<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>Cientista Que Virou Mãe</title><link>http://www.cientistaqueviroumae.com.br</link><description><![CDATA[Neste podcast, você ouve reflexões sobre os temas que há mais de 10 anos a cientista Ligia Moreiras vem trazendo pelo site Cientista Que Virou Mãe: a vida das mulheres e das crianças, infância, maternidade, feminismo e educação sem violência. Com Ciência, afeto e sempre em defesa da vida das pessoas. <a href="http://www.cientistaqueviroumae.com.br" rel="noopener">www.cientistaqueviroumae.com.br</a>]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/4937221/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Society &amp; Culture</category><copyright>Copyright Ligia Moreiras</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3158e3d88fa99a98c0f29adb874c59b1.jpg</url><title>Cientista Que Virou Mãe</title><link>http://www.cientistaqueviroumae.com.br</link></image><lastBuildDate>Fri, 11 Nov 2022 12:25:02 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Ligia Moreiras</itunes:name><itunes:email>feeds@spreaker.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3158e3d88fa99a98c0f29adb874c59b1.jpg"/><itunes:subtitle>Neste podcast, você ouve reflexões sobre os temas que há mais de 10 anos a cientista Ligia Moreiras vem trazendo pelo site Cientista Que Virou Mãe: a vida das mulheres e das crianças, infância, maternidade, feminismo e educação sem violência. Com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Neste podcast, você ouve reflexões sobre os temas que há mais de 10 anos a cientista Ligia Moreiras vem trazendo pelo site Cientista Que Virou Mãe: a vida das mulheres e das crianças, infância, maternidade, feminismo e educação sem violência. Com Ciência, afeto e sempre em defesa da vida das pessoas. <a href="http://www.cientistaqueviroumae.com.br" rel="noopener">www.cientistaqueviroumae.com.br</a>]]></itunes:summary><itunes:category text="Society &amp; Culture"/><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>EP#14 Vulvas, vaginas e a padronização do corpo da mulher</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-14-vulvas-vaginas-e-a-padronizacao-do-corpo-da-mulher--46910147</link><description><![CDATA[A padronização do corpo da mulher chegou – e já faz tempo – às nossas vulvas e vaginas. Sim, ao que tudo indica nossas vaginas não andam muito à altura dos maravilhosos falos e seus donos – os mesmos seres para os quais o Ministério da Saúde precisa veicular campanha para que lavem seus pintos a fim de evitar doenças. Nesse episódio, falo sobre ninfoplastia, o que significa esse nome, sobre a venda de técnicas invasivas que mutilam o corpo das mulheres, sobre autonomia, sobre a falsa simetria entre os procedimentos no corpo do homem e no corpo da mulher, sobre vulvas, vaginas, prazer, meninas, jovens, mulheres, sexualidade, mitologia grega, cupcakes, série, aulas de fisiologia e termino com uma pergunta aos homens. Ah, sim, o clitóris também está escondido no episódio.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46910147</guid><pubDate>Sun, 10 Oct 2021 16:41:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/46910147/ep14_pontoh_v2.mp3" length="18238555" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>A padronização do corpo da mulher chegou – e já faz tempo – às nossas vulvas e vaginas. Sim, ao que tudo indica nossas vaginas não andam muito à altura dos maravilhosos falos e seus donos – os mesmos seres para os quais o Ministério da Saúde precisa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A padronização do corpo da mulher chegou – e já faz tempo – às nossas vulvas e vaginas. Sim, ao que tudo indica nossas vaginas não andam muito à altura dos maravilhosos falos e seus donos – os mesmos seres para os quais o Ministério da Saúde precisa veicular campanha para que lavem seus pintos a fim de evitar doenças. Nesse episódio, falo sobre ninfoplastia, o que significa esse nome, sobre a venda de técnicas invasivas que mutilam o corpo das mulheres, sobre autonomia, sobre a falsa simetria entre os procedimentos no corpo do homem e no corpo da mulher, sobre vulvas, vaginas, prazer, meninas, jovens, mulheres, sexualidade, mitologia grega, cupcakes, série, aulas de fisiologia e termino com uma pergunta aos homens. Ah, sim, o clitóris também está escondido no episódio.]]></itunes:summary><itunes:duration>1140</itunes:duration><itunes:keywords>cientistaqueviroumãe,corpodamulher,empoderamentofeminino,mulheres,podcast,sexualidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7ed449de623b88b0626892670a6ac8a6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#13 Síndrome da impostora</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-13-sindrome-da-impostora--46790743</link><description><![CDATA[Mulheres incríveis que se considerem pouco eficientes, incapazes, desconfiam de suas próprias habilidades e, por mais que sigam fazendo suas atividades bem feitas e se desenvolvam pessoal e profissionalmente, se consideram fraudes. E o pior? Vivem rodeadas de IDIOTAS CONFIANTES, um nome forte para algo bastante prejudicial: a Síndrome de Dunning-Kruger. Como se forma essa crença? Quais fatores contribuem? Por que esse sentimento tem, sim, um viés de gênero? Quais são as consequências para nossas vidas? Como lidar e enfrentar esse sentimento?<br />O tema do episódio de hoje é: SÍNDROME DA IMPOSTORA - POR QUE AS MULHERES SE SENTEM FRAUDES? | Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras / Edição e produção: Aline Maciel / Músicas: youtube audio library]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46790743</guid><pubDate>Sat, 02 Oct 2021 16:16:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/46790743/ep13_sindrome_da_impostora.mp3" length="19166425" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Mulheres incríveis que se considerem pouco eficientes, incapazes, desconfiam de suas próprias habilidades e, por mais que sigam fazendo suas atividades bem feitas e se desenvolvam pessoal e profissionalmente, se consideram fraudes. E o pior? Vivem...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Mulheres incríveis que se considerem pouco eficientes, incapazes, desconfiam de suas próprias habilidades e, por mais que sigam fazendo suas atividades bem feitas e se desenvolvam pessoal e profissionalmente, se consideram fraudes. E o pior? Vivem rodeadas de IDIOTAS CONFIANTES, um nome forte para algo bastante prejudicial: a Síndrome de Dunning-Kruger. Como se forma essa crença? Quais fatores contribuem? Por que esse sentimento tem, sim, um viés de gênero? Quais são as consequências para nossas vidas? Como lidar e enfrentar esse sentimento?<br />O tema do episódio de hoje é: SÍNDROME DA IMPOSTORA - POR QUE AS MULHERES SE SENTEM FRAUDES? | Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras / Edição e produção: Aline Maciel / Músicas: youtube audio library]]></itunes:summary><itunes:duration>1198</itunes:duration><itunes:keywords>cientistaqueviroumãe,educação,empoderamentofeminino,feminismo,mães,maternidade,mulheres,podcast,síndromedaimpostora,síndromedoimpostor,sociedade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e08b432ac9365c9b5b7a49aac2041906.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#12 Ô, idadezinha dificil!</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-12-o-idadezinha-dificil--46466999</link><description><![CDATA[“Ô idadezinha difícil!”, “Ô, esse terrible two”. Hoje eu venho conversar com vocês sobre esse tal de TERRIBLE TWO que sempre mencionam quando dizemos que temos uma criança de 2 anos. E de 4 anos. E de 10 anos. E não para. A pergunta que eu tenho pra fazer é: como está essa mãe? Ela tá cansada? Tem apoio? Que ajuda recebe? O que faz a família? Quem pega junto esse touro pelo chifre? Bora conversar sobre isso, minha gente. // Apresentação e texto: Ligia Moreiras / Edição e produção: Aline Maciel / Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a> e YouTube Music Library]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46466999</guid><pubDate>Fri, 10 Sep 2021 22:03:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/46466999/ep12_idadezinhadificil.mp3" length="15781791" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>“Ô idadezinha difícil!”, “Ô, esse terrible two”. Hoje eu venho conversar com vocês sobre esse tal de TERRIBLE TWO que sempre mencionam quando dizemos que temos uma criança de 2 anos. E de 4 anos. E de 10 anos. E não para. A pergunta que eu tenho pra...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[“Ô idadezinha difícil!”, “Ô, esse terrible two”. Hoje eu venho conversar com vocês sobre esse tal de TERRIBLE TWO que sempre mencionam quando dizemos que temos uma criança de 2 anos. E de 4 anos. E de 10 anos. E não para. A pergunta que eu tenho pra fazer é: como está essa mãe? Ela tá cansada? Tem apoio? Que ajuda recebe? O que faz a família? Quem pega junto esse touro pelo chifre? Bora conversar sobre isso, minha gente. // Apresentação e texto: Ligia Moreiras / Edição e produção: Aline Maciel / Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a> e YouTube Music Library]]></itunes:summary><itunes:duration>987</itunes:duration><itunes:keywords>cientistaqueviroumãe,crianças,educação,educaçãoinfantil,filhos,infância,mães,maternidade,maternidadereal,pais,parentalidade,paternidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4c6f8604d65b5ce8584a8c9b8602cd6e.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#11 PÃE não existe</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-11-pae-nao-existe--45992490</link><description><![CDATA[Todo ano é isso. Vai chegando o dia dos pais e o pessoal vai tirando do fundo do baú aquelas coisas que precisam acabar. Dar parabéns a “mulheres que são mães e pais”?! Isso precisa acabar. Achar que existe a figura da PÃE?! Isso precisa acabar! Exceto se você estiver de nariz entupido, PÃE não existe. Se você cuida sozinha de uma criança, você é MÃE. Se você está sobrecarregada por esse cuidado porque quem deveria cuidar junto não faz a sua parte ou faz bem meia boca, você é MÃE. Uma mãe cansada e que está vivendo uma forma importante de desigualdade e injustiça. Vem ouvir até o fim! // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: youtube library]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45992490</guid><pubDate>Fri, 06 Aug 2021 13:40:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45992490/ep11_paenaoexiste2.mp3" length="13380589" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Todo ano é isso. Vai chegando o dia dos pais e o pessoal vai tirando do fundo do baú aquelas coisas que precisam acabar. Dar parabéns a “mulheres que são mães e pais”?! Isso precisa acabar. Achar que existe a figura da PÃE?! Isso precisa acabar!...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Todo ano é isso. Vai chegando o dia dos pais e o pessoal vai tirando do fundo do baú aquelas coisas que precisam acabar. Dar parabéns a “mulheres que são mães e pais”?! Isso precisa acabar. Achar que existe a figura da PÃE?! Isso precisa acabar! Exceto se você estiver de nariz entupido, PÃE não existe. Se você cuida sozinha de uma criança, você é MÃE. Se você está sobrecarregada por esse cuidado porque quem deveria cuidar junto não faz a sua parte ou faz bem meia boca, você é MÃE. Uma mãe cansada e que está vivendo uma forma importante de desigualdade e injustiça. Vem ouvir até o fim! // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: youtube library]]></itunes:summary><itunes:duration>837</itunes:duration><itunes:keywords>cientistaqueviroumãe,diadospais,mães,maesobrecarregada,maesolo,maternidade,maternidadereal,paenaoexiste,pai</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ed6111ceaf17b2e9dfc4a5f4ca9bdde1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#10 Gozar é Resistencia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-10-gozar-e-resistencia--45916398</link><description><![CDATA[Dia 31 de julho se convencionou chamar de Dia Mundial do Orgasmo. E, como vivemos neste mundo capitalista em que só não se vende a mãe porque ela está cansada demais, é lógico que é uma data que foi feita para vender. Mas nós, mulheres, estamos ocupando essa data e nos apropriando dela para que possamos usá-la como mais um dia para falar às mulheres sobre algo extremamente revolucionário: o ORGASMO. Neste episódio converso com vocês com muita honestidade e bom humor sobre gozar, sentir tesão, resistir e não permitir que tirem de nós o direito ao gozo. E, também, sobre como educar as crianças e a nós mesmas para que tenhamos vidas plenas, também sexualmente. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>  / Elza Soares e Chico Buarque, Façamos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45916398</guid><pubDate>Sat, 31 Jul 2021 14:42:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45916398/ep10_gozar_e_resistencia.mp3" length="13663965" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Dia 31 de julho se convencionou chamar de Dia Mundial do Orgasmo. E, como vivemos neste mundo capitalista em que só não se vende a mãe porque ela está cansada demais, é lógico que é uma data que foi feita para vender. Mas nós, mulheres, estamos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dia 31 de julho se convencionou chamar de Dia Mundial do Orgasmo. E, como vivemos neste mundo capitalista em que só não se vende a mãe porque ela está cansada demais, é lógico que é uma data que foi feita para vender. Mas nós, mulheres, estamos ocupando essa data e nos apropriando dela para que possamos usá-la como mais um dia para falar às mulheres sobre algo extremamente revolucionário: o ORGASMO. Neste episódio converso com vocês com muita honestidade e bom humor sobre gozar, sentir tesão, resistir e não permitir que tirem de nós o direito ao gozo. E, também, sobre como educar as crianças e a nós mesmas para que tenhamos vidas plenas, também sexualmente. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>  / Elza Soares e Chico Buarque, Façamos.]]></itunes:summary><itunes:duration>854</itunes:duration><itunes:keywords>cientistaqueviroumae,educaçãosexual,gozar,mães,mulheres,resistencia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/26070d6caedcc44af5f88a98233d7067.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#9 Como lidar com nossos ciclos menstruais?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-9-como-lidar-com-nossos-ciclos-menstruais--45875950</link><description><![CDATA[Você sabia que se nós, mulheres com útero e que menstruam, pudéssemos reunir todos os dias em que estamos menstruadas passaríamos cerca de 6 anos e meio vivendo a menstruação? Seriam 6 anos e meio sangrando todos os dias. Seis anos e meio de nossas vidas. Assim, pergunto: dá para, simplesmente, abrir mão de 6 anos e meio? Dá para amaldiçoar 6 anos e meio das nossas vidas? Não dá… Isso significa que temos que agradecer e gostar e endeusar esses dias? Também não, afinal de contas cada uma sabe como a menstruação é para si e romantizar e padronizar essa vivência também é uma forma de opressão. Então, como lidar com nossos ciclos menstruais? O que eles podem nos ensinar? Como organizar nossa vida seguindo, também, nossos padrões cíclicos? É o tema deste episódio.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45875950</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2021 16:14:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45875950/ep9_como_lidarcomnossosciclosmenstruais.mp3" length="12554702" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Você sabia que se nós, mulheres com útero e que menstruam, pudéssemos reunir todos os dias em que estamos menstruadas passaríamos cerca de 6 anos e meio vivendo a menstruação? Seriam 6 anos e meio sangrando todos os dias. Seis anos e meio de nossas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Você sabia que se nós, mulheres com útero e que menstruam, pudéssemos reunir todos os dias em que estamos menstruadas passaríamos cerca de 6 anos e meio vivendo a menstruação? Seriam 6 anos e meio sangrando todos os dias. Seis anos e meio de nossas vidas. Assim, pergunto: dá para, simplesmente, abrir mão de 6 anos e meio? Dá para amaldiçoar 6 anos e meio das nossas vidas? Não dá… Isso significa que temos que agradecer e gostar e endeusar esses dias? Também não, afinal de contas cada uma sabe como a menstruação é para si e romantizar e padronizar essa vivência também é uma forma de opressão. Então, como lidar com nossos ciclos menstruais? O que eles podem nos ensinar? Como organizar nossa vida seguindo, também, nossos padrões cíclicos? É o tema deste episódio.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>785</itunes:duration><itunes:keywords>autoconhecimento,autoobservacao,ciclomenstrual,ciclos,cientistaqueviroumae,empoderamentofeminino,feminismo,menstruação,mulheres</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/bd74ef4ca27e83c741149a6538c7569f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#8 "O quê?! Você cobra pelo seu trabalho?" - A desvalorização do trabalho das mulheres</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-8-o-que-voce-cobra-pelo-seu-trabalho-a-desvalorizacao-do-trabalho-das-mulheres--45695142</link><description><![CDATA[As mulheres trabalham em muito maior carga horária, com frequência fazem três turnos – uma vez que o trabalho doméstico e de cuidado com as crianças também é trabalho, embora desvalorizado e não remunerado – e, quando oferecem seus produtos ou seus serviços, dizem: “Puxa, não sei se vale... É muito difícil, para mim, dar um preço ao meu trabalho. Tenho medo das pessoas acharem muito”. Eu as entendo totalmente, já passei por isso também. O que normalmente digo a elas? O que tem por trás dessa dificuldade? Isso é individual ou estrutural? Por que as mulheres têm dificuldade em cobrar por seu trabalho? Quem se beneficia disso? Como enfrentar? É o tema deste episódio. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45695142</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:30:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45695142/ep8_desvalorizacaotrabalhomulheres_short.mp3" length="13919338" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>As mulheres trabalham em muito maior carga horária, com frequência fazem três turnos – uma vez que o trabalho doméstico e de cuidado com as crianças também é trabalho, embora desvalorizado e não remunerado – e, quando oferecem seus produtos ou seus...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[As mulheres trabalham em muito maior carga horária, com frequência fazem três turnos – uma vez que o trabalho doméstico e de cuidado com as crianças também é trabalho, embora desvalorizado e não remunerado – e, quando oferecem seus produtos ou seus serviços, dizem: “Puxa, não sei se vale... É muito difícil, para mim, dar um preço ao meu trabalho. Tenho medo das pessoas acharem muito”. Eu as entendo totalmente, já passei por isso também. O que normalmente digo a elas? O que tem por trás dessa dificuldade? Isso é individual ou estrutural? Por que as mulheres têm dificuldade em cobrar por seu trabalho? Quem se beneficia disso? Como enfrentar? É o tema deste episódio. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>870</itunes:duration><itunes:keywords>apoiemulheres,desvalorização,mulheres,trabalho,trabalhodasmulheres</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a0c5e35628093c43522ecc5caecff63d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#7 Homofóbicos: como explicar às crianças que existe gente como vocês?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-7-homofobicos-como-explicar-as-criancas-que-existe-gente-como-voces--45510791</link><description><![CDATA[Uma conversa sobre homofobia e seus impactos sobre as crianças. Enquanto pessoas cultivam ódio por outras, perguntando “Como vou explicar aos meus filhos ‘isso’ de duas pessoas do mesmo sexo se amarem?!”, tem gente vivendo um dilema muito mais cruel: como explicar que existem pessoas que odeiam outras em função de quem estas últimas são; como explicar que existe gente que ofende, agride e mata outras pessoas apenas porque querem ter o direito de ditar regras. Isso, sim, é difícil de explicar. É difícil explicar a uma criança que vocês, HOMOFÓBICOS, existem. Porque quem educa as crianças para que odeiem também suja de sangue as mãozinhas delas. Aqui nossas mãos estão, como sempre, limpas. E prontas para acolher e amparar quem não recebe acolhimento. Viva a diversidade! E que as crianças sejam criadas para reproduzirem o amor que trazem dentro de si. Não para replicarem o ódio de quem as educa.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45510791</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2021 15:24:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45510791/ep7_homofobicos.mp3" length="12511234" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Uma conversa sobre homofobia e seus impactos sobre as crianças. Enquanto pessoas cultivam ódio por outras, perguntando “Como vou explicar aos meus filhos ‘isso’ de duas pessoas do mesmo sexo se amarem?!”, tem gente vivendo um dilema muito mais cruel:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma conversa sobre homofobia e seus impactos sobre as crianças. Enquanto pessoas cultivam ódio por outras, perguntando “Como vou explicar aos meus filhos ‘isso’ de duas pessoas do mesmo sexo se amarem?!”, tem gente vivendo um dilema muito mais cruel: como explicar que existem pessoas que odeiam outras em função de quem estas últimas são; como explicar que existe gente que ofende, agride e mata outras pessoas apenas porque querem ter o direito de ditar regras. Isso, sim, é difícil de explicar. É difícil explicar a uma criança que vocês, HOMOFÓBICOS, existem. Porque quem educa as crianças para que odeiem também suja de sangue as mãozinhas delas. Aqui nossas mãos estão, como sempre, limpas. E prontas para acolher e amparar quem não recebe acolhimento. Viva a diversidade! E que as crianças sejam criadas para reproduzirem o amor que trazem dentro de si. Não para replicarem o ódio de quem as educa.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>782</itunes:duration><itunes:keywords>28dejunho,cientistaqueviroumae,criandocomamoremtemposdeodio,diversidade,homofobia,igualdade,infancia,lgbtfobia,lgbtpride,maternidade,maternidadesolo,orgulholgbt,pride,relacoes,relacoeshomoafetivas,respeito</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/203922a3949b882df9acb427843f78cb.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#6 Respeitem os adolescentes</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-6-respeitem-os-adolescentes--45419703</link><description><![CDATA[Como são os adolescentes? O que eles pensam? Como se comportam? O que sentem? O que desejam da vida? Essas são algumas das muitas perguntas relacionadas à adolescência, para as quais mães, pais e educadores sempre buscam respostas definitivas. Mas se esquecem de considerar uma coisa muito básica: são perguntas tão absurdas quanto perguntar “como são os adultos?”, “o que pensam os adultos?”, “como os adultos se comportam?”, “o que os adultos sentem?”, “o que os adultos desejam da vida?”. Por que achamos que não dá para generalizar os adultos porque são muito diversos mas, sim, dá pra generalizar com os adolescentes? Interessante isso, né? Neste episódio, faço um convite para refletirmos sobre a adolescência não como uma fase de transição, mas como uma fase de vida em si mesma. Ela é. E tem gente ali. Gente que ama, que sofre, que vive, que tem voz, que tem opinião própria. O que está embutido no rótulo que a adolescência recebe como “DIFÍCIL”? Ser adolescente não é nada fácil num mundo que os oprime desde que nasceram. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45419703</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2021 01:16:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45419703/ep6_respeitemosadolescentes.mp3" length="15115537" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Como são os adolescentes? O que eles pensam? Como se comportam? O que sentem? O que desejam da vida? Essas são algumas das muitas perguntas relacionadas à adolescência, para as quais mães, pais e educadores sempre buscam respostas definitivas. Mas se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Como são os adolescentes? O que eles pensam? Como se comportam? O que sentem? O que desejam da vida? Essas são algumas das muitas perguntas relacionadas à adolescência, para as quais mães, pais e educadores sempre buscam respostas definitivas. Mas se esquecem de considerar uma coisa muito básica: são perguntas tão absurdas quanto perguntar “como são os adultos?”, “o que pensam os adultos?”, “como os adultos se comportam?”, “o que os adultos sentem?”, “o que os adultos desejam da vida?”. Por que achamos que não dá para generalizar os adultos porque são muito diversos mas, sim, dá pra generalizar com os adolescentes? Interessante isso, né? Neste episódio, faço um convite para refletirmos sobre a adolescência não como uma fase de transição, mas como uma fase de vida em si mesma. Ela é. E tem gente ali. Gente que ama, que sofre, que vive, que tem voz, que tem opinião própria. O que está embutido no rótulo que a adolescência recebe como “DIFÍCIL”? Ser adolescente não é nada fácil num mundo que os oprime desde que nasceram. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>945</itunes:duration><itunes:keywords>aborrecentes,adolescencia,adolescentes,cientistaqueviroumae,educacaosemviolencia,feminismo,maternidade,respeitemosadolescentes</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b222e27656f2513625829f796e69649f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#5 O pai ausente</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-5-o-pai-ausente--45318631</link><description><![CDATA[Há diferentes formas de ser um pai ausente: um pai que sumiu, fugiu e se escafedeu quando soube da gravidez; o pai que fez até ensaio fotográfico durante a gestação mas hoje, com a criança aí na vida, não sabe nem do que se alimenta a prole; o pai que era um super paizão mas que depois da separação se confundiu e achou que era separação dos filhos, e não da mãe, e nunca mais foi o mesmo, e cuja presença precisa ser suplicada pelas crianças – ou exigida legalmente; o pai que mora junto mas não se envolve com nada e uma samambaia talvez tenha mais participação porque, afinal, ela faz fotossíntese e oferece oxigênio. O abandono paterno pode ser emocional, financeiro e social. E se as crianças estão crescendo emocionalmente saudáveis e resilientes apesar do abandono paterno, não é apenas porque são seres adaptáveis que vão se ajustando às adversidades que a vida lhes apresenta. É, especialmente, porque puderam contar com alguém que ficou, que está ali, que não os vê como possibilidade, mas como única alternativa: a mãe. Que enfrenta inúmeras dificuldades adicionais para bem criar essas crianças.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: studio.youtube.com]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45318631</guid><pubDate>Wed, 16 Jun 2021 02:27:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45318631/ep5_paiausente_cqvm.mp3" length="20797275" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>Há diferentes formas de ser um pai ausente: um pai que sumiu, fugiu e se escafedeu quando soube da gravidez; o pai que fez até ensaio fotográfico durante a gestação mas hoje, com a criança aí na vida, não sabe nem do que se alimenta a prole; o pai que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Há diferentes formas de ser um pai ausente: um pai que sumiu, fugiu e se escafedeu quando soube da gravidez; o pai que fez até ensaio fotográfico durante a gestação mas hoje, com a criança aí na vida, não sabe nem do que se alimenta a prole; o pai que era um super paizão mas que depois da separação se confundiu e achou que era separação dos filhos, e não da mãe, e nunca mais foi o mesmo, e cuja presença precisa ser suplicada pelas crianças – ou exigida legalmente; o pai que mora junto mas não se envolve com nada e uma samambaia talvez tenha mais participação porque, afinal, ela faz fotossíntese e oferece oxigênio. O abandono paterno pode ser emocional, financeiro e social. E se as crianças estão crescendo emocionalmente saudáveis e resilientes apesar do abandono paterno, não é apenas porque são seres adaptáveis que vão se ajustando às adversidades que a vida lhes apresenta. É, especialmente, porque puderam contar com alguém que ficou, que está ali, que não os vê como possibilidade, mas como única alternativa: a mãe. Que enfrenta inúmeras dificuldades adicionais para bem criar essas crianças.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: studio.youtube.com]]></itunes:summary><itunes:duration>1300</itunes:duration><itunes:keywords>abandonoparental,cientistaqueviroumae,maternidade,paiausente,paternidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/783db75465c430449cd485521dcb9b18.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#4 Amor romântico: amor que machuca e faz doer</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-4-amor-romantico-amor-que-machuca-e-faz-doer--45237143</link><description><![CDATA[O destino de uma mulher não é buscar um relacionamento ideal. Só que chegar a essa conclusão pode ser muito difícil, muito doloroso, e geralmente inclui uma trajetória de muitos quilômetros de sofrimento, sentimentos de inadequação, momentos em que se passa por cima dos próprios valores, auto-anulação, permissões para sermos secundarizadas e tantos outros desrespeitos que aprendemos a fazer com a gente mesmo ao longo da vida toda. Porque o amor romântico coloca a mulher sempre na expectativa, sempre como coadjuvante, sempre como incompleta. A ideia de duas metades se procurando é extremamente tóxica. Porque subentende duas pessoas incompletas, inacabadas, que precisam desesperadamente que outra pessoa lhe devolva a si mesmo. É preciso ser muito inteira para poder viver um bom relacionamento também de maneira integral.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45237143</guid><pubDate>Wed, 09 Jun 2021 21:31:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45237143/ep4_amorromantico.mp3" length="16641924" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>O destino de uma mulher não é buscar um relacionamento ideal. Só que chegar a essa conclusão pode ser muito difícil, muito doloroso, e geralmente inclui uma trajetória de muitos quilômetros de sofrimento, sentimentos de inadequação, momentos em que se...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O destino de uma mulher não é buscar um relacionamento ideal. Só que chegar a essa conclusão pode ser muito difícil, muito doloroso, e geralmente inclui uma trajetória de muitos quilômetros de sofrimento, sentimentos de inadequação, momentos em que se passa por cima dos próprios valores, auto-anulação, permissões para sermos secundarizadas e tantos outros desrespeitos que aprendemos a fazer com a gente mesmo ao longo da vida toda. Porque o amor romântico coloca a mulher sempre na expectativa, sempre como coadjuvante, sempre como incompleta. A ideia de duas metades se procurando é extremamente tóxica. Porque subentende duas pessoas incompletas, inacabadas, que precisam desesperadamente que outra pessoa lhe devolva a si mesmo. É preciso ser muito inteira para poder viver um bom relacionamento também de maneira integral.  // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>1041</itunes:duration><itunes:keywords>amor,amorproprio,amorromantico,diadasnamoradas,diadesnamorades,diadosnamorados,feminismo,maternidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/c07047deca6e345aba5b084d725cb81f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#3 Amar o próprio corpo é revolucionário</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-3-amar-o-proprio-corpo-e-revolucionario--45170619</link><description><![CDATA[“Eu era linda quando era mais jovem, agora estou velha e feia". “Você vai mesmo deixar os cabelos brancos? Credo!". “Fulana tá linda, emagreceu um monte!". “Nossa, que horror, não consigo nem me olhar no espelho!”. Se há um ponto de vulnerabilidade para grande parte das mulheres e que se acentua com a chegada da maternidade é a relação com o próprio corpo. Uma busca incessante por padrões, uma insatisfação constante. Nunca tá bom, nunca estamos suficientemente bem, há sempre mil críticas sobre, nos fazendo sofrer e nos mantendo presas a padrões inalcançáveis. E sabe quando aprendemos isso? Cedo. Lá na infância, na adolescência. O tema do episódio de hoje do podcast Cientista Que Virou Mãe é: AMAR O PRÓPRIO CORPO É REVOLUCIONÁRIO. Não será possível ensinar as meninas e os meninos a amar e respeitar seus próprios corpos e os das outras pessoas enquanto nós, adultos, não fizermos isso com a gente. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45170619</guid><pubDate>Fri, 04 Jun 2021 21:13:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45170619/ep3_cqvm_amar_o_proprio_corpo_e_revolucionario.mp3" length="14231972" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>“Eu era linda quando era mais jovem, agora estou velha e feia". “Você vai mesmo deixar os cabelos brancos? Credo!". “Fulana tá linda, emagreceu um monte!". “Nossa, que horror, não consigo nem me olhar no espelho!”. Se há um ponto de vulnerabilidade...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[“Eu era linda quando era mais jovem, agora estou velha e feia". “Você vai mesmo deixar os cabelos brancos? Credo!". “Fulana tá linda, emagreceu um monte!". “Nossa, que horror, não consigo nem me olhar no espelho!”. Se há um ponto de vulnerabilidade para grande parte das mulheres e que se acentua com a chegada da maternidade é a relação com o próprio corpo. Uma busca incessante por padrões, uma insatisfação constante. Nunca tá bom, nunca estamos suficientemente bem, há sempre mil críticas sobre, nos fazendo sofrer e nos mantendo presas a padrões inalcançáveis. E sabe quando aprendemos isso? Cedo. Lá na infância, na adolescência. O tema do episódio de hoje do podcast Cientista Que Virou Mãe é: AMAR O PRÓPRIO CORPO É REVOLUCIONÁRIO. Não será possível ensinar as meninas e os meninos a amar e respeitar seus próprios corpos e os das outras pessoas enquanto nós, adultos, não fizermos isso com a gente. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>890</itunes:duration><itunes:keywords>amaropropriocorpo,ameseucorpo,corposfemininos,feminismo,maternidade,respeiteseucorpo,respeitoainfancia,vidadasmulheres</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7dd11dd86cc09b0d39d1ce7392f506da.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#2 Sexo e maternidade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-2-sexo-e-maternidade--45085675</link><description><![CDATA[SEXO E MÃE. Xiiiu, quiéisso, tá louca? Falando essas duas palavras tão díspares numa mesma frase? Pois é. Naturalizamos a ausência da libido na mulher que é mãe, achando que, assim, estaríamos acolhendo e apoiando as mães. Grande erro. Não é possível naturalizar ausências, porque assim deixamos de olhar para elas e entender porquê ocorrem. Esta conversa é um convite para fuçar mais nesse balaio. Por que nos querem assim, sem libido? Essas somos nós? Não, não somos. Na naturalização da ausência de libido de uma mãe é uma construção que favorece muita gente e muita coisa. O que aprendemos, enquanto crescíamos, sobre SEXO E MÃE? Qual o maior e mais aceito modelo de mãe abnegada? O quanto essa mulher deseja e goza? Uma conversa em busca de nós mesmas, de nos encontrarmos, de rejeitarmos ausências. Um convite para que todas nós, mães, possamos olhar para a maternidade como, também, sexualmente transformadora, como também sexualmente reabilitadora. Não somos mãezinhas nem santíssimas mães. Somos mães humanas, demasiadamente humanas. Gostamos de sexo. Olhem para sim. Se amem. Experimentem. Conheçam. Explorem. Especialmente a si mesmas. Mas e se não gostarem? Oras... Problema deles. Ou delas. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45085675</guid><pubDate>Sat, 29 May 2021 01:42:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/45085675/ep2_cqvm_sexo_e_maternidade.mp3" length="16333173" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>SEXO E MÃE. Xiiiu, quiéisso, tá louca? Falando essas duas palavras tão díspares numa mesma frase? Pois é. Naturalizamos a ausência da libido na mulher que é mãe, achando que, assim, estaríamos acolhendo e apoiando as mães. Grande erro. Não é possível...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[SEXO E MÃE. Xiiiu, quiéisso, tá louca? Falando essas duas palavras tão díspares numa mesma frase? Pois é. Naturalizamos a ausência da libido na mulher que é mãe, achando que, assim, estaríamos acolhendo e apoiando as mães. Grande erro. Não é possível naturalizar ausências, porque assim deixamos de olhar para elas e entender porquê ocorrem. Esta conversa é um convite para fuçar mais nesse balaio. Por que nos querem assim, sem libido? Essas somos nós? Não, não somos. Na naturalização da ausência de libido de uma mãe é uma construção que favorece muita gente e muita coisa. O que aprendemos, enquanto crescíamos, sobre SEXO E MÃE? Qual o maior e mais aceito modelo de mãe abnegada? O quanto essa mulher deseja e goza? Uma conversa em busca de nós mesmas, de nos encontrarmos, de rejeitarmos ausências. Um convite para que todas nós, mães, possamos olhar para a maternidade como, também, sexualmente transformadora, como também sexualmente reabilitadora. Não somos mãezinhas nem santíssimas mães. Somos mães humanas, demasiadamente humanas. Gostamos de sexo. Olhem para sim. Se amem. Experimentem. Conheçam. Explorem. Especialmente a si mesmas. Mas e se não gostarem? Oras... Problema deles. Ou delas. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>1021</itunes:duration><itunes:keywords>empoderamentofeminino,feminismo,maternidade,sexoematernidade,vidadasmulheres</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6332a13340e2061ad0d956bc2106f416.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>EP#1 Guia definitivo para ser uma boa mãe</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ep-1-guia-definitivo-para-ser-uma-boa-mae--44975673</link><description><![CDATA[É possível ser uma boa mãe? Por que tantas mulheres em sofrimento tentando realizar essa tarefa hercúlea? A quem interessa que estejamos sempre em busca e sempre nos sentindo insuficientes? Nesta conversa descontraída – e profunda, e verdadeira, e tapa na cara da sociedade – a Cientista Que Virou Mãe, Ligia Moreiras, vem distribuir os dividendos da construção da tal BOA MÃE e chama todo mundo a assumir a parte que lhes cabe neste latifúndio chamado “maternidade”. Porque a boa mãe não nasce por geração espontânea ou milagre. Ela é fruto, principalmente, da responsabilidade social coletiva. Vem ouvir e se sentir representada. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a> e <a href="http://www.audionautix.com" rel="noopener">www.audionautix.com</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44975673</guid><pubDate>Sat, 22 May 2021 22:15:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/44975673/ep1_cqvm_a_boa_mae_22maio2021.mp3" length="14851768" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Ligia Moreiras</itunes:author><itunes:subtitle>É possível ser uma boa mãe? Por que tantas mulheres em sofrimento tentando realizar essa tarefa hercúlea? A quem interessa que estejamos sempre em busca e sempre nos sentindo insuficientes? Nesta conversa descontraída – e profunda, e verdadeira, e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[É possível ser uma boa mãe? Por que tantas mulheres em sofrimento tentando realizar essa tarefa hercúlea? A quem interessa que estejamos sempre em busca e sempre nos sentindo insuficientes? Nesta conversa descontraída – e profunda, e verdadeira, e tapa na cara da sociedade – a Cientista Que Virou Mãe, Ligia Moreiras, vem distribuir os dividendos da construção da tal BOA MÃE e chama todo mundo a assumir a parte que lhes cabe neste latifúndio chamado “maternidade”. Porque a boa mãe não nasce por geração espontânea ou milagre. Ela é fruto, principalmente, da responsabilidade social coletiva. Vem ouvir e se sentir representada. // Ficha técnica: Apresentação e texto: Ligia Moreiras. Edição e produção: Aline Maciel. Arte: Vanessa Schultz. // Música: <a href="http://www.scottbuckley.com.au" rel="noopener">www.scottbuckley.com.au</a> e <a href="http://www.audionautix.com" rel="noopener">www.audionautix.com</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>929</itunes:duration><itunes:keywords>educaçãosemviolência,empoderamentofeminino,feminismo,infância,maternidade,saúdedascrianças,saúdedasmulheres,vidadascrianças,vidadasmulheres</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/330c84c67353431136e09d9463df790a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
