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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>O Livro da Semana</title><link>https://www.spreaker.com/show/o-livro-da-semana</link><description><![CDATA[Toda segunda-feira uma indicação de leitura do professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores. Um estímulo ao conhecimento, reflexão e pensamento crítico. Com produção e apresentação de Breno Zonta.]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/4899225/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Books</category><copyright>Copyright RW Cast - Agência Radioweb</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d472a73492476a4878c60535a1214200.jpg</url><title>O Livro da Semana</title><link>https://www.spreaker.com/show/o-livro-da-semana</link></image><lastBuildDate>Tue, 04 Feb 2025 18:57:11 +0000</lastBuildDate><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:name><itunes:email>podcasts@agenciaradioweb.com.br</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d472a73492476a4878c60535a1214200.jpg"/><itunes:subtitle>O Livro da Semana: com Professor Rogério Duarte.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Toda segunda-feira uma indicação de leitura do professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores. Um estímulo ao conhecimento, reflexão e pensamento crítico. Com produção e apresentação de Breno Zonta.]]></itunes:summary><itunes:category text="Arts"><itunes:category text="Books"/></itunes:category><itunes:category text="Arts"/><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>Romance faz personagem de Machado de Assis viver no Brasil atual</title><link>https://www.spreaker.com/episode/romance-faz-personagem-de-machado-de-assis-viver-no-brasil-atual--49346481</link><description><![CDATA[O livro indicado nesta semana pelo professor de literatura Rogério Duarte é o romance "Homem de papel", do escritor e diplomata potiguar João Almino. A narrativa, publicada no Brasil em março passado pela editora Record, resgata do século 19 para o 21 um conhecido personagem de um dos maiores escritores brasileiros, Machado de Assis. Trata-se do Conselheiro Aires, figura central de seus últimos dois romances, "Esaú e Jacó" e "Memorial de Aires". Ao atravessar conflitos entre liberdade e escravidão, fato e ficção, realidade e literatura, a obra, para Duarte, tem a capacidade de absorver a linguagem machadiana e suas consequências. "Ao fazer o narrador do século 19 circular com desenvoltura no 21, João Almino renova o pressuposto de que nosso futuro repete o passado, de que o Brasil é um museu deu grandes novidades, como diria Cazuza, outro grande poeta de nosso tempo".]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/49346481</guid><pubDate>Wed, 06 Apr 2022 22:26:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/49346481/06042022_bo_ols_homem_de_papel_breno.mp3" length="7050034" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro indicado nesta semana pelo professor de literatura Rogério Duarte é o romance "Homem de papel", do escritor e diplomata potiguar João Almino. 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"Ao fazer o narrador do século 19 circular com desenvoltura no 21, João Almino renova o pressuposto de que nosso futuro repete o passado, de que o Brasil é um museu deu grandes novidades, como diria Cazuza, outro grande poeta de nosso tempo".]]></itunes:summary><itunes:duration>441</itunes:duration><itunes:keywords>aires,almino,assis,brasil,cazuza,conselheiro,de,duarte,esaú,ficção,homem,jacó,joão,literatura,livros,machado,memorial,papel,rogério,romance</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d882ea71597cd34ec77a134c1434f709.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Memorial de Aires": conheça o último romance de Machado de Assis</title><link>https://www.spreaker.com/episode/memorial-de-aires-conheca-o-ultimo-romance-de-machado-de-assis--49229737</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do último romance publicado pelo escritor Machado de Assis, no ano de sua morte, 1908, aos 69 anos de idade. Na forma de um diário, "Memorial de Aires" trata de uma série de episódios vividos pelo diplomata aposentado Conselheiro Aires no Rio de Janeiro, entre 1888 e 1889. Entre eles, está o encontro amoroso de Fidélia e Tristão, que é atravessado por uma reflexão fundamental sobre a abolição da escravidão no Brasil, em disputa naquele período histórico. Para Duarte, a obra pode ser lida, ainda hoje, como metáfora do nosso país: "Quem considera o Brasil como projeto de longo prazo? Quem olha para o Brasil para além de uma terra de riquezas a explorar? Quem quer ficar por aqui e lutar pela cidadania plena daqueles que foram trazidos pra cá à força? Essas são algumas das perguntas levantadas pelo 'Memorial de Aires' de Machado de Assis".]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/49229737</guid><pubDate>Mon, 28 Mar 2022 20:25:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/49229737/22032022_bol_memorial_aires_breno.mp3" length="5656558" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do último romance publicado pelo escritor Machado de Assis, no ano de sua morte, 1908, aos 69 anos de idade. Na forma de um diário, "Memorial de Aires" trata de uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do último romance publicado pelo escritor Machado de Assis, no ano de sua morte, 1908, aos 69 anos de idade. Na forma de um diário, "Memorial de Aires" trata de uma série de episódios vividos pelo diplomata aposentado Conselheiro Aires no Rio de Janeiro, entre 1888 e 1889. Entre eles, está o encontro amoroso de Fidélia e Tristão, que é atravessado por uma reflexão fundamental sobre a abolição da escravidão no Brasil, em disputa naquele período histórico. Para Duarte, a obra pode ser lida, ainda hoje, como metáfora do nosso país: "Quem considera o Brasil como projeto de longo prazo? Quem olha para o Brasil para além de uma terra de riquezas a explorar? Quem quer ficar por aqui e lutar pela cidadania plena daqueles que foram trazidos pra cá à força? Essas são algumas das perguntas levantadas pelo 'Memorial de Aires' de Machado de Assis".]]></itunes:summary><itunes:duration>354</itunes:duration><itunes:keywords>abolição,aires,amor,assis,brasil,duarte,escravidão,escrita,fidélia,leitura,liberdade,literatura,livro,machado,memorial,professor,racismo,rogério,romance,tristão</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e4cabe8e079350f5179894b261e2ed43.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Machado de Assis: professor Rogério analisa a obra Esaú e Jacó</title><link>https://www.spreaker.com/episode/machado-de-assis-professor-rogerio-analisa-a-obra-esau-e-jaco--48984916</link><description><![CDATA[Na coluna desta semana, o professor Rogério Duarte analisa a obra machadiana Esaú e Jacó. Trata-se da história de dois irmãos gêmeos, que, embora idênticos, são o oposto um do outro, num jogo de espelhos que dá as linhas gerais do processo pelo qual passava o Brasil na segunda metade do século XIX.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48984916</guid><pubDate>Mon, 07 Mar 2022 21:37:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48984916/070322_esauejac.mp3" length="5136199" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Na coluna desta semana, o professor Rogério Duarte analisa a obra machadiana Esaú e Jacó. Trata-se da história de dois irmãos gêmeos, que, embora idênticos, são o oposto um do outro, num jogo de espelhos que dá as linhas gerais do processo pelo qual...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Na coluna desta semana, o professor Rogério Duarte analisa a obra machadiana Esaú e Jacó. Trata-se da história de dois irmãos gêmeos, que, embora idênticos, são o oposto um do outro, num jogo de espelhos que dá as linhas gerais do processo pelo qual passava o Brasil na segunda metade do século XIX.]]></itunes:summary><itunes:duration>321</itunes:duration><itunes:keywords>esaú,esaúejacó,jaco,literatura,livro,machadodeassis</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dfed5f744cbbc488445732b1ba1291eb.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Carolina Maria de Jesus: de catadora de papel a fenômeno da literatura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/carolina-maria-de-jesus-de-catadora-de-papel-a-fenomeno-da-literatura--48875537</link><description><![CDATA[Na coluna desta semana, o professor Rogério Duarte apresenta a escritora Carolina Maria de Jesus, um dos fenômenos da literatura brasileira.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48875537</guid><pubDate>Fri, 25 Feb 2022 22:11:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48875537/260222_livrodasemana_ok.mp3" length="8179777" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Na coluna desta semana, o professor Rogério Duarte apresenta a escritora Carolina Maria de Jesus, um dos fenômenos da literatura brasileira.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Na coluna desta semana, o professor Rogério Duarte apresenta a escritora Carolina Maria de Jesus, um dos fenômenos da literatura brasileira.]]></itunes:summary><itunes:duration>256</itunes:duration><itunes:keywords>carolinamaria,literatura,livro</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ee8008c709e9e5ee6dbeecf7bb21a37c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>100 anos da Semana de Arte Moderna: Macunaíma</title><link>https://www.spreaker.com/episode/100-anos-da-semana-de-arte-moderna-macunaima--48746647</link><description><![CDATA[O centenário da Semana de Arte Moderna (1922-2022) é celebrado em meio a polêmicas calorosas e releituras das obras que marcaram o movimento. Neste episódio, o professor Rogério Duarte analisa Macunaíma, obra-prima de Mário de Andrade.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48746647</guid><pubDate>Tue, 15 Feb 2022 20:37:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48746647/160222_olivro_macuna_ma.mp3" length="7606857" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O centenário da Semana de Arte Moderna (1922-2022) é celebrado em meio a polêmicas calorosas e releituras das obras que marcaram o movimento. Neste episódio, o professor Rogério Duarte analisa Macunaíma, obra-prima de Mário de Andrade.</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O centenário da Semana de Arte Moderna (1922-2022) é celebrado em meio a polêmicas calorosas e releituras das obras que marcaram o movimento. Neste episódio, o professor Rogério Duarte analisa Macunaíma, obra-prima de Mário de Andrade.]]></itunes:summary><itunes:duration>381</itunes:duration><itunes:keywords>1922,macunaíma,semanadeartemoderna</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f3d04915721cca89f9abed1bb00c85de.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Nomadland": reportagem inspirou último filme vencedor do Oscar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/nomadland-reportagem-inspirou-ultimo-filme-vencedor-do-oscar--48657809</link><description><![CDATA[A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, é o livro reportagem “Nomadland”, da jornalista estadunidense Jessica Bruder. A obra, que inspirou o último filme homônimo vencedor do Oscar em 2021, descreve a rotina migratória e extenuante de pessoas de meia idade sob o contexto da crise econômica de 2008. Em busca de emprego temporário, elas cruzam os EUA em trailers usados, renovando a tradição das famosas road trips: não mais pegar a estrada pelo prazer da descoberta, mas como única alternativa para sobrevivência. Comenta Duarte: “Sem estrutura, eles correm milhares de quilômetros, de estado em estado, à procura de ocupações temporárias, em turnos exaustivos de doze horas de trabalho; dormindo em estacionamentos de grandes cadeias de supermercado e lidando com as perdas e as frustrações de não serem os vencedores naquela cultura extremamente competitiva.” Para o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), trata-se de um livro que revela um país fraturado pela injustiça social, no qual os temas da cultura do consumo, desaparecimento da previdência social e abandono das gerações mais velhas convivem com o sentimento de solidariedade e a capacidade de ainda sonhar com um mundo melhor.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48657809</guid><pubDate>Wed, 09 Feb 2022 14:38:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48657809/08022022_boletim_ols_nomadland_breno.mp3" length="3780339" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, é o livro reportagem “Nomadland”, da jornalista estadunidense Jessica Bruder. A obra, que inspirou o último filme homônimo vencedor do Oscar em 2021, descreve a rotina migratória e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, é o livro reportagem “Nomadland”, da jornalista estadunidense Jessica Bruder. A obra, que inspirou o último filme homônimo vencedor do Oscar em 2021, descreve a rotina migratória e extenuante de pessoas de meia idade sob o contexto da crise econômica de 2008. Em busca de emprego temporário, elas cruzam os EUA em trailers usados, renovando a tradição das famosas road trips: não mais pegar a estrada pelo prazer da descoberta, mas como única alternativa para sobrevivência. Comenta Duarte: “Sem estrutura, eles correm milhares de quilômetros, de estado em estado, à procura de ocupações temporárias, em turnos exaustivos de doze horas de trabalho; dormindo em estacionamentos de grandes cadeias de supermercado e lidando com as perdas e as frustrações de não serem os vencedores naquela cultura extremamente competitiva.” Para o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), trata-se de um livro que revela um país fraturado pela injustiça social, no qual os temas da cultura do consumo, desaparecimento da previdência social e abandono das gerações mais velhas convivem com o sentimento de solidariedade e a capacidade de ainda sonhar com um mundo melhor.]]></itunes:summary><itunes:duration>237</itunes:duration><itunes:keywords>2008,2021,bruder,chloe,crise,economia,econômica,emprego,estados,eua,jessica,leitura,literatura,livro,nomadland,oscar,reportagem,rocco,unidos,zhao</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/61ca6d32463d11dde93ded304806b1c4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Reter o encanto: por que levar um catálogo de museu para casa?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/reter-o-encanto-por-que-levar-um-catalogo-de-museu-para-casa--48529174</link><description><![CDATA[A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, foge ao esperado: trata-se do catálogo de uma exposição de arte do carioca Hélio Oiticica (1937 — 1980). O livro “Hélio Oiticica: a dança na minha experiência”, registra, em fotografias, as obras do artista que foram expostas entre outubro e novembro de 2020 no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Além de descrever os experimentos formais da proposta provocadora de Oiticica, Duarte indica aos ouvintes, para toda exposição, manter o hábito de levar o catálogo para dentro de casa, "na tentativa de reter o encanto" despertado pelas obras. “A experiência de ler um catálogo de exposição é sempre múltipla: é uma maneira de reviver aquele dia especial da visita ao museu. As imagens do catálogo evocam um mundo estético que vai muito além do cotidiano regular e monótono do trabalho. Os textos explicativos contribuem para que a nossa experiência também vá além do plano do sensível e seja, também, uma vivência refletida e formadora.”]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48529174</guid><pubDate>Mon, 31 Jan 2022 20:50:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48529174/31012022_bol_ols_h_lio_oiticica_breno.mp3" length="3728930" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, foge ao esperado: trata-se do catálogo de uma exposição de arte do carioca Hélio Oiticica (1937 — 1980). O livro “Hélio Oiticica: a dança na minha experiência”, registra, em fotografias, as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, foge ao esperado: trata-se do catálogo de uma exposição de arte do carioca Hélio Oiticica (1937 — 1980). O livro “Hélio Oiticica: a dança na minha experiência”, registra, em fotografias, as obras do artista que foram expostas entre outubro e novembro de 2020 no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Além de descrever os experimentos formais da proposta provocadora de Oiticica, Duarte indica aos ouvintes, para toda exposição, manter o hábito de levar o catálogo para dentro de casa, "na tentativa de reter o encanto" despertado pelas obras. “A experiência de ler um catálogo de exposição é sempre múltipla: é uma maneira de reviver aquele dia especial da visita ao museu. As imagens do catálogo evocam um mundo estético que vai muito além do cotidiano regular e monótono do trabalho. 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Referência de transgressão, rebeldia e loucura, o romance “On the road”, do estadunidense Jack Kerouac (1922 — 1969), publicado em 1957, hoje é considerado uma das principais obras do movimento literário conhecido como “geração beat”. Com uma prosa espontânea, parecida com fluxo de consciência, a história retrata a amizade do narrador, Sal Paradise, com Dean Moriarty, que abusa de sexo e drogas ao ritmo ágil do gênero musical bebop jazz. De acordo com o professor de literatura Rogério Duarte, esses jovens desencantados com o estilo de vida do chamado “American way of life”, que promete felicidade pelo enriquecimento conquistado pelo trabalho, atravessam o país, expostos a uma travessia também interna, de elevação espiritual e prazer radical nada convencionais. “Aqueles jovens sabiam muito bem que os sorrisos artificiais da classe média escamoteavam as injustiças sociais, o racismo e a violência da sociedade norte-americana. Por isso, sem acreditar no sonho, vagam de cidade em cidade pelos bares, envolvidos em paixões passageiras ao som do bebop. Muita confusão, muita bebedeira, muitas brigas e pequenas contravenções. Para eles, o trabalho e enriquecimento pessoal não dão sentido à vida. O que eles querem é estar na estrada, sempre à procura ‘daquilo’”, destaca.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48429016</guid><pubDate>Mon, 24 Jan 2022 20:17:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48429016/24012022_bol_ols_on_the_road_breno.mp3" length="4386798" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro desta semana é um clássico da literatura que inspirou mudanças culturais e comportamentais em várias regiões do mundo. 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De acordo com o professor de literatura Rogério Duarte, esses jovens desencantados com o estilo de vida do chamado “American way of life”, que promete felicidade pelo enriquecimento conquistado pelo trabalho, atravessam o país, expostos a uma travessia também interna, de elevação espiritual e prazer radical nada convencionais. “Aqueles jovens sabiam muito bem que os sorrisos artificiais da classe média escamoteavam as injustiças sociais, o racismo e a violência da sociedade norte-americana. Por isso, sem acreditar no sonho, vagam de cidade em cidade pelos bares, envolvidos em paixões passageiras ao som do bebop. Muita confusão, muita bebedeira, muitas brigas e pequenas contravenções. Para eles, o trabalho e enriquecimento pessoal não dão sentido à vida. 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Uma das maiores referências da poesia brasileira, tornou-se conhecido, principalmente, pelo livro "Faz escuro mas eu canto" (1965), indicação do professor de literatura Rogério Duarte nesta semana, em homenagem ao autor. O verso que dá título à obra foi o tema da edição de 2021 da Bienal de Arte de São Paulo e se cristalizou como um sentimento de resistência e esperança frente às arbitrariedades da ditadura militar brasileira (1964 —1985), musicado pela cantora Nara Leão. O livro tem prefácio do poeta chileno, seu amigo Pablo Neruda. No poema mais lembrado, "Os estatutos do homem", Thiago de Mello inverte o sentido dos atos institucionais promulgados pelo regime, em defesa da liberdade e do amor entre as pessoas. Comenta Duarte: "Para o autor, a poesia é veículo de um mundo sonhado, mas que não é irreal, porque vive dentro dele, se transporta para sua poesia e, na sequência, se transborda pelas vidas dos leitores, que sempre foram muitos. Talvez a grande herança que Thiago de Mello nos deixa seja a capacidade de dar forma concreta à utopia".]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48337982</guid><pubDate>Mon, 17 Jan 2022 20:54:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48337982/17012022_boletim_ols_thiago_de_mello_breno.mp3" length="5855694" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Na última sexta-feira (14/1), despediu-se da vida o poeta amazonense Thiago de Mello, aos 95 anos. Uma das maiores referências da poesia brasileira, tornou-se conhecido, principalmente, pelo livro "Faz escuro mas eu canto" (1965), indicação do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Na última sexta-feira (14/1), despediu-se da vida o poeta amazonense Thiago de Mello, aos 95 anos. Uma das maiores referências da poesia brasileira, tornou-se conhecido, principalmente, pelo livro "Faz escuro mas eu canto" (1965), indicação do professor de literatura Rogério Duarte nesta semana, em homenagem ao autor. O verso que dá título à obra foi o tema da edição de 2021 da Bienal de Arte de São Paulo e se cristalizou como um sentimento de resistência e esperança frente às arbitrariedades da ditadura militar brasileira (1964 —1985), musicado pela cantora Nara Leão. O livro tem prefácio do poeta chileno, seu amigo Pablo Neruda. No poema mais lembrado, "Os estatutos do homem", Thiago de Mello inverte o sentido dos atos institucionais promulgados pelo regime, em defesa da liberdade e do amor entre as pessoas. Comenta Duarte: "Para o autor, a poesia é veículo de um mundo sonhado, mas que não é irreal, porque vive dentro dele, se transporta para sua poesia e, na sequência, se transborda pelas vidas dos leitores, que sempre foram muitos. Talvez a grande herança que Thiago de Mello nos deixa seja a capacidade de dar forma concreta à utopia".]]></itunes:summary><itunes:duration>366</itunes:duration><itunes:keywords>amazonas,bienal,brasileira,canto,cultura,de,editora,escuro,eu,faz,global,literatura,livro,mas,mello,neruda,poemas,poesia,sp,thiago</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0245577ab7be77103d3dedf6e30f204c.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Trilogia detalha história da escravidão no Brasil com texto acessível</title><link>https://www.spreaker.com/episode/trilogia-detalha-historia-da-escravidao-no-brasil-com-texto-acessivel--48250962</link><description><![CDATA[Entre o início do século XVI e meados do século XIX, cerca de cinco milhões de africanos foram capturados, transportados à força ao Brasil e escravizados pelo resto de suas vidas, com participação central da Coroa Portuguesa e da Igreja Católica. Os detalhes desse capítulo, que perdurou cerca de três séculos no Brasil e explica boa parte de nossas desigualdades atuais, estão na trilogia “Escravidão”, do jornalista paranaense Laurentino Gomes. É a indicação do professor de literatura Rogério Duarte nesta semana. “Está mais do que na hora de investigar a escravidão a fundo e acabar com todos os clichês e generalizações vagas a respeito do assunto. Está na hora de analisar todos os dados possíveis e acabar com o tabu de falar sobre a escravidão e, claro, sobre sua consequência evidente: o racismo.” O volume inicial da série parte do 1º leilão de pessoas escravizadas em 1444, em Portugal, atravessa 250 anos de História e termina na morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O 2º livro se dedica ao século XVIII, quando a corrida pelo ouro em Minas Gerais intensifica a exploração de pessoas escravizadas. O 3º volume, que encerra a trilogia, é esperado em 2022. “Quem conhece a obra de Laurentino Gomes sabe que ele combina fluência da linguagem jornalística com riqueza e profundidade de dados históricos. Eu acredito que essa seja a primeira grande virtude dos textos do autor: a facilidade do acesso.”]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48250962</guid><pubDate>Tue, 11 Jan 2022 15:46:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48250962/10012022_boletim_ols_escravid_o_breno.mp3" length="5405782" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Entre o início do século XVI e meados do século XIX, cerca de cinco milhões de africanos foram capturados, transportados à força ao Brasil e escravizados pelo resto de suas vidas, com participação central da Coroa Portuguesa e da Igreja Católica. 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Está na hora de analisar todos os dados possíveis e acabar com o tabu de falar sobre a escravidão e, claro, sobre sua consequência evidente: o racismo.” O volume inicial da série parte do 1º leilão de pessoas escravizadas em 1444, em Portugal, atravessa 250 anos de História e termina na morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O 2º livro se dedica ao século XVIII, quando a corrida pelo ouro em Minas Gerais intensifica a exploração de pessoas escravizadas. O 3º volume, que encerra a trilogia, é esperado em 2022. “Quem conhece a obra de Laurentino Gomes sabe que ele combina fluência da linguagem jornalística com riqueza e profundidade de dados históricos. Eu acredito que essa seja a primeira grande virtude dos textos do autor: a facilidade do acesso.”]]></itunes:summary><itunes:duration>338</itunes:duration><itunes:keywords>áfrica,africanos,brasil,desigualdade,escravidão,escravo,globo,gomes,história,jornalista,laurentino,literatura,livros,negreiro,povos,racial,racismo,trabalho,tráfico,violência</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/687cebc58b615e03e1e692647f851814.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>O sofrimento e a poesia no romance "O peso do pássaro morto"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-sofrimento-e-a-poesia-no-romance-o-peso-do-passaro-morto--48163763</link><description><![CDATA[A primeira dica de leitura de 2022 é o romance "O peso do pássaro morto", da jovem escritora paulistana Aline Bei. A obra ganhou o prestigiado Prêmio São Paulo de Literatura de 2018, na categoria "melhor romance de autor com menos de 40 anos". O professor de literatura Rogério Duarte destaca a relação da narradora com três personagens da história. O primeiro deles é seu Luis, sábio vizinho da infância da protagonista, que está perdendo a visão para uma catarata mas ajuda a menina a encarar sua primeira grande perda na vida. A segunda relação marcante da narrativa envolve o filho pequeno da narradora, Lucas, nos olhos de quem ela enxerga uma desconfortável crueldade quando este captura passarinhos. Por fim, a interação singela com o cachorro Vento, que a mulher adota na estrada a caminho de Ouro Preto (MG) e se torna um companheiro inseparável, que transcende o espaço e o tempo. Estas personagens amarram a história junto com uma redação que a narradora escreveu ainda na escola, com o título "A cura não existe" e cujo conteúdo é revelado apenas no final. Comenta Duarte: "No conjunto, 'O peso do pássaro morto' é a história sofrida de uma mulher que inscreve, na forma de poesia, todas as experiências dolorosas e que foram silenciadas por muito tempo, mas que têm conquistado voz na literatura contemporânea."]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48163763</guid><pubDate>Tue, 04 Jan 2022 15:08:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48163763/03012022_bol_ols_aline_bei_breno.mp3" length="3280042" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A primeira dica de leitura de 2022 é o romance "O peso do pássaro morto", da jovem escritora paulistana Aline Bei. A obra ganhou o prestigiado Prêmio São Paulo de Literatura de 2018, na categoria "melhor romance de autor com menos de 40 anos". 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Estas personagens amarram a história junto com uma redação que a narradora escreveu ainda na escola, com o título "A cura não existe" e cujo conteúdo é revelado apenas no final. Comenta Duarte: "No conjunto, 'O peso do pássaro morto' é a história sofrida de uma mulher que inscreve, na forma de poesia, todas as experiências dolorosas e que foram silenciadas por muito tempo, mas que têm conquistado voz na literatura contemporânea."]]></itunes:summary><itunes:duration>205</itunes:duration><itunes:keywords>aline,bei,brasileira,contemporânea,do,editora,escritoras,jovens,literatura,livros,morto,nós,o,pássaro,peso,poesia,romance</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4a557c96b97c7656f1b4db19a1de7a69.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Biografia retrata engajamento político de John Lennon pós-Beatles</title><link>https://www.spreaker.com/episode/biografia-retrata-engajamento-politico-de-john-lennon-pos-beatles--48079073</link><description><![CDATA[A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, é "John Lennon em Nova York — os anos de revolução", biografia do jornalista e escritor James A. Mitchell. A obra retrata a passagem intensa do cantor e compositor britânico (1940 — 1980) pela cidade estadunidense nos anos 1970, após se separar dos Beatles. Com o propósito de fazer música engajada com as lutas sociais daquele período tenso, Lennon se envolve com a juventude que lutava contra a Guerra do Vietnã e com os Panteras Negras que combatiam o sistema vigente em defesa da população negra. Diante de contradições e disputas daquele contexto, Duarte questiona: "John Lennon não abre mão da qualidade estética pra fazer arte política, e essa exigência nos coloca muitas perguntas que ainda são válidas: em que medida uma composição inserida na lógica de mercado consegue questionar essa própria lógica? Já nos distantes anos 1970, não terá o próprio mercado transformado em mercadoria as causas políticas? A arte pode mudar o mundo, afinal?"]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48079073</guid><pubDate>Mon, 27 Dec 2021 22:21:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48079073/27122021_ols_john_lennon_ny_breno.mp3" length="3774070" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, é "John Lennon em Nova York — os anos de revolução", biografia do jornalista e escritor James A. Mitchell. A obra retrata a passagem intensa do cantor e compositor britânico (1940 — 1980)...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A dica de leitura do professor Rogério Duarte, nesta semana, é "John Lennon em Nova York — os anos de revolução", biografia do jornalista e escritor James A. Mitchell. A obra retrata a passagem intensa do cantor e compositor britânico (1940 — 1980) pela cidade estadunidense nos anos 1970, após se separar dos Beatles. Com o propósito de fazer música engajada com as lutas sociais daquele período tenso, Lennon se envolve com a juventude que lutava contra a Guerra do Vietnã e com os Panteras Negras que combatiam o sistema vigente em defesa da população negra. Diante de contradições e disputas daquele contexto, Duarte questiona: "John Lennon não abre mão da qualidade estética pra fazer arte política, e essa exigência nos coloca muitas perguntas que ainda são válidas: em que medida uma composição inserida na lógica de mercado consegue questionar essa própria lógica? Já nos distantes anos 1970, não terá o próprio mercado transformado em mercadoria as causas políticas? 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Vencedora do Prêmio Jabuti de 2020 na categoria Contos, a obra entrelaça a história de personagens que deslocam o leitor do lixão carioca, onde vive o “homem-chorume”, a uma praça ou padaria de Copacabana. “É como se o olhar de Carla Bessa partisse de fora, partisse do extremo; como se o conjunto do livro e da cidade fosse determinado pela existência desse ser incômodo, desse ser maldito das profundezas urbanas.” Duarte também destaca as descrições expressivas da autora para o período da manhã, “momento carregado de possibilidades e expectativas que, muitas vezes, se frustram.” É o caso de um velho com muita dificuldade para andar, mas que decide sair do apartamento, ver gente e atravessar a rua. “Os contos se erigem a partir desses instantes decisivos, que são determinados por detalhes fortuitos e inesperados. E os 'Urubus' do título abrem e fecham o livro, como se nos lembrassem o tempo todo que estão à espreita”.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/48004512</guid><pubDate>Tue, 21 Dec 2021 00:10:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/48004512/21121914534819122021_bol_ols_urubus_breno.mp3" length="3635077" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio desta semana, o professor Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura dos 18 contos do livro “Urubus”, da escritora e tradutora niteroiense Carla Bessa. Vencedora do Prêmio Jabuti de 2020 na categoria Contos, a obra entrelaça a história...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio desta semana, o professor Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura dos 18 contos do livro “Urubus”, da escritora e tradutora niteroiense Carla Bessa. Vencedora do Prêmio Jabuti de 2020 na categoria Contos, a obra entrelaça a história de personagens que deslocam o leitor do lixão carioca, onde vive o “homem-chorume”, a uma praça ou padaria de Copacabana. “É como se o olhar de Carla Bessa partisse de fora, partisse do extremo; como se o conjunto do livro e da cidade fosse determinado pela existência desse ser incômodo, desse ser maldito das profundezas urbanas.” Duarte também destaca as descrições expressivas da autora para o período da manhã, “momento carregado de possibilidades e expectativas que, muitas vezes, se frustram.” É o caso de um velho com muita dificuldade para andar, mas que decide sair do apartamento, ver gente e atravessar a rua. “Os contos se erigem a partir desses instantes decisivos, que são determinados por detalhes fortuitos e inesperados. E os 'Urubus' do título abrem e fecham o livro, como se nos lembrassem o tempo todo que estão à espreita”.]]></itunes:summary><itunes:duration>228</itunes:duration><itunes:keywords>cidade,com,confrontam,contos,da,de,lixão,os,privilégios,"urubus"</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d6162277e4d6fdb71a4b365d35fd2636.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Conto de Mário de Andrade discute felicidade e perda em uma ceia de Natal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/conto-de-mario-de-andrade-discute-felicidade-e-perda-em-uma-ceia-de-natal--47934191</link><description><![CDATA[Em clima natalino, nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o conto "O peru de Natal", de Mário de Andrade (1893 —1945).]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47934191</guid><pubDate>Wed, 15 Dec 2021 16:07:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47934191/14122021_boletim_o_peru_de_natal_breno.mp3" length="3711564" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Em clima natalino, nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o conto "O peru de Natal", de Mário de Andrade (1893 —1945).</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em clima natalino, nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o conto "O peru de Natal", de Mário de Andrade (1893 —1945).]]></itunes:summary><itunes:duration>232</itunes:duration><itunes:keywords>andrade,brasileira,conto,felicidade,literatura,livro,mário,modernismo,natal,perda,peru,sentido</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b591836987aba5d9f488dc3fa0952b32.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Irrespirável: insensibilidade humana nos contos de “Quem tá vivo levanta a mão”</title><link>https://www.spreaker.com/episode/irrespiravel-insensibilidade-humana-nos-contos-de-quem-ta-vivo-levanta-a-mao--47813756</link><description><![CDATA[O livro desta semana é a segunda coletânea de contos da escritora paulista Maria Fernanda Elias Maglio. Vencedora do gênero na edição de 2018 do tradicional Prêmio Jabuti, em sua nova obra a autora conta histórias que convocam o leitor a uma experiência de intensa alteridade. Para o professor de literatura Rogério Duarte, nos contos de “Quem tá vivo levanta a mão'', Maglio, que atua como defensora pública do estado de São Paulo, ilumina detalhes brutais da realidade brasileira, para os quais a maioria das pessoas prefere não olhar. Produzir literatura em uma sociedade tão violenta, segundo Duarte, é crucial para encontrar um senso de comunidade humana, que supere a atual indiferença com os outros: “Numa sociedade feita de fantasmagorias, como a nossa, de ideais de beleza, de mercantilização das pessoas e das ideias; num mundo em que a suposta realização do consumo obscurece a necessidade urgente de colocar as pessoas em primeiro lugar, esses contos são urgentes. É preciso abrir os olhos e perceber que as obsessões modernas nos roubaram a atenção que deveríamos dar a quem mais precisa. Não estamos de mãos dadas e precisamos dar as mãos agora”.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47813756</guid><pubDate>Tue, 07 Dec 2021 02:57:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47813756/06122021_boletim_ols_quem_t_vivo_breno.mp3" length="4131425" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro desta semana é a segunda coletânea de contos da escritora paulista Maria Fernanda Elias Maglio. Vencedora do gênero na edição de 2018 do tradicional Prêmio Jabuti, em sua nova obra a autora conta histórias que convocam o leitor a uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O livro desta semana é a segunda coletânea de contos da escritora paulista Maria Fernanda Elias Maglio. Vencedora do gênero na edição de 2018 do tradicional Prêmio Jabuti, em sua nova obra a autora conta histórias que convocam o leitor a uma experiência de intensa alteridade. Para o professor de literatura Rogério Duarte, nos contos de “Quem tá vivo levanta a mão'', Maglio, que atua como defensora pública do estado de São Paulo, ilumina detalhes brutais da realidade brasileira, para os quais a maioria das pessoas prefere não olhar. Produzir literatura em uma sociedade tão violenta, segundo Duarte, é crucial para encontrar um senso de comunidade humana, que supere a atual indiferença com os outros: “Numa sociedade feita de fantasmagorias, como a nossa, de ideais de beleza, de mercantilização das pessoas e das ideias; num mundo em que a suposta realização do consumo obscurece a necessidade urgente de colocar as pessoas em primeiro lugar, esses contos são urgentes. É preciso abrir os olhos e perceber que as obsessões modernas nos roubaram a atenção que deveríamos dar a quem mais precisa. Não estamos de mãos dadas e precisamos dar as mãos agora”.]]></itunes:summary><itunes:duration>259</itunes:duration><itunes:keywords>brasileira,comunidade,contemporânea,contos,editora,elias,empatia,fernanda,jabuti,levanta,literatura,livro,maglio,mão,maria,patuá,prêmio,quem,tá,vivo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6ddd774683f81df4d8a2a4cfcf430a55.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Os estilhaços de dor da pandemia nos poemas de "Era vida e se quebrou"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/os-estilhacos-de-dor-da-pandemia-nos-poemas-de-era-vida-e-se-quebrou--47713980</link><description><![CDATA[A dica de leitura desta semana é um mergulho na experiência poética da professora de língua portuguesa Valéria Paz. No livro “Era vida e se quebrou”, a autora reúne poemas, microcontos de até 50 palavras e nanocontos de até 50 letras. Em todas as formas literárias, dores antigas da autora são atravessadas pelo contexto de enclausuramento da pandemia de Covid-19. Destaca o professor de literatura Rogério Duarte: “Valéria Paz é ácida, irônica e melancólica em frases curtas. Pequenas sentenças de morte em vida, que nos foram dadas em 2020”. Segundo Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), emerge da linguagem concisa e intensa do livro um sentimento profundo de perda ou falta. Diante desse confronto, a autora descobre vozes internas ocultas e questiona a capacidade da poesia para capturar os afetos humanos, estilhaçados. “Eu escolhi ‘Era vida e se quebrou’ como livro desta semana porque ainda acredito que é possível catar os cacos por meio da literatura, apesar de tudo”.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47713980</guid><pubDate>Tue, 30 Nov 2021 02:44:51 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47713980/29112021_boletim_ols_val_ria_paz_breno.mp3" length="4056798" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura desta semana é um mergulho na experiência poética da professora de língua portuguesa Valéria Paz. No livro “Era vida e se quebrou”, a autora reúne poemas, microcontos de até 50 palavras e nanocontos de até 50 letras. 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Diante desse confronto, a autora descobre vozes internas ocultas e questiona a capacidade da poesia para capturar os afetos humanos, estilhaçados. “Eu escolhi ‘Era vida e se quebrou’ como livro desta semana porque ainda acredito que é possível catar os cacos por meio da literatura, apesar de tudo”.]]></itunes:summary><itunes:duration>254</itunes:duration><itunes:keywords>brasileira,editora,era,literatura,livros,microconto,miniconto,nanoconto,paz,penalux,poema,poesia,quebrou,valéria,vida</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f6b5cee7e8582641802c02406403bcac.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Velhos" sem idealizações: trinta histórias de quem está perto da morte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/velhos-sem-idealizacoes-trinta-historias-de-quem-esta-perto-da-morte--47630219</link><description><![CDATA[O tema do livro desta semana é envelhecimento. Afinal, o que conhecemos sobre essa experiência que é tornar-se velho e aproximar-se da finitude? A coletânea de 30 contos breves da escritora carioca Alê Motta, “Velhos”, nos aproxima de algumas respostas. Publicada pela editora Reformatório em 2020, quando a idade avançada recebeu o alerta de “grupo de risco” para Covid-19, a obra tematiza a maturidade sem idealizações. Segundo o professor de literatura Rogério Duarte, Motta representa os velhos como pessoas de carne e osso, que fizeram boas e más escolhas na vida. Metidos em todo tipo de situação, "eles têm vida sexual, lutam por seus direitos e sabem se defender, mas também perdem a memória, se suicidam e são abandonados nos asilos”, resume. Para Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), atravessar essas diferentes experiências de velhice, narradas no livro, rompe os limites superficiais do tempo e revela aos leitores uma consciência fundamental: “Os velhos de Alê Motta já existem, eles estão entre nós. Mas eles se transformam em personagens da literatura por causa de um gesto breve, de um pequeno detalhe: eles são os velhos que nós seremos ou que nós já somos”.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47630219</guid><pubDate>Wed, 24 Nov 2021 03:35:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47630219/23112021_bol_ols_velhos_breno.mp3" length="3302194" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O tema do livro desta semana é envelhecimento. Afinal, o que conhecemos sobre essa experiência que é tornar-se velho e aproximar-se da finitude? A coletânea de 30 contos breves da escritora carioca Alê Motta, “Velhos”, nos aproxima de algumas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O tema do livro desta semana é envelhecimento. Afinal, o que conhecemos sobre essa experiência que é tornar-se velho e aproximar-se da finitude? A coletânea de 30 contos breves da escritora carioca Alê Motta, “Velhos”, nos aproxima de algumas respostas. Publicada pela editora Reformatório em 2020, quando a idade avançada recebeu o alerta de “grupo de risco” para Covid-19, a obra tematiza a maturidade sem idealizações. Segundo o professor de literatura Rogério Duarte, Motta representa os velhos como pessoas de carne e osso, que fizeram boas e más escolhas na vida. Metidos em todo tipo de situação, "eles têm vida sexual, lutam por seus direitos e sabem se defender, mas também perdem a memória, se suicidam e são abandonados nos asilos”, resume. Para Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), atravessar essas diferentes experiências de velhice, narradas no livro, rompe os limites superficiais do tempo e revela aos leitores uma consciência fundamental: “Os velhos de Alê Motta já existem, eles estão entre nós. Mas eles se transformam em personagens da literatura por causa de um gesto breve, de um pequeno detalhe: eles são os velhos que nós seremos ou que nós já somos”.]]></itunes:summary><itunes:duration>207</itunes:duration><itunes:keywords>alê,brasileira,coletânea,contemporânea,conto,dica,editora,envelhecimento,escritores,finitude,idosos,literatura,livros,microconto,morte,motta,reformatório,união,velhice,velhos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ddbcfe08057ece77f8230fad9af02795.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Decepção política e liberdade amorosa em "A insustentável leveza do ser"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/decepcao-politica-e-liberdade-amorosa-em-a-insustentavel-leveza-do-ser--47493226</link><description><![CDATA[Entre os maiores escritores do século XX, o autor do livro desta semana é um dos poucos ainda vivos. Hoje aos 92 anos de idade, o tcheco Milan Kundera ficou conhecido por seus romances, especialmente "A insustentável leveza do ser". Publicada em 1983 e reeditada em 2008 no Brasil pela editora Companhia das Letras, a obra é a indicação do professor de literatura Rogério Duarte no episódio desta semana. Em uma Tchecoslováquia soviética acossada pelas revoltas de massa de 1968, conhecidas como o período da "Primavera de Praga", as personagens da história enfrentam desafios políticos e comportamentais que despertam reflexões sobre a natureza do amor e o sentido da existência humana. Sintetiza Duarte: "O romancista critica tanto a restrição da liberdade individual nos países comunistas, quanto a liberdade teatral e consumível das nações capitalistas. (...) De um lado, a opressão política no mundo socialista; de outro, a mercantilização do pensamento crítico nos países capitalistas. O interesse do livro, para mim, está aí: nas contradições daquela geração, que imaginava ter nas mãos a mudança do mundo."]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47493226</guid><pubDate>Tue, 16 Nov 2021 02:06:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47493226/15112021_boletim_ols_insustent_vel_leveza_breno.mp3" length="3828822" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Entre os maiores escritores do século XX, o autor do livro desta semana é um dos poucos ainda vivos. Hoje aos 92 anos de idade, o tcheco Milan Kundera ficou conhecido por seus romances, especialmente "A insustentável leveza do ser". Publicada em 1983...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Entre os maiores escritores do século XX, o autor do livro desta semana é um dos poucos ainda vivos. Hoje aos 92 anos de idade, o tcheco Milan Kundera ficou conhecido por seus romances, especialmente "A insustentável leveza do ser". Publicada em 1983 e reeditada em 2008 no Brasil pela editora Companhia das Letras, a obra é a indicação do professor de literatura Rogério Duarte no episódio desta semana. Em uma Tchecoslováquia soviética acossada pelas revoltas de massa de 1968, conhecidas como o período da "Primavera de Praga", as personagens da história enfrentam desafios políticos e comportamentais que despertam reflexões sobre a natureza do amor e o sentido da existência humana. Sintetiza Duarte: "O romancista critica tanto a restrição da liberdade individual nos países comunistas, quanto a liberdade teatral e consumível das nações capitalistas. (...) De um lado, a opressão política no mundo socialista; de outro, a mercantilização do pensamento crítico nos países capitalistas. O interesse do livro, para mim, está aí: nas contradições daquela geração, que imaginava ter nas mãos a mudança do mundo."]]></itunes:summary><itunes:duration>240</itunes:duration><itunes:keywords>amor,companhia,comunismo,insustentável,kundera,letras,leveza,liberdade,literatura,livro,milan,política,praga,primavera,semana,ser,socialismo,soviética,união,urss</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/79502348a0e56c0ff2e9eae3f470631b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>“O filósofo no porta-luvas”: entre a filosofia profunda e o cotidiano real</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-filosofo-no-porta-luvas-entre-a-filosofia-profunda-e-o-cotidiano-real--47382795</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE) Rogério Duarte indica “O filósofo no porta-luvas”, romance do paulistano Juliano Garcia Pessanha. Carregada de ironia, a obra convida o leitor a mergulhar na discussão de temas profundos da filosofia a partir das experiências cotidianas vividas pelo narrador e protagonista da história Frederico e de sua percepção em movimento sobre a realidade. Para Duarte, os textos de Pessanha se destacam porque “combinam a elevação abstrata da reflexão teórica com o cotidiano mais rasteiro, estabelecendo pontos de contato entre esses planos tão diferentes. (...) Uma das linhas de força desse livro é exatamente essa combinação, que resulta em uma prosa fluente; mas densa, sintética e sarcástica, ao mesmo tempo”.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47382795</guid><pubDate>Tue, 09 Nov 2021 02:14:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47382795/08112021_boletim_ols_pessanha_breno.mp3" length="3533931" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE) Rogério Duarte indica “O filósofo no porta-luvas”, romance do paulistano Juliano Garcia Pessanha. 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Uma das linhas de força desse livro é exatamente essa combinação, que resulta em uma prosa fluente; mas densa, sintética e sarcástica, ao mesmo tempo”.]]></itunes:summary><itunes:duration>221</itunes:duration><itunes:keywords>editora,ensaio,filosofia,filósofo,garcia,ironia,juliano,literatura,nacional,no,pessanha,porta-luvas,realidade,reflexão,romance,todavia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9ddde858247b23a8257188aea9ed5d09.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>É urgente voltar a ser floresta: Eliane Brum na Amazônia centro do mundo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/e-urgente-voltar-a-ser-floresta-eliane-brum-na-amazonia-centro-do-mundo--47267783</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o novo livro da premiada jornalista e escritora Eliane Brum: "Banzeiro Òkòtó: uma viagem à Amazônia centro do mundo". Recém-publicada pela editora Companhia das Letras, a obra combina a imersão pessoal da autora, que em 2017 decidiu se mudar para a região amazônica do município de Altamira no estado do Pará, com uma investigação jornalística crítica, tanto sobre as intervenções humanas para enriquecer com a destruição da maior floresta tropical do planeta, quanto sobre as violências históricas cometidas contra o destino dos resistentes "povos-floresta". Para Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), a autora gaúcha se destaca como uma das principais intérpretes do Brasil contemporâneo: "Eliane Brum é de uma clareza feroz. (...) O projeto de se reflorestar vai muito além do autoconhecimento individualista de quem mora na cidade. Eliane Brum se reflorestou porque se percebeu parte integrante de um todo que é muito maior do que ela, um todo do qual ela faz parte. Seu projeto individual se espraiou na imensidão da floresta e se coletivizou."]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47267783</guid><pubDate>Tue, 02 Nov 2021 04:02:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47267783/01112021_boletim_ols_eliane_brum_breno.mp3" length="5946621" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o novo livro da premiada jornalista e escritora Eliane Brum: "Banzeiro Òkòtó: uma viagem à Amazônia centro do mundo". Recém-publicada pela editora Companhia das Letras, a obra combina a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o novo livro da premiada jornalista e escritora Eliane Brum: "Banzeiro Òkòtó: uma viagem à Amazônia centro do mundo". Recém-publicada pela editora Companhia das Letras, a obra combina a imersão pessoal da autora, que em 2017 decidiu se mudar para a região amazônica do município de Altamira no estado do Pará, com uma investigação jornalística crítica, tanto sobre as intervenções humanas para enriquecer com a destruição da maior floresta tropical do planeta, quanto sobre as violências históricas cometidas contra o destino dos resistentes "povos-floresta". Para Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), a autora gaúcha se destaca como uma das principais intérpretes do Brasil contemporâneo: "Eliane Brum é de uma clareza feroz. (...) O projeto de se reflorestar vai muito além do autoconhecimento individualista de quem mora na cidade. Eliane Brum se reflorestou porque se percebeu parte integrante de um todo que é muito maior do que ela, um todo do qual ela faz parte. Seu projeto individual se espraiou na imensidão da floresta e se coletivizou."]]></itunes:summary><itunes:duration>372</itunes:duration><itunes:keywords>amazônia,amazônica,ambiente,banzeiro,brasil,brum,centro,companhia,das,eliane,floresta,indígenas,jornalismo,letras,literatura,meio,mundo,òkòtó,originários,povos</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/34574c81a95c73f3d52a8913eea6fa85.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Filósofo explica como a felicidade é alcançada a partir do desespero</title><link>https://www.spreaker.com/episode/filosofo-explica-como-a-felicidade-e-alcancada-a-partir-do-desespero--47154731</link><description><![CDATA[Afinal, como alcançamos a felicidade? No livro desta semana, o filósofo francês André Comte-Sponville sugere aos leitores um caminho diferente das receitas mais simplistas de autoajuda. Para ele, toda felicidade é alcançada por meio do desespero. Nas 148 páginas de “Felicidade, desesperadamente”, transcrição de um discurso proferido pelo autor em 1999, a palavra “desespero” assume o sentido de “ausência de esperança”. Para o professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), esse significado seria positivo. Comte-Sponville defende que o desespero, não a esperança, nos permite compreender a realidade tal como ela é. Explica Duarte: “É somente através do desespero que eu me conscientizo da verdade, me alegro por essa capacidade e posso me mobilizar para mudar o que está ao meu redor. De certa forma, a esperança me mobiliza, mas a ausência de esperança me leva a conhecer, agir e amar.”]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47154731</guid><pubDate>Tue, 26 Oct 2021 02:26:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47154731/25102021_boletim_ols_felicidade_desesperadamente_breno.mp3" length="3192688" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Afinal, como alcançamos a felicidade? No livro desta semana, o filósofo francês André Comte-Sponville sugere aos leitores um caminho diferente das receitas mais simplistas de autoajuda. Para ele, toda felicidade é alcançada por meio do desespero. Nas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Afinal, como alcançamos a felicidade? No livro desta semana, o filósofo francês André Comte-Sponville sugere aos leitores um caminho diferente das receitas mais simplistas de autoajuda. Para ele, toda felicidade é alcançada por meio do desespero. Nas 148 páginas de “Felicidade, desesperadamente”, transcrição de um discurso proferido pelo autor em 1999, a palavra “desespero” assume o sentido de “ausência de esperança”. Para o professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), esse significado seria positivo. Comte-Sponville defende que o desespero, não a esperança, nos permite compreender a realidade tal como ela é. Explica Duarte: “É somente através do desespero que eu me conscientizo da verdade, me alegro por essa capacidade e posso me mobilizar para mudar o que está ao meu redor. De certa forma, a esperança me mobiliza, mas a ausência de esperança me leva a conhecer, agir e amar.”]]></itunes:summary><itunes:duration>200</itunes:duration><itunes:keywords>andré,brandão,comte-sponville,contemporânea,desespero,duarte,eduardo,felicidade,filosofia,fontes,leitura,literatura,livros,martins,reflexão,rogério,ube</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/44c6b2e96865ac07604ade480638fd2b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Gente Rica" faz sátira das elites de São Paulo dos anos 1910</title><link>https://www.spreaker.com/episode/gente-rica-faz-satira-das-elites-de-sao-paulo-dos-anos-1910--47036331</link><description><![CDATA[O livro desta semana transporta o leitor para o centro da cidade de São Paulo situado na década de 1910, no início da modernização do Brasil. Pelas histórias do romance "Gente rica: cenas da vida paulistana", publicado pela primeira vez em 1912 e reeditado em 2021 pela editora Chão, transitam personagens da elite econômica e cultural da capital paulista do início do século XX. O autor é o português José da Costa Sampaio (1868 — 1923), que assina a obra com o pseudônimo José Agudo. Para o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), Rogério Duarte, esse narrador irônico e bem-humorado do livro dá voz, justamente, para as personagens que ele quer criticar, defendendo posicionamentos absurdos, como o de que a existência dos pobres é necessária para que o mundo viva em harmonia. "É esse tipo de afirmação arbitrária e preconceituosa, com um verniz de cultura, que caracteriza essa galeria de gente supostamente fina e rica que vai desfilando diante dos olhos do leitor", avalia Duarte.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47036331</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2021 23:44:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47036331/18102021_boletim_ols_gente_rica_breno.mp3" length="3472491" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro desta semana transporta o leitor para o centro da cidade de São Paulo situado na década de 1910, no início da modernização do Brasil. Pelas histórias do romance "Gente rica: cenas da vida paulistana", publicado pela primeira vez em 1912 e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O livro desta semana transporta o leitor para o centro da cidade de São Paulo situado na década de 1910, no início da modernização do Brasil. Pelas histórias do romance "Gente rica: cenas da vida paulistana", publicado pela primeira vez em 1912 e reeditado em 2021 pela editora Chão, transitam personagens da elite econômica e cultural da capital paulista do início do século XX. O autor é o português José da Costa Sampaio (1868 — 1923), que assina a obra com o pseudônimo José Agudo. Para o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), Rogério Duarte, esse narrador irônico e bem-humorado do livro dá voz, justamente, para as personagens que ele quer criticar, defendendo posicionamentos absurdos, como o de que a existência dos pobres é necessária para que o mundo viva em harmonia. "É esse tipo de afirmação arbitrária e preconceituosa, com um verniz de cultura, que caracteriza essa galeria de gente supostamente fina e rica que vai desfilando diante dos olhos do leitor", avalia Duarte.]]></itunes:summary><itunes:duration>217</itunes:duration><itunes:keywords>1910,agudo,cenas,chão,editora,elite,galvão,gente,ironia,josé,literatura,nogueira,paulistana,paulo,rica,são,sátira,sp,vida,walnice</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/72d76196cfabebea2f5685edf172ae03.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Terra Sonâmbula" e a leitura como humanização diante da guerra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/terra-sonambula-e-a-leitura-como-humanizacao-diante-da-guerra--46928999</link><description><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura do professor Rogério Duarte é o primeiro romance de um dos mais importantes escritores contemporâneos de língua portuguesa. O livro "Terra Sonâmbula", do também jornalista e biólogo moçambicano Mia Couto, é publicado pela primeira vez em 1992, ano quando termina a guerra civil em Moçambique, em curso desde 1977. Para Duarte, é no contexto do horror da guerra que emerge a força das histórias contadas pelas personagens, como o garoto Muidinga. "No conjunto, a superação da violência se dá pelas fissuras poéticas, abertas pelas histórias que o menino lê e vive ao mesmo tempo, baseadas nas tradições locais. (...) Aquilo que é lido se encontra com aquilo que é vivido. E nós, leitores, aprendemos que leitura e escrita são sempre formas de nos humanizar, especialmente em ambientes extremamente violentos".]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46928999</guid><pubDate>Mon, 11 Oct 2021 23:21:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46928999/11102021_boletim_ols_terra_son_mbula_breno.mp3" length="3616687" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, a dica de leitura do professor Rogério Duarte é o primeiro romance de um dos mais importantes escritores contemporâneos de língua portuguesa. O livro "Terra Sonâmbula", do também jornalista e biólogo moçambicano Mia Couto, é publicado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura do professor Rogério Duarte é o primeiro romance de um dos mais importantes escritores contemporâneos de língua portuguesa. O livro "Terra Sonâmbula", do também jornalista e biólogo moçambicano Mia Couto, é publicado pela primeira vez em 1992, ano quando termina a guerra civil em Moçambique, em curso desde 1977. Para Duarte, é no contexto do horror da guerra que emerge a força das histórias contadas pelas personagens, como o garoto Muidinga. "No conjunto, a superação da violência se dá pelas fissuras poéticas, abertas pelas histórias que o menino lê e vive ao mesmo tempo, baseadas nas tradições locais. (...) Aquilo que é lido se encontra com aquilo que é vivido. E nós, leitores, aprendemos que leitura e escrita são sempre formas de nos humanizar, especialmente em ambientes extremamente violentos".]]></itunes:summary><itunes:duration>226</itunes:duration><itunes:keywords>africana,camões,companhia,contemporânea,couto,das,guerra,letras,língua,linguagem,literatura,mia,moçambique,poesia,portuguesa,prêmio,romance,sonâmbula,terra,violência</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/24abdf543335895e70098644b6111c8a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Saramago imagina cegueira total em clássico que remete à pandemia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/saramago-imagina-cegueira-total-em-classico-que-remete-a-pandemia--46823095</link><description><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura do podcast é uma obra prestigiada da literatura mundial que parece nunca terminar de dizer aquilo que traz consigo. Embora publicado pela primeira vez em 1995, o romance “Ensaio sobre a cegueira”, do escritor português José Saramago (1922 — 2010), também provoca os leitores sobre a realidade atual, acossada pela pandemia da Covid-19, que, somente no Brasil, até esta segunda-feira (04/10/2021), já vitimou quase 600 mil pessoas. Para o professor de literatura Rogério Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), no livro, Saramago revela a desumanização a que pessoas estão sujeitas diante da proliferação de uma doença contagiosa, que provoca um colapso social. “Se nos primeiros dias, as pessoas parecem até um pouco solidárias, em pequenas comunidades, a passagem do tempo e a superlotação impõem uma dinâmica brutal, de exploração de um grupo pelo outro, por meio da violência. Muitas vezes, a gente não quer fazer a reflexão que o autor sugere, mas a verdade é que, em situações extremas, a maioria das pessoas se comporta de forma bastante violência.” De acordo com Duarte, a obra também se destaca pela pontuação inusitada de Saramago, que exige do leitor concentração e questionamento para desvendar as interpretações mais profundas da história.<br /><br />Em 2020, o livro ganhou nova edição da editora Companhia das Letras, com 312 páginas e caligrafia de capa do escritor e músico Chico Buarque.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46823095</guid><pubDate>Tue, 05 Oct 2021 01:58:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46823095/04102021_boletim_ols_ensaio_cegeuria_breno.mp3" length="3588914" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, a dica de leitura do podcast é uma obra prestigiada da literatura mundial que parece nunca terminar de dizer aquilo que traz consigo. Embora publicado pela primeira vez em 1995, o romance “Ensaio sobre a cegueira”, do escritor português...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura do podcast é uma obra prestigiada da literatura mundial que parece nunca terminar de dizer aquilo que traz consigo. Embora publicado pela primeira vez em 1995, o romance “Ensaio sobre a cegueira”, do escritor português José Saramago (1922 — 2010), também provoca os leitores sobre a realidade atual, acossada pela pandemia da Covid-19, que, somente no Brasil, até esta segunda-feira (04/10/2021), já vitimou quase 600 mil pessoas. Para o professor de literatura Rogério Duarte, também secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), no livro, Saramago revela a desumanização a que pessoas estão sujeitas diante da proliferação de uma doença contagiosa, que provoca um colapso social. “Se nos primeiros dias, as pessoas parecem até um pouco solidárias, em pequenas comunidades, a passagem do tempo e a superlotação impõem uma dinâmica brutal, de exploração de um grupo pelo outro, por meio da violência. Muitas vezes, a gente não quer fazer a reflexão que o autor sugere, mas a verdade é que, em situações extremas, a maioria das pessoas se comporta de forma bastante violência.” De acordo com Duarte, a obra também se destaca pela pontuação inusitada de Saramago, que exige do leitor concentração e questionamento para desvendar as interpretações mais profundas da história.<br /><br />Em 2020, o livro ganhou nova edição da editora Companhia das Letras, com 312 páginas e caligrafia de capa do escritor e músico Chico Buarque.]]></itunes:summary><itunes:duration>225</itunes:duration><itunes:keywords>a,buarque,cegueira,chico,companhia,contemporânea,das,dica,ensaio,escritor,josé,letras,literatura,livro,nobel,pontuação,português,romance,saramago,sobre</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fb26e1648efb463b54418938f07b79b6.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Luiz Gama: conheça o patrono da abolição da escravidão no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/luiz-gama-conheca-o-patrono-da-abolicao-da-escravidao-no-brasil--46716814</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), Rogério Duarte, indica aos ouvintes a leitura dos primeiros dois volumes da coleção de "Obras completas" do patrono da abolição da escravidão no Brasil: o advogado, jornalista e escritor baiano Luiz Gama (1830 — 1882). Esses volumes, nomeados "Democracia" (com textos publicados de 1866 a 1869) e "Liberdade" (com escritos de 1880 a 1882), tiveram organização do pesquisador Bruno Rodrigues de Lima e foram publicados em julho de 2021 pela editora Hedra. No podcast, Duarte destaca como, nos textos, Luiz Gama previa o risco de que a abolição no Brasil abandonasse os ex-escravizados à própria sorte, deixando-os dependentes de seus proprietários ou marginalizados na rua. Por isso, o abolicionista brasileiro defendia que esse processo devia não apenas libertar as pessoas escravizadas, mas também lhes garantir educação e cidadania de qualidade.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46716814</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2021 01:17:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46716814/27092021_boletim_ols_luiz_gama_breno.mp3" length="4158592" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), Rogério Duarte, indica aos ouvintes a leitura dos primeiros dois volumes da coleção de "Obras completas" do patrono da abolição da escravidão no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores (UBE), Rogério Duarte, indica aos ouvintes a leitura dos primeiros dois volumes da coleção de "Obras completas" do patrono da abolição da escravidão no Brasil: o advogado, jornalista e escritor baiano Luiz Gama (1830 — 1882). Esses volumes, nomeados "Democracia" (com textos publicados de 1866 a 1869) e "Liberdade" (com escritos de 1880 a 1882), tiveram organização do pesquisador Bruno Rodrigues de Lima e foram publicados em julho de 2021 pela editora Hedra. No podcast, Duarte destaca como, nos textos, Luiz Gama previa o risco de que a abolição no Brasil abandonasse os ex-escravizados à própria sorte, deixando-os dependentes de seus proprietários ou marginalizados na rua. Por isso, o abolicionista brasileiro defendia que esse processo devia não apenas libertar as pessoas escravizadas, mas também lhes garantir educação e cidadania de qualidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>260</itunes:duration><itunes:keywords>abolição,abolicionista,advogado,antirracismo,brasil,cidadania,democracia,direitos,editora,educação,escravidão,escritor,gama,hedra,igualdade,liberdade,literatura,luiz,patrono,política</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/ee758b27f0fec0f111a9217f911b4b30.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Criogenia de D." critica a incapacidade de sentir dor na era da internet</title><link>https://www.spreaker.com/episode/criogenia-de-d-critica-a-incapacidade-de-sentir-dor-na-era-da-internet--46609942</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance "Criogenia de D. ou manifesto pelos prazeres perdidos", do escritor carioca Leonardo Valente. Com quarta capa elogiosa da premiada escritora Maria Valéria Rezende e da jornalista, tradutora, escritora e presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, a obra chama atenção pela oscilação entre um narrador masculino e feminino, pela linguagem inusitada e pela crítica às relações egoístas e artificiais na sociedade contemporânea. Para Duarte, "Criogenia de D." "é um livro sobre a facilidade de matar as pessoas nas nossas vidas e virtualmente, de apagar o outro da nossa vida; é um livro sobre a virtualidade das relações e dos sentidos na era da internet; e é, sobretudo, um livro sobre a nossa desumanização, sobre a nossa incapacidade de sentir dor: é um livro sobre a criogenia completa, a morte dos sentimentos, uma vida sem vida”.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46609942</guid><pubDate>Tue, 21 Sep 2021 00:56:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46609942/20092021_boletim_ols_criogenia_de_d_breno.mp3" length="4350623" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance "Criogenia de D. ou manifesto pelos prazeres perdidos", do escritor carioca Leonardo Valente. Com quarta capa elogiosa da premiada escritora Maria Valéria...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance "Criogenia de D. ou manifesto pelos prazeres perdidos", do escritor carioca Leonardo Valente. Com quarta capa elogiosa da premiada escritora Maria Valéria Rezende e da jornalista, tradutora, escritora e presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, a obra chama atenção pela oscilação entre um narrador masculino e feminino, pela linguagem inusitada e pela crítica às relações egoístas e artificiais na sociedade contemporânea. Para Duarte, "Criogenia de D." "é um livro sobre a facilidade de matar as pessoas nas nossas vidas e virtualmente, de apagar o outro da nossa vida; é um livro sobre a virtualidade das relações e dos sentidos na era da internet; e é, sobretudo, um livro sobre a nossa desumanização, sobre a nossa incapacidade de sentir dor: é um livro sobre a criogenia completa, a morte dos sentimentos, uma vida sem vida”.]]></itunes:summary><itunes:duration>272</itunes:duration><itunes:keywords>brasileira,contemporânea,criogenia,d,desejo,duarte,editora,essência,gênero,identidade,individualidade,leonardo,literatura,livro,mondrongo,professor,reflexão,rogério,romance,valente</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9a60e58e283a262cd3c80e9b213aaff3.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Laços de Família" é obra ideal para começar a ler Clarice Lispector</title><link>https://www.spreaker.com/episode/lacos-de-familia-e-obra-ideal-para-comecar-a-ler-clarice-lispector--46504137</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de contos "Laços de Família", da escritora brasileira nascida na Ucrânia, Clarice Lispector (1920 — 1977). Duarte considera a leitura das treze narrativas curtas do livro a melhor forma de se introduzir à linguagem inconfundível e ao conteúdo denso e profundo desenvolvido pela autora. Segundo ele, Clarice tem a capacidade particular de "turvar as linhas visíveis do comportamento cotidiano, para mostrar ao leitor traços nada ordinários de psicologia, em uma linguagem que subverte o comum e o rasteiro".]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46504137</guid><pubDate>Mon, 13 Sep 2021 21:01:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46504137/13092021_ols_la_os_de_fam_lia_breno.mp3" length="4272695" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de contos "Laços de Família", da escritora brasileira nascida na Ucrânia, Clarice Lispector (1920 — 1977). Duarte considera a leitura das treze narrativas curtas do livro a melhor...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de contos "Laços de Família", da escritora brasileira nascida na Ucrânia, Clarice Lispector (1920 — 1977). Duarte considera a leitura das treze narrativas curtas do livro a melhor forma de se introduzir à linguagem inconfundível e ao conteúdo denso e profundo desenvolvido pela autora. Segundo ele, Clarice tem a capacidade particular de "turvar as linhas visíveis do comportamento cotidiano, para mostrar ao leitor traços nada ordinários de psicologia, em uma linguagem que subverte o comum e o rasteiro".]]></itunes:summary><itunes:duration>267</itunes:duration><itunes:keywords>brasileira,clarice,começar,contos,de,editora,família,laços,ler,lispector,literatura,rocco</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a58a906da3b555172e14d2ab4b960a1f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>HQ do Batman reflete sobre dilemas que vão além do bem e do mal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/hq-do-batman-reflete-sobre-dilemas-que-vao-alem-do-bem-e-do-mal--46404304</link><description><![CDATA[Nesta semana, a indicação de leitura do professor Rogério Duarte vale para adolescentes, jovens e adultos. Trata-se da história em quadrinhos “Batman: o cavaleiro das trevas”, do escritor e desenhista estadunidense Frank Miller. Além das cenas de ação e a narrativa do super-herói, Duarte destaca como a obra permite reflexões que superam a divisão simples entre o bem e o mal, apresentando dilemas éticos das personagens e conflitos sociais que remontam aos Estados Unidos dos anos 1980, mas que seguem em debate na atualidade.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46404304</guid><pubDate>Mon, 06 Sep 2021 23:01:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46404304/06092021_boletim_ols_cavaleiro_das_trevas_breno_zonta.mp3" length="3039297" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, a indicação de leitura do professor Rogério Duarte vale para adolescentes, jovens e adultos. Trata-se da história em quadrinhos “Batman: o cavaleiro das trevas”, do escritor e desenhista estadunidense Frank Miller. Além das cenas de ação...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, a indicação de leitura do professor Rogério Duarte vale para adolescentes, jovens e adultos. Trata-se da história em quadrinhos “Batman: o cavaleiro das trevas”, do escritor e desenhista estadunidense Frank Miller. Além das cenas de ação e a narrativa do super-herói, Duarte destaca como a obra permite reflexões que superam a divisão simples entre o bem e o mal, apresentando dilemas éticos das personagens e conflitos sociais que remontam aos Estados Unidos dos anos 1980, mas que seguem em debate na atualidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>190</itunes:duration><itunes:keywords>batman,bem,cavaleiro,city,comics,coringa,dc,dilemas,frank,gotham,hq,leitura,literatura,mal,miller,panini,quadrinhos,reflete,super-heróis,trevas</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/231261c636139e625e16e723d10e4f85.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Entre o beiral e o abismo": conheça os poemas de Matheus Bibiano</title><link>https://www.spreaker.com/episode/entre-o-beiral-e-o-abismo-conheca-os-poemas-de-matheus-bibiano--46305803</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de poemas “Entre o beiral e o abismo”, estreia do pernambucano Matheus Bibiano Branco, publicado pela editora Patuá em 2019. Para Duarte, Bibiano é um dos grandes talentos da poesia brasileira contemporânea. <br />Nas palavras nada acomodadas do autor, o leitor se depara com frases simples e imagens conhecidas do cotidiano, mas carregadas de sentidos novos e intensos, que jogam luz sobre segredos da existência humana.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46305803</guid><pubDate>Tue, 31 Aug 2021 01:13:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46305803/30082021_boletim_ols_beiral_e_abismo_breno.mp3" length="2934808" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de poemas “Entre o beiral e o abismo”, estreia do pernambucano Matheus Bibiano Branco, publicado pela editora Patuá em 2019. Para Duarte, Bibiano é um dos grandes talentos da poesia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de poemas “Entre o beiral e o abismo”, estreia do pernambucano Matheus Bibiano Branco, publicado pela editora Patuá em 2019. Para Duarte, Bibiano é um dos grandes talentos da poesia brasileira contemporânea. <br />Nas palavras nada acomodadas do autor, o leitor se depara com frases simples e imagens conhecidas do cotidiano, mas carregadas de sentidos novos e intensos, que jogam luz sobre segredos da existência humana.]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>abismo,beiral,bibiano,brasileira,conheça,contemporânea,de,e,entre,leitura,literatura,livro,matheus,o,os,poemas,poesia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/87ea8bfc2a0b59741b2ce83e2b5715ff.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Antonin Artaud e a literatura como "procura constante de si mesmo"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/antonin-artaud-e-a-literatura-como-procura-constante-de-si-mesmo--46208708</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte convida os ouvintes a conhecer a vida e a obra do poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud (1896 — 1948). Por meio da leitura de dois textos, "Escritos de Antonin Artaud" e "A perda de si: cartas de Antonin Artaud", é possível refletir sobre temas como identidade, linguagem, corpo, loucura e, afinal, sobre a própria vida. De acordo com o professor Rogério Duarte, Artaud compreende que a literatura exercita a procura constante do indivíduo por ele mesmo, a partir de mais perguntas do que respostas e como uma espécie de remédio para o que o autor chama de "doença do espírito".]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46208708</guid><pubDate>Mon, 23 Aug 2021 21:43:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46208708/23082021_boletim_ols_artaud_breno.mp3" length="3449085" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte convida os ouvintes a conhecer a vida e a obra do poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud (1896 — 1948). Por meio da leitura de dois textos, "Escritos de Antonin Artaud" e "A perda de si: cartas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte convida os ouvintes a conhecer a vida e a obra do poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud (1896 — 1948). Por meio da leitura de dois textos, "Escritos de Antonin Artaud" e "A perda de si: cartas de Antonin Artaud", é possível refletir sobre temas como identidade, linguagem, corpo, loucura e, afinal, sobre a própria vida. De acordo com o professor Rogério Duarte, Artaud compreende que a literatura exercita a procura constante do indivíduo por ele mesmo, a partir de mais perguntas do que respostas e como uma espécie de remédio para o que o autor chama de "doença do espírito".]]></itunes:summary><itunes:duration>216</itunes:duration><itunes:keywords>ana,antonin,artaud,cartas,claudio,dramaturgo,escritos,espírito,existência,identidade,kiffer,linguagem,palavras,pensamento,perda,poeta,reflexão,si,vida,willer</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/98ab4810cbf8eccce05e4249611f73cf.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>A luta das mulheres por liberdade no romance "Elas marchavam sob o sol"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/a-luta-das-mulheres-por-liberdade-no-romance-elas-marchavam-sob-o-sol--46119623</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance "Elas marchavam sob o sol", da escritora e jornalista paulista Cristina Judar. Segundo ele, a partir da expressão de diferentes personagens, a obra reflete sobre a morte e o silenciamento das mulheres na sociedade contemporânea, combinando uma linguagem cotidiana com trechos de elevada carga poética e, assim, reinventando sentidos utópicos e políticos pela liberdade das mulheres.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46119623</guid><pubDate>Mon, 16 Aug 2021 22:55:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46119623/13082021_boletim_elas_marchavam_sob_o_sol_breno.mp3" length="3967585" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance "Elas marchavam sob o sol", da escritora e jornalista paulista Cristina Judar. Segundo ele, a partir da expressão de diferentes personagens, a obra reflete...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance "Elas marchavam sob o sol", da escritora e jornalista paulista Cristina Judar. Segundo ele, a partir da expressão de diferentes personagens, a obra reflete sobre a morte e o silenciamento das mulheres na sociedade contemporânea, combinando uma linguagem cotidiana com trechos de elevada carga poética e, assim, reinventando sentidos utópicos e políticos pela liberdade das mulheres.]]></itunes:summary><itunes:duration>248</itunes:duration><itunes:keywords>brasileira,cristina,elas,feminismo,judar,lgbtqia+,liberdade,literatura,marchavam,mulheres,romance,sob,sol</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0ec78362dda0cc4e24e3c907695f6ef4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Guerra contra Palmares" desmente mito do "escravo passivo" no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/guerra-contra-palmares-desmente-mito-do-escravo-passivo-no-brasil--46028967</link><description><![CDATA[A dica de leitura desta semana é um trabalho de pesquisa sobre a história do Quilombo dos Palmares, o maior e mais duradouro assentamento de escravos fugitivos do Brasil. "Guerra contra Palmares", publicado em 2021 pela Chão Editora, revisita um conhecido manuscrito de 1678, que descreve os quilombos brasileiros sob a perspectiva do português colonizador. Após anos de pesquisa, os professores Silvia Hunold Lara e Phablo Roberto Fachin contextualizam, no livro, o momento em que o manuscrito é redigido, analisam a interpretação dos historiadores dos séculos XIX e XX e, com base em documentos inéditos, oferecem ao leitor uma narrativa alternativa dos acontecimentos. Segundo o professor de literatura Rogério Duarte, "Guerra contra Palmares" desmonta o mito segundo o qual as pessoas escravizadas no Brasil aceitaram passivamente essa condição desumana e ajuda a compreender melhor essa memória violenta da história do país.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46028967</guid><pubDate>Mon, 09 Aug 2021 20:47:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46028967/060821_boletim_ols_guerra_contra_palmares_breno.mp3" length="3261422" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura desta semana é um trabalho de pesquisa sobre a história do Quilombo dos Palmares, o maior e mais duradouro assentamento de escravos fugitivos do Brasil. 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Segundo o professor de literatura Rogério Duarte, "Guerra contra Palmares" desmonta o mito segundo o qual as pessoas escravizadas no Brasil aceitaram passivamente essa condição desumana e ajuda a compreender melhor essa memória violenta da história do país.]]></itunes:summary><itunes:duration>204</itunes:duration><itunes:keywords>34,brasil,chão,editora,escravidão,guerra,história,literatura,palmares,quilombo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/027496395cf71c7ef5faa1f7790a6c2d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Uma furtiva lágrima": o diário de uma morte que não aconteceu</title><link>https://www.spreaker.com/episode/uma-furtiva-lagrima-o-diario-de-uma-morte-que-nao-aconteceu--45942216</link><description><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura é o nada tradicional livro de memórias "Uma furtiva lágrima", da escritora brasileira Nélida Piñon. No final de 2015, então com 78 anos de idade, a autora recebeu um diagnóstico médico garantindo que teria apenas mais um ano de vida. Diante da notícia, decidiu começar um livro para relatar seus últimos dias. Felizmente, após procurar outra consulta, a sentença revelou-se incorreta. Então, Nélida decidiu transformar o antigo diário de morte em uma celebração poética e reflexiva sobre a existência. No episodio desta semana, o professor de literatura Rogério Duarte destaca a capacidade que a escritora tem de atribuir sentido e extensão a um tempo que é passageiro, por meio das memórias do passado e das possibilidades da literatura.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45942216</guid><pubDate>Mon, 02 Aug 2021 22:59:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45942216/bol_020821_uma_furtiva_l_grima_breno.mp3" length="3209595" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, a dica de leitura é o nada tradicional livro de memórias "Uma furtiva lágrima", da escritora brasileira Nélida Piñon. No final de 2015, então com 78 anos de idade, a autora recebeu um diagnóstico médico garantindo que teria apenas mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura é o nada tradicional livro de memórias "Uma furtiva lágrima", da escritora brasileira Nélida Piñon. No final de 2015, então com 78 anos de idade, a autora recebeu um diagnóstico médico garantindo que teria apenas mais um ano de vida. Diante da notícia, decidiu começar um livro para relatar seus últimos dias. Felizmente, após procurar outra consulta, a sentença revelou-se incorreta. Então, Nélida decidiu transformar o antigo diário de morte em uma celebração poética e reflexiva sobre a existência. No episodio desta semana, o professor de literatura Rogério Duarte destaca a capacidade que a escritora tem de atribuir sentido e extensão a um tempo que é passageiro, por meio das memórias do passado e das possibilidades da literatura.]]></itunes:summary><itunes:duration>201</itunes:duration><itunes:keywords>brasileira,diário,furtiva,lágrima,literatura,memórias,morte,nélida,piñon,uma</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2baf5ff3677b01db3ea4063f44c95925.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>A história da inconfidência mineira pelos poemas de Cecília Meireles</title><link>https://www.spreaker.com/episode/a-historia-da-inconfidencia-mineira-pelos-poemas-de-cecilia-meireles--45852177</link><description><![CDATA[Nesta semana a dica de leitura é a coletânea de poemas "Romanceiro da Inconfidência" (1953), da jornalista, professora, pintora e escritora Cecília Meireles (1901 — 1964).<br /><br />A obra, composta por cerca de 100 poemas, descreve a corrida pelo ouro em Minas Gerais no fim do século 17, o papel dos Bandeirantes e o florescimento de uma geração que buscou a independência em relação a Portugal, mas não conseguiu.<br /><br />O professor de literatura Rogerio Duarte destaca a variedade de personagens que se expressam nos poemas, reverberando tanto perspectivas da elite mineira como da cultura popular da época.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45852177</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2021 00:59:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45852177/bol_260721_ols_romanceiro_da_inconfid_ncia_breno.mp3" length="2502638" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana a dica de leitura é a coletânea de poemas "Romanceiro da Inconfidência" (1953), da jornalista, professora, pintora e escritora Cecília Meireles (1901 — 1964).

A obra, composta por cerca de 100 poemas, descreve a corrida pelo ouro em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana a dica de leitura é a coletânea de poemas "Romanceiro da Inconfidência" (1953), da jornalista, professora, pintora e escritora Cecília Meireles (1901 — 1964).<br /><br />A obra, composta por cerca de 100 poemas, descreve a corrida pelo ouro em Minas Gerais no fim do século 17, o papel dos Bandeirantes e o florescimento de uma geração que buscou a independência em relação a Portugal, mas não conseguiu.<br /><br />O professor de literatura Rogerio Duarte destaca a variedade de personagens que se expressam nos poemas, reverberando tanto perspectivas da elite mineira como da cultura popular da época.]]></itunes:summary><itunes:duration>157</itunes:duration><itunes:keywords>bandeirantes,brasil,cecília,chica,chico,gerais,global,história,inconfidência,literatura,meireles,minas,mineira,ouro,poemas,poesia,rei,romanceiro,silva,tiradentes</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/29d09e548c4fe0febaba40c4f3e3d2ea.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Biografia de Mário de Andrade detalha construção do Modernismo no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/biografia-de-mario-de-andrade-detalha-construcao-do-modernismo-no-brasil--45760711</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica a leitura da biografia de um dos maiores intelectuais da história do Brasil: o paulistano Mário de Andrade (1893 — 1945). O livro “Em busca da alma brasileira”, escrito pelo jornalista Jason Tércio, investiga a personalidade rica e intrigante de um dos protagonistas da Semana de Arte Moderna, que renovou a arte brasileira em 1922, e do autor de um dos mais importantes romances da literatura brasileira, “Macunaíma, o herói sem nenhum caráter” (1928). Além de escritor, Mário de Andrade foi músico, pesquisador e admirador tanto de expressões artísticas eruditas, como de tradições da cultura popular. Na leitura do professor Rogério Duarte, a biografia de Jason Tércio revela que, para Mário de Andrade, os artistas brasileiros devem dedicar a vida a pensar o Brasil, mas não a partir de um olhar estrangeiro e, sim, a partir de uma perspectiva nacional.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45760711</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2021 20:24:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45760711/bol_190721_ols_biografia_mario_de_andrade_breno.mp3" length="2826138" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica a leitura da biografia de um dos maiores intelectuais da história do Brasil: o paulistano Mário de Andrade (1893 — 1945). O livro “Em busca da alma brasileira”, escrito pelo jornalista...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica a leitura da biografia de um dos maiores intelectuais da história do Brasil: o paulistano Mário de Andrade (1893 — 1945). O livro “Em busca da alma brasileira”, escrito pelo jornalista Jason Tércio, investiga a personalidade rica e intrigante de um dos protagonistas da Semana de Arte Moderna, que renovou a arte brasileira em 1922, e do autor de um dos mais importantes romances da literatura brasileira, “Macunaíma, o herói sem nenhum caráter” (1928). Além de escritor, Mário de Andrade foi músico, pesquisador e admirador tanto de expressões artísticas eruditas, como de tradições da cultura popular. Na leitura do professor Rogério Duarte, a biografia de Jason Tércio revela que, para Mário de Andrade, os artistas brasileiros devem dedicar a vida a pensar o Brasil, mas não a partir de um olhar estrangeiro e, sim, a partir de uma perspectiva nacional.]]></itunes:summary><itunes:duration>177</itunes:duration><itunes:keywords>1922,andrade,arte,biografia,brasil,brasileira,construção,de,detalha,do,jason,literatura,mário,moderna,modernismo,no,oswald,semana,tércio</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dbe0935ed48dbec34bc4a4999cd3bce1.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Lake Success" viaja pelos EUA do consumo fútil e da falência do afeto</title><link>https://www.spreaker.com/episode/lake-success-viaja-pelos-eua-do-consumo-futil-e-da-falencia-do-afeto--45671298</link><description><![CDATA[A dica de leitura nesta semana é uma "Road Trip", como chamam os estadunidenses: uma "Narrativa de Estrada", tema muito explorado pelo cinema. Mas essa tem um perfil diferente: "Lake Success", do escritor Gary Shteyngart, narra, com humor, a inesquecível viagem de um influente especulador financeiro pelo interior dos Estados Unidos. Barry Cohen administra um fundo bilionário que está sob investigação de fraude pela Justiça e, tomado por uma decisão impulsiva, embarca em um ônibus em busca de seu amor da juventude. Sem desgrudar de sua importantíssima coleção de relógios, o protagonista tropeça nos limites de sua própria identidade e nas fraturas históricas dos EUA.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45671298</guid><pubDate>Mon, 12 Jul 2021 21:10:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45671298/bol_070721_ols_lake_sucess_breno.mp3" length="3021743" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura nesta semana é uma "Road Trip", como chamam os estadunidenses: uma "Narrativa de Estrada", tema muito explorado pelo cinema. Mas essa tem um perfil diferente: "Lake Success", do escritor Gary Shteyngart, narra, com humor, a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A dica de leitura nesta semana é uma "Road Trip", como chamam os estadunidenses: uma "Narrativa de Estrada", tema muito explorado pelo cinema. Mas essa tem um perfil diferente: "Lake Success", do escritor Gary Shteyngart, narra, com humor, a inesquecível viagem de um influente especulador financeiro pelo interior dos Estados Unidos. Barry Cohen administra um fundo bilionário que está sob investigação de fraude pela Justiça e, tomado por uma decisão impulsiva, embarca em um ônibus em busca de seu amor da juventude. Sem desgrudar de sua importantíssima coleção de relógios, o protagonista tropeça nos limites de sua própria identidade e nas fraturas históricas dos EUA.]]></itunes:summary><itunes:duration>189</itunes:duration><itunes:keywords>barry,cohen,consumo,especulador,estrada,eua,ficção,financeiro,gary,lake,liberdade,literatura,livros,narrativa,road,shteyngart,success,todavia,trip,viagem</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/820a152fd020fb7343731a69ebdeb3b4.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Conheça o romance de Tony Bellotto que inspirou a série de sucesso "Dom"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/conheca-o-romance-de-tony-bellotto-que-inspirou-a-serie-de-sucesso-dom--45586997</link><description><![CDATA[O livro desta semana é o romance "Dom", de Tony Bellotto, escritor e guitarrista da banda de rock brasileira Titãs. A obra, publicada pela editora Companhia das Letras em 2020, inspirou uma série homônima criada pela produtora Conspiração Filmes. A primeira temporada de "Dom" estreou com sucesso no Brasil no último mês de junho, na plataforma de streaming Amazon Prime Vídeo, onde já foi vista em mais de duzentos países. O romance de Tony Bellotto conta a alucinante história real de Pedro Dom, jovem de classe média que formou uma quadrilha de assalto a residências no Rio de Janeiro dos anos 2000. A narrativa também explora a relação conturbada de Pedro com o pai, Victor, um policial aposentado que, durante anos, trabalhou no combate ao tráfico e fez parte do Esquadrão da Morte na ditadura militar brasileira. Para o professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores, o livro "Dom" procura compreender a origem da violência, a partir de uma visão atenta sobre as relações humanas e a realidade social do Brasil contemporâneo.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45586997</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2021 21:42:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45586997/bol_020721_ols_dom_breno.mp3" length="2771803" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro desta semana é o romance "Dom", de Tony Bellotto, escritor e guitarrista da banda de rock brasileira Titãs. A obra, publicada pela editora Companhia das Letras em 2020, inspirou uma série homônima criada pela produtora Conspiração Filmes. A...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O livro desta semana é o romance "Dom", de Tony Bellotto, escritor e guitarrista da banda de rock brasileira Titãs. A obra, publicada pela editora Companhia das Letras em 2020, inspirou uma série homônima criada pela produtora Conspiração Filmes. A primeira temporada de "Dom" estreou com sucesso no Brasil no último mês de junho, na plataforma de streaming Amazon Prime Vídeo, onde já foi vista em mais de duzentos países. O romance de Tony Bellotto conta a alucinante história real de Pedro Dom, jovem de classe média que formou uma quadrilha de assalto a residências no Rio de Janeiro dos anos 2000. A narrativa também explora a relação conturbada de Pedro com o pai, Victor, um policial aposentado que, durante anos, trabalhou no combate ao tráfico e fez parte do Esquadrão da Morte na ditadura militar brasileira. Para o professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores, o livro "Dom" procura compreender a origem da violência, a partir de uma visão atenta sobre as relações humanas e a realidade social do Brasil contemporâneo.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>amazon,bellotto,brasil,companhia,criminalidade,dom,drogas,janeiro,letras,prime,rio,romance,série,sexo,sucesso,titãs,tony,tráfico,video,violência</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cf6c3be1cde5084806e696cc207a232a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>O que pensava Drummond sobre os impactos da mineração no Brasil?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-que-pensava-drummond-sobre-os-impactos-da-mineracao-no-brasil--45484538</link><description><![CDATA[A dica de leitura nesta semana é o livro "Maquinação do mundo: Drummond e a mineração". Em 304 páginas, o professor de literatura, ensaísta, compositor e crítico literário José Miguel Wisnik documenta e investiga a presença da atividade mineradora nos poemas de Carlos Drummond de Andrade (1902 -- 1987). Ao mesmo tempo didático e erudito, Wisnik conta ao leitor como um dos maiores poetas da história do Brasil já se preocupava em meados do século XX com os impactos da mineração sobre a paisagem do interior de Minas Gerais. A partir das observações poéticas de Drummond, a obra também reflete sobre o papel da mineração nas tragédias recentes que marcaram a história do Brasil: o rompimento e desmoronamento das barragens de Mariana, em 2015, e de Brumadinho, em 2019.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45484538</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2021 21:37:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45484538/bol_080621_ols_maquina_o_do_mundo_breno.mp3" length="2783924" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura nesta semana é o livro "Maquinação do mundo: Drummond e a mineração". Em 304 páginas, o professor de literatura, ensaísta, compositor e crítico literário José Miguel Wisnik documenta e investiga a presença da atividade mineradora nos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A dica de leitura nesta semana é o livro "Maquinação do mundo: Drummond e a mineração". Em 304 páginas, o professor de literatura, ensaísta, compositor e crítico literário José Miguel Wisnik documenta e investiga a presença da atividade mineradora nos poemas de Carlos Drummond de Andrade (1902 -- 1987). Ao mesmo tempo didático e erudito, Wisnik conta ao leitor como um dos maiores poetas da história do Brasil já se preocupava em meados do século XX com os impactos da mineração sobre a paisagem do interior de Minas Gerais. A partir das observações poéticas de Drummond, a obra também reflete sobre o papel da mineração nas tragédias recentes que marcaram a história do Brasil: o rompimento e desmoronamento das barragens de Mariana, em 2015, e de Brumadinho, em 2019.]]></itunes:summary><itunes:duration>174</itunes:duration><itunes:keywords>andrade,barragem,brumadinho,carlos,companhia,drummond,gerais,josé,letras,literatura,mariana,miguel,minas,mineração,poema,poesia,poeta,tragédia,vale,wisnik</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0ad0b2bc5905467104fffad0dc729f0a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>A "escrevivência" das mulheres negras nos poemas de Conceição Evaristo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/a-escrevivencia-das-mulheres-negras-nos-poemas-de-conceicao-evaristo--45389904</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de poemas de uma das principais escritoras contemporâneas do Brasil, Conceição Evaristo. "Poemas da recordação e outros movimentos", publicado em 2017 pela Editora Malê, é uma travessia da autora mineira, hoje com 74 anos, pelos espaços internos da memória, da dor, da resistência e da esperança. É também neste livro que Conceição Evaristo apresenta seu conceito de "Escrevivência", que tem ecoado, principalmente entre mulheres negras, como um farol de luta e reinvenção da realidade, nos últimos anos no Brasil.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45389904</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2021 20:47:49 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45389904/210620202107bol_080621_ols_conceicao_evaristo_breno.mp3" length="2945027" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de poemas de uma das principais escritoras contemporâneas do Brasil, Conceição Evaristo. "Poemas da recordação e outros movimentos", publicado em 2017 pela Editora Malê, é uma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro de poemas de uma das principais escritoras contemporâneas do Brasil, Conceição Evaristo. "Poemas da recordação e outros movimentos", publicado em 2017 pela Editora Malê, é uma travessia da autora mineira, hoje com 74 anos, pelos espaços internos da memória, da dor, da resistência e da esperança. É também neste livro que Conceição Evaristo apresenta seu conceito de "Escrevivência", que tem ecoado, principalmente entre mulheres negras, como um farol de luta e reinvenção da realidade, nos últimos anos no Brasil.]]></itunes:summary><itunes:duration>184</itunes:duration><itunes:keywords>conceição,escrevivência,esperança,evaristo,literatura,luta,malê,memória,movimentos,mulheres,negras,poemas,poesia,recordação,resistência</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/24086e0339a1fc4773cc691b3e9b08a2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>O fascínio do cotidiano nos contos de Paulo Henriques Britto</title><link>https://www.spreaker.com/episode/o-fascinio-do-cotidiano-nos-contos-de-paulo-henriques-britto--45301188</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro "O castiçal florentino", a nova coletânea de contos de um dos maiores escritores em atividade no Brasil, Paulo Henriques Britto. Conhecido por seus poemas e traduções, o autor, que também é professor do departamento de Letras da PUC-Rio, retorna à forma do conto após 17 anos. Nas nove histórias, o leitor percorre situações aparentemente comuns do cotidiano social, mas é surpreendido por momentos de fascínio e convites à reflexão, desnorteado pela linguagem ágil e experimental que caracteriza a reconhecida e premiada poesia do autor.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45301188</guid><pubDate>Mon, 14 Jun 2021 21:03:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45301188/bol_080621_ols_contos_paulo_henriques_britto_breno.mp3" length="2316228" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro "O castiçal florentino", a nova coletânea de contos de um dos maiores escritores em atividade no Brasil, Paulo Henriques Britto. Conhecido por seus poemas e traduções, o autor, que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro "O castiçal florentino", a nova coletânea de contos de um dos maiores escritores em atividade no Brasil, Paulo Henriques Britto. Conhecido por seus poemas e traduções, o autor, que também é professor do departamento de Letras da PUC-Rio, retorna à forma do conto após 17 anos. Nas nove histórias, o leitor percorre situações aparentemente comuns do cotidiano social, mas é surpreendido por momentos de fascínio e convites à reflexão, desnorteado pela linguagem ágil e experimental que caracteriza a reconhecida e premiada poesia do autor.]]></itunes:summary><itunes:duration>145</itunes:duration><itunes:keywords>britto,castiçal,companhia,contemporânea,contos,cotidiano,duarte,florentino,henriques,lançamento,letras,linguagem,literatura,paulo,poeta,professor,puc,rogério,tradutor,ube</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9a6b6ebfb368a300146551b77fa60a5d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>A história inesperada de um triângulo amoroso em "Tudo é rio"</title><link>https://www.spreaker.com/episode/a-historia-inesperada-de-um-triangulo-amoroso-em-tudo-e-rio--45205093</link><description><![CDATA[O livro indicado nesta semana pelo professor de literatura Rogério Duarte é o romance de estreia da escritora mineira Carla Madeira, que tem conquistado o interesse do público no Brasil. "Tudo é rio" surpreende o leitor a cada linha, com desfechos imprevisíveis e frases de impacto. A imperfeita história de amor de Dalva e Venâncio é abalada por uma tragédia e acaba atravessada pela presença surpreendente da orgulhosa prostituta Lucy. O drama desse triângulo amoroso incomum, carregado pela prosa poética de Carla, conduz o leitor, como em uma correnteza sem escapatória, até a cena final.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45205093</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2021 20:26:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45205093/boletim_020621_ols_7_tudo_rio_breno.mp3" length="2328349" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro indicado nesta semana pelo professor de literatura Rogério Duarte é o romance de estreia da escritora mineira Carla Madeira, que tem conquistado o interesse do público no Brasil. "Tudo é rio" surpreende o leitor a cada linha, com desfechos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O livro indicado nesta semana pelo professor de literatura Rogério Duarte é o romance de estreia da escritora mineira Carla Madeira, que tem conquistado o interesse do público no Brasil. "Tudo é rio" surpreende o leitor a cada linha, com desfechos imprevisíveis e frases de impacto. A imperfeita história de amor de Dalva e Venâncio é abalada por uma tragédia e acaba atravessada pela presença surpreendente da orgulhosa prostituta Lucy. O drama desse triângulo amoroso incomum, carregado pela prosa poética de Carla, conduz o leitor, como em uma correnteza sem escapatória, até a cena final.]]></itunes:summary><itunes:duration>146</itunes:duration><itunes:keywords>amoroso,brasileiro,carla,contemporânea,dalva,é,editora,estreia,feminismo,literatura,lucy,madeira,mineira,prostituta,record,rio,romance,triângulo,tudo,venâncio</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3d2e4cf32d1ca7122f29371b98f6688a.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Os ecos de dor e resistência indígena na poesia de Graça Graúna</title><link>https://www.spreaker.com/episode/os-ecos-de-dor-e-resistencia-indigena-na-poesia-de-graca-grauna--45113075</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica a leitura dos poemas de uma das principais escritoras indígenas em atividade no Brasil: a professora e poeta Graça Graúna, nascida no Rio Grande do Norte e descendente do povo Potiguara. Com uma voz poética coletiva, os versos de Graça cantam a dor e a resistência que atravessam a memória ancestral de diferentes povos indígenas em mais de 500 anos de história. Os poemas da autora podem ser encontrados nos seguintes sites: ims.com.br/convida/graca-grauna e revistaacrobata.com.br/acrobata/poesia/3-poemas-de-graca-grauna/]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45113075</guid><pubDate>Mon, 31 May 2021 20:23:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45113075/bol_280521_ols_gra_a_gra_na_breno.mp3" length="2889856" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica a leitura dos poemas de uma das principais escritoras indígenas em atividade no Brasil: a professora e poeta Graça Graúna, nascida no Rio Grande do Norte e descendente do povo Potiguara....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica a leitura dos poemas de uma das principais escritoras indígenas em atividade no Brasil: a professora e poeta Graça Graúna, nascida no Rio Grande do Norte e descendente do povo Potiguara. Com uma voz poética coletiva, os versos de Graça cantam a dor e a resistência que atravessam a memória ancestral de diferentes povos indígenas em mais de 500 anos de história. Os poemas da autora podem ser encontrados nos seguintes sites: ims.com.br/convida/graca-grauna e revistaacrobata.com.br/acrobata/poesia/3-poemas-de-graca-grauna/]]></itunes:summary><itunes:duration>181</itunes:duration><itunes:keywords>canção,coletiva,dor,ecos,fogueira,graça,graúna,ims,indígena,luta,memória,originários,peregrina,poemas,poesia,poética,potiguara,povos,redor,resistência</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/82445723d2106038f5f19ddaf03ef7f2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Frederick Douglass e sua luta pela liberdade dos escravos nos EUA</title><link>https://www.spreaker.com/episode/frederick-douglass-e-sua-luta-pela-liberdade-dos-escravos-nos-eua--45010360</link><description><![CDATA[A dica de leitura desta semana é o livro "Narrativa da vida de Frederick Douglass e outros textos", publicado pela editora Penguin Companhia das Letras em 2021, com tradução de Odorico Leal. Em sua autobiografia, Douglass, que nasceu escravo no nordeste dos EUA em 1818, relata os capítulos marcantes de sua luta por liberdade: desde sua corajosa fuga aos 20 anos, passando pela descoberta do desejo de ser livre quando aprende a ler, até conquistar seu protagonismo como estadista na política estadunidense, em defesa da liberdade e da abolição da escravidão no século XIX.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45010360</guid><pubDate>Mon, 24 May 2021 20:13:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45010360/bol_180521_ols_frederick_douglas_breno.mp3" length="2466881" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>A dica de leitura desta semana é o livro "Narrativa da vida de Frederick Douglass e outros textos", publicado pela editora Penguin Companhia das Letras em 2021, com tradução de Odorico Leal. Em sua autobiografia, Douglass, que nasceu escravo no...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A dica de leitura desta semana é o livro "Narrativa da vida de Frederick Douglass e outros textos", publicado pela editora Penguin Companhia das Letras em 2021, com tradução de Odorico Leal. Em sua autobiografia, Douglass, que nasceu escravo no nordeste dos EUA em 1818, relata os capítulos marcantes de sua luta por liberdade: desde sua corajosa fuga aos 20 anos, passando pela descoberta do desejo de ser livre quando aprende a ler, até conquistar seu protagonismo como estadista na política estadunidense, em defesa da liberdade e da abolição da escravidão no século XIX.]]></itunes:summary><itunes:duration>155</itunes:duration><itunes:keywords>autobiografia,companhia,douglass,duarte,escravidão,escravos,eua,frederick,leal,letras,liberdade,livro,luta,memórias,narrativa,odorico,penguin,rogério,ube,vida</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2cbde63667850916f3596f5837e4908d.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Biografia de Jorge Amado atravessa história da Bahia e do Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/biografia-de-jorge-amado-atravessa-historia-da-bahia-e-do-brasil--44878813</link><description><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro "Jorge Amado, uma biografia", escrito pela jornalista Joselia Aguiar e publicado pela editora Todavia em 2018. A obra revela o perfil literário, político e amoroso de um dos mais populares escritores do Brasil e um dos autores brasileiros mais lidos e traduzidos no exterior. Conhecido por seus romances, entre eles "Gabriela, Cravo e Canela", "Tieta do Agreste" e "Capitães da Areia", que também ganharam as telas do cinema e da televisão, Jorge Amado revelou, com suas personagens inesquecíveis e suas histórias inescapáveis, a cultura popular da Bahia, estado onde nasceu, em 1912, e morreu, em 2001, aos 88 anos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44878813</guid><pubDate>Mon, 17 May 2021 20:25:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44878813/bol_030521_o_livro_da_semana_biografia_jorge_amado_breno.mp3" length="2371816" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro "Jorge Amado, uma biografia", escrito pela jornalista Joselia Aguiar e publicado pela editora Todavia em 2018. A obra revela o perfil literário, político e amoroso de um dos mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica o livro "Jorge Amado, uma biografia", escrito pela jornalista Joselia Aguiar e publicado pela editora Todavia em 2018. A obra revela o perfil literário, político e amoroso de um dos mais populares escritores do Brasil e um dos autores brasileiros mais lidos e traduzidos no exterior. Conhecido por seus romances, entre eles "Gabriela, Cravo e Canela", "Tieta do Agreste" e "Capitães da Areia", que também ganharam as telas do cinema e da televisão, Jorge Amado revelou, com suas personagens inesquecíveis e suas histórias inescapáveis, a cultura popular da Bahia, estado onde nasceu, em 1912, e morreu, em 2001, aos 88 anos.]]></itunes:summary><itunes:duration>149</itunes:duration><itunes:keywords>agreste,aguiar,amado,areia,bahia,biografia,capitães,dois,dona,editora,flor,jorge,josélia,maridos,tieta,todavia</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3478eec21270b287a1b5dcdce642d39f.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Enciclopédia negra" recupera biografias apagadas pela escravidão</title><link>https://www.spreaker.com/episode/enciclopedia-negra-recupera-biografias-apagadas-pela-escravidao--44741152</link><description><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura é "Enciclopédia negra: biografias afro-brasileiras", um conjunto de 416 verbetes que contam a história de mais de 550 heróis e protagonistas negros da história do Brasil, silenciados pelos séculos de escravidão e colonização. A obra, publicada pela editora Companhia das Letras em março passado, tem coautoria dos historiadores Lilia Moritz Schwarcz e Flávio dos Santos Gomes com o artista Jaime Lauriano, além de ilustrações de 36 artistas contemporâneos, negros e negras, que deram imaginação a rostos e expressões historicamente apagados. As pinturas também estão expostas na Pinacoteca de São Paulo até o dia 8 de novembro de 2021.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44741152</guid><pubDate>Mon, 10 May 2021 20:10:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44741152/bol_100521_ols_enciclopedia_negra_breno.mp3" length="2975350" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, a dica de leitura é "Enciclopédia negra: biografias afro-brasileiras", um conjunto de 416 verbetes que contam a história de mais de 550 heróis e protagonistas negros da história do Brasil, silenciados pelos séculos de escravidão e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura é "Enciclopédia negra: biografias afro-brasileiras", um conjunto de 416 verbetes que contam a história de mais de 550 heróis e protagonistas negros da história do Brasil, silenciados pelos séculos de escravidão e colonização. A obra, publicada pela editora Companhia das Letras em março passado, tem coautoria dos historiadores Lilia Moritz Schwarcz e Flávio dos Santos Gomes com o artista Jaime Lauriano, além de ilustrações de 36 artistas contemporâneos, negros e negras, que deram imaginação a rostos e expressões historicamente apagados. As pinturas também estão expostas na Pinacoteca de São Paulo até o dia 8 de novembro de 2021.]]></itunes:summary><itunes:duration>186</itunes:duration><itunes:keywords>13,abolição,assis,biografias,carolina,companhia,das,enciclopédia,escravidão,jesus,letras,lilia,machado,maio,maria,negra,negros,pinacoteca,protagonismo,schwarcz</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8fb3e250a5881e5b4a31f525bec669f8.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>"Tudo sobre o amor" reinventa o sentido de amar na sociedade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/tudo-sobre-o-amor-reinventa-o-sentido-de-amar-na-sociedade--44613893</link><description><![CDATA[Nesta semana, a dica de leitura é "Tudo sobre o amor: novas perspectivas", da professora e pesquisadora estadunidense bell hooks (assim mesmo, sem letras maiúsculas; na justificativa dela, para tirar o foco da autora e colocar na obra). O professor de literatura e secretário-geral da União Brasileira de Escritores, Rogério Duarte, classifica o livro como "um tratado do nosso tempo sobre o amor". Neste episódio, ele reflete sobre as diversas e renovadas formas de amar que a autora descobre aos olhos dos leitores e leitoras.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44613893</guid><pubDate>Mon, 03 May 2021 20:13:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44613893/bol_300421_tudo_sobre_o_amor_breno.mp3" length="2339216" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, a dica de leitura é "Tudo sobre o amor: novas perspectivas", da professora e pesquisadora estadunidense bell hooks (assim mesmo, sem letras maiúsculas; na justificativa dela, para tirar o foco da autora e colocar na obra). 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Neste episódio, ele reflete sobre as diversas e renovadas formas de amar que a autora descobre aos olhos dos leitores e leitoras.]]></itunes:summary><itunes:duration>147</itunes:duration><itunes:keywords>amor,bell,borges,dica,elefante,feminismo,hooks,indicação,leitura,literatura,livro,novas,o,perspectivas,podcast,sobre,stephanie,tudo</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe13def47b74cf0c37ff64a02be02ce7.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Conto fantástico de Machado de Assis reflete sobre a imortalidade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/conto-fantastico-de-machado-de-assis-reflete-sobre-a-imortalidade--44519719</link><description><![CDATA[O livro desta semana é, na verdade, um conto fantástico do grande escritor brasileiro, Machado de Assis. "O Imortal" (1882) conta a história de Rui de Leão, um homem que conquista a imortalidade tomando um elixir indígena e atravessa a história do Brasil no período pré-independência. A indicação e análise são do professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44519719</guid><pubDate>Tue, 27 Apr 2021 19:57:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44519719/200421_o_livro_da_semana_o_imortal_breno.mp3" length="2235144" type="audio/mpeg"/><itunes:author>RW Cast - Agência Radioweb</itunes:author><itunes:subtitle>O livro desta semana é, na verdade, um conto fantástico do grande escritor brasileiro, Machado de Assis. "O Imortal" (1882) conta a história de Rui de Leão, um homem que conquista a imortalidade tomando um elixir indígena e atravessa a história do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O livro desta semana é, na verdade, um conto fantástico do grande escritor brasileiro, Machado de Assis. "O Imortal" (1882) conta a história de Rui de Leão, um homem que conquista a imortalidade tomando um elixir indígena e atravessa a história do Brasil no período pré-independência. A indicação e análise são do professor de literatura Rogério Duarte, secretário-geral da União Brasileira de Escritores.]]></itunes:summary><itunes:duration>140</itunes:duration><itunes:keywords>a,assis,conto,de,fantástico,imortalidade,machado,reflete,sobre</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a5d9ef2599e0710a4051b0644f11c3a0.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
