que mais de 32.500 estabelecimentos são responsáveis pela produção de mais de 224 mil toneladas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, com destaque para os estados de São Paulo e Minas Gerais.<br /><br />  Em relação ao comércio exterior, conforme informações do Governo Federal, até a metade de sSetembro, o Brasil exportou 254 Toneladas de pimentões e pimentas frescas ou refrigeradas, totalizando aproximadamente US$ 690 mil. O valor representa um incremento financeiro de 27% em comparação com o mesmo período de 2022.<br /><br />  O custo de produção do pimentão comum verde, em média, está variando em patamares próximos de R$ 130 mil/ha, considerando estimativas de produtividades entre 100 e 120 mil kg/ha. Já o pimentão colorido está com custo mais elevado para a mesma faixa de produtividade, estimado em R$ 210 mil/ha.<br /><br />  Os preços atuais praticados na CEAGESP para o pimentão verde comum estão em torno de R$ 3,60/kg, ao passo que para o pimentão colorido está na média de R$ 9,35/kg. Apesar dos preços atuais relativamente altos, o custo de produção também é elevado, exigindo do produtor boa gestão da atividade produtiva.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito para o custeio e investimentos para a lavoura de Pimentão.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>163</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,pimentão,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b052bce65882e16c5cf97dda140b70c1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/09/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-09-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56899324</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de setembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, cabe destacar que A colheita nos Estados Unidos iniciou-se sem grandes problemas, no entanto, para a próxima semana os mapas climáticos da Agência de Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA) indicam volumes elevados de chuvas, que podem reduzir os trabalhos de colheita na região central do meio oeste americano.  Com a oferta da nova safra americana, os players permanecerão em uma condição favorável para especular cotações menores no mercado externo, tendo esse cenário ainda mais fortalecido com a grande oferta do residual da Safra 2022/23 do Brasil. Cabe destaque ao programa de exportação do governo argentino, dólar-soja, que pode aumentar ainda mais a oferta global. Destaca-se também que o início do plantio da nova safra brasileira apresentou ritmo acelerado em comparação com as últimas safras. Para a próxima semana, os mapas climáticos indicam que há previsões de poucas chuvas e temperaturas elevadas, que devem diminuir o ritmo de plantio nos estados do Mato Grosso e Paraná.  Assim, sem grandes novidades nos fundamentos para a cultura da soja, os players aguardarão novas notícias para reposicionamento nos mercados. <b>Dessa forma</b>, o mercado doméstico tende trabalhar em lateralidade no curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /> <b>No tocante ao milho, </b> As previsões climáticas para os próximos dias nos Estados Unidos apontaram temperaturas elevadas e acima da normalidade para o cinturão de milho americano, o que deve favorecer o avanço da colheita no país. Conforme seu Departamento de Agricultura, a área colhida chegou a 9% do total, dois pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado e a média dos últimos anos.<br /> Na primeira perspectiva da Safra 2023/24 divulgada pela Conab, o órgão estimou redução na área cultivada de milho no Brasil de 4,8%, que representa em torno de um milhão de hectares em relação à Safra 2022/23. A maior redução foi prevista para a 2ª safra, cerca de 820 mil hectares. Segundo o levantamento, a menor intenção de plantio do produtor pode ser justificada pela intensa queda das cotações do grão observado em 2023 e as projeções para 2024, tanto no mercado externo como doméstico, refletindo em rentabilidade pouco atrativa para o setor.<br /> Com o avanço da colheita estadunidense pressionando negativamente os preços na CBOT e compradores internos abastecidos, a cotação no mercado físico pode seguir em baixa no curto prazo e médio prazo. <b><br /></b> <b>Para o café, é relevante ressaltar que, </b> O estoque ICE New York, depois de bater o nível mais baixo de 10 meses (442.548 sacas), apresentou leve recuperação (448.113  sacas), ao passo que os estoques ICE Londres atingiram 667.833 sacas, um volume 57,53% inferior à mesma data no ano passado. Previsão climática atual aponta para tempo seco e temperaturas elevadas, com picos <b>entre</b> 39-40 graus em algumas regiões cafeeiras, condições desfavoráveis para a cultura do café em épocas de floração e vingamento de florada. Com safras do Vietnã, América Central e Colômbia começando a produzir somente a partir de outubro/23 , intensificando somente a partir de novembro/23, espera-se suporte aos preços no curto e médio prazo, apesar da intensificação da exportação da safra brasileira.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo, cabe destacar que</b>: O consumo de carne no mercado interno, impulsionado pela entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, costuma ser maior no último trimestre do ano. Soma-se, a esse fato, a expectativa de aumentos das exportações, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar. Os meses de julho e agosto trouxeram preços enfraquecidos no mercado futuro do boi gordo, fato que pode desestimular o pecuarista confinador, e comprometer o segundo giro do confinamento, com um volume menor de animais abatidos nos próximos meses. De um lado a Indústria, com escala de abate reduzida. De outro, pecuaristas buscando melhores condições de preços. Assim, a fluidez dos negócios é fundamental para a continuidade do movimento de alta na cotação do boi gordo para a próxima semana.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56899324</guid><pubDate>Mon, 25 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56899324/20230925_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6201304" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de setembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de setembro de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, cabe destacar que A colheita nos Estados Unidos iniciou-se sem grandes problemas, no entanto, para a próxima semana os mapas climáticos da Agência de Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA) indicam volumes elevados de chuvas, que podem reduzir os trabalhos de colheita na região central do meio oeste americano.  Com a oferta da nova safra americana, os players permanecerão em uma condição favorável para especular cotações menores no mercado externo, tendo esse cenário ainda mais fortalecido com a grande oferta do residual da Safra 2022/23 do Brasil. Cabe destaque ao programa de exportação do governo argentino, dólar-soja, que pode aumentar ainda mais a oferta global. Destaca-se também que o início do plantio da nova safra brasileira apresentou ritmo acelerado em comparação com as últimas safras. Para a próxima semana, os mapas climáticos indicam que há previsões de poucas chuvas e temperaturas elevadas, que devem diminuir o ritmo de plantio nos estados do Mato Grosso e Paraná.  Assim, sem grandes novidades nos fundamentos para a cultura da soja, os players aguardarão novas notícias para reposicionamento nos mercados. <b>Dessa forma</b>, o mercado doméstico tende trabalhar em lateralidade no curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /> <b>No tocante ao milho, </b> As previsões climáticas para os próximos dias nos Estados Unidos apontaram temperaturas elevadas e acima da normalidade para o cinturão de milho americano, o que deve favorecer o avanço da colheita no país. Conforme seu Departamento de Agricultura, a área colhida chegou a 9% do total, dois pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado e a média dos últimos anos.<br /> Na primeira perspectiva da Safra 2023/24 divulgada pela Conab, o órgão estimou redução na área cultivada de milho no Brasil de 4,8%, que representa em torno de um milhão de hectares em relação à Safra 2022/23. A maior redução foi prevista para a 2ª safra, cerca de 820 mil hectares. Segundo o levantamento, a menor intenção de plantio do produtor pode ser justificada pela intensa queda das cotações do grão observado em 2023 e as projeções para 2024, tanto no mercado externo como doméstico, refletindo em rentabilidade pouco atrativa para o setor.<br /> Com o avanço da colheita estadunidense pressionando negativamente os preços na CBOT e compradores internos abastecidos, a cotação no mercado físico pode seguir em baixa no curto prazo e médio prazo. <b><br /></b> <b>Para o café, é relevante ressaltar que, </b> O estoque ICE New York, depois de bater o nível mais baixo de 10 meses (442.548 sacas), apresentou leve recuperação (448.113  sacas), ao passo que os estoques ICE Londres atingiram 667.833 sacas, um volume 57,53% inferior à mesma data no ano passado. Previsão climática atual aponta para tempo seco e temperaturas elevadas, com picos <b>entre</b> 39-40 graus em algumas regiões cafeeiras, condições desfavoráveis para a cultura do café em épocas de floração e vingamento de florada. Com safras do Vietnã, América Central e Colômbia começando a produzir somente a partir de outubro/23 , intensificando somente a partir de novembro/23, espera-se suporte aos preços no curto e médio prazo, apesar da intensificação da exportação da safra brasileira.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo, cabe destacar que</b>: O consumo de carne no mercado interno, impulsionado pela entrada parcial do 13º salário, empregos temporários e festividades, costuma ser maior no último trimestre do ano. Soma-se, a esse fato, a expectativa de aumentos das exportações, com a China se preparando para o Ano Novo Lunar. Os meses de julho e agosto trouxeram preços...]]></itunes:summary><itunes:duration>388</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/09/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-09-2023-cenario-do-milho--56889892</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 22 de setembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />No último dia 12, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu balanço de oferta e demanda do cereal para o mês de setembro, surpreendeu o mercado informando o aumento em 800 mil hectares da área de plantio do país, referente a Safra 2023/24, ampliando a estimativa da produção final em relação ao relatório anterior. Após a divulgação do novo levantamento pelo órgão, o mercado externo reagiu negativamente. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 20 cotado a U$4,82/bushel. A colheita atingiu 9% no solo americano, estando dois pontos percentuais acima da média dos últimos anos.<br /><br />No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio da primeira safra atingiu 15% da área na região sul do país. Com 45% da área semeada, o Rio Grande do Sul lidera o plantio, apesar da alta pluviosidade observada nas últimas semanas.<br /><br />O órgão divulgou seu primeiro levantamento para a Safra 2023/24, e as estimativas iniciais foram de redução na área cultivada e na produção do cereal, refletindo a queda nos preços atuais e projetados para 2024. O volume indicado foi de quase 120 milhões de toneladas, retração de 6,2% em relação à Safra 2022/23.<br /><br />No mercado interno os preços seguiram pressionados, com a necessidade do produtor em avançar na comercialização do grão disponível e influenciado pelas cotações na Bolsa de Chicago. O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou na última quarta-feira (20 de setembro) cotado à R$54,34/sc.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$54,70 e R$ 56/sc, e<br />- março/24, com strike entre R$ 60,80 e R$ 64/sc.<br /> <br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56889892</guid><pubDate>Fri, 22 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56889892/20230922_bbcast_agro_milho.mp3" length="3227942" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 22 de setembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

No último dia 12, o Departamento de Agricultura dos Estados...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 22 de setembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />No último dia 12, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu balanço de oferta e demanda do cereal para o mês de setembro, surpreendeu o mercado informando o aumento em 800 mil hectares da área de plantio do país, referente a Safra 2023/24, ampliando a estimativa da produção final em relação ao relatório anterior. Após a divulgação do novo levantamento pelo órgão, o mercado externo reagiu negativamente. O contrato Dezembro/23 encerrou o dia 20 cotado a U$4,82/bushel. A colheita atingiu 9% no solo americano, estando dois pontos percentuais acima da média dos últimos anos.<br /><br />No Brasil, de acordo com a Conab, o plantio da primeira safra atingiu 15% da área na região sul do país. Com 45% da área semeada, o Rio Grande do Sul lidera o plantio, apesar da alta pluviosidade observada nas últimas semanas.<br /><br />O órgão divulgou seu primeiro levantamento para a Safra 2023/24, e as estimativas iniciais foram de redução na área cultivada e na produção do cereal, refletindo a queda nos preços atuais e projetados para 2024. O volume indicado foi de quase 120 milhões de toneladas, retração de 6,2% em relação à Safra 2022/23.<br /><br />No mercado interno os preços seguiram pressionados, com a necessidade do produtor em avançar na comercialização do grão disponível e influenciado pelas cotações na Bolsa de Chicago. O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou na última quarta-feira (20 de setembro) cotado à R$54,34/sc.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br />  - novembro/23, com strike/preço garantido entre R$54,70 e R$ 56/sc, e<br />- março/24, com strike entre R$ 60,80 e R$ 64/sc.<br /> <br />Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br /><br />Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/09/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-09-2023-cenario-do-leite--56874839</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 21 de setembro de 2023, eu sou (NOME COMPLETO), Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em (CIDADE/ESTADO) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Os preços médios ofertados pelo litro de leite em agosto de 2023, referente ao leite coletado em julho, apresentaram média de R$ 2,41, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta desvalorização nominal de 32,4% em relação ao pagamento de agosto de 2022 e queda de 5,6% quando comparado a julho de 2023.<br /><br /> Com a nova queda do valor do leite pago ao produtor no mês de agosto, a relação de troca do leite em relação à mistura de 70% de milho com 30% de farelo de soja piorou. Foram necessários em média 36 litros de leite para aquisição de 60 kg da mistura, contra 30 litros no mês anterior.<br /><br /> As negociações do leite Spot, entre os próprios laticínios e cooperativas, operaram com leve baixa no mês de agosto. Isso indica que o leite a ser pago ao produtor em setembro, referente ao leite coletado em agosto pode apresentar nova queda.<br /><br /> Além disso, o mercado Spot da primeira quinzena de setembro também apresentou baixa, indicando que o leite que está sendo coletado em setembro e a ser pago em outubro pode continuar evoluindo nesse movimento de baixa. Essa situação de sucessivas quedas no preço do leite desde maio vem desestimulando o produtor e o custo de produção estável pode, em determinadas situações, até inviabilizar a atividade.<br /><br /> Tal situação indica que o produtor deve continuar focando a gestão de custos na propriedade, otimizar o manejo operacional e estar preparado para uma possível nova queda de preços do leite mesmo durante o período seco.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode aproveitar o lançamento do Plano Safra 23/24 e acessar as linhas de crédito de investimento e custeio para alavancar suas atividades na pecuária leiteira dentro da porteira.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56874839</guid><pubDate>Thu, 21 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56874839/20230921_bbcast_agro_leite.mp3" length="2898173" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 21 de setembro de 2023, eu sou (NOME COMPLETO), Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em (CIDADE/ESTADO) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

 Os preços médios ofertados pelo litro de leite em agosto de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 21 de setembro de 2023, eu sou (NOME COMPLETO), Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em (CIDADE/ESTADO) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Os preços médios ofertados pelo litro de leite em agosto de 2023, referente ao leite coletado em julho, apresentaram média de R$ 2,41, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta desvalorização nominal de 32,4% em relação ao pagamento de agosto de 2022 e queda de 5,6% quando comparado a julho de 2023.<br /><br /> Com a nova queda do valor do leite pago ao produtor no mês de agosto, a relação de troca do leite em relação à mistura de 70% de milho com 30% de farelo de soja piorou. Foram necessários em média 36 litros de leite para aquisição de 60 kg da mistura, contra 30 litros no mês anterior.<br /><br /> As negociações do leite Spot, entre os próprios laticínios e cooperativas, operaram com leve baixa no mês de agosto. Isso indica que o leite a ser pago ao produtor em setembro, referente ao leite coletado em agosto pode apresentar nova queda.<br /><br /> Além disso, o mercado Spot da primeira quinzena de setembro também apresentou baixa, indicando que o leite que está sendo coletado em setembro e a ser pago em outubro pode continuar evoluindo nesse movimento de baixa. Essa situação de sucessivas quedas no preço do leite desde maio vem desestimulando o produtor e o custo de produção estável pode, em determinadas situações, até inviabilizar a atividade.<br /><br /> Tal situação indica que o produtor deve continuar focando a gestão de custos na propriedade, otimizar o manejo operacional e estar preparado para uma possível nova queda de preços do leite mesmo durante o período seco.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode aproveitar o lançamento do Plano Safra 23/24 e acessar as linhas de crédito de investimento e custeio para alavancar suas atividades na pecuária leiteira dentro da porteira.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/09/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-09-2023-cenario-do-cafe-arabica--56872915</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 20 de setembro de 2023, eu sou Marcus Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br /> No cenário atual de algumas regiões produtoras de café, tivemos ocorrências de chuvas dispersas, o que aumenta a umidade do solo e promove o florescimento das plantações de café com maior intensidade. Entretanto, ainda enfrentamos incertezas devido ao clima seco e temperaturas elevadas previstas para os próximos dias.<br /><br /> A colheita do café está terminando e estamos colhendo um volume superior ao do ano passado, mantendo a qualidade, embora os preços estejam consideravelmente mais baixos do que no ano anterior. Este momento representa uma mudança no mercado do café, especialmente para o café arábica, dado o peso da safra brasileira no mercado mundial.<br /><br /> Apesar de alguma resistência aos preços atuais, os produtores estão aumentando as vendas para cumprir compromissos da safra passada e iniciar os cuidados necessários para a nova safra. As perspectivas para o ano cafeeiro 2023/2024, com uma maior disponibilidade de café arábica, dependem em grande parte da safra de 2024 no Brasil, que pode se aproximar dos níveis de produção potenciais do país.<br /><br /> Para entendermos o comportamento dos preços, precisamos acompanhar de perto o clima, o florescimento das plantas e o desenvolvimento dos frutos. O objetivo é superar os déficits na oferta que ocorreram nos últimos dois anos.<br /><br /> Vale ressaltar que os estoques de café ainda estão baixos tanto em países produtores, devido a problemas de produção, quanto em países consumidores, devido a altas taxas de juros, inflação e estratégias de compras cautelosas.<br /><br /> Nesse cenário competitivo entre oferta e demanda, a melhoria na produção e a ausência de crescimento significativo no consumo resultaram na redução dos preços. Portanto, é fundamental uma gestão eficaz das plantações, a busca por maior produtividade e um controle rigoroso dos custos para garantir a rentabilidade. <br /><br />Com esse objetivo, o BB disponibiliza as opções agro. Atualmente temos Opções de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em novembro/23, com strike (preço garantido entre U$1,53 e U$ 1,59/pound.  <br /><br />Você pode ver outros vencimentos e strikes disponíveis, bem como fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56872915</guid><pubDate>Wed, 20 Sep 2023 18:04:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56872915/20230920_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3229614" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 20 de setembro de 2023, eu sou Marcus Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

 No cenário atual de algumas regiões produtoras de café, tivemos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 20 de setembro de 2023, eu sou Marcus Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Guaxupé-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br /> No cenário atual de algumas regiões produtoras de café, tivemos ocorrências de chuvas dispersas, o que aumenta a umidade do solo e promove o florescimento das plantações de café com maior intensidade. Entretanto, ainda enfrentamos incertezas devido ao clima seco e temperaturas elevadas previstas para os próximos dias.<br /><br /> A colheita do café está terminando e estamos colhendo um volume superior ao do ano passado, mantendo a qualidade, embora os preços estejam consideravelmente mais baixos do que no ano anterior. Este momento representa uma mudança no mercado do café, especialmente para o café arábica, dado o peso da safra brasileira no mercado mundial.<br /><br /> Apesar de alguma resistência aos preços atuais, os produtores estão aumentando as vendas para cumprir compromissos da safra passada e iniciar os cuidados necessários para a nova safra. As perspectivas para o ano cafeeiro 2023/2024, com uma maior disponibilidade de café arábica, dependem em grande parte da safra de 2024 no Brasil, que pode se aproximar dos níveis de produção potenciais do país.<br /><br /> Para entendermos o comportamento dos preços, precisamos acompanhar de perto o clima, o florescimento das plantas e o desenvolvimento dos frutos. O objetivo é superar os déficits na oferta que ocorreram nos últimos dois anos.<br /><br /> Vale ressaltar que os estoques de café ainda estão baixos tanto em países produtores, devido a problemas de produção, quanto em países consumidores, devido a altas taxas de juros, inflação e estratégias de compras cautelosas.<br /><br /> Nesse cenário competitivo entre oferta e demanda, a melhoria na produção e a ausência de crescimento significativo no consumo resultaram na redução dos preços. Portanto, é fundamental uma gestão eficaz das plantações, a busca por maior produtividade e um controle rigoroso dos custos para garantir a rentabilidade. <br /><br />Com esse objetivo, o BB disponibiliza as opções agro. Atualmente temos Opções de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em novembro/23, com strike (preço garantido entre U$1,53 e U$ 1,59/pound.  <br /><br />Você pode ver outros vencimentos e strikes disponíveis, bem como fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.<br /><br />  Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/09/2023 - Cenário da banana</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-09-2023-cenario-da-banana--56846888</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 19 de setembro de 2023, meu nome é Daniel Rocha, sou Assessor(a) de Agronegócios em Montes Claros MG e falaremos sobre o <i>cenário da Banana</i>.<br /><br />    A banana é a fruta mais popular e consumida no mundo, rica em: potássio, magnésio, fibras, vitaminas e antioxidantes, além de ajudar a prevenir câimbras, anemia, depressão e hipertensão. Por ter um pH alcalino pode aliviar a azia e a gastrite.<br /><br />  Segundo o IBGE, os Estados de SP, BA, MG e SC, são responsáveis por mais de 49% do total produzido no Brasil. A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro de forma escalonada.<br /><br />  Na safra atual, nos meses de julho e agosto, houve redução da oferta de frutos com melhor qualidade, devido as condições climáticas desfavoráveis como: baixas temperaturas nas regiões sudeste e sul que atrasaram o cacheamento. Além disso, o ciclone extratropical no Sul do País chegou a derrubar bananais em SC.<br /><br />  Nas primeiras semanas de setembro de 2023, no comparativo com o ano anterior as cotações apresentaram queda. De acordo com o CEPEA, a cotação média da variedade “prata” em Delfinópolis - MG, atingiu R$2,99/kg, preço 23% inferior em relação ao mesmo período do ano passado, já a cotação da “nanica”, na Região do Norte de SC, reduziu 50% e está cotada a R$1,44/kg.<br /><br />  Com a disponibilidade de outras frutas no segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços da banana.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa renovar ou implantar pomares; sistemas de Irrigação, infraestrutura de transporte interno, câmaras de climatização e “Packing house”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56846888</guid><pubDate>Tue, 19 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56846888/20230919_bbcast_agro_cenario_da_banana.mp3" length="2337689" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 19 de setembro de 2023, meu nome é Daniel Rocha, sou Assessor(a) de Agronegócios em Montes Claros MG e falaremos sobre o cenário da Banana.

    A banana é a fruta mais popular e consumida no mundo, rica em: potássio,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 19 de setembro de 2023, meu nome é Daniel Rocha, sou Assessor(a) de Agronegócios em Montes Claros MG e falaremos sobre o <i>cenário da Banana</i>.<br /><br />    A banana é a fruta mais popular e consumida no mundo, rica em: potássio, magnésio, fibras, vitaminas e antioxidantes, além de ajudar a prevenir câimbras, anemia, depressão e hipertensão. Por ter um pH alcalino pode aliviar a azia e a gastrite.<br /><br />  Segundo o IBGE, os Estados de SP, BA, MG e SC, são responsáveis por mais de 49% do total produzido no Brasil. A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro de forma escalonada.<br /><br />  Na safra atual, nos meses de julho e agosto, houve redução da oferta de frutos com melhor qualidade, devido as condições climáticas desfavoráveis como: baixas temperaturas nas regiões sudeste e sul que atrasaram o cacheamento. Além disso, o ciclone extratropical no Sul do País chegou a derrubar bananais em SC.<br /><br />  Nas primeiras semanas de setembro de 2023, no comparativo com o ano anterior as cotações apresentaram queda. De acordo com o CEPEA, a cotação média da variedade “prata” em Delfinópolis - MG, atingiu R$2,99/kg, preço 23% inferior em relação ao mesmo período do ano passado, já a cotação da “nanica”, na Região do Norte de SC, reduziu 50% e está cotada a R$1,44/kg.<br /><br />  Com a disponibilidade de outras frutas no segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços da banana.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa renovar ou implantar pomares; sistemas de Irrigação, infraestrutura de transporte interno, câmaras de climatização e “Packing house”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>147</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,banana,bancodobrasil,bb,broto,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b38b9aec07b62ef54fc1f3fd87759ad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/09/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-09-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56815557</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de setembro, meu nome é MATHEUS PEREIRA DE QUEIROZ e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado parece já ter precificado a safra dos EUA e começa a olhar para a produção da safra sul-americana na temporada 2023/24, que deverá trazer uma oferta de soja disponível maior em relação a última temporada, principalmente na Argentina.   Problemas na fase de colheita da safra nos EUA ainda podem trazer pequenos movimentos de alta até a conclusão sua safra. O clima ainda é adverso e segue com temperatura acima do normal e chuvas irregulares, principalmente nos estados localizados nas regiões do centro e centro-norte  do meio oeste dos EUA.<br /> O cenário macroeconômico permanece no radar dos grandes players (aversão ao risco), assim como, os indicadores das principais economias que geram pressão sobre os mercados das commmodities de modo geral. Desdobramentos da geopolítica, tais como, o acordo de exportações pelo Mar Adriático e as tensões sobre Taiwan podem causar distorções nos mercados.<br /> O quadro de viés negativo das cotações permanece, indiferentes aos cortes do USDA. A percepção de safra volumosa na América do Sul começa a ganhar espaço. Assim, as cotações trabalharão com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b> a colheita nos Estados Unidos atingiu 5% da área, de acordo com seu departamento de agricultura. O ritmo está 1% acima do que a média dos últimos cinco anos. A previsão climática para os próximos dias indica temperatura acima do normal e pouca precipitação, podendo contribuir para o avanço da colheita no país.   Para a Safra 2023/24, o USDA estimou produção global do cereal em 1,21 bilhões de toneladas, que seria a segunda maior safra da história, ficando atrás do período 2021/22. Na avaliação de especialistas, o órgão pode ter sido otimista demais nestas estimativas.<br /> As exportações do grão seguem aquecidas no Brasil. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estimou que em setembro o volume tem potencial de atingir 10,69 milhões de toneladas. Caso se confirme, seria um novo recorde para um único mês, superando o volume observado em agosto deste ano.<br /> Com o início da colheita norte-americana, que exerce pressão negativa no mercado externo, somado a necessidade de avanço na comercialização pelo produtor brasileiro, podem levar a um maior enfraquecimento nos preços físicos no curto prazo.     <b><br /></b><b> Para o café, </b> Os estoques certificados na ICE New York e ICE Londres permanecem baixos;<br /> A previsão climática até o final do mês de setembro indica, até o momento,  tempo seco e temperaturas elevadas com picos de até 39-40ºC em algumas regiões cafeeiras, o que supera níveis adequados para a cultura do café em épocas de floração e pegamento de florada;   A competitividade do canéfora brasileiro e seu menor uso em blends favorece as exportações do produto no mês, ante a menor disponibilidade de produto asiático, com preços acima de US$2.400/t. A safra vietnamita inicia em out/2023;<br /> As primeiras análises dos resultados da safra 23 sugerem volume superior às safras 22 e 21. No entanto, a heterogeneidade entre regiões, com áreas de alta representatividade na produtividade este ano, como o Cerrado Mineiro, devem, com a bienalidade, apresentar resultado inferior na safra 24. O Sul de Minas apresenta maior diversidade de resultados e, portanto, oscilações em áreas de previsão de maior ou menor influência bienal. Este cenário preliminar sugere safra 24 superior a 23, mas com dificuldades para superar safra 20; Considerando todos os fatores baixistas e altistas listados acima, a perspectiva para a próxima semana é de estabilidade.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Na última semana, o mercado futuro do boi gordo apresentou recuperação na B3. Tradicionalmente, o último trimestre do ano traz um cenário animador, pois há tendência de aumento no consumo de carne bovina, estimulado pelos feriados prolongados nas próximas semanas, recebimento da primeira parcela do décimo terceiro salário e início das comemorações de festividades de final de ano. A queda no valor da arroba, observada ao longo do mês de agosto, pode influenciar o volume de gado proveniente do confinamento para o último trimestre. A menor oferta de animais acarretaria um reajuste positivo na cotação do boi gordo. No curto prazo, a redução da oferta de bovinos para o abate deve continuar para a próxima semana. O encurtamento das escalas da Indústria é fundamental para o fortalecimento da cotação no mercado físico do boi gordo. Desta forma, esperam-se preços de estáveis a mais altos ao longo da semana. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56815557</guid><pubDate>Mon, 18 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56815557/20230918_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5836426" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de setembro, meu nome é MATHEUS PEREIRA DE QUEIROZ e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de setembro, meu nome é MATHEUS PEREIRA DE QUEIROZ e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado parece já ter precificado a safra dos EUA e começa a olhar para a produção da safra sul-americana na temporada 2023/24, que deverá trazer uma oferta de soja disponível maior em relação a última temporada, principalmente na Argentina.   Problemas na fase de colheita da safra nos EUA ainda podem trazer pequenos movimentos de alta até a conclusão sua safra. O clima ainda é adverso e segue com temperatura acima do normal e chuvas irregulares, principalmente nos estados localizados nas regiões do centro e centro-norte  do meio oeste dos EUA.<br /> O cenário macroeconômico permanece no radar dos grandes players (aversão ao risco), assim como, os indicadores das principais economias que geram pressão sobre os mercados das commmodities de modo geral. Desdobramentos da geopolítica, tais como, o acordo de exportações pelo Mar Adriático e as tensões sobre Taiwan podem causar distorções nos mercados.<br /> O quadro de viés negativo das cotações permanece, indiferentes aos cortes do USDA. A percepção de safra volumosa na América do Sul começa a ganhar espaço. Assim, as cotações trabalharão com viés de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b> a colheita nos Estados Unidos atingiu 5% da área, de acordo com seu departamento de agricultura. O ritmo está 1% acima do que a média dos últimos cinco anos. A previsão climática para os próximos dias indica temperatura acima do normal e pouca precipitação, podendo contribuir para o avanço da colheita no país.   Para a Safra 2023/24, o USDA estimou produção global do cereal em 1,21 bilhões de toneladas, que seria a segunda maior safra da história, ficando atrás do período 2021/22. Na avaliação de especialistas, o órgão pode ter sido otimista demais nestas estimativas.<br /> As exportações do grão seguem aquecidas no Brasil. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estimou que em setembro o volume tem potencial de atingir 10,69 milhões de toneladas. Caso se confirme, seria um novo recorde para um único mês, superando o volume observado em agosto deste ano.<br /> Com o início da colheita norte-americana, que exerce pressão negativa no mercado externo, somado a necessidade de avanço na comercialização pelo produtor brasileiro, podem levar a um maior enfraquecimento nos preços físicos no curto prazo.     <b><br /></b><b> Para o café, </b> Os estoques certificados na ICE New York e ICE Londres permanecem baixos;<br /> A previsão climática até o final do mês de setembro indica, até o momento,  tempo seco e temperaturas elevadas com picos de até 39-40ºC em algumas regiões cafeeiras, o que supera níveis adequados para a cultura do café em épocas de floração e pegamento de florada;   A competitividade do canéfora brasileiro e seu menor uso em blends favorece as exportações do produto no mês, ante a menor disponibilidade de produto asiático, com preços acima de US$2.400/t. A safra vietnamita inicia em out/2023;<br /> As primeiras análises dos resultados da safra 23 sugerem volume superior às safras 22 e 21. No entanto, a heterogeneidade entre regiões, com áreas de alta representatividade na produtividade este ano, como o Cerrado Mineiro, devem, com a bienalidade, apresentar resultado inferior na safra 24. O Sul de Minas apresenta maior diversidade de resultados e, portanto, oscilações em áreas de previsão de maior ou menor influência bienal. Este cenário preliminar sugere safra 24 superior a 23, mas com dificuldades para superar safra 20; Considerando todos os fatores baixistas e altistas listados acima, a perspectiva para a próxima semana é de estabilidade.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b>...]]></itunes:summary><itunes:duration>365</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/09/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-09-2023-cenario-da-soja--56804812</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 15 de setembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 13/09 cotado a US$ 13,49/bushel, apresentando queda de 1,6% no mês de setembro.<br /><br />Segundo o último relatório do USDA, houve um corte na produção prevista nos EUA de 114,44 para 112,84 milhões de toneladas, também foi corrida para menor, a produção mundial da oleaginosa, que passou de 402,79 para 401,32 milhões de toneladas. Da mesma forma, os estoques finais foram estimados em 119,25 ante 119,4 milhões de toneladas do relatório anterior. Apesar do relatório indicar queda na produção americana e nos estoques finais mundiais, a expectativa de produção nesta safra é a maior dos últimos 5 anos. Segundo os órgãos IMEA e DERAL, responsáveis pelos principais estados produtores, MT e PR, respectivamente, para safra 2023/24, há uma expectativa de pequeno aumento de área, porém com redução na produção total.<br /><br /> O indicador da soja CEPEA em 13/09 foi de R$ 148,67 por saca, apresentando baixa de 1,87% em relação ao início do mês.<br /><br /> Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém elevada, para o trimestre que se estende de outubro a dezembro. Mesmo com a previsão, o INMET prevê chuvas abaixo da normalidade para o Centro Oeste, o que pode prejudicar o plantio e desenvolvimento inicial da cultura.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções Agro BB e a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos. e Quanto as opções, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - fev/24, com strike/preço garantido entre U$ 12,90 e U$ 13,40/bushel;<br /> e - abril/24, com strike entre U$ 12,85 e U$ 13,50/ bushel.<br /><br /> Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56804812</guid><pubDate>Fri, 15 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56804812/20230915_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3031919" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 15 de setembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 13/09 cotado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 15 de setembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 13/09 cotado a US$ 13,49/bushel, apresentando queda de 1,6% no mês de setembro.<br /><br />Segundo o último relatório do USDA, houve um corte na produção prevista nos EUA de 114,44 para 112,84 milhões de toneladas, também foi corrida para menor, a produção mundial da oleaginosa, que passou de 402,79 para 401,32 milhões de toneladas. Da mesma forma, os estoques finais foram estimados em 119,25 ante 119,4 milhões de toneladas do relatório anterior. Apesar do relatório indicar queda na produção americana e nos estoques finais mundiais, a expectativa de produção nesta safra é a maior dos últimos 5 anos. Segundo os órgãos IMEA e DERAL, responsáveis pelos principais estados produtores, MT e PR, respectivamente, para safra 2023/24, há uma expectativa de pequeno aumento de área, porém com redução na produção total.<br /><br /> O indicador da soja CEPEA em 13/09 foi de R$ 148,67 por saca, apresentando baixa de 1,87% em relação ao início do mês.<br /><br /> Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém elevada, para o trimestre que se estende de outubro a dezembro. Mesmo com a previsão, o INMET prevê chuvas abaixo da normalidade para o Centro Oeste, o que pode prejudicar o plantio e desenvolvimento inicial da cultura.<br /><br /> Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções Agro BB e a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos. e Quanto as opções, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><br /> - fev/24, com strike/preço garantido entre U$ 12,90 e U$ 13,40/bushel;<br /> e - abril/24, com strike entre U$ 12,85 e U$ 13,50/ bushel.<br /><br /> Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/09/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-09-2023-cenario-do-boi-gordo--56801540</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de setembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 74,84 mil toneladas de carne bovina in natura em 5 dias úteis de setembro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.488, queda de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram sob pressão no decorrer da semana. No dia 12/09/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ AAA,AA</b>, com <b>(queda/ alta)</b> de <b>0,AA%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ AAA,AA</b>, esboçando recuperação de BB,B% no mês.<br /><br />  O recebimento de salário no início do mês e o aumento na demanda devido ao feriado de Independência do Brasil trouxeram a expectativa de uma leve recuperação nos preços da arroba ao longo da primeira quinzena de setembro.<br /><br />Um bom consumo auxiliaria no escoamento do estoque de carne bovina no varejo, melhorando o ritmo de reposição, e, consequentemente, redução nas escalas de abate da indústria no curto prazo, o que contribuiria para uma melhora nos preços do boi gordo.<br /><br /> A condução da terminação em sistema de confinamento é bastante desafiadora, principalmente com a queda dos preços do boi gordo no mercado futuro. A manutenção dos animais no sistema intensivo representa aumento gradativo dos custos, destacando-se o alto custo da nutrição animal.<br /><br /> A queda da margem de lucro do pecuarista remete a uma tendência de redução dos investimentos, fato que pode resultar em menores produtividades nos anos seguintes.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 211 e 218/@,<br />e -          Janeiro/24 com strike entre R$ 229 e 232/@ <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56801540</guid><pubDate>Thu, 14 Sep 2023 15:48:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56801540/20230914_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3303593" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de setembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de setembro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 74,84 mil toneladas de carne bovina in natura em 5 dias úteis de setembro de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.488, queda de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram sob pressão no decorrer da semana. No dia 12/09/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ AAA,AA</b>, com <b>(queda/ alta)</b> de <b>0,AA%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ AAA,AA</b>, esboçando recuperação de BB,B% no mês.<br /><br />  O recebimento de salário no início do mês e o aumento na demanda devido ao feriado de Independência do Brasil trouxeram a expectativa de uma leve recuperação nos preços da arroba ao longo da primeira quinzena de setembro.<br /><br />Um bom consumo auxiliaria no escoamento do estoque de carne bovina no varejo, melhorando o ritmo de reposição, e, consequentemente, redução nas escalas de abate da indústria no curto prazo, o que contribuiria para uma melhora nos preços do boi gordo.<br /><br /> A condução da terminação em sistema de confinamento é bastante desafiadora, principalmente com a queda dos preços do boi gordo no mercado futuro. A manutenção dos animais no sistema intensivo representa aumento gradativo dos custos, destacando-se o alto custo da nutrição animal.<br /><br /> A queda da margem de lucro do pecuarista remete a uma tendência de redução dos investimentos, fato que pode resultar em menores produtividades nos anos seguintes.<br /><br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 211 e 218/@,<br />e -          Janeiro/24 com strike entre R$ 229 e 232/@ <br /><br /> Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/09/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-09-2023-cenario-do-trigo--56787399</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de setembro de 2023, meu nome é Carla Auler, Assessora de Agronegócios em Ibirubá - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    A colheita avança pelo pais, segundo dados da CONAB, até o momento já foram colhidos 18% da área total cultivada na safra 23/24, de 3 milhões e 450 mil hectares. Destaque para os estados de Goiás e Minas Gerais, onde a colheita já passou de 80%, com boas produtividades e qualidade do produto.<br /><br />   Na região Sul, principal produtora, o estado do Paraná, segundo dados do Deral-PR, já colheu 26% da área semeada de 1 milhão e 400 mil hectares, principalmente nas regiões norte e oeste do estado, o grão obtido tem apresentado alta qualidade. O Deral projeta incremento de 30% na produção, com expectativa de 4,5 milhões de toneladas.<br /><br />  No Rio Grande do Sul, segundo dados da Emater, foram semeados 1 milhão e 505 mil hectares, as lavouras se encontram predominantemente entre floração e enchimento de grãos, e a atenção dos produtores se volta para o clima, houve ocorrência de geadas, granizo e ventos fortes de forma pontual, além disso o que mais prejudicou foi o excesso de chuvas que atingiu todo o estado. Ocasionando em algumas lavouras erosão do solo, acamamento das plantas e também proporcionando condições favoráveis para o aparecimento de doenças da espiga como Giberela e Brusone. O levantamento dos danos só será possível ao longo das próximas semanas, com o desenvolver da cultura.<br /><br />  No cenário internacional, destaque para a Argentina, que em 2022 representou 78% das importações brasileiras. Segundo dados da bolsa de cereales de Buenos Aires, o plantio foi finalizado com área de 5,9 milhões de hectares, redução de 100 mil hectares em relação a safra passada, porém a expectativa de produção é de aumento de 35%, para 16,5 milhões de toneladas.<br /><br />  Outro destaque no cenário internacional é a suspensão por parte da Rússia do acordo de exportações do mar negro. Segundo dados do USDA O “acordo de cereais” mediado pela Turquia e pelas Nações Unidas permitiu à Ucrânia exportar quase 33,0 milhões de toneladas de grãos, sendo 8,9 milhões toneladas de trigo. A principal rota de exportação Ucrâniana se tornam os portos do rio Danúbio, porém ataques russos a infraestrutura de armazenagem colocam em dúvida a capacidade de exportação do país.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de -2,71% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.125,06 por tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 37%. O avanço da colheita, principalmente no Paraná, segundo maior produtor do país, e a expectativa de uma boa safra Argentina, pressionam o preço do produto para baixo.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas, implementos e correção de fertilidade para safra 2023. Consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56787399</guid><pubDate>Wed, 13 Sep 2023 13:09:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56787399/20230913_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3367541" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de setembro de 2023, meu nome é Carla Auler, Assessora de Agronegócios em Ibirubá - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

    A colheita avança pelo pais, segundo dados da CONAB, até o momento já foram colhidos 18% da área total...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de setembro de 2023, meu nome é Carla Auler, Assessora de Agronegócios em Ibirubá - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    A colheita avança pelo pais, segundo dados da CONAB, até o momento já foram colhidos 18% da área total cultivada na safra 23/24, de 3 milhões e 450 mil hectares. Destaque para os estados de Goiás e Minas Gerais, onde a colheita já passou de 80%, com boas produtividades e qualidade do produto.<br /><br />   Na região Sul, principal produtora, o estado do Paraná, segundo dados do Deral-PR, já colheu 26% da área semeada de 1 milhão e 400 mil hectares, principalmente nas regiões norte e oeste do estado, o grão obtido tem apresentado alta qualidade. O Deral projeta incremento de 30% na produção, com expectativa de 4,5 milhões de toneladas.<br /><br />  No Rio Grande do Sul, segundo dados da Emater, foram semeados 1 milhão e 505 mil hectares, as lavouras se encontram predominantemente entre floração e enchimento de grãos, e a atenção dos produtores se volta para o clima, houve ocorrência de geadas, granizo e ventos fortes de forma pontual, além disso o que mais prejudicou foi o excesso de chuvas que atingiu todo o estado. Ocasionando em algumas lavouras erosão do solo, acamamento das plantas e também proporcionando condições favoráveis para o aparecimento de doenças da espiga como Giberela e Brusone. O levantamento dos danos só será possível ao longo das próximas semanas, com o desenvolver da cultura.<br /><br />  No cenário internacional, destaque para a Argentina, que em 2022 representou 78% das importações brasileiras. Segundo dados da bolsa de cereales de Buenos Aires, o plantio foi finalizado com área de 5,9 milhões de hectares, redução de 100 mil hectares em relação a safra passada, porém a expectativa de produção é de aumento de 35%, para 16,5 milhões de toneladas.<br /><br />  Outro destaque no cenário internacional é a suspensão por parte da Rússia do acordo de exportações do mar negro. Segundo dados do USDA O “acordo de cereais” mediado pela Turquia e pelas Nações Unidas permitiu à Ucrânia exportar quase 33,0 milhões de toneladas de grãos, sendo 8,9 milhões toneladas de trigo. A principal rota de exportação Ucrâniana se tornam os portos do rio Danúbio, porém ataques russos a infraestrutura de armazenagem colocam em dúvida a capacidade de exportação do país.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de -2,71% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.125,06 por tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 37%. O avanço da colheita, principalmente no Paraná, segundo maior produtor do país, e a expectativa de uma boa safra Argentina, pressionam o preço do produto para baixo.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas, implementos e correção de fertilidade para safra 2023. Consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/09/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-09-2023-cenario-da-cana-de-acucar--56768853</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de setembro de 2023, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />​ As chuvas pontuais, já previstas pela influência do El Niño, prejudicaram a fluidez das colheitas em algumas regiões. Mesmo assim, até a primeira quinzena de agosto, foram processadas 360 milhões de toneladas de cana no Centro Sul, avanço de 11 e meio % sobre o mesmo período da safra anterior.<br /><br /> As previsões para os próximos meses são de um período mais chuvoso no CS até o final da safra, com possível desaceleração na moagem e, consequentemente, redução na produção.<br /><br /> Houve significativa melhoria na produtividade dos canaviais, com rendimento médio de 93,6 toneladas/ha, um aumento de mais de 22% em relação à safra passada, segundo dados Centro de tecnologia canavieira, divulgado pela UNICA. A qualidade da matéria prima tem se mantido igual à da safra passada, por volta dos 135 kg de ATR/tonelada.<br /><br /> Nos dois últimos meses, houve um movimento de alta nos preços no mercado interno de açúcar cristal, principalmente pelo direcionamento de produção de açúcar na forma VHP, utilizado para exportação, aproveitando o alto valor da cotação na bolsa de Nova York.<br /><br />  A tendência é de alta ainda maior nos preços, tanto do cristal quanto do VHP, refletido pela diminuição na colheita da matéria prima. mas  principalmente, pelo risco climático na Ásia, onde as Monções estão 50% abaixo da média histórica, colocando a Índia e Tailândia, grandes exportadores de açúcar, em dificuldades em suas safras que se iniciam em outubro.<br /><br /> O governo indiano cogita proibir as exportações de açúcar da Índia para a safra 23/24, minimizando o risco de desabastecimento interno. Este também é um fator de alta desta commodity.<br /><br />  Tanto o etanol hidratado quanto o anidro, vêm acumulando quedas de preço com recente estabilidade. O reajuste no preço da gasolina em agosto favoreceu, de certa forma, a comercialização do hidratado. Há uma expectativa de leve alta nos preços devido ao cenário promissor do açúcar, com as usinas ainda direcionando sua produção para o adoçante, em detrimento do etanol.<br /><br />  Em vistas da época de renovação de canaviais, o Banco do Brasil conta com linhas de crédito para investimento na implantação e aquisição de máquinas.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br<br /><br />   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56768853</guid><pubDate>Tue, 12 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56768853/20230912_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2995975" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de setembro de 2023, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

​ As chuvas pontuais, já previstas pela influência do El Niño,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de setembro de 2023, eu sou Nivia Bassi, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />​ As chuvas pontuais, já previstas pela influência do El Niño, prejudicaram a fluidez das colheitas em algumas regiões. Mesmo assim, até a primeira quinzena de agosto, foram processadas 360 milhões de toneladas de cana no Centro Sul, avanço de 11 e meio % sobre o mesmo período da safra anterior.<br /><br /> As previsões para os próximos meses são de um período mais chuvoso no CS até o final da safra, com possível desaceleração na moagem e, consequentemente, redução na produção.<br /><br /> Houve significativa melhoria na produtividade dos canaviais, com rendimento médio de 93,6 toneladas/ha, um aumento de mais de 22% em relação à safra passada, segundo dados Centro de tecnologia canavieira, divulgado pela UNICA. A qualidade da matéria prima tem se mantido igual à da safra passada, por volta dos 135 kg de ATR/tonelada.<br /><br /> Nos dois últimos meses, houve um movimento de alta nos preços no mercado interno de açúcar cristal, principalmente pelo direcionamento de produção de açúcar na forma VHP, utilizado para exportação, aproveitando o alto valor da cotação na bolsa de Nova York.<br /><br />  A tendência é de alta ainda maior nos preços, tanto do cristal quanto do VHP, refletido pela diminuição na colheita da matéria prima. mas  principalmente, pelo risco climático na Ásia, onde as Monções estão 50% abaixo da média histórica, colocando a Índia e Tailândia, grandes exportadores de açúcar, em dificuldades em suas safras que se iniciam em outubro.<br /><br /> O governo indiano cogita proibir as exportações de açúcar da Índia para a safra 23/24, minimizando o risco de desabastecimento interno. Este também é um fator de alta desta commodity.<br /><br />  Tanto o etanol hidratado quanto o anidro, vêm acumulando quedas de preço com recente estabilidade. O reajuste no preço da gasolina em agosto favoreceu, de certa forma, a comercialização do hidratado. Há uma expectativa de leve alta nos preços devido ao cenário promissor do açúcar, com as usinas ainda direcionando sua produção para o adoçante, em detrimento do etanol.<br /><br />  Em vistas da época de renovação de canaviais, o Banco do Brasil conta com linhas de crédito para investimento na implantação e aquisição de máquinas.<br /><br />  Para saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, inscreva-se na nossa página do Broto! www.broto.com.br<br /><br />   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/09/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-09-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56741198</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de setembro, meu nome é MATHEUS PEREIRA DE QUEIROZ e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O clima seco pode comprometer ainda mais a safra dos EUA, prejudicando, os já reduzidos estoques de passagem do país.Os mapas atualizados pela Agência de Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA), para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média para os estados localizados no Meio-Oeste americano. O mercado ainda está com foco nas informações sobre a conclusão da safra 2023/24, bem como às questões de logísticas dos EUA.<br /> O financeiro segue sensível aos indicadores das principais economias, bem como, as informações e movimentos do macro cenário diante da aversão ao risco. Há especulação sobre um novo acordo de exportação pelo Mar Negro, o que poderia adicionar pressão de baixa.      Com a proximidade do início da colheita nos EUA, os dados da produção serão confirmados. O USDA divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda (12/09), ao qual, o mercado aguarda uma redução da produção americana. Assim, as cotações trabalharão com viés de alta para o curto prazo e de baixa para o médio prazo, em função da boa estimativa à safra na América do Sul.<br /><b> Em relação ao milho, </b> para os próximos dias as previsões climáticas apontam temperaturas mais amenas e chuvas dentro da normalidade em boa parte do cinturão de milho nos Estados Unidos, que pode levar a uma pressão negativa para os futuros na Bolsa de Chicago.<br /> No dia 12 de setembro o USDA divulgará seu balanço de oferta e demanda referente ao mês corrente. O relatório poderá trazer volatilidade ao mercado, que aguarda especialmente a estimativa de produção dos Estados Unidos, uma vez que o clima quente e seco enfrentado pelo país no mês passado poderá influenciar na produção da Safra 2023/24.<br /> No dia 06 de setembro a Conab divulgou seu 12º Levantamento da Safra 2022/23 e elevou a produção de milho nacional em 1,46% em relação ao relatório anterior. A estimativa atual foi de 131,86 milhões de toneladas, que representa aumento de 16,6% ante a  Safra 2021/22. Sob a mesma ótica, o estoque final foi estimado em 12,26 milhões de toneladas, incremento de 51,55%.  O avanço da comercialização interna tende a seguir lenta, limitando maiores baixas e mantendo os preços em estabilidade.       <b><br /></b> <b>Para o café, </b>  as perspectivas para o mercado de café na próxima semana continuarão a depender de fatores como as condições climáticas no Brasil, o andamento da colheita, as exportações de outros países produtores, além do comportamento do dólar, que também afeta os preços das commodities.<br /> O mercado continuará atento às condições climáticas nas áreas de cultivo de café no Brasil. Previsões recentes indicam um período de tempo quente e seco nas próximas semanas, o que pode beneficiar a finalização da colheita, mas por outro lado, instigar temor em relação ao pegamento das recentes floradas.<br /> A queda nos estoques de café, tanto arábica quanto robusta, tem sido um fator positivo para os preços. Os estoques estão em níveis mínimos, o que indica um mercado com oferta apertada.      A redução das exportações de café do Vietnã nos primeiros oito meses do ano e a expectativa de uma safra menor nesse país têm sido consideradas como fatores otimistas para o café robusta.      O mercado enfrenta a pressão da oferta sazonal de Brasil, Indonésia e Uganda, que supera a demanda fraca no verão do hemisfério norte. Os juros altos também desencorajam os estoques. Por outro lado, os produtores resistem em vender o que já colheram e os estoques certificados ICE NY e Londres estão baixos. Perspectiva de leve recuperação no curto prazo e estabilidade no médio prazo.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  A condução da terminação em sistema de confinamento é bastante desafiadora, principalmente com a queda dos preços do boi gordo no mercado futuro. A manutenção dos animais no sistema intensivo representa aumento gradativo dos custos, destacando-se o alto custo da nutrição animal.<br /> A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade. A queda da margem de lucro do pecuarista remete a uma tendência de redução dos investimentos, fato que pode resultar em menores produtividades nos anos seguintes.<br /> O recebimento de salário e o aumento na demanda devido ao feriado (Independência do Brasil) trazem a expectativa de uma leve recuperação nos preços da arroba ao longo da primeira quinzena de setembro. Um bom consumo auxiliaria no escoamento do estoque de carne bovina no varejo, melhorando o ritmo de reposição.<br /> Entretanto, os frigoríficos, em geral, seguem com margens de abate confortáveis, o que sugere novas tentativas de compras abaixo da referência média, pressionando negativamente a cotação da arroba no curto e médio prazo. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56741198</guid><pubDate>Mon, 11 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56741198/20230911_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6063377" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de setembro, meu nome é MATHEUS PEREIRA DE QUEIROZ e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 11 de setembro, meu nome é MATHEUS PEREIRA DE QUEIROZ e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O clima seco pode comprometer ainda mais a safra dos EUA, prejudicando, os já reduzidos estoques de passagem do país.Os mapas atualizados pela Agência de Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA), para os próximos 07 dias, seguem com previsão de chuvas escassas, localizadas e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média para os estados localizados no Meio-Oeste americano. O mercado ainda está com foco nas informações sobre a conclusão da safra 2023/24, bem como às questões de logísticas dos EUA.<br /> O financeiro segue sensível aos indicadores das principais economias, bem como, as informações e movimentos do macro cenário diante da aversão ao risco. Há especulação sobre um novo acordo de exportação pelo Mar Negro, o que poderia adicionar pressão de baixa.      Com a proximidade do início da colheita nos EUA, os dados da produção serão confirmados. O USDA divulgará seu relatório mensal de oferta e demanda (12/09), ao qual, o mercado aguarda uma redução da produção americana. Assim, as cotações trabalharão com viés de alta para o curto prazo e de baixa para o médio prazo, em função da boa estimativa à safra na América do Sul.<br /><b> Em relação ao milho, </b> para os próximos dias as previsões climáticas apontam temperaturas mais amenas e chuvas dentro da normalidade em boa parte do cinturão de milho nos Estados Unidos, que pode levar a uma pressão negativa para os futuros na Bolsa de Chicago.<br /> No dia 12 de setembro o USDA divulgará seu balanço de oferta e demanda referente ao mês corrente. O relatório poderá trazer volatilidade ao mercado, que aguarda especialmente a estimativa de produção dos Estados Unidos, uma vez que o clima quente e seco enfrentado pelo país no mês passado poderá influenciar na produção da Safra 2023/24.<br /> No dia 06 de setembro a Conab divulgou seu 12º Levantamento da Safra 2022/23 e elevou a produção de milho nacional em 1,46% em relação ao relatório anterior. A estimativa atual foi de 131,86 milhões de toneladas, que representa aumento de 16,6% ante a  Safra 2021/22. Sob a mesma ótica, o estoque final foi estimado em 12,26 milhões de toneladas, incremento de 51,55%.  O avanço da comercialização interna tende a seguir lenta, limitando maiores baixas e mantendo os preços em estabilidade.       <b><br /></b> <b>Para o café, </b>  as perspectivas para o mercado de café na próxima semana continuarão a depender de fatores como as condições climáticas no Brasil, o andamento da colheita, as exportações de outros países produtores, além do comportamento do dólar, que também afeta os preços das commodities.<br /> O mercado continuará atento às condições climáticas nas áreas de cultivo de café no Brasil. Previsões recentes indicam um período de tempo quente e seco nas próximas semanas, o que pode beneficiar a finalização da colheita, mas por outro lado, instigar temor em relação ao pegamento das recentes floradas.<br /> A queda nos estoques de café, tanto arábica quanto robusta, tem sido um fator positivo para os preços. Os estoques estão em níveis mínimos, o que indica um mercado com oferta apertada.      A redução das exportações de café do Vietnã nos primeiros oito meses do ano e a expectativa de uma safra menor nesse país têm sido consideradas como fatores otimistas para o café robusta.      O mercado enfrenta a pressão da oferta sazonal de Brasil, Indonésia e Uganda, que supera a demanda fraca no verão do hemisfério norte. Os juros altos também desencorajam os estoques. Por outro lado, os produtores resistem em vender o que já colheram e os estoques certificados ICE NY e Londres estão baixos. Perspectiva de leve recuperação no curto...]]></itunes:summary><itunes:duration>379</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/09/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-09-2023-cenario-do-milho--56717447</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 08 de setembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  O contrato na Bolsa de Chicago com vencimento em dezembro/23 não voltou a ultrapassar os 5 dólares por bushel em agosto, mês marcado pela volatilidade. Apesar de alguns problemas climáticos terem afetado o desenvolvimento das lavouras em algumas regiões do cinturão de milho dos Estados Unidos, a Safra 2023/24 deve ser uma das maiores da história do país, se recuperando da quebra ocorrida no ciclo anterior.<br /><br />  A boa safra na Europa e o recorde no Brasil também pesam sobre as cotações. Com o início da colheita nos Estados Unidos e o aumento na oferta mundial, os preços podem recuar mais nos próximos dias. O contrato com vencimento em dezembro/23 fechou na terça-feira, dia 5, a U$4,86/bushel.<br /><br />  No Brasil, a colheita da 2ª safra se encaminha para o final. Apesar do recorde na produção, os preços físicos apresentaram movimento de estabilidade nos últimos dias, tendo apoio na valorização do dólar, vendedores retraídos e exportações aquecidas. De acordo com a Secretaria de Comercio Exterior (Secex), no mês de agosto foram exportadas 9,39 milhões de toneladas do grão, maior volume mensal já registrado na série histórica.<br /><br />  O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 05 cotado à R$54,00 a saca.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3:<br />  - com vencimento em novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 55 e R$ 56/sc, e<br />  -  com vencimento em março/24, com strike entre R$ 60 e R$ 63 / sc<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56717447</guid><pubDate>Fri, 08 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56717447/20230908_bbcast_agro_milho.mp3" length="3042368" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 08 de setembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

  O contrato na Bolsa de Chicago com vencimento em dezembro/23...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 08 de setembro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  O contrato na Bolsa de Chicago com vencimento em dezembro/23 não voltou a ultrapassar os 5 dólares por bushel em agosto, mês marcado pela volatilidade. Apesar de alguns problemas climáticos terem afetado o desenvolvimento das lavouras em algumas regiões do cinturão de milho dos Estados Unidos, a Safra 2023/24 deve ser uma das maiores da história do país, se recuperando da quebra ocorrida no ciclo anterior.<br /><br />  A boa safra na Europa e o recorde no Brasil também pesam sobre as cotações. Com o início da colheita nos Estados Unidos e o aumento na oferta mundial, os preços podem recuar mais nos próximos dias. O contrato com vencimento em dezembro/23 fechou na terça-feira, dia 5, a U$4,86/bushel.<br /><br />  No Brasil, a colheita da 2ª safra se encaminha para o final. Apesar do recorde na produção, os preços físicos apresentaram movimento de estabilidade nos últimos dias, tendo apoio na valorização do dólar, vendedores retraídos e exportações aquecidas. De acordo com a Secretaria de Comercio Exterior (Secex), no mês de agosto foram exportadas 9,39 milhões de toneladas do grão, maior volume mensal já registrado na série histórica.<br /><br />  O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 05 cotado à R$54,00 a saca.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3:<br />  - com vencimento em novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 55 e R$ 56/sc, e<br />  -  com vencimento em março/24, com strike entre R$ 60 e R$ 63 / sc<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/09/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-09-2023-cenario-do-cafe-conilon--56705288</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 06 de setembro de 2023. Me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />  É importante destacar que o momento atual da safra brasileira é determinante para ciclo do café conilon. Fatores como nutrição adequada, o eficiente controle de pragas e doenças, aliados a condições climáticas favoráveis, definirão o potencial produtivo das lavouras. A colheita de 2023 foi concluída e registrou uma produtividade abaixo da média da safra anterior.<br /><br />Em Londres, a semana começou com queda nos preços. O contrato nov/23 apresentou redução de US$ 3 por tonelada, sendo negociado a US$ 2.479. Esse movimento está alinhado com as perspectivas divulgadas por órgãos de pesquisa, que indicam um aumento na produção, associado a uma alta taxa de inflação na economia global. Como resultado, o mercado indica uma tendência de queda a curto e médio prazo, apesar da volatilidade recente. Além disso, na quinta-feira passada, os estoques de café robusta monitorados pelo ICE Europe Londres atingiram seu nível mais baixo desde 2016. No mercado interno, o café conilon manteve seus preços estáveis na última semana.<br /><br />O mercado permanece retraído, com produtores afastados das vendas. O café tipo 7 encerrou a última semana de agosto a R$ 625,00 a saca de 60kg.<br /><br />De acordo com informações do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), houve um notável aumento de 22,35% nas exportações de café verde em julho, em comparação com o mesmo período de 2022. O destaque foi a variedade canéfora, que inclui o conilon e o robusta, com um crescimento de 245% nas exportações. <br /><br />Problemas climáticos têm afetado significativamente a produção do robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e Vietnã, onde os preços estão em alta e a oferta do produto está em declínio. Em julho, a Indonésia registrou uma queda de aproximadamente 10,3% nas exportações em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />Nesse contexto, os produtores devem considerar a possibilidade de aproveitar os momentos de alta no mercado do café para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as esperadas quedas nos preços em prazos mais longos.<br /><br />O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, não hesite em entrar em contato com o seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56705288</guid><pubDate>Wed, 06 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56705288/20230906_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3324073" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 06 de setembro de 2023. Me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

  É importante destacar que o momento atual...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 06 de setembro de 2023. Me chamo Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />  É importante destacar que o momento atual da safra brasileira é determinante para ciclo do café conilon. Fatores como nutrição adequada, o eficiente controle de pragas e doenças, aliados a condições climáticas favoráveis, definirão o potencial produtivo das lavouras. A colheita de 2023 foi concluída e registrou uma produtividade abaixo da média da safra anterior.<br /><br />Em Londres, a semana começou com queda nos preços. O contrato nov/23 apresentou redução de US$ 3 por tonelada, sendo negociado a US$ 2.479. Esse movimento está alinhado com as perspectivas divulgadas por órgãos de pesquisa, que indicam um aumento na produção, associado a uma alta taxa de inflação na economia global. Como resultado, o mercado indica uma tendência de queda a curto e médio prazo, apesar da volatilidade recente. Além disso, na quinta-feira passada, os estoques de café robusta monitorados pelo ICE Europe Londres atingiram seu nível mais baixo desde 2016. No mercado interno, o café conilon manteve seus preços estáveis na última semana.<br /><br />O mercado permanece retraído, com produtores afastados das vendas. O café tipo 7 encerrou a última semana de agosto a R$ 625,00 a saca de 60kg.<br /><br />De acordo com informações do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), houve um notável aumento de 22,35% nas exportações de café verde em julho, em comparação com o mesmo período de 2022. O destaque foi a variedade canéfora, que inclui o conilon e o robusta, com um crescimento de 245% nas exportações. <br /><br />Problemas climáticos têm afetado significativamente a produção do robusta em todo o mundo, especialmente na Indonésia e Vietnã, onde os preços estão em alta e a oferta do produto está em declínio. Em julho, a Indonésia registrou uma queda de aproximadamente 10,3% nas exportações em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />Nesse contexto, os produtores devem considerar a possibilidade de aproveitar os momentos de alta no mercado do café para vender suas produções e utilizar mecanismos de comercialização, como linhas de crédito para estocagem, como forma de se proteger contra as esperadas quedas nos preços em prazos mais longos.<br /><br />O Banco do Brasil oferece diversas opções de linhas de crédito para atender às necessidades dos produtores em suas lavouras. Para obter mais informações, não hesite em entrar em contato com o seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/09/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-09-2023-cenario-climatico--56691686</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de Setembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mogi Mirim – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>  <br /><br />Em um ano com Inverno sob influência do El Niño, as principais observações se voltam para o monitoramento deste fenômeno. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) relatou em agosto, que os índices da anomalia de temperatura monitorados estiveram superiores a 1,0°C. Este relatório, cita que os meteorologistas estão mais confiantes em um evento El Niño "forte", com chances do evento atingir ou exceder 1,5°C para a média sazonal de novembro a janeiro.<br /><br />  No Brasil, em nota técnica conjunta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE e do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, são mencionadas anomalias de Temperatura da Superfície do Mar e os reflexos dentro do país. Dentre os principais efeitos, estão a ocorrência de secas moderadas a intensas na Região Norte, maior incidência de seca na Região Nordeste durante a estação chuvosa e aumento das temperaturas médias no Sudeste, principalmente no inverno e no verão. Para o Centro Oeste, não há evidências de efeitos pronunciados em relação a chuvas, ao passo que, na Região Sul há ocorrência de precipitações abundantes, principalmente na primavera e verão.<br /><br />  Na Previsão Climática Trimestral de set/out/nov, o INPE mantém a probabilidade de chuvas abaixo da média entre o leste, centro e faixa norte do país. Na região Sul e parte dos Estados de SP e MS há probabilidade de ocorrência de chuvas acima da média, previsões estas que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.<br /><br />  Na faixa central do país não se descartam eventos de chuva expressiva em algumas localidades. A previsão de temperatura indica uma maior probabilidade para eventos acima da média, em praticamente todo o país.<br /><br />  De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, merecem atenção as áreas mais centrais do Brasil em função do período de estiagem. Estados de SC e RS estão em situação mais favorável.<br /><br />  Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56691686</guid><pubDate>Tue, 05 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56691686/20230905_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3235466" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 05 de Setembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mogi Mirim – SP e falaremos sobre o cenário climático.  

Em um ano com Inverno sob influência do El Niño, as principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 05 de Setembro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mogi Mirim – SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b>  <br /><br />Em um ano com Inverno sob influência do El Niño, as principais observações se voltam para o monitoramento deste fenômeno. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) relatou em agosto, que os índices da anomalia de temperatura monitorados estiveram superiores a 1,0°C. Este relatório, cita que os meteorologistas estão mais confiantes em um evento El Niño "forte", com chances do evento atingir ou exceder 1,5°C para a média sazonal de novembro a janeiro.<br /><br />  No Brasil, em nota técnica conjunta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE e do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, são mencionadas anomalias de Temperatura da Superfície do Mar e os reflexos dentro do país. Dentre os principais efeitos, estão a ocorrência de secas moderadas a intensas na Região Norte, maior incidência de seca na Região Nordeste durante a estação chuvosa e aumento das temperaturas médias no Sudeste, principalmente no inverno e no verão. Para o Centro Oeste, não há evidências de efeitos pronunciados em relação a chuvas, ao passo que, na Região Sul há ocorrência de precipitações abundantes, principalmente na primavera e verão.<br /><br />  Na Previsão Climática Trimestral de set/out/nov, o INPE mantém a probabilidade de chuvas abaixo da média entre o leste, centro e faixa norte do país. Na região Sul e parte dos Estados de SP e MS há probabilidade de ocorrência de chuvas acima da média, previsões estas que refletem as características típicas de El Niño sobre o Brasil.<br /><br />  Na faixa central do país não se descartam eventos de chuva expressiva em algumas localidades. A previsão de temperatura indica uma maior probabilidade para eventos acima da média, em praticamente todo o país.<br /><br />  De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, merecem atenção as áreas mais centrais do Brasil em função do período de estiagem. Estados de SC e RS estão em situação mais favorável.<br /><br />  Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/09/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-09-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56663515</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 4 de setembro, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.Os mapas atualizados pela NOAA (Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos) para os próximos 07 dias seguem com previsão de chuvas escassas, pontuais e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados no meio-oeste americano. Nos próximos boletins de acompanhamento de safra semanal divulgados pelo USDA, há perspectiva de diminuição do índice das condições das lavouras em função do clima adverso na fase final da safra, diminuindo o potencial produtivo das lavouras.<br /> No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como as informações e movimentos do macrocenário diante da aversão ao risco. Ainda no radar, os desdobramentos sobre o possível novo acordo de exportação pelo Mar Negro.<br /> Diante das incertezas do tamanho da produção da safra dos EUA, a espera pelo início da colheita norte-americana, do plantio no Brasil e atenção ao comportamento da demanda, o mercado doméstico seguirá com cenário favorável no período de transição das safras. Assim, as cotações trabalharão com viés de alta para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b>as previsões climáticas para os próximos dias ainda são de temperaturas elevadas e precipitações abaixo da normalidade em grande parte do cinturão de milho norte-americano, o que poderá dar suporte aos preços no mercado externo. As cotações na CBOT refletirão o divulgado no relatório do USDA sobre as condições das lavouras, a ser divulgado no dia 04/09, que informará se houve ou não nova piora nos cultivos devido ao clima. O último relatório apontou 56% da área entre condições boas a excelentes, redução de 2 pontos percentuais, quando o mercado esperava uma redução maior.<br /> No Brasil, nas últimas semanas foi observado aumento no frete rodoviário, consequência da maior procura devido ao período de colheita do milho 2ª safra e a necessidade do seu escoamento, além da concorrência com o escoamento da safra de soja.<br />  A Conab divulgará no dia 06/09 seu 12º levantamento da Safra 2022/23 e poderá revisar a produção nacional, aumentando as estimativas de produção total, em especial a 2ª safra. Este seria mais um fundamento negativo para as cotações, que tendem a seguir pressionadas internamente.<br /><b> Para o café, </b>as condições climáticas continuarão sendo um fator importante a ser monitorado pelo mercado e a florada entrou no radar. Embora as chuvas tenham trazido alívio para os produtores, ainda há preocupações com as altas temperaturas e escassez de chuvas nas próximas semanas. Qualquer mudança nas previsões poderá afetar os preços do café arábica;       A redução dos estoques na ICE New York a 490.739 sacas, o menor nível em 9 meses e meio e ICE Londres com 3.380 lotes reforçam a estreita relação estoque/consumo;<br /> Exportações vietnamitas de café de janeiro a agosto de 2023 apontam redução de 4,9% no comparativo anual, bem como produção estimada para a safra 23/24 com redução de 7%, a menor em 4 anos, o que mantém o balanço do robusta com déficit no ciclo 23/24;<br />  Não havendo novidades nos fundamentos, o mercado futuro continuará monitorando as condições climáticas e a conclusão da colheita no Brasil, assim como os estoques certificados na ICE, que continuam dando suporte às cotações. Caso as previsões climáticas se confirmem, será possível observar melhora das cotações ao longo da semana.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: A carne de frango, mesmo com o aumento de preço, continua sendo a fonte de proteína mais competitiva e isso reflete na cotação da carne bovina, uma vez que existe a tendência de o consumidor migrar para a fonte de proteína mais barata.      O consumo interno de carne bovina ainda está abaixo do esperado e não é suficiente para diminuir o volume disponível no estoque das indústrias, que se encontra elevado. Assim, o ritmo de reposição entre o varejo e o atacado deve continuar lento.<br />De modo geral, a procura por animais terminados tende a continuar fraca nos principais polos de comercialização. O objetivo das Indústrias é escoar os estoques antes da retomada das compras.   Assim, as escalas de abate devem seguir confortáveis, com os frigoríficos ofertando valores abaixo da referência média e atendendo às demandas do curto prazo.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56663515</guid><pubDate>Mon, 04 Sep 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56663515/20230904_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4420380" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 4 de setembro, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 4 de setembro, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.Os mapas atualizados pela NOAA (Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos) para os próximos 07 dias seguem com previsão de chuvas escassas, pontuais e de baixo volume, ainda com dias muito quentes, com temperaturas acima da média nos estados localizados no meio-oeste americano. Nos próximos boletins de acompanhamento de safra semanal divulgados pelo USDA, há perspectiva de diminuição do índice das condições das lavouras em função do clima adverso na fase final da safra, diminuindo o potencial produtivo das lavouras.<br /> No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como as informações e movimentos do macrocenário diante da aversão ao risco. Ainda no radar, os desdobramentos sobre o possível novo acordo de exportação pelo Mar Negro.<br /> Diante das incertezas do tamanho da produção da safra dos EUA, a espera pelo início da colheita norte-americana, do plantio no Brasil e atenção ao comportamento da demanda, o mercado doméstico seguirá com cenário favorável no período de transição das safras. Assim, as cotações trabalharão com viés de alta para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b>as previsões climáticas para os próximos dias ainda são de temperaturas elevadas e precipitações abaixo da normalidade em grande parte do cinturão de milho norte-americano, o que poderá dar suporte aos preços no mercado externo. As cotações na CBOT refletirão o divulgado no relatório do USDA sobre as condições das lavouras, a ser divulgado no dia 04/09, que informará se houve ou não nova piora nos cultivos devido ao clima. O último relatório apontou 56% da área entre condições boas a excelentes, redução de 2 pontos percentuais, quando o mercado esperava uma redução maior.<br /> No Brasil, nas últimas semanas foi observado aumento no frete rodoviário, consequência da maior procura devido ao período de colheita do milho 2ª safra e a necessidade do seu escoamento, além da concorrência com o escoamento da safra de soja.<br />  A Conab divulgará no dia 06/09 seu 12º levantamento da Safra 2022/23 e poderá revisar a produção nacional, aumentando as estimativas de produção total, em especial a 2ª safra. Este seria mais um fundamento negativo para as cotações, que tendem a seguir pressionadas internamente.<br /><b> Para o café, </b>as condições climáticas continuarão sendo um fator importante a ser monitorado pelo mercado e a florada entrou no radar. Embora as chuvas tenham trazido alívio para os produtores, ainda há preocupações com as altas temperaturas e escassez de chuvas nas próximas semanas. Qualquer mudança nas previsões poderá afetar os preços do café arábica;       A redução dos estoques na ICE New York a 490.739 sacas, o menor nível em 9 meses e meio e ICE Londres com 3.380 lotes reforçam a estreita relação estoque/consumo;<br /> Exportações vietnamitas de café de janeiro a agosto de 2023 apontam redução de 4,9% no comparativo anual, bem como produção estimada para a safra 23/24 com redução de 7%, a menor em 4 anos, o que mantém o balanço do robusta com déficit no ciclo 23/24;<br />  Não havendo novidades nos fundamentos, o mercado futuro continuará monitorando as condições climáticas e a conclusão da colheita no Brasil, assim como os estoques certificados na ICE, que continuam dando suporte às cotações. Caso as previsões climáticas se confirmem, será possível observar melhora das cotações ao longo da semana.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: A carne de frango, mesmo com o aumento de preço, continua sendo a fonte de proteína mais competitiva e isso reflete na cotação da carne bovina, uma...]]></itunes:summary><itunes:duration>277</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/09/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-09-2023-cenario-da-soja--56656429</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 01 de setembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 30/08 cotado a US$ 13,87/bushel, (13,32 em 31/07/08) apresentando alta de 4,1% na parcial do mês de agosto. Os principais fundamentos para a alta são os dados do último relatório do USDA, que apresentaram uma pequena piora nas condições das lavouras norte-americanas, refletindo as condições climáticas, somados à elevada demanda chinesa nos sete primeiros meses do ano, que apresentou alta de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  O USDA também corrigiu para menor a produção mundial da oleaginosa, que passou de 405,31 para 402,79 milhões de toneladas. Da mesma forma, os estoques finais foram estimados em 119,4 contra 120,98 milhões de toneladas divulgadas no boletim do mês anterior.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o IMEA estima que a área no MT, maior Estado produtor brasileiro, será de 12,22 milhões de ha, aumento de 0,82%, com previsão de redução de produção de 3,39%, devendo chegar 43,78 milhões de toneladas.<br /><br />  O indicador da soja CEPEA em 30/08 foi de R$ 150,96 por saca, apresentando alta de 0,95% em relação ao início do mês, elevação menos intensa em que a observava na CBOT no mesmo período.<br /><br />    Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dez/Jan/fev. Destaca-se a elevação da classificação do impacto do fenômeno, com previsão de intensidade forte.<br /><br />    Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza:<br /><br />- a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e<br />- as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 13,12 e U$ 13,60/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 13,01 e U$ 13,60/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56656429</guid><pubDate>Fri, 01 Sep 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56656429/20230901_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3125960" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 01 de setembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.

  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 30/08...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 01 de setembro de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 30/08 cotado a US$ 13,87/bushel, (13,32 em 31/07/08) apresentando alta de 4,1% na parcial do mês de agosto. Os principais fundamentos para a alta são os dados do último relatório do USDA, que apresentaram uma pequena piora nas condições das lavouras norte-americanas, refletindo as condições climáticas, somados à elevada demanda chinesa nos sete primeiros meses do ano, que apresentou alta de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  O USDA também corrigiu para menor a produção mundial da oleaginosa, que passou de 405,31 para 402,79 milhões de toneladas. Da mesma forma, os estoques finais foram estimados em 119,4 contra 120,98 milhões de toneladas divulgadas no boletim do mês anterior.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o IMEA estima que a área no MT, maior Estado produtor brasileiro, será de 12,22 milhões de ha, aumento de 0,82%, com previsão de redução de produção de 3,39%, devendo chegar 43,78 milhões de toneladas.<br /><br />  O indicador da soja CEPEA em 30/08 foi de R$ 150,96 por saca, apresentando alta de 0,95% em relação ao início do mês, elevação menos intensa em que a observava na CBOT no mesmo período.<br /><br />    Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dez/Jan/fev. Destaca-se a elevação da classificação do impacto do fenômeno, com previsão de intensidade forte.<br /><br />    Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza:<br /><br />- a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e<br />- as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br />- fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 13,12 e U$ 13,60/bushel e<br />- abril/24 com strike entre U$ 13,01 e U$ 13,60/ bushel<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/08/2023 - Cenário da piscicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-08-2023-cenario-da-piscicultura--56641921</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 31 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Lima, sou Assessor de Agronegócios em Volta Redonda/RJ e vamos falar sobre o cenário da piscicultura no Brasil, com foco no cultivo de tilápias e nativos.<br /><br /> A produção de peixes cultivados no Brasil, em 2022, atingiu 860.355 toneladas, com receita aproximada de R$ 9 bilhões, gerando cerca de 3 milhões de empregos diretos e indiretos, conforme dados da Associação Brasileira da Piscicultura – PEIXE BR, 2023).<br /><br /> O Brasil é o quarto maior produtor mundial de tilápia, espécie que representa 64% da produção do país. Os peixes nativos, liderados pelo tambaqui, participam com 31% e outras espécies com 5%. Nos últimos anos, a produção de peixes saltou 48,6% no país: passando de 578.800 ton em 2014 para 860.355 ton em 2022 (Associação Brasileira da Piscicultura – PEIXE BR, 2023).<br /><br /> Esse cenário é importante na medida em que ao longo das últimas décadas, o aquecimento global tem afetado populações de peixes em todo o mundo, reduzindo o potencial de captura da pesca industrial e artesanal em rios e mares.<br /><br /> Os efeitos do aquecimento global, somados ao fenômeno El Ninõ potencializaram o calor no mês de agosto nas principais regiões produtoras do país, o que é bom para a piscicultura, uma vez que temperaturas baixas reduzem a ingestão de ração e o crescimento dos peixes. Ainda, em clima frio, há menor consumo de peixes pela população. Nesse quesito, o consumo per capita brasileiro de peixe é de 9,5 kg, enquanto a média mundial é de 20,2 Kg per capita.<br /><br /> Em termos de preços das tilápias, o indicador Cepea, a Região de Grandes Lagos (noroeste do estado de São Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul) registrou redução de 0,20 centavos no preço pago ao produtor, que ficou em 9,69 R$/Kg. No Norte do Paraná e Sul de São Paulo o preço pago ao produtor aumentou 0,10 centavos, saindo de 9,56 para 9,66 R$/Kg. A Região Oeste do Paraná, por sua vez, contabilizou aumento de 0,20 centavos no quilo da tilápia e o preço médio passou para 9,31 R$/Kg. No município de Morada Nova de Minas - MG, houve acréscimo de 0,20 centavos no preço da tilápia com cotação de 9,34 R$/Kg.<br /><br /> Já em relação aos peixes nativos (dourado, pacu, pirarucu, surubim e tambaqui), verificou-se uma redução da oferta (PEIXE BR e IBGE), tanto no Norte quanto no Centro-Oeste. No entanto, apesar do ambiente de baixa oferta, os preços, não estão reagindo. A menor oferta tem relação com o aumento no custo de produção e dificuldade no escoamento.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir em novos áreas de cultivo de peixes. Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56641921</guid><pubDate>Thu, 31 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56641921/20230831_bbcast_agro_piscicultura.mp3" length="3239645" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 31 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Lima, sou Assessor de Agronegócios em Volta Redonda/RJ e vamos falar sobre o cenário da piscicultura no Brasil, com foco no cultivo de tilápias e nativos.

 A produção de peixes cultivados no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 31 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Lima, sou Assessor de Agronegócios em Volta Redonda/RJ e vamos falar sobre o cenário da piscicultura no Brasil, com foco no cultivo de tilápias e nativos.<br /><br /> A produção de peixes cultivados no Brasil, em 2022, atingiu 860.355 toneladas, com receita aproximada de R$ 9 bilhões, gerando cerca de 3 milhões de empregos diretos e indiretos, conforme dados da Associação Brasileira da Piscicultura – PEIXE BR, 2023).<br /><br /> O Brasil é o quarto maior produtor mundial de tilápia, espécie que representa 64% da produção do país. Os peixes nativos, liderados pelo tambaqui, participam com 31% e outras espécies com 5%. Nos últimos anos, a produção de peixes saltou 48,6% no país: passando de 578.800 ton em 2014 para 860.355 ton em 2022 (Associação Brasileira da Piscicultura – PEIXE BR, 2023).<br /><br /> Esse cenário é importante na medida em que ao longo das últimas décadas, o aquecimento global tem afetado populações de peixes em todo o mundo, reduzindo o potencial de captura da pesca industrial e artesanal em rios e mares.<br /><br /> Os efeitos do aquecimento global, somados ao fenômeno El Ninõ potencializaram o calor no mês de agosto nas principais regiões produtoras do país, o que é bom para a piscicultura, uma vez que temperaturas baixas reduzem a ingestão de ração e o crescimento dos peixes. Ainda, em clima frio, há menor consumo de peixes pela população. Nesse quesito, o consumo per capita brasileiro de peixe é de 9,5 kg, enquanto a média mundial é de 20,2 Kg per capita.<br /><br /> Em termos de preços das tilápias, o indicador Cepea, a Região de Grandes Lagos (noroeste do estado de São Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul) registrou redução de 0,20 centavos no preço pago ao produtor, que ficou em 9,69 R$/Kg. No Norte do Paraná e Sul de São Paulo o preço pago ao produtor aumentou 0,10 centavos, saindo de 9,56 para 9,66 R$/Kg. A Região Oeste do Paraná, por sua vez, contabilizou aumento de 0,20 centavos no quilo da tilápia e o preço médio passou para 9,31 R$/Kg. No município de Morada Nova de Minas - MG, houve acréscimo de 0,20 centavos no preço da tilápia com cotação de 9,34 R$/Kg.<br /><br /> Já em relação aos peixes nativos (dourado, pacu, pirarucu, surubim e tambaqui), verificou-se uma redução da oferta (PEIXE BR e IBGE), tanto no Norte quanto no Centro-Oeste. No entanto, apesar do ambiente de baixa oferta, os preços, não estão reagindo. A menor oferta tem relação com o aumento no custo de produção e dificuldade no escoamento.<br /><br /> O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir em novos áreas de cultivo de peixes. Procure o seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,panga,peixe,pesca,piscicultura,tilapia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0c496bb2fec296c1273ca65c21cfa2b9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/08/2023 - Integração Lavoura x Pecuária x Floresta - ILPF</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-08-2023-integracao-lavoura-x-pecuaria-x-floresta-ilpf--56620018</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de agosto de 2023, meu nome é Mariela Leite, sou Assessora de Agronegócios em Arapoti/PR e vamos falar sobre a Integração Lavoura x Pecuária x Floresta.<br /><br />  A integração lavoura-pecuária-floresta, também conhecida pela sigla ILPF, é uma estratégia de produção sustentável que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais dentro de uma mesma área, podendo ser através de cultivo consorciado, em sucessão ou rotação.<br /><br />  Busca o benefício mútuo das atividades, com efeitos sinérgicos entre os componentes, otimizando a produtividade e a conservação dos recursos naturais.<br /><br />  A integração pode ser realizada em 4 modalidades:   - Integração Lavoura- pecuária (ILP) - Integração Lavoura-floresta (ILF) - Integração pecuária-floresta (IPF) - Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)   Em todas as modalidades, as principais vantagens observadas são:  <br /><br />·       Recuperação de áreas degradadas, inclusive as pastagens;<br />·       Otimização do uso da terra;<br />·       Diversificação da produção, que gera mais renda e emprego e minimiza possíveis frustrações de faturamento devido eventos climáticos ou condições de mercado.<br /><br />  Dentre outros benefícios desse sistema estão:<br />·       a proteção da biodiversidade, o favorecimento do bem-estar animal, aumento da produção sem a abertura de novas áreas, de forma ambientalmente correta, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e maior fixação de carbono pelas florestas, equilibrando os gases metano gerados pelos bovinos.<br /><br />  No Brasil, estima-se uma área de mais de 17 milhões de hectares sob o sistema de integração, sendo que cerca de 80 % dessa área envolve atividades agrícolas e pecuárias e 20%, nas modalidades com o emprego de florestas.<br /><br />  Os sistemas que integram a floresta, utilizam, predominantemente, o eucalipto, devido a seu crescimento mais rápido e maior facilidade de implantação e manejo.   Até 2030, estima-se um aumento para 35 milhões de hectares, sobretudo com a incorporação de áreas consideradas improdutivas, tais como as pastagens degradadas, demonstrando que ainda tem grande potencial de expansão e integração das florestas com as atividades agrícolas e pecuárias.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir em novos plantios de florestas integrados à pecuária e agricultura. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56620018</guid><pubDate>Tue, 29 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56620018/20230829_bbcast_agro_integra_o_lavoura_pecu_ria_floresta.mp3" length="2996811" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de agosto de 2023, meu nome é Mariela Leite, sou Assessora de Agronegócios em Arapoti/PR e vamos falar sobre a Integração Lavoura x Pecuária x Floresta.

  A integração lavoura-pecuária-floresta, também conhecida pela sigla ILPF, é uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de agosto de 2023, meu nome é Mariela Leite, sou Assessora de Agronegócios em Arapoti/PR e vamos falar sobre a Integração Lavoura x Pecuária x Floresta.<br /><br />  A integração lavoura-pecuária-floresta, também conhecida pela sigla ILPF, é uma estratégia de produção sustentável que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais dentro de uma mesma área, podendo ser através de cultivo consorciado, em sucessão ou rotação.<br /><br />  Busca o benefício mútuo das atividades, com efeitos sinérgicos entre os componentes, otimizando a produtividade e a conservação dos recursos naturais.<br /><br />  A integração pode ser realizada em 4 modalidades:   - Integração Lavoura- pecuária (ILP) - Integração Lavoura-floresta (ILF) - Integração pecuária-floresta (IPF) - Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)   Em todas as modalidades, as principais vantagens observadas são:  <br /><br />·       Recuperação de áreas degradadas, inclusive as pastagens;<br />·       Otimização do uso da terra;<br />·       Diversificação da produção, que gera mais renda e emprego e minimiza possíveis frustrações de faturamento devido eventos climáticos ou condições de mercado.<br /><br />  Dentre outros benefícios desse sistema estão:<br />·       a proteção da biodiversidade, o favorecimento do bem-estar animal, aumento da produção sem a abertura de novas áreas, de forma ambientalmente correta, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e maior fixação de carbono pelas florestas, equilibrando os gases metano gerados pelos bovinos.<br /><br />  No Brasil, estima-se uma área de mais de 17 milhões de hectares sob o sistema de integração, sendo que cerca de 80 % dessa área envolve atividades agrícolas e pecuárias e 20%, nas modalidades com o emprego de florestas.<br /><br />  Os sistemas que integram a floresta, utilizam, predominantemente, o eucalipto, devido a seu crescimento mais rápido e maior facilidade de implantação e manejo.   Até 2030, estima-se um aumento para 35 milhões de hectares, sobretudo com a incorporação de áreas consideradas improdutivas, tais como as pastagens degradadas, demonstrando que ainda tem grande potencial de expansão e integração das florestas com as atividades agrícolas e pecuárias.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linhas de financiamento para investir em novos plantios de florestas integrados à pecuária e agricultura. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,floresta,ilpf,integração,lavoura,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5481a1c1113ab3f0fe9f4e59d19d17db.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/08/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-08-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56594350</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de agosto, meu nome é MARIANA TOGNOLI, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado processará os números apresentados pelo  Pro Farmer Crop Tour,  mesmo com a melhora das estimativas da produção final americana, ainda há espaço para incertezas, diante dos mapas meteorológicos, que seguem mostrando condições de tempo bastante seco, com chuvas escassas e mal distribuídas em um período determinante para a conclusão de sua safra.<br />     A  safra dos EUA entra na fase final, e os principais players se voltarão  para o início da safra na América do Sul. Com as perspectivas de ocorrência do fenômeno climático  El Niño, as estimativas preliminares são de safras com bom potencial de produção, incrementando a oferta e estoques finais.<br />     No cenário macroeconômico, seguem as atenções aos indicadores das principais economias (CHI e EUA). Ainda no radar, os desdobramentos sobre o impasse do corredor de exportação pelo Mar Negro.<br />     Diante das incertezas do tamanho da produção da safra dos EUA, o mercado doméstico seguirá acompanhando o movimento na CBOT. Assim, as cotações trabalharão com vieses de estabilidade no curto prazo e de baixa no médio prazo.<br />    <b>Em relação ao milho, </b>o clima poderá dar suporte aos preços no mercado externo. As previsões climáticas apontam para temperaturas elevadas e precipitações abaixo da normalidade nas lavouras de milho nos Estados Unidos. No último relatório das condições das lavouras no país, o Departamento de Agricultura Americano (USDA) estimou que apenas 4% das áreas estão em maturação.<br />     Os números a serem divulgados pelo acompanhamento de safra da consultoria privada ProFarmer poderá trazer volatilidade ao mercado, caso apresente estimativas discrepantes daquelas apontadas pelo USDA. Este levantamento é realizado por diversas equipes que percorrem as regiões produtoras estadunidenses, visitando in loco as lavouras.<br />     A Bolsa de Cereales na Argentina estimou plantio de 7,3 milhões de hectares para a safra de milho no país (ciclo 2023/24), aumento de 2,8% em relação à safra anterior. No projetado pelo USDA (agosto) a área de plantio é de 7 milhões de hectares.<br />   Os preços internos tendem a seguir movimento lateralizado no curto prazo, com a comercialização em ritmo lento.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>    as previsões climáticas apontam aumento de umidade, porém com chuvas irregulares e baixa intensidade. A irregularidade prevista na precipitação mantém preocupação com o desenvolvimento da safra 24.<br />     Produtor tende a continuar participando pouco do mercado, mas finalização de colheita e início de safra 23/24 pode incentivar demanda por crédito, bem como elevar as vendas pontuais.      Empresas relatam recebimento dentro do esperado, mas universo  de projeções variadas entre 55 a 67 milhões de sacas para a safra Brasil 23 gera incerteza ao mercado.<br />     Resumo diário Cecafe mostra emissão de certificados de origem da ordem de 2.647.106 até 23/08, número 25,1% superior ao mesmo período do mês anterior. Julho 23 teve aumento de 22,35 no embarque de café verde, com o conilon elevando em 245%  os embarques e o arábica 6,49%.<br />     O mercado enfrenta a pressão da oferta sazonal de Brasil, Indonésia e Uganda, que supera a demanda fraca no verão do hemisfério norte. Os juros altos também desencorajam os estoques. Por outro lado, os produtores resistem em vender o que já colheram e os estoques certificados ICE NY e Londres estão baixos. Nessa balança, esperam-se preços em estabilidade, porém ainda com leve pressão baixista nos preços físicos no Brasil.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: a oferta nos próximos meses será baseada em gado confinado. Assim, a margem de manobra do pecuarista é menor, pois, em razão dos custos, torna-se mais difícil reter o animal no sistema intensivo e aguardar o melhor momento para negociá-lo, estratégia utilizada no período das chuvas, no regime extensivo, quando há boa condição de pastagem. Tal fato pressiona a cotação da arroba também no médio prazo.<br />     Os preços da carne bovina tendem a permanecer pressionados negativamente, tanto no mercado internacional quanto no mercado interno, o que impacta diretamente a receita da indústria. Neste cenário, o pecuarista encontra dificuldades nas negociações.<br />     Os custos de nutrição e de reposição animal diminuíram ao longo do ano, porém, o valor da arroba também recuou no mercado doméstico. Assim, com o receio de permanecer o cenário negativo, o produtor tende a aceitar o valor ofertado pela ponta compradora, a fim de mitigar maior prejuízo.<br />     A indústria ainda possui conforto em sua programação de abate, o que dificulta a recuperação do preço da arroba do boi gordo no curto prazo e médio prazo.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56594350</guid><pubDate>Mon, 28 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56594350/20230828_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6753846" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de agosto, meu nome é MARIANA TOGNOLI, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de agosto, meu nome é MARIANA TOGNOLI, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado processará os números apresentados pelo  Pro Farmer Crop Tour,  mesmo com a melhora das estimativas da produção final americana, ainda há espaço para incertezas, diante dos mapas meteorológicos, que seguem mostrando condições de tempo bastante seco, com chuvas escassas e mal distribuídas em um período determinante para a conclusão de sua safra.<br />     A  safra dos EUA entra na fase final, e os principais players se voltarão  para o início da safra na América do Sul. Com as perspectivas de ocorrência do fenômeno climático  El Niño, as estimativas preliminares são de safras com bom potencial de produção, incrementando a oferta e estoques finais.<br />     No cenário macroeconômico, seguem as atenções aos indicadores das principais economias (CHI e EUA). Ainda no radar, os desdobramentos sobre o impasse do corredor de exportação pelo Mar Negro.<br />     Diante das incertezas do tamanho da produção da safra dos EUA, o mercado doméstico seguirá acompanhando o movimento na CBOT. Assim, as cotações trabalharão com vieses de estabilidade no curto prazo e de baixa no médio prazo.<br />    <b>Em relação ao milho, </b>o clima poderá dar suporte aos preços no mercado externo. As previsões climáticas apontam para temperaturas elevadas e precipitações abaixo da normalidade nas lavouras de milho nos Estados Unidos. No último relatório das condições das lavouras no país, o Departamento de Agricultura Americano (USDA) estimou que apenas 4% das áreas estão em maturação.<br />     Os números a serem divulgados pelo acompanhamento de safra da consultoria privada ProFarmer poderá trazer volatilidade ao mercado, caso apresente estimativas discrepantes daquelas apontadas pelo USDA. Este levantamento é realizado por diversas equipes que percorrem as regiões produtoras estadunidenses, visitando in loco as lavouras.<br />     A Bolsa de Cereales na Argentina estimou plantio de 7,3 milhões de hectares para a safra de milho no país (ciclo 2023/24), aumento de 2,8% em relação à safra anterior. No projetado pelo USDA (agosto) a área de plantio é de 7 milhões de hectares.<br />   Os preços internos tendem a seguir movimento lateralizado no curto prazo, com a comercialização em ritmo lento.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>    as previsões climáticas apontam aumento de umidade, porém com chuvas irregulares e baixa intensidade. A irregularidade prevista na precipitação mantém preocupação com o desenvolvimento da safra 24.<br />     Produtor tende a continuar participando pouco do mercado, mas finalização de colheita e início de safra 23/24 pode incentivar demanda por crédito, bem como elevar as vendas pontuais.      Empresas relatam recebimento dentro do esperado, mas universo  de projeções variadas entre 55 a 67 milhões de sacas para a safra Brasil 23 gera incerteza ao mercado.<br />     Resumo diário Cecafe mostra emissão de certificados de origem da ordem de 2.647.106 até 23/08, número 25,1% superior ao mesmo período do mês anterior. Julho 23 teve aumento de 22,35 no embarque de café verde, com o conilon elevando em 245%  os embarques e o arábica 6,49%.<br />     O mercado enfrenta a pressão da oferta sazonal de Brasil, Indonésia e Uganda, que supera a demanda fraca no verão do hemisfério norte. Os juros altos também desencorajam os estoques. Por outro lado, os produtores resistem em vender o que já colheram e os estoques certificados ICE NY e Londres estão baixos. Nessa balança, esperam-se preços em estabilidade, porém ainda com leve pressão baixista nos preços físicos no Brasil.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: a oferta nos próximos meses será baseada em gado...]]></itunes:summary><itunes:duration>423</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/08/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-08-2023-cenario-do-milho--56582168</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de agosto de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  As cotações do cereal apresentaram volatilidade no mercado externo nos últimos dias. Apesar da estimativa de redução na produtividade do milho americano, conforme relatório de agosto de oferta e demanda de grãos divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção total esperada no país pode chegar a 383,83 milhões de toneladas para a safra 23/24, que seria a segunda maior da história norte-americana.<br /><br />  Desdobramentos do conflito no leste europeu, com ataques entre Rússia e Ucrânia, e rumores que a Ucrânia está tentando viabilizar um corredor humanitário para exportação de seus grãos, também contribuíram para a variação nos preços.<br /><br />  Adicionalmente, a previsão para a próxima semana de clima quente e seco nas lavouras dos Estados Unidos, que se encontram em fase de enchimento de grãos, contrapõem os fundamentos baixistas. O contrato com vencimento em dezembro/23 encerrou na terça-feira, dia 22, cotado a U$4,79/bushel.   Os preços no Brasil não apresentaram grandes oscilações.<br /><br />As exportações do grão brasileiro estão ganhando ritmo, o que ajudou a dar suporte no mercado físico. A comercialização segue cautelosa, com vendedores observando as notícias externas e compradores abastecidos no curto prazo buscando preços menores para efetuar compras em maiores volumes. A CONAB, em seu último levantamento, estimou que a colheita do milho 2ª safra chegou a 78,8% da área total, atraso de 11,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 23 cotado à R$53,96 a saca, retornando ao mesmo patamar de preços de agosto de 2020.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda referenciadas na B3:<br /><br />com vencimento em novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 54 e R$ 56/sc, e-  com vencimento em março/24, com strike entre R$ 61 e R$ 64 / sc   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56582168</guid><pubDate>Fri, 25 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56582168/20230825_bbcast_agro_milho.mp3" length="3373810" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 25 de agosto de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

  As cotações do cereal apresentaram volatilidade no mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de agosto de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />  As cotações do cereal apresentaram volatilidade no mercado externo nos últimos dias. Apesar da estimativa de redução na produtividade do milho americano, conforme relatório de agosto de oferta e demanda de grãos divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção total esperada no país pode chegar a 383,83 milhões de toneladas para a safra 23/24, que seria a segunda maior da história norte-americana.<br /><br />  Desdobramentos do conflito no leste europeu, com ataques entre Rússia e Ucrânia, e rumores que a Ucrânia está tentando viabilizar um corredor humanitário para exportação de seus grãos, também contribuíram para a variação nos preços.<br /><br />  Adicionalmente, a previsão para a próxima semana de clima quente e seco nas lavouras dos Estados Unidos, que se encontram em fase de enchimento de grãos, contrapõem os fundamentos baixistas. O contrato com vencimento em dezembro/23 encerrou na terça-feira, dia 22, cotado a U$4,79/bushel.   Os preços no Brasil não apresentaram grandes oscilações.<br /><br />As exportações do grão brasileiro estão ganhando ritmo, o que ajudou a dar suporte no mercado físico. A comercialização segue cautelosa, com vendedores observando as notícias externas e compradores abastecidos no curto prazo buscando preços menores para efetuar compras em maiores volumes. A CONAB, em seu último levantamento, estimou que a colheita do milho 2ª safra chegou a 78,8% da área total, atraso de 11,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 23 cotado à R$53,96 a saca, retornando ao mesmo patamar de preços de agosto de 2020.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda referenciadas na B3:<br /><br />com vencimento em novembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 54 e R$ 56/sc, e-  com vencimento em março/24, com strike entre R$ 61 e R$ 64 / sc   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro.<br /><br />  Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/08/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-08-2023-cenario-do-boi-gordo--56571638</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de agosto de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 124,65 mil toneladas de carne bovina in natura em 14 dias úteis de agosto de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.513, queda de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> Em 2022, de janeiro a julho, as compras da China resultaram em US$ 4,46 bilhões de receita, com movimentação de 654,7 mil toneladas. Em 2023, a receita foi de US$ 3,05 bilhões e a movimentação de 612 mil toneladas, redução de 31,5% no valor e de 6,5% no volume, respectivamente. O desempenho econômico do país asiático impactou as vendas de carne bovina em 2023, com renegociações de preços, que prejudicaram as exportações e refletiram nos preços da arroba.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram sob pressão no decorrer da semana. No dia 22/08/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 214,95queda</b> de <b>0,07%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 205,85</b>.<br /><br />  Nos últimos meses, o fluxo das exportações, em volume, seguiu com desempenho satisfatório. No entanto, o preço pago pela tonelada bovina recuou de maneira significativa, principalmente pela pressão exercida pelo mercado chinês. Tal situação reduz as margens dos frigoríficos exportadores, que, por consequência, pressionam os valores pagos pela arroba do boi gordo.<br /><br />O consumo doméstico de carne bovina continua enfraquecido. Neste cenário, atacado e varejo seguem com seus estoques elevados. Soma-se, ainda, a competitividade acirrada com as outas proteínas, principalmente a carne de frango e o elevado volume de oferta de bovinos terminados, o que aumenta a oferta de carne disponível para os frigoríficos, seguindo a expectativa do ciclo pecuário, hoje em baixa. Assim, para os próximos dias, o mercado do boi gordo tende a seguir com pressão baixista.  Visando a proteção da queda de preço dessa commodity, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente, temos opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Outubro/23 com preço protegido (strike) entre R$ 194 e R$ 200 / arroba<br /> -          Dezembro/ 23 com strike entre R$ 197 e R$ 205 / arroba<br /><br />Para simular ou consultar outros vencimentos acesse sua conta no APP BB, Menu Agro.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56571638</guid><pubDate>Thu, 24 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56571638/20230824_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3663038" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de agosto de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de agosto de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 124,65 mil toneladas de carne bovina in natura em 14 dias úteis de agosto de 2023. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.513, queda de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> Em 2022, de janeiro a julho, as compras da China resultaram em US$ 4,46 bilhões de receita, com movimentação de 654,7 mil toneladas. Em 2023, a receita foi de US$ 3,05 bilhões e a movimentação de 612 mil toneladas, redução de 31,5% no valor e de 6,5% no volume, respectivamente. O desempenho econômico do país asiático impactou as vendas de carne bovina em 2023, com renegociações de preços, que prejudicaram as exportações e refletiram nos preços da arroba.<br /><br /> No mercado físico, os preços médios da arroba se mantiveram sob pressão no decorrer da semana. No dia 22/08/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 214,95queda</b> de <b>0,07%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 205,85</b>.<br /><br />  Nos últimos meses, o fluxo das exportações, em volume, seguiu com desempenho satisfatório. No entanto, o preço pago pela tonelada bovina recuou de maneira significativa, principalmente pela pressão exercida pelo mercado chinês. Tal situação reduz as margens dos frigoríficos exportadores, que, por consequência, pressionam os valores pagos pela arroba do boi gordo.<br /><br />O consumo doméstico de carne bovina continua enfraquecido. Neste cenário, atacado e varejo seguem com seus estoques elevados. Soma-se, ainda, a competitividade acirrada com as outas proteínas, principalmente a carne de frango e o elevado volume de oferta de bovinos terminados, o que aumenta a oferta de carne disponível para os frigoríficos, seguindo a expectativa do ciclo pecuário, hoje em baixa. Assim, para os próximos dias, o mercado do boi gordo tende a seguir com pressão baixista.  Visando a proteção da queda de preço dessa commodity, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente, temos opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Outubro/23 com preço protegido (strike) entre R$ 194 e R$ 200 / arroba<br /> -          Dezembro/ 23 com strike entre R$ 197 e R$ 205 / arroba<br /><br />Para simular ou consultar outros vencimentos acesse sua conta no APP BB, Menu Agro.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>229</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ab564e0da0ccf24255e8bdd0497b2486.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/08/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-08-2023-cenario-do-algodao--56561872</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 23 de agosto, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru, São Paulo e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />O relatório mensal do departamento de agricultura norte-americano (USDA) trouxe números mais animadores ao mercado mundial de pluma: apesar da pouca diferença no índice de consumo, a produção mundial recuou 3% impulsionada pela distribuição desigual de chuvas na Índia, sinalizando que pode ser um ano de pouca produção e pelo clima seco nos Estados Unidos, sobretudo no Texas, fazendo a produção do país recuar quase 15%<br /><br />. Estes fatores alavancaram a cotação na bolsa de Nova Iorque que alcançou patamares mais próximos a US$ 0,90 c/lbp.<br /><br /> No Brasil, a colheita atingiu, aproximadamente 62% e, de acordo com o boletim de agosto da Conab, a produção nacional foi revisada para 3,03 milhões de toneladas de pluma; caso o número se confirme após a colheita, será a maior safra brasileira da história.<br /><br /> É importante salientar que, apesar dos Estados Unidos estarem passando por dificuldades climáticas, não possui em sua safra de algodão a mesma influência comparando a sua importância no setor de grãos. O país é o terceiro maior produtor mundial com 12% de participação na produção mundial.<br /><br /> Para se ter uma ideia de comparação, a China e Índia possuem, respectivamente, 24 e 21% de participação, praticamente o dobro da participação norte-americana.<br /><br /> Sendo assim, é comum que os preços procurem “acomodação” ao longo dos dias e, pensando nisso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro para que o produtor se resguarde de uma possível oscilação na cotação. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,78 e 0,81 / lbp e<br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,77 e U$ 0,81/lbp.<br /><br /> Acesse o app BB &gt; Menu Agro e faça uma simulação ou procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56561872</guid><pubDate>Wed, 23 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56561872/20230823_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2780308" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 23 de agosto, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru, São Paulo e falaremos sobre o cenário do algodão.

O relatório mensal do departamento de agricultura norte-americano (USDA)...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 23 de agosto, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru, São Paulo e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />O relatório mensal do departamento de agricultura norte-americano (USDA) trouxe números mais animadores ao mercado mundial de pluma: apesar da pouca diferença no índice de consumo, a produção mundial recuou 3% impulsionada pela distribuição desigual de chuvas na Índia, sinalizando que pode ser um ano de pouca produção e pelo clima seco nos Estados Unidos, sobretudo no Texas, fazendo a produção do país recuar quase 15%<br /><br />. Estes fatores alavancaram a cotação na bolsa de Nova Iorque que alcançou patamares mais próximos a US$ 0,90 c/lbp.<br /><br /> No Brasil, a colheita atingiu, aproximadamente 62% e, de acordo com o boletim de agosto da Conab, a produção nacional foi revisada para 3,03 milhões de toneladas de pluma; caso o número se confirme após a colheita, será a maior safra brasileira da história.<br /><br /> É importante salientar que, apesar dos Estados Unidos estarem passando por dificuldades climáticas, não possui em sua safra de algodão a mesma influência comparando a sua importância no setor de grãos. O país é o terceiro maior produtor mundial com 12% de participação na produção mundial.<br /><br /> Para se ter uma ideia de comparação, a China e Índia possuem, respectivamente, 24 e 21% de participação, praticamente o dobro da participação norte-americana.<br /><br /> Sendo assim, é comum que os preços procurem “acomodação” ao longo dos dias e, pensando nisso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro para que o produtor se resguarde de uma possível oscilação na cotação. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:<br /><br /> -          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,78 e 0,81 / lbp e<br /> -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,77 e U$ 0,81/lbp.<br /><br /> Acesse o app BB &gt; Menu Agro e faça uma simulação ou procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/08/2023- Cenário da batata</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-08-2023-cenario-da-batata--56547869</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de agosto de 2023, meu nome é Maíra Regis sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília e falaremos sobre o cenário da batata.<br /><br />  A batata inglesa é a terceira cultura alimentar mais importante do planeta e a primeira commodity fora do grupo grãos. Conforme a EMBRAPA, estima-se que mais de um bilhão de pessoas consumam batata diariamente no mundo. De acordo com a FAO, a área mundial de produção supera os 17 milhões de ha, sendo a China o maior produtor em área, superando 4,8 milhões de ha.<br /><br />  A batata é a hortaliça mais importante do Brasil, podendo ser consumida na forma frita, assada, cozida, natural ou industrializada. É um dos alimentos preferidos não só de brasileiros, como de consumidores de diversos países. Anualmente, o Brasil produz quantidade suficiente para atender seu consumo interno, com média de 16,6 Kg por habitante.<br /><br />  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidas 3,85 milhões de toneladas em 2021, em área aproximada de 116 mil hectares. Essa cultura movimenta R$ 5,4 bilhões. Cerca de 83% da colheita da hortaliça está concentrada em quatro estados, liderados por Minas Gerais que produz 1,2 milhão de toneladas (ou seja 32% do total), seguido por Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. Não há registro de exportação brasileira de batata.  <br /><br />  Em 2022, o país importou 340,5 mil toneladas, basicamente para atender mais da metade do consumo de batata pré-frita congelada. Desse volume, cerca de 57% tiveram origem da Argentina, embora Bélgica e Holanda também sejam importantes fornecedores de batata processada.<br /><br />  Os custos de produção reduziram ao longo de 2023, devido à queda dos preços dos insumos, principalmente fertilizantes, que foram um dos principais impulsionadores da alta de preços nas duas últimas safras.<br /><br />  Conforme o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), os preços seguem oscilando nas diversas regiões produtoras.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de batata.<br /><br />  Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56547869</guid><pubDate>Tue, 22 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56547869/20230822_bbcast_agro_batata.mp3" length="3222509" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de agosto de 2023, meu nome é Maíra Regis sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília e falaremos sobre o cenário da batata.

  A batata inglesa é a terceira cultura alimentar mais importante do planeta e a primeira...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de agosto de 2023, meu nome é Maíra Regis sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília e falaremos sobre o cenário da batata.<br /><br />  A batata inglesa é a terceira cultura alimentar mais importante do planeta e a primeira commodity fora do grupo grãos. Conforme a EMBRAPA, estima-se que mais de um bilhão de pessoas consumam batata diariamente no mundo. De acordo com a FAO, a área mundial de produção supera os 17 milhões de ha, sendo a China o maior produtor em área, superando 4,8 milhões de ha.<br /><br />  A batata é a hortaliça mais importante do Brasil, podendo ser consumida na forma frita, assada, cozida, natural ou industrializada. É um dos alimentos preferidos não só de brasileiros, como de consumidores de diversos países. Anualmente, o Brasil produz quantidade suficiente para atender seu consumo interno, com média de 16,6 Kg por habitante.<br /><br />  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidas 3,85 milhões de toneladas em 2021, em área aproximada de 116 mil hectares. Essa cultura movimenta R$ 5,4 bilhões. Cerca de 83% da colheita da hortaliça está concentrada em quatro estados, liderados por Minas Gerais que produz 1,2 milhão de toneladas (ou seja 32% do total), seguido por Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. Não há registro de exportação brasileira de batata.  <br /><br />  Em 2022, o país importou 340,5 mil toneladas, basicamente para atender mais da metade do consumo de batata pré-frita congelada. Desse volume, cerca de 57% tiveram origem da Argentina, embora Bélgica e Holanda também sejam importantes fornecedores de batata processada.<br /><br />  Os custos de produção reduziram ao longo de 2023, devido à queda dos preços dos insumos, principalmente fertilizantes, que foram um dos principais impulsionadores da alta de preços nas duas últimas safras.<br /><br />  Conforme o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), os preços seguem oscilando nas diversas regiões produtoras.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de batata.<br /><br />  Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,batata,bataticultura,bb,broto,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/47057e69d6d11291f998ca4af71c87dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/08/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-08-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56516925</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 21 de agosto, meu nome é Alexandre Bitencourt, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os mapas atualizados pela Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA), para os próximos 07 dias, mudaram de padrão e agora preveem temperaturas mais elevadas e tempo seco para os principais estados produtores nos EUA. As lavouras encontram-se nas fases de formação de vagem e enchimento de grãos, determinantes para a conclusão da safra nos EUA. Assim, em se prolongando esse quadro meteorológico, as preocupações com maiores perdas de produtividade retornarão, podendo resultar em alta nas cotações em Chicago.<br />No cenário econômico, de forma antagônica, os baixos índices de crescimento chinês geram preocupações com os dados que reforçam a fraqueza de sua economia, podendo refletir em menor demanda, limitando possíveis altas nas cotações. O mercado também ficará atento ao relatório de acompanhamento de safra do Pro Farmer Crop Tour, que fornecerá informações independentes sobre o potencial de produção nos EUA.<br />Com o clima mais quente e seco nos EUA e o mercado de óleos em alta, o mercado doméstico será demandado em função da soja disponível. Assim, as cotações trabalharão com viés de alta para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /><b>Em relação ao milho,</b> o USDA, em seu relatório de agosto, reduziu as estimativas de produtividade das lavouras estadunidenses em 2,51 sc/ha, sendo a nova estimativa de 183,18 sc/ha. Com isso a perspectiva de produção caiu para 383,84 milhões de toneladas, redução de 1,36% em relação ao relatório anterior. Apesar disso, caso a produção chegue ao volume estimado, ainda seria a segunda maior safra de milho da história nos EUA.<br />A previsão climática para os próximos dias aponta chuvas abaixo da normalidade e temperaturas elevadas em quase todo cinturão de milho dos EUA, o que pode trazer suporte às cotações na CBOT.<br />A Conab divulgou seu 11º Levantamento de Safra 2022/23, em 10/08/23, elevando a produção total de milho em 2,08 mi t, agora estimada em 129,43 mi t. Esta elevação da produção está atrelada à 2ª safra, com nova estimativa de 100,18 mi t. Com a revisão, o estoque final foi estimado em 10,52 mi t, aumento de 25,84% em relação à estimativa de julho.<br />Assim, os preços internos podem seguir pressionados com o aumento da oferta devido ao avanço da colheita, mantendo o viés de baixa no curto e médio prazo. <b><br /></b> <b>Para o café, </b>exportações brasileiras de café verde em julho subiram 22,35% em relação ao mesmo período do ano anterior impulsionadas pelo aumento da exportação de Conilon que triplicou ante a competitividade do produto brasileiro e redução de produção na Indonésia e Vietnam. <br />As exportações de arábica brasileiro, em julho, tiveram uma elevação de 6,49% em relação a julho de 2022, números mais modestos de elevação na exportação, considerada a elevação de produção sobre 2022.<br />Acompanhando a elevação de exportação em julho do Brasil, Honduras também relata aumento nas exportações, enquanto Colômbia relata queda no mesmo período.<br />Segundo a Safras e Mercado, a safra 23 tem 41% de sua produção vendida ante 45 % vendidas em 2022 no mesmo período.<br />Relatório da OIC de julho confirma trajetória de redução das exportações nas diversas origens, com a exportação global reduzindo-se 6,7 % em relação a igual período do ano anterior.          Mercado climático e suas influências sobre floração 2024 no Brasil passam a ser acompanhadas pelo mercado podendo exercer pressão adicional na precificação do produto, além da maior oferta do produto brasileiro, cuja colheita entra em fase final.<br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Segundo a Secretaria de Comércio da Argentina, o país suspendeu a exportação de carne por 15 dias para negociar com frigoríficos. A suspensão das vendas internacionais em 15/08/23 tem o objetivo de tentar conter a inflação. Com essa medida, A Argentina pode deixar de exportar 40 mil toneladas de carne bovina, sendo que cerca de 70% têm como destino o mercado chinês. Com sua ausência, o Brasil e o Uruguai podem se beneficiar ao preencher o volume de exportação destinado ao gigante asiático.<br />Nos últimos meses, o fluxo das exportações, em volume, seguiu com desempenho satisfatório. No entanto, o preço pago pela tonelada bovina recuou de maneira significativa, principalmente pela pressão exercida pelo mercado chinês. Tal situação reduz as margens dos frigoríficos exportadores, que, por consequência, pressionam os valores pagos pela arroba do boi gordo.<br />Ainda, o consumo doméstico de carne bovina continua enfraquecido. Neste cenário, atacado e varejo seguem com seus estoques elevados. Soma-se ainda a competitividade acirrada com as outas proteínas, principalmente a carne de frango e o elevado volume de oferta de bovinos terminados, o que aumenta a oferta de carne disponível para os frigoríficos, seguindo a expectativa do ciclo pecuário, hoje em baixa. Assim, para os próximos dias, o mercado do boi gordo deve seguir com pressão baixista.  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56516925</guid><pubDate>Mon, 21 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56516925/20230821_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5742803" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 21 de agosto, meu nome é Alexandre Bitencourt, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 21 de agosto, meu nome é Alexandre Bitencourt, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os mapas atualizados pela Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA), para os próximos 07 dias, mudaram de padrão e agora preveem temperaturas mais elevadas e tempo seco para os principais estados produtores nos EUA. As lavouras encontram-se nas fases de formação de vagem e enchimento de grãos, determinantes para a conclusão da safra nos EUA. Assim, em se prolongando esse quadro meteorológico, as preocupações com maiores perdas de produtividade retornarão, podendo resultar em alta nas cotações em Chicago.<br />No cenário econômico, de forma antagônica, os baixos índices de crescimento chinês geram preocupações com os dados que reforçam a fraqueza de sua economia, podendo refletir em menor demanda, limitando possíveis altas nas cotações. O mercado também ficará atento ao relatório de acompanhamento de safra do Pro Farmer Crop Tour, que fornecerá informações independentes sobre o potencial de produção nos EUA.<br />Com o clima mais quente e seco nos EUA e o mercado de óleos em alta, o mercado doméstico será demandado em função da soja disponível. Assim, as cotações trabalharão com viés de alta para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /><b>Em relação ao milho,</b> o USDA, em seu relatório de agosto, reduziu as estimativas de produtividade das lavouras estadunidenses em 2,51 sc/ha, sendo a nova estimativa de 183,18 sc/ha. Com isso a perspectiva de produção caiu para 383,84 milhões de toneladas, redução de 1,36% em relação ao relatório anterior. Apesar disso, caso a produção chegue ao volume estimado, ainda seria a segunda maior safra de milho da história nos EUA.<br />A previsão climática para os próximos dias aponta chuvas abaixo da normalidade e temperaturas elevadas em quase todo cinturão de milho dos EUA, o que pode trazer suporte às cotações na CBOT.<br />A Conab divulgou seu 11º Levantamento de Safra 2022/23, em 10/08/23, elevando a produção total de milho em 2,08 mi t, agora estimada em 129,43 mi t. Esta elevação da produção está atrelada à 2ª safra, com nova estimativa de 100,18 mi t. Com a revisão, o estoque final foi estimado em 10,52 mi t, aumento de 25,84% em relação à estimativa de julho.<br />Assim, os preços internos podem seguir pressionados com o aumento da oferta devido ao avanço da colheita, mantendo o viés de baixa no curto e médio prazo. <b><br /></b> <b>Para o café, </b>exportações brasileiras de café verde em julho subiram 22,35% em relação ao mesmo período do ano anterior impulsionadas pelo aumento da exportação de Conilon que triplicou ante a competitividade do produto brasileiro e redução de produção na Indonésia e Vietnam. <br />As exportações de arábica brasileiro, em julho, tiveram uma elevação de 6,49% em relação a julho de 2022, números mais modestos de elevação na exportação, considerada a elevação de produção sobre 2022.<br />Acompanhando a elevação de exportação em julho do Brasil, Honduras também relata aumento nas exportações, enquanto Colômbia relata queda no mesmo período.<br />Segundo a Safras e Mercado, a safra 23 tem 41% de sua produção vendida ante 45 % vendidas em 2022 no mesmo período.<br />Relatório da OIC de julho confirma trajetória de redução das exportações nas diversas origens, com a exportação global reduzindo-se 6,7 % em relação a igual período do ano anterior.          Mercado climático e suas influências sobre floração 2024 no Brasil passam a ser acompanhadas pelo mercado podendo exercer pressão adicional na precificação do produto, além da maior oferta do produto brasileiro, cuja colheita entra em fase final.<br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Segundo a Secretaria de Comércio...]]></itunes:summary><itunes:duration>359</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/08/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-08-2023-cenario-da-soja--56504985</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 18 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 16/08 cotado a US$ 13,26/bushel, apresentando estabilidade na última quinzena. Os principais fundamentos para a estabilidade são: os dados do último relatório do USDA que apresentou corte na produção             norte-americana dentro do esperado, de 117,03 para 114,44 milhões de toneladas e as melhores condições climáticas favorecendo a recuperação do desenvolvimento das lavouras e manutenção na estabilidade da demanda chinesa. Em relação a produção mundial, o órgão também corrigiu a menor, passando de 405,31 para 402,79 milhões de toneladas. Da mesma forma, os estoques finais foram estimados em 119,4 contra 120,98 milhões de toneladas em relação ao boletim do mês anterior.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou elevação de 54% para 59% nas condições boas e excelentes das lavouras, refletindo as boas chuvas ocorridas no mês de agosto.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o USDA manteve suas previsões de que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com incremento de 3,87% e produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 16/08 foi de R$ 147,86 por saca, apresentando alta de 0,95% em relação a última quinzena. Apesar das baixas externas, os preços domésticos reagiram diante da alta do dólar e do aumento dos prêmios nos portos, que registraram melhora em relação ao mês anterior.<br /><br />  Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dez/jan/fev. Destacamos a elevação da classificação do impacto do fenômeno, com previsão de intensidade forte.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,45 e U$ 12,98/bushel e abril/24 com strike entre U$ 12,42 e U$ 13/ bushel.<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações acessando sua conta no APP BB, Menu Agro.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56504985</guid><pubDate>Fri, 18 Aug 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56504985/20230817_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3665546" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 18 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.

  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 16/08 cotado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 18 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />  O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o dia 16/08 cotado a US$ 13,26/bushel, apresentando estabilidade na última quinzena. Os principais fundamentos para a estabilidade são: os dados do último relatório do USDA que apresentou corte na produção             norte-americana dentro do esperado, de 117,03 para 114,44 milhões de toneladas e as melhores condições climáticas favorecendo a recuperação do desenvolvimento das lavouras e manutenção na estabilidade da demanda chinesa. Em relação a produção mundial, o órgão também corrigiu a menor, passando de 405,31 para 402,79 milhões de toneladas. Da mesma forma, os estoques finais foram estimados em 119,4 contra 120,98 milhões de toneladas em relação ao boletim do mês anterior.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou elevação de 54% para 59% nas condições boas e excelentes das lavouras, refletindo as boas chuvas ocorridas no mês de agosto.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o USDA manteve suas previsões de que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com incremento de 3,87% e produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 16/08 foi de R$ 147,86 por saca, apresentando alta de 0,95% em relação a última quinzena. Apesar das baixas externas, os preços domésticos reagiram diante da alta do dólar e do aumento dos prêmios nos portos, que registraram melhora em relação ao mês anterior.<br /><br />  Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dez/jan/fev. Destacamos a elevação da classificação do impacto do fenômeno, com previsão de intensidade forte.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,45 e U$ 12,98/bushel e abril/24 com strike entre U$ 12,42 e U$ 13/ bushel.<br /><br />  Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações acessando sua conta no APP BB, Menu Agro.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>230</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/08/2023 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-08-2023-cenario-da-avicultura-de-corte--56492980</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 17 de agosto de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os primeiros resultados do segundo trimestre de 2023 divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, foram produzidas cerca de 3,35 milhões de toneladas de carcaça, volume 8% menor que o do segundo trimestre de 2022. Comparando o primeiro semestre de 2023 com o primeiro de 2022, temos uma redução de 8,5% no total produzido.   <br /> <br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, de janeiro a julho de 2023, aumentaram 9,7% em relação ao mesmo período de 2022, tendo sido embarcadas 2,86 milhões de toneladas, mantendo a média mensal acima das 400 mil toneladas por mês, com preço médio de US$ 1.925 por tonelada.<br /><br /> O custo de produção da atividade reduziu cerca de 16 % no primeiro semestre de 2023. Em janeiro/23 estava R$ 5,34 e fechou junho a R$4,47 por kg de peso vivo.<br /><br /> No início do mês de agosto de 2023 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais, com o preço médio pago pelo frango de granja, em 14/08, cotado a R$ 4,90 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 79 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil, sendo 2 casos em aves de subsistência, um no estado do ES e outro em SC. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br />  As linhas de crédito do BB estão à disposição dos avicultores para construção/adequação de barreiras sanitárias, a fim de evitar a contaminação das granjas comerciais pelo vírus da influenza aviária.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56492980</guid><pubDate>Thu, 17 Aug 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56492980/20230817_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="3395126" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 17 de agosto de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.

 De acordo com os primeiros resultados do segundo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 17 de agosto de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> De acordo com os primeiros resultados do segundo trimestre de 2023 divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, foram produzidas cerca de 3,35 milhões de toneladas de carcaça, volume 8% menor que o do segundo trimestre de 2022. Comparando o primeiro semestre de 2023 com o primeiro de 2022, temos uma redução de 8,5% no total produzido.   <br /> <br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, de janeiro a julho de 2023, aumentaram 9,7% em relação ao mesmo período de 2022, tendo sido embarcadas 2,86 milhões de toneladas, mantendo a média mensal acima das 400 mil toneladas por mês, com preço médio de US$ 1.925 por tonelada.<br /><br /> O custo de produção da atividade reduziu cerca de 16 % no primeiro semestre de 2023. Em janeiro/23 estava R$ 5,34 e fechou junho a R$4,47 por kg de peso vivo.<br /><br /> No início do mês de agosto de 2023 o preço pago ao avicultor independente melhorou, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais, com o preço médio pago pelo frango de granja, em 14/08, cotado a R$ 4,90 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 79 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil, sendo 2 casos em aves de subsistência, um no estado do ES e outro em SC. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br />  As linhas de crédito do BB estão à disposição dos avicultores para construção/adequação de barreiras sanitárias, a fim de evitar a contaminação das granjas comerciais pelo vírus da influenza aviária.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/08/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-08-2023-cenario-do-cafe-arabica--56481188</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 16 de agosto de 2023, eu sou [NOME DO ASSESSOR], Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em [MUNICIPIO-UF] e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />   A colheita da safra de café de 2023 já está quase no seu final, com grãos apresentando boa qualidade e expectativa de aumento da produção brasileira em relação ao ano passado. O Brasil é responsável por 37,9% da oferta mundial de café, considerando as espécies arábica e canephora, que representam 46,2 e 27,8% do mercado, respectivamente.              <br /><br />  Porém, a relação entre estoque e consumo continua diminuindo para o ano cafeeiro, e deve chegar a 16,8% no final do ciclo jul23/jun24, o menor nível dos últimos três anos, segundo os dados do USDA.<br /><br />  Em julho 23, de acordo com o Cecafé, as exportações brasileiras de café cresceram 18,7% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, com destaque para a variedade conilon, que teve um aumento de 245,4% nas vendas externas, graças aos diferenciais competitivos, à disponibilidade imediata e à representatividade da produção nacional na oferta mundial, na safra e no momento atual.<br /><br />  Essa disponibilidade de safra mundial com forte presença do café brasileiro é o principal fator que pressiona os preços para baixo no mercado atual, e pode ser afetada pela boa perspectiva da próxima safra 24 brasileira, que pode ajudar a aumentar a oferta mundial a partir de julho24, se as condições de produção se mantiverem favoráveis como estão agora.<br /><br />   Mas os produtores têm sido cautelosos em vender o café diante de um cenário ainda deficitário entre produção e consumo no ano, apesar das dificuldades econômicas mundiais que impediram o café de manter as taxas positivas de crescimento anual de consumo dos anos anteriores.   <br /><br />    Portanto, as oportunidades de venda ao longo do ano devem ser aproveitadas para obter uma média de preços mais vantajosa para o produtor diante do cenário de uma possível normalização da oferta futura, mas com volume ainda limitado na safra. Para aumentar a renda, os produtores de café precisam ser competitivos e usar as ferramentas do mercado para vender melhor. Isso depende de ter recursos suficientes e saber aproveitar as vantagens que cada região oferece na hora de produzir e vender o café.<br /><br />  O Banco do Brasil é o maior aliado dos cafeicultores, pois oferece créditos para custear, investir e comercializar o produto de forma adequada e rentável. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56481188</guid><pubDate>Wed, 16 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56481188/20230816_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3052817" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 16 de agosto de 2023, eu sou [NOME DO ASSESSOR], Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em [MUNICIPIO-UF] e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

   A colheita da safra de café de 2023 já está quase no seu...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 16 de agosto de 2023, eu sou [NOME DO ASSESSOR], Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em [MUNICIPIO-UF] e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />   A colheita da safra de café de 2023 já está quase no seu final, com grãos apresentando boa qualidade e expectativa de aumento da produção brasileira em relação ao ano passado. O Brasil é responsável por 37,9% da oferta mundial de café, considerando as espécies arábica e canephora, que representam 46,2 e 27,8% do mercado, respectivamente.              <br /><br />  Porém, a relação entre estoque e consumo continua diminuindo para o ano cafeeiro, e deve chegar a 16,8% no final do ciclo jul23/jun24, o menor nível dos últimos três anos, segundo os dados do USDA.<br /><br />  Em julho 23, de acordo com o Cecafé, as exportações brasileiras de café cresceram 18,7% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, com destaque para a variedade conilon, que teve um aumento de 245,4% nas vendas externas, graças aos diferenciais competitivos, à disponibilidade imediata e à representatividade da produção nacional na oferta mundial, na safra e no momento atual.<br /><br />  Essa disponibilidade de safra mundial com forte presença do café brasileiro é o principal fator que pressiona os preços para baixo no mercado atual, e pode ser afetada pela boa perspectiva da próxima safra 24 brasileira, que pode ajudar a aumentar a oferta mundial a partir de julho24, se as condições de produção se mantiverem favoráveis como estão agora.<br /><br />   Mas os produtores têm sido cautelosos em vender o café diante de um cenário ainda deficitário entre produção e consumo no ano, apesar das dificuldades econômicas mundiais que impediram o café de manter as taxas positivas de crescimento anual de consumo dos anos anteriores.   <br /><br />    Portanto, as oportunidades de venda ao longo do ano devem ser aproveitadas para obter uma média de preços mais vantajosa para o produtor diante do cenário de uma possível normalização da oferta futura, mas com volume ainda limitado na safra. Para aumentar a renda, os produtores de café precisam ser competitivos e usar as ferramentas do mercado para vender melhor. Isso depende de ter recursos suficientes e saber aproveitar as vantagens que cada região oferece na hora de produzir e vender o café.<br /><br />  O Banco do Brasil é o maior aliado dos cafeicultores, pois oferece créditos para custear, investir e comercializar o produto de forma adequada e rentável. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/08/2023 - Cenário do melão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-08-2023-cenario-do-melao--56467946</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de agosto de 2023, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.<br /><br />  No Brasil, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), quase 80% da produção do melão é destinada ao mercado internacional, com destaque para as variedades do tipo amarelo, pele de sapo, cantaloupe, gália e orange.<br /><br />  Conforme o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), na safra de 2022 foram produzidas 400 mil toneladas da fruta destinadas à exportação, movimentando R$ 1,1 bilhão na economia local.<br /><br />  Em março de 2023, os principais destinos de melão foram: Espanha, destino de 41% do volume exportado, Holanda 28% e Reino Unido 26%, conforme dados da Secretaria de Comercio Exterior - Secex.<br /><br />  A concentração da produção do melão ocorre no segundo semestre na região Nordeste, que é responsável por 90% da produção nacional, com destaque para os estados do Rio Grande do Norte e Ceará.   De acordo com o IBGE, a produção de melão irrigado no Ceará, em 2023, é estimada em 74 mil toneladas, 14% abaixo do volume produzido em 2022.<br /><br />  O CEPEA aponta que o preço médio pago ao produtor de melão tipo amarelo, nas regiões da Chapada do Apodi e Baixo Jaguaribe, no primeiro semestre de 2023, foi de R$36,00 a caixa de 13 Kg, queda de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em irrigação, Armazenagem e Exportação.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento ou parceiro Agro BB para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56467946</guid><pubDate>Tue, 15 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56467946/20230815_bbcast_agro_melao.mp3" length="2213555" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de agosto de 2023, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.

  No Brasil, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), quase 80% da produção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de agosto de 2023, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.<br /><br />  No Brasil, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), quase 80% da produção do melão é destinada ao mercado internacional, com destaque para as variedades do tipo amarelo, pele de sapo, cantaloupe, gália e orange.<br /><br />  Conforme o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), na safra de 2022 foram produzidas 400 mil toneladas da fruta destinadas à exportação, movimentando R$ 1,1 bilhão na economia local.<br /><br />  Em março de 2023, os principais destinos de melão foram: Espanha, destino de 41% do volume exportado, Holanda 28% e Reino Unido 26%, conforme dados da Secretaria de Comercio Exterior - Secex.<br /><br />  A concentração da produção do melão ocorre no segundo semestre na região Nordeste, que é responsável por 90% da produção nacional, com destaque para os estados do Rio Grande do Norte e Ceará.   De acordo com o IBGE, a produção de melão irrigado no Ceará, em 2023, é estimada em 74 mil toneladas, 14% abaixo do volume produzido em 2022.<br /><br />  O CEPEA aponta que o preço médio pago ao produtor de melão tipo amarelo, nas regiões da Chapada do Apodi e Baixo Jaguaribe, no primeiro semestre de 2023, foi de R$36,00 a caixa de 13 Kg, queda de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de financiamentos para que o produtor possa investir em implantação e manutenção de áreas cultivadas, investimentos em irrigação, Armazenagem e Exportação.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento ou parceiro Agro BB para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>139</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,fruticultura,melao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2a963ef728fc576091f5d942f0fe7331.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/08/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-08-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56444321</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 14 de agosto, meu nome é Liara Simon, sou Gerente de Setor na Gerag e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />  Após a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA, o mercado irá processar os dados. Mesmo com a diminuição na produção final estadunidense, a grande oferta de soja brasileira seguirá equilibrando o estoque global,  até a entrada da colheita nos EUA, já em setembro.<br />   A melhora recente das condições das lavouras e manutenção do bom quadro climático nos EUA, vão garantindo uma produção dentro da média histórica. Os mapas atualizados pela Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA), para os próximos 07 dias, preveem bons volumes de chuvas e menores temperaturas  nos principais estados produtores.       No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como as informações do macro cenário diante da aversão ao risco. Ainda no radar, os desdobramentos sobre o possível novo acordo de exportação pelo Mar Negro.<br />  Diante dos dados previsíveis do relatório do USDA, o mercado doméstico seguirá pressionado negativamente pelas cotações da CBOT. Assim, as cotações trabalharão com viés de baixa no curto e  médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b>  a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA poderá trazer volatilidade aos futuros na Bolsa de Chicago. O mercado externo espera um corte na produtividade e os preços podem reagir conforme a indicação do órgão americano, caso venham estimativas conservadoras ou reduções acima do esperado.<br />  A previsão climática para os próximos dias indica precipitações dentro da normalidade em quase todo cinturão produtor nos EUA, favorecendo as lavouras no campo, que se encontram em sua maioria na fase reprodutiva, onde a necessidade hídrica é elevada.<br />   A Conab divulgou seu 11º Levantamento de Safra 2022/23 no último dia 10, elevando a produção total de milho em 2,08 mi t, agora estimada em 129,43 mi t. O aumento do volume a ser produzido é oriundo da 2ª safra, com nova estimativa de 100,18 mi t. Com a revisão, o estoque final foi estimado em 10,52 mi t, aumento de 25,84% em relação à estimativa de julho.<br />   Neste contexto, os preços internos podem apresentar alguma volatilidade, seguindo o comportamento externo. Entretanto, a elevada produção e o avanço da colheita são capazes de manter as cotações pressionadas negativamente.     <b><br /></b><b>  Para o café, </b>relatório da OIC de julho, confirma trajetória de redução das exportações nas diversas origens, com a exportação global reduzindo-se 6,7 % em relação a igual período do ano anterior.<br />  Evidenciado no mesmo relatório, o aumento de participação do robusta nas exportações globais, elevando seu share a 40,3% das exportações no período de out/22 a jun/23, ante 36,6% no mesmo período há 1 anos atrás.<br />  Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia relata queda de 17% nas exportações do país em julho,  846 mil sacas,  ante mesmo período do ano anterior.<br />  Clima na semana ainda sem informações firmes de precipitação na segunda dezena do mês de agosto, favorecendo a finalização da colheita, mas podendo estimular preocupações com florada da safra 24.<br />  Estoques Ice NY e Londres sem grandes alterações, mas ainda sem evidenciar recuperação. Menor estoque em 8 meses no arábica, a 527.842 sacas e de robusta a 5017  lotes, o menor desde 2016.<br />  Estes dados de menor exportação em diversas origens têm contribuído para limitar perdas nos preços, apesar da oferta iminente do café brasileiro, e a ainda incerta safra 24 Brasil, onde o fator climático deve influenciar nos preços até sua efetivação.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  o preço da carne bovina no mercado internacional vem acumulando queda no decorrer do último ano, afetando as receitas dos frigoríficos exportadores, fato que leva a indústria a pressionar negativamente os valores da arroba do boi gordo. Além da taxa de câmbio, que, por si só, pressiona o valor pago pelo importador, com a desvalorização do Yuan, a China, principal destino da carne bovina brasileira, passou a renegociar os contratos de importação, baixando os preços em dólar da carne bovina.<br />  Para o pecuarista, em especial para a atividade de confinamento, tanto os custos de nutrição animal, quanto os custos de reposição estão em queda no decorrer do ano. O custo de nutrição cai a medida em que os preços de milho, sorgo e soja, utilizados na alimentação, passam a recuar no mercado doméstico. Mesmo assim, o cenário é desafiador para o 2º sem/23, pois a tendência de preços pressionados permanece. Assim, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade para se obter um resultado satisfatório no empreendimento.<br />  A indústria, com escalas confortáveis, deve seguir cadenciando as compras. Assim, os preços, já enfraquecidos, tendem a permanecer sem grandes oscilações. O recebimento de salário e o aumento na demanda devido ao Dia dos Pais pode trazer variação positiva no preço da arroba, ao menos no curto prazo.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56444321</guid><pubDate>Mon, 14 Aug 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56444321/20230814_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6474649" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 14 de agosto, meu nome é Liara Simon, sou Gerente de Setor na Gerag e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 14 de agosto, meu nome é Liara Simon, sou Gerente de Setor na Gerag e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />  Após a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA, o mercado irá processar os dados. Mesmo com a diminuição na produção final estadunidense, a grande oferta de soja brasileira seguirá equilibrando o estoque global,  até a entrada da colheita nos EUA, já em setembro.<br />   A melhora recente das condições das lavouras e manutenção do bom quadro climático nos EUA, vão garantindo uma produção dentro da média histórica. Os mapas atualizados pela Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA), para os próximos 07 dias, preveem bons volumes de chuvas e menores temperaturas  nos principais estados produtores.       No financeiro, seguem as atenções aos indicadores das principais economias, bem como as informações do macro cenário diante da aversão ao risco. Ainda no radar, os desdobramentos sobre o possível novo acordo de exportação pelo Mar Negro.<br />  Diante dos dados previsíveis do relatório do USDA, o mercado doméstico seguirá pressionado negativamente pelas cotações da CBOT. Assim, as cotações trabalharão com viés de baixa no curto e  médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b>  a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA poderá trazer volatilidade aos futuros na Bolsa de Chicago. O mercado externo espera um corte na produtividade e os preços podem reagir conforme a indicação do órgão americano, caso venham estimativas conservadoras ou reduções acima do esperado.<br />  A previsão climática para os próximos dias indica precipitações dentro da normalidade em quase todo cinturão produtor nos EUA, favorecendo as lavouras no campo, que se encontram em sua maioria na fase reprodutiva, onde a necessidade hídrica é elevada.<br />   A Conab divulgou seu 11º Levantamento de Safra 2022/23 no último dia 10, elevando a produção total de milho em 2,08 mi t, agora estimada em 129,43 mi t. O aumento do volume a ser produzido é oriundo da 2ª safra, com nova estimativa de 100,18 mi t. Com a revisão, o estoque final foi estimado em 10,52 mi t, aumento de 25,84% em relação à estimativa de julho.<br />   Neste contexto, os preços internos podem apresentar alguma volatilidade, seguindo o comportamento externo. Entretanto, a elevada produção e o avanço da colheita são capazes de manter as cotações pressionadas negativamente.     <b><br /></b><b>  Para o café, </b>relatório da OIC de julho, confirma trajetória de redução das exportações nas diversas origens, com a exportação global reduzindo-se 6,7 % em relação a igual período do ano anterior.<br />  Evidenciado no mesmo relatório, o aumento de participação do robusta nas exportações globais, elevando seu share a 40,3% das exportações no período de out/22 a jun/23, ante 36,6% no mesmo período há 1 anos atrás.<br />  Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia relata queda de 17% nas exportações do país em julho,  846 mil sacas,  ante mesmo período do ano anterior.<br />  Clima na semana ainda sem informações firmes de precipitação na segunda dezena do mês de agosto, favorecendo a finalização da colheita, mas podendo estimular preocupações com florada da safra 24.<br />  Estoques Ice NY e Londres sem grandes alterações, mas ainda sem evidenciar recuperação. Menor estoque em 8 meses no arábica, a 527.842 sacas e de robusta a 5017  lotes, o menor desde 2016.<br />  Estes dados de menor exportação em diversas origens têm contribuído para limitar perdas nos preços, apesar da oferta iminente do café brasileiro, e a ainda incerta safra 24 Brasil, onde o fator climático deve influenciar nos preços até sua efetivação.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  o preço da carne bovina no mercado internacional...]]></itunes:summary><itunes:duration>405</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/08/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-08-2023-cenario-do-milho--56430258</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 11 de agosto de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br /> O início de agosto foi de desvalorização da cotação do cereal no mercado externo. A melhoria das condições climáticas no cinturão de milho norte-americano observada nos últimos dias, com bons volumes de chuva, favoreceram os cultivos que vinham sofrendo com seca e temperaturas elevadas. A ausência de novos fundamentos relacionados ao conflito no Leste Europeu também contribuiu para o movimento de baixa. No período de primeiro de agosto a nove de agosto o contrato com vencimento em dezembro/23 apresentou desvalorização de 2,56%, encerrando na última quarta cotado a U$4,94/bushel.<br /><br />  O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgará hoje o relatório de oferta e demanda de grãos para este mês, podendo trazer volatilidade aos contratos futuros nesta sexta-feira, uma vez que o mercado espera redução no potencial produtivo das lavouras devido às chuvas irregulares no início do plantio.<br /><br />  No Brasil, os preços seguem pressionados pelo avanço da colheita da 2ª safra, que vêm apresentando bons rendimentos no campo. De acordo com a CONAB, a colheita chegou a 64,3% da área total, com o estado de Mato Grosso, líder na produção nacional, tendo sua colheita praticamente finalizada.<br /><br />  O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 09 cotado à R$52,97 a saca, recuo de 1,45% em relação ao início do mês.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda:<br /><br /> - referenciadas na B3, com vencimento em Setembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 53 e R$ 55/sc, e<br /> - referenciadas na CBOT, com vencimento em Fevereiro/24, com strike entre U$ 4,64 e U$ 4,92 / bushels<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro   Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56430258</guid><pubDate>Fri, 11 Aug 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56430258/20230811_bbcast_agro_milho.mp3" length="3000573" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 11 de agosto de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

 O início de agosto foi de desvalorização da cotação do cereal no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 11 de agosto de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br /> O início de agosto foi de desvalorização da cotação do cereal no mercado externo. A melhoria das condições climáticas no cinturão de milho norte-americano observada nos últimos dias, com bons volumes de chuva, favoreceram os cultivos que vinham sofrendo com seca e temperaturas elevadas. A ausência de novos fundamentos relacionados ao conflito no Leste Europeu também contribuiu para o movimento de baixa. No período de primeiro de agosto a nove de agosto o contrato com vencimento em dezembro/23 apresentou desvalorização de 2,56%, encerrando na última quarta cotado a U$4,94/bushel.<br /><br />  O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgará hoje o relatório de oferta e demanda de grãos para este mês, podendo trazer volatilidade aos contratos futuros nesta sexta-feira, uma vez que o mercado espera redução no potencial produtivo das lavouras devido às chuvas irregulares no início do plantio.<br /><br />  No Brasil, os preços seguem pressionados pelo avanço da colheita da 2ª safra, que vêm apresentando bons rendimentos no campo. De acordo com a CONAB, a colheita chegou a 64,3% da área total, com o estado de Mato Grosso, líder na produção nacional, tendo sua colheita praticamente finalizada.<br /><br />  O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 09 cotado à R$52,97 a saca, recuo de 1,45% em relação ao início do mês.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Atualmente, temos opções de venda:<br /><br /> - referenciadas na B3, com vencimento em Setembro/23, com strike/preço garantido entre R$ 53 e R$ 55/sc, e<br /> - referenciadas na CBOT, com vencimento em Fevereiro/24, com strike entre U$ 4,64 e U$ 4,92 / bushels<br /><br />  Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB &gt; Menu Agro   Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/08/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-08-2023-cenario-do-boi-gordo--56417276</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de agosto de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 41,26 mil toneladas de carne bovina in natura em 4 dias úteis de agosto de 2023. Apesar do bom ritmo, o preço médio da tonelada ficou em US$ 4.531, queda de 26,2% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> Os preços da arroba no mercado físico mantiveram movimento baixista nos últimos dias. Em <b>08/08/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 238,00</b>, com <b>alta)</b> de <b>0,13%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 230,80</b>.<br /><br /> Segundo dados do IMEA, no Mato Grosso, o ágio entre o valor da arroba do bezerro e do boi gordo fechou julho de 2023 em 33,8%, com redução de 13,57% em relação ao resultado de julho de 2021, período de alta do ciclo pecuário. Estamos em um momento de baixa do ciclo, o que favorece os pecuaristas recriadores, uma vez que o custo com a reposição do animal representa cerca de 65% do custo da atividade de recria/engorda.<br /><br /> Após as baixas observadas no valor da arroba no atacado nos últimos dias, espera-se que na primeira quinzena do mês, com a entrada de salário na economia e a possibilidade de aumento do consumo de carne em decorrência das festividades do Dia dos Pais, ocorra alguma melhora nos preços da proteína bovina. Um bom consumo auxiliaria no escoamento do estoque de carne bovina no varejo, melhorando o ritmo de reposição.<br /><br /> Caso isso não ocorra e permaneça o ritmo lento de escoamento da carne no mercado interno, poderá prejudicar a recuperação do preço do boi gordo. Somam-se a esses fatores, a concorrência com a carne de frango, por ser esta uma fonte de proteína mais acessível a grande parte da população e a redução dos preços da carne no mercado internacional, que interferem nas receitas das indústrias exportadoras.<br /><br /> A indústria, com escala de abate relativamente confortável, tende a ofertar valores abaixo da referência média pela arroba. Dessa forma, esperam-se preços estáveis no curto prazo e leve pressão negativa no médio prazo, quando aumenta o número de animais prontos para o abate provenientes de confinamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56417276</guid><pubDate>Thu, 10 Aug 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56417276/20230809_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3128468" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de agosto de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de agosto de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 41,26 mil toneladas de carne bovina in natura em 4 dias úteis de agosto de 2023. Apesar do bom ritmo, o preço médio da tonelada ficou em US$ 4.531, queda de 26,2% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> Os preços da arroba no mercado físico mantiveram movimento baixista nos últimos dias. Em <b>08/08/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 238,00</b>, com <b>alta)</b> de <b>0,13%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 230,80</b>.<br /><br /> Segundo dados do IMEA, no Mato Grosso, o ágio entre o valor da arroba do bezerro e do boi gordo fechou julho de 2023 em 33,8%, com redução de 13,57% em relação ao resultado de julho de 2021, período de alta do ciclo pecuário. Estamos em um momento de baixa do ciclo, o que favorece os pecuaristas recriadores, uma vez que o custo com a reposição do animal representa cerca de 65% do custo da atividade de recria/engorda.<br /><br /> Após as baixas observadas no valor da arroba no atacado nos últimos dias, espera-se que na primeira quinzena do mês, com a entrada de salário na economia e a possibilidade de aumento do consumo de carne em decorrência das festividades do Dia dos Pais, ocorra alguma melhora nos preços da proteína bovina. Um bom consumo auxiliaria no escoamento do estoque de carne bovina no varejo, melhorando o ritmo de reposição.<br /><br /> Caso isso não ocorra e permaneça o ritmo lento de escoamento da carne no mercado interno, poderá prejudicar a recuperação do preço do boi gordo. Somam-se a esses fatores, a concorrência com a carne de frango, por ser esta uma fonte de proteína mais acessível a grande parte da população e a redução dos preços da carne no mercado internacional, que interferem nas receitas das indústrias exportadoras.<br /><br /> A indústria, com escala de abate relativamente confortável, tende a ofertar valores abaixo da referência média pela arroba. Dessa forma, esperam-se preços estáveis no curto prazo e leve pressão negativa no médio prazo, quando aumenta o número de animais prontos para o abate provenientes de confinamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4c5567837cac507be89340996684b57c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/08/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-08-2023-cenario-do-trigo--56407387</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 09 de agosto de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    O plantio está finalizado no Brasil. Segundo a CONAB, são esperados cerca de 3 milhões e 429 mil hectares na safra 23/24, aumento de 11% em relação à safra passada.<br /><br />   Na região Sul, principal produtora, o estado do Paraná, segundo dados do Deral-PR, aumentou 13% a área semeada para 1,39 milhão hectares e espera-se incremento de 30% na produção, com 4,5 milhões de toneladas. As lavouras estão predominantemente em estágio reprodutivo, com 93% em boas condições.<br /><br />    No Rio Grande do Sul, foram plantados 1,5 milhão de hectares, área igual da safra passada, conforme dados da Emater. A expectativa é uma produção 4,7 milhões de toneladas, redução de 17% ante a safra passada. As lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e apesar de algumas regiões apresentarem condições climáticas irregulares, as lavouras vêm se desenvolvendo bem.<br /><br />    Nos demais estados, destaca-se Goiás, com a colheita do trigo de sequeiro já finalizada. Foram cultivados 80 mil hectares, sendo 70% dessa área em cultivo de sequeiro. Espera-se produção de 310 mil toneladas, aumento de 130% em relação à safra 2022. As lavouras irrigadas encontram-se em fase de enchimento de grãos e apresentam boas condições.<br /><br />    No cenário internacional, destacamos o clima nos principais países produtores. Enquanto a Europa, Ucrânia e Rússia tiveram clima favorável e estão colhendo o trigo com boas produtividades, a Austrália e China enfrentam clima seco e quente. Já os Estados Unidos e Canadá a situação é mista, com lavouras enfrentando problemas de seca e outras em boas condições.<br /><br />  Importante destacar a intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia, que tem gerado preocupações sobre a demanda global e refletido diretamente nos preços futuros do produto. Em Chicago, o trigo chegou a subir 17% em julho, devolvendo estes ganhos nos últimos dias. Ainda, a notícia que a Índia considera cortar ou abolir os impostos de importação sobre o trigo movimenta o mercado. Contudo, esses fatores não chegaram a influenciar os preços internos do grão.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de -3,45% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.300,31 por tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 27%. A demanda no mercado interno permanece baixa devido à ausência de compradores, pois os moinhos estão abastecidos.<br /><br />    Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas, implementos e correção de fertilidade para safra 2023. Consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56407387</guid><pubDate>Wed, 09 Aug 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56407387/20230809_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2909875" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 09 de agosto de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

    O plantio está finalizado no Brasil. Segundo a CONAB, são esperados cerca de 3 milhões e 429 mil...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 09 de agosto de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo - RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />    O plantio está finalizado no Brasil. Segundo a CONAB, são esperados cerca de 3 milhões e 429 mil hectares na safra 23/24, aumento de 11% em relação à safra passada.<br /><br />   Na região Sul, principal produtora, o estado do Paraná, segundo dados do Deral-PR, aumentou 13% a área semeada para 1,39 milhão hectares e espera-se incremento de 30% na produção, com 4,5 milhões de toneladas. As lavouras estão predominantemente em estágio reprodutivo, com 93% em boas condições.<br /><br />    No Rio Grande do Sul, foram plantados 1,5 milhão de hectares, área igual da safra passada, conforme dados da Emater. A expectativa é uma produção 4,7 milhões de toneladas, redução de 17% ante a safra passada. As lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e apesar de algumas regiões apresentarem condições climáticas irregulares, as lavouras vêm se desenvolvendo bem.<br /><br />    Nos demais estados, destaca-se Goiás, com a colheita do trigo de sequeiro já finalizada. Foram cultivados 80 mil hectares, sendo 70% dessa área em cultivo de sequeiro. Espera-se produção de 310 mil toneladas, aumento de 130% em relação à safra 2022. As lavouras irrigadas encontram-se em fase de enchimento de grãos e apresentam boas condições.<br /><br />    No cenário internacional, destacamos o clima nos principais países produtores. Enquanto a Europa, Ucrânia e Rússia tiveram clima favorável e estão colhendo o trigo com boas produtividades, a Austrália e China enfrentam clima seco e quente. Já os Estados Unidos e Canadá a situação é mista, com lavouras enfrentando problemas de seca e outras em boas condições.<br /><br />  Importante destacar a intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia, que tem gerado preocupações sobre a demanda global e refletido diretamente nos preços futuros do produto. Em Chicago, o trigo chegou a subir 17% em julho, devolvendo estes ganhos nos últimos dias. Ainda, a notícia que a Índia considera cortar ou abolir os impostos de importação sobre o trigo movimenta o mercado. Contudo, esses fatores não chegaram a influenciar os preços internos do grão.<br /><br />  O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de -3,45% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.300,31 por tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 27%. A demanda no mercado interno permanece baixa devido à ausência de compradores, pois os moinhos estão abastecidos.<br /><br />    Para apoiar nossos clientes, o Banco do Brasil disponibiliza a contratação de linhas de investimento para aquisição de máquinas, implementos e correção de fertilidade para safra 2023. Consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/08/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-08-2023-cenario-da-cana-de-acucar--56397484</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 8 de agosto de 2023, eu sou o Maurício Alonso, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.​<br /><br />  O clima seco desde o fim do primeiro semestre de 2023 tem sido favorável a colheita da cana. Até a primeira quinzena de julho foram processadas 258,25 milhões de toneladas, avanço de 10,1% em relação ao mesmo período da safra anterior.<br /><br />  Em julho, houve significativa melhora na produtividade dos canaviais, com rendimento médio de 91 toneladas/ha ante 76,1 toneladas/ha na safra passada, segundo dados do benchmarking agronômico do CTC, divulgado pela ÚNICA. Um dos fatores para esse crescimento é a maior participação de cana de 18 meses, de primeiro corte, geralmente colhida no início da safra.   Apesar do maior volume de cana, a qualidade da matéria prima tem se mantido igual à da safra passada, na casa dos 130 kg de ATR/tonelada. Com o tempo seco e o avanço da safra, a tendência é de aumento nos teores de açúcar, porém já se observa uma leve piora em relação ao ano passado, fato já verificado na primeira quinzena de julho.<br /><br />  Nesta safra o mix açúcar/etanol está mais favorável para o adoçante. As usinas estão aproveitando ao máximo a alta nas cotações no mercado internacional. Somente em 2023, o açúcar futuro, no contrato com vencimento em outubro/2023 na bolsa de Nova York apresentou alta de 35%, passando de 17,8 para 24,0 centavos de dólar por libra-peso, maior patamar de preço em 11 anos.<br /><br />  Períodos recentes de estresse hídrico e atraso nas chuvas ocorridos na Índia e Tailândia, grandes exportadores de açúcar e concorrentes do Brasil, têm contribuído para essa elevação nos preços do açúcar. A chegada do El Ninho também tem pressionado positivamente os preços, devido aos possíveis efeitos negativos para as próximas safras nesses países.<br /><br />  Com relação ao etanol, a elevada oferta advinda da safra em pleno curso e a estabilidade na demanda por combustíveis no mercado doméstico, contribuem para a queda nos preços.<br /><br />  Todos esses fatores influenciam a precificação do kg do ATR, que serve de referência para o pagamento da cana-de-açúcar aos produtores. Em julho, no acumulado, o Kg do ATR fechou em relativa estabilidade, a R$ 1,21, resultado da sustentação positiva do açúcar e da pressão negativa do etanol.<br /><br />  Se você busca informações sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, se inscreva na página do Broto em <a href="http://www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a> e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56397484</guid><pubDate>Tue, 08 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56397484/20230808_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3171518" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 8 de agosto de 2023, eu sou o Maurício Alonso, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.​

  O clima seco desde o fim do primeiro semestre de 2023 tem sido...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 8 de agosto de 2023, eu sou o Maurício Alonso, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto/SP e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.​<br /><br />  O clima seco desde o fim do primeiro semestre de 2023 tem sido favorável a colheita da cana. Até a primeira quinzena de julho foram processadas 258,25 milhões de toneladas, avanço de 10,1% em relação ao mesmo período da safra anterior.<br /><br />  Em julho, houve significativa melhora na produtividade dos canaviais, com rendimento médio de 91 toneladas/ha ante 76,1 toneladas/ha na safra passada, segundo dados do benchmarking agronômico do CTC, divulgado pela ÚNICA. Um dos fatores para esse crescimento é a maior participação de cana de 18 meses, de primeiro corte, geralmente colhida no início da safra.   Apesar do maior volume de cana, a qualidade da matéria prima tem se mantido igual à da safra passada, na casa dos 130 kg de ATR/tonelada. Com o tempo seco e o avanço da safra, a tendência é de aumento nos teores de açúcar, porém já se observa uma leve piora em relação ao ano passado, fato já verificado na primeira quinzena de julho.<br /><br />  Nesta safra o mix açúcar/etanol está mais favorável para o adoçante. As usinas estão aproveitando ao máximo a alta nas cotações no mercado internacional. Somente em 2023, o açúcar futuro, no contrato com vencimento em outubro/2023 na bolsa de Nova York apresentou alta de 35%, passando de 17,8 para 24,0 centavos de dólar por libra-peso, maior patamar de preço em 11 anos.<br /><br />  Períodos recentes de estresse hídrico e atraso nas chuvas ocorridos na Índia e Tailândia, grandes exportadores de açúcar e concorrentes do Brasil, têm contribuído para essa elevação nos preços do açúcar. A chegada do El Ninho também tem pressionado positivamente os preços, devido aos possíveis efeitos negativos para as próximas safras nesses países.<br /><br />  Com relação ao etanol, a elevada oferta advinda da safra em pleno curso e a estabilidade na demanda por combustíveis no mercado doméstico, contribuem para a queda nos preços.<br /><br />  Todos esses fatores influenciam a precificação do kg do ATR, que serve de referência para o pagamento da cana-de-açúcar aos produtores. Em julho, no acumulado, o Kg do ATR fechou em relativa estabilidade, a R$ 1,21, resultado da sustentação positiva do açúcar e da pressão negativa do etanol.<br /><br />  Se você busca informações sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais, se inscreva na página do Broto em <a href="http://www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a> e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/08/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-08-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56372331</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de agosto, meu nome é Liara Simon, Gerente de Setor na GERAG e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os mapas atualizados pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) indicam, para os próximos sete dias, bons volumes de chuvas e temperaturas mais amenas nos principais estados produtores, em especial no Meio Oeste dos EUA.<br />  O mercado seguirá com atenção dividida entre as condições climáticas mais favoráveis, ao passo que também aguardará a divulgação do boletim mensal de oferta e demanda do USDA em 11/08.<br />  No financeiro, tende a permanecer o sentimento de maior aversão ao risco, limitando possíveis reações de alta em Chicago, haja vista a expectativa de corte da produtividade e consequentemente, da produção da safra dos EUA 2023/24.<br />  Com as cotações em queda, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo negócios somente para cobrir obrigações financeiras. Face aos fatores expostos, o mercado deverá trabalhar em estabilidade no curto prazo e com baixa para médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b>o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apontou em seu relatório de progresso de safra (31/07) uma piora nas condições das lavouras entre boas a excelentes de dois pontos percentuais, sendo estimadas em 55%. Apesar disso, o mercado não reagiu a esta estimativa, visto que foram observados bons volumes de chuvas no decorrer da semana. A previsão climática para os próximos dias indica temperaturas mais amenas e volumes pluviométricos razoáveis no cinturão de milho do país. Com essa previsão, caso as condições das lavouras melhorem, as cotações no mercado externo poderão seguir o viés de baixa observado na semana anterior.<br />  De acordo com a Conab, a colheita do milho 2ª safra chegou a 54,7% da área total. O órgão estima produção desta safra, que é cultivada após a colheita da soja verão, em 98,04 milhões de toneladas, 14% superior ao volume obtido no ano anterior.<br />  O clima positivo para o avanço na colheita da 2ª safra e a maior disponibilidade interna, além das cotações externas enfraquecidas, podem contribuir para os preços físicos permanecerem pressionados negativamente, com viés de baixa.       <b><br /></b><b>  Para o café, </b>o clima continuará favorecendo o processo de colheita no Brasil, porém as vendas, ainda em ritmo lento, tendem a limitar a disponibilidade  de café da safra nova no curto prazo. No entanto, é sabido que a safra que está sendo colhida será superior à produção no ano passado, que somado à demanda ainda incerta, tendem a limitar altas expressivas no preço do grão.        Ainda, a aversão ao risco e medidas econômicas internas vêm fortalecendo o dólar ante o real, que somado à menor disponibilidade e exportações de café em julho/23, ajudam a minimizar os efeitos negativos nas cotações em NY e Londres, com a entrada da safra.<br />  O momento permite aos cafeicultores aproveitar os repiques de alta especialmente quando combinados com dólar mais valorizado, uma vez que que o clima tem sido favorável à safra 2024. Escalonar as vendas é sempre recomendado.<br />   Após uma semana de correção positiva, ajustes técnicos tendem a ocorrer, devolvendo parte dos ganhos. O mercado seguirá observando os estoques internacionais nesse período em que os produtores brasileiros estão mais focados em concluir os trabalhos de colheita do que comercializar. Assim, esperam-se preços físicos estáveis no curto prazo e com pressão negativa no médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  Após as baixas observadas no valor da arroba no atacado nos últimos dias, espera-se que a primeira quinzena do mês, com a entrada de salário na economia e a possibilidade de aumento do consumo de carne em decorrência das festividades do Dia dos Pais, ocorra alguma melhora nos preços da proteína bovina. Um bom consumo auxiliaria no escoamento do estoque de carne bovina no varejo, melhorando o ritmo de reposição.        Caso isso não ocorra e permaneça o ritmo lento de escoamento da carne no mercado interno, poderá prejudicar a recuperação do preço do boi gordo. Assim, a indústria, com escala de abate relativamente confortável, tende a ofertar valores abaixo da referência média pela arroba.        Somam-se a esses fatores, a concorrência com a carne de frango, por ser esta uma fonte de proteína mais acessível a grande parte da população e a redução dos preços da carne no mercado internacional, que interferem nas receitas das indústrias exportadoras. Dessa forma, esperam-se preços estáveis no curto prazo e leve pressão negativa no médio prazo, quando aumenta o número de animais prontos para o abate provenientes de confinamento.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56372331</guid><pubDate>Mon, 07 Aug 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56372331/20230807_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5174378" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de agosto, meu nome é Liara Simon, Gerente de Setor na GERAG e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de agosto, meu nome é Liara Simon, Gerente de Setor na GERAG e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os mapas atualizados pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) indicam, para os próximos sete dias, bons volumes de chuvas e temperaturas mais amenas nos principais estados produtores, em especial no Meio Oeste dos EUA.<br />  O mercado seguirá com atenção dividida entre as condições climáticas mais favoráveis, ao passo que também aguardará a divulgação do boletim mensal de oferta e demanda do USDA em 11/08.<br />  No financeiro, tende a permanecer o sentimento de maior aversão ao risco, limitando possíveis reações de alta em Chicago, haja vista a expectativa de corte da produtividade e consequentemente, da produção da safra dos EUA 2023/24.<br />  Com as cotações em queda, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo negócios somente para cobrir obrigações financeiras. Face aos fatores expostos, o mercado deverá trabalhar em estabilidade no curto prazo e com baixa para médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b>o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apontou em seu relatório de progresso de safra (31/07) uma piora nas condições das lavouras entre boas a excelentes de dois pontos percentuais, sendo estimadas em 55%. Apesar disso, o mercado não reagiu a esta estimativa, visto que foram observados bons volumes de chuvas no decorrer da semana. A previsão climática para os próximos dias indica temperaturas mais amenas e volumes pluviométricos razoáveis no cinturão de milho do país. Com essa previsão, caso as condições das lavouras melhorem, as cotações no mercado externo poderão seguir o viés de baixa observado na semana anterior.<br />  De acordo com a Conab, a colheita do milho 2ª safra chegou a 54,7% da área total. O órgão estima produção desta safra, que é cultivada após a colheita da soja verão, em 98,04 milhões de toneladas, 14% superior ao volume obtido no ano anterior.<br />  O clima positivo para o avanço na colheita da 2ª safra e a maior disponibilidade interna, além das cotações externas enfraquecidas, podem contribuir para os preços físicos permanecerem pressionados negativamente, com viés de baixa.       <b><br /></b><b>  Para o café, </b>o clima continuará favorecendo o processo de colheita no Brasil, porém as vendas, ainda em ritmo lento, tendem a limitar a disponibilidade  de café da safra nova no curto prazo. No entanto, é sabido que a safra que está sendo colhida será superior à produção no ano passado, que somado à demanda ainda incerta, tendem a limitar altas expressivas no preço do grão.        Ainda, a aversão ao risco e medidas econômicas internas vêm fortalecendo o dólar ante o real, que somado à menor disponibilidade e exportações de café em julho/23, ajudam a minimizar os efeitos negativos nas cotações em NY e Londres, com a entrada da safra.<br />  O momento permite aos cafeicultores aproveitar os repiques de alta especialmente quando combinados com dólar mais valorizado, uma vez que que o clima tem sido favorável à safra 2024. Escalonar as vendas é sempre recomendado.<br />   Após uma semana de correção positiva, ajustes técnicos tendem a ocorrer, devolvendo parte dos ganhos. O mercado seguirá observando os estoques internacionais nesse período em que os produtores brasileiros estão mais focados em concluir os trabalhos de colheita do que comercializar. Assim, esperam-se preços físicos estáveis no curto prazo e com pressão negativa no médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  Após as baixas observadas no valor da arroba no atacado nos últimos dias, espera-se que a primeira quinzena do mês, com a entrada de salário na economia e a possibilidade de aumento do consumo de carne em decorrência das...]]></itunes:summary><itunes:duration>324</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/08/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-08-2023-cenario-da-soja--56371989</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 04 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o último com cotação próxima a US$ 13,20/bushel, apresentando queda de 6% em relação a última quinzena. Os principais fundamentos para a queda estão atrelados às melhores condições climáticas, com previsão de chuvas mais abundantes e temperaturas amenas no meio oeste americano, ao desempenho do trigo e do milho que caíram acentuadamente nos últimos dias e à perspectiva de possível acordo entre Rússia e Ucrânia para garantir transporte de grãos no mar Negro. O mercado segue apreensivo, podendo sofrer alterações com a divulgação do relatório WASDE do USDA em 11/08.  <br /> No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou que 52% das lavouras encontram-se boas e excelentes condições.<br /><br /> Para a safra brasileira 2023/24, o USDA estima que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com incremento de 3,87%, e produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br /> No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 03/08 foi de R$ 146,47 por saca, apresentando queda de 1,30% em relação a última quinzena. As baixas externas estão refletindo as cotações nacionais. O prêmio no porto de Paranaguá-PR registrou melhora em relação ao mês anterior, apresentando valores positivos para os meses de agosto e setembro. Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dezembro/fevereiro.<br /><br /> O mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA. Segundo a NOAA, para o mês de agosto as previsões são de chuvas mais volumosas e temperaturas mais amenas. No relatório de 31/07, o USDA informou que 83% das lavouras norte americanas encontram-se em fase de floração. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza:<br /><br /> - a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e<br /><br /> - as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li>fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,45 e U$ 12,98/bushel e </li><li>abril/24 com strike entre U$ 12,42 e U$ 13/ bushel </li></ul><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações acessando sua conta no APP BB, Menu Agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56371989</guid><pubDate>Fri, 04 Aug 2023 18:24:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56371989/20230804_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3249676" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 04 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.

 O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o último com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 04 de agosto de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato de soja na CBOT com vencimento em nov/23 encerrou o último com cotação próxima a US$ 13,20/bushel, apresentando queda de 6% em relação a última quinzena. Os principais fundamentos para a queda estão atrelados às melhores condições climáticas, com previsão de chuvas mais abundantes e temperaturas amenas no meio oeste americano, ao desempenho do trigo e do milho que caíram acentuadamente nos últimos dias e à perspectiva de possível acordo entre Rússia e Ucrânia para garantir transporte de grãos no mar Negro. O mercado segue apreensivo, podendo sofrer alterações com a divulgação do relatório WASDE do USDA em 11/08.  <br /> No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou que 52% das lavouras encontram-se boas e excelentes condições.<br /><br /> Para a safra brasileira 2023/24, o USDA estima que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com incremento de 3,87%, e produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br /> No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 03/08 foi de R$ 146,47 por saca, apresentando queda de 1,30% em relação a última quinzena. As baixas externas estão refletindo as cotações nacionais. O prêmio no porto de Paranaguá-PR registrou melhora em relação ao mês anterior, apresentando valores positivos para os meses de agosto e setembro. Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dezembro/fevereiro.<br /><br /> O mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA. Segundo a NOAA, para o mês de agosto as previsões são de chuvas mais volumosas e temperaturas mais amenas. No relatório de 31/07, o USDA informou que 83% das lavouras norte americanas encontram-se em fase de floração. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza:<br /><br /> - a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos e<br /><br /> - as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:<br /><ul><li>fev/24 com strike/preço garantido entre U$ 12,45 e U$ 12,98/bushel e </li><li>abril/24 com strike entre U$ 12,42 e U$ 13/ bushel </li></ul><br />Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações acessando sua conta no APP BB, Menu Agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima<br />]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/07/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-07-2023-cenario-do-boi-gordo--56236698</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de julho de 2023, meu nome é Marcelo Luiz Pinto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 117,6 mil toneladas de carne bovina in natura em 21 dias úteis de julho de 2023, com média diária de 7,8 mil toneladas, o que representou um recuo de 1,5% quando comparado com julho de 2022. O preço médio no período foi de US$ 4.755/t, queda de 28,5% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  No dia <b>25/07/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada a <b>R$ 243,60</b>, com <b>(queda)</b> de 1,42<b>%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 238,05</b>.<br /><br />  Em decorrência do baixo consumo doméstico de carne bovina, a indústria, com estoques elevados, tem se mantido cautelosa nas compras. A demanda interna retraída dificulta a recuperação nos preços da arroba no mercado físico. Ainda, a carne de frango, que é uma proteína concorrente, está com excesso de oferta no mercado interno e com preços em queda no atacado e no varejo, o que acaba por direcionar ainda mais o consumo para esta proteína.<br /><br />  Este cenário tem resultado em um mercado com ritmo lento de negócios, onde há oferta de valores para a arroba abaixo da referência em várias regiões produtoras, ao passo que vendedores começam a sentir também a pressão vinda do campo, com a deterioração das pastagens em virtude do clima seco. Soma-se a isso, o maior abate de fêmeas neste ciclo pecuário e a proximidade da entrada de animais de 1° giro de confinamento.<br /><br /> O pecuarista pode acessar as soluções de crédito do Banco do Brasil, como a CPR, para aproveitar o melhor momento de venda e planejar a compra de insumos ou reposição, o BB Custeio Pecuário para antecipar o planejamento da alimentação e suplementação do rebanho para um ciclo pecuário bem-sucedido e  Opções Agropecuárias para garantir preço mínimo de venda do Boi, de acordo com a saída do gado da fazenda. Atualmente oferecemos opções para Boi Gordo, referenciadas na B3 com vencimento em:<br /><br /> 01/setembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 222 e R$ 226 / @<br />01/novembro/23 com strike entre R$ 220 e R$ 226 / @Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse a Plataforma Broto em <a href="http://www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a> ou BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56236698</guid><pubDate>Thu, 27 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56236698/20230727_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3854881" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de julho de 2023, meu nome é Marcelo Luiz Pinto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de julho de 2023, meu nome é Marcelo Luiz Pinto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 117,6 mil toneladas de carne bovina in natura em 21 dias úteis de julho de 2023, com média diária de 7,8 mil toneladas, o que representou um recuo de 1,5% quando comparado com julho de 2022. O preço médio no período foi de US$ 4.755/t, queda de 28,5% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  No dia <b>25/07/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada a <b>R$ 243,60</b>, com <b>(queda)</b> de 1,42<b>%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 238,05</b>.<br /><br />  Em decorrência do baixo consumo doméstico de carne bovina, a indústria, com estoques elevados, tem se mantido cautelosa nas compras. A demanda interna retraída dificulta a recuperação nos preços da arroba no mercado físico. Ainda, a carne de frango, que é uma proteína concorrente, está com excesso de oferta no mercado interno e com preços em queda no atacado e no varejo, o que acaba por direcionar ainda mais o consumo para esta proteína.<br /><br />  Este cenário tem resultado em um mercado com ritmo lento de negócios, onde há oferta de valores para a arroba abaixo da referência em várias regiões produtoras, ao passo que vendedores começam a sentir também a pressão vinda do campo, com a deterioração das pastagens em virtude do clima seco. Soma-se a isso, o maior abate de fêmeas neste ciclo pecuário e a proximidade da entrada de animais de 1° giro de confinamento.<br /><br /> O pecuarista pode acessar as soluções de crédito do Banco do Brasil, como a CPR, para aproveitar o melhor momento de venda e planejar a compra de insumos ou reposição, o BB Custeio Pecuário para antecipar o planejamento da alimentação e suplementação do rebanho para um ciclo pecuário bem-sucedido e  Opções Agropecuárias para garantir preço mínimo de venda do Boi, de acordo com a saída do gado da fazenda. Atualmente oferecemos opções para Boi Gordo, referenciadas na B3 com vencimento em:<br /><br /> 01/setembro/23 com preço garantido (strike) entre R$ 222 e R$ 226 / @<br />01/novembro/23 com strike entre R$ 220 e R$ 226 / @Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse a Plataforma Broto em <a href="http://www.broto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.broto.com.br</a> ou BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>241</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c08e6aa94afc873161dfe4ed19400c52.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/07/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-07-2023-cenario-do-algodao--56220771</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de julho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Se por um lado a economia mundial ainda requer certa atenção, por outro lado a inflação nos Estados Unidos desacelerou mais que o previsto e permitiu o declínio do dólar, o que de certa forma, beneficiou a cotação da pluma no mercado internacional. Somado ao recuo da cotação da moeda norte americana, o USDA divulgou seu relatório semanal de condições das lavouras, indicando redução de 3% nas condições boas/excelentes.<br /><br /> No boletim mensal de oferta e demanda divulgado neste mês, foi estimado aumento de 1,45 milhões de toneladas de pluma no consumo mundial para a Safra 23/24 em relação à safra anterior. No Brasil, de acordo com Conab, a colheita do algodão primeira safra se iniciou com boas perspectivas.<br /><br />  A Bahia, que é segundo estado de maior produção nacional, já colheu 27% da área. São previstas um volume de 600 mil toneladas que foram cultivadas em 306 mil hectares. O rendimento médio indicado é de 130 arrobas por hectare de pluma.<br /> <br /> No Mato Grosso, o maior estado produtor, a colheita atingiu somente 7% da área e a produtividade média tem sido de 120 arrobas por hectare de pluma. A produção esperada é de 2,2 milhões de toneladas. O órgão destaca que o país poderá colher mais uma safra recorde: 3 milhões de toneladas de pluma.<br /><br />  Em vista da boa expectativa de produção nacional, é importante que o produtor busque estratégias e invista em tecnologia na comercialização para não passar os momentos de pressão de preços desprotegido.<br /><br />  Para isso, O Banco do Brasil possui o Termo de Moedas e as Opções Agro. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em: -          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,81 e 0,83 / pound e -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,80 e U$ 0,84/pound.<br /><br />  Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56220771</guid><pubDate>Wed, 26 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56220771/20230726_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2397039" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de julho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 Se por um lado a economia mundial ainda requer certa atenção, por...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de julho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Se por um lado a economia mundial ainda requer certa atenção, por outro lado a inflação nos Estados Unidos desacelerou mais que o previsto e permitiu o declínio do dólar, o que de certa forma, beneficiou a cotação da pluma no mercado internacional. Somado ao recuo da cotação da moeda norte americana, o USDA divulgou seu relatório semanal de condições das lavouras, indicando redução de 3% nas condições boas/excelentes.<br /><br /> No boletim mensal de oferta e demanda divulgado neste mês, foi estimado aumento de 1,45 milhões de toneladas de pluma no consumo mundial para a Safra 23/24 em relação à safra anterior. No Brasil, de acordo com Conab, a colheita do algodão primeira safra se iniciou com boas perspectivas.<br /><br />  A Bahia, que é segundo estado de maior produção nacional, já colheu 27% da área. São previstas um volume de 600 mil toneladas que foram cultivadas em 306 mil hectares. O rendimento médio indicado é de 130 arrobas por hectare de pluma.<br /> <br /> No Mato Grosso, o maior estado produtor, a colheita atingiu somente 7% da área e a produtividade média tem sido de 120 arrobas por hectare de pluma. A produção esperada é de 2,2 milhões de toneladas. O órgão destaca que o país poderá colher mais uma safra recorde: 3 milhões de toneladas de pluma.<br /><br />  Em vista da boa expectativa de produção nacional, é importante que o produtor busque estratégias e invista em tecnologia na comercialização para não passar os momentos de pressão de preços desprotegido.<br /><br />  Para isso, O Banco do Brasil possui o Termo de Moedas e as Opções Agro. Atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em: -          Novembro/23 com strike / preço garantido entre U$ 0,81 e 0,83 / pound e -          Fevereiro/24 com strike entre U$ 0,80 e U$ 0,84/pound.<br /><br />  Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>150</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/07/2023 - Cenário da mandioca</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-07-2023-cenario-da-mandioca--56203229</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 26 de julho de 2023, meu nome é Gustavo Maeda sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba - MG e falaremos hoje sobre o cenário da mandioca.<br /><br />  A mandioca, também conhecida como macaxeira ou aipim, tem origem na América do Sul, sendo o segundo alimento  fonte de energia, depois do arroz, para 1 bilhão de pessoas, principalmente nos países em desenvolvimento. De acordo com a EMBRAPA, cerca de 100 países produzem mandioca, sendo que o Brasil participa com 5,7% da produção mundial. O País é o quinto maior produtor segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).<br /> <br />  Por ser de fácil adaptação, a mandioca é cultivada em todos os estados brasileiros, situando-se entre os oito primeiros produtos agrícolas do país, em termos de área cultivada, e o sexto em valor de produção.<br /><br />  De modo geral, 40% das raízes são destinadas à produção de farinha, 20% para produção de amido e o restante, destinado a usos como mandioca de mesa e alimentação animal. O Pará é o maior estado produtor brasileiro de mandioca e o Paraná é líder nacional na industrialização, principalmente na produção de fécula.<br /><br />  Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção brasileira de raiz de mandioca no ano de 2023, deverá ser de 18,4 milhões de toneladas, colhidas em uma área total de 1,24 milhões de hectares. No comparativo com a produção de 2022, apontam um aumento da área plantada, que deverá crescer 2,6% com relação à safra anterior, enquanto a produtividade deverá permanecer praticamente estável.<br /><br />  Dentre os produtos que compõem a cadeia produtiva da mandioca, no que diz respeito ao mercado internacional, o de maior destaque é a fécula, já que a farinha é consumida internamente e a exportação de raízes ainda é incipiente. Durante o ano de 2022, foram exportadas 43,6 mil toneladas de fécula de mandioca. Esta quantidade, representa um aumento de 6% com relação ao volume exportado em 2021, considerado o segundo ano seguido de recorde de exportação para o setor.<br /><br />  O Banco do Brasil, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio, investimentos, e beneficiamento das lavouras de mandioca.<br /><br />   Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56203229</guid><pubDate>Tue, 25 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56203229/20230725_bbcast_agro_mandioca.mp3" length="2618558" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 26 de julho de 2023, meu nome é Gustavo Maeda sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba - MG e falaremos hoje sobre o cenário da mandioca.

  A mandioca, também conhecida como macaxeira ou aipim, tem origem na América do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 26 de julho de 2023, meu nome é Gustavo Maeda sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba - MG e falaremos hoje sobre o cenário da mandioca.<br /><br />  A mandioca, também conhecida como macaxeira ou aipim, tem origem na América do Sul, sendo o segundo alimento  fonte de energia, depois do arroz, para 1 bilhão de pessoas, principalmente nos países em desenvolvimento. De acordo com a EMBRAPA, cerca de 100 países produzem mandioca, sendo que o Brasil participa com 5,7% da produção mundial. O País é o quinto maior produtor segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).<br /> <br />  Por ser de fácil adaptação, a mandioca é cultivada em todos os estados brasileiros, situando-se entre os oito primeiros produtos agrícolas do país, em termos de área cultivada, e o sexto em valor de produção.<br /><br />  De modo geral, 40% das raízes são destinadas à produção de farinha, 20% para produção de amido e o restante, destinado a usos como mandioca de mesa e alimentação animal. O Pará é o maior estado produtor brasileiro de mandioca e o Paraná é líder nacional na industrialização, principalmente na produção de fécula.<br /><br />  Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção brasileira de raiz de mandioca no ano de 2023, deverá ser de 18,4 milhões de toneladas, colhidas em uma área total de 1,24 milhões de hectares. No comparativo com a produção de 2022, apontam um aumento da área plantada, que deverá crescer 2,6% com relação à safra anterior, enquanto a produtividade deverá permanecer praticamente estável.<br /><br />  Dentre os produtos que compõem a cadeia produtiva da mandioca, no que diz respeito ao mercado internacional, o de maior destaque é a fécula, já que a farinha é consumida internamente e a exportação de raízes ainda é incipiente. Durante o ano de 2022, foram exportadas 43,6 mil toneladas de fécula de mandioca. Esta quantidade, representa um aumento de 6% com relação ao volume exportado em 2021, considerado o segundo ano seguido de recorde de exportação para o setor.<br /><br />  O Banco do Brasil, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio, investimentos, e beneficiamento das lavouras de mandioca.<br /><br />   Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>164</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,aipim,bancodobrasil,bb,broto,castelinha,macaxeira,mandioca,safra,uaipi</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ff8b4b2754e6b2d385b89200bc909bdd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/07/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-07-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56200213</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de julho de 2023, meu nome é ROSILENE ROSS, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br />  <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, é esperado que o comportamento do clima para o desenvolvimento das lavouras nos EUA ganhará maior relevância no direcionamento das cotações na CBOT. Os mapas climáticos divulgados pela NOAA (Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos) mostram menos chuvas e temperaturas acima da média para os próximos 10 dias, nas regiões produtoras dos Estados Unidos.<br />  O mercado seguirá acompanhando os boletins de acompanhamento das lavouras do USDA. No último boletim, com a melhora das chuvas no mês de julho, as lavouras em condições boas e excelentes melhoraram o índice de 51 para 55%.<br />  Na economia, o controle da inflação nos EUA e na Europa, além do menor crescimento da China, preocupam e podem impactar negativamente a demanda global por commodities.<br /> Com as cotações do mercado físico com viés de alta, os sojicultores deverão aproveitar as oportunidades para negociar parte de sua produção e abrir espaço para a armazenagem do milho 2ª safra. Com um grande volume a ser comercializado e os preços internos refletindo as oscilações em CBOT, o mercado doméstico tende a seguir com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b> o Departamento de Agricultura dos EUA indicou melhora de dois pontos percentuais nas condições das lavouras entre boas a excelentes em relação à semana passada. 57% foram classificadas nestas condições.<br />  As previsões climáticas para o país não apontam precipitações abundantes nos próximos dias, podendo inclusive ser abaixo da normalidade no meio oeste americano. Caso a previsão se concretize, a melhora nas condições das lavouras poderá ser contida, o que poderia dar suporte nos preços na Bolsa de Chicago.<br />  A recente escalada no conflito no Leste Europeu poderá trazer volatilidade às cotações externas. Para que o escoamento de grãos ucranianos não seja interrompido, o país está buscado estabelecer novas rotas marítimas. O mercado externo não havia precificado o aumento nas tensões, e o andamento deste fato novo pode movimentar os preços na CBOT. No Brasil, a colheita da 2ª safra alcançou 39,3% da área. O estado mais avançado é o Mato Grosso, com 68% já colhido, apresentando bom ritmo e produtividades superando as estimativas iniciais. Com a maior oferta do cereal e o mercado com poucos negócios, os preços internos devem seguir pressionados, com viés de baixa.       <b><br /></b><b>  Para o café, é relevante ressaltar que, </b> Com clima favorecendo e colheita evoluindo bem neste ano, o recebimento em cooperativas e tradings segue com fluxo elevado. No entanto, as vendas ainda limitadas, visto o atendimento dos produtores de que os preços atuais geram margens estreitas quando computados os custos com colheita e compromissos prementes;  A expectativa de maior produção nesta safra brasileira deve elevar as exportações, embora ainda aquém do atingido em 2020/2021. No entanto, as boas perspectivas para a safra 23/24, até o momento, devem continuar a exercer pressão negativa sobre as cotações futuras.<br />   A redução nos preços do arábica e a sustentação atingida pelo conilon no momento atual tornam competitiva a exportação de conilon pelo Brasil, favorecido pela possibilidade de rebalanceamento nos blends internos e pela maior competitividade do arábica de menor qualidade; Com cenário de maior oferta, vendas limitadas ao cumprimento de compromissos de curto prezo e câmbio com relativa estabilidade, os preços ainda devem permanecer com pressão negativa, apesar de indústria repensar blends.<br />   E finalizando com o <b>Boi Gordo, cabe destacar que</b>: o preço da carne segue enfraquecido no mercado internacional, fato que desestimula o frigorífico exportador a pagar preços mais robustos pela arroba do boi aos pecuaristas. Normalmente, na 2a quinzena do mês é menor o consumo de carne bovina, assim a reposição entre o varejo e o atacado deve apresentar escoamento lento e preços enfraquecidos. A carne de frango, proteína concorrente e com elevada oferta no mercado interno, continua sendo mais competitiva quando comparada com as demais fontes de proteína.  O consumidor tende a migrar para a mais barata. O baixo consumo de carne no mercado interno dificulta a recuperação do produto e adiciona a pressão baixista sobre o preço da arroba no mercado físico. Para a próxima semana, a indústria, com estoque elevado, deve seguir cautelosa nas negociações, ofertando valores abaixo da referência média pelo boi gordo. Assim, espera-se preços estáveis, com pressão de queda, no curto prazo.<br /><br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56200213</guid><pubDate>Mon, 24 Jul 2023 15:52:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56200213/20230724_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5560573" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de julho de 2023, meu nome é ROSILENE ROSS, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de julho de 2023, meu nome é ROSILENE ROSS, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br />  <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, é esperado que o comportamento do clima para o desenvolvimento das lavouras nos EUA ganhará maior relevância no direcionamento das cotações na CBOT. Os mapas climáticos divulgados pela NOAA (Agência Serviço de Meteorologia dos Estados Unidos) mostram menos chuvas e temperaturas acima da média para os próximos 10 dias, nas regiões produtoras dos Estados Unidos.<br />  O mercado seguirá acompanhando os boletins de acompanhamento das lavouras do USDA. No último boletim, com a melhora das chuvas no mês de julho, as lavouras em condições boas e excelentes melhoraram o índice de 51 para 55%.<br />  Na economia, o controle da inflação nos EUA e na Europa, além do menor crescimento da China, preocupam e podem impactar negativamente a demanda global por commodities.<br /> Com as cotações do mercado físico com viés de alta, os sojicultores deverão aproveitar as oportunidades para negociar parte de sua produção e abrir espaço para a armazenagem do milho 2ª safra. Com um grande volume a ser comercializado e os preços internos refletindo as oscilações em CBOT, o mercado doméstico tende a seguir com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b> o Departamento de Agricultura dos EUA indicou melhora de dois pontos percentuais nas condições das lavouras entre boas a excelentes em relação à semana passada. 57% foram classificadas nestas condições.<br />  As previsões climáticas para o país não apontam precipitações abundantes nos próximos dias, podendo inclusive ser abaixo da normalidade no meio oeste americano. Caso a previsão se concretize, a melhora nas condições das lavouras poderá ser contida, o que poderia dar suporte nos preços na Bolsa de Chicago.<br />  A recente escalada no conflito no Leste Europeu poderá trazer volatilidade às cotações externas. Para que o escoamento de grãos ucranianos não seja interrompido, o país está buscado estabelecer novas rotas marítimas. O mercado externo não havia precificado o aumento nas tensões, e o andamento deste fato novo pode movimentar os preços na CBOT. No Brasil, a colheita da 2ª safra alcançou 39,3% da área. O estado mais avançado é o Mato Grosso, com 68% já colhido, apresentando bom ritmo e produtividades superando as estimativas iniciais. Com a maior oferta do cereal e o mercado com poucos negócios, os preços internos devem seguir pressionados, com viés de baixa.       <b><br /></b><b>  Para o café, é relevante ressaltar que, </b> Com clima favorecendo e colheita evoluindo bem neste ano, o recebimento em cooperativas e tradings segue com fluxo elevado. No entanto, as vendas ainda limitadas, visto o atendimento dos produtores de que os preços atuais geram margens estreitas quando computados os custos com colheita e compromissos prementes;  A expectativa de maior produção nesta safra brasileira deve elevar as exportações, embora ainda aquém do atingido em 2020/2021. No entanto, as boas perspectivas para a safra 23/24, até o momento, devem continuar a exercer pressão negativa sobre as cotações futuras.<br />   A redução nos preços do arábica e a sustentação atingida pelo conilon no momento atual tornam competitiva a exportação de conilon pelo Brasil, favorecido pela possibilidade de rebalanceamento nos blends internos e pela maior competitividade do arábica de menor qualidade; Com cenário de maior oferta, vendas limitadas ao cumprimento de compromissos de curto prezo e câmbio com relativa estabilidade, os preços ainda devem permanecer com pressão negativa, apesar de indústria repensar blends.<br />   E finalizando com o <b>Boi Gordo, cabe destacar que</b>: o preço da carne segue...]]></itunes:summary><itunes:duration>348</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/07/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-07-2023-cenario-da-soja--56176994</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 21 de julho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato nov/23 em Chicago fechou 19/07 cotado a US$ 14,08/bushel, apresentando alta de 3,91% em relação ao início de julho. Os principais fundamentos para a alta estão atrelados à divulgação de dados do USDA para a safra norte-americana, que projetou redução da área e produção estimada nos EUA, em 4,57% e 4,66% respectivamente. As condições climáticas adversas também exercem pressão de alta nas cotações. Somam-se a esses, o ataque Russo aos portos Ucranianos, que prejudicam as exportações de grãos.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou melhora nas condições das lavouras, totalizando 55% entre boas e excelentes. O mercado aguarda no próximo relatório de oferta e demanda no mês de agosto, redução na produção em função da diminuição do potencial produtivo das lavouras.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o USDA estima que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com incremento de 3,87%, e produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 19/07 foi de R$ 148,04 por saca, apresentando alta de 6,99% em relação ao início do mês. As altas externas começam a refletir nas cotações nacionais, somados a perspectivas de maior demanda externa por conta do conflito Rússia x Ucrania. Os prêmios nos portos registram leve melhora em relação ao mês anterior, porém ainda apresentam valores negativos, atingindo US$ -0,60/bushel em Paranaguá-PR. Segundo o NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dezembro/fevereiro.<br /><br />  O mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA, mesmo com a melhora das chuvas no mês de julho, as altas temperaturas vem impactando negativamente a fisiologia da cultura, na qual, segundo o USDA, já apresenta 56% das áreas em fase de floração. Para as próximas semanas a previsão é de chuvas regulares e altas temperaturas.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56176994</guid><pubDate>Fri, 21 Jul 2023 14:23:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56176994/20230721_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3242989" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 21 de julho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.

 O contrato nov/23 em Chicago fechou 19/07 cotado a US$ 14,08/bushel, apresentando...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 21 de julho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP, falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato nov/23 em Chicago fechou 19/07 cotado a US$ 14,08/bushel, apresentando alta de 3,91% em relação ao início de julho. Os principais fundamentos para a alta estão atrelados à divulgação de dados do USDA para a safra norte-americana, que projetou redução da área e produção estimada nos EUA, em 4,57% e 4,66% respectivamente. As condições climáticas adversas também exercem pressão de alta nas cotações. Somam-se a esses, o ataque Russo aos portos Ucranianos, que prejudicam as exportações de grãos.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou melhora nas condições das lavouras, totalizando 55% entre boas e excelentes. O mercado aguarda no próximo relatório de oferta e demanda no mês de agosto, redução na produção em função da diminuição do potencial produtivo das lavouras.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o USDA estima que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com incremento de 3,87%, e produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 19/07 foi de R$ 148,04 por saca, apresentando alta de 6,99% em relação ao início do mês. As altas externas começam a refletir nas cotações nacionais, somados a perspectivas de maior demanda externa por conta do conflito Rússia x Ucrania. Os prêmios nos portos registram leve melhora em relação ao mês anterior, porém ainda apresentam valores negativos, atingindo US$ -0,60/bushel em Paranaguá-PR. Segundo o NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dezembro/fevereiro.<br /><br />  O mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA, mesmo com a melhora das chuvas no mês de julho, as altas temperaturas vem impactando negativamente a fisiologia da cultura, na qual, segundo o USDA, já apresenta 56% das áreas em fase de floração. Para as próximas semanas a previsão é de chuvas regulares e altas temperaturas.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/07/2023 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-07-2023-cenario-da-avicultura-de-postura--56160140</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 20 de julho de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. Através das informações disponíveis no portal OvoSite, verificamos que o alojamento de pintainhas comerciais de postura de janeiro a maio de 2023 foi de 53,26 milhões de aves, número 21,5% maior que o mesmo período de 2022.<br /><br />  No primeiro semestre de 2023, o total de exportações de ovos comerciais com casca in natura atingiu 169,4 milhões de ovos, registrando um aumento de 140,5% sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com informações do Siscomex, compiladas pelo portal OvoSite.<br /><br />  De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), ocorreu redução no custo de produção de ovos em junho/2023, o preço médio do milho foi 36% menor que em janeiro/23 e o preço médio do farelo de soja diminuiu 18,5% neste período.<br /><br /> De janeiro a junho de 2023, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 28%, sendo comercializada, em junho/2023, por R$ 189,77. A relação de troca milho/dz de ovos melhorou consideravelmente neste primeiro semestre de 2023. Em janeiro/2023 a relação era de 3,44 kg de milho para 1 dúzia de ovos. Em junho/2023 essa relação chegou a 6,90 kg/dz.<br /><br /> O mesmo ocorreu com a relação de troca farelo de soja/dz de ovos verificadas nos primeiros 6 meses de 2023, que aumentou de 1,68 kg de farelo de soja/dúzia de ovos para 2,64 dz/kg. Este cenário de preços dos insumos e preço da caixa de 30 dúzias de ovos resultou em uma melhora expressiva na capacidade aquisitiva dos avicultores.<br /><br /> Considerando a baixa nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços através de Termo de Opções e Termo de Mercadoria.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56160140</guid><pubDate>Thu, 20 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56160140/20230720_bbcast_agro_avicultura_postura.mp3" length="2588047" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 20 de julho de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. Através das informações disponíveis no portal OvoSite, verificamos que o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 20 de julho de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. Através das informações disponíveis no portal OvoSite, verificamos que o alojamento de pintainhas comerciais de postura de janeiro a maio de 2023 foi de 53,26 milhões de aves, número 21,5% maior que o mesmo período de 2022.<br /><br />  No primeiro semestre de 2023, o total de exportações de ovos comerciais com casca in natura atingiu 169,4 milhões de ovos, registrando um aumento de 140,5% sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com informações do Siscomex, compiladas pelo portal OvoSite.<br /><br />  De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), ocorreu redução no custo de produção de ovos em junho/2023, o preço médio do milho foi 36% menor que em janeiro/23 e o preço médio do farelo de soja diminuiu 18,5% neste período.<br /><br /> De janeiro a junho de 2023, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 28%, sendo comercializada, em junho/2023, por R$ 189,77. A relação de troca milho/dz de ovos melhorou consideravelmente neste primeiro semestre de 2023. Em janeiro/2023 a relação era de 3,44 kg de milho para 1 dúzia de ovos. Em junho/2023 essa relação chegou a 6,90 kg/dz.<br /><br /> O mesmo ocorreu com a relação de troca farelo de soja/dz de ovos verificadas nos primeiros 6 meses de 2023, que aumentou de 1,68 kg de farelo de soja/dúzia de ovos para 2,64 dz/kg. Este cenário de preços dos insumos e preço da caixa de 30 dúzias de ovos resultou em uma melhora expressiva na capacidade aquisitiva dos avicultores.<br /><br /> Considerando a baixa nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado se protegendo da alta dos preços através de Termo de Opções e Termo de Mercadoria.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>162</itunes:duration><itunes:keywords>avicultores,avicultura,comerciais,comercialização,investimento,mercado,natura,ovos,postura,preços,processados,produção,produtividade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b1695769654f89810b9afd53e13a4ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/07/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-07-2023-cenario-do-cafe-arabica--56142679</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 19 de julho de 2023, sou JOSE ANTONIO LUIZ DE OLIVEIRA SILVA, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em BOA ESPERANÇA-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />  Com clima favorável à colheita e perspectivas de uma safra superior à do ano anterior, estima-se que os produtores brasileiros tenham colhido quase metade da produção, que representa, segundo departamento de agricultura norte-americano, expressivos 46% da produção mundial esperada no período atual.<br /><br />  Este volume de café, a ser comercializado, tem suas cotações ainda mais pressionadas por prognósticos positivos, até o momento, em relação ao desenvolvimento da próxima safra, cuja floração deverá ocorrer a partir de outubro.<br /><br />  A preocupação dos produtores procede, pois, a tradicional entressafra brasileira entre dezembro e março, normalmente esperada como período de melhores preços, pode se dar em um horizonte de expectativa de recuperação completa da produção brasileira e, portanto, acende dúvidas sobre a estratégia, usada com habilidade nos últimos anos, de só vender nos picos de preço. Em um horizonte de possível recuperação da oferta de café, os preços devem ser ainda mais pressionados para baixo.<br /><br />  Participar sempre do mercado, mesmo com a expectativa de ocorrência deste cenário, parece ser a melhor estratégia de venda, ao mesmo tempo em que cuidar com esmero da produção, dos insumos necessários e de uma análise de custo x benefício na busca da produtividade máxima, que assegure rentabilidade mesmo em horizonte de preços em queda.<br /><br />  Com as Opções Agro BB, é possível se proteger contra as variações de preço da commodity. Atualmente, o BB tem disponíveis:<br /><br />Opções referenciadas na B3, para café com vencimento em setembro/23, com strikes / preço garantido entre U$ 178 e U$ 183 / saca.<br /><br /> <br />Opções referenciadas na Bolsa de Nova York com vencimento em dezembro/23, com preço garantido entre U$ 1,47 e U$ 1,54 / libra peso e com vencimento em março/24, com strikes entre U$ 1,44 e U$ 1,57 / libra peso.<br /><br />Neste particular, dispor de recursos no momento certo é estratégia que permite negociações adequadas para adquirir os produtos necessários com o melhor resultado financeiro. E para isto, o Banco do Brasil coloca à disposição do produtor rural, toda a sua expertise, participação relevante no mercado e recursos para atender a todas as demandas de custeio, investimento e comercialização, além de seguros de preço, de produção e de renda para otimizar a estratégia desejada pelo produtor.<br /><br />  Conte sempre com seu gerente Agro, com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56142679</guid><pubDate>Wed, 19 Jul 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56142679/20230719_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3342463" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 19 de julho de 2023, sou JOSE ANTONIO LUIZ DE OLIVEIRA SILVA, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em BOA ESPERANÇA-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.

  Com clima favorável à colheita e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 19 de julho de 2023, sou JOSE ANTONIO LUIZ DE OLIVEIRA SILVA, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em BOA ESPERANÇA-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />  Com clima favorável à colheita e perspectivas de uma safra superior à do ano anterior, estima-se que os produtores brasileiros tenham colhido quase metade da produção, que representa, segundo departamento de agricultura norte-americano, expressivos 46% da produção mundial esperada no período atual.<br /><br />  Este volume de café, a ser comercializado, tem suas cotações ainda mais pressionadas por prognósticos positivos, até o momento, em relação ao desenvolvimento da próxima safra, cuja floração deverá ocorrer a partir de outubro.<br /><br />  A preocupação dos produtores procede, pois, a tradicional entressafra brasileira entre dezembro e março, normalmente esperada como período de melhores preços, pode se dar em um horizonte de expectativa de recuperação completa da produção brasileira e, portanto, acende dúvidas sobre a estratégia, usada com habilidade nos últimos anos, de só vender nos picos de preço. Em um horizonte de possível recuperação da oferta de café, os preços devem ser ainda mais pressionados para baixo.<br /><br />  Participar sempre do mercado, mesmo com a expectativa de ocorrência deste cenário, parece ser a melhor estratégia de venda, ao mesmo tempo em que cuidar com esmero da produção, dos insumos necessários e de uma análise de custo x benefício na busca da produtividade máxima, que assegure rentabilidade mesmo em horizonte de preços em queda.<br /><br />  Com as Opções Agro BB, é possível se proteger contra as variações de preço da commodity. Atualmente, o BB tem disponíveis:<br /><br />Opções referenciadas na B3, para café com vencimento em setembro/23, com strikes / preço garantido entre U$ 178 e U$ 183 / saca.<br /><br /> <br />Opções referenciadas na Bolsa de Nova York com vencimento em dezembro/23, com preço garantido entre U$ 1,47 e U$ 1,54 / libra peso e com vencimento em março/24, com strikes entre U$ 1,44 e U$ 1,57 / libra peso.<br /><br />Neste particular, dispor de recursos no momento certo é estratégia que permite negociações adequadas para adquirir os produtos necessários com o melhor resultado financeiro. E para isto, o Banco do Brasil coloca à disposição do produtor rural, toda a sua expertise, participação relevante no mercado e recursos para atender a todas as demandas de custeio, investimento e comercialização, além de seguros de preço, de produção e de renda para otimizar a estratégia desejada pelo produtor.<br /><br />  Conte sempre com seu gerente Agro, com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>209</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8fecc37e78c71c77182103029f79aa7a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/07/2023 - Cenário do abacaxi</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-07-2023-cenario-do-abacaxi--56141488</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 18 de Julho de 2023, meu nome é <b>Paulo Cesar</b>, sou Assessor(a) de Agronegócios em <b>Natal (RN)</b> e falaremos sobre o <i>cenário do Abacaxi</i>.<br /><br />  O abacaxizeiro, de acordo com a EMBRAPA, tem origem na América do Sul. As plantas adultas das variedades comerciais, têm de 1,0 a 1,2 m de altura, e cada uma produz um único fruto saboroso e de aroma intenso.<br /><br />  É uma planta resistente à seca. No entanto, para fins comerciais, seu cultivo é recomendado em áreas com precipitação entre 1.000 mm e 1.500 mm anuais, bem distribuídos. A faixa ótima de temperatura se situa entre 22ºC e 32ºC, assim, seu cultivo é indicado em regiões com altitude menor de 400 m.<br /><br />  O abacaxi pode ser consumido in natura ou industrializado, na forma de doces. A fruta se destaca nutricionalmente pela presença de vitamina C e minerais. Entre os minerais, se destacam o potássio, cálcio, magnésio e fósforo. Popularmente, o abacaxi é conhecido por auxiliar no processo digestivo.<br /><br />  Conforme o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 1,5 milhão de toneladas da fruta no Brasil, em uma área de aproximadamente 66 mil ha, com destaque para os Estados do Pará, Paraíba, Minas Gerais e Rio de Janeiro, responsáveis por cerca de 51% da produção nacional. De acordo com a FAO, o Brasil é o quarto maior produtor do mundo.<br /><br />  Assim como em várias frutas, nos últimos dois anos, oscilações climáticas, tais como estiagens ou excesso de chuvas em regiões produtoras, e aumento de custos, tem refletido nos preços do abacaxi.<br /><br />  O preço médio do abacaxi pérola na Ceasa Campinas no início de Julho/2023, foi de R$3,61 por kg, ,lta de 35% em relação ao ano anterior, quando a média de preço era de R$2,67 por kg.<br /><br />  Com a maior oferta de outras frutas a partir do segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços dos frutos de abacaxi.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares, irrigação, e beneficiamento da produção.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56141488</guid><pubDate>Tue, 18 Jul 2023 19:05:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56141488/20230718_bbcast_agro_abacaxi.mp3" length="2779054" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 18 de Julho de 2023, meu nome é Paulo Cesar, sou Assessor(a) de Agronegócios em Natal (RN) e falaremos sobre o cenário do Abacaxi.

  O abacaxizeiro, de acordo com a EMBRAPA, tem origem na América do Sul. As plantas adultas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 18 de Julho de 2023, meu nome é <b>Paulo Cesar</b>, sou Assessor(a) de Agronegócios em <b>Natal (RN)</b> e falaremos sobre o <i>cenário do Abacaxi</i>.<br /><br />  O abacaxizeiro, de acordo com a EMBRAPA, tem origem na América do Sul. As plantas adultas das variedades comerciais, têm de 1,0 a 1,2 m de altura, e cada uma produz um único fruto saboroso e de aroma intenso.<br /><br />  É uma planta resistente à seca. No entanto, para fins comerciais, seu cultivo é recomendado em áreas com precipitação entre 1.000 mm e 1.500 mm anuais, bem distribuídos. A faixa ótima de temperatura se situa entre 22ºC e 32ºC, assim, seu cultivo é indicado em regiões com altitude menor de 400 m.<br /><br />  O abacaxi pode ser consumido in natura ou industrializado, na forma de doces. A fruta se destaca nutricionalmente pela presença de vitamina C e minerais. Entre os minerais, se destacam o potássio, cálcio, magnésio e fósforo. Popularmente, o abacaxi é conhecido por auxiliar no processo digestivo.<br /><br />  Conforme o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 1,5 milhão de toneladas da fruta no Brasil, em uma área de aproximadamente 66 mil ha, com destaque para os Estados do Pará, Paraíba, Minas Gerais e Rio de Janeiro, responsáveis por cerca de 51% da produção nacional. De acordo com a FAO, o Brasil é o quarto maior produtor do mundo.<br /><br />  Assim como em várias frutas, nos últimos dois anos, oscilações climáticas, tais como estiagens ou excesso de chuvas em regiões produtoras, e aumento de custos, tem refletido nos preços do abacaxi.<br /><br />  O preço médio do abacaxi pérola na Ceasa Campinas no início de Julho/2023, foi de R$3,61 por kg, ,lta de 35% em relação ao ano anterior, quando a média de preço era de R$2,67 por kg.<br /><br />  Com a maior oferta de outras frutas a partir do segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços dos frutos de abacaxi.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares, irrigação, e beneficiamento da produção.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>abacaxi,agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,citros,comercialização,plantação,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9e4949e040ffdd8a1334f35d2d9b0ff5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/07/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-07-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56105966</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de julho, meu nome é Luis Cassol, Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br />   <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Na semana, o mercado já terá precificado os dados do relatório de oferta e demanda (WASDE) divulgados pelo USDA. Agora, o comportamento do clima para o desenvolvimento das lavouras ganhará mais relevância no direcionamento das cotações na CBOT. Os últimos boletins climáticos divulgados pela NOAA  (Agência Serviço de Meteorologia dos Estrados Unidos) indicam que nos próximos 10 dias, as temperaturas nas regiões produtoras de soja podem ficar acima da média, enquanto as chuvas são esperadas dentro da normalidade.      O mercado seguirá acompanhando os boletins semanais de desenvolvimento das lavouras do USDA. A expectativa é que, com a piora das condições previstas para os próximos dias (altas temperaturas), a qualidade nos índices das lavouras recue, com reduções de produtividade e produção nos EUA (fator altista).<br />   Com as cotações do mercado físico em movimento de alta, os sojicultores deverão aproveitar as oportunidades de mercado para negociar parte de sua produção. Ainda com um grande volume a ser comercializado e os preços internos favorecidos pelo cenário externo, espera-se uma semana de maior liquidez e preços em estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />   <b>Em relação ao milho, </b>o USDA apontou para melhora das condições entre boas e excelentes das lavouras americanas em relação à semana anterior. Variação positiva de 4% pontos percentuais, sendo considerado 55% nesta classificação, refletindo melhora climática dos últimos dias. De acordo com o órgão, 22% da safra encontra-se em fase reprodutiva da cultura (embonecamento e polinização). Volumes razoáveis de precipitações são esperados para os próximos dias, podendo beneficiar as condições das lavouras e consequentemente pressionar os futuros na CBOT.<br />    A proximidade do vencimento do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro entre a Rússia e Ucrânia (17/07) e a sinalização do país russo em não renovar o acordo poderão trazer maior volatilidade às cotações no mercado externo, em meio às tratativas entre os países.<br />    No Brasil, o clima continua favorável para a colheita da 2ª safra, principalmente no Centro-Oeste. Com o produtor optando em avançar na comercialização da soja em detrimento do milho, o mercado interno pode seguir em movimento lateralizado, como foi observado nos últimos dias.       <b><br /></b><b>   Para o café, </b>  inverno ameno, sem mínimas acentuadas e precipitação que afete o ritmo da colheita tende a manter o bom fluxo da colheita brasileira.<br />    Mesmo com os estoques reduzidos no momento, o que afeta a exportação, há expectativa de queda nos preços no começo da venda da safra, com o produtor tendo de negociar a valores menos vantajosos, movimento intensificado e influenciado pelas boas projeções para safra BR 23/24 (caso o clima se mantenha favorável).<br />    Espera-se, com isso, preços pressionados negativamente a medida em que aumente o volume de café disponível da safra brasileira, o que já vem ocorrendo e tende a se intensificar.<br />    E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  A China vem encontrando dificuldades para impulsionar sua economia. Com isso, a desvalorização da moeda chinesa pode refletir negativamente nos embarques de carne bovina, desestimulando a indústria exportadora a ofertar valores mais robustos pela arroba. O preço da tonelada da carne bovina continua recuando no mercado internacional e o gigante asiático não vem dando sinais de ofertar um valor melhor pelo produto.        Algumas unidades frigoríficas tendem a trabalhar com a capacidade ociosa elevada, com o objetivo de manter a produção ajustada para a necessidade do curto prazo.<br />     A oferta de animais provenientes do sistema intensivo ainda será limitada durante o mês de julho, com aumento a partir de agosto. Desta forma, no curto prazo esperam-se preços de estáveis a mais altos. Já no médio prazo, esperam-se cotações mais baixas a devido ao maior volume de animais prontos para o abate provenientes do sistema de confinamento.<br />     Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56105966</guid><pubDate>Mon, 17 Jul 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56105966/20230717_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4100223" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de julho, meu nome é Luis Cassol, Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de julho, meu nome é Luis Cassol, Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br />   <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Na semana, o mercado já terá precificado os dados do relatório de oferta e demanda (WASDE) divulgados pelo USDA. Agora, o comportamento do clima para o desenvolvimento das lavouras ganhará mais relevância no direcionamento das cotações na CBOT. Os últimos boletins climáticos divulgados pela NOAA  (Agência Serviço de Meteorologia dos Estrados Unidos) indicam que nos próximos 10 dias, as temperaturas nas regiões produtoras de soja podem ficar acima da média, enquanto as chuvas são esperadas dentro da normalidade.      O mercado seguirá acompanhando os boletins semanais de desenvolvimento das lavouras do USDA. A expectativa é que, com a piora das condições previstas para os próximos dias (altas temperaturas), a qualidade nos índices das lavouras recue, com reduções de produtividade e produção nos EUA (fator altista).<br />   Com as cotações do mercado físico em movimento de alta, os sojicultores deverão aproveitar as oportunidades de mercado para negociar parte de sua produção. Ainda com um grande volume a ser comercializado e os preços internos favorecidos pelo cenário externo, espera-se uma semana de maior liquidez e preços em estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />   <b>Em relação ao milho, </b>o USDA apontou para melhora das condições entre boas e excelentes das lavouras americanas em relação à semana anterior. Variação positiva de 4% pontos percentuais, sendo considerado 55% nesta classificação, refletindo melhora climática dos últimos dias. De acordo com o órgão, 22% da safra encontra-se em fase reprodutiva da cultura (embonecamento e polinização). Volumes razoáveis de precipitações são esperados para os próximos dias, podendo beneficiar as condições das lavouras e consequentemente pressionar os futuros na CBOT.<br />    A proximidade do vencimento do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro entre a Rússia e Ucrânia (17/07) e a sinalização do país russo em não renovar o acordo poderão trazer maior volatilidade às cotações no mercado externo, em meio às tratativas entre os países.<br />    No Brasil, o clima continua favorável para a colheita da 2ª safra, principalmente no Centro-Oeste. Com o produtor optando em avançar na comercialização da soja em detrimento do milho, o mercado interno pode seguir em movimento lateralizado, como foi observado nos últimos dias.       <b><br /></b><b>   Para o café, </b>  inverno ameno, sem mínimas acentuadas e precipitação que afete o ritmo da colheita tende a manter o bom fluxo da colheita brasileira.<br />    Mesmo com os estoques reduzidos no momento, o que afeta a exportação, há expectativa de queda nos preços no começo da venda da safra, com o produtor tendo de negociar a valores menos vantajosos, movimento intensificado e influenciado pelas boas projeções para safra BR 23/24 (caso o clima se mantenha favorável).<br />    Espera-se, com isso, preços pressionados negativamente a medida em que aumente o volume de café disponível da safra brasileira, o que já vem ocorrendo e tende a se intensificar.<br />    E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:  A China vem encontrando dificuldades para impulsionar sua economia. Com isso, a desvalorização da moeda chinesa pode refletir negativamente nos embarques de carne bovina, desestimulando a indústria exportadora a ofertar valores mais robustos pela arroba. O preço da tonelada da carne bovina continua recuando no mercado internacional e o gigante asiático não vem dando sinais de ofertar um valor melhor pelo produto.        Algumas unidades frigoríficas tendem a trabalhar com a capacidade ociosa elevada, com o objetivo de manter a produção ajustada para a necessidade do...]]></itunes:summary><itunes:duration>257</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/07/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-07-2023-cenario-do-milho--56093935</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 de julho de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />No dia 12, última quarta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de balanço entre oferta e demanda global referente ao mês de julho.<br /><br />As novas estimativas apontaram aumento de área plantada e de produção, em relação ao relatório de junho, para a safra norte-americana 2023/24. Apesar do clima quente e chuvas abaixo da média que o país enfrentou no mês passado, que ocasionaram redução do potencial produtivo das lavouras, o aumento da área cultivada e a melhora na previsão climática para julho compensaram a produtividade menor. Assim, o órgão indicou que a produção do cereal nos Estados Unidos poderá totalizar 389,15 milhões de toneladas que, se confirmada, será a maior safra de milho já produzida no país. Ocorreram também pequenos acréscimos nos estoques finais e na produção global.<br /><br />Após a divulgação do relatório, o mercado reagiu negativamente, e o contrato com vencimento em setembro/23 encerrou o dia 12/07 em baixa, cotado a U$4,76/bushel, queda de 3,69% no dia.<br /><br />No Brasil, os preços seguiram o mercado externo, com a baixa em Chicago. Adicionalmente, o avanço da colheita da 2ª safra no país, aumentando a oferta interna e com compradores retraídos e abastecidos no curto prazo, têm mantido o preço do grão pressionado negativamente. De acordo com a Conab, a colheita atingiu 29,3% da área nesta semana e o maior estado produtor, Mato Grosso, chegou a 50% da área colhida. Com boas produtividades e expectativa de novo recorde na produção, há relatos de grãos sendo depositados à céu aberto por falta de capacidade estática em armazéns nas fazendas e municípios.<br /><br />O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 12 cotado à R$55,29 a saca, em estabilidade.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza crédito para ampliar a capacidade de armazenamento agrícola do País, reduzir problemas logísticos de escoamento da produção em pico de safra e proporcionar ao produtor rural e suas cooperativas a possibilidade de escolher o melhor momento de escoamento e comercialização de seus produtos. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56093935</guid><pubDate>Fri, 14 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56093935/20230714_bbcast_agro_milho.mp3" length="3058251" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 14 de julho de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

No dia 12, última quarta-feira, o Departamento de Agricultura dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 de julho de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />No dia 12, última quarta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de balanço entre oferta e demanda global referente ao mês de julho.<br /><br />As novas estimativas apontaram aumento de área plantada e de produção, em relação ao relatório de junho, para a safra norte-americana 2023/24. Apesar do clima quente e chuvas abaixo da média que o país enfrentou no mês passado, que ocasionaram redução do potencial produtivo das lavouras, o aumento da área cultivada e a melhora na previsão climática para julho compensaram a produtividade menor. Assim, o órgão indicou que a produção do cereal nos Estados Unidos poderá totalizar 389,15 milhões de toneladas que, se confirmada, será a maior safra de milho já produzida no país. Ocorreram também pequenos acréscimos nos estoques finais e na produção global.<br /><br />Após a divulgação do relatório, o mercado reagiu negativamente, e o contrato com vencimento em setembro/23 encerrou o dia 12/07 em baixa, cotado a U$4,76/bushel, queda de 3,69% no dia.<br /><br />No Brasil, os preços seguiram o mercado externo, com a baixa em Chicago. Adicionalmente, o avanço da colheita da 2ª safra no país, aumentando a oferta interna e com compradores retraídos e abastecidos no curto prazo, têm mantido o preço do grão pressionado negativamente. De acordo com a Conab, a colheita atingiu 29,3% da área nesta semana e o maior estado produtor, Mato Grosso, chegou a 50% da área colhida. Com boas produtividades e expectativa de novo recorde na produção, há relatos de grãos sendo depositados à céu aberto por falta de capacidade estática em armazéns nas fazendas e municípios.<br /><br />O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 12 cotado à R$55,29 a saca, em estabilidade.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza crédito para ampliar a capacidade de armazenamento agrícola do País, reduzir problemas logísticos de escoamento da produção em pico de safra e proporcionar ao produtor rural e suas cooperativas a possibilidade de escolher o melhor momento de escoamento e comercialização de seus produtos. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>192</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/07/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-07-2023-cenario-do-boi-gordo--56075217</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de julho de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 37,38 mil toneladas de carne bovina in natura em 5 dias úteis de julho de 2023. O mês de junho encerrou com 192,7 mil toneladas de carne bovina in natura embarcadas, o maior volume observado ao longo de 2023, com alta de 26,4% frente a junho de 2022. O preço médio ficou em US$ 5.054/t, queda de 26% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> Os preços da arroba no mercado físico se mantiveram firmes no decorrer da última semana. No dia <b>11/07/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 257,15</b> com <b>alta</b> de <b>0,96%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 249,50</b>.<br /><br />  A restrição na oferta de bovinos prontos para o abate, ocasionados pelo início da estiagem e a ausência de animais confinados, que devem entrar no mercado em agosto, dificulta a recomposição da escala de abate da Indústria, que opta por permanecer “fora das compras” ou realiza negociações acima da referência média. O Censo de confinamento da empresa DSM projetou um volume de cerca de 7 milhões de bovinos confinados este ano, valores próximos ao do ano de 2022. É importante ressaltar que, embora ocorra estabilidade no volume de gado confinado de 2022 para 2023, o sistema intensivo cresceu aproximadamente 47% entre 2015 e 2022.<br /><br />A queda no custo do animal de reposição e dos insumos empregados na nutrição bovina, observados ao longo do ano, somados ao fortalecimento da cotação do boi gordo na B3, apesar da queda recente, trazem otimismo para a atividade no 2º semestre. No momento, ainda em entressafra, esperam-se preços de estáveis a mais altos no curto/médio prazo.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56075217</guid><pubDate>Thu, 13 Jul 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56075217/20230713_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3345807" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de julho de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de julho de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 37,38 mil toneladas de carne bovina in natura em 5 dias úteis de julho de 2023. O mês de junho encerrou com 192,7 mil toneladas de carne bovina in natura embarcadas, o maior volume observado ao longo de 2023, com alta de 26,4% frente a junho de 2022. O preço médio ficou em US$ 5.054/t, queda de 26% em relação ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> Os preços da arroba no mercado físico se mantiveram firmes no decorrer da última semana. No dia <b>11/07/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 257,15</b> com <b>alta</b> de <b>0,96%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para outubro de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 249,50</b>.<br /><br />  A restrição na oferta de bovinos prontos para o abate, ocasionados pelo início da estiagem e a ausência de animais confinados, que devem entrar no mercado em agosto, dificulta a recomposição da escala de abate da Indústria, que opta por permanecer “fora das compras” ou realiza negociações acima da referência média. O Censo de confinamento da empresa DSM projetou um volume de cerca de 7 milhões de bovinos confinados este ano, valores próximos ao do ano de 2022. É importante ressaltar que, embora ocorra estabilidade no volume de gado confinado de 2022 para 2023, o sistema intensivo cresceu aproximadamente 47% entre 2015 e 2022.<br /><br />A queda no custo do animal de reposição e dos insumos empregados na nutrição bovina, observados ao longo do ano, somados ao fortalecimento da cotação do boi gordo na B3, apesar da queda recente, trazem otimismo para a atividade no 2º semestre. No momento, ainda em entressafra, esperam-se preços de estáveis a mais altos no curto/médio prazo.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2db26247f66e78734b6665de62770a44.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/07/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-07-2023-cenario-do-trigo--56065513</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 12 de Julho de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br /> O plantio ultrapassou <b>91% </b>da área prevista no Brasil e, segundo dados da CONAB, são esperados para a safra 23/24 uma área de aproximadamente 3 milhões e 300 mil hectares, aumento de 10% em relação à safra passada.<br /><br /> Na região sul, principal produtora, o Paraná é o estado mais adiantado, com <b>96%</b> da área já semeada e expectativa de aumento de 12% de área em relação à safra anterior, para 1 milhão 389 mil hectares, segundo o Deral-PR. As lavouras estão predominantemente em estágio vegetativo e na maioria em boas condições.<br /><br /> Em Santa Catarina o plantio atingiu <b>54%</b> da área, expectativa de redução de 9% na área em relação à safra passada, para 127 mil hectares.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, o plantio chegou a <b>88%</b> da área prevista, em igual área, de 1 milhão e 505 mil hectares, segundo a Emater. As lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo e até o momento apresentam boas condições.<br /><br /> Nos demais estados, destaca-se Goiás, onde o trigo de sequeiro já está em colheita e apresenta boa produtividade. As lavouras irrigadas encontram-se em fase de enchimento de grãos e apresentam boas condições.<br /><br /> No cenário internacional, destaque para a Argentina, que em 2022 representou 78% das importações brasileiras. O plantio alcançou 81% da área total projetada na safra 23/24, conforme relatório da Bolsa de Cereales de Buenos Aires e a área projetada foi reduzida em 5%, para 6 milhões de hectares.<br /><br /> Outro ponto relevante para o mercado de Trigo é a possibilidade de a Rússia deixar o acordo de grãos do Mar Negro, que foi prorrogado até o dia 17 de julho. A interrupção prejudicaria as exportações de grãos da Ucrânia, principalmente milho e trigo, refletindo diretamente nos preços do produto no mercado externo.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de -2,47% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.327,67 por tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 38%. A oferta no cenário nacional, devido a produção recorde brasileira da safra passada, ainda pressiona negativamente os preços.<br /> E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2023. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56065513</guid><pubDate>Wed, 12 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56065513/20230712_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2776546" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 12 de Julho de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

 O plantio ultrapassou 91% da área prevista no Brasil e, segundo dados da CONAB, são esperados para a safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 12 de Julho de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br /> O plantio ultrapassou <b>91% </b>da área prevista no Brasil e, segundo dados da CONAB, são esperados para a safra 23/24 uma área de aproximadamente 3 milhões e 300 mil hectares, aumento de 10% em relação à safra passada.<br /><br /> Na região sul, principal produtora, o Paraná é o estado mais adiantado, com <b>96%</b> da área já semeada e expectativa de aumento de 12% de área em relação à safra anterior, para 1 milhão 389 mil hectares, segundo o Deral-PR. As lavouras estão predominantemente em estágio vegetativo e na maioria em boas condições.<br /><br /> Em Santa Catarina o plantio atingiu <b>54%</b> da área, expectativa de redução de 9% na área em relação à safra passada, para 127 mil hectares.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, o plantio chegou a <b>88%</b> da área prevista, em igual área, de 1 milhão e 505 mil hectares, segundo a Emater. As lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo e até o momento apresentam boas condições.<br /><br /> Nos demais estados, destaca-se Goiás, onde o trigo de sequeiro já está em colheita e apresenta boa produtividade. As lavouras irrigadas encontram-se em fase de enchimento de grãos e apresentam boas condições.<br /><br /> No cenário internacional, destaque para a Argentina, que em 2022 representou 78% das importações brasileiras. O plantio alcançou 81% da área total projetada na safra 23/24, conforme relatório da Bolsa de Cereales de Buenos Aires e a área projetada foi reduzida em 5%, para 6 milhões de hectares.<br /><br /> Outro ponto relevante para o mercado de Trigo é a possibilidade de a Rússia deixar o acordo de grãos do Mar Negro, que foi prorrogado até o dia 17 de julho. A interrupção prejudicaria as exportações de grãos da Ucrânia, principalmente milho e trigo, refletindo diretamente nos preços do produto no mercado externo.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de -2,47% nos últimos 30 dias, cotado a R$ 1.327,67 por tonelada. Comparado ao mesmo período do ano anterior a redução foi de 38%. A oferta no cenário nacional, devido a produção recorde brasileira da safra passada, ainda pressiona negativamente os preços.<br /> E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2023. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e5a3766eef5dec12284d35717b642431.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/07/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-07-2023-cenario-da-cana-de-acucar--56055223</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de JULHO de 2023, meu nome é GRAÇA FOGLI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em ARARAQUARA, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />     A safra 23/24, iniciada em abril deste ano, tem estimativa de produção 10,6 % superior à obtida na safra 22/23, devendo atingir 606,5 milhões de toneladas, segundo a Consultoria Datagro. Este aumento está mais atrelado à maior produtividade do que ao aumento de área de cana na região Centro-Sul.<br /><br />     O Centro de Tecnologia Canavieira, registrou a produtividade de 95,3 t/ha, no mês de MAIO, alta de 26,3% em relação à safra passada, para o Centro Sul. Além da condição climática mais favorável, a colheita de canaviais de primeiro corte foi priorizada. Portanto, espera-se que esta produtividade alta venha a diminuir com o andamento da safra.<br /><br />     No momento, 253 unidades estão em operação, sendo 239 com cana-de-açúcar, sete com etanol de milho e sete unidades flex. Frente ao aumento de produção dos canaviais e às expectativas dos efeitos do fenômeno El Niño, prejudiciais à logística de transporte da cana colhida, a moagem da cana no CS está 14% acima da safra passada, a produção de açúcar em 32% e a do etanol total em 9,3%, dados estes referentes ao período de abril até 1ª quinzena de junho, de acordo com a UNICA.<br /><br />      A qualidade da cana, percebida pelo ATR, aponta para melhoria, 2,15% superior ao mesmo período da safra passada, registrando 127,20 kg de ATR/t de cana. Em junho/23, a exportação de açúcar foi 32% superior a junho de 2022, segundo a Secex. O preço médio do açúcar exportado subiu 21,6%, com preço médio de 480,9 dólares/t. Com isso, a receita subiu cerca de 60%, para 1,48 bilhão de dólares, de acordo com a Agência Internacional de Notícias.<br /><br />      Os subsídios governamentais aos combustíveis estão previstos para acabar em julho. Com isso, a cobrança integral de tributos federais sobre a gasolina e o etanol vai ser retomada e os impostos passarão de 47 centavos para 69 centavos/L. Assim, o setor acompanha com atenção o reflexo que esta medida poderá causar no consumo destes produtos.<br /><br />     O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56055223</guid><pubDate>Tue, 11 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56055223/20230711_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3884138" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de JULHO de 2023, meu nome é GRAÇA FOGLI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em ARARAQUARA, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

     A safra 23/24, iniciada em abril deste ano, tem estimativa de produção...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de JULHO de 2023, meu nome é GRAÇA FOGLI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em ARARAQUARA, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />     A safra 23/24, iniciada em abril deste ano, tem estimativa de produção 10,6 % superior à obtida na safra 22/23, devendo atingir 606,5 milhões de toneladas, segundo a Consultoria Datagro. Este aumento está mais atrelado à maior produtividade do que ao aumento de área de cana na região Centro-Sul.<br /><br />     O Centro de Tecnologia Canavieira, registrou a produtividade de 95,3 t/ha, no mês de MAIO, alta de 26,3% em relação à safra passada, para o Centro Sul. Além da condição climática mais favorável, a colheita de canaviais de primeiro corte foi priorizada. Portanto, espera-se que esta produtividade alta venha a diminuir com o andamento da safra.<br /><br />     No momento, 253 unidades estão em operação, sendo 239 com cana-de-açúcar, sete com etanol de milho e sete unidades flex. Frente ao aumento de produção dos canaviais e às expectativas dos efeitos do fenômeno El Niño, prejudiciais à logística de transporte da cana colhida, a moagem da cana no CS está 14% acima da safra passada, a produção de açúcar em 32% e a do etanol total em 9,3%, dados estes referentes ao período de abril até 1ª quinzena de junho, de acordo com a UNICA.<br /><br />      A qualidade da cana, percebida pelo ATR, aponta para melhoria, 2,15% superior ao mesmo período da safra passada, registrando 127,20 kg de ATR/t de cana. Em junho/23, a exportação de açúcar foi 32% superior a junho de 2022, segundo a Secex. O preço médio do açúcar exportado subiu 21,6%, com preço médio de 480,9 dólares/t. Com isso, a receita subiu cerca de 60%, para 1,48 bilhão de dólares, de acordo com a Agência Internacional de Notícias.<br /><br />      Os subsídios governamentais aos combustíveis estão previstos para acabar em julho. Com isso, a cobrança integral de tributos federais sobre a gasolina e o etanol vai ser retomada e os impostos passarão de 47 centavos para 69 centavos/L. Assim, o setor acompanha com atenção o reflexo que esta medida poderá causar no consumo destes produtos.<br /><br />     O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>243</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/07/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-07-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--56031241</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de julho, meu nome é CARLOS EDUARDO, Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os últimos boletins climáticos divulgados pela NOAA  (Agência Serviço de Meteorologia dos Estrados Unidos) indicam condições meteorológicas favoráveis para os próximos 10 dias em todo o cinturão agrícola dos USA, podendo pressionar as cotações na CBOT. No próximo dia 12/07 o USDA divulgará o Relatório de oferta e demanda global de soja, com perspectiva de redução dos números. Os dados devem trazer reflexos nas cotações do complexo soja, o mercado seguirá atento aos boletins semanais de acompanhamento das lavouras que o USDA vem divulgando, uma vez que a qualidade das lavouras reduziu nas últimas três semanas.<br /> Na economia, o controle da inflação nos EUA e na EU, além do menor crescimento da China, preocupam e podem impactar a demanda global.<br /> Os preços físicos da oleaginosa estão com movimentos de alta, o que permitirá ao sojicultor aproveitar oportunidades de mercado para comercializar parte de sua produção. Os preços internos tendem a refletir as oscilações em Chicago, com vieses de alta para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b>de acordo com o reporte do USDA na semana passada, 51% da área cultivada com milho nos Estados Unidos foi considerada em condições boas a excelentes, melhora de 1 ponto percentual em relação à semana anterior. No entanto, esta é a classificação mais baixa para o mesmo período desde 2012. Em Iowa, maior estado produtor, 61% da safra foi classificada como de boa a excelente. Para os próximos dias existe previsão de melhora climática para o cinturão produtor nos EUA, com bons volumes de chuvas, o que pode pressionar negativamente as cotações na Bolsa de Chicago.<br /> Os preços externos poderão sofrer pressão adicional com a divulgação do USDA, em 12/07, do relatório de oferta e demanda de grãos para o mês de julho. Com a recente revisão de área cultivada nos Estados Unidos, o mercado espera aumento na produção do cereal no país, o que poderia levar a maior oferta global  e maior estoque final estadunidense.<br /> No Brasil, clima favorável para a intensificação da colheita da 2ª safra. Com isso, os preços internos podem continuar pressionados negativamente com a maior oferta doméstica, à medida em que a colheita avança. <b><br /></b><b> Para o café, </b>semana de clima favorável, sem ocorrência de chuva e frio, com possiblidade de precipitação em algumas áreas cafeeiras a partir de 14/07, podendo influenciar ritmo da colheita que, até o momento, apresenta-se mais acelerada que ano anterior.<br />  Dados do USDA referentes ao balanço entre oferta e demanda previsto para a safra comercial 2023/24 (16,8%), evidencia índice inferior ao do ciclo 2022/23 findo agora em junho/23 (20,3%) e também inferior à safra 2021/22 (19,5%). Este índice poderia fundamentar limites a uma redução maior nos preços. No entanto, a colheita brasileira em curso, representa 37,9 % da safra mundial em 2023 e espera-se 3,9 milhões de sacas a mais que no ano anterior. Portanto, no curto prazo e médio prazo, deve amenizar os efeitos dos baixos estoques disponíveis atuais. Se falarmos apenas em relação ao café arábica, a participação brasileira é ainda maior, de 46,2%.<br /> Assim, considerando estes fatores, esperam-se preços ainda pressionados negativamente pela representativa oferta brasileira no curto e médio prazo.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: A detecção de casos de gripe aviária no Brasil, em especial no ES, pode afetar o preço da carne bovina. Com a detecção da gripe aviária em ave doméstica no ES, o Japão suspendeu a compra frango produzida nesse Estado. A decisão contraria a orientação da Organização Mundial de Saúde Animal, em que os embargos devem acontecer apenas na ocorrência da doença em produções comerciais. O Japão não importa carne de frango proveniente do ES, que participa com 0,19% do total exportado pelo Brasil. Entretanto, um embargo a um maior volume de carne de frango, por exemplo, no PR (responsável por 35% do total da produção e 40% da exportação), geraria um excesso de oferta no mercado interno, pressionando o preço do frango. Com isso, a tendência seria o consumidor migrar para essa fonte de proteína mais barata, deixando de consumir a carne bovina, influenciando negativamente toda a cadeia produtiva.<br /> Em relação ao confinamento, a expectativa de oferta estável ante 2022 (nº de abates sistema intensivo), queda no custo do animal de reposição e dos insumos empregados na nutrição bovina, somados ao fortalecimento da cotação do boi gordo na B3, apesar da queda recente, trazem otimismo para a atividade no 2º semestre. No momento, ainda em entressafra, esperam-se preços de estáveis a mais altos no curto/médio prazo.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56031241</guid><pubDate>Mon, 10 Jul 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56031241/20230710_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6139028" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de julho, meu nome é CARLOS EDUARDO, Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de julho, meu nome é CARLOS EDUARDO, Assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os últimos boletins climáticos divulgados pela NOAA  (Agência Serviço de Meteorologia dos Estrados Unidos) indicam condições meteorológicas favoráveis para os próximos 10 dias em todo o cinturão agrícola dos USA, podendo pressionar as cotações na CBOT. No próximo dia 12/07 o USDA divulgará o Relatório de oferta e demanda global de soja, com perspectiva de redução dos números. Os dados devem trazer reflexos nas cotações do complexo soja, o mercado seguirá atento aos boletins semanais de acompanhamento das lavouras que o USDA vem divulgando, uma vez que a qualidade das lavouras reduziu nas últimas três semanas.<br /> Na economia, o controle da inflação nos EUA e na EU, além do menor crescimento da China, preocupam e podem impactar a demanda global.<br /> Os preços físicos da oleaginosa estão com movimentos de alta, o que permitirá ao sojicultor aproveitar oportunidades de mercado para comercializar parte de sua produção. Os preços internos tendem a refletir as oscilações em Chicago, com vieses de alta para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho, </b>de acordo com o reporte do USDA na semana passada, 51% da área cultivada com milho nos Estados Unidos foi considerada em condições boas a excelentes, melhora de 1 ponto percentual em relação à semana anterior. No entanto, esta é a classificação mais baixa para o mesmo período desde 2012. Em Iowa, maior estado produtor, 61% da safra foi classificada como de boa a excelente. Para os próximos dias existe previsão de melhora climática para o cinturão produtor nos EUA, com bons volumes de chuvas, o que pode pressionar negativamente as cotações na Bolsa de Chicago.<br /> Os preços externos poderão sofrer pressão adicional com a divulgação do USDA, em 12/07, do relatório de oferta e demanda de grãos para o mês de julho. Com a recente revisão de área cultivada nos Estados Unidos, o mercado espera aumento na produção do cereal no país, o que poderia levar a maior oferta global  e maior estoque final estadunidense.<br /> No Brasil, clima favorável para a intensificação da colheita da 2ª safra. Com isso, os preços internos podem continuar pressionados negativamente com a maior oferta doméstica, à medida em que a colheita avança. <b><br /></b><b> Para o café, </b>semana de clima favorável, sem ocorrência de chuva e frio, com possiblidade de precipitação em algumas áreas cafeeiras a partir de 14/07, podendo influenciar ritmo da colheita que, até o momento, apresenta-se mais acelerada que ano anterior.<br />  Dados do USDA referentes ao balanço entre oferta e demanda previsto para a safra comercial 2023/24 (16,8%), evidencia índice inferior ao do ciclo 2022/23 findo agora em junho/23 (20,3%) e também inferior à safra 2021/22 (19,5%). Este índice poderia fundamentar limites a uma redução maior nos preços. No entanto, a colheita brasileira em curso, representa 37,9 % da safra mundial em 2023 e espera-se 3,9 milhões de sacas a mais que no ano anterior. Portanto, no curto prazo e médio prazo, deve amenizar os efeitos dos baixos estoques disponíveis atuais. Se falarmos apenas em relação ao café arábica, a participação brasileira é ainda maior, de 46,2%.<br /> Assim, considerando estes fatores, esperam-se preços ainda pressionados negativamente pela representativa oferta brasileira no curto e médio prazo.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: A detecção de casos de gripe aviária no Brasil, em especial no ES, pode afetar o preço da carne bovina. Com a detecção da gripe aviária em ave doméstica no ES, o Japão suspendeu a compra frango produzida nesse Estado. A decisão contraria a orientação da Organização Mundial...]]></itunes:summary><itunes:duration>384</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/07/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-07-2023-cenario-da-soja--56019812</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 07 de julho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />    O contrato ago/23 em Chicago fechou 05/07 cotado a US$ 14,68/bushel, apresentando alta de 8% em relação ao início de junho. Os principais fundamentos para a alta estão atrelados à divulgação de dados do USDA para a safra norte-americana, que projetou redução da área de plantio nos EUA em 5% e às condições climáticas adversas, que indicam redução do potencial produtivo associado à melhora nas cotações do barril do petróleo.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou piora na situação das lavouras, totalizando 50% entre boas e excelentes, 35% para normais e 15% para ruins e muito ruins. Acredita-se que no relatório mensal de oferta e demanda, previsto para 12/07, o órgão deva corrigir para baixo a estimativa de produção para os EUA.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o USDA estima que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 05/07 foi de R$ 142,01 por saca, apresentando alta de 4,67% em relação aos últimos 30 dias. As altas externas não refletiram na mesma magnitude nos preços internos devido à valorização do real ante ao dólar. Os prêmios nos portos registram leve melhora em relação ao mês anterior, porém ainda apresentam valores negativos, atingindo US$ 1,00/bushel negativo em Paranaguá-PR.<br /><br />  Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dezembro, janeiro e fevereiro, sendo possivelmente um dos eventos mais intensos dos últimos 70 anos.<br /><br />  Neste momento, o mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA, em que a estiagem ocorrida no início da safra reduziu o potencial produtivo de algumas áreas. Porém, para as próximas semanas, as previsões são de chuvas regulares nas principais regiões produtoras, o que pode trazer volatilidade adicional às cotações da oleaginosa.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenamento de grãos.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56019812</guid><pubDate>Fri, 07 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56019812/20230707_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3163995" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 07 de julho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.

    O contrato ago/23 em Chicago fechou 05/07 cotado a US$ 14,68/bushel,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 07 de julho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />    O contrato ago/23 em Chicago fechou 05/07 cotado a US$ 14,68/bushel, apresentando alta de 8% em relação ao início de junho. Os principais fundamentos para a alta estão atrelados à divulgação de dados do USDA para a safra norte-americana, que projetou redução da área de plantio nos EUA em 5% e às condições climáticas adversas, que indicam redução do potencial produtivo associado à melhora nas cotações do barril do petróleo.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou piora na situação das lavouras, totalizando 50% entre boas e excelentes, 35% para normais e 15% para ruins e muito ruins. Acredita-se que no relatório mensal de oferta e demanda, previsto para 12/07, o órgão deva corrigir para baixo a estimativa de produção para os EUA.<br /><br />  Para a safra brasileira 2023/24, o USDA estima que sejam cultivados 45,6 milhões de ha, com produção total de 163 milhões de toneladas, crescimento de 4,48% ante a safra passada.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 05/07 foi de R$ 142,01 por saca, apresentando alta de 4,67% em relação aos últimos 30 dias. As altas externas não refletiram na mesma magnitude nos preços internos devido à valorização do real ante ao dólar. Os prêmios nos portos registram leve melhora em relação ao mês anterior, porém ainda apresentam valores negativos, atingindo US$ 1,00/bushel negativo em Paranaguá-PR.<br /><br />  Segundo a NOAA, a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul se mantém, com elevada probabilidade para o trimestre dezembro, janeiro e fevereiro, sendo possivelmente um dos eventos mais intensos dos últimos 70 anos.<br /><br />  Neste momento, o mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA, em que a estiagem ocorrida no início da safra reduziu o potencial produtivo de algumas áreas. Porém, para as próximas semanas, as previsões são de chuvas regulares nas principais regiões produtoras, o que pode trazer volatilidade adicional às cotações da oleaginosa.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenamento de grãos.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/07/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-07-2023-cenario-do-leite--56006926</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 06 de julho de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Gov. Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />  Os preços médios ofertados pelo litro de leite em junho de 2023, referente ao leite coletado em maio, apresentaram média de R$ 2,72, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta valorização nominal de 1,6% em relação ao pagamento de junho de 2022 e queda de 6,0% quando comparado a maio de 2023.<br /><br />  Apesar da queda do valor do leite pago ao produtor no mês de junho, a relação de troca do leite em relação à mistura de 70% de milho com 30% de farelo de soja melhorou. No período, foram necessários em média 30 litros de leite para aquisição de 60kg da mistura, contra 33,8 litros em maio de 2023 e 40 litros em junho de 2022.<br /><br />  Ainda assim, o Centro de Inteligência do Leite da Embrapa alerta que o cenário para a cadeia dos lácteos continua desafiador, uma vez que a importação se mostra elevada, o consumo interno ainda está baixo e poderá haver aumento da oferta a partir de julho. Desta forma, espera-se nova queda nas cotações do leite coletado em junho, a ser pago em julho.<br /><br />  Tal situação indica que o produtor deve continuar focando a gestão de custos na propriedade e estar preparado para uma possível queda de preços do leite mesmo durante o período seco.   Diante deste cenário, o produtor de leite pode aproveitar o lançamento do Plano Safra 23/24 e acessar linhas de crédito de investimento e custeio para alavancar suas atividades na pecuária leiteira dentro da porteira.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/56006926</guid><pubDate>Thu, 06 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/56006926/20230706_bbcast_agro_leite.mp3" length="2621902" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 06 de julho de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Gov. Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

  Os preços médios ofertados pelo litro de leite em junho...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 06 de julho de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Gov. Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />  Os preços médios ofertados pelo litro de leite em junho de 2023, referente ao leite coletado em maio, apresentaram média de R$ 2,72, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta valorização nominal de 1,6% em relação ao pagamento de junho de 2022 e queda de 6,0% quando comparado a maio de 2023.<br /><br />  Apesar da queda do valor do leite pago ao produtor no mês de junho, a relação de troca do leite em relação à mistura de 70% de milho com 30% de farelo de soja melhorou. No período, foram necessários em média 30 litros de leite para aquisição de 60kg da mistura, contra 33,8 litros em maio de 2023 e 40 litros em junho de 2022.<br /><br />  Ainda assim, o Centro de Inteligência do Leite da Embrapa alerta que o cenário para a cadeia dos lácteos continua desafiador, uma vez que a importação se mostra elevada, o consumo interno ainda está baixo e poderá haver aumento da oferta a partir de julho. Desta forma, espera-se nova queda nas cotações do leite coletado em junho, a ser pago em julho.<br /><br />  Tal situação indica que o produtor deve continuar focando a gestão de custos na propriedade e estar preparado para uma possível queda de preços do leite mesmo durante o período seco.   Diante deste cenário, o produtor de leite pode aproveitar o lançamento do Plano Safra 23/24 e acessar linhas de crédito de investimento e custeio para alavancar suas atividades na pecuária leiteira dentro da porteira.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>164</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/07/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-07-2023-cenario-do-cafe-conilon--55997765</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 05 de julho de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita da variedade no Brasil segue em andamento e estima-se que tenha atingido 80% da área cultivada no Espírito Santo, onde vem apresentando um bom rendimento após secagem, mas com redução na produtividade a campo, em torno 30%, em relação à safra passada. Esta redução é resultado das condições climáticas adversas na época da floração, ao excesso de chuva nos meses de granação e ao aumento do preço de insumos na safra anterior, fazendo com que o produtor investisse menos em suas lavouras.<br /><br />Em Rondônia, a colheita já atingiu 90% da área cultivada. Apesar da redução de área plantada nos últimos anos, houve incremento de produção e produtividade, com a inserção de pacotes tecnológicos adequados para a cultura, como irrigação localizada e clones mais produtivos e adaptados a região, aumentando a produtividade média de 10 para 48 sacas/ha.<br /><br />Na bolsa de Londres, o café conilon abriu a semana com pequena recuperação. O contrato com vencimento em setembro/23 teve alta de US$ 37 por tonelada, sendo negociado a US$ 2.528/t, com perspectiva de queda no curto prazo, apesar da volatilidade recente.<br /><br />No mercado físico interno, houve queda em torno de 13% no preço da saca em relação aos últimos 10 dias, que fechou cotada em 03/07 a R$ 600,00 na COOABRIEL - Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel.<br /><br />Como era esperado, com o avanço da colheita brasileira e uma maior oferta de café, a tendência é que as cotações se mantenham com pressão baixista a curto e médio prazo.<br /><br />Neste contexto, é necessária uma gestão profissional da atividade por parte dos produtores, que devem controlar rigorosamente o custo de produção, bem como considerar estratégias de vendas e acompanhamento do mercado.<br /><br />Com o lançamento do novo Plano Safra 2023/2024, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas às necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.<br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br ”barra”bbcast” traço” agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55997765</guid><pubDate>Wed, 05 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55997765/20230705_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3054071" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 05 de julho de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

 A colheita da variedade no Brasil segue em andamento e estima-se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 05 de julho de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br /> A colheita da variedade no Brasil segue em andamento e estima-se que tenha atingido 80% da área cultivada no Espírito Santo, onde vem apresentando um bom rendimento após secagem, mas com redução na produtividade a campo, em torno 30%, em relação à safra passada. Esta redução é resultado das condições climáticas adversas na época da floração, ao excesso de chuva nos meses de granação e ao aumento do preço de insumos na safra anterior, fazendo com que o produtor investisse menos em suas lavouras.<br /><br />Em Rondônia, a colheita já atingiu 90% da área cultivada. Apesar da redução de área plantada nos últimos anos, houve incremento de produção e produtividade, com a inserção de pacotes tecnológicos adequados para a cultura, como irrigação localizada e clones mais produtivos e adaptados a região, aumentando a produtividade média de 10 para 48 sacas/ha.<br /><br />Na bolsa de Londres, o café conilon abriu a semana com pequena recuperação. O contrato com vencimento em setembro/23 teve alta de US$ 37 por tonelada, sendo negociado a US$ 2.528/t, com perspectiva de queda no curto prazo, apesar da volatilidade recente.<br /><br />No mercado físico interno, houve queda em torno de 13% no preço da saca em relação aos últimos 10 dias, que fechou cotada em 03/07 a R$ 600,00 na COOABRIEL - Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel.<br /><br />Como era esperado, com o avanço da colheita brasileira e uma maior oferta de café, a tendência é que as cotações se mantenham com pressão baixista a curto e médio prazo.<br /><br />Neste contexto, é necessária uma gestão profissional da atividade por parte dos produtores, que devem controlar rigorosamente o custo de produção, bem como considerar estratégias de vendas e acompanhamento do mercado.<br /><br />Com o lançamento do novo Plano Safra 2023/2024, o Banco do Brasil disponibiliza ao produtor linhas de crédito para atender todas às necessidades na condução das suas lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento.<br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br ”barra”bbcast” traço” agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/07/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-07-2023-cenario-climatico--55977506</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 04 de julho de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />   A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou, em meados de junho, a ocorrência de El Niño para os próximos meses, com seus reflexos sendo sentidos em todo o globo.<br /><br />  No Brasil, em 22 de junho, a incidência deste fenômeno climático também foi confirmada pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, integrante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, sendo citadas as anomalias de Temperaturas da Superfície do Mar no Oceano Pacífico, com valores positivos. O acompanhamento agora se volta para a intensidade do El Niño, principalmente no que se refere aos extremos nos eventos climáticos.<br /><br />  Na Previsão Climática Trimestral de julho a agosto, o INPE aponta a probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte do país. Apenas em uma parte do RS e SC, AP e porção do leste da BA tendem a apresentar chuvas acima da média.<br /><br />  O instituto ainda ressalta que, com o El Niño, a confiabilidade da previsão é maior para a faixa norte do Brasil, em particular para as regiões Norte e Nordeste. Mesmo assim, não se descartam episódios de chuvas expressivas sobre o RS e leste do Nordeste.<br /><br />  A previsão de temperatura indica uma maior probabilidade de indicadores acima da média em praticamente todo o Brasil. Por sua vez, o Instituto Nacional de Meteorologia não descarta a entrada de massas de ar frio, o que pode provocar queda acentuada da temperatura do ar.<br /><br />  De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, merece atenção a área mais Central do Brasil, que apresenta índices abaixo do restante do país.<br /><br />  Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra, associado ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55977506</guid><pubDate>Tue, 04 Jul 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55977506/20230704_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3200775" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 04 de julho de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o cenário climático.

   A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 04 de julho de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />   A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou, em meados de junho, a ocorrência de El Niño para os próximos meses, com seus reflexos sendo sentidos em todo o globo.<br /><br />  No Brasil, em 22 de junho, a incidência deste fenômeno climático também foi confirmada pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, integrante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, sendo citadas as anomalias de Temperaturas da Superfície do Mar no Oceano Pacífico, com valores positivos. O acompanhamento agora se volta para a intensidade do El Niño, principalmente no que se refere aos extremos nos eventos climáticos.<br /><br />  Na Previsão Climática Trimestral de julho a agosto, o INPE aponta a probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte do país. Apenas em uma parte do RS e SC, AP e porção do leste da BA tendem a apresentar chuvas acima da média.<br /><br />  O instituto ainda ressalta que, com o El Niño, a confiabilidade da previsão é maior para a faixa norte do Brasil, em particular para as regiões Norte e Nordeste. Mesmo assim, não se descartam episódios de chuvas expressivas sobre o RS e leste do Nordeste.<br /><br />  A previsão de temperatura indica uma maior probabilidade de indicadores acima da média em praticamente todo o Brasil. Por sua vez, o Instituto Nacional de Meteorologia não descarta a entrada de massas de ar frio, o que pode provocar queda acentuada da temperatura do ar.<br /><br />  De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, merece atenção a área mais Central do Brasil, que apresenta índices abaixo do restante do país.<br /><br />  Devido aos eventos climáticos no período de El Niño, o planejamento da safra, associado ao monitoramento do clima, se tornam ferramentas importantes para a tomada de decisões.<br /><br />  O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/07/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-07-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--55703051</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de julho, meu nome é LEANDRO MILEO MATOS, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os últimos boletins divulgados pela NOAA (Agência Serviço de Meteorologia dos Estrados Unidos) indicam chuvas consideráveis e bem distribuídas para os próximos 15 dias em todo o cinturão agrícola dos EUA, o que fará com que as cotações fiquem pressionadas negativamente na CBOT.<br />  O mercado seguirá atento aos boletins semanais do USDA com o acompanhamento das lavouras norte-americanas, uma vez que a qualidade destas vem caindo nas últimas três semanas.<br />  No Brasil, os fundamentos devem permanecer sem grandes novidades, porém com o avanço da colheita do milho 2ª safra, a questão logística seguirá pressionada.<br />  Com as cotações do mercado físico estáveis, sojicultores tendem a permanecer fora do mercado, mantendo negócios somente para cobrir obrigações financeiras. Ainda com um grande volume a ser comercializado e os preços internos pressionados, o mercado doméstico seguirá com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho,</b> o clima nos EUA continuará influenciando as cotações. A maior parte das lavouras, no mês de julho, estarão em fase de pendoamento, período importante para definições sobre o potencial produtivo da cultura do milho.<br />  As previsões quanto à umidade do solo e temperaturas são boas para próxima semana nos estados produtores de milho norte-americano, fator baixista aos preços.  Por outro lado, o USDA divulgará dados sobre a área plantada e produtividade e o mercado espera que haja corte na produção estimada.<br />  No Brasil, previsão de tempo firme trará condições adequadas para a colheita avançar nos estados produtores de 2ª Safra. Os números até então divulgados por diversas fontes indicam safras muito boas nos estados produtores, sem ocorrência de eventos que tenham prejudicado de forma significativa a 2ª safra.<br />  Compradores seguirão retraídos, aguardando maior disponibilidade do grão a preços mais baixos, para fixar posições.<br />  Com isso, os preços internos tendem a sofrer pressão baixista  no curto e médio prazo, devido a maior oferta de produto e dificuldades de armazenagem e logística portuária.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>as previsões climáticas continuarão favoráveis ao andamento da colheita nas principais regiões produtoras.<br />  Em meio ao movimento negativo das últimas semanas e dado o avanço da colheita, produtores tendem a permanecer retraídos na comercialização, vendendo apenas o necessário para atendimentos das demandas mais prementes.<br />  A colheita do Conilon no ES, mais avançada que a do arábica, tem mostrado quebra superior à esperada, segundo presidente da Cooabriel.<br /> O Rabobank elevou sua previsão de déficit na Safra 2022/23 para 6,4 milhões de sacas, acompanhando os dados da OIC de mai/23, quando foi relatado déficit de 7,3 milhões de sacas.     Após atingir as mínimas de sete meses, os estoques da ICE apresentaram pequena recuperação para 549.252 sacas, na terça-feira (27), o que ainda não significa alí vio na condição de baixos estoques.<br /> De modo geral, a maior oferta, resultado do avanço da colheita no Brasil, continuará pressionando os preços diante da expectativa de uma safra 2023 mais volumosa em relação à passada, além de rumores de uma possível safra 2024 ainda maior, caso o clima continue favorecendo a cultura.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: a menor oferta de animais, em decorrência do final da safra do boi produzido a pasto e o fato de ainda não se ter um volume expressivo de animais produzidos no primeiro giro do confinamento, sugere um ambiente de preços mais firmes no curto prazo.<br /> É importante reforçar que o consumo interno pode contribuir com o fortalecimento do preço do boi gordo, ressaltando-se que a queda no valor da arroba ao longo do primeiro semestre de 2023 não fez com que o preço da carne bovina diminuísse no mesmo ritmo no atacado e no varejo.<br /> A entrada dos salários na economia durante o início de julho será fator importante para aumentar o estímulo ao consumo doméstico e ao fortalecimento do mercado físico.<br /> Espera-se assim, preços de estáveis a mais altos no curto prazo e médio prazo.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55703051</guid><pubDate>Mon, 03 Jul 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55703051/20230703_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4552037" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de julho, meu nome é LEANDRO MILEO MATOS, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de julho, meu nome é LEANDRO MILEO MATOS, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Os últimos boletins divulgados pela NOAA (Agência Serviço de Meteorologia dos Estrados Unidos) indicam chuvas consideráveis e bem distribuídas para os próximos 15 dias em todo o cinturão agrícola dos EUA, o que fará com que as cotações fiquem pressionadas negativamente na CBOT.<br />  O mercado seguirá atento aos boletins semanais do USDA com o acompanhamento das lavouras norte-americanas, uma vez que a qualidade destas vem caindo nas últimas três semanas.<br />  No Brasil, os fundamentos devem permanecer sem grandes novidades, porém com o avanço da colheita do milho 2ª safra, a questão logística seguirá pressionada.<br />  Com as cotações do mercado físico estáveis, sojicultores tendem a permanecer fora do mercado, mantendo negócios somente para cobrir obrigações financeiras. Ainda com um grande volume a ser comercializado e os preços internos pressionados, o mercado doméstico seguirá com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho,</b> o clima nos EUA continuará influenciando as cotações. A maior parte das lavouras, no mês de julho, estarão em fase de pendoamento, período importante para definições sobre o potencial produtivo da cultura do milho.<br />  As previsões quanto à umidade do solo e temperaturas são boas para próxima semana nos estados produtores de milho norte-americano, fator baixista aos preços.  Por outro lado, o USDA divulgará dados sobre a área plantada e produtividade e o mercado espera que haja corte na produção estimada.<br />  No Brasil, previsão de tempo firme trará condições adequadas para a colheita avançar nos estados produtores de 2ª Safra. Os números até então divulgados por diversas fontes indicam safras muito boas nos estados produtores, sem ocorrência de eventos que tenham prejudicado de forma significativa a 2ª safra.<br />  Compradores seguirão retraídos, aguardando maior disponibilidade do grão a preços mais baixos, para fixar posições.<br />  Com isso, os preços internos tendem a sofrer pressão baixista  no curto e médio prazo, devido a maior oferta de produto e dificuldades de armazenagem e logística portuária.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>as previsões climáticas continuarão favoráveis ao andamento da colheita nas principais regiões produtoras.<br />  Em meio ao movimento negativo das últimas semanas e dado o avanço da colheita, produtores tendem a permanecer retraídos na comercialização, vendendo apenas o necessário para atendimentos das demandas mais prementes.<br />  A colheita do Conilon no ES, mais avançada que a do arábica, tem mostrado quebra superior à esperada, segundo presidente da Cooabriel.<br /> O Rabobank elevou sua previsão de déficit na Safra 2022/23 para 6,4 milhões de sacas, acompanhando os dados da OIC de mai/23, quando foi relatado déficit de 7,3 milhões de sacas.     Após atingir as mínimas de sete meses, os estoques da ICE apresentaram pequena recuperação para 549.252 sacas, na terça-feira (27), o que ainda não significa alí vio na condição de baixos estoques.<br /> De modo geral, a maior oferta, resultado do avanço da colheita no Brasil, continuará pressionando os preços diante da expectativa de uma safra 2023 mais volumosa em relação à passada, além de rumores de uma possível safra 2024 ainda maior, caso o clima continue favorecendo a cultura.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: a menor oferta de animais, em decorrência do final da safra do boi produzido a pasto e o fato de ainda não se ter um volume expressivo de animais produzidos no primeiro giro do confinamento, sugere um ambiente de preços mais firmes no curto prazo.<br /> É importante...]]></itunes:summary><itunes:duration>285</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/06/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-06-2023-cenario-do-milho--55535724</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de junho de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    No mês de junho o mercado trabalhou com olhar voltado ao clima nos EUA, aguardando o relatório do USDA, em relação às condições das lavouras.<br /><br />  O mercado está precificando as incertezas do clima nos EUA e a pior condição das lavouras em relação ao ano passado, pressionando positivamente as cotações do cereal, que iniciou o mês cotado a US$ 5,14/buschel e alcançou a cotação de US$ 6,23 no dia 21, ou seja, uma valorização de aproximadamente 20%.<br /><br />  Devido às chuvas ocorridas (mesmo em baixos volumes) e previsões de melhora nas condições do clima nos EUA, esta semana foi de desvalorização no mercado.   Estamos chegando ao período crucial para as lavouras de milho norte-americanas e as previsões climáticas indicam condições favoráveis à cultura do milho. Foram observadas chuvas no cinturão produtor, fato que trouxe viés negativo às cotações nas últimas sessões na CBOT.<br /><br />  As cotações na Bolsa de Chicago, para o contrato referência set/23, apresentaram valorização de 3,30% no período de 1 a 28 de junho, encerrando último dia cotado a US$ 5,31/bushel.   No mercado interno, o mês começou com estabilidade nos preços e não incorporaram a elevada volatilidade externa, influenciados pelo dólar e pressão de oferta com o início da colheita do milho segunda safra no Brasil. Neste mês, o preço físico referência Campinas/CEPEA subiu 4,81 %, encerrando o dia 28 de junho cotado a R$56,36 a saca.<br /><br />  No Brasil, o clima em junho se mostrou favorável para o milho safrinha e a possibilidade de geadas não se concretizou. Além disso, as chuvas se estenderam durante o mês, garantindo boa qualidade das lavouras nos estados produtores.<br /><br />  Espera-se que o Brasil colha aproximadamente 100 milhões de toneladas na 2ª Safra, a maior safra da história. Os gargalos de logística, armazenagem e a necessidade de ampliação nas exportações preocupam o mercado e fazem os compradores ficarem retraídos, aguardando oportunidades.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens de lucratividade. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55535724</guid><pubDate>Fri, 30 Jun 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55535724/20230630_bbcast_agro_milho.mp3" length="3320311" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 30 de junho de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    No mês de junho o mercado trabalhou com olhar voltado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de junho de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    No mês de junho o mercado trabalhou com olhar voltado ao clima nos EUA, aguardando o relatório do USDA, em relação às condições das lavouras.<br /><br />  O mercado está precificando as incertezas do clima nos EUA e a pior condição das lavouras em relação ao ano passado, pressionando positivamente as cotações do cereal, que iniciou o mês cotado a US$ 5,14/buschel e alcançou a cotação de US$ 6,23 no dia 21, ou seja, uma valorização de aproximadamente 20%.<br /><br />  Devido às chuvas ocorridas (mesmo em baixos volumes) e previsões de melhora nas condições do clima nos EUA, esta semana foi de desvalorização no mercado.   Estamos chegando ao período crucial para as lavouras de milho norte-americanas e as previsões climáticas indicam condições favoráveis à cultura do milho. Foram observadas chuvas no cinturão produtor, fato que trouxe viés negativo às cotações nas últimas sessões na CBOT.<br /><br />  As cotações na Bolsa de Chicago, para o contrato referência set/23, apresentaram valorização de 3,30% no período de 1 a 28 de junho, encerrando último dia cotado a US$ 5,31/bushel.   No mercado interno, o mês começou com estabilidade nos preços e não incorporaram a elevada volatilidade externa, influenciados pelo dólar e pressão de oferta com o início da colheita do milho segunda safra no Brasil. Neste mês, o preço físico referência Campinas/CEPEA subiu 4,81 %, encerrando o dia 28 de junho cotado a R$56,36 a saca.<br /><br />  No Brasil, o clima em junho se mostrou favorável para o milho safrinha e a possibilidade de geadas não se concretizou. Além disso, as chuvas se estenderam durante o mês, garantindo boa qualidade das lavouras nos estados produtores.<br /><br />  Espera-se que o Brasil colha aproximadamente 100 milhões de toneladas na 2ª Safra, a maior safra da história. Os gargalos de logística, armazenagem e a necessidade de ampliação nas exportações preocupam o mercado e fazem os compradores ficarem retraídos, aguardando oportunidades.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens de lucratividade. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/06/2023 - Perspectivas Safra 23/24</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-06-2023-perspectivas-safra-23-24--55429481</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 29 de junho de 2023, meu nome é Alexandre Bittencourt, sou assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do e vamos conversar sobre a safra 2023/24.<br /><br />    Na próxima semana inicia-se oficialmente a safra 2023/24 no Brasil, com uma perspectiva bastante otimista. Nesta semana foram lançados os planos safras pelo Ministério da Agricultura e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário com avanços positivos no aporte de recursos para o financiamento da safra e com enfoques na sustentabilidade, ampliando oportunidades para o produtor rural investir na recuperação de áreas degradadas, adequar-se ao Cadastro Ambiental Rural - CAR, avançar na agricultura regenerativa, ampliar a utilização de bioinsumos, adotar a rastreabilidade à produção, reforçando assim o compromisso do produtor rural brasileiro com a sustentabilidade.<br /><br />    E as expectativas são positivas para avançarmos para mais uma safra de elevada produção no Brasil, contribuindo para o crescimento econômico do nosso país. Os preços dos principais produtos agropecuários, mostram-se inferiores aos da safra passada, contudo os custos de produção reduziram consideravelmente, com perspectivas de rentabilidade positiva para as atividades agropecuárias.<br /><br />    A implantação, desenvolvimento das lavouras e colheita da produção se darão sob influência do Fenômeno climático El Niño, que pode trazer redução nas chuvas para as regiões Norte e Nordeste e elevação de chuvas para o Rio Grande do Sul. Isso requer atenção em relação à adoção de mitigadores relacionados à produção, como a implementação de tecnologia adaptada à situação de seca ou excesso de chuvas, seguros agropecuários e Proagro.<br /><br />    Também cabe ênfase à necessidade de melhoria na gestão da sua atividade, produtor rural. Além do controle de custos e do processo produtivo, a gestão da comercialização também requer atenção. Os custos reduziram de forma considerável, abrindo oportunidades para posicionamento na aquisição de insumos, e os preços seguem com alguma volatilidade.<br /><br />    A safra no hemisfério norte segue em fase de desenvolvimento e início de polinização, em momento que o clima segue afetando a qualidade das lavouras em importantes países produtores. Essas incertezas em relação à produção e oferta das principais commodities agropecuárias, pode trazer oportunidades para posicionamento em relação à comercialização da produção durante o segundo semestre, visto que a fase crítica para a definição de produtividade das lavouras se dará até o início de agosto deste ano. Assim, a venda antecipada e a adoção de opção agropecuária são bons instrumentos para formação do preço médio para sua produção.  <br /><br />   Amanhã, dia 30/06, às 10 horas da manhã, o Banco do Brasil lançará o seu plano safra 2023/24 com ótimas novidades, reforçando o compromisso de ser o maior parceiro do produtor rural. Você poderá acompanhar pelo canal do Broto na Web. Basta acessar broto.com.br. Um Grande abraço e uma excelente safra 2023/24 para todos os produtores rurais e demais parceiros do agronegócio brasileiro.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55429481</guid><pubDate>Thu, 29 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55429481/20230629_bbcast_agro_safra.mp3" length="3204955" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 29 de junho de 2023, meu nome é Alexandre Bittencourt, sou assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do e vamos conversar sobre a safra 2023/24.

    Na próxima semana inicia-se oficialmente a safra 2023/24 no Brasil,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 29 de junho de 2023, meu nome é Alexandre Bittencourt, sou assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do e vamos conversar sobre a safra 2023/24.<br /><br />    Na próxima semana inicia-se oficialmente a safra 2023/24 no Brasil, com uma perspectiva bastante otimista. Nesta semana foram lançados os planos safras pelo Ministério da Agricultura e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário com avanços positivos no aporte de recursos para o financiamento da safra e com enfoques na sustentabilidade, ampliando oportunidades para o produtor rural investir na recuperação de áreas degradadas, adequar-se ao Cadastro Ambiental Rural - CAR, avançar na agricultura regenerativa, ampliar a utilização de bioinsumos, adotar a rastreabilidade à produção, reforçando assim o compromisso do produtor rural brasileiro com a sustentabilidade.<br /><br />    E as expectativas são positivas para avançarmos para mais uma safra de elevada produção no Brasil, contribuindo para o crescimento econômico do nosso país. Os preços dos principais produtos agropecuários, mostram-se inferiores aos da safra passada, contudo os custos de produção reduziram consideravelmente, com perspectivas de rentabilidade positiva para as atividades agropecuárias.<br /><br />    A implantação, desenvolvimento das lavouras e colheita da produção se darão sob influência do Fenômeno climático El Niño, que pode trazer redução nas chuvas para as regiões Norte e Nordeste e elevação de chuvas para o Rio Grande do Sul. Isso requer atenção em relação à adoção de mitigadores relacionados à produção, como a implementação de tecnologia adaptada à situação de seca ou excesso de chuvas, seguros agropecuários e Proagro.<br /><br />    Também cabe ênfase à necessidade de melhoria na gestão da sua atividade, produtor rural. Além do controle de custos e do processo produtivo, a gestão da comercialização também requer atenção. Os custos reduziram de forma considerável, abrindo oportunidades para posicionamento na aquisição de insumos, e os preços seguem com alguma volatilidade.<br /><br />    A safra no hemisfério norte segue em fase de desenvolvimento e início de polinização, em momento que o clima segue afetando a qualidade das lavouras em importantes países produtores. Essas incertezas em relação à produção e oferta das principais commodities agropecuárias, pode trazer oportunidades para posicionamento em relação à comercialização da produção durante o segundo semestre, visto que a fase crítica para a definição de produtividade das lavouras se dará até o início de agosto deste ano. Assim, a venda antecipada e a adoção de opção agropecuária são bons instrumentos para formação do preço médio para sua produção.  <br /><br />   Amanhã, dia 30/06, às 10 horas da manhã, o Banco do Brasil lançará o seu plano safra 2023/24 com ótimas novidades, reforçando o compromisso de ser o maior parceiro do produtor rural. Você poderá acompanhar pelo canal do Broto na Web. Basta acessar broto.com.br. Um Grande abraço e uma excelente safra 2023/24 para todos os produtores rurais e demais parceiros do agronegócio brasileiro.]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/99f3bfd1904d2189692178b122334b3c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/06/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-06-2023-cenario-do-algodao--55301340</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de junho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> As cotações da bolsa de Nova Iorque, em maio/23, deram novo ânimo aos produtores: o mês apresentou variação positiva de 5,6%; desde janeiro deste ano a variação mensal não era positiva.<br /><br /> Pelo lado da produção, dois países requerem atenção: as lavouras nos Estados Unidos apresentaram recuo de 2% nas condições boas/excelentes e a China (maior produtora mundial) que atravessa período de intempéries climáticas que sinalizaram redução de 10% na produção nacional comparada à safra passada, conforme último relatório do USDA.<br /><br /> Visto que a oferta poderá ser menor para o semestre que vem, a China aumentou a expectativa de importação, segundo o boletim norte-americano, em 40%, assim como Vietnã e Bangladesh: 12% e 20%, respectivamente.<br /><br /> O FED, Banco central norte-americano, decidiu por hora não aumentar a taxa de juros do país em junho e o mercado mundial sinalizou certo otimismo. No Brasil, o dólar recua sob as notícias como a agência de classificação de risco <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/06/14/sandp-eleva-perspectiva-do-brasil-de-estavel-para-positiva-entenda.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">S&amp;P Global Ratings que elevou a nota de crédito do Brasil de estável para positiva</a> e o corte no aumento da taxa de juros nos Estados Unidos.<br /><br /> A colheita brasileira já iniciou e ganhará ritmo mais acelerado no mês de julho, quando grande parte das lavouras de algodão segunda safra encerra seu ciclo. A previsão é que o país alcance 2,9 milhões de toneladas, impulsionada pelas boas condições climáticas, sobretudo em abril que apresentou precipitações regulares e proporcionou bom desempenho das lavouras mato-grossenses semeadas após a soja. A comercialização da safra 22/23 já ultrapassa 60% do volume previsto.<br /><br /> É importante que os produtores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade, assim como mitigar o risco associado à volatilidade de preços. Para isso, o BB disponibiliza a você produtor o Termo de Moedas e as Opções Agro. Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55301340</guid><pubDate>Wed, 28 Jun 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55301340/20230628_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2433820" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 28 de junho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 As cotações da bolsa de Nova Iorque, em maio/23, deram novo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de junho, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> As cotações da bolsa de Nova Iorque, em maio/23, deram novo ânimo aos produtores: o mês apresentou variação positiva de 5,6%; desde janeiro deste ano a variação mensal não era positiva.<br /><br /> Pelo lado da produção, dois países requerem atenção: as lavouras nos Estados Unidos apresentaram recuo de 2% nas condições boas/excelentes e a China (maior produtora mundial) que atravessa período de intempéries climáticas que sinalizaram redução de 10% na produção nacional comparada à safra passada, conforme último relatório do USDA.<br /><br /> Visto que a oferta poderá ser menor para o semestre que vem, a China aumentou a expectativa de importação, segundo o boletim norte-americano, em 40%, assim como Vietnã e Bangladesh: 12% e 20%, respectivamente.<br /><br /> O FED, Banco central norte-americano, decidiu por hora não aumentar a taxa de juros do país em junho e o mercado mundial sinalizou certo otimismo. No Brasil, o dólar recua sob as notícias como a agência de classificação de risco <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/06/14/sandp-eleva-perspectiva-do-brasil-de-estavel-para-positiva-entenda.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">S&amp;P Global Ratings que elevou a nota de crédito do Brasil de estável para positiva</a> e o corte no aumento da taxa de juros nos Estados Unidos.<br /><br /> A colheita brasileira já iniciou e ganhará ritmo mais acelerado no mês de julho, quando grande parte das lavouras de algodão segunda safra encerra seu ciclo. A previsão é que o país alcance 2,9 milhões de toneladas, impulsionada pelas boas condições climáticas, sobretudo em abril que apresentou precipitações regulares e proporcionou bom desempenho das lavouras mato-grossenses semeadas após a soja. A comercialização da safra 22/23 já ultrapassa 60% do volume previsto.<br /><br /> É importante que os produtores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade, assim como mitigar o risco associado à volatilidade de preços. Para isso, o BB disponibiliza a você produtor o Termo de Moedas e as Opções Agro. Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>153</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/06/2023 - Cenário do Alho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-06-2023-cenario-do-alho--55158680</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 27 de junho de 2023, meu nome é Thiago Toscano, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em MUNICIPIO/UF e falaremos do cenário da produção de alho.<br /><br />  De acordo com informações da EMBRAPA, o alho é um condimento amplamente utilizado na culinária regional e nacional, cujo sabor é bastante apreciado, sendo também reconhecido pelo seu valor medicinal, em função de suas propriedades nutracêuticas e terapêuticas.<br /><br /> <i> </i> Em 2021, de acordo com a FAO, a China foi o maior produtor de alho do mundo com uma produção acima de 20 milhões de toneladas, cultivados em pouco mais de 830 mil hectares, representando 94% de toda a produção mundial. O Brasil figura na 42ª posição, com pouco mais de 167.000 toneladas. A China também detém uma das melhores produtividades do planeta, superior a 24,5 toneladas por hectare. Esta produtividade representa quase o dobro da produtividade média brasileira, de aproximadamente 13 mil kg/ha.<br /><br />  Apesar do Brasil produzir um alho de excelente qualidade e sabor superior, em especial do alho roxo, em 2023 foram importadas mais 50 mil toneladas, principalmente da Argentina e da China. O alho é um dos itens que compõem uma lista de produtos que o Governo vem promovendo ações para impedir o <i>dumping</i>, isto é, a entrada no Brasil de alho com preços não competitivos em relação ao mercado interno do produto brasileiro. Este mecanismo antidumping, aliado à fiscalização das fronteiras do Mercosul, são essenciais para a manutenção das áreas de produção e das famílias envolvidas no processo produtivo.<br /><br />  Além disso, os produtores devem ficar atentos à aquisição de alhos-semente de qualidade superior e livres de vírus, o que pode elevar a produtividade em até 100% quando comparado com sementes sem qualidade atestada pelos órgãos oficiais de pesquisa. De modo a reduzir a incidência dos insetos vetores de vírus em suas áreas de produção, os alhicultores podem utilizar telados específicos para este tipo de proteção.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento, inclusive destinadas à aquisição e instalação desses sistemas de proteção específicos para a contenção de insetos, além de custeios e demais créditos para armazenamento e comercialização das lavouras de alho.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/55158680</guid><pubDate>Tue, 27 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/55158680/20230627_bbcast_agro_alho.mp3" length="2786159" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 27 de junho de 2023, meu nome é Thiago Toscano, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em MUNICIPIO/UF e falaremos do cenário da produção de alho.

  De acordo com informações da EMBRAPA, o alho é um condimento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 27 de junho de 2023, meu nome é Thiago Toscano, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em MUNICIPIO/UF e falaremos do cenário da produção de alho.<br /><br />  De acordo com informações da EMBRAPA, o alho é um condimento amplamente utilizado na culinária regional e nacional, cujo sabor é bastante apreciado, sendo também reconhecido pelo seu valor medicinal, em função de suas propriedades nutracêuticas e terapêuticas.<br /><br /> <i> </i> Em 2021, de acordo com a FAO, a China foi o maior produtor de alho do mundo com uma produção acima de 20 milhões de toneladas, cultivados em pouco mais de 830 mil hectares, representando 94% de toda a produção mundial. O Brasil figura na 42ª posição, com pouco mais de 167.000 toneladas. A China também detém uma das melhores produtividades do planeta, superior a 24,5 toneladas por hectare. Esta produtividade representa quase o dobro da produtividade média brasileira, de aproximadamente 13 mil kg/ha.<br /><br />  Apesar do Brasil produzir um alho de excelente qualidade e sabor superior, em especial do alho roxo, em 2023 foram importadas mais 50 mil toneladas, principalmente da Argentina e da China. O alho é um dos itens que compõem uma lista de produtos que o Governo vem promovendo ações para impedir o <i>dumping</i>, isto é, a entrada no Brasil de alho com preços não competitivos em relação ao mercado interno do produto brasileiro. Este mecanismo antidumping, aliado à fiscalização das fronteiras do Mercosul, são essenciais para a manutenção das áreas de produção e das famílias envolvidas no processo produtivo.<br /><br />  Além disso, os produtores devem ficar atentos à aquisição de alhos-semente de qualidade superior e livres de vírus, o que pode elevar a produtividade em até 100% quando comparado com sementes sem qualidade atestada pelos órgãos oficiais de pesquisa. De modo a reduzir a incidência dos insetos vetores de vírus em suas áreas de produção, os alhicultores podem utilizar telados específicos para este tipo de proteção.<br /><br />  O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento, inclusive destinadas à aquisição e instalação desses sistemas de proteção específicos para a contenção de insetos, além de custeios e demais créditos para armazenamento e comercialização das lavouras de alho.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>175</itunes:duration><itunes:keywords>alho,colheita,comercialização,cotaçãodoalho,cultivo,plantação,produção,produçãodealho</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d7baed9e443ce61bf9257a499e2aada8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/06/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-06-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--54842304</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de junho, meu nome é GUSTAVO MOTA, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.Com o encerramento do plantio da soja nos EUA, o cenário meteorológico para o período de desenvolvimento das plantas e as condições das lavouras seguirão como principais direcionadores dos preços na CBOT. Os mapas atualizados pela NOAA para a semana indicam temperaturas acima da média no meio oeste norte-americano e chuvas dentro da normalidade. No entanto, as chuvas vêm se apresentando irregulares.          No financeiro, os indicadores de atividade econômica na China e nos EUA preocupam e podem impactar a demanda global.<br />  A oferta na América do Sul, em especial no Brasil, permanece sem novidades suficientes para influenciar o mercado no curto prazo.<br />  A pressão na logística no Brasil permanecerá grande, em função, também, da colheita do milho. Com as cotações do mercado físico em estabilidade, muitos sojicultores deverão aproveitar oportunidades de mercado, repiques refletidos pelas altas da CBOT, para fazerem negociações.      Com o baixo volume de comercialização e os preços internos ainda pressionados, o mercado interno seguirá com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho,  </b>as previsões de chuvas para os principais estados produtores de milho dos EUA continuam indicando volumes reduzidos e calor intenso.<br />  Indicações de clima muito quente e com baixas precipitações na Europa e Ásia, começam a prejudicar lavouras e influenciar positivamente preços das comodities agrícolas.<br />  No Brasil, continuidade da valorização do real frente ao dólar, diminui os preços do milho na paridade de exportação.<br />   A proximidade dos meses de maior intensidade de colheita e a necessidade do produtor colher o produto para preparar a entrada da próxima safra, tende a refletir em  uma grande quantidade de milho disponibilizada no mercado interno.<br />   Compradores devem seguir retraídos, aguardando período de maior disponibilidade de produto à preços mais baixos para fixar posições.<br />   Os preços internos tendem a certa estabilidade, mas acompanhando as cotações do porto. Nas praças mais distantes, à médio prazo, o viés tende a ser mais baixista, já começando a sofrer pressão pela entrada da segunda safra. <b><br /></b> <b>Para o café, </b>as previsões climáticas atuais não preveem riscos de geadas e chuvas até início de julho nas principais áreas cafeeiras do Sudeste, favorecendo o andamento da colheita.          O conilon tem encontrado suporte com a redução de exportações do Vietnam que, de janeiro a maio, foi 3,5% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Na Indonésia, ocorre o mesmo, redução de 20% na produção da safra em curso. Soma-se também estimativas, como a da Volcafé, uma das maiores traders no mercado, que aponta um déficit de 5,6 milhões de sacas para a variedade na Safra 2023/24. Para o arábica, segundo o Cecafé, o Brasil apresentou redução de 9,7% nas exportações nos 11 meses do ano Safra 2022/23. Colômbia, segundo maior produtor, também registrou redução de exportações nesse período.<br />  No entanto, o avanço da colheita no Brasil seguirá pressionando os preços diante da expectativa de uma melhor oferta nesta safra e uma possível safra maior em 2024, a depender do clima.          Neste contexto, a menor oferta de conilon e a queda expressiva nos preços do arábica poderão ocorrer ajustes técnicos na semana e maior concorrência por arábica de menor qualidade, haja vista que ainda há pouco café da safra 2023 disponível e baixos estoques atuais.   E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: O Censo de confinamento da empresa DSM-firmenich (dona da marca Tortuga) projeta um volume de 6,995 milhões de bovinos confinados esse ano, o que representa leve queda de 0,5% ante os 7,028 milhões mapeados no ano passado. É importante ressaltar que, embora ocorra estabilidade no volume de gado confinado, o sistema intensivo cresceu aproximadamente 47% entre 2015 e 2022.<br />  No mercado doméstico, as proteínas concorrentes, como a carne de frango, continuam sendo mais competitivas quando comparadas com a carne bovina. Assim, a demanda mais fraca durante a segunda quinzena do mês limita a recuperação dos preços no atacado.<br />  Diante de uma oferta de animais mais retraída, a indústria apresenta sinais de encurtamento em sua escala de abate. Assim, há possibilidades de que um movimento de alta se consolide durante a próxima virada de mês, porém, não se espera um reajuste robusto na cotação da arroba.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54842304</guid><pubDate>Mon, 26 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54842304/20230626_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5996922" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de junho, meu nome é GUSTAVO MOTA, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de junho, meu nome é GUSTAVO MOTA, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.Com o encerramento do plantio da soja nos EUA, o cenário meteorológico para o período de desenvolvimento das plantas e as condições das lavouras seguirão como principais direcionadores dos preços na CBOT. Os mapas atualizados pela NOAA para a semana indicam temperaturas acima da média no meio oeste norte-americano e chuvas dentro da normalidade. No entanto, as chuvas vêm se apresentando irregulares.          No financeiro, os indicadores de atividade econômica na China e nos EUA preocupam e podem impactar a demanda global.<br />  A oferta na América do Sul, em especial no Brasil, permanece sem novidades suficientes para influenciar o mercado no curto prazo.<br />  A pressão na logística no Brasil permanecerá grande, em função, também, da colheita do milho. Com as cotações do mercado físico em estabilidade, muitos sojicultores deverão aproveitar oportunidades de mercado, repiques refletidos pelas altas da CBOT, para fazerem negociações.      Com o baixo volume de comercialização e os preços internos ainda pressionados, o mercado interno seguirá com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br />  <b>Em relação ao milho,  </b>as previsões de chuvas para os principais estados produtores de milho dos EUA continuam indicando volumes reduzidos e calor intenso.<br />  Indicações de clima muito quente e com baixas precipitações na Europa e Ásia, começam a prejudicar lavouras e influenciar positivamente preços das comodities agrícolas.<br />  No Brasil, continuidade da valorização do real frente ao dólar, diminui os preços do milho na paridade de exportação.<br />   A proximidade dos meses de maior intensidade de colheita e a necessidade do produtor colher o produto para preparar a entrada da próxima safra, tende a refletir em  uma grande quantidade de milho disponibilizada no mercado interno.<br />   Compradores devem seguir retraídos, aguardando período de maior disponibilidade de produto à preços mais baixos para fixar posições.<br />   Os preços internos tendem a certa estabilidade, mas acompanhando as cotações do porto. Nas praças mais distantes, à médio prazo, o viés tende a ser mais baixista, já começando a sofrer pressão pela entrada da segunda safra. <b><br /></b> <b>Para o café, </b>as previsões climáticas atuais não preveem riscos de geadas e chuvas até início de julho nas principais áreas cafeeiras do Sudeste, favorecendo o andamento da colheita.          O conilon tem encontrado suporte com a redução de exportações do Vietnam que, de janeiro a maio, foi 3,5% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Na Indonésia, ocorre o mesmo, redução de 20% na produção da safra em curso. Soma-se também estimativas, como a da Volcafé, uma das maiores traders no mercado, que aponta um déficit de 5,6 milhões de sacas para a variedade na Safra 2023/24. Para o arábica, segundo o Cecafé, o Brasil apresentou redução de 9,7% nas exportações nos 11 meses do ano Safra 2022/23. Colômbia, segundo maior produtor, também registrou redução de exportações nesse período.<br />  No entanto, o avanço da colheita no Brasil seguirá pressionando os preços diante da expectativa de uma melhor oferta nesta safra e uma possível safra maior em 2024, a depender do clima.          Neste contexto, a menor oferta de conilon e a queda expressiva nos preços do arábica poderão ocorrer ajustes técnicos na semana e maior concorrência por arábica de menor qualidade, haja vista que ainda há pouco café da safra 2023 disponível e baixos estoques atuais.   E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: O Censo de confinamento da empresa DSM-firmenich (dona da marca Tortuga) projeta um volume de 6,995 milhões...]]></itunes:summary><itunes:duration>375</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/06/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-06-2023-cenario-da-soja--54830493</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 23 de junho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />      O contrato jul/23 na CBOT fechou 21/06 cotado a US$ 15,14/bushel, apresentando alta de 16,55% em relação ao início do mês. Os principais fundamentos para a alta estão atrelados às previsões climáticas para a safra norte-americana, que já indicam redução do potencial produtivo e associado à melhora nas cotações do barril do petróleo.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 21/06 foi de R$ 138,94 por saca, apresentando alta de 3,6% em relação ao início de mês, a diferença de variação em relação a bolsa de Chicago se deve a valorização do Real. Por outro lado, os prêmios nos portos ainda refletem a pressão do complexo logístico, registrando queda para o mês de Jul/23, atingindo US$ -1,25/bushel em Paranaguá-PR.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil está encerrada. As projeções da safra brasileira se mantêm com uma produção total acima de 155,73 milhões de toneladas e produtividade de 3.537 kg/ha, aumento de 24,0% e 16,9%, respectivamente, ante a Safra 2021/22. Destaque para o Estado de MT, com a maior produção, e BA, com a maior produtividade.<br /><br />  O mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA, em que os mapas meteorológicos apontam para chuvas irregulares nas principais regiões do meio oeste do cinturão produtor, já registrando impactos do fenômeno climático El Niño, em especial nas Dakotas, Minnesota, Wisconsin, Michigan, Nebraska, Iowa e Illinois. As chuvas estão ocorrendo, porém, com volume e distribuição irregulares.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou piora na situação das lavouras, totalizando 54% entre boas e excelentes, 34% para normais e 12% para ruins e muito ruins. Acredita-se que no relatório mensal de oferta e demanda, o órgão deva corrigir para baixo a estimativa de produção para os EUA.<br /><br />  Segundo a NOAA, segue a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul, com 96% de probabilidade para o trimestre dezembro, janeiro e fevereiro.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54830493</guid><pubDate>Fri, 23 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54830493/20230623_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3499198" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 23 de junho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.

      O contrato jul/23 na CBOT fechou 21/06 cotado a US$ 15,14/bushel,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 23 de junho de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />      O contrato jul/23 na CBOT fechou 21/06 cotado a US$ 15,14/bushel, apresentando alta de 16,55% em relação ao início do mês. Os principais fundamentos para a alta estão atrelados às previsões climáticas para a safra norte-americana, que já indicam redução do potencial produtivo e associado à melhora nas cotações do barril do petróleo.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA em 21/06 foi de R$ 138,94 por saca, apresentando alta de 3,6% em relação ao início de mês, a diferença de variação em relação a bolsa de Chicago se deve a valorização do Real. Por outro lado, os prêmios nos portos ainda refletem a pressão do complexo logístico, registrando queda para o mês de Jul/23, atingindo US$ -1,25/bushel em Paranaguá-PR.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil está encerrada. As projeções da safra brasileira se mantêm com uma produção total acima de 155,73 milhões de toneladas e produtividade de 3.537 kg/ha, aumento de 24,0% e 16,9%, respectivamente, ante a Safra 2021/22. Destaque para o Estado de MT, com a maior produção, e BA, com a maior produtividade.<br /><br />  O mercado externo segue sendo influenciado pelo fator clima frente às condições de desenvolvimento das lavouras dos EUA, em que os mapas meteorológicos apontam para chuvas irregulares nas principais regiões do meio oeste do cinturão produtor, já registrando impactos do fenômeno climático El Niño, em especial nas Dakotas, Minnesota, Wisconsin, Michigan, Nebraska, Iowa e Illinois. As chuvas estão ocorrendo, porém, com volume e distribuição irregulares.<br /><br />  No relatório de acompanhamento semanal, o USDA apontou piora na situação das lavouras, totalizando 54% entre boas e excelentes, 34% para normais e 12% para ruins e muito ruins. Acredita-se que no relatório mensal de oferta e demanda, o órgão deva corrigir para baixo a estimativa de produção para os EUA.<br /><br />  Segundo a NOAA, segue a previsão de fenômeno El Niño para a Safra 23/24 da América do Sul, com 96% de probabilidade para o trimestre dezembro, janeiro e fevereiro.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2798107d2db02c1e9293999bf4a4d757.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/06/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-06-2023-cenario-do-boi-gordo--54652492</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de junho de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 114,54 mil toneladas de carne bovina in natura em 11 dias úteis de junho de 2023.<b> </b>No ano anterior, o volume total exportado no mês de junho ficou em 152,65 mil toneladas em 21 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.112, desvalorização de 25,1% ante junho de 2022.<br /><br />  Ao longo da semana o mercado físico do boi gordo seguiu com baixa liquidez e com preços estáveis. No dia <b>19/06/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 243,15</b>, com queda de <b>0,43%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para julho de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 260,50</b>.<br /><br />  Segundo dados do IMEA, no MT a relação de troca entre boi gordo e o milho avançou 6,21% em maio de 2023 em relação a abril, atingindo 4,9 sacas/@. Dessa maneira, o pecuarista consegue adquirir mais grão com a venda do boi gordo.<br /><br />  A relação de troca entre o boi gordo e o bezerro de desmama também se encontra num momento favorável ao produtor que faz a recria com reposição de animais e que tem disponibilidade de pastagem atrelada à estratégia nutricional.<br /><br /> Neste período, os produtores analisam o volume de animais a ser destinado ao confinamento e é fundamental se atentar aos preços dos insumos envolvidos na dieta, ao preço do boi magro, bem como analisar o valor da arroba ao término do ciclo. Neste sentido, para mitigar a volatilidade e o risco de preços, o BB disponibiliza ao pecuarista as Opções Agro para proteção de preços da arroba bovina.<br /><br /> O período de transição entre a safra e a entressafra, quando diminui a oferta de animais terminados, pode trazer uma reação, de forma contida, no preço do boi gordo, uma vez que há a possibilidade de a Indústria encontrar dificuldade em recompor suas escalas de abate, podendo refletir em reajustes nos valores pagos pela arroba.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54652492</guid><pubDate>Thu, 22 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54652492/20230622_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3086672" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de junho de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de junho de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 114,54 mil toneladas de carne bovina in natura em 11 dias úteis de junho de 2023.<b> </b>No ano anterior, o volume total exportado no mês de junho ficou em 152,65 mil toneladas em 21 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.112, desvalorização de 25,1% ante junho de 2022.<br /><br />  Ao longo da semana o mercado físico do boi gordo seguiu com baixa liquidez e com preços estáveis. No dia <b>19/06/2023</b>, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em <b>R$ 243,15</b>, com queda de <b>0,43%</b> no dia. Na B3, o contrato com vencimento para julho de 2023 fechou o dia cotado a <b>R$ 260,50</b>.<br /><br />  Segundo dados do IMEA, no MT a relação de troca entre boi gordo e o milho avançou 6,21% em maio de 2023 em relação a abril, atingindo 4,9 sacas/@. Dessa maneira, o pecuarista consegue adquirir mais grão com a venda do boi gordo.<br /><br />  A relação de troca entre o boi gordo e o bezerro de desmama também se encontra num momento favorável ao produtor que faz a recria com reposição de animais e que tem disponibilidade de pastagem atrelada à estratégia nutricional.<br /><br /> Neste período, os produtores analisam o volume de animais a ser destinado ao confinamento e é fundamental se atentar aos preços dos insumos envolvidos na dieta, ao preço do boi magro, bem como analisar o valor da arroba ao término do ciclo. Neste sentido, para mitigar a volatilidade e o risco de preços, o BB disponibiliza ao pecuarista as Opções Agro para proteção de preços da arroba bovina.<br /><br /> O período de transição entre a safra e a entressafra, quando diminui a oferta de animais terminados, pode trazer uma reação, de forma contida, no preço do boi gordo, uma vez que há a possibilidade de a Indústria encontrar dificuldade em recompor suas escalas de abate, podendo refletir em reajustes nos valores pagos pela arroba.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/db797e47256dd3c2e88377f0194c4214.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/06/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-06-2023-cenario-do-cafe-arabica--54557203</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de junho de 2023, eu sou João Vitor Wolff Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina-PR e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br /> O Brasil tem avançado na colheita do café arábica. Algumas regiões, como o Sul de Minas, maior produtora da variedade no país, as Matas de Minas e a Mogiana Paulista, já colheram mais de 20% do estimado para a safra. O Cerrado mineiro está apenas no início, com cerca de 7% colhido até o momento. Segundo a Cooxupé, a maturação mais uniforme dos grãos nesta temporada possibilitou o adiantamento da colheita em 8% quando comparado ao volume colhido no mesmo período do ano passado.<br /><br />  Analistas dos setores público e privado afirmam que a safra deste ano será maior que a anterior, levantando algumas questões sobre a produção brasileira em 2023: essa recuperação será suficiente para equilibrar o mercado após dois anos de déficit no balanço entre oferta e consumo? Ou será necessário aguardar uma safra livre de contratempos climáticos em 2024 para termos um cenário mais estável, onde os compradores possam ver mercados futuros com diferenciais positivos, apoiando as compras e a estocagem com menores custos financeiros?<br /><br />  Além dos preços de venda, fatores como custos favoráveis de insumos e altas produtividades são essenciais para obter maiores rentabilidades na produção de café. Nesse sentido, os produtores brasileiros têm se destacado ao adotar técnicas eficazes de manejo e produzir cafés de qualidade. O crédito disponibilizado pelo Banco do Brasil tem sido fundamental para ajudar os produtores a gerenciar essas demandas do setor cafeeiro de forma eficiente.<br /><br />  Estamos nos aproximando do lançamento do novo Plano Safra, que tem sido instrumento importante para permitir que os produtores brasileiros conduzam suas atividades de forma adequada. Historicamente, o Banco do Brasil disponibiliza quase dois terços dos recursos demandados pelo agronegócio do café, destinados ao custeio, investimento, comercialização e mecanismos de proteção agro. Além disso, é referência em inovação e capacidade de atendimento ao produtor rural, oferecendo serviços agro digitais, tornando mais fácil a vida dos produtores rurais.<br /><br /> Para ter acesso a todos estes benefícios, contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54557203</guid><pubDate>Wed, 21 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54557203/20230621_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2709255" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 21 de junho de 2023, eu sou João Vitor Wolff Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina-PR e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.

 O Brasil tem avançado na colheita do café arábica. Algumas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de junho de 2023, eu sou João Vitor Wolff Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina-PR e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br /> O Brasil tem avançado na colheita do café arábica. Algumas regiões, como o Sul de Minas, maior produtora da variedade no país, as Matas de Minas e a Mogiana Paulista, já colheram mais de 20% do estimado para a safra. O Cerrado mineiro está apenas no início, com cerca de 7% colhido até o momento. Segundo a Cooxupé, a maturação mais uniforme dos grãos nesta temporada possibilitou o adiantamento da colheita em 8% quando comparado ao volume colhido no mesmo período do ano passado.<br /><br />  Analistas dos setores público e privado afirmam que a safra deste ano será maior que a anterior, levantando algumas questões sobre a produção brasileira em 2023: essa recuperação será suficiente para equilibrar o mercado após dois anos de déficit no balanço entre oferta e consumo? Ou será necessário aguardar uma safra livre de contratempos climáticos em 2024 para termos um cenário mais estável, onde os compradores possam ver mercados futuros com diferenciais positivos, apoiando as compras e a estocagem com menores custos financeiros?<br /><br />  Além dos preços de venda, fatores como custos favoráveis de insumos e altas produtividades são essenciais para obter maiores rentabilidades na produção de café. Nesse sentido, os produtores brasileiros têm se destacado ao adotar técnicas eficazes de manejo e produzir cafés de qualidade. O crédito disponibilizado pelo Banco do Brasil tem sido fundamental para ajudar os produtores a gerenciar essas demandas do setor cafeeiro de forma eficiente.<br /><br />  Estamos nos aproximando do lançamento do novo Plano Safra, que tem sido instrumento importante para permitir que os produtores brasileiros conduzam suas atividades de forma adequada. Historicamente, o Banco do Brasil disponibiliza quase dois terços dos recursos demandados pelo agronegócio do café, destinados ao custeio, investimento, comercialização e mecanismos de proteção agro. Além disso, é referência em inovação e capacidade de atendimento ao produtor rural, oferecendo serviços agro digitais, tornando mais fácil a vida dos produtores rurais.<br /><br /> Para ter acesso a todos estes benefícios, contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>170</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ab65c71af4a3b5f002ce88fef1812446.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/06/2023 - Cenário da laranja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-06-2023-cenario-da-laranja--54526292</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 20 de junho de 2023, meu nome é Marcia Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru – São Paulo, e hoje vamos falar sobre o cenário da Laranja.<br /><br />  No dia 10 de maio, o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) divulgou a primeira perspectiva para a Safra 23/24 de Laranja no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais, onde é esperada a produção de 309,34 milhões de caixas de 40,8 kg de laranja, 1,55% inferior ao volume produzido na safra anterior.<br /><br />  Apesar de ser ano de bienalidade negativa, isto é, de baixa produção, a redução está sendo compensada pela boa produtividade, em razão das chuvas abundantes e contínuas, desde a primavera, que favoreceram a emissão das floradas, o desenvolvimento e a qualidade dos frutos. Como a primeira florada foi satisfatória, a colheita foi antecipada e as indústrias estão a pleno vapor.<br /><br />  A moagem esse ano será intensa, já que a demanda mundial pelo suco de laranja segue aquecida. Os estoques da bebida seguem baixos nos principais países exportadores, o que tem contribuído para manter as cotações elevadas. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), nas últimas quatro safras, enquanto a demanda mundial tem se mantido praticamente estável, os estoques globais reduziram 57% no período, refletindo o déficit acumulado de produção, principalmente do Brasil.<br /><br />  O mercado vem refletindo esses fundamentos. O suco de laranja fechou mai/23 cotado a US$283,62¢/lb na ICE NY, representando alta de 60% em um ano. No mercado interno, as indústrias estão na busca por frutas para processamento, o que tem beneficiado os produtores no fechamento dos contratos. Segundo o CEPEA, contratos estão sendo firmados à R$ 41,67 a caixa de 40,8 kg em 09/06/23. Em algumas regiões, produtores relataram que estão recebendo ofertas de até R$ 50,00 pelo produto.<br /><br />  Nesse momento da citricultura, é muito importante que o produtor mantenha os tratos culturais nos pomares, as pulverizações e o manejo adequado para proteger as lavouras de pragas e doenças, como o <i>greening</i>, visando garantir sua rentabilidade. Para auxiliar nesses e em outros custos da lavoura, os produtores podem contar com créditos de custeio e CPR para a citricultura.   Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54526292</guid><pubDate>Tue, 20 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54526292/20230620_bbcast_agro_cenario_laranja.mp3" length="3543919" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é terça-feira, 20 de junho de 2023, meu nome é Marcia Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru – São Paulo, e hoje vamos falar sobre o cenário da Laranja.

  No dia 10 de maio, o Fundo de Defesa da Citricultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 20 de junho de 2023, meu nome é Marcia Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru – São Paulo, e hoje vamos falar sobre o cenário da Laranja.<br /><br />  No dia 10 de maio, o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) divulgou a primeira perspectiva para a Safra 23/24 de Laranja no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais, onde é esperada a produção de 309,34 milhões de caixas de 40,8 kg de laranja, 1,55% inferior ao volume produzido na safra anterior.<br /><br />  Apesar de ser ano de bienalidade negativa, isto é, de baixa produção, a redução está sendo compensada pela boa produtividade, em razão das chuvas abundantes e contínuas, desde a primavera, que favoreceram a emissão das floradas, o desenvolvimento e a qualidade dos frutos. Como a primeira florada foi satisfatória, a colheita foi antecipada e as indústrias estão a pleno vapor.<br /><br />  A moagem esse ano será intensa, já que a demanda mundial pelo suco de laranja segue aquecida. Os estoques da bebida seguem baixos nos principais países exportadores, o que tem contribuído para manter as cotações elevadas. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), nas últimas quatro safras, enquanto a demanda mundial tem se mantido praticamente estável, os estoques globais reduziram 57% no período, refletindo o déficit acumulado de produção, principalmente do Brasil.<br /><br />  O mercado vem refletindo esses fundamentos. O suco de laranja fechou mai/23 cotado a US$283,62¢/lb na ICE NY, representando alta de 60% em um ano. No mercado interno, as indústrias estão na busca por frutas para processamento, o que tem beneficiado os produtores no fechamento dos contratos. Segundo o CEPEA, contratos estão sendo firmados à R$ 41,67 a caixa de 40,8 kg em 09/06/23. Em algumas regiões, produtores relataram que estão recebendo ofertas de até R$ 50,00 pelo produto.<br /><br />  Nesse momento da citricultura, é muito importante que o produtor mantenha os tratos culturais nos pomares, as pulverizações e o manejo adequado para proteger as lavouras de pragas e doenças, como o <i>greening</i>, visando garantir sua rentabilidade. Para auxiliar nesses e em outros custos da lavoura, os produtores podem contar com créditos de custeio e CPR para a citricultura.   Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c76d3023ccbbadcff2b68430370570a4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/06/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-06-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--54464007</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de junho, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Com o plantio praticamente encerrado, as condições das lavouras dos EUA, em função do cenário meteorológico, seguirão como principal direcionador na CBOT. Os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 15 dias indicam temperaturas acima da média em todo o cinturão produtor para o período e chuvas dentro da normalidade, com apenas alguns pontos do cinturão com volumes acima, em especial a oeste dos EUA. Ainda nos fundamentos, a oferta na América do Sul, em especial no Brasil, permanece sem novidades para influenciar o mercado no curto prazo.<br />  No financeiro, o clima de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, ainda com indicadores de atividade econômica na China e nos EUA com perspectiva de desaceleração, pode gerar impacto negativo na demanda global.<br />  Com as cotações internas nos mesmos patamares, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo negócios  somente para cobrir obrigações de caixa. A pressão na logística no Brasil permanecerá grande, em função, também, da colheita do milho. Ressaltamos o baixo volume de comercialização e os preços internos ainda pressionados. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /><b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>as previsões para os EUA são de certa regularização das chuvas no decorrer da semana que,  caso não se concretizem, poderão pressionar positivamente a cotação do milho.<br />  Mesmo com a assinatura do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro,  a Rússia tem sinalizado que pretende rever as condições do pacto, o que está gerando apreensão no mercado em relação as exportações da Ucrânia.<br />  No Brasil, as incertezas em relação às exportações, devido às condições de armazenagem e logística, bem como as cotações do dólar, podem influenciar as cotações do cereal.<br />  O momento é oportuno para as cadeias de produção de carne fixarem preços, considerando que o milho é a principal matéria-prima alimentar destas cadeias.<br />  Considerando que produtores brasileiros estão buscando manter o produto no campo face à logística estar voltada para a soja; o cenário de clima adverso nos EUA, além das tensões geopolíticas no Mar Negro, espera-se que os preços internos sigam em  estabilidade a curto prazo e viés baixista para o médio prazo   <b><br /></b><b> Para o café, </b>clima favorável e ausência de frentes frias relevantes na semana são fatores que pressionam para queda de preços.<br />  Redução das exportações no mês de junho deve continuar a pressionar oferta, apesar do avanço da colheita brasileira.<br />   Aumento da demanda pelo conilon, fruto da conjuntura mundial inflacionária aliada à estimativa de menor produção de arábica no ano agrícola 2023/24, mantém os preços em níveis ainda elevados para o produto após atingir picos desde 2008, além de servir de suporte para preços do arábica de menor qualidade.<br />   Preços atuais do conilon favorecem exportação do arábica brasileiro apesar da demanda interna absorver elevado percentual da produção.<br />   Mercado ainda invertido e juros ainda elevados mantém demanda apenas dentro das necessidades de menor prazo, sem interesse de realização de estoques.<br />   Safra 2023/24 brasileira deve aumentar oferta a partir de agosto e pressionar preços no médio prazo, mas balanço mundial oferta/consumo segue estreito ante estoques atuais baixos e previsões produtivas menores em países como Indonésia e Colômbia, com suporte a preços na elevação das cotações do conilon no curto prazo.<br />   E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Após o movimento de forte baixa nos preços do boi gordo, o mercado começa a dar indícios de acomodação. Ainda não é esperada a recuperação no valor da arroba no curto prazo, pois a indústria segue com estoque elevado e bem posicionada na escala de abate.<br />   Entretanto, é provável que, entre os meses de junho e julho, período de transição entre  safra e entressafra, a oferta de animais prontos para o abate seja menos expressiva. Tal fato sinaliza alguma recuperação no mercado físico do boi gordo.<br />   Desta forma, espera-se que os fundamentos de oferta elevada no curto prazo (estoque dos frigoríficos e comercialização do restante dos animais terminados à pasto) não ofertem condições para alguma elevação no curto prazo, direcionando para cotações em estabilidade. Contudo, no médio prazo (entressafra), o mercado menos ofertado de animais tende a possibilitar algum ajuste positivo no preço da arroba para os produtores que ainda possuírem animais para comercialização. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54464007</guid><pubDate>Mon, 19 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54464007/20230619_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4765196" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de junho, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de junho, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. Com o plantio praticamente encerrado, as condições das lavouras dos EUA, em função do cenário meteorológico, seguirão como principal direcionador na CBOT. Os mapas atualizados pela NOAA para os próximos 15 dias indicam temperaturas acima da média em todo o cinturão produtor para o período e chuvas dentro da normalidade, com apenas alguns pontos do cinturão com volumes acima, em especial a oeste dos EUA. Ainda nos fundamentos, a oferta na América do Sul, em especial no Brasil, permanece sem novidades para influenciar o mercado no curto prazo.<br />  No financeiro, o clima de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, ainda com indicadores de atividade econômica na China e nos EUA com perspectiva de desaceleração, pode gerar impacto negativo na demanda global.<br />  Com as cotações internas nos mesmos patamares, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo negócios  somente para cobrir obrigações de caixa. A pressão na logística no Brasil permanecerá grande, em função, também, da colheita do milho. Ressaltamos o baixo volume de comercialização e os preços internos ainda pressionados. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade para o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /><b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>as previsões para os EUA são de certa regularização das chuvas no decorrer da semana que,  caso não se concretizem, poderão pressionar positivamente a cotação do milho.<br />  Mesmo com a assinatura do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro,  a Rússia tem sinalizado que pretende rever as condições do pacto, o que está gerando apreensão no mercado em relação as exportações da Ucrânia.<br />  No Brasil, as incertezas em relação às exportações, devido às condições de armazenagem e logística, bem como as cotações do dólar, podem influenciar as cotações do cereal.<br />  O momento é oportuno para as cadeias de produção de carne fixarem preços, considerando que o milho é a principal matéria-prima alimentar destas cadeias.<br />  Considerando que produtores brasileiros estão buscando manter o produto no campo face à logística estar voltada para a soja; o cenário de clima adverso nos EUA, além das tensões geopolíticas no Mar Negro, espera-se que os preços internos sigam em  estabilidade a curto prazo e viés baixista para o médio prazo   <b><br /></b><b> Para o café, </b>clima favorável e ausência de frentes frias relevantes na semana são fatores que pressionam para queda de preços.<br />  Redução das exportações no mês de junho deve continuar a pressionar oferta, apesar do avanço da colheita brasileira.<br />   Aumento da demanda pelo conilon, fruto da conjuntura mundial inflacionária aliada à estimativa de menor produção de arábica no ano agrícola 2023/24, mantém os preços em níveis ainda elevados para o produto após atingir picos desde 2008, além de servir de suporte para preços do arábica de menor qualidade.<br />   Preços atuais do conilon favorecem exportação do arábica brasileiro apesar da demanda interna absorver elevado percentual da produção.<br />   Mercado ainda invertido e juros ainda elevados mantém demanda apenas dentro das necessidades de menor prazo, sem interesse de realização de estoques.<br />   Safra 2023/24 brasileira deve aumentar oferta a partir de agosto e pressionar preços no médio prazo, mas balanço mundial oferta/consumo segue estreito ante estoques atuais baixos e previsões produtivas menores em países como Indonésia e Colômbia, com suporte a preços na elevação das cotações do conilon no curto prazo.<br />   E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Após o movimento de forte baixa nos preços do boi...]]></itunes:summary><itunes:duration>298</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/06/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-06-2023-cenario-do-milho--54451571</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de junho de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de junho está sendo de valorização para o milho no mercado externo e de estabilidade no mercado interno.   As cotações na Bolsa de Chicago, para o contrato referência set/23, apresentaram valorização de 5,6% no período de 01 a 14 de junho, encerrando último dia cotado a US$ 5,46/bushel.<br /><br />  Apesar do último relatório do USDA indicar manutenção das produções mundiais e aumento nos estoques da safra passada, o mercado está precificando as incertezas do clima nos EUA e a pior condição das lavouras em relação ao ano passado, pressionando positivamente as cotações do cereal e contradizendo as expectativas expressas no relatório do Departamento de Agricultura norte-americano.<br /><br />  No Brasil, o mês começou com estabilidade nos preços, mesmo com o início da colheita do milho segunda safra e maior oferta do produto. O preço físico tem estreitado as margens dos produtores, criando uma base de sustentação de preços nos patamares atuais.  Neste mês, o preço físico referência Campinas/CEPEA subiu 0,55 %, encerrando o dia 14 de junho cotado a R$54,07 a saca.<br /><br />  Na última terça, dia 13, a CONAB divulgou seu relatório de produção e balanço de oferta e demanda de grãos para Safra 2022/23, apontando aumento na área plantada e estimativa de maior produção do grão, chegando ao total de 125,53 milhões de toneladas, volume 11,1% superior à safra passada. Registrou ainda o atraso na colheita da segunda safra, que atingia 1,7% da área, ante 11% na Safra 2021/22.<br /><br />  A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgou os primeiros dados de exportação de milho para o mês de junho, apontando volume 23,3% inferior ao ano passado, gerando temor no mercado em relação a logística de armazenamento e portuária. Neste contexto, faz-se necessário o aumento das exportações, haja vista uma safra recorde de milho e uma grande safra de cereais no Brasil.<br /><br />    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens de lucratividade. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54451571</guid><pubDate>Fri, 16 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54451571/20230616_bbcast_agro_milho.mp3" length="3308608" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 16 de junho de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O mês de junho está sendo de valorização para o milho...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de junho de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de junho está sendo de valorização para o milho no mercado externo e de estabilidade no mercado interno.   As cotações na Bolsa de Chicago, para o contrato referência set/23, apresentaram valorização de 5,6% no período de 01 a 14 de junho, encerrando último dia cotado a US$ 5,46/bushel.<br /><br />  Apesar do último relatório do USDA indicar manutenção das produções mundiais e aumento nos estoques da safra passada, o mercado está precificando as incertezas do clima nos EUA e a pior condição das lavouras em relação ao ano passado, pressionando positivamente as cotações do cereal e contradizendo as expectativas expressas no relatório do Departamento de Agricultura norte-americano.<br /><br />  No Brasil, o mês começou com estabilidade nos preços, mesmo com o início da colheita do milho segunda safra e maior oferta do produto. O preço físico tem estreitado as margens dos produtores, criando uma base de sustentação de preços nos patamares atuais.  Neste mês, o preço físico referência Campinas/CEPEA subiu 0,55 %, encerrando o dia 14 de junho cotado a R$54,07 a saca.<br /><br />  Na última terça, dia 13, a CONAB divulgou seu relatório de produção e balanço de oferta e demanda de grãos para Safra 2022/23, apontando aumento na área plantada e estimativa de maior produção do grão, chegando ao total de 125,53 milhões de toneladas, volume 11,1% superior à safra passada. Registrou ainda o atraso na colheita da segunda safra, que atingia 1,7% da área, ante 11% na Safra 2021/22.<br /><br />  A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgou os primeiros dados de exportação de milho para o mês de junho, apontando volume 23,3% inferior ao ano passado, gerando temor no mercado em relação a logística de armazenamento e portuária. Neste contexto, faz-se necessário o aumento das exportações, haja vista uma safra recorde de milho e uma grande safra de cereais no Brasil.<br /><br />    O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens de lucratividade. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/06/2023 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-06-2023-cenario-da-avicultura-de-corte--54410236</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de junho de 2023, meu nome é Alexandre Petry , sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco PR e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> O IBGE divulgou o resultado do primeiro trimestre de 2023 para produção de carne de frango brasileira. Nos três primeiros meses do ano foram produzidas 3,47 milhões de toneladas de carcaça, 9% menor do que no primeiro trimestre de 2022.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, de janeiro a maio de 2023, aumentaram 11,5% em relação ao mesmo período de 2022, tendo sido embarcadas 2,03 milhões de toneladas, mantendo a média mensal acima das 400 mil toneladas por mês, com preço médio de US$ 1.910 a tonelada.<br /><br /> Com a redução nos preços do milho e do farelo de soja observada a partir de março deste ano, o custo de produção da atividade no mês passado fechou a R$4,45 por kg de peso vivo, valor cerca de 20% menor que em maio de 2022.<br /><br /> Esta queda no custo de produção não altera o cenário para o avicultor independente, que continua com margens reduzidas. Segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais, o preço médio pago pelo frango de granja em junho é de R$ 4,50 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 31 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil, todos em aves silvestres. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> As linhas de crédito do BB estão à disposição dos avicultores para construção/adequação de barreiras sanitárias, a fim de evitar a contaminação das granjas comerciais pelo vírus da influenza aviária.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54410236</guid><pubDate>Thu, 15 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54410236/20230615_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="2305088" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de junho de 2023, meu nome é Alexandre Petry , sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco PR e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.

 O IBGE divulgou o resultado do primeiro trimestre de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de junho de 2023, meu nome é Alexandre Petry , sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco PR e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> O IBGE divulgou o resultado do primeiro trimestre de 2023 para produção de carne de frango brasileira. Nos três primeiros meses do ano foram produzidas 3,47 milhões de toneladas de carcaça, 9% menor do que no primeiro trimestre de 2022.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, de janeiro a maio de 2023, aumentaram 11,5% em relação ao mesmo período de 2022, tendo sido embarcadas 2,03 milhões de toneladas, mantendo a média mensal acima das 400 mil toneladas por mês, com preço médio de US$ 1.910 a tonelada.<br /><br /> Com a redução nos preços do milho e do farelo de soja observada a partir de março deste ano, o custo de produção da atividade no mês passado fechou a R$4,45 por kg de peso vivo, valor cerca de 20% menor que em maio de 2022.<br /><br /> Esta queda no custo de produção não altera o cenário para o avicultor independente, que continua com margens reduzidas. Segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais, o preço médio pago pelo frango de granja em junho é de R$ 4,50 pelo kg vivo.<br /><br /> O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 31 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil, todos em aves silvestres. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.<br /><br /> As linhas de crédito do BB estão à disposição dos avicultores para construção/adequação de barreiras sanitárias, a fim de evitar a contaminação das granjas comerciais pelo vírus da influenza aviária.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>145</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ab67d63e028502d505d63a6c7db47e40.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/06/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-06-2023-cenario-do-trigo--54359546</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 14 de Junho de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br /> O plantio avança no país, segundo dados da CONAB já foram semeados 47% da área prevista para a safra 23/24, de um total de 3,3 milhões de hectares. Os estados GO, MS, SP, MG e BA já finalizam o plantio, as lavouras se encontram predominantemente entre estágio vegetativo e reprodutiv, e apresentando boas condições.<br /><br /> Na região sul, responsável por 90% da área de trigo do país, o estado do Paraná é o mais adiantado, segundo dados do Deral-PR, 75% da área já foi semeada, destacando as regiões Sudoeste, Oeste, Centro-Ocidental e Norte, onde as lavouras estão em estágio vegetativo e em boas condições.<br /><br /> Em Santa Catarina o plantio se iniciou pela região Oeste, atingindo 4,6% da área estimada, a tendência que o plantio evolua rapidamente caso as condições climáticas continuem favoráveis.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, o clima favorável permitiu o avanço no plantio para aproximadamente 12% da área cultivada, principalmente na região Noroeste do estado, onde o zoneamento agrícola permite o plantio antecipado.<br /><br /> No cenário internacional, o plantio na Argentina alcançou 19,5% da área total projetada na safra 23/24, de 6,3 milhões de hectares, conforme relatório da Bolsa de Cereales de Buenos Aires. O plantio está atrasado em relação à safra passada, porém haverá aumento de 3% na área cultivada no país.<br /><br /> Dois países merecem atenção neste momento, devido a eventos climáticos opostos: Austrália, atualmente segundo maior exportador, prevê redução de 34% devido à seca provocada pelo fenômeno El Niño; A China, maior produtora de trigo do mundo, enfrenta chuvas excessivas na região norte, podendo afetar o comércio internacional do grão.<br /><br /> Outra Situação relevante para no mercado internacional de Trigo, é o conflito entre Ucrânia e Rússia que apesar da renovação do acordo de grãos do Mar Negro por mais 60 dias, continua tensa.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de pouco mais de 1,35% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.394,16. Comparado com o mesmo período do ano anterior, a redução foi de 35%. A maior oferta no cenário nacional devido a produção recorde brasileira da safra passada, ainda influencia os preços para baixo. E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2023. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54359546</guid><pubDate>Wed, 14 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54359546/20230614_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2990959" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 14 de Junho de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

 O plantio avança no país, segundo dados da CONAB já foram semeados 47% da área prevista para a safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 14 de Junho de 2023, meu nome é Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br /> O plantio avança no país, segundo dados da CONAB já foram semeados 47% da área prevista para a safra 23/24, de um total de 3,3 milhões de hectares. Os estados GO, MS, SP, MG e BA já finalizam o plantio, as lavouras se encontram predominantemente entre estágio vegetativo e reprodutiv, e apresentando boas condições.<br /><br /> Na região sul, responsável por 90% da área de trigo do país, o estado do Paraná é o mais adiantado, segundo dados do Deral-PR, 75% da área já foi semeada, destacando as regiões Sudoeste, Oeste, Centro-Ocidental e Norte, onde as lavouras estão em estágio vegetativo e em boas condições.<br /><br /> Em Santa Catarina o plantio se iniciou pela região Oeste, atingindo 4,6% da área estimada, a tendência que o plantio evolua rapidamente caso as condições climáticas continuem favoráveis.<br /><br /> No Rio Grande do Sul, o clima favorável permitiu o avanço no plantio para aproximadamente 12% da área cultivada, principalmente na região Noroeste do estado, onde o zoneamento agrícola permite o plantio antecipado.<br /><br /> No cenário internacional, o plantio na Argentina alcançou 19,5% da área total projetada na safra 23/24, de 6,3 milhões de hectares, conforme relatório da Bolsa de Cereales de Buenos Aires. O plantio está atrasado em relação à safra passada, porém haverá aumento de 3% na área cultivada no país.<br /><br /> Dois países merecem atenção neste momento, devido a eventos climáticos opostos: Austrália, atualmente segundo maior exportador, prevê redução de 34% devido à seca provocada pelo fenômeno El Niño; A China, maior produtora de trigo do mundo, enfrenta chuvas excessivas na região norte, podendo afetar o comércio internacional do grão.<br /><br /> Outra Situação relevante para no mercado internacional de Trigo, é o conflito entre Ucrânia e Rússia que apesar da renovação do acordo de grãos do Mar Negro por mais 60 dias, continua tensa.<br /><br /> O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de pouco mais de 1,35% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.394,16. Comparado com o mesmo período do ano anterior, a redução foi de 35%. A maior oferta no cenário nacional devido a produção recorde brasileira da safra passada, ainda influencia os preços para baixo. E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2023. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e5a3766eef5dec12284d35717b642431.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/06/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-06-2023-cenario-da-cana-de-acucar--54305806</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 13 de junho de 2023 meu nome é Nívia Bassi sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><br /> A safra brasileira 2023/24 de cana-de-açúcar teve início em abril no Centro-Sul e as expectativas são de alta para a produção, já que as condições climáticas foram favoráveis ao desenvolvimento dos canaviais.<br /><br /> A quantidade de cana-de-açúcar processada do início da safra até a primeira quinzena de maio atingiu 78,97 milhões de toneladas, um avanço de 24,18% em relação ao mesmo período da safra passada. Nesta temporada, os talhões colhidos têm apresentado produtividades mais elevadas que na safra anterior. De acordo com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), no mês de abril, a média dos canaviais no Centro-Sul foi de 83,7 toneladas por hectare, o que representa um acréscimo de 18,56% ante o observado no mesmo período da safra 2022/23.<br /><br /> Para o segundo semestre é esperada a influência do fenômeno climático El Niño, tendo como consequência, maior ocorrência de chuvas, o que poderá prejudicar as operações de colheita nos canaviais.<br /><br /> A produção de açúcar do início da safra até a primeira quinzena de maio foi de 4,06 milhões de toneladas, 48% acima do obtido no mesmo período do ciclo anterior. A expectativa é que na safra atual, maior quantidade de matéria-prima seja direcionada para a produção de açúcar em função da expectativa de menor oferta de países exportadores, como a Índia.<br /><br /> Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br /> Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<b></b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54305806</guid><pubDate>Tue, 13 Jun 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54305806/20230613_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="2878111" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 13 de junho de 2023 meu nome é Nívia Bassi sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.

 A safra brasileira 2023/24 de cana-de-açúcar teve...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 13 de junho de 2023 meu nome é Nívia Bassi sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Novo Horizonte – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><br /> A safra brasileira 2023/24 de cana-de-açúcar teve início em abril no Centro-Sul e as expectativas são de alta para a produção, já que as condições climáticas foram favoráveis ao desenvolvimento dos canaviais.<br /><br /> A quantidade de cana-de-açúcar processada do início da safra até a primeira quinzena de maio atingiu 78,97 milhões de toneladas, um avanço de 24,18% em relação ao mesmo período da safra passada. Nesta temporada, os talhões colhidos têm apresentado produtividades mais elevadas que na safra anterior. De acordo com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), no mês de abril, a média dos canaviais no Centro-Sul foi de 83,7 toneladas por hectare, o que representa um acréscimo de 18,56% ante o observado no mesmo período da safra 2022/23.<br /><br /> Para o segundo semestre é esperada a influência do fenômeno climático El Niño, tendo como consequência, maior ocorrência de chuvas, o que poderá prejudicar as operações de colheita nos canaviais.<br /><br /> A produção de açúcar do início da safra até a primeira quinzena de maio foi de 4,06 milhões de toneladas, 48% acima do obtido no mesmo período do ciclo anterior. A expectativa é que na safra atual, maior quantidade de matéria-prima seja direcionada para a produção de açúcar em função da expectativa de menor oferta de países exportadores, como a Índia.<br /><br /> Para atender às necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br /> Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<b></b>]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/06/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-06-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--54165615</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de junho, meu nome é ROSILENE ROOS, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. A divulgação do relatório pelo USDA na sexta-feira dia 09/06, com os dados de oferta global e estoques finais da oleaginosa influenciará as cotações na CBOT nos próximos dias. As condições climáticas e o desenvolvimento das lavouras norte-americanas atuarão como suporte nos preços da Bolsa de Chicago no curto prazo, uma vez que no último levantamento, a qualidade das lavouras estava abaixo do esperado pelo mercado.      No financeiro, os indicadores de atividade econômica na China e nos EUA, com perspectiva de desaceleração, podem gerar impacto negativo na demanda global.<br /> No Brasil, os fundamentos devem permanecer sem grandes novidades, porém com o início da colheita do milho 2ª safra, a questão logística de armazenamento de grãos pressionará os agricultores para comercialização da produção, uma vez que o milho e a soja concorrerão pelo mesmo espaço.<br /> Com as cotações em baixa, os sojicultores farão vendas pontuais, somente para cumprir obrigações financeiras. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /><b> </b><b>Em relação ao milho, </b>os dados do relatório do USDA devem influenciar as cotações nesta semana. Os próximos três meses serão determinantes para a cultura e o clima nos EUA trará volatilidade adicional às cotações na CBOT nesse período.<br /> As exportações chinesas caíram mais que o esperado, influenciadas pela fraca demanda global devido à desaceleração da indústria e ao aumento das taxas de juros e inflação, além do fraco desempenho das economias dos EUA e da Europa. Estas questões macroeconômicas e as cotações do petróleo devem refletir no preço do milho no mercado externo.<br /> No Brasil, as cotações vêm alcançando um patamar que pode pressionar a remuneração dos produtores, mesmo com as altas produções previstas, dando suporte às cotações atuais do cereal.<br /> Internamente, ainda temos vários fatores influenciando as cotações: grande oferta de produto; cotação do dólar; a dificuldade de logística e armazenagem; exportações baixas e ainda voltadas para soja; compradores. Maior parte destes fatores tendem a continuar pressionando negativamente as cotações no curto e médio prazo.   <b><br /></b><b> Para o café, </b>  a estimativa do USDA de elevação da safra brasileira 2023 em 12%, para 66,4 milhões sacas, deve favorecer análise do balanço de oferta e demanda para o biênio 2023/24 e atuar como fator baixista às cotações na semana.<br /> Balanço da OIC de maio divulgou aumento de 1,7% na produção mundial de café (conilon e arábica) no biênio 2022/23, que totalizou 171,3 milhões sacas. No mesmo período, o consumo também cresceu 1,7%, para 178,5 milhões sacas, resultando em  um déficit de 7,3 milhões de sacas. Ainda, a OIC apresentou o movimento de exportações nas principais regiões produtoras no mês de abril: -6,4% na América do Sul (3,57 milhões de sacas), -9,8% na África (980 mil sacas), +6,3% no México e América Central (1,9 milhões de sacas) e -1% na Ásia e Oceania (3,75 milhões de sacas).<br /> Esses dados de abril evidenciam a oferta restrita, e os dados preliminares de maio mantém a mesma tendência e, consequentemente, a volatilidade nos preços, apesar de avanço das colheitas de meio de ano.<br /> O avanço da colheita brasileira ao longo do mês, possibilitará uma melhor definição de volume e qualidade do produto, devendo confirmar bom volume da safra brasileira e pressionar preços no curto e médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Com a perspectiva da superprodução de milho e soja, e com o déficit de armazenagem no MT, os preços dos grãos tendem a ser menores no 2º sem/23, o que pode melhorar a relação de troca do pecuarista (sacas/@), segundo o  IMEA. Tanto os custos de nutrição, quanto da reposição de animais estão em queda no decorrer de 2023. Isso tende a favorecer a engorda em sistema de confinamento na segunda metade do ano, sendo a maior parte destinada ao mercado externo.<br /> O pagamento de salários no início do mês e o feriado podem estimular o consumo interno de carne bovina e melhorar a reposição entre o varejo e o atacado, que seguem em ritmo lento. Entretanto, deve-se considerar o recuo no preço das proteínas concorrentes, fato que pesa na escolha do consumidor, que tende a migrar para a fonte de proteína mais barata, como a carne de frango e suína.<br /> Embora o cenário aponte para um valor enfraquecido da arroba, o período de transição entre a safra e a entressafra, quando diminui a oferta de animais terminados, pode trazer uma reação, de forma contida, no preço do boi gordo, uma vez que há a possibilidade de os frigoríficos encontrarem dificuldade em recompor suas escalas de abate, podendo refletir em reajustes nos valores pagos pela arroba.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54165615</guid><pubDate>Mon, 12 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54165615/20230612_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6007371" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de junho, meu nome é ROSILENE ROOS, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de junho, meu nome é ROSILENE ROOS, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. A divulgação do relatório pelo USDA na sexta-feira dia 09/06, com os dados de oferta global e estoques finais da oleaginosa influenciará as cotações na CBOT nos próximos dias. As condições climáticas e o desenvolvimento das lavouras norte-americanas atuarão como suporte nos preços da Bolsa de Chicago no curto prazo, uma vez que no último levantamento, a qualidade das lavouras estava abaixo do esperado pelo mercado.      No financeiro, os indicadores de atividade econômica na China e nos EUA, com perspectiva de desaceleração, podem gerar impacto negativo na demanda global.<br /> No Brasil, os fundamentos devem permanecer sem grandes novidades, porém com o início da colheita do milho 2ª safra, a questão logística de armazenamento de grãos pressionará os agricultores para comercialização da produção, uma vez que o milho e a soja concorrerão pelo mesmo espaço.<br /> Com as cotações em baixa, os sojicultores farão vendas pontuais, somente para cumprir obrigações financeiras. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /><b> </b><b>Em relação ao milho, </b>os dados do relatório do USDA devem influenciar as cotações nesta semana. Os próximos três meses serão determinantes para a cultura e o clima nos EUA trará volatilidade adicional às cotações na CBOT nesse período.<br /> As exportações chinesas caíram mais que o esperado, influenciadas pela fraca demanda global devido à desaceleração da indústria e ao aumento das taxas de juros e inflação, além do fraco desempenho das economias dos EUA e da Europa. Estas questões macroeconômicas e as cotações do petróleo devem refletir no preço do milho no mercado externo.<br /> No Brasil, as cotações vêm alcançando um patamar que pode pressionar a remuneração dos produtores, mesmo com as altas produções previstas, dando suporte às cotações atuais do cereal.<br /> Internamente, ainda temos vários fatores influenciando as cotações: grande oferta de produto; cotação do dólar; a dificuldade de logística e armazenagem; exportações baixas e ainda voltadas para soja; compradores. Maior parte destes fatores tendem a continuar pressionando negativamente as cotações no curto e médio prazo.   <b><br /></b><b> Para o café, </b>  a estimativa do USDA de elevação da safra brasileira 2023 em 12%, para 66,4 milhões sacas, deve favorecer análise do balanço de oferta e demanda para o biênio 2023/24 e atuar como fator baixista às cotações na semana.<br /> Balanço da OIC de maio divulgou aumento de 1,7% na produção mundial de café (conilon e arábica) no biênio 2022/23, que totalizou 171,3 milhões sacas. No mesmo período, o consumo também cresceu 1,7%, para 178,5 milhões sacas, resultando em  um déficit de 7,3 milhões de sacas. Ainda, a OIC apresentou o movimento de exportações nas principais regiões produtoras no mês de abril: -6,4% na América do Sul (3,57 milhões de sacas), -9,8% na África (980 mil sacas), +6,3% no México e América Central (1,9 milhões de sacas) e -1% na Ásia e Oceania (3,75 milhões de sacas).<br /> Esses dados de abril evidenciam a oferta restrita, e os dados preliminares de maio mantém a mesma tendência e, consequentemente, a volatilidade nos preços, apesar de avanço das colheitas de meio de ano.<br /> O avanço da colheita brasileira ao longo do mês, possibilitará uma melhor definição de volume e qualidade do produto, devendo confirmar bom volume da safra brasileira e pressionar preços no curto e médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Com a perspectiva da superprodução de milho e soja, e com o déficit de armazenagem no MT, os preços dos grãos tendem a ser menores no 2º...]]></itunes:summary><itunes:duration>376</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/06/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-06-2023-cenario-da-soja--54132685</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 09 de junho de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />    O contrato jul/23 na CBOT fechou 05/06 cotado a US$ 13,50/bushel, apresentando alta de 1,5% em relação ao início do mês.<br /><br />  Apesar da alta recente, as cotações apresentaram queda de 6,00% nos últimos 30 dias. Os principais fundamentos para a queda estão atrelados aos dados do Relatório de Oferta e Demanda do USDA, que elevou a estimativa dos estoques globais ajustados à supersafra brasileira, à boa perspectiva do início da safra norte-americana, embora tenha havido uma ligeira queda nas condições boas/excelentes das lavouras, e à safra 2023/24 na Argentina com a projeção de predominância do fenômeno El Niño no final deste ano e início de 2024. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real e a baixa demanda chinesa.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA/B3, em 06/06, foi de R$135,67 por saca, apresentando alta de 1,16% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para jul/23, registraram piora e chegaram a US$ -0,76/bushel em Paranaguá.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil está praticamente encerrada. As projeções da safra brasileira permanecem com uma produção total acima de 154,8 milhões de toneladas.<br /><br />  Para os EUA, a estimativa de área de plantio 2023/24 é de 35,08 milhões de hectares, redução de 0,93% ante o último relatório. Com clima favorável, os produtores têm conseguido maior agilidade na semeadura, alcançando 91% da área projetada, enquanto na safra passada, neste mesmo período, o plantio alcançava 76%. Segundo os modelos climáticos, poderão ocorrer precipitações dentro da normalidade nas principais regiões produtoras norte-americanas e temperaturas elevadas na próxima quinzena.<br /><br />  Para a América do Sul, segundo a NOAA, segue a previsão de fenômeno El Niño para a safra 2023/24, com 89% de probabilidade de ocorrência.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização da safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54132685</guid><pubDate>Fri, 09 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54132685/20230609_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3229614" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 09 de junho de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.

    O contrato jul/23 na CBOT fechou 05/06 cotado a US$ 13,50/bushel,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 09 de junho de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />    O contrato jul/23 na CBOT fechou 05/06 cotado a US$ 13,50/bushel, apresentando alta de 1,5% em relação ao início do mês.<br /><br />  Apesar da alta recente, as cotações apresentaram queda de 6,00% nos últimos 30 dias. Os principais fundamentos para a queda estão atrelados aos dados do Relatório de Oferta e Demanda do USDA, que elevou a estimativa dos estoques globais ajustados à supersafra brasileira, à boa perspectiva do início da safra norte-americana, embora tenha havido uma ligeira queda nas condições boas/excelentes das lavouras, e à safra 2023/24 na Argentina com a projeção de predominância do fenômeno El Niño no final deste ano e início de 2024. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real e a baixa demanda chinesa.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja CEPEA/B3, em 06/06, foi de R$135,67 por saca, apresentando alta de 1,16% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para jul/23, registraram piora e chegaram a US$ -0,76/bushel em Paranaguá.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil está praticamente encerrada. As projeções da safra brasileira permanecem com uma produção total acima de 154,8 milhões de toneladas.<br /><br />  Para os EUA, a estimativa de área de plantio 2023/24 é de 35,08 milhões de hectares, redução de 0,93% ante o último relatório. Com clima favorável, os produtores têm conseguido maior agilidade na semeadura, alcançando 91% da área projetada, enquanto na safra passada, neste mesmo período, o plantio alcançava 76%. Segundo os modelos climáticos, poderão ocorrer precipitações dentro da normalidade nas principais regiões produtoras norte-americanas e temperaturas elevadas na próxima quinzena.<br /><br />  Para a América do Sul, segundo a NOAA, segue a previsão de fenômeno El Niño para a safra 2023/24, com 89% de probabilidade de ocorrência.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização da safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/06/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-06-2023-cenario-do-cafe-conilon--54120395</link><description><![CDATA[ Olá, hoje é quarta-feira, 07 de junho de 2023, meu nome é Marcia Calixto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />    O clima favorável vem ajudando a colheita do conilon no Espírito Santo, que segue em ritmo acelerado. Há expectativa de que seja antecipada a finalização dos trabalhos, que começaram antes do previstos este ano. A produção esperada deve manter-se bem próxima da que foi registrada no ano anterior, em torno de 13 milhões de sacas para o Estado.<br /><br />    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), estima uma safra brasileira em 23 milhões de sacas que, em sua quase totalidade, deve ser direcionada ao mercado interno, uma vez que a variedade tem sido utilizada em maior volume pela indústria de torrefação na busca por menores preços, face à inflação mundial, juros elevados e aos maiores preços atingidos pelo café arábica. Este processo de aumento da participação do conilon nos blends, aliado ao já consolidado uso nos cafés solúveis, têm levado aos baixos estoques também no conilon, agravados ainda em razão dos problemas de produção enfrentados pelo café arábica nos últimos dois anos.<br /><br />   Na bolsa de Londres, o conilon abriu esta semana com desvalorização. O contrato com vencimento em jul/23 apresentou queda de 0,78% em relação ao mês anterior, cotado a US$ 2.576/t em 05/06/23, com perspectiva de queda no curto prazo.<br /><br />   No mercado físico interno, houve aumento no preço da saca em relação ao mês anterior, que fechou cotada a R$ 670,80 no Centro do Comércio de Café de Vitória.<br /><br />   Dados do primeiro trimestre de 2023 apresentados pelo Centro de Desenvolvimento do Agronegócio do Espírito Santo (CEDAGRO) atualizaram os custos de produção do café conilon. Os custos calculados foram de R$434,00 para a produtividade de 45 sacas/ha, com margem de produção de 35%. Já em uma faixa de produtividade de 100 sacas/ha, os custos foram R$ 394,00/ha, equivalente à 41% de margem para a atividade.<br /><br />   A fim de assegurar estas margens e gerenciar os riscos inerentes ao mercado, os produtores devem considerar estratégias de comercialização do café conilon. Nesse sentido, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito específicas e atrativas, bem como as Opções Agro BB, que podem ser simuladas e contratadas diretamente no App.<br /><br />  Em caso de dúvidas, procure seu gerente de relacionamento e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54120395</guid><pubDate>Wed, 07 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54120395/20230607_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3560638" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle> Olá, hoje é quarta-feira, 07 de junho de 2023, meu nome é Marcia Calixto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP e vamos falar sobre o cenário do café conilon.

    O clima favorável vem ajudando a colheita do conilon no Espírito...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[ Olá, hoje é quarta-feira, 07 de junho de 2023, meu nome é Marcia Calixto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />    O clima favorável vem ajudando a colheita do conilon no Espírito Santo, que segue em ritmo acelerado. Há expectativa de que seja antecipada a finalização dos trabalhos, que começaram antes do previstos este ano. A produção esperada deve manter-se bem próxima da que foi registrada no ano anterior, em torno de 13 milhões de sacas para o Estado.<br /><br />    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), estima uma safra brasileira em 23 milhões de sacas que, em sua quase totalidade, deve ser direcionada ao mercado interno, uma vez que a variedade tem sido utilizada em maior volume pela indústria de torrefação na busca por menores preços, face à inflação mundial, juros elevados e aos maiores preços atingidos pelo café arábica. Este processo de aumento da participação do conilon nos blends, aliado ao já consolidado uso nos cafés solúveis, têm levado aos baixos estoques também no conilon, agravados ainda em razão dos problemas de produção enfrentados pelo café arábica nos últimos dois anos.<br /><br />   Na bolsa de Londres, o conilon abriu esta semana com desvalorização. O contrato com vencimento em jul/23 apresentou queda de 0,78% em relação ao mês anterior, cotado a US$ 2.576/t em 05/06/23, com perspectiva de queda no curto prazo.<br /><br />   No mercado físico interno, houve aumento no preço da saca em relação ao mês anterior, que fechou cotada a R$ 670,80 no Centro do Comércio de Café de Vitória.<br /><br />   Dados do primeiro trimestre de 2023 apresentados pelo Centro de Desenvolvimento do Agronegócio do Espírito Santo (CEDAGRO) atualizaram os custos de produção do café conilon. Os custos calculados foram de R$434,00 para a produtividade de 45 sacas/ha, com margem de produção de 35%. Já em uma faixa de produtividade de 100 sacas/ha, os custos foram R$ 394,00/ha, equivalente à 41% de margem para a atividade.<br /><br />   A fim de assegurar estas margens e gerenciar os riscos inerentes ao mercado, os produtores devem considerar estratégias de comercialização do café conilon. Nesse sentido, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito específicas e atrativas, bem como as Opções Agro BB, que podem ser simuladas e contratadas diretamente no App.<br /><br />  Em caso de dúvidas, procure seu gerente de relacionamento e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>223</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/06/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-06-2023-cenario-climatico--54107978</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de junho de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o fenômeno climático El Niño .<br /><br />O CPTEC - Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, define o El Niño e a La Niña como partes de um mesmo fenômeno atmosférico-oceânico que ocorre no oceano Pacífico Equatorial (e na atmosfera adjacente), denominado de El Niño Oscilação Sul (ENOS). O ENOS refere-se às situações nas quais o oceano Pacífico Equatorial está mais quente (El Niño) ou mais frio (La Niña) do que a média histórica. A mudança na temperatura do oceano Pacífico Equatorial acarreta efeitos globais na temperatura e na precipitação.<br /><br />Uma das instituições que fornece informações para o CPTEC/INPE, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), descreveu em seu último relatório de 11/05 que “o El Niño provavelmente se formará durante a temporada de maio a julho e persistirá no inverno”.<br /><br />Em relação à intensidade, a NOAA cita que "embora seja provável um El Niño fraco, o leque de possibilidades no final do ano (novembro a janeiro) inclui uma chance de 80% de um El Niño moderado a 55% de chance de um El Niño forte", ou seja, não está descartada a possível ocorrência de um fenômeno de intensidade maior.<br /><br />Ocorrências do El Niño com maiores intensidades foram marcantes no Brasil entre os anos de 1982 e 1983, com seca acentuada no Nordeste e chuvas excessivas no Sul do país. Mais recentemente, entre 2015 e 2016, com estiagem na Região Amazônica e chuvas acentuadas no Sul, foi considerado pela ONU um dos períodos mais quentes da história.<br /><br />Com intensidade maior, as consequências esperadas nas regiões Norte e Nordeste são diminuição do volume das chuvas nos meses de outono e verão, aumento moderado das temperaturas médias na parte central do País durante o inverno e, sobre a região Sul, excesso de chuvas no inverno e na primavera.<br /><br />Devido à iminência do Fenômeno El Niño, o planejamento da safra, associado ao monitoramento climático, tornam-se ferramentas fundamentais para o gerenciamento e mitigação de risco.<br /><br />O Banco do Brasil, em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza este e outros BBCast Agro. Para ouvir, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro .<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54107978</guid><pubDate>Tue, 06 Jun 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54107978/20230606_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3455730" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 06 de junho de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o fenômeno climático El Niño .

O CPTEC - Centro de Previsão de Tempo e Estudos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de junho de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o fenômeno climático El Niño .<br /><br />O CPTEC - Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, define o El Niño e a La Niña como partes de um mesmo fenômeno atmosférico-oceânico que ocorre no oceano Pacífico Equatorial (e na atmosfera adjacente), denominado de El Niño Oscilação Sul (ENOS). O ENOS refere-se às situações nas quais o oceano Pacífico Equatorial está mais quente (El Niño) ou mais frio (La Niña) do que a média histórica. A mudança na temperatura do oceano Pacífico Equatorial acarreta efeitos globais na temperatura e na precipitação.<br /><br />Uma das instituições que fornece informações para o CPTEC/INPE, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), descreveu em seu último relatório de 11/05 que “o El Niño provavelmente se formará durante a temporada de maio a julho e persistirá no inverno”.<br /><br />Em relação à intensidade, a NOAA cita que "embora seja provável um El Niño fraco, o leque de possibilidades no final do ano (novembro a janeiro) inclui uma chance de 80% de um El Niño moderado a 55% de chance de um El Niño forte", ou seja, não está descartada a possível ocorrência de um fenômeno de intensidade maior.<br /><br />Ocorrências do El Niño com maiores intensidades foram marcantes no Brasil entre os anos de 1982 e 1983, com seca acentuada no Nordeste e chuvas excessivas no Sul do país. Mais recentemente, entre 2015 e 2016, com estiagem na Região Amazônica e chuvas acentuadas no Sul, foi considerado pela ONU um dos períodos mais quentes da história.<br /><br />Com intensidade maior, as consequências esperadas nas regiões Norte e Nordeste são diminuição do volume das chuvas nos meses de outono e verão, aumento moderado das temperaturas médias na parte central do País durante o inverno e, sobre a região Sul, excesso de chuvas no inverno e na primavera.<br /><br />Devido à iminência do Fenômeno El Niño, o planejamento da safra, associado ao monitoramento climático, tornam-se ferramentas fundamentais para o gerenciamento e mitigação de risco.<br /><br />O Banco do Brasil, em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza este e outros BBCast Agro. Para ouvir, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro .<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/06/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-06-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--54080325</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de junho, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. A finalização do plantio da safra dos EUA e as condições meteorológicas seguem sendo o principal direcionador na CBOT. As previsões de temperaturas acima do normal nas regiões mais ao norte e chuvas nas regiões sul e centro do meio-oeste norte-americano não devem causar atrasos na conclusão do plantio. No entanto, há divergências quanto ao impacto na germinação e no desenvolvimento das lavouras ao norte.<br /> No Brasil, os fundamentos devem permanecer sem grandes novidades, mas há expectativa de corte da produção da safra argentina e leve elevação da safra brasileira nos próximos relatórios de estimativa de safra.<br /> No financeiro, o clima de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, principalmente relacionados com os indicadores de crescimento econômico da China e dos EUA,  seguem gerando impacto negativo na demanda global.<br /> Com as cotações em baixa, os sojicultores permanecerão fora do mercado, mantendo negócios somente para cobrir obrigações de caixa. O mercado deverá trabalhar na lateralidade em função do relatório de oferta e demanda do USDA, que será publicado na sexta-feira (9). Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /> <b>Em relação ao milho, </b>o plantio da safra dos Estados Unidos está se encerrando, chegando a 92% da área prevista, dentro da janela ideal de plantio. Para os próximos sete dias, os mapas meteorológicos mostram divergência em relação ao clima nos EUA, o que pode trazer maior volatilidade à precificação do cereal.  Há modelos que mostram retorno de chuvas no cinturão produtor e outros que apontam clima mais quente e seco.<br /> Argentina e China atualizaram protocolo de exportação de milho, que permite a compra do cereal argentino. A Bolsa de Cereales sinalizou uma leve melhora nas produtividades ao longo da semana, com 4,6 mil kg/ha.  A produção argentina deve fechar por volta de 35 a 36 milhões de toneladas, queda de 28% ante a safra passada. Devido ao baixo consumo interno argentino, cerca de 25 a 26 milhões de toneladas do cereal devem ficar disponíveis para exportação.          No Brasil, a colheita da 2ª safra vem se intensificando, aumentando a oferta. Compradores seguirão aguardando redução das cotações, com a logística ainda voltada para a soja. Com isso, os preços internos seguirão movimento baixista.<b><br /></b> <b>Para o café, </b>com os mapas meteorológicos indicando tempo mais seco nas principais regiões produtoras de café no Brasil nos próximos dias, espera-se avanço no processo de colheita, fator que pode pressionar negativamente os preços do grão, dado o aumento da disponibilidade.            Soma-se ao cenário baixista a demanda ainda curta, resultado de uma postura mais cautelosa dos compradores devido às incertezas em relação à economia global, trazendo uma menor liquidez ao mercado. Há também a previsão de safras mais volumosas na maioria dos países produtores, em especial no Brasil (ainda que pequena), que freiam o apetite da indústria até que boa parte deste volume esteja disponível, sanando a escassez de oferta em algumas regiões do globo. O USDA deverá divulgar ainda neste mês de junho sua estimativa de oferta e demanda global de café. <br /> Neste contexto de maior oferta e consumo em ritmo lento, espera-se movimento baixista aos preços do café no curto e médio prazos.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Mesmo com a pressão baixista no valor da arroba e o preço do animal de reposição enfraquecido, a relação de troca entre o boi gordo e o bezerro de desmama encontra-se num momento favorável ao produtor que faz a recria com reposição de animais, e que tem disponibilidade de pastagem atrelada a estratégia nutricional.<br /> Neste período, os produtores analisam o volume de animais a ser destinado ao confinamento. Para essa decisão, os pecuaristas devem se atentar aos preços do insumo envolvido na dieta e do boi magro, bem como analisar o valor da arroba ao término do ciclo. Neste sentido, para mitigar a volatilidade e o risco de preços, o BB disponibiliza ao pecuarista as Opções Agro para proteção de preços da arroba bovina.<br /> No curto prazo, não há novos fatores que motivem a reação do preço da arroba e a expectativa de baixa continua. A alta oferta de bovinos possibilita que a indústria mantenha escala e abate confortáveis.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54080325</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54080325/20230605_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4492687" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de junho, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de junho, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. A finalização do plantio da safra dos EUA e as condições meteorológicas seguem sendo o principal direcionador na CBOT. As previsões de temperaturas acima do normal nas regiões mais ao norte e chuvas nas regiões sul e centro do meio-oeste norte-americano não devem causar atrasos na conclusão do plantio. No entanto, há divergências quanto ao impacto na germinação e no desenvolvimento das lavouras ao norte.<br /> No Brasil, os fundamentos devem permanecer sem grandes novidades, mas há expectativa de corte da produção da safra argentina e leve elevação da safra brasileira nos próximos relatórios de estimativa de safra.<br /> No financeiro, o clima de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, principalmente relacionados com os indicadores de crescimento econômico da China e dos EUA,  seguem gerando impacto negativo na demanda global.<br /> Com as cotações em baixa, os sojicultores permanecerão fora do mercado, mantendo negócios somente para cobrir obrigações de caixa. O mercado deverá trabalhar na lateralidade em função do relatório de oferta e demanda do USDA, que será publicado na sexta-feira (9). Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto prazo e baixa para o médio prazo.<br /> <b>Em relação ao milho, </b>o plantio da safra dos Estados Unidos está se encerrando, chegando a 92% da área prevista, dentro da janela ideal de plantio. Para os próximos sete dias, os mapas meteorológicos mostram divergência em relação ao clima nos EUA, o que pode trazer maior volatilidade à precificação do cereal.  Há modelos que mostram retorno de chuvas no cinturão produtor e outros que apontam clima mais quente e seco.<br /> Argentina e China atualizaram protocolo de exportação de milho, que permite a compra do cereal argentino. A Bolsa de Cereales sinalizou uma leve melhora nas produtividades ao longo da semana, com 4,6 mil kg/ha.  A produção argentina deve fechar por volta de 35 a 36 milhões de toneladas, queda de 28% ante a safra passada. Devido ao baixo consumo interno argentino, cerca de 25 a 26 milhões de toneladas do cereal devem ficar disponíveis para exportação.          No Brasil, a colheita da 2ª safra vem se intensificando, aumentando a oferta. Compradores seguirão aguardando redução das cotações, com a logística ainda voltada para a soja. Com isso, os preços internos seguirão movimento baixista.<b><br /></b> <b>Para o café, </b>com os mapas meteorológicos indicando tempo mais seco nas principais regiões produtoras de café no Brasil nos próximos dias, espera-se avanço no processo de colheita, fator que pode pressionar negativamente os preços do grão, dado o aumento da disponibilidade.            Soma-se ao cenário baixista a demanda ainda curta, resultado de uma postura mais cautelosa dos compradores devido às incertezas em relação à economia global, trazendo uma menor liquidez ao mercado. Há também a previsão de safras mais volumosas na maioria dos países produtores, em especial no Brasil (ainda que pequena), que freiam o apetite da indústria até que boa parte deste volume esteja disponível, sanando a escassez de oferta em algumas regiões do globo. O USDA deverá divulgar ainda neste mês de junho sua estimativa de oferta e demanda global de café. <br /> Neste contexto de maior oferta e consumo em ritmo lento, espera-se movimento baixista aos preços do café no curto e médio prazos.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Mesmo com a pressão baixista no valor da arroba e o preço do animal de reposição enfraquecido, a relação de troca entre o boi gordo e o bezerro de desmama encontra-se num momento favorável ao produtor que faz a recria com...]]></itunes:summary><itunes:duration>281</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/06/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-06-2023-cenario-do-milho--54071488</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 02 de junho de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />O mês de maio terminou e as cotações no mercado externo apresentaram elevada volatilidade nos últimos dias. Previsões climáticas desfavoráveis para os Estados Unidos e o aumento das tensões nos portos da Ucrânia, que poderia prejudicar o acordo de escoamento de grãos no Mar Negro, contribuíram para as valorizações observadas na semana passada. Entretanto, com a melhora do clima para os cultivos norte-americanos nesta semana e as atenções voltadas para o crescimento da economia chinesa deram novo tom de baixa às cotações na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento setembro/23 encerrou a terça-feira (30) cotado a US$5,20/bushel.  <br /><br />Ainda sobre as lavouras nos Estados Unidos, de acordo com relatório divulgado esta semana pelo Departamento de Agricultura do país, o USDA, o plantio chegou a 92% da área prevista, estando oito pontos percentuais acima da média histórica para o período. O volume de lavouras com condições apontadas entre boas e excelentes foi de 69%, similar ao observado no mesmo período do ano passado.<br /><br />No Brasil, as cotações seguem pressionadas negativamente devido à expectativa de grande oferta do grão nos próximos meses, com a chegada da colheita do milho 2ª safra. A Conab apontou que o estado de Mato Grosso já iniciou a colheita, com cerca de 1% da área colhida.  <br /><br />Alguns estados com importante participação na produção de milho 2ª safra, como Paraná, Mato Grosso e parte de São Paulo, receberam bons volumes de chuvas no final de semana. Isso contribuiu para a manutenção da umidade do solo nessas regiões, já que uma parte das áreas foram cultivadas fora da janela ideal de plantio. O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 30 cotado à R$54,27 a saca.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor contra as oscilações de preços, proporcionando maior previsibilidade das receitas e das margens da atividade. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54071488</guid><pubDate>Fri, 02 Jun 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54071488/20230602_bbcast_agro_milho.mp3" length="2839240" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 02 de junho de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

O mês de maio terminou e as cotações no mercado externo apresentaram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 02 de junho de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />O mês de maio terminou e as cotações no mercado externo apresentaram elevada volatilidade nos últimos dias. Previsões climáticas desfavoráveis para os Estados Unidos e o aumento das tensões nos portos da Ucrânia, que poderia prejudicar o acordo de escoamento de grãos no Mar Negro, contribuíram para as valorizações observadas na semana passada. Entretanto, com a melhora do clima para os cultivos norte-americanos nesta semana e as atenções voltadas para o crescimento da economia chinesa deram novo tom de baixa às cotações na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento setembro/23 encerrou a terça-feira (30) cotado a US$5,20/bushel.  <br /><br />Ainda sobre as lavouras nos Estados Unidos, de acordo com relatório divulgado esta semana pelo Departamento de Agricultura do país, o USDA, o plantio chegou a 92% da área prevista, estando oito pontos percentuais acima da média histórica para o período. O volume de lavouras com condições apontadas entre boas e excelentes foi de 69%, similar ao observado no mesmo período do ano passado.<br /><br />No Brasil, as cotações seguem pressionadas negativamente devido à expectativa de grande oferta do grão nos próximos meses, com a chegada da colheita do milho 2ª safra. A Conab apontou que o estado de Mato Grosso já iniciou a colheita, com cerca de 1% da área colhida.  <br /><br />Alguns estados com importante participação na produção de milho 2ª safra, como Paraná, Mato Grosso e parte de São Paulo, receberam bons volumes de chuvas no final de semana. Isso contribuiu para a manutenção da umidade do solo nessas regiões, já que uma parte das áreas foram cultivadas fora da janela ideal de plantio. O preço físico, referência CEPEA/B3, encerrou o último dia 30 cotado à R$54,27 a saca.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor contra as oscilações de preços, proporcionando maior previsibilidade das receitas e das margens da atividade. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/06/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-06-2023-cenario-do-leite--54046116</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 01 de junho de 2023, eu sou MARCELO LUIZ, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.  <br /><br />A elevação do preço do leite pago ao produtor e a queda na cotação dos principais insumos utilizados na produção de leite, como milho e farelo de soja, vêm animando o pecuarista leiteiro e proporcionando recuperação de rentabilidade na atividade. Essa situação tende a incentivar o aumento da produção em relação aos anos anteriores.<br /><br />Ainda assim, o Centro de Inteligência do Leite da Embrapa alerta que o cenário para a cadeia dos lácteos continua desafiador, uma vez que a importação se mostra elevada, o consumo esperado ainda está baixo e poderá haver aumento da oferta a partir de julho deste ano.<br /><br />Tal situação indica que o produtor deve continuar atento a gestão de custos na propriedade e estar preparado para uma possível queda de preços do leite, mesmo durante o período seco.  <br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário e aproveitar a oportunidade de aquisição de insumos para a manutenção do rebanho, além de utilizar o BB Opções Agropecuárias para ampliar a gestão sobre os custos de produção<br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54046116</guid><pubDate>Thu, 01 Jun 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54046116/20230601_bbcast_agro_leite.mp3" length="2115335" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 01 de junho de 2023, eu sou MARCELO LUIZ, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.  

A elevação do preço do leite pago ao produtor e a queda...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 01 de junho de 2023, eu sou MARCELO LUIZ, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.  <br /><br />A elevação do preço do leite pago ao produtor e a queda na cotação dos principais insumos utilizados na produção de leite, como milho e farelo de soja, vêm animando o pecuarista leiteiro e proporcionando recuperação de rentabilidade na atividade. Essa situação tende a incentivar o aumento da produção em relação aos anos anteriores.<br /><br />Ainda assim, o Centro de Inteligência do Leite da Embrapa alerta que o cenário para a cadeia dos lácteos continua desafiador, uma vez que a importação se mostra elevada, o consumo esperado ainda está baixo e poderá haver aumento da oferta a partir de julho deste ano.<br /><br />Tal situação indica que o produtor deve continuar atento a gestão de custos na propriedade e estar preparado para uma possível queda de preços do leite, mesmo durante o período seco.  <br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário e aproveitar a oportunidade de aquisição de insumos para a manutenção do rebanho, além de utilizar o BB Opções Agropecuárias para ampliar a gestão sobre os custos de produção<br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>133</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/05/2023 - Cenário do girassol</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-05-2023-cenario-do-girassol--54046010</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 31 de maio de 2023, meu nome é <b>EMERSON GHERI</b>, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em <b>RIO VERDE-GO </b>e falaremos sobre o cenário do Girassol.<br /><br />O Girassol é uma oleaginosa com grande resistência à seca, ao frio e ao calor se comparado a maioria das espécies cultivadas no Brasil. O rendimento é pouco influenciado pela latitude, pela altitude e pelo fotoperíodo, sendo uma excelente opção no sistema de rotação de culturas.<br /><br />Com uma tonelada do grão, são produzidos 400 kg de óleo, 200 kg resíduo (torta e casca) e 400 kg de farelo, produto rico em proteína bruta, utilizado na produção de ração.<br /><br />A CONAB registrou no 8° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a aproximadamente 45 mil ha e proporcionar uma produção de 71 mil toneladas, com destaque para o estado de GO, com 66% das áreas cultivadas. A produtividade projetada pela CONAB para a Safra atual é de 1.592 kg/ha. A maior indústria de GO para extração de óleo de girassol está localizada no munícipio de Itumbiara, tendo capacidade de processar 125.000 t/ano, porém recebe apenas 40.000 t, demonstrando assim a oportunidade de ampliação de áreas no estado.<br /><br />O óleo de girassol destaca-se por suas excelentes características físico-químicas e nutricionais, sendo um dos óleos vegetais de melhor qualidade nutricional e organolépticas existentes, além de prevenir diferentes doenças cardiovasculares e no controle do nível de colesterol no sangue, sendo um símbolo de vida sadia.<br /><br />A formação de preço da saca de girassol acompanha a cotação do óleo de soja, do prêmio em Chicago e do câmbio. O preço da saca de girassol, segundo cotação divulgada pela IFAG – Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás, para o final do mês de maio de 2023 foi de R$ 118,00/sc, valor 36% inferior que no mesmo período de 2022.<br /><br /> Para o produtor comprar os insumos necessários para o ciclo produtivo do Girassol, o BB disponibiliza o financiamento através das linhas de crédito de custeio agropecuário.<br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54046010</guid><pubDate>Wed, 31 May 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54046010/20230531_bbcast_agro_girassol.mp3" length="2981346" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 31 de maio de 2023, meu nome é EMERSON GHERI, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em RIO VERDE-GO e falaremos sobre o cenário do Girassol.

O Girassol é uma oleaginosa com grande resistência à seca, ao frio e ao calor se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 31 de maio de 2023, meu nome é <b>EMERSON GHERI</b>, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em <b>RIO VERDE-GO </b>e falaremos sobre o cenário do Girassol.<br /><br />O Girassol é uma oleaginosa com grande resistência à seca, ao frio e ao calor se comparado a maioria das espécies cultivadas no Brasil. O rendimento é pouco influenciado pela latitude, pela altitude e pelo fotoperíodo, sendo uma excelente opção no sistema de rotação de culturas.<br /><br />Com uma tonelada do grão, são produzidos 400 kg de óleo, 200 kg resíduo (torta e casca) e 400 kg de farelo, produto rico em proteína bruta, utilizado na produção de ração.<br /><br />A CONAB registrou no 8° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a aproximadamente 45 mil ha e proporcionar uma produção de 71 mil toneladas, com destaque para o estado de GO, com 66% das áreas cultivadas. A produtividade projetada pela CONAB para a Safra atual é de 1.592 kg/ha. A maior indústria de GO para extração de óleo de girassol está localizada no munícipio de Itumbiara, tendo capacidade de processar 125.000 t/ano, porém recebe apenas 40.000 t, demonstrando assim a oportunidade de ampliação de áreas no estado.<br /><br />O óleo de girassol destaca-se por suas excelentes características físico-químicas e nutricionais, sendo um dos óleos vegetais de melhor qualidade nutricional e organolépticas existentes, além de prevenir diferentes doenças cardiovasculares e no controle do nível de colesterol no sangue, sendo um símbolo de vida sadia.<br /><br />A formação de preço da saca de girassol acompanha a cotação do óleo de soja, do prêmio em Chicago e do câmbio. O preço da saca de girassol, segundo cotação divulgada pela IFAG – Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás, para o final do mês de maio de 2023 foi de R$ 118,00/sc, valor 36% inferior que no mesmo período de 2022.<br /><br /> Para o produtor comprar os insumos necessários para o ciclo produtivo do Girassol, o BB disponibiliza o financiamento através das linhas de crédito de custeio agropecuário.<br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>cenario,cenáriodogirassol,comercializacao,cultivo,cultivodegirassol,girassol,mercado,producao,produçãodegirassol,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/36624554c6bb5cf7aeda79cc19c83c14.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/05/2023 - Cenário da noz pecan</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-05-2023-cenario-da-noz-pecan--54035264</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 30 de maio de 2023, meu nome é <b>Thiago Gonçalves Teixeira</b>, sou Assessor de Agronegócios em <b>Bagé-RS</b> e falaremos sobre o <i>cenário da Noz Pecan</i>.<br /><br />  Planta de clima temperado, oriunda dos Estados Unidos, a nogueira pecan pode se desenvolver em diferentes condições climáticas. Para produção, necessita, no mínimo, de 400 horas de frio e precipitações anuais maiores que 800mm, sendo tolerante a geadas.<br /><br /> A nogueira é uma árvore de grande porte, cultivada em espaçamentos de 7 a 12 metros, em solos profundos, bem drenados e ambientes ensolarados. A Barton é a cultivar mais utilizada no Brasil.<br /><br /> Os maiores produtores são os Estados Unidos e o México, responsáveis por 92% da produção mundial, seguidos por África do Sul e Brasil. O Rio Grande do Sul é o maior produtor brasileiro com cerca de 6.900 hectares plantados e 4.300 ha em produção, o que corresponde a 70% da produção nacional.  Segundo o Instituto Brasileiro de Pecanicultura, a produção brasileira na Safra 2022/23 poderá alcançar 7.000 toneladas.<br /><br /> O consumo nacional é de aproximadamente 4.500 toneladas, o que permite abertura para exportação do excedente. O mercado global tem estimativa de crescimento de 6% para os próximos anos. As nozes podem ser comercializadas em casca para consumo <i>in natura</i> e para a indústria, na produção de óleos e cosméticos, ou beneficiadas na forma de nozes descascadas.<br /> A estiagem que atingiu o RS nesta safra afetou o tamanho das nozes e, consequentemente, a produção final. Com isso, o preço recebido pelo produto foi menor, apesar do bom rendimento de amêndoas. Embora seja uma cultura relativamente rústica, alguns cuidados são essenciais para que a lavoura se mantenha produtiva e economicamente viável, pois sua longevidade pode alcançar mais de 200 anos.<br /><br /> Além de ser uma ótima alternativa de investimento, o cultivo da pecan permite ainda uma série de consórcios com criações de ovinos ou bovinos ou com cultivos como a soja, o milho, o feijão e a amora, podendo também ser associada à produção de trufas.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimentos para implantação ou renovação de pomares, irrigação, aquisição de máquinas e equipamentos para colheita, secagem ou beneficiamento das nozes, além de linhas para custeio da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54035264</guid><pubDate>Tue, 30 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54035264/20230530_bbcast_agro_noz_pecan.mp3" length="2860556" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 30 de maio de 2023, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios em Bagé-RS e falaremos sobre o cenário da Noz Pecan.

  Planta de clima temperado, oriunda dos Estados Unidos, a nogueira pecan pode se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 30 de maio de 2023, meu nome é <b>Thiago Gonçalves Teixeira</b>, sou Assessor de Agronegócios em <b>Bagé-RS</b> e falaremos sobre o <i>cenário da Noz Pecan</i>.<br /><br />  Planta de clima temperado, oriunda dos Estados Unidos, a nogueira pecan pode se desenvolver em diferentes condições climáticas. Para produção, necessita, no mínimo, de 400 horas de frio e precipitações anuais maiores que 800mm, sendo tolerante a geadas.<br /><br /> A nogueira é uma árvore de grande porte, cultivada em espaçamentos de 7 a 12 metros, em solos profundos, bem drenados e ambientes ensolarados. A Barton é a cultivar mais utilizada no Brasil.<br /><br /> Os maiores produtores são os Estados Unidos e o México, responsáveis por 92% da produção mundial, seguidos por África do Sul e Brasil. O Rio Grande do Sul é o maior produtor brasileiro com cerca de 6.900 hectares plantados e 4.300 ha em produção, o que corresponde a 70% da produção nacional.  Segundo o Instituto Brasileiro de Pecanicultura, a produção brasileira na Safra 2022/23 poderá alcançar 7.000 toneladas.<br /><br /> O consumo nacional é de aproximadamente 4.500 toneladas, o que permite abertura para exportação do excedente. O mercado global tem estimativa de crescimento de 6% para os próximos anos. As nozes podem ser comercializadas em casca para consumo <i>in natura</i> e para a indústria, na produção de óleos e cosméticos, ou beneficiadas na forma de nozes descascadas.<br /> A estiagem que atingiu o RS nesta safra afetou o tamanho das nozes e, consequentemente, a produção final. Com isso, o preço recebido pelo produto foi menor, apesar do bom rendimento de amêndoas. Embora seja uma cultura relativamente rústica, alguns cuidados são essenciais para que a lavoura se mantenha produtiva e economicamente viável, pois sua longevidade pode alcançar mais de 200 anos.<br /><br /> Além de ser uma ótima alternativa de investimento, o cultivo da pecan permite ainda uma série de consórcios com criações de ovinos ou bovinos ou com cultivos como a soja, o milho, o feijão e a amora, podendo também ser associada à produção de trufas.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimentos para implantação ou renovação de pomares, irrigação, aquisição de máquinas e equipamentos para colheita, secagem ou beneficiamento das nozes, além de linhas para custeio da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,noz,nozpecan,pecan,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5e969a636f259238510f50e4b859058b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/05/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-05-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--54010239</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de maio, meu nome é Rosilene Ross, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado seguirá processando os números divulgados pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trouxe fundamentos baixistas, como a estimativa de elevação da oferta global da soja.<br /> O clima nos EUA seguirá favorecendo o avanço de plantio e outro fundamento que continuará no radar é o desempenho da economia chinesa, uma vez que esta pode influenciar diretamente a demanda por grãos e, desta forma, pressionar também as cotações da oleaginosa.<br /> No Brasil, a colheita já alcançou 99%, estando tecnicamente encerrada, confirmando-se a safra recorde.<br /> Com as cotações acumulando baixas nas últimas semanas, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo apenas negócios pontuais. Desta forma, o mercado doméstico seguirá pressionado negativamente tanto no curto quanto no médio prazo. <br /><b> Em relação ao milho, </b>o plantio estadunidense chegou a 81% da área, de acordo com levantamento de progresso de safra do Departamento de Agricultura Americano (USDA), divulgado em 22 de maio. O ritmo da semeadura está 6% superior em relação à média dos últimos cinco anos. Com esse bom ritmo, possivelmente o país poderá encerrar o cultivo no final de maio, dentro de uma janela ideal de plantio. Para a próxima semana, os mapas meteorológicos mostram retorno de chuvas no cinturão do milho, o que pode trazer pressão negativa às cotações na CBOT.<br />  Apesar da renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, rumores de que a Rússia não tem permitido navios no maior porto ucraniano deram suporte aos preços na semana passada. Os desdobramentos nos próximos dias e a manutenção das tensões entres os dois países poderão influenciar positivamente os preços no mercado externo.<br />  No Brasil, a colheita da 2ª safra se iniciou. De acordo com a Conab, 0,4% da área foi colhida. Com aumento da oferta do cereal e com as boas perspectivas de produtividade, os preços internos deverão seguir pressionados negativamente.   <b><br /></b><b> Para o café, </b>oferta ainda restrita com ausência de produto “novo”, mas com a evolução da colheita, os preços devem continuar pressionados negativamente.<br /> Dados do USDA para o Vietnam mostram elevação de 5,21% na colheita para a Safra 2023/24 e 5,41% na exportação do país.<br /> Mercado futuro com preços invertidos mostra a pressão de menor oferta também no conilon.      No Brasil, com o clima favorável e colheita evoluindo bem, devem confirmar safra com produto de boa peneira e qualidade.<br />  Incertezas quanto à demanda nos países consumidores e início de colheita no Brasil reduzem negócios, na espera da chegada ao mercado do volume das safras de meio de ano em colheita, tanto no arábica quanto no conilon.<br /> O mês de maio vem apresentando redução no volume exportado pelos principais países produtores ante a menor disponibilidade. No entanto, com a colheita se iniciando, espera-se maior volatilidade às cotações do grão, mas ainda com movimento baixista moderado.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Foi detectado casos atípicos do mal da “vaca louca” nos EUA. Diferentemente do que ocorre com o Brasil, no acordo entre China e EUA não ocorre o embargo às exportações quando o animal é diagnosticado. Assim, é pouco provável que o Brasil se beneficie deste acontecimento, uma vez que são nossos concorrentes no mercado externo.         A detecção de casos de gripe aviária no Espírito Santo pode afetar o preço da carne bovina. Até o momento não há restrições quanto às exportações da carne de frango e o Brasil trabalha para que isso não aconteça. Porém, um embargo à exportação da carne de frango, concorrente da carne bovina, geraria um excesso de oferta no mercado interno. Tal fato derrubaria o preço do frango e a tendência seria o consumidor migrar para a fonte de proteína mais barata, deixando de consumir a carne bovina.<br /> Com escala de abate confortável, os frigoríficos devem seguir  ofertando valores abaixo da referência para a arroba. No médio prazo, entre os períodos de junho e julho, a tendência é de haver menor oferta de animais, uma vez que ocorre a transição entre a safra e entressafra. Assim, é possível que haja reação pontual no preço do boi gordo, porém não se deve esperar altas expressivas no valor da arroba. O curto prazo segue com viés baixista.<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54010239</guid><pubDate>Mon, 29 May 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54010239/20230529_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5309379" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de maio, meu nome é Rosilene Ross, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 29 de maio, meu nome é Rosilene Ross, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado seguirá processando os números divulgados pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trouxe fundamentos baixistas, como a estimativa de elevação da oferta global da soja.<br /> O clima nos EUA seguirá favorecendo o avanço de plantio e outro fundamento que continuará no radar é o desempenho da economia chinesa, uma vez que esta pode influenciar diretamente a demanda por grãos e, desta forma, pressionar também as cotações da oleaginosa.<br /> No Brasil, a colheita já alcançou 99%, estando tecnicamente encerrada, confirmando-se a safra recorde.<br /> Com as cotações acumulando baixas nas últimas semanas, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo apenas negócios pontuais. Desta forma, o mercado doméstico seguirá pressionado negativamente tanto no curto quanto no médio prazo. <br /><b> Em relação ao milho, </b>o plantio estadunidense chegou a 81% da área, de acordo com levantamento de progresso de safra do Departamento de Agricultura Americano (USDA), divulgado em 22 de maio. O ritmo da semeadura está 6% superior em relação à média dos últimos cinco anos. Com esse bom ritmo, possivelmente o país poderá encerrar o cultivo no final de maio, dentro de uma janela ideal de plantio. Para a próxima semana, os mapas meteorológicos mostram retorno de chuvas no cinturão do milho, o que pode trazer pressão negativa às cotações na CBOT.<br />  Apesar da renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, rumores de que a Rússia não tem permitido navios no maior porto ucraniano deram suporte aos preços na semana passada. Os desdobramentos nos próximos dias e a manutenção das tensões entres os dois países poderão influenciar positivamente os preços no mercado externo.<br />  No Brasil, a colheita da 2ª safra se iniciou. De acordo com a Conab, 0,4% da área foi colhida. Com aumento da oferta do cereal e com as boas perspectivas de produtividade, os preços internos deverão seguir pressionados negativamente.   <b><br /></b><b> Para o café, </b>oferta ainda restrita com ausência de produto “novo”, mas com a evolução da colheita, os preços devem continuar pressionados negativamente.<br /> Dados do USDA para o Vietnam mostram elevação de 5,21% na colheita para a Safra 2023/24 e 5,41% na exportação do país.<br /> Mercado futuro com preços invertidos mostra a pressão de menor oferta também no conilon.      No Brasil, com o clima favorável e colheita evoluindo bem, devem confirmar safra com produto de boa peneira e qualidade.<br />  Incertezas quanto à demanda nos países consumidores e início de colheita no Brasil reduzem negócios, na espera da chegada ao mercado do volume das safras de meio de ano em colheita, tanto no arábica quanto no conilon.<br /> O mês de maio vem apresentando redução no volume exportado pelos principais países produtores ante a menor disponibilidade. No entanto, com a colheita se iniciando, espera-se maior volatilidade às cotações do grão, mas ainda com movimento baixista moderado.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Foi detectado casos atípicos do mal da “vaca louca” nos EUA. Diferentemente do que ocorre com o Brasil, no acordo entre China e EUA não ocorre o embargo às exportações quando o animal é diagnosticado. Assim, é pouco provável que o Brasil se beneficie deste acontecimento, uma vez que são nossos concorrentes no mercado externo.         A detecção de casos de gripe aviária no Espírito Santo pode afetar o preço da carne bovina. Até o momento não há restrições quanto às exportações da carne de frango e o Brasil trabalha para que isso não aconteça. Porém, um embargo à exportação da carne de...]]></itunes:summary><itunes:duration>332</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/05/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-05-2023-cenario-da-soja--54000375</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 26 maio de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos hoje sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato jul/23 na CBOT fechou 24/05 cotado a US 13,24/bushel, apresentando queda de -7,74% em relação ao início do mês.<br /><br /> Os principais fundamentos para a manutenção de queda nos últimos 30 dias estão atrelados aos dados do relatório de oferta e demanda do USDA, que elevou a estimativa dos estoques globais ajustados com a supersafra brasileira, boa perspectiva do início da safra americana e da safra 23/24 na Argentina com a projeção de predominância do fenômeno El Niño no final deste ano e início de 2024. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real e a baixa demanda chinesa.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 24/05, foi de R$ 137,01 por saca, apresentando alta de 0,09% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para Jun/23, registraram piora e chegaram a US$ -0,75/bushel em Paranaguá.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil está praticamente encerrada com 98,5% da área cultivada até 20/05. As projeções da safra brasileira vêm se confirmando, com obtenção de uma produção total acima de 154,8 milhões de toneladas.<br /><br />  Para os EUA, houve manutenção da estimativa de área de plantio 23/24, (35,41 milhões de ha). Com clima favorável, os produtores têm conseguido maior agilidade na semeadura, alcançando 66% da área projetada, enquanto na safra passada, neste mesmo período, o plantio alcançava 52%. Entretanto, segundo os modelos climáticos, poderão ocorrer precipitações abaixo do normal e temperaturas elevadas nas próximas quatro semanas.<br /><br />  Ainda sob o reflexo de sua quebra da safra 22/23, para a manutenção mínima da indústria de esmagamento de soja, a Argentina deverá ampliar seu programa de importação de grãos, principalmente do Paraguai e Brasil.<br /><br />  Como ao fundamentos apontam para cotações da soja mais baixas para que o patamar atual para a próxima safra, segue com elevada importância a adoção de mitigadores de preços pelos produtores no momento de planejamento e tomada de custo, como a venda antecipada, termos de mercadoria e opção agro.<br /> <br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/54000375</guid><pubDate>Fri, 26 May 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/54000375/20230526_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="2919071" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 26 maio de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos hoje sobre o cenário da soja.

 O contrato jul/23 na CBOT fechou 24/05 cotado a US 13,24/bushel, apresentando...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 26 maio de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos hoje sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato jul/23 na CBOT fechou 24/05 cotado a US 13,24/bushel, apresentando queda de -7,74% em relação ao início do mês.<br /><br /> Os principais fundamentos para a manutenção de queda nos últimos 30 dias estão atrelados aos dados do relatório de oferta e demanda do USDA, que elevou a estimativa dos estoques globais ajustados com a supersafra brasileira, boa perspectiva do início da safra americana e da safra 23/24 na Argentina com a projeção de predominância do fenômeno El Niño no final deste ano e início de 2024. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real e a baixa demanda chinesa.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 24/05, foi de R$ 137,01 por saca, apresentando alta de 0,09% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para Jun/23, registraram piora e chegaram a US$ -0,75/bushel em Paranaguá.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil está praticamente encerrada com 98,5% da área cultivada até 20/05. As projeções da safra brasileira vêm se confirmando, com obtenção de uma produção total acima de 154,8 milhões de toneladas.<br /><br />  Para os EUA, houve manutenção da estimativa de área de plantio 23/24, (35,41 milhões de ha). Com clima favorável, os produtores têm conseguido maior agilidade na semeadura, alcançando 66% da área projetada, enquanto na safra passada, neste mesmo período, o plantio alcançava 52%. Entretanto, segundo os modelos climáticos, poderão ocorrer precipitações abaixo do normal e temperaturas elevadas nas próximas quatro semanas.<br /><br />  Ainda sob o reflexo de sua quebra da safra 22/23, para a manutenção mínima da indústria de esmagamento de soja, a Argentina deverá ampliar seu programa de importação de grãos, principalmente do Paraguai e Brasil.<br /><br />  Como ao fundamentos apontam para cotações da soja mais baixas para que o patamar atual para a próxima safra, segue com elevada importância a adoção de mitigadores de preços pelos produtores no momento de planejamento e tomada de custo, como a venda antecipada, termos de mercadoria e opção agro.<br /> <br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>183</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d78f9a6fff68014b9f2246d8b8f85a4f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/05/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-05-2023-cenario-do-boi-gordo--53989284</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 25 de maio de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 113,81 mil toneladas de carne bovina in natura em 14 dias úteis de maio de 2023.<b> </b>No ano anterior, o volume total exportado no mês de maio ficou em 152,3 mil toneladas em 22 dias úteis.<br /><br /> A média diária exportada ficou em 8,13 mil toneladas e representa um aumento de 17,4% frente ao observado no mesmo período de 2022. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.082, desvalorização de 21,2% ante maio de 2022.<br /><br />  No dia 23/05/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 261,85, com queda de 0,65% no dia. Na B3, o contrato com vencimento para junho de 2023 fechou o dia cotado em R$ 255,95.<br /><br />  O IMEA divulgou a primeira intenção de confinamento no MT para 2023 e informou uma redução no volume de 9,46% frente ao levantamento de abr/22. O instituto ressalta que o volume indicado no 1º levantamento é comumente menor e costuma apresentar ajustes positivos ao longo do ano, de acordo com a movimentação e tendência do mercado.<br /><br /> Assim, mesmo com o preço enfraquecido da arroba, o cenário tende a ser otimista para o 1º giro do confinamento. O preço do boi magro, animal de reposição, caiu em todas as praças pecuárias do Brasil. Quanto à alimentação, as projeções são de preços mais atraentes em comparação com o ano passado, principalmente para o milho, importante insumo usado na nutrição animal, que segue em trajetória de queda. Dessa forma, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade para se obter um resultado satisfatório no empreendimento.<br /><br /> A Indústria frigorífica segue ofertando valores abaixo da referência média pelo boi gordo. As escalas de abate confortáveis e o grande volume de oferta de animais contribuem para pressionar negativamente a cotação da arroba. Importante destacar que a perspectiva é de redução dos índices de chuva no decorrer da 2a quinzena do mês, piorando as condições das pastagens e, por consequência, reduzindo a capacidade de retenção do pecuarista.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53989284</guid><pubDate>Thu, 25 May 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53989284/20230525_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3582790" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 25 de maio de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 25 de maio de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 113,81 mil toneladas de carne bovina in natura em 14 dias úteis de maio de 2023.<b> </b>No ano anterior, o volume total exportado no mês de maio ficou em 152,3 mil toneladas em 22 dias úteis.<br /><br /> A média diária exportada ficou em 8,13 mil toneladas e representa um aumento de 17,4% frente ao observado no mesmo período de 2022. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.082, desvalorização de 21,2% ante maio de 2022.<br /><br />  No dia 23/05/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 261,85, com queda de 0,65% no dia. Na B3, o contrato com vencimento para junho de 2023 fechou o dia cotado em R$ 255,95.<br /><br />  O IMEA divulgou a primeira intenção de confinamento no MT para 2023 e informou uma redução no volume de 9,46% frente ao levantamento de abr/22. O instituto ressalta que o volume indicado no 1º levantamento é comumente menor e costuma apresentar ajustes positivos ao longo do ano, de acordo com a movimentação e tendência do mercado.<br /><br /> Assim, mesmo com o preço enfraquecido da arroba, o cenário tende a ser otimista para o 1º giro do confinamento. O preço do boi magro, animal de reposição, caiu em todas as praças pecuárias do Brasil. Quanto à alimentação, as projeções são de preços mais atraentes em comparação com o ano passado, principalmente para o milho, importante insumo usado na nutrição animal, que segue em trajetória de queda. Dessa forma, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade para se obter um resultado satisfatório no empreendimento.<br /><br /> A Indústria frigorífica segue ofertando valores abaixo da referência média pelo boi gordo. As escalas de abate confortáveis e o grande volume de oferta de animais contribuem para pressionar negativamente a cotação da arroba. Importante destacar que a perspectiva é de redução dos índices de chuva no decorrer da 2a quinzena do mês, piorando as condições das pastagens e, por consequência, reduzindo a capacidade de retenção do pecuarista.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/95da298801572e9a26a499a439b8253b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/05/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-05-2023-cenario-do-cafe-arabica--53976789</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de maio de 2023, eu sou Marcia Calixto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP e hoje vamos falar sobre o mercado de Café Arábica.<br /><br /> O clima favorável no início da colheita, as boas perspectivas de peneira e qualidade e as estimativas otimistas de 15% a mais de produção do que na safra anterior, de acordo com a Conab, são fatores positivos para a safra atual.<br /><br /> As lavouras se desenvolveram bem durante um verão, quando houve elevada precipitação e temperaturas mais baixas. Os insumos, a valores mais baixos do que no ano passado, que permitem uma relação de troca vantajosa, no momento.<br /><br /> Após dois anos de oferta limitada por problemas climáticos, há agora expectativas de aumento da oferta nesta e na próxima safra, caso o clima continue colaborando. Assim, o momento sugere aproveitar as boas relações de troca e os preços do grão ainda sustentados pela escassez de produto e pelas incertezas acerca do nível de recuperação dos estoques mundiais.<br /><br />  A venda antecipada continua sendo um excelente instrumento de gestão financeira da safra e deve ser sempre analisada e considerada para garantia de renda sobre os custos de produção, conhecidos.<br /><br /> Neste cenário de incertezas, as opções de venda permitem ao produtor assegurar um nível de preços que considere adequado, ao mesmo tempo em que pode reter o produto para venda futura, já que não há necessidade de entrega física.<br /><br /> Acesse sua conta através do APP do Banco do Brasil, clique no Menu e acesse a opção AGRO. Em seguida “Contratar Opções Agro” e escolha o produto Café. Neste local, você simula as operações de opções de venda (PUT) e de compra (CALL) e até mesmo consegue contratar o produto após observados procedimentos regulatórios.<br /><br /> Em caso de dúvidas, consulte seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53976789</guid><pubDate>Wed, 24 May 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53976789/20230524_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2697134" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 24 de maio de 2023, eu sou Marcia Calixto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP e hoje vamos falar sobre o mercado de Café Arábica.

 O clima favorável no início da colheita, as boas perspectivas de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de maio de 2023, eu sou Marcia Calixto, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP e hoje vamos falar sobre o mercado de Café Arábica.<br /><br /> O clima favorável no início da colheita, as boas perspectivas de peneira e qualidade e as estimativas otimistas de 15% a mais de produção do que na safra anterior, de acordo com a Conab, são fatores positivos para a safra atual.<br /><br /> As lavouras se desenvolveram bem durante um verão, quando houve elevada precipitação e temperaturas mais baixas. Os insumos, a valores mais baixos do que no ano passado, que permitem uma relação de troca vantajosa, no momento.<br /><br /> Após dois anos de oferta limitada por problemas climáticos, há agora expectativas de aumento da oferta nesta e na próxima safra, caso o clima continue colaborando. Assim, o momento sugere aproveitar as boas relações de troca e os preços do grão ainda sustentados pela escassez de produto e pelas incertezas acerca do nível de recuperação dos estoques mundiais.<br /><br />  A venda antecipada continua sendo um excelente instrumento de gestão financeira da safra e deve ser sempre analisada e considerada para garantia de renda sobre os custos de produção, conhecidos.<br /><br /> Neste cenário de incertezas, as opções de venda permitem ao produtor assegurar um nível de preços que considere adequado, ao mesmo tempo em que pode reter o produto para venda futura, já que não há necessidade de entrega física.<br /><br /> Acesse sua conta através do APP do Banco do Brasil, clique no Menu e acesse a opção AGRO. Em seguida “Contratar Opções Agro” e escolha o produto Café. Neste local, você simula as operações de opções de venda (PUT) e de compra (CALL) e até mesmo consegue contratar o produto após observados procedimentos regulatórios.<br /><br /> Em caso de dúvidas, consulte seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/05/2023 - Cenário da maça</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-05-2023-cenario-da-maca--53963764</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de maio de 2023, meu nome é Renata Licciardi e sou Assessora de Agronegócios em Lages-SC e falaremos sobre o <b><i>cenário da maçã</i>.</b><br /><br />  O cultivo da maçã no Brasil é destaque nos estados do Sul, sendo que Santa Catarina e Rio Grande do Sul são responsáveis por mais de 97% da produção nacional. A safra 2023 está sendo finalizada nos próximos dias e, apesar do clima adverso, a expectativa é de uma safra normal, com uma produção estimada em mais de 1milhão e 100 mil toneladas.<br /><br />  A colheita ocorre principalmente nos meses de fevereiro a maio. Com o final da safra, o trabalho segue nos pomares com os tratos culturais pós-colheita, bem como nos <i>packing houses</i>, onde as frutas são classificadas e armazenadas em câmaras frias, para serem comercializadas para todo o país de forma escalonada durante o restante do ano, principalmente via centrais de abastecimento, supermercados e varejistas.<br /><br />  A maçã, na sua maior parte, é consumida in natura (cerca de 80%), mas também podemos encontrá-la na forma de sucos, bebidas alcoólicas (sidra) e aguardente de maçã, vinagre, geleias e doces.<br /><br />  De acordo com o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, integrado à EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) o produtor recebeu R$ 2,83 pelo quilo de maçã Fuji CAT1 no mês de abril de 2023, enquanto no atacado o valor chegou a R$7,22/kg. <br />  Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, não houve alteração significativa nos preços de comercialização.<br /><br />  O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como, Renovação/implantação de pomares; Irrigação, Cultivo Protegido - Telas anti-granizo, Armazenagem (Câmara fria) e “<i>Packing house</i>”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53963764</guid><pubDate>Tue, 23 May 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53963764/20230523_bbcast_agro_ma_a.mp3" length="2444269" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de maio de 2023, meu nome é Renata Licciardi e sou Assessora de Agronegócios em Lages-SC e falaremos sobre o cenário da maçã.

  O cultivo da maçã no Brasil é destaque nos estados do Sul, sendo que Santa Catarina e Rio Grande do Sul são...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de maio de 2023, meu nome é Renata Licciardi e sou Assessora de Agronegócios em Lages-SC e falaremos sobre o <b><i>cenário da maçã</i>.</b><br /><br />  O cultivo da maçã no Brasil é destaque nos estados do Sul, sendo que Santa Catarina e Rio Grande do Sul são responsáveis por mais de 97% da produção nacional. A safra 2023 está sendo finalizada nos próximos dias e, apesar do clima adverso, a expectativa é de uma safra normal, com uma produção estimada em mais de 1milhão e 100 mil toneladas.<br /><br />  A colheita ocorre principalmente nos meses de fevereiro a maio. Com o final da safra, o trabalho segue nos pomares com os tratos culturais pós-colheita, bem como nos <i>packing houses</i>, onde as frutas são classificadas e armazenadas em câmaras frias, para serem comercializadas para todo o país de forma escalonada durante o restante do ano, principalmente via centrais de abastecimento, supermercados e varejistas.<br /><br />  A maçã, na sua maior parte, é consumida in natura (cerca de 80%), mas também podemos encontrá-la na forma de sucos, bebidas alcoólicas (sidra) e aguardente de maçã, vinagre, geleias e doces.<br /><br />  De acordo com o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, integrado à EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) o produtor recebeu R$ 2,83 pelo quilo de maçã Fuji CAT1 no mês de abril de 2023, enquanto no atacado o valor chegou a R$7,22/kg. <br />  Comparativamente ao mesmo período do ano anterior, não houve alteração significativa nos preços de comercialização.<br /><br />  O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como, Renovação/implantação de pomares; Irrigação, Cultivo Protegido - Telas anti-granizo, Armazenagem (Câmara fria) e “<i>Packing house</i>”;<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>153</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,maça,plantação,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/760e713aaff30377d1813333a73d42a1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/05/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-05-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53959882</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de maio de 2023, meu nome é Patrícia Valença, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, é esperado que O mercado siga processando os números divulgados pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que trouxe fundamentos baixistas, como a estimativa de elevação da oferta global da soja. O clima nos EUA seguirá favorecendo o avanço de plantio. Outro fundamento que continuará no radar é o desempenho da economia chinesa, uma vez que esta pode influenciar diretamente a demanda por grãos e, desta forma, pressionar também as cotações.<br /> No Brasil, a colheita já alcançou 99%, estando tecnicamente encerrada, confirmando-se a safra recorde. Com as cotações em baixa, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo apenas negócios pontuais. Assim, o mercado doméstico seguirá pressionado negativamente tanto para o curto quanto para o médio prazo.<br /> <b>No tocante ao milho, cabe ressaltar que</b> O Relatório de Oferta e Demanda de grãos divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA) no dia 12 de maio estimou aumento na produção global de milho para Safra 2023/24 em 6,0%, o que representaria cerca de 70 mi t produzidas a mais que no ciclo anterior. Desse acréscimo, a safra norte-americana seria responsável por 56,0% dessa estimativa.<br />Com o plantio estadunidense evoluindo acima da média histórica e o clima até o momento dando condições favoráveis às lavouras, as cotações externas na CBOT têm sido pressionadas, e a continuidade desse movimento pode se repetir na próxima semana, visto que há ausência de fundamentos altistas para a reversão do viés baixista atual.<br /> Para o Brasil, o USDA estimou produção na Safra 2022/23 em 130 mi t. O volume é superior à estimativa da Conab (125,5 mi t). A visão do órgão americano em relação à produção brasileira reforça as expectativas de mais uma safra recorde, o que tem deixado os compradores retraídos. Caso esse movimento continue, com a colheita da 2ª safra se aproximando, os preços internos podem se manter enfraquecidos. <b><br /></b> <b>Para o café, </b> Redução de oferta no Vietnam e previsões de menor produção na Indonésia pressionam preços do conilon. De acordo com o USDA, o Peru, importante produtor de arábica fino, deve produzir 15,5% à mais este ano, cerca de 4,2 mi sacas ante a safra anterior; Incertezas na demanda dos países consumidores e início da colheita no Brasil contrapõem as preocupações com oferta restrita no curto prazo do conilon e do arábica; Ausência de previsões de alterações climáticas de frio e de precipitações até final de maio mantém expectativa favorável ao andamento da colheita brasileira;<br /> O Segundo levantamento para a Safra 2023 brasileira da Conab  estimou avanço na produção de arábica em 15,9% (37,93 mi sacas) e redução na produção no conilon, em 7,6% (16,81 mi sacas) ante 2022. Redução das exportações nos principais países produtores, como Brasil, Colômbia e Vietnam evidenciam os baixos estoques disponíveis. Colheita ainda incipiente, com compradores pouco ativos, mantendo dúvidas sobre o nível de recuperação dos estoques, tanto de conilon quanto de arábica.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo, cabe destaque à</b>: Divulgação da primeira intenção de confinamento no MT para 2023 pelo IMEA, e informa uma redução no volume de 9,46% frente ao levantamento de abr/22. O instituto ressalta que o volume indicado no 1º levantamento é comumente menor e costuma apresentar ajustes positivos ao longo do ano, de acordo com a movimentação e tendência do mercado.<br />  Assim, mesmo com o preço enfraquecido da arroba, o cenário tende a ser otimista para o 1º giro do confinamento. O preço do boi magro, animal de reposição, caiu em todas as praças pecuárias do Brasil. Quanto à alimentação, as projeções são de preços mais atraentes em comparação com o ano passado, principalmente para o milho, importante insumo usado na nutrição animal, que segue em trajetória de queda. Dessa forma, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade para se obter um resultado satisfatório no empreendimento.<br /> O mercado do boi gordo pode apresentar alguma recuperação dos preços apenas no período de transição entre a safra e a entressafra.<br /> Para a próxima semana, com a Indústria bem escalonada em sua programação de abate, a tendência é de pressão negativa no valor da arroba. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53959882</guid><pubDate>Mon, 22 May 2023 15:12:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53959882/20230522_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="6095978" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de maio de 2023, meu nome é Patrícia Valença, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 22 de maio de 2023, meu nome é Patrícia Valença, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, é esperado que O mercado siga processando os números divulgados pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que trouxe fundamentos baixistas, como a estimativa de elevação da oferta global da soja. O clima nos EUA seguirá favorecendo o avanço de plantio. Outro fundamento que continuará no radar é o desempenho da economia chinesa, uma vez que esta pode influenciar diretamente a demanda por grãos e, desta forma, pressionar também as cotações.<br /> No Brasil, a colheita já alcançou 99%, estando tecnicamente encerrada, confirmando-se a safra recorde. Com as cotações em baixa, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo apenas negócios pontuais. Assim, o mercado doméstico seguirá pressionado negativamente tanto para o curto quanto para o médio prazo.<br /> <b>No tocante ao milho, cabe ressaltar que</b> O Relatório de Oferta e Demanda de grãos divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano (USDA) no dia 12 de maio estimou aumento na produção global de milho para Safra 2023/24 em 6,0%, o que representaria cerca de 70 mi t produzidas a mais que no ciclo anterior. Desse acréscimo, a safra norte-americana seria responsável por 56,0% dessa estimativa.<br />Com o plantio estadunidense evoluindo acima da média histórica e o clima até o momento dando condições favoráveis às lavouras, as cotações externas na CBOT têm sido pressionadas, e a continuidade desse movimento pode se repetir na próxima semana, visto que há ausência de fundamentos altistas para a reversão do viés baixista atual.<br /> Para o Brasil, o USDA estimou produção na Safra 2022/23 em 130 mi t. O volume é superior à estimativa da Conab (125,5 mi t). A visão do órgão americano em relação à produção brasileira reforça as expectativas de mais uma safra recorde, o que tem deixado os compradores retraídos. Caso esse movimento continue, com a colheita da 2ª safra se aproximando, os preços internos podem se manter enfraquecidos. <b><br /></b> <b>Para o café, </b> Redução de oferta no Vietnam e previsões de menor produção na Indonésia pressionam preços do conilon. De acordo com o USDA, o Peru, importante produtor de arábica fino, deve produzir 15,5% à mais este ano, cerca de 4,2 mi sacas ante a safra anterior; Incertezas na demanda dos países consumidores e início da colheita no Brasil contrapõem as preocupações com oferta restrita no curto prazo do conilon e do arábica; Ausência de previsões de alterações climáticas de frio e de precipitações até final de maio mantém expectativa favorável ao andamento da colheita brasileira;<br /> O Segundo levantamento para a Safra 2023 brasileira da Conab  estimou avanço na produção de arábica em 15,9% (37,93 mi sacas) e redução na produção no conilon, em 7,6% (16,81 mi sacas) ante 2022. Redução das exportações nos principais países produtores, como Brasil, Colômbia e Vietnam evidenciam os baixos estoques disponíveis. Colheita ainda incipiente, com compradores pouco ativos, mantendo dúvidas sobre o nível de recuperação dos estoques, tanto de conilon quanto de arábica.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo, cabe destaque à</b>: Divulgação da primeira intenção de confinamento no MT para 2023 pelo IMEA, e informa uma redução no volume de 9,46% frente ao levantamento de abr/22. O instituto ressalta que o volume indicado no 1º levantamento é comumente menor e costuma apresentar ajustes positivos ao longo do ano, de acordo com a movimentação e tendência do mercado.<br />  Assim, mesmo com o preço enfraquecido da arroba, o cenário tende a ser otimista para o 1º giro do confinamento. O preço do boi magro, animal de reposição, caiu em todas...]]></itunes:summary><itunes:duration>381</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/05/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-05-2023-cenario-do-milho--53929208</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 19 de maio de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Na primeira quinzena de maio, as cotações do milho seguiram o movimento de baixa observado em abril.<br /><br />  Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento setembro/23 encerrou a quarta-feira (17) cotado a US$ 4,97/bushel, desvalorização de 4,5% em relação ao início do mês.<br /><br />  O ritmo de plantio da safra norte-americana, que está superior à média dos últimos cinco anos e bem acima do ano passado, e o clima favorável ao desenvolvimento da cultura apontam para boas produtividades, o que têm pressionado as cotações externas.<br /><br />  Adicionalmente, no relatório de Oferta e Demanda divulgado na semana passada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, foi estimada produção recorde para a temporada 2023/24 no país. Caso esse volume seja alcançado, os estoques finais americanos terão um aumento em torno de 57% em relação à Safra 2022/23.<br /><br />  Para o Brasil, o documento apontou produção total de 130 milhões de toneladas na safra atual, volume 4,0% superior ao estimado pela CONAB. Essa expectativa de novo recorde na produção brasileira, aliada ao clima favorável para a 2ª safra, têm enfraquecido os preços internamente. Com o avanço da colheita da 1ª safra e a maior disponibilidade do grão, o preço físico referência CEPEA/B3 apresentou queda de 10,9% desde o início de maio, estando cotado à R$ 57,43 a saca na quarta-feira, dia 17.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53929208</guid><pubDate>Fri, 19 May 2023 12:33:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53929208/20230519_bbcast_agro_milho.mp3" length="2644471" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 19 de maio de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

Na primeira quinzena de maio, as cotações do milho seguiram o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 19 de maio de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – SP e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Na primeira quinzena de maio, as cotações do milho seguiram o movimento de baixa observado em abril.<br /><br />  Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento setembro/23 encerrou a quarta-feira (17) cotado a US$ 4,97/bushel, desvalorização de 4,5% em relação ao início do mês.<br /><br />  O ritmo de plantio da safra norte-americana, que está superior à média dos últimos cinco anos e bem acima do ano passado, e o clima favorável ao desenvolvimento da cultura apontam para boas produtividades, o que têm pressionado as cotações externas.<br /><br />  Adicionalmente, no relatório de Oferta e Demanda divulgado na semana passada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, foi estimada produção recorde para a temporada 2023/24 no país. Caso esse volume seja alcançado, os estoques finais americanos terão um aumento em torno de 57% em relação à Safra 2022/23.<br /><br />  Para o Brasil, o documento apontou produção total de 130 milhões de toneladas na safra atual, volume 4,0% superior ao estimado pela CONAB. Essa expectativa de novo recorde na produção brasileira, aliada ao clima favorável para a 2ª safra, têm enfraquecido os preços internamente. Com o avanço da colheita da 1ª safra e a maior disponibilidade do grão, o preço físico referência CEPEA/B3 apresentou queda de 10,9% desde o início de maio, estando cotado à R$ 57,43 a saca na quarta-feira, dia 17.<br /><br />  O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/05/2023 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-05-2023-cenario-da-suinocultura--53911161</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de maio de 2023, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />O momento atual está se configurando como o início de uma fase favorável para a suinocultura brasileira, pela recuperação dos preços do suíno terminado, e principalmente pela queda nos custos de produção.<br /><br />O preço do suíno terminado independente apresentou uma pequena recuperação durante o mês de maio, reflexo de uma maior demanda do mercado interno brasileiro, e pela melhora de desempenho das exportações, comparado ao mesmo período do ano passado.<br /><br />As exportações brasileiras de carne suína do mês de abril atingiram quantidade de 93 milhões de toneladas. Esse volume foi 14% superior ao registrado no mês de abril de 2022. Já o acumulado nos quatro primeiros meses do ano de 2023, está em 338 milhões de toneladas exportadas, o que representa acréscimo de quase 15% ao observado no mesmo período do ano anterior.<br /><br />Já o preço médio da carne suína exportada no mês de abril desse ano, em dólar, teve alta de mais de 14% quando comparado com o recebido em abril de 2022.<br /><br />Quanto ao preço do quilo do suíno terminado, em MG, iniciou o ano com preços em alta, sendo cotado a R$ 7,80, atingindo sua máxima na segunda quinzena no mês de fevereiro a R$ 8,36. Atualmente o quilo está sendo comercializado a R$ 7,00, que, com a queda do preço da ração, mantem a margem da atividade positiva.<br /><br /> O alento da suinocultura está justamente na queda nos custos de produção, com a queda nos preços de milho e soja. O preço do milho já reduziu em 32% no ano de 2023, enquanto a soja reduziu 24%.<br /><br />O milho, que nos últimos dois anos manteve suas cotações em alta, apresentou significativa retração. E considerando que junho tem início da colheita da segunda safra brasileira, os próximos meses serão de oportunidade para o suinocultor recompor os estoques do produto, permitindo equalizar os custos da atividade para o próximo período.<br /><br />Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir a compra dos insumos no melhor momento para um ciclo produtivo com boa rentabilidade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53911161</guid><pubDate>Thu, 18 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53911161/20230518_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="2657010" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de maio de 2023, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.

O momento atual está se configurando como o início de uma fase...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de maio de 2023, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />O momento atual está se configurando como o início de uma fase favorável para a suinocultura brasileira, pela recuperação dos preços do suíno terminado, e principalmente pela queda nos custos de produção.<br /><br />O preço do suíno terminado independente apresentou uma pequena recuperação durante o mês de maio, reflexo de uma maior demanda do mercado interno brasileiro, e pela melhora de desempenho das exportações, comparado ao mesmo período do ano passado.<br /><br />As exportações brasileiras de carne suína do mês de abril atingiram quantidade de 93 milhões de toneladas. Esse volume foi 14% superior ao registrado no mês de abril de 2022. Já o acumulado nos quatro primeiros meses do ano de 2023, está em 338 milhões de toneladas exportadas, o que representa acréscimo de quase 15% ao observado no mesmo período do ano anterior.<br /><br />Já o preço médio da carne suína exportada no mês de abril desse ano, em dólar, teve alta de mais de 14% quando comparado com o recebido em abril de 2022.<br /><br />Quanto ao preço do quilo do suíno terminado, em MG, iniciou o ano com preços em alta, sendo cotado a R$ 7,80, atingindo sua máxima na segunda quinzena no mês de fevereiro a R$ 8,36. Atualmente o quilo está sendo comercializado a R$ 7,00, que, com a queda do preço da ração, mantem a margem da atividade positiva.<br /><br /> O alento da suinocultura está justamente na queda nos custos de produção, com a queda nos preços de milho e soja. O preço do milho já reduziu em 32% no ano de 2023, enquanto a soja reduziu 24%.<br /><br />O milho, que nos últimos dois anos manteve suas cotações em alta, apresentou significativa retração. E considerando que junho tem início da colheita da segunda safra brasileira, os próximos meses serão de oportunidade para o suinocultor recompor os estoques do produto, permitindo equalizar os custos da atividade para o próximo período.<br /><br />Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir a compra dos insumos no melhor momento para um ciclo produtivo com boa rentabilidade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>167</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/154dc2a8b478df04bb128913fab4245d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/05/2023 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-05-2023-cenario-do-trigo--53910714</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 17 de Maio de 2023, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />O plantio avança na Região Sul, que responde por 90% da área de trigo cultivada no país. O estado do Paraná é o que apresenta maior avanço, com 39% da área plantada. Segundo dados do DERAL, a expectativa é de que o estado cultive 1,36 mil hectares, 13% a mais que a safra passada. Nos estados do RS e SC o plantio está em fase inicial, atrasado em relação aos anos anteriores, principalmente devido ao atraso na cultura da soja.<br /><br />Segundo as projeções da Conab de maio/23 é esperado o cultivo de 3,3 milhões de hectares no Brasil na safra de 2023. Apesar do incremento de 7% na área, a perspectiva de menor produtividade deve resultar na produção de 9,5 milhões de toneladas, 9,4% inferior à safra de 2022. Vale destacar o incremento de área cultivada nos estados do Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, que aumentaram respectivamente 89% e 42%.<br /><br />No cenário internacional, segundo projeção do USDA para safra 23/24, haverá aumento na produção mundial, de 1,5 milhão de tonelada, puxada pela maior produção de países como Argentina, China, Estados Unidos, Canadá e Índia. Por outro lado, importantes produtores como Rússia, Australia e Ucrânia projetam redução nas suas produções.<br /><br />Outro ponto de atenção são as negociações envolvendo a extensão do acordo de grãos do Mar Negro, que expira no dia 18/05 e, caso não seja renovado, pode impactar no mercado internacional de trigo.<br /><br />No Brasil, destacamos a atualização dos Preços Mínimos do trigo calculados pela Conab. Os novos valores têm vigência até 2024 e servirão como referência nas operações ligadas à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).<br /><br />O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de pouco mais de 6% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.452,14. A maior oferta no cenário nacional devido a produção recorde brasileira da safra passada, influenciou os preços para baixo.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2023. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53910714</guid><pubDate>Wed, 17 May 2023 20:37:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53910714/20230517_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2961284" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 17 de Maio de 2023, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.

O plantio avança na Região Sul, que responde por 90% da área de trigo cultivada no país. O estado do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 17 de Maio de 2023, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />O plantio avança na Região Sul, que responde por 90% da área de trigo cultivada no país. O estado do Paraná é o que apresenta maior avanço, com 39% da área plantada. Segundo dados do DERAL, a expectativa é de que o estado cultive 1,36 mil hectares, 13% a mais que a safra passada. Nos estados do RS e SC o plantio está em fase inicial, atrasado em relação aos anos anteriores, principalmente devido ao atraso na cultura da soja.<br /><br />Segundo as projeções da Conab de maio/23 é esperado o cultivo de 3,3 milhões de hectares no Brasil na safra de 2023. Apesar do incremento de 7% na área, a perspectiva de menor produtividade deve resultar na produção de 9,5 milhões de toneladas, 9,4% inferior à safra de 2022. Vale destacar o incremento de área cultivada nos estados do Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, que aumentaram respectivamente 89% e 42%.<br /><br />No cenário internacional, segundo projeção do USDA para safra 23/24, haverá aumento na produção mundial, de 1,5 milhão de tonelada, puxada pela maior produção de países como Argentina, China, Estados Unidos, Canadá e Índia. Por outro lado, importantes produtores como Rússia, Australia e Ucrânia projetam redução nas suas produções.<br /><br />Outro ponto de atenção são as negociações envolvendo a extensão do acordo de grãos do Mar Negro, que expira no dia 18/05 e, caso não seja renovado, pode impactar no mercado internacional de trigo.<br /><br />No Brasil, destacamos a atualização dos Preços Mínimos do trigo calculados pela Conab. Os novos valores têm vigência até 2024 e servirão como referência nas operações ligadas à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).<br /><br />O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de pouco mais de 6% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.452,14. A maior oferta no cenário nacional devido a produção recorde brasileira da safra passada, influenciou os preços para baixo.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola de Trigo e outras culturas de inverno para safra 2023. Para mais informações, consulte sua agência BB e parceiros agro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e5a3766eef5dec12284d35717b642431.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/05/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-05-2023-cenario-da-cana-de-acucar--53888751</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 16 de maio de 2023 meu nome é Graça Fogli sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><br />Desde o início da safra de cana em abril, já foram colhidos 34,82 milhões de toneladas no Centro Sul do País, ou seja, 5,89% da estimativa média da NovaCana, de 591,24 milhões de toneladas.  O levantamento de área publicado pela Conab aponta para 8,41 milhões de hectares cultivados com cana-de-açúcar e rendimento médio de 75,75 t/ha.<br /><br /> Área e produtividade serão maiores, com incrementos de 1,5 % e 2,9%, respectivamente, comparadas à safra anterior. A expansão e renovação das áreas e as melhores condições climáticas, fortalecem estas estimativas.<br /><br /> Um “El Niño” é esperado paro o segundo semestre, com ocorrência de mais chuvas, expectativa de atrasos na colheita, menor qualidade da matéria-prima agrícola, mas, maior produtividade.<br /><br /> Para o açúcar, a estimativa média da NovaCana é de aumento de 9,8 % na produção, chegando a 37,05 milhões de toneladas. O momento é de alta, impulsionado pelo baixo estoque mundial e pela baixa oferta de países exportadores, como Índia, Tailândia e Austrália.<br /><br /> A visão também é de incremento para o etanol, com produção estimada em 25,6 bilhões de litros, crescimento de 4,6 %, impulsionado principalmente pelos anúncios de alteração do cálculo do ICMS e aumento de 27,5 para 30,0 % na mistura com a gasolina, melhorando sua competitividade.<br /><br /> Ao falar sobre Sustentabilidade e CBios, a retomada do calendário anual a partir de 2024 – alterado por causa da pandemia, reforça o objetivo de previsibilidade para os distribuidores (parte obrigada), e o respeito à segurança jurídica. A meta prevista para 2023 é de 37,47 milhões de CBios a serem comercializados.<br /><br /> Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR, incluindo a mais nova CPR para Cbios.<br /><br /> Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência, como Deezer e Spotify.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53888751</guid><pubDate>Tue, 16 May 2023 12:53:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53888751/20230516_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3969402" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 16 de maio de 2023 meu nome é Graça Fogli sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.

Desde o início da safra de cana em abril, já foram colhidos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 16 de maio de 2023 meu nome é Graça Fogli sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><br />Desde o início da safra de cana em abril, já foram colhidos 34,82 milhões de toneladas no Centro Sul do País, ou seja, 5,89% da estimativa média da NovaCana, de 591,24 milhões de toneladas.  O levantamento de área publicado pela Conab aponta para 8,41 milhões de hectares cultivados com cana-de-açúcar e rendimento médio de 75,75 t/ha.<br /><br /> Área e produtividade serão maiores, com incrementos de 1,5 % e 2,9%, respectivamente, comparadas à safra anterior. A expansão e renovação das áreas e as melhores condições climáticas, fortalecem estas estimativas.<br /><br /> Um “El Niño” é esperado paro o segundo semestre, com ocorrência de mais chuvas, expectativa de atrasos na colheita, menor qualidade da matéria-prima agrícola, mas, maior produtividade.<br /><br /> Para o açúcar, a estimativa média da NovaCana é de aumento de 9,8 % na produção, chegando a 37,05 milhões de toneladas. O momento é de alta, impulsionado pelo baixo estoque mundial e pela baixa oferta de países exportadores, como Índia, Tailândia e Austrália.<br /><br /> A visão também é de incremento para o etanol, com produção estimada em 25,6 bilhões de litros, crescimento de 4,6 %, impulsionado principalmente pelos anúncios de alteração do cálculo do ICMS e aumento de 27,5 para 30,0 % na mistura com a gasolina, melhorando sua competitividade.<br /><br /> Ao falar sobre Sustentabilidade e CBios, a retomada do calendário anual a partir de 2024 – alterado por causa da pandemia, reforça o objetivo de previsibilidade para os distribuidores (parte obrigada), e o respeito à segurança jurídica. A meta prevista para 2023 é de 37,47 milhões de CBios a serem comercializados.<br /><br /> Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR, incluindo a mais nova CPR para Cbios.<br /><br /> Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência, como Deezer e Spotify.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>249</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/41b0f96c29eb9f1a73edb71887039c4e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/05/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-05-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53837504</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de maio, meu nome é Mariana, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado deverá processar os números apresentados pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com dados preliminares da produção global 2023/24. Há expectativa de elevação da oferta (crescimento em área e produção), tanto nos EUA quanto na América do Sul.<br /> O  plantio nos EUA seguirá avançando com ritmo acima da média. Estão previstas chuvas para as áreas produtoras do cinturão agrícola, que contribuirão para bom desenvolvimento das lavouras. Nos estados localizados na Região Norte, a temperatura se elevará, favorecendo as condições de solo para o plantio.<br /> No Brasil, a colheita já encerrou nos principais estados produtores, avança no RS e MA, encaminhando-se para o fechamento, que deverá confirmar a safra recorde.<br />  Com a comercialização da safra ainda atrasada e cotações em baixa, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, negociando apenas o necessário. A pressão na logística brasileira diminuiu, no entanto, a CBOT exercerá pressão adicional aos preços internos. Assim, para o mercado doméstico espera-se preços pressionados negativamente tanto paro o curto quanto para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>as repercussões referentes às estimativas do relatório de Oferta e Demanda do USDA, a serem divulgados nesta sexta-feira (12), poderão trazer viés de baixa nos preços na CBOT. Somado a isso, pressão adicional poderá vir também do plantio de milho norte-americano, que segue em ritmo elevado em relação ao mesmo período da Safra 2022/23 e previsões climáticas favoráveis para a próxima semana, que indicam manutenção do bom ritmo da semeadura.<br />  A Conab apresentou, no último dia 11, seu 8º Levantamento de Safra 2022/23, referente ao mês de maio. As estimativas trouxeram incremento de 656 mil toneladas na produção final, agora estimada em 125,53 milhões de toneladas. Os estoques finais brasileiros foram projetados em 8,18 milhões de toneladas, 8,6% superior ao apontado no mês passado. Essa revisão, mesmo que tímida, colabora com a expectativa do mercado para uma produção recorde, especialmente na 2ª safra.<br />  Com compradores ainda retraídos e uma possível desvalorização nos preços em Chicago, o preço físico interno pode continuar em movimento baixista, seguindo a paridade de exportação.   <b><br /></b><br /><b></b><br /><b>Para o café, </b>ausência de adversidades climáticas, como frio intenso e chuvas, mantêm expectativa favorável ao início de colheita nas áreas de arábica do Sudeste.<br /> Políticas de elevação de juros e combate à inflação desestimulam antecipação de compras em função do custo de carregamento de estoques e prevalência de mercado invertido.<br /> Vendas pontuais de remanescente de safra para cobertura de custos de colheita e demanda restrita favorecem horizonte de retração de preços no curto prazo.<br /> O avanço da colheita brasileira deve pressionar preços, haja vista previsões que variam entre 62 e 67 milhões de sacas de café arábica e que recentemente têm sido revisadas para cima por algumas fontes.<br /> Por outro lado, os estoques certificados na ICE mantém movimento de redução e evidenciam estoques baixos em países produtores e consumidores, o que mantém preocupação com volatilidade de preços.<br />  A dificuldade para contratação de mão-de-obra para as áreas não mecanizadas deve elevar os custos de colheita.<br />  Neste contexto, esperam preços físicos em movimento de desvalorização no curto e médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: A recente valorização do real frente ao dólar e a queda no preço da carne bovina no mercado internacional trazem pressão baixista adicional aos valores da arroba, pois desestimulam os frigoríficos exportadores a pagar preços mais robustos aos pecuaristas.<br />  No médio prazo, entre os períodos de junho e julho, a tendência é haver menor oferta de animais, uma vez que ocorre a transição entre safra e entressafra. Assim, é possível que haja uma modesta reação pontual no preço do boi gordo, porém sem expectativa de movimento altista expressivo na cotação da arroba.<br />  Para a próxima semana, a indústria, com a programação de abate relativamente confortável e com a boa disponibilidade de animais terminados, deve buscar negociar pontualmente e ofertar valores abaixo da referência a fim de melhorar suas margens, o que pode resultar em manutenção do movimento de desvalorização da arroba bovina.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53837504</guid><pubDate>Mon, 15 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53837504/20230515_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5646254" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de maio, meu nome é Mariana, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 15 de maio, meu nome é Mariana, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O mercado deverá processar os números apresentados pelo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com dados preliminares da produção global 2023/24. Há expectativa de elevação da oferta (crescimento em área e produção), tanto nos EUA quanto na América do Sul.<br /> O  plantio nos EUA seguirá avançando com ritmo acima da média. Estão previstas chuvas para as áreas produtoras do cinturão agrícola, que contribuirão para bom desenvolvimento das lavouras. Nos estados localizados na Região Norte, a temperatura se elevará, favorecendo as condições de solo para o plantio.<br /> No Brasil, a colheita já encerrou nos principais estados produtores, avança no RS e MA, encaminhando-se para o fechamento, que deverá confirmar a safra recorde.<br />  Com a comercialização da safra ainda atrasada e cotações em baixa, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, negociando apenas o necessário. A pressão na logística brasileira diminuiu, no entanto, a CBOT exercerá pressão adicional aos preços internos. Assim, para o mercado doméstico espera-se preços pressionados negativamente tanto paro o curto quanto para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>as repercussões referentes às estimativas do relatório de Oferta e Demanda do USDA, a serem divulgados nesta sexta-feira (12), poderão trazer viés de baixa nos preços na CBOT. Somado a isso, pressão adicional poderá vir também do plantio de milho norte-americano, que segue em ritmo elevado em relação ao mesmo período da Safra 2022/23 e previsões climáticas favoráveis para a próxima semana, que indicam manutenção do bom ritmo da semeadura.<br />  A Conab apresentou, no último dia 11, seu 8º Levantamento de Safra 2022/23, referente ao mês de maio. As estimativas trouxeram incremento de 656 mil toneladas na produção final, agora estimada em 125,53 milhões de toneladas. Os estoques finais brasileiros foram projetados em 8,18 milhões de toneladas, 8,6% superior ao apontado no mês passado. Essa revisão, mesmo que tímida, colabora com a expectativa do mercado para uma produção recorde, especialmente na 2ª safra.<br />  Com compradores ainda retraídos e uma possível desvalorização nos preços em Chicago, o preço físico interno pode continuar em movimento baixista, seguindo a paridade de exportação.   <b><br /></b><br /><b></b><br /><b>Para o café, </b>ausência de adversidades climáticas, como frio intenso e chuvas, mantêm expectativa favorável ao início de colheita nas áreas de arábica do Sudeste.<br /> Políticas de elevação de juros e combate à inflação desestimulam antecipação de compras em função do custo de carregamento de estoques e prevalência de mercado invertido.<br /> Vendas pontuais de remanescente de safra para cobertura de custos de colheita e demanda restrita favorecem horizonte de retração de preços no curto prazo.<br /> O avanço da colheita brasileira deve pressionar preços, haja vista previsões que variam entre 62 e 67 milhões de sacas de café arábica e que recentemente têm sido revisadas para cima por algumas fontes.<br /> Por outro lado, os estoques certificados na ICE mantém movimento de redução e evidenciam estoques baixos em países produtores e consumidores, o que mantém preocupação com volatilidade de preços.<br />  A dificuldade para contratação de mão-de-obra para as áreas não mecanizadas deve elevar os custos de colheita.<br />  Neste contexto, esperam preços físicos em movimento de desvalorização no curto e médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: A recente valorização do real frente ao dólar e a queda no preço da carne bovina no mercado internacional trazem...]]></itunes:summary><itunes:duration>353</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/05/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-05-2023-cenario-da-soja--53826456</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 12 maio de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato jul/23 na CBOT fechou 10/05 cotado a US14,04/bushel, apresentando queda de -1,1% em relação ao início do mês e de quase 4% nos últimos 30 dias.<br /><br /> Os principais fundamentos para o movimento baixista observado remetem aos dados do relatório de oferta e demanda do USDA, que manteve os estoques globais estáveis e ajustados com a supersafra brasileira, quebra de safra argentina e a boa perspectiva do início da safra nos EUA. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real, receio ainda presente com a crise do sistema bancário global e a baixa demanda chinesa.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 10/05, foi de R$ 140,13 por saca, apresentando alta de 2,4% em relação ao início do mês. Os prêmios nos portos para maio/23, registraram piora e chegaram a US$ -1,5/bushel em Paranaguá, refletindo a entrada da safra 22/23.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil atingiu 95,4% da área cultivada até 06/05, com MA e RS tendo colhido 78% das áreas. Nos demais estados, a colheita está praticamente encerrada. As projeções da safra brasileira vêm se confirmando, com obtenção de uma produção total acima de 154,8 milhões de tonelada, 0,8% acima da estimativa anterior.<br /><br />  Para os EUA, houve manutenção da estimativa de área de plantio 23/24, (31,41 milhões de ha). Com clima favorável, os produtores têm conseguido maior agilidade na semeadura, alcançando 35% da área projetada, ou seja, 14% acima da média dos últimos 5 anos. Na Argentina, a Bolsa do Rosário estima produção de 23 milhões de toneladas, quebra histórica. Para manutenção mínima da indústria de esmagamento de soja, a Argentina deverá ampliar seu programa de importação de grãos, principalmente do Brasil e Paraguai.<br /><br />  O INMET indica para a 2ª quinzena de maio chuvas dentro das médias climatológicas para a maioria dos estados brasileiros.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a Linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53826456</guid><pubDate>Fri, 12 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53826456/20230512_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3359182" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira 12 maio de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.

 O contrato jul/23 na CBOT fechou 10/05 cotado a US14,04/bushel, apresentando queda...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira 12 maio de 2023, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br /> O contrato jul/23 na CBOT fechou 10/05 cotado a US14,04/bushel, apresentando queda de -1,1% em relação ao início do mês e de quase 4% nos últimos 30 dias.<br /><br /> Os principais fundamentos para o movimento baixista observado remetem aos dados do relatório de oferta e demanda do USDA, que manteve os estoques globais estáveis e ajustados com a supersafra brasileira, quebra de safra argentina e a boa perspectiva do início da safra nos EUA. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real, receio ainda presente com a crise do sistema bancário global e a baixa demanda chinesa.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 10/05, foi de R$ 140,13 por saca, apresentando alta de 2,4% em relação ao início do mês. Os prêmios nos portos para maio/23, registraram piora e chegaram a US$ -1,5/bushel em Paranaguá, refletindo a entrada da safra 22/23.<br /><br />  De acordo com a Conab, a colheita no Brasil atingiu 95,4% da área cultivada até 06/05, com MA e RS tendo colhido 78% das áreas. Nos demais estados, a colheita está praticamente encerrada. As projeções da safra brasileira vêm se confirmando, com obtenção de uma produção total acima de 154,8 milhões de tonelada, 0,8% acima da estimativa anterior.<br /><br />  Para os EUA, houve manutenção da estimativa de área de plantio 23/24, (31,41 milhões de ha). Com clima favorável, os produtores têm conseguido maior agilidade na semeadura, alcançando 35% da área projetada, ou seja, 14% acima da média dos últimos 5 anos. Na Argentina, a Bolsa do Rosário estima produção de 23 milhões de toneladas, quebra histórica. Para manutenção mínima da indústria de esmagamento de soja, a Argentina deverá ampliar seu programa de importação de grãos, principalmente do Brasil e Paraguai.<br /><br />  O INMET indica para a 2ª quinzena de maio chuvas dentro das médias climatológicas para a maioria dos estados brasileiros.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a Linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/05/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-05-2023-cenario-do-boi-gordo--53813926</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de maio de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 42,8 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros quatro dias úteis de maio de 2023.<b> </b>No ano anterior, o volume total exportado no mês de maio ficou em 152,3 mil toneladas em 22 dias úteis.<br /><br />  O volume embarcado voltou aos patamares observados de antes da suspensão das importações pela China. A média diária exportada na primeira semana do mês ficou em 10,7 mil toneladas e representa um aumento de 54,5% frente ao observado no mesmo período de 2022, com 6,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.062, desvalorização de 21,6% ante maio de 2022.<br /><br />  No dia 09/05/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 272,55, com queda de 0,66% no dia. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia cotado a R$ 264,55.<br /><br />  A entrada de salário no início do mês e a data comemorativa do dia das mães, período marcado pelas comemorações familiares, intensificam a reposição entre o varejo e o atacado e trazem altas pontuais no preço da carne bovina. Porém, é pouco provável esperar por preços mais firmes no valor da arroba do boi gordo, pois a oferta de animais terminados segue elevada.<br /><br /> Em São Paulo, a indústria mantém as escalas de abate em estabilidade, com programação de aproximadamente 7 dias úteis. Dessa forma, permanece o viés baixista no preço do boi gordo no mercado físico.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53813926</guid><pubDate>Thu, 11 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53813926/20230511_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2979675" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de maio de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de maio de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte. <br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,<b> </b>foram exportadas 42,8 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros quatro dias úteis de maio de 2023.<b> </b>No ano anterior, o volume total exportado no mês de maio ficou em 152,3 mil toneladas em 22 dias úteis.<br /><br />  O volume embarcado voltou aos patamares observados de antes da suspensão das importações pela China. A média diária exportada na primeira semana do mês ficou em 10,7 mil toneladas e representa um aumento de 54,5% frente ao observado no mesmo período de 2022, com 6,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.062, desvalorização de 21,6% ante maio de 2022.<br /><br />  No dia 09/05/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 272,55, com queda de 0,66% no dia. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia cotado a R$ 264,55.<br /><br />  A entrada de salário no início do mês e a data comemorativa do dia das mães, período marcado pelas comemorações familiares, intensificam a reposição entre o varejo e o atacado e trazem altas pontuais no preço da carne bovina. Porém, é pouco provável esperar por preços mais firmes no valor da arroba do boi gordo, pois a oferta de animais terminados segue elevada.<br /><br /> Em São Paulo, a indústria mantém as escalas de abate em estabilidade, com programação de aproximadamente 7 dias úteis. Dessa forma, permanece o viés baixista no preço do boi gordo no mercado físico.<br /><br /> Com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b7914b78a62bb4d20325a10922205e4b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/05/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-05-2023-cenario-do-cafe-conilon--53799125</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de maio de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />  No início de abril começou, de forma antecipada, a colheita do café Conilon. Alguns problemas logísticos vêm ocorrendo, principalmente relacionados à dificuldade de obtenção de mão de obra para a colheita. O mês de abril finalizou com precipitações em alguns municípios e essas chuvas podem prejudicar a qualidade do produto a ser colhido. No Espírito Santo, os grãos estão apresentando uma boa granação, com o rendimento em campo abaixo do esperado pelo produtor, mas com bom aproveitamento após secagem. A perspectiva é de uma produção abaixo da obtida na safra anterior.<br /><br />  Na bolsa de Londres, o conilon abriu esta semana com valorização. O contrato com vencimento em maio/23 apresentou aumento de 11% em relação ao mês anterior, cotado a US$ 2.611/t em 08/05/23, com perspectiva de estabilidade no curto prazo, apesar da volatilidade recente.<br /><br />  No mercado físico interno, também houve aumento no preço da saca em relação ao mês anterior, que fechou cotada a R$ 644,00 no Centro do Comércio de Café de Vitória. Assim como esperado para o mercado externo, no Brasil, com o início da colheita e uma maior oferta de café, a tendência é que as cotações se mantenham estáveis a curto prazo, podendo sofrer pressão negativa a médio prazo, com o avanço da colheita.<br /><br />  A volatilidade de preços observada teve como origem a oferta ainda ganhando ritmo e a demanda aquecida do produto, os estoques de café criticamente baixos, tanto nos países produtores, como nos países consumidores, problemas climáticos globais e crises financeiras, que afetam a economia mundial.<br /><br />  Neste contexto, é necessária uma gestão profissional da atividade por parte dos produtores, que devem controlar rigorosamente o custo de produção, bem como considerar estratégias de mitigação de risco de preços.<br /><br />  Neste sentido, para atender a necessidade de custeio da colheita e dos tratos culturais, assim como apoio na comercialização do café, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito específicas e atrativas. Já para mitigar o risco de preços, possuímos as Opções Agro BB, que podem ser simuladas e contratadas diretamente no App. Em caso de dúvidas, procure seu gerente de relacionamento e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53799125</guid><pubDate>Wed, 10 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53799125/20230510_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3184057" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 10 de maio de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

  No início de abril começou, de forma antecipada, a colheita do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de maio de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />  No início de abril começou, de forma antecipada, a colheita do café Conilon. Alguns problemas logísticos vêm ocorrendo, principalmente relacionados à dificuldade de obtenção de mão de obra para a colheita. O mês de abril finalizou com precipitações em alguns municípios e essas chuvas podem prejudicar a qualidade do produto a ser colhido. No Espírito Santo, os grãos estão apresentando uma boa granação, com o rendimento em campo abaixo do esperado pelo produtor, mas com bom aproveitamento após secagem. A perspectiva é de uma produção abaixo da obtida na safra anterior.<br /><br />  Na bolsa de Londres, o conilon abriu esta semana com valorização. O contrato com vencimento em maio/23 apresentou aumento de 11% em relação ao mês anterior, cotado a US$ 2.611/t em 08/05/23, com perspectiva de estabilidade no curto prazo, apesar da volatilidade recente.<br /><br />  No mercado físico interno, também houve aumento no preço da saca em relação ao mês anterior, que fechou cotada a R$ 644,00 no Centro do Comércio de Café de Vitória. Assim como esperado para o mercado externo, no Brasil, com o início da colheita e uma maior oferta de café, a tendência é que as cotações se mantenham estáveis a curto prazo, podendo sofrer pressão negativa a médio prazo, com o avanço da colheita.<br /><br />  A volatilidade de preços observada teve como origem a oferta ainda ganhando ritmo e a demanda aquecida do produto, os estoques de café criticamente baixos, tanto nos países produtores, como nos países consumidores, problemas climáticos globais e crises financeiras, que afetam a economia mundial.<br /><br />  Neste contexto, é necessária uma gestão profissional da atividade por parte dos produtores, que devem controlar rigorosamente o custo de produção, bem como considerar estratégias de mitigação de risco de preços.<br /><br />  Neste sentido, para atender a necessidade de custeio da colheita e dos tratos culturais, assim como apoio na comercialização do café, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito específicas e atrativas. Já para mitigar o risco de preços, possuímos as Opções Agro BB, que podem ser simuladas e contratadas diretamente no App. Em caso de dúvidas, procure seu gerente de relacionamento e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8dce4223c694fe03e290decf07e6714e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/05/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-05-2023-cenario-climatico--53782135</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de maio de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />    Na última publicação do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, integrante do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, datada de 20 de abril de 2023, em atenção ao término do fenômeno La Niña, havia a previsão de transição para condições neutras, seguida de um possível início de atuação do El Niño nos próximos três meses. Este indicativo permanece e corrobora com as previsões da NOAA - Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA.<br /><br />  Na previsão climática Trimestral de maio a julho do INPE, ainda há maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte do Brasil. Acima da média, apenas pontos no litoral sul da Bahia e em grande parte de Roraima. Com a previsão de um possível El Niño nos próximos meses, não estão descartados episódios de chuvas expressivas no Rio Grande do Sul no trimestre previsto.<br /><br />  A previsão de temperatura indica a maior probabilidade acima da média em grande parte do Brasil, exceto na faixa que se estende desde o Acre ao sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro, devido a tendência de manter a média histórica.<br /><br />  De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, ocorre atenção em pontos da região Nordeste e norte de Minas Gerais, nas proximidades do Rio São Francisco, onde ocorrem índices abaixo do restante do país.<br /><br />  Devido às oscilações climáticas no período de transição entre La Niña e El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento climático, se torna ferramenta importante para a tomada de decisão do produtor.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes produtores rurais, o Banco do Brasil, em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast. Para isto, basta acessar: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquisar por BBCast Agro em sua plataforma de streeming de preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53782135</guid><pubDate>Tue, 09 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53782135/20230509_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3171518" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 09 de maio de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o cenário climático.

    Na última publicação do Centro de Previsão de Tempo e Estudos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de maio de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />    Na última publicação do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, integrante do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, datada de 20 de abril de 2023, em atenção ao término do fenômeno La Niña, havia a previsão de transição para condições neutras, seguida de um possível início de atuação do El Niño nos próximos três meses. Este indicativo permanece e corrobora com as previsões da NOAA - Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA.<br /><br />  Na previsão climática Trimestral de maio a julho do INPE, ainda há maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte do Brasil. Acima da média, apenas pontos no litoral sul da Bahia e em grande parte de Roraima. Com a previsão de um possível El Niño nos próximos meses, não estão descartados episódios de chuvas expressivas no Rio Grande do Sul no trimestre previsto.<br /><br />  A previsão de temperatura indica a maior probabilidade acima da média em grande parte do Brasil, exceto na faixa que se estende desde o Acre ao sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro, devido a tendência de manter a média histórica.<br /><br />  De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), para a disponibilidade de água no solo, ocorre atenção em pontos da região Nordeste e norte de Minas Gerais, nas proximidades do Rio São Francisco, onde ocorrem índices abaixo do restante do país.<br /><br />  Devido às oscilações climáticas no período de transição entre La Niña e El Niño, o planejamento da safra associada ao monitoramento climático, se torna ferramenta importante para a tomada de decisão do produtor.<br /><br />  Para apoiar nossos clientes produtores rurais, o Banco do Brasil, em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast. Para isto, basta acessar: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquisar por BBCast Agro em sua plataforma de streeming de preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/05/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-05-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53754846</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de maio, meu nome é Alexandre Bittencourt , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br />  <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O avanço do plantio da safra dos EUA e as condições meteorológicas favoráveis, seguirão sendo o principal influenciador na CBOT, com possibilidades de uma safra cheia a partir de setembro. Ainda nos fundamentos, a oferta na América do Sul, em especial no Brasil, permanece sem novidades para influenciar positivamente o mercado no curto prazo.<br />  O sentimento de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, principalmente no setor bancário, causa pressão adicional. O controle da inflação nos EUA e Europa, e o crescimento do PIB chinês, são pontos de atenção, assim como a continuidade do acordo sobre o corredor de exportação no Mar Negro.<br />   A divulgação, no próximo dia 12/05, do Boletim de Oferta e Demanda do USDA com as projeções para a Safra 23/24, deverá trazer importantes direcionamentos para as  cotações na CBOT.         <br />  Com as cotações em baixa, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo negócios pontuais. A pressão na logística brasileira continuará e os preços internos seguirão achatados. Assim,  o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto e baixa para o médio prazo.<br /><br /><b>Em relação ao milho,  </b>a safra de milho norte-americana 2023/24 vêm apresentando bom ritmo de plantio. De acordo com o Departamento de Agricultura do país, até o dia 30/04 a semeadura havia atingido 26% da área total. O plantio está 13 pontos percentuais acima da safra passada e na mesma média dos últimos cinco anos.<br />  Com previsão climática favorável para os próximos dias, somado à divulgação do relatório de Oferta e Demanda pelo órgão no dia 12, que possui expectativa pelo mercado em elevada produção e aumento de estoques finais globais, as cotações poderão ser pressionadas negativamente no mercado externo.<br />  No Brasil, a Conab divulgará seu 8º Levantamento de Safra 2022/23 no dia 11/05 e, mantendo-se as boas perspectivas ou até revisão positiva na produção da 2ª safra, o mercado poderá sentir pressão negativa adicional.<br />  Com o abastecimento no mercado interno regular atualmente e compradores ainda se mantendo retraídos, os preços podem continuar em movimento baixista.<br /><br /><b>Para o café,  </b>políticas de elevação de juros e combate à inflação desestimulam antecipação de compras em função do custo de carregamento e do mercado invertido (cotação à vista maior que a futura)<br />  Este posicionamento retraído da indústria compradora reflete em um mercado de baixo volume de negócios com diferenciais de preços entre a ponta compradora e a vendedora, deixando o mercado travado, à espera de um maior desenvolvimento da safra e evolução da colheita                 Abril finalizou com precipitações em algumas áreas de colheita de conilon e também arábica na região sudeste. Houve relatos de queda de frutos, que trouxeram preocupações sobre a ocorrência de inverno com chuvas que possam prejudicar a qualidade do produto a ser colhido.       Alteração de posição atual longa de fundos pode acentuar o movimento de queda nas cotações do café.<br />  Face ao cenário de proximidade da entrada de maior volume de cafés, não se espera elevação das cotações no médio prazo, com tendência de estabilidade para esta semana<br /><br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos:  Há a expectativa de melhores volumes exportados para o mês de maio, com início da reversão do reflexo dos embargos chineses.<br />  Frigoríficos exportadores devem se manter ofertando valores abaixo da referência média de mercado, tendo em vista as escalas de abate alongadas, ritmo ainda baixo em relação aos volumes exportados, bem como receitas cambiais menores.<br />   No mercado interno, a indústria tende a manter pressão baixista, considerando maior oferta de animais, inversão do ciclo pecuário, o que acarreta em maior abate de fêmeas, escalas alongadas, bem como final de safra.<br />   Sazonalmente, com o término do período chuvoso e, consequente, deterioração natural das pastagens, há forte recuo nos preços da arroba, considerando o aumento significativo da oferta de animais para o abate (auge da safra).<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53754846</guid><pubDate>Mon, 08 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53754846/20230508_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4367299" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de maio, meu nome é Alexandre Bittencourt , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de maio, meu nome é Alexandre Bittencourt , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br />  <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O avanço do plantio da safra dos EUA e as condições meteorológicas favoráveis, seguirão sendo o principal influenciador na CBOT, com possibilidades de uma safra cheia a partir de setembro. Ainda nos fundamentos, a oferta na América do Sul, em especial no Brasil, permanece sem novidades para influenciar positivamente o mercado no curto prazo.<br />  O sentimento de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, principalmente no setor bancário, causa pressão adicional. O controle da inflação nos EUA e Europa, e o crescimento do PIB chinês, são pontos de atenção, assim como a continuidade do acordo sobre o corredor de exportação no Mar Negro.<br />   A divulgação, no próximo dia 12/05, do Boletim de Oferta e Demanda do USDA com as projeções para a Safra 23/24, deverá trazer importantes direcionamentos para as  cotações na CBOT.         <br />  Com as cotações em baixa, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado, mantendo negócios pontuais. A pressão na logística brasileira continuará e os preços internos seguirão achatados. Assim,  o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto e baixa para o médio prazo.<br /><br /><b>Em relação ao milho,  </b>a safra de milho norte-americana 2023/24 vêm apresentando bom ritmo de plantio. De acordo com o Departamento de Agricultura do país, até o dia 30/04 a semeadura havia atingido 26% da área total. O plantio está 13 pontos percentuais acima da safra passada e na mesma média dos últimos cinco anos.<br />  Com previsão climática favorável para os próximos dias, somado à divulgação do relatório de Oferta e Demanda pelo órgão no dia 12, que possui expectativa pelo mercado em elevada produção e aumento de estoques finais globais, as cotações poderão ser pressionadas negativamente no mercado externo.<br />  No Brasil, a Conab divulgará seu 8º Levantamento de Safra 2022/23 no dia 11/05 e, mantendo-se as boas perspectivas ou até revisão positiva na produção da 2ª safra, o mercado poderá sentir pressão negativa adicional.<br />  Com o abastecimento no mercado interno regular atualmente e compradores ainda se mantendo retraídos, os preços podem continuar em movimento baixista.<br /><br /><b>Para o café,  </b>políticas de elevação de juros e combate à inflação desestimulam antecipação de compras em função do custo de carregamento e do mercado invertido (cotação à vista maior que a futura)<br />  Este posicionamento retraído da indústria compradora reflete em um mercado de baixo volume de negócios com diferenciais de preços entre a ponta compradora e a vendedora, deixando o mercado travado, à espera de um maior desenvolvimento da safra e evolução da colheita                 Abril finalizou com precipitações em algumas áreas de colheita de conilon e também arábica na região sudeste. Houve relatos de queda de frutos, que trouxeram preocupações sobre a ocorrência de inverno com chuvas que possam prejudicar a qualidade do produto a ser colhido.       Alteração de posição atual longa de fundos pode acentuar o movimento de queda nas cotações do café.<br />  Face ao cenário de proximidade da entrada de maior volume de cafés, não se espera elevação das cotações no médio prazo, com tendência de estabilidade para esta semana<br /><br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos:  Há a expectativa de melhores volumes exportados para o mês de maio, com início da reversão do reflexo dos embargos chineses.<br />  Frigoríficos exportadores devem se manter ofertando valores abaixo da referência média de mercado, tendo em vista as escalas de abate alongadas, ritmo ainda baixo em relação aos volumes exportados, bem como receitas cambiais...]]></itunes:summary><itunes:duration>273</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/05/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-05-2023-cenario-do-milho--53751381</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 05 de maio de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de abril foi de desvalorização para o milho, tanto no mercado externo como no interno.   As cotações na Bolsa de Chicago, no contrato referência julho/23, apresentaram recuo em torno de 7,25%, no período de 03 de abril a 03 de maio, encerrando esse dia cotado a 5,88 dólares por bushel.<br /><br />  Além de acompanhar as baixas de outras commodities, como a soja e o trigo, o bom início de plantio da safra norte-americana tem exercido pressão adicional. O ritmo de plantio está superior ao do ano passado e acima da média dos últimos anos, levando à expectativa de boa produção para a Safra 23/24 nos Estados Unidos, conforme relatório do Departamento de Agricultura, o USDA.<br /><br />  No Brasil, a queda no preço foi mais significativa. Em comparação com o início do mês de abril, o preço físico referência Campinas/CEPEA caiu mais de 22% no período, encerrando o dia 03 de maio cotado a R$64,15 a saca.<br /><br />  A Secretaria de Comercio Exterior (Secex), divulgou os dados de exportação de milho em abril, com um volume de 470 mil toneladas, o que representa 68,2 % do volume embarcado em abril do ano passado. Queda já esperada com as exportações voltadas para a soja no momento.<br /><br />  A combinação de boa produção da safra de verão e as expectativas positivas para a produção da 2ª safra, com chuvas regulares nas principais regiões produtora e a diminuição nas exportações, aliada ao movimento de produtores optando por não vender a soja neste momento e avançar um pouco mais nas vendas de milho, motivaram a pressão baixista nos preços. No momento, os compradores estão mais acomodados e à espera de maiores baixas para novas aquisições.<br /><br />     O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53751381</guid><pubDate>Fri, 05 May 2023 13:41:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53751381/20230505_bbcast_agro_milho.mp3" length="2893157" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 05 de maio de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O mês de abril foi de desvalorização para o milho,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 05 de maio de 2023, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de abril foi de desvalorização para o milho, tanto no mercado externo como no interno.   As cotações na Bolsa de Chicago, no contrato referência julho/23, apresentaram recuo em torno de 7,25%, no período de 03 de abril a 03 de maio, encerrando esse dia cotado a 5,88 dólares por bushel.<br /><br />  Além de acompanhar as baixas de outras commodities, como a soja e o trigo, o bom início de plantio da safra norte-americana tem exercido pressão adicional. O ritmo de plantio está superior ao do ano passado e acima da média dos últimos anos, levando à expectativa de boa produção para a Safra 23/24 nos Estados Unidos, conforme relatório do Departamento de Agricultura, o USDA.<br /><br />  No Brasil, a queda no preço foi mais significativa. Em comparação com o início do mês de abril, o preço físico referência Campinas/CEPEA caiu mais de 22% no período, encerrando o dia 03 de maio cotado a R$64,15 a saca.<br /><br />  A Secretaria de Comercio Exterior (Secex), divulgou os dados de exportação de milho em abril, com um volume de 470 mil toneladas, o que representa 68,2 % do volume embarcado em abril do ano passado. Queda já esperada com as exportações voltadas para a soja no momento.<br /><br />  A combinação de boa produção da safra de verão e as expectativas positivas para a produção da 2ª safra, com chuvas regulares nas principais regiões produtora e a diminuição nas exportações, aliada ao movimento de produtores optando por não vender a soja neste momento e avançar um pouco mais nas vendas de milho, motivaram a pressão baixista nos preços. No momento, os compradores estão mais acomodados e à espera de maiores baixas para novas aquisições.<br /><br />     O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/05/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-05-2023-cenario-do-leite--53733751</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 04 de maio de 2023, eu sou (NOME COMPLETO), Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em (CIDADE/ESTADO) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Os preços médios ofertados pelo litro de leite em abril de 2023, referente ao leite coletado em março, apresentaram média de R$ 2,81, segundo o CEPEA. Esse valor representa valorização nominal de 15,9% em relação ao pagamento de abril de 2022 e de 3,1% quando comparado a março de 2023.<br /><br /> Apesar das consecutivas altas no preço do leite neste ano, o cenário de baixo consumo interno e as elevadas importações geram preocupações pelo lado da oferta. Segundo o Centro de Inteligência do Leite da Embrapa, nos três primeiros meses do ano, o volume de importações fechou em 506 milhões de litros de leite equivalente e, só em março, foram importados cerca de 10% da produção de leite inspecionados no Brasil.<br /><br /> A entrada da estação seca, bem pronunciada nas principais regiões produtoras, deve conter o excesso de oferta gerado pelas importações de lácteos e pode manter o movimento de valorização do leite pago ao produtor em maio, referente ao leite coletado em abril.<br /><br /> O custo de produção também apresentou resultado positivo para o produtor de leite, haja vista o recuo nas cotações do milho e do farelo de soja, melhorando as condições de fluxo de caixa e, consequentemente, a rentabilidade da atividade.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, aproveitando oportunidade para aquisição de insumos para a manutenção do rebanho, além de utilizar linhas de investimento para expandir a produção de leite na propriedade.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53733751</guid><pubDate>Thu, 04 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53733751/20230504_bbcast_agro_leite.mp3" length="2669549" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 04 de maio de 2023, eu sou (NOME COMPLETO), Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em (CIDADE/ESTADO) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

 Os preços médios ofertados pelo litro de leite em abril de 2023,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 04 de maio de 2023, eu sou (NOME COMPLETO), Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em (CIDADE/ESTADO) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br /> Os preços médios ofertados pelo litro de leite em abril de 2023, referente ao leite coletado em março, apresentaram média de R$ 2,81, segundo o CEPEA. Esse valor representa valorização nominal de 15,9% em relação ao pagamento de abril de 2022 e de 3,1% quando comparado a março de 2023.<br /><br /> Apesar das consecutivas altas no preço do leite neste ano, o cenário de baixo consumo interno e as elevadas importações geram preocupações pelo lado da oferta. Segundo o Centro de Inteligência do Leite da Embrapa, nos três primeiros meses do ano, o volume de importações fechou em 506 milhões de litros de leite equivalente e, só em março, foram importados cerca de 10% da produção de leite inspecionados no Brasil.<br /><br /> A entrada da estação seca, bem pronunciada nas principais regiões produtoras, deve conter o excesso de oferta gerado pelas importações de lácteos e pode manter o movimento de valorização do leite pago ao produtor em maio, referente ao leite coletado em abril.<br /><br /> O custo de produção também apresentou resultado positivo para o produtor de leite, haja vista o recuo nas cotações do milho e do farelo de soja, melhorando as condições de fluxo de caixa e, consequentemente, a rentabilidade da atividade.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, aproveitando oportunidade para aquisição de insumos para a manutenção do rebanho, além de utilizar linhas de investimento para expandir a produção de leite na propriedade.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>167</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/05/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-05-2023-cenario-do-algodao--53721481</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 03 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />Referente ao comércio da pluma, a China deu sinais positivos com o aumento em 108 mil toneladas no consumo, conforme relatado no último relatório do departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA). Porém, a demanda mundial não acompanhou o mesmo ritmo: importantes países importadores como Índia, Turquia e Paquistão retraíram suas importações.<br /><br />O FED (banco central norte-americano) demonstrou que não irá reduzir a taxa de juros abaixo dos 5% no curto prazo e, diante disto, o mercado passou a ver risco de recessão nos Estados Unidos, o que deve impactar o consumo de algodão e seus derivados.<br /><br />Analisando o clima, as precipitações nas áreas produtoras dos EUA apresentaram-se regulares e tem permitido do bom avanço da semeadura que, nesta safra, já alcançou os mesmos 12%, quando comparado ao mesmo período da safra passada.<br /><br /> Em consequência destes fatos, o mercado internacional reagiu de forma negativa, resultando em redução da cotação da pluma, sobretudo na última semana de abril, atingindo patamares inferiores a 80 cU$/lpb (o mês de abril apresentou variação negativa de 2,84%).<br /><br />No Brasil, as precipitações regulares ocorridas em abril contribuíram para o bom desempenho das lavouras a campo. Até o momento, mais de 85% das lavouras já se encontram em floração ou formação de maçãs. Salientamos que o mercado nacional já comercializou mais de 50% da safra 22/23 e, no momento, os produtores seguem com tratos culturais das lavouras que se aproximam da colheita.<br /><br />É importante que os produtores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade, assim como mitigar o risco associado à volatilidade de preços, com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53721481</guid><pubDate>Wed, 03 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53721481/20230503_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2198091" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 03 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

Referente ao comércio da pluma, a China deu sinais positivos com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 03 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />Referente ao comércio da pluma, a China deu sinais positivos com o aumento em 108 mil toneladas no consumo, conforme relatado no último relatório do departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA). Porém, a demanda mundial não acompanhou o mesmo ritmo: importantes países importadores como Índia, Turquia e Paquistão retraíram suas importações.<br /><br />O FED (banco central norte-americano) demonstrou que não irá reduzir a taxa de juros abaixo dos 5% no curto prazo e, diante disto, o mercado passou a ver risco de recessão nos Estados Unidos, o que deve impactar o consumo de algodão e seus derivados.<br /><br />Analisando o clima, as precipitações nas áreas produtoras dos EUA apresentaram-se regulares e tem permitido do bom avanço da semeadura que, nesta safra, já alcançou os mesmos 12%, quando comparado ao mesmo período da safra passada.<br /><br /> Em consequência destes fatos, o mercado internacional reagiu de forma negativa, resultando em redução da cotação da pluma, sobretudo na última semana de abril, atingindo patamares inferiores a 80 cU$/lpb (o mês de abril apresentou variação negativa de 2,84%).<br /><br />No Brasil, as precipitações regulares ocorridas em abril contribuíram para o bom desempenho das lavouras a campo. Até o momento, mais de 85% das lavouras já se encontram em floração ou formação de maçãs. Salientamos que o mercado nacional já comercializou mais de 50% da safra 22/23 e, no momento, os produtores seguem com tratos culturais das lavouras que se aproximam da colheita.<br /><br />É importante que os produtores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade, assim como mitigar o risco associado à volatilidade de preços, com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>138</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/09cee7696206109678991c07d2b144c8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/05/2023 - Cenário do repolho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-05-2023-cenario-do-repolho--53682363</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 02 de maio de 2023, meu nome é Maíra Regis sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos sobre o cenário do repolho.   <br /> <br />O repolho é uma hortaliça anual, herbácea, formada por inúmeras folhas que se imbricam, dando origem a uma “cabeça”, que constitui a parte comestível da planta. É originária da Europa Mediterrânea e da Ásia Menor. O repolho é uma Brassicaceae, assim como a couve, brócolis, couve-flor, couve-chinesa e o rabanete.<br /><br />  Comercialmente, os repolhos são classificados conforme a forma e a cor da cabeça, em redondo, chato, pontudo ou coração-de-boi, crespo e roxo. O repolho roxo tem maiores teores de vitaminas e sais minerais do que o branco, se destacando entre as hortaliças como fonte de manganês, fósforo, potássio, cobre e vitamina C. Entre as variedades botânicas da espécie, é a de maior importância econômica.<br /><br /> Pode ser cultivado o ano todo, de acordo com as exigências climáticas de cada cultivar. Atualmente, o repolho é cultivado em 150 países, com cerca de 4 milhões de hectares e uma produção anual de 70 milhões de toneladas, sendo a China o maior produtor.<br /><br /> No Brasil, estima-se que a área plantada ultrapasse 30 mil hectares, com produção voltada ao mercado interno. Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná são os principais produtores, mas alguns estados do nordeste, como Bahia e Ceará, vêm aumentando sua participação neste mercado. São Paulo é o maior produtor nacional da hortaliça. Por ano, segundo o Censo Agropecuário de 2017 realizado pelo IBGE, o Estado produziu 148,4 mil toneladas, o que correspondia a cerca de 32% da produção nacional. Dados mais recentes do Instituto de Economia Agrícola de SP apontam, para o ano de 2022, uma produção estadual de 218,15 mil toneladas de repolho. Nos últimos meses, em São Paulo, adversidades climáticas, tais como excesso de chuvas em regiões produtoras, resultaram em menor qualidade, quantidade e preços menores para o produto.<br /><br /> A CEASA Campinas registrou o preço médio do repolho no mês de abril, em torno de R$3,00 o roxo e R$1,75 para o branco por kg, contra uma média de R$4,00 para o roxo e de R$3,25 para o branco, em relação ao ano anterior, apresentando desvalorização acentuada de 33% e 85%, respectivamente, no período. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, plantio e condução das lavouras de repolho.<br /><br />     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53682363</guid><pubDate>Tue, 02 May 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53682363/20230502_bbcast_agro_repolho.mp3" length="3568579" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 02 de maio de 2023, meu nome é Maíra Regis sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos sobre o cenário do repolho.   
 
O repolho é uma hortaliça anual, herbácea, formada por inúmeras folhas que se imbricam, dando origem a uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 02 de maio de 2023, meu nome é Maíra Regis sou Assessora de Agronegócios em Brasília-DF e falaremos sobre o cenário do repolho.   <br /> <br />O repolho é uma hortaliça anual, herbácea, formada por inúmeras folhas que se imbricam, dando origem a uma “cabeça”, que constitui a parte comestível da planta. É originária da Europa Mediterrânea e da Ásia Menor. O repolho é uma Brassicaceae, assim como a couve, brócolis, couve-flor, couve-chinesa e o rabanete.<br /><br />  Comercialmente, os repolhos são classificados conforme a forma e a cor da cabeça, em redondo, chato, pontudo ou coração-de-boi, crespo e roxo. O repolho roxo tem maiores teores de vitaminas e sais minerais do que o branco, se destacando entre as hortaliças como fonte de manganês, fósforo, potássio, cobre e vitamina C. Entre as variedades botânicas da espécie, é a de maior importância econômica.<br /><br /> Pode ser cultivado o ano todo, de acordo com as exigências climáticas de cada cultivar. Atualmente, o repolho é cultivado em 150 países, com cerca de 4 milhões de hectares e uma produção anual de 70 milhões de toneladas, sendo a China o maior produtor.<br /><br /> No Brasil, estima-se que a área plantada ultrapasse 30 mil hectares, com produção voltada ao mercado interno. Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná são os principais produtores, mas alguns estados do nordeste, como Bahia e Ceará, vêm aumentando sua participação neste mercado. São Paulo é o maior produtor nacional da hortaliça. Por ano, segundo o Censo Agropecuário de 2017 realizado pelo IBGE, o Estado produziu 148,4 mil toneladas, o que correspondia a cerca de 32% da produção nacional. Dados mais recentes do Instituto de Economia Agrícola de SP apontam, para o ano de 2022, uma produção estadual de 218,15 mil toneladas de repolho. Nos últimos meses, em São Paulo, adversidades climáticas, tais como excesso de chuvas em regiões produtoras, resultaram em menor qualidade, quantidade e preços menores para o produto.<br /><br /> A CEASA Campinas registrou o preço médio do repolho no mês de abril, em torno de R$3,00 o roxo e R$1,75 para o branco por kg, contra uma média de R$4,00 para o roxo e de R$3,25 para o branco, em relação ao ano anterior, apresentando desvalorização acentuada de 33% e 85%, respectivamente, no período. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, plantio e condução das lavouras de repolho.<br /><br />     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.]]></itunes:summary><itunes:duration>224</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,plantação,produção,repolho</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4ffb1d28576a9395fd881f674f280c13.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/04/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-04-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53682197</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 28 de abril, meu nome é Gustavo Mota , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O ritmo de plantio da safra dos EUA e as condições meteorológicas seguem como os principais direcionadores na CBOT. A previsões de temperaturas baixas nas regiões ao norte, com chuvas ao sul do meio-oeste americano, não causarão atrasos significativos ao plantio. Nas demais regiões, a semeadura avançará. Nesse momento, no mercado de clima, não há projeções de quadro meteorológico que gere preocupações. A oferta na América do Sul, em especial no BR, permanece sem novidades para influenciar positivamente o mercado no curto prazo.​<br />         O sentimento de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, principalmente no setor bancário, causa pressão adicional. O controle da inflação nos EUA e na Europa e o crescimento do PIB chinês são pontos de atenção, assim como a continuidade do acordo sobre o corredor de exportação no Mar Negro.<br /> ​        Com as cotações em queda, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado. A pressão na logística no BR permanecerá  grande e, com baixo volume de comercialização, os preços internos seguirão achatados. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto prazo e  baixa para o médio prazo. ​ <b> </b> <b><br /></b> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b><br />O plantio da safra norte americana encontra-se três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos, de acordo com o USDA. As previsões climáticas para a próxima semana apontam boas condições para a semeadura, o que favorece o ritmo. O clima nos EUA está cada vez mais influenciando as cotações na CBOT, e esta previsão favorável poderá novamente pressionar as cotações no mercado externo.​<br />         A Argentina, que sofreu com clima quente e seco em praticamente todo desenvolvimento do milho, registrou algumas geadas na província de Buenos Aires, afetando parcialmente algumas lavouras, conforme reporte de safra da Bolsa de Cereais (BCBA). Apesar disso, o órgão manteve a estimativa de produção do país em 36 mi t. A quebra de safra argentina não tem influenciado a precificação do grão externamente devido à expectativa de safras volumosas nos EUA e no Brasil, que deverá compensar estas perdas.<br />         As boas condições das lavouras da 2ª safra no Brasil e o aumento de oferta no mercado interno, com a colheita da 1ª safra entrando na reta final, podem continuar influenciando em novas baixas nos preços internos.​.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b><br />Primeiro semestre de 2023 com dados de exportação menores nas principais origens tem demonstrado aperto final de oferta e reforça a importância das produções da safra de meio de ano para atender à demanda no segundo semestre.<br />            Juros ainda elevados nas principais economias do Hemisfério Norte dificultam carregamento de estoques e contribuem na estratégia conservadora de recomposição dos estoques e no atendimento à  demanda.<br />            Maior participação do conilon nos blends e preocupações com oferta menor na Safra 23/24 reduz arbitragem entre os mercados de arábica e conilon, apesar de estoques normais em Londres. Já os estoques ICE NY, abaixo de 700 mil sacas, ajudam a dar suporte às cotações da variedade. Recomposição destes estoques ocorrerá somente com a safra arábica de meio de ano.             Relatório OIC de março estima aumento do consumo 22/23 para 178,5 milhões de sacas ante uma estimativa de 175,6 milhões de sacas no ano cafeeiro 21/22;<br />            Todos estes fatores têm possibilitado bons momentos de fixação de preços para os cafeicultores e assim deve permanecer até a entrada de maior volume da safra que começa a ser colhida no Brasil.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos: Com o término do período chuvoso, é natural que ocorra deterioração das pastagens, o que prejudica a manutenção do animal no pasto. Normalmente ocorre aumento da oferta de animais no final da safra.<br />         Os frigoríficos, com escalas de abate satisfatórias e exportações ainda ganhando ritmo e com receitas cambiais menores, devem aproveitar o momento para fechar novos lotes em busca de preços mais atrativos, ofertando valores abaixo da referência média para a próxima semana.          No médio prazo (maio), a perspectiva é de auge da safra de animais sendo disponibilizados ao mercado, pressionando negativamente os preços da arroba do boi gordo. Já para os meses de junho e julho, a tendência é de menor oferta de animais, uma vez que ocorre a transição entre a safra e a entressafra. Assim, é possível que haja uma reação no preço do boi gordo, porém não muito expressiva.<br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53682197</guid><pubDate>Fri, 28 Apr 2023 23:05:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53682197/20230428_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5858995" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é sexta-feira, 28 de abril, meu nome é Gustavo Mota , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 28 de abril, meu nome é Gustavo Mota , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>. O ritmo de plantio da safra dos EUA e as condições meteorológicas seguem como os principais direcionadores na CBOT. A previsões de temperaturas baixas nas regiões ao norte, com chuvas ao sul do meio-oeste americano, não causarão atrasos significativos ao plantio. Nas demais regiões, a semeadura avançará. Nesse momento, no mercado de clima, não há projeções de quadro meteorológico que gere preocupações. A oferta na América do Sul, em especial no BR, permanece sem novidades para influenciar positivamente o mercado no curto prazo.​<br />         O sentimento de maior aversão ao risco no mercado financeiro global, principalmente no setor bancário, causa pressão adicional. O controle da inflação nos EUA e na Europa e o crescimento do PIB chinês são pontos de atenção, assim como a continuidade do acordo sobre o corredor de exportação no Mar Negro.<br /> ​        Com as cotações em queda, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado. A pressão na logística no BR permanecerá  grande e, com baixo volume de comercialização, os preços internos seguirão achatados. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade paro o curto prazo e  baixa para o médio prazo. ​ <b> </b> <b><br /></b> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b><br />O plantio da safra norte americana encontra-se três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos, de acordo com o USDA. As previsões climáticas para a próxima semana apontam boas condições para a semeadura, o que favorece o ritmo. O clima nos EUA está cada vez mais influenciando as cotações na CBOT, e esta previsão favorável poderá novamente pressionar as cotações no mercado externo.​<br />         A Argentina, que sofreu com clima quente e seco em praticamente todo desenvolvimento do milho, registrou algumas geadas na província de Buenos Aires, afetando parcialmente algumas lavouras, conforme reporte de safra da Bolsa de Cereais (BCBA). Apesar disso, o órgão manteve a estimativa de produção do país em 36 mi t. A quebra de safra argentina não tem influenciado a precificação do grão externamente devido à expectativa de safras volumosas nos EUA e no Brasil, que deverá compensar estas perdas.<br />         As boas condições das lavouras da 2ª safra no Brasil e o aumento de oferta no mercado interno, com a colheita da 1ª safra entrando na reta final, podem continuar influenciando em novas baixas nos preços internos.​.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b><br />Primeiro semestre de 2023 com dados de exportação menores nas principais origens tem demonstrado aperto final de oferta e reforça a importância das produções da safra de meio de ano para atender à demanda no segundo semestre.<br />            Juros ainda elevados nas principais economias do Hemisfério Norte dificultam carregamento de estoques e contribuem na estratégia conservadora de recomposição dos estoques e no atendimento à  demanda.<br />            Maior participação do conilon nos blends e preocupações com oferta menor na Safra 23/24 reduz arbitragem entre os mercados de arábica e conilon, apesar de estoques normais em Londres. Já os estoques ICE NY, abaixo de 700 mil sacas, ajudam a dar suporte às cotações da variedade. Recomposição destes estoques ocorrerá somente com a safra arábica de meio de ano.             Relatório OIC de março estima aumento do consumo 22/23 para 178,5 milhões de sacas ante uma estimativa de 175,6 milhões de sacas no ano cafeeiro 21/22;<br />            Todos estes fatores têm possibilitado bons momentos de fixação de preços para os cafeicultores e assim deve permanecer até a entrada de maior volume da safra que começa a ser colhida no Brasil.<br />  E finalizando...]]></itunes:summary><itunes:duration>367</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/04/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-04-2023-cenario-do-milho--53672639</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 28 de abril de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de abril foi de desvalorização para o milho, tanto no mercado externo quanto internamente.<br /><br />  As cotações na Bolsa de Chicago, no contrato referência julho/23, apresentou recuo em torno de 4%, dentro do período de 03 a 25 de abril, encerrando esse dia cotado a 6,07 dólares por bushel.  <br /><br />Além de acompanhar as baixas de outras commodities, como a soja e o trigo, o bom início de plantio da safra norte-americana tem exercido pressão adicional. O ritmo de plantio, que atingiu 14% da área plantada nesta semana, está superior ao do ano passado e acima da média dos últimos anos, levando à expectativa de boa produção para a Safra 23/24 nos Estados Unidos, conforme relatório do Departamento de Agricultura do pais.<br /><br />  No Brasil, a queda no preço foi mais significativa. Em comparação com o início do mês, o preço físico referência Campinas/CEPEA caiu mais de 15% no período, encerrando o dia 25 cotado a R$69,75 a saca.<br /><br />  A combinação de boa produção da safra verão e o aumento da disponibilidade do cereal no mercado nos últimos dias mediante a colheita, além de boas expectativas para a produção da 2ª safra, com importantes regiões produtoras recebendo bons volumes de chuvas, refletiram no viés de baixa.<br /><br /> O movimento de produtores optando por não vender a soja neste momento e avançar um pouco mais nas vendas de milho e compradores mais acomodados, esperando maiores baixas para novas aquisições, motivou maior aperto nos preços.<br /><br />     O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  No dia 24 de abril comemorou-se o Dia Internacional do Milho, e aproveitamos para parabenizar todos os produtores deste grão que alimenta o mundo.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53672639</guid><pubDate>Fri, 28 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53672639/20230428_bbcast_agro_milho.mp3" length="2662026" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 28 de abril de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    O mês de abril foi de desvalorização para o milho, tanto no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 28 de abril de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    O mês de abril foi de desvalorização para o milho, tanto no mercado externo quanto internamente.<br /><br />  As cotações na Bolsa de Chicago, no contrato referência julho/23, apresentou recuo em torno de 4%, dentro do período de 03 a 25 de abril, encerrando esse dia cotado a 6,07 dólares por bushel.  <br /><br />Além de acompanhar as baixas de outras commodities, como a soja e o trigo, o bom início de plantio da safra norte-americana tem exercido pressão adicional. O ritmo de plantio, que atingiu 14% da área plantada nesta semana, está superior ao do ano passado e acima da média dos últimos anos, levando à expectativa de boa produção para a Safra 23/24 nos Estados Unidos, conforme relatório do Departamento de Agricultura do pais.<br /><br />  No Brasil, a queda no preço foi mais significativa. Em comparação com o início do mês, o preço físico referência Campinas/CEPEA caiu mais de 15% no período, encerrando o dia 25 cotado a R$69,75 a saca.<br /><br />  A combinação de boa produção da safra verão e o aumento da disponibilidade do cereal no mercado nos últimos dias mediante a colheita, além de boas expectativas para a produção da 2ª safra, com importantes regiões produtoras recebendo bons volumes de chuvas, refletiram no viés de baixa.<br /><br /> O movimento de produtores optando por não vender a soja neste momento e avançar um pouco mais nas vendas de milho e compradores mais acomodados, esperando maiores baixas para novas aquisições, motivou maior aperto nos preços.<br /><br />     O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e proteger suas margens. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  No dia 24 de abril comemorou-se o Dia Internacional do Milho, e aproveitamos para parabenizar todos os produtores deste grão que alimenta o mundo.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>167</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/04/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-04-2023-cenario-do-boi-gordo--53659927</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de abril de 2023, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  De acordo com a Secex,<b> </b>foram exportadas 72,44 mil toneladas de carne bovina in natura em 13 dias úteis de abril de 2023, ante 157,47 mil toneladas, em 22 dias úteis de abril/22. A média diária exportada ficou em 5,57 mil toneladas, recuo de 32,7% frente ao observado no mesmo período de 2022. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.709, desvalorização de 24,2%.<br /><br />  No dia 25/04/2023 o indicador do boi gordo CEPEA/B3 foi precificado emR$ 281,60/@, com queda de 0,46% no dia. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia em R$ 267,65.<br /><br />  A indústria tem mantido posição de escalas de abate confortáveis. Com o término do período chuvoso, o pecuarista perde o poder de retenção do animal, haja vista a queda da quantidade e qualidade do pasto. Assim, o frigorífico encontra mais facilidade para recompor a programação de abate e exerce maior pressão sobre o valor da @.<br /><br />Destaca-se também, o período atual do ciclo pecuário, de maior oferta de animais. Segundo dados do IMEA, no MT, o abate de machos aumentou 10% entre fevereiro e março de 2023 e o de fêmeas teve um acréscimo de 22,9%. O viés baixista do preço do bezerro é um dos fatores que impulsiona o descarte de fêmeas.<br /><br />  Além disso, a recente valorização do real frente ao dólar e a queda no preço da carne bovina no mercado internacional trazem pressão baixista adicional aos valores da @, pois desestimulam os frigoríficos exportadores a pagar preços melhores preços aos pecuaristas.<br /><br /> Por outro lado, a queda no preço da @ não significa, necessariamente, redução da margem de lucro da atividade, uma vez que também se observa redução no custo de produção, principalmente do animal de reposição e de nutrição animal. Os preços do milho, um dos principais ingredientes utilizados na dieta para engorda de bovinos em confinamento, vêm passando por um período de sucessivas reduções.<br /><br /> Neste cenário, importante que os pecuaristas confinadores aproveitem o momento para fixação de compras antecipadas de milho e se protejam contra possíveis altas deste importante insumo por meio das Opções Agro do BB.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53659927</guid><pubDate>Thu, 27 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53659927/20230427_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3770035" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de abril de 2023, meu nome é Teodoro , Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.

  De acordo com a Secex, foram exportadas 72,44 mil toneladas de carne bovina in...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de abril de 2023, meu nome é Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />  De acordo com a Secex,<b> </b>foram exportadas 72,44 mil toneladas de carne bovina in natura em 13 dias úteis de abril de 2023, ante 157,47 mil toneladas, em 22 dias úteis de abril/22. A média diária exportada ficou em 5,57 mil toneladas, recuo de 32,7% frente ao observado no mesmo período de 2022. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.709, desvalorização de 24,2%.<br /><br />  No dia 25/04/2023 o indicador do boi gordo CEPEA/B3 foi precificado emR$ 281,60/@, com queda de 0,46% no dia. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia em R$ 267,65.<br /><br />  A indústria tem mantido posição de escalas de abate confortáveis. Com o término do período chuvoso, o pecuarista perde o poder de retenção do animal, haja vista a queda da quantidade e qualidade do pasto. Assim, o frigorífico encontra mais facilidade para recompor a programação de abate e exerce maior pressão sobre o valor da @.<br /><br />Destaca-se também, o período atual do ciclo pecuário, de maior oferta de animais. Segundo dados do IMEA, no MT, o abate de machos aumentou 10% entre fevereiro e março de 2023 e o de fêmeas teve um acréscimo de 22,9%. O viés baixista do preço do bezerro é um dos fatores que impulsiona o descarte de fêmeas.<br /><br />  Além disso, a recente valorização do real frente ao dólar e a queda no preço da carne bovina no mercado internacional trazem pressão baixista adicional aos valores da @, pois desestimulam os frigoríficos exportadores a pagar preços melhores preços aos pecuaristas.<br /><br /> Por outro lado, a queda no preço da @ não significa, necessariamente, redução da margem de lucro da atividade, uma vez que também se observa redução no custo de produção, principalmente do animal de reposição e de nutrição animal. Os preços do milho, um dos principais ingredientes utilizados na dieta para engorda de bovinos em confinamento, vêm passando por um período de sucessivas reduções.<br /><br /> Neste cenário, importante que os pecuaristas confinadores aproveitem o momento para fixação de compras antecipadas de milho e se protejam contra possíveis altas deste importante insumo por meio das Opções Agro do BB.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>236</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/718062c07d05b7ebbf93d57964961871.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/04/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-04-2023-cenario-do-cafe-arabica--53645761</link><description><![CDATA[Olá, hoje é QUARTA-FEIRA, 26 de abril de 2023, eu sou ALEXANDRE CARVALHO QUEIROZ, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em PATOS DE MINAS-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />            A colheita da safra Brasil 2022/2023 está chegando e os frutos estão amadurecendo. Espera-se uma safra de boa qualidade com volumes maiores do que a anterior, mas o fenômeno El Niño pode antecipar as chuvas e encurtar o período favorável para a colheita. O reflexo de safras anteriores com problemas climáticos ainda mantém a oferta restrita, com as cotações em NY acima de 190 US$c/libra, apesar da proximidade das colheitas de meio de ano e uma provável melhoria do fluxo de oferta a partir desta safra.<br /><br /> A relativa volta dos preços de fertilizantes e defensivos a níveis pré- pandêmicos e eventos geopolíticos que preocuparam o setor, permitem uma maior previsibilidade dos custos da safra e da rentabilidade da atividade.<br /><br /> A demanda ainda segue pressionada pelas altas taxas inflacionárias nos países consumidores e pelos elevados custos de carregamento de estoques, o que dificulta o retorno do consumo a níveis históricos de crescimento.<br /><br /> Assim, entre tantos acontecimentos que influenciaram o mercado de café nas últimas safras, observa-se um produtor mais consciente do valor do seu produto e da importância dos cuidados com a lavoura, onde produtividade e rentabilidade são pilares da sustentabilidade do setor.<br /><br />E é nesse contexto, diante de um novo ciclo que se inicia, que o cafeicultor necessita de recursos que permitam a execução tempestiva das atividades de custeio, investimento, bem como de comercialização da produção nos momentos oportunos de valorização do produto.<br /><br />Os eventos adversos ocorridos nos últimos anos evidenciam a importância dos seguros climáticos e de preço para a manutenção da competitividade e permanência do produtor na atividade, mitigando os riscos inerentes à produção agrícola. Investimento em maquinários mais eficientes para as operações de tratos culturais e colheita são alternativas para melhoria na produtividade e rentabilidade.<br /><br /> Para que estes desafios sejam superados, o Banco do Brasil dispõe das melhores soluções de crédito para atender às demandas do produtor rural.<br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53645761</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2023 10:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53645761/20230426_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2794937" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é QUARTA-FEIRA, 26 de abril de 2023, eu sou ALEXANDRE CARVALHO QUEIROZ, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em PATOS DE MINAS-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

            A colheita da safra Brasil 2022/2023...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é QUARTA-FEIRA, 26 de abril de 2023, eu sou ALEXANDRE CARVALHO QUEIROZ, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em PATOS DE MINAS-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br /><br />            A colheita da safra Brasil 2022/2023 está chegando e os frutos estão amadurecendo. Espera-se uma safra de boa qualidade com volumes maiores do que a anterior, mas o fenômeno El Niño pode antecipar as chuvas e encurtar o período favorável para a colheita. O reflexo de safras anteriores com problemas climáticos ainda mantém a oferta restrita, com as cotações em NY acima de 190 US$c/libra, apesar da proximidade das colheitas de meio de ano e uma provável melhoria do fluxo de oferta a partir desta safra.<br /><br /> A relativa volta dos preços de fertilizantes e defensivos a níveis pré- pandêmicos e eventos geopolíticos que preocuparam o setor, permitem uma maior previsibilidade dos custos da safra e da rentabilidade da atividade.<br /><br /> A demanda ainda segue pressionada pelas altas taxas inflacionárias nos países consumidores e pelos elevados custos de carregamento de estoques, o que dificulta o retorno do consumo a níveis históricos de crescimento.<br /><br /> Assim, entre tantos acontecimentos que influenciaram o mercado de café nas últimas safras, observa-se um produtor mais consciente do valor do seu produto e da importância dos cuidados com a lavoura, onde produtividade e rentabilidade são pilares da sustentabilidade do setor.<br /><br />E é nesse contexto, diante de um novo ciclo que se inicia, que o cafeicultor necessita de recursos que permitam a execução tempestiva das atividades de custeio, investimento, bem como de comercialização da produção nos momentos oportunos de valorização do produto.<br /><br />Os eventos adversos ocorridos nos últimos anos evidenciam a importância dos seguros climáticos e de preço para a manutenção da competitividade e permanência do produtor na atividade, mitigando os riscos inerentes à produção agrícola. Investimento em maquinários mais eficientes para as operações de tratos culturais e colheita são alternativas para melhoria na produtividade e rentabilidade.<br /><br /> Para que estes desafios sejam superados, o Banco do Brasil dispõe das melhores soluções de crédito para atender às demandas do produtor rural.<br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>175</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/04/2023 - Cenário da goiaba</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-04-2023-cenario-da-goiaba--53634453</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 25 de Abril de 2023, meu nome é Marco Fedato, sou Assessor de Agronegócios em Londrina – PR e falaremos sobre o cenário da Goiaba.<br /><br />  A goiabeira é nativa da América do Sul, de onde foi levada pelos navegantes europeus para as colônias africanas e asiáticas, estando hoje distribuída por todas as regiões tropicais.<br /><br />  A coloração da casca pode variar de verde à amarelada, com formatos arredondado, ovalado ou piriforme, geralmente pesando entre 200g e 400g, com algumas variedades atingindo 800g. Além do formato, possuem diferenças na coloração interna, desde branca, passando por rosada, até as de vermelho intenso.<br /><br />  Além de ser consumida <i>in natura</i>, a goiaba é utilizada no preparo de sucos, néctares, polpas, sorvetes, geleias e compotas, e também como ingrediente na preparação de iogurtes, gelatinas e, recentemente, em molho agridoce (guatchup).<br /><br />  As principais variedades são Paluma, Pedro Sato e Kumagai. De acordo com produtores da Região de Valinhos-SP, a variedade conhecida como Tailandesa ganhou espaço nos últimos anos, devido ao tamanho avantajado e à menor quantidade de sementes.<br /><br />  É uma fruta com exigência hídrica de 800 a 1.000mm de chuvas bem distribuídas. A temperatura média ideal para o desenvolvimento é de 25ºC e são intolerantes a geadas.<br /><br />  Dados consolidados do IBGE de 2021 apontam uma produção nacional da fruta de 440 mil toneladas, sendo que 80% deste volume tem origem nos Estados de PE, SP, BA e PR, onde são cultivados 15.700 hectares<br /><br />  A exportação ainda é considerada incipiente, uma vez que menos de 1% do total produzido é destinado ao mercado externo, o que indica boa oportunidade para conquistar novos mercados.   Ao longo de 2022, no Estado de SP, além de aumento de custos e dificuldades de mão de obra qualificada, ocorreram adversidades climáticas, tais como estiagens e excesso de chuvas em regiões produtoras, o que refletiu em menor qualidade e preço. Em 17/04/23 a CEASA Campinas registrou preço médio das goiabas de R$4,50 por kg, redução de 10% ante abril/2022.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares, Irrigação e beneficiamento da produção.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53634453</guid><pubDate>Tue, 25 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53634453/20230425_bbcast_agro_goiaba.mp3" length="3273918" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 25 de Abril de 2023, meu nome é Marco Fedato, sou Assessor de Agronegócios em Londrina – PR e falaremos sobre o cenário da Goiaba.

  A goiabeira é nativa da América do Sul, de onde foi levada pelos navegantes europeus para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 25 de Abril de 2023, meu nome é Marco Fedato, sou Assessor de Agronegócios em Londrina – PR e falaremos sobre o cenário da Goiaba.<br /><br />  A goiabeira é nativa da América do Sul, de onde foi levada pelos navegantes europeus para as colônias africanas e asiáticas, estando hoje distribuída por todas as regiões tropicais.<br /><br />  A coloração da casca pode variar de verde à amarelada, com formatos arredondado, ovalado ou piriforme, geralmente pesando entre 200g e 400g, com algumas variedades atingindo 800g. Além do formato, possuem diferenças na coloração interna, desde branca, passando por rosada, até as de vermelho intenso.<br /><br />  Além de ser consumida <i>in natura</i>, a goiaba é utilizada no preparo de sucos, néctares, polpas, sorvetes, geleias e compotas, e também como ingrediente na preparação de iogurtes, gelatinas e, recentemente, em molho agridoce (guatchup).<br /><br />  As principais variedades são Paluma, Pedro Sato e Kumagai. De acordo com produtores da Região de Valinhos-SP, a variedade conhecida como Tailandesa ganhou espaço nos últimos anos, devido ao tamanho avantajado e à menor quantidade de sementes.<br /><br />  É uma fruta com exigência hídrica de 800 a 1.000mm de chuvas bem distribuídas. A temperatura média ideal para o desenvolvimento é de 25ºC e são intolerantes a geadas.<br /><br />  Dados consolidados do IBGE de 2021 apontam uma produção nacional da fruta de 440 mil toneladas, sendo que 80% deste volume tem origem nos Estados de PE, SP, BA e PR, onde são cultivados 15.700 hectares<br /><br />  A exportação ainda é considerada incipiente, uma vez que menos de 1% do total produzido é destinado ao mercado externo, o que indica boa oportunidade para conquistar novos mercados.   Ao longo de 2022, no Estado de SP, além de aumento de custos e dificuldades de mão de obra qualificada, ocorreram adversidades climáticas, tais como estiagens e excesso de chuvas em regiões produtoras, o que refletiu em menor qualidade e preço. Em 17/04/23 a CEASA Campinas registrou preço médio das goiabas de R$4,50 por kg, redução de 10% ante abril/2022.<br /><br />  O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação ou implantação de pomares, Irrigação e beneficiamento da produção.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,goiaba,plantação,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a51fcd99ac3c205aa88820f4f2b7705d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/04/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-04-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53597926</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de abril, meu nome é Matheus Queiroz, sou estudante de Agronomia e estagiário na assessora na Diretoria de Agronegócios e hoje serei o porta-voz das expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />O mercado seguirá atento ao clima nos EUA que, inicialmente, segue favorável às lavouras. O plantio da safra de milho e o clima podem gerar impacto sobre área projetada de soja 23/24. A quebra da safra da Argentina, que influencia no quadro global de oferta de farelo e óleo, também é ponto de relevância na CBOT, porém com viés de estabilidade. Atenção também ao programa de importação chinesa.<br /> No Brasil, o atraso na comercialização da Safra 22/23, somado aos problemas na infraestrutura de logística, devem continuar exercendo pressão às cotações internas. A colheita já ultrapassou 86% da área total e deverá ter menor evolução em função das chuvas previstas na 2ª quinzena do mês. Os prêmios negativos para os meses de abril e maio são reflexos desses fatores e depreciam em mais de 1 dólar e 20 centavos por bushel, frente à CBOT.<br /> Com os preços físicos internos nas mínimas dos últimos dois anos, as negociações deverão permanecer contidas. A pressão na logística tende a arrefecer, refletindo em menor tempo de espera para embarque no porto e prêmios mais elevados. Assim, o mercado interno seguirá em estabilidade para o curto e médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b>de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório semanal de progresso de safra divulgado no dia 17/04, o plantio de milho nos Estados Unidos chegou a 8%. O ritmo da semeadura está quatro pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado e três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Apesar das preocupações com uma onda de frio no sul do país nos próximos dias, importantes regiões do cinturão de milho estadunidense estão com previsões favoráveis ao plantio, o que pode levar ao enfraquecimento das cotações na Bolsa de Chicago, caso o bom ritmo de semeadura seja mantido.<br /> A previsão climática para a semana continua favorável para a maioria dos estados produtores do milho 2ª safra, indicando boas precipitações, com acumulados suficientes para manter a umidade do solo e favorecer o desenvolvimento das lavouras. Aliado a esta previsão, a manutenção do mercado interno acomodado, com os compradores retraídos e a maior oferta do cereal, oriunda da colheita da safra da 1ª safra e os sojicultores retendo as vendas da oleaginosa, preferindo ofertar o milho, os preços podem se manter estáveis, com viés de baixa.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>apesar de projeções mais otimistas da safra brasileira, a baixa oferta disponível estimula participação de agentes financeiros e os preços podem manter níveis maiores até a definição da safra e a chegada do produto ao mercado.<br /> Produtor deve aumentar a participação ante proximidade da colheita, mas ainda observa  picos de preços.<br /> Mercado invertido e com juros ainda elevados reduz capacidade de carregamento de estoques e mantém estratégias de compras conservadoras.<br /> Exportações em níveis inferiores nos principais produtores mantém pouca disponibilidade do produto, mesmo com as estratégias de compra conservadoras.<br /> Curto prazo com preocupações com a oferta mantém volatilidade e pressão positivas nos preços, ante a proximidade da colheita de meio de ano em Peru, Indonésia, Brasil e 2ª safra colombiana.    Oportunidades de fixação de preços próximos ou acima de 190 centavos de dólar por libra peso na safra 23/24 devem ser consideradas.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos: Na segunda quinzena de mês, período de menor poder aquisitivo da população, o consumo interno de carne bovina tende a enfraquecer. No momento, além desse fator, as proteínas concorrentes com preços mais atrativos, ganham a predileção do consumidor. Com o menor fluxo entre atacado e varejo, além do mercado externo (exportações) ainda sentindo os efeitos do período de embargo chines, a indústria deverá continuar trabalhando estoques, ainda com escalas de abate confortáveis.<br /> Os pecuaristas brasileiros ainda se valem das boas condições das pastagens na maior parte do País, o que possibilita segurar o gado e cadenciar a venda. Entretanto, a oferta de animais segue em ritmo crescente, impulsionado pelo descarte de matrizes, em especial no Centro-Norte brasileiro.<br /> Dessa forma, principalmente, devido às escalas de abate confortáveis da indústria e oferta confortável de animais terminados, a tendência é do preço do boi gordo enfraquecido no curto e médio prazo.<br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53597926</guid><pubDate>Mon, 24 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53597926/20230424_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5812184" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de abril, meu nome é Matheus Queiroz, sou estudante de Agronomia e estagiário na assessora na Diretoria de Agronegócios e hoje serei o porta-voz das expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de abril, meu nome é Matheus Queiroz, sou estudante de Agronomia e estagiário na assessora na Diretoria de Agronegócios e hoje serei o porta-voz das expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />O mercado seguirá atento ao clima nos EUA que, inicialmente, segue favorável às lavouras. O plantio da safra de milho e o clima podem gerar impacto sobre área projetada de soja 23/24. A quebra da safra da Argentina, que influencia no quadro global de oferta de farelo e óleo, também é ponto de relevância na CBOT, porém com viés de estabilidade. Atenção também ao programa de importação chinesa.<br /> No Brasil, o atraso na comercialização da Safra 22/23, somado aos problemas na infraestrutura de logística, devem continuar exercendo pressão às cotações internas. A colheita já ultrapassou 86% da área total e deverá ter menor evolução em função das chuvas previstas na 2ª quinzena do mês. Os prêmios negativos para os meses de abril e maio são reflexos desses fatores e depreciam em mais de 1 dólar e 20 centavos por bushel, frente à CBOT.<br /> Com os preços físicos internos nas mínimas dos últimos dois anos, as negociações deverão permanecer contidas. A pressão na logística tende a arrefecer, refletindo em menor tempo de espera para embarque no porto e prêmios mais elevados. Assim, o mercado interno seguirá em estabilidade para o curto e médio prazo.<br /><b> Em relação ao milho, </b>de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório semanal de progresso de safra divulgado no dia 17/04, o plantio de milho nos Estados Unidos chegou a 8%. O ritmo da semeadura está quatro pontos percentuais à frente do mesmo período do ano passado e três pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos. Apesar das preocupações com uma onda de frio no sul do país nos próximos dias, importantes regiões do cinturão de milho estadunidense estão com previsões favoráveis ao plantio, o que pode levar ao enfraquecimento das cotações na Bolsa de Chicago, caso o bom ritmo de semeadura seja mantido.<br /> A previsão climática para a semana continua favorável para a maioria dos estados produtores do milho 2ª safra, indicando boas precipitações, com acumulados suficientes para manter a umidade do solo e favorecer o desenvolvimento das lavouras. Aliado a esta previsão, a manutenção do mercado interno acomodado, com os compradores retraídos e a maior oferta do cereal, oriunda da colheita da safra da 1ª safra e os sojicultores retendo as vendas da oleaginosa, preferindo ofertar o milho, os preços podem se manter estáveis, com viés de baixa.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>apesar de projeções mais otimistas da safra brasileira, a baixa oferta disponível estimula participação de agentes financeiros e os preços podem manter níveis maiores até a definição da safra e a chegada do produto ao mercado.<br /> Produtor deve aumentar a participação ante proximidade da colheita, mas ainda observa  picos de preços.<br /> Mercado invertido e com juros ainda elevados reduz capacidade de carregamento de estoques e mantém estratégias de compras conservadoras.<br /> Exportações em níveis inferiores nos principais produtores mantém pouca disponibilidade do produto, mesmo com as estratégias de compra conservadoras.<br /> Curto prazo com preocupações com a oferta mantém volatilidade e pressão positivas nos preços, ante a proximidade da colheita de meio de ano em Peru, Indonésia, Brasil e 2ª safra colombiana.    Oportunidades de fixação de preços próximos ou acima de 190 centavos de dólar por libra peso na safra 23/24 devem ser consideradas.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo,</b> temos: Na segunda quinzena de mês, período de menor poder aquisitivo da população, o consumo interno de carne bovina tende a enfraquecer. No momento, além...]]></itunes:summary><itunes:duration>364</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/04/2023 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-04-2023-cenario-da-avicultura-de-corte--53575409</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de abril de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> No relatório divulgado pelo USDA, neste mês de abril, projeta-se que a produção de carne de frango no mundo aumentará 1,4% em relação ao produzido em 2022. Serão produzidas cerca de 103,5 milhões de toneladas. Os EUA continuam sendo o maior produtor, responsáveis por 20% da produção global, seguido pelo Brasil, com 14,5%.<br /><br /> A estimativa é de que o Brasil produzirá, no ano de 2023, cerca de 14,87 milhões de toneladas de carne de frango, 2,8% a mais do que 2022, e que o consumo interno aumentará 1%, atingindo 10,1 milhões de toneladas. As exportações deverão atingir o volume de 4,75 milhões de toneladas, aumento de 7% ante 2022.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de carne de frango de janeiro a março de 2023, aumentaram 17,6% em relação ao mesmo período de 2022, sendo embarcada cerca de 1,23 milhão de toneladas, com preço médio de US$ 1.900 a tonelada.<br /><br /> Com o preço do milho e do farelo de soja em queda desde janeiro deste ano, o custo de produção em março, de acordo com a EMBRAPA aves e suínos, ficou em R$ 5,30, o menor valor registrado desde dezembro de 2021, quando atingiu R$ 5,21.<br /><br /> Mesmo com o custo de produção em queda, o cenário para o avicultor independente continua desafiador e com margens reduzidas. Atualmente, o preço recebido nos Estados de Minas Gerais e São Paulo é de R$ 4,80 pelo kg vivo.<br /><br /> Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista o momento de preços favoráveis para esse importante insumo, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53575409</guid><pubDate>Thu, 20 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53575409/20230420_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="3290636" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de abril de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.

 No relatório divulgado pelo USDA, neste mês de abril,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de abril de 2023, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br /> No relatório divulgado pelo USDA, neste mês de abril, projeta-se que a produção de carne de frango no mundo aumentará 1,4% em relação ao produzido em 2022. Serão produzidas cerca de 103,5 milhões de toneladas. Os EUA continuam sendo o maior produtor, responsáveis por 20% da produção global, seguido pelo Brasil, com 14,5%.<br /><br /> A estimativa é de que o Brasil produzirá, no ano de 2023, cerca de 14,87 milhões de toneladas de carne de frango, 2,8% a mais do que 2022, e que o consumo interno aumentará 1%, atingindo 10,1 milhões de toneladas. As exportações deverão atingir o volume de 4,75 milhões de toneladas, aumento de 7% ante 2022.<br /><br /> Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de carne de frango de janeiro a março de 2023, aumentaram 17,6% em relação ao mesmo período de 2022, sendo embarcada cerca de 1,23 milhão de toneladas, com preço médio de US$ 1.900 a tonelada.<br /><br /> Com o preço do milho e do farelo de soja em queda desde janeiro deste ano, o custo de produção em março, de acordo com a EMBRAPA aves e suínos, ficou em R$ 5,30, o menor valor registrado desde dezembro de 2021, quando atingiu R$ 5,21.<br /><br /> Mesmo com o custo de produção em queda, o cenário para o avicultor independente continua desafiador e com margens reduzidas. Atualmente, o preço recebido nos Estados de Minas Gerais e São Paulo é de R$ 4,80 pelo kg vivo.<br /><br /> Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista o momento de preços favoráveis para esse importante insumo, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>206</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/742e28e39e087af887441d64c5bae949.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/04/2023- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-04-2023-cenario-do-arroz--53573785</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 19 de abril de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 7º Levantamento de grãos da safra 2022/23, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve uma redução de 9,3% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e sessenta e sete mil hectares. A produção está estimada em nove milhões, novecentos e quarenta mil toneladas, redução de 7,9% em relação à safra 2021/2022.<br /><br />O Estado do RS representa atualmente 59% da produção nacional de arroz. Ainda segundo a CONAB, o estado reduziu em 10% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 862 mil ha cultivados, com uma produção estimada em seis milhões novecentos e trinta e quatro mil toneladas. Até o momento, 85% da área cultivada na safra 2022/23 já foi colhida.<br /><br />É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas causaram perdas na cultura no RS. Os reservatórios e rios estiveram em níveis muito abaixo do normal para a época. Uma das regiões mais afetadas pela estiagem é a Fronteira Oeste, que acumula perdas significativas na produção por abandono de áreas, redução na produtividade e perdas na qualidade de grãos.<br /><br />O mercado brasileiro de arroz manteve-se retraído em março, seguindo o que aconteceu no primeiro bimestre, o que é normal para o período, devido à colheita nas principais regiões produtoras do Mercosul. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), <b><i>foi cotado em 13 de abril a R$ 85,53 a saca de 50 kg, acumulando queda de 3,8% no ano</i></b>. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. Espera-se que produtores retornem às vendas do produto após contabilizarem oficialmente os dados da atual temporada.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53573785</guid><pubDate>Wed, 19 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53573785/20230419_bbcast_agro_arroz.mp3" length="3196595" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 19 de abril de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

 De acordo com o 7º Levantamento de grãos da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 19 de abril de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 7º Levantamento de grãos da safra 2022/23, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve uma redução de 9,3% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e sessenta e sete mil hectares. A produção está estimada em nove milhões, novecentos e quarenta mil toneladas, redução de 7,9% em relação à safra 2021/2022.<br /><br />O Estado do RS representa atualmente 59% da produção nacional de arroz. Ainda segundo a CONAB, o estado reduziu em 10% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 862 mil ha cultivados, com uma produção estimada em seis milhões novecentos e trinta e quatro mil toneladas. Até o momento, 85% da área cultivada na safra 2022/23 já foi colhida.<br /><br />É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas causaram perdas na cultura no RS. Os reservatórios e rios estiveram em níveis muito abaixo do normal para a época. Uma das regiões mais afetadas pela estiagem é a Fronteira Oeste, que acumula perdas significativas na produção por abandono de áreas, redução na produtividade e perdas na qualidade de grãos.<br /><br />O mercado brasileiro de arroz manteve-se retraído em março, seguindo o que aconteceu no primeiro bimestre, o que é normal para o período, devido à colheita nas principais regiões produtoras do Mercosul. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), <b><i>foi cotado em 13 de abril a R$ 85,53 a saca de 50 kg, acumulando queda de 3,8% no ano</i></b>. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns. Espera-se que produtores retornem às vendas do produto após contabilizarem oficialmente os dados da atual temporada.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bf1226678ad732c45fb5abfa6d71f520.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/04/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-04-2023-cenario-da-cana-de-acucar--53564248</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 18 de abril de 2023 meu nome é Nivia Bassi sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – SP e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><br />Com o encerramento da temporada, a moagem de cana de açúcar no Centro-Sul alcançou 548,28 milhões de toneladas na safra 2022/23, ante 524,1 milhões de toneladas da safra anterior, resultando em um aumento de 4,61%.<br /><br /> Segundo dados do Centro de Tecnologia Canavieira, a produtividade média da safra 2022/23, foi de 73,3 toneladas de cana por hectare, 8,1% superior à safra passada.<br /><br /> Ainda falando sobre a safra 2022/23, a fabricação de etanol totalizou 28,91 bilhões de litros (4,66% acima da safra anterior), sendo 16,62 bilhões de etanol hidratado e 12,29 bilhões de anidro, e a fabricação do adoçante totalizou 33,73 milhões de toneladas, aumento de 5,16%.<br /><br />Referente à safra 2023/24, na segunda metade de março, 39 unidades deram início ao novo ciclo. Ao término da quinzena, permanecem em operação 63 unidades no Centro-Sul, sendo 52 unidades com processamento de cana-de-açúcar e 11 empresas que fabricam etanol a partir do milho, conforme dados da UNICA.<br /><br /> As perspectivas são de produções superiores em relação à safra passada; o Cepea aponta que o Centro-Sul poderá processar entre 560 milhões e 595 milhões de toneladas de cana; esse aumento é consequência dos bons níveis pluviométricos nas regiões produtoras da cultura, além dos investimentos em tecnologia realizados nos canaviais.<br /><br /> Contratos futuros de açúcar chegaram aos níveis mais altos em 11 anos, nesta última terça-feira, dia 11, repercutindo informações de produções abaixo do esperado nos maiores produtores de açúcar da Ásia.<br /><br /> Em contrapartida, o clima poderá ser um fator preocupante; alguns analistas fazem previsão de ocorrência do El Niño, o que significa chuvas antes do esperado na região Centro-Sul, resultando em uma safra mais curta, com antecipação da colheita.<br /><br /> Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode contar sempre com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br /> Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<b></b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53564248</guid><pubDate>Tue, 18 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53564248/20230418_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3349986" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 18 de abril de 2023 meu nome é Nivia Bassi sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – SP e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.

Com o encerramento da temporada, a moagem de cana de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 18 de abril de 2023 meu nome é Nivia Bassi sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – SP e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><br />Com o encerramento da temporada, a moagem de cana de açúcar no Centro-Sul alcançou 548,28 milhões de toneladas na safra 2022/23, ante 524,1 milhões de toneladas da safra anterior, resultando em um aumento de 4,61%.<br /><br /> Segundo dados do Centro de Tecnologia Canavieira, a produtividade média da safra 2022/23, foi de 73,3 toneladas de cana por hectare, 8,1% superior à safra passada.<br /><br /> Ainda falando sobre a safra 2022/23, a fabricação de etanol totalizou 28,91 bilhões de litros (4,66% acima da safra anterior), sendo 16,62 bilhões de etanol hidratado e 12,29 bilhões de anidro, e a fabricação do adoçante totalizou 33,73 milhões de toneladas, aumento de 5,16%.<br /><br />Referente à safra 2023/24, na segunda metade de março, 39 unidades deram início ao novo ciclo. Ao término da quinzena, permanecem em operação 63 unidades no Centro-Sul, sendo 52 unidades com processamento de cana-de-açúcar e 11 empresas que fabricam etanol a partir do milho, conforme dados da UNICA.<br /><br /> As perspectivas são de produções superiores em relação à safra passada; o Cepea aponta que o Centro-Sul poderá processar entre 560 milhões e 595 milhões de toneladas de cana; esse aumento é consequência dos bons níveis pluviométricos nas regiões produtoras da cultura, além dos investimentos em tecnologia realizados nos canaviais.<br /><br /> Contratos futuros de açúcar chegaram aos níveis mais altos em 11 anos, nesta última terça-feira, dia 11, repercutindo informações de produções abaixo do esperado nos maiores produtores de açúcar da Ásia.<br /><br /> Em contrapartida, o clima poderá ser um fator preocupante; alguns analistas fazem previsão de ocorrência do El Niño, o que significa chuvas antes do esperado na região Centro-Sul, resultando em uma safra mais curta, com antecipação da colheita.<br /><br /> Para atender as necessidades da cultura da cana-de-açúcar, o produtor pode contar sempre com o Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR.<br /><br /> Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.<b></b>]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/04/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-04-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53540521</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de abril, meu nome é Rosilene Roos, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />        Nos EUA, o plantio da safra de milho e o clima podem gerar impacto sobre a área projetada de soja 23/24. O mercado externo sofrerá influência dos dados apresentados pelo USDA, principalmente de oferta. A quebra da safra da ARG e as perspectivas iniciais de plantio da safra dos EUA, nos fundamentos, são os temas de maior relevância e  impacto na CBOT, ambos apresentando viés de estabilidade.<br />           No Brasil, o atraso na comercialização da Safra 22/23, somado aos problemas na infraestrutura de logística, devem continuar exercendo pressão negativa nas cotações. A colheita entra na fase final e deverá ter menor evolução em função das chuvas previstas para a maioria dos estados produtores na 2ª quinzena do mês. Os prêmios negativos para os meses de abril e maio são reflexos desses fatores e depreciam em mais de US$1,20/bushel, frente à CBOT.           Com as cotações internas nas mínimas dos últimos dois anos, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado. A pressão na logística tende a diminuir, encurtando o tempo de espera nos portos, melhorando os prêmios ofertados. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade para o curto e médio prazo. Segue atenção ao programa de importação chinesa.<br /> <b>Em relação ao milho, </b><br />        O plantio de milho norte-americano chegou a 3%, conforme relatório de progresso de safra do USDA em 10/04. Importantes estados produtores, pertencentes ao cinturão de milho, como Iowa, Illinois e Nebraska ainda não iniciaram a semeadura. Com previsões climáticas favoráveis para os próximos dias no leste do cinturão, com aumento de temperatura no solo, levando a boas condições de plantio, as cotações no mercado externo podem oscilar negativamente, refletindo as boas perspectivas para o início da safra nos Estados Unidos.<br />         De acordo com a Conab, até o dia 08/04, a colheita da 1ª safra havia atingido 51,2% da área total. Este volume colhido tem pressionado as cotações internas nas últimas semanas.<br />            Para os próximos dias, as previsões climáticas apontam precipitações em volumes suficientes para favorecer o desenvolvimento e floração dos cultivos nos principais estados produtores da 2ª safra de milho. Os consumidores, retraídos nas compras e a maior disponibilidade interna do grão, podem levar a manutenção do aperto nas cotações, mantendo os preços nos patamares atuais com viés de baixa.   <b><br /></b> <b>Para o café,</b><br /><b> </b>           Projeção de safra brasileira 2023 pela consultoria Safras e Mercado em 66,65 milhões de sacas, acima das previsões iniciais, evidencia visão mais otimista da safra brasileira a ser colhida.             Precipitações abundantes ocorridas no verão favoreceram o desenvolvimento de ramos e projetam, até o momento, potencial positivo para a safra BR a ser colhida em 2024.             Neutralidade climática El Niño no trimestre ameniza preocupações com inverno e frio intenso no momento de amadurecimento de grãos e início de colheita.<br />            Preocupações com a oferta no curto prazo mantém volatilidade e pressão positiva nos preços ante a proximidade da colheita de meio de ano no Peru, Indonésia, Brasil e 2ª safra colombiana;<br />            Produtor com estoque remanescente indicando negociar face aos preços positivos atingidos na semana anterior em NY e a proximidade da colheita, com o surgimento de projeções mais positivas para a safra brasileira e fundos ajustando carteiras poderão exercer pressão baixista às cotações do grão na semana.<br />            Com set/24 cotado acima de 190 centavos de dólar por libra peso, possível maior disponibilidade na Safra 23/24, além de taxas de juros em nível elevado, oferecem ao produtor oportunidade de assegurar margem positiva e ganhos financeiros, no momento.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que:<br />        O consumo de carne bovina é sazonalmente menor na segunda quinzena do mês, em decorrência do menor poder aquisitivo da população. Dessa forma, espera-se uma reposição mais lenta entre o varejo e o atacado, com reflexo nas escalas de abate.<br />         Face a este movimento, as escalas tendem a permanecer alongadas e confortáveis ao comprador, haja vista a maior disponibilidade de animais para o abate e o consumo interno mais arrefecido neste período do mês. Assim, a tendência é que a indústria siga em vantagem nas negociações, resultando em menores preços ofertados e viés de baixa às cotações do boi gordo.          Além desses fatores, a valorização do real frente ao dólar e a queda no preço da carne bovina no mercado internacional, impactam diretamente o segmento exportador, que acaba pressionando negativamente as ofertas pela arroba.<br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53540521</guid><pubDate>Mon, 17 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53540521/20230417_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5514597" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de abril, meu nome é Rosilene Roos, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de abril, meu nome é Rosilene Roos, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />        Nos EUA, o plantio da safra de milho e o clima podem gerar impacto sobre a área projetada de soja 23/24. O mercado externo sofrerá influência dos dados apresentados pelo USDA, principalmente de oferta. A quebra da safra da ARG e as perspectivas iniciais de plantio da safra dos EUA, nos fundamentos, são os temas de maior relevância e  impacto na CBOT, ambos apresentando viés de estabilidade.<br />           No Brasil, o atraso na comercialização da Safra 22/23, somado aos problemas na infraestrutura de logística, devem continuar exercendo pressão negativa nas cotações. A colheita entra na fase final e deverá ter menor evolução em função das chuvas previstas para a maioria dos estados produtores na 2ª quinzena do mês. Os prêmios negativos para os meses de abril e maio são reflexos desses fatores e depreciam em mais de US$1,20/bushel, frente à CBOT.           Com as cotações internas nas mínimas dos últimos dois anos, os sojicultores deverão permanecer fora do mercado. A pressão na logística tende a diminuir, encurtando o tempo de espera nos portos, melhorando os prêmios ofertados. Assim, o mercado interno seguirá com estabilidade para o curto e médio prazo. Segue atenção ao programa de importação chinesa.<br /> <b>Em relação ao milho, </b><br />        O plantio de milho norte-americano chegou a 3%, conforme relatório de progresso de safra do USDA em 10/04. Importantes estados produtores, pertencentes ao cinturão de milho, como Iowa, Illinois e Nebraska ainda não iniciaram a semeadura. Com previsões climáticas favoráveis para os próximos dias no leste do cinturão, com aumento de temperatura no solo, levando a boas condições de plantio, as cotações no mercado externo podem oscilar negativamente, refletindo as boas perspectivas para o início da safra nos Estados Unidos.<br />         De acordo com a Conab, até o dia 08/04, a colheita da 1ª safra havia atingido 51,2% da área total. Este volume colhido tem pressionado as cotações internas nas últimas semanas.<br />            Para os próximos dias, as previsões climáticas apontam precipitações em volumes suficientes para favorecer o desenvolvimento e floração dos cultivos nos principais estados produtores da 2ª safra de milho. Os consumidores, retraídos nas compras e a maior disponibilidade interna do grão, podem levar a manutenção do aperto nas cotações, mantendo os preços nos patamares atuais com viés de baixa.   <b><br /></b> <b>Para o café,</b><br /><b> </b>           Projeção de safra brasileira 2023 pela consultoria Safras e Mercado em 66,65 milhões de sacas, acima das previsões iniciais, evidencia visão mais otimista da safra brasileira a ser colhida.             Precipitações abundantes ocorridas no verão favoreceram o desenvolvimento de ramos e projetam, até o momento, potencial positivo para a safra BR a ser colhida em 2024.             Neutralidade climática El Niño no trimestre ameniza preocupações com inverno e frio intenso no momento de amadurecimento de grãos e início de colheita.<br />            Preocupações com a oferta no curto prazo mantém volatilidade e pressão positiva nos preços ante a proximidade da colheita de meio de ano no Peru, Indonésia, Brasil e 2ª safra colombiana;<br />            Produtor com estoque remanescente indicando negociar face aos preços positivos atingidos na semana anterior em NY e a proximidade da colheita, com o surgimento de projeções mais positivas para a safra brasileira e fundos ajustando carteiras poderão exercer pressão baixista às cotações do grão na semana.<br />            Com set/24 cotado acima de 190 centavos de dólar por libra peso, possível maior disponibilidade...]]></itunes:summary><itunes:duration>345</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/04/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-04-2023-cenario-da-soja--53527633</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 de abril de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato jul/23 na CBOT fechou 12/04 cotado a US14,72/bushel, apresentando queda de -1,34% em relação ao início do mês, mas com recuperação na parcial da semana, com apoio no farelo de soja, que registrou altas nas últimas sessões.<br /><br />Os principais fundamentos para o movimento de retração acumulado em abril estiveram atrelados aos dados do relatório de oferta e demanda do USDA, que manteve os estoques globais estáveis e ajustados com a supersafra brasileira e a quebra de safra da Argentina. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real, o receio ainda presente com crise do sistema bancário global, a baixa demanda chinesa e a boa perspectiva do início da safra americana 23/24.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 12/04, foi de R$ 146,54 por saca, apresentando baixa de 4,7% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para abril/23, registraram piora e chegaram a US$ -1,3/bushel em Paranaguá, refletindo a entrada da safra 22/23.<br /><br />De acordo com a Conab, a colheita no Brasil atingiu 78,2% da área cultivada até 08/abril, com destaques para o MS 98%, GO 93%, MG 86%, SP 95%, PR 90%. No MT a colheita já foi concluída. As projeções da safra brasileira se mantiveram e a perspectiva de obtenção de uma produção total acima de 153 milhões de toneladas está se confirmando.<br /><br />Para os EUA, houve manutenção da estimativa de área de plantio 23/24, (31,41 milhões de ha) e prognóstico de clima favorável no início do plantio. Na Argentina, o USDA reduziu a estimativa de produção para 27 milhões de toneladas (quebra histórica). Para manutenção mínima da indústria de esmagamento de soja, a Argentina deverá ampliar seu programa de importação de grãos, principalmente do Brasil e Paraguai.<br /><br />De acordo com o INMET, para a 2ª quinzena de abril, estão previstas chuvas com volumes acumulados acima de 50 mm para a maioria dos Estados produtores, exceto Oeste da BA e o RS.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a Linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53527633</guid><pubDate>Fri, 14 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53527633/20230414_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3546845" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 14 de abril de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC e falaremos sobre o cenário da soja.

O contrato jul/23 na CBOT fechou 12/04 cotado a US14,72/bushel, apresentando...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 de abril de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />O contrato jul/23 na CBOT fechou 12/04 cotado a US14,72/bushel, apresentando queda de -1,34% em relação ao início do mês, mas com recuperação na parcial da semana, com apoio no farelo de soja, que registrou altas nas últimas sessões.<br /><br />Os principais fundamentos para o movimento de retração acumulado em abril estiveram atrelados aos dados do relatório de oferta e demanda do USDA, que manteve os estoques globais estáveis e ajustados com a supersafra brasileira e a quebra de safra da Argentina. Somam-se a estes, a desvalorização recente do dólar ante o real, o receio ainda presente com crise do sistema bancário global, a baixa demanda chinesa e a boa perspectiva do início da safra americana 23/24.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 12/04, foi de R$ 146,54 por saca, apresentando baixa de 4,7% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para abril/23, registraram piora e chegaram a US$ -1,3/bushel em Paranaguá, refletindo a entrada da safra 22/23.<br /><br />De acordo com a Conab, a colheita no Brasil atingiu 78,2% da área cultivada até 08/abril, com destaques para o MS 98%, GO 93%, MG 86%, SP 95%, PR 90%. No MT a colheita já foi concluída. As projeções da safra brasileira se mantiveram e a perspectiva de obtenção de uma produção total acima de 153 milhões de toneladas está se confirmando.<br /><br />Para os EUA, houve manutenção da estimativa de área de plantio 23/24, (31,41 milhões de ha) e prognóstico de clima favorável no início do plantio. Na Argentina, o USDA reduziu a estimativa de produção para 27 milhões de toneladas (quebra histórica). Para manutenção mínima da indústria de esmagamento de soja, a Argentina deverá ampliar seu programa de importação de grãos, principalmente do Brasil e Paraguai.<br /><br />De acordo com o INMET, para a 2ª quinzena de abril, estão previstas chuvas com volumes acumulados acima de 50 mm para a maioria dos Estados produtores, exceto Oeste da BA e o RS.<br /><br />Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a Linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8aba01aac8940e4b080256b0e8d8a86d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/04/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-04-2023-cenario-do-boi-gordo--53517779</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de abril de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 22,59 mil toneladas de carne bovina in natura em 4 dias úteis de abril de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês de abril ficou em 157,47 mil toneladas em 22 dias úteis. A média diária exportada na primeira semana do mês ficou em 5,6 mil toneladas e representa um recuo de 31,8% frente ao observado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 8,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.546,80, desvalorização de 26,8% ante abril/22.<br /><br />No dia 11/04/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 293,00, com alta de 2,8%. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia em R$ 279,50, em estabilidade.<br /><br />Nesta última semana, os frigoríficos conseguiram recompor suas escalas de abate. Com a indústria operando de maneira mais ativa, ocorreram ajustes positivos no mercado físico do boi gordo. Contudo, os preços da carne seguiram acomodados no mercado atacadista.<br /><br />Com a reposição das escalas de abate dos frigoríficos, considerando também a fase do ciclo pecuário de oferta de animais e o final da safra de animais terminados no pasto, a tendência é de que os preços da arroba sofram pressão negativa nos próximos dias.<br /><br /> As chuvas ainda ofertam condições ao pecuarista de segurar o animal no pasto. Porém, com a proximidade do fim do período chuvoso, cai a qualidade da pastagem e, tradicionalmente, se inicia o primeiro giro do confinamento. Dessa maneira, os pecuaristas devem se atentar aos custos de produção. A compra antecipada de insumos e a aquisição do animal de reposição no momento oportuno são fundamentais para redução do custo da atividade. Estes itens representam, respectivamente, cerca de 30% e 65% do custo total da atividade.<br /><br />Para mitigar o risco do empreendimento, importante que o pecuarista faça uso de ferramentas de proteção de preço, como as Opções Agro do Banco do Brasil e o contrato a termo, por exemplo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53517779</guid><pubDate>Thu, 13 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53517779/20230413_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3226271" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de abril de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de abril de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 22,59 mil toneladas de carne bovina in natura em 4 dias úteis de abril de 2023. No ano anterior, o volume total exportado no mês de abril ficou em 157,47 mil toneladas em 22 dias úteis. A média diária exportada na primeira semana do mês ficou em 5,6 mil toneladas e representa um recuo de 31,8% frente ao observado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 8,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.546,80, desvalorização de 26,8% ante abril/22.<br /><br />No dia 11/04/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 293,00, com alta de 2,8%. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia em R$ 279,50, em estabilidade.<br /><br />Nesta última semana, os frigoríficos conseguiram recompor suas escalas de abate. Com a indústria operando de maneira mais ativa, ocorreram ajustes positivos no mercado físico do boi gordo. Contudo, os preços da carne seguiram acomodados no mercado atacadista.<br /><br />Com a reposição das escalas de abate dos frigoríficos, considerando também a fase do ciclo pecuário de oferta de animais e o final da safra de animais terminados no pasto, a tendência é de que os preços da arroba sofram pressão negativa nos próximos dias.<br /><br /> As chuvas ainda ofertam condições ao pecuarista de segurar o animal no pasto. Porém, com a proximidade do fim do período chuvoso, cai a qualidade da pastagem e, tradicionalmente, se inicia o primeiro giro do confinamento. Dessa maneira, os pecuaristas devem se atentar aos custos de produção. A compra antecipada de insumos e a aquisição do animal de reposição no momento oportuno são fundamentais para redução do custo da atividade. Estes itens representam, respectivamente, cerca de 30% e 65% do custo total da atividade.<br /><br />Para mitigar o risco do empreendimento, importante que o pecuarista faça uso de ferramentas de proteção de preço, como as Opções Agro do Banco do Brasil e o contrato a termo, por exemplo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2db26247f66e78734b6665de62770a44.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/04/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-04-2023-cenario-do-cafe-conilon--53506758</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 12 de abril de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />    No decurso do mês de abril é iniciada a colheita do café conilon nas principais regiões produtoras. Nesse cenário de colheita, a dificuldade de encontrar mão de obra vem se agravando nos últimos anos, que além de mais cara, também está escassa tanto no Espírito Santo, como em áreas da Bahia e leste de MG. Alguns produtores já estão apostando na colheita mecanizada e semimecanizada, mas ainda em fase de testes e apresentando alto custo na aquisição de máquinas e equipamentos.<br /><br />    Condições climáticas desfavoráveis no início do ciclo produtivo, como a ocorrência de ventos fortes e frios em algumas regiões, sugerem que a produção seja aquém do potencial.  No entanto, nas áreas que não foram atingidas por esses eventos, o café está apresentando boa granação com perspectivas de alta produção.<br /><br />  Em Rondônia, apesar de problemas climáticos no mês de novembro de 2022, a safra mantém previsão de aumento de produção em relação à safra anterior. Os produtores estão apostando na irrigação localizada, onde estão conseguindo aumentar a média da produtividade das lavouras.   No momento, a tendência é de baixa nas cotações. O aumento dos estoques de café robusta da ICE e notícias de aumento nas exportações de café do Vietnã que foi divulgado no último relatório do Departamento Geral de Estatísticas Aduaneiras do país em 10/04 são os principais fatores baixistas. O Vietnã é o maior produtor mundial de café conilon.<br /><br />  No mercado externo, os contratos futuros em Londres com vencimento em maio/23 fecharam o dia 06/04, negociados a US$ 2.299/T com baixa de 0,65%. No mercado físico interno houve baixa em relação as últimas semanas de março, com cotação fechando em R$ 620,00 na COOABRIEL.<br /><br />  Para atender as demandas do produtor, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito específicas, para atender todas as necessidades na condução das lavouras.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBcasts acesse “blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro” ou ouça diretamente em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53506758</guid><pubDate>Wed, 12 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53506758/20230412_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2870169" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 12 de abril de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

    No decurso do mês de abril é iniciada a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 12 de abril de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />    No decurso do mês de abril é iniciada a colheita do café conilon nas principais regiões produtoras. Nesse cenário de colheita, a dificuldade de encontrar mão de obra vem se agravando nos últimos anos, que além de mais cara, também está escassa tanto no Espírito Santo, como em áreas da Bahia e leste de MG. Alguns produtores já estão apostando na colheita mecanizada e semimecanizada, mas ainda em fase de testes e apresentando alto custo na aquisição de máquinas e equipamentos.<br /><br />    Condições climáticas desfavoráveis no início do ciclo produtivo, como a ocorrência de ventos fortes e frios em algumas regiões, sugerem que a produção seja aquém do potencial.  No entanto, nas áreas que não foram atingidas por esses eventos, o café está apresentando boa granação com perspectivas de alta produção.<br /><br />  Em Rondônia, apesar de problemas climáticos no mês de novembro de 2022, a safra mantém previsão de aumento de produção em relação à safra anterior. Os produtores estão apostando na irrigação localizada, onde estão conseguindo aumentar a média da produtividade das lavouras.   No momento, a tendência é de baixa nas cotações. O aumento dos estoques de café robusta da ICE e notícias de aumento nas exportações de café do Vietnã que foi divulgado no último relatório do Departamento Geral de Estatísticas Aduaneiras do país em 10/04 são os principais fatores baixistas. O Vietnã é o maior produtor mundial de café conilon.<br /><br />  No mercado externo, os contratos futuros em Londres com vencimento em maio/23 fecharam o dia 06/04, negociados a US$ 2.299/T com baixa de 0,65%. No mercado físico interno houve baixa em relação as últimas semanas de março, com cotação fechando em R$ 620,00 na COOABRIEL.<br /><br />  Para atender as demandas do produtor, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito específicas, para atender todas as necessidades na condução das lavouras.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBcasts acesse “blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro” ou ouça diretamente em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/08ad7d9363b1f93f9a3a0421f62f4c7b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/04/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-04-2023-cenario-climatico--53496271</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 11 de abril de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  Na publicação mais recente do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos - CPTEC, integrante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, em 23 de março, o Centro comenta a transição do fenômeno La Ninã para condições neutras, modificando, assim, alguns padrões de circulação oceânica na América do Sul.<br /><br />  Aponta ainda, em sua Previsão Climática Trimestral para o 2° trimestre de 2023, que permanece a maior probabilidade de chuva acima da média em parte das Regiões Norte e Nordeste do país. Em relação à grande parte da porção sul do Brasil, Estado de SP e áreas mais ao sul de MG, há maior tendência de chuvas abaixo da média. Mais ao centro do país, embora ainda possam ocorrer chuvas mais intensas até meados de abril, quando finda a estação chuvosa, há maior incerteza na previsão na faixa central e leste do país, devido à transição das condições de La Ninã para neutralidade.<br /><br />  Em relação à previsão de temperatura, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET indica para o mês de abril que as temperaturas, na maior parte do país, tendem a ficar acima da média, com destaque para as divisas entre os estados do MS, PR, SP e MG, nos quais a temperatura pode variar até +1,0°C acima das médias históricas.<br /><br />No tocante à disponibilidade de água no solo, de acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), há pontos de atenção na região NE e norte de MG, que apresentam índices de umidade do solo abaixo do observado no restante do país.<br /><br />  Devido as diferentes previsões climáticas, haja vista o vasto território nacional, o planejamento da safra, associado ao monitoramento climático, auxiliam o produtor a tomar decisões mais assertivas na gestão de suas atividades.<br /><br />  Sempre ao lado do protutor rural, o Banco do Brasil, em parceria com a plataforma BROTO, disponibilizam este e outros BBCastAgro diariamente. Para ouvir, basta acessar: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53496271</guid><pubDate>Tue, 11 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53496271/20230411_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3300249" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 11 de abril de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o cenário climático.

  Na publicação mais recente do Centro de Previsão de Tempo e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 11 de abril de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  Na publicação mais recente do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos - CPTEC, integrante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, em 23 de março, o Centro comenta a transição do fenômeno La Ninã para condições neutras, modificando, assim, alguns padrões de circulação oceânica na América do Sul.<br /><br />  Aponta ainda, em sua Previsão Climática Trimestral para o 2° trimestre de 2023, que permanece a maior probabilidade de chuva acima da média em parte das Regiões Norte e Nordeste do país. Em relação à grande parte da porção sul do Brasil, Estado de SP e áreas mais ao sul de MG, há maior tendência de chuvas abaixo da média. Mais ao centro do país, embora ainda possam ocorrer chuvas mais intensas até meados de abril, quando finda a estação chuvosa, há maior incerteza na previsão na faixa central e leste do país, devido à transição das condições de La Ninã para neutralidade.<br /><br />  Em relação à previsão de temperatura, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET indica para o mês de abril que as temperaturas, na maior parte do país, tendem a ficar acima da média, com destaque para as divisas entre os estados do MS, PR, SP e MG, nos quais a temperatura pode variar até +1,0°C acima das médias históricas.<br /><br />No tocante à disponibilidade de água no solo, de acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), há pontos de atenção na região NE e norte de MG, que apresentam índices de umidade do solo abaixo do observado no restante do país.<br /><br />  Devido as diferentes previsões climáticas, haja vista o vasto território nacional, o planejamento da safra, associado ao monitoramento climático, auxiliam o produtor a tomar decisões mais assertivas na gestão de suas atividades.<br /><br />  Sempre ao lado do protutor rural, o Banco do Brasil, em parceria com a plataforma BROTO, disponibilizam este e outros BBCastAgro diariamente. Para ouvir, basta acessar: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/04/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-04-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53465723</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de abril, meu nome é Analu, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, é esperado que Na semana, o mercado fique atento ao relatório de oferta e demanda do USDA, pois é esperada uma nova redução na produção da safra argentina que poderá impactar o balanço de oferta de grão, farelo e óleo. No Brasil, as tradings chinesas deverão intensificar suas compras, fator que possibilita alguma melhora nos prêmios dos portos. A soja brasileira é a mais competitiva atualmente no cenário internacional e deverá atrair compradores. O período de concentração da colheita já ocorreu e, doravante, o fluxo nas exportações tende a melhorar. A Argentina também deverá importar soja do BR, gerando disputa com a indústria interna. Assim, as cotações internas podem reagir até o início do plantio da safra nos EUA, em função das especulações sobre as condições de clima e o tamanho da área a ser cultivada. Com a aproximação da finalização da colheita nos principais Estados produtores do Brasil, o escoamento da safra deverá se normalizar e as exportações aumentar. Diante desse cenário, os preços tendem a oscilar com viés de alta no mercado interno no curto prazo, porém, com as incertezas sobre a macroeconomia e, principalmente, frente a demanda chinesa, a previsão é de estabilidade nas cotações para o médio prazo.<br /><br /> <b>No tocante ao milho, destacamos que</b> De acordo com o Departamento de Agricultura Americano (USDA), até dois de abril foram cultivados 2% da Safra 2023/24 do cereal nos EUA. O Estado do Texas foi o que mais avançou na semeadura, alcançando 57% da área. Com o início do plantio nos EUA, o mercado externo se volta para o acompanhamento e desenvolvimento da safra norte-americana, pela sua relevância mundial. Previsões climáticas apontam cenário favorável ao início do plantio, o que pode levar à pressão negativa nas cotações no mercado externo. No Brasil, a previsão climática para semana aponta para precipitações regulares em diversas áreas produtoras do milho 2ª safra, favorecendo o desenvolvimento das lavouras e indicando bom início de ciclo. A perspectiva de boa produção para a principal safra do cereal no país, aliada a maior disponibilidade do grão com a colheita da 1ª safra ocorrendo na Região Sul, e os compradores realizando negócios de forma pontual, buscando menores preços, poderão levar as cotações no mercado interno à estabilidade com viés de baixa, seguindo o movimento ocorrido na semana anterior.  <br /> <b><br /></b> <b>Para o café, </b> Há uma visão otimista da safra em termos de qualidade e produção, favorecida pela perspectiva de um inverno menos preocupante em termos de adversidades climáticas. O Estoque brasileiro remanescente, ainda com oferta controlada e sem pressão de venda pelos produtores, mantém a volatilidade no curto prazo, apesar da proximidade da colheita. Ressalta-se que a proximidade das safras bem como a participação ainda comedida dos mercados tradicionais compradores do Hemisfério Norte, fruto da persistência dos custos inflacionários, continua a exercer pressão negativa nos preços mesmo com baixos estoques atuais. Assim, as pressões negativas nos preços com proximidades de colheitas e influências econômicas sobre consumo são contrabalançadas pela recuperação pouco consistente nos estoques de arábica e no conilon ICE e menor produção projetada na Indonésia, possibilitando certa estabilidade nas cotações, com até possível viés de alta no curto prazo. Contudo, os fundamentos de elevada oferta direcionam para possível pressão baixista no médio/longo prazo.<br /><br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que: Com a reposição das escalas de abate dos frigoríficos, considerando também a fase do ciclo pecuário de oferta de animais e o final da safra de animais terminados no pasto, a tendência é de que os preços da arroba sofram pressão negativa nos próximos dias. As chuvas ainda ofertam condições ao pecuarista de segurar o animal no pasto. Porém, com a proximidade do fim do período chuvoso, cai a qualidade da pastagem e, tradicionalmente, se inicia o primeiro giro do confinamento. A compra antecipada de insumos e a aquisição do animal de reposição no momento oportuno são fundamentais para redução do custo da atividade. Para o primeiro giro do confinamento, os pecuaristas devem se atentar aos custos de produção, principalmente o preço do animal de reposição, e à aquisição de insumos. Estes itens representam cerca de 65% e 30%, respectivamente, no custo total da atividade. Para mitigar o risco da atividade, sugere-se a utilização de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo, por exemplo.<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53465723</guid><pubDate>Mon, 10 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53465723/20230410_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5006777" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de abril, meu nome é Analu, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de abril, meu nome é Analu, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciando com o nosso panorama para soja</b>, é esperado que Na semana, o mercado fique atento ao relatório de oferta e demanda do USDA, pois é esperada uma nova redução na produção da safra argentina que poderá impactar o balanço de oferta de grão, farelo e óleo. No Brasil, as tradings chinesas deverão intensificar suas compras, fator que possibilita alguma melhora nos prêmios dos portos. A soja brasileira é a mais competitiva atualmente no cenário internacional e deverá atrair compradores. O período de concentração da colheita já ocorreu e, doravante, o fluxo nas exportações tende a melhorar. A Argentina também deverá importar soja do BR, gerando disputa com a indústria interna. Assim, as cotações internas podem reagir até o início do plantio da safra nos EUA, em função das especulações sobre as condições de clima e o tamanho da área a ser cultivada. Com a aproximação da finalização da colheita nos principais Estados produtores do Brasil, o escoamento da safra deverá se normalizar e as exportações aumentar. Diante desse cenário, os preços tendem a oscilar com viés de alta no mercado interno no curto prazo, porém, com as incertezas sobre a macroeconomia e, principalmente, frente a demanda chinesa, a previsão é de estabilidade nas cotações para o médio prazo.<br /><br /> <b>No tocante ao milho, destacamos que</b> De acordo com o Departamento de Agricultura Americano (USDA), até dois de abril foram cultivados 2% da Safra 2023/24 do cereal nos EUA. O Estado do Texas foi o que mais avançou na semeadura, alcançando 57% da área. Com o início do plantio nos EUA, o mercado externo se volta para o acompanhamento e desenvolvimento da safra norte-americana, pela sua relevância mundial. Previsões climáticas apontam cenário favorável ao início do plantio, o que pode levar à pressão negativa nas cotações no mercado externo. No Brasil, a previsão climática para semana aponta para precipitações regulares em diversas áreas produtoras do milho 2ª safra, favorecendo o desenvolvimento das lavouras e indicando bom início de ciclo. A perspectiva de boa produção para a principal safra do cereal no país, aliada a maior disponibilidade do grão com a colheita da 1ª safra ocorrendo na Região Sul, e os compradores realizando negócios de forma pontual, buscando menores preços, poderão levar as cotações no mercado interno à estabilidade com viés de baixa, seguindo o movimento ocorrido na semana anterior.  <br /> <b><br /></b> <b>Para o café, </b> Há uma visão otimista da safra em termos de qualidade e produção, favorecida pela perspectiva de um inverno menos preocupante em termos de adversidades climáticas. O Estoque brasileiro remanescente, ainda com oferta controlada e sem pressão de venda pelos produtores, mantém a volatilidade no curto prazo, apesar da proximidade da colheita. Ressalta-se que a proximidade das safras bem como a participação ainda comedida dos mercados tradicionais compradores do Hemisfério Norte, fruto da persistência dos custos inflacionários, continua a exercer pressão negativa nos preços mesmo com baixos estoques atuais. Assim, as pressões negativas nos preços com proximidades de colheitas e influências econômicas sobre consumo são contrabalançadas pela recuperação pouco consistente nos estoques de arábica e no conilon ICE e menor produção projetada na Indonésia, possibilitando certa estabilidade nas cotações, com até possível viés de alta no curto prazo. Contudo, os fundamentos de elevada oferta direcionam para possível pressão baixista no médio/longo prazo.<br /><br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que: Com a reposição das escalas de abate dos frigoríficos, considerando também a fase do ciclo pecuário...]]></itunes:summary><itunes:duration>313</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/04/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-04-2023-cenario-do-leite--53457518</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 06 de abril de 2023, eu sou Diego Duarte Lopes, Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />  De acordo com o indicador CEPEA, os preços pagos pelo leite em março de 2023, referentes ao produto coletado em fevereiro, apresentaram “média Brasil” de R$ 2,73 o litro, com valorização nominal de 16,9% quando comparado a fevereiro de 2022 e de 1,6% nos últimos 30 dias. No 1º bimestre de 2023, o leite acumula alta de 6,7%.<br /><br />  O recebimento do leite de fevereiro, referente ao coletado em janeiro, teve uma queda de 1,8%, o que explica essa alta de preços. Agentes do setor acreditam que os preços pagos ao produtor devem se manter firmes, devido à proximidade da época de entressafra e, consequentemente, à captação limitada do produto. Na última reunião da comissão técnica de pecuária de leite da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), aprovou-se um preço de referência do leite, entregue em março e pago em abril, de R$ 2,65 o litro.<br /><br />  O preço do lácteo no mercado spot em Minas Gerais, segundo o Cepea, também registrou elevação de 8,3% em fevereiro devido, também, à oferta limitada do produto e à proximidade da entressafra.<br /><br />  O produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, planejando o estoque de forragem para o período da seca, e linha de crédito específica para investir em bem-estar animal e irrigação da pastagem.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro na plataforma de streaming de sua preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53457518</guid><pubDate>Thu, 06 Apr 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53457518/20230406_bbcast_agro_leite.mp3" length="2396204" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 06 de abril de 2023, eu sou Diego Duarte Lopes, Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

  De acordo com o indicador CEPEA, os preços pagos pelo leite em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 06 de abril de 2023, eu sou Diego Duarte Lopes, Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />  De acordo com o indicador CEPEA, os preços pagos pelo leite em março de 2023, referentes ao produto coletado em fevereiro, apresentaram “média Brasil” de R$ 2,73 o litro, com valorização nominal de 16,9% quando comparado a fevereiro de 2022 e de 1,6% nos últimos 30 dias. No 1º bimestre de 2023, o leite acumula alta de 6,7%.<br /><br />  O recebimento do leite de fevereiro, referente ao coletado em janeiro, teve uma queda de 1,8%, o que explica essa alta de preços. Agentes do setor acreditam que os preços pagos ao produtor devem se manter firmes, devido à proximidade da época de entressafra e, consequentemente, à captação limitada do produto. Na última reunião da comissão técnica de pecuária de leite da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), aprovou-se um preço de referência do leite, entregue em março e pago em abril, de R$ 2,65 o litro.<br /><br />  O preço do lácteo no mercado spot em Minas Gerais, segundo o Cepea, também registrou elevação de 8,3% em fevereiro devido, também, à oferta limitada do produto e à proximidade da entressafra.<br /><br />  O produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, planejando o estoque de forragem para o período da seca, e linha de crédito específica para investir em bem-estar animal e irrigação da pastagem.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro na plataforma de streaming de sua preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>150</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/04/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-04-2023-cenario-do-algodao--53433375</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 05 de abril, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Na primeira quinzena de março, acontecimentos no cenário mundial, como o fechamento de dois bancos norte-americanos e a venda do banco suíço Credit Suisse à concorrência, imprimiram forte influência negativa na cotação da pluma.<br /><br /> Somado a isto, naquele mesmo período, o anúncio do aumento de estoques norte-americanos de petróleo e a desvalorização da cotação internacional do petróleo, que é matéria-prima para fabricação de fibras sintéticas, pressionaram negativamente a cotação da pluma natural, devido a concorrência existente entre os dois tipos de fibra.<br /><br /> Porém, na última semana, dois fatos proporcionaram alento positivo à cadeia: um aparente controle nos desdobramentos da crise bancária e o relatório de intenção de plantio, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indicando redução da área de cultivo no país.<br /><br /> É importante ressaltar que o plantio da safra 23/24 já se iniciou nos EUA e o Estado do Texas, maior produtor nacional, ainda apresenta pouca umidade no solo, fator necessário para o avanço da semeadura e que tem trazido preocupação aos cotonicultores norte-americanos.<br /><br /> No Brasil, as precipitações seguem regulares em todas as regiões produtoras, com bom desenvolvimento vegetativo, onde grande parte das áreas de algodão primeira safra já se encontra em estágio de florescimento e formação de maçãs.<br /><br /> É importante que os produtores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade, assim como mitigar o risco associado à volatilidade de preços, com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53433375</guid><pubDate>Wed, 05 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53433375/20230405_bbcast_agro_algodao.mp3" length="1987022" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 05 de abril, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 Na primeira quinzena de março, acontecimentos no cenário...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 05 de abril, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> Na primeira quinzena de março, acontecimentos no cenário mundial, como o fechamento de dois bancos norte-americanos e a venda do banco suíço Credit Suisse à concorrência, imprimiram forte influência negativa na cotação da pluma.<br /><br /> Somado a isto, naquele mesmo período, o anúncio do aumento de estoques norte-americanos de petróleo e a desvalorização da cotação internacional do petróleo, que é matéria-prima para fabricação de fibras sintéticas, pressionaram negativamente a cotação da pluma natural, devido a concorrência existente entre os dois tipos de fibra.<br /><br /> Porém, na última semana, dois fatos proporcionaram alento positivo à cadeia: um aparente controle nos desdobramentos da crise bancária e o relatório de intenção de plantio, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indicando redução da área de cultivo no país.<br /><br /> É importante ressaltar que o plantio da safra 23/24 já se iniciou nos EUA e o Estado do Texas, maior produtor nacional, ainda apresenta pouca umidade no solo, fator necessário para o avanço da semeadura e que tem trazido preocupação aos cotonicultores norte-americanos.<br /><br /> No Brasil, as precipitações seguem regulares em todas as regiões produtoras, com bom desenvolvimento vegetativo, onde grande parte das áreas de algodão primeira safra já se encontra em estágio de florescimento e formação de maçãs.<br /><br /> É importante que os produtores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade, assim como mitigar o risco associado à volatilidade de preços, com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>125</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9c06d75f6a7b17fb6afdd516af524e91.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/04/2023 - Cenário do amendoim</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-04-2023-cenario-do-amendoim--53433314</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 4 de abril de 2023, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto, São Paulo e hoje vamos falar da cultura do amendoim.<br /><br />Atualmente, em pleno período de colheita, o amendoim produzido no Centro-Oeste Paulista vem apresentando produtividades animadoras, superando as expectativas da maioria dos produtores.<br /><br />Englobando municípios como Jaboticabal, Taquaritinga e Tupã, a região produtora passou por uma safra ruim no ano passado devido às irregularidades das chuvas.<br /><br />Com preços em condições desfavoráveis, ainda reverberando as consequências do conflito internacional entre Rússia e Ucrânia, o amendoim da safra passada foi negociado à R$ 60,00 a saca de 25 kg. Contudo, atualmente encontra-se em patamares mais elevados, a R$ 90,00 a saca.<br /><br /> Nesta safra, as chuvas ocorreram de forma abundante durante todo o ciclo da cultura, o que favoreceu o desenvolvimento das plantas. A persistência das chuvas em março causou alguns atrasos na colheita, porém sem perdas significativas.<br /><br /> Aliado a expectativa de maior produção, esse cenário vem causando uma corrida em busca de prestadores de serviços de colheita e transporte, o que tem aquecido o setor de serviços em torno da cultura.<br /><br /> A abertura do mercado chinês para o amendoim brasileiro em setembro de 2022 tem surtido efeito positivo. Somente em janeiro e fevereiro de 2023 o País importou 225 toneladas do amendoim brasileiro, volume 50% superior ao exportado em todo o ano de 2022 para esse destino. O montante ainda é muito baixo - pouco mais de 0,5% do total exportado em 2023 - porém o suficiente para que a China salte de 52o para 19o maior comprador do produto brasileiro no período.<br /><br /> A elevada qualidade do amendoim brasileiro aliada ao aumento do poder aquisitivo da China vêm contribuindo para essa rápida ascensão, porém Rússia e Europa ainda continuam liderando as aquisições com mais de 60% de participação.<br /><br /> O potencial é grande e com certeza o produtor poderá contar com o Banco do Brasil para atender esta demanda.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<b></b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53433314</guid><pubDate>Tue, 04 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53433314/20230404_bbcast_agro_amendoim.mp3" length="2500275" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 4 de abril de 2023, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto, São Paulo e hoje vamos falar da cultura do amendoim.

Atualmente, em pleno período de colheita, o amendoim produzido no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 4 de abril de 2023, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto, São Paulo e hoje vamos falar da cultura do amendoim.<br /><br />Atualmente, em pleno período de colheita, o amendoim produzido no Centro-Oeste Paulista vem apresentando produtividades animadoras, superando as expectativas da maioria dos produtores.<br /><br />Englobando municípios como Jaboticabal, Taquaritinga e Tupã, a região produtora passou por uma safra ruim no ano passado devido às irregularidades das chuvas.<br /><br />Com preços em condições desfavoráveis, ainda reverberando as consequências do conflito internacional entre Rússia e Ucrânia, o amendoim da safra passada foi negociado à R$ 60,00 a saca de 25 kg. Contudo, atualmente encontra-se em patamares mais elevados, a R$ 90,00 a saca.<br /><br /> Nesta safra, as chuvas ocorreram de forma abundante durante todo o ciclo da cultura, o que favoreceu o desenvolvimento das plantas. A persistência das chuvas em março causou alguns atrasos na colheita, porém sem perdas significativas.<br /><br /> Aliado a expectativa de maior produção, esse cenário vem causando uma corrida em busca de prestadores de serviços de colheita e transporte, o que tem aquecido o setor de serviços em torno da cultura.<br /><br /> A abertura do mercado chinês para o amendoim brasileiro em setembro de 2022 tem surtido efeito positivo. Somente em janeiro e fevereiro de 2023 o País importou 225 toneladas do amendoim brasileiro, volume 50% superior ao exportado em todo o ano de 2022 para esse destino. O montante ainda é muito baixo - pouco mais de 0,5% do total exportado em 2023 - porém o suficiente para que a China salte de 52o para 19o maior comprador do produto brasileiro no período.<br /><br /> A elevada qualidade do amendoim brasileiro aliada ao aumento do poder aquisitivo da China vêm contribuindo para essa rápida ascensão, porém Rússia e Europa ainda continuam liderando as aquisições com mais de 60% de participação.<br /><br /> O potencial é grande e com certeza o produtor poderá contar com o Banco do Brasil para atender esta demanda.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<b></b>]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,amendoim,bancodobrasil,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/649893abbbe7c18f4d3c62ce7819f044.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/04/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-04-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53406338</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de abril, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.       <br />O mercado se posicionará frente ao relatório de intenções de plantio da soja e milho que será divulgado pelo USDA na sexta-feira (31).<br />         O mercado financeiro ainda exercerá influência nas cotações das commodities, embora tenha reduzido a aversão ao risco do sistema bancário dos EUA e da Europa, permanece o receio de novos desdobramentos negativos.<br />         Adicionam também pressão, na semana, o avanço da colheita da excelente safra brasileira, que atinge 70% da área cultivada, mas que enfrenta problemas de logística para escoamento e percentual baixo de comercialização da safra 22/23.<br />         Em contraponto, na Argentina, as perdas estimadas chegam a 45%, fundamento que pode dar suporte aos preços, principalmente em função da menor oferta global de farelo e óleo.          Com leve recuperação de preços na semana anterior, o mercado tende à lateralidade de preços, direcionando para uma estabilidade no curto prazo. A perspectiva de baixa para o médio prazo permanece, balizada pela produção elevada do Brasil e perspectiva de oferta regular do grão no 2° semestre.<br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho,</b><br />       As cotações no mercado externo poderão oscilar negativamente, pressionadas pela estimativa de intenção de plantio dos produtores de milho estadunidenses, que será divulgada na sexta-feira (31) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).<br />         O mercado espera aumento em torno de 4% na área plantada em relação à safra 2022/23.          Em seu levantamento semanal de acompanhamento de safra, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou que a colheita da 1ª safra de milho atingiu 41,9% da área, aumento de 6,9% no período.<br />         O avanço da colheita e a maior disponibilidade do grão no mercado interno, com vendedores mais dispostos a comercializar o produto, além das condições favoráveis das lavouras da 2ª safra, tendem a continuar pressionando negativamente os preços no mercado físico, razão pela qual se acredita em mais uma semana de estabilidade, mas com viés de baixa para os preços do cereal.   <b><br /></b> <b>Para o café,</b><br /><b> </b>           Produtores brasileiros, com uma visão mais otimista das perspectivas da safra 2023/24, embora ainda cientes dos reflexos negativos sobre primeira florada de 2022, que limitou o potencial produtivo brasileiro em 2023, tendem a deixar o mercado com mais liquidez na semana.             A proximidade das safras, bem como a participação ainda comedida dos mercados tradicionais do hemisfério norte, fruto da persistência do processo inflacionário, continuarão exercendo pressão negativa, m esmo com o baixo estoque remanescente.<br />            Clima favorável e umidade do solo em nível satisfatório, resultado das precipitações ocorridas no verão, permitiram bom crescimento de ramos e melhoram as perspectivas para a safra 24, fator baixista.<br />            Estoque baixo na ICE NY reflete os resultados e preços das últimas duas safras e, até o momento, apresentam recuperação lenta. Por outro lado, na Green Coffee Association, estão acima 6,1 milhões de sacas, mantendo a ideia de suficiência ao redor de 11 meses de consumo na América do Norte, outro fator baixista aos preços.<br />            A proximidade de colheitas de meio de ano no Brasil, Peru, Indonésia  e 2ª safra Colombiana é fator de pressão negativa sobre os preços, considerando a ausência de ameaças climáticas e safras já dimensionadas e precificadas pelo mercado. Assim, espera-se mais uma semana de preços pressionados negativamente.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que:<br />        Os frigoríficos, em especial aqueles voltados ao mercado externo, devem seguir regularizando as escalas de abate e esse fator traz um viés de alta aos preços do boi gordo no curto prazo, a depender do apetite chinês após a extinção do embargo.<br />         Sazonalmente, em decorrência da entrada dos salários na economia, o escoamento da carne bovina é maior na primeira quinzena do mês. Porém, o consumo doméstico dessa proteína tende a ser menor na Semana Santa quando, tradicionalmente, muitos brasileiros deixam de comer carne vermelha. Assim, a reposição entre o varejo e o atacado deve ser menor nesta semana, limitando altas mais expressivas.<br />         Por outro lado, o início do 2º trimestre marca o fim do período chuvoso, o que diminui a qualidade e quantidade das pastagens, bem como a capacidade do pecuarista de reter o animal. Somado a isto, a fase do ciclo pecuário é de descarte de fêmeas.<br />         Ponderando estes fatores, prevalece, no momento, a perspectiva de maior demanda chinesa e as pastagens ainda em boas condições, permitindo maior poder de negociação entre as partes, o que tende a resultar em preços de estáveis a mais altos no curto e médio prazo.<br /><br />A partir de maio, espera-se que o processo de degradação natural das pastagens avance, pressionando os preços da @.  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53406338</guid><pubDate>Mon, 03 Apr 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53406338/20230403_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5013464" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de abril, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de abril, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.       <br />O mercado se posicionará frente ao relatório de intenções de plantio da soja e milho que será divulgado pelo USDA na sexta-feira (31).<br />         O mercado financeiro ainda exercerá influência nas cotações das commodities, embora tenha reduzido a aversão ao risco do sistema bancário dos EUA e da Europa, permanece o receio de novos desdobramentos negativos.<br />         Adicionam também pressão, na semana, o avanço da colheita da excelente safra brasileira, que atinge 70% da área cultivada, mas que enfrenta problemas de logística para escoamento e percentual baixo de comercialização da safra 22/23.<br />         Em contraponto, na Argentina, as perdas estimadas chegam a 45%, fundamento que pode dar suporte aos preços, principalmente em função da menor oferta global de farelo e óleo.          Com leve recuperação de preços na semana anterior, o mercado tende à lateralidade de preços, direcionando para uma estabilidade no curto prazo. A perspectiva de baixa para o médio prazo permanece, balizada pela produção elevada do Brasil e perspectiva de oferta regular do grão no 2° semestre.<br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho,</b><br />       As cotações no mercado externo poderão oscilar negativamente, pressionadas pela estimativa de intenção de plantio dos produtores de milho estadunidenses, que será divulgada na sexta-feira (31) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).<br />         O mercado espera aumento em torno de 4% na área plantada em relação à safra 2022/23.          Em seu levantamento semanal de acompanhamento de safra, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou que a colheita da 1ª safra de milho atingiu 41,9% da área, aumento de 6,9% no período.<br />         O avanço da colheita e a maior disponibilidade do grão no mercado interno, com vendedores mais dispostos a comercializar o produto, além das condições favoráveis das lavouras da 2ª safra, tendem a continuar pressionando negativamente os preços no mercado físico, razão pela qual se acredita em mais uma semana de estabilidade, mas com viés de baixa para os preços do cereal.   <b><br /></b> <b>Para o café,</b><br /><b> </b>           Produtores brasileiros, com uma visão mais otimista das perspectivas da safra 2023/24, embora ainda cientes dos reflexos negativos sobre primeira florada de 2022, que limitou o potencial produtivo brasileiro em 2023, tendem a deixar o mercado com mais liquidez na semana.             A proximidade das safras, bem como a participação ainda comedida dos mercados tradicionais do hemisfério norte, fruto da persistência do processo inflacionário, continuarão exercendo pressão negativa, m esmo com o baixo estoque remanescente.<br />            Clima favorável e umidade do solo em nível satisfatório, resultado das precipitações ocorridas no verão, permitiram bom crescimento de ramos e melhoram as perspectivas para a safra 24, fator baixista.<br />            Estoque baixo na ICE NY reflete os resultados e preços das últimas duas safras e, até o momento, apresentam recuperação lenta. Por outro lado, na Green Coffee Association, estão acima 6,1 milhões de sacas, mantendo a ideia de suficiência ao redor de 11 meses de consumo na América do Norte, outro fator baixista aos preços.<br />            A proximidade de colheitas de meio de ano no Brasil, Peru, Indonésia  e 2ª safra Colombiana é fator de pressão negativa sobre os preços, considerando a ausência de ameaças climáticas e safras já dimensionadas e precificadas pelo mercado. Assim, espera-se mais uma semana de preços pressionados negativamente.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b>...]]></itunes:summary><itunes:duration>314</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/03/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-03-2023-cenario-da-soja--53395235</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 31 de março de 2023, meu nome é  Pedro Augusto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Unaí/MG e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato maio/23 na CBOT, em 29/03, fechou cotado a US$14,77/bushel,  apresentando elevação de 3,4% na parcial desta semana, recuperando parte da pressão baixista da semana anterior que, naquele momento, refletia as incertezas vindas do mercado financeiro com a crise no sistema bancário norte-americano e europeu. Somavam-se ainda como fatores baixistas, a grande safra brasileira, já na fase final de colheita e que vem confirmando as boas produtividades, além da baixa demanda chinesa.<br /><br />   No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 29/03, foi cotado a R$ 152,20/saca, apresentando baixa de 0,28% na parcial da semana e 9,89% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para abril/23 chegaram a US$ -0,75/bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23, a concentração do escoamento, que causa problemas de logística, além do baixo volume de negócios realizados em contratos futuros.<br /><br />   A colheita no Brasil atingiu 78% da área cultivada, com destaque para o MS com 95%, GO com 90% e o MT, que praticamente encerrou sua colheita. As projeções da safra brasileira permanecem acima de 150 milhões de toneladas.<br /><br />  Para os EUA, a estimativa de área de plantio da safra 23/24 deverá ser ampliada. Na Argentina, a Bolsa de Cereales de Buenos Aires indicou novo corte na estimativa de produção, passando agora para 25 milhões de toneladas, uma quebra histórica.  Houve piora nos boletins de campo, os índices das   condições das lavouras argentinas estão em 73% da área cultivada em condições ruins, 25% regular e apenas 2% em condições boas e excelentes.<br /><br />  De acordo com o INMET, para a 1ª quinzena de abril, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados brasileiros, com exceção do MS, SP, MG, PR, SC, RS e região noroeste do MT.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a Linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53395235</guid><pubDate>Fri, 31 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53395235/20230331_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="2883126" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 31 de março de 2023, meu nome  Augusto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Unaí/MG e falaremos sobre o cenário da soja.

   O contrato maio/23 na CBOT, em 29/03, fechou cotado a US$14,77/bushel,  apresentando...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 31 de março de 2023, meu nome é  Pedro Augusto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Unaí/MG e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato maio/23 na CBOT, em 29/03, fechou cotado a US$14,77/bushel,  apresentando elevação de 3,4% na parcial desta semana, recuperando parte da pressão baixista da semana anterior que, naquele momento, refletia as incertezas vindas do mercado financeiro com a crise no sistema bancário norte-americano e europeu. Somavam-se ainda como fatores baixistas, a grande safra brasileira, já na fase final de colheita e que vem confirmando as boas produtividades, além da baixa demanda chinesa.<br /><br />   No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 29/03, foi cotado a R$ 152,20/saca, apresentando baixa de 0,28% na parcial da semana e 9,89% em relação ao início de mês. Os prêmios nos portos para abril/23 chegaram a US$ -0,75/bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23, a concentração do escoamento, que causa problemas de logística, além do baixo volume de negócios realizados em contratos futuros.<br /><br />   A colheita no Brasil atingiu 78% da área cultivada, com destaque para o MS com 95%, GO com 90% e o MT, que praticamente encerrou sua colheita. As projeções da safra brasileira permanecem acima de 150 milhões de toneladas.<br /><br />  Para os EUA, a estimativa de área de plantio da safra 23/24 deverá ser ampliada. Na Argentina, a Bolsa de Cereales de Buenos Aires indicou novo corte na estimativa de produção, passando agora para 25 milhões de toneladas, uma quebra histórica.  Houve piora nos boletins de campo, os índices das   condições das lavouras argentinas estão em 73% da área cultivada em condições ruins, 25% regular e apenas 2% em condições boas e excelentes.<br /><br />  De acordo com o INMET, para a 1ª quinzena de abril, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados brasileiros, com exceção do MS, SP, MG, PR, SC, RS e região noroeste do MT.<br /><br />  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a Linha de crédito de investimento (PCA) destinada para Construção, Ampliação e Reforma de Unidades de Recepção, Beneficiamento e Armazenagem de Grãos.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1b3bf3679ad3948e63d4ac03b43b0ee1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/03/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-03-2023-cenario-do-boi-gordo--53383453</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de março de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram exportadas 107,47 mil toneladas de carne bovina <i>in natura</i> em 18 dias úteis de março. No ano passado, esse mês encerrou com 169,1 mil toneladas em 22 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.825, desvalorização de 18,3% frente ao mesmo período do ano passado e de 0,6% em relação ao mês anterior. O menor ritmo dos embarques é reflexo da suspensão das exportações para a China, após divulgação do caso de vaca louca no Pará.<br /><br />No dia 28/03/2023, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada a R$ 295,20, em estabilidade. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia com leve recuo, cotado a R$ 291,80.<br /><br />Após a retomada das exportações de carne bovina para a China na última quinta-feira, as indústrias passaram a atuar de maneira contundente a fim de ajustar sua programação de abate. Os pecuaristas estão intensificando o fluxo de negociações. De um modo geral, para animais “padrão China”, observou-se negociações acima da média em diversas praças de comercialização. Assim, no curto prazo, o viés no mercado físico é de alta.  <br /><br />Entretanto, com o fim do período chuvoso no segundo trimestre, a qualidade da pastagem diminui, limitando a capacidade do pecuarista de reter o animal. Somado a isso, a fase do ciclo pecuário é de descarte de fêmeas. Assim, a tendência é de enfraquecimento no valor da @ no médio prazo. <br /><br /> Para diminuir o risco de volatilidade na cadeia produtiva de Bovino de corte, os produtores podem contar com o Banco do Brasil para gerenciar o risco na pecuária de corte, através de contratos a termo ou de opções no mercado futuro e seguro faturamento, assim como linhas de custeio pecuário e investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria em agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53383453</guid><pubDate>Thu, 30 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53383453/20230330_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2711763" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de março de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de março de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram exportadas 107,47 mil toneladas de carne bovina <i>in natura</i> em 18 dias úteis de março. No ano passado, esse mês encerrou com 169,1 mil toneladas em 22 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.825, desvalorização de 18,3% frente ao mesmo período do ano passado e de 0,6% em relação ao mês anterior. O menor ritmo dos embarques é reflexo da suspensão das exportações para a China, após divulgação do caso de vaca louca no Pará.<br /><br />No dia 28/03/2023, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada a R$ 295,20, em estabilidade. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2023 fechou o dia com leve recuo, cotado a R$ 291,80.<br /><br />Após a retomada das exportações de carne bovina para a China na última quinta-feira, as indústrias passaram a atuar de maneira contundente a fim de ajustar sua programação de abate. Os pecuaristas estão intensificando o fluxo de negociações. De um modo geral, para animais “padrão China”, observou-se negociações acima da média em diversas praças de comercialização. Assim, no curto prazo, o viés no mercado físico é de alta.  <br /><br />Entretanto, com o fim do período chuvoso no segundo trimestre, a qualidade da pastagem diminui, limitando a capacidade do pecuarista de reter o animal. Somado a isso, a fase do ciclo pecuário é de descarte de fêmeas. Assim, a tendência é de enfraquecimento no valor da @ no médio prazo. <br /><br /> Para diminuir o risco de volatilidade na cadeia produtiva de Bovino de corte, os produtores podem contar com o Banco do Brasil para gerenciar o risco na pecuária de corte, através de contratos a termo ou de opções no mercado futuro e seguro faturamento, assim como linhas de custeio pecuário e investimentos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria em agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>170</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e51d2fddcc39bbe20db60c6b4419ea36.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/03/2023 - Cenário do feijão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-03-2023-cenario-do-feijao--53370679</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 29/03/2023, meu nome é Pedro Augusto, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Unaí, Minas Gerais e falaremos hoje sobre o cenário do feijão.<br /><br />   A colheita da primeira safra, que já está encerrada no país, foi marcada pelo excesso de chuvas nas fases iniciais da cultura, fato que ocasionou atraso no ciclo produtivo. Contudo, a partir de novembro, com a normalização do clima, houve o favorecimento ao desenvolvimento das lavouras, contribuindo para que o produtor pudesse realizar os manejos fitossanitários e conduzir as suas áreas de modo normal. Desta forma, mesmo com uma redução de área plantada de aproximadamente 50.000 hectares, a produção final superou a safra passada em torno de 20 mil toneladas.<br /><br /> Neste quesito, destacamos o aumento na produção de Feijão Preto (15% para uma produção final de 226 mil toneladas) e a de Feijão Cores (acréscimo de 5 % com uma produção final de 583 mil toneladas). Estes volumes, somados com o total de 151 mil toneladas de Feijão Caupi, conferiram a esta primeira safra, o montante de 960 mil toneladas – resultado 2% maior do que a observada na safra 21/22. Considerando os estoques divulgados pela CONAB, a oferta segue ajustada à demanda, fator que oferta suporte às cotações atuais, até a colheita da segunda e terceira safras.<br /><br /> A segunda safra (safrinha), que ocorre principalmente nos Estados do Centro-Sul do País, observou-se uma janela de plantio reduzida devido ao atraso do início do cultivo de verão, porém o clima vem favorecendo o bom desenvolvimento da cultura a campo, com expectativa de produtividade 20% superior em relação aos 1.495kg/ha registrados no mesmo período no ano passado.<br /><br /> Com relação à terceira safra, está sendo prevista estabilidade de área a ser cultivada pelos produtores – em torno de 540 mil hectares, contudo ainda pode ocorrer alguma variação, em função da forte concorrência com as culturas de milho semente e trigo, as quais tem apresentado rentabilidades iguais ou superiores à cultura do feijão.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53370679</guid><pubDate>Wed, 29 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53370679/20230329_bbcast_agro_feijao.mp3" length="2697552" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 29/03/2023, meu nome é Pedro Augusto, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Unaí, Minas Gerais e falaremos hoje sobre o cenário do feijão.

   A colheita da primeira safra, que já está encerrada no país, foi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 29/03/2023, meu nome é Pedro Augusto, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Unaí, Minas Gerais e falaremos hoje sobre o cenário do feijão.<br /><br />   A colheita da primeira safra, que já está encerrada no país, foi marcada pelo excesso de chuvas nas fases iniciais da cultura, fato que ocasionou atraso no ciclo produtivo. Contudo, a partir de novembro, com a normalização do clima, houve o favorecimento ao desenvolvimento das lavouras, contribuindo para que o produtor pudesse realizar os manejos fitossanitários e conduzir as suas áreas de modo normal. Desta forma, mesmo com uma redução de área plantada de aproximadamente 50.000 hectares, a produção final superou a safra passada em torno de 20 mil toneladas.<br /><br /> Neste quesito, destacamos o aumento na produção de Feijão Preto (15% para uma produção final de 226 mil toneladas) e a de Feijão Cores (acréscimo de 5 % com uma produção final de 583 mil toneladas). Estes volumes, somados com o total de 151 mil toneladas de Feijão Caupi, conferiram a esta primeira safra, o montante de 960 mil toneladas – resultado 2% maior do que a observada na safra 21/22. Considerando os estoques divulgados pela CONAB, a oferta segue ajustada à demanda, fator que oferta suporte às cotações atuais, até a colheita da segunda e terceira safras.<br /><br /> A segunda safra (safrinha), que ocorre principalmente nos Estados do Centro-Sul do País, observou-se uma janela de plantio reduzida devido ao atraso do início do cultivo de verão, porém o clima vem favorecendo o bom desenvolvimento da cultura a campo, com expectativa de produtividade 20% superior em relação aos 1.495kg/ha registrados no mesmo período no ano passado.<br /><br /> Com relação à terceira safra, está sendo prevista estabilidade de área a ser cultivada pelos produtores – em torno de 540 mil hectares, contudo ainda pode ocorrer alguma variação, em função da forte concorrência com as culturas de milho semente e trigo, as quais tem apresentado rentabilidades iguais ou superiores à cultura do feijão.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,feijão,feijocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c742576b8f40bce078e04cac5c9d1387.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/03/2023 - Cenário do abacate</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-03-2023-cenario-do-abacate--53358990</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 28 de março de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios em São Joao da Boa Vista - SP e falaremos sobre o cenário do Abacate.<br /><br />  O abacate, fruto do gênero <i>Persea,</i> tem como origem o México e a América Central. De formato arredondado ou piriforme, pode pesar entre 500g e 1,5Kg e a coloração da casca varia de verde à roxa dependendo da variedade. Atualmente, encontra-se disperso por quase todas as zonas tropicais e subtropicais do mundo.<br /><br />  No Brasil são cultivadas variedades das três raças: Antilhana, Guatemalense e Mexicana, além de híbridos conhecidos como “avocados”.<br /><br />    Todos podem ser consumidos in natura, em saladas e vitaminas. Na indústria, ocorre a extração do óleo, para uso terapêutico, em produtos de beleza, como sabões, além do preparo de frutos congelados em pedaços, polpa para sorvetes, entre outros.     De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em 2021, o Brasil ocupou o sétimo lugar na produção mundial de abacates com uma produção de pouco mais de 300 mil toneladas em aproximadamente 18 mil ha.<br /><br />  No mesmo período, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 80% da produção do país se concentrou na região Sudeste, tendo o Estado de São Paulo como principal produtor, com cerca de 140 mil toneladas, seguido pelos Estados de MG, PR e CE.<br /><br />    No início de 2023, o Estado de SP teve boa produção, o que refletiu nos preços atuais, pressionados negativamente. A CEASA Campinas registrou o preço médio dos abacates no mês de março em torno de R$ 1,90 o quilo, queda de 35% frente ao mesmo período do ano anterior, enquanto os híbridos (avocados) passaram de R$15,80 para R$13,00 o quilo, retração de 18% no mesmo período.<br /><br />    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação e implantação de pomares, irrigação e beneficiamento da produção.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53358990</guid><pubDate>Tue, 28 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53358990/20230328_bbcast_agro_abacate.mp3" length="2991795" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 28 de março de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios em São Joao da Boa Vista - SP e falaremos sobre o cenário do Abacate.

  O abacate, fruto do gênero Persea, tem como origem o México e a América...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 28 de março de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios em São Joao da Boa Vista - SP e falaremos sobre o cenário do Abacate.<br /><br />  O abacate, fruto do gênero <i>Persea,</i> tem como origem o México e a América Central. De formato arredondado ou piriforme, pode pesar entre 500g e 1,5Kg e a coloração da casca varia de verde à roxa dependendo da variedade. Atualmente, encontra-se disperso por quase todas as zonas tropicais e subtropicais do mundo.<br /><br />  No Brasil são cultivadas variedades das três raças: Antilhana, Guatemalense e Mexicana, além de híbridos conhecidos como “avocados”.<br /><br />    Todos podem ser consumidos in natura, em saladas e vitaminas. Na indústria, ocorre a extração do óleo, para uso terapêutico, em produtos de beleza, como sabões, além do preparo de frutos congelados em pedaços, polpa para sorvetes, entre outros.     De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em 2021, o Brasil ocupou o sétimo lugar na produção mundial de abacates com uma produção de pouco mais de 300 mil toneladas em aproximadamente 18 mil ha.<br /><br />  No mesmo período, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 80% da produção do país se concentrou na região Sudeste, tendo o Estado de São Paulo como principal produtor, com cerca de 140 mil toneladas, seguido pelos Estados de MG, PR e CE.<br /><br />    No início de 2023, o Estado de SP teve boa produção, o que refletiu nos preços atuais, pressionados negativamente. A CEASA Campinas registrou o preço médio dos abacates no mês de março em torno de R$ 1,90 o quilo, queda de 35% frente ao mesmo período do ano anterior, enquanto os híbridos (avocados) passaram de R$15,80 para R$13,00 o quilo, retração de 18% no mesmo período.<br /><br />    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na renovação e implantação de pomares, irrigação e beneficiamento da produção.<br /><br />    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>abacarecultura,abacate,agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3a46f1d51a201976620124ab3268fe18.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/03/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-03-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53328271</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de março, meu nome é Maria Jânia, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />        O mercado financeiro ainda exercerá influência nas cotações das commodities, a aversão ao risco permanece, ainda que muito incerto e focado na fragilidade do sistema bancário dos EUA e da Europa, aguardando novos desdobramentos. O efeito no câmbio em economias em desenvolvimento, após o Federal Reserve ter elevado a taxa básica de juros nos EUA gerará impacto adicional.<br />         Adicionam também pressão de na semana a conclusão da safra da América do Sul, com destaque para aproximação da fase final da colheita no Brasil, que enfrenta problemas de logística para escoamento e percentual baixo de comercialização da safra 22/23.<br />         Em contraponto, na Argentina, houve novo registro de redução da estimativa de safra, fundamento que pode dar suporte aos preços, principalmente, em função da menor oferta global de farelo e óleo. Os  preparativos para a safra 23/24 dos EUA entram no radar, assim como a demanda, ainda preliminar, da China.<br />         Com perdas consideráveis na semana anterior, o mercado tende a reduzir o canal de baixa, direcionando para uma estabilidade no curto prazo. A perspectiva de baixa para o médio prazo permanece, balizada pela oferta do Brasil e aversão ao risco ainda presente.<br /><b>Em relação ao milho, </b>as cotações no mercado externo estão sensíveis a novos fundamentos e ao rumo da economia global. Caso a última semana de março não apresente novidades e a demanda por milho americano enfraqueça, os preços na Bolsa de Chicago poderão reagir negativamente.<br />         Na Argentina, a previsão climática de volumes maiores de chuvas na região Norte pode beneficiar as lavouras de milho, que têm apresentado perda de potencial produtivo devido ao clima seco. Apesar da melhora climática, a quebra de produção no país deve continuar a exercer suporte nas cotações.<br />         Conforme divulgado pela Conab, com 85% da área da 2ª safra semeada, 78,5% encontra-se em desenvolvimento vegetativo, 16,4% em emergência e 4% em floração. As previsões climáticas são boas para a maioria das regiões produtoras no Brasil, sinalizando um promissor início de safra.<br />         Com a colheita da safra verão chegando próxima da metade da área estimada e as exportações perdendo ritmo no final do mês, a maior disponibilidade do grão no mercado interno pode levar a um viés baixista no curto prazo, mas continua estável no médio prazo.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>   a demanda interna da indústria segue reduzindo a disponibilidade de conilon para a exportação, fato que deve se manter mesmo com a proximidade do inicio de colheita, vista a substituição do arábica em níveis superiores pelo conilon para redução de custos pelas indústrias.         O mercado interno ainda segue invertido, sob efeito dos baixos estoques, que mantém demandas de curto prazo com alta volatilidade, ofertando ainda alguns repiques de alta nos preços e oportunidades para o produtor comercializar o reduzido estoque remanescente.             No entanto, perspectivas de recuperação na oferta no médio prazo incentivam a protelação de demandas e/ou a busca no mercado spot externo, devido à menor competitividade do produto brasileiro, que mantém diferenciais positivos ante NY.<br />       A proximidade da colheita e estimativa de maior oferta do produto brasileiro mantém preços futuros com deságio ante o físico atual, reduzindo margem para especulação com estoque remanescente.<br />        Outono chegando com bons níveis de umidade do solo e clima com temperaturas amenas, favorecem as lavouras.<br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que: Há rumores de que novos casos de peste suína africana (PSA) foram detectados na China. Entretanto, não há confirmação oficial da Organização Mundial de Saúde Animal ou do Governo chinês. A doença reduziu o plantel suíno em 2018/19 (27,5%) e fez com que a China expandisse a compra de carne bovina, suína e de frango, fato que alavancou as exportações brasileiras. Caso a PSA volte ao radar, no médio e longo prazo, há potencial para limitar a pressão baixista da @, decorrente da inversão do ciclo pecuário no Brasil.          O mercado tende a reagir positivamente com o retorno das exportações brasileiras de carne bovina à China, anunciado nesta quinta-feira (23), após um mês de suspensão.<br />         Pecuaristas contam com a possibilidade de segurar o animal por mais tempo no pasto, que se encontra em boas condições em decorrência das chuvas. Assim, conseguem aguardar o melhor momento para negociá-lo. Por outro lado, os frigoríficos vinham operando de maneira cautelosa, com escalas de abate mais curtas, em decorrência do embargo das exportações à China. Com a reabertura das negociações com o gigante asiático, o fluxo de negociações tende a se intensificar. Tal fato sugere que devam ocorrer altas pontuais no mercado físico no curto prazo. <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53328271</guid><pubDate>Mon, 27 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53328271/20230327_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5727756" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de março, meu nome é Maria Jânia, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 27 de março, meu nome é Maria Jânia, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />        O mercado financeiro ainda exercerá influência nas cotações das commodities, a aversão ao risco permanece, ainda que muito incerto e focado na fragilidade do sistema bancário dos EUA e da Europa, aguardando novos desdobramentos. O efeito no câmbio em economias em desenvolvimento, após o Federal Reserve ter elevado a taxa básica de juros nos EUA gerará impacto adicional.<br />         Adicionam também pressão de na semana a conclusão da safra da América do Sul, com destaque para aproximação da fase final da colheita no Brasil, que enfrenta problemas de logística para escoamento e percentual baixo de comercialização da safra 22/23.<br />         Em contraponto, na Argentina, houve novo registro de redução da estimativa de safra, fundamento que pode dar suporte aos preços, principalmente, em função da menor oferta global de farelo e óleo. Os  preparativos para a safra 23/24 dos EUA entram no radar, assim como a demanda, ainda preliminar, da China.<br />         Com perdas consideráveis na semana anterior, o mercado tende a reduzir o canal de baixa, direcionando para uma estabilidade no curto prazo. A perspectiva de baixa para o médio prazo permanece, balizada pela oferta do Brasil e aversão ao risco ainda presente.<br /><b>Em relação ao milho, </b>as cotações no mercado externo estão sensíveis a novos fundamentos e ao rumo da economia global. Caso a última semana de março não apresente novidades e a demanda por milho americano enfraqueça, os preços na Bolsa de Chicago poderão reagir negativamente.<br />         Na Argentina, a previsão climática de volumes maiores de chuvas na região Norte pode beneficiar as lavouras de milho, que têm apresentado perda de potencial produtivo devido ao clima seco. Apesar da melhora climática, a quebra de produção no país deve continuar a exercer suporte nas cotações.<br />         Conforme divulgado pela Conab, com 85% da área da 2ª safra semeada, 78,5% encontra-se em desenvolvimento vegetativo, 16,4% em emergência e 4% em floração. As previsões climáticas são boas para a maioria das regiões produtoras no Brasil, sinalizando um promissor início de safra.<br />         Com a colheita da safra verão chegando próxima da metade da área estimada e as exportações perdendo ritmo no final do mês, a maior disponibilidade do grão no mercado interno pode levar a um viés baixista no curto prazo, mas continua estável no médio prazo.   <b><br /></b> <b>Para o café, </b>   a demanda interna da indústria segue reduzindo a disponibilidade de conilon para a exportação, fato que deve se manter mesmo com a proximidade do inicio de colheita, vista a substituição do arábica em níveis superiores pelo conilon para redução de custos pelas indústrias.         O mercado interno ainda segue invertido, sob efeito dos baixos estoques, que mantém demandas de curto prazo com alta volatilidade, ofertando ainda alguns repiques de alta nos preços e oportunidades para o produtor comercializar o reduzido estoque remanescente.             No entanto, perspectivas de recuperação na oferta no médio prazo incentivam a protelação de demandas e/ou a busca no mercado spot externo, devido à menor competitividade do produto brasileiro, que mantém diferenciais positivos ante NY.<br />       A proximidade da colheita e estimativa de maior oferta do produto brasileiro mantém preços futuros com deságio ante o físico atual, reduzindo margem para especulação com estoque remanescente.<br />        Outono chegando com bons níveis de umidade do solo e clima com temperaturas amenas, favorecem as lavouras.<br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que: Há rumores de que novos casos de...]]></itunes:summary><itunes:duration>358</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/03/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-03-2023-cenario-do-milho--53317034</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    As cotações no mercado externo apresentaram alta volatilidade nos últimos dias, em movimento negativo. Com a pressão baixista, que refletiu principalmente a as preocupações envolvendo o setor financeiro global e a renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, o contrato maio/23, em Chicago, encerrou o dia 21 de março cotado a U$ 6,30 por bushel, com desvalorização de 0,7% na parcial da semana. A volta da China comprando bons volumes de milho norte-americano limitou as baixas.<br /><br />  A  Argentina, que é um importante produtor e exportador global do cereal, poderá ter sua pior safra dos últimos 20 anos, devido aos problemas climáticos ocorridos durante o desenvolvimento das lavouras. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a produção da safra 22/23 está estimada em 36 milhões de toneladas, redução de 30% em relação ao volume produzido na safra passada.<br /><br />  No Brasil, a semeadura da 2ª safra chegou a 85% da área, de acordo com a Conab. O atraso no plantio em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, pode levar à redução de área plantada e uso de menor tecnologia no campo, devido ao aumento do risco climático. Há expectativa de que o próximo levantamento do Órgão, a ser divulgado em abril, apresente novas estimativas nesse sentido.<br /><br />  O preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a terça-feira (21) cotado a R$ 84,46 a saca, com desvalorização de 0,9% na parcial da semana, com o mercado interno sensibilizando a pressão de oferta proveniente da entrada de volume da safra verão.<br /><br />  Para o produtor proteger suas margens, dado às oscilações de preços, disponibilizamos as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF). Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade no fluxo de caixa da sua atividade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53317034</guid><pubDate>Fri, 24 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53317034/20230324_bbcast_agro_milho.mp3" length="2627335" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 24 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    As cotações no mercado externo apresentaram alta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    As cotações no mercado externo apresentaram alta volatilidade nos últimos dias, em movimento negativo. Com a pressão baixista, que refletiu principalmente a as preocupações envolvendo o setor financeiro global e a renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, o contrato maio/23, em Chicago, encerrou o dia 21 de março cotado a U$ 6,30 por bushel, com desvalorização de 0,7% na parcial da semana. A volta da China comprando bons volumes de milho norte-americano limitou as baixas.<br /><br />  A  Argentina, que é um importante produtor e exportador global do cereal, poderá ter sua pior safra dos últimos 20 anos, devido aos problemas climáticos ocorridos durante o desenvolvimento das lavouras. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a produção da safra 22/23 está estimada em 36 milhões de toneladas, redução de 30% em relação ao volume produzido na safra passada.<br /><br />  No Brasil, a semeadura da 2ª safra chegou a 85% da área, de acordo com a Conab. O atraso no plantio em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, pode levar à redução de área plantada e uso de menor tecnologia no campo, devido ao aumento do risco climático. Há expectativa de que o próximo levantamento do Órgão, a ser divulgado em abril, apresente novas estimativas nesse sentido.<br /><br />  O preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a terça-feira (21) cotado a R$ 84,46 a saca, com desvalorização de 0,9% na parcial da semana, com o mercado interno sensibilizando a pressão de oferta proveniente da entrada de volume da safra verão.<br /><br />  Para o produtor proteger suas margens, dado às oscilações de preços, disponibilizamos as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF). Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade no fluxo de caixa da sua atividade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>165</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/03/2023 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-03-2023-cenario-da-avicultura-de-corte--53287436</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 23 de março de 2023, meu nome é Alexandre Correa Petri, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco - PR e falaremos hoje sobre o a presença de gripe aviária na América do Sul.<br /><br />A gripe aviária vem causando preocupação para a cadeia produtiva da avicultura. Até meados de fevereiro, todos os casos registrados na América do Sul eram ao longo do Oceano Pacífico, do outro lado da Cordilheira dos Andes, uma grande barreira natural ao avanço da doença, ou em países da região amazônica, longe das regiões produtoras do país.<br /><br />Recentemente foram confirmados casos da doença no Uruguai e na Argentina, países próximos da região sul do Brasil, principal produtora de aves do país, gerando um sinal de alerta com a probabilidade da chegada da doença ao território nacional.<br /><br />O Brasil tem o status de área livre da doença, e uma possível contaminação do plantel comercial poderia gerar sérios problemas econômicos, devido a elevada mortalidade das aves em contato com o vírus, ocorrendo redução na oferta de carne de frango e ovos.  Além disso, teria um impacto nas exportações de carne de frango, com a restrição de envio para diversos países compradores.<br /><br /> A avicultura comercial brasileira possui sistema de biosseguridade bastante rígido, diminuindo o risco de contaminação das aves e garantindo que, até hoje, nenhum caso da doença tenha sido registrado no país.<br /><br />O ministério da agricultura vem monitorando as rotas e locais de pouso das aves selvagens migratórias, que são os principais vetores da doença, mitigando o risco de ingresso da gripe aviária no plantel avícola nacional. Se houver registro de algum caso da doença no Brasil, existe um plano de contingência para conter a proliferação.<br /><br />Considerando a estratégia de evitar a proximidade de aves comerciais com aves selvagens, o Banco do Brasil oferece aos avicultores o financiamento de construção e reforma de instalações avícolas, assim como para todo o sistema de biosseguridade da granja.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53287436</guid><pubDate>Thu, 23 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53287436/20230323_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="2290878" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 23 de março de 2023, meu nome é Alexandre Correa Petri, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco - PR e falaremos hoje sobre o a presença de gripe aviária na América do Sul.

A gripe aviária vem causando preocupação...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 23 de março de 2023, meu nome é Alexandre Correa Petri, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco - PR e falaremos hoje sobre o a presença de gripe aviária na América do Sul.<br /><br />A gripe aviária vem causando preocupação para a cadeia produtiva da avicultura. Até meados de fevereiro, todos os casos registrados na América do Sul eram ao longo do Oceano Pacífico, do outro lado da Cordilheira dos Andes, uma grande barreira natural ao avanço da doença, ou em países da região amazônica, longe das regiões produtoras do país.<br /><br />Recentemente foram confirmados casos da doença no Uruguai e na Argentina, países próximos da região sul do Brasil, principal produtora de aves do país, gerando um sinal de alerta com a probabilidade da chegada da doença ao território nacional.<br /><br />O Brasil tem o status de área livre da doença, e uma possível contaminação do plantel comercial poderia gerar sérios problemas econômicos, devido a elevada mortalidade das aves em contato com o vírus, ocorrendo redução na oferta de carne de frango e ovos.  Além disso, teria um impacto nas exportações de carne de frango, com a restrição de envio para diversos países compradores.<br /><br /> A avicultura comercial brasileira possui sistema de biosseguridade bastante rígido, diminuindo o risco de contaminação das aves e garantindo que, até hoje, nenhum caso da doença tenha sido registrado no país.<br /><br />O ministério da agricultura vem monitorando as rotas e locais de pouso das aves selvagens migratórias, que são os principais vetores da doença, mitigando o risco de ingresso da gripe aviária no plantel avícola nacional. Se houver registro de algum caso da doença no Brasil, existe um plano de contingência para conter a proliferação.<br /><br />Considerando a estratégia de evitar a proximidade de aves comerciais com aves selvagens, o Banco do Brasil oferece aos avicultores o financiamento de construção e reforma de instalações avícolas, assim como para todo o sistema de biosseguridade da granja.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br /> Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>144</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/03/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-03-2023-cenario-do-cafe-arabica--53287271</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de março de 2023. Meu nome é Clayton Igarashi e sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga-MG e hoje vamos falar sobre o mercado do café arábica.<br /><br /> A safra nacional de café que será colhida em 2023 vem sendo beneficiada por condições climáticas favoráveis para o crescimento e frutificação até o momento. Embora esse cenário otimista se estenda para 2024, até lá, ainda há um potencial risco de as florações serem afetadas por geadas, estiagens e temperaturas elevadas.<br /><br /> Apesar dos eventos climáticos negativos dos últimos dois anos, que resultaram em menores volumes de produção nas safras 2021 e 2022, há expectativas de melhoria na oferta de café arábica na próxima safra, devido à manutenção dos tratos culturais pelos produtores e ao bom início climático em 2023.<br /><br /> A prevenção da ferrugem e da phoma é importante no estágio atual das lavouras, visto que as chuvas intensas do último mês prejudicaram a entrada de máquinas em algumas regiões produtoras no Sudeste. Drones já estão sendo usados para pulverização em algumas propriedades de café, com potencial para substituir maquinários pesados. A adoção em escala pode reduzir bastante os custos e se tornar cada vez mais acessível, principalmente para pequenos produtores.<br /><br /> A curva de preços do café arábica para os vencimentos futuros tem sofrido pressão negativa na B3 e em Nova York, refletindo as boas perspectivas de uma possível maior oferta do grão nesta safra.<br /><br /> Apesar da redução no preço dos fertilizantes, os custos de produção ainda estão elevados. Diante da tendência de acomodação das cotações no mercado futuro, a estratégia de venda antecipada de café apresenta-se como uma oportunidade favorável no momento, permitindo ao produtor garantir ao menos o custo de produção e ter maior previsibilidade no fluxo de caixa, minimizando a exposição às oscilações de preços.<br /><br /> E para garantir a margem de lucro, o produtor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), que proporcionam maior segurança na gestão financeira do negócio. Para mais detalhes, consulte o seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53287271</guid><pubDate>Wed, 22 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53287271/20230322_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2384501" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 22 de março de 2023. Meu nome é Clayton Igarashi e sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga-MG e hoje vamos falar sobre o mercado do café arábica.

 A safra nacional de café que será colhida em 2023 vem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 22 de março de 2023. Meu nome é Clayton Igarashi e sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga-MG e hoje vamos falar sobre o mercado do café arábica.<br /><br /> A safra nacional de café que será colhida em 2023 vem sendo beneficiada por condições climáticas favoráveis para o crescimento e frutificação até o momento. Embora esse cenário otimista se estenda para 2024, até lá, ainda há um potencial risco de as florações serem afetadas por geadas, estiagens e temperaturas elevadas.<br /><br /> Apesar dos eventos climáticos negativos dos últimos dois anos, que resultaram em menores volumes de produção nas safras 2021 e 2022, há expectativas de melhoria na oferta de café arábica na próxima safra, devido à manutenção dos tratos culturais pelos produtores e ao bom início climático em 2023.<br /><br /> A prevenção da ferrugem e da phoma é importante no estágio atual das lavouras, visto que as chuvas intensas do último mês prejudicaram a entrada de máquinas em algumas regiões produtoras no Sudeste. Drones já estão sendo usados para pulverização em algumas propriedades de café, com potencial para substituir maquinários pesados. A adoção em escala pode reduzir bastante os custos e se tornar cada vez mais acessível, principalmente para pequenos produtores.<br /><br /> A curva de preços do café arábica para os vencimentos futuros tem sofrido pressão negativa na B3 e em Nova York, refletindo as boas perspectivas de uma possível maior oferta do grão nesta safra.<br /><br /> Apesar da redução no preço dos fertilizantes, os custos de produção ainda estão elevados. Diante da tendência de acomodação das cotações no mercado futuro, a estratégia de venda antecipada de café apresenta-se como uma oportunidade favorável no momento, permitindo ao produtor garantir ao menos o custo de produção e ter maior previsibilidade no fluxo de caixa, minimizando a exposição às oscilações de preços.<br /><br /> E para garantir a margem de lucro, o produtor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF), que proporcionam maior segurança na gestão financeira do negócio. Para mais detalhes, consulte o seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>150</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/03/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-03-2023-cenario-da-cana-de-acucar--53270883</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 21 de março de 2023.  Meu nome é Wladimir Saavedra, sou assessor(a) de agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><b></b><br /><b></b> Na safra atual 22/23, o levantamento Unica/Observatório da Cana indica que a moagem no Centro-Sul atingiu 542 milhões de toneladas, ante 522 milhões de toneladas do período anterior, aumento de 3,78%. A qualidade da matéria-prima colhida acumulada desde o início da safra até a segunda metade de fevereiro, apresentou redução de 1,28% na comparação com o mesmo período passado, atingindo 141kg de ATR (Açúcar Total Recuperável) por tonelada de cana.<br /><br />  A consultoria Datagro estima a produção da próxima safra 23/24 em 590 milhões de toneladas para o Centro-Sul. É projetado cenário com estoque mundial de açúcar mais apertado, relação estoque-consumo em queda de 41,4%, com tendência de preços remuneradores para o adoçante.<br /><br />  Para a Raízen, a produção deve atingir 600 milhões de toneladas no período, com concentração de 139 kg de ATR por tonelada de cana. A empresa vislumbra a possibilidade de aumentar a industrialização de etanol, mas trabalha com uma curva muito favorável para o açúcar.<br /><br />  No mercado interno, segundo o Cepea, o ritmo de negócios do açúcar cristal em São Paulo é lento, mas o indicador segue firme. Já os preços do etanol hidratado voltaram a cair no mercado à vista. Segundo os pesquisadores, a proximidade da Safra 23/24 e o elevado estoque de passagem do produto pressionaram as cotações do biocombustível no mercado paulista.<br /><br />  O ritmo de retorno das usinas poderá sofrer alterações dependendo das condições climáticas de cada região canavieira. As chuvas recentes e as previsões no Centro-Sul despertam receios de atraso no início da moagem.<br /><br />   Em 1º de março, A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou para um possível retorno do fenômeno atmosférico El Niño este ano. Caso ocorra, o clima poderá afetar a concentração de sacarose e a moagem nas usinas, com possível impacto na disponibilidade de açúcar e etanol. A consequência seria uma pressão inflacionária sobre os preços.<br /><br /> Para auxiliar no planejamento do produtor, o Banco do Brasil dispõe de linhas de crédito de investimento para implantação e renovação das lavouras, aquisição de máquinas e equipamentos e para o custeio da produção.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53270883</guid><pubDate>Tue, 21 Mar 2023 10:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53270883/20230321_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3094613" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 21 de março de 2023.  Meu nome é Wladimir Saavedra, sou assessor(a) de agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.

 Na safra atual 22/23, o levantamento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 21 de março de 2023.  Meu nome é Wladimir Saavedra, sou assessor(a) de agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br /><b></b><br /><b></b> Na safra atual 22/23, o levantamento Unica/Observatório da Cana indica que a moagem no Centro-Sul atingiu 542 milhões de toneladas, ante 522 milhões de toneladas do período anterior, aumento de 3,78%. A qualidade da matéria-prima colhida acumulada desde o início da safra até a segunda metade de fevereiro, apresentou redução de 1,28% na comparação com o mesmo período passado, atingindo 141kg de ATR (Açúcar Total Recuperável) por tonelada de cana.<br /><br />  A consultoria Datagro estima a produção da próxima safra 23/24 em 590 milhões de toneladas para o Centro-Sul. É projetado cenário com estoque mundial de açúcar mais apertado, relação estoque-consumo em queda de 41,4%, com tendência de preços remuneradores para o adoçante.<br /><br />  Para a Raízen, a produção deve atingir 600 milhões de toneladas no período, com concentração de 139 kg de ATR por tonelada de cana. A empresa vislumbra a possibilidade de aumentar a industrialização de etanol, mas trabalha com uma curva muito favorável para o açúcar.<br /><br />  No mercado interno, segundo o Cepea, o ritmo de negócios do açúcar cristal em São Paulo é lento, mas o indicador segue firme. Já os preços do etanol hidratado voltaram a cair no mercado à vista. Segundo os pesquisadores, a proximidade da Safra 23/24 e o elevado estoque de passagem do produto pressionaram as cotações do biocombustível no mercado paulista.<br /><br />  O ritmo de retorno das usinas poderá sofrer alterações dependendo das condições climáticas de cada região canavieira. As chuvas recentes e as previsões no Centro-Sul despertam receios de atraso no início da moagem.<br /><br />   Em 1º de março, A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou para um possível retorno do fenômeno atmosférico El Niño este ano. Caso ocorra, o clima poderá afetar a concentração de sacarose e a moagem nas usinas, com possível impacto na disponibilidade de açúcar e etanol. A consequência seria uma pressão inflacionária sobre os preços.<br /><br /> Para auxiliar no planejamento do produtor, o Banco do Brasil dispõe de linhas de crédito de investimento para implantação e renovação das lavouras, aquisição de máquinas e equipamentos e para o custeio da produção.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>194</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/03/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-03-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53240585</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de Março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b></b><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja, </b>a colheita no Brasil deverá ganhar ritmo na região centro-sul do país, em destaque no PR. Na Região centro-norte, as chuvas serão volumosas e deverão atrapalhar os trabalhos de campo. Ressaltamos que o percentual de 60% da área já colhida está próximo da média de cinco safras. Na ARG, o clima ainda causa danos às lavouras, os índices de condições de desenvolvimento entre normais e bons são baixos e, com a previsão de poucas chuvas, não deverão sofrer alteração.<br />         As preocupações com o sistema bancário internacional seguirão pressionando o mercado de commodities, principalmente, pelo sentimento de forte aversão ao risco. Ainda permanecem no radar os reflexos  do combate à inflação em economias desenvolvidas, os temores relacionados a uma possível recessão e às tensões geopolíticas sobre Taiwan, também a guerra entre Rússia e Ucrânia.<br />         As exportações semanais dos EUA vêm diminuindo, refletindo a estratégia de importação da China, que tenderá a aproveitar a janela de oferta na América do Sul. A quebra de safra argentina e problemas de logística no Brasil seguem como contraponto à pressão baixista. Assim, o mercado  deverá seguir com perspectiva de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>as cotações externas têm apresentado elevada volatidade nas últimas semanas, seja pelas estimativas de produção global do cereal e sua respectiva oferta e demanda, seja pelo cenário macroeconômico. Os desdobramentos com relação à economia mundial e os volumes de exportação nos EUA poderão levar a mais uma semana com alta volatilidade em Chicago.<br />         A Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente a estimativa de produção de milho na Argentina, agora apontada em 36 mi t ante 37,5 mi t na semana passada. Segundo o órgão, os últimos dias de calor intenso prejudicaram ainda mais o potencial produtivo, refletindo nesse corte consecutivo da produção total. As previsões climáticas apontam para maiores chuvas nos próximos dias que, se ocorrerem, poderão atenuar as perdas. Entretanto, o cenário já consolidado de quebra de safra deve trazer suporte às cotações internas.<br />         No Brasil, com consumidores esperando preços menores para novas aquisições e produtores retraídos nas vendas, as cotações no mercado físico podem se manter estáveis, seguindo o mesmo movimento da semana anterior.   <b><br /></b><b>    Para o café, m</b>ercado ainda invertido, com baixos estoques, mantém demandas de curto prazo com alta volatilidade. No entanto, perspectivas de recuperação na oferta no médio prazo incentivam a protelação de compras em um mercado com menor intensidade na demanda.             Preços nos pregões recentes da Bolsa de NY para arábica  entre 173 a 180 US$c/lb e para robusta entre 2057 a 2075 US$/t mantém interesse da indústria no uso do conilon em maior nível nos blends  com vistas à obtenção de margens mais remuneradoras.<br />            A maior relutância do produtor brasileiro de arábica em negociar o remanescente da safra aos preços atuais nesta entressafra ainda permite manter o preço da origem Brasil em níveis superiores à arbitragem NY/B3.<br />            Resultados de queda nos embarques de importantes países produtores como Brasil, Colômbia, Guatemala, a declaração da Federação dos Cafeteros da Colômbia de menor produção neste semestre e redução de estoques na GCA em 1,8%, e a recuperação lenta nos estoques ICE NY arábica, são fatores que mantém a volatilidade  no curto prazo.<br />            Clima no Brasil benéfico à safra a ser colhida em 2023 e ao desenvolvimento vegetativo do café, favorecendo avaliações de melhoria na oferta ao longo de 2023/2024, tendem a pressionar cotações no médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que:Pecuaristas e frigoríficos devem seguir cautelosos nas negociações, considerando a continuidade do embargo chinês e suas consequências no mercado interno.<br />         Existe expectativa para a retomada das compras chinesas até o final do mês de março. No entanto, até o momento, não há qualquer indicativo que permita afirmar que isso ocorrerá de fato, sendo este prazo meramente especulativo.<br />         Nesse contexto, as Indústrias devem manter suas ofertas pela arroba abaixo da referência, tendo como justificativa a ausência da China no mercado. Por outro lado, as chuvas seguem regulares e bem distribuídas em grande parte do país, proporcionando boas condições às pastagens, o que possibilita ao pecuarista reter o gado, limitando a oferta a fim de evitar recuos naturais no preço da arroba, ocasionados pela redução momentânea da demanda.<br />         Assim, dado a disputa pela manutenção das margens (indústria e pecuaristas), espera-se mais uma semana com preços estáveis para a arroba bovina.<br /><br />    Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53240585</guid><pubDate>Mon, 20 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53240585/20230320_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4967488" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de Março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de Março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <b></b><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja, </b>a colheita no Brasil deverá ganhar ritmo na região centro-sul do país, em destaque no PR. Na Região centro-norte, as chuvas serão volumosas e deverão atrapalhar os trabalhos de campo. Ressaltamos que o percentual de 60% da área já colhida está próximo da média de cinco safras. Na ARG, o clima ainda causa danos às lavouras, os índices de condições de desenvolvimento entre normais e bons são baixos e, com a previsão de poucas chuvas, não deverão sofrer alteração.<br />         As preocupações com o sistema bancário internacional seguirão pressionando o mercado de commodities, principalmente, pelo sentimento de forte aversão ao risco. Ainda permanecem no radar os reflexos  do combate à inflação em economias desenvolvidas, os temores relacionados a uma possível recessão e às tensões geopolíticas sobre Taiwan, também a guerra entre Rússia e Ucrânia.<br />         As exportações semanais dos EUA vêm diminuindo, refletindo a estratégia de importação da China, que tenderá a aproveitar a janela de oferta na América do Sul. A quebra de safra argentina e problemas de logística no Brasil seguem como contraponto à pressão baixista. Assim, o mercado  deverá seguir com perspectiva de estabilidade para o curto prazo e de baixa para o médio prazo.<br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>as cotações externas têm apresentado elevada volatidade nas últimas semanas, seja pelas estimativas de produção global do cereal e sua respectiva oferta e demanda, seja pelo cenário macroeconômico. Os desdobramentos com relação à economia mundial e os volumes de exportação nos EUA poderão levar a mais uma semana com alta volatilidade em Chicago.<br />         A Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente a estimativa de produção de milho na Argentina, agora apontada em 36 mi t ante 37,5 mi t na semana passada. Segundo o órgão, os últimos dias de calor intenso prejudicaram ainda mais o potencial produtivo, refletindo nesse corte consecutivo da produção total. As previsões climáticas apontam para maiores chuvas nos próximos dias que, se ocorrerem, poderão atenuar as perdas. Entretanto, o cenário já consolidado de quebra de safra deve trazer suporte às cotações internas.<br />         No Brasil, com consumidores esperando preços menores para novas aquisições e produtores retraídos nas vendas, as cotações no mercado físico podem se manter estáveis, seguindo o mesmo movimento da semana anterior.   <b><br /></b><b>    Para o café, m</b>ercado ainda invertido, com baixos estoques, mantém demandas de curto prazo com alta volatilidade. No entanto, perspectivas de recuperação na oferta no médio prazo incentivam a protelação de compras em um mercado com menor intensidade na demanda.             Preços nos pregões recentes da Bolsa de NY para arábica  entre 173 a 180 US$c/lb e para robusta entre 2057 a 2075 US$/t mantém interesse da indústria no uso do conilon em maior nível nos blends  com vistas à obtenção de margens mais remuneradoras.<br />            A maior relutância do produtor brasileiro de arábica em negociar o remanescente da safra aos preços atuais nesta entressafra ainda permite manter o preço da origem Brasil em níveis superiores à arbitragem NY/B3.<br />            Resultados de queda nos embarques de importantes países produtores como Brasil, Colômbia, Guatemala, a declaração da Federação dos Cafeteros da Colômbia de menor produção neste semestre e redução de estoques na GCA em 1,8%, e a recuperação lenta nos estoques ICE NY arábica, são fatores que mantém a volatilidade  no curto prazo.<br />            Clima no Brasil benéfico à safra a ser colhida em 2023 e ao...]]></itunes:summary><itunes:duration>311</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/03/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-03-2023-cenario-da-soja--53226551</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 17 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradella,  Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó - SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />    O contrato da soja na CBOT fechou 15/03 cotado a US$ 14,74/bushel, apresentando recuo de 1,33% em relação ao início do mês. Os principais fundamentos para o movimento baixista oram a evolução da colheita e o baixo índice de comercialização antecipada no Brasil, quando comparado à média histórica, além da menor demanda chinesa. Destacamos que houve impacto adicional no mercado de commodities oriundo do mercado financeiro, dado a questão envolvendo a solvência dos bancos norte-americanos.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 15/03, foi de R$ 165,69 a saca, apresentando baixa de 1,9% em relação ao início de março. Os prêmios nos portos para abril/23 chegaram a US$ -0,25 cents em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23 e o baixo volume de negócios realizados.<br /><br /><br />  Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a desvalorização do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 60% da área cultivada, com destaque para o MT com 98% e GO com 78%. Por outro lado,  o RS ainda não iniciou a colheita.<br /><br /><br />    Ressaltamos que os mapas meteorológicos indicam transição para El Niño a partir de julho/agosto/setembro, o que favorece a safra nos EUA. Conforme o último relatório do USDA, a projeção da safra brasileira foi mantida. Conforme esperado, na Argentina, houve novo corte na estimativa de produção para 33 milhões de t. Já a Bolsa de Cereales de Buenos Aires estima a produção argentina em 29 milhões de toneladas, a menor safra em duas décadas. Em seu último boletim, houve piora das condições das lavouras, onde 67% da área cultivada está em condições ruins, 31% regular e apenas 2% em condições boas e excelentes.<br /><br />  De acordo com o INMET, para a 2ª quinzena de março, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados do país, com exceção do Oeste de BA e de MG, SP, PR e RS. Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53226551</guid><pubDate>Fri, 17 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53226551/20230317_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3253856" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 17 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradella,  Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó - SC e falaremos sobre o cenário da soja.

    O contrato da soja na CBOT fechou 15/03 cotado a US$ 14,74/bushel,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 17 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradella,  Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó - SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />    O contrato da soja na CBOT fechou 15/03 cotado a US$ 14,74/bushel, apresentando recuo de 1,33% em relação ao início do mês. Os principais fundamentos para o movimento baixista oram a evolução da colheita e o baixo índice de comercialização antecipada no Brasil, quando comparado à média histórica, além da menor demanda chinesa. Destacamos que houve impacto adicional no mercado de commodities oriundo do mercado financeiro, dado a questão envolvendo a solvência dos bancos norte-americanos.<br /><br />  No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 15/03, foi de R$ 165,69 a saca, apresentando baixa de 1,9% em relação ao início de março. Os prêmios nos portos para abril/23 chegaram a US$ -0,25 cents em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23 e o baixo volume de negócios realizados.<br /><br /><br />  Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a desvalorização do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 60% da área cultivada, com destaque para o MT com 98% e GO com 78%. Por outro lado,  o RS ainda não iniciou a colheita.<br /><br /><br />    Ressaltamos que os mapas meteorológicos indicam transição para El Niño a partir de julho/agosto/setembro, o que favorece a safra nos EUA. Conforme o último relatório do USDA, a projeção da safra brasileira foi mantida. Conforme esperado, na Argentina, houve novo corte na estimativa de produção para 33 milhões de t. Já a Bolsa de Cereales de Buenos Aires estima a produção argentina em 29 milhões de toneladas, a menor safra em duas décadas. Em seu último boletim, houve piora das condições das lavouras, onde 67% da área cultivada está em condições ruins, 31% regular e apenas 2% em condições boas e excelentes.<br /><br />  De acordo com o INMET, para a 2ª quinzena de março, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados do país, com exceção do Oeste de BA e de MG, SP, PR e RS. Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/03/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-03-2023-cenario-do-boi-gordo--53218181</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 16 de março de 2023, meu nome é Alexandre Bittencourt, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – DF e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 67,4 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 8 dias úteis de março. No ano passado, esse mês encerrou com 169,1 mil toneladas em 22 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.869, queda de 17,5% frente ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> A China ainda mantém os embargos às compras da proteína brasileira, em função do caso classificado como atípico do mal da vaca louca ocorrido no Pará em fevereiro, embora tratativas venham sendo adotadas pelo Brasil, para o retorno com a maior brevidade. Importante destacar que os chineses são responsáveis pela compra de aproximadamente 57% de todo o volume exportado de carne bovina brasileira.<br /><br /> No dia 14 de março, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada a R$ 276,25 e apresenta-se relativamente estável desde o início do mês. No mercado futuro (B3), o contrato com vencimento para junho/23 fechou cotado a R$ 290,35.<br /><br /> O mercado de reposição segue com preços estáveis. A maior oferta de bezerros, em decorrência da fase do ciclo pecuário, dificulta a reação da cotação desta categoria no médio prazo.<br /><br /> Em função da interrupção das exportações para a China, alguns frigoríficos voltados a este mercado suspenderam os abates. Já no mercado interno, é possível verificar escalas de abate curtas, de 4 a 5 dias, permitindo uma melhor negociação com os pecuaristas.<br /><br /> As chuvas trouxeram boas condições de pastagem à maior parte do país, possibilitando à ponta vendedora segurar o animal no pasto por mais tempo, em busca de valores de negociações mais favoráveis, o que pode limitar quedas mais acentuadas na cotação do boi gordo.<br /><br /> Os pecuaristas podem contar com o Banco do Brasil para auxiliar na condução dos sistemas de produção de carne bovina. Para estes desafios, oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, além de proteção contra riscos de produção e comercialização, como as opções agropecuárias e mercado a termo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53218181</guid><pubDate>Thu, 16 Mar 2023 10:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53218181/20230316_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2507799" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 16 de março de 2023, meu nome é Alexandre Bittencourt, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – DF e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 16 de março de 2023, meu nome é Alexandre Bittencourt, sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – DF e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 67,4 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 8 dias úteis de março. No ano passado, esse mês encerrou com 169,1 mil toneladas em 22 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.869, queda de 17,5% frente ao mesmo período do ano passado.<br /><br /> A China ainda mantém os embargos às compras da proteína brasileira, em função do caso classificado como atípico do mal da vaca louca ocorrido no Pará em fevereiro, embora tratativas venham sendo adotadas pelo Brasil, para o retorno com a maior brevidade. Importante destacar que os chineses são responsáveis pela compra de aproximadamente 57% de todo o volume exportado de carne bovina brasileira.<br /><br /> No dia 14 de março, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada a R$ 276,25 e apresenta-se relativamente estável desde o início do mês. No mercado futuro (B3), o contrato com vencimento para junho/23 fechou cotado a R$ 290,35.<br /><br /> O mercado de reposição segue com preços estáveis. A maior oferta de bezerros, em decorrência da fase do ciclo pecuário, dificulta a reação da cotação desta categoria no médio prazo.<br /><br /> Em função da interrupção das exportações para a China, alguns frigoríficos voltados a este mercado suspenderam os abates. Já no mercado interno, é possível verificar escalas de abate curtas, de 4 a 5 dias, permitindo uma melhor negociação com os pecuaristas.<br /><br /> As chuvas trouxeram boas condições de pastagem à maior parte do país, possibilitando à ponta vendedora segurar o animal no pasto por mais tempo, em busca de valores de negociações mais favoráveis, o que pode limitar quedas mais acentuadas na cotação do boi gordo.<br /><br /> Os pecuaristas podem contar com o Banco do Brasil para auxiliar na condução dos sistemas de produção de carne bovina. Para estes desafios, oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, além de proteção contra riscos de produção e comercialização, como as opções agropecuárias e mercado a termo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/03/2023- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-03-2023-cenario-do-arroz--53210501</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 15 de março de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 6º Levantamento de grãos da safra 2022/23, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve uma redução de 9,3% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e sessenta e sete mil hectares. A produção está estimada em nove milhões, oitocentos e oitenta mil toneladas, redução de 8,4% em relação à safra 2021/2022.<br /><br />  O Estado do RS detém 72% da produção nacional de arroz. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, o estado reduziu em 12% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 840 mil ha cultivados com o cereal. Até o momento, 12% da área cultivada na safra 2022/23 já foi colhida.<br /><br /> É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores no RS. Os reservatórios e rios estão em níveis muito abaixo do normal para a época. Uma das regiões mais afetadas pela estiagem é a Fronteira Oeste que acumula perdas significativas na produção por abandono de áreas, redução na produtividade e perdas na qualidade de grãos.<br /><br /> O mercado brasileiro de arroz se manteve retraído em fevereiro, seguindo o que aconteceu em janeiro, o que é normal para o período. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), foi cotado a R$ 85,53 a saca de 50 kg em 10 de março, acumulando queda de 7,00% no ano. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53210501</guid><pubDate>Wed, 15 Mar 2023 12:43:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53210501/20230315_bbcast_agro_arroz.mp3" length="1118929" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 15 de março de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

 De acordo com o 6º Levantamento de grãos da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 15 de março de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br /> De acordo com o 6º Levantamento de grãos da safra 2022/23, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB, houve uma redução de 9,3% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e sessenta e sete mil hectares. A produção está estimada em nove milhões, oitocentos e oitenta mil toneladas, redução de 8,4% em relação à safra 2021/2022.<br /><br />  O Estado do RS detém 72% da produção nacional de arroz. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, o estado reduziu em 12% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 840 mil ha cultivados com o cereal. Até o momento, 12% da área cultivada na safra 2022/23 já foi colhida.<br /><br /> É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores no RS. Os reservatórios e rios estão em níveis muito abaixo do normal para a época. Uma das regiões mais afetadas pela estiagem é a Fronteira Oeste que acumula perdas significativas na produção por abandono de áreas, redução na produtividade e perdas na qualidade de grãos.<br /><br /> O mercado brasileiro de arroz se manteve retraído em fevereiro, seguindo o que aconteceu em janeiro, o que é normal para o período. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), foi cotado a R$ 85,53 a saca de 50 kg em 10 de março, acumulando queda de 7,00% no ano. As negociações ocorrem quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou liberar espaço nos armazéns.<br /><br /> O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br /> Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/57364c4c62bcc0907ab4b3e1b71209b7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/03/2023 - AgNest</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-03-2023-agnest--53187599</link><description><![CDATA[Olá, hoje é Terça-Feira, 14 de março de 2023, meu nome é Kelly Lohnnhoff, Assessora Na diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre a continuidade do crescimento sustentável e do futuro do agronegócio brasileiro.<br /><br />As projeções de longo prazo direcionam para a continuidade da elevação da população mundial e da demanda por alimentos, mas adicionando cada vez mais ao mercado agropecuário as exigências dos consumidores, ligadas ao ASG. Fatores que reforçam o cenário de que o agronegócio seguirá fortalecido à longo prazo e com novas oportunidades de mercado.<br /><br />Nessa perspectiva, haverá maior necessidade de investimentos para melhoria da infraestrutura, construção de armazéns, ampliação de granjas, renovação de pastagens e melhoramento genético do rebanho, assim como a incorporação de novas tecnologias ao processo produtivo. Dessa forma, espera-se que haja maior demanda por produtos e serviços ligados ao agronegócio, gerando boas perspectivas para toda a cadeia de valor.<br /><br />Face ao exposto, as perspectivas para os próximos anos são positivas em termos de oportunidades, sendo a pesquisa e o desenvolvimento de processos produtivos integrados serão um dos grandes fomentadores para que o futuro aconteça mais rápido.<br /><br />E nesse contexto, está ocorrendo hoje, em Jaguariúna, São Paulo, o primeiro evento da Carreta Agro em parceira com o AgNest.<br /><br />O AgNest é uma iniciativa da Embrapa Meio Ambiente e Embrapa Agricultura Digital com o propósito de materializar um ambiente cooperativo, homogêneo e estratégico para a promoção de experimentos que conduzam à geração de soluções tecnológicas inovadoras para a agropecuária nacional.<br /><br />Em 2022, o Banco do Brasil tornou-se parceiro fundador do AgNest, hub de inovação no formato de laboratório vivo em ambiente rural, um Farm Lab, com foco em startups do agro.  As interações entre as startups, conhecimento acadêmico e agentes do mercado, propicia aceleração do processo de inovação e a produção de conhecimento.<br /><br />A parceria estabelecida por meio do AgNest possibilitará ao BB ser cada vez mais relevante na disponibilização de soluções tecnologicas, digitais e inovadoras ao agronegócio brasileiro, gerando valor à cadeia produtiva.<br /><br />O BB como o maior parceiro do Agronegócio brasileiro, tem orgulho de fazer parte do AgNest, apoiando projetos colaborativos, para ofertar soluções inovadoras para o produtor rural.<br /><br />E Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, um abraço a todos e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53187599</guid><pubDate>Tue, 14 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53187599/20230314_bbcast_agro_agnest.mp3" length="2887724" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é Terça-Feira, 14 de março de 2023, meu nome é Kelly Lohnnhoff, Assessora Na diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre a continuidade do crescimento sustentável e do futuro do agronegócio brasileiro.

As projeções de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é Terça-Feira, 14 de março de 2023, meu nome é Kelly Lohnnhoff, Assessora Na diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre a continuidade do crescimento sustentável e do futuro do agronegócio brasileiro.<br /><br />As projeções de longo prazo direcionam para a continuidade da elevação da população mundial e da demanda por alimentos, mas adicionando cada vez mais ao mercado agropecuário as exigências dos consumidores, ligadas ao ASG. Fatores que reforçam o cenário de que o agronegócio seguirá fortalecido à longo prazo e com novas oportunidades de mercado.<br /><br />Nessa perspectiva, haverá maior necessidade de investimentos para melhoria da infraestrutura, construção de armazéns, ampliação de granjas, renovação de pastagens e melhoramento genético do rebanho, assim como a incorporação de novas tecnologias ao processo produtivo. Dessa forma, espera-se que haja maior demanda por produtos e serviços ligados ao agronegócio, gerando boas perspectivas para toda a cadeia de valor.<br /><br />Face ao exposto, as perspectivas para os próximos anos são positivas em termos de oportunidades, sendo a pesquisa e o desenvolvimento de processos produtivos integrados serão um dos grandes fomentadores para que o futuro aconteça mais rápido.<br /><br />E nesse contexto, está ocorrendo hoje, em Jaguariúna, São Paulo, o primeiro evento da Carreta Agro em parceira com o AgNest.<br /><br />O AgNest é uma iniciativa da Embrapa Meio Ambiente e Embrapa Agricultura Digital com o propósito de materializar um ambiente cooperativo, homogêneo e estratégico para a promoção de experimentos que conduzam à geração de soluções tecnológicas inovadoras para a agropecuária nacional.<br /><br />Em 2022, o Banco do Brasil tornou-se parceiro fundador do AgNest, hub de inovação no formato de laboratório vivo em ambiente rural, um Farm Lab, com foco em startups do agro.  As interações entre as startups, conhecimento acadêmico e agentes do mercado, propicia aceleração do processo de inovação e a produção de conhecimento.<br /><br />A parceria estabelecida por meio do AgNest possibilitará ao BB ser cada vez mais relevante na disponibilização de soluções tecnologicas, digitais e inovadoras ao agronegócio brasileiro, gerando valor à cadeia produtiva.<br /><br />O BB como o maior parceiro do Agronegócio brasileiro, tem orgulho de fazer parte do AgNest, apoiando projetos colaborativos, para ofertar soluções inovadoras para o produtor rural.<br /><br />E Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, um abraço a todos e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agnest,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f99910eeed98b0cd8140b32f97ae4098.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/03/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-03-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53162103</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de Março, meu nome é Daniela Rodrigues da Costa , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />        O mercado processará os dados do relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, relacionados com a quebra da safra da ARG e seu impacto na oferta global de farelo e óleo de soja. A colheita de soja no Brasil deverá ganhar ritmo no Centro-Sul com a previsão de menos chuva, com destaque para o PR e MS. Na região Centro-Norte, chuvas volumosas estão previstas e devem trazer problemas à colheita no MATOPIBA. Para a ARG, o cenário segue com chuvas pontuais e com baixos volumes, sem perspectivas de melhoras nas condições das lavouras.         <br />         Ressaltamos a diminuição da produção total estimada pelo USDA para 375,15 milhões de toneladas na Safra 22/23, que já reflete no estoque final que foi ajustado para 100,10 milhões de toneladas. Esses números dão fôlego às cotações até a entrada da safra 23/24 norte-americana, que tem uma projeção de área de 35,41 milhões de hectares, podendo melhorar a oferta do grão.          Para essa semana, as cotações irão acompanhar o ritmo de importação da China, que deverá aproveitar a grande oferta do Brasil. Assim, o mercado tenderá a seguir com viés de baixa para o curto e médio prazo.<br /> <b> </b><br /> <b>Em relação ao milho,</b><br /><b> </b>        Com três semanas de baixas consecutivas, as cotações externas poderão ter uma semana de leve valorização, com fundos se posicionando diante da recente queda nos preços.          Com a aproximação do encerramento do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em 18 de março, a depender das tratativas desta semana, novas volatilidades não estão afastadas.<br />         Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu a estimativa de produção de milho na Argentina, atualizada para 37,5 mi t. No dia 08/03, o USDA reduziu mais 7 mi t, indicando agora a produção em 40 mi t. A quebra de safra no país vizinho e previsões de clima quente e seco para os próximos dias podem trazer suporte às cotações internas.<br />         No Brasil, o plantio do milho 2ª safra apresenta atraso em relação ao mesmo período do ano passado. Em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, parte da safra deverá ser semeada fora da janela ideal, ocasionando maior risco climático dada à exposição à possível estiagem e geada, fato que poderá trazer estabilidade e suporte aos preços internos.   <b><br /></b><br /><b></b><br /><b>Para o café,</b><br />           As exportações de café da Colômbia reduziram em fevereiro, o que pode resultar em uma oferta global mais apertada e apoiar os preços do café. O estoque baixo de arábica é fator altista.             As previsões de déficit do mercado de café robusta em 2023/24 associado aos baixos estoques na ICE Londres dão suporte à cotações mais elevadas da variedade no curto prazo.             O mercado futuro do café arábica tende a continuar operando no negativo na Bolsa de NY, com oscilações rápidas e constantes,  explicadas pelos interesses de curto prazo de especuladores e fundos de investimentos. A comercialização continuará lenta e o mercado invertido, com o presente valendo mais que o futuro, o que tende a limitar os negócios.<br />            Os resultados oficiais das exportações brasileiras, que apresentam previsões de queda em relação aos meses anteriores, podem elevar a volatilidade, tanto no mercado interno quanto externo. Entretanto, mantêm-se perspectivas de estabilidade com tendência de baixa a curto e médio prazos. Os próximos números divulgados pelo Cecafé serão determinantes para o mercado nos próximos dias.<br />            A variação cambial também é um fator importante a ser acompanhado nas próximas semanas.<br /><br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> ressaltamos que:<br />        Havia forte expectativa quanto a retomada das compras chinesas nos próximos dias, porém esse retorno não tem data definida, haja vista que, após reunião ocorrida no dia 07/03 entre o governo brasileiro e a Administração Geral de Alfândegas da China, não houve indicação clara de quando as exportações seriam reestabelecidas. Quanto mais tempo levar até a reabertura deste importante mercado consumidor, maior será o prazo para a regularização dos embarques nos próximos meses.<br />         Importante ressaltar que os resultados das exportações ocorridas em fevereiro/23 não refletem o caso da EEB. Assim, há preocupação também no fato de que valores e contratos poderão ser revistos, ocasionando recuos significativos em preços e volume a serem exportados.          As Indústrias tendem a buscar manter a pressão de baixa na cotação da @, tendo como contexto o problema envolvendo o caso atípico de vaca louca, que ainda impede os embarques da proteína para a China. No entanto, algumas indústrias já estão com escalas curtas e devem ofertar melhores valores, que somado às boas condições das pastagens em algumas regiões, que permitem ao pecuarista reter o gado,  podem sustentar os preços da @ no curto prazo.  <br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53162103</guid><pubDate>Mon, 13 Mar 2023 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53162103/20230313_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="7077764" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de Março, meu nome é Daniela Rodrigues da Costa , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de Março, meu nome é Daniela Rodrigues da Costa , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />        O mercado processará os dados do relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, relacionados com a quebra da safra da ARG e seu impacto na oferta global de farelo e óleo de soja. A colheita de soja no Brasil deverá ganhar ritmo no Centro-Sul com a previsão de menos chuva, com destaque para o PR e MS. Na região Centro-Norte, chuvas volumosas estão previstas e devem trazer problemas à colheita no MATOPIBA. Para a ARG, o cenário segue com chuvas pontuais e com baixos volumes, sem perspectivas de melhoras nas condições das lavouras.         <br />         Ressaltamos a diminuição da produção total estimada pelo USDA para 375,15 milhões de toneladas na Safra 22/23, que já reflete no estoque final que foi ajustado para 100,10 milhões de toneladas. Esses números dão fôlego às cotações até a entrada da safra 23/24 norte-americana, que tem uma projeção de área de 35,41 milhões de hectares, podendo melhorar a oferta do grão.          Para essa semana, as cotações irão acompanhar o ritmo de importação da China, que deverá aproveitar a grande oferta do Brasil. Assim, o mercado tenderá a seguir com viés de baixa para o curto e médio prazo.<br /> <b> </b><br /> <b>Em relação ao milho,</b><br /><b> </b>        Com três semanas de baixas consecutivas, as cotações externas poderão ter uma semana de leve valorização, com fundos se posicionando diante da recente queda nos preços.          Com a aproximação do encerramento do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em 18 de março, a depender das tratativas desta semana, novas volatilidades não estão afastadas.<br />         Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu a estimativa de produção de milho na Argentina, atualizada para 37,5 mi t. No dia 08/03, o USDA reduziu mais 7 mi t, indicando agora a produção em 40 mi t. A quebra de safra no país vizinho e previsões de clima quente e seco para os próximos dias podem trazer suporte às cotações internas.<br />         No Brasil, o plantio do milho 2ª safra apresenta atraso em relação ao mesmo período do ano passado. Em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, parte da safra deverá ser semeada fora da janela ideal, ocasionando maior risco climático dada à exposição à possível estiagem e geada, fato que poderá trazer estabilidade e suporte aos preços internos.   <b><br /></b><br /><b></b><br /><b>Para o café,</b><br />           As exportações de café da Colômbia reduziram em fevereiro, o que pode resultar em uma oferta global mais apertada e apoiar os preços do café. O estoque baixo de arábica é fator altista.             As previsões de déficit do mercado de café robusta em 2023/24 associado aos baixos estoques na ICE Londres dão suporte à cotações mais elevadas da variedade no curto prazo.             O mercado futuro do café arábica tende a continuar operando no negativo na Bolsa de NY, com oscilações rápidas e constantes,  explicadas pelos interesses de curto prazo de especuladores e fundos de investimentos. A comercialização continuará lenta e o mercado invertido, com o presente valendo mais que o futuro, o que tende a limitar os negócios.<br />            Os resultados oficiais das exportações brasileiras, que apresentam previsões de queda em relação aos meses anteriores, podem elevar a volatilidade, tanto no mercado interno quanto externo. Entretanto, mantêm-se perspectivas de estabilidade com tendência de baixa a curto e médio prazos. Os próximos números divulgados pelo Cecafé serão determinantes para o mercado nos próximos dias.<br />            A variação cambial também é um fator importante...]]></itunes:summary><itunes:duration>443</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/03/2023 - Expodireto Cotrijal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-03-2023-expodireto-cotrijal--53161261</link><description><![CDATA[Olá hoje é sexta-feira 10 de marco, meu nome é Eber sou Gerente Geral do BB aqui no Rio Grande do Sul.<br /><br /> Hoje é o último dia da 23 edição da Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro.<br /><br /> A feira acontece na cidade de Não-Me-Toque no Norte do Rio Grande do Sul e, desde a primeira edição, o BB está presente, trazendo soluções para apoiar os produtores rurais no planejamento, condução e demais necessidades de crédito das suas atividades.<br /><br /> No estande do Banco, recebemos milhares de clientes e os funcionários do BB de diversas áreas trabalharam com o propósito de receber e atender de forma ágil todos os nossos clientes.<br /><br /> No dia 08, tivemos um dia dedicado a elas, as mulheres empreendedoras do agronegócio, foi um momento muito especial, de homenagens e depoimentos muito relevantes dessas grandes lideranças do agro brasileiro.<br /><br /> No estande do Banco do Brasil também realizamos diversas assinaturas de operações contratadas durante a Feira. Ontem, em especial, assinamos protocolos com a Fetag (Federação Dos Trabalhadores na Agricultura Familiar no Rio Grande do Sul), que ampliam ainda mais nossa pareceria histórica.<br /><br /> Na Feira, firmamos o instrumento que formalizou a parceria entre Broto e Cotrijal para venda de insumos na plataforma e também a primeira operação de Pronaf B, linha de crédito que apoia de forma assistida pequenos produtores familiares em todo o Brasil, em especial os produtores que nesse momento estão passando por mais uma estiagem aqui no RS.<br /><br /> Também assinamos operações de Proirriga, linha de crédito estratégica, para que o produtor rural possa se planejar e enfrentar futuras adversidades climáticas sem passar por perdas de produção, o que é extremamente importante para a produção agrícola do País.<br /><br /> A Feira se encerra hoje, com um grande número de propostas internalizadas no Banco do Brasil, reafirmando o compromisso do Banco de estar ao lado do produtor rural em todos os momentos e evidenciando que é o maior parceiro do agro de todos os tempos. Desejamos a todos muito sucesso nas suas atividades e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53161261</guid><pubDate>Fri, 10 Mar 2023 20:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53161261/bbcastagro_feira_cotrijal.mp3" length="2218989" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá hoje é sexta-feira 10 de marco, meu nome é Eber sou Gerente Geral do BB aqui no Rio Grande do Sul.

 Hoje é o último dia da 23 edição da Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro.

 A feira acontece na cidade de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá hoje é sexta-feira 10 de marco, meu nome é Eber sou Gerente Geral do BB aqui no Rio Grande do Sul.<br /><br /> Hoje é o último dia da 23 edição da Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro.<br /><br /> A feira acontece na cidade de Não-Me-Toque no Norte do Rio Grande do Sul e, desde a primeira edição, o BB está presente, trazendo soluções para apoiar os produtores rurais no planejamento, condução e demais necessidades de crédito das suas atividades.<br /><br /> No estande do Banco, recebemos milhares de clientes e os funcionários do BB de diversas áreas trabalharam com o propósito de receber e atender de forma ágil todos os nossos clientes.<br /><br /> No dia 08, tivemos um dia dedicado a elas, as mulheres empreendedoras do agronegócio, foi um momento muito especial, de homenagens e depoimentos muito relevantes dessas grandes lideranças do agro brasileiro.<br /><br /> No estande do Banco do Brasil também realizamos diversas assinaturas de operações contratadas durante a Feira. Ontem, em especial, assinamos protocolos com a Fetag (Federação Dos Trabalhadores na Agricultura Familiar no Rio Grande do Sul), que ampliam ainda mais nossa pareceria histórica.<br /><br /> Na Feira, firmamos o instrumento que formalizou a parceria entre Broto e Cotrijal para venda de insumos na plataforma e também a primeira operação de Pronaf B, linha de crédito que apoia de forma assistida pequenos produtores familiares em todo o Brasil, em especial os produtores que nesse momento estão passando por mais uma estiagem aqui no RS.<br /><br /> Também assinamos operações de Proirriga, linha de crédito estratégica, para que o produtor rural possa se planejar e enfrentar futuras adversidades climáticas sem passar por perdas de produção, o que é extremamente importante para a produção agrícola do País.<br /><br /> A Feira se encerra hoje, com um grande número de propostas internalizadas no Banco do Brasil, reafirmando o compromisso do Banco de estar ao lado do produtor rural em todos os momentos e evidenciando que é o maior parceiro do agro de todos os tempos. Desejamos a todos muito sucesso nas suas atividades e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>139</itunes:duration><itunes:keywords>cotrijal,expodiretocotrijal,nãometoque,riograndedosul</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7a381bb1aea0bd9e41c0bf90eddef439.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/03/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-03-2023-cenario-do-milho--53157776</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Nas últimas semanas, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago se desvalorizaram. Entre os dias 27 de fevereiro e 08 de março, o contrato maio/23 apresentou queda de 2,8%. Os principais fundamentos para essa pressão negativa nas cotações foram as estimativas divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentou as primeiras previsões para a safra norte-americana 2023/24, com perspectiva de elevada produção do grão que, se confirmada, será uma das maiores dos últimos anos. E ontem, em seu relatório mensal de oferta e demanda, o órgão aumentou os estoques estadunidenses, reflexo da menor exportação do país na safra atual.<br /><br />  Além dos números do USDA, o mercado avalia a possível renovação do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro, que vencerá em 18 de março, que traria continuidade às exportações de milho ucraniano, possibilitando aumento da oferta global. O contrato com vencimento em maio/23 encerrou o dia 08 de março cotado a US$6,25 por bushel.<br /><br />  No Brasil, o plantio do milho 2ª safra apresenta atraso em relação ao mesmo período do ano passado. Em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, parte da safra deverá ser semeada fora da janela ideal, ocasionando maior risco climático dado à exposição à possível estiagem e geada.<br /><br />  O preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a quarta-feira (8) cotado a R$ 86,03 a saca, sem grandes variações nos últimos dias, com as vendas ocorrendo de forma pontual e o produtor focado nos trabalhos de campo.<br /><br />  Para proteger suas margens, dado às oscilações de preços, disponibilizamos as Opções Agro BB. Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade no fluxo de caixa da sua atividade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53157776</guid><pubDate>Fri, 10 Mar 2023 12:44:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53157776/20230310_bbcast_agro_milho.mp3" length="2840076" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 10 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.

    Nas últimas semanas, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago se desvalorizaram....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de março de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.<br /><br />    Nas últimas semanas, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago se desvalorizaram. Entre os dias 27 de fevereiro e 08 de março, o contrato maio/23 apresentou queda de 2,8%. Os principais fundamentos para essa pressão negativa nas cotações foram as estimativas divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentou as primeiras previsões para a safra norte-americana 2023/24, com perspectiva de elevada produção do grão que, se confirmada, será uma das maiores dos últimos anos. E ontem, em seu relatório mensal de oferta e demanda, o órgão aumentou os estoques estadunidenses, reflexo da menor exportação do país na safra atual.<br /><br />  Além dos números do USDA, o mercado avalia a possível renovação do acordo de escoamento de grãos no Mar Negro, que vencerá em 18 de março, que traria continuidade às exportações de milho ucraniano, possibilitando aumento da oferta global. O contrato com vencimento em maio/23 encerrou o dia 08 de março cotado a US$6,25 por bushel.<br /><br />  No Brasil, o plantio do milho 2ª safra apresenta atraso em relação ao mesmo período do ano passado. Em importantes estados produtores, como Paraná e Mato Grosso do Sul, parte da safra deverá ser semeada fora da janela ideal, ocasionando maior risco climático dado à exposição à possível estiagem e geada.<br /><br />  O preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a quarta-feira (8) cotado a R$ 86,03 a saca, sem grandes variações nos últimos dias, com as vendas ocorrendo de forma pontual e o produtor focado nos trabalhos de campo.<br /><br />  Para proteger suas margens, dado às oscilações de preços, disponibilizamos as Opções Agro BB. Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade no fluxo de caixa da sua atividade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/03/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-03-2023-cenario-do-leite--53146666</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 09 de março de 2023, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e falaremos hoje sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />  Os preços médios ofertados pelo litro de leite em fevereiro de 2023, referente ao leite coletado em janeiro, apresentaram média de R$ 2,66, segundo o CEPEA. Esse preço apresenta valorização nominal de 24,4% em relação ao pagamento de fevereiro de 2022 e de 5,6% quando comparado a janeiro de 2023.<br /><br />  Há perspectiva de nova alta no recebimento do leite de março, referente ao no mês anterior, seguindo o movimento do mercado atacadista, que registrou elevação ao longo do mês de janeiro. O Conselho Paritário Produtores/indústria de Leite (Conseleite) está projetando alta para o produto em Minas Gerais de 2,7%, em Santa Catarina de 5,0% e de 8,4% no Paraná.<br /><br />  No entanto, o Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA destaca que a demanda enfraquecida e o elevado volume de exportações de lácteos poderá impactar a cotação do leite coletado em março, a ser pago ao produtor em abril.<br /><br />  Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com as Opções Agro do BB, protegendo o custo de produção contra possíveis altas de milho e soja, além de utilizar linhas de investimento para expandir a produção de leite.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53146666</guid><pubDate>Thu, 09 Mar 2023 12:36:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53146666/20230309_bbcast_agro_leite.mp3" length="883827" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 09 de março de 2023, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e falaremos hoje sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

  Os preços médios ofertados pelo litro de leite em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 09 de março de 2023, meu nome é Marcelo Rabelo, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil e falaremos hoje sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />  Os preços médios ofertados pelo litro de leite em fevereiro de 2023, referente ao leite coletado em janeiro, apresentaram média de R$ 2,66, segundo o CEPEA. Esse preço apresenta valorização nominal de 24,4% em relação ao pagamento de fevereiro de 2022 e de 5,6% quando comparado a janeiro de 2023.<br /><br />  Há perspectiva de nova alta no recebimento do leite de março, referente ao no mês anterior, seguindo o movimento do mercado atacadista, que registrou elevação ao longo do mês de janeiro. O Conselho Paritário Produtores/indústria de Leite (Conseleite) está projetando alta para o produto em Minas Gerais de 2,7%, em Santa Catarina de 5,0% e de 8,4% no Paraná.<br /><br />  No entanto, o Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA destaca que a demanda enfraquecida e o elevado volume de exportações de lácteos poderá impactar a cotação do leite coletado em março, a ser pago ao produtor em abril.<br /><br />  Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com as Opções Agro do BB, protegendo o custo de produção contra possíveis altas de milho e soja, além de utilizar linhas de investimento para expandir a produção de leite.<br /><br />  Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>148</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/03/2023 - Mulheres no Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-03-2023-mulheres-no-agro--53133776</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher. Eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e hoje queremos homenagear todas as mulheres com esse BBCast Agro.<br /><br /> Nesta data, celebramos os avanços conquistados pela liderança feminina. Nós do BB, reconhecemos o quanto as “Mulheres do Agro” têm empreendido, tanto no meio urbano quanto no rural, incentivando-as para que cada vez mais mulheres sejam protagonistas da sua história. Estamos felizes pela parceria e oportunidade de apoiá-las em seus negócios.<br /><br /> Acreditamos que o papel feminino é essencial para o fortalecimento das bases da sociedade. Desde aquelas que administram suas casas e famílias até as que ocupam cargos elevados em grandes corporações, carregando em si as marcas da luta de serem quem são.<br /><br /> A mulher tem representatividade cada vez maior no agronegócio brasileiro. Sua marca está presente em toda a cadeia produtiva, com destaque para ocupação crescente nos cargos de gestão de empresas, fazendas e negócios familiares, atuando como diretoras, gerentes, consultoras técnicas e em outras atividades ligadas diretamente ao processo produtivo.<br /><br /> De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no mundo, 42% dos trabalhadores rurais são mulheres.<br /><br /> Quando olhamos a participação no agronegócio brasileiro, elas ocupam 30% dos cargos gerenciais nas fazendas, conforme dado da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio. Mesmo com a crescente presença feminina, cerca de 64% das mulheres ainda percebem a desigualdade de gênero no setor, segundo pesquisa da Agroligadas, entidade formada por mulheres associadas ao agronegócio.<br /><br /> As Mulheres do Agro unem sensibilidade, intuição, capacidade de gestão e visão ampla do negócio ao desejo de crescer e de fazer crescer. Sim, para uma mulher, além da importância de chegar ao topo, está a satisfação de proporcionar a outras mulheres as condições de também serem bem-sucedidas. As Mulheres do Agro têm se organizado para ocupar espaços nos diversos segmentos do setor, demonstrando conhecimento e paixão.<br /><b></b><br /><b></b> Nós do Banco do Brasil, reconhecemos e queremos dar voz a você, produtora rural, apoiando a na tomada de decisão, nos negócios, no planejamento, no crescimento profissional, na gestão de pessoas e na realização dos seus sonhos. Pensando em vocês, mulheres empreendedoras, disponibilizamos o espaço “Mulheres no Topo” no nosso Portal, onde encontrarão produtos e soluções adequadas a vocês e aos seus negócios.<br /><b></b><br /><b></b> Nós do BB acreditamos que as Mulheres do Agro alçarão voos cada vez mais altos, sem medo de inovar, valorizando a diversidade e contribuindo para o sucesso do agronegócio nacional.<br /><br />Convido você a conhecer o “Mulheres no Topo”. Acesse: <a href="https://www.bb.com.br/site/pro-seu-negocio/mulheres-no-topo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.bb.com.br/site/pro-seu-negocio/mulheres-no-topo/</a><br /><br />Feliz dia da Mulher, do BB para você.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53133776</guid><pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:50:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53133776/20230308_bbcast_agro_mulheres_no_agro.mp3" length="4252360" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher. Eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e hoje queremos homenagear todas as mulheres com esse BBCast Agro.

 Nesta data, celebramos os avanços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher. Eu sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e hoje queremos homenagear todas as mulheres com esse BBCast Agro.<br /><br /> Nesta data, celebramos os avanços conquistados pela liderança feminina. Nós do BB, reconhecemos o quanto as “Mulheres do Agro” têm empreendido, tanto no meio urbano quanto no rural, incentivando-as para que cada vez mais mulheres sejam protagonistas da sua história. Estamos felizes pela parceria e oportunidade de apoiá-las em seus negócios.<br /><br /> Acreditamos que o papel feminino é essencial para o fortalecimento das bases da sociedade. Desde aquelas que administram suas casas e famílias até as que ocupam cargos elevados em grandes corporações, carregando em si as marcas da luta de serem quem são.<br /><br /> A mulher tem representatividade cada vez maior no agronegócio brasileiro. Sua marca está presente em toda a cadeia produtiva, com destaque para ocupação crescente nos cargos de gestão de empresas, fazendas e negócios familiares, atuando como diretoras, gerentes, consultoras técnicas e em outras atividades ligadas diretamente ao processo produtivo.<br /><br /> De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no mundo, 42% dos trabalhadores rurais são mulheres.<br /><br /> Quando olhamos a participação no agronegócio brasileiro, elas ocupam 30% dos cargos gerenciais nas fazendas, conforme dado da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio. Mesmo com a crescente presença feminina, cerca de 64% das mulheres ainda percebem a desigualdade de gênero no setor, segundo pesquisa da Agroligadas, entidade formada por mulheres associadas ao agronegócio.<br /><br /> As Mulheres do Agro unem sensibilidade, intuição, capacidade de gestão e visão ampla do negócio ao desejo de crescer e de fazer crescer. Sim, para uma mulher, além da importância de chegar ao topo, está a satisfação de proporcionar a outras mulheres as condições de também serem bem-sucedidas. As Mulheres do Agro têm se organizado para ocupar espaços nos diversos segmentos do setor, demonstrando conhecimento e paixão.<br /><b></b><br /><b></b> Nós do Banco do Brasil, reconhecemos e queremos dar voz a você, produtora rural, apoiando a na tomada de decisão, nos negócios, no planejamento, no crescimento profissional, na gestão de pessoas e na realização dos seus sonhos. Pensando em vocês, mulheres empreendedoras, disponibilizamos o espaço “Mulheres no Topo” no nosso Portal, onde encontrarão produtos e soluções adequadas a vocês e aos seus negócios.<br /><b></b><br /><b></b> Nós do BB acreditamos que as Mulheres do Agro alçarão voos cada vez mais altos, sem medo de inovar, valorizando a diversidade e contribuindo para o sucesso do agronegócio nacional.<br /><br />Convido você a conhecer o “Mulheres no Topo”. Acesse: <a href="https://www.bb.com.br/site/pro-seu-negocio/mulheres-no-topo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.bb.com.br/site/pro-seu-negocio/mulheres-no-topo/</a><br /><br />Feliz dia da Mulher, do BB para você.]]></itunes:summary><itunes:duration>266</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,diadasmulheres,diainternacionaldamulher,mulher,mulhernoagro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cae55c58ee2682585d592b508d13cc7f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/03/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-03-2023-cenario-do-boi-gordo--53120495</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de Março de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou Engenheira Agrônoma e Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT, e falaremos sobre a bovinocultura de corte.<br /><br />    No momento, dois fatores em principal estão pressionando a cotação da arroba do boi gordo e influenciando a formação dos preços, tanto do boi gordo quanto dos animais de reposição e descarte. O primeiro remete à inversão do ciclo pecuário e, mais recentemente, o caso identificado de Encefalopatia Espongiforme Bovina, mas conhecida por mal da “Vaca louca”, em um animal no estado do Pará.<br /> No tocante ao ciclo da pecuária, em momentos em que a arroba do boi gordo se eleva, ocorre maior retenção de matrizes. Esse movimento acaba por resultar, posteriormente, em maior oferta de animais de reposição, abate e descarte de fêmeas e, consequentemente, maior volume de carne no mercado e redução nos preços da arroba. Esse cenário de maior oferta de animais deverá permanecer nos próximos dois anos.<br /><br /> Já em relação ao caso de “vaca louca”, após análises laboratoriais, tivemos a confirmação do caso como “atípico” pela Organização Mundial de Saúde Animal. Com isso, há perspectivas de retorno das exportações à China.<br /><br /> Mesmo assim, no mercado futuro, a ausência chinesa nas exportações brasileiras de carne bovina, continua trazendo volatilidade face às especulações relacionadas ao tempo que levará até a reabertura do mercado chinês. No mercado físico, algumas indústrias que haviam suspendido suas compras, retornaram ao mercado visando a aquisição de animais para o atendimento da demanda interna. No entanto, considerando o cenário atual, a indústria tem ofertado preços abaixo da referência, pressionando negativamente os preços da arroba nas principais praças do país.<br /><br /> Conhecendo esse movimento cíclico e a grande relevância do mercado chinês para precificação interna, o pecuarista tem que estar atendo à gestão da sua atividade, reduzindo custos de produção, efetuando boas compras de reposição e adquirindo proteção de preço de venda, de forma a garantir margem remuneradora.<br /><br /> Para apoiar ainda mais o pecuarista, o BB divulgou hoje na Expodireto Cotrijal, na cidade de Não Me Toque no RS, a parceria comercial com a <b>Negócio Fechado,</b> startup agro que possui uma plataforma digital de compra e venda de bovinos, ovinos, sêmen e demais produtos da cadeia da pecuária em todo o país. Por meio dessa plataforma, o pecuarista pode realizar seus negócios pelo APP ou pelo portal negociofechado.app.<br /><br /> Os anúncios de animais são verificados, certificados e os pagamentos são feitos diretamente de forma digital dentro da plataforma. Compradores e vendedores conseguem conversar por meio de chat, o que permite fechar as condições de negócio de maneira on-line, sem a necessidade de presença física nas fazendas onde os animais se localizam. Os pagamentos podem ser feitos via PIX, TED, e agora, por meio da CPR Digital no Banco do Brasil.<br /><br /> De forma complementar, o pecuarista pode contratar opções agropecuárias para proteger seu preço de comercialização da arroba direto pelo app do Banco do Brasil.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, o maior parceiro do Agro brasileiro.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53120495</guid><pubDate>Tue, 07 Mar 2023 12:32:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53120495/20230307_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3892079" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 07 de Março de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou Engenheira Agrônoma e Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT, e falaremos sobre a bovinocultura de corte.

    No momento, dois fatores em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de Março de 2023, meu nome é Fabiola Lira, sou Engenheira Agrônoma e Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT, e falaremos sobre a bovinocultura de corte.<br /><br />    No momento, dois fatores em principal estão pressionando a cotação da arroba do boi gordo e influenciando a formação dos preços, tanto do boi gordo quanto dos animais de reposição e descarte. O primeiro remete à inversão do ciclo pecuário e, mais recentemente, o caso identificado de Encefalopatia Espongiforme Bovina, mas conhecida por mal da “Vaca louca”, em um animal no estado do Pará.<br /> No tocante ao ciclo da pecuária, em momentos em que a arroba do boi gordo se eleva, ocorre maior retenção de matrizes. Esse movimento acaba por resultar, posteriormente, em maior oferta de animais de reposição, abate e descarte de fêmeas e, consequentemente, maior volume de carne no mercado e redução nos preços da arroba. Esse cenário de maior oferta de animais deverá permanecer nos próximos dois anos.<br /><br /> Já em relação ao caso de “vaca louca”, após análises laboratoriais, tivemos a confirmação do caso como “atípico” pela Organização Mundial de Saúde Animal. Com isso, há perspectivas de retorno das exportações à China.<br /><br /> Mesmo assim, no mercado futuro, a ausência chinesa nas exportações brasileiras de carne bovina, continua trazendo volatilidade face às especulações relacionadas ao tempo que levará até a reabertura do mercado chinês. No mercado físico, algumas indústrias que haviam suspendido suas compras, retornaram ao mercado visando a aquisição de animais para o atendimento da demanda interna. No entanto, considerando o cenário atual, a indústria tem ofertado preços abaixo da referência, pressionando negativamente os preços da arroba nas principais praças do país.<br /><br /> Conhecendo esse movimento cíclico e a grande relevância do mercado chinês para precificação interna, o pecuarista tem que estar atendo à gestão da sua atividade, reduzindo custos de produção, efetuando boas compras de reposição e adquirindo proteção de preço de venda, de forma a garantir margem remuneradora.<br /><br /> Para apoiar ainda mais o pecuarista, o BB divulgou hoje na Expodireto Cotrijal, na cidade de Não Me Toque no RS, a parceria comercial com a <b>Negócio Fechado,</b> startup agro que possui uma plataforma digital de compra e venda de bovinos, ovinos, sêmen e demais produtos da cadeia da pecuária em todo o país. Por meio dessa plataforma, o pecuarista pode realizar seus negócios pelo APP ou pelo portal negociofechado.app.<br /><br /> Os anúncios de animais são verificados, certificados e os pagamentos são feitos diretamente de forma digital dentro da plataforma. Compradores e vendedores conseguem conversar por meio de chat, o que permite fechar as condições de negócio de maneira on-line, sem a necessidade de presença física nas fazendas onde os animais se localizam. Os pagamentos podem ser feitos via PIX, TED, e agora, por meio da CPR Digital no Banco do Brasil.<br /><br /> De forma complementar, o pecuarista pode contratar opções agropecuárias para proteger seu preço de comercialização da arroba direto pelo app do Banco do Brasil.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, o maior parceiro do Agro brasileiro.]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/03/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-03-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--53108886</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 06 de março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      No Brasil, a colheita deve perder ritmo em função das chuvas previstas para o Centro-Oeste, Centro-Norte e Sudeste do país.  Não há previsão de chuvas significativas para o Rio Grande do Sul, que segue sofrendo com as estiagens. Na Argentina, as chuvas são aguardadas, porém os volumes previstos serão insuficientes para reverter o quadro de quebra de safra já consolidado, confirmando-se a pior safra em mais de uma década.<br />       Semana com divulgação dos relatórios do USDA e da Conab, cujos dados poderão impactar os mercados. Há perspectiva de manutenção da produção de soja para o Brasil e de cortes na safra da Argentina.<br />       A China dá sinais de iniciar sua estratégia de importação da safra da América do Sul, principalmente do Brasil, podendo pressionar a CBOT. Outros fatores como risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos entre as potências mundiais ainda podem impactar negativamente os mercados.<br />       Com as safras do Brasil e da Argentina relativamente quantificadas, tendo a demanda da China como o principal direcionador, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e em baixa para o médio prazo.<br /><br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>              <br />Após baixas em duas semanas consecutivas, as cotações externas poderão ter uma semana de valorização. O destaque será a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda de grãos pelo Departamento de Agricultura Americano, que poderá trazer volatilidade adicional ao período.                 As tratativas para renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também têm deixado as cotações sensíveis. Na semana passada os rumores sobre a renovação foram positivas ao milho, com novas contestações da Rússia.<br />                O clima no Hemisfério Sul segue em acompanhamento constante pelo mercado e a Argentina têm mais uma semana de previsão de clima seco nos próximos dias. Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente as condições gerais de cultivo, fundamento que tem trazido suporte às cotações.<br />                No Brasil, previsão de maiores precipitações no MS e PR dificultam o avanço do plantio do milho 2ª safra, levando a uma safra de maior risco, devido a possibilidade de estiagem e geadas, refletindo em suporte nas cotações internas, com viés de alta na semana.  <br /> <b><br /></b> <b>Para o café, </b>     <br />Previsões climáticas indicam chuvas menos intensas, que deverão favorecer os trabalhos de campo referentes aos tratos culturais, fator que diminui a preocupação com a sanidade das plantas e possível redução na produção da safra atual.<br />       Ainda, o desenvolvimento vegetativo adequado dos cafeeiros pode também favorecer a produção da próxima safra 2023/24, trazendo sensação de recuperação na oferta, com reflexos negativos às cotações do grão.<br />       Após as cotações nos principais contratos em NY cederem, perdendo a linha dos US$ 180 cents/lp, é possível que ocorram movimentos mais intensos de fundos em vendas, pressionando ainda mais as cotações.<br />       No mercado interno, tanto produtores (buscando melhores preços) quanto indústria (alongando estoques aguardando o aumento da oferta da safra) tendem a deixar o mercado com pouca liquidez na semana.<br />       Desta forma, espera-se mais uma semana com preços em movimento negativo.<br /><br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos Com a confirmação pela Organização Mundial de Saúde Animal de que o caso identificado de vaca louca é “atípico”, há expectativa de retorno em breve das exportações à China.<br />       Considerando que os resultados divulgados das exportações ainda não estão refletindo o caso da EEB, há preocupação com a recuperação das exportações e dos preços, que poderão ser renegociados, podendo haver eventuais recuos significativos para a atividade.<br />       As Indústrias devem manter a pressão de baixa na cotação da @, tendo como justificativa o evento de vaca louca. No entanto, as boas condições de pastagem permitem ao pecuarista reter o gado e, com isso, evitar quedas bruscas no preço da @. Espera-se um mercado estável com viés de baixa para a semana.<br /><br />  Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53108886</guid><pubDate>Mon, 06 Mar 2023 13:34:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53108886/20230306_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5937154" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é sexta-feira, 06 de março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 06 de março, meu nome é MARIANA CARVALHO ROSA TOGNOLI, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      No Brasil, a colheita deve perder ritmo em função das chuvas previstas para o Centro-Oeste, Centro-Norte e Sudeste do país.  Não há previsão de chuvas significativas para o Rio Grande do Sul, que segue sofrendo com as estiagens. Na Argentina, as chuvas são aguardadas, porém os volumes previstos serão insuficientes para reverter o quadro de quebra de safra já consolidado, confirmando-se a pior safra em mais de uma década.<br />       Semana com divulgação dos relatórios do USDA e da Conab, cujos dados poderão impactar os mercados. Há perspectiva de manutenção da produção de soja para o Brasil e de cortes na safra da Argentina.<br />       A China dá sinais de iniciar sua estratégia de importação da safra da América do Sul, principalmente do Brasil, podendo pressionar a CBOT. Outros fatores como risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos entre as potências mundiais ainda podem impactar negativamente os mercados.<br />       Com as safras do Brasil e da Argentina relativamente quantificadas, tendo a demanda da China como o principal direcionador, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e em baixa para o médio prazo.<br /><br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho, </b>              <br />Após baixas em duas semanas consecutivas, as cotações externas poderão ter uma semana de valorização. O destaque será a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda de grãos pelo Departamento de Agricultura Americano, que poderá trazer volatilidade adicional ao período.                 As tratativas para renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também têm deixado as cotações sensíveis. Na semana passada os rumores sobre a renovação foram positivas ao milho, com novas contestações da Rússia.<br />                O clima no Hemisfério Sul segue em acompanhamento constante pelo mercado e a Argentina têm mais uma semana de previsão de clima seco nos próximos dias. Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente as condições gerais de cultivo, fundamento que tem trazido suporte às cotações.<br />                No Brasil, previsão de maiores precipitações no MS e PR dificultam o avanço do plantio do milho 2ª safra, levando a uma safra de maior risco, devido a possibilidade de estiagem e geadas, refletindo em suporte nas cotações internas, com viés de alta na semana.  <br /> <b><br /></b> <b>Para o café, </b>     <br />Previsões climáticas indicam chuvas menos intensas, que deverão favorecer os trabalhos de campo referentes aos tratos culturais, fator que diminui a preocupação com a sanidade das plantas e possível redução na produção da safra atual.<br />       Ainda, o desenvolvimento vegetativo adequado dos cafeeiros pode também favorecer a produção da próxima safra 2023/24, trazendo sensação de recuperação na oferta, com reflexos negativos às cotações do grão.<br />       Após as cotações nos principais contratos em NY cederem, perdendo a linha dos US$ 180 cents/lp, é possível que ocorram movimentos mais intensos de fundos em vendas, pressionando ainda mais as cotações.<br />       No mercado interno, tanto produtores (buscando melhores preços) quanto indústria (alongando estoques aguardando o aumento da oferta da safra) tendem a deixar o mercado com pouca liquidez na semana.<br />       Desta forma, espera-se mais uma semana com preços em movimento negativo.<br /><br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos Com a confirmação pela Organização Mundial de Saúde Animal de que o caso identificado de vaca louca é “atípico”, há expectativa de retorno em breve...]]></itunes:summary><itunes:duration>372</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/03/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-03-2023-cenario-da-soja--53082474</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 03 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato da soja na CBOT apresentou em 02/03, a cotação de US$14,94/bushel apresentando baixa nos últimos dias em relação a 1ª quinzena de fevereiro, com queda em torno de 3,50%. Os principais fundamentos para o movimento baixista são a evolução da colheita e o baixo índice de comercialização antecipada no Brasil, comparativamente com as médias históricas.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 01/03, foi cotado a R$ 168,75 a saca, apresentando baixa de 2,9% em relação ao início de fevereiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão variando entre US$ -0,04 a US$ 0,04/Bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23. Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a oscilação do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 41% da área cultivada, destacando o MT com 80% e GO 43%. Enquanto no RS iniciará nos próximos dias.<br /><br />O USDA divulgou a expectativa de área de plantio de soja americana, estimada em 35,41 milhões de hectares, dentro das estimativas do mercado. O órgão deverá atualizar suas projeções nos próximos relatórios com previsão de incremento de área. Ressaltamos que, os mapas meteorológicos indicam transição para El Niño a partir de julho/agosto/setembro. Na Argentina houve novo corte na estimativa de produção segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, ficando em torno de 33,50 milhões de toneladas. Em seu último boletim houve piora das condições das lavouras, onde 60% da área cultivada está em condições ruins, 37% regular e apenas 3% em condições boas e excelentes.<br /><br />De acordo com o INMET, para o início de março, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados do país, com exceção do Oeste de SP e PR e a região Leste do MS.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF). Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53082474</guid><pubDate>Fri, 03 Mar 2023 12:40:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53082474/20230303_bbcast_agro_cenario_soja.mp3" length="3130558" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 03 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.

   O contrato da soja na CBOT apresentou em 02/03, a cotação de US$14,94/bushel...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 03 de março de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato da soja na CBOT apresentou em 02/03, a cotação de US$14,94/bushel apresentando baixa nos últimos dias em relação a 1ª quinzena de fevereiro, com queda em torno de 3,50%. Os principais fundamentos para o movimento baixista são a evolução da colheita e o baixo índice de comercialização antecipada no Brasil, comparativamente com as médias históricas.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 01/03, foi cotado a R$ 168,75 a saca, apresentando baixa de 2,9% em relação ao início de fevereiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão variando entre US$ -0,04 a US$ 0,04/Bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23. Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a oscilação do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 41% da área cultivada, destacando o MT com 80% e GO 43%. Enquanto no RS iniciará nos próximos dias.<br /><br />O USDA divulgou a expectativa de área de plantio de soja americana, estimada em 35,41 milhões de hectares, dentro das estimativas do mercado. O órgão deverá atualizar suas projeções nos próximos relatórios com previsão de incremento de área. Ressaltamos que, os mapas meteorológicos indicam transição para El Niño a partir de julho/agosto/setembro. Na Argentina houve novo corte na estimativa de produção segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, ficando em torno de 33,50 milhões de toneladas. Em seu último boletim houve piora das condições das lavouras, onde 60% da área cultivada está em condições ruins, 37% regular e apenas 3% em condições boas e excelentes.<br /><br />De acordo com o INMET, para o início de março, estão previstas chuvas próximas a normalidade para a maioria dos estados do país, com exceção do Oeste de SP e PR e a região Leste do MS.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF). Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/03/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-03-2023-cenario-climatico--53071620</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 02 de março de 2023 meu nome é Fabíola Lira, sou Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra -Mato Grosso e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> <br /><br />A  Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) publicou em fevereiro deste ano a perspectiva da transição do fenômeno La Niña para a situação neutra nos próximos meses, entre o outono e o inverno no Hemisfério Sul.<br /><br />O relatório cita ainda possibilidades crescentes dessa fase neutra ser sucedida pela ocorrência do fenômeno El Niño, porém, as variações climáticas geradas pela aproximação da primavera no Hemisfério Norte dificultam previsões mais assertivas.<br /><br />Para o mês de março no Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) destaca chuvas abaixo ou ligeiramente abaixo da média, nas regiões compreendidas entre as divisas dos Estados do MS, SP e PR, além do Sul de MG. Nos Estados do Sudeste e do Sul, as oscilações de temperatura poderão atingir até 1° acima das médias históricas.<br /><br />Para os meses de março, abril e maio, a expectativa é de chuvas em volumes abaixo da média para o período em algumas regiões dos Estados do AM, RO, MT e GO, em grande parte dos Estados de MS, MG, RJ, SP e da região sul do país. No Norte e Nordeste, por outro lado, a tendência é de chuvas acima da média. Não estão descartadas precipitações acima da média também em algumas partes do MT, ES e do litoral do RS. Nesse período, as temperaturas na maior parte do País tenderão a ficar acima da média, com destaque para o MS, além das regiões de divisa entre os estados do PR, SP e MG.<br /><br />De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), a disponibilidade de água no solo em grande parte das regiões nordeste e sudoeste do RS ainda se apresentam abaixo da média do restante do país.<br /><br />O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acessando: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/53071620</guid><pubDate>Thu, 02 Mar 2023 13:37:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/53071620/20230302_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3247586" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 02 de março de 2023 meu nome é Fabíola Lira, sou Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra -Mato Grosso e falaremos sobre o cenário climático. 

A  Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 02 de março de 2023 meu nome é Fabíola Lira, sou Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra -Mato Grosso e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b> <br /><br />A  Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) publicou em fevereiro deste ano a perspectiva da transição do fenômeno La Niña para a situação neutra nos próximos meses, entre o outono e o inverno no Hemisfério Sul.<br /><br />O relatório cita ainda possibilidades crescentes dessa fase neutra ser sucedida pela ocorrência do fenômeno El Niño, porém, as variações climáticas geradas pela aproximação da primavera no Hemisfério Norte dificultam previsões mais assertivas.<br /><br />Para o mês de março no Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) destaca chuvas abaixo ou ligeiramente abaixo da média, nas regiões compreendidas entre as divisas dos Estados do MS, SP e PR, além do Sul de MG. Nos Estados do Sudeste e do Sul, as oscilações de temperatura poderão atingir até 1° acima das médias históricas.<br /><br />Para os meses de março, abril e maio, a expectativa é de chuvas em volumes abaixo da média para o período em algumas regiões dos Estados do AM, RO, MT e GO, em grande parte dos Estados de MS, MG, RJ, SP e da região sul do país. No Norte e Nordeste, por outro lado, a tendência é de chuvas acima da média. Não estão descartadas precipitações acima da média também em algumas partes do MT, ES e do litoral do RS. Nesse período, as temperaturas na maior parte do País tenderão a ficar acima da média, com destaque para o MS, além das regiões de divisa entre os estados do PR, SP e MG.<br /><br />De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), a disponibilidade de água no solo em grande parte das regiões nordeste e sudoeste do RS ainda se apresentam abaixo da média do restante do país.<br /><br />O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acessando: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/03/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-03-2023-cenario-do-algodao--52892168</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 01 de março, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> As cotações do algodão apresentaram variação negativa de 6% na Bolsa de Nova Iorque em fevereiro. Os ótimos números da exportação americana, a perspectiva de redução de 17% na área de plantio do país e a reabertura do comércio chinês não foram suficientes para sustentar o mercado internacional.<br /> Persistem os temores de mais aumentos na taxa de juros pelo FED, o Banco Central americano e, mais recentemente, os tremores ocorridos no Oriente Médio seguem como ponto de atenção ao comércio internacional da pluma, visto que a Turquia é o quinto maior importador, consumindo cerca de 11% da produção mundial.<br /> Somado a este fato, no mês passado, os EUA anunciaram o aumento dos estoques nacionais de petróleo, o que pressionou a cotação do barril para patamares próximos a US$ 80,00. Como o petróleo é matéria-prima para a fabricação de fibras sintéticas, substitutas das fibras naturais, quando ocorre variação na cotação do barril, a tendência é que o preço da pluma acompanhe.<br /> Em contrapartida, conflitos recentes entre norte-americanos e chineses podem beneficiar as exportações brasileiras. Segundo a ABRAPA - Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, a perspectiva de produção é de 2,9 milhões de toneladas de pluma, o que representa maior oferta de matéria-prima aos importadores.<br /> O plantio da safra 22/23 está praticamente finalizado no Brasil. Até o momento, as lavouras seguem com bom desenvolvimento, já que as precipitações têm se mantido constantes e bem distribuídas nas principais regiões produtoras.<br /> É importante que os cotonicultores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade com a utilização de Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52892168</guid><pubDate>Wed, 01 Mar 2023 12:51:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52892168/20230301_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2060582" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 01 de março, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

 As cotações do algodão apresentaram variação negativa de 6% na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 01 de março, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br /> As cotações do algodão apresentaram variação negativa de 6% na Bolsa de Nova Iorque em fevereiro. Os ótimos números da exportação americana, a perspectiva de redução de 17% na área de plantio do país e a reabertura do comércio chinês não foram suficientes para sustentar o mercado internacional.<br /> Persistem os temores de mais aumentos na taxa de juros pelo FED, o Banco Central americano e, mais recentemente, os tremores ocorridos no Oriente Médio seguem como ponto de atenção ao comércio internacional da pluma, visto que a Turquia é o quinto maior importador, consumindo cerca de 11% da produção mundial.<br /> Somado a este fato, no mês passado, os EUA anunciaram o aumento dos estoques nacionais de petróleo, o que pressionou a cotação do barril para patamares próximos a US$ 80,00. Como o petróleo é matéria-prima para a fabricação de fibras sintéticas, substitutas das fibras naturais, quando ocorre variação na cotação do barril, a tendência é que o preço da pluma acompanhe.<br /> Em contrapartida, conflitos recentes entre norte-americanos e chineses podem beneficiar as exportações brasileiras. Segundo a ABRAPA - Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, a perspectiva de produção é de 2,9 milhões de toneladas de pluma, o que representa maior oferta de matéria-prima aos importadores.<br /> O plantio da safra 22/23 está praticamente finalizado no Brasil. Até o momento, as lavouras seguem com bom desenvolvimento, já que as precipitações têm se mantido constantes e bem distribuídas nas principais regiões produtoras.<br /> É importante que os cotonicultores aproveitem os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção e garantir a rentabilidade com a utilização de Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>129</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/02/2023 - Cenário da batata doce</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-02-2023-cenario-da-batata-doce--52876027</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28 de fevereiro de 2023, meu nome é THIAGO TOSCANO, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil,<b> </b>e falaremos sobre a cultura da batata-doce.    <br />A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial. As folhas são ricas em proteínas e as raízes tuberosas possuem grande diversidade de vitaminas, fibras e carboidratos, além de expressar baixo índice glicêmico quando consumida.<br /><br />  Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes. Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor.<br /><br />  Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais.<br /><br />  Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha.<br /><br />  São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha.<br /><br />  O custo de produção da batata-doce oscila entre R$ 10 mil/ha e R$ 12mil/ha para culturas de sequeiro e R$ 16 mil/ha no caso de culturas irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 1,10/kg e R$ 2,00/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade.<br /><br />  O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce.<br /><br />     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52876027</guid><pubDate>Tue, 28 Feb 2023 12:32:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52876027/20230228_bbcast_agro_batata_doce.mp3" length="2895665" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28 de fevereiro de 2023, meu nome é THIAGO TOSCANO, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil, e falaremos sobre a cultura da batata-doce.    
A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28 de fevereiro de 2023, meu nome é THIAGO TOSCANO, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil,<b> </b>e falaremos sobre a cultura da batata-doce.    <br />A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial. As folhas são ricas em proteínas e as raízes tuberosas possuem grande diversidade de vitaminas, fibras e carboidratos, além de expressar baixo índice glicêmico quando consumida.<br /><br />  Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes. Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor.<br /><br />  Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais.<br /><br />  Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha.<br /><br />  São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha.<br /><br />  O custo de produção da batata-doce oscila entre R$ 10 mil/ha e R$ 12mil/ha para culturas de sequeiro e R$ 16 mil/ha no caso de culturas irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 1,10/kg e R$ 2,00/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade.<br /><br />  O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce.<br /><br />     Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,batata,bataticultura,bb,broto,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a93c807ae487dcb32df241e55b4183bf.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/02/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-02-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52864599</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 27 DE FEVEREIRO, meu nome é Ana Lúcia Rocha Soares , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Apesar do atraso ocasionado pelo excesso de chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste, a colheita vem avançando. Com exceção do RS, as produtividades estão muito positivas.        Segundo NOAA, são previstas chuvas com volumes menores para as regiões Centro-norte, Centro-oeste, Sudeste e parte do Sul. Há previsão de chuvas acima de 60 mm para o oeste do PR, SP e sul do MS. Para a Argentina, há previsão de chuvas para a região central e centro norte do núcleo produtor, com volumes de 30 a 40 mm, minimizando as perdas.<br />       A China vem mantendo suas compras nos EUA, embora, com a maior oferta do grão da América do Sul, os traders aproveitarão as boas oportunidades para comercialização. No cenário macroeconômico, o risco de recessão, o descontrole da inflação e os conflitos geopolíticos ainda podem impactar os mercados. Ressaltamos a escalada de tensões entre EUA e China.        Semana sem novidades no mercado, com as safras do BR e ARG relativamente quantificadas, tendo a demanda da China como o principal direcionador. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e com baixa para o médio prazo.<br /><br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho,</b><br />              Após baixa significativa na semana anterior, influenciada pelos dados da intenção de plantio nos EUA, a Bolsa de Chicago poderá ter suporte em movimento de posicionamento dos fundos. Rumores sobre a renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também poderão trazer volatilidade adicional, caso haja aumento nas tensões com as negociações ainda em aberto.<br />                O clima no hemisfério sul em foco e as previsões climáticas apontam para volumes menores de precipitações na Argentina na próxima semana, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras. Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente as condições gerais de cultivo e não foram descartados novos cortes na produção. Esse fundamento tem trazido suporte nas cotações nas últimas semanas.<br />                No Brasil, a previsão climática aponta para pancadas de chuvas intercaladas com dias ensolarados em importantes estados produtores do milho 2ª safra. Com a janela ideal de cultivo chegando ao final, o ritmo da semeadura será importante, podendo refletir em uma semana de estabilidade.<br />  <b><br /></b> <b>Para o café,</b><br /><b> </b>      Previsões climáticas indicam continuidade de precipitação e temperaturas amenas nas principais regiões cafeeiras, que favorecem o desenvolvimento vegetativo das plantas, porém aumentam a preocupação com a fitossanidade das lavouras;<br />       O desenvolvimento vegetativo do cafeeiro pode favorecer safra 23/24 e a recuperação na oferta pode pressionar preços futuros;<br />           Café conilon com baixos estoques na ICE Londres, preocupação com  menor produção na Indonésia nesta safra e clima na Ásia, sugerem menor disponibilidade no período 23/24, dando suporte à cotações mais elevadas no curto prazo;<br />       Mesmo com projeções de produção brasileira ainda aquém do potencial, entressafra no Brasil e baixos estoques, o mercado segue invertido nas principais bolsas de mercadorias do café, devido à expectativa de recuperação na oferta da safra 23/24;<br />       Semana “cheia” após feriado de Carnaval deverá trazer um cenário de elevada volatilidade nos mercados interno e externo, com perspectivas de estabilidade com viés de baixa no curto e médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />      Com a confirmação do caso de “vaca louca” no Pará, as exportações de carne bovina para a China foram suspensas. No entanto, ao contrário do ocorrido em 2021, acredita-se que o período de embargo seja menor desta vez, já que o governo chinês já se pronunciou, por meio do seu embaixador no Brasil, que tão logo seja confirmado o caso como “atípico”, as importações seriam retomadas em curto período.<br />         O governo brasileiro comunicou a Organização Mundial de Saúde Animal e agora aguarda o resultado do exame realizado pelo laboratório de referência da instituição, no Canadá, que poderá confirmar se o caso é atípico. É esperado que o resultado seja divulgado até o final da próxima semana (03/03/2023).<br />       No mercado físico, os Frigoríficos podem suspender os abates em decorrência do possível caso de EEB, fato que traria um ajuste negativo na cotação do boi gordo no mercado físico.        Ainda, a procura pela carne vermelha tende a ser menor na segunda quinzena do mês. Desta forma, a perspectiva é de uma reposição lenta entre o varejo e o atacado no curto prazo e preços da arroba pressionados negativamente.<br /><br />   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52864599</guid><pubDate>Mon, 27 Feb 2023 12:43:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52864599/20230227_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5013046" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é sexta-feira, 27 DE FEVEREIRO, meu nome é Ana Lúcia Rocha Soares , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 27 DE FEVEREIRO, meu nome é Ana Lúcia Rocha Soares , assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Apesar do atraso ocasionado pelo excesso de chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste, a colheita vem avançando. Com exceção do RS, as produtividades estão muito positivas.        Segundo NOAA, são previstas chuvas com volumes menores para as regiões Centro-norte, Centro-oeste, Sudeste e parte do Sul. Há previsão de chuvas acima de 60 mm para o oeste do PR, SP e sul do MS. Para a Argentina, há previsão de chuvas para a região central e centro norte do núcleo produtor, com volumes de 30 a 40 mm, minimizando as perdas.<br />       A China vem mantendo suas compras nos EUA, embora, com a maior oferta do grão da América do Sul, os traders aproveitarão as boas oportunidades para comercialização. No cenário macroeconômico, o risco de recessão, o descontrole da inflação e os conflitos geopolíticos ainda podem impactar os mercados. Ressaltamos a escalada de tensões entre EUA e China.        Semana sem novidades no mercado, com as safras do BR e ARG relativamente quantificadas, tendo a demanda da China como o principal direcionador. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e com baixa para o médio prazo.<br /><br /> <b> </b> <b>Em relação ao milho,</b><br />              Após baixa significativa na semana anterior, influenciada pelos dados da intenção de plantio nos EUA, a Bolsa de Chicago poderá ter suporte em movimento de posicionamento dos fundos. Rumores sobre a renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também poderão trazer volatilidade adicional, caso haja aumento nas tensões com as negociações ainda em aberto.<br />                O clima no hemisfério sul em foco e as previsões climáticas apontam para volumes menores de precipitações na Argentina na próxima semana, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras. Na semana passada, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu novamente as condições gerais de cultivo e não foram descartados novos cortes na produção. Esse fundamento tem trazido suporte nas cotações nas últimas semanas.<br />                No Brasil, a previsão climática aponta para pancadas de chuvas intercaladas com dias ensolarados em importantes estados produtores do milho 2ª safra. Com a janela ideal de cultivo chegando ao final, o ritmo da semeadura será importante, podendo refletir em uma semana de estabilidade.<br />  <b><br /></b> <b>Para o café,</b><br /><b> </b>      Previsões climáticas indicam continuidade de precipitação e temperaturas amenas nas principais regiões cafeeiras, que favorecem o desenvolvimento vegetativo das plantas, porém aumentam a preocupação com a fitossanidade das lavouras;<br />       O desenvolvimento vegetativo do cafeeiro pode favorecer safra 23/24 e a recuperação na oferta pode pressionar preços futuros;<br />           Café conilon com baixos estoques na ICE Londres, preocupação com  menor produção na Indonésia nesta safra e clima na Ásia, sugerem menor disponibilidade no período 23/24, dando suporte à cotações mais elevadas no curto prazo;<br />       Mesmo com projeções de produção brasileira ainda aquém do potencial, entressafra no Brasil e baixos estoques, o mercado segue invertido nas principais bolsas de mercadorias do café, devido à expectativa de recuperação na oferta da safra 23/24;<br />       Semana “cheia” após feriado de Carnaval deverá trazer um cenário de elevada volatilidade nos mercados interno e externo, com perspectivas de estabilidade com viés de baixa no curto e médio prazo.<br />  E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />      Com a confirmação do caso de “vaca louca” no Pará, as exportações de carne bovina para a...]]></itunes:summary><itunes:duration>314</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/02/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-02-2023-cenario-do-milho--52837388</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou engenheiro agrônomo e assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Nos últimos dias, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago não apresentaram grandes variações. Com a ausência de novos fundamentos, o mercado externo vem avaliando a real quebra de safra na Argentina e o potencial de produção da 2ª safra brasileira, que está sendo semeada com atraso em relação ao ano passado. O contrato na Bolsa de Chicago, com vencimento em maio/23, encerrou o dia 21 de fevereiro cotado a US$6,8 por bushel.<br /><br />  A renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também está sendo acompanhado, e um aumento nas tensões no conflito entre a Rússia e a Ucrânia pode trazer volatilidade para as cotações.<br /><br />      No mercado interno, apesar das vendas estarem ocorrendo de forma pontual, o surto de gripe aviária em alguns países do hemisfério sul, noticiado na semana passada, pressionou as cotações, pois pode afetar o consumo de milho destinado à ração. Na B3 – Bolsa Brasileira, o vencimento maio/23 apresentou desvalorização de 1,4% na última semana, encerrando o dia 22 cotado a R$ 89,15 a saca.<br /><br />  Para proteger contra oscilações de preços, o BB disponibiliza as Opções Agro BB. Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade na sua atividade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br />   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52837388</guid><pubDate>Fri, 24 Feb 2023 13:15:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52837388/20230224_bbcast_agro_milho.mp3" length="2073539" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou engenheiro agrônomo e assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.   

Nos últimos dias, as cotações do cereal na Bolsa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou engenheiro agrônomo e assessor de agronegócios no Banco do Brasil e vamos conversar sobre o cenário do milho.   <br /><br />Nos últimos dias, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago não apresentaram grandes variações. Com a ausência de novos fundamentos, o mercado externo vem avaliando a real quebra de safra na Argentina e o potencial de produção da 2ª safra brasileira, que está sendo semeada com atraso em relação ao ano passado. O contrato na Bolsa de Chicago, com vencimento em maio/23, encerrou o dia 21 de fevereiro cotado a US$6,8 por bushel.<br /><br />  A renovação do acordo de escoamento de grãos pelo Mar Negro, que vencerá em março, também está sendo acompanhado, e um aumento nas tensões no conflito entre a Rússia e a Ucrânia pode trazer volatilidade para as cotações.<br /><br />      No mercado interno, apesar das vendas estarem ocorrendo de forma pontual, o surto de gripe aviária em alguns países do hemisfério sul, noticiado na semana passada, pressionou as cotações, pois pode afetar o consumo de milho destinado à ração. Na B3 – Bolsa Brasileira, o vencimento maio/23 apresentou desvalorização de 1,4% na última semana, encerrando o dia 22 cotado a R$ 89,15 a saca.<br /><br />  Para proteger contra oscilações de preços, o BB disponibiliza as Opções Agro BB. Consulte seu gerente de relacionamento e tenha maior previsibilidade na sua atividade.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.<br /><br />   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>130</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/02/2023- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-02-2023-cenario-do-arroz--52824929</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB no dia 8 de fevereiro, houve uma redução de 8,5% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e oitenta e um mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, cento e sessenta e nove mil toneladas, redução de 5,7% em relação à safra 2021/2022. A estimativa é que o estoque de passagem final seja reduzido em 25% em relação ao volume da safra anterior.<br /><br />O mercado brasileiro de arroz se manteve retraído em fevereiro, seguindo o que aconteceu em janeiro. A aproximação da colheita gera expectativa da entrada do produto no mercado, com os compradores tentando antecipar as possíveis quedas no preço do produto. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), foi cotado a R$ 87,57 a saca de 50 kg em 14 de fevereiro, acumulando queda de 1,95% no mês.<br /><br />O Estado do RS detém 72% da produção nacional de arroz. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, o estado reduziu em 12% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 840 mil ha cultivados com o cereal.<br /><br />É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores no RS. Os reservatórios e rios estão em níveis muito abaixo do normal para a época. Além disso, a escassez das chuvas está prejudicando a Lagoa dos Patos, outra importante fonte de água para irrigação das lavouras de arroz no estado. Sem os rios que a abastecem, o mar vem avançando e salinizando as águas, inviabilizando o uso, o que pode acarretar perdas ainda maiores na produção.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52824929</guid><pubDate>Thu, 23 Feb 2023 12:38:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52824929/20230223_bbcast_agro_arroz.mp3" length="3042368" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

De acordo com dados divulgados pela Companhia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB no dia 8 de fevereiro, houve uma redução de 8,5% na área plantada em comparação à safra anterior, atingindo um milhão, quatrocentos e oitenta e um mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, cento e sessenta e nove mil toneladas, redução de 5,7% em relação à safra 2021/2022. A estimativa é que o estoque de passagem final seja reduzido em 25% em relação ao volume da safra anterior.<br /><br />O mercado brasileiro de arroz se manteve retraído em fevereiro, seguindo o que aconteceu em janeiro. A aproximação da colheita gera expectativa da entrada do produto no mercado, com os compradores tentando antecipar as possíveis quedas no preço do produto. O Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista), foi cotado a R$ 87,57 a saca de 50 kg em 14 de fevereiro, acumulando queda de 1,95% no mês.<br /><br />O Estado do RS detém 72% da produção nacional de arroz. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz, o estado reduziu em 12% a área plantada em relação à safra anterior, totalizando 840 mil ha cultivados com o cereal.<br /><br />É importante ressaltar que o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores no RS. Os reservatórios e rios estão em níveis muito abaixo do normal para a época. Além disso, a escassez das chuvas está prejudicando a Lagoa dos Patos, outra importante fonte de água para irrigação das lavouras de arroz no estado. Sem os rios que a abastecem, o mar vem avançando e salinizando as águas, inviabilizando o uso, o que pode acarretar perdas ainda maiores na produção.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização que permitem ao produtor armazenar o produto para vender no momento mais adequado e proteger a produção contra a volatilidade de preços. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e52bdb75e007216fb42d3ca930222edd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/02/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-02-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52766576</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 17 DE FEVEREIRO, meu nome é Carlos Eduardo , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Semana de feriado de carnaval no Brasil, contudo a colheita deverá ganhar ritmo. Os dados do NOAA, apontam redução das chuvas para a próxima semana na região Centro-oeste do país. Para o RS, são previstas precipitações com volumes reduzidos e irregulares, continuando a impactar as lavouras. Para a Argentina, são aguardadas chuvas para boa parte do núcleo produtor, com volumes de precipitação razoáveis. Destacamos que houve diminuição das projeções de produção para a safra da Argentina.<br />       A China vem mantendo suas compras nos EUA, no entanto, com a maior oferta do grão na América do Sul, os <i>traders</i> tendem a aproveitar as boas oportunidades para comercialização no continente. No cenário macroeconômico, o risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos ainda podem impactar os mercados. Ressaltamos a escalada de tensões entre EUA/China e Rússia/Ucrânia.<br />       A colheita deverá se intensificar no Brasil e a pressão sobre os preços ganha força diante da maior oferta. Não obstante, a redução da safra da Argentina ainda exerce contraponto na oferta total. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e com baixa para o médio prazo, com foco na demanda chinesa.<br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho,</b><br /><b> </b>               As preocupações com o crescimento econômico mundial, taxa de juros e inflação podem trazer um viés baixista para a semana no mercado externo, na medida que os agentes especulam o impacto de uma possível recessão na demanda mundial do grão.<br />                O clima no hemisfério sul segue em foco e as previsões climáticas apontam para volumes menores de precipitações na Argentina a partir de 18/02, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras, causando mais perdas que as já estimadas. Esse fundamento tem trazido suporte às cotações nas últimas semanas.<br />                No Brasil, a previsão climática aponta para pancadas de chuvas intercaladas com dias ensolarados no Centro-Oeste, que podem ser favoráveis para o avanço do plantio da 2ª safra.                 No mercado físico, a maior disponibilidade do cereal com a colheita da 1ª safra e o feriado de carnaval podem refletir em uma semana de estabilidade com viés de baixa.       <b> </b> <b><br /></b><br /><b></b><br /><b> </b> <b>Para o café, </b>     <br /> Previsões climáticas indicam continuidade de precipitação e temperaturas amenas nas principais regiões cafeeiras, o que favorece o desenvolvimento vegetativo, porém aumenta a preocupação com fitossanidade das lavouras.<br />       Discreta elevação na oferta do grão. Produtores que ainda possuem café armazenado resistem a ofertas maiores.<br />       Desenvolvimento vegetativo do cafeeiro pode favorecer safra 23/24, mas recuperação na oferta pode pressionar preços futuros.<br />       Robusta com baixos estoques na ICE Londres, preocupação com menor produção na Indonésia nesta safra e clima na Ásia sugere menor disponibilidade no período 23/24.        Projeções de produção brasileira ainda aquém do potencial: entressafra Brasil e baixos estoques mantém mercado invertido nas bolsas de mercadorias do café com expectativa de recuperação na oferta da safra 23/24.<br />       Semana curta com cenário interno e externo no curto prazo de elevada volatilidade com perspectivas de estabilidade a baixa moderada.<br /> <br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />     As quedas observadas no valor do animal de reposição ao longo do ano frente à cotação da @ do boi gordo, possibilitou melhora na relação de troca do boi gordo com o bezerro. Diante disso, ocorreu aumento do poder de compra dos pecuaristas que fazem a recria-engorda com reposição de animais.<br />       As plantas voltadas ao mercado externo tendem a manter suas escalas de abate mais curtas, podendo atuar de forma mais agressiva no intuito de obter animais com padrão de exportação - “Boi China”, favorecendo os preços da @.<br />        A movimentação cambial e o preço pago, em dólar, pela tonelada da carne bovina no mercado internacional são fatores importantes que devem ser acompanhados no médio prazo.       <br /> Assim, a tendência no curto prazo é de preços em estabilidade nas principais praças, com eventual ajuste positivo no mercado físico do boi gordo. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52766576</guid><pubDate>Fri, 17 Feb 2023 20:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52766576/20230217_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4517764" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é sexta-feira, 17 DE FEVEREIRO, meu nome é Carlos Eduardo , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é sexta-feira, 17 DE FEVEREIRO, meu nome é Carlos Eduardo , assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Semana de feriado de carnaval no Brasil, contudo a colheita deverá ganhar ritmo. Os dados do NOAA, apontam redução das chuvas para a próxima semana na região Centro-oeste do país. Para o RS, são previstas precipitações com volumes reduzidos e irregulares, continuando a impactar as lavouras. Para a Argentina, são aguardadas chuvas para boa parte do núcleo produtor, com volumes de precipitação razoáveis. Destacamos que houve diminuição das projeções de produção para a safra da Argentina.<br />       A China vem mantendo suas compras nos EUA, no entanto, com a maior oferta do grão na América do Sul, os <i>traders</i> tendem a aproveitar as boas oportunidades para comercialização no continente. No cenário macroeconômico, o risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos ainda podem impactar os mercados. Ressaltamos a escalada de tensões entre EUA/China e Rússia/Ucrânia.<br />       A colheita deverá se intensificar no Brasil e a pressão sobre os preços ganha força diante da maior oferta. Não obstante, a redução da safra da Argentina ainda exerce contraponto na oferta total. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto prazo e com baixa para o médio prazo, com foco na demanda chinesa.<br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho,</b><br /><b> </b>               As preocupações com o crescimento econômico mundial, taxa de juros e inflação podem trazer um viés baixista para a semana no mercado externo, na medida que os agentes especulam o impacto de uma possível recessão na demanda mundial do grão.<br />                O clima no hemisfério sul segue em foco e as previsões climáticas apontam para volumes menores de precipitações na Argentina a partir de 18/02, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras, causando mais perdas que as já estimadas. Esse fundamento tem trazido suporte às cotações nas últimas semanas.<br />                No Brasil, a previsão climática aponta para pancadas de chuvas intercaladas com dias ensolarados no Centro-Oeste, que podem ser favoráveis para o avanço do plantio da 2ª safra.                 No mercado físico, a maior disponibilidade do cereal com a colheita da 1ª safra e o feriado de carnaval podem refletir em uma semana de estabilidade com viés de baixa.       <b> </b> <b><br /></b><br /><b></b><br /><b> </b> <b>Para o café, </b>     <br /> Previsões climáticas indicam continuidade de precipitação e temperaturas amenas nas principais regiões cafeeiras, o que favorece o desenvolvimento vegetativo, porém aumenta a preocupação com fitossanidade das lavouras.<br />       Discreta elevação na oferta do grão. Produtores que ainda possuem café armazenado resistem a ofertas maiores.<br />       Desenvolvimento vegetativo do cafeeiro pode favorecer safra 23/24, mas recuperação na oferta pode pressionar preços futuros.<br />       Robusta com baixos estoques na ICE Londres, preocupação com menor produção na Indonésia nesta safra e clima na Ásia sugere menor disponibilidade no período 23/24.        Projeções de produção brasileira ainda aquém do potencial: entressafra Brasil e baixos estoques mantém mercado invertido nas bolsas de mercadorias do café com expectativa de recuperação na oferta da safra 23/24.<br />       Semana curta com cenário interno e externo no curto prazo de elevada volatilidade com perspectivas de estabilidade a baixa moderada.<br /> <br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />     As quedas observadas no valor do animal de reposição ao longo do ano frente à cotação da @ do boi gordo, possibilitou melhora na relação de troca do boi gordo com o bezerro. Diante disso, ocorreu...]]></itunes:summary><itunes:duration>283</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/02/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-02-2023-cenario-da-soja--52766516</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra MT e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br /> O contrato da soja na CBOT apresentou em 15/02, a cotação de US$15,23/bushel apresentando alta significativa com relação ao início de janeiro, com ganho de 2,45%. O principal fundamento para o movimento altista remete à frustação da safra no cone Sul da América do Sul.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 15/02, foi cotado a R$ 172,83 a saca, apresentando baixa superior a 5% em relação a janeiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão variando entre US$ -0,05 a US$ 0,05/Bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23.<br /><br />Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a oscilação do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 15,4% da área cultivada, devendo ganhar ritmo nas próximas semanas e aumentar a disponibilidade da oleaginosa o que, por sua vez, pode trazer pressão baixista às cotações no mercado interno e externo.<br /><br />O relatório de oferta e demanda global divulgado pelo USDA na semana passada trouxe poucas novidades nas estimativas de safra para a América do Sul. Para o Brasil, houve a manutenção das 153 milhões de toneladas e a redução da safra argentina, como já prevista, estimada agora em 41 milhões de toneladas. Em termos globais, houve ajuste tanto na oferta, em 383 milhões de toneladas, quanto na demanda global, para 376 milhões de toneladas. Contudo, ainda há espaço para novas reduções na estimativa de safra da Argentina, devido às condições das lavouras, impactadas pelo clima adverso.<br /><br />De acordo com o INMET, para o final de fevereiro, estão previstas chuvas próximas a normalidade para o MA, PI, PR e parte do MT. Por outro lado, BA, GO, MG, MS, TO e em parte de SP, a previsão é de chuvas abaixo da normalidade, assim como para o RS e SC.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF). Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52766516</guid><pubDate>Fri, 17 Feb 2023 13:06:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52766516/20230217_bbcast_agro_soja.mp3" length="3940145" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra MT e falaremos sobre o cenário da soja. 

 O contrato da soja na CBOT apresentou em 15/02, a cotação de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra MT e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br /> O contrato da soja na CBOT apresentou em 15/02, a cotação de US$15,23/bushel apresentando alta significativa com relação ao início de janeiro, com ganho de 2,45%. O principal fundamento para o movimento altista remete à frustação da safra no cone Sul da América do Sul.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 15/02, foi cotado a R$ 172,83 a saca, apresentando baixa superior a 5% em relação a janeiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão variando entre US$ -0,05 a US$ 0,05/Bushel em Paranaguá e refletem a entrada da safra 22/23.<br /><br />Importante observar que o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os baixos prêmios nos portos e a oscilação do dólar ante o real trazem impactos negativos à rentabilidade. A colheita no Brasil atingiu 15,4% da área cultivada, devendo ganhar ritmo nas próximas semanas e aumentar a disponibilidade da oleaginosa o que, por sua vez, pode trazer pressão baixista às cotações no mercado interno e externo.<br /><br />O relatório de oferta e demanda global divulgado pelo USDA na semana passada trouxe poucas novidades nas estimativas de safra para a América do Sul. Para o Brasil, houve a manutenção das 153 milhões de toneladas e a redução da safra argentina, como já prevista, estimada agora em 41 milhões de toneladas. Em termos globais, houve ajuste tanto na oferta, em 383 milhões de toneladas, quanto na demanda global, para 376 milhões de toneladas. Contudo, ainda há espaço para novas reduções na estimativa de safra da Argentina, devido às condições das lavouras, impactadas pelo clima adverso.<br /><br />De acordo com o INMET, para o final de fevereiro, estão previstas chuvas próximas a normalidade para o MA, PI, PR e parte do MT. Por outro lado, BA, GO, MG, MS, TO e em parte de SP, a previsão é de chuvas abaixo da normalidade, assim como para o RS e SC.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF). Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>247</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4a58553761df02c2122e6f3e89254abf.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/02/2023 - Cenário da pecuária de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-02-2023-cenario-da-pecuaria-de-corte--52753497</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 16 de fevereiro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 47,16 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 8 dias úteis de fevereiro. No ano passado, o mês de fevereiro encerrou com 159,1 mil toneladas em 19 dias úteis.  O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.822, queda de 13% frente ao mesmo período do ano passado e de 0,4% em relação ao mês anterior.<br /><br />Em decorrência do encurtamento das escalas de abate da Indústria no Centro-Norte, entre 5 e 6 dias úteis, foi observada certa estabilidade nos preços da @ negociada no mercado físico e, em algumas praças, leve recuperação, como MS e GO.  Animais padrão China permanecem muito demandados e carregam ágio de R$ 15 a 20 em relação a animais destinados a mercado doméstico. Em São Paulo o boi comum segue valendo R$ 280,00/@, e o “boi China”, R$ 300,00/@.<br /><br />No dia 13/02/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 302,70. Na B3, o contrato com vencimento para fevereiro de 2023 fechou o dia em R$ 300,45.<br /><br />Em decorrência da queda dos preços dos animais de reposição, pecuaristas que fazem o sistema de cria tendem a descartar mais fêmeas para ajuste de caixa. Essa estratégia seguirá ao longo de 2023. Assim, a tendência  é de movimento baixista na cotação do bezerro.<br /><br />A segunda quinzena de fevereiro, tradicionalmente é marcada pela redução do consumo de carne bovina (renda das famílias), o que traria menor reposição entre o varejo e o atacado, interferindo negativamente no preço do produto. No entanto, há no período o feriado de carnaval, que pode trazer aumento da demanda e limitar as baixas.<br /><br />No curto prazo, em função das escalas de abate mais enxutas, as unidades exportadoras devem atuar de forma mais agressiva na compra de gado e isso pode refletir positivamente no mercado físico e, principalmente, no mercado futuro.<br /><br />Para diminuir o risco de volatilidade na cadeia produtiva de Bovino de corte, os produtores podem contar com o Banco do Brasil para gerenciar o risco na pecuária de corte, através de contratos a termo ou de opções no mercado futuro e seguro faturamento, assim como linhas de custeio pecuário e investimentos.<br /><br />Contém sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52753497</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2023 12:40:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52753497/20230216_bbcast_agro_pecuaria_de_corte.mp3" length="3059505" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 16 de fevereiro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 16 de fevereiro de 2023, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 47,16 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 8 dias úteis de fevereiro. No ano passado, o mês de fevereiro encerrou com 159,1 mil toneladas em 19 dias úteis.  O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.822, queda de 13% frente ao mesmo período do ano passado e de 0,4% em relação ao mês anterior.<br /><br />Em decorrência do encurtamento das escalas de abate da Indústria no Centro-Norte, entre 5 e 6 dias úteis, foi observada certa estabilidade nos preços da @ negociada no mercado físico e, em algumas praças, leve recuperação, como MS e GO.  Animais padrão China permanecem muito demandados e carregam ágio de R$ 15 a 20 em relação a animais destinados a mercado doméstico. Em São Paulo o boi comum segue valendo R$ 280,00/@, e o “boi China”, R$ 300,00/@.<br /><br />No dia 13/02/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 302,70. Na B3, o contrato com vencimento para fevereiro de 2023 fechou o dia em R$ 300,45.<br /><br />Em decorrência da queda dos preços dos animais de reposição, pecuaristas que fazem o sistema de cria tendem a descartar mais fêmeas para ajuste de caixa. Essa estratégia seguirá ao longo de 2023. Assim, a tendência  é de movimento baixista na cotação do bezerro.<br /><br />A segunda quinzena de fevereiro, tradicionalmente é marcada pela redução do consumo de carne bovina (renda das famílias), o que traria menor reposição entre o varejo e o atacado, interferindo negativamente no preço do produto. No entanto, há no período o feriado de carnaval, que pode trazer aumento da demanda e limitar as baixas.<br /><br />No curto prazo, em função das escalas de abate mais enxutas, as unidades exportadoras devem atuar de forma mais agressiva na compra de gado e isso pode refletir positivamente no mercado físico e, principalmente, no mercado futuro.<br /><br />Para diminuir o risco de volatilidade na cadeia produtiva de Bovino de corte, os produtores podem contar com o Banco do Brasil para gerenciar o risco na pecuária de corte, através de contratos a termo ou de opções no mercado futuro e seguro faturamento, assim como linhas de custeio pecuário e investimentos.<br /><br />Contém sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>192</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a1eb44f7db2034fd140cc3e46d9e639c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/02/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-02-2023-cenario-do-cafe-conilon--52740662</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />Após as fortes chuvas, o tempo nas principais regiões produtoras de café conilon no ES vem apresentando altas temperaturas nos últimos dias. Na fase de enchimento de grãos em que se encontram as lavouras, esse cenário climático pode provocar o amarelecimento e a queima de folhas e frutos dos cafeeiros, conhecido como escaldadura, que ocorre sob duas formas: a clorose, provocada pela degradação da clorofila, e a necrose, pela morte dos tecidos, ocasionando queima e “chochamento” dos frutos, reduzindo a produtividade das áreas.<br /><br />No Vale do Rio Doce, em MG, o café Conilon se tornou uma ótima oportunidade, principalmente para a agricultura familiar. Segundo a Emater-MG, desde 2017, a área plantada quase triplicou na região, saltando de 135 ha para 380 ha, com um crescimento de 30% na produção do grão.<br /><br />Na Bolsa de Londres, o contrato mai/23 do café tipo Conilon abriu a semana em queda, com baixa de US$10/T, negociado a US$2.029 a tonelada. O preço do produto no mercado físico interno vem se mantendo estável, cotado à R$ 665,00/saca de conilon tipo 7, na Cooperativa dos Cafeicultores de São Gabriel da Palha, no ES.<br /><br /> O mercado indica estabilidade no curto e médio prazo. Já a longo prazo, a tendência é de baixa nos preços, fundamentada na expectativa de condições climáticas favoráveis com consequente aumento de produção, associada a um cenário de desaceleração da economia global. O produtor deve manter-se atento ao mercado, para definir o momento certo para comercializar o seu produto.<br /><br />O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, disponibilizando linhas de crédito para investimento, para o custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para comercialização do produto.<br /><br />Para ter acesso às últimas notícias sobre mercado, eventos, clima e diversas outras soluções para o seu negócio rural, acesse a plataforma Broto em broto.com.br, e baixe também o aplicativo AGROBOT do Banco do Brasil, disponível na loja de aplicativos do seu celular e tenha um consultor virtual na palma da sua mão.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52740662</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2023 12:37:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52740662/20230215_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2898173" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

Após as fortes chuvas, o tempo nas principais regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />Após as fortes chuvas, o tempo nas principais regiões produtoras de café conilon no ES vem apresentando altas temperaturas nos últimos dias. Na fase de enchimento de grãos em que se encontram as lavouras, esse cenário climático pode provocar o amarelecimento e a queima de folhas e frutos dos cafeeiros, conhecido como escaldadura, que ocorre sob duas formas: a clorose, provocada pela degradação da clorofila, e a necrose, pela morte dos tecidos, ocasionando queima e “chochamento” dos frutos, reduzindo a produtividade das áreas.<br /><br />No Vale do Rio Doce, em MG, o café Conilon se tornou uma ótima oportunidade, principalmente para a agricultura familiar. Segundo a Emater-MG, desde 2017, a área plantada quase triplicou na região, saltando de 135 ha para 380 ha, com um crescimento de 30% na produção do grão.<br /><br />Na Bolsa de Londres, o contrato mai/23 do café tipo Conilon abriu a semana em queda, com baixa de US$10/T, negociado a US$2.029 a tonelada. O preço do produto no mercado físico interno vem se mantendo estável, cotado à R$ 665,00/saca de conilon tipo 7, na Cooperativa dos Cafeicultores de São Gabriel da Palha, no ES.<br /><br /> O mercado indica estabilidade no curto e médio prazo. Já a longo prazo, a tendência é de baixa nos preços, fundamentada na expectativa de condições climáticas favoráveis com consequente aumento de produção, associada a um cenário de desaceleração da economia global. O produtor deve manter-se atento ao mercado, para definir o momento certo para comercializar o seu produto.<br /><br />O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, disponibilizando linhas de crédito para investimento, para o custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para comercialização do produto.<br /><br />Para ter acesso às últimas notícias sobre mercado, eventos, clima e diversas outras soluções para o seu negócio rural, acesse a plataforma Broto em broto.com.br, e baixe também o aplicativo AGROBOT do Banco do Brasil, disponível na loja de aplicativos do seu celular e tenha um consultor virtual na palma da sua mão.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/02/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-02-2023-cenario-do-algodao--52726674</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 14 de fevereiro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />O retorno das comemorações do ano novo lunar e a reabertura da China trouxeram movimento positivo às cotações entre o final de janeiro e o início de fevereiro, porém não foram suficientes para que os preços se mantivessem elevados.<br /><br /> O cenário macroeconômico e fundamentos de oferta e demanda da cultura afetaram fortemente o mercado, como o recente relatório do USDA, que apontou produção de 24,6 milhões de toneladas, volume 7% superior ao consumo global de 23,3 milhões de toneladas; os preços do barril do petróleo que recuaram mediante o anúncio norte americano de estoques mais elevados e o relatório recente do Banco Central dos Estados Unidos apontando aumento de 0,25% na taxa de juros norte-americana.<br /><br /> Enquanto os EUA se preparam para iniciar o plantio da safra 2023/24, com expectativa de redução de 20% na área plantada quando comparada à safra anterior, o Brasil semeou 85% da área esperada para a safra 2022/23.<br /><br /> Nesta safra, o Brasil pretende manter os mesmos 1,65 milhões de hectares plantados na safra passada, com o intuito de manter o mercado importador conquistado nos últimos dois anos.<br /><br /> Mato Grosso, maior produtor brasileiro, segue com a semeadura atrasada. O plantio está 18% mais lento que na safra 2021/22, uma vez que as chuvas constantes de janeiro atrapalharam os serviços de colheita da soja. Importante salientar que o estado é responsável por 70% da área total cultivada com o produto no país e, deste montante, 85% são colhidos na segunda safra.<br /><br /> A pluma de algodão é uma commodity muito sensível às alterações de preços externos, seja da pluma, dólar, petróleo ou fibras sintéticas. Desta forma, é importante que o cotonicultor continue atento ao mercado, aproveitando os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção, assim como proteger as margens com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Procure o gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52726674</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2023 13:01:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52726674/20230214_bbcast_agro_algodao.mp3" length="922854" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 14 de fevereiro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

O retorno das comemorações do ano novo lunar e a reabertura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 14 de fevereiro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />O retorno das comemorações do ano novo lunar e a reabertura da China trouxeram movimento positivo às cotações entre o final de janeiro e o início de fevereiro, porém não foram suficientes para que os preços se mantivessem elevados.<br /><br /> O cenário macroeconômico e fundamentos de oferta e demanda da cultura afetaram fortemente o mercado, como o recente relatório do USDA, que apontou produção de 24,6 milhões de toneladas, volume 7% superior ao consumo global de 23,3 milhões de toneladas; os preços do barril do petróleo que recuaram mediante o anúncio norte americano de estoques mais elevados e o relatório recente do Banco Central dos Estados Unidos apontando aumento de 0,25% na taxa de juros norte-americana.<br /><br /> Enquanto os EUA se preparam para iniciar o plantio da safra 2023/24, com expectativa de redução de 20% na área plantada quando comparada à safra anterior, o Brasil semeou 85% da área esperada para a safra 2022/23.<br /><br /> Nesta safra, o Brasil pretende manter os mesmos 1,65 milhões de hectares plantados na safra passada, com o intuito de manter o mercado importador conquistado nos últimos dois anos.<br /><br /> Mato Grosso, maior produtor brasileiro, segue com a semeadura atrasada. O plantio está 18% mais lento que na safra 2021/22, uma vez que as chuvas constantes de janeiro atrapalharam os serviços de colheita da soja. Importante salientar que o estado é responsável por 70% da área total cultivada com o produto no país e, deste montante, 85% são colhidos na segunda safra.<br /><br /> A pluma de algodão é uma commodity muito sensível às alterações de preços externos, seja da pluma, dólar, petróleo ou fibras sintéticas. Desta forma, é importante que o cotonicultor continue atento ao mercado, aproveitando os momentos de valorização da pluma para comercializar a produção, assim como proteger as margens com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Procure o gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>154</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/02/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-02-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52716215</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 DE FEVEREIRO, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Segundo o NOAA, as condições meteorológicas para a próxima semana serão mais favoráveis à colheita no BR e chuvas menores são previstas nas regiões do centro norte e centro oeste do país. Para o RS, precipitações com volumes variando de 15 a 40mm estão previstas, amenizando os efeitos da estiagem sobre as lavouras. Para a Argentina, as chuvas são aguardadas para boa parte do núcleo produtor, com elevado volume.<br />       Nos fundamentos, a China estará atenta ao bom volume de produção da safra do BR, aproveitando para realizar bons negócios. A demanda global foi mantida pelo USDA. É previsto crescimento da economia chinesa em 2023 diante das novas estratégias de controle da COVID e retomada dos investimentos. No entanto, no cenário macroeconômico, o risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos ainda podem impactar os mercados.<br />       Para a semana, a colheita deverá se intensificar no BR e, com a confirmação das boas produtividades, a pressão negativa sobre os preços é considerada. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade com viés de baixa para o curto e médio prazo, com foco na demanda chinesa.<br /> <b>Em relação ao milho, </b>o mercado externo seguirá acompanhando o clima no hemisfério sul, podendo dar suporte nas cotações. As previsões climáticas apontam chuvas irregulares na Argentina, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras. No relatório do dia 08, o USDA reduziu a safra do país vizinho em mais 5 milhões de toneladas, estimada agora em 47 milhões de toneladas que, se confirmada, seria a menor safra dos últimos 5 anos.<br />                No Brasil, o clima também vem trazendo preocupações, em especial para a semeadura da 2ª safra. De acordo com a CONAB, há previsão de pancadas de chuvas que podem ultrapassar os 60 mm em grande parte do MS, Norte do MT e Centro-Sul de GO, possibilitando excessos de chuvas, que podem prejudicar ainda mais o plantio, que está atrasado em mais de 10% em relação ao ano passado.<br />                No mercado físico, mantêm-se o cenário de maior disponibilidade do cereal com a colheita da 1ª safra e a finalização das vendas do milho da safra 2021/22, face a necessidade de liberar espaço nos armazéns para a entrada da soja, o que pode levar a uma semana de estabilidade com viés de baixa nos preços do cereal..     <b><br /></b><br /><b></b><br /><b> </b> <b>Para o café, </b>previsão climática mantém bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente sobre as lavouras de café arábica em Minas Gerais. Pequeno atraso na execução dos tratos culturais, sem impacto na estimativa de produção.<br />       Demanda mais forte, somada a preocupações com oferta no curto prazo, entressafra brasileira e valorização do real, tendem a continuar favorecendo os preços do café no curto prazo. Baixos estoques de café robusta e previsão de menor produção na Indonésia sugerem menor disponibilidade no período 2023/2024 e também são fatores altistas.<br />       Estoques na ICE (870 mil sacas) e na GCA mantiveram-se estáveis e devem influenciar pouco as cotações na semana.<br />       Desta forma, o cenário interno e externo no curto e médio prazo indicam estabilidade com pressão altista moderada, sendo amenizada longo prazo com previsão de clima favorável no Brasil.<br /><br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Devido ao recuo dos preços dos animais de reposição, pecuaristas que fazem o sistema de cria tendem a descartar mais fêmeas para ajuste de caixa. Essa estratégia seguirá ao longo de 2023.<br />       Espera-se na próxima semana aumento da reposição entre o atacado e o varejo com a entrada do salário na economia. Assim, há a possibilidade de viés de alta no preço da carne, porém, limitada pela oferta de carne de frango (principal concorrente) no mercado. Para conhecimento, na relação de troca, a carne de frango é três vezes mais acessível na comparação ao traseiro bovino.<br />       O feriado de carnaval poderá trazer alguma pressão compradora e refletir positivamente nos preços, porém esse possível aumento de demanda deve ser marginal, considerando o avanço do mês e o comprometimento salarial das famílias.<br />       Considerando estes fatores, prevalecem no curto prazo mais fatores altistas. A possível alta tende a estar mais atrelada às escalas de abate mais enxutas dos frigoríficos exportadores, que devem atuar de forma mais agressiva e refletir positivamente no mercado físico e, principalmente, no mercado futuro. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52716215</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2023 13:41:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52716215/20230213_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="3889572" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 13 DE FEVEREIRO, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 13 DE FEVEREIRO, meu nome é ALEXANDRE BITTENCOURT, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Segundo o NOAA, as condições meteorológicas para a próxima semana serão mais favoráveis à colheita no BR e chuvas menores são previstas nas regiões do centro norte e centro oeste do país. Para o RS, precipitações com volumes variando de 15 a 40mm estão previstas, amenizando os efeitos da estiagem sobre as lavouras. Para a Argentina, as chuvas são aguardadas para boa parte do núcleo produtor, com elevado volume.<br />       Nos fundamentos, a China estará atenta ao bom volume de produção da safra do BR, aproveitando para realizar bons negócios. A demanda global foi mantida pelo USDA. É previsto crescimento da economia chinesa em 2023 diante das novas estratégias de controle da COVID e retomada dos investimentos. No entanto, no cenário macroeconômico, o risco de recessão, descontrole da inflação e conflitos geopolíticos ainda podem impactar os mercados.<br />       Para a semana, a colheita deverá se intensificar no BR e, com a confirmação das boas produtividades, a pressão negativa sobre os preços é considerada. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade com viés de baixa para o curto e médio prazo, com foco na demanda chinesa.<br /> <b>Em relação ao milho, </b>o mercado externo seguirá acompanhando o clima no hemisfério sul, podendo dar suporte nas cotações. As previsões climáticas apontam chuvas irregulares na Argentina, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras. No relatório do dia 08, o USDA reduziu a safra do país vizinho em mais 5 milhões de toneladas, estimada agora em 47 milhões de toneladas que, se confirmada, seria a menor safra dos últimos 5 anos.<br />                No Brasil, o clima também vem trazendo preocupações, em especial para a semeadura da 2ª safra. De acordo com a CONAB, há previsão de pancadas de chuvas que podem ultrapassar os 60 mm em grande parte do MS, Norte do MT e Centro-Sul de GO, possibilitando excessos de chuvas, que podem prejudicar ainda mais o plantio, que está atrasado em mais de 10% em relação ao ano passado.<br />                No mercado físico, mantêm-se o cenário de maior disponibilidade do cereal com a colheita da 1ª safra e a finalização das vendas do milho da safra 2021/22, face a necessidade de liberar espaço nos armazéns para a entrada da soja, o que pode levar a uma semana de estabilidade com viés de baixa nos preços do cereal..     <b><br /></b><br /><b></b><br /><b> </b> <b>Para o café, </b>previsão climática mantém bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente sobre as lavouras de café arábica em Minas Gerais. Pequeno atraso na execução dos tratos culturais, sem impacto na estimativa de produção.<br />       Demanda mais forte, somada a preocupações com oferta no curto prazo, entressafra brasileira e valorização do real, tendem a continuar favorecendo os preços do café no curto prazo. Baixos estoques de café robusta e previsão de menor produção na Indonésia sugerem menor disponibilidade no período 2023/2024 e também são fatores altistas.<br />       Estoques na ICE (870 mil sacas) e na GCA mantiveram-se estáveis e devem influenciar pouco as cotações na semana.<br />       Desta forma, o cenário interno e externo no curto e médio prazo indicam estabilidade com pressão altista moderada, sendo amenizada longo prazo com previsão de clima favorável no Brasil.<br /><br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: Devido ao recuo dos preços dos animais de reposição, pecuaristas que fazem o sistema de cria tendem a descartar mais fêmeas para ajuste de caixa. Essa estratégia seguirá ao longo de 2023.<br />       Espera-se na próxima semana aumento da reposição...]]></itunes:summary><itunes:duration>244</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/02/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-02-2023-cenario-do-milho--52684356</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e falaremos sobre o cenário do milho. <br /><br />O mês de fevereiro iniciou com as cotações no mercado externo sem grandes variações, se mantendo em patamares elevados em relação à série histórica, com o vencimento março/23 encerrando o dia 08 de fevereiro cotado a US$6,78 por bushel.<br /><br />Na quarta-feira (08), o USDA-Departamento de Agricultura dos EUA divulgou o relatório de oferta e demanda global, apontando nova redução na safra de milho argentina, agora estimada em 47 milhões de toneladas, redução de quase 10% em relação à estimativa de janeiro, em função da estiagem, aderente ao que mercado já aguardava.<br /><br />Para o Brasil, foi mantida a estimativa de produção total da safra 22/23 em 125 milhões de toneladas. Para as exportações, o USDA projetou um novo recorde: 51 milhões de toneladas. O relatório destacou ainda que, nos próximos anos, o aumento da área cultivada, aliado às boas produtividades, farão com que o Brasil dispute com os Estados Unidos a coroa de maior exportador mundial de milho.<br /><br />No mercado interno, as cotações estão sendo pressionadas pelo avanço da colheita do milho verão e na comercialização de lotes remanescentes da safra 21/22, levando a uma maior disponibilidade no mercado doméstico. Nos últimos dias, o preço físico referência Campinas/CEPEA apresentou queda de 1%, encerrando o dia 8 cotado a R$ 84,90 a saca.<br /><br />O atraso no plantio da 2ª safra, em relação ao ano passado, também traz preocupações, uma vez que o volume recorde apontado para o ciclo 22/23 depende desta produção, que representa 75% do total de milho no país.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52684356</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2023 12:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52684356/20230210_bbcast_agro_milho.mp3" length="1138207" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e falaremos sobre o cenário do milho. 

O mês de fevereiro iniciou com as cotações no mercado externo sem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e falaremos sobre o cenário do milho. <br /><br />O mês de fevereiro iniciou com as cotações no mercado externo sem grandes variações, se mantendo em patamares elevados em relação à série histórica, com o vencimento março/23 encerrando o dia 08 de fevereiro cotado a US$6,78 por bushel.<br /><br />Na quarta-feira (08), o USDA-Departamento de Agricultura dos EUA divulgou o relatório de oferta e demanda global, apontando nova redução na safra de milho argentina, agora estimada em 47 milhões de toneladas, redução de quase 10% em relação à estimativa de janeiro, em função da estiagem, aderente ao que mercado já aguardava.<br /><br />Para o Brasil, foi mantida a estimativa de produção total da safra 22/23 em 125 milhões de toneladas. Para as exportações, o USDA projetou um novo recorde: 51 milhões de toneladas. O relatório destacou ainda que, nos próximos anos, o aumento da área cultivada, aliado às boas produtividades, farão com que o Brasil dispute com os Estados Unidos a coroa de maior exportador mundial de milho.<br /><br />No mercado interno, as cotações estão sendo pressionadas pelo avanço da colheita do milho verão e na comercialização de lotes remanescentes da safra 21/22, levando a uma maior disponibilidade no mercado doméstico. Nos últimos dias, o preço físico referência Campinas/CEPEA apresentou queda de 1%, encerrando o dia 8 cotado a R$ 84,90 a saca.<br /><br />O atraso no plantio da 2ª safra, em relação ao ano passado, também traz preocupações, uma vez que o volume recorde apontado para o ciclo 22/23 depende desta produção, que representa 75% do total de milho no país.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/02/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-02-2023-cenario-do-leite--52680828</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 09 de fevereiro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Segundo o CEPEA, os preços pagos pelo leite em janeiro de 2023, referentes ao produto coletado em dezembro, apresentaram média de R$ 2,52 o litro. Representa uma valorização nominal de 19,5% em relação a janeiro de 2022, porém um recuo de 0,3% em relação aos últimos 30 dias.<br /><br />O recebimento do leite de fevereiro, referente ao coletado em janeiro, deve apresentar leve alta, seguindo o movimento do mercado atacadista, que registrou valorização ao longo do primeiro mês do ano. O Conselho Paritário Produtores/indústria de Leite (Conseleite) está projetando alta para o produto em Minas Gerais de 3,4%, em Santa Catarina de 2,9% e de 2,7% no Paraná.<br /><br />Segundo o Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, o preço do lácteo no mercado spot também registrou elevação importante em janeiro. O movimento de alta reflete um mercado menos ofertado, apesar da farta disponibilidade de forragem durante a estação chuvosa.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, planejando o estoque de forragem para o período da seca, e linha de crédito específica para investir em bem-estar animal e irrigação da pastagem.<br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro na plataforma de streaming de sua preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52680828</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2023 12:39:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52680828/20230209_bbcast_agro_cenario_leite.mp3" length="2331420" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 09 de fevereiro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

Segundo o CEPEA, os preços pagos pelo leite em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 09 de fevereiro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Segundo o CEPEA, os preços pagos pelo leite em janeiro de 2023, referentes ao produto coletado em dezembro, apresentaram média de R$ 2,52 o litro. Representa uma valorização nominal de 19,5% em relação a janeiro de 2022, porém um recuo de 0,3% em relação aos últimos 30 dias.<br /><br />O recebimento do leite de fevereiro, referente ao coletado em janeiro, deve apresentar leve alta, seguindo o movimento do mercado atacadista, que registrou valorização ao longo do primeiro mês do ano. O Conselho Paritário Produtores/indústria de Leite (Conseleite) está projetando alta para o produto em Minas Gerais de 3,4%, em Santa Catarina de 2,9% e de 2,7% no Paraná.<br /><br />Segundo o Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, o preço do lácteo no mercado spot também registrou elevação importante em janeiro. O movimento de alta reflete um mercado menos ofertado, apesar da farta disponibilidade de forragem durante a estação chuvosa.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, planejando o estoque de forragem para o período da seca, e linha de crédito específica para investir em bem-estar animal e irrigação da pastagem.<br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro na plataforma de streaming de sua preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>146</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/02/2023 - Cenário da uva</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-02-2023-cenario-da-uva--52669699</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 08 de fevereiro de 2023, meu nome é Sávio Diego e sou Assessor(a) de Agronegócios em Bento Gonçalves-RS e falaremos sobre o cenário da uva.<br /><br />    Entrou em vigor em 1º de janeiro, com vigência até 31 de dezembro de 2023, o novo preço mínimo da uva industrial, que passou para R$ 1,58/kg para os estados das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Assim, o preço mínimo teve reajuste de 20,61% em relação à safra passada, conforme <b>PORTARIA MAPA Nº 522, </b>publicado no Diário Oficial da União em 02/12/2022<b>.</b><br /><br />  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção vitícola brasileira apresentou expansão da sua distribuição geográfica ao longo das últimas décadas, mas ainda permanece bastante concentrada em alguns estados, em especial no Rio Grande do Sul, onde a participação no cultivo da uva para fins industriais supera 80%.<br /><br />  Na região do Vale do São Francisco, que abrange partes dos Estados de Pernambuco e Bahia, houve consolidação na produção de uvas de mesa, sendo destaque também, como polo exportador nos últimos anos.  De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas em torno de 1,7 milhão de tonelada no Brasil.<br /><br />    Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, em 2022 as exportações de uva apresentaram redução, ocasionada principalmente pelo aumento no custo do frete, além da menor quantidade e qualidade dos frutos produzidos. A menor qualidade teve como agente causador o grande volume de chuvas no início da safra de 2022 no Vale do São Francisco. No entanto, a expectativa no médio prazo é de que o Brasil volte a avançar, tanto em novos mercados quanto em volume exportado.<br /><br />  No mercado interno, o preço médio da uva fina de mesa com semente, no Vale do São Francisco, atingiu no mês de janeiro de 2023, R$ 5,60 por Kg, alta de 20,00% em relação ao mesmo período no ano anterior.<br /><br />    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em:<br />     <br />       Renovação/implantação de parreirais; <br />       Irrigação;  <br />       Cultivo Protegido;<br />       Armazenagem (Câmara fria);<br />       Turismo Rural.    <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52669699</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2023 12:55:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52669699/20230208_bbcast_agro_cenario_uva.mp3" length="994795" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 08 de fevereiro de 2023, meu nome é Sávio Diego e sou Assessor(a) de Agronegócios em Bento Gonçalves-RS e falaremos sobre o cenário da uva.

    Entrou em vigor em 1º de janeiro, com vigência até 31 de dezembro de 2023, o novo preço mínimo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 08 de fevereiro de 2023, meu nome é Sávio Diego e sou Assessor(a) de Agronegócios em Bento Gonçalves-RS e falaremos sobre o cenário da uva.<br /><br />    Entrou em vigor em 1º de janeiro, com vigência até 31 de dezembro de 2023, o novo preço mínimo da uva industrial, que passou para R$ 1,58/kg para os estados das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Assim, o preço mínimo teve reajuste de 20,61% em relação à safra passada, conforme <b>PORTARIA MAPA Nº 522, </b>publicado no Diário Oficial da União em 02/12/2022<b>.</b><br /><br />  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção vitícola brasileira apresentou expansão da sua distribuição geográfica ao longo das últimas décadas, mas ainda permanece bastante concentrada em alguns estados, em especial no Rio Grande do Sul, onde a participação no cultivo da uva para fins industriais supera 80%.<br /><br />  Na região do Vale do São Francisco, que abrange partes dos Estados de Pernambuco e Bahia, houve consolidação na produção de uvas de mesa, sendo destaque também, como polo exportador nos últimos anos.  De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas em torno de 1,7 milhão de tonelada no Brasil.<br /><br />    Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, em 2022 as exportações de uva apresentaram redução, ocasionada principalmente pelo aumento no custo do frete, além da menor quantidade e qualidade dos frutos produzidos. A menor qualidade teve como agente causador o grande volume de chuvas no início da safra de 2022 no Vale do São Francisco. No entanto, a expectativa no médio prazo é de que o Brasil volte a avançar, tanto em novos mercados quanto em volume exportado.<br /><br />  No mercado interno, o preço médio da uva fina de mesa com semente, no Vale do São Francisco, atingiu no mês de janeiro de 2023, R$ 5,60 por Kg, alta de 20,00% em relação ao mesmo período no ano anterior.<br /><br />    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em:<br />     <br />       Renovação/implantação de parreirais; <br />       Irrigação;  <br />       Cultivo Protegido;<br />       Armazenagem (Câmara fria);<br />       Turismo Rural.    <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,uva,vitivinicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a544c92e925f7e6cabffaec6edebcbd8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/02/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-02-2023-cenario-climatico--52659307</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de fevereiro de 2023 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />A publicação mais recente do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, integrante do INPE, em 27 de janeiro, cita a atuação de episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul, ocorridas no mês de dezembro, para os acumulados de chuvas expressivas registradas sobre parte das Regiões Sudeste, Centro-Oeste e BA.<br /><br />Sobre o RS e porção sudoeste do MS foram registradas anomalias de temperatura máxima, com algumas localidades apresentando temperaturas superiores a 5°C mais quentes do que a média climatológica para essa época do ano.<br /><br />Em relação as tendências de La Niña, o INPE cita as previsões de neutralidade nos meses de fevereiro a abril. Sobre estas estatísticas, de acordo com o divulgado pela NOAA em 12 de janeiro, a probabilidade de “Neutro” ocorrer entre março e maio, é de 82%.<br /><br />Na Previsão Climática Trimestral Fev Mar Abr, indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as Regiões Norte e Nordeste do país. Em parte das Regiões Sudeste, Sul e sul do MS, indicam maior probabilidade de chuvas abaixo da faixa normal. No Restante do Brasil, medias dentro do esperado.<br /><br />É reforçado que estamos em um período de transição, quando é esperado evolução do atual La Niña para uma condição de neutralidade no Pacífico. Em períodos de transição, os modelos numéricos de previsão apresentam maior dificuldade em representar os padrões atmosféricos e, consequentemente, na previsão de precipitação sobre grande parte do país.<br /><br />Não se descarta a possibilidade de eventos expressivos de chuva no centro e leste do país, devido estar na estação chuvosa, quando são observados estes eventos. Ao se observar apenas o mês de fevereiro, a previsão de temperatura, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, indica valores acima média, em áreas de RR, BA, PE, MT, MS, GO, Regiões Sudeste e Sul.<br /><br />De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), a disponibilidade de água no solo em grande parte da região NE e porção sul do RS, ainda se apresentam abaixo do restante do país.<br /><br />O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro . Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52659307</guid><pubDate>Tue, 07 Feb 2023 12:34:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52659307/20230207_bbcast_agro_cenario_climatico.mp3" length="3293144" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 07 de fevereiro de 2023 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático.

A publicação mais recente do Centro de Previsão de Tempo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 07 de fevereiro de 2023 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />A publicação mais recente do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, integrante do INPE, em 27 de janeiro, cita a atuação de episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul, ocorridas no mês de dezembro, para os acumulados de chuvas expressivas registradas sobre parte das Regiões Sudeste, Centro-Oeste e BA.<br /><br />Sobre o RS e porção sudoeste do MS foram registradas anomalias de temperatura máxima, com algumas localidades apresentando temperaturas superiores a 5°C mais quentes do que a média climatológica para essa época do ano.<br /><br />Em relação as tendências de La Niña, o INPE cita as previsões de neutralidade nos meses de fevereiro a abril. Sobre estas estatísticas, de acordo com o divulgado pela NOAA em 12 de janeiro, a probabilidade de “Neutro” ocorrer entre março e maio, é de 82%.<br /><br />Na Previsão Climática Trimestral Fev Mar Abr, indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as Regiões Norte e Nordeste do país. Em parte das Regiões Sudeste, Sul e sul do MS, indicam maior probabilidade de chuvas abaixo da faixa normal. No Restante do Brasil, medias dentro do esperado.<br /><br />É reforçado que estamos em um período de transição, quando é esperado evolução do atual La Niña para uma condição de neutralidade no Pacífico. Em períodos de transição, os modelos numéricos de previsão apresentam maior dificuldade em representar os padrões atmosféricos e, consequentemente, na previsão de precipitação sobre grande parte do país.<br /><br />Não se descarta a possibilidade de eventos expressivos de chuva no centro e leste do país, devido estar na estação chuvosa, quando são observados estes eventos. Ao se observar apenas o mês de fevereiro, a previsão de temperatura, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, indica valores acima média, em áreas de RR, BA, PE, MT, MS, GO, Regiões Sudeste e Sul.<br /><br />De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), a disponibilidade de água no solo em grande parte da região NE e porção sul do RS, ainda se apresentam abaixo do restante do país.<br /><br />O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro . Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>206</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/02/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-02-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52649209</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 06 DE FEVEREIRO de janeiro, meu nome é ROSILENE ROOS, assessor(a) na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />     O clima segue como um dos principais direcionadores da CBOT. Segundo NOAA, são previstas chuvas para boa parte do Brasil, principalmente nos Estados do Centro-Oeste e Sudeste, onde a colheita já foi iniciada e o excesso de umidade pode dificultar seu avanço. No RS, são esperadas chuvas irregulares e de baixo volume, agravando o impacto na cultura. Para a Argentina, chuvas de até 40 mm são previstas para a região centro-norte. Nas demais regiões produtoras, os volumes devem ser menores.<br />       O mercado estará atento ao relatório de oferta e demanda do USDA, que será publicado no dia 08/02. A expectativa é de que haja cortes na safra argentina e manutenção da safra brasileira. A demanda chinesa também deverá ser revista, com a reabertura do mercado e flexibilização do controle da COVID. Ainda com impacto sobre a commodity, as projeções de recessão e inflação para a economia mundial, bem como o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br />       Mesmo com a boa safra brasileira, a perspectiva é de diminuição da oferta da safra na América do Sul. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto e médio prazo.<br /> <br /><b>Em relação ao milho, </b>  <br />             A semana poderá apresentar volatilidade no mercado externo, com a divulgação do relatório de Oferta e Demanda pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), com o mercado na expectativa de novos cortes na produção argentina.<br />                Nova previsão de clima quente e com poucas precipitações para a Argentina nos próximos dias poderá pressionar positivamente as cotações externas, conforme o mercado vêm acompanhando o clima no hemisfério sul. As chuvas recentes atenuaram as condições ruins das lavouras do país. De acordo com a Bolsa de Cereales, as lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 22% (ante 12% da semana anterior). O órgão destacou que as áreas que foram cultivadas mais tardiamente possuem boas expectativas de rendimento, diferentemente das primeiras lavouras cultivadas. O plantio da safra chegou a 96,5% dos 7,1 milhões de ha projetados.<br />                O avanço do plantio da 2ª safra brasileira vem sendo acompanhado pelo mercado, visto que está atrasado quando comparado com o ano passado. As previsões climáticas apontam para chuvas volumosas no Centro-Oeste para a semana, podendo impactar no ritmo da semeadura, trazendo suporte aos preços internamente.<br />    <b>Para o café, </b>     <br />Previsão climática mantém bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente sobre as lavouras de café arábica em Minas Gerais. Pequeno atraso na execução dos tratos culturais, sem impacto na estimativa de produção.<br />       Demanda mais forte, somada a preocupações com oferta no curto prazo, entressafra brasileira e valorização do real, tendem a continuar favorecendo os preços do café no curto prazo. Baixos estoques de café robusta e previsão de menor produção na Indonésia sugerem menor disponibilidade no período 2023/2024 e também são fatores altistas.<br />       Estoques na ICE (870 mil sacas) e na GCA mantiveram-se estáveis e devem influenciar pouco as cotações na semana.<br />       Desta forma, o cenário interno e externo no curto e médio prazo indicam estabilidade com pressão altista moderada, sendo amenizada longo prazo com previsão de clima favorável no Brasil.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />      A desvalorização do preço do animal de reposição tem elevado o abate de fêmeas o país. Em decorrência da fase do ciclo pecuário que nos encontramos, para 2023 espera-se aumento da participação de vacas e novilhas no abate, uma vez que a tendência é do preço do bezerro se manter enfraquecido.<br />       Com o fim do feriado do ano novo lunar a expectativa é que a China retome o fluxo de negociações. Assim, observou-se movimento de alta na cotação da @ para animais que cumprem os requisitos de exportação e a tendência é que se mantenham negociações pontuais acima da referência média nas praças exportadoras, como SP, GO e MS, onde as escalas de abate apresentam-se menores.<br />       As Indústrias do Centro-Norte, ditando o ritmo das negociações, devem manter a pressão de baixa na cotação da arroba uma vez que apresentam escala de abate alongada. As boas condições das pastagens permitem ao pecuarista reter o gado, e isso evita queda mais acentuada no preço da arroba. Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52649209</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2023 12:50:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52649209/20230206_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5186917" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 06 DE FEVEREIRO de janeiro, meu nome é ROSILENE ROOS, assessor(a) na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 06 DE FEVEREIRO de janeiro, meu nome é ROSILENE ROOS, assessor(a) na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />     O clima segue como um dos principais direcionadores da CBOT. Segundo NOAA, são previstas chuvas para boa parte do Brasil, principalmente nos Estados do Centro-Oeste e Sudeste, onde a colheita já foi iniciada e o excesso de umidade pode dificultar seu avanço. No RS, são esperadas chuvas irregulares e de baixo volume, agravando o impacto na cultura. Para a Argentina, chuvas de até 40 mm são previstas para a região centro-norte. Nas demais regiões produtoras, os volumes devem ser menores.<br />       O mercado estará atento ao relatório de oferta e demanda do USDA, que será publicado no dia 08/02. A expectativa é de que haja cortes na safra argentina e manutenção da safra brasileira. A demanda chinesa também deverá ser revista, com a reabertura do mercado e flexibilização do controle da COVID. Ainda com impacto sobre a commodity, as projeções de recessão e inflação para a economia mundial, bem como o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br />       Mesmo com a boa safra brasileira, a perspectiva é de diminuição da oferta da safra na América do Sul. Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto e médio prazo.<br /> <br /><b>Em relação ao milho, </b>  <br />             A semana poderá apresentar volatilidade no mercado externo, com a divulgação do relatório de Oferta e Demanda pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), com o mercado na expectativa de novos cortes na produção argentina.<br />                Nova previsão de clima quente e com poucas precipitações para a Argentina nos próximos dias poderá pressionar positivamente as cotações externas, conforme o mercado vêm acompanhando o clima no hemisfério sul. As chuvas recentes atenuaram as condições ruins das lavouras do país. De acordo com a Bolsa de Cereales, as lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 22% (ante 12% da semana anterior). O órgão destacou que as áreas que foram cultivadas mais tardiamente possuem boas expectativas de rendimento, diferentemente das primeiras lavouras cultivadas. O plantio da safra chegou a 96,5% dos 7,1 milhões de ha projetados.<br />                O avanço do plantio da 2ª safra brasileira vem sendo acompanhado pelo mercado, visto que está atrasado quando comparado com o ano passado. As previsões climáticas apontam para chuvas volumosas no Centro-Oeste para a semana, podendo impactar no ritmo da semeadura, trazendo suporte aos preços internamente.<br />    <b>Para o café, </b>     <br />Previsão climática mantém bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente sobre as lavouras de café arábica em Minas Gerais. Pequeno atraso na execução dos tratos culturais, sem impacto na estimativa de produção.<br />       Demanda mais forte, somada a preocupações com oferta no curto prazo, entressafra brasileira e valorização do real, tendem a continuar favorecendo os preços do café no curto prazo. Baixos estoques de café robusta e previsão de menor produção na Indonésia sugerem menor disponibilidade no período 2023/2024 e também são fatores altistas.<br />       Estoques na ICE (870 mil sacas) e na GCA mantiveram-se estáveis e devem influenciar pouco as cotações na semana.<br />       Desta forma, o cenário interno e externo no curto e médio prazo indicam estabilidade com pressão altista moderada, sendo amenizada longo prazo com previsão de clima favorável no Brasil.<br /> E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />      A desvalorização do preço do animal de reposição tem elevado o abate de fêmeas o país. Em decorrência da fase do ciclo pecuário que nos encontramos, para 2023 espera-se aumento da...]]></itunes:summary><itunes:duration>325</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/02/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-02-2023-cenario-da-soja--52626492</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 03 de fevereiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato da soja na CBOT iniciou fevereiro apresentando alta de 0,92% em relação a janeiro. Os negócios com vencimento em Mar/23, no dia 02/02 foram cotados a US$ 15,39/bushel. Os fatores que vêm contribuindo para os preços atuais são: a diminuição das restrições da Covid na China, o que deve elevar as importações; as tensões geopolíticas na Europa; e a quebra da safra argentina.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 02/02, foi cotado a R$ 173,93 a saca, apresentando baixa de 5,69% em relação a janeiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão a 0,95 US$/Bushel em Paranaguá, refletindo a entrada da safra 22/23. Ressaltamos o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os prêmios e o câmbio baixos que têm diminuído a rentabilidade. Com o início da colheita no Brasil, a oferta da nova safra tende a pressionar os prêmios ofertados nos portos. As condições das lavouras na América do Sul seguem sendo o principal fator de influência na bolsa de Chicago. No Brasil, o plantio alcançou 99,7% da área estimada, conforme a CONAB.<br /><br />As condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras, exceto no RS, onde a estiagem adia a finalização do plantio, com 98% da área prevista. O zoneamento agrícola para o RS terminou em 31/01.  A Argentina também sofre com a estiagem, já com consolidação de perdas, com previsão de diminuição de 3% da área inicialmente prevista.<br /><br />   Para a segunda semana de fevereiro o mercado aguarda o levantamento de safra da CONAB e o relatório de oferta e demanda do USDA. De acordo com o INMET, para fevereiro, estão previstas chuvas próximas a normalidade para o MA, parte do MT, PI e PR. Por outro lado, BA, GO, MG, MS, SC e SP a previsão é de chuvas abaixo da normalidade. Para o RS, chuvas são previstas com volumes ainda menores.<br /><br /> Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52626492</guid><pubDate>Fri, 03 Feb 2023 12:50:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52626492/20230203_bbcast_agro_soja.mp3" length="3646319" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 03 de fevereiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.

   O contrato da soja na CBOT iniciou fevereiro apresentando alta de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 03 de fevereiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato da soja na CBOT iniciou fevereiro apresentando alta de 0,92% em relação a janeiro. Os negócios com vencimento em Mar/23, no dia 02/02 foram cotados a US$ 15,39/bushel. Os fatores que vêm contribuindo para os preços atuais são: a diminuição das restrições da Covid na China, o que deve elevar as importações; as tensões geopolíticas na Europa; e a quebra da safra argentina.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 02/02, foi cotado a R$ 173,93 a saca, apresentando baixa de 5,69% em relação a janeiro. Os prêmios nos portos para março/23 estão a 0,95 US$/Bushel em Paranaguá, refletindo a entrada da safra 22/23. Ressaltamos o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, os prêmios e o câmbio baixos que têm diminuído a rentabilidade. Com o início da colheita no Brasil, a oferta da nova safra tende a pressionar os prêmios ofertados nos portos. As condições das lavouras na América do Sul seguem sendo o principal fator de influência na bolsa de Chicago. No Brasil, o plantio alcançou 99,7% da área estimada, conforme a CONAB.<br /><br />As condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras, exceto no RS, onde a estiagem adia a finalização do plantio, com 98% da área prevista. O zoneamento agrícola para o RS terminou em 31/01.  A Argentina também sofre com a estiagem, já com consolidação de perdas, com previsão de diminuição de 3% da área inicialmente prevista.<br /><br />   Para a segunda semana de fevereiro o mercado aguarda o levantamento de safra da CONAB e o relatório de oferta e demanda do USDA. De acordo com o INMET, para fevereiro, estão previstas chuvas próximas a normalidade para o MA, parte do MT, PI e PR. Por outro lado, BA, GO, MG, MS, SC e SP a previsão é de chuvas abaixo da normalidade. Para o RS, chuvas são previstas com volumes ainda menores.<br /><br /> Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/02/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-02-2023-cenario-do-boi-gordo--52614914</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 2 de fevereiro de 2023, meu nome é Marcelo Luiz Pinto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares – MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 107,09 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 15 dias úteis de janeiro. No ano passado, o mês de janeiro encerrou com 138,06 mil toneladas em 21 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.868, queda de 7% frente ao mesmo período do ano passado e de 1,4% em relação ao mês anterior. A última semana de janeiro semana foi marcada por baixa atividade comercial na China, em decorrência das comemorações do ano novo Lunar.<br /><br /> No dia 31/01/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 288,70. O mercado futuro indicava o boi gordo cotado a R$ 292,90 nos contratos com vencimento para maio de 23.<br /><br /> O mercado de reposição seguiu com preços estáveis. A maior oferta de bezerros, em decorrência da fase do ciclo pecuário, dificulta a reação desta categoria no médio prazo.<br /><br /> O ritmo das negociações foi lento no decorrer da semana. Os preços da carne bovina devem seguir acomodados nesta segunda quinzena do mês, em decorrência da reposição lenta entre o varejo e o atacado. A demanda doméstica permanece enfraquecida. O consumo de carne bovina pela população tradicionalmente tende a se manter baixo em janeiro. Além do período ser caracterizado pelo aumento de despesas (IPVA, IPTU, material escolar), observa-se redução nos preços das principais proteínas concorrentes, frango e suíno. Com isso, o consumidor tende a migrar para fontes de proteínas mais baratas.<br /><br /> A indústria, de um modo geral, apresentou escalas de abate confortáveis, e ofertou valores abaixo da referência média, pressionando negativamente o valor da @.<br /><br /> As chuvas, de um modo geral, trouxeram boas condições de pastagem e isso possibilita que a ponta vendedora consiga segurar o animal no pasto por mais tempo, em busca de valores de negociações mais favoráveis, fato que limita queda mais acentuadas na cotação do boi gordo.<br /><br /> Os pecuaristas podem contar com Banco do Brasil para auxiliar no desenvolvimento das atividades necessárias na condução de seus sistemas de produção de carne bovina. Para estes desafios, o Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de Opções e mercado a termo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52614914</guid><pubDate>Thu, 02 Feb 2023 13:22:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52614914/20230202_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3360853" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 2 de fevereiro de 2023, meu nome é Marcelo Luiz Pinto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares – MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.

 Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 2 de fevereiro de 2023, meu nome é Marcelo Luiz Pinto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares – MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br /> Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 107,09 mil toneladas de carne bovina in natura nos primeiros 15 dias úteis de janeiro. No ano passado, o mês de janeiro encerrou com 138,06 mil toneladas em 21 dias úteis. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.868, queda de 7% frente ao mesmo período do ano passado e de 1,4% em relação ao mês anterior. A última semana de janeiro semana foi marcada por baixa atividade comercial na China, em decorrência das comemorações do ano novo Lunar.<br /><br /> No dia 31/01/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 288,70. O mercado futuro indicava o boi gordo cotado a R$ 292,90 nos contratos com vencimento para maio de 23.<br /><br /> O mercado de reposição seguiu com preços estáveis. A maior oferta de bezerros, em decorrência da fase do ciclo pecuário, dificulta a reação desta categoria no médio prazo.<br /><br /> O ritmo das negociações foi lento no decorrer da semana. Os preços da carne bovina devem seguir acomodados nesta segunda quinzena do mês, em decorrência da reposição lenta entre o varejo e o atacado. A demanda doméstica permanece enfraquecida. O consumo de carne bovina pela população tradicionalmente tende a se manter baixo em janeiro. Além do período ser caracterizado pelo aumento de despesas (IPVA, IPTU, material escolar), observa-se redução nos preços das principais proteínas concorrentes, frango e suíno. Com isso, o consumidor tende a migrar para fontes de proteínas mais baratas.<br /><br /> A indústria, de um modo geral, apresentou escalas de abate confortáveis, e ofertou valores abaixo da referência média, pressionando negativamente o valor da @.<br /><br /> As chuvas, de um modo geral, trouxeram boas condições de pastagem e isso possibilita que a ponta vendedora consiga segurar o animal no pasto por mais tempo, em busca de valores de negociações mais favoráveis, fato que limita queda mais acentuadas na cotação do boi gordo.<br /><br /> Os pecuaristas podem contar com Banco do Brasil para auxiliar no desenvolvimento das atividades necessárias na condução de seus sistemas de produção de carne bovina. Para estes desafios, o Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de Opções e mercado a termo.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>211</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fffdc2aa756cebcb499dbcf779b59402.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01/02/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-02-2023-cenario-do-cafe-arabica--52604421</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 01 de fevereiro de 2023, meu nome é Clayton Igarashi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br />          A safra 2022/2023 está se desenvolvendo sob altos volumes de precipitação e com temperatura amena na maioria das regiões cafeeiras do Sudeste, propiciando, até o momento, condições para se obter frutos bem desenvolvidos, embora o excesso de umidade esteja dificultando a execução de algumas operações no seu devido tempo, como a capina, adubação do solo e foliar, além do controle fitossanitário.<br /><br />O clima favorável levou os preços externos a atingir, no mês de janeiro, o preço mínimo dos últimos 20 meses, de 142,05 US$c/libra, e os preços internos próximos a R$ 900,00/saca. Mas, na última semana, os baixos estoques e a menor disponibilidade do produto para a exportação pressionaram os preços novamente, levando a cotação a superar o R$ 1050,00/saca.<br /> <br />         Em termos quantitativos, a primeira estimativa de safra da Conab projeta que a safra 2023 de café arábica será cerca de 14,4% superior a 2022.<br /><br />Esta projeção ameniza as preocupações com a disponibilidade de café arábica no pós-colheita da safra brasileira e também sugere o aproveitamento dos atuais preços da entressafra pelo produtor, antes que os compradores voltem seus olhos para a compra da próxima safra, com a pressão de uma melhor oferta de café.<br /><br />O aumento de produtividade e a melhoria da qualidade contribuem para o aumento da rentabilidade da atividade, neste horizonte de maior oferta do produto.<br /><br />Com foco na melhoria do resultado econômico, investimento em maquinários mais produtivos e eficientes para as operações de tratos culturais e para a colheita são alternativas para melhoria da rentabilidade da atividade. No intuito de contribuir com estes objetivos dos cafeicultores, o Banco do Brasil estará presente na FEMAGRI em Guaxupé-MG com a Carreta Agro, e com uma equipe especializada ofertando as melhores soluções de crédito, não só de investimento como também custeio, comercialização e seguros de preços e climáticos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52604421</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2023 12:36:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52604421/20230201_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2568403" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 01 de fevereiro de 2023, meu nome é Clayton Igarashi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.
          A safra 2022/2023 está se desenvolvendo sob altos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 01 de fevereiro de 2023, meu nome é Clayton Igarashi, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.<br />          A safra 2022/2023 está se desenvolvendo sob altos volumes de precipitação e com temperatura amena na maioria das regiões cafeeiras do Sudeste, propiciando, até o momento, condições para se obter frutos bem desenvolvidos, embora o excesso de umidade esteja dificultando a execução de algumas operações no seu devido tempo, como a capina, adubação do solo e foliar, além do controle fitossanitário.<br /><br />O clima favorável levou os preços externos a atingir, no mês de janeiro, o preço mínimo dos últimos 20 meses, de 142,05 US$c/libra, e os preços internos próximos a R$ 900,00/saca. Mas, na última semana, os baixos estoques e a menor disponibilidade do produto para a exportação pressionaram os preços novamente, levando a cotação a superar o R$ 1050,00/saca.<br /> <br />         Em termos quantitativos, a primeira estimativa de safra da Conab projeta que a safra 2023 de café arábica será cerca de 14,4% superior a 2022.<br /><br />Esta projeção ameniza as preocupações com a disponibilidade de café arábica no pós-colheita da safra brasileira e também sugere o aproveitamento dos atuais preços da entressafra pelo produtor, antes que os compradores voltem seus olhos para a compra da próxima safra, com a pressão de uma melhor oferta de café.<br /><br />O aumento de produtividade e a melhoria da qualidade contribuem para o aumento da rentabilidade da atividade, neste horizonte de maior oferta do produto.<br /><br />Com foco na melhoria do resultado econômico, investimento em maquinários mais produtivos e eficientes para as operações de tratos culturais e para a colheita são alternativas para melhoria da rentabilidade da atividade. No intuito de contribuir com estes objetivos dos cafeicultores, o Banco do Brasil estará presente na FEMAGRI em Guaxupé-MG com a Carreta Agro, e com uma equipe especializada ofertando as melhores soluções de crédito, não só de investimento como também custeio, comercialização e seguros de preços e climáticos.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>161</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/01/2023 - BB Família Agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-01-2023-bb-familia-agro--52593331</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 31 de janeiro. Sou Patrícia Valença, assessora na Diretoria de Agronegócios. O BB está presente em toda a cadeia de valor e no dia a dia das famílias do campo. Mais do que ofertar crédito, o Banco está próximo dos produtores rurais, andando lado a lado, para conhecer a sua realidade, suas necessidades e potencialidades e, assim, oferecer soluções que façam sentido para o seu negócio rural.<br /><br /> E que o Banco do Brasil é o maior parceiro do agronegócio brasileiro, você já sabe. Mas você sabia que o BB possui um programa de relacionamento para toda a família do produtor rural? É o programa BB Família Agro. Como você sabe, o relacionamento com o cliente agro tem um longo período de duração, atravessando gerações dentro da mesma família, passando de pai para filho. Por isso a sucessão familiar é um dos temas mais procurados pelos produtores rurais.<br /><br />E pensando nisso, na continuidade dos negócios dos produtores rurais e seus sucessores, o Banco do Brasil lançou, em 2021, o BB Família Agro, que é um programa de relacionamento e benefícios para acompanhamento das primeiras experiências do sucessor agro com o BB.<br /><br />Por meio do Programa BB Família Agro, nós podemos apoiar o sucessor desde suas primeiras operações até seus projetos de longo prazo. Com o atendimento especializado, é possível contar com diversos benefícios, como a continuidade de seus negócios, a manutenção da sua atividade e da renda familiar, a assistência creditícia, a gestão do patrimônio e o planejamento tributário.<br /><br />Analisando o comportamento do produtor rural, percebemos a constante procura por novas tecnologias, principalmente pelos mais jovens. É uma geração que já nasceu utilizando a internet, smartphones, entre outras tecnologias.<br /><br />A identificação de clientes em processo de sucessão familiar permite que o BB desenvolva produtos e soluções adequados às necessidades da família rural, fato que gera oportunidades negociais atrativas para a transição da gestão do negócio.<br /><br />Nós, do Banco do Brasil, queremos que a parceria conquistada pelo cliente ao longo dos anos se estenda a todos os membros da família. E que essa percepção de valor tão presente nos pais seja percebida também pelos filhos; que eles saibam que podem contar com a gente da mesma forma que seus pais sempre contaram.<br /><br />Produtor rural: Queremos estar mais próximos de você no processo de transição da gestão do seu negócio. Deseja mais informações? Converse com o seu gerente e conheça mais sobre o Programa no Portal bb.com.br/agronegócios/BB Família Agro Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<b></b>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52593331</guid><pubDate>Tue, 31 Jan 2023 12:29:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52593331/20230131_bbcast_agro_familia_agro.mp3" length="3475792" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 31 de janeiro. Sou Patrícia Valença, assessora na Diretoria de Agronegócios. O BB está presente em toda a cadeia de valor e no dia a dia das famílias do campo. Mais do que ofertar crédito, o Banco está próximo dos produtores rurais,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 31 de janeiro. Sou Patrícia Valença, assessora na Diretoria de Agronegócios. O BB está presente em toda a cadeia de valor e no dia a dia das famílias do campo. Mais do que ofertar crédito, o Banco está próximo dos produtores rurais, andando lado a lado, para conhecer a sua realidade, suas necessidades e potencialidades e, assim, oferecer soluções que façam sentido para o seu negócio rural.<br /><br /> E que o Banco do Brasil é o maior parceiro do agronegócio brasileiro, você já sabe. Mas você sabia que o BB possui um programa de relacionamento para toda a família do produtor rural? É o programa BB Família Agro. Como você sabe, o relacionamento com o cliente agro tem um longo período de duração, atravessando gerações dentro da mesma família, passando de pai para filho. Por isso a sucessão familiar é um dos temas mais procurados pelos produtores rurais.<br /><br />E pensando nisso, na continuidade dos negócios dos produtores rurais e seus sucessores, o Banco do Brasil lançou, em 2021, o BB Família Agro, que é um programa de relacionamento e benefícios para acompanhamento das primeiras experiências do sucessor agro com o BB.<br /><br />Por meio do Programa BB Família Agro, nós podemos apoiar o sucessor desde suas primeiras operações até seus projetos de longo prazo. Com o atendimento especializado, é possível contar com diversos benefícios, como a continuidade de seus negócios, a manutenção da sua atividade e da renda familiar, a assistência creditícia, a gestão do patrimônio e o planejamento tributário.<br /><br />Analisando o comportamento do produtor rural, percebemos a constante procura por novas tecnologias, principalmente pelos mais jovens. É uma geração que já nasceu utilizando a internet, smartphones, entre outras tecnologias.<br /><br />A identificação de clientes em processo de sucessão familiar permite que o BB desenvolva produtos e soluções adequados às necessidades da família rural, fato que gera oportunidades negociais atrativas para a transição da gestão do negócio.<br /><br />Nós, do Banco do Brasil, queremos que a parceria conquistada pelo cliente ao longo dos anos se estenda a todos os membros da família. E que essa percepção de valor tão presente nos pais seja percebida também pelos filhos; que eles saibam que podem contar com a gente da mesma forma que seus pais sempre contaram.<br /><br />Produtor rural: Queremos estar mais próximos de você no processo de transição da gestão do seu negócio. Deseja mais informações? Converse com o seu gerente e conheça mais sobre o Programa no Portal bb.com.br/agronegócios/BB Família Agro Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!<b></b>]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,familia,produtorrural,somosbroto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/eb6859b00c20d784e6f83225dcc6c9c6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/01/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-01-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52582533</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de janeiro, meu nome é Guilherme Galvani, gerente de soluções na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Segundo o NOAA, estão previstas chuvas para boa parte da América do Sul. Para o Brasil, há perspectiva de boas precipitações nas regiões produtoras de soja, mas com menor volume para a BA e RS.<br />      Na região Centro-Oeste, em destaque GO e MT, espera-se condições de campo favoráveis para o avanço da colheita. Há chuvas previstas também para a Argentina e para o Paraguai, variando de 25 a 45 mm, volume ainda insuficiente para reverter as perdas em grande parte das lavouras argentinas.<br />      Com retorno da China, o mercado aguarda maior direcionamento da demanda do país para aquisição de produto da América do Sul. São esperados reflexos positivos na demanda e PIB do país com a flexibilização de medidas de contensão da Covid. Ainda seguem presentes como fundamentos de pressão negativa para precificação da commodity o risco de recessão mundial e o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br />       A grande oferta de soja no Brasil, com a colheita avançando e com boas  produtividades registradas, irão pesar no mercado. Assim, o mercado tenderá a seguir com baixa no curto e médio prazo.. <br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho, h</b>á previsão de boas precipitações para a Argentina nos próximos dias, o que pode pressionar negativamente as cotações externas. As chuvas recentes atenuaram as condições ruins das lavouras do país. De acordo com a Bolsa de Cereales, as lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 12% (ante 5% da semana anterior), 49% normais (ante 48%) e 39% regulares ou ruins (ante 47%). O órgão destacou que as recentes chuvas embora melhorem as perspectivas do milho plantado tardiamente, o mesmo não reflete nas primeiras lavouras plantadas, já com perdas consolidadas.<br />         O viés de alta nas cotações externas poderá vir com a volta da China nas compras do cereal no mercado global, após uma semana ausente dado o feriado de comemoração do Ano-Novo chinês.<br />       No Brasil, a expectativa ainda é de maior oferta de milho com o avanço da colheita da safra de verão (no dia 23 a Conab estimou cerca de 5,5% da área colhida, com o Rio Grande do Sul à frente - 24%) e aumento da comercialização do milho remanescente da safra 2021/22, podendo refletir em uma semana com preços estáveis, com viés de baixa.     <b><br /></b><b>      </b> <b>Para o café, </b>  a previsão climática indica permanência de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente nas áreas de arábica em Minas Gerais.<br />       A demanda mais forte no curto prazo, entressafra no Brasil, valorização do real e fundos com alta posição vendida, estimulam alta moderada para a semana.<br />       Somam-se também problemas climáticos na Colômbia e Indonésia nesse contexto de alta moderada no curto prazo.<br />       Ainda, os baixos estoques de robusta e previsão de menor produção na Indonésia sugerem menor disponibilidade no período 23/24, que também traz reflexos no mercado do café arábica.        Neste contexto, temos um cenário interno e externo no curto prazo indicando pressão altista moderada, amenizada no longo prazo com clima favorável no Brasil.<br />     E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: os preços da carne bovina devem seguir acomodados nesta segunda quinzena do mês, em decorrência da reposição lenta entre o varejo e o atacado. A demanda doméstica permanece enfraquecida. No curto prazo o cenário aponta para queda nos preços.<br />       Em decorrência dos gastos de início e ano (impostos, material escolar e outros) a população se encontra descapitalizada, assim, o consumidor busca por fontes de proteínas mais acessíveis, como a carne de frango, suínos e ovos.<br />        Os frigoríficos, devem seguir com escalas de abate confortáveis, refletindo em pressão negativa nos preços da arroba no curto prazo. As boas condições de pastagens permitem que os pecuaristas desfrutem do poder de reter o gado e esperar um melhor momento para comercializá-lo, fato que limita quedas mais acentuadas na cotação do boi gordo.<br /><br /> Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52582533</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2023 12:45:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52582533/20230130_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4134914" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de janeiro, meu nome é Guilherme Galvani, gerente de soluções na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de janeiro, meu nome é Guilherme Galvani, gerente de soluções na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /><b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />      Segundo o NOAA, estão previstas chuvas para boa parte da América do Sul. Para o Brasil, há perspectiva de boas precipitações nas regiões produtoras de soja, mas com menor volume para a BA e RS.<br />      Na região Centro-Oeste, em destaque GO e MT, espera-se condições de campo favoráveis para o avanço da colheita. Há chuvas previstas também para a Argentina e para o Paraguai, variando de 25 a 45 mm, volume ainda insuficiente para reverter as perdas em grande parte das lavouras argentinas.<br />      Com retorno da China, o mercado aguarda maior direcionamento da demanda do país para aquisição de produto da América do Sul. São esperados reflexos positivos na demanda e PIB do país com a flexibilização de medidas de contensão da Covid. Ainda seguem presentes como fundamentos de pressão negativa para precificação da commodity o risco de recessão mundial e o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br />       A grande oferta de soja no Brasil, com a colheita avançando e com boas  produtividades registradas, irão pesar no mercado. Assim, o mercado tenderá a seguir com baixa no curto e médio prazo.. <br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho, h</b>á previsão de boas precipitações para a Argentina nos próximos dias, o que pode pressionar negativamente as cotações externas. As chuvas recentes atenuaram as condições ruins das lavouras do país. De acordo com a Bolsa de Cereales, as lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 12% (ante 5% da semana anterior), 49% normais (ante 48%) e 39% regulares ou ruins (ante 47%). O órgão destacou que as recentes chuvas embora melhorem as perspectivas do milho plantado tardiamente, o mesmo não reflete nas primeiras lavouras plantadas, já com perdas consolidadas.<br />         O viés de alta nas cotações externas poderá vir com a volta da China nas compras do cereal no mercado global, após uma semana ausente dado o feriado de comemoração do Ano-Novo chinês.<br />       No Brasil, a expectativa ainda é de maior oferta de milho com o avanço da colheita da safra de verão (no dia 23 a Conab estimou cerca de 5,5% da área colhida, com o Rio Grande do Sul à frente - 24%) e aumento da comercialização do milho remanescente da safra 2021/22, podendo refletir em uma semana com preços estáveis, com viés de baixa.     <b><br /></b><b>      </b> <b>Para o café, </b>  a previsão climática indica permanência de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente nas áreas de arábica em Minas Gerais.<br />       A demanda mais forte no curto prazo, entressafra no Brasil, valorização do real e fundos com alta posição vendida, estimulam alta moderada para a semana.<br />       Somam-se também problemas climáticos na Colômbia e Indonésia nesse contexto de alta moderada no curto prazo.<br />       Ainda, os baixos estoques de robusta e previsão de menor produção na Indonésia sugerem menor disponibilidade no período 23/24, que também traz reflexos no mercado do café arábica.        Neste contexto, temos um cenário interno e externo no curto prazo indicando pressão altista moderada, amenizada no longo prazo com clima favorável no Brasil.<br />     E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos: os preços da carne bovina devem seguir acomodados nesta segunda quinzena do mês, em decorrência da reposição lenta entre o varejo e o atacado. A demanda doméstica permanece enfraquecida. No curto prazo o cenário aponta para queda nos preços.<br />       Em decorrência dos gastos de início e ano (impostos, material escolar e outros) a população se encontra descapitalizada, assim, o consumidor busca por fontes de proteínas mais acessíveis,...]]></itunes:summary><itunes:duration>259</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/01/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-01-2023-cenario-do-milho--52560241</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 27 de janeiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e falaremos sobre o cenário do milho.   <br /><br />  Nos últimos dias, os contratos futuros na Bolsa de Chicago apresentaram maior volatilidade. O relatório de Oferta e Demanda, divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano na primeira quinzena de janeiro, que trouxe reduções nos estoques finais globais e dos EUA, fortaleceram as cotações no mercado externo. Já a previsão climática de maiores chuvas no hemisfério sul para essa semana, em especial na Argentina, que vêm sofrendo com clima quente e seco, deu o viés de baixa para os contratos. Mesmo com essa volatilidade, as cotações encontram-se em valores acima da média histórica, sendo considerado em patamares elevados. O vencimento de março/23 encerrou o dia 25 de janeiro cotado a U$6,75 por bushel. As boas chuvas previstas na Argentina poderão estabilizar as perdas, mas não se descarta nova redução da produção total do país no próximo relatório do USDA.<br /><br />    Aqui no Brasil, os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações do milho, tanto no mercado futuro quanto no mercado físico. Além de acompanhar baixas nas cotações externas e no dólar, a maior oferta do grão com o início da colheita de milho da safra de verão, e a necessidade em liberar espaço nos armazéns para a entrada da safra de soja, que também entrou na fase de colheita, principalmente no Centro-Oeste, pressionaram ainda mais as cotações. Na B3, o contrato com vencimento em maio/23 encerrou o dia 25 de janeiro cotado a R$ 89,14/saca, queda de 2,77% nos últimos dias. O preço físico referência Campinas/CEPEA encerrou o dia 25 cotado a R$ 85,22/saca, queda de 1,41% no mesmo período.<br /><br />    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52560241</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2023 12:37:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52560241/20230127_bbcast_agro_milho.mp3" length="2890231" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 27 de janeiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e falaremos sobre o cenário do milho.   

  Nos últimos dias, os contratos futuros na Bolsa de Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 27 de janeiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Bauru – São Paulo e falaremos sobre o cenário do milho.   <br /><br />  Nos últimos dias, os contratos futuros na Bolsa de Chicago apresentaram maior volatilidade. O relatório de Oferta e Demanda, divulgado pelo Departamento de Agricultura Americano na primeira quinzena de janeiro, que trouxe reduções nos estoques finais globais e dos EUA, fortaleceram as cotações no mercado externo. Já a previsão climática de maiores chuvas no hemisfério sul para essa semana, em especial na Argentina, que vêm sofrendo com clima quente e seco, deu o viés de baixa para os contratos. Mesmo com essa volatilidade, as cotações encontram-se em valores acima da média histórica, sendo considerado em patamares elevados. O vencimento de março/23 encerrou o dia 25 de janeiro cotado a U$6,75 por bushel. As boas chuvas previstas na Argentina poderão estabilizar as perdas, mas não se descarta nova redução da produção total do país no próximo relatório do USDA.<br /><br />    Aqui no Brasil, os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações do milho, tanto no mercado futuro quanto no mercado físico. Além de acompanhar baixas nas cotações externas e no dólar, a maior oferta do grão com o início da colheita de milho da safra de verão, e a necessidade em liberar espaço nos armazéns para a entrada da safra de soja, que também entrou na fase de colheita, principalmente no Centro-Oeste, pressionaram ainda mais as cotações. Na B3, o contrato com vencimento em maio/23 encerrou o dia 25 de janeiro cotado a R$ 89,14/saca, queda de 2,77% nos últimos dias. O preço físico referência Campinas/CEPEA encerrou o dia 25 cotado a R$ 85,22/saca, queda de 1,41% no mesmo período.<br /><br />    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/01/2023 - Cenário da avicultura de postura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-01-2023-cenario-da-avicultura-de-postura--52550219</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 26 de janeiro de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos.<br /><br />Em 2022 o alojamento de pintainhas comerciais alcançou cerca de 92.380 aves, quantidade 0,16% superior ao ano de 2021. Se comparado com 2020, houve redução de 5,4%. A manutenção do plantel em níveis mais baixos tem resultado em um mercado de ovos com oferta mais ajustada.   Para o ano de 2023, o CEPEA estima que a produção de brasileira de ovos destinado ao consumo registrará aumento de 0,1% em relação a 2022, podendo chegar a 3,2 bilhões de dúzias.<br /><br />  Os principais itens de custo de produção da atividade, milho e farelo de soja, tiveram posições contrárias no decorrer do ano de 2022. Enquanto o milho sofreu queda na cotação de 10,4%, o farelo de soja teve aumento no seu preço em cerca de 14,35%.<br /><br /> De janeiro a dezembro de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 45,75%, sendo comercializada, no final do ano, por R$ 154,44.<br /><br /> Com a queda no preço do milho e melhora no preço dos ovos, ocorreu a melhora na relação de troca entre janeiro e dezembro de 2022, sendo possível comprar em média 3,6 kgs de milho com a venda de uma caixa de ovos, enquanto em 2021 comprava-se 2,6 kgs.<br /><br /> A relação de troca farelo de soja/dz de ovos nos últimos 12 meses também melhorou. A melhora da relação de troca se deu pelo fato da alta no preço da caixa de ovos ter sido superior à do farelo de soja. Enquanto o avicultor comprava 1,42 kg de farelo de soja em janeiro de 2022, em dezembro passou a comprar 1,81 kg. Neste cenário, podemos observar melhora na rentabilidade da atividade, mas com margens ainda reduzidas.<br /><br /> Considerando o alto consumo de energia elétrica da atividade, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de substituir a fonte de energia convencional por energia renovável através de financiamento nas linhas de crédito de investimento, promovendo a sustentabilidade dos negócios.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52550219</guid><pubDate>Thu, 26 Jan 2023 12:49:20 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52550219/20230125_bbcast_agro_avicultura_postura.mp3" length="3649663" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 26 de janeiro de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos.

Em 2022 o alojamento de pintainhas comerciais alcançou cerca de 92.380...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 26 de janeiro de 2023, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos.<br /><br />Em 2022 o alojamento de pintainhas comerciais alcançou cerca de 92.380 aves, quantidade 0,16% superior ao ano de 2021. Se comparado com 2020, houve redução de 5,4%. A manutenção do plantel em níveis mais baixos tem resultado em um mercado de ovos com oferta mais ajustada.   Para o ano de 2023, o CEPEA estima que a produção de brasileira de ovos destinado ao consumo registrará aumento de 0,1% em relação a 2022, podendo chegar a 3,2 bilhões de dúzias.<br /><br />  Os principais itens de custo de produção da atividade, milho e farelo de soja, tiveram posições contrárias no decorrer do ano de 2022. Enquanto o milho sofreu queda na cotação de 10,4%, o farelo de soja teve aumento no seu preço em cerca de 14,35%.<br /><br /> De janeiro a dezembro de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 45,75%, sendo comercializada, no final do ano, por R$ 154,44.<br /><br /> Com a queda no preço do milho e melhora no preço dos ovos, ocorreu a melhora na relação de troca entre janeiro e dezembro de 2022, sendo possível comprar em média 3,6 kgs de milho com a venda de uma caixa de ovos, enquanto em 2021 comprava-se 2,6 kgs.<br /><br /> A relação de troca farelo de soja/dz de ovos nos últimos 12 meses também melhorou. A melhora da relação de troca se deu pelo fato da alta no preço da caixa de ovos ter sido superior à do farelo de soja. Enquanto o avicultor comprava 1,42 kg de farelo de soja em janeiro de 2022, em dezembro passou a comprar 1,81 kg. Neste cenário, podemos observar melhora na rentabilidade da atividade, mas com margens ainda reduzidas.<br /><br /> Considerando o alto consumo de energia elétrica da atividade, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de substituir a fonte de energia convencional por energia renovável através de financiamento nas linhas de crédito de investimento, promovendo a sustentabilidade dos negócios.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>229</itunes:duration><itunes:keywords>avicultores,avicultura,comerciais,comercialização,investimento,mercado,natura,ovos,postura,preços,processados,produção,produtividade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3455888f99dabe47cd3ca9b6236c5b18.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/01/2023- Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-01-2023-cenario-do-arroz--52540140</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de janeiro, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Passo Fundo, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com dados da divulgados pela CONAB no mês de janeiro, houve redução de 9,3% na área plantada com arroz no Brasil em comparação com a safra anterior, atingindo hum milhão, quatrocentos e sessenta e oito mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, trezentos e cinquenta e sete mil toneladas, uma redução de 4% em relação à safra 2021/2022. A estimativa é que o estoque de passagem final da safra 2022/23 deverá ser 12% menor.<br /><br />No RS, que representa 72% da produção nacional, a semeadura da safra 2022/2023 foi concluída, com área total de 862.600 hectares, uma redução de 9,9% em relação à safra passada. Estima-se uma redução em torno de 2,8% na produção.<br /><br />No tocante às exportações, destaca-se que de janeiro a dezembro de 2022, o saldo da balança comercial foi superavitário em 968 mil toneladas, conforme IRGA RS, o mercado brasileiro de arroz esteve arrastado na primeira quinzena de janeiro, esvaziado pelas festividades de Ano Novo. A expectativa é de uma gradual retomada da demanda, com o avanço do consumo de produtos básicos.<br /><br />O Indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) em 23 de janeiro, foi de R$ 91,59/saca de 50 kg, acumulando baixa de 0,25% no mês. Em relação a janeiro/2022, o Indicador acumulou elevação de 46%.<br /><br />É importante ressaltar que devido ao evento La Niña, o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores. Os reservatórios e rios que abastecem as lavouras estão com seus níveis abaixo do normal para a época. Isso, em conjunto com o avanço da salinização na lagoa dos Patos, já está provocando abandono pontual de áreas por falta de água.<br /><br />O arroz possui volatilidade de preços durante o ano, pensando nisso, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização, que permite a armazenagem e a venda da sua produção nas melhores épocas.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52540140</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2023 14:37:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52540140/20230125_bbcast_agro_arroz.mp3" length="2534966" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 25 de janeiro, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Passo Fundo, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.

De acordo com dados da divulgados pela CONAB no mês de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 25 de janeiro, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Passo Fundo, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com dados da divulgados pela CONAB no mês de janeiro, houve redução de 9,3% na área plantada com arroz no Brasil em comparação com a safra anterior, atingindo hum milhão, quatrocentos e sessenta e oito mil hectares. A produção está estimada em dez milhões, trezentos e cinquenta e sete mil toneladas, uma redução de 4% em relação à safra 2021/2022. A estimativa é que o estoque de passagem final da safra 2022/23 deverá ser 12% menor.<br /><br />No RS, que representa 72% da produção nacional, a semeadura da safra 2022/2023 foi concluída, com área total de 862.600 hectares, uma redução de 9,9% em relação à safra passada. Estima-se uma redução em torno de 2,8% na produção.<br /><br />No tocante às exportações, destaca-se que de janeiro a dezembro de 2022, o saldo da balança comercial foi superavitário em 968 mil toneladas, conforme IRGA RS, o mercado brasileiro de arroz esteve arrastado na primeira quinzena de janeiro, esvaziado pelas festividades de Ano Novo. A expectativa é de uma gradual retomada da demanda, com o avanço do consumo de produtos básicos.<br /><br />O Indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) em 23 de janeiro, foi de R$ 91,59/saca de 50 kg, acumulando baixa de 0,25% no mês. Em relação a janeiro/2022, o Indicador acumulou elevação de 46%.<br /><br />É importante ressaltar que devido ao evento La Niña, o clima seco e as altas temperaturas estão causando preocupação aos produtores. Os reservatórios e rios que abastecem as lavouras estão com seus níveis abaixo do normal para a época. Isso, em conjunto com o avanço da salinização na lagoa dos Patos, já está provocando abandono pontual de áreas por falta de água.<br /><br />O arroz possui volatilidade de preços durante o ano, pensando nisso, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização, que permite a armazenagem e a venda da sua produção nas melhores épocas.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>159</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c476245439e6cd88477fcf508826255c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/01/2023 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-01-2023-cenario-da-cana-de-acucar--52528377</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de JANEIRO de 2023, meu nome é GRAÇA FOGLI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em ARARAQUARA, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A nova safra 23/24, com início em abril, tem estimativa de produção 4,6% superior ao volume esperado na safra 22/23 e deve totalizar cerca de 580 milhões de toneladas. Esta expectativa de aumento está mais relacionada à ganhos de produtividade do que ao aumento de área cultivada. <br /><br /> A produtividade esperada é de 75,5 t/ha, alta de 4,2% em relação à safra atual, que está finalizando. O ligeiro aumento na área plantada para a safra 23/24 remete a um começo de recuperação das áreas perdidas para a soja e milho. A safra 22/23 registrou a menor área de cultivo de cana em mais de dez anos, segundo informações publicadas pela UDOP.<br /><br />Frente ao aumento de produção prevista, crescem as projeções para açúcar e etanol. De acordo com o Pecege, a produção de açúcar será de 35,5 mi t, alta de mais de 7% em relação à projeção da safra 22/23. O etanol de cana também terá crescimento, em torno de 6%, atingindo 27 bilhões de litros.<br /><br />A cotação média do barril do petróleo em 2023 tende a ser menor do que a de 2022, considerando a desaceleração da economia mundial. Este fator tem relação direta na precificação do etanol, podendo resultar em alterações no mix de produção “açúcar/etanol” ao longo da safra. Ainda, decisões político/governamentais, como a manutenção ou não do subsídio aos combustíveis, são fatores que podem influenciar a decisão de produção da indústria sucroenergética.<br /><br />A fixação de preços do açúcar teve um salto significativo de outubro para novembro do ano passado, mudando a posição de 39% para 61%. Isto significa 14,64 milhões de toneladas do montante estimado para exportação.<br /><br /> Quanto à Sustentabilidade, o programa RenovaBio movimentará 37,47 milhões de Créditos de Descarbonização - os CBios, até 31 de março de 2024. Juntas, as três maiores distribuidoras do país - Vibra, Raízen e Ipiranga, somam quase 2/3 nesta participação do mercado de combustíveis fósseis, sendo as únicas empresas com metas individuais acima de 1 milhão de créditos.<br /><br /> O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52528377</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2023 12:55:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52528377/20230124_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3612883" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de JANEIRO de 2023, meu nome é GRAÇA FOGLI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em ARARAQUARA, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.

A nova safra 23/24, com início em abril, tem estimativa de produção 4,6%...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de JANEIRO de 2023, meu nome é GRAÇA FOGLI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em ARARAQUARA, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A nova safra 23/24, com início em abril, tem estimativa de produção 4,6% superior ao volume esperado na safra 22/23 e deve totalizar cerca de 580 milhões de toneladas. Esta expectativa de aumento está mais relacionada à ganhos de produtividade do que ao aumento de área cultivada. <br /><br /> A produtividade esperada é de 75,5 t/ha, alta de 4,2% em relação à safra atual, que está finalizando. O ligeiro aumento na área plantada para a safra 23/24 remete a um começo de recuperação das áreas perdidas para a soja e milho. A safra 22/23 registrou a menor área de cultivo de cana em mais de dez anos, segundo informações publicadas pela UDOP.<br /><br />Frente ao aumento de produção prevista, crescem as projeções para açúcar e etanol. De acordo com o Pecege, a produção de açúcar será de 35,5 mi t, alta de mais de 7% em relação à projeção da safra 22/23. O etanol de cana também terá crescimento, em torno de 6%, atingindo 27 bilhões de litros.<br /><br />A cotação média do barril do petróleo em 2023 tende a ser menor do que a de 2022, considerando a desaceleração da economia mundial. Este fator tem relação direta na precificação do etanol, podendo resultar em alterações no mix de produção “açúcar/etanol” ao longo da safra. Ainda, decisões político/governamentais, como a manutenção ou não do subsídio aos combustíveis, são fatores que podem influenciar a decisão de produção da indústria sucroenergética.<br /><br />A fixação de preços do açúcar teve um salto significativo de outubro para novembro do ano passado, mudando a posição de 39% para 61%. Isto significa 14,64 milhões de toneladas do montante estimado para exportação.<br /><br /> Quanto à Sustentabilidade, o programa RenovaBio movimentará 37,47 milhões de Créditos de Descarbonização - os CBios, até 31 de março de 2024. Juntas, as três maiores distribuidoras do país - Vibra, Raízen e Ipiranga, somam quase 2/3 nesta participação do mercado de combustíveis fósseis, sendo as únicas empresas com metas individuais acima de 1 milhão de créditos.<br /><br /> O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/01/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-01-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52516296</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de janeiro, meu nome é Carlos Eduardo, assessor(a) na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />     Segundo o NOAA, estão previstas chuvas para boa parte da América do Sul. Para o Brasil, as maiores precipitações irão ocorrer nas regiões central, centro-norte, centro-oeste e sudeste. Na região sul, as chuvas são esperadas, porém em menor volume. Há chuvas previstas também para a Argentina e Paraguai, minimizando os impactos nas lavouras. Destacamos que os danos ocorridos nas lavouras da Argentina são irreversíveis.<br />       O programa de importação de soja pela China para 2023 será um importante direcionador da bolsa de Chicago. Há expectativa de aumento da comercialização da safra do Brasil com a entrada de importadores chineses, haja vista que a maior oferta de soja no mercado físico é a brasileira, em decorrência do início da colheita, que deve ganhar ritmo no fim deste mês. Ainda segue refletindo na precificação da commodity o risco de recessão mundial e o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br />         Mesmo com a entrada da safra brasileira, aumentando a oferta do produto no mercado, a diminuição da safra na Argentina deve manter o mercado em estabilidade para o curto e médio prazo.<br /><br />  <b>Em relação ao milho,</b><br />A previsão climática para o período aponta maiores precipitações na Argentina e sul do Brasil (devendo favorecer o Rio Grande do Sul). Aliado a esta previsão, as recentes valorizações das cotações em Chicago podem levar o mercado a um movimento de realização de lucros, pressionando negativamente os futuros na CBOT.<br />                Mesmo com a previsão de melhora climática para os próximos dias na ARG, a estimativa da produção no país já apresenta reduções significativas. De acordo com a Bolsa de Cereales, as lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 5% (ante 7% da semana anterior), 48% normais (ante 46%) e 47% regulares ou ruins (idem semana anterior). O órgão reduziu a estimativa de produção total para 44,5 milhões de toneladas, 14,4% menor que a produção da safra 2021/22. Caso as chuvas não ocorram, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras, o fato deve trazer pressão altista para o mercado externo.<br />                No Brasil, com o início da colheita da soja verão e a necessidade de esvaziar os armazéns que ainda possuem milho a ser comercializado, o avanço nas vendas no mercado físico poderá refletir em uma semana com preços estáveis, com viés de baixa.     <b><br /></b> <b> </b><br /> <b>Para o café, </b>     <br />Previsão climática mantém bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras.<br />       Embora aquém do potencial produtivo, as boas condições climáticas têm favorecido a atual safra de café, que deve ser superior à de 2022, também ensejando otimismo para a próxima safra em 2024 (necessário desenvolvimento vegetativo em 2023 para fase produtiva em 2024).        A previsão da Conab de elevação na produção da safra 23 do Brasil demonstra elevação moderada na oferta de café para ciclo 23/24.<br />       Estoques ICE tendem a continuar em ascensão, após mínima de novembro/22, demonstrando recuperação. Já a Green Coffee Association apresenta valores sem alteração significativa.<br />       Espera-se pressão baixista ante clima favorável no Brasil e recuperação de estoques, limitada pela resistência dos produtores aos menores preços atingidos e baixo volume de café remanescente da safra de 2022.<br /><br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />      A possibilidade de reabertura econômica da China (flexibilização na política de contenção ao Covid), trouxe valorização do Yuan frente ao dólar. Tal fato pode refletir na recuperação do preço médio da tonelada da carne bovina no mercado internacional e trazê-la a preços mais atrativos para a indústria exportadora.<br />       O relatório do USDA estimou maior volume de compra de carne bovina da China e EUA, podendo limitar baixas nos preços da @ no médio/longo prazos.<br />       Brasil e Austrália devem aumentar sua participação nas exportações globais de carne bovina. EUA, Uruguai e Argentina, concorrentes, terão menor participação em decorrência de oferta restrita de produto exportável.<br />       Estes fatos influenciaram positivamente o mercado futuro do boi gordo no decorrer da última semana e podem refletir no mercado físico no médio prazo.<br />       Já no curto prazo, a Indústria, com escala de abate relativamente confortável,  deve  ditar o ritmo de negociações e ofertar valores abaixo da referência média. Assim, para próxima semana, espera-se pressão de baixa na cotação da @.<br /><br />         Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52516296</guid><pubDate>Mon, 23 Jan 2023 13:07:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52516296/20230123_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="4860909" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de janeiro, meu nome é Carlos Eduardo, assessor(a) na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 23 de janeiro, meu nome é Carlos Eduardo, assessor(a) na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciamos nosso panorama pela soja</b>.<br />     Segundo o NOAA, estão previstas chuvas para boa parte da América do Sul. Para o Brasil, as maiores precipitações irão ocorrer nas regiões central, centro-norte, centro-oeste e sudeste. Na região sul, as chuvas são esperadas, porém em menor volume. Há chuvas previstas também para a Argentina e Paraguai, minimizando os impactos nas lavouras. Destacamos que os danos ocorridos nas lavouras da Argentina são irreversíveis.<br />       O programa de importação de soja pela China para 2023 será um importante direcionador da bolsa de Chicago. Há expectativa de aumento da comercialização da safra do Brasil com a entrada de importadores chineses, haja vista que a maior oferta de soja no mercado físico é a brasileira, em decorrência do início da colheita, que deve ganhar ritmo no fim deste mês. Ainda segue refletindo na precificação da commodity o risco de recessão mundial e o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br />         Mesmo com a entrada da safra brasileira, aumentando a oferta do produto no mercado, a diminuição da safra na Argentina deve manter o mercado em estabilidade para o curto e médio prazo.<br /><br />  <b>Em relação ao milho,</b><br />A previsão climática para o período aponta maiores precipitações na Argentina e sul do Brasil (devendo favorecer o Rio Grande do Sul). Aliado a esta previsão, as recentes valorizações das cotações em Chicago podem levar o mercado a um movimento de realização de lucros, pressionando negativamente os futuros na CBOT.<br />                Mesmo com a previsão de melhora climática para os próximos dias na ARG, a estimativa da produção no país já apresenta reduções significativas. De acordo com a Bolsa de Cereales, as lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 5% (ante 7% da semana anterior), 48% normais (ante 46%) e 47% regulares ou ruins (idem semana anterior). O órgão reduziu a estimativa de produção total para 44,5 milhões de toneladas, 14,4% menor que a produção da safra 2021/22. Caso as chuvas não ocorram, o que pode prejudicar ainda mais as lavouras, o fato deve trazer pressão altista para o mercado externo.<br />                No Brasil, com o início da colheita da soja verão e a necessidade de esvaziar os armazéns que ainda possuem milho a ser comercializado, o avanço nas vendas no mercado físico poderá refletir em uma semana com preços estáveis, com viés de baixa.     <b><br /></b> <b> </b><br /> <b>Para o café, </b>     <br />Previsão climática mantém bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras.<br />       Embora aquém do potencial produtivo, as boas condições climáticas têm favorecido a atual safra de café, que deve ser superior à de 2022, também ensejando otimismo para a próxima safra em 2024 (necessário desenvolvimento vegetativo em 2023 para fase produtiva em 2024).        A previsão da Conab de elevação na produção da safra 23 do Brasil demonstra elevação moderada na oferta de café para ciclo 23/24.<br />       Estoques ICE tendem a continuar em ascensão, após mínima de novembro/22, demonstrando recuperação. Já a Green Coffee Association apresenta valores sem alteração significativa.<br />       Espera-se pressão baixista ante clima favorável no Brasil e recuperação de estoques, limitada pela resistência dos produtores aos menores preços atingidos e baixo volume de café remanescente da safra de 2022.<br /><br />E finalizando com o <b>Boi Gordo</b> temos:<br />      A possibilidade de reabertura econômica da China (flexibilização na política de contenção ao Covid), trouxe valorização do Yuan frente ao dólar. Tal fato pode refletir na recuperação do preço médio da tonelada da...]]></itunes:summary><itunes:duration>304</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/01/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-01-2023-cenario-da-soja--52494205</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 20 de janeiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/23 apresentou alta de 2,03% em janeiro de 2023, sendo cotado à U$ 15,23/bushel no dia 18/01. Os ajustes apresentados no relatório de oferta e demanda do USDA foram os principais impulsionadores das cotações. Outros fatores que vêm contribuindo para os patamares de preços atuais são: a diminuição das restrições da política de Covid zero na China, as tensões geopolíticas no leste europeu e os problemas climáticos na América do Sul.<br /><br />No mercado interno, a soja foi cotada na Esalq/BMF/BOVESPA a R$ 177,07 a saca em 18/01, representando baixa de 3,91% desde o início de janeiro. O prêmio no porto de Paranaguá para fevereiro/23 está sendo cotado a 0,60 US$/Bushel, já refletindo a entrada da safra 22/23. Com o início da colheita no Brasil, a oferta da nova safra tende a pressionar os prêmios nos portos brasileiros.<br /><br /> As condições das lavouras na América do Sul seguem influenciando na CBOT. No Brasil, o plantio já alcançou 99,2% da área estimada, conforme a CONAB. As condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras de modo geral, exceto RS, onde as baixas precipitações vêm adiando a finalização do plantio e ocasionando problemas no desenvolvimento da cultura, assim como na Argentina, que também sofre com a estiagem, porém de forma mais intensa, com perdas já consolidadas.<br /><br />A CONAB registrou no seu 4° Levantamento da Safra 2022/23 a ampliação de da área cultivada, passando para 43,59 milhões de ha, e redução da produção, para 152,71 milhões de toneladas, em função dos problemas climáticos no RS. De acordo com o INMET, estão previstas chuvas volumosas até o final do mês em grande parte do País. Somente o RS e no Centro-Sul do MS permanecem com precipitações reduzidas.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida, diretamente no aplicativo do BB.<br /><br />   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Um ótimo ano novo a todos os produtores rurais e suas famílias e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52494205</guid><pubDate>Fri, 20 Jan 2023 14:13:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52494205/20230120_bbcast_agro_soja.mp3" length="3097121" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 20 de janeiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.

   O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/23 apresentou alta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 20 de janeiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />   O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/23 apresentou alta de 2,03% em janeiro de 2023, sendo cotado à U$ 15,23/bushel no dia 18/01. Os ajustes apresentados no relatório de oferta e demanda do USDA foram os principais impulsionadores das cotações. Outros fatores que vêm contribuindo para os patamares de preços atuais são: a diminuição das restrições da política de Covid zero na China, as tensões geopolíticas no leste europeu e os problemas climáticos na América do Sul.<br /><br />No mercado interno, a soja foi cotada na Esalq/BMF/BOVESPA a R$ 177,07 a saca em 18/01, representando baixa de 3,91% desde o início de janeiro. O prêmio no porto de Paranaguá para fevereiro/23 está sendo cotado a 0,60 US$/Bushel, já refletindo a entrada da safra 22/23. Com o início da colheita no Brasil, a oferta da nova safra tende a pressionar os prêmios nos portos brasileiros.<br /><br /> As condições das lavouras na América do Sul seguem influenciando na CBOT. No Brasil, o plantio já alcançou 99,2% da área estimada, conforme a CONAB. As condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras de modo geral, exceto RS, onde as baixas precipitações vêm adiando a finalização do plantio e ocasionando problemas no desenvolvimento da cultura, assim como na Argentina, que também sofre com a estiagem, porém de forma mais intensa, com perdas já consolidadas.<br /><br />A CONAB registrou no seu 4° Levantamento da Safra 2022/23 a ampliação de da área cultivada, passando para 43,59 milhões de ha, e redução da produção, para 152,71 milhões de toneladas, em função dos problemas climáticos no RS. De acordo com o INMET, estão previstas chuvas volumosas até o final do mês em grande parte do País. Somente o RS e no Centro-Sul do MS permanecem com precipitações reduzidas.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida, diretamente no aplicativo do BB.<br /><br />   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Um ótimo ano novo a todos os produtores rurais e suas famílias e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>194</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/01/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-01-2023-cenario-do-boi-gordo--52483452</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de janeiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, nos 10 dias úteis de janeiro de 2023, o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 77,82 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.868, queda de 7% frente ao mesmo período do ano passado e de 1,4% em relação ao mês anterior.<br /><br />No mercado externo, o recente fortalecimento da moeda chinesa em relação ao dólar, impulsionado pela flexibilização de medidas prevenção ao Covid e correlata previsão de crescimento econômico, podem indicar que o valor da tonelada da carne in natura encontrou um preço mínimo e, assim, iniciar um movimento de reação, chegando a patamares que tornem a exportação mais atrativa para a indústria, fato que afetaria positivamente o valor da @ no mercado físico.<br /><br />Somado a isso, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado dia 12/01/2023, revisou para cima as importações de carne vermelha pela China. O USDA ainda prevê que o Brasil e a Austrália, por se encontrarem em uma fase do ciclo pecuário de expansão de rebanho, devem ganhar participação no mercado internacional, uma vez que é previsto menor volume exportado pelos seus concorrentes, EUA, Uruguai e Argentina.<br /><br />No mercado doméstico, os cortes de frango apresentaram queda na últimas semanas, devido a excesso de oferta, fato que pesa na decisão do consumidor na escolha da proteína, que opta pela proteína mais barata em detrimento à carne bovina. A isso, somam-se os gastos de início de ano, como impostos e materiais escolares, que diminuem o poder de compra da população.<br /><br />Os frigoríficos, com escalas de abate relativamente confortável, entre 5 e 7 dias úteis, seguem ofertando menores valores pelo preço da @.<br /><br />No dia 16/01/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 287,60. O mercado futuro indicava o boi gordo cotado a R$ 273,35 nos contratos com vencimento para maio de 23.<br /><br />As chuvas trouxeram boas condições de pastagem no país, o que amplia a capacidade do pecuarista de reter o gado e esperar o melhor momento para negociá-lo, evitando quedas mais acentuadas no valor da @.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza a oportunidade de proteção contra queda nos preços com os contratos de opções e a termo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />  Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52483452</guid><pubDate>Thu, 19 Jan 2023 12:32:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52483452/20230119_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3775469" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de janeiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, nos 10 dias úteis...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de janeiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, nos 10 dias úteis de janeiro de 2023, o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 77,82 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.868, queda de 7% frente ao mesmo período do ano passado e de 1,4% em relação ao mês anterior.<br /><br />No mercado externo, o recente fortalecimento da moeda chinesa em relação ao dólar, impulsionado pela flexibilização de medidas prevenção ao Covid e correlata previsão de crescimento econômico, podem indicar que o valor da tonelada da carne in natura encontrou um preço mínimo e, assim, iniciar um movimento de reação, chegando a patamares que tornem a exportação mais atrativa para a indústria, fato que afetaria positivamente o valor da @ no mercado físico.<br /><br />Somado a isso, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado dia 12/01/2023, revisou para cima as importações de carne vermelha pela China. O USDA ainda prevê que o Brasil e a Austrália, por se encontrarem em uma fase do ciclo pecuário de expansão de rebanho, devem ganhar participação no mercado internacional, uma vez que é previsto menor volume exportado pelos seus concorrentes, EUA, Uruguai e Argentina.<br /><br />No mercado doméstico, os cortes de frango apresentaram queda na últimas semanas, devido a excesso de oferta, fato que pesa na decisão do consumidor na escolha da proteína, que opta pela proteína mais barata em detrimento à carne bovina. A isso, somam-se os gastos de início de ano, como impostos e materiais escolares, que diminuem o poder de compra da população.<br /><br />Os frigoríficos, com escalas de abate relativamente confortável, entre 5 e 7 dias úteis, seguem ofertando menores valores pelo preço da @.<br /><br />No dia 16/01/2023, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 287,60. O mercado futuro indicava o boi gordo cotado a R$ 273,35 nos contratos com vencimento para maio de 23.<br /><br />As chuvas trouxeram boas condições de pastagem no país, o que amplia a capacidade do pecuarista de reter o gado e esperar o melhor momento para negociá-lo, evitando quedas mais acentuadas no valor da @.<br /><br />O Banco do Brasil disponibiliza a oportunidade de proteção contra queda nos preços com os contratos de opções e a termo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />  Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>236</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ae5b9df4238c2fbbdc2f60ddf53d6da0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/01/2023 - Cenário do café Conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-01-2023-cenario-do-cafe-conilon--52472351</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 18 de janeiro de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />Após as fortes chuvas ocorridas nas principais regiões produtoras de conilon no ES e o retorno do sol e do calor, o clima permanece favorável para a cultura. Na maioria das áreas, as lavouras encontram-se em bom estado fisiológico e com granação uniforme. Algumas lavouras terão que ser renovadas, pois ficaram por um longo período inundadas, fato que pode afetar sua produtividade.<br /><br />Com o início da granação e a possibilidade da existência de veranicos, deve-se aumentar o controle em relação a infestação de ácaros e insetos, devendo seguir todas as recomendações de manejo adequadas para a época.<br /><br />O café tipo conilon, na bolsa de Londres trabalha com queda, e para o mês de março de 2023 tem baixa de US$1 por tonelada, negociado a US$1.906. O preço do produto no mercado físico interno vem se mantendo estável, sendo cotado à R$ 635,00/saca de conilon tipo 7, na COOABRIEL. No momento, o mercado apresenta tendência de estabilidade no curto e médio prazo, e de baixa ao longo prazo, fundamentada pela expectativa de condições climáticas favoráveis ocasionando um aumento de produção, associada a um cenário de desaceleração da economia global. O produtor deve acompanhar as notícias do mercado, para que entenda o momento certo para comercializar o seu produto.<br /><br />O Banco do Brasil, que está sempre ao lado do produtor rural para atender todas as demandas da sua propriedade, disponibiliza linhas de crédito de investimento, para o custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para comercialização do produto. Para ter acesso às últimas notícias sobre eventos, mercado, clima e diversas outras soluções para o seu negócio rural, acesse a plataforma Broto em broto.com.br e baixe também o aplicativo AGROBOT do Banco do Brasil, disponível na loja de aplicativos do seu celular e tenha um consultor virtual agro na palma da sua mão.<br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52472351</guid><pubDate>Wed, 18 Jan 2023 12:27:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52472351/20230118_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="3003080" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 18 de janeiro de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.

Após as fortes chuvas ocorridas nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 18 de janeiro de 2023, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.<br /><br />Após as fortes chuvas ocorridas nas principais regiões produtoras de conilon no ES e o retorno do sol e do calor, o clima permanece favorável para a cultura. Na maioria das áreas, as lavouras encontram-se em bom estado fisiológico e com granação uniforme. Algumas lavouras terão que ser renovadas, pois ficaram por um longo período inundadas, fato que pode afetar sua produtividade.<br /><br />Com o início da granação e a possibilidade da existência de veranicos, deve-se aumentar o controle em relação a infestação de ácaros e insetos, devendo seguir todas as recomendações de manejo adequadas para a época.<br /><br />O café tipo conilon, na bolsa de Londres trabalha com queda, e para o mês de março de 2023 tem baixa de US$1 por tonelada, negociado a US$1.906. O preço do produto no mercado físico interno vem se mantendo estável, sendo cotado à R$ 635,00/saca de conilon tipo 7, na COOABRIEL. No momento, o mercado apresenta tendência de estabilidade no curto e médio prazo, e de baixa ao longo prazo, fundamentada pela expectativa de condições climáticas favoráveis ocasionando um aumento de produção, associada a um cenário de desaceleração da economia global. O produtor deve acompanhar as notícias do mercado, para que entenda o momento certo para comercializar o seu produto.<br /><br />O Banco do Brasil, que está sempre ao lado do produtor rural para atender todas as demandas da sua propriedade, disponibiliza linhas de crédito de investimento, para o custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para comercialização do produto. Para ter acesso às últimas notícias sobre eventos, mercado, clima e diversas outras soluções para o seu negócio rural, acesse a plataforma Broto em broto.com.br e baixe também o aplicativo AGROBOT do Banco do Brasil, disponível na loja de aplicativos do seu celular e tenha um consultor virtual agro na palma da sua mão.<br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/01/2023 - Cenário do dendê</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-01-2023-cenario-do-dende--52462122</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 17 de janeiro de 2023, meu nome é Antônio Bastos Leite Filho, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Salvador/BA e vamos falar sobre o cenário da Cultura do Dendezeiro.<br /><br /><b> </b> O Dendezeiro, também conhecido como Palma de Óleo, é uma palmeira perene, de origem africana, cuja introdução no Brasil, segundo a literatura, remonta ao século XVII pelos escravos, no litoral sul da Bahia, para extração de óleo.<br /><br />A maior parte do óleo consumido domesticamente no mundo provém do Dendezeiro, sendo conhecido internacionalmente como “Palm Oil”(óleo de palma), ocupando o segundo lugar em volume comercializado, perdendo apenas para o óleo de soja. A Malásia e Indonésia são os seus maiores produtores mundiais (83% do total).<br /><br />Da polpa de seus frutos é obtido um óleo em maior quantidade, avermelhado, conhecido no Brasil como “azeite de dendê”, para uso humano e em biocombustíveis. Da amêndoa, é extraído um óleo em menor quantidade e de maior valor agregado, denominado “óleo de palmiste”, utilizado principalmente na indústria de cosméticos. De seus óleos, são obtidos cerca de 145 produtos industrializados.<br /><br />O dendezeiro produz cerca de 4 a 6 toneladas de óleo de palma por hectare. 10 vezes a produção de óleo de soja e 2 vezes de óleo de oliva na mesma área. Por ser uma planta perene, sua vida econômica pode chegar a 25 anos. Requer temperaturas mínimas de 24ºC, com insolação acima de 1500 horas anuais, ou, no mínimo, 5 horas de luz por dia e precipitações acima de 2000 mm/ano, regularmente distribuídas durante todos os meses.<br /><br />O beneficiamento do óleo deve ser feito em até 24 horas após a colheita para manter sua qualidade, o que requer que seu plantio esteja próximo da Agroindústria. A região Amazônica e a Bahia são os locais de maior produção da dendeicultura, com cerca de 240 mil hectares cultivados, com condições edafoclimáticas favoráveis e legislação ambiental que autoriza o plantio em áreas alteradas pela ação humana. O Pará é o maior produtor de óleo de palma, com cerca de 85% da produção nacional. Sua precificação acompanha a dos demais óleos, dada a similaridade de sua destinação.<br /><br />O Brasil possui ainda, mais de 7 milhões de hectares com grande potencial para o desenvolvimento da cultura, de acordo como o Zoneamento Agroecológico da Amazônia Legal para áreas desmatadas.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do Agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, Linhas de Crédito de Investimento e Custeio, CPRs para plantio e condução das florestas, bem como Linhas para cobrir os custos da certificação de manejo sustentável das áreas, com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52462122</guid><pubDate>Tue, 17 Jan 2023 12:56:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52462122/20230116_bbcast_agro_cenario_dende.mp3" length="3749973" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 17 de janeiro de 2023, meu nome é Antônio Bastos Leite Filho, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Salvador/BA e vamos falar sobre o cenário da Cultura do Dendezeiro.

  O Dendezeiro, também conhecido como Palma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 17 de janeiro de 2023, meu nome é Antônio Bastos Leite Filho, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Salvador/BA e vamos falar sobre o cenário da Cultura do Dendezeiro.<br /><br /><b> </b> O Dendezeiro, também conhecido como Palma de Óleo, é uma palmeira perene, de origem africana, cuja introdução no Brasil, segundo a literatura, remonta ao século XVII pelos escravos, no litoral sul da Bahia, para extração de óleo.<br /><br />A maior parte do óleo consumido domesticamente no mundo provém do Dendezeiro, sendo conhecido internacionalmente como “Palm Oil”(óleo de palma), ocupando o segundo lugar em volume comercializado, perdendo apenas para o óleo de soja. A Malásia e Indonésia são os seus maiores produtores mundiais (83% do total).<br /><br />Da polpa de seus frutos é obtido um óleo em maior quantidade, avermelhado, conhecido no Brasil como “azeite de dendê”, para uso humano e em biocombustíveis. Da amêndoa, é extraído um óleo em menor quantidade e de maior valor agregado, denominado “óleo de palmiste”, utilizado principalmente na indústria de cosméticos. De seus óleos, são obtidos cerca de 145 produtos industrializados.<br /><br />O dendezeiro produz cerca de 4 a 6 toneladas de óleo de palma por hectare. 10 vezes a produção de óleo de soja e 2 vezes de óleo de oliva na mesma área. Por ser uma planta perene, sua vida econômica pode chegar a 25 anos. Requer temperaturas mínimas de 24ºC, com insolação acima de 1500 horas anuais, ou, no mínimo, 5 horas de luz por dia e precipitações acima de 2000 mm/ano, regularmente distribuídas durante todos os meses.<br /><br />O beneficiamento do óleo deve ser feito em até 24 horas após a colheita para manter sua qualidade, o que requer que seu plantio esteja próximo da Agroindústria. A região Amazônica e a Bahia são os locais de maior produção da dendeicultura, com cerca de 240 mil hectares cultivados, com condições edafoclimáticas favoráveis e legislação ambiental que autoriza o plantio em áreas alteradas pela ação humana. O Pará é o maior produtor de óleo de palma, com cerca de 85% da produção nacional. Sua precificação acompanha a dos demais óleos, dada a similaridade de sua destinação.<br /><br />O Brasil possui ainda, mais de 7 milhões de hectares com grande potencial para o desenvolvimento da cultura, de acordo como o Zoneamento Agroecológico da Amazônia Legal para áreas desmatadas.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do Agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, Linhas de Crédito de Investimento e Custeio, CPRs para plantio e condução das florestas, bem como Linhas para cobrir os custos da certificação de manejo sustentável das áreas, com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>235</itunes:duration><itunes:keywords>azeite,bb,dende,dendê,óleo,palma</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a4952612a7f6fb68c7419869416bd697.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/01/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-01-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52452424</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 16 de janeiro de 2023, meu nome é Thamyres Larcher, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /><b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b> No Brasil, há previsão de boas chuvas para o centro-norte, centro-oeste e sudeste do país, embora o excesso de umidade possa atrapalhar o andamento da colheita nos estados do MT e GO. Para o RS, as chuvas permanecem limitadas, podendo ocorrer em algumas regiões do estado. Para a Argentina, há previsão de chuvas, que poderão amenizar as perdas e contribuir para o desenvolvimento das lavouras. Destaca-se que o plantio segue atrasado e o USDA já diminuiu a estimativa de produção do país.<br /><br />No relatório do USDA de 12/01, houve indicativo de diminuição da produção global, com cortes importantes. No entanto, a demanda foi ajustada para baixo e os estoques globais finais aumentados – fatores de baixa para as cotações. Soma-se a isso o ajuste na demanda da China, conforme USDA. O crescimento menor do PIB e o combate à covid-19 poderão impactar o consumo no país. Ainda seguem presentes como fatores com reflexo na precificação da commodity o risco de recessão mundial e o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br /><br />Assimilados os dados de redução na oferta mundial, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto e médio prazo, com foco no monitorando da safra da América do Sul e demanda global.<br /><br /><b>Em relação ao milho, </b> com a divulgação do relatório de Oferta e Demanda pelo Departamento de Agricultura Americano na última quinta-feira (12/01), a semana poderá seguir um movimento de maior volatilidade, conforme o mercado for interpretando a sinalização das estimativas do USDA, trazendo um viés de baixa nas cotações em Chicago, com possíveis realizações de lucros pelos traders, após valorização da semana anterior.<br /><br />Há previsões de maior volume de chuvas na região norte da Argentina, entretanto a janela de plantio do milho tardio está se encerrando. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, o plantio que era estimado em 7,3 milhões de hectares deverá ficar em 7,1 milhões. As lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 7% (ante 13% da semana anterior), 46% normais (ante 55%) e 47% regulares ou ruins (ante 32%). Esse relatório argentino mostra uma piora nas condições dos campos e podemos ter um suporte nas cotações em Chicago.<br /><br />No Brasil, as cotações têm se mantido em patamares elevados, com o dólar influenciando na precificação final. Assim, há perspectivas de preços em estabilidade, a depender da movimentação do câmbio.<br /><b></b><br /><b>Para o café, também cabe destacar que:</b> A previsão climática indica possibilidade de bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras do Brasil, em especial em áreas de produção do arábica em Minas Gerais, fator que pressiona negativamente as cotações do café. Como fundamento altista, a Colômbia, segundo maior produtor de café arábica, reportou decréscimo de 8% nas exportações em 2022. Na produção, houve queda de 12%, reflexo do clima chuvoso e nublado decorrente do fenômeno La Niña.<br /><br />De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafe), a preliminar de dezembro deve levar as exportações do grão a 39,3 milhões de sacas em 2022, ante 40,6 milhões de sacas no ano anterior.<br /><br />Segundo o USDA, os estoques finais mundiais devem ficar em 32,56 milhões de sacas neste ciclo, valor inferior à média dos últimos 5 anos. Face às baixas expressivas, em especial na última semana, espera-se alguma correção no curto prazo nas cotações externas, principalmente se o movimento recente de desvalorização do dólar ante o real continuar na próxima semana.<br /><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b> O recente fortalecimento da moeda chinesa em relação ao dólar, impulsionado pela reabertura econômica iminente na China, podem indicar que o valor da tonelada da carne in natura encontrou um preço mínimo e pode iniciar um movimento de reação e chegar a patamares que tornem a exportação mais atrativa para a indústria, fato que afetaria positivamente o valor da arroba no mercado físico no médio prazo.<br /><br />O consumo de carne bovina pela população, tradicionalmente, tende a se manter baixo em janeiro. Além do período ser caracterizado pelo aumento de despesas (IPVA, IPTU, material escolar), observa-se redução nos preços das principais proteínas concorrentes, frango e suíno. Por essa razão, somado ao avanço do mês e restrição orçamentaria das famílias, não se esperam valorizações nos preços da arroba no curto prazo.<br /><br />Ainda, com as escalas de abate alongadas, frigoríficos tendem a continuar ofertando preços abaixo da referência. Por outro lado, as chuvas trouxeram boas condições de pastagem, principalmente no Centro-Oeste e Norte, fator que aumenta o poder do pecuarista em reter o gado e esperar o melhor momento para comercializar. Dessa maneira, espera-se um cenário de preços estáveis no curto prazo.<br /><br />Desejamos a todos os produtores rurais um excelente 2023 e continuem contando sempre com o Banco do Brasil, o maior parceiro do agronegócio brasileiro, um grande abraço e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52452424</guid><pubDate>Mon, 16 Jan 2023 12:37:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52452424/20230116_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5869444" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 16 de janeiro de 2023, meu nome é Thamyres Larcher, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 16 de janeiro de 2023, meu nome é Thamyres Larcher, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /><b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b> No Brasil, há previsão de boas chuvas para o centro-norte, centro-oeste e sudeste do país, embora o excesso de umidade possa atrapalhar o andamento da colheita nos estados do MT e GO. Para o RS, as chuvas permanecem limitadas, podendo ocorrer em algumas regiões do estado. Para a Argentina, há previsão de chuvas, que poderão amenizar as perdas e contribuir para o desenvolvimento das lavouras. Destaca-se que o plantio segue atrasado e o USDA já diminuiu a estimativa de produção do país.<br /><br />No relatório do USDA de 12/01, houve indicativo de diminuição da produção global, com cortes importantes. No entanto, a demanda foi ajustada para baixo e os estoques globais finais aumentados – fatores de baixa para as cotações. Soma-se a isso o ajuste na demanda da China, conforme USDA. O crescimento menor do PIB e o combate à covid-19 poderão impactar o consumo no país. Ainda seguem presentes como fatores com reflexo na precificação da commodity o risco de recessão mundial e o conflito entre Rússia e Ucrânia.<br /><br />Assimilados os dados de redução na oferta mundial, o mercado tende a seguir em estabilidade para o curto e médio prazo, com foco no monitorando da safra da América do Sul e demanda global.<br /><br /><b>Em relação ao milho, </b> com a divulgação do relatório de Oferta e Demanda pelo Departamento de Agricultura Americano na última quinta-feira (12/01), a semana poderá seguir um movimento de maior volatilidade, conforme o mercado for interpretando a sinalização das estimativas do USDA, trazendo um viés de baixa nas cotações em Chicago, com possíveis realizações de lucros pelos traders, após valorização da semana anterior.<br /><br />Há previsões de maior volume de chuvas na região norte da Argentina, entretanto a janela de plantio do milho tardio está se encerrando. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, o plantio que era estimado em 7,3 milhões de hectares deverá ficar em 7,1 milhões. As lavouras foram classificadas como boas a excelentes em 7% (ante 13% da semana anterior), 46% normais (ante 55%) e 47% regulares ou ruins (ante 32%). Esse relatório argentino mostra uma piora nas condições dos campos e podemos ter um suporte nas cotações em Chicago.<br /><br />No Brasil, as cotações têm se mantido em patamares elevados, com o dólar influenciando na precificação final. Assim, há perspectivas de preços em estabilidade, a depender da movimentação do câmbio.<br /><b></b><br /><b>Para o café, também cabe destacar que:</b> A previsão climática indica possibilidade de bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras do Brasil, em especial em áreas de produção do arábica em Minas Gerais, fator que pressiona negativamente as cotações do café. Como fundamento altista, a Colômbia, segundo maior produtor de café arábica, reportou decréscimo de 8% nas exportações em 2022. Na produção, houve queda de 12%, reflexo do clima chuvoso e nublado decorrente do fenômeno La Niña.<br /><br />De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafe), a preliminar de dezembro deve levar as exportações do grão a 39,3 milhões de sacas em 2022, ante 40,6 milhões de sacas no ano anterior.<br /><br />Segundo o USDA, os estoques finais mundiais devem ficar em 32,56 milhões de sacas neste ciclo, valor inferior à média dos últimos 5 anos. Face às baixas expressivas, em especial na última semana, espera-se alguma correção no curto prazo nas cotações externas, principalmente se o movimento recente de desvalorização do dólar ante o real continuar na próxima semana.<br /><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b> O...]]></itunes:summary><itunes:duration>367</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/01/2023 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-01-2023-cenario-do-milho--52431240</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de janeiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os primeiros dias de 2023 foram de desvalorizações nos principais contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago. O vencimento de março/23 encerrou o dia 10 de janeiro cotado a U$6,55 por bushel, queda de 2,31% em relação ao dia 03 de janeiro, quando a Bolsa de Chicago voltou as atividades. O movimento negativo foi fundamentado pelas preocupações quanto ao crescimento econômico em 2023, que pode afetar diretamente a demanda mundial do grão. A menor demanda pelo milho americano também pressionou as cotações. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, as exportações americanas encerraram 2022 com 21,74 milhões de toneladas exportadas, volume 47% inferior ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  No tocante as exportações brasileiras, foram exportadas 43,17 milhões de toneladas em 2022 de acordo com a Associação Nacional dos Exportadores, a ANEC, sendo essa a maior quantidade de milho já exportada pelo Brasil em um ano. O milho brasileiro tem se mostrado mais competitivo que o americano, além do país ter absorvido a demanda pelo grão da Ucrânia, com produção menor devido ao conflito com a Rússia, e problemas climáticos na safra dos EUA e União Europeia. A demanda externa pelo grão, que continua aquecida em janeiro, e a sustentação das cotações do dólar no início do ano, além de perdas de produtividade no Rio Grande do Sul e Argentina, devido à falta de chuvas, refletiram no mercado físico brasileiro, com o preço referência Campinas/CEPEA encerrando a terça-feira, dia 10, cotado a R$ 87,33 a saca, valorização de 1,44% nos últimos dias.<br /><br />  Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52431240</guid><pubDate>Fri, 13 Jan 2023 13:04:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52431240/bbcast_agro_pecuaria_de_milho.mp3" length="3161069" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 13 de janeiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.

    Os primeiros dias de 2023 foram de desvalorizações nos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 13 de janeiro de 2023, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os primeiros dias de 2023 foram de desvalorizações nos principais contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago. O vencimento de março/23 encerrou o dia 10 de janeiro cotado a U$6,55 por bushel, queda de 2,31% em relação ao dia 03 de janeiro, quando a Bolsa de Chicago voltou as atividades. O movimento negativo foi fundamentado pelas preocupações quanto ao crescimento econômico em 2023, que pode afetar diretamente a demanda mundial do grão. A menor demanda pelo milho americano também pressionou as cotações. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, as exportações americanas encerraram 2022 com 21,74 milhões de toneladas exportadas, volume 47% inferior ao mesmo período do ano passado.<br /><br />  No tocante as exportações brasileiras, foram exportadas 43,17 milhões de toneladas em 2022 de acordo com a Associação Nacional dos Exportadores, a ANEC, sendo essa a maior quantidade de milho já exportada pelo Brasil em um ano. O milho brasileiro tem se mostrado mais competitivo que o americano, além do país ter absorvido a demanda pelo grão da Ucrânia, com produção menor devido ao conflito com a Rússia, e problemas climáticos na safra dos EUA e União Europeia. A demanda externa pelo grão, que continua aquecida em janeiro, e a sustentação das cotações do dólar no início do ano, além de perdas de produtividade no Rio Grande do Sul e Argentina, devido à falta de chuvas, refletiram no mercado físico brasileiro, com o preço referência Campinas/CEPEA encerrando a terça-feira, dia 10, cotado a R$ 87,33 a saca, valorização de 1,44% nos últimos dias.<br /><br />  Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.     Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/01/2023 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-01-2023-cenario-do-leite--52421373</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 12 de janeiro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governado Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />O preço médio ofertado pelo litro de leite em dezembro de 2022, referente ao leite coletado em novembro, ficou em R$ 2,53, segundo o CEPEA. Esse valor, apresenta valorização nominal de 19,2% em relação ao pagamento de dezembro de 2021.<br /><br />Contudo, quando comparamos a cotação do leite de dezembro contra agosto de 2022 observa-se uma redução de 29,2%. Ressalta-se que, em agosto de 2022 o preço do leite atingiu o valor máximo da série histórica do CEPEA. No ano de 2022, o preço do leite pago ao produtor saiu de R$ 2,11 em janeiro, chegando a R$ 2,53 em dezembro, registrando valorização nominal de 19,9% no período.<br /><br />No tocante ao preço esperado para o leite em janeiro de 2023, referente ao produto coletado em dezembro de 2022, há tendência de apresentar novo recuo, seguindo o movimento do mercado atacadista. O Conseleite de Minas Gerais projeta uma queda de 4,4%, enquanto o de Santa Catarina, um recuo de 0,4%. Os prognósticos climáticos apontam chuvas em bons volumes para a maior parte dos Estados produtores, favorecendo o desenvolvimento das pastagens e reduzindo os custos de produção.<br /><br />  Contudo, ainda há incertezas sobre a produção de soja e milho na América do Sul, com perdas já confirmadas para parte das lavouras do Rio Grande do Sul. Esse fator, pode ofertar suporte ou um viés positivo para os preços desses produtos utilizados na ração para pecuária leiteira. Cabendo, dessa forma, maior atenção na gestão de custos de produção.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho no período de aquisição do grão. A aquisição de opção agropecuária para a proteção contra a alta dos insumos utilizados na ração também se mostra como uma boa alternativa.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /> Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52421373</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2023 12:30:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52421373/20230112_bbcast_agro_leite.mp3" length="3248840" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 12 de janeiro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governado Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.

O preço médio ofertado pelo litro de leite em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 12 de janeiro de 2023, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governado Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />O preço médio ofertado pelo litro de leite em dezembro de 2022, referente ao leite coletado em novembro, ficou em R$ 2,53, segundo o CEPEA. Esse valor, apresenta valorização nominal de 19,2% em relação ao pagamento de dezembro de 2021.<br /><br />Contudo, quando comparamos a cotação do leite de dezembro contra agosto de 2022 observa-se uma redução de 29,2%. Ressalta-se que, em agosto de 2022 o preço do leite atingiu o valor máximo da série histórica do CEPEA. No ano de 2022, o preço do leite pago ao produtor saiu de R$ 2,11 em janeiro, chegando a R$ 2,53 em dezembro, registrando valorização nominal de 19,9% no período.<br /><br />No tocante ao preço esperado para o leite em janeiro de 2023, referente ao produto coletado em dezembro de 2022, há tendência de apresentar novo recuo, seguindo o movimento do mercado atacadista. O Conseleite de Minas Gerais projeta uma queda de 4,4%, enquanto o de Santa Catarina, um recuo de 0,4%. Os prognósticos climáticos apontam chuvas em bons volumes para a maior parte dos Estados produtores, favorecendo o desenvolvimento das pastagens e reduzindo os custos de produção.<br /><br />  Contudo, ainda há incertezas sobre a produção de soja e milho na América do Sul, com perdas já confirmadas para parte das lavouras do Rio Grande do Sul. Esse fator, pode ofertar suporte ou um viés positivo para os preços desses produtos utilizados na ração para pecuária leiteira. Cabendo, dessa forma, maior atenção na gestão de custos de produção.<br /><br /> Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho no período de aquisição do grão. A aquisição de opção agropecuária para a proteção contra a alta dos insumos utilizados na ração também se mostra como uma boa alternativa.<br /><br /> Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /> Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/01/2023 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-01-2023-cenario-do-algodao--52411151</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11 de janeiro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />Mesmo em meio a notícias como menor colheita na Índia e abandono de lavouras nos EUA na safra passada, as cotações seguem oscilando desde o final de 2022, refletindo o medo de uma recessão mundial.<br /><br /> O avanço no número de casos de Covid-19 no final do ano passado tem ainda deixado o mercado receoso. Por outro lado, a reabertura do mercado Chinês é vista como uma oportunidade, uma vez que o maior mercado consumidor de pluma poderá voltar às compras. Somado a este fato, temos uma menor produção americana, que aliada ao aumento da cotação do barril do petróleo, podem proporcionar suporte às cotações.<br /><br /> O primeiro semestre de 2023 será decisivo para que os países produtores de pluma do hemisfério Norte (Índia, China e EUA) apresentem suas intenções de plantio para a próxima safra 23/24, podendo repercutir na oferta de matéria-prima para o segundo semestre.<br /><br /> Por outro lado, o Brasil, quarto maior produtor mundial, iniciou em dezembro o plantio da safra 22/23 após o final do “vazio sanitário”. A perspectiva é de o plantio alcance 1,65 milhão de hectares e uma produção de 2,95 milhões toneladas de pluma, conforme ABRAPA.<br /><br /> No momento, a área plantada no país é de 25% e praticamente metade da produção estimada já está comprometida. Para 2023, o desafio da associação nacional de produtores é consolidar o Brasil como um fornecedor regular de pluma a países como a China, Vietnã, Turquia e Bangladesh (juntos responsáveis por 67% das exportações brasileiras).<br /><br /> Ressaltamos que o algodão é uma das commodities mais vulneráveis à volatilidade de preços e ao cenário de incertezas econômicas globais no médio/longo prazo. Desta forma, é importante que o cotonicultor continue atento ao mercado, aproveitando os momentos de valorização da pluma para comercializar sua produção, assim como proteger suas margens com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52411151</guid><pubDate>Wed, 11 Jan 2023 12:54:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52411151/20230111_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2641128" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 11 de janeiro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

Mesmo em meio a notícias como menor colheita na Índia e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 11 de janeiro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.<br /><br />Mesmo em meio a notícias como menor colheita na Índia e abandono de lavouras nos EUA na safra passada, as cotações seguem oscilando desde o final de 2022, refletindo o medo de uma recessão mundial.<br /><br /> O avanço no número de casos de Covid-19 no final do ano passado tem ainda deixado o mercado receoso. Por outro lado, a reabertura do mercado Chinês é vista como uma oportunidade, uma vez que o maior mercado consumidor de pluma poderá voltar às compras. Somado a este fato, temos uma menor produção americana, que aliada ao aumento da cotação do barril do petróleo, podem proporcionar suporte às cotações.<br /><br /> O primeiro semestre de 2023 será decisivo para que os países produtores de pluma do hemisfério Norte (Índia, China e EUA) apresentem suas intenções de plantio para a próxima safra 23/24, podendo repercutir na oferta de matéria-prima para o segundo semestre.<br /><br /> Por outro lado, o Brasil, quarto maior produtor mundial, iniciou em dezembro o plantio da safra 22/23 após o final do “vazio sanitário”. A perspectiva é de o plantio alcance 1,65 milhão de hectares e uma produção de 2,95 milhões toneladas de pluma, conforme ABRAPA.<br /><br /> No momento, a área plantada no país é de 25% e praticamente metade da produção estimada já está comprometida. Para 2023, o desafio da associação nacional de produtores é consolidar o Brasil como um fornecedor regular de pluma a países como a China, Vietnã, Turquia e Bangladesh (juntos responsáveis por 67% das exportações brasileiras).<br /><br /> Ressaltamos que o algodão é uma das commodities mais vulneráveis à volatilidade de preços e ao cenário de incertezas econômicas globais no médio/longo prazo. Desta forma, é importante que o cotonicultor continue atento ao mercado, aproveitando os momentos de valorização da pluma para comercializar sua produção, assim como proteger suas margens com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br /> Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>166</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/01/2023 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-01-2023-cenario-climatico--52400562</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 10 de janeiro de 2023 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  Na última publicação do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em 22 de dezembro, foi citada a influência do Fenômeno La Niña no clima do Brasil, ocorrida no mês de novembro, resultando em precipitação acima da média histórica na porção norte do país e chuvas abaixo da média entre o oeste e o sul do país, exceto na faixa leste, entre SC e SP.<br /><br /> A respeito do comportamento das chuvas sobre parte da Região NE, além da La Niña, houve atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul, típica para a época do ano, mas com a posição deslocada ao norte, em relação a sua área média de atuação no Brasil central.<br /><br /> No tocante ao La Niña, o Instituto cita a possível transição para condição neutra ao longo do próximo trimestre. Fato também divulgado pela NOAA alguns dias antes, comentando a probabilidade de “71% Neutro” ocorrer entre fevereiro a abril.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral Jan a Mar indica maior probabilidade de chuva acima da média na porção norte do país, entre as Regiões Norte e Nordeste, além de uma pequena área do MT e de SP. Alguns pontos isolados indicam maior probabilidade de chuvas abaixo da faixa normal. No Restante do Brasil, médias dentro do esperado.<br /><br /> Em áreas do centro e leste do país, não se descarta a possibilidade de eventos expressivos de chuva, uma vez que estas regiões se encontram na estação chuvosa.<br /><br /> Observando o mês de janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão de temperatura indica valores acima média, em áreas da BA, PI, TO, GO, MG, RJ e SP. Na porção Sul do RS, há possibilidade de temperatura ligeiramente acima da média, com uma atenção nesta região, devido ocorrências recentes de temperaturas mais altas e chuvas abaixo das médias históricas.<br /><br /> Em relação ao solo, de acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), grande parte da região NE e porção sul do RS ainda apresentam disponibilidade hídrica abaixo do restante do país.<br /><br />Devido a variabilidade das previsões climáticas para o vasto território nacional, o planejamento da safra associado ao monitoramento climático auxilia a tomada de decisões.<br /><br />O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro . Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52400562</guid><pubDate>Tue, 10 Jan 2023 12:30:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52400562/20230110_bbcast_agro_clima.mp3" length="3591149" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 10 de janeiro de 2023 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático.

  Na última publicação do INPE – Instituto Nacional de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 10 de janeiro de 2023 meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o <b><i>cenário climático</i>.</b><br /><br />  Na última publicação do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em 22 de dezembro, foi citada a influência do Fenômeno La Niña no clima do Brasil, ocorrida no mês de novembro, resultando em precipitação acima da média histórica na porção norte do país e chuvas abaixo da média entre o oeste e o sul do país, exceto na faixa leste, entre SC e SP.<br /><br /> A respeito do comportamento das chuvas sobre parte da Região NE, além da La Niña, houve atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul, típica para a época do ano, mas com a posição deslocada ao norte, em relação a sua área média de atuação no Brasil central.<br /><br /> No tocante ao La Niña, o Instituto cita a possível transição para condição neutra ao longo do próximo trimestre. Fato também divulgado pela NOAA alguns dias antes, comentando a probabilidade de “71% Neutro” ocorrer entre fevereiro a abril.<br /><br /> A Previsão Climática Trimestral Jan a Mar indica maior probabilidade de chuva acima da média na porção norte do país, entre as Regiões Norte e Nordeste, além de uma pequena área do MT e de SP. Alguns pontos isolados indicam maior probabilidade de chuvas abaixo da faixa normal. No Restante do Brasil, médias dentro do esperado.<br /><br /> Em áreas do centro e leste do país, não se descarta a possibilidade de eventos expressivos de chuva, uma vez que estas regiões se encontram na estação chuvosa.<br /><br /> Observando o mês de janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão de temperatura indica valores acima média, em áreas da BA, PI, TO, GO, MG, RJ e SP. Na porção Sul do RS, há possibilidade de temperatura ligeiramente acima da média, com uma atenção nesta região, devido ocorrências recentes de temperaturas mais altas e chuvas abaixo das médias históricas.<br /><br /> Em relação ao solo, de acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), grande parte da região NE e porção sul do RS ainda apresentam disponibilidade hídrica abaixo do restante do país.<br /><br />Devido a variabilidade das previsões climáticas para o vasto território nacional, o planejamento da safra associado ao monitoramento climático auxilia a tomada de decisões.<br /><br />O Banco do Brasil em parceria com a plataforma BROTO, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast, acesse: blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro . Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>225</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/01/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-01-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52390384</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de janeiro de 2023, meu nome é Diego Lopes, assessor na diretoria de Agronegócio do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b><br /><br />O clima continua sendo o vetor mais importante para o mercado neste momento. Para o Brasil, há previsão de boas chuvas para o Centro-Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país, no entanto, as chuvas permanecem limitadas para o RS. Na Argentina, são previstos baixos volumes de chuvas e distribuição irregular, sendo insuficientes para reverter o impacto já causado pela seca. Com misso, já são registradas perdas de produção na Argentina, que impactam todo o complexo da soja, visto que o país é o maior exportador global de farelo e óleo de soja. Esse fundamento de oferta exerce pressão de alta dos preços.<br /><br />Com isso, o mercado aguarda uma possível redução nas projeções de oferta global no relatório do USDA a ser divulgado no dia 12/01.<br /><br />Os fatores de pressão baixistas que permanecem no radar são o receio de redução de consumo de commodities agrícolas, como reflexo da recessão global; Possível redução na demanda Chinesa; e reflexos no mercado da guerra entre Rússia e Ucrânia. Para a semana, o mercado seguirá com elevada especulação, monitorando os reflexos do clima na safra do Brasil e Argentina, com perspectiva de estabilidade no curto e baixa no médio  prazo.<br /><br /> <b>Em relação ao milho, </b><br /> As preocupações com o crescimento econômico global e a inflação podem influenciar negativamente as cotações em Chicago. O mercado segue atento quanto a evolução dos casos de Covid-19 na China, após as festas de ano novo. Esses fundamentos podem influenciar na demanda mundial de milho, podendo refletir negativamente no mercado externo.<br /><br /> O clima para a próxima semana na Argentina é de temperaturas elevadas e baixos volumes de chuvas, que podem influenciar negativamente nas lavouras. A Bolsa De Cereais de Buenos Aires classificou as condições da safra 2022/23 como boas a excelentes em apenas 13% da área, ante 41% em igual período de 2021. Se confirmado as baixas precipitações, podemos ter suporte nas cotações na CBOT. O mercado também aguarda a incorporação desses dados (ajuste de oferta e consumo) no relatório do USDA do dia 12/01.<br /><br /> No Brasil, a previsão climática ainda aponta chuvas irregulares para o RS, principalmente no Oeste do estado. A situação no RS e as exportações em janeiro, ainda aquecidas, podem trazer um viés de estabilidade a alta no mercado interno.<br /><br /> <b>Para o café, também cabe destacar que:</b><br /><br />Previsão climática mantém perspectiva  de bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente sobre o arábica em Minas Gerais. Embora aquém do potencial produtivo, as boas condições climáticas têm favorecido a atual safra de café e também ensejando otimismo para a próxima safra em 2024 (necessário desenvolvimento vegetativo em 2023 para fase produtiva em 2024).<br /><br />Momento atual é de exportações de cafés da colômbia e da américa central, o que se considera fator baixista para os preços. Por outro lado, o Brasil (maior produtor mundial de arábica) está no auge da entressafra e mantém-se dúvidas sobre a produção a ser colhida em 2023, sendo este fator altista. Portanto, estes fatores têm, de certa forma, estabilizado os preços de café.<br /><br />Cenário interno e externo com tendência de manutenção da pressão baixista no curto e médio prazos. Mercado interno com baixa liquidez em negócios, com produtores aguardando melhores preços físicos.  <br /><b></b><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b><br />Nas últimas semanas os cortes de frango, apresentaram queda nos preços, devido a excesso de oferta. Esse fato, pesa na decisão do consumidor no tocante à escolha da proteína, visto o histórico de opção pela proteína mais barata em vez da carne bovina.<br /><br /> A isso, soma-se aos gastos de início de ano, como impostos e materiais escolares, o que diminui o poder de compra da população. As chuvas trouxeram boas condições de pastagem no Centro-norte do país. Tal fato amplia a capacidade do pecuarista de reter o gado e esperar o melhor momento para negociá-lo.<br /><br /> Com a diminuição da escala de abate em MG, MS e GO a expectativa é que o mercado físico ganhe liquidez na primeira quinzena do mês, com pecuaristas e indústria retornando as negociações. Contudo, a previsão ainda é de manutenção dos preços no curto e médio prazo.<br /><br />Desejamos a todos os produtores rurais um excelente 2023 e continuem contando com o Banco do Brasil, o maior parceiro do agronegócio brasileiro, um grande abraço e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52390384</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2023 12:16:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52390384/20230109_bbcast_agro_perspectivas_para_a_semana.mp3" length="5594845" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de janeiro de 2023, meu nome é Diego Lopes, assessor na diretoria de Agronegócio do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 09 de janeiro de 2023, meu nome é Diego Lopes, assessor na diretoria de Agronegócio do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><br /> <b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b><br /><br />O clima continua sendo o vetor mais importante para o mercado neste momento. Para o Brasil, há previsão de boas chuvas para o Centro-Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país, no entanto, as chuvas permanecem limitadas para o RS. Na Argentina, são previstos baixos volumes de chuvas e distribuição irregular, sendo insuficientes para reverter o impacto já causado pela seca. Com misso, já são registradas perdas de produção na Argentina, que impactam todo o complexo da soja, visto que o país é o maior exportador global de farelo e óleo de soja. Esse fundamento de oferta exerce pressão de alta dos preços.<br /><br />Com isso, o mercado aguarda uma possível redução nas projeções de oferta global no relatório do USDA a ser divulgado no dia 12/01.<br /><br />Os fatores de pressão baixistas que permanecem no radar são o receio de redução de consumo de commodities agrícolas, como reflexo da recessão global; Possível redução na demanda Chinesa; e reflexos no mercado da guerra entre Rússia e Ucrânia. Para a semana, o mercado seguirá com elevada especulação, monitorando os reflexos do clima na safra do Brasil e Argentina, com perspectiva de estabilidade no curto e baixa no médio  prazo.<br /><br /> <b>Em relação ao milho, </b><br /> As preocupações com o crescimento econômico global e a inflação podem influenciar negativamente as cotações em Chicago. O mercado segue atento quanto a evolução dos casos de Covid-19 na China, após as festas de ano novo. Esses fundamentos podem influenciar na demanda mundial de milho, podendo refletir negativamente no mercado externo.<br /><br /> O clima para a próxima semana na Argentina é de temperaturas elevadas e baixos volumes de chuvas, que podem influenciar negativamente nas lavouras. A Bolsa De Cereais de Buenos Aires classificou as condições da safra 2022/23 como boas a excelentes em apenas 13% da área, ante 41% em igual período de 2021. Se confirmado as baixas precipitações, podemos ter suporte nas cotações na CBOT. O mercado também aguarda a incorporação desses dados (ajuste de oferta e consumo) no relatório do USDA do dia 12/01.<br /><br /> No Brasil, a previsão climática ainda aponta chuvas irregulares para o RS, principalmente no Oeste do estado. A situação no RS e as exportações em janeiro, ainda aquecidas, podem trazer um viés de estabilidade a alta no mercado interno.<br /><br /> <b>Para o café, também cabe destacar que:</b><br /><br />Previsão climática mantém perspectiva  de bons volumes de chuvas e temperaturas amenas nas regiões cafeeiras, principalmente sobre o arábica em Minas Gerais. Embora aquém do potencial produtivo, as boas condições climáticas têm favorecido a atual safra de café e também ensejando otimismo para a próxima safra em 2024 (necessário desenvolvimento vegetativo em 2023 para fase produtiva em 2024).<br /><br />Momento atual é de exportações de cafés da colômbia e da américa central, o que se considera fator baixista para os preços. Por outro lado, o Brasil (maior produtor mundial de arábica) está no auge da entressafra e mantém-se dúvidas sobre a produção a ser colhida em 2023, sendo este fator altista. Portanto, estes fatores têm, de certa forma, estabilizado os preços de café.<br /><br />Cenário interno e externo com tendência de manutenção da pressão baixista no curto e médio prazos. Mercado interno com baixa liquidez em negócios, com produtores aguardando melhores preços físicos.  <br /><b></b><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b><br />Nas últimas semanas os cortes de frango, apresentaram queda nos preços, devido a excesso de oferta. Esse fato, pesa na decisão do...]]></itunes:summary><itunes:duration>350</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/01/2023 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-01-2023-cenario-da-soja--52369872</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 06 de janeiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />      O contrato da soja na CBOT com vencimento em março/23 encerrou o mês de dez/22 com alta de 6,6%. No dia 30/12 foi cotado a U$ 15,24/bushel, destacamos que estes patamares de preços são inéditos para a passagem de ano. Os fatores que vêm contribuindo para esse patamar de preço são: a diminuição das restrições impostas pela China na prevenção da contaminação da covid, que deve elevar as importações, as tensões geopolíticas no leste europeu e os problemas climáticos no RS e principalmente da Argentina que apresenta piora nas condições de suas lavouras e manutenção do atraso de plantio.<br /><br />    No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 04/01, foi cotado a R$ 184,78 a saca, apresentando alta de 2,23% em relação ao início de dezembro. O prêmio no porto de Paranaguá para fevereiro/23 está cotado a 0,85 US$/Bushel, refletindo a entrada da safra 22/23. Ressaltamos o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23.<br /><br />      O mercado segue acompanhando o plantio e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. No Brasil, o plantio já alcançou 98,4% da área estimada, conforme a CONAB. De modo geral, as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras, exceto RS, onde as baixas precipitações vêm adiando a finalização do plantio e ocasionando problemas no desenvolvimento das lavouras. Na Argentina, esses impactos são mais severos.<br /><br />    De acordo com o INMET, estão previstas chuvas volumosas para o mês de janeiro, para as regiões do Centro-Norte, Centro-Oeste, Central e Sudeste do País. Por outro lado, o RS e o Nordeste do MS permanecem com precipitações reduzidas até o fim do mês.<br /><br />      Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB.<br /><br />       Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Um ótimo ano novo a todos os produtores rurais e suas famílias e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52369872</guid><pubDate>Fri, 06 Jan 2023 13:15:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52369872/20230106_bbcast_agro_soja.mp3" length="2899844" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 06 de janeiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.

      O contrato da soja na CBOT com vencimento em março/23 encerrou o mês...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 06 de janeiro de 2023, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.<br /><br />      O contrato da soja na CBOT com vencimento em março/23 encerrou o mês de dez/22 com alta de 6,6%. No dia 30/12 foi cotado a U$ 15,24/bushel, destacamos que estes patamares de preços são inéditos para a passagem de ano. Os fatores que vêm contribuindo para esse patamar de preço são: a diminuição das restrições impostas pela China na prevenção da contaminação da covid, que deve elevar as importações, as tensões geopolíticas no leste europeu e os problemas climáticos no RS e principalmente da Argentina que apresenta piora nas condições de suas lavouras e manutenção do atraso de plantio.<br /><br />    No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 04/01, foi cotado a R$ 184,78 a saca, apresentando alta de 2,23% em relação ao início de dezembro. O prêmio no porto de Paranaguá para fevereiro/23 está cotado a 0,85 US$/Bushel, refletindo a entrada da safra 22/23. Ressaltamos o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23.<br /><br />      O mercado segue acompanhando o plantio e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. No Brasil, o plantio já alcançou 98,4% da área estimada, conforme a CONAB. De modo geral, as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras, exceto RS, onde as baixas precipitações vêm adiando a finalização do plantio e ocasionando problemas no desenvolvimento das lavouras. Na Argentina, esses impactos são mais severos.<br /><br />    De acordo com o INMET, estão previstas chuvas volumosas para o mês de janeiro, para as regiões do Centro-Norte, Centro-Oeste, Central e Sudeste do País. Por outro lado, o RS e o Nordeste do MS permanecem com precipitações reduzidas até o fim do mês.<br /><br />      Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB.<br /><br />       Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Um ótimo ano novo a todos os produtores rurais e suas famílias e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>182</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b6330e62b40a613957ed6d50cccf9849.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/01/2023 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-01-2023-cenario-do-boi-gordo--52360486</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 5 de janeiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Em dezembro de 2022, o preço médio da tonelada bateu US$ 4.950, 27% inferior a junho de 2021. A desvalorização da moeda chinesa foi uma das principais protagonistas no processo de desvalorização do preço da @ do boi gordo. As importações chinesas se tornaram mais dispendiosas, ocasionando renegociações dos contratos da carne bovina, em dólar, a valores mais baixos. Mesmo assim, o Brasil deve se manter entre os principais exportadores de carne bovina em 2023.<br /><br />No mercado doméstico, o animal de reposição ainda não encontrou um ponto de sustentação para recuperação de preços. As quedas de preço observadas em 2022, possibilitaram melhora na relação de troca do boi gordo/bezerro. Isso aumenta o poder de compra de pecuaristas que fazem a recria-engorda, mas os que se dedicam a atividade de cria, veem a margem de lucro mais achatada e tendem a aumentar o descarte de matrizes.<br /><br />A reposição entre varejo e atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços. Com as festividades e da entrada do 13º salário no final de 2022, observou-se um aumento pela procura de proteínas bovinas e suínas e diminuição no consumo carne de frango. Tal fato ocasiona um cenário de excedente de oferta de carne de frango e, consequentemente, queda no preço do produto. Isso tende a resultar na migração para o consumo de carne de frango no início de 2023, momento de maiores compromissos financeiros das famílias no Brasil, voltando a pressionar a cotação da @ boi gordo.<br /><br />No momento, as indústrias seguem com escala de abate confortáveis. A expectativa é que o ritmo de negociações se reestabeleça de forma progressiva durante a primeira quinzena de janeiro. No último dia 03/01, o indicador CEPEA/B3, cotou a arroba a R$ 293,45 e o vencimento de fevereiro/23 no mercado futuro estava cotado à R$ 288,55/@.<br /><br />O Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de Opções e no mercado a termo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52360486</guid><pubDate>Thu, 05 Jan 2023 12:43:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52360486/20230106_bbcast_agro_pecuaria_de_corte.mp3" length="3443609" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 5 de janeiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.

Em dezembro de 2022, o preço médio da tonelada bateu US$ 4.950, 27%...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 5 de janeiro de 2023, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Em dezembro de 2022, o preço médio da tonelada bateu US$ 4.950, 27% inferior a junho de 2021. A desvalorização da moeda chinesa foi uma das principais protagonistas no processo de desvalorização do preço da @ do boi gordo. As importações chinesas se tornaram mais dispendiosas, ocasionando renegociações dos contratos da carne bovina, em dólar, a valores mais baixos. Mesmo assim, o Brasil deve se manter entre os principais exportadores de carne bovina em 2023.<br /><br />No mercado doméstico, o animal de reposição ainda não encontrou um ponto de sustentação para recuperação de preços. As quedas de preço observadas em 2022, possibilitaram melhora na relação de troca do boi gordo/bezerro. Isso aumenta o poder de compra de pecuaristas que fazem a recria-engorda, mas os que se dedicam a atividade de cria, veem a margem de lucro mais achatada e tendem a aumentar o descarte de matrizes.<br /><br />A reposição entre varejo e atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços. Com as festividades e da entrada do 13º salário no final de 2022, observou-se um aumento pela procura de proteínas bovinas e suínas e diminuição no consumo carne de frango. Tal fato ocasiona um cenário de excedente de oferta de carne de frango e, consequentemente, queda no preço do produto. Isso tende a resultar na migração para o consumo de carne de frango no início de 2023, momento de maiores compromissos financeiros das famílias no Brasil, voltando a pressionar a cotação da @ boi gordo.<br /><br />No momento, as indústrias seguem com escala de abate confortáveis. A expectativa é que o ritmo de negociações se reestabeleça de forma progressiva durante a primeira quinzena de janeiro. No último dia 03/01, o indicador CEPEA/B3, cotou a arroba a R$ 293,45 e o vencimento de fevereiro/23 no mercado futuro estava cotado à R$ 288,55/@.<br /><br />O Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de Opções e no mercado a termo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fbd8556d7d5b178a2caa7441457e0a6c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/01/2023 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-01-2023-cenario-do-cafe-arabica--52350926</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, dia 04 de janeiro de 2023. Eu sou <i>CLAYTON IGARASHI</i>, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em <i>IPATINGA/MG </i>e vamos falar sobre o CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  O ano de 2022 não será esquecido no mercado de café! Afinal, os preços atingiram valores não vistos há mais de 10 anos. 249,65 centavos de dólar por libra peso na bolsa de NY em 09 de fevereiro e internamente, preços superiores a R$ 1.500,00 a saca de café tipo padrão.<br /><br />  Depois de resistir às dificuldades impostas pela pandemia, o resiliente consumo e a tradicional inelasticidade do produto foram postos à prova pelos altos preços no varejo, combinado a uma economia instável nos países consumidores.<br /><br />  A necessidade de obtenção de preços mais favoráveis ao consumidor impulsionou o café conilon ao limite de substituição tolerável do arábica nos blends dos cafés industrializados.<br /><br />  As adversidades climáticas, econômicas e até sanitárias nos últimos 2 anos resultaram no cenário vivenciado em 2022, mas que elevaram sobremaneira a renda total da atividade e dos produtores, mesmo daqueles que haviam travado no passado a preços bem inferiores aos vigentes no momento de entrega neste ano.<br /><br />  E isto mostrou a competência do produtor ao produzir em meio a tantas adversidades na lavoura, na variação de preços do produto, na variação dos preços dos insumos e mesmo assim manter a cafeicultura brasileira na honradez e no crescimento da atividade e do setor.<br /><br />  2023 inicia na esperança de poder acrescentar renda ao produtor pelo estoque ainda disponível antes da próxima colheita. Contribui para isto, o retorno do maior interesse dos compradores, a partir de novembro passado, na necessidade de fechar suas escalas até o final do primeiro semestre de 2023.<br /><br />  O prazo é curto até os olhos dos compradores se voltarem para a disponibilidade da próxima safra brasileira, que na visão atual, ainda não significa o retorno aos padrões normais de produção. Mas com clima favorável até o momento, o cenário é propício para a atual safra e favorece também a safra de 2024.<br /><br />  O provável retorno da elevada capacidade de produção do Brasil evidencia a necessidade de investimentos para o aumento da produtividade e redução de custos, para elevar a eficiência, maximizar rentabilidade e manter a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.<br /><br />  E nisto, o produtor brasileiro tem demonstrado elevada capacidade e potencial competitivo. E podendo contar sempre com a presença e parceria do Banco do Brasil, cada vez mais digital, mas também próximo e acessível ao produtor, no crédito de custeio, de investimento e de comercialização, nos seguros e na proteção de preços, sempre inovando e lançando produtos que melhor atendam ao produtor de café.<br /><br />  Contate sempre sua agência e assessor técnico de confiança, desfrute e mantenha a conquista de excelentes resultados neste novo ano de 2023! São os votos de toda a equipe agro do Banco do Brasil aos cafeicultores e empresários do setor.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52350926</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2023 12:43:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52350926/whatsapp_audio_2023_01_04_at_08_08_22.mp3" length="3401395" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, dia 04 de janeiro de 2023. Eu sou CLAYTON IGARASHI, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em IPATINGA/MG e vamos falar sobre o CAFÉ ARÁBICA.

  O ano de 2022 não será esquecido no mercado de café! Afinal, os preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, dia 04 de janeiro de 2023. Eu sou <i>CLAYTON IGARASHI</i>, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em <i>IPATINGA/MG </i>e vamos falar sobre o CAFÉ ARÁBICA.<br /><br />  O ano de 2022 não será esquecido no mercado de café! Afinal, os preços atingiram valores não vistos há mais de 10 anos. 249,65 centavos de dólar por libra peso na bolsa de NY em 09 de fevereiro e internamente, preços superiores a R$ 1.500,00 a saca de café tipo padrão.<br /><br />  Depois de resistir às dificuldades impostas pela pandemia, o resiliente consumo e a tradicional inelasticidade do produto foram postos à prova pelos altos preços no varejo, combinado a uma economia instável nos países consumidores.<br /><br />  A necessidade de obtenção de preços mais favoráveis ao consumidor impulsionou o café conilon ao limite de substituição tolerável do arábica nos blends dos cafés industrializados.<br /><br />  As adversidades climáticas, econômicas e até sanitárias nos últimos 2 anos resultaram no cenário vivenciado em 2022, mas que elevaram sobremaneira a renda total da atividade e dos produtores, mesmo daqueles que haviam travado no passado a preços bem inferiores aos vigentes no momento de entrega neste ano.<br /><br />  E isto mostrou a competência do produtor ao produzir em meio a tantas adversidades na lavoura, na variação de preços do produto, na variação dos preços dos insumos e mesmo assim manter a cafeicultura brasileira na honradez e no crescimento da atividade e do setor.<br /><br />  2023 inicia na esperança de poder acrescentar renda ao produtor pelo estoque ainda disponível antes da próxima colheita. Contribui para isto, o retorno do maior interesse dos compradores, a partir de novembro passado, na necessidade de fechar suas escalas até o final do primeiro semestre de 2023.<br /><br />  O prazo é curto até os olhos dos compradores se voltarem para a disponibilidade da próxima safra brasileira, que na visão atual, ainda não significa o retorno aos padrões normais de produção. Mas com clima favorável até o momento, o cenário é propício para a atual safra e favorece também a safra de 2024.<br /><br />  O provável retorno da elevada capacidade de produção do Brasil evidencia a necessidade de investimentos para o aumento da produtividade e redução de custos, para elevar a eficiência, maximizar rentabilidade e manter a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.<br /><br />  E nisto, o produtor brasileiro tem demonstrado elevada capacidade e potencial competitivo. E podendo contar sempre com a presença e parceria do Banco do Brasil, cada vez mais digital, mas também próximo e acessível ao produtor, no crédito de custeio, de investimento e de comercialização, nos seguros e na proteção de preços, sempre inovando e lançando produtos que melhor atendam ao produtor de café.<br /><br />  Contate sempre sua agência e assessor técnico de confiança, desfrute e mantenha a conquista de excelentes resultados neste novo ano de 2023! São os votos de toda a equipe agro do Banco do Brasil aos cafeicultores e empresários do setor.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3b8f6c20887e62874376f946a0c78c97.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/01/2022 - Produção de mudas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-01-2022-producao-de-mudas--52341068</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 03 de janeiro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios em São João da Boa Vista/SP e falaremos sobre o cenário da Produção de Mudas.  <br /><br />A produção de sementes e mudas vem evoluindo muito nos últimos anos, graças ao avanço e à adoção de novas tecnologias. A regulamentação do setor, cada vez mais alinhada à realidade e à dinâmica produtiva, também sofreu alterações importantes, que tem contribuído para aceleração da modernização dessa atividade no país.<br /><br />A produção de mudas é uma necessidade para muitas espécies que não possuem outra forma de se propagarem. Para outras, a técnica pode ser benéfica, seja para facilitar o cultivo ou para preservar a informação genética. Em todos os casos, é de suma importância garantir a sanidade do material, para evitar a propagação e a disseminação de pragas e doenças.<br /><br />Com a formação de mudas por meio da propagação vegetativa, gera-se oportunidade de induzir variabilidade genética em laboratório, e produzir novos materiais comerciais, muito comum nas variações de cores em flores e partes de plantas ornamentais.Também é possível trabalhar a resistência das plantas às doenças, por exemplo.<br /><br />Na fase produtiva, com a necessidade de renovação das lavouras para manter os níveis elevados de produtividade, além da formação de novas áreas, o setor de produção de mudas se mantém aquecido. Na etapa de comercialização, a busca por novas possibilidades de venda dos produtos, como o comércio online, tem atraído consumidores e sido uma ótima estratégia de rentabilidade para os produtores.<br /><br />O setor de plantas ornamentais, um dos que mais contribui para a comercialização de mudas, teve um crescimento entre 12% e 15% nos últimos anos e as expectativas são ainda mais positivas para o próximo ano. As espécies florestais comerciais, tais como eucalipto e pinus, possuem produção conhecida, o que abriu espaço para as espécies nativas, próprias para reflorestamento.  <br /><br />Já para as frutas e hortaliças, a expectativa está nas novas tendências de mercado, pautadas em alimentos saudáveis, com certificações, rastreabilidade e garantia de qualidade, além de conveniência no consumo. Inovações que deverão trazer, diretamente, o aumento na produção e consumo para o setor de mudas.<br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na produção de mudas. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52341068</guid><pubDate>Tue, 03 Jan 2023 12:25:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52341068/whatsapp_audio_2023_01_02_at_17_11_05.mp3" length="3227942" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 03 de janeiro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios em São João da Boa Vista/SP e falaremos sobre o cenário da Produção de Mudas.  

A produção de sementes e mudas vem evoluindo muito nos últimos anos,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 03 de janeiro de 2023, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios em São João da Boa Vista/SP e falaremos sobre o cenário da Produção de Mudas.  <br /><br />A produção de sementes e mudas vem evoluindo muito nos últimos anos, graças ao avanço e à adoção de novas tecnologias. A regulamentação do setor, cada vez mais alinhada à realidade e à dinâmica produtiva, também sofreu alterações importantes, que tem contribuído para aceleração da modernização dessa atividade no país.<br /><br />A produção de mudas é uma necessidade para muitas espécies que não possuem outra forma de se propagarem. Para outras, a técnica pode ser benéfica, seja para facilitar o cultivo ou para preservar a informação genética. Em todos os casos, é de suma importância garantir a sanidade do material, para evitar a propagação e a disseminação de pragas e doenças.<br /><br />Com a formação de mudas por meio da propagação vegetativa, gera-se oportunidade de induzir variabilidade genética em laboratório, e produzir novos materiais comerciais, muito comum nas variações de cores em flores e partes de plantas ornamentais.Também é possível trabalhar a resistência das plantas às doenças, por exemplo.<br /><br />Na fase produtiva, com a necessidade de renovação das lavouras para manter os níveis elevados de produtividade, além da formação de novas áreas, o setor de produção de mudas se mantém aquecido. Na etapa de comercialização, a busca por novas possibilidades de venda dos produtos, como o comércio online, tem atraído consumidores e sido uma ótima estratégia de rentabilidade para os produtores.<br /><br />O setor de plantas ornamentais, um dos que mais contribui para a comercialização de mudas, teve um crescimento entre 12% e 15% nos últimos anos e as expectativas são ainda mais positivas para o próximo ano. As espécies florestais comerciais, tais como eucalipto e pinus, possuem produção conhecida, o que abriu espaço para as espécies nativas, próprias para reflorestamento.  <br /><br />Já para as frutas e hortaliças, a expectativa está nas novas tendências de mercado, pautadas em alimentos saudáveis, com certificações, rastreabilidade e garantia de qualidade, além de conveniência no consumo. Inovações que deverão trazer, diretamente, o aumento na produção e consumo para o setor de mudas.<br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir na produção de mudas. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fc8ecb3f863a64b0dd2c2a48df930902.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/01/2023 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-01-2023-perspectiva-semanal-mercado-agro--52332854</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de janeiro de 2023, meu nome é Liara Simon, sou Gerente na Gerência de Assessoramento ao Agronegócio do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b><br /><br />As projeções permanecem com indicação de precipitações nas regiões central, centro-oeste, centro-norte e sudeste do Brasil, e de ausência de chuvas para o estado do MS e regiões centro-oeste dos estados do sul do país.<br /> <br />Para Argentina, as projeções ainda indicam chuvas esparsas e estiagem sobre relevante parcela da região produtora no País. Esse fator deverá permanecer atuando de forma positiva para a precificação do produto durante a semana, e influenciando de forma mais ativa o mercado após as publicações de condições das lavouras pelo Minagro e BCBA. Assim, esse fator tenda a viabilizar alguma alta nas cotações internacionais.<br /><br />Para o mercado interno, deve ocorrer alguma movimentação na comercialização do produto a próxima semana, visto a volta das atividades após confraternizações de final de ano. Com os prêmios dos portos em estabilidade, a precificação interna deverá seguir a paridade de exportação no tocante ao câmbio e cotação da CBOT, mas dadas as recentes oscilações cambiais a expectativa segue com estabilidade para os preços internos na semana. No médio prazo, o avanço da colheita e comercialização da safra recorde brasileira tendem a pressionar as cotações.<br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho, </b> O receio em relação à economia global, principalmente aos fatores que podem afetar o consumo de diversos países importadores de milho e os aumentos nos casos de Covid na China, resultantes da flexibilização das medidas de contenção, podem trazer um viés de baixa nas cotações da CBOT.<br /><br />Contudo, o mercado externo está observando com mais atenção a condição das lavouras no hemisfério sul, em especial da Argentina, e adicionando maior peso na precificação a esse fator. De acordo com a BCBA, as condições das lavouras argentinas entre boas e excelentes foram estimadas em 15%, ante 76% no mesmo período de 2021.  Com o milho na fase de pendoamento, as próximas semanas são determinantes para cultura.<br /><br />No Brasil, há redução na produção do milho verão do RS por conta de chuvas irregulares e abaixo da média em dezembro. As chuvas ocorridas no final do mês já não recuperam os prejuízos das lavouras. O alto volume de milho exportado até o momento e os altos prêmios no porto para os dois primeiros meses do ano ainda devem favorecer fluxo para a exportação, refletindo em um viés de alta nos preços internos para o período.<br /><b></b><br /><b>Para o café, também cabe destacar que:</b> Em relação ao clima no Brasil, os prognósticos são de continuidade do bom volume de chuvas nas principais regiões produtoras de café nos próximos dias. Já e de conhecimento que a safra não terá o potencial produtivo esperado inicialmente (fator já incorporado na precificação do produto), mas o clima benéfico poderá favorecer o desenvolvimento dos grãos do café. Esse fator pode atuar negativamente nas cotações do produtor na próxima semana.<br /><br />Outro fator que pressionar as cotações e a entrada no mercado da safra que está sendo colhidas na América Central, Colômbia e México, assim como no Vietnã. Um momento sazonal de elevação de oferta que historicamente pressiona as cotações do produto no mercado internacional. Os fatores ligados ao consumo já foram internalizados nas cotações, contudo ainda pode ser utilizado como fator especulativo.<br /><br />O mercado interno tende a seguir com pouca movimentação no início do ano, com cotações oscilando conforme o câmbio e cotação internacional, esperando-se dessa forma a continuidade da pressão negativa no curo/médio prazo.<br /><b></b><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b> Com o fluxo lento de negociações entre o varejo e o atacado nos últimos dias, há possibilidade de uma reposição de estoques de carne mais acelerada entre esses mercados a partir da primeira semana de 2023.<br /><br />Ressalta-se, que a carne de frango, concorrente da carne bovina, apresentou queda recente nos preços em razão de aumento de oferta. Assim, a tendência é de o consumidor migrar para a fonte de proteína de menor valor no início do ano, vistas as despesas com festividades de  fim de ano e os compromissos financeiros de início de ano.<br /><br />As negociações entre indústrias e pecuaristas seguiram acomodadas nestes últimos dias do ano. Os frigoríficos seguem com escala de abate confortável. Tais fatos apontam para um cenário de estabilidade em relação ao valor da @ para o curto/médio prazo.<br /><br />Desejamos a todos os produtores rurais um excelente 2023 e continuem contando com o Banco do Brasil, o maior parceiro do agronegócio brasileiro, um grande abraço e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52332854</guid><pubDate>Mon, 02 Jan 2023 13:27:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52332854/whatsapp_audio_2023_01_02_at_09_27_37.mp3" length="5606548" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de janeiro de 2023, meu nome é Liara Simon, sou Gerente na Gerência de Assessoramento ao Agronegócio do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 02 de janeiro de 2023, meu nome é Liara Simon, sou Gerente na Gerência de Assessoramento ao Agronegócio do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b><br /><br />As projeções permanecem com indicação de precipitações nas regiões central, centro-oeste, centro-norte e sudeste do Brasil, e de ausência de chuvas para o estado do MS e regiões centro-oeste dos estados do sul do país.<br /> <br />Para Argentina, as projeções ainda indicam chuvas esparsas e estiagem sobre relevante parcela da região produtora no País. Esse fator deverá permanecer atuando de forma positiva para a precificação do produto durante a semana, e influenciando de forma mais ativa o mercado após as publicações de condições das lavouras pelo Minagro e BCBA. Assim, esse fator tenda a viabilizar alguma alta nas cotações internacionais.<br /><br />Para o mercado interno, deve ocorrer alguma movimentação na comercialização do produto a próxima semana, visto a volta das atividades após confraternizações de final de ano. Com os prêmios dos portos em estabilidade, a precificação interna deverá seguir a paridade de exportação no tocante ao câmbio e cotação da CBOT, mas dadas as recentes oscilações cambiais a expectativa segue com estabilidade para os preços internos na semana. No médio prazo, o avanço da colheita e comercialização da safra recorde brasileira tendem a pressionar as cotações.<br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho, </b> O receio em relação à economia global, principalmente aos fatores que podem afetar o consumo de diversos países importadores de milho e os aumentos nos casos de Covid na China, resultantes da flexibilização das medidas de contenção, podem trazer um viés de baixa nas cotações da CBOT.<br /><br />Contudo, o mercado externo está observando com mais atenção a condição das lavouras no hemisfério sul, em especial da Argentina, e adicionando maior peso na precificação a esse fator. De acordo com a BCBA, as condições das lavouras argentinas entre boas e excelentes foram estimadas em 15%, ante 76% no mesmo período de 2021.  Com o milho na fase de pendoamento, as próximas semanas são determinantes para cultura.<br /><br />No Brasil, há redução na produção do milho verão do RS por conta de chuvas irregulares e abaixo da média em dezembro. As chuvas ocorridas no final do mês já não recuperam os prejuízos das lavouras. O alto volume de milho exportado até o momento e os altos prêmios no porto para os dois primeiros meses do ano ainda devem favorecer fluxo para a exportação, refletindo em um viés de alta nos preços internos para o período.<br /><b></b><br /><b>Para o café, também cabe destacar que:</b> Em relação ao clima no Brasil, os prognósticos são de continuidade do bom volume de chuvas nas principais regiões produtoras de café nos próximos dias. Já e de conhecimento que a safra não terá o potencial produtivo esperado inicialmente (fator já incorporado na precificação do produto), mas o clima benéfico poderá favorecer o desenvolvimento dos grãos do café. Esse fator pode atuar negativamente nas cotações do produtor na próxima semana.<br /><br />Outro fator que pressionar as cotações e a entrada no mercado da safra que está sendo colhidas na América Central, Colômbia e México, assim como no Vietnã. Um momento sazonal de elevação de oferta que historicamente pressiona as cotações do produto no mercado internacional. Os fatores ligados ao consumo já foram internalizados nas cotações, contudo ainda pode ser utilizado como fator especulativo.<br /><br />O mercado interno tende a seguir com pouca movimentação no início do ano, com cotações oscilando conforme o câmbio e cotação internacional, esperando-se dessa forma a continuidade da pressão negativa no curo/médio prazo.<br /><b></b><br /><b>E...]]></itunes:summary><itunes:duration>351</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/12/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-12-2022-cenario-do-milho--52313587</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de dezembro de 2022, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os últimos dias foram de valorização das cotações do cereal na Bolsa de Chicago. Entre o período de 16 a 28 de dezembro, o contrato com vencimento em março/23, que é o com maior volume de negócios atualmente, apresentou alta de 4,56%, encerrando na quarta-feira, dia 28, cotado a U$ 6,83 por bushel. As cotações externas vêm sendo influenciadas pelas condições das lavouras no hemisfério sul. especialmente na Argentina, que de acordo Bolsa de Cereais de Buenos Aires, em seu relatório publicado em 22/12/2022, as condições das lavouras boas e excelentes foram estimadas em 15%, ante 76% no mesmo período na safra 21/22. Outro fator é a dificuldade no andamento das exportações da Ucrânia pelo Mar Negro e baixos estoque mundiais em função da diminuição da produção da safra na Europa, China e EUA.<br /><br />  No mercado interno tivemos uma baixa quantidade de negócios e o mercado físico com reduzido volume de produto ofertado. Os contratos futuros na B3 também apresentaram valorizações de 2,20%, porém o preço do dólar fez com que o mercado não refletisse de forma uniforme cotações no mercado externo.<br /><br />  Como retrospectiva do ano 2022, tivemos uma safra com alguns problemas devido à estiagem no início do ano no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, mas apesar disso tivemos uma safra recorde. E o Brasil ganhou espaço com um dos maiores exportadores do cereal. Abrindo vários mercados entre eles da China. Os preços se mantiveram em patamares rentáveis garantindo ganhos aos produtores durante o ano.<br /><br />  Iniciaremos 2023 novamente com adversidades climáticas afetando a safra no sul do país, mas com excelentes expectativas para safra nos demais Estados e previsão de uma área recorde novamente para safrinha (hoje a principal safra de milho do Brasil). As lavouras foram implantadas com o custo elevado, em função da alta no custo dos insumos, o que pode estreitar um pouco as margens para cultura. O Brasil deve continuar elevando sua referência na exportação do cereal e para os preços, há tendência de manutenção da referência da paridade para exportação, garantindo uma margem positiva para atividade.<br /><br />  Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52313587</guid><pubDate>Fri, 30 Dec 2022 12:31:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52313587/whatsapp_audio_2022_12_30_at_08_02_24.mp3" length="3979433" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 30 de dezembro de 2022, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do milho.

    Os últimos dias foram de valorização das cotações do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de dezembro de 2022, meu nome é Paulo Dullius, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do milho.<br /><br />    Os últimos dias foram de valorização das cotações do cereal na Bolsa de Chicago. Entre o período de 16 a 28 de dezembro, o contrato com vencimento em março/23, que é o com maior volume de negócios atualmente, apresentou alta de 4,56%, encerrando na quarta-feira, dia 28, cotado a U$ 6,83 por bushel. As cotações externas vêm sendo influenciadas pelas condições das lavouras no hemisfério sul. especialmente na Argentina, que de acordo Bolsa de Cereais de Buenos Aires, em seu relatório publicado em 22/12/2022, as condições das lavouras boas e excelentes foram estimadas em 15%, ante 76% no mesmo período na safra 21/22. Outro fator é a dificuldade no andamento das exportações da Ucrânia pelo Mar Negro e baixos estoque mundiais em função da diminuição da produção da safra na Europa, China e EUA.<br /><br />  No mercado interno tivemos uma baixa quantidade de negócios e o mercado físico com reduzido volume de produto ofertado. Os contratos futuros na B3 também apresentaram valorizações de 2,20%, porém o preço do dólar fez com que o mercado não refletisse de forma uniforme cotações no mercado externo.<br /><br />  Como retrospectiva do ano 2022, tivemos uma safra com alguns problemas devido à estiagem no início do ano no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, mas apesar disso tivemos uma safra recorde. E o Brasil ganhou espaço com um dos maiores exportadores do cereal. Abrindo vários mercados entre eles da China. Os preços se mantiveram em patamares rentáveis garantindo ganhos aos produtores durante o ano.<br /><br />  Iniciaremos 2023 novamente com adversidades climáticas afetando a safra no sul do país, mas com excelentes expectativas para safra nos demais Estados e previsão de uma área recorde novamente para safrinha (hoje a principal safra de milho do Brasil). As lavouras foram implantadas com o custo elevado, em função da alta no custo dos insumos, o que pode estreitar um pouco as margens para cultura. O Brasil deve continuar elevando sua referência na exportação do cereal e para os preços, há tendência de manutenção da referência da paridade para exportação, garantindo uma margem positiva para atividade.<br /><br />  Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>249</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/12/2022 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-12-2022-cenario-da-suinocultura--52305449</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de setembro de 2022, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />Dezembro chegou com boas notícias para a suinocultura brasileira, mas ainda aquém do esperado para superar as perdas financeiras ocorridas desde março de 2021, causados pela alta significativa do custo de produção e desvalorização do suíno no mercado interno.<br /><br />As exportações iniciaram este ano com baixo volume, 16,2% inferior o mesmo período de 2021, influenciado principalmente pela redução de mais de 24% da importação da China, maior comprador externo do suíno brasileiro. Já no segundo semestre, houve recuperação dos volumes exportados, puxados por novos mercados, como países asiáticos, africanos, EUA e o México, terceiro maior importador de carne suína do Brasil. Com isso, a previsão para 2023 é de que o desempenho com as exportações de carne suína brasileira seja um pouco melhor que o de 2022.<br /><br />No mercado interno, a alta oferta de animais no mercado pressionou negativamente o preço do suíno terminado, recuperando apenas a partir de agosto deste ano. Para atender as festas do final de ano, houve muita procura pela carne suína, o que acarretou o aumento do preço do animal devido à alta demanda. Assim, além da melhora no mercado interno, as exportações contribuíram para conter a pressão interna, mantendo o mercado aquecido para suinocultor.<br /><br />Outro ponto que influenciou bastante a atividade foi o alto custo de produção dos últimos anos, por conta preço da saca de milho e farelo de soja, principais componentes da ração. Em novembro, de acordo com o ICP Embrapa, o custo de produção ficou 1,72% mais elevado que o de outubro, acumulando alta de 14% neste ano. Mesmo com a boa produção de milho, as exportações e o dólar fizeram com que as cotações ficassem em preços elevados, influenciando as margens do produtor. A tendência é seguir em alta, sem previsão de queda até o início de colheita da segunda safra de milho.<br /><br /> A relação de troca do suíno para esses insumos melhorou, puxado principalmente pelo bom desempenho do preço do animal.<br /><br />Nesse cenário, é importante utilizar mecanismos para equalizar os custos, que pode ser tanto a aquisição antecipada do milho e do farelo de soja, como a proteção contra elevação de preços do cereal no mercado financeiro, por meio das opções Agro do BB.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52305449</guid><pubDate>Thu, 29 Dec 2022 12:52:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52305449/whatsapp_audio_2022_12_29_at_07_26_17.mp3" length="2939133" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de setembro de 2022, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.

Dezembro chegou com boas notícias para a suinocultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de setembro de 2022, meu nome é Bruno Viglioni, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente.<br /><br />Dezembro chegou com boas notícias para a suinocultura brasileira, mas ainda aquém do esperado para superar as perdas financeiras ocorridas desde março de 2021, causados pela alta significativa do custo de produção e desvalorização do suíno no mercado interno.<br /><br />As exportações iniciaram este ano com baixo volume, 16,2% inferior o mesmo período de 2021, influenciado principalmente pela redução de mais de 24% da importação da China, maior comprador externo do suíno brasileiro. Já no segundo semestre, houve recuperação dos volumes exportados, puxados por novos mercados, como países asiáticos, africanos, EUA e o México, terceiro maior importador de carne suína do Brasil. Com isso, a previsão para 2023 é de que o desempenho com as exportações de carne suína brasileira seja um pouco melhor que o de 2022.<br /><br />No mercado interno, a alta oferta de animais no mercado pressionou negativamente o preço do suíno terminado, recuperando apenas a partir de agosto deste ano. Para atender as festas do final de ano, houve muita procura pela carne suína, o que acarretou o aumento do preço do animal devido à alta demanda. Assim, além da melhora no mercado interno, as exportações contribuíram para conter a pressão interna, mantendo o mercado aquecido para suinocultor.<br /><br />Outro ponto que influenciou bastante a atividade foi o alto custo de produção dos últimos anos, por conta preço da saca de milho e farelo de soja, principais componentes da ração. Em novembro, de acordo com o ICP Embrapa, o custo de produção ficou 1,72% mais elevado que o de outubro, acumulando alta de 14% neste ano. Mesmo com a boa produção de milho, as exportações e o dólar fizeram com que as cotações ficassem em preços elevados, influenciando as margens do produtor. A tendência é seguir em alta, sem previsão de queda até o início de colheita da segunda safra de milho.<br /><br /> A relação de troca do suíno para esses insumos melhorou, puxado principalmente pelo bom desempenho do preço do animal.<br /><br />Nesse cenário, é importante utilizar mecanismos para equalizar os custos, que pode ser tanto a aquisição antecipada do milho e do farelo de soja, como a proteção contra elevação de preços do cereal no mercado financeiro, por meio das opções Agro do BB.<br /><br /> Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/12/2022 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-12-2022-cenario-do-arroz--52297079</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de dezembro, sou Fabíola Lira Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com o terceiro levantamento da safra brasileira de grãos 2022/2023, da CONAB, estima-se uma redução de 9,5% na área plantada com arroz no Brasil em comparação com à safra anterior, atingindo 1,46 milhão de hectares, com produção de 10,38 milhões de toneladas, uma redução de 3,8% em relação à safra 2021/2022. Com isso, a perspectiva é de que o estoque de passagem reduza 13% em comparação à safra passada.<br /><br />No RS, que representa 70% da produção nacional, a semeadura da safra 2022/2023 está praticamente concluída, com um total de 862,5 mil ha cultivados. Houve decréscimo de 9% na área plantada em relação à safra anterior, estimando-se redução em torno de 4% na produção total. É importante ressaltar, que muitos produtores substituíram as áreas de arroz por soja, que atualmente apresentam rentabilidade mais elevada. <br /><br />Conforme IRGA RS, de janeiro a novembro de 2022, o saldo da balança comercial foi superavitário em 765 mil toneladas. A expansão das exportações brasileiras ao México foi o principal fator que explica o forte incremento das vendas externas de arroz em 2022.<br /><br />O Indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) em 23 de dezembro, ficou em R$ 91,49/saca de 50 kg, acumulando alta de 4,8% no mês. Na parcial do ano, o Indicador acumula elevação de 46%.<br /><br />A maioria dos orizicultores consultados pelo Cepea opta por não gerar novas receitas no exercício de 2022 e, assim, restringindo o volume disponível do cereal.<br /><br />O arroz possui volatilidade de preços durante o ano, pensando nisso, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização, que permite a armazenagem e a venda da sua produção nas melhores épocas do ano. <br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52297079</guid><pubDate>Wed, 28 Dec 2022 12:28:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52297079/whatsapp_audio_2022_12_27_at_14_02_43.mp3" length="3437340" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 28 de dezembro, sou Fabíola Lira Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário do arroz.

De acordo com o terceiro levantamento da safra brasileira de grãos 2022/2023, da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 28 de dezembro, sou Fabíola Lira Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com o terceiro levantamento da safra brasileira de grãos 2022/2023, da CONAB, estima-se uma redução de 9,5% na área plantada com arroz no Brasil em comparação com à safra anterior, atingindo 1,46 milhão de hectares, com produção de 10,38 milhões de toneladas, uma redução de 3,8% em relação à safra 2021/2022. Com isso, a perspectiva é de que o estoque de passagem reduza 13% em comparação à safra passada.<br /><br />No RS, que representa 70% da produção nacional, a semeadura da safra 2022/2023 está praticamente concluída, com um total de 862,5 mil ha cultivados. Houve decréscimo de 9% na área plantada em relação à safra anterior, estimando-se redução em torno de 4% na produção total. É importante ressaltar, que muitos produtores substituíram as áreas de arroz por soja, que atualmente apresentam rentabilidade mais elevada. <br /><br />Conforme IRGA RS, de janeiro a novembro de 2022, o saldo da balança comercial foi superavitário em 765 mil toneladas. A expansão das exportações brasileiras ao México foi o principal fator que explica o forte incremento das vendas externas de arroz em 2022.<br /><br />O Indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) em 23 de dezembro, ficou em R$ 91,49/saca de 50 kg, acumulando alta de 4,8% no mês. Na parcial do ano, o Indicador acumula elevação de 46%.<br /><br />A maioria dos orizicultores consultados pelo Cepea opta por não gerar novas receitas no exercício de 2022 e, assim, restringindo o volume disponível do cereal.<br /><br />O arroz possui volatilidade de preços durante o ano, pensando nisso, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização, que permite a armazenagem e a venda da sua produção nas melhores épocas do ano. <br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>215</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/30431285239b4b7a84ca1b8b42b93c19.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/12/2022 - Cenário do maracujá</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-12-2022-cenario-do-maracuja--52288792</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 27 de dezembro de 2022, meu nome é Marco Fedato, sou Assessor de Agronegócios em Londrina PR<b> </b>e falaremos sobre o <i>cenário do Maracujá</i>.<br /><br />O maracujá, fruto do gênero “Passiflora” possui mais de 500 espécies, sendo a grande maioria originária da América Tropical. O Brasil é considerado um dos maiores centros de diversidades, com mais de 150 espécies.<br /><br />A cultura se desenvolve melhor em ambientes de alta insolação e temperaturas entre 21º e 25°, com períodos de chuva bem distribuídos ou sob irrigação. As espécies com maior expressão comercial são a Passiflora edulis (maracujá-azedo) e a Passiflora alata (maracujá-doce). O maracujá azedo tem polpa de tons alaranjado fortes e a acidez é bastante acentuada, já o maracujá doce apresenta polpa mais em tons de amarelo ou de alaranjado claro, sabor predominantemente doce, sem acidez exagerada.<br /><br />Além da polpa dos frutos destinado para mesa ou indústria, diferentes partes da planta têm valor comercial, tais como sementes, casca, flores, folhas e ramas, possibilitando usos diversos, desde sucos até matéria-prima para indústrias de alimentos, condimentos, cosméticos e fármacos, por possuir propriedades funcionais e medicinais.<br /><br />O fruto in natura, principal produto, possui referenciais de preços nas Centrais de Abastecimento. Por exemplo, na CEASA Campinas o preço médio do maracujá azedo no mês de novembro, ficou estável, em torno de R$8,00/Kg, enquanto o maracujá doce, passou de R$16,00 para R$20,00, uma alta de 25% considerando o último período de 12 meses.<br /><br />De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 680.000 toneladas no Brasil, em uma área de aproximadamente 44 mil ha, com destaque para os Estados do BA, CE, SC e PE, responsáveis por cerca de 68% da produção nacional.<br /><br />Além das linhas tradicionais de custeio agrícola, o Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor familiar ou empresarial possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, e beneficiamento da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52288792</guid><pubDate>Tue, 27 Dec 2022 12:25:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52288792/whatsapp_audio_2022_12_26_at_17_08_45.mp3" length="2841748" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 27 de dezembro de 2022, meu nome é Marco Fedato, sou Assessor de Agronegócios em Londrina PR e falaremos sobre o cenário do Maracujá.

O maracujá, fruto do gênero “Passiflora” possui mais de 500 espécies, sendo a grande maioria...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 27 de dezembro de 2022, meu nome é Marco Fedato, sou Assessor de Agronegócios em Londrina PR<b> </b>e falaremos sobre o <i>cenário do Maracujá</i>.<br /><br />O maracujá, fruto do gênero “Passiflora” possui mais de 500 espécies, sendo a grande maioria originária da América Tropical. O Brasil é considerado um dos maiores centros de diversidades, com mais de 150 espécies.<br /><br />A cultura se desenvolve melhor em ambientes de alta insolação e temperaturas entre 21º e 25°, com períodos de chuva bem distribuídos ou sob irrigação. As espécies com maior expressão comercial são a Passiflora edulis (maracujá-azedo) e a Passiflora alata (maracujá-doce). O maracujá azedo tem polpa de tons alaranjado fortes e a acidez é bastante acentuada, já o maracujá doce apresenta polpa mais em tons de amarelo ou de alaranjado claro, sabor predominantemente doce, sem acidez exagerada.<br /><br />Além da polpa dos frutos destinado para mesa ou indústria, diferentes partes da planta têm valor comercial, tais como sementes, casca, flores, folhas e ramas, possibilitando usos diversos, desde sucos até matéria-prima para indústrias de alimentos, condimentos, cosméticos e fármacos, por possuir propriedades funcionais e medicinais.<br /><br />O fruto in natura, principal produto, possui referenciais de preços nas Centrais de Abastecimento. Por exemplo, na CEASA Campinas o preço médio do maracujá azedo no mês de novembro, ficou estável, em torno de R$8,00/Kg, enquanto o maracujá doce, passou de R$16,00 para R$20,00, uma alta de 25% considerando o último período de 12 meses.<br /><br />De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 680.000 toneladas no Brasil, em uma área de aproximadamente 44 mil ha, com destaque para os Estados do BA, CE, SC e PE, responsáveis por cerca de 68% da produção nacional.<br /><br />Além das linhas tradicionais de custeio agrícola, o Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor familiar ou empresarial possa investir na renovação ou implantação de pomares; Irrigação, e beneficiamento da produção.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>178</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,de,maracujá,plantação,produção</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2780624fe595011dd1476b8eeb29b7f8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/12/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-12-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--52281992</link><description><![CDATA[<b>Perspectivas para a semana 26 a 30/12/2022</b> Olá! Hoje é segunda-feira, 26 DE DEZEMBRO de 2022, meu nome é Marieli Colle, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b><br /><br />Segundo o NOAA, estão previstas chuvas para boa parte da América do Sul, com a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) gerando precipitações nas regiões central, centro-oeste, centro-norte e sudeste do Brasil, embora ainda permaneça o cenário de ausência de chuvas para o estado do MS e regiões centro-oeste dos estados do sul do país. O plantio no Brasil, já na fase final, seguirá lento em função do excesso de chuvas para o norte e nordeste do país. <br /><br /> Para a Argentina, são previstas chuvas ainda moderadas, mas podendo melhorar o potencial produtivo das lavouras. Há previsão de ausência de chuvas para o Paraguai.<br /><br /> O mercado seguirá refletindo as preocupações com o clima, mas também permanece no radar o aumento de casos de covid-19 na China após flexibilizações das políticas de combate ao coronavírus, inclusive com o número de mortes aumentando, podendo gerar impacto na demanda.<br /><br />As demais notícias macroeconômicas globais, incluindo a guerra entre Rússia e a Ucrânia e temores com o risco de recessão mundial, também tendem a impactar os preços.<br /><br />Para a próxima semana, o mercado tende a seguir com estabilidade tanto no curto quanto no médio prazo, ainda monitorando o clima na América do Sul, em especial na Argentina.<br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho, </b><br />Fatores ligados à economia global, que podem resultar em retração no consumo do cereal em diversos países importadores de milho, continuarão limitando a alta das cotações do produto na Bolsa de Chicago.<br /><br />O mercado externo está acompanhando a situação das lavouras no hemisfério sul e a previsão de elevação do volume de chuvas para a Argentina, fatores que tendem a refletir negativamente nas cotações na CBOT.  No dia 15/12, a Bolsa de Cereais já estimou leve melhora na condição das lavouras em relação a relatório anterior.<br /><br />No Brasil, a Conab já reportou redução na produção do milho verão no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e, com o agravamento da situação por conta de chuvas abaixo da normalidade e irregulares em dezembro, as estimativas de produção devem ser revisadas para baixo no próximo relatório da companhia.<br /><br />Os altos prêmios nos portos para os dois primeiros meses de 2023 ainda devem favorecer o fluxo para a exportação, reduzindo a disponibilidade de produto para o mercado interno, refletindo em um viés de alta nos preços internos no médio/longo prazo. <br /><b></b><br /><b>Para o café, também cabe destacar que:</b> Os principais institutos de meteorologia indicam maior volume de chuvas nos próximos dias no cinturão produtor de café no Brasil, expectativa esta que, se confirmada, poderá exercer pressão negativa nas cotações do café em NY, com reflexos na precificação interna do grão.<br /><br />O clima favorável à colheita na América Central, Colômbia e México, assim como no Vietnã, aumenta a perspectiva de maior oferta nas regiões produtoras dos cafés arábica e conilon nos curto e médio prazos.<br /><br />Estes fatores baixistas são preponderantes no momento e tendem a afetar o ritmo de vendas. Desta forma, a comercialização deverá seguir arrefecida, com produtores afastados dos negócios, aguardando repiques de alta para negociar.<br /><br />Assim, o clima no Brasil é o principal fator de volatilidade na semana e caso as chuvas esperadas em maior volume ocorram, os preços do café deverão seguir movimento baixista.<br /><b></b><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b> No mercado externo, as exportações do Brasil apontam para um cenário otimista para 2023. Estoques menores de gado em seus principais concorrentes, como Argentina, Paraguai e Uruguai dificultam a oferta desses países. Além da excelente capacidade produtiva do Brasil e do volume de gado, temos também os preços mais competitivos na comparação com os demais produtores.<br /><br />No mercado doméstico, um ponto a ser observado é que nesta época do ano, por conta das festividades e entrada do 13º salário, observa-se um aumento pela procura de proteínas bovinas e suínas e diminuição no consumo de produtos de origem avícola, principal substituto da carne bovina. Tal fato ocasiona um cenário de excedente de oferta de carne de frango e, consequentemente, queda no preço.<br /><br />Diante de um cenário com escalas de abate confortáveis ou frigoríficos em férias coletivas, espera-se uma movimentação menos intensa entre a indústria e os pecuaristas. Assim, a tendência é de estabilidade no valor da @ para a próxima semana.<br /><br /> Finalizadas as análises desses mercados, como já estamos na última semana de 2022 desejamos a todos os produtores rurais um excelente 2023 e continuem contando com o Banco do Brasil, o maior parceiro do agronegócio brasileiro, um grande abraço e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52281992</guid><pubDate>Mon, 26 Dec 2022 12:36:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52281992/whatsapp_audio_2022_12_26_at_08_23_50.mp3" length="7097408" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Perspectivas para a semana 26 a 30/12/2022 Olá! Hoje é segunda-feira, 26 DE DEZEMBRO de 2022, meu nome é Marieli Colle, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[<b>Perspectivas para a semana 26 a 30/12/2022</b> Olá! Hoje é segunda-feira, 26 DE DEZEMBRO de 2022, meu nome é Marieli Colle, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.<br /><b></b><br /><b>Iniciando com a soja, destacamos que:</b><br /><br />Segundo o NOAA, estão previstas chuvas para boa parte da América do Sul, com a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) gerando precipitações nas regiões central, centro-oeste, centro-norte e sudeste do Brasil, embora ainda permaneça o cenário de ausência de chuvas para o estado do MS e regiões centro-oeste dos estados do sul do país. O plantio no Brasil, já na fase final, seguirá lento em função do excesso de chuvas para o norte e nordeste do país. <br /><br /> Para a Argentina, são previstas chuvas ainda moderadas, mas podendo melhorar o potencial produtivo das lavouras. Há previsão de ausência de chuvas para o Paraguai.<br /><br /> O mercado seguirá refletindo as preocupações com o clima, mas também permanece no radar o aumento de casos de covid-19 na China após flexibilizações das políticas de combate ao coronavírus, inclusive com o número de mortes aumentando, podendo gerar impacto na demanda.<br /><br />As demais notícias macroeconômicas globais, incluindo a guerra entre Rússia e a Ucrânia e temores com o risco de recessão mundial, também tendem a impactar os preços.<br /><br />Para a próxima semana, o mercado tende a seguir com estabilidade tanto no curto quanto no médio prazo, ainda monitorando o clima na América do Sul, em especial na Argentina.<br /><b></b><br /><b>Em relação ao milho, </b><br />Fatores ligados à economia global, que podem resultar em retração no consumo do cereal em diversos países importadores de milho, continuarão limitando a alta das cotações do produto na Bolsa de Chicago.<br /><br />O mercado externo está acompanhando a situação das lavouras no hemisfério sul e a previsão de elevação do volume de chuvas para a Argentina, fatores que tendem a refletir negativamente nas cotações na CBOT.  No dia 15/12, a Bolsa de Cereais já estimou leve melhora na condição das lavouras em relação a relatório anterior.<br /><br />No Brasil, a Conab já reportou redução na produção do milho verão no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e, com o agravamento da situação por conta de chuvas abaixo da normalidade e irregulares em dezembro, as estimativas de produção devem ser revisadas para baixo no próximo relatório da companhia.<br /><br />Os altos prêmios nos portos para os dois primeiros meses de 2023 ainda devem favorecer o fluxo para a exportação, reduzindo a disponibilidade de produto para o mercado interno, refletindo em um viés de alta nos preços internos no médio/longo prazo. <br /><b></b><br /><b>Para o café, também cabe destacar que:</b> Os principais institutos de meteorologia indicam maior volume de chuvas nos próximos dias no cinturão produtor de café no Brasil, expectativa esta que, se confirmada, poderá exercer pressão negativa nas cotações do café em NY, com reflexos na precificação interna do grão.<br /><br />O clima favorável à colheita na América Central, Colômbia e México, assim como no Vietnã, aumenta a perspectiva de maior oferta nas regiões produtoras dos cafés arábica e conilon nos curto e médio prazos.<br /><br />Estes fatores baixistas são preponderantes no momento e tendem a afetar o ritmo de vendas. Desta forma, a comercialização deverá seguir arrefecida, com produtores afastados dos negócios, aguardando repiques de alta para negociar.<br /><br />Assim, o clima no Brasil é o principal fator de volatilidade na semana e caso as chuvas esperadas em maior volume ocorram, os preços do café deverão seguir movimento baixista.<br /><b></b><br /><b>E para o Boi Gordo, destacamos que:</b> No mercado externo, as exportações do Brasil apontam...]]></itunes:summary><itunes:duration>444</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/12/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-12-2022-cenario-da-soja--52265844</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de dezembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.    <br /><br />O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/23 encerrou o dia 21/12 cotado a U$ 14,78/bushel, mantendo estabilidade no mês de dezembro. <br /><br />Os fatores que vem contribuindo para os patamares de preços são: o programa de importação da China, que elevou suas compras nos últimos dois meses, as tensões geopolíticas no leste europeu e os problemas climáticos no RS, Argentina e Paraguai.  <br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 21/12, foi cotado a R$ 179,76 a saca, apresentando retração negativa de 2,51% no mês. Os prêmios nos portos para dezembro vêm se mantendo estáveis, sendo cotados a 2,30 US$/Bushel em Paranaguá PR. Já para janeiro/23, com a entrada da nova safra, a cotação sofreu redução, cotado a 1,30 US$/Bushel. Ressaltamos o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, tendo atingido atualmente 25% da produção estimada, ante 35% da safra anterior.   <br /><br />O mercado segue acompanhando o plantio e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. No Brasil, o plantio já alcançou 96,7% da área estimada, conforme a CONAB. De modo geral, as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras, exceto RS, onde as baixas precipitações causadas pelo fenômeno climático La Nina, vêm adiando a finalização do plantio e ocasionando problemas no desenvolvimento da cultura, assim como na Argentina, que sofre os mesmos problemas do RS, porém mais agravados.    <br /><br />A CONAB registrou no 3° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada para 43,41 milhões de há e produção de 153,48 milhões de toneladas.    <br /><br />De acordo com o INMET, estão previstas chuvas mais volumosas para o final do mês de dezembro, para as regiões do Centro-Norte, Centro-Oeste, Central e Sudeste do País. Por outro lado, Oeste de SC e RS ainda permanecem com precipitações reduzidas até o fim do mês.    <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB.    <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Um ótimo Natal a todos os produtores rurais e suas famílias e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52265844</guid><pubDate>Fri, 23 Dec 2022 13:03:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52265844/20221223_bbcast_agro_soja.mp3" length="3222927" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 23 de dezembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.    

O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/23 encerrou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de dezembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC e falaremos sobre o cenário da soja.    <br /><br />O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/23 encerrou o dia 21/12 cotado a U$ 14,78/bushel, mantendo estabilidade no mês de dezembro. <br /><br />Os fatores que vem contribuindo para os patamares de preços são: o programa de importação da China, que elevou suas compras nos últimos dois meses, as tensões geopolíticas no leste europeu e os problemas climáticos no RS, Argentina e Paraguai.  <br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 21/12, foi cotado a R$ 179,76 a saca, apresentando retração negativa de 2,51% no mês. Os prêmios nos portos para dezembro vêm se mantendo estáveis, sendo cotados a 2,30 US$/Bushel em Paranaguá PR. Já para janeiro/23, com a entrada da nova safra, a cotação sofreu redução, cotado a 1,30 US$/Bushel. Ressaltamos o atraso na comercialização antecipada da safra 22/23, tendo atingido atualmente 25% da produção estimada, ante 35% da safra anterior.   <br /><br />O mercado segue acompanhando o plantio e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. No Brasil, o plantio já alcançou 96,7% da área estimada, conforme a CONAB. De modo geral, as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras, exceto RS, onde as baixas precipitações causadas pelo fenômeno climático La Nina, vêm adiando a finalização do plantio e ocasionando problemas no desenvolvimento da cultura, assim como na Argentina, que sofre os mesmos problemas do RS, porém mais agravados.    <br /><br />A CONAB registrou no 3° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada para 43,41 milhões de há e produção de 153,48 milhões de toneladas.    <br /><br />De acordo com o INMET, estão previstas chuvas mais volumosas para o final do mês de dezembro, para as regiões do Centro-Norte, Centro-Oeste, Central e Sudeste do País. Por outro lado, Oeste de SC e RS ainda permanecem com precipitações reduzidas até o fim do mês.    <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB.    <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Um ótimo Natal a todos os produtores rurais e suas famílias e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/12/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-12-2022-cenario-do-boi-gordo--52257033</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 de dezembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, em dezembro de 2022, o volume exportado de carne bovina in natura chegou a 81,91 mil toneladas, em 12 dias úteis. O mês de dezembro de 2021 encerrou com 126,8 mil toneladas exportadas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.986,10, alta de 3,3% frente a dezembro de 2021. Porém, o valor médio da tonelada continua recuando no último semestre, com queda de 4,6% no comparativo com o valor médio do mês passado, US$ 5227.<br /><br />No dia 20/12/2022, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 290,30. O mercado futuro indicava o boi gordo cotado a R$ 298,00 nos contratos com vencimento para fevereiro de 23.<br /><br />O mercado físico do boi gordo registrou negociações acima da referência para regiões do Centro-Oeste e Norte, com destaque para MG, onde as escalas de abate da indústria se encontram enxuta. Porém, de um modo geral, o aumento da oferta de animais no mercado interno e a queda no preço médio da tonelada de carne bovina no mercado externo contribuem para que a ponta compradora pressione para baixo a cotação da arroba. Em SP, referência para outras regiões do país, ainda há pouco espaço para altas pontuais, uma vez que os frigoríficos seguem “fora das compras”, com escalas de abate entre 6 e 7 dias úteis.<br /><br />A recuperação dos preços em algumas praças, como Centro-Oeste e Norte, ofereceu margem para os pecuaristas, porém o fluxo de negociações tende a perder intensidade a partir da segunda quinzena do mês, algo natural para a época do ano, em que alguns frigoríficos se encontram bem-posicionados em suas escalas de abate e outros optam em dar férias coletivas para seus funcionários.<br /><br />Paralelo a isso, as grandes redes varejistas já têm seus estoques posicionados para o restante do ano. Dessa maneira, parece pouco provável a recuperação no valor da arroba no curto prazo.<br /><br />Para diminuir o risco de volatilidade na cadeia produtiva de bovino de corte, os produtores podem contar com o Banco do Brasil para gerenciar o risco na pecuária de corte, através de contratos a termo ou de opções no mercado futuro e seguro faturamento, assim como linhas de custeio pecuário e investimentos.  <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52257033</guid><pubDate>Thu, 22 Dec 2022 13:08:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52257033/20221222_bbcast_agro_pecuaria_de_corte.mp3" length="3760840" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 de dezembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, em dezembro...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 de dezembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, em dezembro de 2022, o volume exportado de carne bovina in natura chegou a 81,91 mil toneladas, em 12 dias úteis. O mês de dezembro de 2021 encerrou com 126,8 mil toneladas exportadas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.986,10, alta de 3,3% frente a dezembro de 2021. Porém, o valor médio da tonelada continua recuando no último semestre, com queda de 4,6% no comparativo com o valor médio do mês passado, US$ 5227.<br /><br />No dia 20/12/2022, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 290,30. O mercado futuro indicava o boi gordo cotado a R$ 298,00 nos contratos com vencimento para fevereiro de 23.<br /><br />O mercado físico do boi gordo registrou negociações acima da referência para regiões do Centro-Oeste e Norte, com destaque para MG, onde as escalas de abate da indústria se encontram enxuta. Porém, de um modo geral, o aumento da oferta de animais no mercado interno e a queda no preço médio da tonelada de carne bovina no mercado externo contribuem para que a ponta compradora pressione para baixo a cotação da arroba. Em SP, referência para outras regiões do país, ainda há pouco espaço para altas pontuais, uma vez que os frigoríficos seguem “fora das compras”, com escalas de abate entre 6 e 7 dias úteis.<br /><br />A recuperação dos preços em algumas praças, como Centro-Oeste e Norte, ofereceu margem para os pecuaristas, porém o fluxo de negociações tende a perder intensidade a partir da segunda quinzena do mês, algo natural para a época do ano, em que alguns frigoríficos se encontram bem-posicionados em suas escalas de abate e outros optam em dar férias coletivas para seus funcionários.<br /><br />Paralelo a isso, as grandes redes varejistas já têm seus estoques posicionados para o restante do ano. Dessa maneira, parece pouco provável a recuperação no valor da arroba no curto prazo.<br /><br />Para diminuir o risco de volatilidade na cadeia produtiva de bovino de corte, os produtores podem contar com o Banco do Brasil para gerenciar o risco na pecuária de corte, através de contratos a termo ou de opções no mercado futuro e seguro faturamento, assim como linhas de custeio pecuário e investimentos.  <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>236</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/12/2022 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-12-2022-cenario-do-cafe-arabica--52245201</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 21 de dezembro de 2022, eu sou João Vitor Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina-PR e hoje vamos falar sobre o cenário de café arábica.              <br /><br />No mercado externo, depois das cotações atingirem as mínimas dos últimos 15 meses a US$ 154,05/lb em 21 de novembro de 2022, aproximam-se os recessos de final de ano com o mercado operando baseado em incertezas sobre a recuperação da safra brasileira em 2023, recessão econômica global e pelo resquício dos baixos estoques mundiais, com a cotação em NY circulando ao redor de US$c 164,00/lb nos últimos dias.              <br /><br />No mercado interno, apesar da parcimônia na comercialização do restante da safra 22, os produtores têm ciência de que o mercado será mais ofertado na safra 23, fator que reduz a janela de comercialização do restante da safra de 2022, ainda em posse dos produtores, nos patamares de preços de comercialização da atual safra, que atualmente gira em torno de R$ 1.050,00 a saca de 60 kg da Bebida Dura de boa qualidade no Sul de Minas.              <br /><br />Atendidas as demandas de custeio da nova safra, é hora de avaliar a necessidade de novos investimentos para a condução e colheita da lavoura cafeeira em 2023. Recuperação de terreiros, implementos e mesmo readequação do parque de máquinas são investimentos que podem assegurar maior eficiência e aproveitamento do potencial de sua lavoura.  <br /><br />Estes fatores são de suma importância em um horizonte de mercado competitivo e que exige o melhor aproveitamento dos recursos e do potencial da sua propriedade.  <br /><br />Para isto o Banco do Brasil dispõe de recursos para auxiliar o produtor a manter a sua competitividade no vibrante mercado cafeeiro. Contate sua agência e técnico de confiança.<br /><br />Conquiste e desfrute excelentes resultados neste novo ano de 2023! São os votos de toda a equipe Agro do Banco do Brasil.  <br /><br />E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52245201</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2022 12:26:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52245201/20221221_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2481049" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é quarta-feira, 21 de dezembro de 2022, eu sou João Vitor Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina-PR e hoje vamos falar sobre o cenário de café arábica.              

No mercado externo, depois das cotações atingirem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é quarta-feira, 21 de dezembro de 2022, eu sou João Vitor Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina-PR e hoje vamos falar sobre o cenário de café arábica.              <br /><br />No mercado externo, depois das cotações atingirem as mínimas dos últimos 15 meses a US$ 154,05/lb em 21 de novembro de 2022, aproximam-se os recessos de final de ano com o mercado operando baseado em incertezas sobre a recuperação da safra brasileira em 2023, recessão econômica global e pelo resquício dos baixos estoques mundiais, com a cotação em NY circulando ao redor de US$c 164,00/lb nos últimos dias.              <br /><br />No mercado interno, apesar da parcimônia na comercialização do restante da safra 22, os produtores têm ciência de que o mercado será mais ofertado na safra 23, fator que reduz a janela de comercialização do restante da safra de 2022, ainda em posse dos produtores, nos patamares de preços de comercialização da atual safra, que atualmente gira em torno de R$ 1.050,00 a saca de 60 kg da Bebida Dura de boa qualidade no Sul de Minas.              <br /><br />Atendidas as demandas de custeio da nova safra, é hora de avaliar a necessidade de novos investimentos para a condução e colheita da lavoura cafeeira em 2023. Recuperação de terreiros, implementos e mesmo readequação do parque de máquinas são investimentos que podem assegurar maior eficiência e aproveitamento do potencial de sua lavoura.  <br /><br />Estes fatores são de suma importância em um horizonte de mercado competitivo e que exige o melhor aproveitamento dos recursos e do potencial da sua propriedade.  <br /><br />Para isto o Banco do Brasil dispõe de recursos para auxiliar o produtor a manter a sua competitividade no vibrante mercado cafeeiro. Contate sua agência e técnico de confiança.<br /><br />Conquiste e desfrute excelentes resultados neste novo ano de 2023! São os votos de toda a equipe Agro do Banco do Brasil.  <br /><br />E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>156</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/12/2022 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-12-2022-cenario-do-trigo--52236228</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira 20 de dezembro de 2022, meu nome é Sérgio Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do trigo.  <br /><br />A safra nacional de trigo está encerrada. A estimativa é de uma safra recorde de 9,7 milhões de toneladas, 26% de aumento em relação à safra 2021.  <br /><br />O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 50% da produção nacional, obteve produção recorde de 4,97 milhões de toneladas, aumento de 40% em relação à safra passada, conforme dados da Emater-RS.  <br /><br />O Paraná, segundo maior produtor do cereal e que responde por 35% da produção nacional, colheu 3,45 milhões de toneladas segundo o Departamento de Economia Rural (Deral). Apesar do excesso de chuvas na fase de maturação afetar a qualidade do grão, esse número representa acréscimo de 8% frente a safra passada.  <br /><br />Minas Geras, Santa Catarina e São Paulo, aumentaram suas produções de trigo em 74%, 31% e 20% respectivamente. Boa parte desse incremento é devido ao aumento da área plantada e recuperação das perdas da safra passada. Juntos esses 3 estados respondem por 11% da produção nacional.  <br /><br />No cenário internacional, vale destacar a quebra de safra argentina, que segundo a Bolsa de Comércio de Rosário, é a maior da história. Estiagem e geadas ocasionaram uma quebra de 38% na safra de 2022, projetando uma produção de apenas 11,8 milhões de toneladas, ou seja, 7,2 milhões de toneladas a menos do que a estimada inicial.    <br /><br />Normalmente, o trigo argentino corresponde a 80% do produto importado pelo Brasil e com a quebra de safra os importadores brasileiros tendem a buscar alternativas, e o Canadá, Estados Unidos e Rússia aparecem como opções viáveis para atender a demanda do mercado interno. Segundo dados da Conab (Dez/2022), o Brasil deve importar 6,1 milhões de toneladas de​​​​​​ trigo, para atender um consumo de 12,2 milhões de toneladas.  <br /><br />Mesmo assim, com a oferta elevada da recente colheita brasileira, o indicador Cepea/Esalq-Paraná do trigo registrou queda de aproximadamente 1,8% nos últimos 30 dias, e está cotado a R$ 1.786/tonelada.  <br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização e custeio para este e outros cereais de inverno para auxiliar o produtor na gestão da sua atividade. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  <br /><br />Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo de colheitas fartas!  <br /><br />Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52236228</guid><pubDate>Tue, 20 Dec 2022 12:51:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52236228/20221220_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3144768" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira 20 de dezembro de 2022, meu nome é Sérgio Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do trigo.  

A safra nacional de trigo está encerrada. A estimativa é de uma safra recorde de 9,7...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira 20 de dezembro de 2022, meu nome é Sérgio Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos - SC e vamos falar sobre o cenário do trigo.  <br /><br />A safra nacional de trigo está encerrada. A estimativa é de uma safra recorde de 9,7 milhões de toneladas, 26% de aumento em relação à safra 2021.  <br /><br />O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 50% da produção nacional, obteve produção recorde de 4,97 milhões de toneladas, aumento de 40% em relação à safra passada, conforme dados da Emater-RS.  <br /><br />O Paraná, segundo maior produtor do cereal e que responde por 35% da produção nacional, colheu 3,45 milhões de toneladas segundo o Departamento de Economia Rural (Deral). Apesar do excesso de chuvas na fase de maturação afetar a qualidade do grão, esse número representa acréscimo de 8% frente a safra passada.  <br /><br />Minas Geras, Santa Catarina e São Paulo, aumentaram suas produções de trigo em 74%, 31% e 20% respectivamente. Boa parte desse incremento é devido ao aumento da área plantada e recuperação das perdas da safra passada. Juntos esses 3 estados respondem por 11% da produção nacional.  <br /><br />No cenário internacional, vale destacar a quebra de safra argentina, que segundo a Bolsa de Comércio de Rosário, é a maior da história. Estiagem e geadas ocasionaram uma quebra de 38% na safra de 2022, projetando uma produção de apenas 11,8 milhões de toneladas, ou seja, 7,2 milhões de toneladas a menos do que a estimada inicial.    <br /><br />Normalmente, o trigo argentino corresponde a 80% do produto importado pelo Brasil e com a quebra de safra os importadores brasileiros tendem a buscar alternativas, e o Canadá, Estados Unidos e Rússia aparecem como opções viáveis para atender a demanda do mercado interno. Segundo dados da Conab (Dez/2022), o Brasil deve importar 6,1 milhões de toneladas de​​​​​​ trigo, para atender um consumo de 12,2 milhões de toneladas.  <br /><br />Mesmo assim, com a oferta elevada da recente colheita brasileira, o indicador Cepea/Esalq-Paraná do trigo registrou queda de aproximadamente 1,8% nos últimos 30 dias, e está cotado a R$ 1.786/tonelada.  <br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza linhas de comercialização e custeio para este e outros cereais de inverno para auxiliar o produtor na gestão da sua atividade. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.  <br /><br />Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo de colheitas fartas!  <br /><br />Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/12/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-12-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--52226055</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de dezembro de 2022, meu nome é Dione Souza, sou Gerente na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Para a soja, a perspectiva é de que:<br /><br />O mercado seguirá refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial a Argentina. As chuvas que chegaram ao país nos últimos dias foram boas, porém, ainda insuficientes para mudar o cenário da safra no curto prazo. <br /><br />No Brasil, o quadro é mais favorável para essa semana, o NOAA sinaliza chuvas acima de 100 milímetros em pontos do Sudeste, Centro-Oeste e Matopiba, no entanto, o modelo chama atenção ainda para o corte das chuvas no Sul do Brasil, com destaque para a fronteira oeste do Rio Grande do Sul, que não deve receber nenhuma chuva nos próximos dias. Mesmo assim, segue firme a estimativa de safra para o BR, fator limitador de alta dos preços.<br /><br />A flexibilização das medidas de controle da Covid por parte da China, tem viés positivo no consumo e mercado. Contudo, o possível quadro de recessão global e tensões geopolíticas oriundas do conflito entre Rússia e Ucrânia seguem como fatores baixistas.<br /><br />Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade, tanto no curto, quanto médio prazo, podendo sofrer oscilações em função dos boletins meteorológicos com impacto para a América do Sul.<br /><br />Em relação ao milho: <br /><br />As preocupações com a economia global e a inflação podem influenciar negativamente as cotações em Chicago. Do outro lado, o direcionamento do Banco Central Americano (FED), com suas projeções para a economia e reduzindo o ritmo de elevação de juros no país contrapõe o fundamento anterior.<br /><br />A previsão climática para a próxima semana na Argentina apresenta volumes maiores de chuvas em relação à semana anterior, podendo melhorar a disponibilidade de água no solo argentino e contribuir para o avanço da semeadura. O mercado externo está acompanhando a situação das lavouras no hemisfério sul, pois caso as chuvas não ocorram, a situação das lavouras argentinas poderá trazer suporte nas cotações na CBOT. <br /><br />No Brasil, a previsão climática para o Rio Grande do Sul continua não sendo favorável, apontando para chuvas irregulares. O potencial produtivo pode continuar sendo comprometido, trazendo um viés de estabilidade ou de ligeira alta no mercado interno, apesar da sinalização de ritmo fraco dos negócios para o fim do ano, com os consumidores já abastecidos.<br /><br />Para o café:<br /><br />Os principais institutos de meteorologia indicam maior volume de chuvas nos próximos dias no cinturão produtor de café, expectativa esta que, se confirmada, poderá exercer pressão negativa nas cotações do café em NY, com reflexos na precificação interna do grão. <br /><br />O clima favorável à colheita na América Central, Colômbia e México, e o ritmo favorável também no Vietnã, aumenta a perspectiva de maior oferta nas regiões produtoras dos cafés arábica e robusta no curto e médio prazo. <br /><br />Estes fatores baixistas são preponderantes no momento e tendem a afetar o ritmo de vendas, que já é de tendência de baixa. Desta forma, a comercialização deverá seguir arrefecida, com produtores afastados dos negócios e aguardando repiques de alta para negociar. <br /><br />O clima no Brasil é o principal fator de volatilidade na semana e, caso as chuvas esperadas em maior volume ocorram, os preços do café deverão seguir movimento baixista. <br /><br />E, para o boi gordo, destacamos que:<br /><br />O mercado de reposição, em função da fase do ciclo pecuário e cotação estável da arroba, siga com a tendência de preços acomodados para o curto prazo.<br /><br />A recuperação dos preços da arroba em algumas praças, como Centro-oeste e Norte, ofereceu margem para os pecuaristas, porém o fluxo de negociações tende a perder intensidade a partir da segunda quinzena do mês, algo natural para a época do ano, em que alguns frigoríficos se encontram bem-posicionados em suas escalas de abate, e outros optam em dar férias coletivas para seus funcionários.<br /><br />Paralelo a isso, as grandes redes varejistas já têm seus estoques suficientes para o restante do ano. Dessa maneira, parece pouco provável recuperação no valor da arroba no curto prazo.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!<br />]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52226055</guid><pubDate>Mon, 19 Dec 2022 12:31:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52226055/20221219_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5419720" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de dezembro de 2022, meu nome é Dione Souza, sou Gerente na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 19 de dezembro de 2022, meu nome é Dione Souza, sou Gerente na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Para a soja, a perspectiva é de que:<br /><br />O mercado seguirá refletindo as preocupações com o clima na América do Sul, em especial a Argentina. As chuvas que chegaram ao país nos últimos dias foram boas, porém, ainda insuficientes para mudar o cenário da safra no curto prazo. <br /><br />No Brasil, o quadro é mais favorável para essa semana, o NOAA sinaliza chuvas acima de 100 milímetros em pontos do Sudeste, Centro-Oeste e Matopiba, no entanto, o modelo chama atenção ainda para o corte das chuvas no Sul do Brasil, com destaque para a fronteira oeste do Rio Grande do Sul, que não deve receber nenhuma chuva nos próximos dias. Mesmo assim, segue firme a estimativa de safra para o BR, fator limitador de alta dos preços.<br /><br />A flexibilização das medidas de controle da Covid por parte da China, tem viés positivo no consumo e mercado. Contudo, o possível quadro de recessão global e tensões geopolíticas oriundas do conflito entre Rússia e Ucrânia seguem como fatores baixistas.<br /><br />Assim, o mercado tende a seguir em estabilidade, tanto no curto, quanto médio prazo, podendo sofrer oscilações em função dos boletins meteorológicos com impacto para a América do Sul.<br /><br />Em relação ao milho: <br /><br />As preocupações com a economia global e a inflação podem influenciar negativamente as cotações em Chicago. Do outro lado, o direcionamento do Banco Central Americano (FED), com suas projeções para a economia e reduzindo o ritmo de elevação de juros no país contrapõe o fundamento anterior.<br /><br />A previsão climática para a próxima semana na Argentina apresenta volumes maiores de chuvas em relação à semana anterior, podendo melhorar a disponibilidade de água no solo argentino e contribuir para o avanço da semeadura. O mercado externo está acompanhando a situação das lavouras no hemisfério sul, pois caso as chuvas não ocorram, a situação das lavouras argentinas poderá trazer suporte nas cotações na CBOT. <br /><br />No Brasil, a previsão climática para o Rio Grande do Sul continua não sendo favorável, apontando para chuvas irregulares. O potencial produtivo pode continuar sendo comprometido, trazendo um viés de estabilidade ou de ligeira alta no mercado interno, apesar da sinalização de ritmo fraco dos negócios para o fim do ano, com os consumidores já abastecidos.<br /><br />Para o café:<br /><br />Os principais institutos de meteorologia indicam maior volume de chuvas nos próximos dias no cinturão produtor de café, expectativa esta que, se confirmada, poderá exercer pressão negativa nas cotações do café em NY, com reflexos na precificação interna do grão. <br /><br />O clima favorável à colheita na América Central, Colômbia e México, e o ritmo favorável também no Vietnã, aumenta a perspectiva de maior oferta nas regiões produtoras dos cafés arábica e robusta no curto e médio prazo. <br /><br />Estes fatores baixistas são preponderantes no momento e tendem a afetar o ritmo de vendas, que já é de tendência de baixa. Desta forma, a comercialização deverá seguir arrefecida, com produtores afastados dos negócios e aguardando repiques de alta para negociar. <br /><br />O clima no Brasil é o principal fator de volatilidade na semana e, caso as chuvas esperadas em maior volume ocorram, os preços do café deverão seguir movimento baixista. <br /><br />E, para o boi gordo, destacamos que:<br /><br />O mercado de reposição, em função da fase do ciclo pecuário e cotação estável da arroba, siga com a tendência de preços acomodados para o curto prazo.<br /><br />A recuperação dos preços da arroba em algumas praças, como Centro-oeste e Norte, ofereceu margem para os pecuaristas, porém...]]></itunes:summary><itunes:duration>339</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/12/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-12-2022-cenario-do-milho--52203694</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de dezembro de 2022, meu nome é Karoline Furlaneto, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.   <br /><br />As cotações na Bolsa de Chicago tiveram uma movimentação positiva nos últimos dias, influenciadas pelo ataque russo ao sistema de energia elétrica na região portuária de Odessa, na Ucrânia, levando à preocupação do mercado com a continuidade dos embarques de grãos ucraniano. O contrato com vencimento em março/23 encerrou na Quarta-feira, dia 13 de dezembro cotado a U$ 6,53 dólares por bushel.   <br /><br />O relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura Americano não apresentou grandes novidades e foi alinhando com o que o mercado esperava, sendo considerado neutro. Foi apontado uma pequena redução nas exportações americanas e como consequência, aumento nos seus estoques finais. Com relação à Ucrânia, a produção 22/23 foi estimada em 27 milhões de toneladas, produção 36% menor que na safra anterior, consequência do conflito com a Rússia. Os estoques finais globais foram estimados em 298,4 milhões de toneladas, sendo o segundo menor estoque global das últimas cinco safras.   <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a terça-feira cotado a R$ 86,00 a saca, com valorização de 0,54% nos últimos dias. Os preços do milho internamente seguem sustentados e equilibrados entre a paridade de exportação e os movimentos domésticos, apesar do ritmo dos negócios estarem reduzindo com a proximidade do Natal e o fim do ano.  <br /><br />Os efeitos do fenômeno La Niña não preocupam apenas a produção de milho na Argentina. No sul do Brasil as chuvas mal distribuídas e o clima quente e seco já têm afetado o potencial produtivo das lavouras. No levantamento de dezembro, a Conab reduziu em 710 mil toneladas a produção para o Rio Grande do Sul e em 130 mil toneladas a produção de Santa Catarina. O relatório alerta que a reserva hídrica do solo está bem abaixo do ideal, e caso não ocorra bons volumes de chuva nos próximos dias, as perdas na produtividade poderão se intensificar.    <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52203694</guid><pubDate>Fri, 16 Dec 2022 12:59:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52203694/20221216_bbcast_agro_milho.mp3" length="2994303" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 16 de dezembro de 2022, meu nome é Karoline Furlaneto, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.   

As cotações na Bolsa de Chicago tiveram uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de dezembro de 2022, meu nome é Karoline Furlaneto, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Lucas do Rio Verde – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho.   <br /><br />As cotações na Bolsa de Chicago tiveram uma movimentação positiva nos últimos dias, influenciadas pelo ataque russo ao sistema de energia elétrica na região portuária de Odessa, na Ucrânia, levando à preocupação do mercado com a continuidade dos embarques de grãos ucraniano. O contrato com vencimento em março/23 encerrou na Quarta-feira, dia 13 de dezembro cotado a U$ 6,53 dólares por bushel.   <br /><br />O relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura Americano não apresentou grandes novidades e foi alinhando com o que o mercado esperava, sendo considerado neutro. Foi apontado uma pequena redução nas exportações americanas e como consequência, aumento nos seus estoques finais. Com relação à Ucrânia, a produção 22/23 foi estimada em 27 milhões de toneladas, produção 36% menor que na safra anterior, consequência do conflito com a Rússia. Os estoques finais globais foram estimados em 298,4 milhões de toneladas, sendo o segundo menor estoque global das últimas cinco safras.   <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou a terça-feira cotado a R$ 86,00 a saca, com valorização de 0,54% nos últimos dias. Os preços do milho internamente seguem sustentados e equilibrados entre a paridade de exportação e os movimentos domésticos, apesar do ritmo dos negócios estarem reduzindo com a proximidade do Natal e o fim do ano.  <br /><br />Os efeitos do fenômeno La Niña não preocupam apenas a produção de milho na Argentina. No sul do Brasil as chuvas mal distribuídas e o clima quente e seco já têm afetado o potencial produtivo das lavouras. No levantamento de dezembro, a Conab reduziu em 710 mil toneladas a produção para o Rio Grande do Sul e em 130 mil toneladas a produção de Santa Catarina. O relatório alerta que a reserva hídrica do solo está bem abaixo do ideal, e caso não ocorra bons volumes de chuva nos próximos dias, as perdas na produtividade poderão se intensificar.    <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/12/2022 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-12-2022-cenario-da-avicultura-de-corte--52193905</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de dezembro de 2022, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br />De acordo com o USDA, projeta-se produção de 14,85 milhões de toneladas de carne de frango para o Brasil em 2023, cerca de 3% a mais do que 2022 e que o consumo interno aumentará na mesma proporção, atingindo 10,05 milhões de toneladas.<br /><br />Segundo a secretaria de comércio exterior, as exportações de carne de frango de janeiro a novembro de 2022, aumentaram 5,5% em relação ao mesmo período de 2021, sendo ex-portadas aproximadamente 4 milhões de toneladas, com preço médio de US$ 2,00 por kg. <br /><br />Nos últimos 5 meses de 2022, entre junho e outubro, o custo de produção apresentou estabilidade, variando entre R$ 5,45 a R$ 5,49 por kg de Peso vivo, de acordo com a EMBRAPA AVES e Suínos. Isto se deve à menor volatilidade nos preços do milho e do farelo de soja, principais insumos utilizados na atividade.<br /><br />O avicultor independente está recebendo atualmente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo, R$ 5,40 e R$ 5,50 pelo kg vivo, respectivamente.  Tendo em vista o elevado custo de produção, a rentabilidade da atividade está com margens bem reduzidas.<br /><br />O kg do frango resfriado foi comercializado, em novembro, no atacado de SP pelo preço médio de R$ 8,04, o que representa 75% do valor da carcaça especial suína e 40% da carcaça casada bovina.<br /><br />Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista a perspectiva de elevação dos preços deste importante insumo para avicultura de corte, o BB oferece aos avicultores independentes além do tradicional custeio, a oportunidade da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52193905</guid><pubDate>Thu, 15 Dec 2022 12:57:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52193905/20221215_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="2410414" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de dezembro de 2022, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.&#13;
&#13;
De acordo com o USDA, projeta-se produção de 14,85...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de dezembro de 2022, meu nome é Alexandre Petry, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Pato Branco (PR) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br />De acordo com o USDA, projeta-se produção de 14,85 milhões de toneladas de carne de frango para o Brasil em 2023, cerca de 3% a mais do que 2022 e que o consumo interno aumentará na mesma proporção, atingindo 10,05 milhões de toneladas.<br /><br />Segundo a secretaria de comércio exterior, as exportações de carne de frango de janeiro a novembro de 2022, aumentaram 5,5% em relação ao mesmo período de 2021, sendo ex-portadas aproximadamente 4 milhões de toneladas, com preço médio de US$ 2,00 por kg. <br /><br />Nos últimos 5 meses de 2022, entre junho e outubro, o custo de produção apresentou estabilidade, variando entre R$ 5,45 a R$ 5,49 por kg de Peso vivo, de acordo com a EMBRAPA AVES e Suínos. Isto se deve à menor volatilidade nos preços do milho e do farelo de soja, principais insumos utilizados na atividade.<br /><br />O avicultor independente está recebendo atualmente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo, R$ 5,40 e R$ 5,50 pelo kg vivo, respectivamente.  Tendo em vista o elevado custo de produção, a rentabilidade da atividade está com margens bem reduzidas.<br /><br />O kg do frango resfriado foi comercializado, em novembro, no atacado de SP pelo preço médio de R$ 8,04, o que representa 75% do valor da carcaça especial suína e 40% da carcaça casada bovina.<br /><br />Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista a perspectiva de elevação dos preços deste importante insumo para avicultura de corte, o BB oferece aos avicultores independentes além do tradicional custeio, a oportunidade da contratação da CPR de frango vivo.<br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>151</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2d3207b896741cbb247378f6e7a540b9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/12/2022 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-12-2022-cenario-da-cana-de-acucar--52184119</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 14 de dezembro de 2022.  Meu nome é André Longhi, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br />A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar está praticamente finalizada no Centro-Sul do país, com condições climáticas mais favoráveis do que vinha se observando nas duas últimas safras, fazendo com que o desenvolvimento das lavouras e o rendimento agrícola aumentassem. Por outro lado, as chuvas dificultam o avanço das operações de colheita, principalmente agora no encerramento, transferindo a colheita de áreas restantes para a próxima safra. Do início da safra até a 1ª quinzena de novembro a quantidade de cana-de-açúcar processada foi de 516,8 milhões de toneladas, que corresponde a uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período da safra passada.<br />Os balanços sobre a produção total de açúcar cristal e volumes já comprometidos com os contratos internos e externos têm levado usinas a limitar as quantidades direcionadas a venda spot. A alta dos preços do cristal branco no mercado doméstico fez com que as vendas internas recuperassem a vantagem sobre as exportações e o preço do açúcar cristal avançou 8,9% em um mês.<br />Os negócios envolvendo etanol mostram distribuidoras com pouco interesse de fechar novas compras, esticando ao máximo seus estoques. Ainda assim, de modo geral, usinas estiveram firmes nos preços. Com pouca elevação da liquidez, o preço do hidratado recuou 5,4% em um mês.<br />O preço pago pelo ATR (Açúcar Total Recuperável) vinha caindo desde o início da safra, registrando a primeira elevação no mês de outubro. De acordo com o Consecana-SP o valor do ATR chegou a R$ 1,15 por kg em novembro, o que representa uma elevação mensal de 4,5%. Apesar disso, o preço do ATR acumulado ao longo da safra segue baixo, apesar de leve alta de 0,4%.  Com os altos custos de produção observados na safra atual, e preços praticamente estáveis, torna-se de grande importância a gestão dos custos para manutenção da margem de rentabilidade para os produtores.<br />Com o final da safra, o momento é de atenção ao planejamento para as reformas de canaviais. O Banco do Brasil dispõe de linhas de crédito de investimento para implantação ou renovação das lavouras, assim como para o custeio da produção e investimentos para melhoria da infraestrutura da propriedade e aquisição de máquinas e equipamentos.<br />Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52184119</guid><pubDate>Wed, 14 Dec 2022 12:25:46 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52184119/whatsapp_audio_2022_12_14_at_08_30_44.mp3" length="2813327" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 14 de dezembro de 2022.  Meu nome é André Longhi, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.&#13;
A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 14 de dezembro de 2022.  Meu nome é André Longhi, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da Cana-de-açúcar.<br />A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar está praticamente finalizada no Centro-Sul do país, com condições climáticas mais favoráveis do que vinha se observando nas duas últimas safras, fazendo com que o desenvolvimento das lavouras e o rendimento agrícola aumentassem. Por outro lado, as chuvas dificultam o avanço das operações de colheita, principalmente agora no encerramento, transferindo a colheita de áreas restantes para a próxima safra. Do início da safra até a 1ª quinzena de novembro a quantidade de cana-de-açúcar processada foi de 516,8 milhões de toneladas, que corresponde a uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período da safra passada.<br />Os balanços sobre a produção total de açúcar cristal e volumes já comprometidos com os contratos internos e externos têm levado usinas a limitar as quantidades direcionadas a venda spot. A alta dos preços do cristal branco no mercado doméstico fez com que as vendas internas recuperassem a vantagem sobre as exportações e o preço do açúcar cristal avançou 8,9% em um mês.<br />Os negócios envolvendo etanol mostram distribuidoras com pouco interesse de fechar novas compras, esticando ao máximo seus estoques. Ainda assim, de modo geral, usinas estiveram firmes nos preços. Com pouca elevação da liquidez, o preço do hidratado recuou 5,4% em um mês.<br />O preço pago pelo ATR (Açúcar Total Recuperável) vinha caindo desde o início da safra, registrando a primeira elevação no mês de outubro. De acordo com o Consecana-SP o valor do ATR chegou a R$ 1,15 por kg em novembro, o que representa uma elevação mensal de 4,5%. Apesar disso, o preço do ATR acumulado ao longo da safra segue baixo, apesar de leve alta de 0,4%.  Com os altos custos de produção observados na safra atual, e preços praticamente estáveis, torna-se de grande importância a gestão dos custos para manutenção da margem de rentabilidade para os produtores.<br />Com o final da safra, o momento é de atenção ao planejamento para as reformas de canaviais. O Banco do Brasil dispõe de linhas de crédito de investimento para implantação ou renovação das lavouras, assim como para o custeio da produção e investimentos para melhoria da infraestrutura da propriedade e aquisição de máquinas e equipamentos.<br />Ah... e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast”traço”agro ou pesquise por BBCast Agro diretamente em sua rede de streaming de preferência.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br />Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/12/2022 - Cenário do amendoim</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-12-2022-cenario-do-amendoim--52173816</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de dezembro de 2022, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar sobre a cultura do amendoim.<br /><br />Segundo a CONAB, a produção brasileira de amendoim mais que dobrou nos últimos 8 anos.<br /><br />Com produção estimada na última safra em 692 mil toneladas, o estado de São Paulo desponta como maior produtor, detendo mais de 92% da produção nacional.<br /><br />A safra 2021/2022 foi considerada muito boa, com produtividade em torno de 400 sacas por alqueire paulista, porém com a guerra entre Rússia e Ucrânia deflagrada em março, o preço médio da saca de 25 kg do amendoim em casca caiu de R$ 110,00 para R$ 60,00, num cenário em que o custo de produção, principalmente dos insumos, já havia sofrido significativa alta.<br /><br />O produtor com armazenagem própria conseguiu amenizar essa queda na rentabilidade, uma vez que conseguiu parcelar as vendas e obter preços sensivelmente melhores.<br /><br />A Rússia é o maior comprador do amendoim brasileiro, mas em 2022 as vendas para o país recuaram 30,4%.<br /><br />Nos últimos meses o preço se recuperou e hoje está, em média, R$ 95,00/saca, impulsionado pelas aberturas comerciais com outros países, principalmente a China, que em setembro concedeu autorização de exportação para 47 empresas brasileiras do setor.<br /><br />Maior consumidor de amendoim do mundo, a China importa anualmente mais de USD 800 milhões do produto. De janeiro a maio de 2022, foram 248 mil toneladas. Segundo o MAPA, o Brasil tem todas as condições para alcançar uma boa participação nestas exportações, ampliando a pauta de vendas para a China. <br /><br />As linhas de custeio e comercialização do Banco do Brasil são importantes aliadas do produtor rural para equalizar o fluxo de caixa durante todo o ciclo de produção. <br /><br />Produtor, para saber mais sobre estas e outras soluções para o seu negócio rural procure seu gerente de relacionamento ou acesse <a href="http://www.broto.com.br" rel="noopener">www.broto.com.br</a>.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52173816</guid><pubDate>Tue, 13 Dec 2022 13:09:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52173816/20221213_bbcast_agro_amendoim.mp3" length="2797026" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de dezembro de 2022, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar sobre a cultura do amendoim.&#13;
&#13;
Segundo a CONAB, a produção brasileira de amendoim mais que dobrou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de dezembro de 2022, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar sobre a cultura do amendoim.<br /><br />Segundo a CONAB, a produção brasileira de amendoim mais que dobrou nos últimos 8 anos.<br /><br />Com produção estimada na última safra em 692 mil toneladas, o estado de São Paulo desponta como maior produtor, detendo mais de 92% da produção nacional.<br /><br />A safra 2021/2022 foi considerada muito boa, com produtividade em torno de 400 sacas por alqueire paulista, porém com a guerra entre Rússia e Ucrânia deflagrada em março, o preço médio da saca de 25 kg do amendoim em casca caiu de R$ 110,00 para R$ 60,00, num cenário em que o custo de produção, principalmente dos insumos, já havia sofrido significativa alta.<br /><br />O produtor com armazenagem própria conseguiu amenizar essa queda na rentabilidade, uma vez que conseguiu parcelar as vendas e obter preços sensivelmente melhores.<br /><br />A Rússia é o maior comprador do amendoim brasileiro, mas em 2022 as vendas para o país recuaram 30,4%.<br /><br />Nos últimos meses o preço se recuperou e hoje está, em média, R$ 95,00/saca, impulsionado pelas aberturas comerciais com outros países, principalmente a China, que em setembro concedeu autorização de exportação para 47 empresas brasileiras do setor.<br /><br />Maior consumidor de amendoim do mundo, a China importa anualmente mais de USD 800 milhões do produto. De janeiro a maio de 2022, foram 248 mil toneladas. Segundo o MAPA, o Brasil tem todas as condições para alcançar uma boa participação nestas exportações, ampliando a pauta de vendas para a China. <br /><br />As linhas de custeio e comercialização do Banco do Brasil são importantes aliadas do produtor rural para equalizar o fluxo de caixa durante todo o ciclo de produção. <br /><br />Produtor, para saber mais sobre estas e outras soluções para o seu negócio rural procure seu gerente de relacionamento ou acesse <a href="http://www.broto.com.br" rel="noopener">www.broto.com.br</a>.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>175</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,amendoim,bancodobrasil,bb,broto</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e91bdeb49964f45473da4e616aab8111.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/12/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-12-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--52161130</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de dezembro, meu nome é Rosilene Roos, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br />•Chuvas mais volumosas são previstas para essa semana no Brasil, com destaque para o RS, que deverá avançar com seu plantio. Na Argentina, também há previsão de chuvas, porém espaçadas e com baixos volumes, mantendo o quadro de atraso de plantio e dificuldade de desenvolvimento das lavouras já semeadas. <br /><br />•O USDA deve manter a estimativa de produção total para safra 22/23, no entanto, tende a elevar a estimativa de produção do Brasil e diminuir a da Argentina. O potencial de produção da América do Sul segue como foco, com os cenários meteorológicos da Argentina e do sul do Brasil sendo norteadores. Além disso, os novos protocolos de controle adotados pelo governo chinês para a COVID, com a flexibilização das atividades sociais, podem gerar demanda adicional e refletir positivamente nos preços. O quadro de recessão global e a tensão entre Rússia e a Ucrânia também continuam impactando.<br /><br />•No Brasil, o plantio se aproxima do final. Pelo desenvolvimento das lavouras, há perspectiva de início da colheita em janeiro. Com a pressão da oferta da nova safra, o mercado interno segue viés de baixa para o médio prazo e estabilidade no curto prazo.<br /><br />Em relação ao milho:<br /><br />•As preocupações com a economia global e a inflação que podem afetar diversos países importadores de milho podem trazer um viés de baixa nas cotações nos futuros da Bolsa de Chicago.<br /><br />•A previsão climática para a próxima semana continua desfavorável para a Argentina, com manutenção do clima quente e seco no país. O mercado externo está acompanhando a situação das lavouras no hemisfério sul, e este alerta pode dar suporte nas cotações na CBOT. No dia 07/12, a Bolsa de Cereais estimou que 18% das lavouras estão em condições boas a excelentes, bem abaixo do estimado para o mesmo período no ano passado, que era de 85%. <br /><br />•No Brasil, a Conab sinalizou redução na produção do milho verão para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina (redução de 710 mil toneladas e 130 mil toneladas, respectivamente) por conta de chuvas abaixo da normalidade e irregulares. Caso as precipitações se mantenham em baixo volume para estes estados nos próximos dias, o potencial produtivo poderá ser novamente reduzido, refletindo em um viés de alta nos preços internos nos próximos dias.<br /><br />Para o café: <br /><br />•Os principais institutos de meteorologia indicam maior volume de chuvas nos próximos dias no cinturão produtor de café, expectativa esta que, se confirmada, poderá exercer pressão negativa nas cotações do café em NY, com reflexos na precificação interna do grão.<br /><br />•O clima favorável à colheita na América Central, Colômbia e México e ritmo favorável também no Vietnam aumentam a perspectiva de maior da oferta nas regiões produtoras dos cafés arábica e conilon no curto/médio prazo. <br /><br />•Estes fatores baixistas são preponderantes no momento e tendem a afetar o ritmo de vendas, que já vinha baixo. Desta forma, a comercialização deverá seguir arrefecida, com produtores afastados dos negócios e aguardando repiques de alta para negociar. <br /><br />•Portanto, em especial, o clima no Brasil é o principal fator de volatilidade na semana e caso as chuvas esperadas em maior volume ocorram, os preços do café deverão seguir movimento baixista.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•Mercado de reposição seguiu com preço estável na última semana e a tendência é que esse cenário se mantenha para o curto prazo.<br /><br />•O comportamento da indústria em SP, na última semana, sugere uma posição mais confortável em suas escalas de abate, reduzindo a possibilidade de altas no valor da arroba para os próximos dias.<br /><br />•Nas demais regiões, a demanda por carne bovina ao longo dos próximos dias, impulsionada pelas festividades do fim do ano, entrada do 13º salário, Copa do Mundo e empregos temporários,  tende a aumentar a reposição do produto entre o varejo e o atacado e será importante para que se estabeleçam preços firmes no mercado físico do boi gordo na primeira quinzena de dezembro.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52161130</guid><pubDate>Mon, 12 Dec 2022 12:48:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52161130/20221212_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="4989640" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de dezembro, meu nome é Rosilene Roos, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 12 de dezembro, meu nome é Rosilene Roos, assessora na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br />•Chuvas mais volumosas são previstas para essa semana no Brasil, com destaque para o RS, que deverá avançar com seu plantio. Na Argentina, também há previsão de chuvas, porém espaçadas e com baixos volumes, mantendo o quadro de atraso de plantio e dificuldade de desenvolvimento das lavouras já semeadas. <br /><br />•O USDA deve manter a estimativa de produção total para safra 22/23, no entanto, tende a elevar a estimativa de produção do Brasil e diminuir a da Argentina. O potencial de produção da América do Sul segue como foco, com os cenários meteorológicos da Argentina e do sul do Brasil sendo norteadores. Além disso, os novos protocolos de controle adotados pelo governo chinês para a COVID, com a flexibilização das atividades sociais, podem gerar demanda adicional e refletir positivamente nos preços. O quadro de recessão global e a tensão entre Rússia e a Ucrânia também continuam impactando.<br /><br />•No Brasil, o plantio se aproxima do final. Pelo desenvolvimento das lavouras, há perspectiva de início da colheita em janeiro. Com a pressão da oferta da nova safra, o mercado interno segue viés de baixa para o médio prazo e estabilidade no curto prazo.<br /><br />Em relação ao milho:<br /><br />•As preocupações com a economia global e a inflação que podem afetar diversos países importadores de milho podem trazer um viés de baixa nas cotações nos futuros da Bolsa de Chicago.<br /><br />•A previsão climática para a próxima semana continua desfavorável para a Argentina, com manutenção do clima quente e seco no país. O mercado externo está acompanhando a situação das lavouras no hemisfério sul, e este alerta pode dar suporte nas cotações na CBOT. No dia 07/12, a Bolsa de Cereais estimou que 18% das lavouras estão em condições boas a excelentes, bem abaixo do estimado para o mesmo período no ano passado, que era de 85%. <br /><br />•No Brasil, a Conab sinalizou redução na produção do milho verão para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina (redução de 710 mil toneladas e 130 mil toneladas, respectivamente) por conta de chuvas abaixo da normalidade e irregulares. Caso as precipitações se mantenham em baixo volume para estes estados nos próximos dias, o potencial produtivo poderá ser novamente reduzido, refletindo em um viés de alta nos preços internos nos próximos dias.<br /><br />Para o café: <br /><br />•Os principais institutos de meteorologia indicam maior volume de chuvas nos próximos dias no cinturão produtor de café, expectativa esta que, se confirmada, poderá exercer pressão negativa nas cotações do café em NY, com reflexos na precificação interna do grão.<br /><br />•O clima favorável à colheita na América Central, Colômbia e México e ritmo favorável também no Vietnam aumentam a perspectiva de maior da oferta nas regiões produtoras dos cafés arábica e conilon no curto/médio prazo. <br /><br />•Estes fatores baixistas são preponderantes no momento e tendem a afetar o ritmo de vendas, que já vinha baixo. Desta forma, a comercialização deverá seguir arrefecida, com produtores afastados dos negócios e aguardando repiques de alta para negociar. <br /><br />•Portanto, em especial, o clima no Brasil é o principal fator de volatilidade na semana e caso as chuvas esperadas em maior volume ocorram, os preços do café deverão seguir movimento baixista.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•Mercado de reposição seguiu com preço estável na última semana e a tendência é que esse cenário se mantenha para o curto prazo.<br /><br />•O comportamento da indústria em SP, na última semana, sugere uma posição mais confortável em suas escalas de abate, reduzindo...]]></itunes:summary><itunes:duration>312</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/12/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-12-2022-cenario-da-soja--52138524</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de dezembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/22 encerrou o dia 07/12 cotado a U$ 14,372/bushel, mantendo estabilidade nos últimos 15 dias.  Os fatores que vem contribuindo para os patamares de preços são: o programa de importação da China, que elevou suas compras nos últimos dois meses, mesmo com os novos focos de covid e os rígidos protocolos de controle adotados pelo seu governo, somam-se a estes também as tensões geopolíticas no leste europeu e o retorno do programa de exportação da Argentina – Dólar/Soja.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 07/12, foi cotado a R$ 181,23/saca, apresentan-do retração de 1,577% no mês. Os prêmios nos portos para dezembro vêm se mantendo estáveis, sendo cotados a 2,00 US$/Bushel em Paranaguá PR. Já para fevereiro/23, com a entrada da nova safra, a co-tação está em 0,85 US$/Buschel. Ressaltamos o atraso na comercialização futura da safra 22/23 tendo atingido atualmente 21% da produção estimada, ante 30% da safra anterior.<br /><br />Os principais players no mercado internacional estão acompanhando o plantio e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. No Brasil, o plantio já se encaminha para conclusão e, conforme a CONAB, já atingiu 91% da área estimada. De modo geral, as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras. Nesta temporada, o RS está adiando a finalização do plantio devido aos efeitos de seca causados pelo fenômeno climático La NiÑa, assim como na Argentina, que segue atrasado seu cronograma de plantio. <br /><br />Para essa semana, em 09/12, o relatório do USDA será publicado com as estimativas de oferta e demanda global para a commodity. O mercado seguirá atento aos dados divulgados nesse relatório. <br /><br />A CONAB registrou no 3° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a 43,4 milhões de ha e proporcionar uma produção de 153,48 milhões de toneladas. <br /><br />A previsão do INMET para dezembro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, Oeste de SC, Sul do PR e Centro-Oeste do MS, no entanto, há previsão de ocorrências de chuvas na segunda metade do mês de dezembro para estes Estados. Nas demais regiões do país são esperadas chuvas dentro das médias históricas.<br /><br />Conforme os dados do NOAA de novembro, a probabilidade do fenômeno La Niña perdurar durante o início do verão no hemisfério sul permanece entre 60 a 70%, mas com intensidade fraca e migrando para a fase de Neutralidade a partir de fevereiro de 2023.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52138524</guid><pubDate>Fri, 09 Dec 2022 12:25:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52138524/20221209_bbcast_agro_soja.mp3" length="3615391" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 09 de dezembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/22 encerrou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de dezembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/22 encerrou o dia 07/12 cotado a U$ 14,372/bushel, mantendo estabilidade nos últimos 15 dias.  Os fatores que vem contribuindo para os patamares de preços são: o programa de importação da China, que elevou suas compras nos últimos dois meses, mesmo com os novos focos de covid e os rígidos protocolos de controle adotados pelo seu governo, somam-se a estes também as tensões geopolíticas no leste europeu e o retorno do programa de exportação da Argentina – Dólar/Soja.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 07/12, foi cotado a R$ 181,23/saca, apresentan-do retração de 1,577% no mês. Os prêmios nos portos para dezembro vêm se mantendo estáveis, sendo cotados a 2,00 US$/Bushel em Paranaguá PR. Já para fevereiro/23, com a entrada da nova safra, a co-tação está em 0,85 US$/Buschel. Ressaltamos o atraso na comercialização futura da safra 22/23 tendo atingido atualmente 21% da produção estimada, ante 30% da safra anterior.<br /><br />Os principais players no mercado internacional estão acompanhando o plantio e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. No Brasil, o plantio já se encaminha para conclusão e, conforme a CONAB, já atingiu 91% da área estimada. De modo geral, as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras nas principais regiões produtoras. Nesta temporada, o RS está adiando a finalização do plantio devido aos efeitos de seca causados pelo fenômeno climático La NiÑa, assim como na Argentina, que segue atrasado seu cronograma de plantio. <br /><br />Para essa semana, em 09/12, o relatório do USDA será publicado com as estimativas de oferta e demanda global para a commodity. O mercado seguirá atento aos dados divulgados nesse relatório. <br /><br />A CONAB registrou no 3° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a 43,4 milhões de ha e proporcionar uma produção de 153,48 milhões de toneladas. <br /><br />A previsão do INMET para dezembro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, Oeste de SC, Sul do PR e Centro-Oeste do MS, no entanto, há previsão de ocorrências de chuvas na segunda metade do mês de dezembro para estes Estados. Nas demais regiões do país são esperadas chuvas dentro das médias históricas.<br /><br />Conforme os dados do NOAA de novembro, a probabilidade do fenômeno La Niña perdurar durante o início do verão no hemisfério sul permanece entre 60 a 70%, mas com intensidade fraca e migrando para a fase de Neutralidade a partir de fevereiro de 2023.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/12/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-12-2022-cenario-do-boi-gordo--52129475</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 8 de dezembro de 2022, meu nome é Gustavo Mota, sou assessor da Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />O mercado físico do boi gordo voltou a operar com preços mais altos no decorrer da semana. A indústria frigorífica trabalha com escalas de abate mais curtas, com cerca de 5 dias úteis, mantendo o ambiente de recuperação dos preços da arroba em diversas praças de comercialização.<br /><br />No dia 06/12/2022, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 290,50. No mercado futuro, a cotação era de R$ 300,90 por arroba, nos contratos com vencimento para fevereiro de 23. <br /><br />Em novembro de 2022, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 148,84 mil toneladas de carne bovina in natura nos 20 dias úteis. Em novembro de 21 foram embarcadas 81,1 mil toneladas, com reflexos do embargo da China para o produto brasileiro. O preço médio da carne bovina ficou em US$ 5.227 a tonelada, alta de 6,0% frente a novembro de 2021, porém, no decorrer do último semestre observa-se um recuo no preço médio da tonelada, assim, houve uma queda de 10,7% no comparativo com o mês de outubro de 2022. Esse recuo recente nos preços da proteína bovina exportada tem limitado avanço maior nos preços internos, porém a maior oferta de animais em 2022 e com perspectivas de aumento em 2023 deverá impedir movimentos altistas mais expressivos, como aqueles observados nos últimos anos. <br /><br />A demanda doméstica no atual momento se encontra um pouco mais aquecida, impulsionada pela entrada do décimo terceiro salário, postos de empregos temporários, ampliação do auxílio Brasil e Copa do mundo, fato que, somado ao encurtamento das escalas de abate dos frigoríficos, tem oferecido espaço para leves altas no valor da arroba. A demanda de carne bovina ao longo dos próximos dias poderá impulsionar a reposição entre o varejo e o atacado e será importante para que se estabeleçam preços firmes no mercado físico do boi gordo no curto prazo.<br /><br />Os pecuaristas podem contar com Banco do Brasil para auxiliar no desenvolvimento das atividades necessárias na condução de seus sistemas de produção de carne bovina. Para estes desafios, o Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de Opções e mercado a termo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52129475</guid><pubDate>Thu, 08 Dec 2022 12:43:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52129475/20221208_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="1266103" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 8 de dezembro de 2022, meu nome é Gustavo Mota, sou assessor da Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.&#13;
&#13;
O mercado físico do boi gordo voltou a operar com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 8 de dezembro de 2022, meu nome é Gustavo Mota, sou assessor da Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />O mercado físico do boi gordo voltou a operar com preços mais altos no decorrer da semana. A indústria frigorífica trabalha com escalas de abate mais curtas, com cerca de 5 dias úteis, mantendo o ambiente de recuperação dos preços da arroba em diversas praças de comercialização.<br /><br />No dia 06/12/2022, de acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 290,50. No mercado futuro, a cotação era de R$ 300,90 por arroba, nos contratos com vencimento para fevereiro de 23. <br /><br />Em novembro de 2022, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 148,84 mil toneladas de carne bovina in natura nos 20 dias úteis. Em novembro de 21 foram embarcadas 81,1 mil toneladas, com reflexos do embargo da China para o produto brasileiro. O preço médio da carne bovina ficou em US$ 5.227 a tonelada, alta de 6,0% frente a novembro de 2021, porém, no decorrer do último semestre observa-se um recuo no preço médio da tonelada, assim, houve uma queda de 10,7% no comparativo com o mês de outubro de 2022. Esse recuo recente nos preços da proteína bovina exportada tem limitado avanço maior nos preços internos, porém a maior oferta de animais em 2022 e com perspectivas de aumento em 2023 deverá impedir movimentos altistas mais expressivos, como aqueles observados nos últimos anos. <br /><br />A demanda doméstica no atual momento se encontra um pouco mais aquecida, impulsionada pela entrada do décimo terceiro salário, postos de empregos temporários, ampliação do auxílio Brasil e Copa do mundo, fato que, somado ao encurtamento das escalas de abate dos frigoríficos, tem oferecido espaço para leves altas no valor da arroba. A demanda de carne bovina ao longo dos próximos dias poderá impulsionar a reposição entre o varejo e o atacado e será importante para que se estabeleçam preços firmes no mercado físico do boi gordo no curto prazo.<br /><br />Os pecuaristas podem contar com Banco do Brasil para auxiliar no desenvolvimento das atividades necessárias na condução de seus sistemas de produção de carne bovina. Para estes desafios, o Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de Opções e mercado a termo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/12/2022 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-12-2022-cenario-do-cafe-conilon--52119797</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 07 de dezembro de 2022, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />Apesar das fortes chuvas que vem ocorrendo nas principais regiões produtoras de conilon no ES, o clima ainda é favorável para a cultura. Na maioria das áreas, as lavouras encontram-se em bom estado fisiológico e com granação uniforme. As lavouras afetadas pelos fortes ventos e baixas temperaturas ocorridas nos meses de agosto e setembro estão apresentando problemas na granação, como desuniformidade dos grãos e rosetas falhas, principalmente nas áreas que estão no seu quarto ciclo produção, fato que pode causar redução na produção em relação à safra anterior. <br /><br />O café tipo conilon, na bolsa de Londres abriu com ajustes técnicos, e para o mês de março de 2023 tinha alta de US$8 por tonelada, negociado a US$1854. O preço do produto no mercado físico interno teve uma pequena recuperação na última semana, cotado à R$ 600,00/saca de conilon tipo 7, na COOABRIEL. Uma recuperação em torno de 14% em relação ao preço do mês anterior. No momento, o mercado apresenta tendência de estabilidade no curto e médio prazo.<br /><br />Com a expectativa de maior oferta na safra brasileira somado a outros fatores baixistas, como a comercialização da colheita no Vietnã e possível recessão global, os preços podem continuar sendo pressionados negativamente a longo prazo. O produtor deve acompanhar as notícias do mercado, para que entenda o momento certo para comercializar o seu produto. <br /><br />Para atender as demandas da sua propriedade, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, comercialização e o custeio da próxima safra. <br /><br />E, para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência e no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52119797</guid><pubDate>Wed, 07 Dec 2022 12:48:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52119797/20221207_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="970031" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 07 de dezembro de 2022, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.&#13;
&#13;
Apesar das fortes chuvas que vem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 07 de dezembro de 2022, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />Apesar das fortes chuvas que vem ocorrendo nas principais regiões produtoras de conilon no ES, o clima ainda é favorável para a cultura. Na maioria das áreas, as lavouras encontram-se em bom estado fisiológico e com granação uniforme. As lavouras afetadas pelos fortes ventos e baixas temperaturas ocorridas nos meses de agosto e setembro estão apresentando problemas na granação, como desuniformidade dos grãos e rosetas falhas, principalmente nas áreas que estão no seu quarto ciclo produção, fato que pode causar redução na produção em relação à safra anterior. <br /><br />O café tipo conilon, na bolsa de Londres abriu com ajustes técnicos, e para o mês de março de 2023 tinha alta de US$8 por tonelada, negociado a US$1854. O preço do produto no mercado físico interno teve uma pequena recuperação na última semana, cotado à R$ 600,00/saca de conilon tipo 7, na COOABRIEL. Uma recuperação em torno de 14% em relação ao preço do mês anterior. No momento, o mercado apresenta tendência de estabilidade no curto e médio prazo.<br /><br />Com a expectativa de maior oferta na safra brasileira somado a outros fatores baixistas, como a comercialização da colheita no Vietnã e possível recessão global, os preços podem continuar sendo pressionados negativamente a longo prazo. O produtor deve acompanhar as notícias do mercado, para que entenda o momento certo para comercializar o seu produto. <br /><br />Para atender as demandas da sua propriedade, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, comercialização e o custeio da próxima safra. <br /><br />E, para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência e no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>162</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/12/2022 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-12-2022-cenario-climatico--52109095</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de dezembro de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br /><br />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, em sua publicação de 24 de novembro, divulgou a ocorrência de chuvas acima da média no mês de outubro em pontos do Norte, Nordeste, MS, PR, SC e SP.<br /><br />No tocante a ocorrência dos fenômenos climáticos, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos – NOAA, divulgou que a ocorrência do La Niña tende a perdurar durante a primavera, porém com expectativa de diminuição gradual e tendência de migração para neutralidade entre fevereiro e abril de 2023. <br /><br />A Previsão Climática Trimestral Dez – Jan – Fev indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as regiões Norte, partes do MA e PB. Em grande parte do Centro, Leste e Sul do País, a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo da média, comportamento associado à influência do La Niña. Contudo, é possível que pontos do MS, SP, PR e SC, apresentem chuvas acima da média, ao passo que podem ocorrer chuvas abaixo do considerado normal em áreas do AM, AC e RO, conforme observado em meses anteriores.<br /><br />Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia - InMet, há previsão de temperatura acima média no mês de dezembro em áreas da porção Norte, Centro, Sudeste e Sul do País e abaixo da média entre o sul da BA e ao norte do PA. Nas demais áreas, a temperatura deverá permanecer dentro das médias históricas.<br /><br />Em relação à disponibilidade hídrica dos solos, as regiões mais centrais do país, que passaram por irregularidades de chuvas, ainda apresentam baixa disponibilidade de água no solo, conforme informações do Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo).<br /><br />O acompanhamento constante e o conhecimento sobre o clima são fundamentais para um planejamento correto dos cultivos, manejo das lavouras e melhoria dos processos produtivos, fatores que auxiliam na mitigação de perdas e elevação das margens de rentabilidade das atividades agropecuárias. <br /><br />O Banco do Brasil, em parceria com a plataforma Broto, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast. Para isso, basta acessar blog.broto.com.br/bbcast-agro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52109095</guid><pubDate>Tue, 06 Dec 2022 12:57:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52109095/20221206_bbcast_agro_clima.mp3" length="3329088" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 06 de dezembro de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático. &#13;
&#13;
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de dezembro de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br /><br />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, em sua publicação de 24 de novembro, divulgou a ocorrência de chuvas acima da média no mês de outubro em pontos do Norte, Nordeste, MS, PR, SC e SP.<br /><br />No tocante a ocorrência dos fenômenos climáticos, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos – NOAA, divulgou que a ocorrência do La Niña tende a perdurar durante a primavera, porém com expectativa de diminuição gradual e tendência de migração para neutralidade entre fevereiro e abril de 2023. <br /><br />A Previsão Climática Trimestral Dez – Jan – Fev indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as regiões Norte, partes do MA e PB. Em grande parte do Centro, Leste e Sul do País, a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo da média, comportamento associado à influência do La Niña. Contudo, é possível que pontos do MS, SP, PR e SC, apresentem chuvas acima da média, ao passo que podem ocorrer chuvas abaixo do considerado normal em áreas do AM, AC e RO, conforme observado em meses anteriores.<br /><br />Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia - InMet, há previsão de temperatura acima média no mês de dezembro em áreas da porção Norte, Centro, Sudeste e Sul do País e abaixo da média entre o sul da BA e ao norte do PA. Nas demais áreas, a temperatura deverá permanecer dentro das médias históricas.<br /><br />Em relação à disponibilidade hídrica dos solos, as regiões mais centrais do país, que passaram por irregularidades de chuvas, ainda apresentam baixa disponibilidade de água no solo, conforme informações do Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo).<br /><br />O acompanhamento constante e o conhecimento sobre o clima são fundamentais para um planejamento correto dos cultivos, manejo das lavouras e melhoria dos processos produtivos, fatores que auxiliam na mitigação de perdas e elevação das margens de rentabilidade das atividades agropecuárias. <br /><br />O Banco do Brasil, em parceria com a plataforma Broto, disponibiliza acesso para ouvir este e outros BBCast. Para isso, basta acessar blog.broto.com.br/bbcast-agro. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>209</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/702f98c0941fada628e7aa7d49489b2f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/12/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-12-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--52098130</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de dezembro, meu nome é Carlos Eduardo Franca de Almeida, assessore na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja. <br /><br />•Apesar da previsão de redução das chuvas para essa semana no Brasil, estas serão suficientes para manutenção da umidade dos solos, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. O clima adverso, com poucas chuvas, segue limitando o avanço do plantio no RS e na Argentina e lavouras no Paraguai. <br /><br />•Com isso, o mercado aguarda possível ajuste negativo na oferta projetada para a safra 2022/23 no relatório de oferta e demanda do USDA a ser publicado no dia 09/12, podendo exercer pressão de alta nas cotações internacionais.<br /><br />•Devem permanecer atuando como fatores limitadores de altas a possível recessão global, tensões geopolíticas oriundos do conflito entre Rússia contra a Ucrânia e COVID na China.<br /><br />•Para a semana, apesar de possível alta externa, o mercado interno tende a seguir em estabilidade no curto prazo, refletindo o câmbio e reativação de câmbio diferenciado para exportação de soja pela Argentina, mas com viés de baixa para o médio prazo, dada a especulação sobre demanda mundial.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />•Diminuíram as preocupações com a economia chinesa, na medida que o governo tem sinalizado flexibilização nas restrições para conter a Covid-19 no país asiático, o que pode resultar em maior consumo de grãos em geral, podendo refletir positivamente nas cotações externas. <br /><br />•As exportações de milho americano continuam abaixo das expectativas do mercado. No dia 9 será divulgado o relatório de oferta e demanda pelo Departamento de Agricultura dos EUA referente ao mês de dezembro. O mercado especula que o USDA poderá reduzir às exportações norte-americanas, reduzindo a demanda externa pelo grão estadunidense e aumentando seu estoque final. Caso ocorra, o fim da semana poderá encerrar com os futuros na CBOT com viés de baixa. <br /><br />•No Brasil, as cotações internas podem seguir um movimento de estabilidade com viés de baixa, com a previsão climática mais favorável para semana, podendo trazer boas precipitações, amenizando o déficit hídrico em algumas regiões, fortalecendo as perspectivas de boa produção para o milho verão.<br /><br />Para o café:<br /><br />•Apesar da expectativa de maior oferta na safra Brasileira (principal produtor café arábica) em 2023, as chuvas abaixo da média em dezembro têm trazido preocupações ao setor produtivo, pois poderá, a permanecer este cenário, prejudicar o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />•Notícias de campo tem reforçado que as precipitações abaixo da média nos últimos dias em importante momento pós-floradas têm resultado em mau pegamento destas e também em aumento da queda de chumbinhos. <br /><br />•Com isso, mesmo com o governo chinês sinalizando flexibilização das restrições em relação à covid-19, ainda há preocupação com os impactos na economia global e no consumo de café. No entanto, os fundamentos de oferta possivelmente menor na safra 2023 brasileira (caso as chuvas não retornem em bom volume), estão predominando no momento e tendem a direcionar as cotações do café na semana em movimento de estabilidade.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•Espera-se possíveis altas no preço da arroba em decorrência do enxugamento da oferta de bovinos terminados.<br /><br />•Em razão da fase do ciclo pecuário, com um maior volume de animais de reposição ofertados, os preços desta categoria devem se manter estáveis para a próxima semana. <br /><br />•As escalas de abate dos frigoríficos mais curtas sinalizam para tendência de altas pontuais no mercado físico do boi gordo no curto prazo. <br /><br />•Ainda, o ápice do consumo da carne vermelha, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários, copa do mundo e festividades, impulsionam a reposição entre o atacado e varejo, fato que pode refletir positivamente no valor da arroba, com expectativa positiva, principalmente, para a primeira quinzena de dezembro.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52098130</guid><pubDate>Mon, 05 Dec 2022 12:00:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52098130/20221105_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="4072638" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de dezembro, meu nome é Carlos Eduardo Franca de Almeida, assessore na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 05 de dezembro, meu nome é Carlos Eduardo Franca de Almeida, assessore na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja. <br /><br />•Apesar da previsão de redução das chuvas para essa semana no Brasil, estas serão suficientes para manutenção da umidade dos solos, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. O clima adverso, com poucas chuvas, segue limitando o avanço do plantio no RS e na Argentina e lavouras no Paraguai. <br /><br />•Com isso, o mercado aguarda possível ajuste negativo na oferta projetada para a safra 2022/23 no relatório de oferta e demanda do USDA a ser publicado no dia 09/12, podendo exercer pressão de alta nas cotações internacionais.<br /><br />•Devem permanecer atuando como fatores limitadores de altas a possível recessão global, tensões geopolíticas oriundos do conflito entre Rússia contra a Ucrânia e COVID na China.<br /><br />•Para a semana, apesar de possível alta externa, o mercado interno tende a seguir em estabilidade no curto prazo, refletindo o câmbio e reativação de câmbio diferenciado para exportação de soja pela Argentina, mas com viés de baixa para o médio prazo, dada a especulação sobre demanda mundial.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />•Diminuíram as preocupações com a economia chinesa, na medida que o governo tem sinalizado flexibilização nas restrições para conter a Covid-19 no país asiático, o que pode resultar em maior consumo de grãos em geral, podendo refletir positivamente nas cotações externas. <br /><br />•As exportações de milho americano continuam abaixo das expectativas do mercado. No dia 9 será divulgado o relatório de oferta e demanda pelo Departamento de Agricultura dos EUA referente ao mês de dezembro. O mercado especula que o USDA poderá reduzir às exportações norte-americanas, reduzindo a demanda externa pelo grão estadunidense e aumentando seu estoque final. Caso ocorra, o fim da semana poderá encerrar com os futuros na CBOT com viés de baixa. <br /><br />•No Brasil, as cotações internas podem seguir um movimento de estabilidade com viés de baixa, com a previsão climática mais favorável para semana, podendo trazer boas precipitações, amenizando o déficit hídrico em algumas regiões, fortalecendo as perspectivas de boa produção para o milho verão.<br /><br />Para o café:<br /><br />•Apesar da expectativa de maior oferta na safra Brasileira (principal produtor café arábica) em 2023, as chuvas abaixo da média em dezembro têm trazido preocupações ao setor produtivo, pois poderá, a permanecer este cenário, prejudicar o desenvolvimento das lavouras.<br /><br />•Notícias de campo tem reforçado que as precipitações abaixo da média nos últimos dias em importante momento pós-floradas têm resultado em mau pegamento destas e também em aumento da queda de chumbinhos. <br /><br />•Com isso, mesmo com o governo chinês sinalizando flexibilização das restrições em relação à covid-19, ainda há preocupação com os impactos na economia global e no consumo de café. No entanto, os fundamentos de oferta possivelmente menor na safra 2023 brasileira (caso as chuvas não retornem em bom volume), estão predominando no momento e tendem a direcionar as cotações do café na semana em movimento de estabilidade.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•Espera-se possíveis altas no preço da arroba em decorrência do enxugamento da oferta de bovinos terminados.<br /><br />•Em razão da fase do ciclo pecuário, com um maior volume de animais de reposição ofertados, os preços desta categoria devem se manter estáveis para a próxima semana. <br /><br />•As escalas de abate dos frigoríficos mais curtas sinalizam para tendência de altas pontuais no mercado físico do boi gordo no curto prazo. <br /><br />•Ainda, o ápice do consumo da...]]></itunes:summary><itunes:duration>255</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/12/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-12-2022-cenario-do-milho--52078528</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 02 de dezembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />As cotações na Bolsa de Chicago vêm se mantendo em valores elevados quando comparado à média histórica, mesmo após a colheita da safra norte-americana, encerrada na última semana e estimada em 353,84 milhões de toneladas. <br /><br />O volume produzido pelos Estados Unidos representa cerca de 30% da produção global de milho. Entretanto, a safra 22/23 está prevista para ser 7,6% inferior em relação à safra 21/22 devido, principalmente, a problemas climáticos no desenvolvimento das lavouras. Além da produção menor no hemisfério norte, em especial na União Europeia e Ucrânia, o próprio conflito no leste europeu tem influenciado também as exportações ucranianas, o que tem favorecido a precificação do cereal. <br /><br />Ainda, o mercado externo tem tido suporte no clima para o hemisfério sul, sobretudo na Argentina, que vêm sofrendo com falta de chuvas no plantio e desenvolvimento do milho, o que poderá levar a uma redução nas estimativas de produção do país para o próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Nesse contexto, o contrato com vencimento em março/23 encerrou a quarta-feira, dia 30, cotado a U$ 6,67 por bushel. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou o dia 30 de novembro cotado a R$ 86,20 a saca, com valorização de 0,8% na semana. As cotações domésticas têm se sustentado com o câmbio e as exportações que, em 2022, estão elevadas, reflexo da demanda externa aquecida ocasionada pela safra global menor em relação ao ano passado. <br /><br />De acordo com a CONAB, o plantio do milho 1ª safra já atingiu 70% da área total. Há preocupações com a região sul do país, que realizou o plantio mais cedo, e em algumas localidades as lavouras já estão em estágios de floração e enchimento de grãos, e estão sofrendo com chuvas irregulares e abaixo da média, o que pode reduzir o potencial produtivo da cultura. Apesar deste alerta, há previsão de bons volumes de precipitações para os próximos dias, amenizando a falta de umidade do solo. <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /> <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52078528</guid><pubDate>Fri, 02 Dec 2022 14:51:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52078528/20221202_bbcast_agro_milho.mp3" length="3410591" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 02 de dezembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
As cotações na Bolsa de Chicago vêm se mantendo em valores...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 02 de dezembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />As cotações na Bolsa de Chicago vêm se mantendo em valores elevados quando comparado à média histórica, mesmo após a colheita da safra norte-americana, encerrada na última semana e estimada em 353,84 milhões de toneladas. <br /><br />O volume produzido pelos Estados Unidos representa cerca de 30% da produção global de milho. Entretanto, a safra 22/23 está prevista para ser 7,6% inferior em relação à safra 21/22 devido, principalmente, a problemas climáticos no desenvolvimento das lavouras. Além da produção menor no hemisfério norte, em especial na União Europeia e Ucrânia, o próprio conflito no leste europeu tem influenciado também as exportações ucranianas, o que tem favorecido a precificação do cereal. <br /><br />Ainda, o mercado externo tem tido suporte no clima para o hemisfério sul, sobretudo na Argentina, que vêm sofrendo com falta de chuvas no plantio e desenvolvimento do milho, o que poderá levar a uma redução nas estimativas de produção do país para o próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Nesse contexto, o contrato com vencimento em março/23 encerrou a quarta-feira, dia 30, cotado a U$ 6,67 por bushel. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou o dia 30 de novembro cotado a R$ 86,20 a saca, com valorização de 0,8% na semana. As cotações domésticas têm se sustentado com o câmbio e as exportações que, em 2022, estão elevadas, reflexo da demanda externa aquecida ocasionada pela safra global menor em relação ao ano passado. <br /><br />De acordo com a CONAB, o plantio do milho 1ª safra já atingiu 70% da área total. Há preocupações com a região sul do país, que realizou o plantio mais cedo, e em algumas localidades as lavouras já estão em estágios de floração e enchimento de grãos, e estão sofrendo com chuvas irregulares e abaixo da média, o que pode reduzir o potencial produtivo da cultura. Apesar deste alerta, há previsão de bons volumes de precipitações para os próximos dias, amenizando a falta de umidade do solo. <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /> <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>214</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5864a4547c912f06db4ee68a25d30da8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01º/12/2022 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-12-2022-cenario-do-leite--52067715</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 01 de dezembro de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.<br /><br />Com o avanço da estação chuvosa há elevação na produção de leite, aumentando dessa forma a quantidade de leite ofertado pelos produtores. <br /><br />Esse fator, individualmente já atua de forma negativa sobre os preços do produto. Mas outros fatores também vêm pressionando a cotação interna do leite, como o aumento na importação de leite em pó e o fraco desempenho do setor lácteo no varejo, no tocante à comercialização do leite processado e transformado em subprodutos.<br /><br />A cotação CEPEA do leite pago ao produtor referente ao mês de novembro fechou em R$ 2,70 por litro, apresentando queda de 5,7% em relação a outubro. Desta forma, a relação de troca do leite com a mistura da ração de milho e farelo de soja fica ainda mais desfavorável ao produtor.<br /><br />O momento atual é de desenvolvimento das lavouras de verão no Brasil. O clima segue impactando a produtividade de parte dos cultivos do país, mas, mesmo assim, são esperadas produções volumosas de soja e milho. Essa expectativa de elevada produção segue refletindo na redução do preço desses produtos utilizados na ração dos animais.<br /><br />Como o custo de produção deverá seguir impactando a rentabilidade da atividade e o cenário ainda é de preço pressionado no curto prazo, o produtor necessita observar oportunidades de compra dos insumos da ração e buscar otimização no manejo da pastagem na produção leiteira, quando for o caso.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho no período de aquisição do grão. <br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52067715</guid><pubDate>Thu, 01 Dec 2022 15:22:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52067715/20221201_bbcast_agro_pecuaria_de_leite.mp3" length="2767351" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 01 de dezembro de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.&#13;
&#13;
Com o avanço da estação chuvosa há elevação na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 01 de dezembro de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.<br /><br />Com o avanço da estação chuvosa há elevação na produção de leite, aumentando dessa forma a quantidade de leite ofertado pelos produtores. <br /><br />Esse fator, individualmente já atua de forma negativa sobre os preços do produto. Mas outros fatores também vêm pressionando a cotação interna do leite, como o aumento na importação de leite em pó e o fraco desempenho do setor lácteo no varejo, no tocante à comercialização do leite processado e transformado em subprodutos.<br /><br />A cotação CEPEA do leite pago ao produtor referente ao mês de novembro fechou em R$ 2,70 por litro, apresentando queda de 5,7% em relação a outubro. Desta forma, a relação de troca do leite com a mistura da ração de milho e farelo de soja fica ainda mais desfavorável ao produtor.<br /><br />O momento atual é de desenvolvimento das lavouras de verão no Brasil. O clima segue impactando a produtividade de parte dos cultivos do país, mas, mesmo assim, são esperadas produções volumosas de soja e milho. Essa expectativa de elevada produção segue refletindo na redução do preço desses produtos utilizados na ração dos animais.<br /><br />Como o custo de produção deverá seguir impactando a rentabilidade da atividade e o cenário ainda é de preço pressionado no curto prazo, o produtor necessita observar oportunidades de compra dos insumos da ração e buscar otimização no manejo da pastagem na produção leiteira, quando for o caso.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho no período de aquisição do grão. <br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>173</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ed589cde9f2636966ebd7e46bce9075.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/11/2022 - Cenário do arroz</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-11-2022-cenario-do-arroz--52055069</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 30 de novembro, meu nome é Neusa Nicollini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com o segundo levantamento da safra brasileira de grãos 2022/2023, da CONAB, estima-se uma redução de seis por cento na área plantada em comparação com à safra anterior, atingindo 1.517.300 hectares, com produção de 10.639.500 toneladas, uma redução de apenas 1,4% em relação à safra 2021/2022. A estimativa é que o estoque de passagem final será em torno de dois milhões de toneladas, 5% menor que a safra anterior.<br /><br />No RS, que representa 70% da produção nacional, já foram semeados 96% de um total estimado de 862.500 há. Há uma previsão de redução em torno de 10% na área plantada, porém com a produção final muito semelhante à safra anterior. <br /><br />É importante ressaltar que muitos produtores estão substituindo áreas de arroz por milho e soja, que apresentam rentabilidade mais elevada no momento.  <br /><br />Conforme IRGA RS, de janeiro a outubro de 2022, as importações somaram 1.036 toneladas e as exportações 1.737 toneladas base casca, um superávit de 700.000 toneladas. <br /><br />A forte expansão das exportações brasileiras ao México é o principal fator que explica o forte incremento das vendas externas de arroz em 2022.<br /><br />O Indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) subiu 6,62% no acumulado de novembro, encerrando o mês a R$ 85,47/saca de 50 kg.Na parcial do ano, o Indicador acumula elevação de 36,8%.<br /><br />Considerando o aumento da atividade da parte compradora e a paridade do real com dólar favorecendo as exportações, existe a possibilidade de o preço do produto sofrer variação positiva no curto prazo.<br /><br />O arroz possui volatilidade de preços durante o ano. Pensando nisso, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização, que permite a armazenagem e a venda da sua produção nas melhores épocas. <br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52055069</guid><pubDate>Wed, 30 Nov 2022 13:01:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52055069/20221130_bbcast_agro_arroz.mp3" length="1298547" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 30 de novembro, meu nome é Neusa Nicollini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.&#13;
&#13;
De acordo com o segundo levantamento da safra brasileira...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 30 de novembro, meu nome é Neusa Nicollini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz.<br /><br />De acordo com o segundo levantamento da safra brasileira de grãos 2022/2023, da CONAB, estima-se uma redução de seis por cento na área plantada em comparação com à safra anterior, atingindo 1.517.300 hectares, com produção de 10.639.500 toneladas, uma redução de apenas 1,4% em relação à safra 2021/2022. A estimativa é que o estoque de passagem final será em torno de dois milhões de toneladas, 5% menor que a safra anterior.<br /><br />No RS, que representa 70% da produção nacional, já foram semeados 96% de um total estimado de 862.500 há. Há uma previsão de redução em torno de 10% na área plantada, porém com a produção final muito semelhante à safra anterior. <br /><br />É importante ressaltar que muitos produtores estão substituindo áreas de arroz por milho e soja, que apresentam rentabilidade mais elevada no momento.  <br /><br />Conforme IRGA RS, de janeiro a outubro de 2022, as importações somaram 1.036 toneladas e as exportações 1.737 toneladas base casca, um superávit de 700.000 toneladas. <br /><br />A forte expansão das exportações brasileiras ao México é o principal fator que explica o forte incremento das vendas externas de arroz em 2022.<br /><br />O Indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) subiu 6,62% no acumulado de novembro, encerrando o mês a R$ 85,47/saca de 50 kg.Na parcial do ano, o Indicador acumula elevação de 36,8%.<br /><br />Considerando o aumento da atividade da parte compradora e a paridade do real com dólar favorecendo as exportações, existe a possibilidade de o preço do produto sofrer variação positiva no curto prazo.<br /><br />O arroz possui volatilidade de preços durante o ano. Pensando nisso, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização, que permite a armazenagem e a venda da sua produção nas melhores épocas. <br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arroz,bancodobrasil,bb,broto,orizicultura,rizicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/623c6a6fa43f1eab6dff45d03478492a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/11/2022 - Cenário da pera</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-11-2022-cenario-da-pera--52043870</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de novembro de 2022, meu nome é Sávio Diego, sou assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves - RS e falaremos sobre o cenário da pera.<br /><br />A pereira é uma frutífera típica de clima temperado, que exige frio durante o período hibernal. Por isso, ela é cultivada especialmente em regiões que apresentam invernos rigorosos. No entanto, como há espécies e cultivares menos exigentes em frio, durante o período de dormência ela pode ser cultivada em regiões de clima mais ameno.<br /><br />A produção nacional se concentra nos estados do sul do Brasil, São Paulo e Minas Gerais.  De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 15 mil toneladas da fruta, com destaque para Rio Grande do Sul, responsável por aproximadamente metade da produção nacional.<br /><br />De acordo com levantamentos da Embrapa, é uma cultura que apresenta algumas contradições no Brasil, tanto em relação à produção quanto ao consumo. Trata-se de uma das principais frutas de clima temperado, sendo a terceira mais consumida e com maior importação, justamente porque não existe uma produção nacional expressiva. Por isso quase toda a pera disponível nos mercados brasileiros é importada. Há, portanto, um grande espaço para se produzir pera no Brasil.<br /><br />A comercialização ocorre principalmente via centrais de abastecimento, supermercados e varejistas. Conforme cotações da Ceasa do Rio Grande do Sul, o preço médio da pera nacional na última safra foi de R$ 3,40 por Kg.<br /><br />O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos por meio das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como:<br /><br />•Renovação/implantação de pomares<br />• Irrigação<br />• Cultivo Protegido-Telas anti-granizo,<br />• Armazenagem (câmara fria)<br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52043870</guid><pubDate>Tue, 29 Nov 2022 12:55:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52043870/20221129_bbcast_agro_pera.mp3" length="2368618" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de novembro de 2022, meu nome é Sávio Diego, sou assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves - RS e falaremos sobre o cenário da pera.&#13;
&#13;
A pereira é uma frutífera típica de clima temperado, que exige frio durante o período hibernal....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de novembro de 2022, meu nome é Sávio Diego, sou assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves - RS e falaremos sobre o cenário da pera.<br /><br />A pereira é uma frutífera típica de clima temperado, que exige frio durante o período hibernal. Por isso, ela é cultivada especialmente em regiões que apresentam invernos rigorosos. No entanto, como há espécies e cultivares menos exigentes em frio, durante o período de dormência ela pode ser cultivada em regiões de clima mais ameno.<br /><br />A produção nacional se concentra nos estados do sul do Brasil, São Paulo e Minas Gerais.  De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 15 mil toneladas da fruta, com destaque para Rio Grande do Sul, responsável por aproximadamente metade da produção nacional.<br /><br />De acordo com levantamentos da Embrapa, é uma cultura que apresenta algumas contradições no Brasil, tanto em relação à produção quanto ao consumo. Trata-se de uma das principais frutas de clima temperado, sendo a terceira mais consumida e com maior importação, justamente porque não existe uma produção nacional expressiva. Por isso quase toda a pera disponível nos mercados brasileiros é importada. Há, portanto, um grande espaço para se produzir pera no Brasil.<br /><br />A comercialização ocorre principalmente via centrais de abastecimento, supermercados e varejistas. Conforme cotações da Ceasa do Rio Grande do Sul, o preço médio da pera nacional na última safra foi de R$ 3,40 por Kg.<br /><br />O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra oferecendo recursos por meio das linhas de custeio e investimentos para atender as demandas de infraestrutura, tais como:<br /><br />•Renovação/implantação de pomares<br />• Irrigação<br />• Cultivo Protegido-Telas anti-granizo,<br />• Armazenagem (câmara fria)<br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>149</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,pera</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8f90afc56100d00dfdd25754e178ccfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/11/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-11-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--52032943</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de novembro, meu nome é Fabiola Lira, assessora de Agronegócios em Tangará da Serra - UF e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br />•Com chuvas volumosas previstas para todo o Brasil e manutenção da umidade dos solos, há perspectiva de aumento no ritmo de plantio, que já caminha para a conclusão. Na Argentina, os trabalhos de campo deverão ganhar ritmo com a chegada das chuvas previstas para primeira semana de dezembro. Nos fundamentos, o mercado segue pressionado pela safra cheia dos EUA, já encerrada. Destaca-se a América do Sul, que indica novo recorde de área a ser semeada e produção prevista cerca 218,16 mil t. Confirmando-se essa estimativa de produção, há perceptiva de pressão negativa nas cotações, dado a potencial maior oferta da commodity. <br /><br />•No financeiro, o quadro de possível recessão global e tensões geopolíticas oriundas do conflito entre Rússia e Ucrânia ainda podem impactar os mercados. Atenção, também, ao plano de controle adotado pela China referente aos lockdowns frente aos novos casos de COVID.<br /><br />•Para a semana, o mercado seguirá com viés de baixa no curto e médio prazos, com atenção do mercado ao avanço da safra na América do Sul, principalmente do Brasil e da Argentina.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />•As preocupações com a economia global, em especial o aumento de casos de Covid-19 na China, e as restrições que o país poderá colocar para conter o avanço dos casos, poderão refletir negativamente nas cotações externas. <br /><br />•Com o encerramento da colheita nos EUA, o mercado externo passa a observar com mais atenção as condições das lavouras no hemisfério sul, em especial a Argentina, que sofreu no início do plantio com geadas e secas. A expectativa, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, é iniciar a semeadura das lavouras tardias, que representam 55% do total produzido, nos próximos dias. As previsões climáticas não são de volumes elevados de precipitação para os próximos dias no país vizinho, podendo trazer um viés de alta para o mercado externo. As condições das lavouras em boas a excelentes condições foram estimadas em 12%, ante 81% no mesmo período na safra 21/22.<br /><br />•No Brasil, as cotações internas podem seguir um movimento de estabilidade, com suporte no dólar e na comercialização física, que segue em ritmo lento.<br /><br />Para o café:<br /> <br />•Expectativa de maior oferta na safra Brasileira (principal produtor café arábica) em 2023 continuará limitando possíveis altas nos preços do café.<br /><br />•Permanece atenção sobre possível recessão econômica mundial e seus impactos sobre o consumo de café, fator que também é acompanhado pelo mercado e atua como fator baixista aos preços do grão. <br /><br />•Embarques para exportações brasileiras continuam crescentes, segundo Cecafé e principais cooperativas. Estimativa de fechamento do mês novembro acima de 3,2 milhões de sacas exportadas pelo Brasil.<br /><br />•O clima deve seguir favorável, com chuvas próximas a média para o período nas principais regiões produtoras, mantendo, até o momento, a perspectiva de uma boa safra 2023.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•Em decorrência da fase do ciclo pecuário, com um maior volume de animais de reposição ofertados, os preços da categoria devem se manter estável para a próxima semana. <br /><br />•A escalas de abate dos frigoríficos mais curta é um sinal de maior fluxo de produto entre atacado e varejo, que somado ao menor números de animais prontos para o abate oriundos do 2º giro de confinamento em algumas regiões, poderão favorecer a precificação da arroba do boi gordo, pois o movimento faz com que a indústria volte mais ativa às compras a fim de atender a maior demanda sazonal de final de ano. <br /><br />•É sabido que o ápice do consumo da carne vermelha deve ocorrer no mês de dezembro, em decorrência da entrada do décimo terceiro salário, criação de empregos temporários, copa do mundo e festividades, o que poderá impulsionar a reposição entre o atacado e varejo, fato que pode refletir positivamente no valor da arroba neste bimestre.<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52032943</guid><pubDate>Mon, 28 Nov 2022 14:06:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52032943/20221128_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5839769" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de novembro, meu nome é Fabiola Lira, assessora de Agronegócios em Tangará da Serra - UF e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 28 de novembro, meu nome é Fabiola Lira, assessora de Agronegócios em Tangará da Serra - UF e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br />•Com chuvas volumosas previstas para todo o Brasil e manutenção da umidade dos solos, há perspectiva de aumento no ritmo de plantio, que já caminha para a conclusão. Na Argentina, os trabalhos de campo deverão ganhar ritmo com a chegada das chuvas previstas para primeira semana de dezembro. Nos fundamentos, o mercado segue pressionado pela safra cheia dos EUA, já encerrada. Destaca-se a América do Sul, que indica novo recorde de área a ser semeada e produção prevista cerca 218,16 mil t. Confirmando-se essa estimativa de produção, há perceptiva de pressão negativa nas cotações, dado a potencial maior oferta da commodity. <br /><br />•No financeiro, o quadro de possível recessão global e tensões geopolíticas oriundas do conflito entre Rússia e Ucrânia ainda podem impactar os mercados. Atenção, também, ao plano de controle adotado pela China referente aos lockdowns frente aos novos casos de COVID.<br /><br />•Para a semana, o mercado seguirá com viés de baixa no curto e médio prazos, com atenção do mercado ao avanço da safra na América do Sul, principalmente do Brasil e da Argentina.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />•As preocupações com a economia global, em especial o aumento de casos de Covid-19 na China, e as restrições que o país poderá colocar para conter o avanço dos casos, poderão refletir negativamente nas cotações externas. <br /><br />•Com o encerramento da colheita nos EUA, o mercado externo passa a observar com mais atenção as condições das lavouras no hemisfério sul, em especial a Argentina, que sofreu no início do plantio com geadas e secas. A expectativa, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, é iniciar a semeadura das lavouras tardias, que representam 55% do total produzido, nos próximos dias. As previsões climáticas não são de volumes elevados de precipitação para os próximos dias no país vizinho, podendo trazer um viés de alta para o mercado externo. As condições das lavouras em boas a excelentes condições foram estimadas em 12%, ante 81% no mesmo período na safra 21/22.<br /><br />•No Brasil, as cotações internas podem seguir um movimento de estabilidade, com suporte no dólar e na comercialização física, que segue em ritmo lento.<br /><br />Para o café:<br /> <br />•Expectativa de maior oferta na safra Brasileira (principal produtor café arábica) em 2023 continuará limitando possíveis altas nos preços do café.<br /><br />•Permanece atenção sobre possível recessão econômica mundial e seus impactos sobre o consumo de café, fator que também é acompanhado pelo mercado e atua como fator baixista aos preços do grão. <br /><br />•Embarques para exportações brasileiras continuam crescentes, segundo Cecafé e principais cooperativas. Estimativa de fechamento do mês novembro acima de 3,2 milhões de sacas exportadas pelo Brasil.<br /><br />•O clima deve seguir favorável, com chuvas próximas a média para o período nas principais regiões produtoras, mantendo, até o momento, a perspectiva de uma boa safra 2023.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•Em decorrência da fase do ciclo pecuário, com um maior volume de animais de reposição ofertados, os preços da categoria devem se manter estável para a próxima semana. <br /><br />•A escalas de abate dos frigoríficos mais curta é um sinal de maior fluxo de produto entre atacado e varejo, que somado ao menor números de animais prontos para o abate oriundos do 2º giro de confinamento em algumas regiões, poderão favorecer a precificação da arroba do boi gordo, pois o movimento faz com que a indústria volte mais ativa às compras a fim de atender a maior demanda sazonal...]]></itunes:summary><itunes:duration>365</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/11/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-11-2022-cenario-da-soja--52009882</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de novembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/22 encerrou o dia 23/11 cotado a U$ 14,37/bushel, mantendo-se valorizada acima de U$ 14 nos últimos 15 dias.  Os fatores que vem contribuindo para os patamares de preços são: o programa de importação da China, que elevou suas compras nos últimos dois meses e as tensões geopolíticas no leste europeu.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 23/11, foi cotado a R$ 186,69/saca, mantendo estabilidade em relação ao início de novembro. Os prêmios nos portos reduziram nesta última semana, sendo cotados a 2,00 US$/Bushel em Paranaguá PR.<br /><br />A colheita da safra nos EUA está finalizada, com produção de 118,27 milhões de toneladas. A produção global, conforme relatório divulgado em 09/11 pelo USDA, foi estimada em 390,53 milhões de toneladas. O estoque global foi elevado para 102,17 milhões de toneladas. Ressaltamos, que para estas estimativas se concretizarem, será necessária uma safra sul-americana com ótima produtividade.<br /><br />A CONAB registrou no 2° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a 43,24 milhões de ha e proporcionar uma produção de 153,58 milhões de toneladas. A Companhia também divulgou que o cultivo no Brasil já alcança adas 75,9% da área estimada. <br /><br />A previsão do INMET para dezembro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS e SC impactan-do no avanço do plantio. Em parte do PR também há previsão de baixos índices pluviométricos, porém sem grandes impactos na cultura. Para a região Centro-Norte do país, há previsão de chuvas acima da média, contribuindo para o avanço do plantio nestas regiões, em especial o MATOPIBA.<br /><br />Conforme os dados do NOAA de novembro, a probabilidade de o fenômeno La Niña perdurar durante o início do verão no hemisfério sul permanece entre 60 a 70%, mas com intensidade fraca e migrando para a fase de Neutralidade a partir de fevereiro de 2023.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52009882</guid><pubDate>Fri, 25 Nov 2022 14:04:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52009882/20221125_bbcast_agro_soja.mp3" length="3117183" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 25 de novembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/22 encerrou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 25 de novembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />O contrato da soja na CBOT com vencimento em Jan/22 encerrou o dia 23/11 cotado a U$ 14,37/bushel, mantendo-se valorizada acima de U$ 14 nos últimos 15 dias.  Os fatores que vem contribuindo para os patamares de preços são: o programa de importação da China, que elevou suas compras nos últimos dois meses e as tensões geopolíticas no leste europeu.<br /><br />No Brasil, o indicador da soja Esalq/BMF/BOVESPA, em 23/11, foi cotado a R$ 186,69/saca, mantendo estabilidade em relação ao início de novembro. Os prêmios nos portos reduziram nesta última semana, sendo cotados a 2,00 US$/Bushel em Paranaguá PR.<br /><br />A colheita da safra nos EUA está finalizada, com produção de 118,27 milhões de toneladas. A produção global, conforme relatório divulgado em 09/11 pelo USDA, foi estimada em 390,53 milhões de toneladas. O estoque global foi elevado para 102,17 milhões de toneladas. Ressaltamos, que para estas estimativas se concretizarem, será necessária uma safra sul-americana com ótima produtividade.<br /><br />A CONAB registrou no 2° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a 43,24 milhões de ha e proporcionar uma produção de 153,58 milhões de toneladas. A Companhia também divulgou que o cultivo no Brasil já alcança adas 75,9% da área estimada. <br /><br />A previsão do INMET para dezembro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS e SC impactan-do no avanço do plantio. Em parte do PR também há previsão de baixos índices pluviométricos, porém sem grandes impactos na cultura. Para a região Centro-Norte do país, há previsão de chuvas acima da média, contribuindo para o avanço do plantio nestas regiões, em especial o MATOPIBA.<br /><br />Conforme os dados do NOAA de novembro, a probabilidade de o fenômeno La Niña perdurar durante o início do verão no hemisfério sul permanece entre 60 a 70%, mas com intensidade fraca e migrando para a fase de Neutralidade a partir de fevereiro de 2023.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9021d2ea9a9016151e77e4cdc0acf7a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/11/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-11-2022-cenario-do-boi-gordo--52000472</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />O mercado físico do boi gordo apresentou altas pontuais de preços ao longo da semana nas principais praças de comercialização. As escalas de abate dos frigoríficos estão mais curtas, entre 5 e 6 dias úteis, o que indica possibilidade de reajuste de valor arroba no curto prazo.<br /><br />No último dia 22/11, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 291,40. O mercado futuro indicava cotação a R$ 306,95 nos contratos com vencimento para março de 23. <br /><br />Segundo os dados do IBGE, no terceiro semestre foram abatidos 7,81 milhões de bovinos, aumento de 11,2% frente ao 3º Trimestre de 2021 e 5,8% frente ao 2º Trimestre de 2022. O aumento de abate é característico da fase em que se encontra o ciclo pecuário, com aumento de fêmeas ofertadas. <br /><br />A Secretaria de Comércio exterior divulgou que em novembro deste ano as exportações de carne bovina in natura alcançaram 98,38 mil toneladas em 12 dias úteis. Em novembro de 2021, foram embarcadas 81,1 mil toneladas, período impactado pelo embargo da China.  <br /><br />O preço médio da tonelada registrou US$ 5.291,70, alta de 7,3% frente ao mesmo período do ano passado, porém queda de 9,5% em comparação com outubro de 2022. Observa-se, ao longo dos últimos meses, um recuo no preço médio da tonelada da carne bovina no mercado internacional.<br /><br />Para que se consolide a recuperação dos preços haverá maior dependência da demanda doméstica de carne bovina. Assim, a entrada do décimo terceiro salário, a criação de postos temporários de emprego e a copa do Mundo são importantes fatores para o aumento do consumo no mercado interno no último bimestre e recuperação dos preços da arroba do boi gordo.<br /><br />Os clientes do Banco do Brasil possuem várias soluções para auxiliar na gestão do seu negócio, como a plataforma broto.com.br, um jeito digital de fazer agro, com produtos, serviços, soluções e conteúdo do agro, para aumentar a produtividade da sua fazenda, em um só lugar: integramos o campo ao digital. Conheça! Aqui você encontra um marketplace completo, com máquinas, implementos e muito mais<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/52000472</guid><pubDate>Thu, 24 Nov 2022 12:18:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/52000472/20221124_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3612465" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.&#13;
&#13;
O mercado físico do boi gordo apresentou altas pontuais de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />O mercado físico do boi gordo apresentou altas pontuais de preços ao longo da semana nas principais praças de comercialização. As escalas de abate dos frigoríficos estão mais curtas, entre 5 e 6 dias úteis, o que indica possibilidade de reajuste de valor arroba no curto prazo.<br /><br />No último dia 22/11, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo estava precificada em R$ 291,40. O mercado futuro indicava cotação a R$ 306,95 nos contratos com vencimento para março de 23. <br /><br />Segundo os dados do IBGE, no terceiro semestre foram abatidos 7,81 milhões de bovinos, aumento de 11,2% frente ao 3º Trimestre de 2021 e 5,8% frente ao 2º Trimestre de 2022. O aumento de abate é característico da fase em que se encontra o ciclo pecuário, com aumento de fêmeas ofertadas. <br /><br />A Secretaria de Comércio exterior divulgou que em novembro deste ano as exportações de carne bovina in natura alcançaram 98,38 mil toneladas em 12 dias úteis. Em novembro de 2021, foram embarcadas 81,1 mil toneladas, período impactado pelo embargo da China.  <br /><br />O preço médio da tonelada registrou US$ 5.291,70, alta de 7,3% frente ao mesmo período do ano passado, porém queda de 9,5% em comparação com outubro de 2022. Observa-se, ao longo dos últimos meses, um recuo no preço médio da tonelada da carne bovina no mercado internacional.<br /><br />Para que se consolide a recuperação dos preços haverá maior dependência da demanda doméstica de carne bovina. Assim, a entrada do décimo terceiro salário, a criação de postos temporários de emprego e a copa do Mundo são importantes fatores para o aumento do consumo no mercado interno no último bimestre e recuperação dos preços da arroba do boi gordo.<br /><br />Os clientes do Banco do Brasil possuem várias soluções para auxiliar na gestão do seu negócio, como a plataforma broto.com.br, um jeito digital de fazer agro, com produtos, serviços, soluções e conteúdo do agro, para aumentar a produtividade da sua fazenda, em um só lugar: integramos o campo ao digital. Conheça! Aqui você encontra um marketplace completo, com máquinas, implementos e muito mais<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/11/2022 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-11-2022-cenario-do-cafe-arabica--51989975</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 23 de novembro de 2022, sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário do café arábica.<br /><br />A safra de arábica no Brasil continua determinante para a oferta mundial da variedade. Com perspectiva otimista para produção na próxima safra brasileira devido ao clima favorável nas regiões cafeeiras e pessimista em relação ao consumo mundial, ocorrendo redução nos preços do café, que atingiram menor nível desde julho/2021.<br /><br />Neste cenário de queda de preços, se torna ainda mais importante acompanhar o custo de produção para gestão eficiente de todos os recursos e determinar a margem de rentabilidade no momento das vendas. <br /><br />O momento é propício para readequar maquinário, infraestrutura, renovar o parque cafeeiro, tendo em mente que redução de custos, aumento de produtividade e melhoria de qualidade são essenciais para a sustentabilidade desta atividade. <br /><br />A propósito, você sabia que itens que promovem esta sustentabilidade são perfeitamente atendidos em nossas linhas de crédito? O Banco do Brasil dispõe de diversas soluções para as suas necessidades, com prazos e taxas compatíveis para a realização dos investimentos.<br /><br />Fique atento também aos movimentos do mercado, participe das altas escalonando as vendas ou efetuando proteção com as Opções Agro BB nos melhores momentos da combinação preço e câmbio e reduza assim os riscos da elevada volatilidade de preços. A simulação destas opções pode ser realizada no aplicativo BB, acessando a aba “Agro” no menu principal e em seguida “Simulador de opções Agro”. Escolha o vencimento/prêmio mais adequado, seja para PUT (opção de venda) ou CALL (opção de compra) e, em caso de dúvida para a finalização da contratação, procure seu gerente de relacionamento. <br /> <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51989975</guid><pubDate>Wed, 23 Nov 2022 13:45:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51989975/20221123_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2972569" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 23 de novembro de 2022, sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário do café arábica.&#13;
&#13;
A safra de arábica no Brasil continua determinante para a oferta...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 23 de novembro de 2022, sou Fabíola Lira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre o cenário do café arábica.<br /><br />A safra de arábica no Brasil continua determinante para a oferta mundial da variedade. Com perspectiva otimista para produção na próxima safra brasileira devido ao clima favorável nas regiões cafeeiras e pessimista em relação ao consumo mundial, ocorrendo redução nos preços do café, que atingiram menor nível desde julho/2021.<br /><br />Neste cenário de queda de preços, se torna ainda mais importante acompanhar o custo de produção para gestão eficiente de todos os recursos e determinar a margem de rentabilidade no momento das vendas. <br /><br />O momento é propício para readequar maquinário, infraestrutura, renovar o parque cafeeiro, tendo em mente que redução de custos, aumento de produtividade e melhoria de qualidade são essenciais para a sustentabilidade desta atividade. <br /><br />A propósito, você sabia que itens que promovem esta sustentabilidade são perfeitamente atendidos em nossas linhas de crédito? O Banco do Brasil dispõe de diversas soluções para as suas necessidades, com prazos e taxas compatíveis para a realização dos investimentos.<br /><br />Fique atento também aos movimentos do mercado, participe das altas escalonando as vendas ou efetuando proteção com as Opções Agro BB nos melhores momentos da combinação preço e câmbio e reduza assim os riscos da elevada volatilidade de preços. A simulação destas opções pode ser realizada no aplicativo BB, acessando a aba “Agro” no menu principal e em seguida “Simulador de opções Agro”. Escolha o vencimento/prêmio mais adequado, seja para PUT (opção de venda) ou CALL (opção de compra) e, em caso de dúvida para a finalização da contratação, procure seu gerente de relacionamento. <br /> <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/11/2022 - Cenário da laranja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-11-2022-cenario-da-laranja--51974724</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 22 de novembro de 2022, meu nome é Márcia Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru - SP e falaremos sobre o cenário da citricultura. <br /> <br />A safra de laranja está transcorrendo bem, com perspectiva de aumento de 51 milhões de caixas na produção. Porém, ainda que as condições das lavouras para a próxima safra estejam favoráveis, as margens de rentabilidade do produtor poderão ser impactadas pelos maiores custos de produção.  <br /> <br />A demanda pela fruta continua forte, já que os estoques de suco estão reduzidos. No Brasil, o cenário aponta para manutenção dos preços em bons patamares, aumento da produção e da demanda até que haja recuperação das perdas ocorridas nas duas safras anteriores. O desenvolvimento da safra atual é bom, com frutos de melhor calibre e qualidade, favorecidos pela regularidade das chuvas nesse ano, em toda a região produtora. <br /> <br />A última estimativa da safra 2022/2023 divulgada pelo Fundecitrus em setembro apontava expectativa de uma safra de cerca de 314 milhões de caixas de 40,8 kg de laranjas para o cinturão citrícola, produção 19% maior que da safra 2021/2022.  Já a produção da Flórida deve somar apenas 28 milhões de caixas, 32% menor que a temporada passada, sendo a menor safra desde a de 1935/36, segundo estimativas do USDA.<br /> <br />Apesar do desempenho positivo, a maior produção não é suficiente para gerar excedentes, devido à elevada demanda industrial, em função dos baixos estoques de suco.  Assim, o cenário é de uma oferta e demanda bastante ajustada. <br /> <br />Outro ponto importante, de acordo com o CEPEA/Esalq, é a redução da área de produção de laranjas. Segundo o inventário do Fundecitrus, houve uma retração de 3,6% na área plantada com laranjas de 2018 para 2022 no cinturão citrícola. Isso pode impactar o cenário futuro da citricultura, limitando as safras seguintes a produções máximas de 350 milhões de caixas de 40,8 kg. <br /> <br />As últimas cotações da laranja-indústria apontam para uma variação negativa de menos de 1% em relação ao mês de outubro, com a caixa alcançando um valor de R$ 32,09. Já a laranja-mesa houve um aumento de cerca de 3%, sendo comercializada a R$ 42,72 por caixa.<br /> <br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de investimento para melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.  Procure seu gerente de relacionamento para mais informações. <br /> <br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51974724</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2022 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51974724/20221122_bbcast_agro_citricultura.mp3" length="3587387" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é terça-feira, 22 de novembro de 2022, meu nome é Márcia Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru - SP e falaremos sobre o cenário da citricultura. &#13;
 &#13;
A safra de laranja está transcorrendo bem, com perspectiva de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 22 de novembro de 2022, meu nome é Márcia Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru - SP e falaremos sobre o cenário da citricultura. <br /> <br />A safra de laranja está transcorrendo bem, com perspectiva de aumento de 51 milhões de caixas na produção. Porém, ainda que as condições das lavouras para a próxima safra estejam favoráveis, as margens de rentabilidade do produtor poderão ser impactadas pelos maiores custos de produção.  <br /> <br />A demanda pela fruta continua forte, já que os estoques de suco estão reduzidos. No Brasil, o cenário aponta para manutenção dos preços em bons patamares, aumento da produção e da demanda até que haja recuperação das perdas ocorridas nas duas safras anteriores. O desenvolvimento da safra atual é bom, com frutos de melhor calibre e qualidade, favorecidos pela regularidade das chuvas nesse ano, em toda a região produtora. <br /> <br />A última estimativa da safra 2022/2023 divulgada pelo Fundecitrus em setembro apontava expectativa de uma safra de cerca de 314 milhões de caixas de 40,8 kg de laranjas para o cinturão citrícola, produção 19% maior que da safra 2021/2022.  Já a produção da Flórida deve somar apenas 28 milhões de caixas, 32% menor que a temporada passada, sendo a menor safra desde a de 1935/36, segundo estimativas do USDA.<br /> <br />Apesar do desempenho positivo, a maior produção não é suficiente para gerar excedentes, devido à elevada demanda industrial, em função dos baixos estoques de suco.  Assim, o cenário é de uma oferta e demanda bastante ajustada. <br /> <br />Outro ponto importante, de acordo com o CEPEA/Esalq, é a redução da área de produção de laranjas. Segundo o inventário do Fundecitrus, houve uma retração de 3,6% na área plantada com laranjas de 2018 para 2022 no cinturão citrícola. Isso pode impactar o cenário futuro da citricultura, limitando as safras seguintes a produções máximas de 350 milhões de caixas de 40,8 kg. <br /> <br />As últimas cotações da laranja-indústria apontam para uma variação negativa de menos de 1% em relação ao mês de outubro, com a caixa alcançando um valor de R$ 32,09. Já a laranja-mesa houve um aumento de cerca de 3%, sendo comercializada a R$ 42,72 por caixa.<br /> <br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de investimento para melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.  Procure seu gerente de relacionamento para mais informações. <br /> <br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>225</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/532dd208c211abcbdbdd7c281f35a910.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/11/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-11-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51964534</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 21 de novembro, meu nome é Thania Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios em Lucas do Rio Verde – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /> <br />•A safra da América do Sul, a janela e ritmo de plantio bem como as condições meteorológicas para o desenvolvimento da cultura tornam-se os principais direcionadores das cotações na CBOT e podem trazer volatilidade adicional ao mercado. No BR, as chuvas volumosas previstas para o centro norte do país devem favorecer o avanço do plantio, principalmente no MATOPIBA, contribuindo com a perspectiva de safra recorde de 154 mi t. No RS, o plantio deve continuar lento, em função das poucas chuvas previstas. <br /><br />•Na Argentina, os solos ainda estão sem umidade e necessitam de chuvas para iniciar o plantio. O mercado também seguirá pressionado pela entrada da safra dos EUA, em fase de conclusão da colheita. Com a oferta maior na América do Sul, a China tende a intensificar suas compras no BR e na ARG, pressionando CBOT. No financeiro, segue atenção nas tensões no leste europeu e indicadores das principais economias globais, vista possível recessão.  <br /><br />•Para a semana, o mercado seguirá em baixa no médio prazo, com viés de estabilidade no curto prazo, monitorando a safra da América do Sul, principalmente a do Brasil.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />•Com o avanço das negociações para a renovação do acordo que permite a exportação de grãos de portos ucranianos pelo Mar Negro, as cotações externas poderão sofrer pressão baixista no período, refletindo a possibilidade redução o déficit global do cereal. A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou no dia 17/11 que o acordo foi prorrogado por mais 120 dias.<br /><br />•Para o próximo relatório de avanço da colheita norte-americana, a ser divulgado pelo Departamento De Agricultura dos EUA, espera-se que a colheita seja finalizada. No último reporte, o USDA apontou para 93% da área colhida. A finalização da colheita e a comercialização do grão americano também reflete em viés de baixa para o mercado externo. <br /><br />•No Brasil, as cotações internas podem ser influenciadas pela volatilidade do dólar no período e o avanço da comercialização interna, que está em ritmo mais lento em relação ao ano passado, o que pode levar a um movimento de estabilidade com viés de baixa no mercado à vista.<br /><br />Para o café:<br /><br />•O bom desempenho dos embarques, conforme apontado pelo Cecafé e por algumas Cooperativas, deve continuar em bom ritmo em novembro, atuando como fator baixista para a precificação do grão. <br /><br />•Países da América Central, Colômbia e Vietnã continuam progressivamente elevando suas ofertas, o que mantem pressão baixista para as cotações internacionais do café. Por outro lado, Colômbia e Honduras continuam relatando problemas climáticos que podem prejudicar suas safras. <br /><br />•A perspectiva para a semana é de continuidade da pressão negativa nos preços do café, observando o clima favorável no Brasil (maior produtor café arábica), que traz certo conforto de que a próxima safra terá produção normal. Porém, ainda não foram contabilizados os danos provocados pelas chuvas de granizo sobre a próxima safra 2023, o que poderá trazer volatilidade adicional ao mercado.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•A menor oferta de animais oriundos de confinamentos começa a dar indícios de menor oferta em algumas regiões e de maior procura dos frigoríficos para compor suas escalas de abate, o que pode trazer suporte com viés de elevação dos preços da arroba na semana, em especial no estado de São Paulo.<br /><br />•Soma-se a isso, a entrada do décimo terceiro salário, a criação de postos temporários de emprego e a Copa do Mundo, importantes para o aumento do consumo no mercado interno no último bimestre e que impulsionam a reposição entre o atacado e o varejo, com possíveis reflexos positivos nos preços da @.<br /><br /><br />•Assim, em resumo, o encurtamento das escalas de abate dos frigoríficos poderá resultar em altas pontuais na próxima semana. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51964534</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2022 12:22:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51964534/20221121_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5115028" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 21 de novembro, meu nome é Thania Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios em Lucas do Rio Verde – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 21 de novembro, meu nome é Thania Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios em Lucas do Rio Verde – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /> <br />•A safra da América do Sul, a janela e ritmo de plantio bem como as condições meteorológicas para o desenvolvimento da cultura tornam-se os principais direcionadores das cotações na CBOT e podem trazer volatilidade adicional ao mercado. No BR, as chuvas volumosas previstas para o centro norte do país devem favorecer o avanço do plantio, principalmente no MATOPIBA, contribuindo com a perspectiva de safra recorde de 154 mi t. No RS, o plantio deve continuar lento, em função das poucas chuvas previstas. <br /><br />•Na Argentina, os solos ainda estão sem umidade e necessitam de chuvas para iniciar o plantio. O mercado também seguirá pressionado pela entrada da safra dos EUA, em fase de conclusão da colheita. Com a oferta maior na América do Sul, a China tende a intensificar suas compras no BR e na ARG, pressionando CBOT. No financeiro, segue atenção nas tensões no leste europeu e indicadores das principais economias globais, vista possível recessão.  <br /><br />•Para a semana, o mercado seguirá em baixa no médio prazo, com viés de estabilidade no curto prazo, monitorando a safra da América do Sul, principalmente a do Brasil.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />•Com o avanço das negociações para a renovação do acordo que permite a exportação de grãos de portos ucranianos pelo Mar Negro, as cotações externas poderão sofrer pressão baixista no período, refletindo a possibilidade redução o déficit global do cereal. A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou no dia 17/11 que o acordo foi prorrogado por mais 120 dias.<br /><br />•Para o próximo relatório de avanço da colheita norte-americana, a ser divulgado pelo Departamento De Agricultura dos EUA, espera-se que a colheita seja finalizada. No último reporte, o USDA apontou para 93% da área colhida. A finalização da colheita e a comercialização do grão americano também reflete em viés de baixa para o mercado externo. <br /><br />•No Brasil, as cotações internas podem ser influenciadas pela volatilidade do dólar no período e o avanço da comercialização interna, que está em ritmo mais lento em relação ao ano passado, o que pode levar a um movimento de estabilidade com viés de baixa no mercado à vista.<br /><br />Para o café:<br /><br />•O bom desempenho dos embarques, conforme apontado pelo Cecafé e por algumas Cooperativas, deve continuar em bom ritmo em novembro, atuando como fator baixista para a precificação do grão. <br /><br />•Países da América Central, Colômbia e Vietnã continuam progressivamente elevando suas ofertas, o que mantem pressão baixista para as cotações internacionais do café. Por outro lado, Colômbia e Honduras continuam relatando problemas climáticos que podem prejudicar suas safras. <br /><br />•A perspectiva para a semana é de continuidade da pressão negativa nos preços do café, observando o clima favorável no Brasil (maior produtor café arábica), que traz certo conforto de que a próxima safra terá produção normal. Porém, ainda não foram contabilizados os danos provocados pelas chuvas de granizo sobre a próxima safra 2023, o que poderá trazer volatilidade adicional ao mercado.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•A menor oferta de animais oriundos de confinamentos começa a dar indícios de menor oferta em algumas regiões e de maior procura dos frigoríficos para compor suas escalas de abate, o que pode trazer suporte com viés de elevação dos preços da arroba na semana, em especial no estado de São Paulo.<br /><br />•Soma-se a isso, a entrada do décimo terceiro salário, a criação de postos temporários de emprego e a Copa do Mundo, importantes...]]></itunes:summary><itunes:duration>320</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/11/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-11-2022-cenario-do-milho--51943346</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 18 de novembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /><br />Os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações do cereal na Bolsa de Chicago. Entre o período de 07 a 16 de novembro, o contrato com vencimento em dezembro/22, que é o com maior volume de negócios atualmente, apresentou queda de 1,55%, encerrando na quarta-feira, dia 16, cotado a U$ 6,65 por bushel. As cotações externas vêm sendo pressionadas pela colheita do milho nos Estados Unidos, que está praticamente finalizada, além do andamento da renovação do acordo de exportação de grãos pelo Mar Negro entre a Rússia e Ucrânia e pelas baixas de outras relevantes commodities no período, em especial o petróleo, que impacta diretamente a demanda por etanol de milho. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou o dia 16 de novembro cotado a R$ 83,69 a saca, com desvalorização de 1,76% nos últimos dias. Os contratos futuros na B3 também apresentaram desvalorizações, acompanhando as baixas no mercado externo. As reduções do preço no mercado físico só não foram maiores pelo apoio do dólar, que se valorizou, e às exportações brasileiras, que seguem em volume elevado.<br /><br />De acordo com a CONAB, o plantio do milho 1ª safra já atingiu 54% da área total, e as condições de desenvolvimento estão boas, apesar de algumas diversidades pontuais em algumas regiões produtores, como baixas precipitações e frio, que podem limitar o desenvolvimento das lavouras. <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51943346</guid><pubDate>Fri, 18 Nov 2022 16:25:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51943346/20221118_bbcast_agro_milho.mp3" length="2700060" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 18 de novembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
&#13;
Os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 18 de novembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /><br />Os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações do cereal na Bolsa de Chicago. Entre o período de 07 a 16 de novembro, o contrato com vencimento em dezembro/22, que é o com maior volume de negócios atualmente, apresentou queda de 1,55%, encerrando na quarta-feira, dia 16, cotado a U$ 6,65 por bushel. As cotações externas vêm sendo pressionadas pela colheita do milho nos Estados Unidos, que está praticamente finalizada, além do andamento da renovação do acordo de exportação de grãos pelo Mar Negro entre a Rússia e Ucrânia e pelas baixas de outras relevantes commodities no período, em especial o petróleo, que impacta diretamente a demanda por etanol de milho. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou o dia 16 de novembro cotado a R$ 83,69 a saca, com desvalorização de 1,76% nos últimos dias. Os contratos futuros na B3 também apresentaram desvalorizações, acompanhando as baixas no mercado externo. As reduções do preço no mercado físico só não foram maiores pelo apoio do dólar, que se valorizou, e às exportações brasileiras, que seguem em volume elevado.<br /><br />De acordo com a CONAB, o plantio do milho 1ª safra já atingiu 54% da área total, e as condições de desenvolvimento estão boas, apesar de algumas diversidades pontuais em algumas regiões produtores, como baixas precipitações e frio, que podem limitar o desenvolvimento das lavouras. <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/11/2022 - Cenário da produção de ovos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-11-2022-cenario-da-producao-de-ovos--51926344</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 17 de novembro de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. <br /><br />Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite informa que o plantel de galinhas em produção no mês de novembro manteve movimento de redução, totalizando 110,1 milhões de cabeças, número 5,9% inferior ao registrado em janeiro de 2022 e 7,5% menor quando comparado ao mesmo período do ano passado. A manutenção do plantel nesses níveis tem resultado em um mercado de ovos com oferta mais ajustada à demanda.<br /><br />De acordo com dados da Secretaria do Comércio Exterior – SECEX, o Brasil exportou 20,2 mil toneladas de ovos em natura e processado s entre os meses de janeiro e outubro de 2022, o que gerou US$ 78,6 milhões de receita. Esses valores são, respectivamente, 1,19% e 28,01% superiores aos valores registrados no mesmo período de 2021, evidenciando que o preço médio do ovo resultou em aumento do faturamento. <br /><br />Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, milho e farelo de soja, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em outubro/2022, o preço médio do cereal foi 12% menor que em janeiro/22 e 6% inferior ao observado no mesmo período de 2021. Já o preço médio do farelo de soja aumentou 3,74% de janeiro/22 a agosto/22, e a cotação é 19,36% superior ao do farelo de soja em outubro/21. <br /><br />De janeiro a outubro de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 43,6%, sendo comercializada, em outubro, a R$ 152,17. <br /><br />Neste cenário de preços dos insumos e preço da caixa de 30 dúzias de ovos, a melhora na relação de troca milho/dz de ovos e manutenção da relação de troca farelo de soja/dz de ovos verificadas nos últimos 8 meses tem aumentado o poder de compra do avicultor e melhorado as margens da atividade. <br /><br />Considerando o alto consumo de energia elétrica da atividade, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de substituir a fonte de energia convencional por energia renovável por meio sistemas fotovoltaicos, os quais quem podem ser financiados nas linhas de crédito de investimento, como o InvestAgro. Consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações. <br /><br />E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51926344</guid><pubDate>Thu, 17 Nov 2022 12:37:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51926344/20221117_bbcast_agro_avicultura_de_postura.mp3" length="3107570" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 17 de novembro de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. &#13;
&#13;
Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 17 de novembro de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. <br /><br />Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite informa que o plantel de galinhas em produção no mês de novembro manteve movimento de redução, totalizando 110,1 milhões de cabeças, número 5,9% inferior ao registrado em janeiro de 2022 e 7,5% menor quando comparado ao mesmo período do ano passado. A manutenção do plantel nesses níveis tem resultado em um mercado de ovos com oferta mais ajustada à demanda.<br /><br />De acordo com dados da Secretaria do Comércio Exterior – SECEX, o Brasil exportou 20,2 mil toneladas de ovos em natura e processado s entre os meses de janeiro e outubro de 2022, o que gerou US$ 78,6 milhões de receita. Esses valores são, respectivamente, 1,19% e 28,01% superiores aos valores registrados no mesmo período de 2021, evidenciando que o preço médio do ovo resultou em aumento do faturamento. <br /><br />Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, milho e farelo de soja, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em outubro/2022, o preço médio do cereal foi 12% menor que em janeiro/22 e 6% inferior ao observado no mesmo período de 2021. Já o preço médio do farelo de soja aumentou 3,74% de janeiro/22 a agosto/22, e a cotação é 19,36% superior ao do farelo de soja em outubro/21. <br /><br />De janeiro a outubro de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 43,6%, sendo comercializada, em outubro, a R$ 152,17. <br /><br />Neste cenário de preços dos insumos e preço da caixa de 30 dúzias de ovos, a melhora na relação de troca milho/dz de ovos e manutenção da relação de troca farelo de soja/dz de ovos verificadas nos últimos 8 meses tem aumentado o poder de compra do avicultor e melhorado as margens da atividade. <br /><br />Considerando o alto consumo de energia elétrica da atividade, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de substituir a fonte de energia convencional por energia renovável por meio sistemas fotovoltaicos, os quais quem podem ser financiados nas linhas de crédito de investimento, como o InvestAgro. Consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações. <br /><br />E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,avicultura,aviculturadepostura,bancodobrasil,bb,broto,ovos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6cc99c095df2b40b85843865f2c8e472.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/11/2022 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-11-2022-cenario-da-cana-de-acucar--51910348</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 16 de novembro de 2022.  Meu nome é Lícia Bertolote Lance, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar em andamento no Centro-Sul do país teve condições climáticas mais favoráveis do que vinha se observando nas duas últimas safras, fazendo com que o desenvolvimento das lavouras e o rendimento agrícola aumentassem. Por outro lado, as chuvas dificultam o avanço das operações de colheita. Do início da safra até o dia 1º de novembro a quantidade de cana-de-açúcar processada foi de 490,22 milhões de toneladas, que corresponde a uma queda de 2,87% em relação ao mesmo período da safra passada.<br /><br />Com a queda de competitividade do etanol em relação à gasolina na maioria dos Estados, a produção de açúcar tem se tornado mais atrativa. No entanto, com os altos níveis de chuvas, o caldo da cana acaba perdendo pureza, o que tem limitado o aumento da fabricação do adoçante, ainda que o mercado externo venha se mostrando aquecido.<br /><br />O preço pago pelo ATR (Açúcar Total Recuperável) vinha caindo desde o início da safra, registrando a primeira elevação no mês passado. De acordo com o Consecana-SP o valor do ATR chegou a R$ 1,10 por kg em outubro, o que representa uma elevação mensal de 3,9%. Apesar disso o preço do ATR acumulado ao longo da safra segue em queda e, associada aos altos custos de produção observados na safra atual, influencia na margem para os produtores, tornando-se de grande importância o planejamento e gestão dos custos. <br /><br />Com o final da safra se aproximando, o momento é de atenção ao planejamento para as reformas de canaviais. O Banco do Brasil dispõe de linhas de crédito de investimento para implantação ou renovação das lavouras, assim como para o custeio da produção e investimentos para melhoria da infraestrutura da propriedade e aquisição de máquinas e equipamentos.<br /><br />Ah, e para ouvir este e outros BBCast, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou pesquise por “BBCast Agro” diretamente em sua rede de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51910348</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2022 12:40:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51910348/20221116_bbcast_agro_cana.mp3" length="2819551" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 16 de novembro de 2022.  Meu nome é Lícia Bertolote Lance, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.&#13;
&#13;
A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 16 de novembro de 2022.  Meu nome é Lícia Bertolote Lance, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto – São Paulo e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar em andamento no Centro-Sul do país teve condições climáticas mais favoráveis do que vinha se observando nas duas últimas safras, fazendo com que o desenvolvimento das lavouras e o rendimento agrícola aumentassem. Por outro lado, as chuvas dificultam o avanço das operações de colheita. Do início da safra até o dia 1º de novembro a quantidade de cana-de-açúcar processada foi de 490,22 milhões de toneladas, que corresponde a uma queda de 2,87% em relação ao mesmo período da safra passada.<br /><br />Com a queda de competitividade do etanol em relação à gasolina na maioria dos Estados, a produção de açúcar tem se tornado mais atrativa. No entanto, com os altos níveis de chuvas, o caldo da cana acaba perdendo pureza, o que tem limitado o aumento da fabricação do adoçante, ainda que o mercado externo venha se mostrando aquecido.<br /><br />O preço pago pelo ATR (Açúcar Total Recuperável) vinha caindo desde o início da safra, registrando a primeira elevação no mês passado. De acordo com o Consecana-SP o valor do ATR chegou a R$ 1,10 por kg em outubro, o que representa uma elevação mensal de 3,9%. Apesar disso o preço do ATR acumulado ao longo da safra segue em queda e, associada aos altos custos de produção observados na safra atual, influencia na margem para os produtores, tornando-se de grande importância o planejamento e gestão dos custos. <br /><br />Com o final da safra se aproximando, o momento é de atenção ao planejamento para as reformas de canaviais. O Banco do Brasil dispõe de linhas de crédito de investimento para implantação ou renovação das lavouras, assim como para o custeio da produção e investimentos para melhoria da infraestrutura da propriedade e aquisição de máquinas e equipamentos.<br /><br />Ah, e para ouvir este e outros BBCast, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou pesquise por “BBCast Agro” diretamente em sua rede de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>177</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/11/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-11-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51885512</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 14 de novembro, meu nome é Thania Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios em Lucas do Rio Verde – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br />•A safra da América do Sul entra definitivamente no radar dos players, com a janela e ritmo de plantio, bem como as condições meteorológicas para o desenvolvimento da cultura refletindo diretamente na precificação do produto na CBOT. Para essa semana, com poucas chuvas previstas, há perspectiva de redução no avanço do plantio no BR. Na Argentina, os solos estão sem umidade e necessitam de chuvas para iniciar o plantio fator que já refletem a redução de projeção do país.<br /><br />•Nos fundamentos, o mercado ainda irá digerir os dados do relatório de oferta e demanda apresentados pelo USDA que elevou a produção do EUA e dos estoques de passagem do mundo podendos pressionar CBOT.<br /><br />•Os novos casos de variantes da COVID 19 trazem preocupações com a demanda chinesa, em meio às restrições impostas pela política de covid zero ou flexibilização no controle pelo país.<br /><br />•Para a semana, o mercado seguira estável no médio prazo, mas com viés de baixa no curto prazo, monitorando a safra da América do sul, principalmente a do Brasil.<br /><br />Em relação ao milho:<br /><br />•As tratativas e negociações para a renovação do acordo que permite a exportação de grãos de portos ucranianos pelo Mar Negro, que se encerra no dia 19/11, poderá trazer volatilidade adicional ao mercado externo. O acordo realizado em 22/07 permitiu a exportação de 4,3 milhões de toneladas de milho ucraniano pelos portos. <br /><br />•A colheita nos EUA está sendo finalizada. No último relatório do USDA, havia atingido 87% da área cultivada. As previsões climáticas no cinturão produtores norte-americano continuam favoráveis para a consolidação das perspectivas de produção de 353,84 milhões de toneladas. A finalização da colheita e a maior disponibilidade de oferta do grão estadunidense poderá impactar negativamente as cotações externas nesta semana. <br /><br />•No Brasil, os preços físicos podem ser influenciados pela volatilidade do dólar na semana e no avanço da comercialização interna, que está em ritmo mais lento em relação ao ano passado, o que pode levar a um movimento de estabilidade com viés de baixa no mercado à vista.<br /><br />Para o café:<br /><br />•A elevação de ritmo de colheita em países do ciclo out22/set23 na América Central, Colômbia, Vietnã deve progressivamente continuar a elevar oferta e manter pressão negativa aos preços do café. Por outro lado, Colômbia e Honduras relatam problemas climáticos. Na Colômbia, há previsão de novo ano com redução de produção e Honduras, em período de colheita, sofre com tempestades tropicais, resultando em incidência de doenças e perspectivas de redução da safra 2023.<br /><br />•Permanecem como fator de atenção o movimento inflacionário em diversos países e os possíveis impactos no crescimento econômico e consequente redução da demanda por café nos países do hemisfério norte.<br /><br />•A perspectiva para a semana ainda é de pressão negativa nos preços do café, com o clima favorável, o que mantém o otimismo com o volume a ser produzido na safra 2023. No entanto, informações atualizadas sobre o estado das lavouras, após os eventos de granizo recentes podem trazer volatilidade adicional ao mercado.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•O mercado de reposição, enfraquecido pelo avanço da oferta de animais da categoria, apresentou preços estáveis, porém, a tendência ainda é de queda nas cotações no decorrer da semana.<br /><br />•A demanda aquecida em decorrência da entrada salarial e do décimo terceiro, a criação de empregos temporários, a copa do mundo e as festividades devem impulsionar a reposição entre o atacado e varejo, fato que pode refletir positivamente no valor da @ no curto prazo.<br /><br />•Por outro lado, com a mudança no comportamento de importação da China no segundo semestre, em decorrência da desvalorização do Yuan, o que torna a importação mais dispendiosa, a tendência ainda é de queda no mercado internacional de carne bovina, com reflexos também no mercado interno. <br /><br />•Com isso, espera-se movimento lateral nas cotações da arroba bovina na semana.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51885512</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:20:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51885512/20221114_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5003015" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 14 de novembro, meu nome é Thania Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios em Lucas do Rio Verde – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 14 de novembro, meu nome é Thania Karoline Furlaneto, assessora de Agronegócios em Lucas do Rio Verde – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br />•A safra da América do Sul entra definitivamente no radar dos players, com a janela e ritmo de plantio, bem como as condições meteorológicas para o desenvolvimento da cultura refletindo diretamente na precificação do produto na CBOT. Para essa semana, com poucas chuvas previstas, há perspectiva de redução no avanço do plantio no BR. Na Argentina, os solos estão sem umidade e necessitam de chuvas para iniciar o plantio fator que já refletem a redução de projeção do país.<br /><br />•Nos fundamentos, o mercado ainda irá digerir os dados do relatório de oferta e demanda apresentados pelo USDA que elevou a produção do EUA e dos estoques de passagem do mundo podendos pressionar CBOT.<br /><br />•Os novos casos de variantes da COVID 19 trazem preocupações com a demanda chinesa, em meio às restrições impostas pela política de covid zero ou flexibilização no controle pelo país.<br /><br />•Para a semana, o mercado seguira estável no médio prazo, mas com viés de baixa no curto prazo, monitorando a safra da América do sul, principalmente a do Brasil.<br /><br />Em relação ao milho:<br /><br />•As tratativas e negociações para a renovação do acordo que permite a exportação de grãos de portos ucranianos pelo Mar Negro, que se encerra no dia 19/11, poderá trazer volatilidade adicional ao mercado externo. O acordo realizado em 22/07 permitiu a exportação de 4,3 milhões de toneladas de milho ucraniano pelos portos. <br /><br />•A colheita nos EUA está sendo finalizada. No último relatório do USDA, havia atingido 87% da área cultivada. As previsões climáticas no cinturão produtores norte-americano continuam favoráveis para a consolidação das perspectivas de produção de 353,84 milhões de toneladas. A finalização da colheita e a maior disponibilidade de oferta do grão estadunidense poderá impactar negativamente as cotações externas nesta semana. <br /><br />•No Brasil, os preços físicos podem ser influenciados pela volatilidade do dólar na semana e no avanço da comercialização interna, que está em ritmo mais lento em relação ao ano passado, o que pode levar a um movimento de estabilidade com viés de baixa no mercado à vista.<br /><br />Para o café:<br /><br />•A elevação de ritmo de colheita em países do ciclo out22/set23 na América Central, Colômbia, Vietnã deve progressivamente continuar a elevar oferta e manter pressão negativa aos preços do café. Por outro lado, Colômbia e Honduras relatam problemas climáticos. Na Colômbia, há previsão de novo ano com redução de produção e Honduras, em período de colheita, sofre com tempestades tropicais, resultando em incidência de doenças e perspectivas de redução da safra 2023.<br /><br />•Permanecem como fator de atenção o movimento inflacionário em diversos países e os possíveis impactos no crescimento econômico e consequente redução da demanda por café nos países do hemisfério norte.<br /><br />•A perspectiva para a semana ainda é de pressão negativa nos preços do café, com o clima favorável, o que mantém o otimismo com o volume a ser produzido na safra 2023. No entanto, informações atualizadas sobre o estado das lavouras, após os eventos de granizo recentes podem trazer volatilidade adicional ao mercado.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br />•O mercado de reposição, enfraquecido pelo avanço da oferta de animais da categoria, apresentou preços estáveis, porém, a tendência ainda é de queda nas cotações no decorrer da semana.<br /><br />•A demanda aquecida em decorrência da entrada salarial e do décimo terceiro, a criação de empregos temporários, a copa do mundo e as festividades devem...]]></itunes:summary><itunes:duration>313</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/11/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-11-2022-cenario-da-soja--51862509</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 11 de novembro de 2022, meu nome é Wender Santos, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Silvânia GO e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato para Dez/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 09/11 cotado a U$ 14,51/bushel, mantendo sequência de alta neste mês. Os desdobramentos em relação a manutenção do corredor de exportação no Mar Negro pela Rússia e Ucrânia contribuíram para a alta das commodities de modo geral.  <br /><br />A colheita da safra nos EUA já se aproxima do final, visto que até o dia 07/11 alcançava 94% da área cultivada, percentual superior à média das últimas 5 safras para o período.<br /><br />Conforme o relatório de oferta e demanda do USDA divulgado em 09/11, a estimativa de produção dos EUA foi elevada para 118,27 milhões de toneladas e a produção global estimada em 390,53 milhões de toneladas. Para o estoque de passagem global houve a elevação para 102,17 milhões de toneladas.<br /><br />Para a Argentina, o USDA reduziu a estimativa de produção para 49,5 milhões de toneladas e a área cultivada para 16,5 milhões de ha. Importante ressaltar que a Argentina vem sofrendo com clima seco, reflexo do impacto do La Niña.<br /><br />A CONAB registrou em seu 2° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a 43,24 milhões de ha e proporcionar uma produção de 153,58 milhões de toneladas. O órgão também divulgou que já foram semeadas 57,5% da área estimada. <br /><br />A previsão do INMET para dezembro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, SC, MS e parte de GO e MG, porém sem prejudicar o desenvolvimento da cultura. Ressalta-se também a previsão de poucas chuvas no MT e MATOPIBA para essa semana, o que pode desacelerar o ritmo de plantio nestas regiões. O La Niña tende a causar impacto moderado na safra de verão brasileira e a partir de fev/23 passar a um cenário de neutralidade para América do Sul.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 09/11, foi cotado a R$ 186,14/saca, mantendo estabilidade em relação ao início de novembro. Os prêmios nos portos vêm se mantendo valorizados neste mês, sendo cotados a 2,65 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51862509</guid><pubDate>Fri, 11 Nov 2022 13:00:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51862509/20221111_bbcast_agro_soja.mp3" length="3300667" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 11 de novembro de 2022, meu nome é Wender Santos, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Silvânia GO e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
A cotação da soja, contrato para Dez/22 na Bolsa de Chicago, fechou o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 11 de novembro de 2022, meu nome é Wender Santos, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Silvânia GO e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato para Dez/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 09/11 cotado a U$ 14,51/bushel, mantendo sequência de alta neste mês. Os desdobramentos em relação a manutenção do corredor de exportação no Mar Negro pela Rússia e Ucrânia contribuíram para a alta das commodities de modo geral.  <br /><br />A colheita da safra nos EUA já se aproxima do final, visto que até o dia 07/11 alcançava 94% da área cultivada, percentual superior à média das últimas 5 safras para o período.<br /><br />Conforme o relatório de oferta e demanda do USDA divulgado em 09/11, a estimativa de produção dos EUA foi elevada para 118,27 milhões de toneladas e a produção global estimada em 390,53 milhões de toneladas. Para o estoque de passagem global houve a elevação para 102,17 milhões de toneladas.<br /><br />Para a Argentina, o USDA reduziu a estimativa de produção para 49,5 milhões de toneladas e a área cultivada para 16,5 milhões de ha. Importante ressaltar que a Argentina vem sofrendo com clima seco, reflexo do impacto do La Niña.<br /><br />A CONAB registrou em seu 2° Levantamento da Safra 2022/23 ampliação de estimativa de área a ser cultivada, que deve chegar a 43,24 milhões de ha e proporcionar uma produção de 153,58 milhões de toneladas. O órgão também divulgou que já foram semeadas 57,5% da área estimada. <br /><br />A previsão do INMET para dezembro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, SC, MS e parte de GO e MG, porém sem prejudicar o desenvolvimento da cultura. Ressalta-se também a previsão de poucas chuvas no MT e MATOPIBA para essa semana, o que pode desacelerar o ritmo de plantio nestas regiões. O La Niña tende a causar impacto moderado na safra de verão brasileira e a partir de fev/23 passar a um cenário de neutralidade para América do Sul.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 09/11, foi cotado a R$ 186,14/saca, mantendo estabilidade em relação ao início de novembro. Os prêmios nos portos vêm se mantendo valorizados neste mês, sendo cotados a 2,65 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/11/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-11-2022-cenario-do-boi-gordo--51850038</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 10 de novembro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Os preços do boi gordo no mercado físico iniciaram o mês de novembro recuando e acumulam baixas de 2,7% no indicador Cepea/B3. Esta semana os negócios seguem lentos e os preços da arroba pressionados negativamente nas principais praças de comercialização, com a indústria testando valores abaixo da referência média. Em São Paulo, animais “padrão China” estão cotados, em média, a R$ 280/arroba e os animais destinados ao mercado doméstico a R$ 275,00/arroba.<br /><br />A queda no valor da arroba pode ser explicada pela recente desvalorização da moeda chinesa, encarecendo as importações do nosso principal comprador. Isso resultou em renegociação de contratos, baixando os preços em dólar da carne bovina ao longo do semestre. Esse movimento acabou por pressionar também os preços pagos aos pecuaristas. Ainda, soma-se o quadro atual de aumento da oferta de animais, incluindo a ampliação do abate de fêmeas, o que deixa as escalas de abate dos frigoríficos confortáveis, atendendo entre sete e dez dias úteis.<br /><br />Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, os embarques de carne bovina in natura chegaram a 188,5 mil toneladas em outubro de 2022, contra 82,2 mil toneladas em outubro de 21, período em que a China suspendeu a compra de carne brasileira pela suspeita de casos de mal da vaca louca em MG e MS. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.852,30, alta de 13,3% frente aos dados divulgados em outubro de 2021.<br /><br />É importante destacar que, embora o mercado físico apresente a tendência de movimento de queda no curto prazo, há certo otimismo em torno do consumo interno a partir de novembro, com a entrada do 13º salário, início da Copa do Mundo e das festividades de final de ano, quando tradicionalmente a procura por cortes da carne bovina aumenta. A demanda doméstica mais aquecida será fundamental para a recuperação dos preços do boi gordo e para que se chegue a um novo ponto de equilíbrio.<br /><br />Os clientes do Banco do Brasil possuem várias soluções para auxiliar na gestão do seu negócio, como a plataforma broto.com.br, um jeito digital de fazer agro, com produtos, serviços, soluções e conteúdos agro para aumentar a produtividade da sua atividade. Na plataforma Broto, você encontra um marketplace completo, com máquinas, implementos e muito mais. Acesse e conheça!<br /><br />Conte sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51850038</guid><pubDate>Thu, 10 Nov 2022 12:53:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51850038/20221110_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3886228" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 10 de novembro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
Os preços do boi gordo no mercado físico iniciaram o mês de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 10 de novembro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />Os preços do boi gordo no mercado físico iniciaram o mês de novembro recuando e acumulam baixas de 2,7% no indicador Cepea/B3. Esta semana os negócios seguem lentos e os preços da arroba pressionados negativamente nas principais praças de comercialização, com a indústria testando valores abaixo da referência média. Em São Paulo, animais “padrão China” estão cotados, em média, a R$ 280/arroba e os animais destinados ao mercado doméstico a R$ 275,00/arroba.<br /><br />A queda no valor da arroba pode ser explicada pela recente desvalorização da moeda chinesa, encarecendo as importações do nosso principal comprador. Isso resultou em renegociação de contratos, baixando os preços em dólar da carne bovina ao longo do semestre. Esse movimento acabou por pressionar também os preços pagos aos pecuaristas. Ainda, soma-se o quadro atual de aumento da oferta de animais, incluindo a ampliação do abate de fêmeas, o que deixa as escalas de abate dos frigoríficos confortáveis, atendendo entre sete e dez dias úteis.<br /><br />Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, os embarques de carne bovina in natura chegaram a 188,5 mil toneladas em outubro de 2022, contra 82,2 mil toneladas em outubro de 21, período em que a China suspendeu a compra de carne brasileira pela suspeita de casos de mal da vaca louca em MG e MS. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.852,30, alta de 13,3% frente aos dados divulgados em outubro de 2021.<br /><br />É importante destacar que, embora o mercado físico apresente a tendência de movimento de queda no curto prazo, há certo otimismo em torno do consumo interno a partir de novembro, com a entrada do 13º salário, início da Copa do Mundo e das festividades de final de ano, quando tradicionalmente a procura por cortes da carne bovina aumenta. A demanda doméstica mais aquecida será fundamental para a recuperação dos preços do boi gordo e para que se chegue a um novo ponto de equilíbrio.<br /><br />Os clientes do Banco do Brasil possuem várias soluções para auxiliar na gestão do seu negócio, como a plataforma broto.com.br, um jeito digital de fazer agro, com produtos, serviços, soluções e conteúdos agro para aumentar a produtividade da sua atividade. Na plataforma Broto, você encontra um marketplace completo, com máquinas, implementos e muito mais. Acesse e conheça!<br /><br />Conte sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>243</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/11/2022 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-11-2022-cenario-do-cafe-conilon--51836541</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 09 de novembro de 2022, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />As lavouras de café conilon nas principais áreas produtoras do ES estão em bom estado vegetativo, com perspectivas de uma boa produção. No momento, o manejo com nutrição adequada e o controle de pragas e doenças é essencial. Os referidos cuidados, somados ao clima favorável até então, irão definir o potencial produtivo das lavouras, com volume e uniformidade dos grãos. <br /><br />No mercado externo, a bolsa em Londres abriu a semana em campo negativo, com o contrato jan/23 recuando US$8 por tonelada, sendo negociado a US$1.843. O preço do café conilon tipo 7 no mercado físico brasileiro tem mantido a tendência de baixa dos últimos meses, cotado à R$ 530,00/saca na COOABRIEL. O movimento baixista dos últimos 30 dias já supera os 20%. Em 08 de outubro a saca do conilon tipo 7 estava cotada em R$ 680,00.<br /><br />A perspectiva de uma maior produção na safra 23, informações de condições climáticas favoráveis no Brasil, início da colheita no Vietnã, o conflito entre Rússia e Ucrânia, crises econômicas em diversos países, juros altos e recessão global com potencial impacto no consumo do grão, fazem com que os preços continuem sendo pressionados negativamente e com perspectivas de continuar assim no curto prazo. <br /><br />Diante desse cenário, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, comercialização do produto e para o custeio da safra. <br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência, bem como no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51836541</guid><pubDate>Wed, 09 Nov 2022 13:16:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51836541/20221109_bbcast_agro_cafe_conilon_1.mp3" length="2469346" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 09 de novembro de 2022, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.&#13;
&#13;
As lavouras de café conilon nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 09 de novembro de 2022, meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.<br /><br />As lavouras de café conilon nas principais áreas produtoras do ES estão em bom estado vegetativo, com perspectivas de uma boa produção. No momento, o manejo com nutrição adequada e o controle de pragas e doenças é essencial. Os referidos cuidados, somados ao clima favorável até então, irão definir o potencial produtivo das lavouras, com volume e uniformidade dos grãos. <br /><br />No mercado externo, a bolsa em Londres abriu a semana em campo negativo, com o contrato jan/23 recuando US$8 por tonelada, sendo negociado a US$1.843. O preço do café conilon tipo 7 no mercado físico brasileiro tem mantido a tendência de baixa dos últimos meses, cotado à R$ 530,00/saca na COOABRIEL. O movimento baixista dos últimos 30 dias já supera os 20%. Em 08 de outubro a saca do conilon tipo 7 estava cotada em R$ 680,00.<br /><br />A perspectiva de uma maior produção na safra 23, informações de condições climáticas favoráveis no Brasil, início da colheita no Vietnã, o conflito entre Rússia e Ucrânia, crises econômicas em diversos países, juros altos e recessão global com potencial impacto no consumo do grão, fazem com que os preços continuem sendo pressionados negativamente e com perspectivas de continuar assim no curto prazo. <br /><br />Diante desse cenário, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, comercialização do produto e para o custeio da safra. <br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência, bem como no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/11/2022 - Cenário da apicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-11-2022-cenario-da-apicultura--51836528</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 08 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre a apicultura, principalmente sobre a produção de mel.<br /><br />A atividade de apicultura consiste na criação de abelhas com o objetivo de produzir mel, própolis, geleia real, pólen e cera de abelha e representa uma significativa fonte de renda principalmente para os agricultores familiares, visto que é uma atividade que não exige grandes áreas para seu desenvolvimento.  A parcela mais representativa de renda dos apicultores é oriunda da comercialização do mel.<br /><br />A espécie de abelha mais utilizada para produção de mel é a Apis Mellifera. No Brasil, é popularmente conhecida como abelha africanizada, pois é o resultado do cruzamento das raças europeia e africana. Apesar de ser muito defensivas, as abelhas africanizadas são ativas o ano todo, altamente produtivas e resistentes às doenças.<br /><br />O Brasil é um dos grandes produtores mundiais de mel, com um potencial enorme para expansão dessa cadeia produtiva, pois tem condições especiais de flora e clima, e potencial de produzir de norte a sul do país e em todas as épocas do ano. A atividade possibilita a migração dos apiários para locais onde as floradas são mais abundantes, aumentando a produção e melhorando a qualidade dos produtos. Além disso, em função da diversidade da nossa flora, o mel do Brasil se destaca pela riqueza de cores sabores. <br /><br />Segundo o IBGE, no ano de 2021 o Brasil produziu 55 mil e 800 toneladas de mel, dos quais exportou 47 mil e 100 toneladas. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exportação de mel gerou, no ano de 2021, uma receita de 163 milhões de dólares e os principais compradores do mel brasileiro foram os Estados Unidos com 72%, Alemanha com 12% e Canadá com 6%.<br /><br />O consumo de mel pelo brasileiro ainda é pequeno, em torno de 60 gramas por ano por pessoa. A média mundial é de 240 gramas. Portanto, há um grande potencial de crescimento. <br /><br />Você sabia que o Banco do Brasil faz o custeio de cada uma de suas colmeias? Financia até mesmo o transporte? Procure sua agência do BB ou assistência técnica para mais informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51836528</guid><pubDate>Wed, 09 Nov 2022 13:14:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51836528/20221108_bbcast_agro_apicultura.mp3" length="3490839" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 08 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre a apicultura, principalmente sobre a produção de mel.&#13;
&#13;
A atividade de apicultura consiste na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 08 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre a apicultura, principalmente sobre a produção de mel.<br /><br />A atividade de apicultura consiste na criação de abelhas com o objetivo de produzir mel, própolis, geleia real, pólen e cera de abelha e representa uma significativa fonte de renda principalmente para os agricultores familiares, visto que é uma atividade que não exige grandes áreas para seu desenvolvimento.  A parcela mais representativa de renda dos apicultores é oriunda da comercialização do mel.<br /><br />A espécie de abelha mais utilizada para produção de mel é a Apis Mellifera. No Brasil, é popularmente conhecida como abelha africanizada, pois é o resultado do cruzamento das raças europeia e africana. Apesar de ser muito defensivas, as abelhas africanizadas são ativas o ano todo, altamente produtivas e resistentes às doenças.<br /><br />O Brasil é um dos grandes produtores mundiais de mel, com um potencial enorme para expansão dessa cadeia produtiva, pois tem condições especiais de flora e clima, e potencial de produzir de norte a sul do país e em todas as épocas do ano. A atividade possibilita a migração dos apiários para locais onde as floradas são mais abundantes, aumentando a produção e melhorando a qualidade dos produtos. Além disso, em função da diversidade da nossa flora, o mel do Brasil se destaca pela riqueza de cores sabores. <br /><br />Segundo o IBGE, no ano de 2021 o Brasil produziu 55 mil e 800 toneladas de mel, dos quais exportou 47 mil e 100 toneladas. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exportação de mel gerou, no ano de 2021, uma receita de 163 milhões de dólares e os principais compradores do mel brasileiro foram os Estados Unidos com 72%, Alemanha com 12% e Canadá com 6%.<br /><br />O consumo de mel pelo brasileiro ainda é pequeno, em torno de 60 gramas por ano por pessoa. A média mundial é de 240 gramas. Portanto, há um grande potencial de crescimento. <br /><br />Você sabia que o Banco do Brasil faz o custeio de cada uma de suas colmeias? Financia até mesmo o transporte? Procure sua agência do BB ou assistência técnica para mais informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>abelhas,agricultura,agro,agronegocio,apicultura,bancodobrasil,bb,broto,mel,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7cade2652619b6edf5351c752e24db39.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/11/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-11-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51810689</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de novembro, meu nome é Fabíola Lira, assessora de Agronegócios em Tangará da Serra – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /> <br /> As preocupações relacionadas com o corredor de exportação de grãos pelo Mar Negro poderão continuar a refletir em volatilidade no mercado de commodities;<br /><br /> Nos fundamentos, a atenção se volta à evolução do plantio na América do Sul, em especial no Brasil, que vem apresentando bom ritmo de cultivo e desenvolvimento das lavouras, com perspectiva de safra regular.<br /><br /> Nos EUA, a colheita está perto da finalização, com a produção abaixo do esperado inicialmente, mas com a perspectiva de manutenção dos estoques, fator que limita recuperações na cotação do produto na CBOT. No financeiro, a volatilidade ligada à indicadores econômicos ao redor do mundo e uma possível recessão da economia mundial, são fatores que podem retrair o consumo da commodity, permanecendo como fatores de especulação e de pressão negativa nos contratos futuros de soja;<br /><br /> Para a semana, o mercado seguira estável no médio prazo com viés de baixa no curto prazo, aguardando o relatório mensal de oferta e demanda do USDA.<br /><br />Em relação ao milho: <br /><br />•As previsões climáticas continuam favoráveis para a colheita de milho nos EUA. No último relatório do USDA, a colheita havia atingido 76% do total, superando em 3 pontos percentuais o mesmo período do ano passado e 12% superior à média dos últimos cinco anos. Com o ritmo se intensificando, o aumento da disponibilidade de oferta do grão estadunidense poderá refletir negativamente nas cotações externas nesta semana. <br /><br />•No dia 09/11 o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda para o mês de novembro. Caso ocorra nova redução nas produções de importantes produtores no hemisfério norte para a safra 2022/23, como os EUA e União Europeia, o mercado externo poderá ter novos fundamentos altistas, contrapondo o avanço da colheita americana. <br /><br />•No Brasil, as previsões climáticas são favoráveis para o progresso do plantio do milho verão na região Centro-Sul do país. As cotações domésticas poderão apresentar movimento de estabilidade com viés de baixa, seguindo comportamento do dólar e o aumento das negociações do milho no mercado à vista.<br /><br />Para o café:<br /><br /> A elevação de ritmo de colheita em países do ciclo out22/set23 na América Central, Colômbia, Vietnã deve progressivamente continuar a elevar oferta e manter pressão negativa aos preços do café.<br /> Ainda, a persistência de inflação, crescimento econômico e medidas de combate como elevação de juros mantêm preocupação com a demanda nos países consumidores do hemisfério norte.<br /><br /> Por outro lado, a redução das exportações no último mês do ciclo 21/22 em países da América Central atuam como fator altista e podem limitar baixas expressivas.<br /><br /> Mesmo após sequência de pregões com queda de preços e mínima de 14 meses no arábica sendo atingidas, ordens de fixação de torrefação, fundos passando a vendidos, não foram suficientes para evitar as baixas e a perspectiva para a semana é de pressão negativa nos preços do café, com o clima ainda favorável, o que mantém o otimismo com o volume a ser produzido na safra 2023.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br /> Para a próxima semana, o mercado de reposição indica a continuidade de queda dos preços do bezerro. A maior oferta de animais, em decorrência a o estágio do ciclo pecuário e a pressão de queda no valor da @ reforçam o cenário de baixa.<br /><br /> As escalas de abate das Indústrias frigoríficas, sem grandes alterações, devem permanecer alongadas. Para que que haja reação mais significativa nos preços é necessário que ocorra o encurtamento das escalas de abate. <br /><br /> Entretanto, a oferta de animais provenientes do 2º giro do confinamento e os contratos a termo favorecem a ponta compradora e, dessa forma, mesmo com a entrada do 13º salário e festividades de fim de ano, não há até o momento, sinais de recuperação de preços do boi gordo no curto e médio prazo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51810689</guid><pubDate>Mon, 07 Nov 2022 12:55:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51810689/20221107_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5963903" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de novembro, meu nome é Fabíola Lira, assessora de Agronegócios em Tangará da Serra – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de novembro, meu nome é Fabíola Lira, assessora de Agronegócios em Tangará da Serra – MT e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /> <br /> As preocupações relacionadas com o corredor de exportação de grãos pelo Mar Negro poderão continuar a refletir em volatilidade no mercado de commodities;<br /><br /> Nos fundamentos, a atenção se volta à evolução do plantio na América do Sul, em especial no Brasil, que vem apresentando bom ritmo de cultivo e desenvolvimento das lavouras, com perspectiva de safra regular.<br /><br /> Nos EUA, a colheita está perto da finalização, com a produção abaixo do esperado inicialmente, mas com a perspectiva de manutenção dos estoques, fator que limita recuperações na cotação do produto na CBOT. No financeiro, a volatilidade ligada à indicadores econômicos ao redor do mundo e uma possível recessão da economia mundial, são fatores que podem retrair o consumo da commodity, permanecendo como fatores de especulação e de pressão negativa nos contratos futuros de soja;<br /><br /> Para a semana, o mercado seguira estável no médio prazo com viés de baixa no curto prazo, aguardando o relatório mensal de oferta e demanda do USDA.<br /><br />Em relação ao milho: <br /><br />•As previsões climáticas continuam favoráveis para a colheita de milho nos EUA. No último relatório do USDA, a colheita havia atingido 76% do total, superando em 3 pontos percentuais o mesmo período do ano passado e 12% superior à média dos últimos cinco anos. Com o ritmo se intensificando, o aumento da disponibilidade de oferta do grão estadunidense poderá refletir negativamente nas cotações externas nesta semana. <br /><br />•No dia 09/11 o USDA divulgará seu relatório de oferta e demanda para o mês de novembro. Caso ocorra nova redução nas produções de importantes produtores no hemisfério norte para a safra 2022/23, como os EUA e União Europeia, o mercado externo poderá ter novos fundamentos altistas, contrapondo o avanço da colheita americana. <br /><br />•No Brasil, as previsões climáticas são favoráveis para o progresso do plantio do milho verão na região Centro-Sul do país. As cotações domésticas poderão apresentar movimento de estabilidade com viés de baixa, seguindo comportamento do dólar e o aumento das negociações do milho no mercado à vista.<br /><br />Para o café:<br /><br /> A elevação de ritmo de colheita em países do ciclo out22/set23 na América Central, Colômbia, Vietnã deve progressivamente continuar a elevar oferta e manter pressão negativa aos preços do café.<br /> Ainda, a persistência de inflação, crescimento econômico e medidas de combate como elevação de juros mantêm preocupação com a demanda nos países consumidores do hemisfério norte.<br /><br /> Por outro lado, a redução das exportações no último mês do ciclo 21/22 em países da América Central atuam como fator altista e podem limitar baixas expressivas.<br /><br /> Mesmo após sequência de pregões com queda de preços e mínima de 14 meses no arábica sendo atingidas, ordens de fixação de torrefação, fundos passando a vendidos, não foram suficientes para evitar as baixas e a perspectiva para a semana é de pressão negativa nos preços do café, com o clima ainda favorável, o que mantém o otimismo com o volume a ser produzido na safra 2023.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br /> Para a próxima semana, o mercado de reposição indica a continuidade de queda dos preços do bezerro. A maior oferta de animais, em decorrência a o estágio do ciclo pecuário e a pressão de queda no valor da @ reforçam o cenário de baixa.<br /><br /> As escalas de abate das Indústrias frigoríficas, sem grandes alterações, devem permanecer alongadas. Para que que haja reação mais significativa nos preços é necessário que ocorra o encurtamento...]]></itunes:summary><itunes:duration>373</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/11/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-11-2022-cenario-do-milho--51785427</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 04 de novembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />Os principais contratos de milho na bolsa de Chicago encerraram o mês de outubro com valorização. A redução na produção dos Estados Unidos e da União Europeia para a safra 2022/23 continua como principal fundamento para a manutenção das cotações em patamares elevados. O mercado segue apreensivo com a renovação do acordo de escoamento de grãos entre a Rússia e Ucrânia pelo mar Negro, o que têm trazido volatilidade para as cotações. A colheita norte-americana avançou em bom ritmo, aproveitando as condições climáticas mais favoráveis nas últimas semanas, ficando 3 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a área colhida chegou a 76% do total e está acima da média dos últimos 5 anos, que é de 64%. O contrato com vencimento em dezembro/22 encerrou a quarta-feira, dia 02, cotado a U$ 6,87 por bushel. <br /><br />Aqui no Brasil os principais contratos na B3 encerraram outubro com desvalorizações superiores a 1%, refletindo a boa expectativa de produção na safra verão. De acordo com a CONAB, o plantio chegou a 40% da área total, com os estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) mais avançados em relação ao resto do país, sendo que já semearam mais de 80% de suas áreas. De acordo com o órgão, as condições hídricas estão favoráveis para a cultura. <br /><br />As exportações continuam aquecidas, com o Brasil aproveitando o espaço deixado pela Ucrânia, que deixou de atender alguns mercados devido ao conflito com a Rússia. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o mês de outubro encerrou com 7,19 milhões de toneladas exportadas, sendo o maior volume embarcado para o mês de outubro em relação aos últimos anos. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou no dia 01 de novembro cotado a R$ 85,11 a saca.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o app do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /> <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51785427</guid><pubDate>Fri, 04 Nov 2022 12:52:46 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51785427/20221104_bbcast_agro_milho.mp3" length="3234630" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 04 de novembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
Os principais contratos de milho na bolsa de Chicago...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 04 de novembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />Os principais contratos de milho na bolsa de Chicago encerraram o mês de outubro com valorização. A redução na produção dos Estados Unidos e da União Europeia para a safra 2022/23 continua como principal fundamento para a manutenção das cotações em patamares elevados. O mercado segue apreensivo com a renovação do acordo de escoamento de grãos entre a Rússia e Ucrânia pelo mar Negro, o que têm trazido volatilidade para as cotações. A colheita norte-americana avançou em bom ritmo, aproveitando as condições climáticas mais favoráveis nas últimas semanas, ficando 3 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a área colhida chegou a 76% do total e está acima da média dos últimos 5 anos, que é de 64%. O contrato com vencimento em dezembro/22 encerrou a quarta-feira, dia 02, cotado a U$ 6,87 por bushel. <br /><br />Aqui no Brasil os principais contratos na B3 encerraram outubro com desvalorizações superiores a 1%, refletindo a boa expectativa de produção na safra verão. De acordo com a CONAB, o plantio chegou a 40% da área total, com os estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) mais avançados em relação ao resto do país, sendo que já semearam mais de 80% de suas áreas. De acordo com o órgão, as condições hídricas estão favoráveis para a cultura. <br /><br />As exportações continuam aquecidas, com o Brasil aproveitando o espaço deixado pela Ucrânia, que deixou de atender alguns mercados devido ao conflito com a Rússia. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o mês de outubro encerrou com 7,19 milhões de toneladas exportadas, sendo o maior volume embarcado para o mês de outubro em relação aos últimos anos. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou no dia 01 de novembro cotado a R$ 85,11 a saca.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o app do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /> <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/11/2022 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-11-2022-cenario-do-leite--51774769</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 03 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT, e falaremos sobre o cenário da pecuária leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em outubro de 2022 apresentaram média de R$ 2,85, segundo o CEPEA.<br /><br />Esse valor apresenta valorização nominal positiva de 22,2% em relação ao pagamento de outubro de 2021, porém quando comparado a setembro de 2022, houve recuo de 6,5%.<br /><br />A estabilidade nas cotações do milho e farelo de soja, associado à queda no preço do leite pago ao produtor, promoveram uma piora na relação de troca entre o leite e a mistura da ração, composta por 70% de milho e 30% de farelo de soja. Com o fechamento do mês de outubro, foram necessários 40 litros de leite para aquisição de 60kg da mistura citada.<br /><br />Segundo o Centro de Inteligência de Leite da Embrapa, ainda há espaço para novas quedas no preço do leite pago ao produtor, uma vez que o pico da safra deve ocorrer até dezembro. Uma possível retomada no consumo poderá atenuar as novas quedas na cotação até o final de 2022.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho.<br /><br />E, para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51774769</guid><pubDate>Thu, 03 Nov 2022 13:19:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51774769/20221103_bbcast_agro_pecuaria_de_leite.mp3" length="2532876" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 03 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT, e falaremos sobre o cenário da pecuária leiteira.&#13;
&#13;
Os preços médios ofertados pelo litro de leite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 03 de novembro de 2022, meu nome é Fabiola Lira, sou assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT, e falaremos sobre o cenário da pecuária leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em outubro de 2022 apresentaram média de R$ 2,85, segundo o CEPEA.<br /><br />Esse valor apresenta valorização nominal positiva de 22,2% em relação ao pagamento de outubro de 2021, porém quando comparado a setembro de 2022, houve recuo de 6,5%.<br /><br />A estabilidade nas cotações do milho e farelo de soja, associado à queda no preço do leite pago ao produtor, promoveram uma piora na relação de troca entre o leite e a mistura da ração, composta por 70% de milho e 30% de farelo de soja. Com o fechamento do mês de outubro, foram necessários 40 litros de leite para aquisição de 60kg da mistura citada.<br /><br />Segundo o Centro de Inteligência de Leite da Embrapa, ainda há espaço para novas quedas no preço do leite pago ao produtor, uma vez que o pico da safra deve ocorrer até dezembro. Uma possível retomada no consumo poderá atenuar as novas quedas na cotação até o final de 2022.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho.<br /><br />E, para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>159</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0abf49f27332b747bf18c4f6cd6ee404.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01º/11/2022 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-11-2022-cenario-do-trigo--51748158</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira 01 de novembro de 2022, meu nome é Leandro Milléo, assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS, e vamos falar sobre o cenário do trigo.<br /><br />A colheita avança pelo Brasil, com aproximadamente 40% da área cultivada já colhida. Permanece a expectativa de safra recorde de aproximadamente 9,5 milhões de toneladas, 25% maior que a safra anterior. A atenção se volta para o excesso de chuvas na região Sul, que durante a fase da colheita afeta diretamente a qualidade final dos grãos, fazendo com que estes sejam desvalorizados no momento da comercialização com a indústria. O estado do Paraná é o mais atingido até momento. Segundo dados do DERAL, mais de 63% da área já foi colhida e a expectativa é de redução de aproximadamente 5% na produção esperada, resultando em uma produção total de 3,5 milhões de toneladas.<br /><br />Já no estado do Rio Grande do Sul, a colheita avança lentamente. Segundo dados da Emater-RS, apenas 7% da área foi colhida até o momento, sendo que a média das últimas 5 safras é de 41% para o mesmo período. Apesar do excesso de chuvas, a expectativa é para uma grande safra, com a produção de aproximadamente 4,7 milhões de toneladas, sendo este um recorde para o estado.<br /><br />No cenário internacional, destacamos a quebra da safra argentina, que segundo dados da Bolsa de Comércio de Rosário, será 40% inferior em relação à safra 2021, resultando em uma produção de 13,7 milhões de toneladas, consequência da forte seca que atinge a região norte do país. Com isso, a Argentina terá menos trigo disponível para a exportação. <br /><br />Outro ponto importante se refere as incertezas da renovação do acordo entre Rússia e Ucrânia, para exportação de grãos ucranianos pelo Mar Negro. Além disso, a Rússia estaria impedindo a implementação total do acordo, forçando os portos ucranianos a trabalharem abaixo de sua capacidade operacional. <br /><br />O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de pouco mais de 8% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.838. A quebra da safra argentina, contribuiu para esse aumento dos preços no mercado interno, visto que ela representa historicamente mais de 85% das importações brasileiras.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno para auxiliar o produtor rural na sua gestão e otimização das estratégias de venda. Consulte sua agência BB e parceiros agro para mais informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51748158</guid><pubDate>Tue, 01 Nov 2022 12:37:46 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51748158/20221101_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2695462" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira 01 de novembro de 2022, meu nome é Leandro Milléo, assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS, e vamos falar sobre o cenário do trigo.&#13;
&#13;
A colheita avança pelo Brasil, com aproximadamente 40% da área cultivada já colhida....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira 01 de novembro de 2022, meu nome é Leandro Milléo, assessor de Agronegócios em Passo Fundo-RS, e vamos falar sobre o cenário do trigo.<br /><br />A colheita avança pelo Brasil, com aproximadamente 40% da área cultivada já colhida. Permanece a expectativa de safra recorde de aproximadamente 9,5 milhões de toneladas, 25% maior que a safra anterior. A atenção se volta para o excesso de chuvas na região Sul, que durante a fase da colheita afeta diretamente a qualidade final dos grãos, fazendo com que estes sejam desvalorizados no momento da comercialização com a indústria. O estado do Paraná é o mais atingido até momento. Segundo dados do DERAL, mais de 63% da área já foi colhida e a expectativa é de redução de aproximadamente 5% na produção esperada, resultando em uma produção total de 3,5 milhões de toneladas.<br /><br />Já no estado do Rio Grande do Sul, a colheita avança lentamente. Segundo dados da Emater-RS, apenas 7% da área foi colhida até o momento, sendo que a média das últimas 5 safras é de 41% para o mesmo período. Apesar do excesso de chuvas, a expectativa é para uma grande safra, com a produção de aproximadamente 4,7 milhões de toneladas, sendo este um recorde para o estado.<br /><br />No cenário internacional, destacamos a quebra da safra argentina, que segundo dados da Bolsa de Comércio de Rosário, será 40% inferior em relação à safra 2021, resultando em uma produção de 13,7 milhões de toneladas, consequência da forte seca que atinge a região norte do país. Com isso, a Argentina terá menos trigo disponível para a exportação. <br /><br />Outro ponto importante se refere as incertezas da renovação do acordo entre Rússia e Ucrânia, para exportação de grãos ucranianos pelo Mar Negro. Além disso, a Rússia estaria impedindo a implementação total do acordo, forçando os portos ucranianos a trabalharem abaixo de sua capacidade operacional. <br /><br />O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou aumento de pouco mais de 8% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.838. A quebra da safra argentina, contribuiu para esse aumento dos preços no mercado interno, visto que ela representa historicamente mais de 85% das importações brasileiras.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno para auxiliar o produtor rural na sua gestão e otimização das estratégias de venda. Consulte sua agência BB e parceiros agro para mais informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0e5ca73217ef898f967584412b29ac75.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/10/2022 - Cenário do cogumelo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-10-2022-cenario-do-cogumelo--51737683</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 31 de outubro de 2022, meu nome é GUSTAVO MAEDA sou Assessor de Agronegócios em UBERABA-MG e falaremos hoje sobre o cenário do Cogumelo. <br /><br />Os cogumelos são macrofungos e foram inicialmente cultivados na China, 600 anos antes de Cristo. Existem mais de 10.000 espécies conhecidas, mas apenas 700 são comestíveis. <br /> <br />No Brasil são cultivados 3 gêneros de cogumelos: Agaricus, Pleurotus e Lentinula. Dentre as principais espécies, temos o Champignon de Paris, o Porto Belo, o Shimeji Preto, o Shimeji Branco, Eryngui e o Shiitake. Sendo que o Shiitake é o único comercializado na forma desidratada e os demais em natura ou conserva. <br /><br />De acordo com a Embrapa, a produtividade média obtida se aproxima de 7,0 kg/m², considerando que existem vários métodos de cultivo e diversos gêneros de cogumelos. São principalmente cultivados em toras, vidros, canteiros ou sacos plásticos, com o processo produtivo conduzido dentro de estufas ou galpões fechados, com controle de temperatura, luminosidade e umidade; de forma a controlar contaminação por ácaros e outros fungos.<br /><br />Conforme dados do sistema referencial técnico do Banco do Brasil, para o champignon, cogumelo mais produzido e consumido no Brasil, o custo de produção varia em patamares próximos de R$ 250,00/m², considerando estimativas de produtividades entre 20 e 25 kg/m². Estes são comercializados com valores próximos de R$ 17,00/kg. <br /><br />O Estado de São Paulo é o maior produtor de cogumelo, com aproximadamente 505 produtores, seguido pelo Paraná. Juntos são responsáveis por 90% da produção nacional. A Bahia também vem se destacando na produção e distribuição de cogumelos, devido à instalação de uma moderna fábrica com a parceria de investidores estrangeiros. <br /><br />Só em 2022, o Brasil exportou mais de 51 toneladas de cogumelos frescos, refrigerados, preparados ou conservados, resultando em mais de R$ 650 mil de receita. O Japão é o principal país demandante de cogumelos brasileiros na atualidade, com importações totalizando R$ 360 mil, ou seja (55% do volume exportado). A China é o maior fornecedor de cogumelos para o Brasil, negociando mais de R$ 11 milhões desde janeiro deste ano, representando quase 95% do volume financeiros importado.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, possui linhas de crédito para apoiar o fungicultor em todas as etapas do processo produtivo, desde construção das estufas, aquisição de insumos, até a comercialização do produto.<br /> <br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51737683</guid><pubDate>Mon, 31 Oct 2022 12:17:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51737683/20221031_bbcast_agro_cogumelo.mp3" length="3043622" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 31 de outubro de 2022, meu nome é GUSTAVO MAEDA sou Assessor de Agronegócios em UBERABA-MG e falaremos hoje sobre o cenário do Cogumelo. &#13;
&#13;
Os cogumelos são macrofungos e foram inicialmente cultivados na China, 600 anos antes de Cristo....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 31 de outubro de 2022, meu nome é GUSTAVO MAEDA sou Assessor de Agronegócios em UBERABA-MG e falaremos hoje sobre o cenário do Cogumelo. <br /><br />Os cogumelos são macrofungos e foram inicialmente cultivados na China, 600 anos antes de Cristo. Existem mais de 10.000 espécies conhecidas, mas apenas 700 são comestíveis. <br /> <br />No Brasil são cultivados 3 gêneros de cogumelos: Agaricus, Pleurotus e Lentinula. Dentre as principais espécies, temos o Champignon de Paris, o Porto Belo, o Shimeji Preto, o Shimeji Branco, Eryngui e o Shiitake. Sendo que o Shiitake é o único comercializado na forma desidratada e os demais em natura ou conserva. <br /><br />De acordo com a Embrapa, a produtividade média obtida se aproxima de 7,0 kg/m², considerando que existem vários métodos de cultivo e diversos gêneros de cogumelos. São principalmente cultivados em toras, vidros, canteiros ou sacos plásticos, com o processo produtivo conduzido dentro de estufas ou galpões fechados, com controle de temperatura, luminosidade e umidade; de forma a controlar contaminação por ácaros e outros fungos.<br /><br />Conforme dados do sistema referencial técnico do Banco do Brasil, para o champignon, cogumelo mais produzido e consumido no Brasil, o custo de produção varia em patamares próximos de R$ 250,00/m², considerando estimativas de produtividades entre 20 e 25 kg/m². Estes são comercializados com valores próximos de R$ 17,00/kg. <br /><br />O Estado de São Paulo é o maior produtor de cogumelo, com aproximadamente 505 produtores, seguido pelo Paraná. Juntos são responsáveis por 90% da produção nacional. A Bahia também vem se destacando na produção e distribuição de cogumelos, devido à instalação de uma moderna fábrica com a parceria de investidores estrangeiros. <br /><br />Só em 2022, o Brasil exportou mais de 51 toneladas de cogumelos frescos, refrigerados, preparados ou conservados, resultando em mais de R$ 650 mil de receita. O Japão é o principal país demandante de cogumelos brasileiros na atualidade, com importações totalizando R$ 360 mil, ou seja (55% do volume exportado). A China é o maior fornecedor de cogumelos para o Brasil, negociando mais de R$ 11 milhões desde janeiro deste ano, representando quase 95% do volume financeiros importado.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, possui linhas de crédito para apoiar o fungicultor em todas as etapas do processo produtivo, desde construção das estufas, aquisição de insumos, até a comercialização do produto.<br /> <br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cogumelo,fungicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8729143f819396f2a45b4ecba2020e84.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/10/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-10-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51737651</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 31 de outubro, meu nome é Gustavo Motta, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /> <br /> A consolidação da colheita dos EUA e os trabalhos de plantio da safra brasileira serão os principais indicadores para o mercado. Somados a isso, os movimentos da demanda chinesa no mercado internacional também devem ser observados, que devem ainda manter suas compras nos EUA.<br /><br /> No financeiro, a volatilidade ligada à indicadores econômicos ao redor do mundo e à guerra entre Rússia e Ucrânia são pontos de atenção. Uma possível recessão da economia mundial poderá exercer pressão negativa nos contratos futuros de soja frente ao posicionamento de grandes fundos de investimento.<br /><br /> As condições meteorológicas para o plantio no Brasil vão gradativamente direcionando as cotações internacionais. Os modelos climáticos apontam transição do fenômeno La Niña para neutralidade a partir de fevereiro de 2023. Os trabalhos de plantio no Brasil seguem avançando e podem atingir 50% da área estimada. Para a semana, o mercado segue ainda sem direção, aguardando novas notícias, o que mantém o indicativo de estabilidade, porém com viés de baixa no médio prazo.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br /> Com mais uma semana de previsão de clima favorável para a colheita americana, que está chegando na sua reta final, o aumento da disponibilidade de oferta do grão e a demanda menor pelo milho norte-americano nas exportações poderão refletir negativamente nas cotações nesta semana. <br /><br /> As exportações americanas de milho, divulgadas semanalmente pelo USDA, estão em volume abaixo do que o mercado esperava. Caso o ritmo continue aquém nesta semana, pressão negativa adicional poderá influenciar os futuros em Chicago.<br /><br /> Apoio para as cotações na CBOT poderá vir caso as negociações para a continuidade do acordo de grãos pelo Mar Negro não avancem na semana. <br /><br /> No mercado interno, o desfecho das eleições presidenciais e oscilações do dólar podem trazer volatilidade nas cotações domésticas, apesar do feriado na quarta-feira, que traz uma semana de negociação mais curta.  <br /><br /> Assim, seguindo fundamentos externos as cotações brasileiras tendem a seguir em certa estabilidade na semana, contudo tendem a sofrer elevada volatilidade adicionada pelo câmbio.<br /><br />Para o café:<br /><br /> O início de colheita em regiões da América Central e no Vietnam, com clima favorável, aumentam a disponibilidade e o otimismo com maior oferta mundial.<br /><br /> Aumento de taxas de juros em países consumidores e consequente redução da atividade econômica no combate ao processo inflacionário continuam a preocupar e pressionar a demanda, apesar do aumento da atividade torrefadora no hemisfério norte.<br /><br /> Mercado ainda invertido, redução de spreads e de posição comprada de fundos devem testar mínimas em busca de novo patamar de preços, haja vista previsões de bom volume para a safra 2023 (aumento da oferta futura). Com isso, os preços tendem a permanecer pressionados negativamente e produtor limitará vendas a compromissos, deixando o mercado com baixa liquidez na semana e preços em pressão baixista.<br /><br /> Apesar da expectativa de maior oferta mundial neste ciclo, a menor safra Brasil em 2021 e 2022 ajudam reduzir a intensidade negativa da curva de preços neste ano agrícola.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br /> No mercado de reposição, o cenário aponta continuidade de queda na cotação do bezerro, em decorrência do avanço da oferta de animais. O valor do boi gordo no mercado físico também enfraquece a procura pela reposição.<br /><br /> Frigoríficos devem permanecer com escala de abate confortável, comprando pontualmente face a dificuldade de escoamento da produção em virtude da demanda interna ainda fraca, fator que tende a continuar pressionando negativamente o valor da arroba. Somado a isso, inicia-se a oferta dos animais do 2º giro do confinamento, o que deixa o ambiente de negócios mais favorável aos compradores e indica manutenção do movimento baixista nos preços da arroba do boi gordo no curto prazo.<br /><br /> É importante destacar que, embora a tendência seja de movimento de queda no curto prazo, espera-se que ocorra uma recuperação na demanda interna a partir de novembro (13º salário, Copa do Mundo e festividades), quando cresce a procura por cortes bovinos e os preços nas gondolas aumentam. Isso pode refletir em algum ajuste positivo nos preços da arroba.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51737651</guid><pubDate>Mon, 31 Oct 2022 12:06:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51737651/20221031_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5938826" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 31 de outubro, meu nome é Gustavo Motta, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 31 de outubro, meu nome é Gustavo Motta, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /> <br /> A consolidação da colheita dos EUA e os trabalhos de plantio da safra brasileira serão os principais indicadores para o mercado. Somados a isso, os movimentos da demanda chinesa no mercado internacional também devem ser observados, que devem ainda manter suas compras nos EUA.<br /><br /> No financeiro, a volatilidade ligada à indicadores econômicos ao redor do mundo e à guerra entre Rússia e Ucrânia são pontos de atenção. Uma possível recessão da economia mundial poderá exercer pressão negativa nos contratos futuros de soja frente ao posicionamento de grandes fundos de investimento.<br /><br /> As condições meteorológicas para o plantio no Brasil vão gradativamente direcionando as cotações internacionais. Os modelos climáticos apontam transição do fenômeno La Niña para neutralidade a partir de fevereiro de 2023. Os trabalhos de plantio no Brasil seguem avançando e podem atingir 50% da área estimada. Para a semana, o mercado segue ainda sem direção, aguardando novas notícias, o que mantém o indicativo de estabilidade, porém com viés de baixa no médio prazo.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br /> Com mais uma semana de previsão de clima favorável para a colheita americana, que está chegando na sua reta final, o aumento da disponibilidade de oferta do grão e a demanda menor pelo milho norte-americano nas exportações poderão refletir negativamente nas cotações nesta semana. <br /><br /> As exportações americanas de milho, divulgadas semanalmente pelo USDA, estão em volume abaixo do que o mercado esperava. Caso o ritmo continue aquém nesta semana, pressão negativa adicional poderá influenciar os futuros em Chicago.<br /><br /> Apoio para as cotações na CBOT poderá vir caso as negociações para a continuidade do acordo de grãos pelo Mar Negro não avancem na semana. <br /><br /> No mercado interno, o desfecho das eleições presidenciais e oscilações do dólar podem trazer volatilidade nas cotações domésticas, apesar do feriado na quarta-feira, que traz uma semana de negociação mais curta.  <br /><br /> Assim, seguindo fundamentos externos as cotações brasileiras tendem a seguir em certa estabilidade na semana, contudo tendem a sofrer elevada volatilidade adicionada pelo câmbio.<br /><br />Para o café:<br /><br /> O início de colheita em regiões da América Central e no Vietnam, com clima favorável, aumentam a disponibilidade e o otimismo com maior oferta mundial.<br /><br /> Aumento de taxas de juros em países consumidores e consequente redução da atividade econômica no combate ao processo inflacionário continuam a preocupar e pressionar a demanda, apesar do aumento da atividade torrefadora no hemisfério norte.<br /><br /> Mercado ainda invertido, redução de spreads e de posição comprada de fundos devem testar mínimas em busca de novo patamar de preços, haja vista previsões de bom volume para a safra 2023 (aumento da oferta futura). Com isso, os preços tendem a permanecer pressionados negativamente e produtor limitará vendas a compromissos, deixando o mercado com baixa liquidez na semana e preços em pressão baixista.<br /><br /> Apesar da expectativa de maior oferta mundial neste ciclo, a menor safra Brasil em 2021 e 2022 ajudam reduzir a intensidade negativa da curva de preços neste ano agrícola.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br /> No mercado de reposição, o cenário aponta continuidade de queda na cotação do bezerro, em decorrência do avanço da oferta de animais. O valor do boi gordo no mercado físico também enfraquece a procura pela reposição.<br /><br /> Frigoríficos devem permanecer com escala de abate confortável,...]]></itunes:summary><itunes:duration>372</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/10/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-10-2022-cenario-da-soja--51714248</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 28 de outubro de 2022, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó-SC, e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 25/10 cotada a U$ 13,82/bushel, mantendo certa estabilidade em relação ao início deste mês.<br /><br />A safra nos EUA já se encaminha para fase final de colheita, visto que até o dia 23/10, já alçava 80% da área cultivada, percentual superior à média das últimas 5 safras para o período. Conforme o último relatório de oferta e demanda do USDA a produção continua estimada 117,38 milhões de toneladas. Foco de atenção está na dificuldade de escoamento da safra norte-americana devido ao baixo nível do Rio Mississipi.<br /><br />Para a Argentina, o USDA manteve a estimativa de produção de 51 milhões de toneladas em uma área de 17 milhões de ha. Importante ressaltar que a Argentina vem sofrendo com clima seco, fator que pode direcionar possível ampliação da área de soja em detrimento do milho.<br /><br />Para o Brasil, a CONAB registrou em seu 1° Levantamento da Safra 2022/23 estimativa de área a ser cultivada de 42,89 milhões de ha e de produção de 152,35 milhões de toneladas. Recentemente, o órgão divulgou que já foram semeadas 34% da área estimada. <br /><br />A previsão do INMET para o mês de novembro indica tendência de chuvas abaixo da média na região Sul, partes de SP e MS e chuvas acima da média para os demais estados produtores. Destaca-se que o excesso de chuvas pode impactar o avanço do plantio nesta safra. <br /><br />Os meteorologistas preveem impacto moderado do La Niña na safra de verão brasileira. Sendo que, a partir de fevereiro 2023, os dados meteorológicos indicam cenário de neutralidade para América do Sul.<br /><br />O tamanho da safra prevista para América do Sul e seu desenvolvimento, posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB e agravamento dos conflitos geopolíticos na Europa são os principais fatores que vêm influenciando o mercado da soja. <br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 26/10, foi cotado a R$ 182,90/saca, redução de 3,14% em relação ao início de outubro. Contudo, os prêmios nos portos reagiram com valorização para o mês de novembro em torno de 2,38 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51714248</guid><pubDate>Fri, 28 Oct 2022 12:33:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51714248/20221028_bbcast_agro_soja.mp3" length="3478300" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 28 de outubro de 2022, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó-SC, e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 28 de outubro de 2022, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó-SC, e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 25/10 cotada a U$ 13,82/bushel, mantendo certa estabilidade em relação ao início deste mês.<br /><br />A safra nos EUA já se encaminha para fase final de colheita, visto que até o dia 23/10, já alçava 80% da área cultivada, percentual superior à média das últimas 5 safras para o período. Conforme o último relatório de oferta e demanda do USDA a produção continua estimada 117,38 milhões de toneladas. Foco de atenção está na dificuldade de escoamento da safra norte-americana devido ao baixo nível do Rio Mississipi.<br /><br />Para a Argentina, o USDA manteve a estimativa de produção de 51 milhões de toneladas em uma área de 17 milhões de ha. Importante ressaltar que a Argentina vem sofrendo com clima seco, fator que pode direcionar possível ampliação da área de soja em detrimento do milho.<br /><br />Para o Brasil, a CONAB registrou em seu 1° Levantamento da Safra 2022/23 estimativa de área a ser cultivada de 42,89 milhões de ha e de produção de 152,35 milhões de toneladas. Recentemente, o órgão divulgou que já foram semeadas 34% da área estimada. <br /><br />A previsão do INMET para o mês de novembro indica tendência de chuvas abaixo da média na região Sul, partes de SP e MS e chuvas acima da média para os demais estados produtores. Destaca-se que o excesso de chuvas pode impactar o avanço do plantio nesta safra. <br /><br />Os meteorologistas preveem impacto moderado do La Niña na safra de verão brasileira. Sendo que, a partir de fevereiro 2023, os dados meteorológicos indicam cenário de neutralidade para América do Sul.<br /><br />O tamanho da safra prevista para América do Sul e seu desenvolvimento, posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB e agravamento dos conflitos geopolíticos na Europa são os principais fatores que vêm influenciando o mercado da soja. <br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 26/10, foi cotado a R$ 182,90/saca, redução de 3,14% em relação ao início de outubro. Contudo, os prêmios nos portos reagiram com valorização para o mês de novembro em torno de 2,38 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/10/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-10-2022-cenario-do-boi-gordo--51703259</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 27 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />As cotações do Boi Gordo em outubro têm apresentado certa estabilidade e o mercado segue em compasso de espera, aguardando a finalização do processo eleitoral. Tanto produtores quanto as indústrias têm mantido postura cautelosa nesse momento, o que justifica a baixa volatilidade observada até então nos preços da arroba do boi gordo ao longo deste mês. Ainda assim, o indicador Cepea/B3 apresentou alguns repiques, como observado no dia 17/10 de R$ 286,10/@ e no dia 24/10 de R$ 310,8. No acumulado do mês a @ apresenta valorização de 2,25%.<br /><br />As exportações da carne bovina se mantêm em bom ritmo em outubro. Os embarques de carne in natura, até o momento, somam 142.693 toneladas de acordo com a Secex. No mesmo período de 2021 haviam sido exportadas 82.187 toneladas. Vale lembrar que o ano passado a China suspendeu a compra de carne brasileira pela suspeita de casos de mal da vaca louca em MG e no MS, quando as exportações recuaram em 43%.<br /> <br />Quanto às cotações por tonelada, apesar de acima dos valores observados em 2021, nota-se queda do valor médio em dólar/Ton, em relação há meses anteriores, estando hoje em 5.898,50 US$/Ton. Assim, aguarda-se na finalização de outubro, resultados mais modestos na receita cambial.<br /><br />Além disso, observa-se frigoríficos habilitados a exportar para a China atuando de maneira tímida no mercado, apesar de algumas unidades estarem apresentando escalas mais curtas, porém ainda confortáveis, com abate entre 6 e 10 dias.<br /> <br />Na atual fase do Ciclo Pecuário, com preço do bezerro em queda e maior descarte de matrizes, espera-se aumento na oferta de animais disponíveis para abate, isto aliado a um consumo interno fraco contribui para pressionar o valor do Boi no Brasil.<br /><br />De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as vendas de carne no mercado doméstico ainda não se reaqueceram, conforme era esperado para este último trimestre, com base no típico aumento das aquisições para formação de estoques para as festas de final de ano.<br /><br />Assim, apesar de as exportações de carne bovina seguirem intensas, as fracas vendas domésticas estão limitando reações nos valores da arroba. Outro fator que também está pressionando o preço da arroba neste final de mês, são as negociações de exportação de carne com sua maior compradora, a China.<br /><br />A desvalorização do iuan no mercado internacional tem provocado uma mudança no comportamento dos importadores chineses, que passaram, de maneira eficiente, a renegociar contratos de exportação buscando preços mais vantajosos, provocando uma retração dos preços da carne no mercado internacional<br /><br />O Banco do Brasil, maior parceiro do agro, busca estar sempre ao lado do homem do campo, disponibilizando linhas de custeio e investimentos para suprir as necessidades operacionais dos produtores, assim como linhas de recursos e serviços para a comercialização dos produtos e trazendo informações, produtos e serviços por meio da plataforma broto.com.br. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Obrigado e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51703259</guid><pubDate>Thu, 27 Oct 2022 11:43:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51703259/20221027_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="4761853" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 27 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
As cotações do Boi Gordo em outubro têm apresentado certa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 27 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra – MT e falaremos sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />As cotações do Boi Gordo em outubro têm apresentado certa estabilidade e o mercado segue em compasso de espera, aguardando a finalização do processo eleitoral. Tanto produtores quanto as indústrias têm mantido postura cautelosa nesse momento, o que justifica a baixa volatilidade observada até então nos preços da arroba do boi gordo ao longo deste mês. Ainda assim, o indicador Cepea/B3 apresentou alguns repiques, como observado no dia 17/10 de R$ 286,10/@ e no dia 24/10 de R$ 310,8. No acumulado do mês a @ apresenta valorização de 2,25%.<br /><br />As exportações da carne bovina se mantêm em bom ritmo em outubro. Os embarques de carne in natura, até o momento, somam 142.693 toneladas de acordo com a Secex. No mesmo período de 2021 haviam sido exportadas 82.187 toneladas. Vale lembrar que o ano passado a China suspendeu a compra de carne brasileira pela suspeita de casos de mal da vaca louca em MG e no MS, quando as exportações recuaram em 43%.<br /> <br />Quanto às cotações por tonelada, apesar de acima dos valores observados em 2021, nota-se queda do valor médio em dólar/Ton, em relação há meses anteriores, estando hoje em 5.898,50 US$/Ton. Assim, aguarda-se na finalização de outubro, resultados mais modestos na receita cambial.<br /><br />Além disso, observa-se frigoríficos habilitados a exportar para a China atuando de maneira tímida no mercado, apesar de algumas unidades estarem apresentando escalas mais curtas, porém ainda confortáveis, com abate entre 6 e 10 dias.<br /> <br />Na atual fase do Ciclo Pecuário, com preço do bezerro em queda e maior descarte de matrizes, espera-se aumento na oferta de animais disponíveis para abate, isto aliado a um consumo interno fraco contribui para pressionar o valor do Boi no Brasil.<br /><br />De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as vendas de carne no mercado doméstico ainda não se reaqueceram, conforme era esperado para este último trimestre, com base no típico aumento das aquisições para formação de estoques para as festas de final de ano.<br /><br />Assim, apesar de as exportações de carne bovina seguirem intensas, as fracas vendas domésticas estão limitando reações nos valores da arroba. Outro fator que também está pressionando o preço da arroba neste final de mês, são as negociações de exportação de carne com sua maior compradora, a China.<br /><br />A desvalorização do iuan no mercado internacional tem provocado uma mudança no comportamento dos importadores chineses, que passaram, de maneira eficiente, a renegociar contratos de exportação buscando preços mais vantajosos, provocando uma retração dos preços da carne no mercado internacional<br /><br />O Banco do Brasil, maior parceiro do agro, busca estar sempre ao lado do homem do campo, disponibilizando linhas de custeio e investimentos para suprir as necessidades operacionais dos produtores, assim como linhas de recursos e serviços para a comercialização dos produtos e trazendo informações, produtos e serviços por meio da plataforma broto.com.br. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Obrigado e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>298</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b28f5dad5e7fe5146b609876c21a4d21.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/10/2022 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-10-2022-cenario-do-cafe-arabica--51694323</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de outubro, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas – MG, e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />O início de safra com clima favorável nas regiões cafeeiras está contribuído para uma expectativa otimista para a produção de café na safra 2023, com projeções iniciais superiores às obtidas nos anos de 2021 e 2022.  No entanto, os sucessivos desajustes climáticos ocorridos até setembro 2022 têm sugerido que, embora seja uma boa safra, a mesma deverá ser menor quando comparada à produção recorde obtida em 2020.<br /><br />Esta perspectiva de melhora na oferta, aliada à demanda arrefecida, que tem se restringido às necessidades prementes dos compradores, têm refletido em recuo das cotações externas do grão, atingindo nos últimos dias os menores níveis em 13 meses para o arábica e 3 meses para o conilon.<br /><br />Em face da pressão negativa observada, os preços internacionais do contrato dez/22 chegaram a uma mínima de US$ 186,20 a libra em 21/10, ao passo que no mercado interno, o produto de boa qualidade chegou a ser negociado a R$ 1.060,00 a saca.<br /><br />Os preços elevados da safra passada permitiram a capitalização do cafeicultor, mesmo com o aumento dos custos de produção. Isso permite ao produtor uma melhor estratégia de vendas neste momento, com a comercialização da produção de forma escalonada, possibilitando a melhor gestão das margens.<br /><br />Face às adversidades climáticas que acometeram as lavouras de café nos últimos dois anos, a condução técnica adequada dos cafezais, renovação do parque cafeeiro com cultivares mais produtivos, bem como a redução dos riscos por meio da irrigação de áreas mais sensíveis a estiagens têm sido alguns dos investimentos recomendados.<br />  <br />Para atender estas necessidades de crédito, seja de custeio, investimento ou comercialização, o Banco do Brasil disponibilizou para esta safra volume recorde de recursos. Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51694323</guid><pubDate>Wed, 26 Oct 2022 14:25:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51694323/20221026_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2675818" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 26 de outubro, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas – MG, e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.&#13;
&#13;
O início de safra com clima favorável nas regiões...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 26 de outubro, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas – MG, e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />O início de safra com clima favorável nas regiões cafeeiras está contribuído para uma expectativa otimista para a produção de café na safra 2023, com projeções iniciais superiores às obtidas nos anos de 2021 e 2022.  No entanto, os sucessivos desajustes climáticos ocorridos até setembro 2022 têm sugerido que, embora seja uma boa safra, a mesma deverá ser menor quando comparada à produção recorde obtida em 2020.<br /><br />Esta perspectiva de melhora na oferta, aliada à demanda arrefecida, que tem se restringido às necessidades prementes dos compradores, têm refletido em recuo das cotações externas do grão, atingindo nos últimos dias os menores níveis em 13 meses para o arábica e 3 meses para o conilon.<br /><br />Em face da pressão negativa observada, os preços internacionais do contrato dez/22 chegaram a uma mínima de US$ 186,20 a libra em 21/10, ao passo que no mercado interno, o produto de boa qualidade chegou a ser negociado a R$ 1.060,00 a saca.<br /><br />Os preços elevados da safra passada permitiram a capitalização do cafeicultor, mesmo com o aumento dos custos de produção. Isso permite ao produtor uma melhor estratégia de vendas neste momento, com a comercialização da produção de forma escalonada, possibilitando a melhor gestão das margens.<br /><br />Face às adversidades climáticas que acometeram as lavouras de café nos últimos dois anos, a condução técnica adequada dos cafezais, renovação do parque cafeeiro com cultivares mais produtivos, bem como a redução dos riscos por meio da irrigação de áreas mais sensíveis a estiagens têm sido alguns dos investimentos recomendados.<br />  <br />Para atender estas necessidades de crédito, seja de custeio, investimento ou comercialização, o Banco do Brasil disponibilizou para esta safra volume recorde de recursos. Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>168</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/512d035ea67b1a755786d215d99bdb77.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/10/2022 - Cenário do mamão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-10-2022-cenario-do-mamao--51681979</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 25 de outubro de 2022, meu nome é Tânia Cavalcanti, sou Assessora de Agronegócios em Petrolina-PE e falaremos sobre o cenário do mamão.<br /><br />O mamão é uma fruta tipicamente tropical, com preferência por ambientes com alta insolação e temperaturas entre 22º e 28° celsius, com períodos de chuva bem distribuídos ou sob irrigação. Suas variedades são classificadas em dois grupos: Solo e Formosa. As do grupo solo são conhecidas como mamão Papaya ou Havai, são menores, com peso médio entre 350g e 600g. Já as do do grupo Formosa possuem peso médio entre 800g e 1100g. O mamão é uma fruta que auxilia a digestão e o trânsito intestinal, rica em fibras.<br /><br />De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas cerca de 1,0 milhão de toneladas no Brasil, em uma área de aproximadamente 28 mil ha, com destaque para os Estados do ES, BA, CE e RN, responsáveis por cerca de 86% da produção nacional. <br /><br />Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), o Brasil é o segundo produtor mundial e está entre os maiores exportadores, sendo a Europa o principal destino. Devido a fragilidade da sua casca, mais de 90% do volume exportado ocorre por via aérea.  <br /><br />Na balança comercial, de acordo com dados da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), no primeiro semestre de 2022, as exportações tiveram uma redução de 17% em volume quando comparado ao mesmo período de 2021, porém em valores houve acréscimo de 1%.<br /><br />Em termos de preços, no mês de set/22 houve aumento ante set/21. De acordo com o Cepea, a cotação média do “formosa”, no estado do Espírito Santo, atingiu R$ 4,07/kg, cerca de 86% superior em relação ao mesmo período do ano passado e do Papaya, tipo 12 a 18, foi de R$ 2,63/kg, aproximadamente 55% acima, em igual período. Essa alta ocorreu, principalmente, devido à redução de produção, ocasionada pelo excesso de chuvas nos meses de outubro a dezembro/2021.<br /><br />O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra, oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimento, para atender as demandas de infraestrutura, tais como:<br /><br />•Implantação /Manutenção e renovação de pomares;<br />•Irrigação;<br />•Transporte e Beneficiamento;<br />•Packing house.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51681979</guid><pubDate>Tue, 25 Oct 2022 12:43:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51681979/20221025_bbcast_agro_mamao.mp3" length="3688115" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 25 de outubro de 2022, meu nome é Tânia Cavalcanti, sou Assessora de Agronegócios em Petrolina-PE e falaremos sobre o cenário do mamão.&#13;
&#13;
O mamão é uma fruta tipicamente tropical, com preferência por ambientes com alta insolação e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 25 de outubro de 2022, meu nome é Tânia Cavalcanti, sou Assessora de Agronegócios em Petrolina-PE e falaremos sobre o cenário do mamão.<br /><br />O mamão é uma fruta tipicamente tropical, com preferência por ambientes com alta insolação e temperaturas entre 22º e 28° celsius, com períodos de chuva bem distribuídos ou sob irrigação. Suas variedades são classificadas em dois grupos: Solo e Formosa. As do grupo solo são conhecidas como mamão Papaya ou Havai, são menores, com peso médio entre 350g e 600g. Já as do do grupo Formosa possuem peso médio entre 800g e 1100g. O mamão é uma fruta que auxilia a digestão e o trânsito intestinal, rica em fibras.<br /><br />De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas cerca de 1,0 milhão de toneladas no Brasil, em uma área de aproximadamente 28 mil ha, com destaque para os Estados do ES, BA, CE e RN, responsáveis por cerca de 86% da produção nacional. <br /><br />Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), o Brasil é o segundo produtor mundial e está entre os maiores exportadores, sendo a Europa o principal destino. Devido a fragilidade da sua casca, mais de 90% do volume exportado ocorre por via aérea.  <br /><br />Na balança comercial, de acordo com dados da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), no primeiro semestre de 2022, as exportações tiveram uma redução de 17% em volume quando comparado ao mesmo período de 2021, porém em valores houve acréscimo de 1%.<br /><br />Em termos de preços, no mês de set/22 houve aumento ante set/21. De acordo com o Cepea, a cotação média do “formosa”, no estado do Espírito Santo, atingiu R$ 4,07/kg, cerca de 86% superior em relação ao mesmo período do ano passado e do Papaya, tipo 12 a 18, foi de R$ 2,63/kg, aproximadamente 55% acima, em igual período. Essa alta ocorreu, principalmente, devido à redução de produção, ocasionada pelo excesso de chuvas nos meses de outubro a dezembro/2021.<br /><br />O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor na programação da safra, oferecendo recursos através das linhas de custeio e investimento, para atender as demandas de infraestrutura, tais como:<br /><br />•Implantação /Manutenção e renovação de pomares;<br />•Irrigação;<br />•Transporte e Beneficiamento;<br />•Packing house.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>231</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,mamão,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c0cd3c89cb7652e74c4e65cc6df20b33.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/10/2022 - Cenário da avicultura de corte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-10-2022-cenario-da-avicultura-de-corte--51670185</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 24 de outubro de 2022, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agrone-gócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br />O Brasil, segundo o USDA, produzirá no ano de 2022, cerca de 14,4 milhões de toneladas, redução de 0,7% quando comparado ao volume produzido em 2021. Já estimativas da CO-NAB preveem a produção de mais de 15,5 milhões de toneladas de carne de frango em 2022, recuo de 0,36% ante a produção de 2021. <br /><br />Com o aumento no preço do milho e do farelo de soja em setembro de 2022, principais in-sumo utilizados na fabricação da ração, verificou-se aumento no custo de produção, que de acordo com a EMBRAPA AVES e Suínos, foi de R$ 5,45 por kg de Pvivo produzido em agosto e passou para R$ 5,49 por kg de Pvivo em setembro, pressionando as margens do avicultor independente.<br /><br />A relação de troca kg de milho e kg de farelo de soja por kg vivo de frango caiu 2,2% e 5,7%, respectivamente, reduzindo o poder de compra do avicultor. <br /><br />De acordo com a SECEX, as exportações de carne de frango nos nove primeiros meses de 2022, aumentaram 5,3% em relação ao mesmo período de 2021, sendo exportado cerca de 3,4 milhão de toneladas, com preço médio de US$ 2.070,0,00 a tonelada de carne de frango. <br /><br />Devido ao aumento do custo de produção da atividade e considerando que um dos itens de custos remete ao consumo de energia elétrica, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de financiar a implantação de sistemas para geração e distribuição de energia, contribuindo para redução da conta de energia e a sustentabilidade da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51670185</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2022 13:36:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51670185/20221024_bbcast_agro_avicultura_de_corte.mp3" length="3184475" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 24 de outubro de 2022, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agrone-gócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.&#13;
&#13;
O Brasil, segundo o USDA, produzirá no ano de 2022,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 24 de outubro de 2022, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor(a) de Agrone-gócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br />O Brasil, segundo o USDA, produzirá no ano de 2022, cerca de 14,4 milhões de toneladas, redução de 0,7% quando comparado ao volume produzido em 2021. Já estimativas da CO-NAB preveem a produção de mais de 15,5 milhões de toneladas de carne de frango em 2022, recuo de 0,36% ante a produção de 2021. <br /><br />Com o aumento no preço do milho e do farelo de soja em setembro de 2022, principais in-sumo utilizados na fabricação da ração, verificou-se aumento no custo de produção, que de acordo com a EMBRAPA AVES e Suínos, foi de R$ 5,45 por kg de Pvivo produzido em agosto e passou para R$ 5,49 por kg de Pvivo em setembro, pressionando as margens do avicultor independente.<br /><br />A relação de troca kg de milho e kg de farelo de soja por kg vivo de frango caiu 2,2% e 5,7%, respectivamente, reduzindo o poder de compra do avicultor. <br /><br />De acordo com a SECEX, as exportações de carne de frango nos nove primeiros meses de 2022, aumentaram 5,3% em relação ao mesmo período de 2021, sendo exportado cerca de 3,4 milhão de toneladas, com preço médio de US$ 2.070,0,00 a tonelada de carne de frango. <br /><br />Devido ao aumento do custo de produção da atividade e considerando que um dos itens de custos remete ao consumo de energia elétrica, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de financiar a implantação de sistemas para geração e distribuição de energia, contribuindo para redução da conta de energia e a sustentabilidade da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c2c43886e8f86fe671a52c45a3d5ce11.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/10/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-10-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51669873</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja. <br /><br /> O movimento dos fundos na Bolsa de Chicago continuará oscilando, em principal, conforme evoluem os trabalhos de colheita da safra norte-americana, que já está em fase final, bem como com informações sobre o andamento dos trabalhos de plantio da nova safra da América do Sul. Os números do relatório do USDA de outubro ainda devem continuar sendo assimilados pelo mercado. Somado a isso, os movimentos da demanda chinesa no mercado internacional também serão foco de atenção na semana.<br /><br /> No financeiro, a volatilidade ligada à indicadores econômicos (desaceleração da economia mundial) ao redor do mundo e à guerra entre Rússia e Ucrânia, pode pressionar os contratos futuros de soja.<br /><br /> As condições meteorológicas para o plantio na América do Sul também devem seguir direcionando as cotações. Os trabalhos de plantio no Brasil, avançam em bom ritmo, com cerca de 22% da área estimada já semeada até 14/10, principalmente nos estados do MT, PR, SP e GO. Na semana o mercado seguirá ainda oscilando em campo misto, mantendo estabilidade, porém com viés de baixa.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br /> Com previsão de clima favorável para o avanço da colheita nos EUA, o mercado em Chicago pode refletir o aumento da disponibilidade de oferta do grão pelo maior país produtor, podendo trazer pressão negativa nas cotações esta semana. A colheita estava 5 pontos percentuais abaixo do observado no mesmo período do ano passado. Com o clima favorável apontado, fica a expectativa se a colheita da safra 2022/23 vai igualar o ritmo da safra 2021/22. <br /><br /> Pressão negativa adicional poderá ocorrer caso os reportes de exportação de milho norte-americano venham abaixo do esperado, com especulações sobre a demanda pelo grão.<br /><br /> A evolução do plantio da safra argentina, que começa a apresentar alguns problemas devido à falta de chuvas, afetando o plantio antecipado de milho, poderá favorecer as cotações brasileiras. <br /><br /> No mercado interno, a comercialização seguirá retraída, com o produtor cauteloso com a volatilidade das cotações externas e o dólar, podendo refletir em uma semana de estabilidade nos preços domésticos. <br /><br />Para o café:<br /><br /> Custos de rolagem devem continuar a favorecer maior oferta e bons resultados de exportação. A projeção de manutenção de clima favorável mantém tendência de pressão negativa nos preços.<br /><br /> Início de colheita em importantes centros de produção, clima favorável e preocupações com o consumo também adicionam componente negativo aos preços.<br /><br /> O inverno no hemisfério norte normalmente eleva a demanda de café, mas a economia mundial fragilizada preocupa e limita pressão positiva de demanda pela bebida.<br /><br /> Com a expressiva redução nos preços da saca nas últimas duas semanas, o produtor deverá reduzir as vendas.<br /><br /> Após dois anos de relação estoque/consumo baixa, a safra 22/23 ainda apresenta estoques certificados (Ice Futures) abaixo de 400 mil sacas (menor nível de 23 anos) e estoques na Green Coffee Association em 6,37 milhões.  <br /><br /> Assim, espera-se que os preços físicos no mercado interno permaneçam pressionados negativamente na semana.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br /> Na tentativa de ampliar o mercado para a carne brasileira, e diminuir a dependência da China, o ministro da agricultura viajará ao Japão e à Coreia do Sul para negociar a exportação do produto. <br /><br /> No mercado de reposição, em função da maior oferta de animais, o cenário ainda indica baixa para a próxima semana. <br /><br /> O mercado chinês seguirá ditando o ritmo dos embarques e, por isso, as negociações deverão seguir influenciadas pelas movimentações cambiais do país asiático, seus impactos no preço negociado com os exportadores, que vem recuando. Esse fato, naturalmente, traz pressão negativa ao valor pago aos pecuaristas pela arroba do boi gordo. <br /><br /> Assim, a tendência é de acomodação dos preços, com o mercado físico se mantendo em estabilidade. Dessa forma, parece pouco provável a possibilidade de recuperação dos preços ao longo do mês de outubro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51669873</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2022 13:17:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51669873/20221024_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="5453575" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 24 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja. <br /><br /> O movimento dos fundos na Bolsa de Chicago continuará oscilando, em principal, conforme evoluem os trabalhos de colheita da safra norte-americana, que já está em fase final, bem como com informações sobre o andamento dos trabalhos de plantio da nova safra da América do Sul. Os números do relatório do USDA de outubro ainda devem continuar sendo assimilados pelo mercado. Somado a isso, os movimentos da demanda chinesa no mercado internacional também serão foco de atenção na semana.<br /><br /> No financeiro, a volatilidade ligada à indicadores econômicos (desaceleração da economia mundial) ao redor do mundo e à guerra entre Rússia e Ucrânia, pode pressionar os contratos futuros de soja.<br /><br /> As condições meteorológicas para o plantio na América do Sul também devem seguir direcionando as cotações. Os trabalhos de plantio no Brasil, avançam em bom ritmo, com cerca de 22% da área estimada já semeada até 14/10, principalmente nos estados do MT, PR, SP e GO. Na semana o mercado seguirá ainda oscilando em campo misto, mantendo estabilidade, porém com viés de baixa.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br /> Com previsão de clima favorável para o avanço da colheita nos EUA, o mercado em Chicago pode refletir o aumento da disponibilidade de oferta do grão pelo maior país produtor, podendo trazer pressão negativa nas cotações esta semana. A colheita estava 5 pontos percentuais abaixo do observado no mesmo período do ano passado. Com o clima favorável apontado, fica a expectativa se a colheita da safra 2022/23 vai igualar o ritmo da safra 2021/22. <br /><br /> Pressão negativa adicional poderá ocorrer caso os reportes de exportação de milho norte-americano venham abaixo do esperado, com especulações sobre a demanda pelo grão.<br /><br /> A evolução do plantio da safra argentina, que começa a apresentar alguns problemas devido à falta de chuvas, afetando o plantio antecipado de milho, poderá favorecer as cotações brasileiras. <br /><br /> No mercado interno, a comercialização seguirá retraída, com o produtor cauteloso com a volatilidade das cotações externas e o dólar, podendo refletir em uma semana de estabilidade nos preços domésticos. <br /><br />Para o café:<br /><br /> Custos de rolagem devem continuar a favorecer maior oferta e bons resultados de exportação. A projeção de manutenção de clima favorável mantém tendência de pressão negativa nos preços.<br /><br /> Início de colheita em importantes centros de produção, clima favorável e preocupações com o consumo também adicionam componente negativo aos preços.<br /><br /> O inverno no hemisfério norte normalmente eleva a demanda de café, mas a economia mundial fragilizada preocupa e limita pressão positiva de demanda pela bebida.<br /><br /> Com a expressiva redução nos preços da saca nas últimas duas semanas, o produtor deverá reduzir as vendas.<br /><br /> Após dois anos de relação estoque/consumo baixa, a safra 22/23 ainda apresenta estoques certificados (Ice Futures) abaixo de 400 mil sacas (menor nível de 23 anos) e estoques na Green Coffee Association em 6,37 milhões.  <br /><br /> Assim, espera-se que os preços físicos no mercado interno permaneçam pressionados negativamente na semana.<br /><br />E, finalizando com o boi gordo, temos:<br /><br /> Na tentativa de ampliar o mercado para a carne brasileira, e diminuir a dependência da China, o ministro da agricultura viajará ao Japão e à Coreia do Sul para negociar a exportação do produto. <br /><br /> No mercado de reposição, em função da maior oferta de animais, o cenário ainda indica baixa para a próxima semana. <br /><br /> O mercado chinês seguirá...]]></itunes:summary><itunes:duration>341</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/10/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-10-2022-cenario-do-milho--51644363</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de outubro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />Os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações no mercado externo. Os contratos futuros na Bolsa de Chicago seguiram movimento baixista apoiados pela recente depreciação na cotação do trigo, preocupações com o baixo nível de água no Rio Mississipi causado pela estiagem, rio este importante para o escoamento de grãos dos Estados Unidos, o que pode levar o mercado a buscar milho de outros países. Ainda, a exportação em volume inferior se comparada ao mesmo período do ano passado dá a sensação de menor demanda por milho norte-americano. Desta forma, o contrato com vencimento em dezembro/22 encerrou na quarta-feira, dia 19, cotado a U$ 6,78 por bushel. <br /><br />Apesar das desvalorizações recentes, o preço está historicamente acima da média, se sustentando em patamares elevados, mesmo com a colheita nos Estados Unidos chegando em mais da metade da área total. As reduções nas produções de milho norte-americanas e europeias, em torno de 25 milhões de toneladas em relação ao que se esperava inicialmente, de acordo com o USDA, limitam maiores baixas nas cotações no mercado externo. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou no dia 19 cotado a R$ 85,41 a saca, valorização de 2,29% nos últimos 7 dias úteis. A variação positiva do dólar no período, apesar da volatilidade, e as exportações nacionais aquecidas apoiaram o movimento altista nos preços domésticos. De acordo com relatório da Anec, Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, outubro poderá ser o mês em 2022 com o maior volume exportado, podendo chegar a 7,2 milhões de toneladas, conforme a projeção mais otimista da Associação.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51644363</guid><pubDate>Fri, 21 Oct 2022 13:26:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51644363/20221021_bbcast_agro_milho.mp3" length="3160651" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 21 de outubro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
Os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 21 de outubro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />Os últimos dias foram de desvalorizações nas cotações no mercado externo. Os contratos futuros na Bolsa de Chicago seguiram movimento baixista apoiados pela recente depreciação na cotação do trigo, preocupações com o baixo nível de água no Rio Mississipi causado pela estiagem, rio este importante para o escoamento de grãos dos Estados Unidos, o que pode levar o mercado a buscar milho de outros países. Ainda, a exportação em volume inferior se comparada ao mesmo período do ano passado dá a sensação de menor demanda por milho norte-americano. Desta forma, o contrato com vencimento em dezembro/22 encerrou na quarta-feira, dia 19, cotado a U$ 6,78 por bushel. <br /><br />Apesar das desvalorizações recentes, o preço está historicamente acima da média, se sustentando em patamares elevados, mesmo com a colheita nos Estados Unidos chegando em mais da metade da área total. As reduções nas produções de milho norte-americanas e europeias, em torno de 25 milhões de toneladas em relação ao que se esperava inicialmente, de acordo com o USDA, limitam maiores baixas nas cotações no mercado externo. <br /><br />No mercado interno, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou no dia 19 cotado a R$ 85,41 a saca, valorização de 2,29% nos últimos 7 dias úteis. A variação positiva do dólar no período, apesar da volatilidade, e as exportações nacionais aquecidas apoiaram o movimento altista nos preços domésticos. De acordo com relatório da Anec, Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, outubro poderá ser o mês em 2022 com o maior volume exportado, podendo chegar a 7,2 milhões de toneladas, conforme a projeção mais otimista da Associação.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/10/2022 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-10-2022-cenario-do-algodao--51633039</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 20 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />Mesmo com os problemas climáticos ocorridos no Paquistão (chuvas e enchentes) e nos EUA (seca, sobretudo no Texas) que poderiam restringir a produção mundial, as cotações internacionais da pluma no contrato dez/22 recuaram 2,56% na primeira quinzena de outubro. O cenário macroeconômico teve grande influência: corte na produção de petróleo por parte da OPEP+, recessão e inflação em vários países e expectativa de desaceleração da economia mundial, que reduziu a previsão mundial de demanda pela pluma.<br /><br />Os EUA seguem com mais de 22% das lavouras colhidas, porém podem ter o maior índice de abandono de áreas da história, o que pode favorecer as cotações externas da pluma.<br /><br />Até o momento, o Brasil comercializou cerca de 50% da produção da safra 22/23, número 10% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, refletindo a atenção aos movimentos do mercado e boa gestão dos cotonicultores nacionais ao realizar contratos de venda futura com preços mais atrativos.<br /><br />No momento, os produtores seguem no processo de beneficiamento da safra 21/22, que alcançou quase 80%, bem como cumprindo com contratos pré-estabelecidos, uma vez que já foram comercializados mais de 85% da safra recém colhida.<br /><br />A safra 22/23 de algodão se inicia em 20 de novembro, quando termina o vazio sanitário em alguns estados, como Bahia e Minas Gerais (plantio do algodão primeira safra). <br /><br />No Mato Grosso, o vazio acaba em dezembro, permitindo o início do plantio que se intensificará em janeiro, com a semeadura do algodão 2ª safra, após a colheita da soja.<br /><br />Considerando que o algodão é uma das commodities mais vulneráveis à volatilidade de preços e ao cenário de incertezas econômicas globais no médio/longo prazo, é importante que o cotonicultor continue atento aos momentos de valorização da pluma para comercializar, assim como proteger suas margens com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51633039</guid><pubDate>Thu, 20 Oct 2022 13:21:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51633039/20221020_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2381575" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 20 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. &#13;
&#13;
Mesmo com os problemas climáticos ocorridos no Paquistão...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 20 de outubro, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />Mesmo com os problemas climáticos ocorridos no Paquistão (chuvas e enchentes) e nos EUA (seca, sobretudo no Texas) que poderiam restringir a produção mundial, as cotações internacionais da pluma no contrato dez/22 recuaram 2,56% na primeira quinzena de outubro. O cenário macroeconômico teve grande influência: corte na produção de petróleo por parte da OPEP+, recessão e inflação em vários países e expectativa de desaceleração da economia mundial, que reduziu a previsão mundial de demanda pela pluma.<br /><br />Os EUA seguem com mais de 22% das lavouras colhidas, porém podem ter o maior índice de abandono de áreas da história, o que pode favorecer as cotações externas da pluma.<br /><br />Até o momento, o Brasil comercializou cerca de 50% da produção da safra 22/23, número 10% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, refletindo a atenção aos movimentos do mercado e boa gestão dos cotonicultores nacionais ao realizar contratos de venda futura com preços mais atrativos.<br /><br />No momento, os produtores seguem no processo de beneficiamento da safra 21/22, que alcançou quase 80%, bem como cumprindo com contratos pré-estabelecidos, uma vez que já foram comercializados mais de 85% da safra recém colhida.<br /><br />A safra 22/23 de algodão se inicia em 20 de novembro, quando termina o vazio sanitário em alguns estados, como Bahia e Minas Gerais (plantio do algodão primeira safra). <br /><br />No Mato Grosso, o vazio acaba em dezembro, permitindo o início do plantio que se intensificará em janeiro, com a semeadura do algodão 2ª safra, após a colheita da soja.<br /><br />Considerando que o algodão é uma das commodities mais vulneráveis à volatilidade de preços e ao cenário de incertezas econômicas globais no médio/longo prazo, é importante que o cotonicultor continue atento aos momentos de valorização da pluma para comercializar, assim como proteger suas margens com a utilização do Termo de Moedas e das Opções Agro do BB.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>149</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4745f7a89ca46068020f250ce87e669a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/10/2022 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-10-2022-cenario-do-cafe-conilon--51620416</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51620416</guid><pubDate>Wed, 19 Oct 2022 12:37:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51620416/20221019_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2955851" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/75c3f75ba917bf46e9a2388167e86d84.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/10/2022 - Cenário da carcinicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-10-2022-cenario-da-carcinicultura--51608482</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 18 de outubro de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios em Novo Horizonte, SP, e vamos falar sobre a  carcinicultura no Brasil.<br /><br />A cadeia produtiva da carcinicultura compreende na produção do camarão, desde a produção da pós-larva em laboratório até a sua comercialização. <br /><br />De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), a Região Nordeste concentra quase 100% de toda a produção nacional, que em 2021 alcançou 120 mil toneladas, sendo os estados do Ceará e Rio Grande do Norte destaques na criação desse crustáceo, com cerca de 70% de todo o volume produzido no Brasil. <br /><br />Em 2022, a expectativa é de que o Ceará produza 60 mil toneladas de camarão, com 1.865 fazendas em produção distribuídas em 62 municípios do Estado.<br /><br />Em recente estudo desenvolvido por Valdemir Queiroz, pesquisador da Embrapa Meio-Norte (PI), foi definida a composição da água necessária para a criação do camarão marinho, longe do litoral. A pesquisa leva em conta a salinidade, a alcalinidade e definiu as doses ideais mínimas de minerais como cálcio, magnésio e potássio e um modelo simplificado para que o camarão-marinho possa ser criado sem a necessidade da água do mar.  <br /><br />Em 2021, a Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) lançou o Manual de Boas Práticas de Manejo e de Biossegurança para a Carcinicultura Brasileira, para auxiliar os produtores a conviverem e minimizarem os efeitos devastadores da Mancha-branca que atingiu as principais áreas de criação do crustáceo nos últimos anos, e outras doenças virais e bacterianas, bem como a produzir camarões de forma sustentável, gerando negócios, empregos e renda.<br /><br />Com a queda de consumo de camarões no período de pandemia, o setor passou por um revés de preço do produto final que, associado ao aumento dos custos de produção, trouxeram desafios adicionais à atividade.<br /><br />O setor vem recuperando seu espaço, apoiado por campanhas de incentivo ao consumo, como o recém-lançado no Ceará pela Associação dos produtores locais e difundido através de redes sociais pela #EuComoMaisCamarão.<br /><br />De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Camarão, a Carcinicultura é considerada a força geradora de trabalho e renda no interior nordestino no anuário 2022.<br /><br />Apesar da valorização do dólar frente ao real, a exportação de camarão é incipiente no Brasil, com a comercialização ainda sendo direcionada para o mercado interno.<br /><br />Visando apoiar a carcinicultura, o Banco do Brasil disponibiliza diversas oportunidades de crédito para investimento na construção, reforma e modernização de viveiros de camarão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável! Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51608482</guid><pubDate>Tue, 18 Oct 2022 13:15:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51608482/20221018_bbcast_agro_carcinicultura.mp3" length="3405993" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça feira, 18 de outubro de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios em Novo Horizonte, SP, e vamos falar sobre a  carcinicultura no Brasil.&#13;
&#13;
A cadeia produtiva da carcinicultura compreende na produção do camarão,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça feira, 18 de outubro de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios em Novo Horizonte, SP, e vamos falar sobre a  carcinicultura no Brasil.<br /><br />A cadeia produtiva da carcinicultura compreende na produção do camarão, desde a produção da pós-larva em laboratório até a sua comercialização. <br /><br />De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), a Região Nordeste concentra quase 100% de toda a produção nacional, que em 2021 alcançou 120 mil toneladas, sendo os estados do Ceará e Rio Grande do Norte destaques na criação desse crustáceo, com cerca de 70% de todo o volume produzido no Brasil. <br /><br />Em 2022, a expectativa é de que o Ceará produza 60 mil toneladas de camarão, com 1.865 fazendas em produção distribuídas em 62 municípios do Estado.<br /><br />Em recente estudo desenvolvido por Valdemir Queiroz, pesquisador da Embrapa Meio-Norte (PI), foi definida a composição da água necessária para a criação do camarão marinho, longe do litoral. A pesquisa leva em conta a salinidade, a alcalinidade e definiu as doses ideais mínimas de minerais como cálcio, magnésio e potássio e um modelo simplificado para que o camarão-marinho possa ser criado sem a necessidade da água do mar.  <br /><br />Em 2021, a Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) lançou o Manual de Boas Práticas de Manejo e de Biossegurança para a Carcinicultura Brasileira, para auxiliar os produtores a conviverem e minimizarem os efeitos devastadores da Mancha-branca que atingiu as principais áreas de criação do crustáceo nos últimos anos, e outras doenças virais e bacterianas, bem como a produzir camarões de forma sustentável, gerando negócios, empregos e renda.<br /><br />Com a queda de consumo de camarões no período de pandemia, o setor passou por um revés de preço do produto final que, associado ao aumento dos custos de produção, trouxeram desafios adicionais à atividade.<br /><br />O setor vem recuperando seu espaço, apoiado por campanhas de incentivo ao consumo, como o recém-lançado no Ceará pela Associação dos produtores locais e difundido através de redes sociais pela #EuComoMaisCamarão.<br /><br />De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Camarão, a Carcinicultura é considerada a força geradora de trabalho e renda no interior nordestino no anuário 2022.<br /><br />Apesar da valorização do dólar frente ao real, a exportação de camarão é incipiente no Brasil, com a comercialização ainda sendo direcionada para o mercado interno.<br /><br />Visando apoiar a carcinicultura, o Banco do Brasil disponibiliza diversas oportunidades de crédito para investimento na construção, reforma e modernização de viveiros de camarão. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável! Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bb,broto,camarão,carcinicultura,pesca</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a0dee98f5ba1cae6a3d71bef5ffb719d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/10/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-10-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51608292</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br /> Os números do USDA registrados no relatório de outubro ainda irão direcionar o movimento dos fundos em Chicago, assim como o andamento da colheita e problemas de logística na exportação da nova safra norte-americana, devido ao baixo nível do Rio Mississipi;<br /><br /> A colheita da safra dos EUA obteve avanço significativo e a entrada da safra também pode pressionar as cotações na CBOT. Apesar do corte na produção total dos EUA, a sazonalidade de entrada de safra, naturalmente tende a pesar na precificação da oleaginosa;<br /><br /> O clima de desconfiança em relação à economia global também poderá exercer pressão negativa nos contratos futuros. No entanto, o retorno dos chineses às compras e o posicionamento das carteiras de fundos, face ao corte na oferta das safras norte-americana e mundial, podem atuar como direcionadores altistas às cotações na semana.<br /><br /> No Brasil, o clima tem ajudado e os trabalhos de plantio avançam em bom ritmo, atingindo 11% da área prevista, principalmente no MT, PR e SP. Neste cenário, espera-se um comportamento menos volátil das cotações, com preços físicos internos encerrando a semana em estabilidade.<br /><br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br /> O desenvolvimento da colheita de milho nos EUA continua sendo acompanhado pelo mercado. O ritmo está mais lento que o do ano passado, mas dentro da média dos últimos 05 anos. Para a semana, os mapas meteorológicos apontam precipitações abaixo da normalidade no cinturão do milho norte-americano, podendo favorecer os trabalhos de colheita e refletir em pressão negativa nas cotações na Bolsa de Chicago.<br /><br /> O conflito entre a Rússia e a Ucrânia e as preocupações com a manutenção do corredor de exportações de grãos continuam trazendo volatilidade às cotações. Caso ocorra uma escalada militar pela Rússia, as cotações externas adotarão um viés altista.<br /><br /><br /> No mercado interno, a comercialização seguirá retraída, com o produtor intensificando o ritmo de plantio da safra verão, podendo resultar em uma semana de estabilidade nos preços domésticos.<br /><br />Para o café:<br /> <br /> A Demanda externa tímida, recessão em importantes países consumidores pressionando commodities, cotações futuras em níveis menores quando comparado aos preços no mercado físico, diferenciais considerados altos, devem manter pressão negativa nos preços, em especial com a maior disponibilidade da safra Brasil recém colhida.<br /><br /> Somam-se ainda as precipitações ocorridas, o bom início da safra com abotoamento e floradas em bom volume, que aumentam o otimismo com tamanho do próximo ano, são fatores baixistas que refletem para a precificação menor do café no longo prazo.<br /><br /> Com o recuo dos preços do arábica, produtores devem diminuir suas vendas. No entanto, a baixa demanda externa, com compradores adquirindo apenas o necessário para atender compromissos, tende a continuar pressionando negativamente os preços físicos do café na semana.<br /><br /><br />E, finalizando com o Boi Gordo, temos:<br /><br /> No curto prazo, o mercado de reposição segue em tendência de baixa, acompanhando o comportamento do preço do boi gordo e em decorrência da maior oferta de animais da categoria nas últimas semanas.<br /><br /> No atacado, o ambiente de negócios tende a perder força na 2ª quinzena de outubro, em razão do comprometimento da renda das famílias.<br /><br /> Soma-se ainda ao cenário baixista, os possíveis reflexos que as especulações a respeito do menor movimento de compras da China poderão trazer às cotações da arroba do boi gordo, além da previsão de maior número de animais provenientes do 2º giro de confinamento ainda no mês de outubro.<br /><br /> Neste cenário, a indústria tende a seguir dosando compras e trabalhando estoques, deixando o mercado com baixa liquidez na semana e resultando em movimento de estabilidade com viés de baixas às cotações da arroba.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51608292</guid><pubDate>Tue, 18 Oct 2022 12:53:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51608292/20221017_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="3405993" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 17 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br /><br /> Os números do USDA registrados no relatório de outubro ainda irão direcionar o movimento dos fundos em Chicago, assim como o andamento da colheita e problemas de logística na exportação da nova safra norte-americana, devido ao baixo nível do Rio Mississipi;<br /><br /> A colheita da safra dos EUA obteve avanço significativo e a entrada da safra também pode pressionar as cotações na CBOT. Apesar do corte na produção total dos EUA, a sazonalidade de entrada de safra, naturalmente tende a pesar na precificação da oleaginosa;<br /><br /> O clima de desconfiança em relação à economia global também poderá exercer pressão negativa nos contratos futuros. No entanto, o retorno dos chineses às compras e o posicionamento das carteiras de fundos, face ao corte na oferta das safras norte-americana e mundial, podem atuar como direcionadores altistas às cotações na semana.<br /><br /> No Brasil, o clima tem ajudado e os trabalhos de plantio avançam em bom ritmo, atingindo 11% da área prevista, principalmente no MT, PR e SP. Neste cenário, espera-se um comportamento menos volátil das cotações, com preços físicos internos encerrando a semana em estabilidade.<br /><br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br /> O desenvolvimento da colheita de milho nos EUA continua sendo acompanhado pelo mercado. O ritmo está mais lento que o do ano passado, mas dentro da média dos últimos 05 anos. Para a semana, os mapas meteorológicos apontam precipitações abaixo da normalidade no cinturão do milho norte-americano, podendo favorecer os trabalhos de colheita e refletir em pressão negativa nas cotações na Bolsa de Chicago.<br /><br /> O conflito entre a Rússia e a Ucrânia e as preocupações com a manutenção do corredor de exportações de grãos continuam trazendo volatilidade às cotações. Caso ocorra uma escalada militar pela Rússia, as cotações externas adotarão um viés altista.<br /><br /><br /> No mercado interno, a comercialização seguirá retraída, com o produtor intensificando o ritmo de plantio da safra verão, podendo resultar em uma semana de estabilidade nos preços domésticos.<br /><br />Para o café:<br /> <br /> A Demanda externa tímida, recessão em importantes países consumidores pressionando commodities, cotações futuras em níveis menores quando comparado aos preços no mercado físico, diferenciais considerados altos, devem manter pressão negativa nos preços, em especial com a maior disponibilidade da safra Brasil recém colhida.<br /><br /> Somam-se ainda as precipitações ocorridas, o bom início da safra com abotoamento e floradas em bom volume, que aumentam o otimismo com tamanho do próximo ano, são fatores baixistas que refletem para a precificação menor do café no longo prazo.<br /><br /> Com o recuo dos preços do arábica, produtores devem diminuir suas vendas. No entanto, a baixa demanda externa, com compradores adquirindo apenas o necessário para atender compromissos, tende a continuar pressionando negativamente os preços físicos do café na semana.<br /><br /><br />E, finalizando com o Boi Gordo, temos:<br /><br /> No curto prazo, o mercado de reposição segue em tendência de baixa, acompanhando o comportamento do preço do boi gordo e em decorrência da maior oferta de animais da categoria nas últimas semanas.<br /><br /> No atacado, o ambiente de negócios tende a perder força na 2ª quinzena de outubro, em razão do comprometimento da renda das famílias.<br /><br /> Soma-se ainda ao cenário baixista, os possíveis reflexos que as especulações a respeito do menor movimento de compras da China poderão trazer às cotações da arroba do boi gordo, além da previsão de maior número de animais...]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/10/2022 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-10-2022-cenario-da-cana-de-acucar--51577232</link><description><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 17 de outubro de 2022. Meu nome é André Longhi, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – São Paulo e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />O volume processado de cana na segunda quinzena de setembro na região Centro-Sul foi menor se comparado ao mesmo período da safra anterior, totalizando 25,29 milhões de toneladas, um recuo de 29,73%. Um dos motivos desta queda foi consequência dos altos níveis pluviométricos em setembro nas regiões produtoras da cultura. Por outro lado, no mesmo período a produtividade teve forte incremento, principalmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, quando comparado ao ciclo anterior.<br /><br />Até o dia 1º de outubro, 240 unidades estavam em operação no Centro-Sul frente às 222 na safra 2021/22, de acordo com a UNICA.<br /><br />Ainda de acordo com com a UNICA ...no acumulado da safra, a moagem totalizou 431,10 milhões de toneladas ante 467,98 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2021, apresentando uma queda de 7,88%. A fabricação de açúcar atinge 26,33 milhões de toneladas, frente às 29,23 milhões de toneladas da safra anterior (redução de 9,9%) e o Etanol 21,48 bilhões de litros também com redução de 5,84%.<br /><br />A alta nos preços dos insumos superou os 58% nos últimos 12 meses e têm pressionado negativamente a cultura e a gestão dos custos de produção. Esse cenário, tem sido um dos grandes desafios do produtor rural. Para mitigar os impactos do alto custo de produção um importante fator é que o canavial apresente uma boa produtividade ao longo do tempo, acrescido do bom gerenciamento agrícola com técnicas de plantio e tratos culturais adequados, fatores estes que podem permitir alcançar bons índices de rentabilidade.<br /><br />Apesar dos aumentos dos custos de produção, os preços da tonelada de cana-de-açúcar têm permitido margens remuneradoras ao canavicultor. <br /><br />Para atender as necessidades na produção da cultura da cana-de-açúcar, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas, implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR que atendem as necessidades de condução da cultura. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Ah, e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast-agro ou pesquise por “BBCast Agro” em sua rede de streaming de preferência, como Deezer, Spotify, dentre outros.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51577232</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2022 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51577232/20221017_bbcast_agro_cana.mp3" length="2627335" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é segunda-feira, 17 de outubro de 2022. Meu nome é André Longhi, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – São Paulo e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.&#13;
&#13;
O volume processado de cana na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 17 de outubro de 2022. Meu nome é André Longhi, sou assessor de agronegócios do Banco do Brasil em São José do Rio Preto – São Paulo e hoje vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />O volume processado de cana na segunda quinzena de setembro na região Centro-Sul foi menor se comparado ao mesmo período da safra anterior, totalizando 25,29 milhões de toneladas, um recuo de 29,73%. Um dos motivos desta queda foi consequência dos altos níveis pluviométricos em setembro nas regiões produtoras da cultura. Por outro lado, no mesmo período a produtividade teve forte incremento, principalmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, quando comparado ao ciclo anterior.<br /><br />Até o dia 1º de outubro, 240 unidades estavam em operação no Centro-Sul frente às 222 na safra 2021/22, de acordo com a UNICA.<br /><br />Ainda de acordo com com a UNICA ...no acumulado da safra, a moagem totalizou 431,10 milhões de toneladas ante 467,98 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2021, apresentando uma queda de 7,88%. A fabricação de açúcar atinge 26,33 milhões de toneladas, frente às 29,23 milhões de toneladas da safra anterior (redução de 9,9%) e o Etanol 21,48 bilhões de litros também com redução de 5,84%.<br /><br />A alta nos preços dos insumos superou os 58% nos últimos 12 meses e têm pressionado negativamente a cultura e a gestão dos custos de produção. Esse cenário, tem sido um dos grandes desafios do produtor rural. Para mitigar os impactos do alto custo de produção um importante fator é que o canavial apresente uma boa produtividade ao longo do tempo, acrescido do bom gerenciamento agrícola com técnicas de plantio e tratos culturais adequados, fatores estes que podem permitir alcançar bons índices de rentabilidade.<br /><br />Apesar dos aumentos dos custos de produção, os preços da tonelada de cana-de-açúcar têm permitido margens remuneradoras ao canavicultor. <br /><br />Para atender as necessidades na produção da cultura da cana-de-açúcar, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para investimentos, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas, implementos para a atividade, além do tradicional custeio agrícola e CPR que atendem as necessidades de condução da cultura. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Ah, e para ouvir este e outros BBCast acesse Blog.broto.com.br/bbcast-agro ou pesquise por “BBCast Agro” em sua rede de streaming de preferência, como Deezer, Spotify, dentre outros.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil, fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>165</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/10/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-10-2022-cenario-da-soja--51575028</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 de outubro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 12/10 a U$ 13,95/bushel, acumulando, até o momento, valorização de 2,3% no mês de outubro.<br /><br />Segundo dados do USDA publicados em 12/10, a perspectiva para a safra de soja 2022/23 nos EUA foi reduzida para 117,38 milhões de toneladas, recuo de 1,78 milhões de toneladas, em comparação ao relatório do mês de setembro. <br /><br />A colheita nos EUA já alcançou 44% de sua área estimada até 11/10, superando a média das últimos 5 safras para o período. Ressaltamos que 91% do restante das áreas a serem colhidas, estão nas fases de maturação do grão e desfolha.<br /><br />Para o Brasil, a estimativa de produção foi elevada para 152 milhões de toneladas, com área estimada de 42,9 milhões de ha. Na Argentina, manteve-se a estimativa de 51 milhões de toneladas em 17 milhões de ha.<br /><br />A CONAB registrou em seu 1° Levantamento da Safra 2022/23, a área a ser cultivada cerca de 42,89 milhões de ha e produção estimada de 152,35 milhões de toneladas. Recentemente o órgão divulgou que já foram semeados 11% da área, aproximadamente 4,72 milhões de ha.<br /><br />O tamanho da safra prevista sul-americana e seu desenvolvimento, posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB e agravamento dos conflitos geopolíticos na Europa têm sido os principais direcionadores dos preços da soja. <br /><br />A previsão do INMET para o mês de outubro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, GO, MATOPIBA e parte do MT e acima da média no PR, MS, MG e SP, estes últimos, em função do excesso de chuvas, deverão sofrer atrasos no avanço do plantio. No MT as chuvas estão ocorrendo e o plantio vem evoluindo. O La Niña estará presente pelo terceiro ano consecutivo, porém, agora, com impacto moderado. <br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 11/10, fechou a R$ 182,52/saca, redução de 3,34% em relação ao início de outubro. Embora o prêmio nos portos tenha sofrido re-tração, mantém-se valorizado, com contratos para o mês de novembro em torno de 1,80 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51575028</guid><pubDate>Fri, 14 Oct 2022 13:59:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51575028/20221014_bbcast_agro_soja.mp3" length="3346643" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 14 de outubro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 14 de outubro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 12/10 a U$ 13,95/bushel, acumulando, até o momento, valorização de 2,3% no mês de outubro.<br /><br />Segundo dados do USDA publicados em 12/10, a perspectiva para a safra de soja 2022/23 nos EUA foi reduzida para 117,38 milhões de toneladas, recuo de 1,78 milhões de toneladas, em comparação ao relatório do mês de setembro. <br /><br />A colheita nos EUA já alcançou 44% de sua área estimada até 11/10, superando a média das últimos 5 safras para o período. Ressaltamos que 91% do restante das áreas a serem colhidas, estão nas fases de maturação do grão e desfolha.<br /><br />Para o Brasil, a estimativa de produção foi elevada para 152 milhões de toneladas, com área estimada de 42,9 milhões de ha. Na Argentina, manteve-se a estimativa de 51 milhões de toneladas em 17 milhões de ha.<br /><br />A CONAB registrou em seu 1° Levantamento da Safra 2022/23, a área a ser cultivada cerca de 42,89 milhões de ha e produção estimada de 152,35 milhões de toneladas. Recentemente o órgão divulgou que já foram semeados 11% da área, aproximadamente 4,72 milhões de ha.<br /><br />O tamanho da safra prevista sul-americana e seu desenvolvimento, posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB e agravamento dos conflitos geopolíticos na Europa têm sido os principais direcionadores dos preços da soja. <br /><br />A previsão do INMET para o mês de outubro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, GO, MATOPIBA e parte do MT e acima da média no PR, MS, MG e SP, estes últimos, em função do excesso de chuvas, deverão sofrer atrasos no avanço do plantio. No MT as chuvas estão ocorrendo e o plantio vem evoluindo. O La Niña estará presente pelo terceiro ano consecutivo, porém, agora, com impacto moderado. <br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 11/10, fechou a R$ 182,52/saca, redução de 3,34% em relação ao início de outubro. Embora o prêmio nos portos tenha sofrido re-tração, mantém-se valorizado, com contratos para o mês de novembro em torno de 1,80 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5d20ecb65298f9b50862b91044ecb3d8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/10/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-10-2022-cenario-do-boi-gordo--51563693</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 13 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />As perspectivas do aumento no consumo interno esperado para primeira quinzena de outubro, ainda não provocaram mudanças significativas nos preços, foram observadas algumas variações positivas nos preços da @ no estadão de SP, porém ainda bem tímida, com as indústrias tendo boas ofertas. Já na região Centro Oeste observa-se ofertas de animais para abate acima do esperado para época, o que manteve os preços estáveis com pequenas quedas pontuais.<br /><br />A cotação da arroba do Boi em 10/10/22 Indicador Boi Gordo CEPEA-Esalq/B3 foi de R$ 304,05/@, já o mercado futuro indica um mercado com estabilidade com viés de baixa, com cotações no valor de R$303,15 com vencimento para dez/2022. <br /><br />Embora promissores, os resultados das exportações de carne bovina in natura da primeira semana de outubro estão sendo encarados com prudência, pois podem trazer resultados não contabilizados de setembro, daí o incremento expressivo no volume embarcado, apresentando média diária, 170% acima e com valores por tonelada 15,44% acima dos valores observados em 2021, apesar da queda do valor médio em dólar por Ton, em relação à meses anteriores, estando hoje em 5.964,62 US$/Ton. <br /><br />Assim, aguarda-se na finalização de outubro, resultados mais modestos, inclusive na receita cambial.<br /><br />No mercado interno, embora o comércio varejista ainda não apresente a movimentação esperada no giro de carne bovina, se mantem a expectativa de um aumento no consumo desta carne pelo consumidor e isso proporcione melhora demanda do comércio. <br /><br />Esta semana o mercado ficou atento a notícias de caso de Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) esporádica, ocorridos na Bahia. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) esclarece que os casos de doenças neurodegenerativas investigados não estão relacionados à Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) – variante da DCJ (vDCJ), conhecida popularmente como Doença da “Vaca Louca”. <br /><br />Esclarece que desde que a vigilância da DCJ foi instituída pelo Ministério da Saúde, nenhum caso da variante da doença de Creutzfeldt-Jakob (vDCJ) foi confirmado no País. O Brasil detém, desde 2012, o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como país de risco insignificante de Encefalopatia Espongiforme Bovina EEB. O Mapa reforça ainda que o consumo de carne e produtos derivados de bovinos no Brasil é considerado seguro, não representando risco para a saúde pública.<br /><br />Para auxiliar os produtores na superação dos desafios, assim como na gestão do seu empreendimento, o Banco do Brasil oferece a plataforma broto.com.br, com informações, produtos, serviços, soluções para o agro, assim como a disponibilização de linhas de custeio, investimentos e linhas de recursos e serviços para hora de comercialização dos produtos. <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51563693</guid><pubDate>Thu, 13 Oct 2022 12:35:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51563693/20221013_bbcast_agro_pecuaria_de_corte.mp3" length="4329683" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 13 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
As perspectivas do aumento no consumo interno esperado para...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 13 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra - MT e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />As perspectivas do aumento no consumo interno esperado para primeira quinzena de outubro, ainda não provocaram mudanças significativas nos preços, foram observadas algumas variações positivas nos preços da @ no estadão de SP, porém ainda bem tímida, com as indústrias tendo boas ofertas. Já na região Centro Oeste observa-se ofertas de animais para abate acima do esperado para época, o que manteve os preços estáveis com pequenas quedas pontuais.<br /><br />A cotação da arroba do Boi em 10/10/22 Indicador Boi Gordo CEPEA-Esalq/B3 foi de R$ 304,05/@, já o mercado futuro indica um mercado com estabilidade com viés de baixa, com cotações no valor de R$303,15 com vencimento para dez/2022. <br /><br />Embora promissores, os resultados das exportações de carne bovina in natura da primeira semana de outubro estão sendo encarados com prudência, pois podem trazer resultados não contabilizados de setembro, daí o incremento expressivo no volume embarcado, apresentando média diária, 170% acima e com valores por tonelada 15,44% acima dos valores observados em 2021, apesar da queda do valor médio em dólar por Ton, em relação à meses anteriores, estando hoje em 5.964,62 US$/Ton. <br /><br />Assim, aguarda-se na finalização de outubro, resultados mais modestos, inclusive na receita cambial.<br /><br />No mercado interno, embora o comércio varejista ainda não apresente a movimentação esperada no giro de carne bovina, se mantem a expectativa de um aumento no consumo desta carne pelo consumidor e isso proporcione melhora demanda do comércio. <br /><br />Esta semana o mercado ficou atento a notícias de caso de Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) esporádica, ocorridos na Bahia. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) esclarece que os casos de doenças neurodegenerativas investigados não estão relacionados à Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) – variante da DCJ (vDCJ), conhecida popularmente como Doença da “Vaca Louca”. <br /><br />Esclarece que desde que a vigilância da DCJ foi instituída pelo Ministério da Saúde, nenhum caso da variante da doença de Creutzfeldt-Jakob (vDCJ) foi confirmado no País. O Brasil detém, desde 2012, o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como país de risco insignificante de Encefalopatia Espongiforme Bovina EEB. O Mapa reforça ainda que o consumo de carne e produtos derivados de bovinos no Brasil é considerado seguro, não representando risco para a saúde pública.<br /><br />Para auxiliar os produtores na superação dos desafios, assim como na gestão do seu empreendimento, o Banco do Brasil oferece a plataforma broto.com.br, com informações, produtos, serviços, soluções para o agro, assim como a disponibilização de linhas de custeio, investimentos e linhas de recursos e serviços para hora de comercialização dos produtos. <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>271</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/10/2022 - Cenário do pimentão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-10-2022-cenario-do-pimentao--51531152</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 11 de outubro de 2022, meu nome é Rene de Paula Posso, sou assessor de Agronegócios em São José dos Campos (SP), e falaremos hoje sobre o cenário do pimentão. <br />  <br />O pimentão está entre as 10 hortaliças mais importantes para o mercado agro brasileiro e muito presente em diversas regiões do país, devido, principalmente à sua adaptação às diversas tecnologias existentes no mercado. <br /><br />Atualmente, a produção se dá em campos abertos, estufas e fazendas verticais. Existem, também, grande número de variedades e híbridos de pimentões, a exemplo dos pimentões verdes, vermelhos, amarelos, roxos, brancos, laranjas e os mini pimentões. <br /><br />O IBGE estima que mais de 32.500 estabelecimentos estão ocupados com a produção de pimentões e que são produzidas mais de 224 mil toneladas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, sendo os maiores responsáveis pela produção os Estados de São Paulo e Minas Gerais. De acordo com a Embrapa Hortaliças, em 2017, existiam mais de 11.188 hectares cultivados com esta hortaliça e a produtividade média brasileira era de quase 50 toneladas por hectare.<br /><br />O custo de produção do pimentão comum verde, em média, está variando em patamares próximos de R$ 157 mil/ha, considerando estimativas de produtividades entre 100 e 120 mil kg/ha. Já, os pimentões coloridos, estão com custos bem mais elevados para a mesma faixa de produtividade, em R$ 248 mil/ha. <br /><br />Os preços dos pimentões verde comum e dos pimentões coloridos, praticados atualmente, estão em R$ 2,15/kg e R$ 4,25/kg, respectivamente. Nota-se que a rentabilidade da atividade é bastante positiva, porém o preço de comercialização varia muito. Apesar dos preços atuais relativamente altos, o custo de produção também é elevado, exigindo do produtor boa gestão da atividade produtiva.<br /><br />Só no ano de 2022, o Brasil exportou mais de U$ 542 mil, representando mais de 300 toneladas de pimentões e pimentas frescas ou refrigeradas. O principal importador, neste momento, é o México, seguido das Ilhas Marshall e Libéria. <br /><br />Estes números indicam crescimento nas exportações na casa de 7% em comparação com o mesmo período do ano anterior (2021). Nos últimos 10 anos, a exportação de pimentão gerou mais de U$ 2milhoes 870 mil de divisas para o Brasil. <br /><br />De acordo com Banco Central, na safra 21/22, foram financiados mais de 634 há de pimentão, totalizando 28 milhões de desembolso entre bancos privados, públicos e cooperativas de crédito.<br />   <br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, plantio e condução das lavouras de pimentão.  <br /> <br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51531152</guid><pubDate>Tue, 11 Oct 2022 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51531152/20221011_bbcast_agro_pimentao.mp3" length="3452386" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 11 de outubro de 2022, meu nome é Rene de Paula Posso, sou assessor de Agronegócios em São José dos Campos (SP), e falaremos hoje sobre o cenário do pimentão. &#13;
  &#13;
O pimentão está entre as 10 hortaliças mais importantes para o mercado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 11 de outubro de 2022, meu nome é Rene de Paula Posso, sou assessor de Agronegócios em São José dos Campos (SP), e falaremos hoje sobre o cenário do pimentão. <br />  <br />O pimentão está entre as 10 hortaliças mais importantes para o mercado agro brasileiro e muito presente em diversas regiões do país, devido, principalmente à sua adaptação às diversas tecnologias existentes no mercado. <br /><br />Atualmente, a produção se dá em campos abertos, estufas e fazendas verticais. Existem, também, grande número de variedades e híbridos de pimentões, a exemplo dos pimentões verdes, vermelhos, amarelos, roxos, brancos, laranjas e os mini pimentões. <br /><br />O IBGE estima que mais de 32.500 estabelecimentos estão ocupados com a produção de pimentões e que são produzidas mais de 224 mil toneladas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, sendo os maiores responsáveis pela produção os Estados de São Paulo e Minas Gerais. De acordo com a Embrapa Hortaliças, em 2017, existiam mais de 11.188 hectares cultivados com esta hortaliça e a produtividade média brasileira era de quase 50 toneladas por hectare.<br /><br />O custo de produção do pimentão comum verde, em média, está variando em patamares próximos de R$ 157 mil/ha, considerando estimativas de produtividades entre 100 e 120 mil kg/ha. Já, os pimentões coloridos, estão com custos bem mais elevados para a mesma faixa de produtividade, em R$ 248 mil/ha. <br /><br />Os preços dos pimentões verde comum e dos pimentões coloridos, praticados atualmente, estão em R$ 2,15/kg e R$ 4,25/kg, respectivamente. Nota-se que a rentabilidade da atividade é bastante positiva, porém o preço de comercialização varia muito. Apesar dos preços atuais relativamente altos, o custo de produção também é elevado, exigindo do produtor boa gestão da atividade produtiva.<br /><br />Só no ano de 2022, o Brasil exportou mais de U$ 542 mil, representando mais de 300 toneladas de pimentões e pimentas frescas ou refrigeradas. O principal importador, neste momento, é o México, seguido das Ilhas Marshall e Libéria. <br /><br />Estes números indicam crescimento nas exportações na casa de 7% em comparação com o mesmo período do ano anterior (2021). Nos últimos 10 anos, a exportação de pimentão gerou mais de U$ 2milhoes 870 mil de divisas para o Brasil. <br /><br />De acordo com Banco Central, na safra 21/22, foram financiados mais de 634 há de pimentão, totalizando 28 milhões de desembolso entre bancos privados, públicos e cooperativas de crédito.<br />   <br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio, plantio e condução das lavouras de pimentão.  <br /> <br />Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,pimentão,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a3889f2a3fb4c8d240ce84598d2f9fea.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/10/2022 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-10-2022-cenario-do-trigo--51523973</link><description><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira 10 de Outubro de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC, e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />A colheita avança pelo Brasil, com aproximadamente 28% da área cultivada já colhida. Os estados da BA, GO, MS, MG as colheitas já estão finalizadas. No Paraná e São Paulo as colheitas avançam para metade da área cultivada, e no RS e Santa Catarina ainda se encontram no início.     <br /><br />A expectativa é que a produção brasileira seja a maior da história, estimada em torno de 9,5 milhões de toneladas, 25% de aumento em relação a safra passada, principalmente pelo incremento dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que juntos respondem por 85% da produção nacional.<br /><br />A frente fria que atingiu a região Sul no final de setembro, com ocorrência de geadas pontuais em áreas de baixada, não comprometeu a estimativa inicial de produção para a cultura. No momento, a preocupação se volta para a ocorrência de chuvas durante a colheita, principalmente no estado do Paraná, podendo aumentar a incidência de doenças e influenciar na qualidade final dos grãos.<br /><br />No cenário internacional, destacamos o aumento na oferta mundial, devido ao incremento de produção de importantes países produtores e exportadores como Rússia, Canadá e Estados Unidos, que aliados as exportações pelos portos ucranianos e, aumento na expectativa da produção nacional influenciaram para baixo as cotações internas. Por outro lado, a diminuição na estimativa da safra argentina, causada pela diminuição na área plantada e problemas com estiagem na região norte do país, ajudam a sustentar os preços internos nos patamares atuais. <br /><br />O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 10% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.725. Com o avanço da colheita e as expectativas de boas produtividades se confirmem, haverá uma concentração de oferta do produto no mercado nacional nos próximos meses, diminuindo a possibilidade de novas altas no cenário interno.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51523973</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2022 13:23:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51523973/20221010_bbcast_agro_trigo.mp3" length="2873095" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é segunda-feira 10 de Outubro de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC, e vamos falar sobre o cenário do Trigo.&#13;
&#13;
A colheita avança pelo Brasil, com aproximadamente 28% da área cultivada já colhida....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira 10 de Outubro de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC, e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />A colheita avança pelo Brasil, com aproximadamente 28% da área cultivada já colhida. Os estados da BA, GO, MS, MG as colheitas já estão finalizadas. No Paraná e São Paulo as colheitas avançam para metade da área cultivada, e no RS e Santa Catarina ainda se encontram no início.     <br /><br />A expectativa é que a produção brasileira seja a maior da história, estimada em torno de 9,5 milhões de toneladas, 25% de aumento em relação a safra passada, principalmente pelo incremento dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que juntos respondem por 85% da produção nacional.<br /><br />A frente fria que atingiu a região Sul no final de setembro, com ocorrência de geadas pontuais em áreas de baixada, não comprometeu a estimativa inicial de produção para a cultura. No momento, a preocupação se volta para a ocorrência de chuvas durante a colheita, principalmente no estado do Paraná, podendo aumentar a incidência de doenças e influenciar na qualidade final dos grãos.<br /><br />No cenário internacional, destacamos o aumento na oferta mundial, devido ao incremento de produção de importantes países produtores e exportadores como Rússia, Canadá e Estados Unidos, que aliados as exportações pelos portos ucranianos e, aumento na expectativa da produção nacional influenciaram para baixo as cotações internas. Por outro lado, a diminuição na estimativa da safra argentina, causada pela diminuição na área plantada e problemas com estiagem na região norte do país, ajudam a sustentar os preços internos nos patamares atuais. <br /><br />O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 10% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada atualmente a R$ 1.725. Com o avanço da colheita e as expectativas de boas produtividades se confirmem, haverá uma concentração de oferta do produto no mercado nacional nos próximos meses, diminuindo a possibilidade de novas altas no cenário interno.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/10/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-10-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51523847</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios, e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja: <br /><br />Os números do USDA podem mudar os patamares de preços em Chicago, no curto prazo e o clima de desconfiança em relação ao cenário da economia mundial seguirá exercendo pressão negativa nos contratos futuros de soja. No entanto, considerando o retorno da China às compras após o feriado da “Golden Week”, pode haver pressão altista nas cotações na CBOT.<br /><br />A colheita da safra dos EUA avança em ritmo abaixo da média nos principais estados produtores, mas o clima seco deve permitir avanço das máquinas nos próximos dias. <br /><br />As condições meteorológicas para o plantio na América do Sul também podem direcionar as cotações externas, pois o tamanho da safra prevista dependerá do clima e do grau de severidade do fenômeno La niña. <br /><br />No Brasil, a chegada da umidade aos estados do Centro-Oeste e do Sudeste deve incentivar os produtores a intensificar o processo de plantio. <br /><br />Considerando esses fatores, espera-se que os preços físicos acompanhem o movimento altista externo, resultando em uma semana com estabilidade com viés de alta.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />Para algumas regiões do cinturão produtor norte-americano, a previsão para a próxima semana é de chuvas acima da média. Caso ocorram, o ritmo da colheita, que já está mais lento em relação ao ano passado, pode ser prejudicado e resultar em viés altista para as cotações externas do cereal.<br /><br />No dia 12/10 (quarta-feira), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará o relatório de Oferta e Demanda de grãos para outubro, podendo trazer novos cortes de produção em importantes países produtores do hemisfério norte (principalmente Estados Unidos, União Europeia e Ucrânia). A depender da magnitude dos ajustes, poderá haver volatilidade adicional às cotações em Chicago. <br /><br />No mercado interno, o produtor seguirá aguardando as movimentações em Chicago e o comportamento do dólar para avançar na comercialização. Os trabalhos de plantio da safra verão também tiram o foco do produtor nas vendas, movimento que deve resultar em uma semana de estabilidade nos preços físicos domésticos.<br /><br />Para o café:<br /><br />A maior oferta da safra Brasil 2022, ainda que em volume inferior ao previsto, somada à demanda arrefecida, deve manter pressão negativa   nos preços externos.<br /><br />As boas chuvas ocorridas e a perspectiva de novas precipitações para os próximos dias, em especial no Sul de Minas Gerais, reforçam o início favorável da safra, com abotoamento e floradas em bom volume. Isso aumenta o otimismo com o tamanho da safra 2023, porém os efeitos negativos do período seco ainda são motivos de preocupação.<br /><br />Os estoques certificados baixos em NY e o estreitamento na relação estoque/consumo são fatores que podem limitar a redução das cotações no médio prazo.<br /><br />O que se espera é que a volatilidade elevada persista na semana, com foco na oferta da safra Brasil 2022 e na preocupação com seu menor volume, além do movimento cambial, tensões geopolíticas mundiais e demanda externa arrefecida.<br /><br />E, finalizando com o Boi Gordo, temos:<br /><br />O mercado de reposição deve permanecer lento para a próxima semana, com preços acomodados. A tendência é de queda dos preços no curto prazo, acompanhando os valores no mercado do boi gordo. <br /><br />É possível que ocorram altas pontuais no valor da arroba, uma vez que no mês de outubro a indústria começa a se preparar para atender ao aumento na demanda de carne bovina sazonal de final de ano e da primeira quinzena do mês, motivado pela entrada salarial. Ainda, a partir deste mês se inicia o período de maior demanda chinesa para as festividades do ano novo lunar. <br /><br /><br />A indústria deverá continuar trabalhando estoques e suas escalas de abate, procurando ditar o ritmo das negociações. Os contratos a termo tornam esse quadro ainda mais favorável para a ponta compradora. Desta forma, para a próxima semana, espera-se um cenário de estabilidade podendo ter volatilidade e possibilidade de altas pontuais.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51523847</guid><pubDate>Mon, 10 Oct 2022 13:12:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51523847/20221010_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="4389869" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios, e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de outubro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios, e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja: <br /><br />Os números do USDA podem mudar os patamares de preços em Chicago, no curto prazo e o clima de desconfiança em relação ao cenário da economia mundial seguirá exercendo pressão negativa nos contratos futuros de soja. No entanto, considerando o retorno da China às compras após o feriado da “Golden Week”, pode haver pressão altista nas cotações na CBOT.<br /><br />A colheita da safra dos EUA avança em ritmo abaixo da média nos principais estados produtores, mas o clima seco deve permitir avanço das máquinas nos próximos dias. <br /><br />As condições meteorológicas para o plantio na América do Sul também podem direcionar as cotações externas, pois o tamanho da safra prevista dependerá do clima e do grau de severidade do fenômeno La niña. <br /><br />No Brasil, a chegada da umidade aos estados do Centro-Oeste e do Sudeste deve incentivar os produtores a intensificar o processo de plantio. <br /><br />Considerando esses fatores, espera-se que os preços físicos acompanhem o movimento altista externo, resultando em uma semana com estabilidade com viés de alta.<br /><br />Em relação ao milho:<br /> <br />Para algumas regiões do cinturão produtor norte-americano, a previsão para a próxima semana é de chuvas acima da média. Caso ocorram, o ritmo da colheita, que já está mais lento em relação ao ano passado, pode ser prejudicado e resultar em viés altista para as cotações externas do cereal.<br /><br />No dia 12/10 (quarta-feira), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará o relatório de Oferta e Demanda de grãos para outubro, podendo trazer novos cortes de produção em importantes países produtores do hemisfério norte (principalmente Estados Unidos, União Europeia e Ucrânia). A depender da magnitude dos ajustes, poderá haver volatilidade adicional às cotações em Chicago. <br /><br />No mercado interno, o produtor seguirá aguardando as movimentações em Chicago e o comportamento do dólar para avançar na comercialização. Os trabalhos de plantio da safra verão também tiram o foco do produtor nas vendas, movimento que deve resultar em uma semana de estabilidade nos preços físicos domésticos.<br /><br />Para o café:<br /><br />A maior oferta da safra Brasil 2022, ainda que em volume inferior ao previsto, somada à demanda arrefecida, deve manter pressão negativa   nos preços externos.<br /><br />As boas chuvas ocorridas e a perspectiva de novas precipitações para os próximos dias, em especial no Sul de Minas Gerais, reforçam o início favorável da safra, com abotoamento e floradas em bom volume. Isso aumenta o otimismo com o tamanho da safra 2023, porém os efeitos negativos do período seco ainda são motivos de preocupação.<br /><br />Os estoques certificados baixos em NY e o estreitamento na relação estoque/consumo são fatores que podem limitar a redução das cotações no médio prazo.<br /><br />O que se espera é que a volatilidade elevada persista na semana, com foco na oferta da safra Brasil 2022 e na preocupação com seu menor volume, além do movimento cambial, tensões geopolíticas mundiais e demanda externa arrefecida.<br /><br />E, finalizando com o Boi Gordo, temos:<br /><br />O mercado de reposição deve permanecer lento para a próxima semana, com preços acomodados. A tendência é de queda dos preços no curto prazo, acompanhando os valores no mercado do boi gordo. <br /><br />É possível que ocorram altas pontuais no valor da arroba, uma vez que no mês de outubro a indústria começa a se preparar para atender ao aumento na demanda de carne bovina sazonal de final de ano e da primeira quinzena do mês, motivado pela entrada salarial....]]></itunes:summary><itunes:duration>275</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>07/10/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/07-10-2022-cenario-do-milho--51493380</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de outubro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />As cotações no mercado externo, na Bolsa de Chicago, se movimentaram positivamente nos últimos dias. No período de 29/10 a 04/10 o contrato de dezembro/23 encerrou no dia 05 cotado a U$ 6,83, valorização de 2,5%. Apesar da desconfiança dos investidores com a economia global, a menor oferta mundial da safra 22/23 em relação à safra 21/22 continua dando suporte às cotações. Preocupações com a manutenção do corredor seguro de grãos no Mar Negro e a colheita de milho americana, que está atrasada em relação a média dos últimos 5 anos, também influenciaram. De acordo com o relatório do Departamento de Agricultura americano, divulgado na segunda-feira, a colheita no país atingiu 20% da área, contra 27% no mesmo período do ano passado e 22% na média dos últimos anos. <br /><br />No mercado interno, os preços vinham em estabilidade, mas com a recente desvalorização do dólar nesta semana, as cotações na B3 acompanharam o câmbio. No período analisado, o contrato com vencimento em janeiro/23 encerrou o dia 05/10 cotado a R$ 91,75 a saca, baixa de 2,29% em relação aos preços do dia xx/xx. Já o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou cotado a R$ 83,27 a saca, desvalorização de 1,55% no mesmo período. <br /><br />A produção recorde da 2ª safra brasileira neste ano e a demanda externa aquecida estão refletindo nas exportações nacionais do grão. De acordo com a Secex, em setembro, o Brasil exportou 6,78 milhões de toneladas, volume 137% maior que o total exportado em setembro de 2021.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51493380</guid><pubDate>Fri, 07 Oct 2022 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51493380/20221007_bbcast_agro_milho.mp3" length="3293562" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 07 de outubro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
As cotações no mercado externo, na Bolsa de Chicago, se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 07 de outubro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />As cotações no mercado externo, na Bolsa de Chicago, se movimentaram positivamente nos últimos dias. No período de 29/10 a 04/10 o contrato de dezembro/23 encerrou no dia 05 cotado a U$ 6,83, valorização de 2,5%. Apesar da desconfiança dos investidores com a economia global, a menor oferta mundial da safra 22/23 em relação à safra 21/22 continua dando suporte às cotações. Preocupações com a manutenção do corredor seguro de grãos no Mar Negro e a colheita de milho americana, que está atrasada em relação a média dos últimos 5 anos, também influenciaram. De acordo com o relatório do Departamento de Agricultura americano, divulgado na segunda-feira, a colheita no país atingiu 20% da área, contra 27% no mesmo período do ano passado e 22% na média dos últimos anos. <br /><br />No mercado interno, os preços vinham em estabilidade, mas com a recente desvalorização do dólar nesta semana, as cotações na B3 acompanharam o câmbio. No período analisado, o contrato com vencimento em janeiro/23 encerrou o dia 05/10 cotado a R$ 91,75 a saca, baixa de 2,29% em relação aos preços do dia xx/xx. Já o preço físico, referência Campinas/CEPEA, encerrou cotado a R$ 83,27 a saca, desvalorização de 1,55% no mesmo período. <br /><br />A produção recorde da 2ª safra brasileira neste ano e a demanda externa aquecida estão refletindo nas exportações nacionais do grão. De acordo com a Secex, em setembro, o Brasil exportou 6,78 milhões de toneladas, volume 137% maior que o total exportado em setembro de 2021.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>206</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/10/2022 - Cenário da floricultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-10-2022-cenario-da-floricultura--51481206</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 6 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre a produção de flores no Brasil.<br /><br />De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (IBRAFLOR), existem no país cerca de 8 mil produtores de flores e plantas ornamentais que cultivam mais de 2,5 mil espécies comerciais em 15.600 hectares. As principais espécies cultivadas são as rosas, crisântemos, alstroemerias, lírios e lisianthus. Quando falamos de flores de corte e, das flores cultivadas em vasos, as mais produzidas são as orquídeas, seguidas de kalanchoes, crisântemos e antúrios. <br /><br />O principal estado produtor é São Paulo, que concentra praticamente 50% da produção de flores nacional, tendo a cidade de Holambra como a principal produtora. O destaque também vai para Santa Catarina, com a maior parte da produção concentrada na região de Joinville e para o Rio Grande do Sul, com a produção da região de Pareci Novo. <br /> <br />O setor brasileiro de flores, considerando produção, atacado e varejo, cresceu em média, 10% ao ano, nos últimos 10 anos. Um estudo recente realizado pelo Cepea mostra que, em 2017, o PIB da cadeia de flores e plantas ornamentais foi de R$ 7,16 bilhões, destes, 23% gerado na produção. Quando deflacionado, esse PIB a preços atuais atinge os R$ 9,1 bilhões. <br /><br />Também, segundo dados do Cepea, o PIB per capita deste segmento é 76% superior ao PIB médio da agropecuária, o que evidencia a elevada agregação de valor por trabalhador da atividade, formada predominantemente por agricultores familiares, com produção intensiva e alto uso de tecnologia em pequenas áreas. <br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas para o setor de floricultura, como custeio da produção e investimentos em estruturas, inclusive energia fotovoltaica para substituição da demanda de energia elétrica, sistema para gestão e automação de processos, aquisição e instalação de câmara fria e construção, adequação e manutenção de instalações utilizadas na atividade produtiva.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51481206</guid><pubDate>Thu, 06 Oct 2022 10:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51481206/20221006_bbcast_agro_floricultura.mp3" length="3200357" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 6 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre a produção de flores no Brasil.&#13;
&#13;
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Floricultura...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 6 de outubro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra-MT e falaremos sobre a produção de flores no Brasil.<br /><br />De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (IBRAFLOR), existem no país cerca de 8 mil produtores de flores e plantas ornamentais que cultivam mais de 2,5 mil espécies comerciais em 15.600 hectares. As principais espécies cultivadas são as rosas, crisântemos, alstroemerias, lírios e lisianthus. Quando falamos de flores de corte e, das flores cultivadas em vasos, as mais produzidas são as orquídeas, seguidas de kalanchoes, crisântemos e antúrios. <br /><br />O principal estado produtor é São Paulo, que concentra praticamente 50% da produção de flores nacional, tendo a cidade de Holambra como a principal produtora. O destaque também vai para Santa Catarina, com a maior parte da produção concentrada na região de Joinville e para o Rio Grande do Sul, com a produção da região de Pareci Novo. <br /> <br />O setor brasileiro de flores, considerando produção, atacado e varejo, cresceu em média, 10% ao ano, nos últimos 10 anos. Um estudo recente realizado pelo Cepea mostra que, em 2017, o PIB da cadeia de flores e plantas ornamentais foi de R$ 7,16 bilhões, destes, 23% gerado na produção. Quando deflacionado, esse PIB a preços atuais atinge os R$ 9,1 bilhões. <br /><br />Também, segundo dados do Cepea, o PIB per capita deste segmento é 76% superior ao PIB médio da agropecuária, o que evidencia a elevada agregação de valor por trabalhador da atividade, formada predominantemente por agricultores familiares, com produção intensiva e alto uso de tecnologia em pequenas áreas. <br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas para o setor de floricultura, como custeio da produção e investimentos em estruturas, inclusive energia fotovoltaica para substituição da demanda de energia elétrica, sistema para gestão e automação de processos, aquisição e instalação de câmara fria e construção, adequação e manutenção de instalações utilizadas na atividade produtiva.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,flores,floricultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/407711c59533b27ebd28edfd418ac48f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/10/2022 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-10-2022-cenario-do-leite--51476267</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 05 de outubro de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em setembro de 2022 apresentaram média de R$ 3,57, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta valorização nominal de 27,9% em relação ao pagamento de setembro de 2021, porém quando comparado a agosto de 2022, houve recuo de 14,6%.<br /><br />Com a entrada da estação chuvosa, os preços do leite pagos aos produtores tendem a apresentar novas baixas em outubro, referente ao leite coletado em setembro. Apesar da oferta de leite restrita e do impacto do custo de produção na atividade, o preço dos produtos lácteos vem apresentando tendência de baixa.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho no período de aquisição do grão. <br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51476267</guid><pubDate>Wed, 05 Oct 2022 13:13:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51476267/20221005_bbcast_agro_pecuaria_de_leite.mp3" length="1989111" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 05 de outubro de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.&#13;
&#13;
Os preços médios ofertados pelo litro de leite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 05 de outubro de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares - MG e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em setembro de 2022 apresentaram média de R$ 3,57, segundo o CEPEA. Esse valor apresenta valorização nominal de 27,9% em relação ao pagamento de setembro de 2021, porém quando comparado a agosto de 2022, houve recuo de 14,6%.<br /><br />Com a entrada da estação chuvosa, os preços do leite pagos aos produtores tendem a apresentar novas baixas em outubro, referente ao leite coletado em setembro. Apesar da oferta de leite restrita e do impacto do custo de produção na atividade, o preço dos produtos lácteos vem apresentando tendência de baixa.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade, a fim de se proteger de possíveis altas na cotação do milho no período de aquisição do grão. <br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>125</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/492ba8f96ec0c5b875d407395ffb73fa.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/10/2022 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-10-2022-cenario-climatico--51464869</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 04 de outubro de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br /><br />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, no mês de setembro, em sua divulgação sobre o La Niña, reforça a continuidade do Fenômeno durante os meses de Outubro, Novembro e Dezembro, com 89% de probabilidade de que se mantenha. Essa informação segue publicação do NOAA, que também previu em seu relatório de setembro o prosseguimento do La Niña durante a primavera, mas com tendencia de evolução gradual para neutralidade até o trimestre Janeiro a Março/2023.<br /><br />No Brasil, de acordo com divulgação do Climatempo, há previsão de chuvas abaixo da média, durante a Primavera na Região Sul. Ao Norte do país, os eventos chuvosos devem ser um pouco acima da média histórica. No Sudeste e no Centro Oeste, o La Ninã provoca um risco maior para irregularidade de chuvas mais ao sul destas Regiões. Para a Região Nordeste, tendência de chuvas dentro da média histórica, com destaque para a porção sul da Bahia, com previsão de chuvas acima da média.<br /><br />Na Previsão Climática Trimestral Out – Nov – Dez, indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as regiões Norte, Centro e Leste do país, com destaque em partes da BA, MA e PI. Em grande parte do Centro Sul do País, o qual inclui grande parte do MS e SP, a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo do normal, também devido à influência da La Niña. É possível que pontos da Região Sul manifeste o padrão de excesso de chuva, como se observado recentemente.<br /><br />A previsão de temperatura indica valores acima média, em áreas da porção Norte do País. Possibilidades abaixo da média, estão entre o centro e sul da BA, norte de MG e ES. Demais áreas, dentro das médias históricas.<br /><br />Em relação ao solo, de acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), as regiões mais centrais do país que passaram por irregularidades de chuvas, ainda apresentam baixa disponibilidade hídrica.<br /><br />Devido à variabilidade das previsões climáticas para o vasto território nacional, o planejamento da safra associada monitoramento climático, auxiliam a tomada de decisões.<br /><br />E, para apoiar o produtor rural, o Banco do Brasil conta com mitigadores de risco, para que o produtor possa se precaver de situações climáticas, e parceria com a Agritech FieldPro, desenvolvedora de um dispositivo para acompanhamento climático.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51464869</guid><pubDate>Tue, 04 Oct 2022 12:39:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51464869/20221004_bbcast_agro_clima.mp3" length="3381751" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 04 de outubro de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático. &#13;
&#13;
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 04 de outubro de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br /><br />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, no mês de setembro, em sua divulgação sobre o La Niña, reforça a continuidade do Fenômeno durante os meses de Outubro, Novembro e Dezembro, com 89% de probabilidade de que se mantenha. Essa informação segue publicação do NOAA, que também previu em seu relatório de setembro o prosseguimento do La Niña durante a primavera, mas com tendencia de evolução gradual para neutralidade até o trimestre Janeiro a Março/2023.<br /><br />No Brasil, de acordo com divulgação do Climatempo, há previsão de chuvas abaixo da média, durante a Primavera na Região Sul. Ao Norte do país, os eventos chuvosos devem ser um pouco acima da média histórica. No Sudeste e no Centro Oeste, o La Ninã provoca um risco maior para irregularidade de chuvas mais ao sul destas Regiões. Para a Região Nordeste, tendência de chuvas dentro da média histórica, com destaque para a porção sul da Bahia, com previsão de chuvas acima da média.<br /><br />Na Previsão Climática Trimestral Out – Nov – Dez, indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as regiões Norte, Centro e Leste do país, com destaque em partes da BA, MA e PI. Em grande parte do Centro Sul do País, o qual inclui grande parte do MS e SP, a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo do normal, também devido à influência da La Niña. É possível que pontos da Região Sul manifeste o padrão de excesso de chuva, como se observado recentemente.<br /><br />A previsão de temperatura indica valores acima média, em áreas da porção Norte do País. Possibilidades abaixo da média, estão entre o centro e sul da BA, norte de MG e ES. Demais áreas, dentro das médias históricas.<br /><br />Em relação ao solo, de acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), as regiões mais centrais do país que passaram por irregularidades de chuvas, ainda apresentam baixa disponibilidade hídrica.<br /><br />Devido à variabilidade das previsões climáticas para o vasto território nacional, o planejamento da safra associada monitoramento climático, auxiliam a tomada de decisões.<br /><br />E, para apoiar o produtor rural, o Banco do Brasil conta com mitigadores de risco, para que o produtor possa se precaver de situações climáticas, e parceria com a Agritech FieldPro, desenvolvedora de um dispositivo para acompanhamento climático.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2edac2f0bccbd128ec0ce77a59fb2777.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/10/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-10-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51453444</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de outubro de 2022, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja: <br /><br />•Em Chicago, o clima de receio em relação ao cenário da economia mundial seguirá exercendo pressão negativa nos contratos futuros de soja que sofre, também, influência de outras commodities. A comercialização da soja norte americana também deverá ser observada, visto que com o feriado até 10 de outubro na China (Golden Week), as exportações tendem a diminuir.<br /><br />•Em contraponto, o andamento da colheita do EUA e seus dados de produtividade poderão influenciar CBOT. O clima seco, apesar de favorecer a colheita prejudica a maturação de parte das lavouras. <br /><br />•As condições meteorológicas para o plantio na América do Sul tendem a ser inseridas na precificação internacional. Apesar da perspectiva de La Niña, o clima atual segue favorecendo o plantio, fator de pressão negativa no curto prazo.<br /><br />•No Brasil, a janela favorável para o plantio a e perspectiva de safra recorde irão pressionar o mercado interno e destravar a comercialização da nova safra. O produtor deverá ficar atento ao câmbio, aproveitando altas para firmar posições de venda. O plantio da safra de soja 2022/23 já atingiu 2% da área total esperada. A semeadura iniciou adiantada nesta temporada superando o total plantado em igual período do ano passado e acima também da média dos últimos cinco anos, ambos indicados em 0,8%. <br /><br />Para o milho: <br /><br />•O avanço da colheita de milho nos EUA tende a pressionar negativamente as cotações no mercado externo. As previsões são de temperaturas elevadas e chuvas abaixo da normalidade, o que pode favorecer os trabalhos a campo.<br /><br />•Soma-se como fator de pressão negativa a preocupação com a economia global e o crescimento econômico de importantes nações.<br /><br />•Fator que pode atuar como limitador da pressão negativa é o receio com a manutenção do corredor para escoamento de grãos no Mar Negro e o avanço do conflito entre Rússia e Ucrânia.<br /><br />•No Brasil, o produtor ainda segue retraído nas vendas de milho no mercado físico, fator que, atrelado ao movimento cambial, tende a limitar o reflexo das baixas externas no preço doméstico durante a semana, refletindo em estabilidade dos preços.<br /><br />•A previsão climática aponta para acumulados de chuva significativos para a região Centro-Sul do Brasil, maiores que 50 mm em áreas do Sul de MG, RJ e parte de SP, que poderão contribuir para elevar a umidade no solo e favorecer o plantio da safra 2022/23 nestes estados.<br /><br />Para o café: <br /><br />•Maior oferta da safra brasileira de 2022, ainda que em volume inferior ao previsto, deve manter pressão negativa nos preços externos no curto prazo. <br /><br />•Precipitação e bom início da safra, com abotoamento e floradas em bom volume, aumentam otimismo com tamanho safra 2023 mas discussões sofre efeitos negativos do período seco ainda são motivos de preocupação. <br /><br />•O menor volume da safra 2022 e consequente manutenção de estreitamento na relação estoque consumo devem sustentar especulações é limitar redução de cotações no médio prazo.<br /><br />•Previsões de continuidade nas chuvas reduzem incertezas, mas intensidade e reflexos da estiagem anterior na produção ainda mantêm especulações sobre efeito do clima no também no médio prazo.<br /><br />•Apesar do direcionamento de baixa no custo prazo, a volatilidade deve permanecer elevada no mercado, direcionada pela oferta disponível no Brasil, direcionamento cambial, tensões geopolíticas mundiais, cenário interno e consumo mundial.<br /><br />E finalizando com o Boi Gordo temos:<br /><br />•O mercado de reposição segue lento e com preços estáveis. Assim, deve acompanhar o mercado físico do boi gordo no curto prazo.<br /><br />•Para a primeira quinzena de outubro, a expectativa é de recuperação nos preços da carne bovina, em decorrência da entrada dos salários na economia interna, fato que motiva a reposição entre atacado e varejo.<br /><br />•A ocorrência de chuvas deve melhorar a capacidade de suporte das pastagens e permitir aos criadores segurar o animal no pasto por mais tempo. No entanto, para o confinador traz a dificuldade de retenção do animal, uma vez que os custos de nutrição ainda exercem pressão sobre as margens da atividade.<br /><br />•Considerando o fraco fluxo de negócios e a pressão exercida pelos frigoríficos sobre o preço da @ do boi gordo, espera-se que o mercado físico do boi gordo opere com viés de baixa na próxima semana.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51453444</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2022 14:08:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51453444/20221003_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="4699995" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de outubro de 2022, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 03 de outubro de 2022, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja: <br /><br />•Em Chicago, o clima de receio em relação ao cenário da economia mundial seguirá exercendo pressão negativa nos contratos futuros de soja que sofre, também, influência de outras commodities. A comercialização da soja norte americana também deverá ser observada, visto que com o feriado até 10 de outubro na China (Golden Week), as exportações tendem a diminuir.<br /><br />•Em contraponto, o andamento da colheita do EUA e seus dados de produtividade poderão influenciar CBOT. O clima seco, apesar de favorecer a colheita prejudica a maturação de parte das lavouras. <br /><br />•As condições meteorológicas para o plantio na América do Sul tendem a ser inseridas na precificação internacional. Apesar da perspectiva de La Niña, o clima atual segue favorecendo o plantio, fator de pressão negativa no curto prazo.<br /><br />•No Brasil, a janela favorável para o plantio a e perspectiva de safra recorde irão pressionar o mercado interno e destravar a comercialização da nova safra. O produtor deverá ficar atento ao câmbio, aproveitando altas para firmar posições de venda. O plantio da safra de soja 2022/23 já atingiu 2% da área total esperada. A semeadura iniciou adiantada nesta temporada superando o total plantado em igual período do ano passado e acima também da média dos últimos cinco anos, ambos indicados em 0,8%. <br /><br />Para o milho: <br /><br />•O avanço da colheita de milho nos EUA tende a pressionar negativamente as cotações no mercado externo. As previsões são de temperaturas elevadas e chuvas abaixo da normalidade, o que pode favorecer os trabalhos a campo.<br /><br />•Soma-se como fator de pressão negativa a preocupação com a economia global e o crescimento econômico de importantes nações.<br /><br />•Fator que pode atuar como limitador da pressão negativa é o receio com a manutenção do corredor para escoamento de grãos no Mar Negro e o avanço do conflito entre Rússia e Ucrânia.<br /><br />•No Brasil, o produtor ainda segue retraído nas vendas de milho no mercado físico, fator que, atrelado ao movimento cambial, tende a limitar o reflexo das baixas externas no preço doméstico durante a semana, refletindo em estabilidade dos preços.<br /><br />•A previsão climática aponta para acumulados de chuva significativos para a região Centro-Sul do Brasil, maiores que 50 mm em áreas do Sul de MG, RJ e parte de SP, que poderão contribuir para elevar a umidade no solo e favorecer o plantio da safra 2022/23 nestes estados.<br /><br />Para o café: <br /><br />•Maior oferta da safra brasileira de 2022, ainda que em volume inferior ao previsto, deve manter pressão negativa nos preços externos no curto prazo. <br /><br />•Precipitação e bom início da safra, com abotoamento e floradas em bom volume, aumentam otimismo com tamanho safra 2023 mas discussões sofre efeitos negativos do período seco ainda são motivos de preocupação. <br /><br />•O menor volume da safra 2022 e consequente manutenção de estreitamento na relação estoque consumo devem sustentar especulações é limitar redução de cotações no médio prazo.<br /><br />•Previsões de continuidade nas chuvas reduzem incertezas, mas intensidade e reflexos da estiagem anterior na produção ainda mantêm especulações sobre efeito do clima no também no médio prazo.<br /><br />•Apesar do direcionamento de baixa no custo prazo, a volatilidade deve permanecer elevada no mercado, direcionada pela oferta disponível no Brasil, direcionamento cambial, tensões geopolíticas mundiais, cenário interno e consumo mundial.<br /><br />E finalizando com o Boi Gordo temos:<br /><br />•O mercado de reposição segue lento e com preços...]]></itunes:summary><itunes:duration>294</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea8d501dc2a6436b3870889bf4a46ea1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/09/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-09-2022-cenario-da-soja--51427281</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de setembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 28/09 cotado a U$ 14,09/bushel, alta de 1,00% em relação ao início deste mês. <br /><br />Segundo os dados do USDA publicados em 12/09, a perspectiva para a safra de soja 2022/23 nos EUA foi reduzida para 119,16 milhões de toneladas, recuo de 4,15 milhões de toneladas, e ainda pode sofrer alteração com a realização da colheita em andamento. <br /><br />Para o Brasil, a estimativa de produção foi mantida em 149 milhões de toneladas em uma área de 42 milhões de ha. Na Argentina, a estimativa é de 51 milhões de toneladas em 17 milhões de ha cultivados.<br /><br />A colheita nos EUA já alcança 8% de sua área até 26/09, 7% menor que o registrado no mesmo período de 2021. As condições das lavouras pioraram em seu último relatório semanal do USDA, que registrou 55% das lavouras em estado bom e excelente. O mercado da soja vem sofrendo influência, principalmente, pelos seguintes fatores: tamanho da safra sul-americana e seu desenvolvimento, posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB e conflitos geopolíticos na Europa. Ressaltamos a estratégia de comercialização da soja pelo governo argentino com a política de câmbio travada a 200 pesos/dólar até esta data.  <br /><br />A previsão do INMET para o mês de outubro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, MT, GO e MATOPIBA e acima da média no PR, MS, MG e SP, estes últimos, em função do excesso de chuvas, deverão sofrer atrasos no avanço do plantio. <br /><br />Para o longo prazo, permanece a estimativa de ocorrência de La Niña, com incidência do fenômeno climático pela terceira safra consecutiva.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 28/09, foi cotado a R$ 185,87/saca, redução de 1,71% em relação ao início de setembro. Contudo, o prêmio nos portos tem se mantido valorizado, precificado para o mês de setembro em torno de 2,10 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51427281</guid><pubDate>Fri, 30 Sep 2022 13:31:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51427281/20220930_bbcast_agro_soja.mp3" length="3164831" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 30 de setembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 30 de setembro de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />A cotação da soja, contrato Nov/22 na Bolsa de Chicago, fechou o dia 28/09 cotado a U$ 14,09/bushel, alta de 1,00% em relação ao início deste mês. <br /><br />Segundo os dados do USDA publicados em 12/09, a perspectiva para a safra de soja 2022/23 nos EUA foi reduzida para 119,16 milhões de toneladas, recuo de 4,15 milhões de toneladas, e ainda pode sofrer alteração com a realização da colheita em andamento. <br /><br />Para o Brasil, a estimativa de produção foi mantida em 149 milhões de toneladas em uma área de 42 milhões de ha. Na Argentina, a estimativa é de 51 milhões de toneladas em 17 milhões de ha cultivados.<br /><br />A colheita nos EUA já alcança 8% de sua área até 26/09, 7% menor que o registrado no mesmo período de 2021. As condições das lavouras pioraram em seu último relatório semanal do USDA, que registrou 55% das lavouras em estado bom e excelente. O mercado da soja vem sofrendo influência, principalmente, pelos seguintes fatores: tamanho da safra sul-americana e seu desenvolvimento, posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB e conflitos geopolíticos na Europa. Ressaltamos a estratégia de comercialização da soja pelo governo argentino com a política de câmbio travada a 200 pesos/dólar até esta data.  <br /><br />A previsão do INMET para o mês de outubro indica tendência de chuvas abaixo da média no RS, MT, GO e MATOPIBA e acima da média no PR, MS, MG e SP, estes últimos, em função do excesso de chuvas, deverão sofrer atrasos no avanço do plantio. <br /><br />Para o longo prazo, permanece a estimativa de ocorrência de La Niña, com incidência do fenômeno climático pela terceira safra consecutiva.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa, de acordo com o indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 28/09, foi cotado a R$ 185,87/saca, redução de 1,71% em relação ao início de setembro. Contudo, o prêmio nos portos tem se mantido valorizado, precificado para o mês de setembro em torno de 2,10 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>198</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/09/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-09-2022-cenario-do-boi-gordo--51415976</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de setembro de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados - MS e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mercado físico do boi segue com poucas novidades na última semana, com preços relativamente estáveis, sendo observado ajustes positivos, principalmente nos animais destinados à exportação, nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Em algumas localidades, com oferta confortável de animais para abate, escalas de abate ainda alongadas e a indústria trabalhando estoques, os preços da arroba oscilaram levemente em campo negativo.  <br /><br />A cotação da arroba do Boi no dia 27/09/22, Indicador CEPEA Esalq/B3, fechou em R$ 306,7/@, acumulando recuo de 2,56% desde o início do mês. A diferença para os contratos futuros segue estreita, com vencimento nov/2022 cotado a R$308,70/@.<br /><br />Os embarques de carne bovina, de acordo com dados da Secex atingiram 155,05 mil toneladas, com um volume médio diário embarcado de 9,69 mil toneladas, alta de 8,8% ante set/21. Caso o ritmo seja mantido, o volume de quase 187 mil toneladas de set/21 será ultrapassado. No Mercado Interno, o consumo da carne bovina segue arrefecido e o fluxo de reposição até o varejo segue lento. Por outro lado, há expectativa de recuperação do mercado para a primeira quinzena do mês de outubro, dado a entrada de massa salarial. Para o 4ºT/22 espera-se que o mercado doméstico apresente recuperação, em especial devido às eleições, auxílios pagos pelo Governo, Copa do Mundo e o melhor desempenho da economia.<br /> <br />O IBGE divulgou informações sobre fechamento do rebanho bovino no Brasil em 2021, que totalizou 224,6 milhões de cabeças de gado, recorde no Brasil, com crescimento de 3,1% ante 2020 e superando o recorde anterior, de 218,2 milhões de cabeças em 2016. Este crescimento do rebanho bovino brasileiro a partir de 2019, quando se iniciou a fase do ciclo pecuário caracterizado pela retenção de matrizes, foi resultado dos bons preços dos bezerros. No entanto, o aumento nos abates observados em 2022 dá indícios de reversão deste ciclo, com aumento no número de abate de matrizes.<br /><br />Considerando a maior pressão de oferta com a provável inversão do ciclo pecuário, importante o pecuarista estar atento a este movimento e aproveitar os últimos meses de 2022, que indicam ter boa demanda externa e melhor desempenho no consumo doméstico e preços firmes, para firmar posições e se proteger contra baixas futuras. Para isso, o BB disponibiliza as opções agro, que podem ser simuladas e contratadas diretamente no APP do Banco do Brasil. <br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações. E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51415976</guid><pubDate>Thu, 29 Sep 2022 12:44:46 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51415976/20220929_bbcast_agro_pecuaria_de_corte.mp3" length="3543919" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de setembro de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados - MS e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
O mercado físico do boi segue com poucas novidades na última semana,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de setembro de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados - MS e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mercado físico do boi segue com poucas novidades na última semana, com preços relativamente estáveis, sendo observado ajustes positivos, principalmente nos animais destinados à exportação, nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Em algumas localidades, com oferta confortável de animais para abate, escalas de abate ainda alongadas e a indústria trabalhando estoques, os preços da arroba oscilaram levemente em campo negativo.  <br /><br />A cotação da arroba do Boi no dia 27/09/22, Indicador CEPEA Esalq/B3, fechou em R$ 306,7/@, acumulando recuo de 2,56% desde o início do mês. A diferença para os contratos futuros segue estreita, com vencimento nov/2022 cotado a R$308,70/@.<br /><br />Os embarques de carne bovina, de acordo com dados da Secex atingiram 155,05 mil toneladas, com um volume médio diário embarcado de 9,69 mil toneladas, alta de 8,8% ante set/21. Caso o ritmo seja mantido, o volume de quase 187 mil toneladas de set/21 será ultrapassado. No Mercado Interno, o consumo da carne bovina segue arrefecido e o fluxo de reposição até o varejo segue lento. Por outro lado, há expectativa de recuperação do mercado para a primeira quinzena do mês de outubro, dado a entrada de massa salarial. Para o 4ºT/22 espera-se que o mercado doméstico apresente recuperação, em especial devido às eleições, auxílios pagos pelo Governo, Copa do Mundo e o melhor desempenho da economia.<br /> <br />O IBGE divulgou informações sobre fechamento do rebanho bovino no Brasil em 2021, que totalizou 224,6 milhões de cabeças de gado, recorde no Brasil, com crescimento de 3,1% ante 2020 e superando o recorde anterior, de 218,2 milhões de cabeças em 2016. Este crescimento do rebanho bovino brasileiro a partir de 2019, quando se iniciou a fase do ciclo pecuário caracterizado pela retenção de matrizes, foi resultado dos bons preços dos bezerros. No entanto, o aumento nos abates observados em 2022 dá indícios de reversão deste ciclo, com aumento no número de abate de matrizes.<br /><br />Considerando a maior pressão de oferta com a provável inversão do ciclo pecuário, importante o pecuarista estar atento a este movimento e aproveitar os últimos meses de 2022, que indicam ter boa demanda externa e melhor desempenho no consumo doméstico e preços firmes, para firmar posições e se proteger contra baixas futuras. Para isso, o BB disponibiliza as opções agro, que podem ser simuladas e contratadas diretamente no APP do Banco do Brasil. <br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações. E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>222</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/09/2022 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-09-2022-cenario-do-cafe-arabica--51405837</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 28, de setembro de 2022, eu sou João Vitor Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina - PR e hoje vamos falar sobre o mercado do café arábica.<br /><br />Com a colheita finalizada e natural aumento de disponibilidade no mercado físico, somado às precipitações ocorridas recentemente e que tendem a permanecer no cinturão cafeeiro neste final de setembro, as cotações do café foram pressionadas negativamente em parte da semana passada em Nova Iorque e no Brasil. <br /><br />No entanto, o que prevaleceu foram as informações de menor safra brasileira 2022 revisada pela Conab e os baixos estoques certificados na Ice, fazendo com que o contrato referência, Dez/22, encerrasse o período de 16 a 23/09 com valorização de 1,95%, cotado a US$ 220,45 centavos de dólar por libra peso. Caso os números divulgados se concretizem, a relação estoque consumo até a próxima safra deverá permanecer bastante estreita.<br /><br />No mercado físico interno, os preços os oscilaram dentro da estabilidade, com leve recuo de 0,5% nas principais praças de comercialização, variando entre R$ 1240 e R$ 1290 a saca de 60 Kg. A elevada volatilidade nas cotações do café deverá continuar presente, em especial nesse momento em que ocorrem as floradas. Assim, o clima no Brasil segue como foco de atenção do mercado. <br /><br />Com a produção cada vez mais vulnerável às mudanças e aos fenômenos climáticos adversos, a irrigação de lavouras cafeeiras, que já vinha sendo um fator determinante nos resultados de produtividade do café conilon, também aumenta sua importância para as lavouras de café arábica, as quais passaram por dois anos sob influência de eventos climáticos adversos.<br /><br />Neste contexto, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito rural destinadas à implantação de sistemas de irrigação, que permitem amortizar o investimento ao longo de várias safras. Isso permite ao produtor obter maior produtividade, favorecendo a elevação dos resultados financeiros da atividade. <br /><br />Ainda, considerando o momento de elevada volatilidade de preços, também é importante que o produtor planeje adequadamente a comercialização da sua produção, negociando o café em momentos favoráveis de preços. Para isso o BB também disponibiliza linhas de crédito para comercialização. <br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51405837</guid><pubDate>Wed, 28 Sep 2022 13:15:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51405837/20220928_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3021471" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 28, de setembro de 2022, eu sou João Vitor Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina - PR e hoje vamos falar sobre o mercado do café arábica.&#13;
&#13;
Com a colheita finalizada e natural aumento de disponibilidade no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 28, de setembro de 2022, eu sou João Vitor Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina - PR e hoje vamos falar sobre o mercado do café arábica.<br /><br />Com a colheita finalizada e natural aumento de disponibilidade no mercado físico, somado às precipitações ocorridas recentemente e que tendem a permanecer no cinturão cafeeiro neste final de setembro, as cotações do café foram pressionadas negativamente em parte da semana passada em Nova Iorque e no Brasil. <br /><br />No entanto, o que prevaleceu foram as informações de menor safra brasileira 2022 revisada pela Conab e os baixos estoques certificados na Ice, fazendo com que o contrato referência, Dez/22, encerrasse o período de 16 a 23/09 com valorização de 1,95%, cotado a US$ 220,45 centavos de dólar por libra peso. Caso os números divulgados se concretizem, a relação estoque consumo até a próxima safra deverá permanecer bastante estreita.<br /><br />No mercado físico interno, os preços os oscilaram dentro da estabilidade, com leve recuo de 0,5% nas principais praças de comercialização, variando entre R$ 1240 e R$ 1290 a saca de 60 Kg. A elevada volatilidade nas cotações do café deverá continuar presente, em especial nesse momento em que ocorrem as floradas. Assim, o clima no Brasil segue como foco de atenção do mercado. <br /><br />Com a produção cada vez mais vulnerável às mudanças e aos fenômenos climáticos adversos, a irrigação de lavouras cafeeiras, que já vinha sendo um fator determinante nos resultados de produtividade do café conilon, também aumenta sua importância para as lavouras de café arábica, as quais passaram por dois anos sob influência de eventos climáticos adversos.<br /><br />Neste contexto, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito rural destinadas à implantação de sistemas de irrigação, que permitem amortizar o investimento ao longo de várias safras. Isso permite ao produtor obter maior produtividade, favorecendo a elevação dos resultados financeiros da atividade. <br /><br />Ainda, considerando o momento de elevada volatilidade de preços, também é importante que o produtor planeje adequadamente a comercialização da sua produção, negociando o café em momentos favoráveis de preços. Para isso o BB também disponibiliza linhas de crédito para comercialização. <br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8a5dfb7e3564ba653f370f03f62c2a82.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/09/2022 - Cenário da laranja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-09-2022-cenario-da-laranja--51395412</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 27 de setembro de 2022, meu nome é Leobino Santos, sou Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Belém - PA, e falaremos sobre o cenário da citricultura.<br /><br />A safra 2022/2023 de laranja está iniciando com perspectiva de aumento de 54 milhões de caixas na produção. Porém, ainda que as condições das lavouras para a safra estejam favoráveis, as margens do produtor podem ser impactadas pelo custo de produção elevado. <br /><br />A demanda pela fruta continua forte, já que os estoques de suco estão reduzidos. No Brasil, o cenário aponta para manutenção dos preços em bons patamares, aumento da produção e da demanda até que haja recuperação das perdas ocorridas nas duas safras anteriores.<br /><br />A primeira estimativa da safra 2022/2023 divulgada pelo Fundecitrus em maio apontava expectativa de uma safra de quase 317 milhões de caixas de 40,8 kg de laranjas para o cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais. <br /><br />No entanto, em novo relatório divulgado pelo Fundo agora em setembro, os baixos volumes de chuvas últimos meses, apenas metade do normal climatológico, prejudicaram o crescimento dos frutos, ocasionando redução em relação a expectativa anterior. A nova previsão é de que sejam produzidas cerca de 314 milhões de caixas, ainda assim uma recuperação de mais de 19% em relação à temporada passada. <br /><br />Apesar do desempenho positivo, a maior produção não é suficiente para gerar excedentes, devido à elevada demanda industrial e aos baixos estoques de suco.  Assim o cenário é de bastante equilíbrio entre oferta e demanda.<br /><br />Outro ponto importante no relatório do Fundecitrus remete à redução da área de produção de laranjas, a qual teve redução de 3,6% na área plantada com laranjas de 2018 para 2022 no cinturão citrícola. Isso pode impactar o cenário futuro da citricultura, limitando as safras seguintes a produções máximas de 350 milhões de caixas de 40,8 kg.<br /><br />As últimas cotações, tanto da laranja indústria quanto para mesa, apontam para uma valorização de cerca de 2% em relação ao mês de agosto, com a laranja indústria alcançando o valor de R$31,89 por caixa e a laranja mesa R$39,95 por caixa.<br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de investimento para melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51395412</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2022 12:51:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51395412/20220927_bbcast_agro_laranja.mp3" length="3128050" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é terça-feira, 27 de setembro de 2022, meu nome é Leobino Santos, sou Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Belém - PA, e falaremos sobre o cenário da citricultura.&#13;
&#13;
A safra 2022/2023 de laranja está iniciando com perspectiva...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 27 de setembro de 2022, meu nome é Leobino Santos, sou Assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Belém - PA, e falaremos sobre o cenário da citricultura.<br /><br />A safra 2022/2023 de laranja está iniciando com perspectiva de aumento de 54 milhões de caixas na produção. Porém, ainda que as condições das lavouras para a safra estejam favoráveis, as margens do produtor podem ser impactadas pelo custo de produção elevado. <br /><br />A demanda pela fruta continua forte, já que os estoques de suco estão reduzidos. No Brasil, o cenário aponta para manutenção dos preços em bons patamares, aumento da produção e da demanda até que haja recuperação das perdas ocorridas nas duas safras anteriores.<br /><br />A primeira estimativa da safra 2022/2023 divulgada pelo Fundecitrus em maio apontava expectativa de uma safra de quase 317 milhões de caixas de 40,8 kg de laranjas para o cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais. <br /><br />No entanto, em novo relatório divulgado pelo Fundo agora em setembro, os baixos volumes de chuvas últimos meses, apenas metade do normal climatológico, prejudicaram o crescimento dos frutos, ocasionando redução em relação a expectativa anterior. A nova previsão é de que sejam produzidas cerca de 314 milhões de caixas, ainda assim uma recuperação de mais de 19% em relação à temporada passada. <br /><br />Apesar do desempenho positivo, a maior produção não é suficiente para gerar excedentes, devido à elevada demanda industrial e aos baixos estoques de suco.  Assim o cenário é de bastante equilíbrio entre oferta e demanda.<br /><br />Outro ponto importante no relatório do Fundecitrus remete à redução da área de produção de laranjas, a qual teve redução de 3,6% na área plantada com laranjas de 2018 para 2022 no cinturão citrícola. Isso pode impactar o cenário futuro da citricultura, limitando as safras seguintes a produções máximas de 350 milhões de caixas de 40,8 kg.<br /><br />As últimas cotações, tanto da laranja indústria quanto para mesa, apontam para uma valorização de cerca de 2% em relação ao mês de agosto, com a laranja indústria alcançando o valor de R$31,89 por caixa e a laranja mesa R$39,95 por caixa.<br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de investimento para melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.]]></itunes:summary><itunes:duration>196</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c97431bc45c303275b4d527e97098ec7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/09/2022 - Perspectiva semanal: mercado agro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-09-2022-perspectiva-semanal-mercado-agro--51385258</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de setembro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br />•As condições climáticas estão favoráveis para o início do plantio na América do Sul e irão gradativamente direcionar as cotações internacionais, exercendo pressão negativa já no curto prazo. <br />•Mesmo com perspectiva da colheita seguir atrasada nos EUA em relação a anos anteriores, a elevação na disponibilidade de soja também tende a pressionar cotações. Fator atenuante, pode ser a apuração da produtividade, que tende a refletir os dados de redução condições das lavouras entre boas e excelentes. <br />•O mercado seguirá sensível aos dados de oferta, visto que o corte na produção esperada efetuada pelo USDA no dia 12/09 mostrou que os estoques seguirão baixos. Em contraponto, também se posicionará frente os reflexos econômicos baixistas no consumo mundial. <br />•Com a redução nos preços internos observados durante a semana anterior, vendedores tende a retrair suas intenções de venda. Contudo, os fundamentos apresentados devem exercer alguma pressão de baixa no preço físico interno durante na semana, contudo não superiores a 1%.<br /><br />Para o milho: <br />•O avanço da colheita de milho nos EUA pode pressionar negativamente as cotações no mercado externo, de acordo com a oferta da safra nova americana. Mercado na expectativa das confirmações de produtividade a campo e o ritmo da colheita.<br />•Preocupações com a economia global e o crescimento econômico de importantes nações podem ser fatores baixista nas cotações externas..<br />•Internamente, a necessidade de liberar espaço nos armazéns (especialmente no Centro-Oeste, que já está iniciando a safra de soja verão) e de caixa dos produtores, para pagamento de seus compromissos, podem refletir em uma semana de estabilidade com viés de baixa no curto prazo, na medida em que a comercialização do grão comece a destravar. <br />•Para a próxima semana as condições climáticas são favoráveis para o início do desenvolvimento das lavouras de milho da safra verão, podendo influenciar negativamente no mercado interno. <br /> <br />Para o café: <br />•As recentes chuvas em regiões produtoras e o início da safra 2022/23 devem favorecer as floradas e elevar a demanda por insumos para a nova safra. Há previsão de continuidade do tempo úmido, mas ainda é cedo para que se possa ter uma previsão precisa da produção futura. <br />•O mercado tende a manter-se bastante volátil neste momento em que se tem a maior disponibilidade do grão com o final da safra Brasil 23, continuidade das precipitações, volume de florada e tamanho da safra 23.<br />•Da mesma forma, o menor volume da safra 22 e consequente manutenção de estreitamento na relação estoque consumo pode sustentar especulações e limitar quedas nas cotações.<br />•Assim, dentre os fatores citados, a maior disponibilidade de café oriundo da safra Brasil 22 e o clima favorável, no momento, tendem a atuar como fatores baixistas nos preços do café ao longo da semana. <br /><br />E finalizando com o Boi Gordo temos:<br />•Frigoríficos bem posicionados em suas escalas de abate devem seguir atuando dentro de suas necessidades e dosando o fluxo de negociações no curto prazo.<br />•No mercado atacadista, a segunda quinzena do mês normalmente é marcada por uma desaceleração no consumo e, dessa forma, menor reposição entre atacado e varejo, fato que pode exercer pressão negativa no preço da carne bovina.<br />•O mercado de reposição segue desaquecido e com poucos negócios realizados. O valor da arroba deve continuar ditando o ritmo na reposição e o volume de negócios ainda não é suficiente para recuperação dos preços, com a oferta maior que a demanda.<br />•Considerando a demanda interna sazonalmente menor, em especial na última semana do mês, somando ao menor fluxo de compras dos frigoríficos voltados ao mercado interno, não são esperadas grandes oscilações no valor da @ no curto prazo.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!<br /><br />Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51385258</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2022 14:01:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51385258/20220926_bbcast_agro_perspectiva_semanal.mp3" length="4107328" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de setembro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 26 de setembro, meu nome é Alexandre Bittencourt, assessor na Diretoria de Agronegócios e trago a vocês hoje as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo. <br /><br />Iniciamos nosso panorama pela soja:<br />•As condições climáticas estão favoráveis para o início do plantio na América do Sul e irão gradativamente direcionar as cotações internacionais, exercendo pressão negativa já no curto prazo. <br />•Mesmo com perspectiva da colheita seguir atrasada nos EUA em relação a anos anteriores, a elevação na disponibilidade de soja também tende a pressionar cotações. Fator atenuante, pode ser a apuração da produtividade, que tende a refletir os dados de redução condições das lavouras entre boas e excelentes. <br />•O mercado seguirá sensível aos dados de oferta, visto que o corte na produção esperada efetuada pelo USDA no dia 12/09 mostrou que os estoques seguirão baixos. Em contraponto, também se posicionará frente os reflexos econômicos baixistas no consumo mundial. <br />•Com a redução nos preços internos observados durante a semana anterior, vendedores tende a retrair suas intenções de venda. Contudo, os fundamentos apresentados devem exercer alguma pressão de baixa no preço físico interno durante na semana, contudo não superiores a 1%.<br /><br />Para o milho: <br />•O avanço da colheita de milho nos EUA pode pressionar negativamente as cotações no mercado externo, de acordo com a oferta da safra nova americana. Mercado na expectativa das confirmações de produtividade a campo e o ritmo da colheita.<br />•Preocupações com a economia global e o crescimento econômico de importantes nações podem ser fatores baixista nas cotações externas..<br />•Internamente, a necessidade de liberar espaço nos armazéns (especialmente no Centro-Oeste, que já está iniciando a safra de soja verão) e de caixa dos produtores, para pagamento de seus compromissos, podem refletir em uma semana de estabilidade com viés de baixa no curto prazo, na medida em que a comercialização do grão comece a destravar. <br />•Para a próxima semana as condições climáticas são favoráveis para o início do desenvolvimento das lavouras de milho da safra verão, podendo influenciar negativamente no mercado interno. <br /> <br />Para o café: <br />•As recentes chuvas em regiões produtoras e o início da safra 2022/23 devem favorecer as floradas e elevar a demanda por insumos para a nova safra. Há previsão de continuidade do tempo úmido, mas ainda é cedo para que se possa ter uma previsão precisa da produção futura. <br />•O mercado tende a manter-se bastante volátil neste momento em que se tem a maior disponibilidade do grão com o final da safra Brasil 23, continuidade das precipitações, volume de florada e tamanho da safra 23.<br />•Da mesma forma, o menor volume da safra 22 e consequente manutenção de estreitamento na relação estoque consumo pode sustentar especulações e limitar quedas nas cotações.<br />•Assim, dentre os fatores citados, a maior disponibilidade de café oriundo da safra Brasil 22 e o clima favorável, no momento, tendem a atuar como fatores baixistas nos preços do café ao longo da semana. <br /><br />E finalizando com o Boi Gordo temos:<br />•Frigoríficos bem posicionados em suas escalas de abate devem seguir atuando dentro de suas necessidades e dosando o fluxo de negociações no curto prazo.<br />•No mercado atacadista, a segunda quinzena do mês normalmente é marcada por uma desaceleração no consumo e, dessa forma, menor reposição entre atacado e varejo, fato que pode exercer pressão negativa no preço da carne bovina.<br />•O mercado de reposição segue desaquecido e com poucos negócios realizados. O valor da arroba deve continuar ditando o ritmo na reposição e o volume de negócios ainda não é suficiente para recuperação dos preços, com a oferta maior que a demanda.<br />•Considerando a demanda...]]></itunes:summary><itunes:duration>257</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,boigordo,broto,café,milho,soja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bc128f03d734ed6d32c439a0370d4aaf.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/09/2022 - Cenário da produção de ovos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-09-2022-cenario-da-producao-de-ovos--51384676</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 26 de setembro de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. <br /><br />Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite aponta que o plantel de galinhas em produção instalado em setembro apresenta o menor volume dos últimos 4 anos, atingindo 111,6 milhões de cabeças, redução de 7,6% se comparado com o mesmo período do ano passado e que deve resultar em um mercado de ovos com oferta mais ajustada.<br /><br />De acordo com informações obtidas no SIDRA (sistema IBGE de recuperação automática), divulgadas no início deste mês, ao compararmos o 4º trimestre de 2019, que foi o período com o maior número de estabelecimentos produtores de ovos já registrado, com o 2º trimestre de 2022, verificou-se uma redução de 4,4%, movimento que pode estar relacionado ao período de pandemia da Covid-19, aumento de custos e preços pressionados negativamente. <br /><br />Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em agosto/2022 o preço médio do milho foi 14,08% inferior ao de janeiro/22 e 16,34% menor ante agosto de 2021. Já o preço médio do farelo de soja aumentou 1,35% de janeiro/22 a agosto/22, e a cotação é 15,50% superior ao do farelo de soja em agosto/21. <br /><br />De janeiro a agosto de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 47,1%, sendo comercializada, em agosto, por R$ 155,87, maior preço médio registrado este ano. <br /><br />Neste cenário, observa-se a melhora na relação de troca milho/dz de ovos e manutenção da relação de troca farelo de soja/dz de ovos nos últimos 6 meses, o que tem aumentado o poder de compra do avicultor e melhorado as margens da atividade. <br /><br />A boa perspectiva sobre a colheita nos Estados Unidos, a estimativa de safra brasileira volumosa e estoques elevados desta temporada são bons indicadores de que os custos de produção tendem a se manter estáveis. O ajuste entre oferta e demanda de ovos proporcionado pela redução de matrizes em postura tem sustentado os preços da proteína.<br /><br />Considerando o início do Plano Safra 2022/23, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de investir em modernização dos galpões de postura, construção de silos graneleiros e fábrica de ração e aquisição de sistemas de geração de energia alternativa, promovendo a eficiência e a sustentabilidade dos negócios. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51384676</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2022 13:05:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51384676/20220926_bbcast_agro_avicultura_de_postura.mp3" length="2997647" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 26 de setembro de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. &#13;
&#13;
Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 26 de setembro de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. <br /><br />Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite aponta que o plantel de galinhas em produção instalado em setembro apresenta o menor volume dos últimos 4 anos, atingindo 111,6 milhões de cabeças, redução de 7,6% se comparado com o mesmo período do ano passado e que deve resultar em um mercado de ovos com oferta mais ajustada.<br /><br />De acordo com informações obtidas no SIDRA (sistema IBGE de recuperação automática), divulgadas no início deste mês, ao compararmos o 4º trimestre de 2019, que foi o período com o maior número de estabelecimentos produtores de ovos já registrado, com o 2º trimestre de 2022, verificou-se uma redução de 4,4%, movimento que pode estar relacionado ao período de pandemia da Covid-19, aumento de custos e preços pressionados negativamente. <br /><br />Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em agosto/2022 o preço médio do milho foi 14,08% inferior ao de janeiro/22 e 16,34% menor ante agosto de 2021. Já o preço médio do farelo de soja aumentou 1,35% de janeiro/22 a agosto/22, e a cotação é 15,50% superior ao do farelo de soja em agosto/21. <br /><br />De janeiro a agosto de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 47,1%, sendo comercializada, em agosto, por R$ 155,87, maior preço médio registrado este ano. <br /><br />Neste cenário, observa-se a melhora na relação de troca milho/dz de ovos e manutenção da relação de troca farelo de soja/dz de ovos nos últimos 6 meses, o que tem aumentado o poder de compra do avicultor e melhorado as margens da atividade. <br /><br />A boa perspectiva sobre a colheita nos Estados Unidos, a estimativa de safra brasileira volumosa e estoques elevados desta temporada são bons indicadores de que os custos de produção tendem a se manter estáveis. O ajuste entre oferta e demanda de ovos proporcionado pela redução de matrizes em postura tem sustentado os preços da proteína.<br /><br />Considerando o início do Plano Safra 2022/23, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de investir em modernização dos galpões de postura, construção de silos graneleiros e fábrica de ração e aquisição de sistemas de geração de energia alternativa, promovendo a eficiência e a sustentabilidade dos negócios. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,avicultura,aviculturadepostura,bancodobrasil,bb,broto,ovos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4934bc85fe2df2003e4017abcd7115c1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/09/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-09-2022-cenario-do-milho--51359245</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de setembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />De acordo com o Departamento de Agricultura dos norte-americano, a colheita de milho nos Estados Unidos já iniciou e atingiu 7% no relatório divulgado no dia 19. <br /><br />Apesar do início da colheita, os preços internacionais se mantiveram sustentados nos últimos dias, refletindo a redução na estimativa da produção da safra norte-americana no Balanço de Oferta e Demanda do USDA de setembro, que reduziu em cerca 10 milhões de toneladas a produção da safra 22/23 em relação a estimativa de agosto, devido ao calor e seca no desenvolvimento das lavouras. <br /><br />A produção total está estimada em 354 milhões de toneladas, quase 30 milhões de toneladas a menos que a registrada na safra 21/22. <br /><br />Na terça-feira, dia 20, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,92 bushel, alta de 2%, mas na sessão seguinte recuou para US$ 6,85/bushel, devolvendo parte dos ganhos recentes. <br /><br />No Brasil, o plantio do milho 1ª safra vem avançando nos estados ao sul do país. De acordo com a CONAB, o Rio Grande do Sul já semeou 35% da área, Paraná 32% e Santa Catarina 30%. <br /><br />Os trabalhos de campo estão ligeiramente mais avançados em relação ao mesmo período do ano passado e, até o momento, as condições para a safra de milho verão 22/23 no sul do país estão favoráveis. <br /><br />Na primeira estimativa da safra nova, o órgão apontou produção de 28,98 milhões de toneladas no verão, volume 16% superior em relação à safra 21/22, apoiada em uma recuperação na produção da região sul. <br /><br />O preço físico, referência Campinas/CEPEA, manteve-se estável nos últimos dias, cotado a R$ 84,24 a saca em 21/09. Essa estabilidade observada resulta do suporte nas cotações internacionais, além da demanda firme pelo grão, com as exportações batendo recordes nos últimos dois meses.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51359245</guid><pubDate>Fri, 23 Sep 2022 12:56:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51359245/20220923_bbcast_agro_milho.mp3" length="3477882" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 23 de setembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
De acordo com o Departamento de Agricultura dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 23 de setembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />De acordo com o Departamento de Agricultura dos norte-americano, a colheita de milho nos Estados Unidos já iniciou e atingiu 7% no relatório divulgado no dia 19. <br /><br />Apesar do início da colheita, os preços internacionais se mantiveram sustentados nos últimos dias, refletindo a redução na estimativa da produção da safra norte-americana no Balanço de Oferta e Demanda do USDA de setembro, que reduziu em cerca 10 milhões de toneladas a produção da safra 22/23 em relação a estimativa de agosto, devido ao calor e seca no desenvolvimento das lavouras. <br /><br />A produção total está estimada em 354 milhões de toneladas, quase 30 milhões de toneladas a menos que a registrada na safra 21/22. <br /><br />Na terça-feira, dia 20, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,92 bushel, alta de 2%, mas na sessão seguinte recuou para US$ 6,85/bushel, devolvendo parte dos ganhos recentes. <br /><br />No Brasil, o plantio do milho 1ª safra vem avançando nos estados ao sul do país. De acordo com a CONAB, o Rio Grande do Sul já semeou 35% da área, Paraná 32% e Santa Catarina 30%. <br /><br />Os trabalhos de campo estão ligeiramente mais avançados em relação ao mesmo período do ano passado e, até o momento, as condições para a safra de milho verão 22/23 no sul do país estão favoráveis. <br /><br />Na primeira estimativa da safra nova, o órgão apontou produção de 28,98 milhões de toneladas no verão, volume 16% superior em relação à safra 21/22, apoiada em uma recuperação na produção da região sul. <br /><br />O preço físico, referência Campinas/CEPEA, manteve-se estável nos últimos dias, cotado a R$ 84,24 a saca em 21/09. Essa estabilidade observada resulta do suporte nas cotações internacionais, além da demanda firme pelo grão, com as exportações batendo recordes nos últimos dois meses.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Para simular e contratar é rápido e prático. Basta abrir o APP do Banco do Brasil e no Menu Principal acessar a aba “Agro” e em seguida clicar em “Simular e contratar opções agro” e seguir as orientações em tela. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/09/2022 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-09-2022-cenario-do-algodao--51344136</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 22 de setembro, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />O mês de agosto apresentou variação positiva de 17% na cotação internacional da pluma. A divulgação do relatório mensal do USDA informando a perspectiva de redução na produção de importantes players, como Paquistão e EUA, devido ao clima adverso foi o principal direcionador da alta observada nas cotações.<br /><br />Contudo, a China, maior consumidora de pluma do mundo, no início de setembro voltou a restringir a circulação de pessoas com medidas protetivas e lockdowns, devido à ocorrência de casos de Covid-19, que preocupa o país.<br /><br />Já em setembro, o boletim do USDA apresentou dois fatores que afetaram a cotação internacional da pluma: o recuo na demanda e aumento na produção mundial, impulsionada pela recuperação das lavouras nos Estados Unidos. Desta forma, a variação de preços no mês foi negativa em quase 12% até o momento.<br /><br />No Brasil, a colheita está finalizada e mesmo com a redução de produtividade nos principais estados produtores, o país poderá alcançar uma produção total 8,5% superior à safra passada, ou seja, cerca de 2,55 milhões de toneladas de pluma.<br /><br />O alento positivo ao mercado interno é que as exportações brasileiras em agosto foram 24% superiores às de agosto de 2021 e a previsão é que se intensifiquem, devido aos contratos já firmados anteriormente pelos cotonicultores.<br /><br />Visando proteger as receitas da atividade, a exemplo da volatilidade observada nas cotações entre agosto e setembro, os cotonicultores poderão utilizar o Termo de Moedas e Opções Agro do BB, como forma de proteção contra as oscilações negativas na cotação do dólar e da pluma nos mercados externo e interno. <br /><br />E o melhor, a simulação e a contratação das Opções Agro BB podem ser realizadas diretamente no APP do Banco do Brasil de forma rápida e prática. <br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51344136</guid><pubDate>Thu, 22 Sep 2022 12:46:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51344136/20220922_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2881872" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 22 de setembro, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. &#13;
&#13;
O mês de agosto apresentou variação positiva de 17% na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 22 de setembro, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />O mês de agosto apresentou variação positiva de 17% na cotação internacional da pluma. A divulgação do relatório mensal do USDA informando a perspectiva de redução na produção de importantes players, como Paquistão e EUA, devido ao clima adverso foi o principal direcionador da alta observada nas cotações.<br /><br />Contudo, a China, maior consumidora de pluma do mundo, no início de setembro voltou a restringir a circulação de pessoas com medidas protetivas e lockdowns, devido à ocorrência de casos de Covid-19, que preocupa o país.<br /><br />Já em setembro, o boletim do USDA apresentou dois fatores que afetaram a cotação internacional da pluma: o recuo na demanda e aumento na produção mundial, impulsionada pela recuperação das lavouras nos Estados Unidos. Desta forma, a variação de preços no mês foi negativa em quase 12% até o momento.<br /><br />No Brasil, a colheita está finalizada e mesmo com a redução de produtividade nos principais estados produtores, o país poderá alcançar uma produção total 8,5% superior à safra passada, ou seja, cerca de 2,55 milhões de toneladas de pluma.<br /><br />O alento positivo ao mercado interno é que as exportações brasileiras em agosto foram 24% superiores às de agosto de 2021 e a previsão é que se intensifiquem, devido aos contratos já firmados anteriormente pelos cotonicultores.<br /><br />Visando proteger as receitas da atividade, a exemplo da volatilidade observada nas cotações entre agosto e setembro, os cotonicultores poderão utilizar o Termo de Moedas e Opções Agro do BB, como forma de proteção contra as oscilações negativas na cotação do dólar e da pluma nos mercados externo e interno. <br /><br />E o melhor, a simulação e a contratação das Opções Agro BB podem ser realizadas diretamente no APP do Banco do Brasil de forma rápida e prática. <br /><br />Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b23fce1a633c7e5d72819e426face73a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/09/2022 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-09-2022-cenario-do-cafe-conilon--51332907</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de setembro de 2022, meu nome é Thiago Ribeiro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Cachoeiro de Itapemirim-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.  <br /><br />As lavouras de café conilon - robusta, em algumas microrregiões isoladas do Espírito Santo passaram por um período de ventanias intensas nos últimos trinta dias, que desfolharam os cafezais e provocaram a queda de flores, o que pode afetar a produção da próxima safra. <br /><br />É importante destacar que esse período é determinante no ciclo da cultura, pois definirá o seu potencial produtivo para a próxima safra, sendo o volume e uniformidade fatores decisivos para uma boa produção.<br /><br />No mercado externo, na bolsa de Londres, o café tipo conilon, contrato nov/22, encerrou a semana passada com desvalorização de US$24,00 por tonelada, sendo negociado a US$ 2.202/t. O preço do produto no mercado físico interno tem mantido tendência de estabilidade nas últimas semanas cotado à R$ 720,00/saca de conilon tipo 7, na COOABRIEL. <br /><br />As exportações de café conilon entre janeiro e agosto de 2022, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) totalizou pouco mais de 1 milhão e 32 mil sacas, sendo Colômbia, Espanha, Argentina, EUA e Alemanha os principais destinos. Nosso principal concorrente e maior produtor mundial da variedade, o Vietnã, registrou alta de 14,7% nos seus embarques entre jan e ago deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 20 milhões de sacas de 60 Kg. <br /><br />Voltando ao momento da safra no Brasil, com o início da granação dos cafezais no ES e considerando o período prolongado de estiagem ocorrido nos últimos meses no estado, mesmo em lavouras irrigadas, faz-se importante aumentar o controle em relação a infestação de ácaros e insetos e seguir todas as recomendações de prevenção e manejo adequados para a época, sempre atendendo todos os critérios de sustentabilidade a fim de buscar a qualidade do produto, agregando valor à produção. <br /><br />E, para atender essas demandas e desafios da atividade, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, assim como de linhas de crédito para comercialização do produto e o custeio da próxima safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51332907</guid><pubDate>Wed, 21 Sep 2022 12:46:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51332907/20220921_bbcast_agro_cafe_conilon.mp3" length="2556700" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 21 de setembro de 2022, meu nome é Thiago Ribeiro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Cachoeiro de Itapemirim-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.  &#13;
&#13;
As lavouras de café conilon - robusta, em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 21 de setembro de 2022, meu nome é Thiago Ribeiro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Cachoeiro de Itapemirim-ES e vamos falar sobre o cenário do café conilon.  <br /><br />As lavouras de café conilon - robusta, em algumas microrregiões isoladas do Espírito Santo passaram por um período de ventanias intensas nos últimos trinta dias, que desfolharam os cafezais e provocaram a queda de flores, o que pode afetar a produção da próxima safra. <br /><br />É importante destacar que esse período é determinante no ciclo da cultura, pois definirá o seu potencial produtivo para a próxima safra, sendo o volume e uniformidade fatores decisivos para uma boa produção.<br /><br />No mercado externo, na bolsa de Londres, o café tipo conilon, contrato nov/22, encerrou a semana passada com desvalorização de US$24,00 por tonelada, sendo negociado a US$ 2.202/t. O preço do produto no mercado físico interno tem mantido tendência de estabilidade nas últimas semanas cotado à R$ 720,00/saca de conilon tipo 7, na COOABRIEL. <br /><br />As exportações de café conilon entre janeiro e agosto de 2022, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) totalizou pouco mais de 1 milhão e 32 mil sacas, sendo Colômbia, Espanha, Argentina, EUA e Alemanha os principais destinos. Nosso principal concorrente e maior produtor mundial da variedade, o Vietnã, registrou alta de 14,7% nos seus embarques entre jan e ago deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 20 milhões de sacas de 60 Kg. <br /><br />Voltando ao momento da safra no Brasil, com o início da granação dos cafezais no ES e considerando o período prolongado de estiagem ocorrido nos últimos meses no estado, mesmo em lavouras irrigadas, faz-se importante aumentar o controle em relação a infestação de ácaros e insetos e seguir todas as recomendações de prevenção e manejo adequados para a época, sempre atendendo todos os critérios de sustentabilidade a fim de buscar a qualidade do produto, agregando valor à produção. <br /><br />E, para atender essas demandas e desafios da atividade, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, assim como de linhas de crédito para comercialização do produto e o custeio da próxima safra. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>160</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f2be3bcf848c1e86a9b22616fb825cad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/09/2022 - Cenário da suinocultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-09-2022-cenario-da-suinocultura--51319365</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de setembro de 2022, meu nome é Alexandre Correa Petry, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco - PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente. <br /><br />O segundo semestre de 2022 está se mostrando mais favorável à suinocultura brasileira em comparação ao primeiro semestre deste ano.<br /><br />A exportação de carne suína, que no primeiro semestre de 2022 fechou em 458 mil toneladas e redução de 10% em comparação com o mesmo período de 2021, tem apresentado sinais de recuperação neste início de 2º semestre.<br /><br />No mês de agosto, o volume exportado de carne suína resfriada ou congelada foi de 106,3 mil toneladas, desempenho recorde mensal, de acordo a Secex. Os bons números continuam no mês de setembro, pois dados preliminares da primeira semana, indicaram média diária de 5.184 toneladas. Se o ritmo for mantido, o volume embarcado em setembro também será excelente.<br /><br />No mercado interno, o preço do suíno terminado, que esteve pressionado negativamente em boa parte do primeiro semestre, iniciou movimento de recuperação mais expressivo a partir do mês de maio/22, atingindo a máxima cotação no mês de agosto, quando foi registrado R$ 7,95/kg em algumas praças do estado de Minas Gerais. Porém, a partir da segunda quinzena de agosto observou-se desaceleração dos preços e as cotações atuais estão abaixo de R$ 7,00/kg, segundo o CEPEA.<br /><br />A justificativa para a recente pressão baixista remete ao movimento de preços no 1º semestre, quando a elevação do preço da carne de frango e os altos preços da carne bovina, fizeram com que aumentasse a demanda interna por carne suína, elevando seu preço. Somava-se ainda, o fluxo elevado de exportação, como já mencionado. No momento, observa-se comportamento contrário, com a população buscando proteínas mais baratas, pressionando negativamente os preços do suíno terminado. Ainda assim, espera-se que o preço do suíno se mantenha estável nos próximos meses.<br /><br />Apesar do recuo no preço do milho e da soja ocorrido nos últimos meses, a rentabilidade da suinocultura continua pressionada, em função da elevação dos custos de produção. Assim, o suinocultor precisa ficar atendo em relação ao mercado de grãos, especialmente à volatilidade das cotações gerada pelos dados da safra norte-americana.<br /><br />Nesse cenário, é importante utilizar mecanismos de proteção contra a alta dos preços dos insumos, que pode ser tanto a aquisição antecipada do milho e do farelo de soja, como a proteção de preços no mercado financeiro, por meio das opções Agro do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51319365</guid><pubDate>Tue, 20 Sep 2022 13:06:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51319365/20220920_bbcast_agro_suinocultura.mp3" length="3181131" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de setembro de 2022, meu nome é Alexandre Correa Petry, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco - PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente. &#13;
&#13;
O segundo semestre de 2022 está se mostrando mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de setembro de 2022, meu nome é Alexandre Correa Petry, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Pato Branco - PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura independente. <br /><br />O segundo semestre de 2022 está se mostrando mais favorável à suinocultura brasileira em comparação ao primeiro semestre deste ano.<br /><br />A exportação de carne suína, que no primeiro semestre de 2022 fechou em 458 mil toneladas e redução de 10% em comparação com o mesmo período de 2021, tem apresentado sinais de recuperação neste início de 2º semestre.<br /><br />No mês de agosto, o volume exportado de carne suína resfriada ou congelada foi de 106,3 mil toneladas, desempenho recorde mensal, de acordo a Secex. Os bons números continuam no mês de setembro, pois dados preliminares da primeira semana, indicaram média diária de 5.184 toneladas. Se o ritmo for mantido, o volume embarcado em setembro também será excelente.<br /><br />No mercado interno, o preço do suíno terminado, que esteve pressionado negativamente em boa parte do primeiro semestre, iniciou movimento de recuperação mais expressivo a partir do mês de maio/22, atingindo a máxima cotação no mês de agosto, quando foi registrado R$ 7,95/kg em algumas praças do estado de Minas Gerais. Porém, a partir da segunda quinzena de agosto observou-se desaceleração dos preços e as cotações atuais estão abaixo de R$ 7,00/kg, segundo o CEPEA.<br /><br />A justificativa para a recente pressão baixista remete ao movimento de preços no 1º semestre, quando a elevação do preço da carne de frango e os altos preços da carne bovina, fizeram com que aumentasse a demanda interna por carne suína, elevando seu preço. Somava-se ainda, o fluxo elevado de exportação, como já mencionado. No momento, observa-se comportamento contrário, com a população buscando proteínas mais baratas, pressionando negativamente os preços do suíno terminado. Ainda assim, espera-se que o preço do suíno se mantenha estável nos próximos meses.<br /><br />Apesar do recuo no preço do milho e da soja ocorrido nos últimos meses, a rentabilidade da suinocultura continua pressionada, em função da elevação dos custos de produção. Assim, o suinocultor precisa ficar atendo em relação ao mercado de grãos, especialmente à volatilidade das cotações gerada pelos dados da safra norte-americana.<br /><br />Nesse cenário, é importante utilizar mecanismos de proteção contra a alta dos preços dos insumos, que pode ser tanto a aquisição antecipada do milho e do farelo de soja, como a proteção de preços no mercado financeiro, por meio das opções Agro do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,broto,pecuaria,suinocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ea4ec0864e3f202924ca5de35333278b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/09/2022 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-09-2022-cenario-da-cana-de-acucar--51308986</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de setembro de 2022, meu nome é Wladimir Saavedra, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba - SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />Foi divulgado pela Conab em agosto o 2º Levantamento de safra 2022/23. Este levantamento é importante, pois os dados são obtidos por meio de censo das unidades produtoras do Brasil, refletindo de forma mais precisa as intenções industriais do setor sucroenergético.<br /><br />Assim, a área cultivada com cana-de-açúcar, na safra 2022/23, está estimada em quase 8,13 milhões de hectares, redução de 2,6% ante a safra passada. A migração de áreas para o cultivo de soja e milho foi apontada como o principal motivo desta redução.<br /><br />A produtividade média esperada na safra 2022/23 é de 70,48 t/ha, 1,6% superior a 2021/22. Apesar do aumento, o déficit hídrico, geadas e granizo, aliados à maior utilização de áreas acima do terceiro corte, prejudicaram a produtividade em ambas as safras.<br /><br />Para a safra 2022/23, a estimativa de produção de cana-de-açúcar é de 572,7 milhões de toneladas, decréscimo de 1% em relação ao ciclo 2021/22.<br /><br />Nesta safra, o ATR médio é estimado em 133,2 kg/t, redução de 6% ante à safra anterior. Com isso, o volume previsto de produção de etanol à base de cana-de-açúcar é de 25,83 bilhões de litros, redução de 2,2% em relação à temporada anterior. O déficit de produção de etanol deverá ser suprido pelo aumento na produção de etanol de milho.<br /><br />Na safra 2022/23, devido à conjuntura interna e externa do etanol e do açúcar, o volume processado de cana tende mais para a fabricação do etanol em detrimento ao açúcar. O acumulado divulgado pela UNICA no mês de setembro, aponta o mix um pouco mais alcooleiro no centro-sul, com 54,8% para o etanol e 45,2% para o açúcar. <br /><br />Uma possível inclinação açucareira pode ser explicada pelo volume deste produto comercializado antecipadamente, por meio de contratos preestabelecidos. O descompasso entre oferta e crescimento da demanda pós-pandemia tem mantido os bons preços, pois os principais países concorrentes: Índia, Tailândia e Austrália não tem conseguido aumentar suas ofertas do adoçante.<br /><br />Até o momento, observam-se condições climáticas mais favoráveis para o desenvolvimento da cultura do que na safra anterior, o que, mesmo com a alta nos custos de produção, tem resultado em cenário positivo para a atividade.<br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51308986</guid><pubDate>Mon, 19 Sep 2022 13:44:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51308986/20220919_bbcast_agro_cana.mp3" length="3510483" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de setembro de 2022, meu nome é Wladimir Saavedra, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba - SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.&#13;
&#13;
Foi divulgado pela Conab em agosto o 2º Levantamento de safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de setembro de 2022, meu nome é Wladimir Saavedra, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba - SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />Foi divulgado pela Conab em agosto o 2º Levantamento de safra 2022/23. Este levantamento é importante, pois os dados são obtidos por meio de censo das unidades produtoras do Brasil, refletindo de forma mais precisa as intenções industriais do setor sucroenergético.<br /><br />Assim, a área cultivada com cana-de-açúcar, na safra 2022/23, está estimada em quase 8,13 milhões de hectares, redução de 2,6% ante a safra passada. A migração de áreas para o cultivo de soja e milho foi apontada como o principal motivo desta redução.<br /><br />A produtividade média esperada na safra 2022/23 é de 70,48 t/ha, 1,6% superior a 2021/22. Apesar do aumento, o déficit hídrico, geadas e granizo, aliados à maior utilização de áreas acima do terceiro corte, prejudicaram a produtividade em ambas as safras.<br /><br />Para a safra 2022/23, a estimativa de produção de cana-de-açúcar é de 572,7 milhões de toneladas, decréscimo de 1% em relação ao ciclo 2021/22.<br /><br />Nesta safra, o ATR médio é estimado em 133,2 kg/t, redução de 6% ante à safra anterior. Com isso, o volume previsto de produção de etanol à base de cana-de-açúcar é de 25,83 bilhões de litros, redução de 2,2% em relação à temporada anterior. O déficit de produção de etanol deverá ser suprido pelo aumento na produção de etanol de milho.<br /><br />Na safra 2022/23, devido à conjuntura interna e externa do etanol e do açúcar, o volume processado de cana tende mais para a fabricação do etanol em detrimento ao açúcar. O acumulado divulgado pela UNICA no mês de setembro, aponta o mix um pouco mais alcooleiro no centro-sul, com 54,8% para o etanol e 45,2% para o açúcar. <br /><br />Uma possível inclinação açucareira pode ser explicada pelo volume deste produto comercializado antecipadamente, por meio de contratos preestabelecidos. O descompasso entre oferta e crescimento da demanda pós-pandemia tem mantido os bons preços, pois os principais países concorrentes: Índia, Tailândia e Austrália não tem conseguido aumentar suas ofertas do adoçante.<br /><br />Até o momento, observam-se condições climáticas mais favoráveis para o desenvolvimento da cultura do que na safra anterior, o que, mesmo com a alta nos custos de produção, tem resultado em cenário positivo para a atividade.<br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>220</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavial,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/875e4e7488990eeccc4fd2ff4b2d0313.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/09/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-09-2022-cenario-da-soja--51281238</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de setembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó-SC e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações da soja na Bolsa de Chicago atingiram o valor de U$ 15,40/bushel em 14/09, alta de 2,12% em relação ao início deste mês. Para o vencimento em novembro, as cotações vêm oscilando entre U$ 14,12 e U$ 14,92/bushel. <br /><br />Segundo os dados do USDA publicados em 12/09, a perspectiva para a safra de soja 2022/23 nos EUA foi reduzida para 119,16 milhões de toneladas, recuo de 4,15 milhões de toneladas. Para o Brasil, a estimativa de produção foi mantida em 149 milhões de toneladas em uma área de 42 milhões de ha. Na Argentina, a estimativa é de 51 milhões de toneladas em 17 milhões de hectares cultivados.<br /><br />Além da influência do clima na safra dos EUA, que já inicia a sua colheita nos próximos dias, o mercado da soja é influenciado por fatores, como o tamanho da safra sul-americana, o posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB, dentre outros. <br /><br />A previsão do INMET para o mês de setembro indica tendência de chuvas acima da média em grande parte da Região Sul, divisa do Mato Grosso do Sul com São Paulo, costa leste da Região Nordeste e no-roeste da Região Norte com total de chuva previsto acima dos 120 mm. <br /><br />Nas demais áreas a previsão é de chuvas próximas e ligeiramente abaixo da média, sendo que na regi-ão do MATOPIBA, leste do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e norte de Minas Gerais os acumulados de chuva poderão ser inferiores a 60 mm e em algumas localidades pode não ocorrer registro de chuva. Para o longo prazo, permanece a estimativa de ocorrência de La Niña, com incidência do fenômeno climático pela terceira safra consecutiva.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa vêm acompanhando as cotações externas e variações do câmbio. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 14/09, foi cotado a R$ 187,54/ saca, redução de 1,8% em relação ao início de setembro. Contudo, o prêmio nos portos tem se mantido valorizado, precificado para o mês de setembro em torno de 2,50 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51281238</guid><pubDate>Fri, 16 Sep 2022 13:27:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51281238/20220916_bbcast_agro_soja.mp3" length="3318639" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 16 de setembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó-SC e falaremos sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
As cotações da soja na Bolsa de Chicago atingiram o valor de U$...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 16 de setembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradella, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó-SC e falaremos sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações da soja na Bolsa de Chicago atingiram o valor de U$ 15,40/bushel em 14/09, alta de 2,12% em relação ao início deste mês. Para o vencimento em novembro, as cotações vêm oscilando entre U$ 14,12 e U$ 14,92/bushel. <br /><br />Segundo os dados do USDA publicados em 12/09, a perspectiva para a safra de soja 2022/23 nos EUA foi reduzida para 119,16 milhões de toneladas, recuo de 4,15 milhões de toneladas. Para o Brasil, a estimativa de produção foi mantida em 149 milhões de toneladas em uma área de 42 milhões de ha. Na Argentina, a estimativa é de 51 milhões de toneladas em 17 milhões de hectares cultivados.<br /><br />Além da influência do clima na safra dos EUA, que já inicia a sua colheita nos próximos dias, o mercado da soja é influenciado por fatores, como o tamanho da safra sul-americana, o posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa face a diminuição do crescimento do seu PIB, dentre outros. <br /><br />A previsão do INMET para o mês de setembro indica tendência de chuvas acima da média em grande parte da Região Sul, divisa do Mato Grosso do Sul com São Paulo, costa leste da Região Nordeste e no-roeste da Região Norte com total de chuva previsto acima dos 120 mm. <br /><br />Nas demais áreas a previsão é de chuvas próximas e ligeiramente abaixo da média, sendo que na regi-ão do MATOPIBA, leste do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e norte de Minas Gerais os acumulados de chuva poderão ser inferiores a 60 mm e em algumas localidades pode não ocorrer registro de chuva. Para o longo prazo, permanece a estimativa de ocorrência de La Niña, com incidência do fenômeno climático pela terceira safra consecutiva.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa vêm acompanhando as cotações externas e variações do câmbio. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 14/09, foi cotado a R$ 187,54/ saca, redução de 1,8% em relação ao início de setembro. Contudo, o prêmio nos portos tem se mantido valorizado, precificado para o mês de setembro em torno de 2,50 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/04b5ccad8f1d3dffba4be5a19a01f2b3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/09/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-09-2022-cenario-do-boi-gordo--51268522</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 15 de setembro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />Sob influência da expectativa de melhor desempenho do consumo interno e do bom panorama das exportações, o mercado físico do boi gordo fechou os primeiros dias de setembro mantendo a estabilidade de preços em praticamente todas as praças brasileiras. <br /><br />A arroba do boi comum vem sendo negociada com deságio médio de R$ 30,00/arroba em comparação ao “boi China” e as escalas de abate se mantendo ao redor de 10 dias.<br /><br />O Indicador CEPEA Esalq/B3 do dia 12/09/22 registrou R$ 306,25/arroba. Já no mercado futuro (B3) observou-se o valor de R$ 320,05 no contrato de nov/22. <br /><br />As exportações brasileiras de carne bovina in natura têm apresentado bom desempenho em 2022. Em agosto, por exemplo, foram embarcadas 203,23 mil toneladas, 21,5% superior a julho/22 e 11,81% acima do mesmo período do ano passado.<br /><br />No mercado interno, as vendas estão lentas, fazendo o valor da carcaça casada bovina no atacado (SP) recuar 1,81% na comparação mensal e expressivos 10,44% na anual, e este movimento negativo seguiu na primeira semana de setembro. <br /><br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atualizou suas estimativas para as importações globais de carne bovina em 2023, onde espera-se uma queda de 19%. Mesmo com recuo maior do que o esperado, o Brasil continuará sendo o principal fornecedor.<br /><br />Em agosto, a Conab divulgou as perspectivas da agropecuária para a safra 22/23 nacional. Dentre as estimativas divulgadas para a bovinocultura de corte, destaca-se o incremento de 1,1% na produção total de carne bovina em 2022 ante 2021 e perspectiva de aumento de 2,9% para 2023. Esse acréscimo foi pautado na mudança gradual do ciclo pecuário, com maior oferta de animais ao abate. <br /><br />Para as exportações as perspectivas também foram positivas, com incremento de 20,1% na variação de 2022 em relação a 2021 e expectativa de aumento de 5,0% para 2023. A abertura de novos mercados, a elevada demanda chinesa e a retirada da vacinação contra a febre aftosa em novos estados brasileiros possibilitaram este cenário. <br /><br />As boas condições e perspectivas para exportações exigem do produtor aprimoramento nos sistemas de produção para atender as exigências do mercado internacional e, para isto, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para viabilizar as adequações, além de oferecer o importante mecanismo de contratos de opções e a termo, como forma de proteção de preços na hora da comercialização dos animais. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51268522</guid><pubDate>Thu, 15 Sep 2022 12:32:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51268522/20220915_bbcast_agro_pecuaria_de_corte.mp3" length="3619570" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 15 de setembro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.&#13;
&#13;
Sob influência da expectativa de melhor desempenho do consumo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 15 de setembro de 2022, meu nome é Fabíola Lira, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />Sob influência da expectativa de melhor desempenho do consumo interno e do bom panorama das exportações, o mercado físico do boi gordo fechou os primeiros dias de setembro mantendo a estabilidade de preços em praticamente todas as praças brasileiras. <br /><br />A arroba do boi comum vem sendo negociada com deságio médio de R$ 30,00/arroba em comparação ao “boi China” e as escalas de abate se mantendo ao redor de 10 dias.<br /><br />O Indicador CEPEA Esalq/B3 do dia 12/09/22 registrou R$ 306,25/arroba. Já no mercado futuro (B3) observou-se o valor de R$ 320,05 no contrato de nov/22. <br /><br />As exportações brasileiras de carne bovina in natura têm apresentado bom desempenho em 2022. Em agosto, por exemplo, foram embarcadas 203,23 mil toneladas, 21,5% superior a julho/22 e 11,81% acima do mesmo período do ano passado.<br /><br />No mercado interno, as vendas estão lentas, fazendo o valor da carcaça casada bovina no atacado (SP) recuar 1,81% na comparação mensal e expressivos 10,44% na anual, e este movimento negativo seguiu na primeira semana de setembro. <br /><br />O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atualizou suas estimativas para as importações globais de carne bovina em 2023, onde espera-se uma queda de 19%. Mesmo com recuo maior do que o esperado, o Brasil continuará sendo o principal fornecedor.<br /><br />Em agosto, a Conab divulgou as perspectivas da agropecuária para a safra 22/23 nacional. Dentre as estimativas divulgadas para a bovinocultura de corte, destaca-se o incremento de 1,1% na produção total de carne bovina em 2022 ante 2021 e perspectiva de aumento de 2,9% para 2023. Esse acréscimo foi pautado na mudança gradual do ciclo pecuário, com maior oferta de animais ao abate. <br /><br />Para as exportações as perspectivas também foram positivas, com incremento de 20,1% na variação de 2022 em relação a 2021 e expectativa de aumento de 5,0% para 2023. A abertura de novos mercados, a elevada demanda chinesa e a retirada da vacinação contra a febre aftosa em novos estados brasileiros possibilitaram este cenário. <br /><br />As boas condições e perspectivas para exportações exigem do produtor aprimoramento nos sistemas de produção para atender as exigências do mercado internacional e, para isto, o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito para viabilizar as adequações, além de oferecer o importante mecanismo de contratos de opções e a termo, como forma de proteção de preços na hora da comercialização dos animais. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>227</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2db26247f66e78734b6665de62770a44.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>14/09/2022 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/14-09-2022-cenario-do-leite--51255119</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 14 de setembro de 2022, eu sou Alexandre Nunes Leite Rosas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ponta Grossa (PR) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em agosto de 2022 apresentaram média de R$ 3,57 segundo o Cepea, o que representa novo recorde na série histórica. Esse valor apresenta uma valorização nominal de 51,3% em relação ao pagamento de agosto de 2021 e alta de 11,8% em relação a julho de 2022. <br /><br />O aumento recorde das cotações em todo país foi provocado pela baixa captação registrada entre junho e agosto, período em que, segundo dados do IBGE, foram captados 11,2 bilhões de litros, queda de cerca de 9%, comparativamente, ao mesmo período em 2021. <br /><br />Com a baixa oferta do mercado interno, intensificação das importações e, como reflexo, aumento do preço do litro do leite, o mercado consumidor registrou queda significativa na demanda por leite e derivados, e aumento do estoque nacional. Esses fatores devem contribuir para o recuo da cotação a partir de setembro, diminuindo a receita do produtor.<br /><br />Em contrapartida, os custos de produção tiveram pequena queda, em face das reduções com despesas com farelo de soja, milho, energia elétrica, e maior disponibilidade de forragens e silagens.<br /><br />A relação de troca segue melhorando com, aproximadamente, 32 litros de leite para 1 saco de 60 kg de ração, o que mostra a tendência de melhora no custo de produção e favorecimento ao produtor perante este fator. <br /><br />Com essa tendência de baixa de preço para o leite, a partir de setembro, o produtor deve seguir atento ao custo de produção para minimizar o impacto de possível redução da receita na rentabilidade da atividade. <br /><br />Diante desse cenário, o produtor conta com o apoio do Banco do Brasil, por meio do BB Custeio Agropecuário para aquisição de insumos e despesas com serviços e mão de obra. O BB também disponibiliza linhas de investimento para benfeitorias, máquinas e equipamentos. <br />Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro/ ou busque por “BBcast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência. <br /><br />Conte sempre com assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51255119</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2022 13:06:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51255119/20220914_bbcast_agro_pecuaria_de_leite.mp3" length="3150202" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 14 de setembro de 2022, eu sou Alexandre Nunes Leite Rosas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ponta Grossa (PR) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.&#13;
&#13;
Os preços médios ofertados pelo litro de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 14 de setembro de 2022, eu sou Alexandre Nunes Leite Rosas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ponta Grossa (PR) e vamos falar sobre o cenário da Pecuária Leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em agosto de 2022 apresentaram média de R$ 3,57 segundo o Cepea, o que representa novo recorde na série histórica. Esse valor apresenta uma valorização nominal de 51,3% em relação ao pagamento de agosto de 2021 e alta de 11,8% em relação a julho de 2022. <br /><br />O aumento recorde das cotações em todo país foi provocado pela baixa captação registrada entre junho e agosto, período em que, segundo dados do IBGE, foram captados 11,2 bilhões de litros, queda de cerca de 9%, comparativamente, ao mesmo período em 2021. <br /><br />Com a baixa oferta do mercado interno, intensificação das importações e, como reflexo, aumento do preço do litro do leite, o mercado consumidor registrou queda significativa na demanda por leite e derivados, e aumento do estoque nacional. Esses fatores devem contribuir para o recuo da cotação a partir de setembro, diminuindo a receita do produtor.<br /><br />Em contrapartida, os custos de produção tiveram pequena queda, em face das reduções com despesas com farelo de soja, milho, energia elétrica, e maior disponibilidade de forragens e silagens.<br /><br />A relação de troca segue melhorando com, aproximadamente, 32 litros de leite para 1 saco de 60 kg de ração, o que mostra a tendência de melhora no custo de produção e favorecimento ao produtor perante este fator. <br /><br />Com essa tendência de baixa de preço para o leite, a partir de setembro, o produtor deve seguir atento ao custo de produção para minimizar o impacto de possível redução da receita na rentabilidade da atividade. <br /><br />Diante desse cenário, o produtor conta com o apoio do Banco do Brasil, por meio do BB Custeio Agropecuário para aquisição de insumos e despesas com serviços e mão de obra. O BB também disponibiliza linhas de investimento para benfeitorias, máquinas e equipamentos. <br />Para ouvir este e outros BBcast Agro acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro/ ou busque por “BBcast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência. <br /><br />Conte sempre com assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b7f37a7063f36596d55d555a41dcf31b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>13/09/2022 - Estimativas de safra USDA e Conab</title><link>https://www.spreaker.com/episode/13-09-2022-estimativas-de-safra-usda-e-conab--51241695</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 13 de setembro de 2022, meu nome é Alexandre Bittencourt, e sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.<br /><br />No dia 24 de agosto de 2022 foi divulgada primeira perspectiva de área e produção brasileira para a safra 2022/23, onde foi estimada a produção nacional de grãos em 308,2 milhões de toneladas. Essa estimativa representa o recorde de produção nacional e incremento de 14% em relação à safra passada.<br /><br />Para a soja, a Companhia estima produção de 150,4 milhões de toneladas, uma elevação de 21,2% ante a safra anterior e para o milho uma elevação de 9,4%, totalizando produção de 125,5 milhões de toneladas.  <br /><br />Em relação à produção mundial, o USDA divulgou ontem, dia 12 de setembro de 2022, em seu relatório mensal de oferta e demanda uma estimativa de redução de três milhões de toneladas em relação ao relatório do mês anterior, passando para uma expectativa de produção total de 389,8 milhões de toneladas. Essa elevada retração foi vinculada a redução 4,15 milhões de toneladas na expectativa de produção dos Estados Unidos, que passou a ter a safra 2022/23 estimada em 119,16 milhões de toneladas.<br /><br />Esse dado surpreendeu o mercado, que esperava uma estabilidade ou pequena elevação na estimativa de produção do País. Com isso, as cotações da oleaginosa tiveram elevação acentuada nos principais contratos. Também adicionou viés positivo para as cotações da soja a redução no percentual de lavouras entre boas e excelentes condições de 57 para 56 porcento, divulgado no relatório de desenvolvimento das lavouras dos EUA pelo USDA na tarde de ontem. <br /><br />Maior surpresa foi observada nas projeções para o milho, visto que a safra mundial foi reduzida em 7 milhões de toneladas em relação á safra anterior e a safra 2022/23 norte-americana em 10,5 milhões de toneladas, passando para produção esperada de 354,2 milhões de toneladas. Além disso, o percentual das lavouras de milho dos EUA entre boas e excelentes condições também foram reduzidas de 54 para 53%. Com isso, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago apresentaram elevada valorização. <br /><br />Essa expectativa de retração na oferta mundial, ocasionada também por perdas na produção europeia e asiática, adicionam uma elevada atenção para a safra sul-americana. O cultivo já foi iniciado em algumas áreas no Brasil e o mercado de clima seguirá com grande representatividade no direcionamento dos preços, visto que as projeções climáticas apontam que o desenvolvimento da safra de verão brasileira e de grãos da Argentina transcorrerá sobre a influência do fenômeno climático La Niña. <br /><br />Essa volatilidade na precificação desses produtos abrirá janelas de oportunidade de negociação da produção com preços valorizados, importantes para formação do preço médio de comercialização. As opções agropecuárias também seguem como importantes ferramentas para fixação de preços. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51241695</guid><pubDate>Tue, 13 Sep 2022 12:47:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51241695/20220913_bbcast_agro_estimativas_de_safra.mp3" length="3380915" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 13 de setembro de 2022, meu nome é Alexandre Bittencourt, e sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.&#13;
&#13;
No dia 24 de agosto de 2022 foi...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 13 de setembro de 2022, meu nome é Alexandre Bittencourt, e sou Assessor na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.<br /><br />No dia 24 de agosto de 2022 foi divulgada primeira perspectiva de área e produção brasileira para a safra 2022/23, onde foi estimada a produção nacional de grãos em 308,2 milhões de toneladas. Essa estimativa representa o recorde de produção nacional e incremento de 14% em relação à safra passada.<br /><br />Para a soja, a Companhia estima produção de 150,4 milhões de toneladas, uma elevação de 21,2% ante a safra anterior e para o milho uma elevação de 9,4%, totalizando produção de 125,5 milhões de toneladas.  <br /><br />Em relação à produção mundial, o USDA divulgou ontem, dia 12 de setembro de 2022, em seu relatório mensal de oferta e demanda uma estimativa de redução de três milhões de toneladas em relação ao relatório do mês anterior, passando para uma expectativa de produção total de 389,8 milhões de toneladas. Essa elevada retração foi vinculada a redução 4,15 milhões de toneladas na expectativa de produção dos Estados Unidos, que passou a ter a safra 2022/23 estimada em 119,16 milhões de toneladas.<br /><br />Esse dado surpreendeu o mercado, que esperava uma estabilidade ou pequena elevação na estimativa de produção do País. Com isso, as cotações da oleaginosa tiveram elevação acentuada nos principais contratos. Também adicionou viés positivo para as cotações da soja a redução no percentual de lavouras entre boas e excelentes condições de 57 para 56 porcento, divulgado no relatório de desenvolvimento das lavouras dos EUA pelo USDA na tarde de ontem. <br /><br />Maior surpresa foi observada nas projeções para o milho, visto que a safra mundial foi reduzida em 7 milhões de toneladas em relação á safra anterior e a safra 2022/23 norte-americana em 10,5 milhões de toneladas, passando para produção esperada de 354,2 milhões de toneladas. Além disso, o percentual das lavouras de milho dos EUA entre boas e excelentes condições também foram reduzidas de 54 para 53%. Com isso, as cotações do cereal na Bolsa de Chicago apresentaram elevada valorização. <br /><br />Essa expectativa de retração na oferta mundial, ocasionada também por perdas na produção europeia e asiática, adicionam uma elevada atenção para a safra sul-americana. O cultivo já foi iniciado em algumas áreas no Brasil e o mercado de clima seguirá com grande representatividade no direcionamento dos preços, visto que as projeções climáticas apontam que o desenvolvimento da safra de verão brasileira e de grãos da Argentina transcorrerá sobre a influência do fenômeno climático La Niña. <br /><br />Essa volatilidade na precificação desses produtos abrirá janelas de oportunidade de negociação da produção com preços valorizados, importantes para formação do preço médio de comercialização. As opções agropecuárias também seguem como importantes ferramentas para fixação de preços. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,conab,milho,milhocultura,preços,soja,sojicultura,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/221aabbc0d448b607086d0aca0ec4c2e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/09/2022 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-09-2022-cenario-do-trigo--51228737</link><description><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira 12 de setembro de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />A safra brasileira segue em pleno desenvolvimento. Segundo dados da CONAB, a expectativa é que a produção brasileira seja recorde, superior a 9,3 milhões de toneladas, volume 22% superior ao da safra passada.<br /><br />Boa parte desse aumento se deve a produção dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que juntos são responsáveis por 86% da produção nacional. <br /><br />No RS é esperada a maior safra da história, com produção superior a 4 milhões de toneladas, reflexo do clima favorável. Atualmente, 96% das lavouras estão entre fase vegetativa e floração, com boas condições.<br /><br />Também é esperado crescimento da produção no Paraná, para 3,9 milhões de toneladas, alta de 21% ante a safra passada. A colheita avança no estado, com 12% da área já colhida, mas a ocorrência de chuvas preocupa os produtores nesta fase, pois pode comprometer a qualidade final dos grãos. Atualmente, 78% das lavouras se encontram em boas condições.<br /><br />As geadas que atingiram a região Sul em meados de agosto não trouxeram perdas significativas, apesar da forte intensidade do fenômeno em regiões de relevância para a cultura, como norte do RS e sul do PR.<br /><br />Nos demais estados produtores, destaca-se a colheita no oeste Baiano, que apesar da pequena área plantada, alcançou ótimas produtividades, em torno de 145 sacas por hectare, em sistema irrigado. O trigo é uma grande oportunidade para a rotação de culturas na região.  <br /><br />Na Argentina, segundo Bolsa de Cereales de Buenos Aires, foram cultivados 6,1 milhões de hectares, área 9% inferior à safra passada. A região norte do país sofre com falta de chuvas e geadas que atingiram as lavouras, fazendo com que 24% da área encontre-se em condições ruim ou regular.<br /><br />As cotações recuaram diante do incremento da oferta com o avanço da colheita no Hemisfério Norte, escoamento da safra ucraniana e início da colheita em algumas regiões do Brasil. O indicador Cepea/Esalq registrou queda de 10,3% nos últimos 30 dias, com o cereal cotado a R$ 1.848,70/t no dia 06/09. Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a safra cheia se confirme, haverá uma concentração de oferta do produto no mercado nacional, pressionando negativamente as cotações.<br /><br />Para auxiliar o produtor na melhor estratégia de negociação da produção, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51228737</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2022 13:28:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51228737/20220912_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3478718" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é segunda-feira 12 de setembro de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.&#13;
&#13;
A safra brasileira segue em pleno desenvolvimento. Segundo dados da CONAB, a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira 12 de setembro de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br /><br />A safra brasileira segue em pleno desenvolvimento. Segundo dados da CONAB, a expectativa é que a produção brasileira seja recorde, superior a 9,3 milhões de toneladas, volume 22% superior ao da safra passada.<br /><br />Boa parte desse aumento se deve a produção dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná, que juntos são responsáveis por 86% da produção nacional. <br /><br />No RS é esperada a maior safra da história, com produção superior a 4 milhões de toneladas, reflexo do clima favorável. Atualmente, 96% das lavouras estão entre fase vegetativa e floração, com boas condições.<br /><br />Também é esperado crescimento da produção no Paraná, para 3,9 milhões de toneladas, alta de 21% ante a safra passada. A colheita avança no estado, com 12% da área já colhida, mas a ocorrência de chuvas preocupa os produtores nesta fase, pois pode comprometer a qualidade final dos grãos. Atualmente, 78% das lavouras se encontram em boas condições.<br /><br />As geadas que atingiram a região Sul em meados de agosto não trouxeram perdas significativas, apesar da forte intensidade do fenômeno em regiões de relevância para a cultura, como norte do RS e sul do PR.<br /><br />Nos demais estados produtores, destaca-se a colheita no oeste Baiano, que apesar da pequena área plantada, alcançou ótimas produtividades, em torno de 145 sacas por hectare, em sistema irrigado. O trigo é uma grande oportunidade para a rotação de culturas na região.  <br /><br />Na Argentina, segundo Bolsa de Cereales de Buenos Aires, foram cultivados 6,1 milhões de hectares, área 9% inferior à safra passada. A região norte do país sofre com falta de chuvas e geadas que atingiram as lavouras, fazendo com que 24% da área encontre-se em condições ruim ou regular.<br /><br />As cotações recuaram diante do incremento da oferta com o avanço da colheita no Hemisfério Norte, escoamento da safra ucraniana e início da colheita em algumas regiões do Brasil. O indicador Cepea/Esalq registrou queda de 10,3% nos últimos 30 dias, com o cereal cotado a R$ 1.848,70/t no dia 06/09. Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a safra cheia se confirme, haverá uma concentração de oferta do produto no mercado nacional, pressionando negativamente as cotações.<br /><br />Para auxiliar o produtor na melhor estratégia de negociação da produção, o Banco do Brasil disponibiliza linha de comercialização para este e outros cereais de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e5a3766eef5dec12284d35717b642431.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/09/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-09-2022-cenario-do-milho--51198730</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de setembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />No dia 29 de agosto as cotações internacionais na Bolsa de Chicago atingiram seus maiores níveis dos últimos dois meses, apoiadas pela consecutiva piora nas condições das lavouras norte-americanas e pelo levantamento da consultoria privada Pro Farmer, que apontou produção de milho nos EUA 4% inferior ao estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em seu relatório de agosto. Após essa valorização, o início de setembro foi de recuo nas cotações, motivado por realização de lucros e preocupações com crescimento econômico mundial, que poderia influenciar em uma menor demanda pelo grão. Na quarta-feira, dia 07, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,71 bushel.<br /><br />A colheita brasileira do milho segunda safra está praticamente finalizada. A CONAB divulgou nesta quinta-feira (08) o 12º levantamento de safra, estimando produção total de 113,27 milhões de toneladas, redução de 1,24% na produção em relação ao levantamento de agosto. O ajuste mais significativo foi na produção da 2ª safra no estado do Paraná, que recuou 6,5%, estimada agora em 13,93 milhões de toneladas. Apesar deste recuo, a produção representa uma recuperação em relação à safra 20/21, que apresentou problemas climáticos (estiagem e geadas) e totalizou 6,5 milhões de toneladas.<br /><br />Embora a produção total projetada seja um recorde para a série histórica, os estoques finais foram estimados em 9,45 milhões de toneladas, um dos menores nos últimos anos, reflexo da quebra de safra do ano passado, além da demanda externa e interna que continua elevada. <br /><br />O preço físico, referência Campinas/CEPEA, praticamente manteve-se estável nos últimos dias, cotado a R$83,54 a saca. A retração na comercialização por parte dos produtores está mantendo os preços nesse patamar.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro, lembrando que é possível simular e contratar a Opção desejada diretamente no aplicativo. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51198730</guid><pubDate>Fri, 09 Sep 2022 12:24:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51198730/20220909_bbcast_agro_milho.mp3" length="2960448" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 09 de setembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
No dia 29 de agosto as cotações internacionais na Bolsa de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 09 de setembro de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />No dia 29 de agosto as cotações internacionais na Bolsa de Chicago atingiram seus maiores níveis dos últimos dois meses, apoiadas pela consecutiva piora nas condições das lavouras norte-americanas e pelo levantamento da consultoria privada Pro Farmer, que apontou produção de milho nos EUA 4% inferior ao estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em seu relatório de agosto. Após essa valorização, o início de setembro foi de recuo nas cotações, motivado por realização de lucros e preocupações com crescimento econômico mundial, que poderia influenciar em uma menor demanda pelo grão. Na quarta-feira, dia 07, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,71 bushel.<br /><br />A colheita brasileira do milho segunda safra está praticamente finalizada. A CONAB divulgou nesta quinta-feira (08) o 12º levantamento de safra, estimando produção total de 113,27 milhões de toneladas, redução de 1,24% na produção em relação ao levantamento de agosto. O ajuste mais significativo foi na produção da 2ª safra no estado do Paraná, que recuou 6,5%, estimada agora em 13,93 milhões de toneladas. Apesar deste recuo, a produção representa uma recuperação em relação à safra 20/21, que apresentou problemas climáticos (estiagem e geadas) e totalizou 6,5 milhões de toneladas.<br /><br />Embora a produção total projetada seja um recorde para a série histórica, os estoques finais foram estimados em 9,45 milhões de toneladas, um dos menores nos últimos anos, reflexo da quebra de safra do ano passado, além da demanda externa e interna que continua elevada. <br /><br />O preço físico, referência Campinas/CEPEA, praticamente manteve-se estável nos últimos dias, cotado a R$83,54 a saca. A retração na comercialização por parte dos produtores está mantendo os preços nesse patamar.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro, lembrando que é possível simular e contratar a Opção desejada diretamente no aplicativo. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>185</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/09/2022 - Cenário da certificação florestal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-09-2022-cenario-da-certificacao-florestal--51185686</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 08 de setembro de 2022, meu nome é Karin Corrêa Foggiato, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Curitiba/PR e vamos falar sobre o cenário da Certificação Florestal.<br /><br />O Brasil está entre os principais países produtores de papel, celulose e painéis de madeira do mundo. Além do fornecimento de madeira, o setor contribui para a conservação das florestas naturais e manutenção da biodiversidade através do manejo sustentável de suas áreas. <br /><br />O manejo florestal sustentável é um conjunto de técnicas aplicadas para capturar recursos naturais sem danificar o meio ambiente, garantindo a renovação desses recursos e permitindo o seu uso constante por diversas gerações.<br /><br />Uma forma muito utilizada pelo mercado para atestar a sustentabilidade das florestas cultivadas é através da certificação das áreas por meio dos padrões da Forest Stewardship Council - FSC - uma organização internacional não governamental e sem fins lucrativos com sede na Alemanha. <br /><br />No sistema FSC, existem 2 modalidades de certificação: de manejo florestal e de cadeia de custódia:<br /><br />-   Certificação do manejo florestal: avalia se o manejo ambiental, econômico e social está de acordo com os padrões FSC.<br />- Certificação de cadeia de custódia: específica para empresas de processamento, como serrarias, fábricas e outras. Neste caso, é verificado se a origem da matéria prima é de florestas certificadas, ou seja, certifica a rastreabilidade do produto. <br /><br />Os benefícios com a certificação são inúmeros, tais como: produto final diferenciado, com melhor preço de venda; abertura de novos mercados; melhoria da imagem institucional; áreas naturais preservadas, melhores condições de trabalho, dentre outros.<br /><br />No Brasil, foi formado um Grupo de Trabalho do FSC (GTFSC-BR), que atua desde 1996 com o objetivo de firmar padrões locais específicos, os quais devem ser utilizados pelas certificadoras que operam no país para avaliação das áreas florestais.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do Agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, Linhas de Crédito de Investimento e Custeio, CPRs para plantio e condução das florestas, bem como Linhas para cobrir os custos da certificação de manejo sustentável das áreas, com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado. <br /><br />Conte sempre com a Assessoria Especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51185686</guid><pubDate>Thu, 08 Sep 2022 13:17:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51185686/20220708_bbcast_agro_certificacao_florestal.mp3" length="3212478" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 08 de setembro de 2022, meu nome é Karin Corrêa Foggiato, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Curitiba/PR e vamos falar sobre o cenário da Certificação Florestal.&#13;
&#13;
O Brasil está entre os principais países...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 08 de setembro de 2022, meu nome é Karin Corrêa Foggiato, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Curitiba/PR e vamos falar sobre o cenário da Certificação Florestal.<br /><br />O Brasil está entre os principais países produtores de papel, celulose e painéis de madeira do mundo. Além do fornecimento de madeira, o setor contribui para a conservação das florestas naturais e manutenção da biodiversidade através do manejo sustentável de suas áreas. <br /><br />O manejo florestal sustentável é um conjunto de técnicas aplicadas para capturar recursos naturais sem danificar o meio ambiente, garantindo a renovação desses recursos e permitindo o seu uso constante por diversas gerações.<br /><br />Uma forma muito utilizada pelo mercado para atestar a sustentabilidade das florestas cultivadas é através da certificação das áreas por meio dos padrões da Forest Stewardship Council - FSC - uma organização internacional não governamental e sem fins lucrativos com sede na Alemanha. <br /><br />No sistema FSC, existem 2 modalidades de certificação: de manejo florestal e de cadeia de custódia:<br /><br />-   Certificação do manejo florestal: avalia se o manejo ambiental, econômico e social está de acordo com os padrões FSC.<br />- Certificação de cadeia de custódia: específica para empresas de processamento, como serrarias, fábricas e outras. Neste caso, é verificado se a origem da matéria prima é de florestas certificadas, ou seja, certifica a rastreabilidade do produto. <br /><br />Os benefícios com a certificação são inúmeros, tais como: produto final diferenciado, com melhor preço de venda; abertura de novos mercados; melhoria da imagem institucional; áreas naturais preservadas, melhores condições de trabalho, dentre outros.<br /><br />No Brasil, foi formado um Grupo de Trabalho do FSC (GTFSC-BR), que atua desde 1996 com o objetivo de firmar padrões locais específicos, os quais devem ser utilizados pelas certificadoras que operam no país para avaliação das áreas florestais.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do Agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, Linhas de Crédito de Investimento e Custeio, CPRs para plantio e condução das florestas, bem como Linhas para cobrir os custos da certificação de manejo sustentável das áreas, com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado. <br /><br />Conte sempre com a Assessoria Especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,biodiversidade,broto,celulose,florestas,manejo,papel</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/25bbd1104e3e110ec05cd647043223c1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>06/09/2022 - Cenário do feijão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/06-09-2022-cenario-do-feijao--51159891</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de setembro de 2022, meu nome é Ana Paula Cunha, sou assessora de agronegócios em Brasília - DF e falaremos hoje sobre o cenário do feijão. <br /><br />Com a colheita da segunda safra (safrinha) finalizada, é possível afirmar que, embora tenha havido oscilações climáticas durante o ciclo da cultura, os resultados foram considerados muito bons – com destaque para o aumento de 72,5% na produção de Feijão Preto, totalizando 371,6 mil toneladas. Já o Feijão Cores teve acréscimo de 22,8%, com uma produção final de 557,6 mil toneladas. Estes volumes, somados às 430,5 mil toneladas de Feijão Caupi, conferiram à safra 2021/22, o montante de 1.359.000 toneladas, 19,5% superior produzido na safra passada. <br /><br />Estes números expressivos, especialmente relacionados ao Feijão Preto, resultaram em forte pressão baixista nos preços, reflexo do aumento da oferta. A exemplo, somando-se as duas safras (verão e safrinha), a produção total de Feijão Preto ultrapassou quase 56 mil toneladas o consumo estimado pelos órgãos oficiais. <br /><br />Para a terceira safra, os quase 540 mil hectares semeados, basicamente nas regiões centro – oeste e nordeste do país, estão em pleno desenvolvimento. As previsões de forte concorrência com as culturas de milho e trigo, se concretizaram e há uma estimativa de redução na área plantada. Nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, as lavouras já estão na fase de maturação e colheita, com bons resultados e ótima qualidade do produto colhido. <br /><br />Por outro lado, nos estados de Pernambuco e Alagoas, houve redução do potencial produtivo devido ao plantio tardio, ocasionado pelo excesso de chuvas, que, por sua vez, resultaram em menor formação de grãos e com qualidade inferior. Assim, nestas localidades é previsto um rendimento 20% inferior à safra passada. <br /><br />Para o plantio da nova safra de verão (águas) 22/23, observa-se tendência de redução de área – especialmente no Paraná, tradicionalmente o estado com maior representatividade nesta safra. Os órgãos oficiais estimam uma redução de 12% no estado, motivada pela estagnação do preço do Feijão Preto e dos custos de produção mais altos. Há uma expectativa que boa parte destas áreas migrem para a cultura da Soja que, no momento, apresenta uma rentabilidade mais atrativa ao produtor. <br /><br />Como o plantio desta safra está apenas iniciando, é de suma importância que o produtor acompanhe de perto estas movimentações do mercado – para a tomada de decisão mais assertiva, especialmente àqueles que ainda não comercializaram a sua produção.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51159891</guid><pubDate>Tue, 06 Sep 2022 12:35:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51159891/20220906_bbcast_agro_feijao.mp3" length="3503795" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 06 de setembro de 2022, meu nome é Ana Paula Cunha, sou assessora de agronegócios em Brasília - DF e falaremos hoje sobre o cenário do feijão. &#13;
&#13;
Com a colheita da segunda safra (safrinha) finalizada, é possível afirmar que,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 06 de setembro de 2022, meu nome é Ana Paula Cunha, sou assessora de agronegócios em Brasília - DF e falaremos hoje sobre o cenário do feijão. <br /><br />Com a colheita da segunda safra (safrinha) finalizada, é possível afirmar que, embora tenha havido oscilações climáticas durante o ciclo da cultura, os resultados foram considerados muito bons – com destaque para o aumento de 72,5% na produção de Feijão Preto, totalizando 371,6 mil toneladas. Já o Feijão Cores teve acréscimo de 22,8%, com uma produção final de 557,6 mil toneladas. Estes volumes, somados às 430,5 mil toneladas de Feijão Caupi, conferiram à safra 2021/22, o montante de 1.359.000 toneladas, 19,5% superior produzido na safra passada. <br /><br />Estes números expressivos, especialmente relacionados ao Feijão Preto, resultaram em forte pressão baixista nos preços, reflexo do aumento da oferta. A exemplo, somando-se as duas safras (verão e safrinha), a produção total de Feijão Preto ultrapassou quase 56 mil toneladas o consumo estimado pelos órgãos oficiais. <br /><br />Para a terceira safra, os quase 540 mil hectares semeados, basicamente nas regiões centro – oeste e nordeste do país, estão em pleno desenvolvimento. As previsões de forte concorrência com as culturas de milho e trigo, se concretizaram e há uma estimativa de redução na área plantada. Nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, as lavouras já estão na fase de maturação e colheita, com bons resultados e ótima qualidade do produto colhido. <br /><br />Por outro lado, nos estados de Pernambuco e Alagoas, houve redução do potencial produtivo devido ao plantio tardio, ocasionado pelo excesso de chuvas, que, por sua vez, resultaram em menor formação de grãos e com qualidade inferior. Assim, nestas localidades é previsto um rendimento 20% inferior à safra passada. <br /><br />Para o plantio da nova safra de verão (águas) 22/23, observa-se tendência de redução de área – especialmente no Paraná, tradicionalmente o estado com maior representatividade nesta safra. Os órgãos oficiais estimam uma redução de 12% no estado, motivada pela estagnação do preço do Feijão Preto e dos custos de produção mais altos. Há uma expectativa que boa parte destas áreas migrem para a cultura da Soja que, no momento, apresenta uma rentabilidade mais atrativa ao produtor. <br /><br />Como o plantio desta safra está apenas iniciando, é de suma importância que o produtor acompanhe de perto estas movimentações do mercado – para a tomada de decisão mais assertiva, especialmente àqueles que ainda não comercializaram a sua produção.<br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão – com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>219</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,feijão,feijocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1b31ec5039f09435fd07695e571556cd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/09/2022 - Cenário climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-09-2022-cenario-climatico--51148060</link><description><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 05 de setembro de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br /><br />Conforme relatório publicado em Agosto pela NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA), há previsão de continuidade do fenômeno La Niña, com expectativa de diminuição gradual da probabilidade de ocorrência, passando de 86% na Primavera, para 60% entre Dezembro e Fevereiro/2023.<br /><br />No Brasil, de acordo com divulgação do Climatempo, há previsão para estiagem durante a Primavera na Região Sul. Ao Norte do país, os eventos chuvosos devem ser mais intensos. Já na área Central, o La Ninã provoca um risco maior para irregularidade do retorno das chuvas no início da nova estação. <br /> <br />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), na Previsão Climática Trimestral Set – Out – Nov, indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as regiões Norte, Nordeste, centro-norte de GO e MG. Em grande parte da Região Sul, centro-sul e leste do MS, SP, sul e oeste de MG, a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo da faixa normal. Na Região Sul, esta previsão se deve à manutenção da La Niña.<br /><br />Vale destacar, que esse período é caracterizado por chuvas escassas na faixa central do país e mais abundantes nos extremos norte, leste e sul do Brasil. <br /><br />A previsão de temperatura aponta maior probabilidade de ocorrência de valores acima média em praticamente toda a Região Centro-oeste, centro-norte e oeste de SP, oeste de MG, e grande parte das Regiões Norte e Nordeste. A previsão de maior probabilidade de temperaturas abaixo da média, está presente apenas em parte do litoral sul da BA.<br /><br />De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), as regiões que passaram por irregularidades de chuvas e apresentam baixa disponibilidade de água no solo, poderão ter impactos, como baixa vazão em seus mananciais <br /><br />Com base no exposto e dado à variabilidade das previsões climáticas para o vasto território nacional, o monitoramento do clima, a eficiência de uso dos recursos hídricos e recomposição florestal, ganham importância.<br /><br />E para apoiar o produtor rural, o BB disponibiliza recursos para acompanhamento climático, como a estação meteorológica inovadora desenvolvida pela Agritec FieldPro, parceira do Banco do Brasil, além de recursos para investimentos na melhoria ou modernização dos sistemas de irrigação, bem como para a recomposição de matas ciliares.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51148060</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2022 13:08:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51148060/20220905_bbcast_agro_clima.mp3" length="3354166" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é segunda-feira, 05 de setembro de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático. &#13;
&#13;
Conforme relatório publicado em Agosto pela NOAA (Administração...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 05 de setembro de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br /><br />Conforme relatório publicado em Agosto pela NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA), há previsão de continuidade do fenômeno La Niña, com expectativa de diminuição gradual da probabilidade de ocorrência, passando de 86% na Primavera, para 60% entre Dezembro e Fevereiro/2023.<br /><br />No Brasil, de acordo com divulgação do Climatempo, há previsão para estiagem durante a Primavera na Região Sul. Ao Norte do país, os eventos chuvosos devem ser mais intensos. Já na área Central, o La Ninã provoca um risco maior para irregularidade do retorno das chuvas no início da nova estação. <br /> <br />O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), na Previsão Climática Trimestral Set – Out – Nov, indica maior probabilidade de chuva acima da média entre as regiões Norte, Nordeste, centro-norte de GO e MG. Em grande parte da Região Sul, centro-sul e leste do MS, SP, sul e oeste de MG, a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo da faixa normal. Na Região Sul, esta previsão se deve à manutenção da La Niña.<br /><br />Vale destacar, que esse período é caracterizado por chuvas escassas na faixa central do país e mais abundantes nos extremos norte, leste e sul do Brasil. <br /><br />A previsão de temperatura aponta maior probabilidade de ocorrência de valores acima média em praticamente toda a Região Centro-oeste, centro-norte e oeste de SP, oeste de MG, e grande parte das Regiões Norte e Nordeste. A previsão de maior probabilidade de temperaturas abaixo da média, está presente apenas em parte do litoral sul da BA.<br /><br />De acordo com o Sistema de Monitoramento Agroclimático (Agritempo), as regiões que passaram por irregularidades de chuvas e apresentam baixa disponibilidade de água no solo, poderão ter impactos, como baixa vazão em seus mananciais <br /><br />Com base no exposto e dado à variabilidade das previsões climáticas para o vasto território nacional, o monitoramento do clima, a eficiência de uso dos recursos hídricos e recomposição florestal, ganham importância.<br /><br />E para apoiar o produtor rural, o BB disponibiliza recursos para acompanhamento climático, como a estação meteorológica inovadora desenvolvida pela Agritec FieldPro, parceira do Banco do Brasil, além de recursos para investimentos na melhoria ou modernização dos sistemas de irrigação, bem como para a recomposição de matas ciliares.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>210</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,fieldpro,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bbd36f9a643f601bc96822514c0fba69.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/09/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-09-2022-cenario-da-soja--51122490</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 02 de setembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó (SC), e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações da soja na Bolsa de Chicago atingiram o valor de U$ 15,07/bushel em 31/08 com redução de 0,36% na sessão. Para o vencimento em novembro, as cotações vêm oscilando entre U$ 13,56 e U$ 14,85/bushel, encerrando o dia 31/08 cotado a US$ 14,06/bushel.<br /><br />As previsões meteorológicas norte-americanas para a primeira quinzena de setembro apontam temperaturas acima da média e chuvas com volumes variando entre 5mm e 50mm, com distribuição irregular nos principais estados produtores. De acordo com o último relatório do USDA, 57% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes e 93% das lavouras estão em enchimento de grãos, fase determinante para a produção. Os dados divulgados no acompanhamento de safra da PRO FARMERS CROP TOUR, estão alinhados com o último relatório de oferta e demanda do USDA, com estimativa de colheita acima de 123 milhões de toneladas. <br /><br />Além do clima e da safra nos EUA, o mercado da soja pode ser influenciado por outros fatores, como o posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa em função da diminuição do crescimento do seu PIB e consequente redução na demanda. <br /><br />Segundo dados da Conab, em seu último relatório, a perspectiva para a safra de soja 2022/2023 é de nova ampliação de área. A estimativa é de que sejam cultivados 42,4 milhões de ha, área cerca de 3,5% superior à da safra 21/22.<br /><br />O INMET, em seu Boletim Agroclimatológico de agosto/22 (previsão Setembro/Outubro/Novembro), aponta para uma probabilidade de 70 a 80% de continuidade de La Niña de intensidade fraca nos próximos três meses, com chuvas abaixo da média para os estados da região Sul, SP e parte do MT e MS, sendo o fator clima determinante para uma boa produção.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa vem acompanhando as cotações externas e variações cambiais. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 31/08, foi cotado a R$ 190,97/ saca, redução de 2,43% em relação ao início de agosto. Contudo, o prêmio nos portos vem apresentando elevação nas últimas semanas, cotado para o mês de setembro em torno de US$ 2,70/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51122490</guid><pubDate>Fri, 02 Sep 2022 19:20:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51122490/20220902_bbcast_agro_soja.mp3" length="3602434" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 02 de setembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó (SC), e falaremos hoje sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
As cotações da soja na Bolsa de Chicago atingiram o valor de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 02 de setembro de 2022, meu nome é Giuliano Pradela, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó (SC), e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações da soja na Bolsa de Chicago atingiram o valor de U$ 15,07/bushel em 31/08 com redução de 0,36% na sessão. Para o vencimento em novembro, as cotações vêm oscilando entre U$ 13,56 e U$ 14,85/bushel, encerrando o dia 31/08 cotado a US$ 14,06/bushel.<br /><br />As previsões meteorológicas norte-americanas para a primeira quinzena de setembro apontam temperaturas acima da média e chuvas com volumes variando entre 5mm e 50mm, com distribuição irregular nos principais estados produtores. De acordo com o último relatório do USDA, 57% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes e 93% das lavouras estão em enchimento de grãos, fase determinante para a produção. Os dados divulgados no acompanhamento de safra da PRO FARMERS CROP TOUR, estão alinhados com o último relatório de oferta e demanda do USDA, com estimativa de colheita acima de 123 milhões de toneladas. <br /><br />Além do clima e da safra nos EUA, o mercado da soja pode ser influenciado por outros fatores, como o posicionamento dos agentes frente à possível recessão na economia mundial, mecanismos para conter a inflação, incertezas sobre a demanda chinesa em função da diminuição do crescimento do seu PIB e consequente redução na demanda. <br /><br />Segundo dados da Conab, em seu último relatório, a perspectiva para a safra de soja 2022/2023 é de nova ampliação de área. A estimativa é de que sejam cultivados 42,4 milhões de ha, área cerca de 3,5% superior à da safra 21/22.<br /><br />O INMET, em seu Boletim Agroclimatológico de agosto/22 (previsão Setembro/Outubro/Novembro), aponta para uma probabilidade de 70 a 80% de continuidade de La Niña de intensidade fraca nos próximos três meses, com chuvas abaixo da média para os estados da região Sul, SP e parte do MT e MS, sendo o fator clima determinante para uma boa produção.<br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa vem acompanhando as cotações externas e variações cambiais. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 31/08, foi cotado a R$ 190,97/ saca, redução de 2,43% em relação ao início de agosto. Contudo, o prêmio nos portos vem apresentando elevação nas últimas semanas, cotado para o mês de setembro em torno de US$ 2,70/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01º/09/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-09-2022-cenario-do-boi-gordo--51104188</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 01º de setembro de 2022, meu nome é Vinícius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados – MS e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mês de agosto manteve o cenário de demanda interna retraída e escalas de abate alongadas, cenário que foi agravado pelas notícias de férias coletivas em várias plantas frigoríficas, provocando aumento na oferta de animais para o abate, mesmo se tratando de entressafra. Desta forma, as cotações físicas da arroba do boi gordo foram pressionadas negativamente no período.  <br /><br />A cotação da arroba em 30/08/22 - Indicador CEPEA Esalq / B3 fechou em R$ 312/arroba, já o mercado futuro apresentou pequena recuperação no final do mês, com o contrato nov/22 cotato a R$ 311,50. <br /><br />De acordo com a Secex, as exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada mantiveram o bom ritmo de negócios em agosto, sendo embarcadas, até a terceira semana mais de 128 mil toneladas, com média diária de 8,569 mil toneladas, alta de 3,8% na quantidade média diária e valorização de 10,1% no preço médio da tonelada ante o registrado no mesmo período do ano passado. Esse bom movimento favorece a permanência do ágio para o “Boi China” entre R$ 20,00 a R$30,00 reais por arroba acima do boi direcionado ao mercado interno.<br /><br />O mercado atacadista de carne bovina está fechando o mês em estabilidade, mantendo a procura de carne arrefecida e estoques sendo abastecidos com folga. Em função da boa oferta de animais, as escalas de abate continuaram confortáveis, com média nacional em torno de 12 dias úteis.<br /><br />Quanto ao mercado de reposição, a elevada oferta somada a menor demanda ao longo do mês tem gerado movimento negativo nos preços do bezerro em 2,13% ante o mês passado.<br /> <br />A notícia boa vem do mercado futuro, que sinaliza valorizações no indicador, ao contrário de anos anteriores, em que o pico das cotações ocorreu no contrato de outubro. Neste caso, os contratos com vencimento para nov.22 e dez.22 são os que apresentaram maiores incrementos, justificados pela expectativa de melhora no consumo da carne bovina no mercado interno devido às festividades anuais, copa do mundo e eleições. <br /><br />Além disso, espera-se também um escoamento para mercado externo se mantendo aquecido, principalmente para a China e países no Oriente Médio, como sazonalmente ocorre neste período.<br /><br />Para auxiliar na programação das atividades realizadas no final da entressafra e início de safra, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos para auxiliar os produtores nas estratégias de produção. O Banco do Brasil também disponibiliza a oportunidade de contratos de opções e a termo, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais. <br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51104188</guid><pubDate>Thu, 01 Sep 2022 12:42:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51104188/20220901_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3326163" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 01º de setembro de 2022, meu nome é Vinícius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados – MS e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
O mês de agosto manteve o cenário de demanda interna retraída e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 01º de setembro de 2022, meu nome é Vinícius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados – MS e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mês de agosto manteve o cenário de demanda interna retraída e escalas de abate alongadas, cenário que foi agravado pelas notícias de férias coletivas em várias plantas frigoríficas, provocando aumento na oferta de animais para o abate, mesmo se tratando de entressafra. Desta forma, as cotações físicas da arroba do boi gordo foram pressionadas negativamente no período.  <br /><br />A cotação da arroba em 30/08/22 - Indicador CEPEA Esalq / B3 fechou em R$ 312/arroba, já o mercado futuro apresentou pequena recuperação no final do mês, com o contrato nov/22 cotato a R$ 311,50. <br /><br />De acordo com a Secex, as exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada mantiveram o bom ritmo de negócios em agosto, sendo embarcadas, até a terceira semana mais de 128 mil toneladas, com média diária de 8,569 mil toneladas, alta de 3,8% na quantidade média diária e valorização de 10,1% no preço médio da tonelada ante o registrado no mesmo período do ano passado. Esse bom movimento favorece a permanência do ágio para o “Boi China” entre R$ 20,00 a R$30,00 reais por arroba acima do boi direcionado ao mercado interno.<br /><br />O mercado atacadista de carne bovina está fechando o mês em estabilidade, mantendo a procura de carne arrefecida e estoques sendo abastecidos com folga. Em função da boa oferta de animais, as escalas de abate continuaram confortáveis, com média nacional em torno de 12 dias úteis.<br /><br />Quanto ao mercado de reposição, a elevada oferta somada a menor demanda ao longo do mês tem gerado movimento negativo nos preços do bezerro em 2,13% ante o mês passado.<br /> <br />A notícia boa vem do mercado futuro, que sinaliza valorizações no indicador, ao contrário de anos anteriores, em que o pico das cotações ocorreu no contrato de outubro. Neste caso, os contratos com vencimento para nov.22 e dez.22 são os que apresentaram maiores incrementos, justificados pela expectativa de melhora no consumo da carne bovina no mercado interno devido às festividades anuais, copa do mundo e eleições. <br /><br />Além disso, espera-se também um escoamento para mercado externo se mantendo aquecido, principalmente para a China e países no Oriente Médio, como sazonalmente ocorre neste período.<br /><br />Para auxiliar na programação das atividades realizadas no final da entressafra e início de safra, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos para auxiliar os produtores nas estratégias de produção. O Banco do Brasil também disponibiliza a oportunidade de contratos de opções e a termo, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais. <br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>208</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/614b8f0a4bdc7cdbc219c9de1829db88.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>31/08/2022 - Cenário da cachaça</title><link>https://www.spreaker.com/episode/31-08-2022-cenario-da-cachaca--51091115</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 31 de agosto de 2022, meu nome é Celso Cavados, Sou Gerente na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário da cachaça.<br /><br />Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil. Sua origem se data por volta dos anos 1500 e foi o primeiro destilado produzido nas américas. Atualmente é a terceira bebida destilada mais consumida no mundo.<br /><br />Em 2021, foram exportados mais de 7 milhões de litros de cachaça, para 67 países, por mais de 50 empresas, gerando receita de 13,17 milhões de dólares. Os principais países de destino foram os Estados Unidos, Alemanha, Paraguai e Portugal.<br /><br />Conforme dados do MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, divulgados no Anuário da Cachaça de 2021, o Brasil possuía em 2020 1.131 produtores de Cachaça registrados e um total de 5.523 Marcas desses Produtos Registradas no Mapa. <br /><br />A região Sudeste possui 69% dos estabelecimentos registrados para produção de cachaça, seguida pela Nordeste, Sul, Centro-oeste e região Norte. Em relação a produção, os estados mais representativos são Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Ceará e Paraíba.<br /><br />Conforme o Instituto Brasileiro da Cachaça - IBRAC, o Brasil possui capacidade instalada para produção de Cachaça de aproximadamente 1,2 bilhão de litros anuais, porém se produz anualmente menos de 800 milhões de litros. O setor gera mais de 600 mil empregos diretos e indiretos e a quantidade de produtores informais pode chegar a 89%. Para termos idéia, a cachaça representa 72% do mercado de destilados no Brasil.<br /><br />A qualidade da cachaça é regulamentada pelo Decreto nº 6.871, de 2009 e pela a Instrução Normativa nº 13, de 2005 do MAPA, que fixam os Padrões de Identidade e Qualidade do produto. Além da qualidade da matéria prima, processo de fermentação e destilação, o tipo da madeira utilizada nas barricas de envelhecimento como Carvalho, Amburana, Ipê, interferem no sabor e qualidade da cachaça.<br /><br />No tocante a matéria prima, a cana-de-açúcar, fatores como fertilidade do solo, tipo de adubação, variedade da cana, tratos culturais, manejos de colheita e pós colheita, além das condições climáticas, podem afetar diretamente a qualidade do produto e refletir na qualidade da cachaça produzida. <br /><br />E para auxiliar na melhoria do manejo e da produção da cana-de-açúcar, O Banco do Brasil conta além do tradicional custeio, com linhas como a Moderagro, para que o produtor e a agroindústria possam investir na construção e modernização de infraestrutura, aquisição de máquinas, equipamentos e demais materiais para produção de cachaça.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51091115</guid><pubDate>Wed, 31 Aug 2022 12:50:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51091115/20220831_bbcast_agro_cacha_a.mp3" length="3260543" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 31 de agosto de 2022, meu nome é Celso Cavados, Sou Gerente na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário da cachaça.&#13;
&#13;
Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 31 de agosto de 2022, meu nome é Celso Cavados, Sou Gerente na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre o cenário da cachaça.<br /><br />Cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil. Sua origem se data por volta dos anos 1500 e foi o primeiro destilado produzido nas américas. Atualmente é a terceira bebida destilada mais consumida no mundo.<br /><br />Em 2021, foram exportados mais de 7 milhões de litros de cachaça, para 67 países, por mais de 50 empresas, gerando receita de 13,17 milhões de dólares. Os principais países de destino foram os Estados Unidos, Alemanha, Paraguai e Portugal.<br /><br />Conforme dados do MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, divulgados no Anuário da Cachaça de 2021, o Brasil possuía em 2020 1.131 produtores de Cachaça registrados e um total de 5.523 Marcas desses Produtos Registradas no Mapa. <br /><br />A região Sudeste possui 69% dos estabelecimentos registrados para produção de cachaça, seguida pela Nordeste, Sul, Centro-oeste e região Norte. Em relação a produção, os estados mais representativos são Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Ceará e Paraíba.<br /><br />Conforme o Instituto Brasileiro da Cachaça - IBRAC, o Brasil possui capacidade instalada para produção de Cachaça de aproximadamente 1,2 bilhão de litros anuais, porém se produz anualmente menos de 800 milhões de litros. O setor gera mais de 600 mil empregos diretos e indiretos e a quantidade de produtores informais pode chegar a 89%. Para termos idéia, a cachaça representa 72% do mercado de destilados no Brasil.<br /><br />A qualidade da cachaça é regulamentada pelo Decreto nº 6.871, de 2009 e pela a Instrução Normativa nº 13, de 2005 do MAPA, que fixam os Padrões de Identidade e Qualidade do produto. Além da qualidade da matéria prima, processo de fermentação e destilação, o tipo da madeira utilizada nas barricas de envelhecimento como Carvalho, Amburana, Ipê, interferem no sabor e qualidade da cachaça.<br /><br />No tocante a matéria prima, a cana-de-açúcar, fatores como fertilidade do solo, tipo de adubação, variedade da cana, tratos culturais, manejos de colheita e pós colheita, além das condições climáticas, podem afetar diretamente a qualidade do produto e refletir na qualidade da cachaça produzida. <br /><br />E para auxiliar na melhoria do manejo e da produção da cana-de-açúcar, O Banco do Brasil conta além do tradicional custeio, com linhas como a Moderagro, para que o produtor e a agroindústria possam investir na construção e modernização de infraestrutura, aquisição de máquinas, equipamentos e demais materiais para produção de cachaça.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cachaça,cana,canavial</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/12c70d7dcd8fccefca094827f30f0a26.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>30/08/2022 - Cenário de pastagens</title><link>https://www.spreaker.com/episode/30-08-2022-cenario-de-pastagens--51080135</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 30 de agosto de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados (MS), e vamos falar sobre pastagens.<br /><br />De acordo com a Universidade Federal de Goiás, em 2020, o Brasil possuía mais de 160 milhões de hectares de pastagens, das quais cerca de 65% encontram-se degradadas e necessitam de intervenção para reverter esta situação. Fatores climáticos, como a falta de chuvas regulares, calor excessivo e geadas tendem agravar este quadro.<br /><br />A escassez de pastagens acaba por fazer com que ocorram atrasos na terminação dos animais para abate, além da venda de animais mais leves. Ainda, a degradação das pastagens gera necessidade de aumento do uso de concentrados/rações para manter a produção, elevando os custos, o que impacta diretamente o fluxo de caixa e as margens do produtor.<br /><br />Em 2011, houve um marco histórico na pecuária brasileira. Até então, era comum grandes áreas de pastagens, com pouca ocupação de animais e a partir daquele ano passou-se a adotar um maior número de animais em uma menor área de pastagem. Este fato demonstra a racionalização do uso deste recurso, explorando-se o máximo potencial das áreas.<br /><br />Ainda em relação às pastagens e à bovinocultura, um dos temas de grande preocupação atualmente remete às emissões geradas pela atividade, uma vez que no processo produtivo há emissão de metano, resultado do processo de eructação (arroto) dos animais. Neste contexto, a pecuária sustentável ganha destaque. De acordo com pesquisa publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em 2009, em situação normal, com boa oferta de pastagem e de água, um bovino, em 26 meses, emite aproximadamente 73 quilos kg de metano, ou 445 gramas do gás por quilo de carne. Já em um pasto degradado, com superpastejo, sem qualquer medida de recuperação ou preservação da pastagem, em que o animal é malnutrido, este fica pronto para o abate somente com 42 meses e pode emitir cerca de 115 kg de metano, ou 736 gramas por quilo de carne.<br /><br />Isso ocorre porque falhas na alimentação, em especial durante o período seco do ano, podem levar o os animais a perder peso. Com isso, para recuperar a massa perdida haverá maior emissão de metano para a produção do mesmo quilo de carne. No período chuvoso, quando os rebanhos bovinos costumam ser alimentados com boa disponibilidade de pastagens, a emissão de metano nos pastos é cerca de nove vezes inferior ao registrado no período seco, quando as pastagens são escassas e apresentam menos nutrientes. <br /><br />Para a implantação, manutenção e recuperação das pastagens, que proporcionam maior peso dos animais em menor tempo, com sustentabilidade, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de investimentos, como o ABC, que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas, racionalizando a utilização das pastagens.<br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51080135</guid><pubDate>Tue, 30 Aug 2022 15:28:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51080135/20220830_bbcast_agro_pastagens.mp3" length="3247586" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 30 de agosto de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados (MS), e vamos falar sobre pastagens.&#13;
&#13;
De acordo com a Universidade Federal de Goiás, em 2020, o Brasil possuía mais de 160...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 30 de agosto de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados (MS), e vamos falar sobre pastagens.<br /><br />De acordo com a Universidade Federal de Goiás, em 2020, o Brasil possuía mais de 160 milhões de hectares de pastagens, das quais cerca de 65% encontram-se degradadas e necessitam de intervenção para reverter esta situação. Fatores climáticos, como a falta de chuvas regulares, calor excessivo e geadas tendem agravar este quadro.<br /><br />A escassez de pastagens acaba por fazer com que ocorram atrasos na terminação dos animais para abate, além da venda de animais mais leves. Ainda, a degradação das pastagens gera necessidade de aumento do uso de concentrados/rações para manter a produção, elevando os custos, o que impacta diretamente o fluxo de caixa e as margens do produtor.<br /><br />Em 2011, houve um marco histórico na pecuária brasileira. Até então, era comum grandes áreas de pastagens, com pouca ocupação de animais e a partir daquele ano passou-se a adotar um maior número de animais em uma menor área de pastagem. Este fato demonstra a racionalização do uso deste recurso, explorando-se o máximo potencial das áreas.<br /><br />Ainda em relação às pastagens e à bovinocultura, um dos temas de grande preocupação atualmente remete às emissões geradas pela atividade, uma vez que no processo produtivo há emissão de metano, resultado do processo de eructação (arroto) dos animais. Neste contexto, a pecuária sustentável ganha destaque. De acordo com pesquisa publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em 2009, em situação normal, com boa oferta de pastagem e de água, um bovino, em 26 meses, emite aproximadamente 73 quilos kg de metano, ou 445 gramas do gás por quilo de carne. Já em um pasto degradado, com superpastejo, sem qualquer medida de recuperação ou preservação da pastagem, em que o animal é malnutrido, este fica pronto para o abate somente com 42 meses e pode emitir cerca de 115 kg de metano, ou 736 gramas por quilo de carne.<br /><br />Isso ocorre porque falhas na alimentação, em especial durante o período seco do ano, podem levar o os animais a perder peso. Com isso, para recuperar a massa perdida haverá maior emissão de metano para a produção do mesmo quilo de carne. No período chuvoso, quando os rebanhos bovinos costumam ser alimentados com boa disponibilidade de pastagens, a emissão de metano nos pastos é cerca de nove vezes inferior ao registrado no período seco, quando as pastagens são escassas e apresentam menos nutrientes. <br /><br />Para a implantação, manutenção e recuperação das pastagens, que proporcionam maior peso dos animais em menor tempo, com sustentabilidade, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de investimentos, como o ABC, que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas, racionalizando a utilização das pastagens.<br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>203</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bancodobrasil,bb,bovinocultura,broto,pastagem,pastagens</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5ef2b76e7cd413153a0f49a5d9db4509.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/08/2022 - Cenário do frango</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-08-2022-cenario-do-frango--51065528</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 29 de agosto de 2022, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br />De acordo com dados preliminares do IBGE, o Brasil produziu, no primeiro semestre de 2022, aproximadamente 7,4 milhões de toneladas de carne de frango, volume 1,7% superior ao registrado no mesmo período de 2021.<br /><br />A previsão do USDA para o Brasil, no ano de 2022, é de aumento de produção em 1,4%, produzindo cerca de 14,7 milhões de toneladas.<br /><br />Devido à redução de 15,5% no preço do milho no primeiro semestre de 2022, observou-se o reflexo deste movimento no custo de produção, que de acordo com a EMBRAPA AVES e Suínos, passou de R$ 5,51 por kg de Pvivo produzido em janeiro/22 para R$ 5,45 em julho deste ano. <br /><br />Ainda que tenha havido esta redução em alguns itens, o custo de produção permanece em patamares elevados. No entanto, em razão da baixa oferta de aves no mercado independente, o preço pago pelo frango vivo, entre janeiro e junho de 2022, aumentou 40% no Estado de Minas Gerais e 20% em São Paulo, sendo cotados atualmente, respectivamente, a R$ 6,60 e R$ 6,10 o kg peso vivo. Este fator alivia a pressão sobre a rentabilidade do avicultor.<br /><br />Em relação ao mercado externo, os embarques de carne de frango nos sete primeiros meses de 2022 aumentaram 6% em comparação ao mesmo período de 2021, totalizando 2,6 milhão de toneladas.<br /><br />Conforme dados disponibilizados pela SECEX, até a terceira semana de agosto de 2022, foram exportadas 254 mil toneladas, com preço médio de US$ 2.100,0,00 a tonelada de carne de frango.<br /><br />Para a estocagem do milho necessário à produção de frangos, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de financiar a construção ou ampliação de armazéns destinados a guarda do grão, por meio do Programa para construção e ampliação de armazéns (PCA), o que possibilita a compra do cereal em momentos de preços favoráveis, como no período da colheita.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51065528</guid><pubDate>Mon, 29 Aug 2022 14:04:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51065528/20220829_bbcast_agro_frango.mp3" length="3553115" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 29 de agosto de 2022, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.&#13;
&#13;
De acordo com dados preliminares do IBGE, o Brasil...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 29 de agosto de 2022, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e falaremos hoje sobre o cenário da produção de frango de corte.<br /><br />De acordo com dados preliminares do IBGE, o Brasil produziu, no primeiro semestre de 2022, aproximadamente 7,4 milhões de toneladas de carne de frango, volume 1,7% superior ao registrado no mesmo período de 2021.<br /><br />A previsão do USDA para o Brasil, no ano de 2022, é de aumento de produção em 1,4%, produzindo cerca de 14,7 milhões de toneladas.<br /><br />Devido à redução de 15,5% no preço do milho no primeiro semestre de 2022, observou-se o reflexo deste movimento no custo de produção, que de acordo com a EMBRAPA AVES e Suínos, passou de R$ 5,51 por kg de Pvivo produzido em janeiro/22 para R$ 5,45 em julho deste ano. <br /><br />Ainda que tenha havido esta redução em alguns itens, o custo de produção permanece em patamares elevados. No entanto, em razão da baixa oferta de aves no mercado independente, o preço pago pelo frango vivo, entre janeiro e junho de 2022, aumentou 40% no Estado de Minas Gerais e 20% em São Paulo, sendo cotados atualmente, respectivamente, a R$ 6,60 e R$ 6,10 o kg peso vivo. Este fator alivia a pressão sobre a rentabilidade do avicultor.<br /><br />Em relação ao mercado externo, os embarques de carne de frango nos sete primeiros meses de 2022 aumentaram 6% em comparação ao mesmo período de 2021, totalizando 2,6 milhão de toneladas.<br /><br />Conforme dados disponibilizados pela SECEX, até a terceira semana de agosto de 2022, foram exportadas 254 mil toneladas, com preço médio de US$ 2.100,0,00 a tonelada de carne de frango.<br /><br />Para a estocagem do milho necessário à produção de frangos, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de financiar a construção ou ampliação de armazéns destinados a guarda do grão, por meio do Programa para construção e ampliação de armazéns (PCA), o que possibilita a compra do cereal em momentos de preços favoráveis, como no período da colheita.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>223</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,avicultura,aviculturadecorte,bancodobrasil,bb,broto,frango</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d9eed650bee540f24b3e925701a54203.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/08/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-08-2022-cenario-do-milho--51037672</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 26 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />Os últimos dias foram de valorização nos contratos futuros na Bolsa de Chicago. Os primeiros vencimentos, setembro/22 e dezembro/22, encerram o dia 23 de agosto cotados a 6 dólares e 60 centavos por bushel e 6 dólares e 55 centavos por bushel, respectivamente. Apesar da diminuição das preocupações com o escoamento de grãos da Ucrânia pelo Mar Negro, com mais navios partindo dos portos ucranianos na última semana, as valorizações foram fundamentadas no clima quente e seco que está afetando as lavouras do hemisfério norte. <br /><br />Para a União Europeia, o departamento de agricultura norte-americano (USDA) reduziu em 8 milhões de toneladas a produção da safra 22/23, estimada no relatório de agosto em 60 milhões de toneladas. <br /><br />A China, que é o segundo maior produtor do cereal, com safra estimada em 271 milhões de toneladas, emitiu o primeiro alerta nacional de seca no dia 19 de agosto, após semanas de calor extremo que atingiram diversas regiões, inclusive áreas de plantio de milho, movimentando o mercado externo sobre possível aumento de demanda chinesa, caso a produção seja afetada.<br /><br />No caso dos Estados Unidos, o viés de alta nas cotações decorreu da sinalização de piora consecutiva nas condições das lavouras do país, conforme relatório da segunda-feira, dia 22, onde 55% das áreas foram consideradas boas a excelentes, redução de 2% em relação à semana passada e 5% inferior ao observado no mesmo período do ano passado. Esta redução nas condições das lavouras foi maior do que o mercado esperava, resultando em especulações sobre nova redução na produção total de milho norte-americano. O relatório de Oferta e Demanda a ser publicado pelo USDA em setembro, com levantamento a campo, será importante para a mensuração da produtividade do milho nos EUA. <br /><br />No Brasil, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, acumulou valorização de 1,4% nos últimos 8 dias úteis, seguindo as valorizações no mercado externo e a retração na comercialização por parte dos produtores, que aguardam maiores valorizações no mercado à vista.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro, lembrando que é possível simular e contratar a Opção desejada diretamente no aplicativo. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51037672</guid><pubDate>Fri, 26 Aug 2022 13:04:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51037672/20220826_bbcast_agro_milho.mp3" length="3069118" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 26 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
Os últimos dias foram de valorização nos contratos futuros na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 26 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />Os últimos dias foram de valorização nos contratos futuros na Bolsa de Chicago. Os primeiros vencimentos, setembro/22 e dezembro/22, encerram o dia 23 de agosto cotados a 6 dólares e 60 centavos por bushel e 6 dólares e 55 centavos por bushel, respectivamente. Apesar da diminuição das preocupações com o escoamento de grãos da Ucrânia pelo Mar Negro, com mais navios partindo dos portos ucranianos na última semana, as valorizações foram fundamentadas no clima quente e seco que está afetando as lavouras do hemisfério norte. <br /><br />Para a União Europeia, o departamento de agricultura norte-americano (USDA) reduziu em 8 milhões de toneladas a produção da safra 22/23, estimada no relatório de agosto em 60 milhões de toneladas. <br /><br />A China, que é o segundo maior produtor do cereal, com safra estimada em 271 milhões de toneladas, emitiu o primeiro alerta nacional de seca no dia 19 de agosto, após semanas de calor extremo que atingiram diversas regiões, inclusive áreas de plantio de milho, movimentando o mercado externo sobre possível aumento de demanda chinesa, caso a produção seja afetada.<br /><br />No caso dos Estados Unidos, o viés de alta nas cotações decorreu da sinalização de piora consecutiva nas condições das lavouras do país, conforme relatório da segunda-feira, dia 22, onde 55% das áreas foram consideradas boas a excelentes, redução de 2% em relação à semana passada e 5% inferior ao observado no mesmo período do ano passado. Esta redução nas condições das lavouras foi maior do que o mercado esperava, resultando em especulações sobre nova redução na produção total de milho norte-americano. O relatório de Oferta e Demanda a ser publicado pelo USDA em setembro, com levantamento a campo, será importante para a mensuração da produtividade do milho nos EUA. <br /><br />No Brasil, o preço físico, referência Campinas/CEPEA, acumulou valorização de 1,4% nos últimos 8 dias úteis, seguindo as valorizações no mercado externo e a retração na comercialização por parte dos produtores, que aguardam maiores valorizações no mercado à vista.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro, lembrando que é possível simular e contratar a Opção desejada diretamente no aplicativo. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>192</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/08/2022 - Cenário do algodão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-08-2022-cenario-do-algodao--51026875</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 25 de agosto, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />O relatório do USDA do início de agosto trouxe novidades ao cenário de oferta e demanda de pluma, contrariando a expectativa do mercado de redução no consumo, o Departamento manteve a previsão de consumo global em relação ao mês de julho/22, mesmo em meio a notícias sobre inflação e a recessão em países como China e Estados Unidos.<br /><br />Outro fundamento altista presente no relatório remete à previsão de menor oferta de pluma, devido principalmente à estimativa de recuo da produção norte-americana em 18% em razão da seca que está acometendo as lavouras do país, já considerado irreversível em parte das lavouras.<br /><br />O mercado internacional assimilou estes fatos e números, refletindo na apreciação das cotações da pluma, que subiram 15% entre os dias 10 e 22 de agosto, sobretudo nos contratos para dezembro de 2022.<br /><br />No Brasil, a colheita se aproxima do fim, com praticamente 90% das áreas já colhidas. Os números até então indicam redução de produtividade, em especial nos dois maiores produtores nacionais: Mato Grosso e Bahia, em decorrência de adversidades climáticas. No entanto, importante ressaltar que, apesar desta redução, a safra brasileira deverá ofertar um volume de pluma 10% superior ao observado na safra 2020/21, face o aumento de área.<br /><br />Devido ao cenário de incertezas econômicas globais no médio/longo prazo, importante que o cotonicultor aproveite os momentos de valorização da pluma para comercializar e também proteger suas margens com a utilização do Termo de Moedas e Opções Agro do BB, como forma de proteção contra as oscilações negativas na cotação do dólar e da pluma nos mercados externo e interno.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51026875</guid><pubDate>Thu, 25 Aug 2022 12:58:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51026875/20220825_bbcast_agro_algodao.mp3" length="2230274" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quinta-feira, 25 de agosto, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. &#13;
&#13;
O relatório do USDA do início de agosto trouxe novidades ao...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quinta-feira, 25 de agosto, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra no Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão. <br /><br />O relatório do USDA do início de agosto trouxe novidades ao cenário de oferta e demanda de pluma, contrariando a expectativa do mercado de redução no consumo, o Departamento manteve a previsão de consumo global em relação ao mês de julho/22, mesmo em meio a notícias sobre inflação e a recessão em países como China e Estados Unidos.<br /><br />Outro fundamento altista presente no relatório remete à previsão de menor oferta de pluma, devido principalmente à estimativa de recuo da produção norte-americana em 18% em razão da seca que está acometendo as lavouras do país, já considerado irreversível em parte das lavouras.<br /><br />O mercado internacional assimilou estes fatos e números, refletindo na apreciação das cotações da pluma, que subiram 15% entre os dias 10 e 22 de agosto, sobretudo nos contratos para dezembro de 2022.<br /><br />No Brasil, a colheita se aproxima do fim, com praticamente 90% das áreas já colhidas. Os números até então indicam redução de produtividade, em especial nos dois maiores produtores nacionais: Mato Grosso e Bahia, em decorrência de adversidades climáticas. No entanto, importante ressaltar que, apesar desta redução, a safra brasileira deverá ofertar um volume de pluma 10% superior ao observado na safra 2020/21, face o aumento de área.<br /><br />Devido ao cenário de incertezas econômicas globais no médio/longo prazo, importante que o cotonicultor aproveite os momentos de valorização da pluma para comercializar e também proteger suas margens com a utilização do Termo de Moedas e Opções Agro do BB, como forma de proteção contra as oscilações negativas na cotação do dólar e da pluma nos mercados externo e interno.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>140</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,algodao,bancodobrasil,bb,broto,cotonicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9cd0a01c139a6dfa131350005c44a0c3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>24/08/2022 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/24-08-2022-cenario-do-cafe-arabica--51015707</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de agosto de 2022, eu sou José Antônio, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança-MG, e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />Com a colheita em fase de finalização e grande parte das áreas já em trabalhos de varrição, o produtor passará agora a focar nos tratos culturais para a próxima safra e na comercialização do grão ora colhido. O clima favorável tem contribuído para a obtenção de produtos de excelente qualidade nesta safra, superior ao registrado em 2021.<br /><br />As chuvas ocorridas no início de agosto, entre 10 e 20 mm, nas regiões do Sul de Minas e SP, reduziram as preocupações com a umidade do solo neste momento. No entanto, caso as chuvas não ocorram de forma regular nos próximos meses as preocupações e incertezas sobre a floração da safra 2022/23 permanecerão, trazendo volatilidade adicional ao mercado global de café. <br /><br />A menor disponibilidade atual do produto e o volume aquém do potencial da produção da safra 22 Brasil têm propiciado a sustentação das cotações internacionais no curto prazo entre 210 e 220 centavos de dólar por libra peso e dos preços internos entre 1.230 e 1.300 Reais por saca. <br /><br />No médio e longo prazo, as cotações futuras mostram tendência de queda, em função das perspectivas favoráveis para a produção mundial na safra 22/23, contando, para isso, com a projeção clima benéfico para a florada e desenvolvimento da safra no Brasil. Por esta razão, é importante que o produtor realize vendas escalonadas aproveitando altas de preços e faça uso do mercado de Opções, a fim de mitigar riscos e garantir suas margens de comercialização.<br /><br />Com as boas perspectivas de demanda do café a nível mundial, a manutenção das lavouras com tecnologia adequada contribui para uma melhor produtividade e consequente rentabilidade.  E para isso, o Banco do Brasil disponibiliza nesta safra volume recorde de recursos para custeio, investimento e comercialização, acompanhando as demandas do setor. <br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51015707</guid><pubDate>Wed, 24 Aug 2022 13:24:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51015707/20220824_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="2342705" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 24 de agosto de 2022, eu sou José Antônio, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança-MG, e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.&#13;
&#13;
Com a colheita em fase de finalização e grande parte das áreas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 24 de agosto de 2022, eu sou José Antônio, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança-MG, e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.<br /><br />Com a colheita em fase de finalização e grande parte das áreas já em trabalhos de varrição, o produtor passará agora a focar nos tratos culturais para a próxima safra e na comercialização do grão ora colhido. O clima favorável tem contribuído para a obtenção de produtos de excelente qualidade nesta safra, superior ao registrado em 2021.<br /><br />As chuvas ocorridas no início de agosto, entre 10 e 20 mm, nas regiões do Sul de Minas e SP, reduziram as preocupações com a umidade do solo neste momento. No entanto, caso as chuvas não ocorram de forma regular nos próximos meses as preocupações e incertezas sobre a floração da safra 2022/23 permanecerão, trazendo volatilidade adicional ao mercado global de café. <br /><br />A menor disponibilidade atual do produto e o volume aquém do potencial da produção da safra 22 Brasil têm propiciado a sustentação das cotações internacionais no curto prazo entre 210 e 220 centavos de dólar por libra peso e dos preços internos entre 1.230 e 1.300 Reais por saca. <br /><br />No médio e longo prazo, as cotações futuras mostram tendência de queda, em função das perspectivas favoráveis para a produção mundial na safra 22/23, contando, para isso, com a projeção clima benéfico para a florada e desenvolvimento da safra no Brasil. Por esta razão, é importante que o produtor realize vendas escalonadas aproveitando altas de preços e faça uso do mercado de Opções, a fim de mitigar riscos e garantir suas margens de comercialização.<br /><br />Com as boas perspectivas de demanda do café a nível mundial, a manutenção das lavouras com tecnologia adequada contribui para uma melhor produtividade e consequente rentabilidade.  E para isso, o Banco do Brasil disponibiliza nesta safra volume recorde de recursos para custeio, investimento e comercialização, acompanhando as demandas do setor. <br /><br />Consulte seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>147</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f2be3bcf848c1e86a9b22616fb825cad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>23/08/2022 - Cenário da tangerina</title><link>https://www.spreaker.com/episode/23-08-2022-cenario-da-tangerina--51005929</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 23 de agosto de 2022, meu nome é Marcia Cristina Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da tangerina.<br /><br />A tangerina é uma das frutas mais produzidas e consumidas no Brasil e no mundo. Em 2020, segundo o IBGE, o Brasil colheu pouco mais de 1 milhão de toneladas em cerca de 55 mil hectares. Atualmente, 84% da produção concentra-se nos estados de SP, MG, PR e RS, sendo que o Estado de São Paulo se destaca como principal produtor, com produtividades elevadas, próximas a 32 t/ha, bem acima da média nacional que é de 18 t/ha. <br /><br />A área cultivada com tangerinas do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais aumentou 3% nos últimos três anos, para quase 12,6 mil hectares, segundo o Fundo de Defesa da Citricultura. Foram identificados 3 mil hectares com pomares novos (até 3 anos), que deverão começar a produzir ainda nesta safra. A produção está concentrada entre Tangor Murcott e Tangerina Ponkan, que tem expandido para o sul de Minas Gerais, com destaque para o município de Campanha.<br /><br />Em São Paulo, o acúmulo da estiagem pelo terceiro ano consecutivo causou forte impacto nos pomares, provocando morte das raízes, com consequente redução da produtividade. Em Minas Gerais, além das altas temperaturas, as geadas reduziram o tamanho e a qualidade das frutas produzidas. <br /><br />A oferta da Ponkan foi bem distribuída ao longo do primeiro semestre, porém devido às restrições econômicas no país e à queda de temperatura em maio e junho, o consumo foi menos alavancado que o esperado. De acordo com o indicador CEPEA, o preço médio acumulado em 2022 foi de R$ 45,00 a caixa de 27 kg da fruta, valor 40% superior ao registrado em 2021. <br /><br />No Rio Grande do Sul, onde as tangerinas são chamadas de bergamotas, as principais variedades produzidas são Montenegrina, Caí, Pareci e Okitsu. A área total plantada no estado já ultrapassa 13.000 ha, sendo a maior parte composta por pequenas propriedades. A safra segue sendo colhida e a expectativa para este ano é de frutos grandes, com ótima qualidade. Os produtores estão satisfeitos com o retorno da Montenegrina, que está sendo comercializada a R$ 50,00 a caixa de 25 kg.<br /><br />Investir em novos plantios e na renovação das lavouras, combinado à sistemas de irrigação e energia fotovoltaica devem ser analisados pelos produtores, a fim de aproveitar o bom momento da cultura. Para isso, conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/51005929</guid><pubDate>Tue, 23 Aug 2022 13:41:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/51005929/20220823_bbcast_agro_citricultura_tangerina.mp3" length="3451133" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é terça-feira, 23 de agosto de 2022, meu nome é Marcia Cristina Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da tangerina.&#13;
&#13;
A tangerina é uma das frutas mais produzidas e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é terça-feira, 23 de agosto de 2022, meu nome é Marcia Cristina Calixto, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, e hoje vamos falar sobre o cenário da tangerina.<br /><br />A tangerina é uma das frutas mais produzidas e consumidas no Brasil e no mundo. Em 2020, segundo o IBGE, o Brasil colheu pouco mais de 1 milhão de toneladas em cerca de 55 mil hectares. Atualmente, 84% da produção concentra-se nos estados de SP, MG, PR e RS, sendo que o Estado de São Paulo se destaca como principal produtor, com produtividades elevadas, próximas a 32 t/ha, bem acima da média nacional que é de 18 t/ha. <br /><br />A área cultivada com tangerinas do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais aumentou 3% nos últimos três anos, para quase 12,6 mil hectares, segundo o Fundo de Defesa da Citricultura. Foram identificados 3 mil hectares com pomares novos (até 3 anos), que deverão começar a produzir ainda nesta safra. A produção está concentrada entre Tangor Murcott e Tangerina Ponkan, que tem expandido para o sul de Minas Gerais, com destaque para o município de Campanha.<br /><br />Em São Paulo, o acúmulo da estiagem pelo terceiro ano consecutivo causou forte impacto nos pomares, provocando morte das raízes, com consequente redução da produtividade. Em Minas Gerais, além das altas temperaturas, as geadas reduziram o tamanho e a qualidade das frutas produzidas. <br /><br />A oferta da Ponkan foi bem distribuída ao longo do primeiro semestre, porém devido às restrições econômicas no país e à queda de temperatura em maio e junho, o consumo foi menos alavancado que o esperado. De acordo com o indicador CEPEA, o preço médio acumulado em 2022 foi de R$ 45,00 a caixa de 27 kg da fruta, valor 40% superior ao registrado em 2021. <br /><br />No Rio Grande do Sul, onde as tangerinas são chamadas de bergamotas, as principais variedades produzidas são Montenegrina, Caí, Pareci e Okitsu. A área total plantada no estado já ultrapassa 13.000 ha, sendo a maior parte composta por pequenas propriedades. A safra segue sendo colhida e a expectativa para este ano é de frutos grandes, com ótima qualidade. Os produtores estão satisfeitos com o retorno da Montenegrina, que está sendo comercializada a R$ 50,00 a caixa de 25 kg.<br /><br />Investir em novos plantios e na renovação das lavouras, combinado à sistemas de irrigação e energia fotovoltaica devem ser analisados pelos produtores, a fim de aproveitar o bom momento da cultura. Para isso, conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,tangerina</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/47593d183c0236b043d5226600c2d1b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/08/2022 - Cenário da piscicultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-08-2022-cenario-da-piscicultura--50996342</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 22 agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista – SP, e vamos falar sobre a criação do peixe panga.<br /><br />No fim da década de 1980, o Brasil iniciava a criação de tilápia, e o Vietnã, do panga. Mas só em 2012 chegaram as primeiras informações ao Brasil de um caso de sucesso de criação de peixes do Vietnã: o panga ou Pangasius (Pangasianodon hypophthalmus) peixe nativo do rio Mekong, sudeste da Ásia. Atualmente, o Brasil produz cerca de 500 mil toneladas de tilápia, e o Vietnã, 3 milhões de toneladas de panga por ano. <br /><br />A legislação brasileira permitiu a criação da espécie no Brasil, com a exigência de que seja conduzida tanque escavado. Com isso, a criação de panga tornou-se uma excelente opção de diversificação para os produtores rurais que possuem recursos hídricos na propriedade.<br /><br />Testes realizados com o panga no Estado de São Paulo mostraram uma excelente adaptação ao clima (principalmente com relação ao inverno), excelentes índices zootécnicos, viabilidade para a indústria e aceitabilidade pelo mercado consumidor, tanto pela cor, tamanho e sabor.<br /><br />Uma das principais características desse tipo de criação é a produtividade (cerca de 200 toneladas de peixe por hectare de lâmina d’água), enquanto o modal da tilápia em São Paulo produz por volta de 20 toneladas de tilápia por hectare de lâmina d’água. O panga também é menos dependente oxigenação da água e, quando há queda de energia, pode sobreviver várias horas sem aeração da água.<br /><br />O consumo de peixe pelo brasileiro (menos de 5 kg/habitante/ano) ainda é pequeno perto do consumo global (≈ 20 kg/hab/ano). A América Latina só consome mais peixe que o continente africano. O aumento da produção de peixes através da piscicultura no Brasil irá proporcionar para a população uma fonte proteica alternativa e bem saudável. Segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), existe no Brasil 1 milhão de produtores, e a piscicultura movimentou em 2021 cerca de R$ 8 bilhões e, ainda, gerou 1 milhão de empregos diretos e mais 2 milhões de empregos indiretos. <br /><br />E, para os produtores que desejam implementar ou expandir sua atividade de piscicultura, o Banco do Brasil possui linhas de crédito e recursos disponíveis para investirem na infraestrutura, custeio da aquisição dos alevinos, arraçoamento dos peixes e demais necessidades para condução da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50996342</guid><pubDate>Mon, 22 Aug 2022 14:51:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50996342/20220822_bbcast_agro_piscicultura_panga.mp3" length="2973405" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 22 agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista – SP, e vamos falar sobre a criação do peixe panga.&#13;
&#13;
No fim da década de 1980, o Brasil iniciava a criação de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 22 agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista – SP, e vamos falar sobre a criação do peixe panga.<br /><br />No fim da década de 1980, o Brasil iniciava a criação de tilápia, e o Vietnã, do panga. Mas só em 2012 chegaram as primeiras informações ao Brasil de um caso de sucesso de criação de peixes do Vietnã: o panga ou Pangasius (Pangasianodon hypophthalmus) peixe nativo do rio Mekong, sudeste da Ásia. Atualmente, o Brasil produz cerca de 500 mil toneladas de tilápia, e o Vietnã, 3 milhões de toneladas de panga por ano. <br /><br />A legislação brasileira permitiu a criação da espécie no Brasil, com a exigência de que seja conduzida tanque escavado. Com isso, a criação de panga tornou-se uma excelente opção de diversificação para os produtores rurais que possuem recursos hídricos na propriedade.<br /><br />Testes realizados com o panga no Estado de São Paulo mostraram uma excelente adaptação ao clima (principalmente com relação ao inverno), excelentes índices zootécnicos, viabilidade para a indústria e aceitabilidade pelo mercado consumidor, tanto pela cor, tamanho e sabor.<br /><br />Uma das principais características desse tipo de criação é a produtividade (cerca de 200 toneladas de peixe por hectare de lâmina d’água), enquanto o modal da tilápia em São Paulo produz por volta de 20 toneladas de tilápia por hectare de lâmina d’água. O panga também é menos dependente oxigenação da água e, quando há queda de energia, pode sobreviver várias horas sem aeração da água.<br /><br />O consumo de peixe pelo brasileiro (menos de 5 kg/habitante/ano) ainda é pequeno perto do consumo global (≈ 20 kg/hab/ano). A América Latina só consome mais peixe que o continente africano. O aumento da produção de peixes através da piscicultura no Brasil irá proporcionar para a população uma fonte proteica alternativa e bem saudável. Segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), existe no Brasil 1 milhão de produtores, e a piscicultura movimentou em 2021 cerca de R$ 8 bilhões e, ainda, gerou 1 milhão de empregos diretos e mais 2 milhões de empregos indiretos. <br /><br />E, para os produtores que desejam implementar ou expandir sua atividade de piscicultura, o Banco do Brasil possui linhas de crédito e recursos disponíveis para investirem na infraestrutura, custeio da aquisição dos alevinos, arraçoamento dos peixes e demais necessidades para condução da atividade.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,panga,peixe,pesca,piscicultura,tilapia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f7fccd2e80eb798caa4681becb64c3ac.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/08/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-08-2022-cenario-da-soja--50960717</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 19 de agosto de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, iniciam agosto com alta volatilidade, com o vencimento de novembro/22 oscilando entre U$S 13,69 a 14,54/bushel, encerrando o dia 17/08 cotado a US$ 14,06/bushel.<br /><br />As condições climáticas norte-americanas apresentam previsões mais favoráveis para segunda quinzena de agosto, com temperaturas mais amenas e estimativas de chuvas nos estados produtores. De acordo com o último relatório do USDA, 58% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes. A área semeada na safra 2022/23 divulgada no último relatório foi de 35,29 milhões de ha, diminuição de 1% em relação ao anterior. A produção estimada foi ajustada para 123,30 milhões de toneladas ante as 122,61 milhões de toneladas, contrariando as expectativas de mercado.<br /><br />Outros fatores também têm influenciado o mercado internacional são o posicionamento do dos agentes frente à possível recessão na economia mundial e mecanismos para conter a inflação, também em nível global, além da possível redução na demanda por commodities, incluindo incertezas sobre a demanda chinesa em função da diminuição do crescimento do seu PIB.<br /><br />Para a safra brasileira 2021/22, o relatório de acompanhamento de safra divulgado em agosto pela Conab, apontou área cultivada de 40,95 milhões de ha e produção de 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação safra 20/21. <br /><br />Em seu último, relatório o USDA manteve a estimativa de cultivo de 42 milhões de ha no Brasil na safra 22/23, aumento de 2,41% em relação à safra passada. <br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa vêm acompanhando as cotações externas e variações cambiais. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 17/08, foi cotado a R$ 184,28/ saca, redução de 2,6% em relação ao início de agosto. Contudo, o prêmio nos portos vem apresentando elevação nos últimos dias, cotado para o mês de setembro em torno de 2,70 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50960717</guid><pubDate>Fri, 19 Aug 2022 12:43:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50960717/20220819_bbcast_agro_soja.mp3" length="3111332" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 19 de agosto de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos hoje sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 19 de agosto de 2022, meu nome é Luciano Scuccuglia, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré SP e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, iniciam agosto com alta volatilidade, com o vencimento de novembro/22 oscilando entre U$S 13,69 a 14,54/bushel, encerrando o dia 17/08 cotado a US$ 14,06/bushel.<br /><br />As condições climáticas norte-americanas apresentam previsões mais favoráveis para segunda quinzena de agosto, com temperaturas mais amenas e estimativas de chuvas nos estados produtores. De acordo com o último relatório do USDA, 58% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes. A área semeada na safra 2022/23 divulgada no último relatório foi de 35,29 milhões de ha, diminuição de 1% em relação ao anterior. A produção estimada foi ajustada para 123,30 milhões de toneladas ante as 122,61 milhões de toneladas, contrariando as expectativas de mercado.<br /><br />Outros fatores também têm influenciado o mercado internacional são o posicionamento do dos agentes frente à possível recessão na economia mundial e mecanismos para conter a inflação, também em nível global, além da possível redução na demanda por commodities, incluindo incertezas sobre a demanda chinesa em função da diminuição do crescimento do seu PIB.<br /><br />Para a safra brasileira 2021/22, o relatório de acompanhamento de safra divulgado em agosto pela Conab, apontou área cultivada de 40,95 milhões de ha e produção de 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação safra 20/21. <br /><br />Em seu último, relatório o USDA manteve a estimativa de cultivo de 42 milhões de ha no Brasil na safra 22/23, aumento de 2,41% em relação à safra passada. <br /><br />No Brasil, o preço da oleaginosa vêm acompanhando as cotações externas e variações cambiais. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 17/08, foi cotado a R$ 184,28/ saca, redução de 2,6% em relação ao início de agosto. Contudo, o prêmio nos portos vem apresentando elevação nos últimos dias, cotado para o mês de setembro em torno de 2,70 US$/Bushel.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>195</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/08/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-08-2022-cenario-do-boi-gordo--50950120</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 18 de agosto de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados (MS), e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mercado físico de boi gordo tem registrado pressão negativa dos preços da arroba, com frigoríficos operando com escalas alongadas. Animais padrão China mantém ágio de R$ 20/30 em relação a animais disponibilizados no mercado doméstico, em função do ritmo das exportações se manter em alta.<br /><br />A cotação da arroba do boi no dia 1g/08/22 Indicador Boi Gordo CEPEA/Esalq/B3 foi de R$ 314,20, já o mercado futuro apresenta cenário de estabilidade com pequena queda, apresentando cotações no valor de R$ 314,75 nos contratos com vencimento para outubro de 2022. <br /><br />A Secretaria de Comércio Exterior reportou que o embarque de carne bovina para o exterior, nos primeiros 10 dias úteis de agosto com 88,8 mil toneladas, com média diária exportada de 8,8 mil toneladas, o que representou valorização de 7,6% frente ao observado no mês agosto do ano anterior. <br /><br />O preço médio da tonelada exportada na segunda semana de agosto ficou em US $ 6.283, representando alta de 10,6%, quando comparado com o mês de agosto de 2021. <br /><br />Diferentemente do previsto, o mercado interno continuou arrefecido, com muitos frigoríficos ainda ausentes da compra de animais. Poderá ser possível verificar a retomada das indústrias ao mercado nos próximos dias, buscando preços ainda mais baixos, sinalizando para posição de conforto em relação a escala de abates.<br /><br />Somado a isso, a JBS concedeu férias coletivas aos funcionários em seis plantas frigoríficas destinadas exclusivamente ao mercado interno. Uma no MS, duas no PA e três no MT. A Friboi também anunciou o fechamento definitivo da unidade de Juara, no MT.<br /><br />Essa paralisação de importantes plantas de abate direcionadas ao mercado interno, a manutenção de escalas de abate alongadas e estoques de carne elevados nos frigoríficos, além da redução na demanda de carne bovina no mercado interno, acabam por estender a pressão negativa dos preços da arroba da carne bovina.<br /><br />Para estes e outros desafios, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas à entressafra e para superação dos desafios do mercado. O Banco do Brasil disponibiliza também a oportunidade de contratos de opções e a termo, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais prontos para abate. <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50950120</guid><pubDate>Thu, 18 Aug 2022 13:39:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50950120/20220818_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="2980093" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 18 de agosto de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados (MS), e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
O mercado físico de boi gordo tem registrado pressão negativa dos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 18 de agosto de 2022, meu nome é Vinicius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados (MS), e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mercado físico de boi gordo tem registrado pressão negativa dos preços da arroba, com frigoríficos operando com escalas alongadas. Animais padrão China mantém ágio de R$ 20/30 em relação a animais disponibilizados no mercado doméstico, em função do ritmo das exportações se manter em alta.<br /><br />A cotação da arroba do boi no dia 1g/08/22 Indicador Boi Gordo CEPEA/Esalq/B3 foi de R$ 314,20, já o mercado futuro apresenta cenário de estabilidade com pequena queda, apresentando cotações no valor de R$ 314,75 nos contratos com vencimento para outubro de 2022. <br /><br />A Secretaria de Comércio Exterior reportou que o embarque de carne bovina para o exterior, nos primeiros 10 dias úteis de agosto com 88,8 mil toneladas, com média diária exportada de 8,8 mil toneladas, o que representou valorização de 7,6% frente ao observado no mês agosto do ano anterior. <br /><br />O preço médio da tonelada exportada na segunda semana de agosto ficou em US $ 6.283, representando alta de 10,6%, quando comparado com o mês de agosto de 2021. <br /><br />Diferentemente do previsto, o mercado interno continuou arrefecido, com muitos frigoríficos ainda ausentes da compra de animais. Poderá ser possível verificar a retomada das indústrias ao mercado nos próximos dias, buscando preços ainda mais baixos, sinalizando para posição de conforto em relação a escala de abates.<br /><br />Somado a isso, a JBS concedeu férias coletivas aos funcionários em seis plantas frigoríficas destinadas exclusivamente ao mercado interno. Uma no MS, duas no PA e três no MT. A Friboi também anunciou o fechamento definitivo da unidade de Juara, no MT.<br /><br />Essa paralisação de importantes plantas de abate direcionadas ao mercado interno, a manutenção de escalas de abate alongadas e estoques de carne elevados nos frigoríficos, além da redução na demanda de carne bovina no mercado interno, acabam por estender a pressão negativa dos preços da arroba da carne bovina.<br /><br />Para estes e outros desafios, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas à entressafra e para superação dos desafios do mercado. O Banco do Brasil disponibiliza também a oportunidade de contratos de opções e a termo, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais prontos para abate. <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>187</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/758bd07e6ab51e9a9fbc5699e2506e0f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>17/08/2022 - Cenário da banana</title><link>https://www.spreaker.com/episode/17-08-2022-cenario-da-banana--50939550</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 17 de agosto de 2022, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessorde Agronegócios em Campinas, SP, e falaremos sobre o cenário da banana.<br /><br />A banana é a fruta mais popular e consumida no Brasil, em torno de 25 quilos per capita/ano. De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 7,0 milhões de toneladas no país, em uma área de mais de 465 mil ha, com destaque para os Estados de SP, BA, MG e SC, responsáveis por mais de 49% da produção nacional.<br /><br />A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro. Conforme verificado nas centrais de abastecimento, ocorre uma maior oferta da variedade “nanica” no primeiro semestre, enquanto a variedade “prata” tem mais disponibilidade de julho a dezembro.<br /><br />Na balança comercial, de acordo com divulgação da CONAB, no ano de 2021, as exportações somaram mais de 108 mil toneladas, 29% maiores em relação ao ano anterior. Em receitas, o valor passou de US$ 37 milhões, um aumento de 42% frente a 2020. Os principais destinos foram, primeiro, o Mercosul, e depois, os países Europeus. Fatores como câmbio desvalorizado, demanda externa, qualidade das bananas e problemas de comercialização dos concorrentes brasileiros, explicam esse resultado.<br /><br />Quando comparadas a 2021, as cotações nas últimas semanas apresentaram preços maiores e oscilações mais acentuadas, resultado de variações climáticas e aumento de custos que ocorreram nas Regiões Produtoras. Desta forma, a cotação média da variedade “prata”, em Delfinópolis - MG, atingiu R$ 2,85/kg, 86% superior em relação ao mesmo período do ano passado; enquanto a “nanica”, na Região do Norte de SC, a valorização anual foi de 36%, fechando a segunda semana de agosto em R$ 1,45/kg.<br /><br />Neste contexto de consumo mais estável e disponibilidade de outras frutas no segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços da banana.<br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em renovação/implantação de pomares, irrigação, infraestrutura de transporte interno e câmaras de climatização e packing house.<br /> <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50939550</guid><pubDate>Wed, 17 Aug 2022 13:36:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50939550/20220817_bbcast_agro_banana.mp3" length="3048638" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 17 de agosto de 2022, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessorde Agronegócios em Campinas, SP, e falaremos sobre o cenário da banana.&#13;
&#13;
A banana é a fruta mais popular e consumida no Brasil, em torno de 25 quilos per...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 17 de agosto de 2022, meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou Assessorde Agronegócios em Campinas, SP, e falaremos sobre o cenário da banana.<br /><br />A banana é a fruta mais popular e consumida no Brasil, em torno de 25 quilos per capita/ano. De acordo com o IBGE, em 2021 foram produzidas mais de 7,0 milhões de toneladas no país, em uma área de mais de 465 mil ha, com destaque para os Estados de SP, BA, MG e SC, responsáveis por mais de 49% da produção nacional.<br /><br />A produção e a comercialização ocorrem durante o ano inteiro. Conforme verificado nas centrais de abastecimento, ocorre uma maior oferta da variedade “nanica” no primeiro semestre, enquanto a variedade “prata” tem mais disponibilidade de julho a dezembro.<br /><br />Na balança comercial, de acordo com divulgação da CONAB, no ano de 2021, as exportações somaram mais de 108 mil toneladas, 29% maiores em relação ao ano anterior. Em receitas, o valor passou de US$ 37 milhões, um aumento de 42% frente a 2020. Os principais destinos foram, primeiro, o Mercosul, e depois, os países Europeus. Fatores como câmbio desvalorizado, demanda externa, qualidade das bananas e problemas de comercialização dos concorrentes brasileiros, explicam esse resultado.<br /><br />Quando comparadas a 2021, as cotações nas últimas semanas apresentaram preços maiores e oscilações mais acentuadas, resultado de variações climáticas e aumento de custos que ocorreram nas Regiões Produtoras. Desta forma, a cotação média da variedade “prata”, em Delfinópolis - MG, atingiu R$ 2,85/kg, 86% superior em relação ao mesmo período do ano passado; enquanto a “nanica”, na Região do Norte de SC, a valorização anual foi de 36%, fechando a segunda semana de agosto em R$ 1,45/kg.<br /><br />Neste contexto de consumo mais estável e disponibilidade de outras frutas no segundo semestre, a tendência é que ocorra uma estabilidade nos preços da banana.<br /><br />O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em renovação/implantação de pomares, irrigação, infraestrutura de transporte interno e câmaras de climatização e packing house.<br /> <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>191</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,banana,bancodobrasil,bb,broto,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2cad33f6ccb65915994f57750871836f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>16/08/2022 - Rastreabilidade de hortaliças</title><link>https://www.spreaker.com/episode/16-08-2022-rastreabilidade-de-hortalicas--50929148</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 16 de agosto de 2022, meu nome é Thiago Queiroz Toscano de Brito sou Assessor de Agronegócios em Camboriú - SC e falaremos sobre a Rastreabilidade das Hortaliças.  <br /><br />A necessidade de um maior controle de qualidade na produção de hortaliças, frutas, bulbos e tubérculos, em especial no que tange ao monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos, desde o início da produção até a última etapa de comercialização, além do acesso da população a informações sobre a origem dos alimentos consumidos, fez com que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) normatizassem todo esse processo, por meio das INC’s nº 2 de 2018 e n° 1 de 2019.<br />   <br />Este é um tema ainda pouco difundido entre grande parte dos produtores brasileiros de hortaliças, mas de suma importância para esta cadeia produtiva, a qual comercializa produtos vegetais frescos destinados à alimentação humana. <br /><br />As Instruções Normativas citadas estão sendo exigidas desde agosto de 2021. Dentre os procedimentos, o mais importante é que o produtor deverá manter histórico dos tratamentos fitossanitários realizados nas lavouras e suas respectivas recomendações técnico-agronômicas deverão ser arquivadas em um caderno de campo, juntamente com as Notas Fiscais dos insumos adquiridos. <br /><br />Cabe observar que, não apenas os produtores rurais primários devem realizar a rastreabilidade, mas todos os elos da cadeia, como aqueles que realizam a armazenagem, o transporte, a distribuição e comercialização, desde a importação ou até uma possível exportação. <br /><br />Todos os lotes de produção e comercialização devem ser identificados pelo produtor e pelo comprador, de modo a permitir fiscalização e até mesmo a autuação por parte dos técnicos da ANVISA ou do MAPA. Estes procedimentos, ao serem adotados na propriedade, permitem aos Produtores Rurais (Pessoas Físicas ou Jurídicas) gerir melhor suas atividades produtivas e obterem uma melhor colocação de suas hortaliças no mercado. <br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, apoia a produção de alimentos seguros e disponibiliza aos Produtores Rurais recursos financeiros para custear a produção, desde o pagamento de serviços que auxiliarão no processo de acompanhamento da rastreabilidade, até a aquisição dos insumos recomendados para manter a sanidade das raízes, tubérculos, bulbos, das ervas aromáticas, das folhosas ou não folhosas; sendo permitida a aquisição de softwares e de sistemas de gestão; a construção de armazéns para a guarda da produção; podendo comprar rótulos e embalagens para melhor acondicionamento, identificação e visibilidade dos produtos; aquisição de veículos de transporte de carga; dentre outras despesas.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50929148</guid><pubDate>Tue, 16 Aug 2022 13:07:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50929148/20220816_bbcast_agro_olericultura.mp3" length="3138917" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 16 de agosto de 2022, meu nome é Thiago Queiroz Toscano de Brito sou Assessor de Agronegócios em Camboriú - SC e falaremos sobre a Rastreabilidade das Hortaliças.  &#13;
&#13;
A necessidade de um maior controle de qualidade na produção de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 16 de agosto de 2022, meu nome é Thiago Queiroz Toscano de Brito sou Assessor de Agronegócios em Camboriú - SC e falaremos sobre a Rastreabilidade das Hortaliças.  <br /><br />A necessidade de um maior controle de qualidade na produção de hortaliças, frutas, bulbos e tubérculos, em especial no que tange ao monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos, desde o início da produção até a última etapa de comercialização, além do acesso da população a informações sobre a origem dos alimentos consumidos, fez com que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) normatizassem todo esse processo, por meio das INC’s nº 2 de 2018 e n° 1 de 2019.<br />   <br />Este é um tema ainda pouco difundido entre grande parte dos produtores brasileiros de hortaliças, mas de suma importância para esta cadeia produtiva, a qual comercializa produtos vegetais frescos destinados à alimentação humana. <br /><br />As Instruções Normativas citadas estão sendo exigidas desde agosto de 2021. Dentre os procedimentos, o mais importante é que o produtor deverá manter histórico dos tratamentos fitossanitários realizados nas lavouras e suas respectivas recomendações técnico-agronômicas deverão ser arquivadas em um caderno de campo, juntamente com as Notas Fiscais dos insumos adquiridos. <br /><br />Cabe observar que, não apenas os produtores rurais primários devem realizar a rastreabilidade, mas todos os elos da cadeia, como aqueles que realizam a armazenagem, o transporte, a distribuição e comercialização, desde a importação ou até uma possível exportação. <br /><br />Todos os lotes de produção e comercialização devem ser identificados pelo produtor e pelo comprador, de modo a permitir fiscalização e até mesmo a autuação por parte dos técnicos da ANVISA ou do MAPA. Estes procedimentos, ao serem adotados na propriedade, permitem aos Produtores Rurais (Pessoas Físicas ou Jurídicas) gerir melhor suas atividades produtivas e obterem uma melhor colocação de suas hortaliças no mercado. <br /><br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, apoia a produção de alimentos seguros e disponibiliza aos Produtores Rurais recursos financeiros para custear a produção, desde o pagamento de serviços que auxiliarão no processo de acompanhamento da rastreabilidade, até a aquisição dos insumos recomendados para manter a sanidade das raízes, tubérculos, bulbos, das ervas aromáticas, das folhosas ou não folhosas; sendo permitida a aquisição de softwares e de sistemas de gestão; a construção de armazéns para a guarda da produção; podendo comprar rótulos e embalagens para melhor acondicionamento, identificação e visibilidade dos produtos; aquisição de veículos de transporte de carga; dentre outras despesas.<br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   <br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>197</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,hortaliça,rastreabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7b07db4792bceb10984285ecacc8c325.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/08/2022 - Estimativas de safra USDA e Conab</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-08-2022-estimativas-de-safra-usda-e-conab--50919808</link><description><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Jefferson Piccini e sou o Cenarista de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.<br /><br />No último dia 10 de agosto, foi divulgado o 11º relatório da safra de grãos brasileira pela Conab, ainda voltada a safra 2021/22, que foi estimada em 271,4 milhões de toneladas, 0,4% inferior a estimativa efetuada em julho.  <br /><br />Esse número, inda pode ser ajustado, visto que as lavouras de inverno e de milho 2ª safra ainda se encontram em colheita.<br /><br />Para o milho, a Companhia apontou produção total em 114,7 milhões de toneladas, quantidade 31,7% superior à obtida na safra 2021/22. Em relação ao milho 2ª safra, a produção estimada foi reduzida em 1,1 milhão de tonelada, para 87,4 milhões de toneladas, quantidade ainda 43,9% superior à obtida na safra passada. <br /><br />E na última sexta-feira, dia 12 de agosto, o USDA estimou a safra mundial de milho em 1,18 bilhão de toneladas, redução de 6,3 milhões de toneladas ante a estimativa anterior. Parte desta redução veio da estimativa do Departamento para a safra dos Estados Unidos, que foi reduzida para 364,73 milhões de toneladas, quantidade 3,7 milhões de toneladas inferior ao estimado no relatório de julho de 2022.<br /><br />Para a soja, o relatório não refletiu a expectativa de mercado, que esperava redução na produtividade média das lavouras norte-americanas, visto que o percentual de lavouras entre boas e excelentes condições vem reduzindo a cada semana, e elevou em 696 mil toneladas a safra 2022/23 do País em relação a estimativa anterior, para 123,3 milhões de toneladas.  <br /><br />Essas projeções, do USDA, resultaram em retração nas cotações da soja na CBOT e valorização nas do milho. Contudo, ambas já se apresentam em campo negativo no dia de hoje, refletindo realização de lucros e posicionamento do mercado frente ao relatório de condições das lavouras norte-americana que será publicado na tarde de hoje, onde é esperada possível melhora nas condições, visto as chuvas recentes em importantes regiões produtoras do país.<br /><br />Como a aversão ao risco, derivada do receio de recessão nas economias globais e consequente redução no consumo de commodities, ainda está presente e influenciando a precificação desses produtos, os momentos de combinação de elevação cambial e das cotações internacionais podem ser aproveitados pelo produtor para firmar parte de suas vendas e se proteger de baixas futuras, com o mercado de opções.<br /><br />Para isso, o Banco do Brasil dispõe das opções agropecuárias, que podem ser contratadas na sua agência ou diretamente no app do Banco do Brasil. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Obrigado e até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50919808</guid><pubDate>Mon, 15 Aug 2022 15:27:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50919808/20220815_bbcast_agro_estimativas_de_safra.mp3" length="3394708" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Jefferson Piccini e sou o Cenarista de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.&#13;
&#13;
No último dia 10 de agosto, foi divulgado o 11º...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Jefferson Piccini e sou o Cenarista de Agronegócios do Banco do Brasil e falaremos sobre as projeções de safra divulgadas pelo USDA e Conab.<br /><br />No último dia 10 de agosto, foi divulgado o 11º relatório da safra de grãos brasileira pela Conab, ainda voltada a safra 2021/22, que foi estimada em 271,4 milhões de toneladas, 0,4% inferior a estimativa efetuada em julho.  <br /><br />Esse número, inda pode ser ajustado, visto que as lavouras de inverno e de milho 2ª safra ainda se encontram em colheita.<br /><br />Para o milho, a Companhia apontou produção total em 114,7 milhões de toneladas, quantidade 31,7% superior à obtida na safra 2021/22. Em relação ao milho 2ª safra, a produção estimada foi reduzida em 1,1 milhão de tonelada, para 87,4 milhões de toneladas, quantidade ainda 43,9% superior à obtida na safra passada. <br /><br />E na última sexta-feira, dia 12 de agosto, o USDA estimou a safra mundial de milho em 1,18 bilhão de toneladas, redução de 6,3 milhões de toneladas ante a estimativa anterior. Parte desta redução veio da estimativa do Departamento para a safra dos Estados Unidos, que foi reduzida para 364,73 milhões de toneladas, quantidade 3,7 milhões de toneladas inferior ao estimado no relatório de julho de 2022.<br /><br />Para a soja, o relatório não refletiu a expectativa de mercado, que esperava redução na produtividade média das lavouras norte-americanas, visto que o percentual de lavouras entre boas e excelentes condições vem reduzindo a cada semana, e elevou em 696 mil toneladas a safra 2022/23 do País em relação a estimativa anterior, para 123,3 milhões de toneladas.  <br /><br />Essas projeções, do USDA, resultaram em retração nas cotações da soja na CBOT e valorização nas do milho. Contudo, ambas já se apresentam em campo negativo no dia de hoje, refletindo realização de lucros e posicionamento do mercado frente ao relatório de condições das lavouras norte-americana que será publicado na tarde de hoje, onde é esperada possível melhora nas condições, visto as chuvas recentes em importantes regiões produtoras do país.<br /><br />Como a aversão ao risco, derivada do receio de recessão nas economias globais e consequente redução no consumo de commodities, ainda está presente e influenciando a precificação desses produtos, os momentos de combinação de elevação cambial e das cotações internacionais podem ser aproveitados pelo produtor para firmar parte de suas vendas e se proteger de baixas futuras, com o mercado de opções.<br /><br />Para isso, o Banco do Brasil dispõe das opções agropecuárias, que podem ser contratadas na sua agência ou diretamente no app do Banco do Brasil. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.<br /><br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável.<br /><br />Obrigado e até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,conab,milho,milhocultura,preços,soja,sojicultura,trigo,triticultura,usda</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d44e04780a1820d008fd469d8a95d392.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>12/08/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/12-08-2022-cenario-do-milho--50896767</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 12 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />O início de agosto foi marcado por queda nas cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, influenciada, principalmente, pela retomada das exportações marítimas de grãos da Ucrânia, trazendo alívio na oferta global. Os últimos dias foram de recuperação dessas baixas, refletindo o clima quente e seco nas lavouras de milho dos Estados Unidos, que estão na fase crítica de definição de produtividade. <br /><br />No último levantamento das condições da safra, o Departamento de Agricultura Norte-americano indicou que 58% dos campos estão em condições boas a excelentes. No ano passado, para o mesmo período, era de 64%. Para as condições ruins e muito ruins, o percentual foi de 16%, ficando 5% superior em relação à safra anterior. O mercado aguarda nesta sexta-feira a divulgação do relatório de oferta e demanda, na expectativa de redução na produtividade e produção do milho americano, que poderá trazer mais um aperto de oferta para a safra nova. Na terça-feira, dia 09, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,14/bushel. <br /><br />No Brasil, a colheita do milho 2ª safra ultrapassou os 80% do total da área cultivada, estando 20 pontos percentuais à frente em comparação à safra 20/21. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, Anec, apontou que agosto poderá ter um novo recorde em exportações de milho, estimado em 7,88 milhões de toneladas, resultado da boa janela produtiva desta safra, da boa produtividade e da demanda externa firme. Para 2022, a Anec estima exportações de 41 milhões de toneladas, recuperando-se do baixo volume exportado em 2021, que foi prejudicado pela quebra de safra ocorrida. O contrato com vencimento em novembro/22, na B3, encerrou nesta terça-feira cotado a R$ 90,10 a saca.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /> <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50896767</guid><pubDate>Fri, 12 Aug 2022 13:57:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50896767/whatsapp_audio_2022_08_12_at_07_58_09.mp3" length="2893157" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 12 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
O início de agosto foi marcado por queda nas cotações...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 12 de agosto de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />O início de agosto foi marcado por queda nas cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, influenciada, principalmente, pela retomada das exportações marítimas de grãos da Ucrânia, trazendo alívio na oferta global. Os últimos dias foram de recuperação dessas baixas, refletindo o clima quente e seco nas lavouras de milho dos Estados Unidos, que estão na fase crítica de definição de produtividade. <br /><br />No último levantamento das condições da safra, o Departamento de Agricultura Norte-americano indicou que 58% dos campos estão em condições boas a excelentes. No ano passado, para o mesmo período, era de 64%. Para as condições ruins e muito ruins, o percentual foi de 16%, ficando 5% superior em relação à safra anterior. O mercado aguarda nesta sexta-feira a divulgação do relatório de oferta e demanda, na expectativa de redução na produtividade e produção do milho americano, que poderá trazer mais um aperto de oferta para a safra nova. Na terça-feira, dia 09, o contrato com vencimento em dezembro/22 foi cotado a U$ 6,14/bushel. <br /><br />No Brasil, a colheita do milho 2ª safra ultrapassou os 80% do total da área cultivada, estando 20 pontos percentuais à frente em comparação à safra 20/21. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais, Anec, apontou que agosto poderá ter um novo recorde em exportações de milho, estimado em 7,88 milhões de toneladas, resultado da boa janela produtiva desta safra, da boa produtividade e da demanda externa firme. Para 2022, a Anec estima exportações de 41 milhões de toneladas, recuperando-se do baixo volume exportado em 2021, que foi prejudicado pela quebra de safra ocorrida. O contrato com vencimento em novembro/22, na B3, encerrou nesta terça-feira cotado a R$ 90,10 a saca.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. <br /> <br />Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d0b67e0786261dd7c07bce54cb5176b1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>11/08/2022 - Cenário ASG no agronegócio</title><link>https://www.spreaker.com/episode/11-08-2022-cenario-asg-no-agronegocio--50895756</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 13 de julho de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Novo Horizonte - SP e hoje vamos falar sobre Energia alternativa, também conhecida como energia sustentável.<br /><br />Energia Alternativa consiste na Produção de energia com baixo impacto ambiental, sem a utilização de combustíveis fósseis como matéria prima para sua geração.<br />No Brasil, 46% da matriz energética é proveniente de fontes renováveis, e quando se trata de energia elétrica, 84% são provenientes de energia alternativa, gerada principalmente por usinas hidroelétricas distribuídas por todo o país. No mundo, apenas 14% da matriz energética é   composta por fontes de energia alternativa, sendo as principais: a eólica e a solar.<br /><br />Dentre os exemplos de fontes de energia alternativa e renováveis podemos citar, além da energia hídrica (mais comum), a energia solar, eólica, ondomotriz (que é gerada pelo movimento das ondas do mar), geotérmica (gerada pelo calor interno da Terra), de biomassa (que utiliza materiais orgânicos para geração de etanol, biodiesel e biogás). <br />Outra fonte de energia alternativa, mas não renovável, é a nuclear (que utiliza núcleos atômicos, como o urânio e o tório).<br /><br />Neste BBcast queremos dar destaque a uma fonte de energia alternativa que tem ganhado cada vez mais destaque e sua utilização crescido bastante nos últimos anos no Brasil e no mundo. Trata-se da energia solar para a geração de energia elétrica por meio de sistemas fotovoltaicos. Essa tecnologia tem se mostrado a mais viável para uso em empresas, residências e na zona rural. <br /><br />O retorno financeiro de quem investe neste sistema é compensador. A necessidade de manutenção é baixa e a vida útil dos painéis é longa, em média, de 25 anos. Quando a produção de energia é mais alta do que o consumo, são gerados créditos com a concessionária de energia. Estes podem ser utilizados nos próximos períodos, quando o consumo superar a geração.<br /><br />O aumento na utilização de energia elétrica para irrigação, cada vez mais presente nas atividades agropecuárias, além do consumo elevado de energia em granjas de aves e suínos, secagem e beneficiamento de grãos, eletrificação de cercas e iluminação em geral, vêm gerando demanda crescente por investimentos nesta alternativa, que visa aumentar a eficiência da atividade, considerando-se os custos elevados com a energia elétrica convencionais.<br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas específicas de financiamento de energia alternativa, na linha de Pronaf, Pronamp, Inovagro, Investe Agro, ABC+ e Fundo Clima.<br />Algumas dessas, exclusivas para produtos de fabricação nacional ou nacionalizada, impulsionam ainda mais o mercado e a indústria brasileira. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50895756</guid><pubDate>Fri, 12 Aug 2022 12:01:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50895756/whatsapp_audio_2022_08_11_at_08_19_32.mp3" length="3461582" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta feira, 13 de julho de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Novo Horizonte - SP e hoje vamos falar sobre Energia alternativa, também conhecida como energia sustentável.&#13;
&#13;
Energia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta feira, 13 de julho de 2022, meu nome é Nivia Bassi, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Novo Horizonte - SP e hoje vamos falar sobre Energia alternativa, também conhecida como energia sustentável.<br /><br />Energia Alternativa consiste na Produção de energia com baixo impacto ambiental, sem a utilização de combustíveis fósseis como matéria prima para sua geração.<br />No Brasil, 46% da matriz energética é proveniente de fontes renováveis, e quando se trata de energia elétrica, 84% são provenientes de energia alternativa, gerada principalmente por usinas hidroelétricas distribuídas por todo o país. No mundo, apenas 14% da matriz energética é   composta por fontes de energia alternativa, sendo as principais: a eólica e a solar.<br /><br />Dentre os exemplos de fontes de energia alternativa e renováveis podemos citar, além da energia hídrica (mais comum), a energia solar, eólica, ondomotriz (que é gerada pelo movimento das ondas do mar), geotérmica (gerada pelo calor interno da Terra), de biomassa (que utiliza materiais orgânicos para geração de etanol, biodiesel e biogás). <br />Outra fonte de energia alternativa, mas não renovável, é a nuclear (que utiliza núcleos atômicos, como o urânio e o tório).<br /><br />Neste BBcast queremos dar destaque a uma fonte de energia alternativa que tem ganhado cada vez mais destaque e sua utilização crescido bastante nos últimos anos no Brasil e no mundo. Trata-se da energia solar para a geração de energia elétrica por meio de sistemas fotovoltaicos. Essa tecnologia tem se mostrado a mais viável para uso em empresas, residências e na zona rural. <br /><br />O retorno financeiro de quem investe neste sistema é compensador. A necessidade de manutenção é baixa e a vida útil dos painéis é longa, em média, de 25 anos. Quando a produção de energia é mais alta do que o consumo, são gerados créditos com a concessionária de energia. Estes podem ser utilizados nos próximos períodos, quando o consumo superar a geração.<br /><br />O aumento na utilização de energia elétrica para irrigação, cada vez mais presente nas atividades agropecuárias, além do consumo elevado de energia em granjas de aves e suínos, secagem e beneficiamento de grãos, eletrificação de cercas e iluminação em geral, vêm gerando demanda crescente por investimentos nesta alternativa, que visa aumentar a eficiência da atividade, considerando-se os custos elevados com a energia elétrica convencionais.<br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas específicas de financiamento de energia alternativa, na linha de Pronaf, Pronamp, Inovagro, Investe Agro, ABC+ e Fundo Clima.<br />Algumas dessas, exclusivas para produtos de fabricação nacional ou nacionalizada, impulsionam ainda mais o mercado e a indústria brasileira. Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,ambiental,asg,bancodobrasil,bb,broto,energia,esg,governança,ilpf,manejo,social,sustentabilidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/174ebfb52bc8e4a5290a2165b4bc2e89.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>10/08/2022 - Cenário do café conilon</title><link>https://www.spreaker.com/episode/10-08-2022-cenario-do-cafe-conilon--50874634</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de agosto de 2022. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. <br /><br />A colheita está finalizando nas principais regiões produtoras da variedade, tendo como previsão para o término o final de agosto. O produto colhido tem apresentado bom rendimento após secagem e a perspectiva é de que se confirme uma produção acima da média obtida na safra anterior.<br /><br />Como consequência do atraso da colheita, alguns produtores estão indicando maior risco de infestação por broca, praga esta encontrada em todas as regiões produtoras de café do mundo e considerada importante, pois ataca os frutos em qualquer estágio de maturação, inclusive grão já seco, podendo se estabelecer na lavoura e afetar a próxima safra..<br /><br />Em decorrência de fatores fisiológicos e climáticos, tem-se observado aspectos diferentes na formação de botões, que estão ocorrendo antecipadamente e em grande quantidade, conforme observações de campo. Outro ponto de atenção é o clima, pois há previsão que entre os dias 9 e 13/08 ocorram fortes rajadas de vento em todos os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, Rondônia, Acre, parte do Amazonas e em parte da Bahia. <br /><br />No mercado futuro, a bolsa de Londres abriu a semana com estabilidade. Setembro/22 tinha alta de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2044,00. No mercado interno, com a possível quebra da safra do arábica, a indústria segue demandando mais conilon.<br /><br />No balanço mensal de julho, o café conilon sofreu uma alta em relação ao mês anterior. O  tipo 7 iniciou o mês apresentando bastante instabilidade em suas cotações. Em São Gabriel da Palha no ES fechou a R$700,00 a saca de 60kg, houve um recuou em relação aos preços praticados no mês anterior. Os embarques de café robusta subiram 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 4,03 milhões de sacas, conforme a OIC.<br /><br />Para atender a necessidade de custeio, assim como apoio na comercialização do café e na aquisição de colheitadeiras e recolhedoras por meio das linhas de investimento, o Banco do Brasil disponibiliza linhas específicas para atender as necessidades de sua propriedade. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento em uma agência do BB ou algum parceiro do BB.<br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e também no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50874634</guid><pubDate>Wed, 10 Aug 2022 13:03:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50874634/whatsapp_audio_2022_08_10_at_08_05_22.mp3" length="3192834" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 10 de agosto de 2022. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. &#13;
&#13;
A colheita está finalizando nas principais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 10 de agosto de 2022. Eu sou Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares-ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON. <br /><br />A colheita está finalizando nas principais regiões produtoras da variedade, tendo como previsão para o término o final de agosto. O produto colhido tem apresentado bom rendimento após secagem e a perspectiva é de que se confirme uma produção acima da média obtida na safra anterior.<br /><br />Como consequência do atraso da colheita, alguns produtores estão indicando maior risco de infestação por broca, praga esta encontrada em todas as regiões produtoras de café do mundo e considerada importante, pois ataca os frutos em qualquer estágio de maturação, inclusive grão já seco, podendo se estabelecer na lavoura e afetar a próxima safra..<br /><br />Em decorrência de fatores fisiológicos e climáticos, tem-se observado aspectos diferentes na formação de botões, que estão ocorrendo antecipadamente e em grande quantidade, conforme observações de campo. Outro ponto de atenção é o clima, pois há previsão que entre os dias 9 e 13/08 ocorram fortes rajadas de vento em todos os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, Rondônia, Acre, parte do Amazonas e em parte da Bahia. <br /><br />No mercado futuro, a bolsa de Londres abriu a semana com estabilidade. Setembro/22 tinha alta de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2044,00. No mercado interno, com a possível quebra da safra do arábica, a indústria segue demandando mais conilon.<br /><br />No balanço mensal de julho, o café conilon sofreu uma alta em relação ao mês anterior. O  tipo 7 iniciou o mês apresentando bastante instabilidade em suas cotações. Em São Gabriel da Palha no ES fechou a R$700,00 a saca de 60kg, houve um recuou em relação aos preços praticados no mês anterior. Os embarques de café robusta subiram 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 4,03 milhões de sacas, conforme a OIC.<br /><br />Para atender a necessidade de custeio, assim como apoio na comercialização do café e na aquisição de colheitadeiras e recolhedoras por meio das linhas de investimento, o Banco do Brasil disponibiliza linhas específicas para atender as necessidades de sua propriedade. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento em uma agência do BB ou algum parceiro do BB.<br /><br />E para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br”barra”bbcast”traço”agro ou busque por BBCast Agro em sua plataforma de streaming de preferência e também no canal do Broto no Youtube.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cafe,conilon,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/783f915f4a8afc150a3fdf6cacca3b43.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>09/08/2022 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/09-08-2022-cenario-do-trigo--50863029</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de agosto de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br />O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se encerrado, com área de cultivo estimada 3 milhões de hectares, aproximadamente. Quantidade que supera em 10% a safra 2021.<br />Conforme a Emater, a área cultivada no Rio Grande do Sul cresceu 15% em relação à safra anterior, alcançando 1,41 milhão de hectares, o que representa 47% da área cultivada no Brasil. As lavouras estão predominantemente, em estágio vegetativo, pois a época de plantio é mais tardia em relação as demais estados produtores.<br />Já no Paraná, o DERAL indicou cultivo de 1,17 milhão hectares, o que representa 39% da área plantada no país.  No momento, 89% das lavouras se encontram em boas condições, contudo a estiagem na região noroeste do Estado segue afetando a produtividade das lavouras. <br />Em Santa Catarina, segundo dados da EPAGRI, a área plantada foi de 127 mil hectares, 24% de aumento em relação à safra 21/21. <br />As lavouras desses Estados, que representam 90% da área cultivada com trigo no Brasil em 2022, encontram-se, em sua maioria, em fase susceptível a danos por geadas e seca (desenvolvimento, floração e frutificação), sendo o mês de agosto, decisivo para a definição da produção brasileira.<br />Na Argentina, principal mercado de importação do Brasil, foram cultivados 98% dos 6,1 milhões de hectares previstos e 23% das lavouras estão em condição regular ou ruim, devido à seca que atinge a região noroeste do país, conforme informações da Bolsa de Cereales de Buenos Aires.<br />A exportação dos grãos da Ucrânia estava paralisada desde o início da guerra com a Rússia. Contudo, voltou a ocorrer pelo porto de Odessa. Esse aumento na oferta segue pressionando a cotação internacional do produto e conforme o volume exportado se eleve, as cotações devem sofrer maior pressão negativa. <br />No Brasil, o indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 6% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada a R$ 2.066,47. Atualmente, o produto continua sendo comercializado no Brasil em média acima de R$ 2.050,00 a tonelada. Contudo, a influência da desvalorização da cotação internacional e do câmbio tende a refletir em ajustes nos preços internos.<br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br />O Banco do Brasil disponibiliza a linhas de investimento para armazenagem e de comercialização para este e outros grãos de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!!!!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50863029</guid><pubDate>Tue, 09 Aug 2022 14:37:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50863029/cenario_trio_09_08.mp3" length="3082911" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 09 de agosto de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.&#13;
O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se encerrado, com área de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 09 de agosto de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos Novos-SC e vamos falar sobre o cenário do Trigo.<br />O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se encerrado, com área de cultivo estimada 3 milhões de hectares, aproximadamente. Quantidade que supera em 10% a safra 2021.<br />Conforme a Emater, a área cultivada no Rio Grande do Sul cresceu 15% em relação à safra anterior, alcançando 1,41 milhão de hectares, o que representa 47% da área cultivada no Brasil. As lavouras estão predominantemente, em estágio vegetativo, pois a época de plantio é mais tardia em relação as demais estados produtores.<br />Já no Paraná, o DERAL indicou cultivo de 1,17 milhão hectares, o que representa 39% da área plantada no país.  No momento, 89% das lavouras se encontram em boas condições, contudo a estiagem na região noroeste do Estado segue afetando a produtividade das lavouras. <br />Em Santa Catarina, segundo dados da EPAGRI, a área plantada foi de 127 mil hectares, 24% de aumento em relação à safra 21/21. <br />As lavouras desses Estados, que representam 90% da área cultivada com trigo no Brasil em 2022, encontram-se, em sua maioria, em fase susceptível a danos por geadas e seca (desenvolvimento, floração e frutificação), sendo o mês de agosto, decisivo para a definição da produção brasileira.<br />Na Argentina, principal mercado de importação do Brasil, foram cultivados 98% dos 6,1 milhões de hectares previstos e 23% das lavouras estão em condição regular ou ruim, devido à seca que atinge a região noroeste do país, conforme informações da Bolsa de Cereales de Buenos Aires.<br />A exportação dos grãos da Ucrânia estava paralisada desde o início da guerra com a Rússia. Contudo, voltou a ocorrer pelo porto de Odessa. Esse aumento na oferta segue pressionando a cotação internacional do produto e conforme o volume exportado se eleve, as cotações devem sofrer maior pressão negativa. <br />No Brasil, o indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou queda de 6% nos últimos 30 dias, com a tonelada do cereal cotada a R$ 2.066,47. Atualmente, o produto continua sendo comercializado no Brasil em média acima de R$ 2.050,00 a tonelada. Contudo, a influência da desvalorização da cotação internacional e do câmbio tende a refletir em ajustes nos preços internos.<br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento?<br />O Banco do Brasil disponibiliza a linhas de investimento para armazenagem e de comercialização para este e outros grãos de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para mais informações.<br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!!!!]]></itunes:summary><itunes:duration>193</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/12710908adb09538f21baf412d12ed25.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>08/08/2022 - Cenário Climático</title><link>https://www.spreaker.com/episode/08-08-2022-cenario-climatico--50855575</link><description><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 08 de agosto de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br />Conforme relatório publicado em julho/22 pela Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), o cenário atual aponta continuidade do La Niña durante parte da safra 2022/23.<br />No Brasil, de acordo com informações do Climatempo, há indicativos de um novo fortalecimento do fenômeno para os próximos meses, com pico no trimestre outubro/novembro/dezembro, sobretudo na Região Sul, onde normalmente há redução da chuva quando o La Niña está ativo. Contudo, este novo incremento do La Niña deve durar pouco, com tendência de enfraquecimento já no início do próximo verão.   <br />Para a Previsão Climática Trimestral Ago – Set – Out, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), indica maior probabilidade de chuva acima da média, entre as regiões Norte e Nordeste e abaixo da média para o centro-sul do RS e oeste de SC, variações associadas, principalmente, ao La Niña. Também são previstas chuvas abaixo da média para parte do AC, RO, MT, GO, norte do MS, Triângulo Mineiro e sul de MG, SP, RJ, PR.<br />Vale destacar, que esse período é caracterizado por chuvas escassas na faixa central do país e mais abundantes nos extremos norte, leste e sul do Brasil. Portanto, não se descartam eventos chuva expressiva na Região Sul e sul de MS. Esse trimestre também é marcado pela atuação de frentes frias, que podem causar quedas de temperatura em parte do país, principalmente no mês de agosto.<br />Já a previsão de temperatura, indica altas acima das médias históricas no oeste do RS, MS, Triângulo Mineiro, centro-sul de GO, sul e oeste do MT, em pontos de RO, TO, MA, PI, CE, RN e centro-leste da PB.<br />Mantendo atenção às divulgações do Sisdagro, as regiões que passaram por irregularidades de chuvas e continuam com disponibilidades de água no solo em níveis baixos, podem ter a condição e nível de água dos mananciais hídricos impactados.<br />Com este cenário, o monitoramento climático, a eficiência de uso dos recursos hídricos e recomposições florestais, ganham grande importância nas tomadas de decisões.<br />Para isso, o Banco do Brasil conta com Mitigadores de Risco, tais como Seguro Agrícola Flex para que o produtor possa se precaver de situações climáticas adversas, e Linhas de Crédito para Irrigação e Recuperação Ambiental. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações. <br />E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50855575</guid><pubDate>Mon, 08 Aug 2022 19:26:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50855575/cenario_climatico_08_08.mp3" length="3608285" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é segunda-feira, 08 de agosto de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático. &#13;
Conforme relatório publicado em julho/22 pela Administração Oceânica e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é segunda-feira, 08 de agosto de 2022, meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Campinas-SP e falaremos sobre o cenário climático. <br />Conforme relatório publicado em julho/22 pela Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), o cenário atual aponta continuidade do La Niña durante parte da safra 2022/23.<br />No Brasil, de acordo com informações do Climatempo, há indicativos de um novo fortalecimento do fenômeno para os próximos meses, com pico no trimestre outubro/novembro/dezembro, sobretudo na Região Sul, onde normalmente há redução da chuva quando o La Niña está ativo. Contudo, este novo incremento do La Niña deve durar pouco, com tendência de enfraquecimento já no início do próximo verão.   <br />Para a Previsão Climática Trimestral Ago – Set – Out, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), indica maior probabilidade de chuva acima da média, entre as regiões Norte e Nordeste e abaixo da média para o centro-sul do RS e oeste de SC, variações associadas, principalmente, ao La Niña. Também são previstas chuvas abaixo da média para parte do AC, RO, MT, GO, norte do MS, Triângulo Mineiro e sul de MG, SP, RJ, PR.<br />Vale destacar, que esse período é caracterizado por chuvas escassas na faixa central do país e mais abundantes nos extremos norte, leste e sul do Brasil. Portanto, não se descartam eventos chuva expressiva na Região Sul e sul de MS. Esse trimestre também é marcado pela atuação de frentes frias, que podem causar quedas de temperatura em parte do país, principalmente no mês de agosto.<br />Já a previsão de temperatura, indica altas acima das médias históricas no oeste do RS, MS, Triângulo Mineiro, centro-sul de GO, sul e oeste do MT, em pontos de RO, TO, MA, PI, CE, RN e centro-leste da PB.<br />Mantendo atenção às divulgações do Sisdagro, as regiões que passaram por irregularidades de chuvas e continuam com disponibilidades de água no solo em níveis baixos, podem ter a condição e nível de água dos mananciais hídricos impactados.<br />Com este cenário, o monitoramento climático, a eficiência de uso dos recursos hídricos e recomposições florestais, ganham grande importância nas tomadas de decisões.<br />Para isso, o Banco do Brasil conta com Mitigadores de Risco, tais como Seguro Agrícola Flex para que o produtor possa se precaver de situações climáticas adversas, e Linhas de Crédito para Irrigação e Recuperação Ambiental. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações. <br />E conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,chuva,clima,estiagem,laniña,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ae7e54d71fdfceb11ce0917218f80dd3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>05/08/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/05-08-2022-cenario-da-soja--50824514</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 05 de agosto de 2022, meu nome é Alceu Yoshinaga, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Itumbiara- GO e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, iniciam agosto com alta volatilidade, com patamares de preços em U$ 15,58/Bushel em 03/08, valorização de 7,5% em relação a 20/07. Para novembro, os contratos estão abaixo da cotação atual, sendo negociados por U$ 13,69/ Bushel.<br /><br />No Brasil, os preços da oleaginosa, seguem em patamares de estabilidade nos últimos dias. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 03/08, foi cotado a R$ 186,88/ saca, redução de 4,6% em relação a 29/07. O prêmio nos portos vem apresentando recuperação nos últimos dias, cotado para o mês de setembro em 2,0 US$/Bushel.<br /><br />Dois fatores seguem ocasionando essa volatilidade no mercado, o clima e seus efeitos sobre a safra norte-americana e a aversão ao risco, em nível global. <br /><br />No tocante ao clima, temperaturas elevadas e dias pouco úmidos tem sido predominante sob a área de produção dos EUA nas últimas semanas, gerando situação desfavorável às lavouras. De acordo com o último relatório do USDA, 60% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes.<br /><br />Em relação a aversão ao risco, o posicionamento do mercado e fundos em relação ao desempenho das economias globais, cenário de recessão, e seus reflexos no consumo das commodities, tem pressionado negativamente a cotação da oleaginosa.<br /><br />Fator que pode beneficiar a precificação da soja brasileira e a demanda por parte da China é a atual tensão entre China X EUA, ocasionadas pela visita da Presidente da Câmara dos Deputados dos EUA à Taiwan.<br /><br />A Conab, apontou a safra nacional 21/22 em 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação à produção da safra 20/21, e estimativa de exportação de 75,23 milhões de toneladas. De janeiro a julho já foram exportadas 60,54 milhões de toneladas, conforme dados do MDIC. <br /><br />Para a safra brasileira 2022/23, o USDA estima produção de 149 milhões de toneladas e exportação de 89 milhões de toneladas.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50824514</guid><pubDate>Fri, 05 Aug 2022 13:20:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50824514/20220805_bbcast_agro_soja_1_1.mp3" length="2691701" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 05 de agosto de 2022, meu nome é Alceu Yoshinaga, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Itumbiara- GO e falaremos hoje sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 05 de agosto de 2022, meu nome é Alceu Yoshinaga, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Itumbiara- GO e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, iniciam agosto com alta volatilidade, com patamares de preços em U$ 15,58/Bushel em 03/08, valorização de 7,5% em relação a 20/07. Para novembro, os contratos estão abaixo da cotação atual, sendo negociados por U$ 13,69/ Bushel.<br /><br />No Brasil, os preços da oleaginosa, seguem em patamares de estabilidade nos últimos dias. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 03/08, foi cotado a R$ 186,88/ saca, redução de 4,6% em relação a 29/07. O prêmio nos portos vem apresentando recuperação nos últimos dias, cotado para o mês de setembro em 2,0 US$/Bushel.<br /><br />Dois fatores seguem ocasionando essa volatilidade no mercado, o clima e seus efeitos sobre a safra norte-americana e a aversão ao risco, em nível global. <br /><br />No tocante ao clima, temperaturas elevadas e dias pouco úmidos tem sido predominante sob a área de produção dos EUA nas últimas semanas, gerando situação desfavorável às lavouras. De acordo com o último relatório do USDA, 60% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes.<br /><br />Em relação a aversão ao risco, o posicionamento do mercado e fundos em relação ao desempenho das economias globais, cenário de recessão, e seus reflexos no consumo das commodities, tem pressionado negativamente a cotação da oleaginosa.<br /><br />Fator que pode beneficiar a precificação da soja brasileira e a demanda por parte da China é a atual tensão entre China X EUA, ocasionadas pela visita da Presidente da Câmara dos Deputados dos EUA à Taiwan.<br /><br />A Conab, apontou a safra nacional 21/22 em 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação à produção da safra 20/21, e estimativa de exportação de 75,23 milhões de toneladas. De janeiro a julho já foram exportadas 60,54 milhões de toneladas, conforme dados do MDIC. <br /><br />Para a safra brasileira 2022/23, o USDA estima produção de 149 milhões de toneladas e exportação de 89 milhões de toneladas.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>169</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>04/08/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/04-08-2022-cenario-do-boi-gordo--50812975</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 04 de agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista - SP e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mercado físico de boi gordo registrou pequenas altas na última semana de julho, direcionadas por pequena elevação na dificuldade de compra de animais pelas indústrias e encurtamento das escalas. <br /><br />A cotação da arroba do Boi no dia 01/08/22 Indicador Boi Gordo CEPEA/Esalq/B3 foi de R$ 326,65, já o mercado futuro apresenta cenário de estabilidade com pequena queda, apresentando cotações no valor de R$323,75 nos contratos com vencimento para out/2022. Os animais padrão China mantém ágio de R$ 20/30 em relação a animais disponibilizados no mercado doméstico, algo compreensível dado o forte ritmo das exportações.<br />A Secretaria de Comércio Exterior, reportou que o embarque de carne bovina para o exterior, encerrou o mês de julho com 167,2 mil toneladas, aumento de 1,3%, frente ao volume total exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 165 mil toneladas. <br />O preço médio recebido pela exportação nos 21 dias úteis de julho/22 ficou próximo de US$ 6.549/ton, alta de 20,3% frente aos dados divulgados em 07/21, em que os preços médios registraram o valor de US$ 5.442/ton, totalizando US$ 1.096 bilhão em 07/22.<br />A expectativa de aumento da demanda interna, aliada a uma provável retração na oferta de animais, principalmente dos conduzidos à pasto devido o avanço da entressafra de capim, direciona para provável retomada do movimento de alta no preço da arroba, principalmente se mantido o forte ritmo das exportações. <br /><br />A queda de preço do bezerro e boi magro nos últimos meses, resultado da elevação da oferta de animais no mercado, somada à queda no preço do milho, proporcionaram um panorama favorável para os sistemas de Recria/Engorda, com redução no custo operacional, por serem os dois itens de maior peso no sistema, mesmo com aumento geral dos demais custos. Já os sistemas de Cria (que apresentou retração no preço do bezerro) e Ciclo Completo, registraram aumento no custo e como consequência queda em suas rentabilidades.<br /><br />Para os desafios do mercado e climáticos com a entressafra, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas à entressafra e para superação dos desafios do mercado. O Banco do Brasil disponibiliza também a oportunidade de contratos de opções, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais prontos para abate. <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50812975</guid><pubDate>Thu, 04 Aug 2022 13:15:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50812975/20220804_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3407247" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 04 de agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista - SP e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.&#13;
&#13;
O mercado físico de boi gordo registrou pequenas altas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 04 de agosto de 2022, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em São João da Boa Vista - SP e vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.<br /><br />O mercado físico de boi gordo registrou pequenas altas na última semana de julho, direcionadas por pequena elevação na dificuldade de compra de animais pelas indústrias e encurtamento das escalas. <br /><br />A cotação da arroba do Boi no dia 01/08/22 Indicador Boi Gordo CEPEA/Esalq/B3 foi de R$ 326,65, já o mercado futuro apresenta cenário de estabilidade com pequena queda, apresentando cotações no valor de R$323,75 nos contratos com vencimento para out/2022. Os animais padrão China mantém ágio de R$ 20/30 em relação a animais disponibilizados no mercado doméstico, algo compreensível dado o forte ritmo das exportações.<br />A Secretaria de Comércio Exterior, reportou que o embarque de carne bovina para o exterior, encerrou o mês de julho com 167,2 mil toneladas, aumento de 1,3%, frente ao volume total exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 165 mil toneladas. <br />O preço médio recebido pela exportação nos 21 dias úteis de julho/22 ficou próximo de US$ 6.549/ton, alta de 20,3% frente aos dados divulgados em 07/21, em que os preços médios registraram o valor de US$ 5.442/ton, totalizando US$ 1.096 bilhão em 07/22.<br />A expectativa de aumento da demanda interna, aliada a uma provável retração na oferta de animais, principalmente dos conduzidos à pasto devido o avanço da entressafra de capim, direciona para provável retomada do movimento de alta no preço da arroba, principalmente se mantido o forte ritmo das exportações. <br /><br />A queda de preço do bezerro e boi magro nos últimos meses, resultado da elevação da oferta de animais no mercado, somada à queda no preço do milho, proporcionaram um panorama favorável para os sistemas de Recria/Engorda, com redução no custo operacional, por serem os dois itens de maior peso no sistema, mesmo com aumento geral dos demais custos. Já os sistemas de Cria (que apresentou retração no preço do bezerro) e Ciclo Completo, registraram aumento no custo e como consequência queda em suas rentabilidades.<br /><br />Para os desafios do mercado e climáticos com a entressafra, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de custeio e investimentos que podem auxiliar os produtores nas estratégias de produção mais adequadas à entressafra e para superação dos desafios do mercado. O Banco do Brasil disponibiliza também a oportunidade de contratos de opções, como forma de proteção na hora de comercialização dos animais prontos para abate. <br /><br />Contem sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima.]]></itunes:summary><itunes:duration>213</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>03/08/2022 - Cenário do leite</title><link>https://www.spreaker.com/episode/03-08-2022-cenario-do-leite--50799604</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 03 de agosto de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares-MG e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em julho de 2022 apresentaram média de R$ 3,1932, segundo o CEPEA, registrando o maior valor nominal da série histórica do CEPEA. Esse valor apresenta valorização nominal de 38,4% em relação ao pagamento de julho de 2021 e de 19,1% em relação a junho de 2022.<br /><br />Esse aumento significativo na cotação do leite é decorrente da menor oferta de leite no campo e pelo interesse dos laticínios em garantir matéria prima para a indústria.<br /><br />A relação de troca entre o leite e a ração de milho com farelo de soja vem melhorando desde abril, com a queda na cotação do milho e a valorização do leite.  Em junho de 2022, foram necessários 36 litros de leite para aquisição de 60kg da ração, contra 56 litros no início de 2022.<br /><br />Ainda assim, o produtor de leite deve seguir monitorando o custo de produção, que ainda impacta a rentabilidade da atividade. O produtor pode aproveitar o momento para adquirir o milho nas cotações favoráveis que estão se apresentando neste momento.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade e se protegendo contra possíveis alta na cotação do milho para o período de aquisição do grão. Com a abertura do novo Plano Safra 22/23, o produtor de leite pode planejar e contratar investimentos com o BB, aumentando sua capacidade de armazenamento de grãos para ração do rebanho leiteiro através do PCA. <br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50799604</guid><pubDate>Wed, 03 Aug 2022 12:30:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50799604/20220803_bbcast_agro_leite.mp3" length="2574254" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 03 de agosto de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares-MG e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.&#13;
&#13;
Os preços médios ofertados pelo litro de leite em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 03 de agosto de 2022, eu sou Marcelo Luiz Pinto, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares-MG e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.<br /><br />Os preços médios ofertados pelo litro de leite em julho de 2022 apresentaram média de R$ 3,1932, segundo o CEPEA, registrando o maior valor nominal da série histórica do CEPEA. Esse valor apresenta valorização nominal de 38,4% em relação ao pagamento de julho de 2021 e de 19,1% em relação a junho de 2022.<br /><br />Esse aumento significativo na cotação do leite é decorrente da menor oferta de leite no campo e pelo interesse dos laticínios em garantir matéria prima para a indústria.<br /><br />A relação de troca entre o leite e a ração de milho com farelo de soja vem melhorando desde abril, com a queda na cotação do milho e a valorização do leite.  Em junho de 2022, foram necessários 36 litros de leite para aquisição de 60kg da ração, contra 56 litros no início de 2022.<br /><br />Ainda assim, o produtor de leite deve seguir monitorando o custo de produção, que ainda impacta a rentabilidade da atividade. O produtor pode aproveitar o momento para adquirir o milho nas cotações favoráveis que estão se apresentando neste momento.<br /><br />Diante deste cenário, o produtor de leite pode contar com o BB Custeio Agropecuário, antecipando as compras dos principais insumos utilizados na atividade e se protegendo contra possíveis alta na cotação do milho para o período de aquisição do grão. Com a abertura do novo Plano Safra 22/23, o produtor de leite pode planejar e contratar investimentos com o BB, aumentando sua capacidade de armazenamento de grãos para ração do rebanho leiteiro através do PCA. <br /><br />Para ouvir este e outros BBCast Agro acesse: blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>161</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,leite,pecuaria</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8431928af49e5e43f1152929e827d6df.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>02/08/2022 - Cenário do lúpulo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/02-08-2022-cenario-do-lupulo--50788419</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 2 agosto de 2022, meu nome é Daniel Vallocci, sou Gerente de Setor na Gerência de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil, em Brasília DF e vamos falar sobre a cultura do lúpulo.<br /><br />O lúpulo é uma planta trepadeira e que necessita de longos períodos de luz (aproximadamente 17 horas por dia) durante a floração para produzir.  É o principal ingrediente na produção de cervejas, pois confere amargor e aroma à bebida. De modo geral, são utilizadas de 40 a 300 gramas de lúpulo, a depender do tipo/estilo da cerveja, para a produção de 100 litros da bebida. <br /><br />O Brasil destaca-se no cenário mundial de produção de cerveja, sendo o 3° maior produtor. No entanto, praticamente todo o lúpulo utilizado é importado. Em 2019, o Brasil importou 3.600 toneladas de lúpulo, de acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Produtores de Lúpulo – Aprolúpulo. <br /><br />Mas este cenário está mudando. Há alguns anos, institutos de pesquisa e produtores brasileiros têm desenvolvido o cultivo de variedades adaptadas às diferentes regiões do Brasil, bem como estudado o manejo da planta.<br /><br />O que aparentava ser difícil, produzir uma planta extremamente exigente em luminosidade, foi resolvido com a criatividade de nossos produtores, que instalaram sistemas de iluminação artificial para aumentar as horas de luz por dia. <br /><br />As primeiras plantas cultivadas no Brasil produziam em torno de 200 g de lúpulo seco por planta, enquanto as cultivadas na Alemanha produzem em torno de 800 g. <br /><br />Atualmente, com a evolução de técnicas de manejo, a produção já alcança aproximadamente 500 gramas de lúpulo seco por planta!!! Com isso, no ano passado, o Brasil já produziu 24 toneladas do produto.<br /><br />A adaptação de variedades de lúpulo nas diferentes regiões do Brasil tem levado a um aumento do número de produtores e à inserção do país no seleto mercado de excelência em cerveja.<br /> <br />O lúpulo produzido por aqui apresenta qualidade e possui características únicas, conforme a variedade da planta, solo e o clima do local de produção. <br /><br />A Aprolúpulo possui mais de 180 associados, que juntos, cultivam cerca de 50 ha em 16 estados brasileiros. O tamanho médio das áreas cultivadas é de 0,5 a 1,0 ha. Além das grandes cervejarias, o mercado da cerveja artesanal é um grande demandante deste produto.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50788419</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2022 12:50:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50788419/20220802_bbcast_agro_lupulo.mp3" length="2815417" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 2 agosto de 2022, meu nome é Daniel Vallocci, sou Gerente de Setor na Gerência de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil, em Brasília DF e vamos falar sobre a cultura do lúpulo.&#13;
&#13;
O lúpulo é uma planta trepadeira e que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 2 agosto de 2022, meu nome é Daniel Vallocci, sou Gerente de Setor na Gerência de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil, em Brasília DF e vamos falar sobre a cultura do lúpulo.<br /><br />O lúpulo é uma planta trepadeira e que necessita de longos períodos de luz (aproximadamente 17 horas por dia) durante a floração para produzir.  É o principal ingrediente na produção de cervejas, pois confere amargor e aroma à bebida. De modo geral, são utilizadas de 40 a 300 gramas de lúpulo, a depender do tipo/estilo da cerveja, para a produção de 100 litros da bebida. <br /><br />O Brasil destaca-se no cenário mundial de produção de cerveja, sendo o 3° maior produtor. No entanto, praticamente todo o lúpulo utilizado é importado. Em 2019, o Brasil importou 3.600 toneladas de lúpulo, de acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Produtores de Lúpulo – Aprolúpulo. <br /><br />Mas este cenário está mudando. Há alguns anos, institutos de pesquisa e produtores brasileiros têm desenvolvido o cultivo de variedades adaptadas às diferentes regiões do Brasil, bem como estudado o manejo da planta.<br /><br />O que aparentava ser difícil, produzir uma planta extremamente exigente em luminosidade, foi resolvido com a criatividade de nossos produtores, que instalaram sistemas de iluminação artificial para aumentar as horas de luz por dia. <br /><br />As primeiras plantas cultivadas no Brasil produziam em torno de 200 g de lúpulo seco por planta, enquanto as cultivadas na Alemanha produzem em torno de 800 g. <br /><br />Atualmente, com a evolução de técnicas de manejo, a produção já alcança aproximadamente 500 gramas de lúpulo seco por planta!!! Com isso, no ano passado, o Brasil já produziu 24 toneladas do produto.<br /><br />A adaptação de variedades de lúpulo nas diferentes regiões do Brasil tem levado a um aumento do número de produtores e à inserção do país no seleto mercado de excelência em cerveja.<br /> <br />O lúpulo produzido por aqui apresenta qualidade e possui características únicas, conforme a variedade da planta, solo e o clima do local de produção. <br /><br />A Aprolúpulo possui mais de 180 associados, que juntos, cultivam cerca de 50 ha em 16 estados brasileiros. O tamanho médio das áreas cultivadas é de 0,5 a 1,0 ha. Além das grandes cervejarias, o mercado da cerveja artesanal é um grande demandante deste produto.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>176</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,lupulo,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b9a1a6ee91ec13ac7d4234b48841d411.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>01º/08/2022 - Cenário da cana-de-açúcar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/01-08-2022-cenario-da-cana-de-acucar--50776715</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 01º de AGOSTO de 2022, meu nome é NIVIA BASSI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em NOVO HORIZONTE, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />De acordo com a UNICA, a moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul atingiu 46,35 milhões de toneladas processadas até 16 de julho, aumento pouco significativo, de quase meio % em relação à quantidade moída no mesmo período do ano passado. No acumulado da safra, a moagem apresentou queda de 9,5%, totalizando quase 234 milhões de t, frente a 258 milhões de t em 2021. Até o dia 16 de julho, 255 unidades estavam em operação. <br /><br />O Centro de Tecnologia Canavieira, CTC, divulgou a produtividade do corte no mês de junho em 77,5 t/ha, meio % inferior à produtividade do ano passado. Canaviais velhos, acima do quinto corte, representaram um percentual superior a 27%, fator que contribui com a queda da produtividade observada. <br /><br />De maneira geral, os municípios de SP apresentaram queda de produtividade, com exceção de São José do Rio Preto, com aumento de 7%, favorecido por melhor índice de chuvas e canaviais mais novos. MS teve a queda de produtividade mais expressiva (20%), causada pela falta de chuvas no período de crescimento e desenvolvimento da cultura.<br /><br />A qualidade da matéria-prima colhida, mensurada em kg de ATR por tonelada de cana, apresentou recuo de 3,3 % no acumulado da safra 22/23, com o indicador marcando 130,45 kg de ATR/t de cana.<br /><br />De acordo com o OBSERVATÓRIO DA CANA, a produção de açúcar totalizou 12,7 milhões de toneladas, redução de 17,7% frente às 15,3 milhões de toneladas na safra passada.<br /><br />Quanto ao etanol, do começo da safra até a primeira quinzena de julho, as vendas globais (mercado interno e exportação) das unidades produtoras totalizaram 8,3 bilhões de litros, redução de 1,5% em relação ao mesmo período da safra anterior. Este resultado reflete a redução da cana processada no período e a decisão das usinas de alterar o mix de produção em favor do etanol (56%).<br /><br />A preferência pela produção de etanol deve mudar nesta safra em decorrência da redução dos estoques de açúcar, que impacta positivamente os preços do adoçante no mercado mundial.<br />O cenário permanece positivo para a atividade, mesmo com a alta nos custos de produção da cana-de-açúcar. <br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50776715</guid><pubDate>Mon, 01 Aug 2022 15:08:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50776715/20220801_bbcast_agro_cana_de_acucar.mp3" length="3225017" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 01º de AGOSTO de 2022, meu nome é NIVIA BASSI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em NOVO HORIZONTE, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.&#13;
&#13;
De acordo com a UNICA, a moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 01º de AGOSTO de 2022, meu nome é NIVIA BASSI, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em NOVO HORIZONTE, SP, e vamos falar sobre o cenário da cana-de-açúcar.<br /><br />De acordo com a UNICA, a moagem da cana-de-açúcar no Centro-Sul atingiu 46,35 milhões de toneladas processadas até 16 de julho, aumento pouco significativo, de quase meio % em relação à quantidade moída no mesmo período do ano passado. No acumulado da safra, a moagem apresentou queda de 9,5%, totalizando quase 234 milhões de t, frente a 258 milhões de t em 2021. Até o dia 16 de julho, 255 unidades estavam em operação. <br /><br />O Centro de Tecnologia Canavieira, CTC, divulgou a produtividade do corte no mês de junho em 77,5 t/ha, meio % inferior à produtividade do ano passado. Canaviais velhos, acima do quinto corte, representaram um percentual superior a 27%, fator que contribui com a queda da produtividade observada. <br /><br />De maneira geral, os municípios de SP apresentaram queda de produtividade, com exceção de São José do Rio Preto, com aumento de 7%, favorecido por melhor índice de chuvas e canaviais mais novos. MS teve a queda de produtividade mais expressiva (20%), causada pela falta de chuvas no período de crescimento e desenvolvimento da cultura.<br /><br />A qualidade da matéria-prima colhida, mensurada em kg de ATR por tonelada de cana, apresentou recuo de 3,3 % no acumulado da safra 22/23, com o indicador marcando 130,45 kg de ATR/t de cana.<br /><br />De acordo com o OBSERVATÓRIO DA CANA, a produção de açúcar totalizou 12,7 milhões de toneladas, redução de 17,7% frente às 15,3 milhões de toneladas na safra passada.<br /><br />Quanto ao etanol, do começo da safra até a primeira quinzena de julho, as vendas globais (mercado interno e exportação) das unidades produtoras totalizaram 8,3 bilhões de litros, redução de 1,5% em relação ao mesmo período da safra anterior. Este resultado reflete a redução da cana processada no período e a decisão das usinas de alterar o mix de produção em favor do etanol (56%).<br /><br />A preferência pela produção de etanol deve mudar nesta safra em decorrência da redução dos estoques de açúcar, que impacta positivamente os preços do adoçante no mercado mundial.<br />O cenário permanece positivo para a atividade, mesmo com a alta nos custos de produção da cana-de-açúcar. <br /><br />O Banco do Brasil dispõe de linhas de financiamento para custear a cana soca, investir em máquinas e implementos, na melhoria da estrutura produtiva, na irrigação e na renovação de canaviais. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,cana,cana-de-acucar,canavial,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe778a684069b10a20896b5953728bfd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>29/07/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/29-07-2022-cenario-do-milho--50749688</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 29 de julho de 2022, meu nome é Danila Sá, sou assessora de agronegócios no Banco do Brasil em Barreiras – Bahia e falaremos sobre o cenário do milho.  <br /> <br />As cotações do milho em Chicago operaram em baixa na quarta-feira (27) e o contrato de setembro/22 fechou em US$5,95/bushel com queda de 1,25 pontos e o de dezembro/22 foi negociado por US$ 5,99/bushel com perda de 1,75 pontos. Na noite do dia 26 os contratos futuros recuaram após atingir a maior alta em uma semana, em meio às preocupações sobre o clima quente e seco que persistem em parte do Centro-Oeste dos Estados Unidos.<br /><br />Soma-se à pressão baixista atual, o acordo para o escoamento de grãos pelo Mar Negro, que deve levar a Ucrânia a enviar, ainda nesta semana, suas primeiras exportações de grãos, que vinham paralisadas desde o final de fevereiro deste ano. <br />No mercado interno, os futuros do milho na B3 operaram com recuo na quarta-feira (27), devolvendo parte dos ganhos obtidos nos últimos dias.  Assim, os contratos com vencimento em setembro/22 fecharam em R$ 86,93, com queda de 0,64%.   <br /><br />Já no campo das exportações brasileiras, as discussões sobre o envio de milho para a China estão abertas. Há expectativa de que em setembro o Brasil comece a exportar milho para o gigante asiático, tendo em vista que a safra norte-americana poderá ter redução de 20 milhões de toneladas. A Ucrânia também tende a ter uma quebra de safra na mesma magnitude da estadunidense, deixando um gap de oferta no mercado, que pode ser uma oportunidade para o Brasil.<br /><br />No Brasil, a colheita da segunda safra está em andamento. A Conab indica que até o último dia 23, no país já havia sido colhido 60% de sua área semeada.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB, conheça o simulador de Opções acessando o app do BB, acessando no menu principal a aba Opção Agro.<br />  <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50749688</guid><pubDate>Fri, 29 Jul 2022 15:41:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50749688/20220729_bbcast_agro_milho.mp3" length="2485229" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 29 de julho de 2022, meu nome é Danila Sá, sou assessora de agronegócios no Banco do Brasil em Barreiras – Bahia e falaremos sobre o cenário do milho.  &#13;
 &#13;
As cotações do milho em Chicago operaram em baixa na quarta-feira...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 29 de julho de 2022, meu nome é Danila Sá, sou assessora de agronegócios no Banco do Brasil em Barreiras – Bahia e falaremos sobre o cenário do milho.  <br /> <br />As cotações do milho em Chicago operaram em baixa na quarta-feira (27) e o contrato de setembro/22 fechou em US$5,95/bushel com queda de 1,25 pontos e o de dezembro/22 foi negociado por US$ 5,99/bushel com perda de 1,75 pontos. Na noite do dia 26 os contratos futuros recuaram após atingir a maior alta em uma semana, em meio às preocupações sobre o clima quente e seco que persistem em parte do Centro-Oeste dos Estados Unidos.<br /><br />Soma-se à pressão baixista atual, o acordo para o escoamento de grãos pelo Mar Negro, que deve levar a Ucrânia a enviar, ainda nesta semana, suas primeiras exportações de grãos, que vinham paralisadas desde o final de fevereiro deste ano. <br />No mercado interno, os futuros do milho na B3 operaram com recuo na quarta-feira (27), devolvendo parte dos ganhos obtidos nos últimos dias.  Assim, os contratos com vencimento em setembro/22 fecharam em R$ 86,93, com queda de 0,64%.   <br /><br />Já no campo das exportações brasileiras, as discussões sobre o envio de milho para a China estão abertas. Há expectativa de que em setembro o Brasil comece a exportar milho para o gigante asiático, tendo em vista que a safra norte-americana poderá ter redução de 20 milhões de toneladas. A Ucrânia também tende a ter uma quebra de safra na mesma magnitude da estadunidense, deixando um gap de oferta no mercado, que pode ser uma oportunidade para o Brasil.<br /><br />No Brasil, a colheita da segunda safra está em andamento. A Conab indica que até o último dia 23, no país já havia sido colhido 60% de sua área semeada.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB, conheça o simulador de Opções acessando o app do BB, acessando no menu principal a aba Opção Agro.<br />  <br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! ]]></itunes:summary><itunes:duration>156</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>28/07/2022 - Cenário da maçã</title><link>https://www.spreaker.com/episode/28-07-2022-cenario-da-maca--50738315</link><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50738315</guid><pubDate>Thu, 28 Jul 2022 15:39:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50738315/20220728_bbcast_agro_maca.mp3" length="3008514" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:duration>188</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,maçã,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c8de99cfb0da0f926411b4b393d15aa6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>27/07/2022 - Cenário do café arábica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/27-07-2022-cenario-do-cafe-arabica--50725698</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de julho de 2022, eu sou João Vitor Wolff Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina – PR e hoje vamos falar sobre o mercado de café arabica.<br /><br />O clima segue favorecendo os procedimentos de colheita, que já alcançam aproximadamente 60% dá área em produção de café arábica. O produto segue apresentando boa qualidade, contudo os produtores seguem relatando produtividade aquém da inicialmente esperada.<br /><br />O mercado do café vem apresentando acentuada volatilidade nos últimos dias, de um lado os fundamentos altistas são direcionados pelos dados de estoques baixos e oferta inferior à última projeção do USDA, visto o menor rendimento das lavouras brasileiras. A atenção também segue direcionada para o clima e seu reflexo na safra de 2023 no Brasil, visto o prolongamento e extensão do período seco e sua influência sobre florada, que ocorre normalmente de setembro a dezembro de cada ano. Como fatores de pressão negativa, estão a possibilidade de recessão mundial e sua influência no consumo. <br /><br />Estes fatores provocaram elevadas oscilações nas cotações na bolsa ICE Nova York, que variaram nos últimos sete dias de 1,95 US$/libra a 2,19 US$ /libra e internamente entre R$1.220 e R$ 1330,00 por saca de 60 kg para o produto de boa qualidade. <br /> <br />Com a elevada volatilidade e produção aquém do esperado, os produtores seguem comercializando de forma compassada o produto, direcionando vendas para cumprir os compromissos financeiros previamente assumidos. Essa menor intenção de venda, associada aos estoques baixos seguem no radar do mercado, que assimila a incorporação desses fatores na precificação do produto, além das incertezas sobre a oferta e demanda da próxima safra. <br /><br />No mercado interno, além do foco na colheita e comercialização da produção, o produtor já direciona as atenções para os tratos culturais, que se iniciam logo após a colheita. E para atender essas necessidades, as linhas de custeio do Plano Safra 22/23 já seguem disponíveis para contratação, com juros de 5 a 6 % no Pronaf, 8 % no Pronamp e 12 % para demais produtores.<br /><br />Com a expectativa de manutenção de preços elevados, o momento segue oportuno para elevação dos tratos culturais da lavoura do café para viabilizar elevação de produtividade, assim como para a negociação dos insumos, visto os descontos atrativos nas compras à vista. Para maiores informações sobre as condições de custeio da safra, procure sua agência de relacionamento ou nossos parceiros agro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50725698</guid><pubDate>Wed, 27 Jul 2022 13:18:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50725698/20220727_bbcast_agro_cafe_arabica.mp3" length="3177787" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira, 27 de julho de 2022, eu sou João Vitor Wolff Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina – PR e hoje vamos falar sobre o mercado de café arabica.&#13;
&#13;
O clima segue favorecendo os procedimentos de colheita,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira, 27 de julho de 2022, eu sou João Vitor Wolff Bastos, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Londrina – PR e hoje vamos falar sobre o mercado de café arabica.<br /><br />O clima segue favorecendo os procedimentos de colheita, que já alcançam aproximadamente 60% dá área em produção de café arábica. O produto segue apresentando boa qualidade, contudo os produtores seguem relatando produtividade aquém da inicialmente esperada.<br /><br />O mercado do café vem apresentando acentuada volatilidade nos últimos dias, de um lado os fundamentos altistas são direcionados pelos dados de estoques baixos e oferta inferior à última projeção do USDA, visto o menor rendimento das lavouras brasileiras. A atenção também segue direcionada para o clima e seu reflexo na safra de 2023 no Brasil, visto o prolongamento e extensão do período seco e sua influência sobre florada, que ocorre normalmente de setembro a dezembro de cada ano. Como fatores de pressão negativa, estão a possibilidade de recessão mundial e sua influência no consumo. <br /><br />Estes fatores provocaram elevadas oscilações nas cotações na bolsa ICE Nova York, que variaram nos últimos sete dias de 1,95 US$/libra a 2,19 US$ /libra e internamente entre R$1.220 e R$ 1330,00 por saca de 60 kg para o produto de boa qualidade. <br /> <br />Com a elevada volatilidade e produção aquém do esperado, os produtores seguem comercializando de forma compassada o produto, direcionando vendas para cumprir os compromissos financeiros previamente assumidos. Essa menor intenção de venda, associada aos estoques baixos seguem no radar do mercado, que assimila a incorporação desses fatores na precificação do produto, além das incertezas sobre a oferta e demanda da próxima safra. <br /><br />No mercado interno, além do foco na colheita e comercialização da produção, o produtor já direciona as atenções para os tratos culturais, que se iniciam logo após a colheita. E para atender essas necessidades, as linhas de custeio do Plano Safra 22/23 já seguem disponíveis para contratação, com juros de 5 a 6 % no Pronaf, 8 % no Pronamp e 12 % para demais produtores.<br /><br />Com a expectativa de manutenção de preços elevados, o momento segue oportuno para elevação dos tratos culturais da lavoura do café para viabilizar elevação de produtividade, assim como para a negociação dos insumos, visto os descontos atrativos nas compras à vista. Para maiores informações sobre as condições de custeio da safra, procure sua agência de relacionamento ou nossos parceiros agro.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>199</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,arabica,bancodobrasil,bb,broto,cafe,cafeicultura,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1d82cb8f700a45ee531099481fb0d146.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>26/07/2022 - Cenário do girassol</title><link>https://www.spreaker.com/episode/26-07-2022-cenario-do-girassol--50716700</link><description><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 26 de julho de 2022, meu nome é Maria Jania, Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e vamos falar sobre o cenário do girassol.<br /><br />A produção mundial de girassol da safra 2022/23 está estimada em 50,4 milhões de toneladas pelo Departamento de Agricultura do Estados Unidos – USDA. Essa quantidade é 12,2% inferior à obtida na safra 2021/22, resultado da estimativa de redução de 46% na produção ucraniana, que era o maior país produtor de girassol e teve o cultivo dessa safra impactado pelo conflito ainda em andamento no seu território.<br /><br />No Brasil, estamos na fase de colheita do produto da safra 2021/22. A estiagem na fase de desenvolvimento e enchimento de grãos afetou a produtividade inicialmente prevista em alguns estados produtores do Centro-Oeste, mas, mesmo assim, a produção está estimada em 57,1 milhões de toneladas, quantidade 58% superior à obtida na safra anterior, conforme informações da Conab. <br /><br />Como informação, os estados do Centro-Oeste representam 94,6% da produção nacional, sendo o Goiás responsável por 68,3% da produção, o Mato Grosso por 24% e o Distrito Federal por 2,3%. <br /><br />A comercialização do produto já ultrapassa os 90% no estado do Goiás, e com preços remuneradores para o produtor, visto que com o conflito na Ucrânia, o maior país produtor da semente oleaginosa como já citamos, os preços nacional e internacional do produto tiveram elevação acentuada em 2020. No mercado interno, a saca do produto no estado do Goiás está sendo comercializada em torno de 160 reais, valor 13% superior ao recebido no mesmo período do ano passado.  <br /><br />E para auxiliar o produtor rural na condução da sua atividade, o Banco do Brasil disponibiliza além das linhas de custeio para os produtores já iniciarem o planejamento da safra 2022/23, linhas de comercialização para auxiliá-lo na sua estratégia de vendas e linhas de investimento como o PCA, para que o produtor também possa ampliar a capacidade de armazenagem dos seus grãos e tenha a oportunidade de decidir o melhor momento para comercializar sua produção. Consulte sua agência BB e sua Assistência Técnica, para outras informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50716700</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2022 15:34:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50716700/20220726_bbcast_agro_girassol.mp3" length="2873513" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é terça-feira, 26 de julho de 2022, meu nome é Maria Jania, Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e vamos falar sobre o cenário do girassol.&#13;
&#13;
A produção mundial de girassol da safra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é terça-feira, 26 de julho de 2022, meu nome é Maria Jania, Assessora na Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil em Brasília – Distrito Federal e vamos falar sobre o cenário do girassol.<br /><br />A produção mundial de girassol da safra 2022/23 está estimada em 50,4 milhões de toneladas pelo Departamento de Agricultura do Estados Unidos – USDA. Essa quantidade é 12,2% inferior à obtida na safra 2021/22, resultado da estimativa de redução de 46% na produção ucraniana, que era o maior país produtor de girassol e teve o cultivo dessa safra impactado pelo conflito ainda em andamento no seu território.<br /><br />No Brasil, estamos na fase de colheita do produto da safra 2021/22. A estiagem na fase de desenvolvimento e enchimento de grãos afetou a produtividade inicialmente prevista em alguns estados produtores do Centro-Oeste, mas, mesmo assim, a produção está estimada em 57,1 milhões de toneladas, quantidade 58% superior à obtida na safra anterior, conforme informações da Conab. <br /><br />Como informação, os estados do Centro-Oeste representam 94,6% da produção nacional, sendo o Goiás responsável por 68,3% da produção, o Mato Grosso por 24% e o Distrito Federal por 2,3%. <br /><br />A comercialização do produto já ultrapassa os 90% no estado do Goiás, e com preços remuneradores para o produtor, visto que com o conflito na Ucrânia, o maior país produtor da semente oleaginosa como já citamos, os preços nacional e internacional do produto tiveram elevação acentuada em 2020. No mercado interno, a saca do produto no estado do Goiás está sendo comercializada em torno de 160 reais, valor 13% superior ao recebido no mesmo período do ano passado.  <br /><br />E para auxiliar o produtor rural na condução da sua atividade, o Banco do Brasil disponibiliza além das linhas de custeio para os produtores já iniciarem o planejamento da safra 2022/23, linhas de comercialização para auxiliá-lo na sua estratégia de vendas e linhas de investimento como o PCA, para que o produtor também possa ampliar a capacidade de armazenagem dos seus grãos e tenha a oportunidade de decidir o melhor momento para comercializar sua produção. Consulte sua agência BB e sua Assistência Técnica, para outras informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></itunes:summary><itunes:duration>180</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,girassol,safra</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cc3fa9998f800cb5d74140054ea8b761.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>25/07/2022 - Cenário da produção de ovos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/25-07-2022-cenario-da-producao-de-ovos--50704757</link><description><![CDATA[Olá, hoje é dia 25 de julho de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. <br /><br />Os avicultores continuam com o plantel de matrizes reduzidos, efeito da diminuição do alojamento de pintainhas ocorrido de janeiro a abril de 2022, que teve como objetivo adequar a oferta para melhor remuneração da caixa de ovos.<br /><br />De acordo com a Secretária de Comércio Exterior (SECEX), as exportações brasileiras de ovos (in natura e processados) no primeiro semestre de 2022 somaram US$ 44,326 mi e 13.473 toneladas, valores estes, respectivamente 28,8% e 11,6% superiores aos registrados no 1º semestre de 2021. O incremento na receita é resultado da elevação do preço médio em dólar, que aumentou 15,4% neste período.<br /><br />Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em junho/2022 o preço médio do milho foi 1,95% menor que em maio/22 e 7% menor que o mesmo período de 2021. Já o preço médio do farelo de soja aumentou 1,27% de maio/22 a junho/22, e a cotação é 10,43% superior ao do farelo de soja em junho/21. Desde o início do ano de 2022 verificou-se queda nas cotações de milho e farelo de soja, as quais, até o momento, têm se mantido estáveis após abril de 2022.<br /><br />De janeiro a junho de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 37,8%, sendo comercializada, em junho, por R$ 146,00. No entanto, esse valor é 5,87% inferior ao observado em abril/22, mês com o maior preço médio do ano. <br /><br />Neste cenário de preços dos insumos e preço da caixa de 30 dúzias de ovos, a melhora nas relações de troca milho/dz de ovos e farelo de soja/dz de ovos verificadas nos últimos 4 meses tem aumentado o poder de compra do avicultor e melhorado as margens da atividade.<br /><br />Considerando o início do Plano Safra 2022/23, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de investir em modernização dos galpões de postura, construção de silos graneleiros e fábrica de ração e aquisição de sistemas de geração de energia alternativa, promovendo a sustentabilidade dos negócios. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50704757</guid><pubDate>Mon, 25 Jul 2022 13:19:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50704757/20220725_bbcast_agro_ovos.mp3" length="3011439" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é dia 25 de julho de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. &#13;
&#13;
Os avicultores continuam com o plantel de matrizes reduzidos, efeito da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é dia 25 de julho de 2022, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha/MG e falaremos sobre o cenário da produção de ovos. <br /><br />Os avicultores continuam com o plantel de matrizes reduzidos, efeito da diminuição do alojamento de pintainhas ocorrido de janeiro a abril de 2022, que teve como objetivo adequar a oferta para melhor remuneração da caixa de ovos.<br /><br />De acordo com a Secretária de Comércio Exterior (SECEX), as exportações brasileiras de ovos (in natura e processados) no primeiro semestre de 2022 somaram US$ 44,326 mi e 13.473 toneladas, valores estes, respectivamente 28,8% e 11,6% superiores aos registrados no 1º semestre de 2021. O incremento na receita é resultado da elevação do preço médio em dólar, que aumentou 15,4% neste período.<br /><br />Em relação aos principais itens que compõem o custo de produção de ovos, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em junho/2022 o preço médio do milho foi 1,95% menor que em maio/22 e 7% menor que o mesmo período de 2021. Já o preço médio do farelo de soja aumentou 1,27% de maio/22 a junho/22, e a cotação é 10,43% superior ao do farelo de soja em junho/21. Desde o início do ano de 2022 verificou-se queda nas cotações de milho e farelo de soja, as quais, até o momento, têm se mantido estáveis após abril de 2022.<br /><br />De janeiro a junho de 2022, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos registrou aumento de 37,8%, sendo comercializada, em junho, por R$ 146,00. No entanto, esse valor é 5,87% inferior ao observado em abril/22, mês com o maior preço médio do ano. <br /><br />Neste cenário de preços dos insumos e preço da caixa de 30 dúzias de ovos, a melhora nas relações de troca milho/dz de ovos e farelo de soja/dz de ovos verificadas nos últimos 4 meses tem aumentado o poder de compra do avicultor e melhorado as margens da atividade.<br /><br />Considerando o início do Plano Safra 2022/23, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de investir em modernização dos galpões de postura, construção de silos graneleiros e fábrica de ração e aquisição de sistemas de geração de energia alternativa, promovendo a sustentabilidade dos negócios. <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,avicultura,aviculturadepostura,bancodobrasil,bb,broto,ovos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b1695769654f89810b9afd53e13a4ce8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>22/07/2022 - Cenário da soja</title><link>https://www.spreaker.com/episode/22-07-2022-cenario-da-soja--50678412</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 22 de julho de 2022, meu nome é Rogério Sampaio, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Luis Eduardo Magalhães (BA) e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, vem apresentando, em julho, patamares de preços abaixo de U$ 15,00/Bushel, sendo cotada em 20/07 a U$ 14,90, queda de 11,36%, na variação dos últimos 30 dias. Para setembro, os contratos estão abaixo da cotação atual, sendo negociados por U$ 13,96/ Bushel.<br /><br />As condições climáticas norte-americanas, apresentaram nos últimos relatórios, chuvas esparsas, em menores volumes e permanência de clima quente e seco. De acordo com o último relatório do USDA, 61% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes. Inicialmente, a previsão de área a ser semeada era de 36,4 milhões de ha, mas na última publicação foi apontada uma área de 35,41 milhões de há, sendo corrigida a produção estimada para 122,61 milhões de toneladas ante as 126 milhões de toneladas iniciais.<br /><br />Outros fatores também têm influenciado o mercado internacional, sendo: o cenário de alta dos juros nas principais economias do mundo; A permanência da guerra entre Rússia e Ucrânia, que tem gerado dificuldades nas exportações de grãos e as incertezas da demanda chinesa em função das restrições provocadas pela Covid. <br /><br />A última divulgação da Conab apontou a safra nacional em 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação à produção da safra 20/21, e produtividade média de 3.029 kg/ha em 40,95 milhões de ha. <br /><br />Para a próxima safra, a estimativa atual é que sejam cultivados 42 milhões de ha, aumento de 2,41% em relação à safra passada, conforme o USDA.   <br /><br />Seguindo as cotações externas, que apresentaram movimento de baixa no início de julho, os preços da oleaginosa no Brasil, seguem em estabilidade nos últimos dias. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 20/07, foi cotado a R$ 191,61/ saca, redução de 1,72% em relação a variação do mês de julho. O prêmio nos portos vem apresentando queda em função da baixa demanda internacional cotado para o mês de julho em 0,75 US$/ Bushel.<br /><br />A comercialização da safra brasileira 21/22 alcançou 75%, abaixo do índice de 81% neste mesmo período na safra 20/21 e abaixo dos 80% da média das safras anteriores. Estima-se que 20% da produção prevista 22/23 já foi comercializada. <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50678412</guid><pubDate>Fri, 22 Jul 2022 13:33:46 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50678412/20220722_bbcast_agro_soja.mp3" length="3479136" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 22 de julho de 2022, meu nome é Rogério Sampaio, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Luis Eduardo Magalhães (BA) e falaremos hoje sobre o cenário da soja. &#13;
&#13;
As cotações internacionais da soja, tendo como...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 22 de julho de 2022, meu nome é Rogério Sampaio, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Luis Eduardo Magalhães (BA) e falaremos hoje sobre o cenário da soja. <br /><br />As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago - CBOT, vem apresentando, em julho, patamares de preços abaixo de U$ 15,00/Bushel, sendo cotada em 20/07 a U$ 14,90, queda de 11,36%, na variação dos últimos 30 dias. Para setembro, os contratos estão abaixo da cotação atual, sendo negociados por U$ 13,96/ Bushel.<br /><br />As condições climáticas norte-americanas, apresentaram nos últimos relatórios, chuvas esparsas, em menores volumes e permanência de clima quente e seco. De acordo com o último relatório do USDA, 61% da área cultivada encontra-se em condições boas e excelentes. Inicialmente, a previsão de área a ser semeada era de 36,4 milhões de ha, mas na última publicação foi apontada uma área de 35,41 milhões de há, sendo corrigida a produção estimada para 122,61 milhões de toneladas ante as 126 milhões de toneladas iniciais.<br /><br />Outros fatores também têm influenciado o mercado internacional, sendo: o cenário de alta dos juros nas principais economias do mundo; A permanência da guerra entre Rússia e Ucrânia, que tem gerado dificuldades nas exportações de grãos e as incertezas da demanda chinesa em função das restrições provocadas pela Covid. <br /><br />A última divulgação da Conab apontou a safra nacional em 124,04 milhões de toneladas, redução de 10,2% em relação à produção da safra 20/21, e produtividade média de 3.029 kg/ha em 40,95 milhões de ha. <br /><br />Para a próxima safra, a estimativa atual é que sejam cultivados 42 milhões de ha, aumento de 2,41% em relação à safra passada, conforme o USDA.   <br /><br />Seguindo as cotações externas, que apresentaram movimento de baixa no início de julho, os preços da oleaginosa no Brasil, seguem em estabilidade nos últimos dias. O indicador Esalq/BMF/BOVESPA, em 20/07, foi cotado a R$ 191,61/ saca, redução de 1,72% em relação a variação do mês de julho. O prêmio nos portos vem apresentando queda em função da baixa demanda internacional cotado para o mês de julho em 0,75 US$/ Bushel.<br /><br />A comercialização da safra brasileira 21/22 alcançou 75%, abaixo do índice de 81% neste mesmo período na safra 20/21 e abaixo dos 80% da média das safras anteriores. Estima-se que 20% da produção prevista 22/23 já foi comercializada. <br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF).  As Opções Agro podem ser simuladas e contratadas de forma simples e rápida diretamente no aplicativo do BB. Consulte seu Gerente de relacionamento para maiores informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>218</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,sojicultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c846da93a32f9e99ac4885b42af965a5.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>21/07/2022 - Cenário do boi gordo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/21-07-2022-cenario-do-boi-gordo--50667366</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 20 de julho de 2022, meu nome é Vinícius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados – MS, e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />O mercado físico do boi gordo segue com os preços da arroba em estabilidade, com algumas praças compradoras testando preços um pouco abaixo da referência, conforme se apresentam as escalas de abates nas regiões. Desta forma, a oferta de animais pelos pecuaristas tende a direcionar o mercado no curto prazo. <br /><br />A cotação da arroba do Boi, conforme Indicador Boi Gordo CEPEA Esalq/B3 no dia 18/07/22 foi de R$ 327,05/arroba. O mercado futuro também mantém cenário de estabilidade, apresentando cotações no valor de R$330,60 nos contratos com vencimento para out/2022. <br /><br />Nesta segunda-feira (18), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) reportou que o embarque de carne bovina fresca, refrigerada e congelada alcançou 89,1 mil toneladas nos 11 primeiros dias úteis de julho. No ano passado, o volume total exportado em julho foi de 165 mil toneladas.  A média diária exportada ficou em 8,1 mil toneladas, com alta de 7,7% ante o observado no mês de julho do ano passado.<br /><br />A demanda chinesa segue contribuindo para os maiores embarques de carne bovina e as indústrias estão fechando novos contratos por conta do dólar em bons patamares. Os preços médios na parcial de julho ficaram próximos a 6.660 dólares por tonelada, alta de 22,4% frente aos dados divulgados em julho de 2021. <br /><br />O mercado interno se mantém estável, com negócios em marcha lenta, podendo operar preços com pequenas quedas no atacado, provocado, em parte, pela provável reposição mais lenta entre atacado e varejo, característica da segunda quinzena do mês, panorama que deve reverter no início do próximo mês, com recebimento dos salários. <br /><br />O aumento dos valores envolvidos do Auxílio Brasil poderá estimular o consumo de produtos básicos, que se confirmado, tende a ser um fator importante para estabilidade dos preços no atacado.<br /><br />Com a manutenção do bom volume e preços das exportações e o mercado interno em estabilidade, tem se fortalecido a prática do diferencial de preço pago pelas indústrias frigoríficas para animais de qualidade (com até 4 dentes), que se destinam a exportação. Abre-se então uma oportunidade para que o pecuarista passe a ofertar animais de qualidade para atender este nicho de mercado e auferir maiores margens à atividade.  <br /><br />Para este e outros desafios, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de investimento e custeio que podem auxiliar os produtores na implantação das tecnologias e manejos necessários para alcançar a produção de animais qualificados para exportação, assim como oferece proteção de preços por meio dos contratos de opções e a termo, a fim de auxiliar na comercialização dos animais prontos para abate com maior segurança.<br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50667366</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2022 13:12:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50667366/20220721_bbcast_agro_boi_gordo.mp3" length="3383841" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 20 de julho de 2022, meu nome é Vinícius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados – MS, e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.&#13;
&#13;
O mercado físico do boi gordo segue com os preços da arroba em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 20 de julho de 2022, meu nome é Vinícius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados – MS, e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.<br /><br />O mercado físico do boi gordo segue com os preços da arroba em estabilidade, com algumas praças compradoras testando preços um pouco abaixo da referência, conforme se apresentam as escalas de abates nas regiões. Desta forma, a oferta de animais pelos pecuaristas tende a direcionar o mercado no curto prazo. <br /><br />A cotação da arroba do Boi, conforme Indicador Boi Gordo CEPEA Esalq/B3 no dia 18/07/22 foi de R$ 327,05/arroba. O mercado futuro também mantém cenário de estabilidade, apresentando cotações no valor de R$330,60 nos contratos com vencimento para out/2022. <br /><br />Nesta segunda-feira (18), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) reportou que o embarque de carne bovina fresca, refrigerada e congelada alcançou 89,1 mil toneladas nos 11 primeiros dias úteis de julho. No ano passado, o volume total exportado em julho foi de 165 mil toneladas.  A média diária exportada ficou em 8,1 mil toneladas, com alta de 7,7% ante o observado no mês de julho do ano passado.<br /><br />A demanda chinesa segue contribuindo para os maiores embarques de carne bovina e as indústrias estão fechando novos contratos por conta do dólar em bons patamares. Os preços médios na parcial de julho ficaram próximos a 6.660 dólares por tonelada, alta de 22,4% frente aos dados divulgados em julho de 2021. <br /><br />O mercado interno se mantém estável, com negócios em marcha lenta, podendo operar preços com pequenas quedas no atacado, provocado, em parte, pela provável reposição mais lenta entre atacado e varejo, característica da segunda quinzena do mês, panorama que deve reverter no início do próximo mês, com recebimento dos salários. <br /><br />O aumento dos valores envolvidos do Auxílio Brasil poderá estimular o consumo de produtos básicos, que se confirmado, tende a ser um fator importante para estabilidade dos preços no atacado.<br /><br />Com a manutenção do bom volume e preços das exportações e o mercado interno em estabilidade, tem se fortalecido a prática do diferencial de preço pago pelas indústrias frigoríficas para animais de qualidade (com até 4 dentes), que se destinam a exportação. Abre-se então uma oportunidade para que o pecuarista passe a ofertar animais de qualidade para atender este nicho de mercado e auferir maiores margens à atividade.  <br /><br />Para este e outros desafios, o Banco do Brasil disponibiliza recursos de investimento e custeio que podem auxiliar os produtores na implantação das tecnologias e manejos necessários para alcançar a produção de animais qualificados para exportação, assim como oferece proteção de preços por meio dos contratos de opções e a termo, a fim de auxiliar na comercialização dos animais prontos para abate com maior segurança.<br /><br />Contem sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>212</itunes:duration><itunes:keywords>agro,agronegocio,agropecuaria,bb,boigordo,bovinocultura,broto,gado,gadodecorte,pecuaria,pecuariadecorte</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1e3bbfc7cbf1bd74036b603a1465ee3f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>20/07/2022 - Cenário do trigo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/20-07-2022-cenario-do-trigo--50656553</link><description><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira 20 de julho de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC), e vamos falar sobre o cenário do trigo.<br /><br />O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se na fase final. No estado do Paraná, o plantio está encerrado, com área semeada totalizando 1,136 milhão hectares, sendo que 80% dessa área está em desenvolvimento vegetativo e 95% das lavouras em boas condições.<br /><br />O Rio Grande do Sul possui expectativa de plantio de 1,413 milhão de hectares, de acordo com a Emater, com 88% da área já plantada. Esse percentual é inferior ao da safra passada, devido ao excesso de chuva ocorrida neste período, que atrasou a implantação das lavouras, porém estas ainda estão dentro do zoneamento agrícola para a cultura no estado, que encerra no final do mês de julho. Atualmente as lavouras encontram-se 100% em fase de desenvolvimento vegetativo. <br /><br />Em Santa Catarina segundo dados da EPAGRI, há expectativa de aumento de 21% na área plantada em relação à safra 21/21, podendo atingir 124,7 mil hectares, sendo as regiões de Chapecó, Canoinhas e Curitibanos, responsáveis por 58% da produção catarinense.<br /><br />Nos demais estados produtores, mesmo com a ocorrência de seca ao longo do desenvolvimento da cultura, há expectativa de aumento de produção em função do aumento da área plantada e aumento de produtividade nos mesmos. Sendo Goiás, o estado mais adiantado, estando em início de colheita em suas áreas de sequeiro.   <br /><br />Na Argentina, principal mercado de importação do Brasil, de acordo com dados da Bolsa de Cereales de Buenos Aires, dos 6,2 milhões de hectares previstos, 90,7% já está plantada, 23% estão em condições regular ou ruim, devido a seca que atinge a região noroeste do país.<br /><br />O valor do produto no mercado internacional foi influenciado para baixo, nos principais mercados mundiais, principalmente por dois fatores: colheita no hemisfério norte e possibilidade de escoamento da safra ucraniana, ambos aumentariam a oferta do produto no mercado internacional. <br /><br />No Brasil, o indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou no dia 30 de junho, novo recorde nominal da série histórica iniciada em 2004, com a tonelada do cereal cotada a R$ 2.211,39. Porém com ajustes para baixo de preços no mercado internacional, a tendência que os preços internos do produto também recuem. Atualmente, o produto continua sendo comercializado no Brasil em média acima de R$ 2.180,00 a tonelada, preço esse sustentado principalmente pela cotação da moeda americana, que se valorizou frente ao real nas últimas semanas.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola e de comercialização para este e outros grãos de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para outras informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50656553</guid><pubDate>Wed, 20 Jul 2022 12:29:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50656553/20220720_bbcast_agro_trigo.mp3" length="3332850" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é quarta-feira 20 de julho de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC), e vamos falar sobre o cenário do trigo.&#13;
&#13;
O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se na fase final. No estado do Paraná, o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é quarta-feira 20 de julho de 2022, meu nome é Sérgio Luiz Sousa, assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC), e vamos falar sobre o cenário do trigo.<br /><br />O plantio da safra brasileira 22/22 encontra-se na fase final. No estado do Paraná, o plantio está encerrado, com área semeada totalizando 1,136 milhão hectares, sendo que 80% dessa área está em desenvolvimento vegetativo e 95% das lavouras em boas condições.<br /><br />O Rio Grande do Sul possui expectativa de plantio de 1,413 milhão de hectares, de acordo com a Emater, com 88% da área já plantada. Esse percentual é inferior ao da safra passada, devido ao excesso de chuva ocorrida neste período, que atrasou a implantação das lavouras, porém estas ainda estão dentro do zoneamento agrícola para a cultura no estado, que encerra no final do mês de julho. Atualmente as lavouras encontram-se 100% em fase de desenvolvimento vegetativo. <br /><br />Em Santa Catarina segundo dados da EPAGRI, há expectativa de aumento de 21% na área plantada em relação à safra 21/21, podendo atingir 124,7 mil hectares, sendo as regiões de Chapecó, Canoinhas e Curitibanos, responsáveis por 58% da produção catarinense.<br /><br />Nos demais estados produtores, mesmo com a ocorrência de seca ao longo do desenvolvimento da cultura, há expectativa de aumento de produção em função do aumento da área plantada e aumento de produtividade nos mesmos. Sendo Goiás, o estado mais adiantado, estando em início de colheita em suas áreas de sequeiro.   <br /><br />Na Argentina, principal mercado de importação do Brasil, de acordo com dados da Bolsa de Cereales de Buenos Aires, dos 6,2 milhões de hectares previstos, 90,7% já está plantada, 23% estão em condições regular ou ruim, devido a seca que atinge a região noroeste do país.<br /><br />O valor do produto no mercado internacional foi influenciado para baixo, nos principais mercados mundiais, principalmente por dois fatores: colheita no hemisfério norte e possibilidade de escoamento da safra ucraniana, ambos aumentariam a oferta do produto no mercado internacional. <br /><br />No Brasil, o indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou no dia 30 de junho, novo recorde nominal da série histórica iniciada em 2004, com a tonelada do cereal cotada a R$ 2.211,39. Porém com ajustes para baixo de preços no mercado internacional, a tendência que os preços internos do produto também recuem. Atualmente, o produto continua sendo comercializado no Brasil em média acima de R$ 2.180,00 a tonelada, preço esse sustentado principalmente pela cotação da moeda americana, que se valorizou frente ao real nas últimas semanas.<br /><br />E como podemos ajudar nossos clientes nesse momento? O Banco do Brasil disponibiliza a contratação de custeio agrícola e de comercialização para este e outros grãos de inverno. Consulte sua agência BB e parceiros agro, para outras informações.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Boa safra!]]></itunes:summary><itunes:duration>209</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bb,broto,safra,trigo,triticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/443f4ab72fa0ffcd3a9c451ee4e0e9dd.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>19/07/2022 - Cenário do tomate</title><link>https://www.spreaker.com/episode/19-07-2022-cenario-do-tomate--50645543</link><description><![CDATA[Olá, hoje é 19 de julho de 2022, meu nome é Maíra de Souza Régis sou assessora de Agronegócios em Brasília- DF, e falaremos hoje sobre o cenário do tomate. <br />  <br />O tomate é uma cultura de grande importância dentro e fora do país, sendo uma das hortaliças mais consumidas no Brasil e no mundo. A produção pode ser destinada tanto para a indústria de processamento quanto para o consumo in natura.<br /><br />De acordo com o IBGE, o Brasil é o 9º maior produtor mundial da hortaliça e em 2020 produziu 3.75 milhões toneladas de tomate em uma área de quase 52 mil hectares. O rendimento médio nesse ano foi de 72,2 toneladas por hectare. <br /><br />Essas lavouras estão concentradas nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, com aproximadamente 50 mil estabelecimentos, dentre os quais grande parte, são de agricultura familiar.<br /><br />Os estados de Goiás, São Paulo e Minas Gerais, concentram mais da metade da área e produção nacional, pois estão mais próximos das principais indústrias processadoras de tomate.<br /> <br />Em junho, os preços do tomate recuaram em torno de 17% em relação ao mês anterior, verificado em todas as praças produtoras. Essa redução está relacionada à maior oferta do produto, dado o início da colheita da safra de inverno e as boas condições das lavouras, favorecidas pelo clima seco. Estima-se que quase 70% da safra de inverno deverá ser ofertada em julho.<br /><br />No entanto, os preços seguem em recuperação. No estado de Goiás, o maior produtor de tomate do país, a colheita já começou e há expectativa de produtividade de 147 toneladas por hectare do tomate indústria, com contratos sendo negociados a R$ 420,00 por tonelada. <br /><br />No RS, o tomate de mesa teve variação de +11% na semana, sendo cotado na Ceasa-RS, em média, a R$ 4,44/kg, podendo chegar a R$ 7,00/kg.<br /><br />Mesmo com o aumento nos custos de produção comparativamente à safra passada, as receitas e a produtividade maior têm permitido ao tomaticultor auferir margens remuneradoras para a atividade. <br /> <br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de tomate. <br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50645543</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2022 12:34:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50645543/20220719_bbcast_agro_tomate.mp3" length="3225017" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é 19 de julho de 2022, meu nome é Maíra de Souza Régis sou assessora de Agronegócios em Brasília- DF, e falaremos hoje sobre o cenário do tomate. &#13;
  &#13;
O tomate é uma cultura de grande importância dentro e fora do país, sendo uma das...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é 19 de julho de 2022, meu nome é Maíra de Souza Régis sou assessora de Agronegócios em Brasília- DF, e falaremos hoje sobre o cenário do tomate. <br />  <br />O tomate é uma cultura de grande importância dentro e fora do país, sendo uma das hortaliças mais consumidas no Brasil e no mundo. A produção pode ser destinada tanto para a indústria de processamento quanto para o consumo in natura.<br /><br />De acordo com o IBGE, o Brasil é o 9º maior produtor mundial da hortaliça e em 2020 produziu 3.75 milhões toneladas de tomate em uma área de quase 52 mil hectares. O rendimento médio nesse ano foi de 72,2 toneladas por hectare. <br /><br />Essas lavouras estão concentradas nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, com aproximadamente 50 mil estabelecimentos, dentre os quais grande parte, são de agricultura familiar.<br /><br />Os estados de Goiás, São Paulo e Minas Gerais, concentram mais da metade da área e produção nacional, pois estão mais próximos das principais indústrias processadoras de tomate.<br /> <br />Em junho, os preços do tomate recuaram em torno de 17% em relação ao mês anterior, verificado em todas as praças produtoras. Essa redução está relacionada à maior oferta do produto, dado o início da colheita da safra de inverno e as boas condições das lavouras, favorecidas pelo clima seco. Estima-se que quase 70% da safra de inverno deverá ser ofertada em julho.<br /><br />No entanto, os preços seguem em recuperação. No estado de Goiás, o maior produtor de tomate do país, a colheita já começou e há expectativa de produtividade de 147 toneladas por hectare do tomate indústria, com contratos sendo negociados a R$ 420,00 por tonelada. <br /><br />No RS, o tomate de mesa teve variação de +11% na semana, sendo cotado na Ceasa-RS, em média, a R$ 4,44/kg, podendo chegar a R$ 7,00/kg.<br /><br />Mesmo com o aumento nos custos de produção comparativamente à safra passada, as receitas e a produtividade maior têm permitido ao tomaticultor auferir margens remuneradoras para a atividade. <br /> <br />O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de tomate. <br /><br />Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>202</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,safra,tomate,tomaticultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1eb0d23eec443c9ed4bdae13861b9c47.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>18/07/2022 - Cenário da citricultura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/18-07-2022-cenario-da-citricultura--50611068</link><description><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de julho de 2022, meu nome é Carlos Augusto Bortoletto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Maringá e Paranavaí PR, e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.<br /><br />As últimas duas safras de laranja apresentaram elevada taxa de queda de frutos, devido a questões climáticas. A situação deve se repetir na safra atual, onde está sendo estimada queda de 20% dos frutos, em média, devido, principalmente, a intensificação dos problemas fitossanitários, como o aumento da incidência de greening no Cinturão Citrícola, associado a outros problemas como bicho-furão, moscas-das-frutas, pinta preta e leprose. <br /><br />Os aumentos expressivos nos preços dos insumos e defensivos podem estar levando os produtores a restringirem as práticas de manejo da cultura, devido aos altos custos. O resultado tem sido um incremento significativo na incidência de pragas e doenças que afetam plantas e frutos, prejudicando a produtividade, e a qualidade dos frutos, e consequentemente, a comercialização do produto.<br /><br />Doenças como o cancro cítrico, provocam a queda prematura de frutos e desfolha das plantas, não afetam diretamente a qualidade da polpa dos frutos, mas há a depreciação pela presença de lesões na casca, e a comercialização fica prejudicada. Com um manejo adequado, a doença pode ser controlada, sem afetar à produção.<br /><br />Já o greening, além de necessitar de um controle muito mais rigoroso, é causado por um inseto que pode se deslocar de um pomar para o outro de forma descontrolada, o que tornam maiores os prejuízos causados pela doença.<br /> <br />Apesar das margens apertadas, o citricultor deverá continuar investindo nos pomares a fim de manter a produtividade elevada, aproveitando os bons preços de comercialização. Investir na implantação de sistemas de irrigação e de energia fotovoltaica devem ser analisados pelos produtores a fim de mitigar riscos climáticos que vêm afetando sobremaneira a produção nas principais regiões produtoras de citros. O Banco do Brasil, financia estes investimentos, além da implantação de novas lavouras e de máquinas e implementos voltados a produção citrícola.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50611068</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:28:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50611068/20220718_bbcast_agro_citricultura.mp3" length="3729493" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de julho de 2022, meu nome é Carlos Augusto Bortoletto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Maringá e Paranavaí PR, e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.&#13;
&#13;
As últimas duas safras de laranja...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá! Hoje é segunda-feira, 18 de julho de 2022, meu nome é Carlos Augusto Bortoletto, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Maringá e Paranavaí PR, e hoje vamos falar sobre o cenário da citricultura.<br /><br />As últimas duas safras de laranja apresentaram elevada taxa de queda de frutos, devido a questões climáticas. A situação deve se repetir na safra atual, onde está sendo estimada queda de 20% dos frutos, em média, devido, principalmente, a intensificação dos problemas fitossanitários, como o aumento da incidência de greening no Cinturão Citrícola, associado a outros problemas como bicho-furão, moscas-das-frutas, pinta preta e leprose. <br /><br />Os aumentos expressivos nos preços dos insumos e defensivos podem estar levando os produtores a restringirem as práticas de manejo da cultura, devido aos altos custos. O resultado tem sido um incremento significativo na incidência de pragas e doenças que afetam plantas e frutos, prejudicando a produtividade, e a qualidade dos frutos, e consequentemente, a comercialização do produto.<br /><br />Doenças como o cancro cítrico, provocam a queda prematura de frutos e desfolha das plantas, não afetam diretamente a qualidade da polpa dos frutos, mas há a depreciação pela presença de lesões na casca, e a comercialização fica prejudicada. Com um manejo adequado, a doença pode ser controlada, sem afetar à produção.<br /><br />Já o greening, além de necessitar de um controle muito mais rigoroso, é causado por um inseto que pode se deslocar de um pomar para o outro de forma descontrolada, o que tornam maiores os prejuízos causados pela doença.<br /> <br />Apesar das margens apertadas, o citricultor deverá continuar investindo nos pomares a fim de manter a produtividade elevada, aproveitando os bons preços de comercialização. Investir na implantação de sistemas de irrigação e de energia fotovoltaica devem ser analisados pelos produtores a fim de mitigar riscos climáticos que vêm afetando sobremaneira a produção nas principais regiões produtoras de citros. O Banco do Brasil, financia estes investimentos, além da implantação de novas lavouras e de máquinas e implementos voltados a produção citrícola.<br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>234</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,citricultura,laranja</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2cca3cb2f8954a94bb5b1e5da4553a44.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>15/07/2022 - Cenário do milho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/15-07-2022-cenario-do-milho--50582110</link><description><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />As cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, vêm apresentando grandes oscilações nos últimos dias, influenciadas pelo cenário de inflação, alta dos juros e risco de recessão nas principais economias do mundo, permanência do conflito no Leste Europeu e as negociações para retomar as exportações de grãos da Ucrânia, além da recente queda das cotações do petróleo e o clima na safra americana, onde grande parte das lavouras do cinturão do milho atingiram a fase de polinização, que é crítica para determinar a produtividade da planta. Na terça-feira, dia 12, o contrato com vencimento em setembro/22 foi cotado a U$ 5,94 e dezembro/22 a U$ 5,86. <br /><br />No último reporte das condições das lavouras nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura Americano indicou que 64% estão em condições boas a excelentes, em linha com o mesmo período do ano passado. O relatório mensal de oferta e demanda foi divulgado pelo órgão nesta terça-feira, trazendo aumento da área plantada americana em relação ao estimado em junho, e como consequência apontou acréscimo de produção e dos estoques finais, pressionando ainda mais as cotações em Chicago.<br /> <br />No Brasil, a colheita do milho 2ª safra vêm avançando, com estimativa de 40% da área colhida, de acordo com a CONAB. O relatório de julho da companhia não trouxe grandes novidades para a safra de milho brasileira em relação ao relatório de junho, mantendo-se a previsão de safra recorde, em 115,6 milhões de toneladas. As cotações internas seguem pressionadas pelo mercado internacional e todo o contexto macroeconômico mundial, além da entrada do milho 2ª safra, com a evolução da colheita. A referência CEPEA/B3 encerrou o dia 12 de julho cotado a R$ 83,12 a saca.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/50582110</guid><pubDate>Fri, 15 Jul 2022 12:39:33 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/50582110/20220715_bbcast_agro_milho.mp3" length="2856795" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Broto</itunes:author><itunes:subtitle>Olá, hoje é sexta-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. &#13;
 &#13;
As cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, vêm...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Olá, hoje é sexta-feira, 15 de julho de 2022, meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso – Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do milho. <br /> <br />As cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, vêm apresentando grandes oscilações nos últimos dias, influenciadas pelo cenário de inflação, alta dos juros e risco de recessão nas principais economias do mundo, permanência do conflito no Leste Europeu e as negociações para retomar as exportações de grãos da Ucrânia, além da recente queda das cotações do petróleo e o clima na safra americana, onde grande parte das lavouras do cinturão do milho atingiram a fase de polinização, que é crítica para determinar a produtividade da planta. Na terça-feira, dia 12, o contrato com vencimento em setembro/22 foi cotado a U$ 5,94 e dezembro/22 a U$ 5,86. <br /><br />No último reporte das condições das lavouras nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura Americano indicou que 64% estão em condições boas a excelentes, em linha com o mesmo período do ano passado. O relatório mensal de oferta e demanda foi divulgado pelo órgão nesta terça-feira, trazendo aumento da área plantada americana em relação ao estimado em junho, e como consequência apontou acréscimo de produção e dos estoques finais, pressionando ainda mais as cotações em Chicago.<br /> <br />No Brasil, a colheita do milho 2ª safra vêm avançando, com estimativa de 40% da área colhida, de acordo com a CONAB. O relatório de julho da companhia não trouxe grandes novidades para a safra de milho brasileira em relação ao relatório de junho, mantendo-se a previsão de safra recorde, em 115,6 milhões de toneladas. As cotações internas seguem pressionadas pelo mercado internacional e todo o contexto macroeconômico mundial, além da entrada do milho 2ª safra, com a evolução da colheita. A referência CEPEA/B3 encerrou o dia 12 de julho cotado a R$ 83,12 a saca.<br /><br />Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar à exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB em Menu, selecionando Opção Agro.  <br /><br />Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!]]></itunes:summary><itunes:duration>179</itunes:duration><itunes:keywords>agricultura,agro,agronegocio,bancodobrasil,bb,broto,milho,milhocultura</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8668f2f9345c3d75214804fc65d35c0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
