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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>Elas com Elas</title><link>https://www.spreaker.com/show/elas-com-elas</link><description><![CDATA[O podcast Elas com Elas, da BandNews FM, é um programa semanal que reúne mulheres para debater temas diversos. Um espaço aberto para o diálogo e para discutir vários assuntos sob a perspectiva de quem trabalha, pesquisa ou vivencia os temas. Você vai ouvir entrevistas, conversas, vai descobrir histórias de brasileiras que estão fazendo a diferença para um mundo com mais igualdade. É sobre as vivências coletivas, mas também sobre as individualidades que a gente fala no Elas com Elas.]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/4847654/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Society &amp; Culture</category><copyright>Copyright Grupo Bandeirantes</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg</url><title>Elas com Elas</title><link>https://www.spreaker.com/show/elas-com-elas</link></image><lastBuildDate>Wed, 28 Feb 2024 09:35:04 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Grupo Bandeirantes</itunes:name><itunes:email>feeds@spreaker.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:subtitle>O podcast Elas com Elas, da BandNews FM, é um programa semanal que reúne mulheres para debater temas diversos. 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Convidamos mulheres que estudam as velhices, as negritudes e a solidão em si para nos ajudarem a pensar se tem jeito de transformar a solidão em solitude. Isso se aprende? Vem ouvir.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47506876</guid><pubDate>Wed, 17 Nov 2021 04:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47506876/120_solid_o_ou_solitude.mp3" length="95027516" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Quero te fazer uma pergunta: como você se sente quando está sozinha? Mais do que isso: você fica sozinha por escolha? Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre a diferença entre a solidão e a solitude. E discutimos se a solitude, essa capacidade...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Quero te fazer uma pergunta: como você se sente quando está sozinha? Mais do que isso: você fica sozinha por escolha? Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre a diferença entre a solidão e a solitude. E discutimos se a solitude, essa capacidade de ficar só de maneira positiva, é viável para todo mundo. Do que depende esta experiência? É uma conquista? Se for, o que vem antes dela? Convidamos mulheres que estudam as velhices, as negritudes e a solidão em si para nos ajudarem a pensar se tem jeito de transformar a solidão em solitude. Isso se aprende? Vem ouvir.]]></itunes:summary><itunes:duration>2970</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#119 - Não sou Heroína, não</title><link>https://www.spreaker.com/episode/119-nao-sou-heroina-nao--47171099</link><description><![CDATA[E se deixássemos as heroínas só para os filmes? Os superpoderes só para os quadrinhos? E se não déssemos conta de tudo? A romantização do “dar conta” está deixando muita gente exausta. Mas de onde vem esse entendimento de que é preciso abraçar o mundo? Será que é uma escolha? Como a estrutura social empurra as mulheres para este lugar de heroínas? E como as políticas públicas (ou a ausência delas) dificultam que elas refutem este rótulo? Muitas perguntas, né? Neste episódio do Elas com Elas tentamos responder algumas delas, conversando com mulheres que trazem para a mesa a reflexão sobre quanto custa ser uma heroína e que benefícios haveria em não ser mais.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47171099</guid><pubDate>Wed, 27 Oct 2021 04:05:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47171099/119_n_o_sou_hero_na_sonorizado.mp3" length="111888825" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>E se deixássemos as heroínas só para os filmes? Os superpoderes só para os quadrinhos? E se não déssemos conta de tudo? A romantização do “dar conta” está deixando muita gente exausta. Mas de onde vem esse entendimento de que é preciso abraçar o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[E se deixássemos as heroínas só para os filmes? Os superpoderes só para os quadrinhos? E se não déssemos conta de tudo? A romantização do “dar conta” está deixando muita gente exausta. Mas de onde vem esse entendimento de que é preciso abraçar o mundo? Será que é uma escolha? Como a estrutura social empurra as mulheres para este lugar de heroínas? E como as políticas públicas (ou a ausência delas) dificultam que elas refutem este rótulo? Muitas perguntas, né? Neste episódio do Elas com Elas tentamos responder algumas delas, conversando com mulheres que trazem para a mesa a reflexão sobre quanto custa ser uma heroína e que benefícios haveria em não ser mais.]]></itunes:summary><itunes:duration>3497</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#118 - Outubro Rosa na Pandemia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/118-outubro-rosa-na-pandemia--47046730</link><description><![CDATA[O câncer de mama é o que mais incide sobre as brasileiras. O Instituto Nacional do Câncer, o INCA, aponta que só em 2021 devem ser registrados 66 mil novos casos da doença. Quatro em cada cinco casos ocorrem em mulheres com idade a partir de 50 anos, mas o monitoramento é importante também para identificar as exceções. A pandemia trouxe um significado ainda mais urgente ao Outubro Rosa. É que a realização de mamografias, exame que permite o diagnóstico precoce da doença, caiu 45% de janeiro a julho de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior. Neste episódio do Elas com Elas, conversamos sobre os efeitos da pandemia no diagnóstico e no tratamento do câncer de mama, falamos sobre a comunicação entre equipes médicas e pacientes e conhecemos a história de uma mulher que descobriu dois tumores na mama direita em novembro do ano passado, passou pelo tratamento e, na impossibilidade de estar perto da família e dos amigos, ganhou a festa de 50 anos mais criativa de que eu já tive notícia.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/47046730</guid><pubDate>Wed, 20 Oct 2021 13:49:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/47046730/118_outubro_rosa_na_pandemia.mp3" length="126506530" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O câncer de mama é o que mais incide sobre as brasileiras. O Instituto Nacional do Câncer, o INCA, aponta que só em 2021 devem ser registrados 66 mil novos casos da doença. 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Neste episódio do Elas com Elas, conversamos sobre os efeitos da pandemia no diagnóstico e no tratamento do câncer de mama, falamos sobre a comunicação entre equipes médicas e pacientes e conhecemos a história de uma mulher que descobriu dois tumores na mama direita em novembro do ano passado, passou pelo tratamento e, na impossibilidade de estar perto da família e dos amigos, ganhou a festa de 50 anos mais criativa de que eu já tive notícia.]]></itunes:summary><itunes:duration>3954</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#117 - Lideranças Negras</title><link>https://www.spreaker.com/episode/117-liderancas-negras--46943514</link><description><![CDATA[Nas empresas brasileiras, menos de 30% dos cargos de liderança são ocupados por pessoas negras. Os dados são do IBGE e mostram uma queda nos últimos anos. Ainda que tenha sido uma redução pequena, quando o percentual já é baixo, qualquer número faz diferença. Em 2018, a população preta ou parda ocupava 29,9% dos cargos gerenciais. Em 2019, o índice caiu para 29,5%. Agora vamos recortar um pouquinho: nas 500 maiores empresas do país, segundo o Instituto Ethos, só 4,7% dos cargos de liderança são ocupados por pessoas negras. Mulheres são apenas 0,5%. A falta de espaço é consequência de uma lista de fatores, que não vou me propor a descrever para não correr o risco de simplificar uma questão pra lá de complexa, reflexo da nossa história, da nossa construção social e dos comportamentos que a gente insiste em reproduzir. Mas convidamos mulheres para falarem sobre o que elas consideram ser estes motivos. Neste episódio do Elas com Elas, olhamos para as lideranças negras tentando, primeiro, ampliar o olhar para a definição de liderança. Além do ambiente corporativo, aquele sobre o qual tantas vezes nos centramos com mais ênfase, quais outros espaços demandam figuras que encabecem movimentos, transformações, processos? Você ouve histórias de mulheres negras que se fizeram lideranças em suas áreas de atuação e compartilham suas trajetórias e suas visões sobre o que precisa mudar para que evoluamos nos números do início, para dar só um exemplo.<br /><br /><a href="https://fundacaotidesetubal.org.br/tag/plataforma-alas/" rel="noopener">https://fundacaotidesetubal.org.br/tag/plataforma-alas/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46943514</guid><pubDate>Wed, 13 Oct 2021 04:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46943514/117_lideran_as_negras.mp3" length="122384616" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nas empresas brasileiras, menos de 30% dos cargos de liderança são ocupados por pessoas negras. Os dados são do IBGE e mostram uma queda nos últimos anos. 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Mas convidamos mulheres para falarem sobre o que elas consideram ser estes motivos. Neste episódio do Elas com Elas, olhamos para as lideranças negras tentando, primeiro, ampliar o olhar para a definição de liderança. Além do ambiente corporativo, aquele sobre o qual tantas vezes nos centramos com mais ênfase, quais outros espaços demandam figuras que encabecem movimentos, transformações, processos? Você ouve histórias de mulheres negras que se fizeram lideranças em suas áreas de atuação e compartilham suas trajetórias e suas visões sobre o que precisa mudar para que evoluamos nos números do início, para dar só um exemplo.<br /><br /><a href="https://fundacaotidesetubal.org.br/tag/plataforma-alas/" rel="noopener">https://fundacaotidesetubal.org.br/tag/plataforma-alas/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3825</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#116 - Autonomia Corporal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/116-autonomia-corporal--46820447</link><description><![CDATA[Quase metade das mulheres não têm autonomia sobre os próprios corpos. Isso significa que elas não têm liberdade para decidir sobre relações sexuais, uso de anticoncepcionais, procedimentos médicos, casamento e outros temas que passam pelos corpos. Esta conclusão está em um levantamento do Fundo de Populações das Nações Unidas divulgado em 2021. O relatório “Meu Corpo me Pertence” aponta para violações de todos os tipos à autonomia corporal: desde mutilações genitais até a falta de acesso a informações sobre métodos contraceptivos. Neste episódio do Elas com Elas, trazemos o debate da autonomia corporal a partir de um caso brasileiro: a demanda de planos de saúde e postos de saúde para que maridos autorizem mulheres casadas a colocarem o DIU, Dispositivo Intrauterino, um contraceptivo reversível, ou seja, que pode ser retirado.<br /><br />Disque ANS (para denúncias) - 0800 701 9656]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46820447</guid><pubDate>Wed, 06 Oct 2021 03:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46820447/116_autonomia_corporal_sonorizado.mp3" length="98548404" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Quase metade das mulheres não têm autonomia sobre os próprios corpos. 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Neste episódio do Elas com Elas, trazemos o debate da autonomia corporal a partir de um caso brasileiro: a demanda de planos de saúde e postos de saúde para que maridos autorizem mulheres casadas a colocarem o DIU, Dispositivo Intrauterino, um contraceptivo reversível, ou seja, que pode ser retirado.<br /><br />Disque ANS (para denúncias) - 0800 701 9656]]></itunes:summary><itunes:duration>3080</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#115 - Pobreza Menstrual</title><link>https://www.spreaker.com/episode/115-pobreza-menstrual--46740951</link><description><![CDATA[Dia 14 de setembro foi uma data importante para as pessoas que menstruam no Brasil: o Senado aprovou o projeto que prevê a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, para mulheres em situação de vulnerabilidade e para mulheres presas. A intenção é combater a pobreza ou precariedade menstrual, que é a falta de acesso a produtos de higiene, infraestrutura, informação e outros itens necessários ao período da menstruação. Iniciativas regionais – leis municipais ou estaduais – já existem, mas não há ainda uma política nacional para evitar que 30% da população brasileira, ou os 60 milhões de pessoas que menstruam, precisem usar jornal, miolo de pão, pedaços de pano ou até folhas de árvores durante o período que se repete mensalmente. Desde 2014, a Organização das Nações Unidas considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Mas é difícil pensar em políticas públicas quando o tema é tabu: quantas vezes você ouviu a palavra menstruação em público, em uma conversa aberta, sem eufemismos ou risadinhas? A pobreza menstrual é tema deste episódio do Elas com Elas.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46740951</guid><pubDate>Wed, 29 Sep 2021 12:29:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46740951/115_pobreza_menstrual.mp3" length="118632179" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Dia 14 de setembro foi uma data importante para as pessoas que menstruam no Brasil: o Senado aprovou o projeto que prevê a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, para mulheres em situação de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dia 14 de setembro foi uma data importante para as pessoas que menstruam no Brasil: o Senado aprovou o projeto que prevê a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, para mulheres em situação de vulnerabilidade e para mulheres presas. A intenção é combater a pobreza ou precariedade menstrual, que é a falta de acesso a produtos de higiene, infraestrutura, informação e outros itens necessários ao período da menstruação. Iniciativas regionais – leis municipais ou estaduais – já existem, mas não há ainda uma política nacional para evitar que 30% da população brasileira, ou os 60 milhões de pessoas que menstruam, precisem usar jornal, miolo de pão, pedaços de pano ou até folhas de árvores durante o período que se repete mensalmente. Desde 2014, a Organização das Nações Unidas considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Mas é difícil pensar em políticas públicas quando o tema é tabu: quantas vezes você ouviu a palavra menstruação em público, em uma conversa aberta, sem eufemismos ou risadinhas? 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E não é de hoje que arte e cultura baseiam os pilares de cuidados com a saúde mental. Atividades artísticas compõem, inclusive, o histórico de tratamentos e abordagens possíveis na assistência a quem tem doenças mentais graves. Neste episódio do Elas com Elas, é sobre esta combinação que vamos falar. As conversas que você vai ouvir aqui estão divididos em dois eixos, que vão se intercalar: as profissionais de saúde, que vão explicar a arte e a cultura no contexto do enfrentamento de quadros como depressão, ansiedade e outras doenças; e as profissionais das artes, que vão falar da saúde mental no contexto do acesso a exposições, a filmes, a livros e a espetáculos variados.<br /><br /><a href="https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus" rel="noopener">https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus</a> <br /><br />Mapa Saúde Mental - <a href="https://mapasaudemental.com.br/" rel="noopener">https://mapasaudemental.com.br/</a> <br /><br />CVV, Centro de Valorização da Vida – Telefone 188/ <a href="https://www.cvv.org.br/" rel="noopener">https://www.cvv.org.br/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46623232</guid><pubDate>Wed, 22 Sep 2021 04:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46623232/114_arte_cultura_e_saude_mental.mp3" length="88890000" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Uma pesquisa realizada pelo Itaú Cultural e pelo Instituto Datafolha mostrou que as atividades culturais deram uma ajuda e tanto para a saúde mental durante a pandemia: filmes, peças de teatro, clubes do livro e outros eventos, ainda que virtuais,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Itaú Cultural e pelo Instituto Datafolha mostrou que as atividades culturais deram uma ajuda e tanto para a saúde mental durante a pandemia: filmes, peças de teatro, clubes do livro e outros eventos, ainda que virtuais, melhoraram o clima nas casas, entre as famílias, e aliviaram os sentimentos de tristeza e de solidão. 54% das pessoas que responderam a pesquisa falaram da arte como companheira, abrandando o isolamento; 45% viram no acesso à cultura um alívio do estresse. 44% mencionaram uma melhora geral da qualidade de vida. E não é de hoje que arte e cultura baseiam os pilares de cuidados com a saúde mental. Atividades artísticas compõem, inclusive, o histórico de tratamentos e abordagens possíveis na assistência a quem tem doenças mentais graves. Neste episódio do Elas com Elas, é sobre esta combinação que vamos falar. As conversas que você vai ouvir aqui estão divididos em dois eixos, que vão se intercalar: as profissionais de saúde, que vão explicar a arte e a cultura no contexto do enfrentamento de quadros como depressão, ansiedade e outras doenças; e as profissionais das artes, que vão falar da saúde mental no contexto do acesso a exposições, a filmes, a livros e a espetáculos variados.<br /><br /><a href="https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus" rel="noopener">https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus</a> <br /><br />Mapa Saúde Mental - <a href="https://mapasaudemental.com.br/" rel="noopener">https://mapasaudemental.com.br/</a> <br /><br />CVV, Centro de Valorização da Vida – Telefone 188/ <a href="https://www.cvv.org.br/" rel="noopener">https://www.cvv.org.br/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>4154</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#113 - A Democratização do Acesso à Saúde Mental</title><link>https://www.spreaker.com/episode/113-a-democratizacao-do-acesso-a-saude-mental--46518120</link><description><![CDATA[Não é a primeira vez que o Elas com Elas abre a roda para esta conversa: a da saúde mental. Não só no episódio #83, que fala sobre a depressão, ou no #78, sobre prevenção ao suicídio. Em tantos outros temas, o cuidado e a assistência com a integralidade da saúde passam por esta mesa. É que, ainda que a pandemia tenha evidenciado a urgência em enfrentar as doenças mentais, este era um desafio anterior à disseminação do coronavírus. Talvez agora agravado, é verdade, mas já vivíamos, como país, ranqueados entre os primeiros no mundo na lista de doenças como depressão e ansiedade. Ainda engatinhamos em virar uma chave importante, a de reconhecer o acesso à saúde mental como um direito. Os que elaboram e executam políticas públicas ainda negligenciam o tema, e nós, cidadãs e cidadãos, ainda nos sentimos pouco à vontade para cobrar e até para procurar os serviços de assistência na área. Há gargalos na informação, na comunicação, no serviço, propriamente, e em tantos outros pontos que bloqueiam a democratização do acesso à saúde mental, tema deste episódio. Discutir esta democratização é bem mais do que falar em números. O acesso passa por ação, reflexão e revisão.<br /><br />Em episódios anteriores, o Elas com Elas descreveu e analisou as possibilidades de cuidado no SUS, o Sistema Único de Saúde. A rede de assistência começa na atenção básica e têm como importante porta de entrada os Centros de Atenção Psicossociais, os CAPS, que trabalham com foco no atendimento a quem tem doenças mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas. Na descrição do episódio, você encontra o link para um mapa que o Ministério da Saúde desenvolveu, listando os estabelecimentos da Rede de Assistência Psicossocial no país.<br /><br />Aqui, vamos trazer outros recortes para a discussão, refletindo sobre nossos principais desafios para a democratização do acesso e contando sobre quem atua na sociedade civil para ampliar esta abertura. Um reforço que vale sempre fazer e que você vai ouvir nesta primeira entrevista é que o trabalho de organizações e pessoas físicas não substitui, nem desobriga, o poder público de atuar. <br /><br /><a href="https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus" rel="noopener">https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus</a> <br /><br />Mapa Saúde Mental - <a href="https://mapasaudemental.com.br/" rel="noopener">https://mapasaudemental.com.br/</a> <br /><br />CVV, Centro de Valorização da Vida – Telefone 188/ <a href="https://www.cvv.org.br/" rel="noopener">https://www.cvv.org.br/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46518120</guid><pubDate>Wed, 15 Sep 2021 04:00:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46518120/113_acesso_a_saude_mental.mp3" length="70807968" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não é a primeira vez que o Elas com Elas abre a roda para esta conversa: a da saúde mental. Não só no episódio #83, que fala sobre a depressão, ou no #78, sobre prevenção ao suicídio. Em tantos outros temas, o cuidado e a assistência com a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não é a primeira vez que o Elas com Elas abre a roda para esta conversa: a da saúde mental. Não só no episódio #83, que fala sobre a depressão, ou no #78, sobre prevenção ao suicídio. Em tantos outros temas, o cuidado e a assistência com a integralidade da saúde passam por esta mesa. É que, ainda que a pandemia tenha evidenciado a urgência em enfrentar as doenças mentais, este era um desafio anterior à disseminação do coronavírus. Talvez agora agravado, é verdade, mas já vivíamos, como país, ranqueados entre os primeiros no mundo na lista de doenças como depressão e ansiedade. Ainda engatinhamos em virar uma chave importante, a de reconhecer o acesso à saúde mental como um direito. Os que elaboram e executam políticas públicas ainda negligenciam o tema, e nós, cidadãs e cidadãos, ainda nos sentimos pouco à vontade para cobrar e até para procurar os serviços de assistência na área. Há gargalos na informação, na comunicação, no serviço, propriamente, e em tantos outros pontos que bloqueiam a democratização do acesso à saúde mental, tema deste episódio. Discutir esta democratização é bem mais do que falar em números. O acesso passa por ação, reflexão e revisão.<br /><br />Em episódios anteriores, o Elas com Elas descreveu e analisou as possibilidades de cuidado no SUS, o Sistema Único de Saúde. A rede de assistência começa na atenção básica e têm como importante porta de entrada os Centros de Atenção Psicossociais, os CAPS, que trabalham com foco no atendimento a quem tem doenças mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas. Na descrição do episódio, você encontra o link para um mapa que o Ministério da Saúde desenvolveu, listando os estabelecimentos da Rede de Assistência Psicossocial no país.<br /><br />Aqui, vamos trazer outros recortes para a discussão, refletindo sobre nossos principais desafios para a democratização do acesso e contando sobre quem atua na sociedade civil para ampliar esta abertura. Um reforço que vale sempre fazer e que você vai ouvir nesta primeira entrevista é que o trabalho de organizações e pessoas físicas não substitui, nem desobriga, o poder público de atuar. <br /><br /><a href="https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus" rel="noopener">https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2020/dezembro/mapa-interativo-facilita-pesquisa-de-servicos-de-saude-mental-no-sus</a> <br /><br />Mapa Saúde Mental - <a href="https://mapasaudemental.com.br/" rel="noopener">https://mapasaudemental.com.br/</a> <br /><br />CVV, Centro de Valorização da Vida – Telefone 188/ <a href="https://www.cvv.org.br/" rel="noopener">https://www.cvv.org.br/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3382</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#112 - Contrate Grávidas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/112-contrate-gravidas--46364974</link><description><![CDATA[A maternidade e a carreira já foram pauta aqui no Elas com Elas – separadamente e juntas. Na ocasião em que abordamos este encontro, falamos sobre a lei que garante estabilidade às mulheres que engravidam por até cinco meses após o parto. Mas a conversa mostrava que a disposição das empresas ia só até aí mesmo. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas, feito com 247 mil mulheres, apontou a demissão de metade das mulheres que engravidaram até dois anos depois de terem um filho. Neste episódio, vamos voltar ao tema pegando gancho em uma campanha que estimula as empresas a contratarem mulheres grávidas. A ideia é gerar uma transformação cultural, fazer entender que maternidade e carreira não são concorrentes e que a maternidade ativa – bem como a paternidade ativa – são contribuições sociais imensuráveis.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46364974</guid><pubDate>Wed, 08 Sep 2021 04:00:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46364974/112_contrate_gravidas.mp3" length="75492048" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A maternidade e a carreira já foram pauta aqui no Elas com Elas – separadamente e juntas. Na ocasião em que abordamos este encontro, falamos sobre a lei que garante estabilidade às mulheres que engravidam por até cinco meses após o parto. Mas a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A maternidade e a carreira já foram pauta aqui no Elas com Elas – separadamente e juntas. Na ocasião em que abordamos este encontro, falamos sobre a lei que garante estabilidade às mulheres que engravidam por até cinco meses após o parto. Mas a conversa mostrava que a disposição das empresas ia só até aí mesmo. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas, feito com 247 mil mulheres, apontou a demissão de metade das mulheres que engravidaram até dois anos depois de terem um filho. Neste episódio, vamos voltar ao tema pegando gancho em uma campanha que estimula as empresas a contratarem mulheres grávidas. 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Junto com a adequação dos serviços oferecidos pelo Estado, plataformas de organizações da sociedade civil, de todas as regiões brasileiras, criaram ferramentas para a prevenção e o combate à violência, à distância. Aquelas que já tinham projetos virtuais ampliaram e intensificaram a atuação para atender o crescente número de vítimas, consequência do maior tempo em casa com seus agressores. Aqui você vai ouvir mulheres que ajudam outras mulheres. Além de contarem sobre as inciativas das quais fazem parte, elas explicam como a tecnologia pode ser uma aliada, mesmo que o Brasil ainda precise avançar em garantias e proteções básicas, anteriores. <br /><br />Lei Maria da Penha - <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" rel="noopener">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm</a> <br /><br />Cartilha para registro de BO online - <a href="https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf" rel="noopener">https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf</a> <br /><br />O Desfinanciamento da Proteção às Mulheres - <a href="https://lab.thinkolga.com/violencia-contra-as-mulheres/" rel="noopener">https://lab.thinkolga.com/violencia-contra-as-mulheres/</a> <br />ONG Think Olga - <a href="https://thinkolga.com/" rel="noopener">https://thinkolga.com/</a> <br /><br /><br />Telefone da Polícia Militar (para pedir ajuda no momento da agressão): 190<br />Telefone do Ligue Direitos Humanos (para registrar a denúncia): 180<br /><br />Aplicativos e plataformas:<br />Todos por Uma - <a href="https://todasporuma.com/" rel="noopener">https://todasporuma.com/</a> / @todasporumaapp (Instagram)<br />Projeto Justiceiras – Whatsapp: (11) 99639-1212 / justiceiras.org.br / @justiceirasoficial (Instagram)<br />Mete a Colher - meteacolher.org / @appmeteacolher (Instagram)<br />Instituto Glória – <a href="https://www.eusouagloria.com.br/" rel="noopener">https://www.eusouagloria.com.br/</a> @eusouagloria (Instagram)]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46285904</guid><pubDate>Wed, 01 Sep 2021 04:00:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46285904/111_tecnologia_e_viol_ncia_de_g_nero.mp3" length="121975852" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Neste episódio do podcast Elas com Elas, falamos sobre o uso da tecnologia para combater a violência contra as mulheres. 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Além de contarem sobre as inciativas das quais fazem parte, elas explicam como a tecnologia pode ser uma aliada, mesmo que o Brasil ainda precise avançar em garantias e proteções básicas, anteriores. <br /><br />Lei Maria da Penha - <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" rel="noopener">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm</a> <br /><br />Cartilha para registro de BO online - <a href="https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf" rel="noopener">https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf</a> <br /><br />O Desfinanciamento da Proteção às Mulheres - <a href="https://lab.thinkolga.com/violencia-contra-as-mulheres/" rel="noopener">https://lab.thinkolga.com/violencia-contra-as-mulheres/</a> <br />ONG Think Olga - <a href="https://thinkolga.com/" rel="noopener">https://thinkolga.com/</a> <br /><br /><br />Telefone da Polícia Militar (para pedir ajuda no momento da agressão): 190<br />Telefone do Ligue Direitos Humanos (para registrar a denúncia): 180<br /><br />Aplicativos e plataformas:<br />Todos por Uma - <a href="https://todasporuma.com/" rel="noopener">https://todasporuma.com/</a> / @todasporumaapp (Instagram)<br />Projeto Justiceiras – Whatsapp: (11) 99639-1212 / justiceiras.org.br / @justiceirasoficial (Instagram)<br />Mete a Colher - meteacolher.org / @appmeteacolher (Instagram)<br />Instituto Glória – <a href="https://www.eusouagloria.com.br/" rel="noopener">https://www.eusouagloria.com.br/</a> @eusouagloria (Instagram)]]></itunes:summary><itunes:duration>3812</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#110 - Mulheres que Investem</title><link>https://www.spreaker.com/episode/110-mulheres-que-investem--46217636</link><description><![CDATA[Em 2020, a Bolsa de Valores brasileira viu o número de pessoas físicas cadastradas crescer 92%, chegando a três milhões e 200 mil investidores. As mulheres são minoria, mas uma minoria crescente: subiu de 179 mil para 924 mil o total de CPFs femininos inscritos entre 2018 e março de 2021, hoje elas são 26% do total. O acesso à educação financeira, o alcance de mais postos de liderança, a conquista de remuneração melhor, a autonomia são alguns dos fatores que ajudam a explicar este aumento. A presença de mais mulheres trabalhando no mercado financeiro – ainda que devagar - e os bons resultados que elas trazem, também. Um estudo do banco Goldman Sachs mostrou que os fundos de ações geridos por mulheres tiveram desempenho melhor durante 2020 do que aqueles geridos por homens. No entanto, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais diz que só 6% das pessoas que tiraram a Certificação de Gestores de Carteiras, direcionada para quem quer trabalhar com carteira de investimentos e gestão de fundos, são mulheres. <br />A vida daquelas que querem ingressar nesse universo não é fácil, não. Levantamento da Women In Banking and Finance, uma organização sem fins lucrativos, e da London School of Economics constatou que os gestores tendem a fingir empatia ao gerenciar mulheres. E que elas precisavam mostrar excelência contínua para progredir, enquanto os homens têm mais espaço para cometerem erros. O relatório foi construído a partir de 79 entrevistas: mulheres que trabalham em bancos, consultorias, fintechs, gestoras de ativos e seguradoras de Londres. Neste episódio do podcast Elas com Elas, falamos sobre mulheres que investem e atuam no mercado de investimentos.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46217636</guid><pubDate>Wed, 25 Aug 2021 04:00:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46217636/110_mulheres_que_investem.mp3" length="109171255" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2020, a Bolsa de Valores brasileira viu o número de pessoas físicas cadastradas crescer 92%, chegando a três milhões e 200 mil investidores. As mulheres são minoria, mas uma minoria crescente: subiu de 179 mil para 924 mil o total de CPFs femininos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Em 2020, a Bolsa de Valores brasileira viu o número de pessoas físicas cadastradas crescer 92%, chegando a três milhões e 200 mil investidores. As mulheres são minoria, mas uma minoria crescente: subiu de 179 mil para 924 mil o total de CPFs femininos inscritos entre 2018 e março de 2021, hoje elas são 26% do total. O acesso à educação financeira, o alcance de mais postos de liderança, a conquista de remuneração melhor, a autonomia são alguns dos fatores que ajudam a explicar este aumento. A presença de mais mulheres trabalhando no mercado financeiro – ainda que devagar - e os bons resultados que elas trazem, também. Um estudo do banco Goldman Sachs mostrou que os fundos de ações geridos por mulheres tiveram desempenho melhor durante 2020 do que aqueles geridos por homens. No entanto, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais diz que só 6% das pessoas que tiraram a Certificação de Gestores de Carteiras, direcionada para quem quer trabalhar com carteira de investimentos e gestão de fundos, são mulheres. <br />A vida daquelas que querem ingressar nesse universo não é fácil, não. Levantamento da Women In Banking and Finance, uma organização sem fins lucrativos, e da London School of Economics constatou que os gestores tendem a fingir empatia ao gerenciar mulheres. E que elas precisavam mostrar excelência contínua para progredir, enquanto os homens têm mais espaço para cometerem erros. O relatório foi construído a partir de 79 entrevistas: mulheres que trabalham em bancos, consultorias, fintechs, gestoras de ativos e seguradoras de Londres. 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Essa tensão, ora entre o outro e eu, ora entre os outros e eu, ora entre nós e os outros, ora entre mim e mim mesma dá uma exaustão danada. Mas pode ser construtiva, se conseguirmos desenvolver e aprimorar ferramentas para isso. Quem tem medo de conflito? Talvez mais fácil seria perguntar: alguém não tem? A palavra assusta, remete a ruptura, destruição. Mas precisa ser assim? Neste episódio do Elas com Elas, duas mulheres nos ajudam a pensar de que maneira e em que contextos o conflito pode ser positivo, pode trazer transformações, melhorias.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46130700</guid><pubDate>Wed, 18 Aug 2021 04:00:06 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46130700/109_medo_de_conflitos.mp3" length="88000786" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Um choque ou um enfrentamento que vem da diferença, da falta de entendimento, da ausência de consenso. O conflito nos acompanha desde que nascemos. Ele vai mudando de forma, de intensidade, de dimensão, mas está sempre ali, como um sussurro constante...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Um choque ou um enfrentamento que vem da diferença, da falta de entendimento, da ausência de consenso. O conflito nos acompanha desde que nascemos. Ele vai mudando de forma, de intensidade, de dimensão, mas está sempre ali, como um sussurro constante que nos lembra que tudo precisa ser negociado: nosso espaço, nossos limites, nossos objetivos. Essa tensão, ora entre o outro e eu, ora entre os outros e eu, ora entre nós e os outros, ora entre mim e mim mesma dá uma exaustão danada. Mas pode ser construtiva, se conseguirmos desenvolver e aprimorar ferramentas para isso. Quem tem medo de conflito? Talvez mais fácil seria perguntar: alguém não tem? A palavra assusta, remete a ruptura, destruição. Mas precisa ser assim? Neste episódio do Elas com Elas, duas mulheres nos ajudam a pensar de que maneira e em que contextos o conflito pode ser positivo, pode trazer transformações, melhorias.]]></itunes:summary><itunes:duration>2750</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#108 - 15 anos de Lei Maria da Penha</title><link>https://www.spreaker.com/episode/108-15-anos-de-lei-maria-da-penha--46042610</link><description><![CDATA[A cada minuto do último ano, 25 mulheres foram ofendidas, agredidas física e/ou sexualmente, ou ameaçadas no Brasil. Estes são números da pesquisa realizada pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), que mostrou que 15% das brasileiras com 16 anos ou mais relataram ter experimentado algum tipo de violência psicológica, física ou sexual por parentes, ou companheiros e ex-companheiros durante a pandemia. São 13,4 milhões de brasileiras que encontraram em casa um risco à vida e à dignidade. Os índices são maiores entre mulheres de 35 a 44 anos (8%), pretas e pardas (7%) e com ensino fundamental (11%) – o que coincide com o perfil das vítimas de feminicídio no país, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. <br /><br />Apesar dos números alarmantes, a projeção de quem estuda o tema é de que estaríamos em um cenário ainda mais grave caso não existisse a Lei Maria da Penha, que foi um marco na conquista dos direitos das mulheres no Brasil. A lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, foi construída com amplo debate público, com a participação de grupos diversos da sociedade civil. Neste episódio do Elas com Elas, fazemos um balanço dos 15 anos de Lei Maria da Penha, debatendo os avanços conquistados nesta década e meia e os desafios que ainda temos pela frente para que a lei, considerada pela ONU uma das três melhores do mundo no combate à violência contra a mulher, ainda saia integralmente do papel.<br /><br /><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" rel="noopener">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm</a> <br /><br /><a href="https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf" rel="noopener">https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/46042610</guid><pubDate>Wed, 11 Aug 2021 04:00:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/46042610/108_15_anos_maria_da_penha.mp3" length="157251608" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A cada minuto do último ano, 25 mulheres foram ofendidas, agredidas física e/ou sexualmente, ou ameaçadas no Brasil. Estes são números da pesquisa realizada pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), que mostrou que 15% das brasileiras com 16...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A cada minuto do último ano, 25 mulheres foram ofendidas, agredidas física e/ou sexualmente, ou ameaçadas no Brasil. Estes são números da pesquisa realizada pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), que mostrou que 15% das brasileiras com 16 anos ou mais relataram ter experimentado algum tipo de violência psicológica, física ou sexual por parentes, ou companheiros e ex-companheiros durante a pandemia. São 13,4 milhões de brasileiras que encontraram em casa um risco à vida e à dignidade. Os índices são maiores entre mulheres de 35 a 44 anos (8%), pretas e pardas (7%) e com ensino fundamental (11%) – o que coincide com o perfil das vítimas de feminicídio no país, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. <br /><br />Apesar dos números alarmantes, a projeção de quem estuda o tema é de que estaríamos em um cenário ainda mais grave caso não existisse a Lei Maria da Penha, que foi um marco na conquista dos direitos das mulheres no Brasil. A lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, foi construída com amplo debate público, com a participação de grupos diversos da sociedade civil. Neste episódio do Elas com Elas, fazemos um balanço dos 15 anos de Lei Maria da Penha, debatendo os avanços conquistados nesta década e meia e os desafios que ainda temos pela frente para que a lei, considerada pela ONU uma das três melhores do mundo no combate à violência contra a mulher, ainda saia integralmente do papel.<br /><br /><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" rel="noopener">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm</a> <br /><br /><a href="https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf" rel="noopener">https://www.policiacivil.sp.gov.br/portal/imagens/GUIA_DEL_ELETRONICA_VIOLENCIA%20DOMESTICA.pdf</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>4915</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#107 - Trabalhadoras do Transporte Público</title><link>https://www.spreaker.com/episode/107-trabalhadoras-do-transporte-publico--45956423</link><description><![CDATA[Este episódio do Elas com Elas conta a história de trabalhadoras do transporte público brasileiro em várias regiões do Brasil. A reportagem é um convite para você mudar os óculos. Porque muito provavelmente você que nos ouve faz ou já fez algum deslocamento usando veículos públicos, coletivos. Mas quantas vezes nestes espaços você foi guiada, conduzida, orientada por mulheres? Especialmente em algumas funções, como aquelas que propõem assumir o volante – ou a condução – do veículo, o ambiente ainda é muito masculino. Você já pensou sobre estas trabalhadoras? Profissionais que não costumam ser lembradas – a menos quando os ônibus, os trens, o metrô... têm problemas. Apesar da invisibilidade, no entanto, estas mulheres estiveram desde o início da pandemia na linha de frente, conduzindo um serviço essencial, que não parou. Neste episódio, falamos sobre representatividade, sobre assédio, sobre ocupação de espaços com as trabalhadoras que nos levam pra cima e pra baixo nos veículos coletivos. Vem!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45956423</guid><pubDate>Wed, 04 Aug 2021 04:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45956423/107_trabalhadoras_do_transporte.mp3" length="113772985" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Este episódio do Elas com Elas conta a história de trabalhadoras do transporte público brasileiro em várias regiões do Brasil. A reportagem é um convite para você mudar os óculos. Porque muito provavelmente você que nos ouve faz ou já fez algum...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Este episódio do Elas com Elas conta a história de trabalhadoras do transporte público brasileiro em várias regiões do Brasil. A reportagem é um convite para você mudar os óculos. Porque muito provavelmente você que nos ouve faz ou já fez algum deslocamento usando veículos públicos, coletivos. Mas quantas vezes nestes espaços você foi guiada, conduzida, orientada por mulheres? Especialmente em algumas funções, como aquelas que propõem assumir o volante – ou a condução – do veículo, o ambiente ainda é muito masculino. Você já pensou sobre estas trabalhadoras? Profissionais que não costumam ser lembradas – a menos quando os ônibus, os trens, o metrô... têm problemas. Apesar da invisibilidade, no entanto, estas mulheres estiveram desde o início da pandemia na linha de frente, conduzindo um serviço essencial, que não parou. Neste episódio, falamos sobre representatividade, sobre assédio, sobre ocupação de espaços com as trabalhadoras que nos levam pra cima e pra baixo nos veículos coletivos. 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Mas a análise qualitativa da jornada dos empreendedores deixa clara que homens e mulheres chegam a pontos diferentes do processo e também encontram obstáculos diferentes pelo caminho. Apesar de haver maior equidade de gênero (as mulheres estão presentes em 67% dos negócios mapeados), elas recebem menos investimentos e têm mais dificuldade em ver o negócio amadurecer. Das empresas fundadas apenas por mulheres ou as que têm maioria de mulheres no quadro societário, apenas 25% conseguiram investimentos. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre o cenário dos negócios de impacto para as mulheres brasileiras.<br /><br /><a href="https://mapa2021.pipelabo.com/" rel="noopener">https://mapa2021.pipelabo.com/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45862153</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2021 04:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45862153/106_neg_cios_sociais.mp3" length="126252411" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Desde 2017, a Pipe.Social, organização que desenvolve estudos sobre o setor de impacto socioambiental no Brasil, publica a cada dois anos um mapa deste ecossistema por aqui. 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Das empresas fundadas apenas por mulheres ou as que têm maioria de mulheres no quadro societário, apenas 25% conseguiram investimentos. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre o cenário dos negócios de impacto para as mulheres brasileiras.<br /><br /><a href="https://mapa2021.pipelabo.com/" rel="noopener">https://mapa2021.pipelabo.com/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3946</itunes:duration><itunes:keywords>empreendedorismo,feminismo,impacto,mulheres,negócios,socioambiental</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#105 - Trabalho Escravo Contemporâneo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/105-trabalho-escravo-contemporaneo--45127224</link><description><![CDATA[O Elas com Elas te convida hoje para um olhar cuidadoso para o tema do trabalho escravo contemporâneo. No Brasil, entre 1995 e 2020, mais de 55 mil pessoas foram libertadas de condições de trabalho análogas à escravidão, segundo o Radar da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho, vinculada à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. A maioria migrantes internos ou externos. Os dez municípios com maior número de casos de trabalho escravo do Brasil estão na Amazônia, oito deles no Pará. Em 2013, houve uma virada. Pela primeira vez, a maioria dos casos de trabalho análogo à escravidão ocorreu em ambiente urbano, principalmente em setores como a construção civil e o de confecções. O episódio reúne mulheres para refletir sobre onde precisamos avançar e o que podemos fazer para romper este ciclo.<br /><br />Se você desconfiar de uma situação de trabalho escravo, pode denunciar por telefone no Disque 100. Na página do Sistema Ipê, da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho do governo federal, também é possível denunciar de maneira anônima (<a href="https://ipe.sit.trabalho.gov.br/)" rel="noopener">https://ipe.sit.trabalho.gov.br/)</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45127224</guid><pubDate>Wed, 02 Jun 2021 04:00:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45127224/105_trabalho_escravo_contempor_neo.mp3" length="215761714" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Elas com Elas te convida hoje para um olhar cuidadoso para o tema do trabalho escravo contemporâneo. 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O episódio reúne mulheres para refletir sobre onde precisamos avançar e o que podemos fazer para romper este ciclo.<br /><br />Se você desconfiar de uma situação de trabalho escravo, pode denunciar por telefone no Disque 100. Na página do Sistema Ipê, da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho do governo federal, também é possível denunciar de maneira anônima (<a href="https://ipe.sit.trabalho.gov.br/)" rel="noopener">https://ipe.sit.trabalho.gov.br/)</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>6743</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#104 - Violência contra Crianças</title><link>https://www.spreaker.com/episode/104-violencia-contra-criancas--45026088</link><description><![CDATA["É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão."<br /><br />O artigo 227 da Constituição brasileira é bem claro ao atribuir a responsabilidade pela bem-estar das crianças a todos nós. Mas os números da violência mostram que não temos sido assertivos e eficientes em assumir este compromisso. Depois da morte de Henry Borel, no Rio de Janeiro, vítima da violência dentro de casa, o tema ganhou espaço e as reflexões viraram pauta. No caso de Henry, o padrasto, Jairinho, até aquele momento vereador carioca, e a mãe dele, Monique, são suspeitos pelo crime. Na última década, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, as agressões por meios não especificados foram causa de 451 mortes de crianças até 4 anos de idade, como Henry. 254 morreram por agressões com objetos contundentes. 164 foram mortas com objetos cortantes ou penetrantes e 190 foram vítimas de síndromes de maus-tratos. Um ponto em comum? A cronicidade da violência. As mortes de crianças vítimas de agressões, de maus-tratos e de negligência não costumam vir em episódio pontuais, pelo contrário. Vêm depois de um longo período de abusos. Em mais de 80% dos casos os agressores são os pais e as mães, que deveriam ser os guardiões primeiros destes sujeitos tão vulneráveis. Se considerarmos crianças e adolescentes de até 19 anos, a estatística é devastadora: entre 2010 e 2020, foram 103.149 mortes por agressões de tipos variados.<br />Ouvindo as especialistas deste episódio, o convite que fica é o encararmos a violência como algo estrutural, só assim poderemos enfrentá-la de maneira efetiva. Também fica evidente a necessidade de virar uma chave, para que deixemos de pensar a violência como uma questão de segurança pública e passemos a enfrenta-la com a complexidade que ela merece, como uma questão de saúde pública, de assistência social e de tantas outras competências. Em especial no caso de crianças e adolescentes, que estão se formando física e mentalmente, as agressões de toda natureza têm o efeito de uma doença crônica.<br /><br />Importante: se você suspeita que uma criança está sendo vítima de maus-tratos, você pode denunciar o caso aos conselhos tutelares, às polícias Civil e Militar, ao Ministério Público, aos Centros de Referência Especializados em Assistência Social (CREA) e também pelo canal Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Nos municípios menores, um desafio: a rede de assistência é pequena, às vezes inexistente, mas as delegacias também têm o compromisso de acolher e encaminhar as denúncias.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/45026088</guid><pubDate>Wed, 26 May 2021 04:00:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45026088/104_viol_ncia_contra_crian_as.mp3" length="170656394" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>"É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA["É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão."<br /><br />O artigo 227 da Constituição brasileira é bem claro ao atribuir a responsabilidade pela bem-estar das crianças a todos nós. Mas os números da violência mostram que não temos sido assertivos e eficientes em assumir este compromisso. Depois da morte de Henry Borel, no Rio de Janeiro, vítima da violência dentro de casa, o tema ganhou espaço e as reflexões viraram pauta. No caso de Henry, o padrasto, Jairinho, até aquele momento vereador carioca, e a mãe dele, Monique, são suspeitos pelo crime. Na última década, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, as agressões por meios não especificados foram causa de 451 mortes de crianças até 4 anos de idade, como Henry. 254 morreram por agressões com objetos contundentes. 164 foram mortas com objetos cortantes ou penetrantes e 190 foram vítimas de síndromes de maus-tratos. Um ponto em comum? A cronicidade da violência. As mortes de crianças vítimas de agressões, de maus-tratos e de negligência não costumam vir em episódio pontuais, pelo contrário. Vêm depois de um longo período de abusos. Em mais de 80% dos casos os agressores são os pais e as mães, que deveriam ser os guardiões primeiros destes sujeitos tão vulneráveis. Se considerarmos crianças e adolescentes de até 19 anos, a estatística é devastadora: entre 2010 e 2020, foram 103.149 mortes por agressões de tipos variados.<br />Ouvindo as especialistas deste episódio, o convite que fica é o encararmos a violência como algo estrutural, só assim poderemos enfrentá-la de maneira efetiva. Também fica evidente a necessidade de virar uma chave, para que deixemos de pensar a violência como uma questão de segurança pública e passemos a enfrenta-la com a complexidade que ela merece, como uma questão de saúde pública, de assistência social e de tantas outras competências. Em especial no caso de crianças e adolescentes, que estão se formando física e mentalmente, as agressões de toda natureza têm o efeito de uma doença crônica.<br /><br />Importante: se você suspeita que uma criança está sendo vítima de maus-tratos, você pode denunciar o caso aos conselhos tutelares, às polícias Civil e Militar, ao Ministério Público, aos Centros de Referência Especializados em Assistência Social (CREA) e também pelo canal Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. 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Sempre foi assim ou isso foi mudando? Você repara a mesma coisa nas outras pessoas? Muitas perguntas, né... é que no episódio de hoje vamos tentar responder se somos ou não somos o nosso trabalho. Dado que estamos em um mundo capitalista, que o trabalho tem centralidade em nossa vida, será que dá para desassociar a nossa identidade do que está no nosso crachá? Bem, e quando fazemos um trabalho que não é reconhecido como trabalho, inclusive nem crachá tem, o que nos define? Acrescento ainda mais uma camada: em um país com 14 milhões de desempregados e desempregadas, em que a informalidade é crescente e poder escolher o trabalho, a profissão, é um baita privilégio, o que significa ser definido pelo que fazemos? Bem, eu não tenho as respostas, não. Mas tenho outras tantas perguntas. E convidei mulheres que, essas, sim, trazem respostas.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44875070</guid><pubDate>Wed, 19 May 2021 04:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44875070/103_n_o_sou_o_meu_trabalho.mp3" length="167798390" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Quando você se apresenta, o que você diz às pessoas? Se você fosse uma convidada do Elas com Elas e eu te fizesse a pergunta que faço a todo mundo que passa pela mesa – quem é você?, o que você diria? Quanto da sua apresentação costuma ser dedicada à...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Quando você se apresenta, o que você diz às pessoas? Se você fosse uma convidada do Elas com Elas e eu te fizesse a pergunta que faço a todo mundo que passa pela mesa – quem é você?, o que você diria? 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E bloqueou as perspectivas de outros, que não conseguiram concluir o ensino médio ou, ainda que tenham concluído, adiaram o desejo de completar o ensino superior pela necessidade urgente de sobrevivência. O episódio desta semana do podcast Elas com Elas fala sobre a pandemia e as desigualdades na universidade. Convidamos mulheres envolvidas de várias maneiras na educação superior para trazerem suas perspectivas. Você vai ouvir professoras, estudantes, pesquisadoras, gestoras, representantes de categorias - de universidades públicas e de universidades privadas.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44760774</guid><pubDate>Wed, 12 May 2021 04:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44760774/102_universidades_e_pandemia_teste_1.mp3" length="228896081" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A ampliação do acesso ao ensino superior, a que o Brasil vinha assistindo nas últimas décadas, retrocedeu na pandemia. As desigualdades também se agravaram na universidade. O ensino remoto e a crise econômica, que obrigou mais gente a cortar despesas,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A ampliação do acesso ao ensino superior, a que o Brasil vinha assistindo nas últimas décadas, retrocedeu na pandemia. As desigualdades também se agravaram na universidade. O ensino remoto e a crise econômica, que obrigou mais gente a cortar despesas, deixou pelo caminho jovens que já tinham ingressado na faculdade. E bloqueou as perspectivas de outros, que não conseguiram concluir o ensino médio ou, ainda que tenham concluído, adiaram o desejo de completar o ensino superior pela necessidade urgente de sobrevivência. O episódio desta semana do podcast Elas com Elas fala sobre a pandemia e as desigualdades na universidade. Convidamos mulheres envolvidas de várias maneiras na educação superior para trazerem suas perspectivas. Você vai ouvir professoras, estudantes, pesquisadoras, gestoras, representantes de categorias - de universidades públicas e de universidades privadas.]]></itunes:summary><itunes:duration>14306</itunes:duration><itunes:keywords>desigualdades,educação,pandemia,universidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#101 - Fome e Insegurança Alimentar no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/101-fome-e-inseguranca-alimentar-no-brasil--44628480</link><description><![CDATA[O Brasil voltou para o mapa da fome. A Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional apontou mais de 116 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar ou passando fome no Brasil em 2020. Deste total, cerca de 43 milhões não tinham alimentos em quantidade suficiente e 19 milhões de pessoas estavam passando fome - é maior taxa desde 2004 e quase o dobro do registrado em 2018, quando o IBGE identificou 10 milhões de brasileiros nessa situação. Uma pesquisa coordenada pelo Grupo de Pesquisa Alimento para Justiça: Poder, Política e Desigualdades Alimentares na Bioeconomia, da Freie Universität Berlin, da Alemanha, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade de Brasília (UnB) entrevistou famílias brasileiras e encontrou 59% dos domicílios em situação de insegurança alimentar. Há as pessoas que estão passando fome e aquelas que estão reduzindo qualidade e quantidade nas refeições. Na pesquisa, por exemplo, parte dos entrevistados contou ter diminuído o consumo de alimentos importantes para a dieta regular: 44% reduziram o consumo de carnes e 41%, o consumo de frutas. A extrema pobreza brasileira tem cara: são mulheres de periferia, chefes de família, negras e com baixo nível de escolaridade. Apesar de estarem em todo o país, nas regiões Norte e Nordeste há mais gente passando fome. O problema é histórico, mas o Brasil já soube como evitar o cruzamento da linha da segurança alimentar. Durante a pandemia, andamos para trás. Neste episódio do Elas com Elas, é disso que falamos, de quem está com dificuldade de colocar comida na mesa.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44628480</guid><pubDate>Wed, 05 May 2021 04:00:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44628480/101_fome_e_inseguran_a_alimentar.mp3" length="185481407" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Brasil voltou para o mapa da fome. 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Uma pesquisa coordenada pelo Grupo de Pesquisa Alimento para Justiça: Poder, Política e Desigualdades Alimentares na Bioeconomia, da Freie Universität Berlin, da Alemanha, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade de Brasília (UnB) entrevistou famílias brasileiras e encontrou 59% dos domicílios em situação de insegurança alimentar. Há as pessoas que estão passando fome e aquelas que estão reduzindo qualidade e quantidade nas refeições. Na pesquisa, por exemplo, parte dos entrevistados contou ter diminuído o consumo de alimentos importantes para a dieta regular: 44% reduziram o consumo de carnes e 41%, o consumo de frutas. A extrema pobreza brasileira tem cara: são mulheres de periferia, chefes de família, negras e com baixo nível de escolaridade. Apesar de estarem em todo o país, nas regiões Norte e Nordeste há mais gente passando fome. O problema é histórico, mas o Brasil já soube como evitar o cruzamento da linha da segurança alimentar. Durante a pandemia, andamos para trás. Neste episódio do Elas com Elas, é disso que falamos, de quem está com dificuldade de colocar comida na mesa.]]></itunes:summary><itunes:duration>5797</itunes:duration><itunes:keywords>alimentação,desigualdades,feminismo,fome,pandemia,pobreza</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#100 - Algoritmos e Robôs Transformando Padrões</title><link>https://www.spreaker.com/episode/100-algoritmos-e-robos-transformando-padroes--44497707</link><description><![CDATA[Os algoritmos, a inteligência artificial, os robôs estão nas manchetes de jornal. Em várias áreas, de vários jeitos. São tecnologias cada mais sofisticadas e, podemos dizer, inteligentes. A máquina que aprende sozinha é uma realidade. Mas ela não aprende do nada, o processo começa com uma pessoa. E pessoas, você sabe, têm questões, têm preferências, têm preconceitos. Então não dá muito para pensar em uma tecnologia neutra e isso tem implicações. No episódio desta semana do Elas com Elas, vamos debater se algoritmos e robôs podem contribuir para transformar padrões sociais, para apontar os problemas nos comportamentos que reproduzimos. Vamos olhar duas pontas: de um lado, a produção da tecnologia, como ela é pensada, como ela é desenvolvida e como ela reproduz racismo, machismo, homofobia e um tanto de vieses; de outro lado, como ela é usada, como são as interações de quem depende destes recursos ou escolhe usá-los. Se a inteligência artificial aprende partindo de premissas humanas, por onde ela começa esse percurso de aprendizado? E se a inteligência artificial também aprende trabalhando, a partir das interações com usuários e usuárias, o que ela anda aprendendo? Os impactos na nossa vida são vários, e na construção de uma sociedade mais igualitária, menos violenta e mais justa também.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44497707</guid><pubDate>Wed, 28 Apr 2021 04:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44497707/100_algoritmos_e_intelig_ncia_artificial.mp3" length="241772150" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Os algoritmos, a inteligência artificial, os robôs estão nas manchetes de jornal. Em várias áreas, de vários jeitos. São tecnologias cada mais sofisticadas e, podemos dizer, inteligentes. A máquina que aprende sozinha é uma realidade. Mas ela não...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Os algoritmos, a inteligência artificial, os robôs estão nas manchetes de jornal. Em várias áreas, de vários jeitos. São tecnologias cada mais sofisticadas e, podemos dizer, inteligentes. A máquina que aprende sozinha é uma realidade. Mas ela não aprende do nada, o processo começa com uma pessoa. E pessoas, você sabe, têm questões, têm preferências, têm preconceitos. Então não dá muito para pensar em uma tecnologia neutra e isso tem implicações. No episódio desta semana do Elas com Elas, vamos debater se algoritmos e robôs podem contribuir para transformar padrões sociais, para apontar os problemas nos comportamentos que reproduzimos. Vamos olhar duas pontas: de um lado, a produção da tecnologia, como ela é pensada, como ela é desenvolvida e como ela reproduz racismo, machismo, homofobia e um tanto de vieses; de outro lado, como ela é usada, como são as interações de quem depende destes recursos ou escolhe usá-los. 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Vamos discutir democracia. Primeiro, vou te contar o que o dicionário define como deliberação: 1- debate com o objetivo de resolver algum impasse ou tomar uma decisão. 2. questionamento, reflexão tendo em vista a resolução de um problema ou o planejamento de uma atitude. Certo, isso já nos dá pistas para entender o que é a democracia deliberativa. Mas antes de partir pro debate, uma segunda apresentação se faz necessária: vou te contar rapidinho de um alemão chamado Jürgen Habermas. Ele é filósofo, sociólogo, nasceu em 1929 e tá vivo, ativo, escrevendo, pensando. Por que eu estou falando dele? Porque ele é bem importante nessa proposta de democracia deliberativa e, como propositor do modelo, vai aparecer em algumas conversas de hoje. Eu vou me arriscar numa simplificação, peço desculpas às especialistas se eu exagerar nos termos leigos, mas as entrevistas que vêm na sequência vão deixar tudo em boas mãos. Bom, pra entender um ponto importante do que Habermas propõe, imagine a sociedade como uma estrada com duas mãos. De um lado, circulam informações especializadas, técnicas. De outro, o senso comum, as informações gerais que circulam de boca em boca, a partir das nossas experiências. Para chegar a um lugar de resoluções, precisamos de uma intersecção entre as duas mãos da pista – talvez uma rotatória, onde a informação especializada possa se encontrar com a linguagem comum, sendo traduzida, virando palatável para quem não é especialista; e a informação geral, que circula na esfera pública, ganha embasamento especializado, para que as experiências das pessoas, as demandas vindas das nossas vivências, tenham respaldo técnico. Quando esse encontro acontece, temos a possibilidade de usar a linguagem comum para ajudar a construir políticas, para guiar ações do Estado. Essa ideia é que vai moldar as experiências que você vai conhecer aqui e que vão nos ajudar com reflexões sobre a ampliação da participação cidadã na nossa democracia. Vem com a gente!]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44410964</guid><pubDate>Wed, 21 Apr 2021 04:00:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44410964/99_democracia_deliberativa_e_participa_o_cidad_vale.mp3" length="250724835" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Par a conversa de hoje, vamos fazer algumas apresentações. Neste episódio, vamos falar de política e de cidadania. Vamos discutir democracia. Primeiro, vou te contar o que o dicionário define como deliberação: 1- debate com o objetivo de resolver...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Par a conversa de hoje, vamos fazer algumas apresentações. Neste episódio, vamos falar de política e de cidadania. Vamos discutir democracia. Primeiro, vou te contar o que o dicionário define como deliberação: 1- debate com o objetivo de resolver algum impasse ou tomar uma decisão. 2. questionamento, reflexão tendo em vista a resolução de um problema ou o planejamento de uma atitude. Certo, isso já nos dá pistas para entender o que é a democracia deliberativa. Mas antes de partir pro debate, uma segunda apresentação se faz necessária: vou te contar rapidinho de um alemão chamado Jürgen Habermas. Ele é filósofo, sociólogo, nasceu em 1929 e tá vivo, ativo, escrevendo, pensando. Por que eu estou falando dele? Porque ele é bem importante nessa proposta de democracia deliberativa e, como propositor do modelo, vai aparecer em algumas conversas de hoje. Eu vou me arriscar numa simplificação, peço desculpas às especialistas se eu exagerar nos termos leigos, mas as entrevistas que vêm na sequência vão deixar tudo em boas mãos. Bom, pra entender um ponto importante do que Habermas propõe, imagine a sociedade como uma estrada com duas mãos. De um lado, circulam informações especializadas, técnicas. De outro, o senso comum, as informações gerais que circulam de boca em boca, a partir das nossas experiências. Para chegar a um lugar de resoluções, precisamos de uma intersecção entre as duas mãos da pista – talvez uma rotatória, onde a informação especializada possa se encontrar com a linguagem comum, sendo traduzida, virando palatável para quem não é especialista; e a informação geral, que circula na esfera pública, ganha embasamento especializado, para que as experiências das pessoas, as demandas vindas das nossas vivências, tenham respaldo técnico. Quando esse encontro acontece, temos a possibilidade de usar a linguagem comum para ajudar a construir políticas, para guiar ações do Estado. 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Mas sua reprodutibilidade não a deixou menos verdadeira. Simone de Beauvoir alerta para a necessidade de vigilância constante, porque os direitos não são permanentes. Os retrocessos aparecem quando a conjuntura aperta. Imagine, então, quando as crises são sobrepostas: política, econômica, religiosa, sanitária... tudo junto. Neste episódio do Elas com Elas convidamos mulheres para nos ajudarem a pensar de que maneira a pandemia no Brasil de 2021 gerou crises que já abalam garantias e direitos das mulheres. Tentamos entender como a ocupação de espaços por mulheres – em especial de espaços de poder – fica comprometida no atual cenário e em que medida esses retrocessos atingem mulheres diferentes.]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/44322539</guid><pubDate>Wed, 14 Apr 2021 04:00:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44322539/98_crises_e_perdas_de_direitos.mp3" length="200559702" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>“Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados.” A frase virou pop. Estampa camisetas, bolsas, bottons e adesivos. Mas sua reprodutibilidade não a deixou menos verdadeira. Simone de Beauvoir...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[“Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados.” A frase virou pop. 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Você começa uma relação – ou as vezes nem começa – e de repente a outra pessoa some sem dar satisfações. Para de responder, ignora as ligações telefônicas, não vê mais suas mensagens nas redes sociais, nem no celular, nem em nada. Te ignora completamente. Não é de hoje, não. Este é um comportamento antigo, um término que não é bem um término. Afinal, quando acaba a gente diz que acaba, né? Ou não? No ghosting, não. Não tem palavra, é puro silêncio. Quem ficou que lute. Neste episódio do Elas com Elas, a gente olha pra esse comportamento, tentando entender por que ele ficou mais recorrente, ainda que não tenha nascido agora. Tem algo a ver com o uso de aplicativos de relacionamento? Como a responsabilidade afetiva entra nessa história? Vem!]]></description><guid isPermaLink="false">c69c1853-7aca-4db3-a3ac-73d3977f42bb</guid><pubDate>Wed, 07 Apr 2021 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44234078/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_3_6_2b7e0e83_8ffc_f0e4_1637_f8305633cb3c.mp3" length="141217021" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Uma palavra em inglês para algo que a gente conhece há muito tempo: ghosting. Sabe o que é? Vem de ghost, fantasma. O ghosting é o sumiço de alguém com quem você se envolveu – ou nem se envolveu ainda. Repentino, sem explicações, só dar um perdido,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Uma palavra em inglês para algo que a gente conhece há muito tempo: ghosting. Sabe o que é? Vem de ghost, fantasma. O ghosting é o sumiço de alguém com quem você se envolveu – ou nem se envolveu ainda. Repentino, sem explicações, só dar um perdido, dar o fora, desaparecer. Você começa uma relação – ou as vezes nem começa – e de repente a outra pessoa some sem dar satisfações. Para de responder, ignora as ligações telefônicas, não vê mais suas mensagens nas redes sociais, nem no celular, nem em nada. Te ignora completamente. Não é de hoje, não. Este é um comportamento antigo, um término que não é bem um término. Afinal, quando acaba a gente diz que acaba, né? Ou não? No ghosting, não. Não tem palavra, é puro silêncio. Quem ficou que lute. Neste episódio do Elas com Elas, a gente olha pra esse comportamento, tentando entender por que ele ficou mais recorrente, ainda que não tenha nascido agora. Tem algo a ver com o uso de aplicativos de relacionamento? Como a responsabilidade afetiva entra nessa história? 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Ela descobriu o montanhismo e agora pode ser a primeira mulher negra a chegar ao topo do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, com quase nove mil metros de altura. O dia de lançamento deste episódio é a véspera do embarque de Aretha para o Nepal. Ela já esteve por lá em 2013, no campo base da montanha, a mais de 5 mil metros de altura. Agora vai subir mais e completar a rota. Até hoje 25 brasileiros chegaram ao topo do Everest – cinco eram mulheres. Uma missão que custa caro e, para fazê-la acontecer, Aretha tirou do papel outro projeto transformador, baseado na reciclagem de lixo. A ideia de chegar ao topo do mundo extrapolou altitudes e acabou virando bem mais do que isso. Simbólico, né, ver uma mulher negra e periférica chegar a esse cume? Vamos ouvir a Aretha, que tem muito para nos contar. Vem!]]></description><guid isPermaLink="false">3fc4054b-3504-4dda-baa3-2e61b83ac1bb</guid><pubDate>Wed, 31 Mar 2021 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44125708/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_2_29_a344fcb2_c3c2_0cec_b67f_f8bfec427ac5.mp3" length="69391572" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Este é um daqueles episódios em que o Elas com Elas para pra conhecer uma pessoa, uma história. Para ouvir uma mulher. Seja pelo trabalho, pela pesquisa, pela vivência, pela reflexão, pela iniciativa, são mulheres que transformam o mundo – como tantas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Este é um daqueles episódios em que o Elas com Elas para pra conhecer uma pessoa, uma história. Para ouvir uma mulher. Seja pelo trabalho, pela pesquisa, pela vivência, pela reflexão, pela iniciativa, são mulheres que transformam o mundo – como tantas e tantas que você ouve semanalmente por aqui. Desta vez, vamos conhecer a Aretha Duarte, uma educadora física, a primeira da família a ter curso superior, nascida e criada na periferia de Campinas, no interior de São Paulo. Ela descobriu o montanhismo e agora pode ser a primeira mulher negra a chegar ao topo do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, com quase nove mil metros de altura. O dia de lançamento deste episódio é a véspera do embarque de Aretha para o Nepal. Ela já esteve por lá em 2013, no campo base da montanha, a mais de 5 mil metros de altura. Agora vai subir mais e completar a rota. Até hoje 25 brasileiros chegaram ao topo do Everest – cinco eram mulheres. Uma missão que custa caro e, para fazê-la acontecer, Aretha tirou do papel outro projeto transformador, baseado na reciclagem de lixo. A ideia de chegar ao topo do mundo extrapolou altitudes e acabou virando bem mais do que isso. Simbólico, né, ver uma mulher negra e periférica chegar a esse cume? Vamos ouvir a Aretha, que tem muito para nos contar. Vem!]]></itunes:summary><itunes:duration>2169</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#95 - Dá pra ser feliz na Internet?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/95-da-pra-ser-feliz-na-internet--44027862</link><description><![CDATA[3 horas e 31 minutos. Este é o tempo médio que um brasileiro passa nas redes sociais por dia. Estamos na frente da média mundial, de 2 horas e 24 minutos de uso diário. Esta é uma medição pré-pandemia, diga-se. Porque em tempos de fique-em-casa, dá para estimar que este uso cresceu. A Internet tem sido lugar de encontros e desencontros também. Nem discutir dá para fazer mais pessoalmente, então vai online mesmo. As telas têm sido companhia constante: de trabalho, de estudo, de lazer. E aí vem uma oportunidade: será que não dá para aproveitar este momento de tanto tempo navegando pela virtualidade para repensar como usamos a Internet. A pesquisa Global Digital Overview 2020 mostrou que as pessoas têm estado mais conscientes no uso das redes e têm procurado estabelecer uma relação mais saudável com essas plataformas. Mas ainda precisamos construir entendimentos, limites e diretrizes – pessoais e coletivas – para que o ambiente da internet faça mais bem do que mal. Vamos recortar para as redes sociais: dá para manter a sanidade estando mergulhada no instagram, no twitter, no facebook ou onde quer que você prefira rolar feeds infinitos e decidir se um conteúdo merece ou não seu like, seu view, seu engajamento? A saúde mental pode pedir arrego se o uso das redes sociais for, pra usar uma palavra do momento, tóxico. Mas e aí? Estamos quase todas, todos lá. Produzindo e consumindo conteúdo. Como isto nos afeta? O papo deste episódio do Elas com Elas caminha por aí, tentando entender, em diferentes graus e sob diferentes perspectivas, se dá pra ser feliz na Internet.]]></description><guid isPermaLink="false">54ab8d44-5f04-4e4d-be34-69abe09e319e</guid><pubDate>Wed, 24 Mar 2021 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44027862/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_2_22_db220e56_c689_ea3b_42c8_e6a93f98dcc0.mp3" length="118249328" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>3 horas e 31 minutos. Este é o tempo médio que um brasileiro passa nas redes sociais por dia. Estamos na frente da média mundial, de 2 horas e 24 minutos de uso diário. 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Mas ainda precisamos construir entendimentos, limites e diretrizes – pessoais e coletivas – para que o ambiente da internet faça mais bem do que mal. Vamos recortar para as redes sociais: dá para manter a sanidade estando mergulhada no instagram, no twitter, no facebook ou onde quer que você prefira rolar feeds infinitos e decidir se um conteúdo merece ou não seu like, seu view, seu engajamento? A saúde mental pode pedir arrego se o uso das redes sociais for, pra usar uma palavra do momento, tóxico. Mas e aí? Estamos quase todas, todos lá. Produzindo e consumindo conteúdo. Como isto nos afeta? 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Em uma década, a Guerra da Síria deixou 350 mil mortos e obrigou metade da população do país e deixar suas casas. São 6 milhões de refugiados sírios pelo mundo e 6 milhões de deslocados internos. Atualmente, o ditador Bashar Al Assad, no poder desde 2.000, ainda controla 60% do país. Em meio à pandemia, a população, já empobrecida e em ambientes destruídos, viu os problemas dobrarem. E sem perspectiva de mudança. Em abril, tem eleições. Assad deve se candidatar para ficar mais sete anos no poder – no último pleito, em 2014, ele ganhou com 90% dos votos. Também não há no horizonte expectativa de um acordo de paz. Nem de reformas consistentes. Desde 2019, o Comitê Constitucional Sírio, que reúne regime e oposição e exclui os curdos, negocia uma nova constituição para o país. Mas até agora nada. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre estes anos de guerra e para contar a história e as histórias do conflito, ouvimos uma estudiosa do tema e duas mulheres sírias que deixaram o país para fugir do conflito. Elas têm histórias de vida diferentes, experiências diferentes em ser mulher e trajetórias diferentes na vinda ao Brasil.]]></description><guid isPermaLink="false">c56bee4f-8c0b-4834-89c3-eb404b61c614</guid><pubDate>Wed, 17 Mar 2021 19:07:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020982/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_2_17_0aae8b69_1eb2_17dd_5c35_0cb5fe0b0108.mp3" length="114606396" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>15 de março de 2011 ficou marcado por protestos na Síria. 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Assad deve se candidatar para ficar mais sete anos no poder – no último pleito, em 2014, ele ganhou com 90% dos votos. Também não há no horizonte expectativa de um acordo de paz. Nem de reformas consistentes. Desde 2019, o Comitê Constitucional Sírio, que reúne regime e oposição e exclui os curdos, negocia uma nova constituição para o país. Mas até agora nada. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre estes anos de guerra e para contar a história e as histórias do conflito, ouvimos uma estudiosa do tema e duas mulheres sírias que deixaram o país para fugir do conflito. Elas têm histórias de vida diferentes, experiências diferentes em ser mulher e trajetórias diferentes na vinda ao Brasil.]]></itunes:summary><itunes:duration>3582</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#93 - O 8M e os feminismos no Brasil de 2021</title><link>https://www.spreaker.com/episode/93-o-8m-e-os-feminismos-no-brasil-de-2021--44020990</link><description><![CDATA[A data é oficial desde 1975 – oficializada pela ONU, a Organização das Nações Unidas, mas a origem vem de antes, lá do início do século 20. Devemos às trabalhadoras, às operárias muito por esse dia em que relembramos e reforçamos as lutas diárias das diversas mulheres no mundo todo. Ainda que as agendas sejam múltiplas, que as reivindicações sejam várias, é a busca por igualdade que guia os movimentos de mulheres. Os feminismos, assim mesmo, no plural, foram mudando ao longo do tempo, mas têm sempre batido na tecla de garantir direitos, porque sem eles as demandas podem virar só isso mesmo, demandas. Este episódio do Elas com Elas tenta trazer diferentes perspectivas sobre esta data e combinar olhares sobre o que ela significa no Brasil de 2021. A ideia, claro, não é esgotar significados, nem reflexões, mas compor um cenário em que vozes diversas possam trazer questões que talvez nos escapem. Em meio a uma pandemia que agrava as desigualdades já vividas, como o 8 de Março chega para as brasileiras e que relevância têm os movimentos de mulheres agora? Estão na mesa: Eva Blay, Márcia Lima, Amara Moira, Sarah de Roure e Poty Poran.]]></description><guid isPermaLink="false">f1be78c6-193f-4de4-b2bd-d077da6de280</guid><pubDate>Wed, 10 Mar 2021 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020990/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_2_9_be0addf7_a58a_b57d_57c7_3b7b79dff13a.mp3" length="177082935" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A data é oficial desde 1975 – oficializada pela ONU, a Organização das Nações Unidas, mas a origem vem de antes, lá do início do século 20. Devemos às trabalhadoras, às operárias muito por esse dia em que relembramos e reforçamos as lutas diárias das...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A data é oficial desde 1975 – oficializada pela ONU, a Organização das Nações Unidas, mas a origem vem de antes, lá do início do século 20. Devemos às trabalhadoras, às operárias muito por esse dia em que relembramos e reforçamos as lutas diárias das diversas mulheres no mundo todo. Ainda que as agendas sejam múltiplas, que as reivindicações sejam várias, é a busca por igualdade que guia os movimentos de mulheres. Os feminismos, assim mesmo, no plural, foram mudando ao longo do tempo, mas têm sempre batido na tecla de garantir direitos, porque sem eles as demandas podem virar só isso mesmo, demandas. Este episódio do Elas com Elas tenta trazer diferentes perspectivas sobre esta data e combinar olhares sobre o que ela significa no Brasil de 2021. A ideia, claro, não é esgotar significados, nem reflexões, mas compor um cenário em que vozes diversas possam trazer questões que talvez nos escapem. Em meio a uma pandemia que agrava as desigualdades já vividas, como o 8 de Março chega para as brasileiras e que relevância têm os movimentos de mulheres agora? 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Foram muitos já os episódios do Elas com Elas que mencionaram as redes de apoio como espaços, inclusive, de sobrevivência. As redes de mobilização também. E hoje a gente olha para os pedidos de ajuda como uma iniciativa de começar a construí-las. Mas nem sempre é fácil. Pedir ajuda demanda olhar para si ou para o seu próprio grupo e entender fragilidades, vulnerabilidades e limitações. Pedir ajuda é abrir mão de controle, é se abrir para o outro e é se expor ao não. O movimento, afinal, é mútuo. Estar aberta a pedir ajuda e encontrar quem esteja aberta a oferecê-la. E dá para pensar nisso em vários âmbitos da vida e em vários níveis: em atuações individuais e coletivas; em ações amadoras ou em políticas públicas; em grupos pequenos e em grupos grandes; entre vizinhas ou entre coletivos de toda a América Latina. A extensão do nosso pedido de ajuda pode ser proporcional à extensão da rede de troca e apoio que estamos dispostas a criar. Vamos juntas para o episódio de hoje do Elas com Elas, em que vamos falar disso mesmo: da possibilidade de seguir caminhando lado a lado, especialmente quando estamos diante dos maiores muros que precisamos cruzar em buscar de direitos e liberdade?]]></description><guid isPermaLink="false">4b280574-5407-486c-aa7a-5a564b1f7c8d</guid><pubDate>Wed, 03 Mar 2021 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020983/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_2_2_07d4f400_f0a5_9971_d277_84ced5737b92.mp3" length="124790390" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O que nos une? São as dores ou as delícias? Talvez os dois? Um pouco de cada? Depende da situação? Independentemente do contexto, acho que dá pra dizer que o vínculo exige algo de reciprocidade. Ou de convergência: duas intenções caminhando para o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O que nos une? São as dores ou as delícias? Talvez os dois? Um pouco de cada? Depende da situação? Independentemente do contexto, acho que dá pra dizer que o vínculo exige algo de reciprocidade. Ou de convergência: duas intenções caminhando para o mesmo lugar. E quando os caminhos se cruzam, ou se aproximam, dá para fazer um movimento que traz força e consistência: criar redes. Foram muitos já os episódios do Elas com Elas que mencionaram as redes de apoio como espaços, inclusive, de sobrevivência. As redes de mobilização também. E hoje a gente olha para os pedidos de ajuda como uma iniciativa de começar a construí-las. Mas nem sempre é fácil. Pedir ajuda demanda olhar para si ou para o seu próprio grupo e entender fragilidades, vulnerabilidades e limitações. Pedir ajuda é abrir mão de controle, é se abrir para o outro e é se expor ao não. O movimento, afinal, é mútuo. Estar aberta a pedir ajuda e encontrar quem esteja aberta a oferecê-la. E dá para pensar nisso em vários âmbitos da vida e em vários níveis: em atuações individuais e coletivas; em ações amadoras ou em políticas públicas; em grupos pequenos e em grupos grandes; entre vizinhas ou entre coletivos de toda a América Latina. A extensão do nosso pedido de ajuda pode ser proporcional à extensão da rede de troca e apoio que estamos dispostas a criar. Vamos juntas para o episódio de hoje do Elas com Elas, em que vamos falar disso mesmo: da possibilidade de seguir caminhando lado a lado, especialmente quando estamos diante dos maiores muros que precisamos cruzar em buscar de direitos e liberdade?]]></itunes:summary><itunes:duration>3900</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#91 - Lugar de mulher é (também) na cozinha</title><link>https://www.spreaker.com/episode/91-lugar-de-mulher-e-tambem-na-cozinha--44020988</link><description><![CDATA[“Por que as mulheres, detentoras de um saber há anos transmitido de mãe para filha, não ocupam as cozinhas dos restaurantes?” Esta é a pergunta que abre o livro Fominismo – Quando o Machismo se Senta à Mesa, da francesa Nora Bouazzouni. Em ensaios curtos, ela questiona o espaço das mulheres na feitura e também na produção da comida. Inclusive, um levantamento da FAO, a agência das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, mostra que 43% da mão de obra agrícola no mundo são mulheres – apesar de elas serem 20% dos proprietários de terra. A autora percorre os caminhos da comida, das sementes ao prato feito à mesa, para tentar entender a relação das mulheres com a cozinha ao longo do tempo. Por que o lugar dedicado às mulheres no ambiente privado, doméstico, é negado a elas no ambiente público? Olhando para grandes guias de referência gastronômica, são poucas as chefs a brilharem com estrelas e fotos de página inteira. Nos festivais, também predominam os homens – entre os jurados e entre os premiados. Quando uma mulher se destaca à frente de uma cozinha profissional, ela é recebida, tantas vezes, como alguém que aprofundou um conhecimento que já lhe era direito. Os homens, por sua vez, quando superam as expectativas, são excepcionais e, portanto, mais visíveis, mais chamativos, com mais destaque. O Elas com Elas inaugura a temporada 2021 te convidando para esta conversa: se o lugar de mulher é também na cozinha, o que falta para que mais e mais chefs ocupem os espaços que desejam no mercado gastronômico?<br /><br />[Apresentação, produção, roteiro e edição: Gabriela Mayer; Sonorização: José Antônio de Araújo]]]></description><guid isPermaLink="false">7e54c932-e13f-4798-a4dd-0f0c432994c3</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2021 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020988/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2021_1_23_e03e8403_1d96_c68b_bdeb_5439bb7b4453.mp3" length="145752714" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>“Por que as mulheres, detentoras de um saber há anos transmitido de mãe para filha, não ocupam as cozinhas dos restaurantes?” Esta é a pergunta que abre o livro Fominismo – Quando o Machismo se Senta à Mesa, da francesa Nora Bouazzouni. 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O Elas com Elas inaugura a temporada 2021 te convidando para esta conversa: se o lugar de mulher é também na cozinha, o que falta para que mais e mais chefs ocupem os espaços que desejam no mercado gastronômico?<br /><br />[Apresentação, produção, roteiro e edição: Gabriela Mayer; Sonorização: José Antônio de Araújo]]]></itunes:summary><itunes:duration>4555</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#90 - O que a gente faz com a raiva?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/90-o-que-a-gente-faz-com-a-raiva--44020987</link><description><![CDATA[Este episódio do Elas com Elas, o último do ano, foi uma criação coletiva, eu diria. Ele nasceu de inúmeras mensagens que recebemos ao longo de 2020. Gente que escreveu para compartilhar que estava com raiva. Por ter perdido alguém. Por estar enfrentando dificuldades financeiras. Pela forma como a pandemia de coronavírus foi e é tratada por parte das pessoas. Pela desigualdade que se escancarou. Pela recorrência da violência, especialmente contra alguns corpos. Estes foram só alguns dos assuntos que motivaram ouvintes do Elas com Elas a escreverem para contar que esse ano tá puxado... aliás, faz uns anos que tá puxado, né? Bom, mas as mensagens repetidas neste ponto fizeram pensar que essa é uma boa conversa, porque nós não somos sempre estimuladas a colocar algumas emoções pra fora, inclusive a raiva. Mas vamos lá. Esse é o começo: a raiva é uma emoção – e uma que nos acompanha com certa frequência. Pode vir de uma experiência pessoal, individual, ou coletiva. E algumas perguntas atravessaram as conversas que você vai ouvir aqui: raiva pode ser bom? Somos autorizados a sentir raiva? Dá pra controlar ou administrar a raiva? E a principal delas: o que a gente faz com a raiva?]]></description><guid isPermaLink="false">1684b01d-f7b4-4ae7-b88a-231141c1c1a6</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020987/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_11_14_e2f4d688_63a3_383b_01b1_d1782b342c05.mp3" length="158171954" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Este episódio do Elas com Elas, o último do ano, foi uma criação coletiva, eu diria. Ele nasceu de inúmeras mensagens que recebemos ao longo de 2020. Gente que escreveu para compartilhar que estava com raiva. Por ter perdido alguém. Por estar...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Este episódio do Elas com Elas, o último do ano, foi uma criação coletiva, eu diria. Ele nasceu de inúmeras mensagens que recebemos ao longo de 2020. Gente que escreveu para compartilhar que estava com raiva. Por ter perdido alguém. Por estar enfrentando dificuldades financeiras. Pela forma como a pandemia de coronavírus foi e é tratada por parte das pessoas. Pela desigualdade que se escancarou. Pela recorrência da violência, especialmente contra alguns corpos. Estes foram só alguns dos assuntos que motivaram ouvintes do Elas com Elas a escreverem para contar que esse ano tá puxado... aliás, faz uns anos que tá puxado, né? Bom, mas as mensagens repetidas neste ponto fizeram pensar que essa é uma boa conversa, porque nós não somos sempre estimuladas a colocar algumas emoções pra fora, inclusive a raiva. Mas vamos lá. Esse é o começo: a raiva é uma emoção – e uma que nos acompanha com certa frequência. Pode vir de uma experiência pessoal, individual, ou coletiva. E algumas perguntas atravessaram as conversas que você vai ouvir aqui: raiva pode ser bom? Somos autorizados a sentir raiva? Dá pra controlar ou administrar a raiva? 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Quando a trabalhadora apresentou os primeiros sintomas, a patroa pediu que alguém da família dela fosse buscá-la. O quadro evoluiu rapidamente e ela morreu no hospital um dia depois. Não foi um fato isolado, mas por ter sido o primeiro chamou atenção para o crescimento da vulnerabilidade de uma categoria que já garantia seus direitos com raridade e, ainda assim, com fragilidade. Uma categoria composta majoritariamente por mulheres. Majoritariamente por mulheres negras. Num universo de mais de 6 milhões de pessoas que exercem o trabalho doméstico remunerado no Brasil, 92% são mulheres – são 5 milhões e 700 mil. E delas, quase 4 milhões são pretas ou pardas. Ainda que em 2015 as empregadas domésticas tenham conquistado o respaldo legal para receber direitos que um trabalhador contratado sob o regime CLT já tinha há décadas, de cada 10 trabalhadoras, nem 3 são formalizadas. E diante do crescente número de diaristas, que hoje já são pouco mais de 40% das trabalhadoras domésticas brasileiras, o índice de informalidade tende a ser cada vez maior. Neste episódio do Elas com Elas, convidamos trabalhadoras domésticas e mulheres que pesquisam o tema sob diferentes recortes para nos ajudar a entender por que os serviços domésticos remunerados se configuram da forma como se configuram no Brasil e que impactos isso tem na vida das mulheres que atuam nesta área. Olhamos também para a forma como a pandemia de coronavírus provocou incômodos nos olhares para este trabalho e de que maneira as trabalhadoras domésticas foram impactadas pela conjuntura. O dado de que 3 milhões delas – daquele universo de 6 milhões – dependem ou dependeriam (se o tivessem conseguido) exclusivamente do auxílio emergencial para atravessar este período já dá uma pista.]]></description><guid isPermaLink="false">4120efac-7dee-4829-9192-2d9a53bdc95b</guid><pubDate>Wed, 09 Dec 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020995/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_11_7_4edd7b99_67b4_184e_17b8_5caafec0e30d.mp3" length="250768303" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Era 17 de março de 2020 quando a primeira morte pela Covid-19 foi registrada no Rio de Janeiro. Uma trabalhadora doméstica. 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Majoritariamente por mulheres negras. Num universo de mais de 6 milhões de pessoas que exercem o trabalho doméstico remunerado no Brasil, 92% são mulheres – são 5 milhões e 700 mil. E delas, quase 4 milhões são pretas ou pardas. Ainda que em 2015 as empregadas domésticas tenham conquistado o respaldo legal para receber direitos que um trabalhador contratado sob o regime CLT já tinha há décadas, de cada 10 trabalhadoras, nem 3 são formalizadas. E diante do crescente número de diaristas, que hoje já são pouco mais de 40% das trabalhadoras domésticas brasileiras, o índice de informalidade tende a ser cada vez maior. Neste episódio do Elas com Elas, convidamos trabalhadoras domésticas e mulheres que pesquisam o tema sob diferentes recortes para nos ajudar a entender por que os serviços domésticos remunerados se configuram da forma como se configuram no Brasil e que impactos isso tem na vida das mulheres que atuam nesta área. Olhamos também para a forma como a pandemia de coronavírus provocou incômodos nos olhares para este trabalho e de que maneira as trabalhadoras domésticas foram impactadas pela conjuntura. O dado de que 3 milhões delas – daquele universo de 6 milhões – dependem ou dependeriam (se o tivessem conseguido) exclusivamente do auxílio emergencial para atravessar este período já dá uma pista.]]></itunes:summary><itunes:duration>7837</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#88 - Aprender a escutar</title><link>https://www.spreaker.com/episode/88-aprender-a-escutar--44020985</link><description><![CDATA[Pode parecer um detalhe semântico, inclusive usamos as duas palavras como sinônimos em tantas situações. Mas o próprio dicionário sugere que pode ter uma nuance aí, ainda que o sinônimo valha, sim. Ouvir e escutar, você acha, são a mesma coisa? É que a definição de ouvir está focada na percepção do som, no uso do sentido audição. A definição de escutar está focada na consciência do que se está ouvindo, na atenção dada àquilo que se ouve. Eu fiquei pensando sobre essa diferença de palavras depois das entrevistas deste episódio, então nas perguntas eu escorrego as vezes e uso ouvir e escutar como a mesma coisa mesmo. E tudo bem se você continuar a usar os verbos como semelhantes. Mas aqui a conversa vai focar na escuta, no sentido da percepção de sentido, da atenção ao dito e ao não dito. Porque quando a gente realmente está envolvido na conversa, no encontro, tem disso, né? O silêncio também está incluído na escuta. A ideia deste episódio nasceu da recorrência de uma sugestão por aqui. Em várias entrevistas, muitas vezes, as mulheres que ouvimos, debatendo temas diversos, falam em escutar como forma de acolher. Como forma de se conectar. Como forma de entender a si e o outro. E aí fiquei encucada: será que dá para aprender a escutar? Isso se ensina? E como a gente aprende? Porque, convenhamos, não é missão fácil, né? Bom, eu listaria aqui a disponibilidade para se relacionar, o que inclui a disposição de ser vulnerável e de chegar aos encontros de peito aberto, como um bom ponto de partida – ainda que nada simples. Mas as mulheres que se sentam à mesa com a gente dão outras tantas pistas valiosas.]]></description><guid isPermaLink="false">d133cc31-2152-4cd6-9052-309beea413fc</guid><pubDate>Wed, 02 Dec 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020985/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_11_1_92882b7a_6e28_60d6_6113_803ce6321cc5.mp3" length="150051843" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Pode parecer um detalhe semântico, inclusive usamos as duas palavras como sinônimos em tantas situações. Mas o próprio dicionário sugere que pode ter uma nuance aí, ainda que o sinônimo valha, sim. Ouvir e escutar, você acha, são a mesma coisa? É que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Pode parecer um detalhe semântico, inclusive usamos as duas palavras como sinônimos em tantas situações. Mas o próprio dicionário sugere que pode ter uma nuance aí, ainda que o sinônimo valha, sim. Ouvir e escutar, você acha, são a mesma coisa? É que a definição de ouvir está focada na percepção do som, no uso do sentido audição. A definição de escutar está focada na consciência do que se está ouvindo, na atenção dada àquilo que se ouve. Eu fiquei pensando sobre essa diferença de palavras depois das entrevistas deste episódio, então nas perguntas eu escorrego as vezes e uso ouvir e escutar como a mesma coisa mesmo. E tudo bem se você continuar a usar os verbos como semelhantes. Mas aqui a conversa vai focar na escuta, no sentido da percepção de sentido, da atenção ao dito e ao não dito. Porque quando a gente realmente está envolvido na conversa, no encontro, tem disso, né? O silêncio também está incluído na escuta. A ideia deste episódio nasceu da recorrência de uma sugestão por aqui. Em várias entrevistas, muitas vezes, as mulheres que ouvimos, debatendo temas diversos, falam em escutar como forma de acolher. Como forma de se conectar. Como forma de entender a si e o outro. E aí fiquei encucada: será que dá para aprender a escutar? Isso se ensina? E como a gente aprende? Porque, convenhamos, não é missão fácil, né? Bom, eu listaria aqui a disponibilidade para se relacionar, o que inclui a disposição de ser vulnerável e de chegar aos encontros de peito aberto, como um bom ponto de partida – ainda que nada simples. 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Desde 2019, e portanto pela primeira vez nesta eleição, 30% dos fundos eleitoral e partidário também deveriam ser destinados às mulheres. Na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, o mesmo percentual de tempo deveria ser aplicado a elas e os partidos passaram a ser obrigados a fazer a divulgação das candidaturas femininas também. A lei contribuiu para transpor alguns dos obstáculos que as mulheres encontravam recorrentemente ao tentar participar do processo democrático partidário eleitoral. Mas há outros tantos elementos que ainda precisam ser vencidos. E que dificultam não só a candidatura e a eleição de mulheres, mas também a de outros grupos ainda sub-representados, como das pessoas negras, dos indígenas e da comunidade LGBTQIA+. Numa democracia representativa, quem nos representa? Há mais de 50% de brasileiras mulheres; há mais de 50% de brasileiros negros. No entanto, ainda que a eleição municipal de 2020 tenha feito história com a abertura de caminho para a representação de alguns grupos, ainda falta muito para a tal da equidade. Em especial em cargos executivos, para os quais os gargalos são ainda mais brutos. O que os dados do primeiro turno nos dizem é que pouco mais de 12% das prefeituras serão ocupadas por mulheres a partir de 2021, pouca mudança em relação a 2016, quando eram 11,5%. Olhando para o total de candidaturas, para prefeituras e para a vereança, a Justiça Eleitoral diz que as mulheres representaram 33,6% do total de 557.389 opções. Nos últimos três pleitos, o índice nunca tinha superado 32%. O Elas com Elas de hoje traz a representatividade na política para o debate e te convida a pensar quem você quer que te represente e como você gostaria de ser representada.]]></description><guid isPermaLink="false">8b5f702f-d309-4422-927c-c71fb1d6f662</guid><pubDate>Wed, 25 Nov 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020989/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_10_24_c7ea84a9_f35d_01a1_c06a_d39c52bf423d.mp3" length="177969844" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não foi só o número de candidaturas registradas. Em 2020, o número de mulheres eleitas também cresceu. Os resultados finais ainda serão consolidados com o segundo turno para a prefeitura, mas os dados das câmaras municipais já indicam uma participação...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não foi só o número de candidaturas registradas. Em 2020, o número de mulheres eleitas também cresceu. Os resultados finais ainda serão consolidados com o segundo turno para a prefeitura, mas os dados das câmaras municipais já indicam uma participação feminina, em média, além da cota de 30% reservada pelos partidos. Desde 2019, e portanto pela primeira vez nesta eleição, 30% dos fundos eleitoral e partidário também deveriam ser destinados às mulheres. Na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, o mesmo percentual de tempo deveria ser aplicado a elas e os partidos passaram a ser obrigados a fazer a divulgação das candidaturas femininas também. A lei contribuiu para transpor alguns dos obstáculos que as mulheres encontravam recorrentemente ao tentar participar do processo democrático partidário eleitoral. Mas há outros tantos elementos que ainda precisam ser vencidos. E que dificultam não só a candidatura e a eleição de mulheres, mas também a de outros grupos ainda sub-representados, como das pessoas negras, dos indígenas e da comunidade LGBTQIA+. Numa democracia representativa, quem nos representa? Há mais de 50% de brasileiras mulheres; há mais de 50% de brasileiros negros. No entanto, ainda que a eleição municipal de 2020 tenha feito história com a abertura de caminho para a representação de alguns grupos, ainda falta muito para a tal da equidade. Em especial em cargos executivos, para os quais os gargalos são ainda mais brutos. O que os dados do primeiro turno nos dizem é que pouco mais de 12% das prefeituras serão ocupadas por mulheres a partir de 2021, pouca mudança em relação a 2016, quando eram 11,5%. Olhando para o total de candidaturas, para prefeituras e para a vereança, a Justiça Eleitoral diz que as mulheres representaram 33,6% do total de 557.389 opções. Nos últimos três pleitos, o índice nunca tinha superado 32%. O Elas com Elas de hoje traz a representatividade na política para o debate e te convida a pensar quem você quer que te represente e como você gostaria de ser representada.]]></itunes:summary><itunes:duration>5562</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#86 - Afrofuturismo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/86-afrofuturismo--44020984</link><description><![CDATA[Seguir em frente sem deixar de olhar para o passado. Especular sobre o futuro e repensar o presente. Este episódio do Elas com Elas passa por aí. O movimento afrofuturista é o nosso assunto. Para além da estética e da cultura, ele constrói política. Não vou me arriscar a definí-lo, porque eu esbarraria em um simplismo que não cabe. Aliás, você vai ver que esta pergunta, esta tentativa de definir o que é o afrofuturismo se repete, assim como se repetem as perguntas a respeito do futuro e pra onde ele aponta, a partir dessa perspectiva em que as pessoas negras são colocadas como protagonistas e o encontro entre ancestralidade e tecnologia leva a novas narrativas. Aqui na descrição, deixei alguns dos links que usei na pesquisa para as conversas que você vai ouvir. Escolhi aqueles de referências que também foram citados pelas entrevistadas de hoje.<br />O Futuro é Preto - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=b912jgriot8" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=b912jgriot8</a><br />Mostra Afrofuturismo - <a href="http://www.mostraafrofuturismo.com.br/" rel="noopener">http://www.mostraafrofuturismo.com.br/</a><br />Alma Preta conversa com Kênia Freitas - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=p4Pg-pfb9C8" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=p4Pg-pfb9C8</a><br />Álbum The Futuristic Sounds of Sun Ra - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kG5f2w-K5jo" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=kG5f2w-K5jo</a><br />Álbum Atlantis Sun Ra and Arkestra - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=x5dIkFmafx4" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=x5dIkFmafx4</a><br />Sun Ra Montreux (1976) - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=k341z3dsXy4" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=k341z3dsXy4</a><br />Octavia Butler - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rV6vRGQQ45I" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=rV6vRGQQ45I</a><br />Entrevista – Octavia Butler - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KG68v0RGHsY" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=KG68v0RGHsY</a>]]></description><guid isPermaLink="false">968e77ee-84f1-446c-b342-b1e5f1c52f31</guid><pubDate>Wed, 18 Nov 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020984/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_10_17_48e7961a_7dd3_7899_4ce9_7cd6183719b5.mp3" length="137388515" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Seguir em frente sem deixar de olhar para o passado. Especular sobre o futuro e repensar o presente. Este episódio do Elas com Elas passa por aí. O movimento afrofuturista é o nosso assunto. Para além da estética e da cultura, ele constrói política....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Seguir em frente sem deixar de olhar para o passado. Especular sobre o futuro e repensar o presente. Este episódio do Elas com Elas passa por aí. O movimento afrofuturista é o nosso assunto. Para além da estética e da cultura, ele constrói política. Não vou me arriscar a definí-lo, porque eu esbarraria em um simplismo que não cabe. Aliás, você vai ver que esta pergunta, esta tentativa de definir o que é o afrofuturismo se repete, assim como se repetem as perguntas a respeito do futuro e pra onde ele aponta, a partir dessa perspectiva em que as pessoas negras são colocadas como protagonistas e o encontro entre ancestralidade e tecnologia leva a novas narrativas. Aqui na descrição, deixei alguns dos links que usei na pesquisa para as conversas que você vai ouvir. Escolhi aqueles de referências que também foram citados pelas entrevistadas de hoje.<br />O Futuro é Preto - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=b912jgriot8" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=b912jgriot8</a><br />Mostra Afrofuturismo - <a href="http://www.mostraafrofuturismo.com.br/" rel="noopener">http://www.mostraafrofuturismo.com.br/</a><br />Alma Preta conversa com Kênia Freitas - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=p4Pg-pfb9C8" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=p4Pg-pfb9C8</a><br />Álbum The Futuristic Sounds of Sun Ra - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kG5f2w-K5jo" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=kG5f2w-K5jo</a><br />Álbum Atlantis Sun Ra and Arkestra - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=x5dIkFmafx4" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=x5dIkFmafx4</a><br />Sun Ra Montreux (1976) - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=k341z3dsXy4" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=k341z3dsXy4</a><br />Octavia Butler - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rV6vRGQQ45I" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=rV6vRGQQ45I</a><br />Entrevista – Octavia Butler - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KG68v0RGHsY" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=KG68v0RGHsY</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>4294</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#85 - Pessoas Desaparecidas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/85-pessoas-desaparecidas--44020992</link><description><![CDATA[79.275. Este foi o número de pessoas que desapareceram no Brasil em 2019. Os casos registrados, claro. O dado é do mais recente Anuário de Segurança Pública, feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Mas, como você vai ouvir neste episódio, também há desaparecimentos que não são registrados. Por desconhecimento. Pela falta de entendimento de que se trate de um desaparecimento. E até por barreiras encontradas ao tentar o apoio das autoridades. São pessoas de várias idades, com vários perfis e que somem por motivos diferentes. Violência, tráfico de pessoas, tráfico de órgãos, conflitos familiares, transtornos mentais são algumas das justificativas conhecidas para quando alguém desaparece. Mas independentemente do motivo, o impacto é semelhante. 79.275. É o número de famílias que, só em 2019, passaram a conviver com uma ausência. Um luto prolongado pela despedida não feita e pela incerteza do que aconteceu. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre as pessoas desaparecidas no Brasil, tentando entender como isso afeta núcleos sociais e mostrando os vazios que existem sobre o tema: um vazio de política pública, um vazio de informação, um vazio de integração de dados, de buscas e de respostas.<br />E-mail de contato com o Plid (Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos) do Ministério Público de São Paulo: <a href="mailto:desaparecidos@mpsp.mp.br">desaparecidos@mpsp.mp.br</a><br /><a href="http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/plid" rel="noopener">http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/plid</a><br /><a href="https://www.icrc.org/pt/pessoasdesaparecidas-brasil" rel="noopener">https://www.icrc.org/pt/pessoasdesaparecidas-brasil</a><br /><a href="http://www.cicv.org.br" rel="noopener">www.cicv.org.br</a><br /><a href="http://www.caminhodevolta.fm.usp" rel="noopener">www.caminhodevolta.fm.usp</a>.br ]]></description><guid isPermaLink="false">964895fa-52bb-4f0f-87fe-716ad31c284c</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020992/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_10_10_a0d33c17_b2bb_e18c_91b9_55ff4f8155d8.mp3" length="70451098" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>79.275. 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Mas independentemente do motivo, o impacto é semelhante. 79.275. É o número de famílias que, só em 2019, passaram a conviver com uma ausência. Um luto prolongado pela despedida não feita e pela incerteza do que aconteceu. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre as pessoas desaparecidas no Brasil, tentando entender como isso afeta núcleos sociais e mostrando os vazios que existem sobre o tema: um vazio de política pública, um vazio de informação, um vazio de integração de dados, de buscas e de respostas.<br />E-mail de contato com o Plid (Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos) do Ministério Público de São Paulo: <a href="mailto:desaparecidos@mpsp.mp.br">desaparecidos@mpsp.mp.br</a><br /><a href="http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/plid" rel="noopener">http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/plid</a><br /><a href="https://www.icrc.org/pt/pessoasdesaparecidas-brasil" rel="noopener">https://www.icrc.org/pt/pessoasdesaparecidas-brasil</a><br /><a href="http://www.cicv.org.br" rel="noopener">www.cicv.org.br</a><br /><a href="http://www.caminhodevolta.fm.usp" rel="noopener">www.caminhodevolta.fm.usp</a>.br ]]></itunes:summary><itunes:duration>4404</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#84 - Violência sexual e cultura do estupro</title><link>https://www.spreaker.com/episode/84-violencia-sexual-e-cultura-do-estupro--44020998</link><description><![CDATA[Aviso: as discussões deste episódio passam por situações de violência sexual que podem ser gatilho para algumas pessoas. Não há descrições de situações de violência, mas há questionamentos sobre a naturalização delas. E é justamente esta naturalização que está no centro do debate No Elas com Elas. Você consegue responder por que alguns crimes geram menos indignação do que outros? Nesta espécie de ranking social do intolerável, o estupro está longe do topo. Pelo contrário, ele está no rol de violências relativizadas, justificadas, toleradas, até. Quem estupra é sempre um outro distante, alguém que tem um desvio, um louco. Não tem a nada a ver comigo. Será? Se estamos todos imersos, desde pequenos, em uma cultura que suaviza a violação dos corpos das mulheres - de algumas mulheres até mais do que outras, que faz piada com o assédio, que ensina que homens e mulheres são diferentes nos direitos, será mesmo que podemos nos distanciar da violência? Tudo isso está nas conversas deste episódio. Você vai notar que a pergunta “o que é a cultura do estupro” aparece várias vezes nas entrevistas. As definições das mulheres que conversaram com o Elas com Elas são complementares e ajudam a definir o caldo cultural e social que faz com que a naturalização da violência sexual seja parte de quem somos coletivamente.]]></description><guid isPermaLink="false">eee1a313-1bd8-40e2-9e13-b329596617d8</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020998/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_10_2_8fadf0c5_50c7_ba80_7f57_767f9235f5d4.mp3" length="128057994" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Aviso: as discussões deste episódio passam por situações de violência sexual que podem ser gatilho para algumas pessoas. Não há descrições de situações de violência, mas há questionamentos sobre a naturalização delas. 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Se estamos todos imersos, desde pequenos, em uma cultura que suaviza a violação dos corpos das mulheres - de algumas mulheres até mais do que outras, que faz piada com o assédio, que ensina que homens e mulheres são diferentes nos direitos, será mesmo que podemos nos distanciar da violência? Tudo isso está nas conversas deste episódio. Você vai notar que a pergunta “o que é a cultura do estupro” aparece várias vezes nas entrevistas. As definições das mulheres que conversaram com o Elas com Elas são complementares e ajudam a definir o caldo cultural e social que faz com que a naturalização da violência sexual seja parte de quem somos coletivamente.]]></itunes:summary><itunes:duration>4002</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#83 - Vamos conversar sobre depressão?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/83-vamos-conversar-sobre-depressao--44021010</link><description><![CDATA[A vida virada de ponta cabeça. Mudanças bruscas, inesperadas e nem sempre desejadas. As consequências que vieram da pandemia fizeram aumentar o adoecimento mental da população mundial. Um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e publicado na revista The Lancet mostrou um aumento de 90% nos casos de depressão entre os meses de março e abril deste ano. No mesmo período, o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou. Neste episódio, vamos focar na depressão, que já era um problema de saúde pública no Brasil antes da pandemia de coronavírus. A Organização Mundial da Saúde aponta que o Brasil é o país mais deprimido da América Latina. Enquanto a média global é de 4,4% da população com depressão, aqui este índice chega a 5,8%. São mais de 12 milhões de pessoas doentes. O problema é subdiagnosticado e o tema ainda afasta as pessoas da busca por ajuda. O Elas com Elas de hoje explica o que é esta doença e discute como o atual momento pode amplificar as questões de saúde mental. Além disso, trazemos à mesa uma conversa sobre o papel do Sistema Único de Saúde na prevenção e no tratamento da depressão.]]></description><guid isPermaLink="false">30334127-c232-4617-84aa-c7f12add4635</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021010/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_9_26_5e0ae4a6_300e_e539_620f_dad28cd3151c.mp3" length="125871232" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A vida virada de ponta cabeça. Mudanças bruscas, inesperadas e nem sempre desejadas. As consequências que vieram da pandemia fizeram aumentar o adoecimento mental da população mundial. Um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A vida virada de ponta cabeça. Mudanças bruscas, inesperadas e nem sempre desejadas. As consequências que vieram da pandemia fizeram aumentar o adoecimento mental da população mundial. Um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e publicado na revista The Lancet mostrou um aumento de 90% nos casos de depressão entre os meses de março e abril deste ano. No mesmo período, o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou. Neste episódio, vamos focar na depressão, que já era um problema de saúde pública no Brasil antes da pandemia de coronavírus. A Organização Mundial da Saúde aponta que o Brasil é o país mais deprimido da América Latina. Enquanto a média global é de 4,4% da população com depressão, aqui este índice chega a 5,8%. São mais de 12 milhões de pessoas doentes. O problema é subdiagnosticado e o tema ainda afasta as pessoas da busca por ajuda. O Elas com Elas de hoje explica o que é esta doença e discute como o atual momento pode amplificar as questões de saúde mental. Além disso, trazemos à mesa uma conversa sobre o papel do Sistema Único de Saúde na prevenção e no tratamento da depressão.]]></itunes:summary><itunes:duration>3934</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#82 - Quando o hobby vira negócio</title><link>https://www.spreaker.com/episode/82-quando-o-hobby-vira-negocio--44021003</link><description><![CDATA[Vou pedir licença pra começar com uma frase batidona. Mas é que você já deve ter ouvido isso por aí e ela tá no centro da nossa discussão de hoje: “trabalhe em algo que você realmente goste, e você nunca precisará trabalhar na vida”. Já ouviu? Bom, o que eu pergunto é: será mesmo? Quando um hobby vira um negócio, o prazer continua ali. Transformar uma atividade que pode ser quase terapêutica em uma obrigação, um compromisso, ainda que um compromisso motivador, muda o jeito de olhar para ela? O Sebrae tem até uma sessão de dicas para empreendedores que fazem essa virada: transformam hobby em negócios. E uma das primeiras pontuações é justamente pensar se a satisfação vai continuar te acompanhando quando seu hobby... bom, não for mais um hobby. É que, por definição, o hobby é uma atividade exercida exclusivamente por lazer, como passatempo. Mas tem bastante gente partindo dele para ganhar um dinheirinho. Dados também do Sebrae apontam que 48% dos microempreendedores individuais fizeram de seus hobbys um trabalho e atuam em casa mesmo. Neste episódio do Elas com Elas, a gente conversa com mulheres que trazem reflexões diversas para a mesa. Não só sobre quando o hobby vira negócio, mas também sobre as novas visões que passaram a ter sobre a vida pessoal e profissional a partir desta transformação. Além de saber se o trabalho continua mesmo sendo prazeroso por estar relacionado a um hobby, perguntei também a elas o que acontece com o lugar do prazer descompromissado. Elas desenvolveram um novo hobby depois disso? Vem com a gente!]]></description><guid isPermaLink="false">daf46c65-3d4c-4144-8577-7e0c0dab4201</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021003/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_9_20_af9bc13d_f18d_1810_cbb6_c0c1a0fa62f9.mp3" length="113174468" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Vou pedir licença pra começar com uma frase batidona. Mas é que você já deve ter ouvido isso por aí e ela tá no centro da nossa discussão de hoje: “trabalhe em algo que você realmente goste, e você nunca precisará trabalhar na vida”. Já ouviu? 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Dados também do Sebrae apontam que 48% dos microempreendedores individuais fizeram de seus hobbys um trabalho e atuam em casa mesmo. Neste episódio do Elas com Elas, a gente conversa com mulheres que trazem reflexões diversas para a mesa. Não só sobre quando o hobby vira negócio, mas também sobre as novas visões que passaram a ter sobre a vida pessoal e profissional a partir desta transformação. Além de saber se o trabalho continua mesmo sendo prazeroso por estar relacionado a um hobby, perguntei também a elas o que acontece com o lugar do prazer descompromissado. Elas desenvolveram um novo hobby depois disso? Vem com a gente!]]></itunes:summary><itunes:duration>3537</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#81 - O que é sucesso?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/81-o-que-e-sucesso--44020993</link><description><![CDATA[Um resultado favorável, feliz. Um êxito. É assim que o dicionário define sucesso. Se você jogar no Google, ele vai atribuir o sentido a um contexto de negócios, de trabalho. Contemporâneo, ele, né? Alinhado ao nosso tempo. Porque é por aí mesmo que passa o ideal de sucesso de muita gente, pelo campo profissional. Mas sucesso é isso? Ou é só isso? Este episódio do Elas com Elas é um pouco diferente e traz várias mulheres à mesa, numa tentativa de construção coletiva. Além de pesquisadoras que podem nos ajudar com reflexões, convidamos mulheres – algumas da redação da BandNews FM e outras sem ligação com este trabalho – para responderem esta pergunta: o que é sucesso para você? E você, já pensou sobre isso? Qual é o sucesso que você almeja? Ou melhor, como é este sucesso? Na conversa, passamos pela construção individual, subjetiva, mas também pelas construções coletivas, sociais do conceito e do ideal de sucesso.]]></description><guid isPermaLink="false">6af27aec-4b17-498f-967d-cfcf76adc387</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020993/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_9_13_f10af951_44e5_b0a0_1794_54addcc4c5ab.mp3" length="46516854" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Um resultado favorável, feliz. Um êxito. É assim que o dicionário define sucesso. Se você jogar no Google, ele vai atribuir o sentido a um contexto de negócios, de trabalho. Contemporâneo, ele, né? Alinhado ao nosso tempo. Porque é por aí mesmo que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Um resultado favorável, feliz. Um êxito. É assim que o dicionário define sucesso. Se você jogar no Google, ele vai atribuir o sentido a um contexto de negócios, de trabalho. Contemporâneo, ele, né? Alinhado ao nosso tempo. Porque é por aí mesmo que passa o ideal de sucesso de muita gente, pelo campo profissional. Mas sucesso é isso? Ou é só isso? Este episódio do Elas com Elas é um pouco diferente e traz várias mulheres à mesa, numa tentativa de construção coletiva. Além de pesquisadoras que podem nos ajudar com reflexões, convidamos mulheres – algumas da redação da BandNews FM e outras sem ligação com este trabalho – para responderem esta pergunta: o que é sucesso para você? E você, já pensou sobre isso? Qual é o sucesso que você almeja? Ou melhor, como é este sucesso? Na conversa, passamos pela construção individual, subjetiva, mas também pelas construções coletivas, sociais do conceito e do ideal de sucesso.]]></itunes:summary><itunes:duration>2908</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#80 - O Aborto no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/80-o-aborto-no-brasil--44021016</link><description><![CDATA[O aborto é a interrupção da gravidez. Pode ser espontâneo ou induzido. No Brasil, ele é permitido em caso de risco à vida da gestante, em caso de gravidez consequente de estupro e, por decisão do Supremo Tribunal Federal, em caso de anencefalia do feto. Mas mesmo as mulheres que buscam o apoio do sistema de saúde para procedimentos garantidos pela lei encontram dificuldades e obstáculos. Se não estava claro, ficou evidente no caso da criança de 10 anos, estuprada repetidamente por um familiar no Espírito Santo, que precisou ir a outro estado para conseguir interromper a gravidez, mesmo com as leis a seu favor. A menina voltou a ser alvo de violência na ocasião, por parte de ativistas que a expuseram e de ativistas que cercaram o hospital para tentar impedir o procedimento. Pois uma portaria do Ministério da Saúde publicada no dia 28 de setembro acrescenta mais entraves. O texto muda o procedimento a ser adotado por médicos e profissionais de saúde no atendimento de mulheres que queiram abortar depois de um estupro. A portaria determina que o serviço de saúde ofereça para que a gestante veja imagens do feto, em ultrassonografia, e demanda que a mulher responda um questionário sobre a violência sexual. Além disso, diz que a equipe médica também deve comunicar o caso à autoridade policial, independentemente da vontade da vítima. Este episódio do Elas com Elas fala sobre aborto e convida mulheres para nos ajudarem a pensar sobre os diferentes aspectos que este tema engloba. Uma vez que o Brasil é um país laico e assim são também nossas leis, argumentos religiosos, que num país laico têm o contorno do foro íntimo e pessoal, ainda que digam de aspectos sociais, não estão na mesa.]]></description><guid isPermaLink="false">e5128c0e-f726-42ed-8602-d700733d3b6c</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021016/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_9_7_62cfac58_37f2_c893_9ef9_294937a98816.mp3" length="199268208" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O aborto é a interrupção da gravidez. Pode ser espontâneo ou induzido. 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A menina voltou a ser alvo de violência na ocasião, por parte de ativistas que a expuseram e de ativistas que cercaram o hospital para tentar impedir o procedimento. Pois uma portaria do Ministério da Saúde publicada no dia 28 de setembro acrescenta mais entraves. O texto muda o procedimento a ser adotado por médicos e profissionais de saúde no atendimento de mulheres que queiram abortar depois de um estupro. A portaria determina que o serviço de saúde ofereça para que a gestante veja imagens do feto, em ultrassonografia, e demanda que a mulher responda um questionário sobre a violência sexual. Além disso, diz que a equipe médica também deve comunicar o caso à autoridade policial, independentemente da vontade da vítima. Este episódio do Elas com Elas fala sobre aborto e convida mulheres para nos ajudarem a pensar sobre os diferentes aspectos que este tema engloba. Uma vez que o Brasil é um país laico e assim são também nossas leis, argumentos religiosos, que num país laico têm o contorno do foro íntimo e pessoal, ainda que digam de aspectos sociais, não estão na mesa.]]></itunes:summary><itunes:duration>6228</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#79 - Autossabotagem</title><link>https://www.spreaker.com/episode/79-autossabotagem--44020999</link><description><![CDATA[Tem hora que as coisas não dão certo. A gente tenta, se esforça, mas acaba se debatendo com uns obstáculos que aparecem no caminho. Mas será que eles estão lá mesmo ou a gente, de alguma forma, tá criando desvios para o caminho ficar mais difícil? Claro que a gente faz sem perceber, ninguém passa o dia construindo muros para depois ter que pulá-los. Mas justamente por fazer sem perceber, as vezes é mais demorado o processo de entender que pode não ser tão difícil assim. A autossabotagem, esse processo que já faz não dar certo antes mesmo de começar, é nosso assunto neste episódio no Elas com Elas. Tentamos entender quando as dificuldades vêm da gente e quando estão ali mesmo. Além disso, olhamos mais uma vez para a questão de saúde mental. Notar quando a procrastinação, por exemplo, elemento que bate carteirinha no checklist da autossabotagem, é só procrastinação e quando ela dá sinais de algo mais profundo, é importante pra saber se é de autossabotagem mesmo que a gente tá falando. ]]></description><guid isPermaLink="false">acfd9e00-846c-4861-bea3-218644e2dd48</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020999/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_8_28_51b5ffbb_82ba_8791_bdb2_d2b056c4ba9c.mp3" length="79417576" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Tem hora que as coisas não dão certo. A gente tenta, se esforça, mas acaba se debatendo com uns obstáculos que aparecem no caminho. Mas será que eles estão lá mesmo ou a gente, de alguma forma, tá criando desvios para o caminho ficar mais difícil?...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Tem hora que as coisas não dão certo. A gente tenta, se esforça, mas acaba se debatendo com uns obstáculos que aparecem no caminho. Mas será que eles estão lá mesmo ou a gente, de alguma forma, tá criando desvios para o caminho ficar mais difícil? Claro que a gente faz sem perceber, ninguém passa o dia construindo muros para depois ter que pulá-los. Mas justamente por fazer sem perceber, as vezes é mais demorado o processo de entender que pode não ser tão difícil assim. A autossabotagem, esse processo que já faz não dar certo antes mesmo de começar, é nosso assunto neste episódio no Elas com Elas. Tentamos entender quando as dificuldades vêm da gente e quando estão ali mesmo. Além disso, olhamos mais uma vez para a questão de saúde mental. Notar quando a procrastinação, por exemplo, elemento que bate carteirinha no checklist da autossabotagem, é só procrastinação e quando ela dá sinais de algo mais profundo, é importante pra saber se é de autossabotagem mesmo que a gente tá falando. ]]></itunes:summary><itunes:duration>2482</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#78 - Prevenção ao Suicídio</title><link>https://www.spreaker.com/episode/78-prevencao-ao-suicidio--44021011</link><description><![CDATA[Dados da OMS, a Organização Mundial da Saúde, apontam que cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos. Há registros de suicídio em todas as faixas etárias, mas entre jovens de 15 a 29 anos foi a segunda principal causa de morte em todo o mundo no ano de 2016. Em 2003, a Organização instituiu o dia 10 de setembro para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio e o mês passou a ser marcado por uma campanha de prevenção ao suicídio. Ainda que o assunto deva estar nas conversas o ano todo, o Setembro Amarelo reforça a importância da promoção da saúde mental. Este é o assunto deste episódio do Elas com Elas. Convidamos quatro profissionais à mesa para que a gente possa pensar como fatores individuais e fatores sociais podem contribuir para um adoecimento psíquico e como, ao mesmo tempo, o cuidado com eles pode levar à prevenção.<br />Se você estiver precisando de ajuda, o CVV, Centro de Valorização da Vida, atende todos os dias, a qualquer hora, de graça, pelo telefone 188. E aqui, abaixo, no link do Mapa da Saúde Mental, que também te lembra que você não está sozinho, você não está sozinha, há várias indicações e referências de atendimento psicológico virtual e presencial em diferentes regiões.<br />mapasaudemental.com.br<br />CVV - 188]]></description><guid isPermaLink="false">2b074692-7ba0-4c10-949b-05ac4e1f82ae</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021011/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_8_22_14825d46_0c3d_dc02_afd1_caa45e7ecc6e.mp3" length="123870879" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Dados da OMS, a Organização Mundial da Saúde, apontam que cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos. Há registros de suicídio em todas as faixas etárias, mas entre jovens de 15 a 29 anos foi a segunda principal causa de morte em todo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Dados da OMS, a Organização Mundial da Saúde, apontam que cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos. Há registros de suicídio em todas as faixas etárias, mas entre jovens de 15 a 29 anos foi a segunda principal causa de morte em todo o mundo no ano de 2016. Em 2003, a Organização instituiu o dia 10 de setembro para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio e o mês passou a ser marcado por uma campanha de prevenção ao suicídio. Ainda que o assunto deva estar nas conversas o ano todo, o Setembro Amarelo reforça a importância da promoção da saúde mental. Este é o assunto deste episódio do Elas com Elas. Convidamos quatro profissionais à mesa para que a gente possa pensar como fatores individuais e fatores sociais podem contribuir para um adoecimento psíquico e como, ao mesmo tempo, o cuidado com eles pode levar à prevenção.<br />Se você estiver precisando de ajuda, o CVV, Centro de Valorização da Vida, atende todos os dias, a qualquer hora, de graça, pelo telefone 188. E aqui, abaixo, no link do Mapa da Saúde Mental, que também te lembra que você não está sozinho, você não está sozinha, há várias indicações e referências de atendimento psicológico virtual e presencial em diferentes regiões.<br />mapasaudemental.com.br<br />CVV - 188]]></itunes:summary><itunes:duration>3871</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#77 - A experiência do ócio</title><link>https://www.spreaker.com/episode/77-a-experiencia-do-ocio--44021040</link><description><![CDATA[Para tudo! Respira. Deixa de trabalhar por um momento e pensa o que você gostaria de fazer com um tempinho de folga, para onde a quietação te leva. Não, este episódio aqui não vai ser nenhum tipo de meditação guiada, nem nada assim... É só um convite a pensar no nosso jeito de estar no tempo, nos tempos, nos momentos. Como você se sente quando não faz nada? E há quanto tempo você não para pra isso mesmo, pra fazer nada? Eu não to falando de preguiça, nem de moleza, nem de falta de disposição, muito menos de empenho. Aliás, para uma experiência de ócio, talvez a gente precise estar empenhado. Empenhado em resistir a essa vozinha na nossa cabeça – e as vezes fora dela também - que fica berrando dizendo que não pode parar, tem que fazer muitas coisas, tem que ser produtivo, tem que entregar, entregar, entregar. Sempre pra fora. Mas é pra dentro que essa experiência pode te levar. Já deu pra entender que este episódio do Elas com Elas vem fazer uma ode. Ao ócio, claro. Que tal uma conversa que talvez nos motive a acessar nossa subjetividade? Bora? Dá o play!]]></description><guid isPermaLink="false">997df3da-154c-4131-9766-a5b432c29ed8</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021040/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_8_15_12b7b5ac_44be_3d9e_a5a7_795c54d2ef22.mp3" length="82997815" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Para tudo! Respira. Deixa de trabalhar por um momento e pensa o que você gostaria de fazer com um tempinho de folga, para onde a quietação te leva. Não, este episódio aqui não vai ser nenhum tipo de meditação guiada, nem nada assim... É só um convite...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Para tudo! Respira. Deixa de trabalhar por um momento e pensa o que você gostaria de fazer com um tempinho de folga, para onde a quietação te leva. Não, este episódio aqui não vai ser nenhum tipo de meditação guiada, nem nada assim... É só um convite a pensar no nosso jeito de estar no tempo, nos tempos, nos momentos. Como você se sente quando não faz nada? E há quanto tempo você não para pra isso mesmo, pra fazer nada? Eu não to falando de preguiça, nem de moleza, nem de falta de disposição, muito menos de empenho. Aliás, para uma experiência de ócio, talvez a gente precise estar empenhado. Empenhado em resistir a essa vozinha na nossa cabeça – e as vezes fora dela também - que fica berrando dizendo que não pode parar, tem que fazer muitas coisas, tem que ser produtivo, tem que entregar, entregar, entregar. Sempre pra fora. Mas é pra dentro que essa experiência pode te levar. Já deu pra entender que este episódio do Elas com Elas vem fazer uma ode. Ao ócio, claro. Que tal uma conversa que talvez nos motive a acessar nossa subjetividade? Bora? Dá o play!]]></itunes:summary><itunes:duration>2594</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#76 - Sexo na Quarentena</title><link>https://www.spreaker.com/episode/76-sexo-na-quarentena--44020997</link><description><![CDATA[Teve gente que passou a chamar de carentena. É que a distância imposta pela disseminação do coronavírus deixou os encontros mais difíceis e, por consequência, o sexo também. Haja saudade dos afetos, das trocas, da proximidade. Não pode abraçar, não pode beijar, não pode chegar perto, não pode tirar a máscara... as restrições que vieram com a pandemia impuseram obstáculos ao sexo para quem tem parceiros ou parceiras casuais. E para quem tem companheiros e companheiras na mesma casa o sexo também pode ter mudado. Enquanto teve gente que viu a libido chegar ao ápice, teve gente que perdeu o tesão e não quis mesmo saber de sexo. Cada pessoa uma pessoa. E as reações a tanta incerteza, angústia, tristeza, medo e à lista de conflitos internos e externos que têm nos acompanhado neste momento é múltipla e diversa. No episódio de hoje do Elas com Elas, tem uma conversa sobre como andam as relações na quarentena. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, a psicóloga e sexóloga Ana Canosa, e a ginecologista Dúnia Valle, autora do canal @ventre.vivo no Instagram.]]></description><guid isPermaLink="false">0ad5ec6e-e2c6-40f9-9dd2-d381c7012825</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020997/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_8_7_65a97319_1015_1ec1_d1f1_dcee12211825.mp3" length="97409883" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Teve gente que passou a chamar de carentena. É que a distância imposta pela disseminação do coronavírus deixou os encontros mais difíceis e, por consequência, o sexo também. Haja saudade dos afetos, das trocas, da proximidade. Não pode abraçar, não...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Teve gente que passou a chamar de carentena. É que a distância imposta pela disseminação do coronavírus deixou os encontros mais difíceis e, por consequência, o sexo também. Haja saudade dos afetos, das trocas, da proximidade. Não pode abraçar, não pode beijar, não pode chegar perto, não pode tirar a máscara... as restrições que vieram com a pandemia impuseram obstáculos ao sexo para quem tem parceiros ou parceiras casuais. E para quem tem companheiros e companheiras na mesma casa o sexo também pode ter mudado. Enquanto teve gente que viu a libido chegar ao ápice, teve gente que perdeu o tesão e não quis mesmo saber de sexo. Cada pessoa uma pessoa. E as reações a tanta incerteza, angústia, tristeza, medo e à lista de conflitos internos e externos que têm nos acompanhado neste momento é múltipla e diversa. No episódio de hoje do Elas com Elas, tem uma conversa sobre como andam as relações na quarentena. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, a psicóloga e sexóloga Ana Canosa, e a ginecologista Dúnia Valle, autora do canal @ventre.vivo no Instagram.]]></itunes:summary><itunes:duration>3045</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#75 - Os Nossos Lutos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/75-os-nossos-lutos--44021012</link><description><![CDATA[Não são números. Cada um dos centenas de milhares de mortos pelo coronavírus no Brasil têm uma história, uma trajetória, uma vida inteira. E deixam para trás famílias, núcleos de amigos, de vizinhos, de colegas de trabalho. As pessoas que ficam sofrem, se enlutam. E considerando quantas pessoas são impactadas por cada morte – os especialistas dizem que pode chegar a 10, os enlutados no Brasil estão na casa do milhão. Estamos lidando com estas perdas coletiva e individualmente. E quando digo coletivo não quero dizer que da mesma maneira. Aliás, nem pelas mesmas pessoas. Ou coisas. Porque os lutos se estendem aos processos, aos vínculos, às dinâmicas sociais, aos empregos, aos projetos, às relações que também terminaram, mudaram, se encerraram. Cada perda, uma elaboração. Neste episódio do Elas com Elas, a gente mergulha neste processo que é difícil, sim, mas talvez fique menos difícil se a gente falar sobre ele.]]></description><guid isPermaLink="false">a41c1283-f20b-4215-b276-f3e8b633199e</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021012/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_7_31_e1f90295_0637_82b6_ef28_6b3b271308a7.mp3" length="156793524" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não são números. Cada um dos centenas de milhares de mortos pelo coronavírus no Brasil têm uma história, uma trajetória, uma vida inteira. E deixam para trás famílias, núcleos de amigos, de vizinhos, de colegas de trabalho. As pessoas que ficam...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não são números. Cada um dos centenas de milhares de mortos pelo coronavírus no Brasil têm uma história, uma trajetória, uma vida inteira. E deixam para trás famílias, núcleos de amigos, de vizinhos, de colegas de trabalho. As pessoas que ficam sofrem, se enlutam. E considerando quantas pessoas são impactadas por cada morte – os especialistas dizem que pode chegar a 10, os enlutados no Brasil estão na casa do milhão. Estamos lidando com estas perdas coletiva e individualmente. E quando digo coletivo não quero dizer que da mesma maneira. Aliás, nem pelas mesmas pessoas. Ou coisas. Porque os lutos se estendem aos processos, aos vínculos, às dinâmicas sociais, aos empregos, aos projetos, às relações que também terminaram, mudaram, se encerraram. Cada perda, uma elaboração. Neste episódio do Elas com Elas, a gente mergulha neste processo que é difícil, sim, mas talvez fique menos difícil se a gente falar sobre ele.]]></itunes:summary><itunes:duration>4900</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#74 - A pandemia nas prisões</title><link>https://www.spreaker.com/episode/74-a-pandemia-nas-prisoes--44021043</link><description><![CDATA[Se a prevenção ao coronavírus já é difícil para quem tem condições de ficar protegido, de adotar medidas de isolamento, de seguir protocolos de limpeza e higiene, imagine para quem não tem. Temos olhado para várias destas populações aqui no Elas com Elas, destacando os impactos de cada das vulnerabilidades. Neste episódio, olhamos para as penitenciárias, para a situação das mulheres com restrição de liberdade. O último Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, o Infopen, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, mostrou que o país tem cerca de 43 mil mulheres atrás das grades. Os dados foram divulgados em 2018, então podemos considerar que já cresceu. As recorrentes violações dentro das prisões, que passam por ausência de condições sanitárias adequadas, já eram um problema antes da pandemia, que ganhou novos contornos com a chegada do vírus. Em março, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aprovou uma resolução com recomendações para a redução da população carcerária na tentativa de conter a disseminação do vírus no sistema prisional do país. Pouco antes, organizações de direitos humanos tinham entrado com liminar no Supremo Tribunal Federal para que medidas alternativas fossem tomadas no sentido de prevenir a exposição de presos ao vírus para a proteção da população carcerária. O ministro Marco Aurélio Mello chegou a sugerir medidas preventivas como a liberdade condicional para presos com idade igual ou superior a 60 anos; o regime domiciliar para presos entre os grupos de risco; regime domiciliar para gestantes e lactantes; regime domiciliar para presos que cometeram crimes sem violência ou grave ameaça; substituição da prisão provisória por medidas alternativas para delitos praticados sem violência ou grave ameaça. Mas plenário do STF rejeitou as medidas emergenciais sugeridas pelo ministro e a maioria da corte seguiu voto do ministro Alexandre de Moraes, que destacava que as recomendações do CNJ já eram suficientes. Neste episódio, o Elas com Elas traz um pouco de como tem sido o enfrentamento à pandemia nas penitenciárias femininas.]]></description><guid isPermaLink="false">af85a3c4-172b-4cb7-947a-81736e382b26</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021043/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_7_24_35f770b5_c96e_8ec5_7101_2cfac9a41032.mp3" length="89756215" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Se a prevenção ao coronavírus já é difícil para quem tem condições de ficar protegido, de adotar medidas de isolamento, de seguir protocolos de limpeza e higiene, imagine para quem não tem. Temos olhado para várias destas populações aqui no Elas com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Se a prevenção ao coronavírus já é difícil para quem tem condições de ficar protegido, de adotar medidas de isolamento, de seguir protocolos de limpeza e higiene, imagine para quem não tem. Temos olhado para várias destas populações aqui no Elas com Elas, destacando os impactos de cada das vulnerabilidades. Neste episódio, olhamos para as penitenciárias, para a situação das mulheres com restrição de liberdade. O último Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, o Infopen, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, mostrou que o país tem cerca de 43 mil mulheres atrás das grades. Os dados foram divulgados em 2018, então podemos considerar que já cresceu. As recorrentes violações dentro das prisões, que passam por ausência de condições sanitárias adequadas, já eram um problema antes da pandemia, que ganhou novos contornos com a chegada do vírus. Em março, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aprovou uma resolução com recomendações para a redução da população carcerária na tentativa de conter a disseminação do vírus no sistema prisional do país. Pouco antes, organizações de direitos humanos tinham entrado com liminar no Supremo Tribunal Federal para que medidas alternativas fossem tomadas no sentido de prevenir a exposição de presos ao vírus para a proteção da população carcerária. O ministro Marco Aurélio Mello chegou a sugerir medidas preventivas como a liberdade condicional para presos com idade igual ou superior a 60 anos; o regime domiciliar para presos entre os grupos de risco; regime domiciliar para gestantes e lactantes; regime domiciliar para presos que cometeram crimes sem violência ou grave ameaça; substituição da prisão provisória por medidas alternativas para delitos praticados sem violência ou grave ameaça. Mas plenário do STF rejeitou as medidas emergenciais sugeridas pelo ministro e a maioria da corte seguiu voto do ministro Alexandre de Moraes, que destacava que as recomendações do CNJ já eram suficientes. Neste episódio, o Elas com Elas traz um pouco de como tem sido o enfrentamento à pandemia nas penitenciárias femininas.]]></itunes:summary><itunes:duration>2805</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#73 - A população refugiada na pandemia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/73-a-populacao-refugiada-na-pandemia--44021058</link><description><![CDATA[Não vamos nos ater só ao juridiquês, mas olhar também para as leis vai ser importante neste episódio. Vamos falar sobre a população refugiada, um status específico dentro do tema da migração. No Brasil, o refúgio como mecanismo legal é regido pela lei 9.474 de 1997. E podem ser considerados refugiados todos que saem de seus países de origem devido a “fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas imputadas, ou devido a uma situação de grave e generalizada violação de direitos humanos.” Por que é importante saber isso? Porque nem todo migrante é refugiado e isso traz algumas diferenças jurídicas. Por exemplo, o processo de reconhecimento deste status. Todos os pedidos de refúgio no Brasil são analisados e decididos pelo Conare, o Comitê Nacional para os Refugiados, um órgão vinculado ao Ministério da Justiça. A composição do comitê é múltipla. Têm assentos integrantes de diversos ministérios e de organizações da sociedade civil que trabalham diretamente com a proteção aos refugiados. Mas nem todos que participam têm direito a voto, ainda que tenham direito a voz. É o caso do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e da Defensoria Pública da União (DPU). Dados de junho do Conare mostram que hoje o Brasil tem cerca de 43 mil estrangeiros com a condição de refúgio, a maioria venezuelanos. O número não chega a 0,5% da população de quase 210 milhões de habitantes do Brasil, apesar de argumentos não baseados em evidências que acusam um tsunami de refugiados de chegar ao país. Neste episódio, vamos trazer conversas que nos ajudam a entender melhor o que é o refúgio, como a chegada de estrangeiros contribui no desenvolvimento do país e que nos apontam como a pandemia impactou a população refugiada.<br />Contatos Conare: (61) 2025-9225 e o e-mail <a href="mailto:conare@mj.gov.br">conare@mj.gov.br</a><br />Cartilha para Solicitantes de Refúgio: <a href="https://www.acnur.org/fileadmin/Documentos/portugues/Publicacoes/2014/Cartilha_para_solicitantes_de_refugio_no_Brasil.pdf?view=1" rel="noopener">https://www.acnur.org/fileadmin/Documentos/portugues/Publicacoes/2014/Cartilha_para_solicitantes_de_refugio_no_Brasil.pdf?view=1</a>]]></description><guid isPermaLink="false">bf64a7eb-1934-4501-985b-2c570fdceec5</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021058/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_7_18_593eebb9_0120_14be_e181_e5e863a8aa48.mp3" length="261848401" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não vamos nos ater só ao juridiquês, mas olhar também para as leis vai ser importante neste episódio. Vamos falar sobre a população refugiada, um status específico dentro do tema da migração. No Brasil, o refúgio como mecanismo legal é regido pela lei...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não vamos nos ater só ao juridiquês, mas olhar também para as leis vai ser importante neste episódio. Vamos falar sobre a população refugiada, um status específico dentro do tema da migração. No Brasil, o refúgio como mecanismo legal é regido pela lei 9.474 de 1997. E podem ser considerados refugiados todos que saem de seus países de origem devido a “fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas imputadas, ou devido a uma situação de grave e generalizada violação de direitos humanos.” Por que é importante saber isso? Porque nem todo migrante é refugiado e isso traz algumas diferenças jurídicas. Por exemplo, o processo de reconhecimento deste status. Todos os pedidos de refúgio no Brasil são analisados e decididos pelo Conare, o Comitê Nacional para os Refugiados, um órgão vinculado ao Ministério da Justiça. A composição do comitê é múltipla. Têm assentos integrantes de diversos ministérios e de organizações da sociedade civil que trabalham diretamente com a proteção aos refugiados. Mas nem todos que participam têm direito a voto, ainda que tenham direito a voz. É o caso do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e da Defensoria Pública da União (DPU). Dados de junho do Conare mostram que hoje o Brasil tem cerca de 43 mil estrangeiros com a condição de refúgio, a maioria venezuelanos. O número não chega a 0,5% da população de quase 210 milhões de habitantes do Brasil, apesar de argumentos não baseados em evidências que acusam um tsunami de refugiados de chegar ao país. Neste episódio, vamos trazer conversas que nos ajudam a entender melhor o que é o refúgio, como a chegada de estrangeiros contribui no desenvolvimento do país e que nos apontam como a pandemia impactou a população refugiada.<br />Contatos Conare: (61) 2025-9225 e o e-mail <a href="mailto:conare@mj.gov.br">conare@mj.gov.br</a><br />Cartilha para Solicitantes de Refúgio: <a href="https://www.acnur.org/fileadmin/Documentos/portugues/Publicacoes/2014/Cartilha_para_solicitantes_de_refugio_no_Brasil.pdf?view=1" rel="noopener">https://www.acnur.org/fileadmin/Documentos/portugues/Publicacoes/2014/Cartilha_para_solicitantes_de_refugio_no_Brasil.pdf?view=1</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>8183</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#72 - Quem cuida de quem cuida?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/72-quem-cuida-de-quem-cuida--44021005</link><description><![CDATA[Vamos ao dicionário: cuidado. Melhor economizar definições, porque o vocábulo toma meia página. Mas vamos a algumas delas. Em que houve aprimoramento, aplicação na execução, bem-feito; comportamento vigilante, precavido, inquietação, preocupação; zelo, desvelo que se dedica a alguém ou algo; encargo, incumbência, responsabilidade; lida, trabalho, ocupação. Agora, pega tudo isso e mistura bem misturado. O zelo não tira a preocupação; a responsabilidade demanda vigilância; a dedicação não tira o tom de encargo. E é por isso que o cuidado, por mais que seja cheio de amor, que seja com a mais bela intenção de afeto, dá uma cansada... Uma vez ouvi uma especialista apontava como o cuidado nos é ensinado. E explicava que o cuidado tem três esferas principais: cuidar de si, cuidar do outro e cuidar do ambiente em que se está. Na fala, ela chamava atenção para o fato de que aos meninos não é ensinada nenhuma dessas dimensões, enquanto as meninas aprendem a olhar para as três desde muito cedo. Claro que isso tem efeitos. O cuidado é visto, muito frequentemente, como incumbência das mulheres. E não é visto como um trabalho ou, quando é, é um trabalho desvalorizado. A italiana Silvia Federici, filósofa, escritora, é alguém que traz essa pauta com força. Nos anos setenta, a autora impulsionou uma campanha por remuneração pelo trabalho doméstico. Em seus livros e em suas participações por seminários mundo afora, ela chama atenção para esse trabalho invisível e não remunerado que é fundamental para o desenvolvimento do sistema em que a gente vive, o capitalismo. Nas relações, o trabalho de cuidar de si, do outro e do ambiente fica nas costas das mulheres. Uma frase de Silvia Federici se espalhou nas ruas, talvez você já tenha visto ou ouvido, e resume bem: o que eles chamam de amor, ela diz, é trabalho não pago. E trabalho cansa, né, gente? Esgota. Exaure o corpo e a mente. Mesmo que a gente goste do trabalho, se ele é infinito, sem apoio e com acúmulo de funções, não há energia que baste. E aí? Como a gente cuida de quem cuida? Claro que o autocuidado é peça-chave. Aliás, a escritora caribenha-americana Audre Lorde dizia que cuidar de si não é autoindulgência, é autopreservação, um ato de luta política. E não é do autocuidado dos comerciais que ela fala, não, é de uma estratégia ampla e profunda de bem-estar. Fundamental. Mas será que alguém mais pode se dispor a cuidar de quem cuida? Vamos entrar nessa conversa neste episódio do Elas com Elas.<br /><br />[Relatório “Sem Parar – O trabalho e a vida das Mulheres na Pandemia”, feito pela Gênero e Número e pela Sempreviva Organização Feminista - <a href="http://mulheresnapandemia.sof.org.br/" rel="noopener">http://mulheresnapandemia.sof.org.br/</a>]<br />[Produção, apresentação, edição: Gabriela Mayer; Sonorização: José Antônio de Araújo]]]></description><guid isPermaLink="false">58af0eab-e068-403f-a89f-ea536a1ef698</guid><pubDate>Wed, 12 Aug 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021005/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_7_11_527a0d41_5869_94d0_09f1_4d09fb780338.mp3" length="120567330" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Vamos ao dicionário: cuidado. Melhor economizar definições, porque o vocábulo toma meia página. Mas vamos a algumas delas. 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Na fala, ela chamava atenção para o fato de que aos meninos não é ensinada nenhuma dessas dimensões, enquanto as meninas aprendem a olhar para as três desde muito cedo. Claro que isso tem efeitos. O cuidado é visto, muito frequentemente, como incumbência das mulheres. E não é visto como um trabalho ou, quando é, é um trabalho desvalorizado. A italiana Silvia Federici, filósofa, escritora, é alguém que traz essa pauta com força. Nos anos setenta, a autora impulsionou uma campanha por remuneração pelo trabalho doméstico. Em seus livros e em suas participações por seminários mundo afora, ela chama atenção para esse trabalho invisível e não remunerado que é fundamental para o desenvolvimento do sistema em que a gente vive, o capitalismo. Nas relações, o trabalho de cuidar de si, do outro e do ambiente fica nas costas das mulheres. Uma frase de Silvia Federici se espalhou nas ruas, talvez você já tenha visto ou ouvido, e resume bem: o que eles chamam de amor, ela diz, é trabalho não pago. E trabalho cansa, né, gente? Esgota. Exaure o corpo e a mente. Mesmo que a gente goste do trabalho, se ele é infinito, sem apoio e com acúmulo de funções, não há energia que baste. E aí? Como a gente cuida de quem cuida? Claro que o autocuidado é peça-chave. Aliás, a escritora caribenha-americana Audre Lorde dizia que cuidar de si não é autoindulgência, é autopreservação, um ato de luta política. E não é do autocuidado dos comerciais que ela fala, não, é de uma estratégia ampla e profunda de bem-estar. Fundamental. Mas será que alguém mais pode se dispor a cuidar de quem cuida? Vamos entrar nessa conversa neste episódio do Elas com Elas.<br /><br />[Relatório “Sem Parar – O trabalho e a vida das Mulheres na Pandemia”, feito pela Gênero e Número e pela Sempreviva Organização Feminista - <a href="http://mulheresnapandemia.sof.org.br/" rel="noopener">http://mulheresnapandemia.sof.org.br/</a>]<br />[Produção, apresentação, edição: Gabriela Mayer; Sonorização: José Antônio de Araújo]]]></itunes:summary><itunes:duration>3768</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#71 - Cultura do Cancelamento</title><link>https://www.spreaker.com/episode/71-cultura-do-cancelamento--44021013</link><description><![CDATA[Chegou o dia em que o dicionário, que tanto amamos e a que eu tanto recorremos, não vai dar conta de nos ajudar. Não é que a palavra não exista, mas os dicionários não estão modernizados o suficiente para dar conta do sentido de que vamos tratar neste episódio. Até dá para deduzir, mas não dá para captar as nuances. Nosso assunto é o cancelamento. Um tipo de cancelar que os frequentadores menos usuais das redes sociais talvez nem saibam o que significa. Neste mundo virtual, não são serviços ou compromissos os cancelados, são pessoas. É uma espécie de boicote, de empurrão ao ostracismo de alguém que o tribunal das redes considerou que pisou na bola. O cancelamento tem sido prática recorrente e tem nos trazido algumas questões sobre diálogo, sobre erros e acertos, sobre construções sociais. Tudo isso está na nesta mesa, em que a apresentadora Gabriela Mayer recebe Ayô Marques, socióloga, e Júlia Tolezano, a youtuber JoutJout.]]></description><guid isPermaLink="false">d7f2dc4c-a9af-4a79-870a-e798d3c4ea38</guid><pubDate>Wed, 05 Aug 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021013/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_7_4_4beb3270_593d_19ff_647a_d55d8c09d649.mp3" length="102300006" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Chegou o dia em que o dicionário, que tanto amamos e a que eu tanto recorremos, não vai dar conta de nos ajudar. Não é que a palavra não exista, mas os dicionários não estão modernizados o suficiente para dar conta do sentido de que vamos tratar neste...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Chegou o dia em que o dicionário, que tanto amamos e a que eu tanto recorremos, não vai dar conta de nos ajudar. Não é que a palavra não exista, mas os dicionários não estão modernizados o suficiente para dar conta do sentido de que vamos tratar neste episódio. Até dá para deduzir, mas não dá para captar as nuances. Nosso assunto é o cancelamento. Um tipo de cancelar que os frequentadores menos usuais das redes sociais talvez nem saibam o que significa. Neste mundo virtual, não são serviços ou compromissos os cancelados, são pessoas. É uma espécie de boicote, de empurrão ao ostracismo de alguém que o tribunal das redes considerou que pisou na bola. O cancelamento tem sido prática recorrente e tem nos trazido algumas questões sobre diálogo, sobre erros e acertos, sobre construções sociais. 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Teve uma trajetória atravessada pela educação e era uma escritora atuante, com publicações em jornais locais. Foi só em 1960 que Maria Firmina teve sua obra reconhecida. Ainda hoje, não é figura frequente nos livros, como outras mulheres e outros homens que ficaram em uma gaveta da história não aberta pela maior parte da população. Na escola, a história que aprendemos costuma girar em torno de uma narrativa única, que parte de premissas brancas e europeias para explicar o mundo. Aqui no Brasil, silenciamos parte relevante da nossa formação como país e como população. Se bobear, sabemos mais sobre a Europa do que sobre o Brasil mesmo. E o que conhecemos da construção nacional vem de fontes repetidas, de perspectivas semelhantes. Uma lei, de 2003, a de número 10.639 estabeleceu a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira e de história indígena no currículo da educação básica, mas ainda há muito a se avançar. Frequentemente, nos esquecemos que os passos dessas populações também vêm de longe e, portanto, deixamos de lado, outras facetas da história. Neste episódio do Elas com Elas, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a professora da UFF, a Universidade Federal Fluminense, Ynaê Lopes do Santos, para nos ajudar a lembrar o que estamos perdendo e como isso nos empobrece como país.]]></description><guid isPermaLink="false">22f161d2-88cc-4f33-b6ee-652c0bb3738f</guid><pubDate>Wed, 29 Jul 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021014/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_6_28_a37628fd_0fb5_4011_80b3_3f421741048e.mp3" length="81670376" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Você já ouviu falar em Maria Firmina dos Reis? Ela é considerada a primeira romancista brasileira. 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Na escola, a história que aprendemos costuma girar em torno de uma narrativa única, que parte de premissas brancas e europeias para explicar o mundo. Aqui no Brasil, silenciamos parte relevante da nossa formação como país e como população. Se bobear, sabemos mais sobre a Europa do que sobre o Brasil mesmo. E o que conhecemos da construção nacional vem de fontes repetidas, de perspectivas semelhantes. Uma lei, de 2003, a de número 10.639 estabeleceu a obrigatoriedade do ensino de história da África e das culturas africana e afro-brasileira e de história indígena no currículo da educação básica, mas ainda há muito a se avançar. Frequentemente, nos esquecemos que os passos dessas populações também vêm de longe e, portanto, deixamos de lado, outras facetas da história. Neste episódio do Elas com Elas, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a professora da UFF, a Universidade Federal Fluminense, Ynaê Lopes do Santos, para nos ajudar a lembrar o que estamos perdendo e como isso nos empobrece como país.]]></itunes:summary><itunes:duration>2553</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#69 - A pandemia e os povos indígenas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/69-a-pandemia-e-os-povos-indigenas--44021033</link><description><![CDATA[No momento da gravação deste episódio, o cacique Aritana Yawalapiti, liderança do Alto Xingu, está internado em estado grave em uma unidade de terapia intensiva do Mato Grosso. Aos 71 anos, ele contraiu a covid-19 e foi levado às pressas a um hospital de Canarana, a 838 quilômetros de Cuiabá, depois do agravamento dos sintomas respiratórios. Como ele, outras referências indígenas, de várias etnias, se contaminaram com o coronavírus. Alguns sobreviveram, outros não. Também no dia da gravação deste episódio, foi confirmada a morte por covid-19 do cacique Domingos Venite, de 68 anos, da aldeia Sapukai, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Junto com as vidas destas lideranças, são perdidos conhecimentos específicos e ancestrais concentrados nestas figuras, que são uma espécie de guardiões dos saberes. São livros vivos.<br />Em março, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena, a Sesai, apresentou medidas para ajudar a prevenir o contágio. 12 documentos foram elaborados com informações e orientações e destinados aos 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena responsáveis pelo atendimento a quase 800 mil indígenas aldeados em todo o Brasil. Os indígenas que vivem nas cidades não são considerados nos dados e nas diretrizes da Sesai. E mesmo os protocolos específicos não foram suficientes.<br />Dados da APIB, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, mostram 137 povos afetados pela pandemia até agora. Os casos confirmados de contaminação passam de 16.800. Destes casos, ainda segundo a APIB, mais de 12.000 infecções ocorreram em territórios indígenas. E 544 mortes foram registradas nas populações indígenas. As regiões do Alto Solimões e do Alto Rio Negro são as mais afetadas. Neste episódio do Elas com Elas, vamos entrar um pouco nos impactos da pandemia de coronavírus entre a população indígena, olhando para as questões sanitárias, mas também para os aspectos e movimentos sociais e culturais. Vamos falar sobre essas figuras que são depositórios de conhecimento e vamos passar também por uma questão apontada durante as entrevistas pelas mulheres com quem conversamos: o aumento da presença de grupos evangelizadores cristãos nos territórios indígenas em meio à pandemia. ]]></description><guid isPermaLink="false">fecae831-ac9c-4eaa-be38-601c095929fa</guid><pubDate>Wed, 22 Jul 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021033/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_6_21_5f69fc85_c31e_473f_e4d2_35f67601dcca.mp3" length="149464192" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>No momento da gravação deste episódio, o cacique Aritana Yawalapiti, liderança do Alto Xingu, está internado em estado grave em uma unidade de terapia intensiva do Mato Grosso. 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São livros vivos.<br />Em março, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena, a Sesai, apresentou medidas para ajudar a prevenir o contágio. 12 documentos foram elaborados com informações e orientações e destinados aos 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena responsáveis pelo atendimento a quase 800 mil indígenas aldeados em todo o Brasil. Os indígenas que vivem nas cidades não são considerados nos dados e nas diretrizes da Sesai. E mesmo os protocolos específicos não foram suficientes.<br />Dados da APIB, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, mostram 137 povos afetados pela pandemia até agora. Os casos confirmados de contaminação passam de 16.800. Destes casos, ainda segundo a APIB, mais de 12.000 infecções ocorreram em territórios indígenas. E 544 mortes foram registradas nas populações indígenas. As regiões do Alto Solimões e do Alto Rio Negro são as mais afetadas. Neste episódio do Elas com Elas, vamos entrar um pouco nos impactos da pandemia de coronavírus entre a população indígena, olhando para as questões sanitárias, mas também para os aspectos e movimentos sociais e culturais. Vamos falar sobre essas figuras que são depositórios de conhecimento e vamos passar também por uma questão apontada durante as entrevistas pelas mulheres com quem conversamos: o aumento da presença de grupos evangelizadores cristãos nos territórios indígenas em meio à pandemia. ]]></itunes:summary><itunes:duration>4671</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#68 - Vidas Negras na Pandemia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/68-vidas-negras-na-pandemia--44021007</link><description><![CDATA[O Elas com Elas já trouxe para a mesa conversas sobre como a pandemia desvela desigualdades vividas pelo Brasil. E hoje voltamos ao tema com enfoque nas desigualdades raciais. Dizer que Vidas Negras Importam não é só um reforço contra a violência policial, mas é um lembrete de que há existências negadas, há vidas menos valorizadas. E numa sobreposição de crises como a que vivemos - uma crise sanitária, humanitária, econômica, política – isso fica gritante. Na cidade de São Paulo, a chance de sobreviver ao contrair a COVID-19 é três vezes maior em um bairro rico do que em um bairro periférico. E os moradores dessas periferias são, na maioria, pretos e pardos. Mas não é só no acesso à saúde que essa violência se evidencia e nas conversas de hoje vamos partir da pandemia e avançar, falar sobre como o racismo estrutura caminhos possíveis e caminhos impossíveis e de que forma isso se mostra agora. Repetimos, nas entrevistas, uma mesma pergunta: os momentos de crise evidenciam as desigualdades que já vivemos?]]></description><guid isPermaLink="false">0a90c5e7-96f7-4f1c-a622-e4c562351afb</guid><pubDate>Wed, 15 Jul 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021007/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_6_14_5d11ba3b_35b5_fd8c_11e7_e0fd216179c8.mp3" length="71459634" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Elas com Elas já trouxe para a mesa conversas sobre como a pandemia desvela desigualdades vividas pelo Brasil. E hoje voltamos ao tema com enfoque nas desigualdades raciais. Dizer que Vidas Negras Importam não é só um reforço contra a violência...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O Elas com Elas já trouxe para a mesa conversas sobre como a pandemia desvela desigualdades vividas pelo Brasil. E hoje voltamos ao tema com enfoque nas desigualdades raciais. Dizer que Vidas Negras Importam não é só um reforço contra a violência policial, mas é um lembrete de que há existências negadas, há vidas menos valorizadas. E numa sobreposição de crises como a que vivemos - uma crise sanitária, humanitária, econômica, política – isso fica gritante. Na cidade de São Paulo, a chance de sobreviver ao contrair a COVID-19 é três vezes maior em um bairro rico do que em um bairro periférico. E os moradores dessas periferias são, na maioria, pretos e pardos. Mas não é só no acesso à saúde que essa violência se evidencia e nas conversas de hoje vamos partir da pandemia e avançar, falar sobre como o racismo estrutura caminhos possíveis e caminhos impossíveis e de que forma isso se mostra agora. Repetimos, nas entrevistas, uma mesma pergunta: os momentos de crise evidenciam as desigualdades que já vivemos?]]></itunes:summary><itunes:duration>2234</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#67 - Uma conversa sobre a branquitude, com Lia Vainer Schucman</title><link>https://www.spreaker.com/episode/67-uma-conversa-sobre-a-branquitude-com-lia-vainer-schucman--44021065</link><description><![CDATA[Não consigo respirar. O último apelo de George Floyd antes de ser morto por um policial nos Estados Unidos entrou na casa de cada pessoa que assistiu à cena do agente branco ajoelhado no pescoço do homem negro por oito minutos. A falta de ar, sintoma que assustou agora o mundo inteiro por causa de um vírus, já fazia parte da vida de milhões de pessoas que são tratadas de forma diferente por causa da cor da pele. O racismo entra na vida de todos nós, mas no caso das pessoas que não são brancas, ele pode terminar em morte. Enfatizar que Vidas Negras Importam é lembrar que as violências são cotidianas. Não tem a ver apenas com a segurança pública, com a polícia, mas com uma constante e enfática negação de direitos em tantas áreas.<br />Os protestos, as manifestações virtuais que nasceram depois deste assassinato nos Estados Unidos ganharam força também no Brasil e parecem, desta vez, ter chamado atenção de mais brancos. Uma palavra ganhou força: o antirracismo. Ainda com confusão de significados, ainda com usos retóricos, mas acendeu uma luz a quem de fato tem a intenção de construir igualdade. Mas toda vez que trazemos o tema pra pauta, pensamos na população não-branca, discutimos o que é ser negro, o que é ser indígena... E é importante que assim seja. Mas também é importante que não seja só assim. Para uma construção antirracista, é urgente que pensemos sobre o que é ser branco. O que significa a branquitude. O que o espelho diz a nós, brancos, quando olhamos para ele. Este episódio do Elas com Elas propõe uma conversa sobre a branquitude e para isso convidou uma pesquisadora fundamental do tema para nos ajudar a entender, a psicóloga social Lia Vainer Schucman, professora da Universidade Federal de Santa Catarina.]]></description><guid isPermaLink="false">75f14dd1-1cb7-4986-a721-c3ab28500408</guid><pubDate>Wed, 08 Jul 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021065/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_6_7_88269594_44100_2_e41bdd5284bd3.mp3" length="70521733" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não consigo respirar. O último apelo de George Floyd antes de ser morto por um policial nos Estados Unidos entrou na casa de cada pessoa que assistiu à cena do agente branco ajoelhado no pescoço do homem negro por oito minutos. A falta de ar, sintoma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não consigo respirar. O último apelo de George Floyd antes de ser morto por um policial nos Estados Unidos entrou na casa de cada pessoa que assistiu à cena do agente branco ajoelhado no pescoço do homem negro por oito minutos. A falta de ar, sintoma que assustou agora o mundo inteiro por causa de um vírus, já fazia parte da vida de milhões de pessoas que são tratadas de forma diferente por causa da cor da pele. O racismo entra na vida de todos nós, mas no caso das pessoas que não são brancas, ele pode terminar em morte. Enfatizar que Vidas Negras Importam é lembrar que as violências são cotidianas. Não tem a ver apenas com a segurança pública, com a polícia, mas com uma constante e enfática negação de direitos em tantas áreas.<br />Os protestos, as manifestações virtuais que nasceram depois deste assassinato nos Estados Unidos ganharam força também no Brasil e parecem, desta vez, ter chamado atenção de mais brancos. Uma palavra ganhou força: o antirracismo. Ainda com confusão de significados, ainda com usos retóricos, mas acendeu uma luz a quem de fato tem a intenção de construir igualdade. Mas toda vez que trazemos o tema pra pauta, pensamos na população não-branca, discutimos o que é ser negro, o que é ser indígena... E é importante que assim seja. Mas também é importante que não seja só assim. Para uma construção antirracista, é urgente que pensemos sobre o que é ser branco. O que significa a branquitude. O que o espelho diz a nós, brancos, quando olhamos para ele. Este episódio do Elas com Elas propõe uma conversa sobre a branquitude e para isso convidou uma pesquisadora fundamental do tema para nos ajudar a entender, a psicóloga social Lia Vainer Schucman, professora da Universidade Federal de Santa Catarina.]]></itunes:summary><itunes:duration>2204</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#66 - Divórcio</title><link>https://www.spreaker.com/episode/66-divorcio--44021001</link><description><![CDATA[Um divórcio para cada três casamentos. Estes são os números brasileiros, segundo o IBGE. Em 2018, foram 385.246 divórcios registrados no país – a maioria, mais de 306 mil, concluídos por via judicial. Vale mencionar que divórcios e casamentos têm feito curvas contrárias no gráfico: enquanto a quantidade de uniões diminuiu 2,3% entre 2016 e 2017, a taxa de separações aumentou 8,3% no mesmo período. Divórcio é uma realidade recente, foi legalizado em 1977 no Brasil. Antes disso, havia o desquite, que acabava com os deveres conjugais e terminava com a sociedade conjugal, permitindo a divisão de bens, mas ninguém do casal poderia recomeçar ao lado de outra pessoa formalmente. Foram várias etapas até que a indissolubilidade do casamento, que chegou a ser preceito constitucional, ficasse para trás. E o que vem depois da separação? Hoje, superadas as dificuldades legais, como ficam os obstáculos culturais, sociais, emocionais? Este episódio está à moda antiga, com as convidadas reunidas na mesa; foi gravado antes da pandemia e só iria ao ar depois que atravessássemos este período. Mas diante do crescimento dos rompimentos na quarentena, resolvemos trazer a conversa agora mesmo. A plataforma Divórcio Consensual, que une advogados a pessoas que querem terminar a relação, aponta crescimento de 30% nas solicitações entre março e maio na comparação com o trimestre anterior. O Google também registrou um boom em pesquisas do tipo: “como dar entrada em um divórcio”. Vamos falar sobre isso no Elas com Elas de hoje, que recebe a advogada especialista em direito de família Charmila Rodrigues, a executiva de RH Patrícia Santos, fundadora da EmpregueAfro, e a psicanalista Belinda Mandelbaum, professora de psicologia social da USP e coordenadora do Laboratório da Família, Relações de Gênero e Sexualidade.]]></description><guid isPermaLink="false">edfb9e2c-865a-4e99-808e-167056792a8e</guid><pubDate>Thu, 02 Jul 2020 02:21:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021001/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_6_2_86958101_44100_2_c32b0db8f8ae5.mp3" length="123299111" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Um divórcio para cada três casamentos. Estes são os números brasileiros, segundo o IBGE. Em 2018, foram 385.246 divórcios registrados no país – a maioria, mais de 306 mil, concluídos por via judicial. 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Hoje, superadas as dificuldades legais, como ficam os obstáculos culturais, sociais, emocionais? Este episódio está à moda antiga, com as convidadas reunidas na mesa; foi gravado antes da pandemia e só iria ao ar depois que atravessássemos este período. Mas diante do crescimento dos rompimentos na quarentena, resolvemos trazer a conversa agora mesmo. A plataforma Divórcio Consensual, que une advogados a pessoas que querem terminar a relação, aponta crescimento de 30% nas solicitações entre março e maio na comparação com o trimestre anterior. O Google também registrou um boom em pesquisas do tipo: “como dar entrada em um divórcio”. Vamos falar sobre isso no Elas com Elas de hoje, que recebe a advogada especialista em direito de família Charmila Rodrigues, a executiva de RH Patrícia Santos, fundadora da EmpregueAfro, e a psicanalista Belinda Mandelbaum, professora de psicologia social da USP e coordenadora do Laboratório da Família, Relações de Gênero e Sexualidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>3854</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#65 - Diversidade Sexual</title><link>https://www.spreaker.com/episode/65-diversidade-sexual--44021039</link><description><![CDATA[Junho é o mês do orgulho LGBTQI+. Em 28 de junho de 1969, a truculência das batidas policiais recorrentes ao Stonewall Inn, bar em Nova York que era ponto de encontro da comunidade LGBT, encontrou forte resistência. Um grupo de pessoas reuniu-se ao redor do bar para impedir que a polícia levasse os detidos. E a resposta policial foi mais repressão. O evento foi o estopim para uma série de manifestações de luta pela liberdade que ocorreram nos dias seguintes. Um ano depois, 1970, os Estados Unidos sediaram, no próprio 28 de junho, a primeira parada formal, previamente organizada, do orgulho LGBT. Apesar de trazermos esse tema mais uma vez à mesa agora, vale dizer que toda hora é hora para falar de diversidade sexual. Aliás, se o calendário for pautar o debate, tem datas o ano inteiro a serem lembradas: 29 de agosto, por exemplo, é Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, 23 de setembro, da Visibilidade Bissexual, 31 de março, da Visibilidade Trans...<br />A luta pela visibilidade guia os debates, que ainda precisam falar recorrentemente de violência e da falta de acesso efetivo a direitos. O Elas com Elas traz hoje à mesa três mulheres para nos ajudarem a pensar sobre a diversidade sexual e a luz que se joga sobre ela hoje no Brasil. Nossa ideia não é, de nenhuma maneira, esgotar o tema, nem mesmo as letras da sigla. Mas abrir uma porta para o reconhecimento das tantas lutas e das tantas histórias que os rótulos que atribuímos ao mundo escondem.]]></description><guid isPermaLink="false">b999bf59-731d-4ea8-a2b1-27675df51746</guid><pubDate>Wed, 24 Jun 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021039/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_5_23_84750038_44100_2_49ef67d732251.mp3" length="127533874" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Junho é o mês do orgulho LGBTQI+. 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Aliás, se o calendário for pautar o debate, tem datas o ano inteiro a serem lembradas: 29 de agosto, por exemplo, é Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, 23 de setembro, da Visibilidade Bissexual, 31 de março, da Visibilidade Trans...<br />A luta pela visibilidade guia os debates, que ainda precisam falar recorrentemente de violência e da falta de acesso efetivo a direitos. O Elas com Elas traz hoje à mesa três mulheres para nos ajudarem a pensar sobre a diversidade sexual e a luz que se joga sobre ela hoje no Brasil. Nossa ideia não é, de nenhuma maneira, esgotar o tema, nem mesmo as letras da sigla. Mas abrir uma porta para o reconhecimento das tantas lutas e das tantas histórias que os rótulos que atribuímos ao mundo escondem.]]></itunes:summary><itunes:duration>3986</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#64 - Reconhecendo privilégios</title><link>https://www.spreaker.com/episode/64-reconhecendo-privilegios--44021035</link><description><![CDATA[Não precisava de pandemia para saber o quanto é desigual a nossa sociedade. Mas os tempos correntes estapearam as desigualdades na nossa cara. Ficaram claríssimas! O sétimo lugar de país mais desigual do mundo que o Brasil ocupa, levando em consideração os parâmetros do coeficiente de gini, que mede desigualdade e distribuição de renda, ganhou concretude: na forma de acesso, de proteção, de escolha. Acesso porque as estatísticas deixaram claro que o vírus não escolhe destino, mas um tratamento de qualidade faz diferença na sobrevida – em capitais como São Paulo, os bairros ricos registraram os maiores números de casos; e alguns bairros pobres, com índices muito menores, se igualaram em mortes. Proteção porque nem mesmo a casa virou lugar de segurança quando a medida fundamental é o isolamento e tem muita gente que não pode se isolar da família com quem divide um único cômodo ou uma casa pequena. Escolha porque enquanto nós, da classe média, decidimos ficar em casa – e foi uma escolha acertada, muita gente não teve essa opção: ou os patrões não liberaram, ou a necessidade de colocar comida na mesa falou mais alto. E aí voltamos a discutir o que já estava na pauta de uma bolha: os nossos privilégios. Reconhecê-los ficou mais fácil desde o início da pandemia e é sobre isso que falamos hoje no Elas com Elas.]]></description><guid isPermaLink="false">fb340196-8695-4d17-874e-5146e985a15c</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021035/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_8_71316551_44100_2_d0073ba119d1b.mp3" length="45476783" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não precisava de pandemia para saber o quanto é desigual a nossa sociedade. Mas os tempos correntes estapearam as desigualdades na nossa cara. Ficaram claríssimas! O sétimo lugar de país mais desigual do mundo que o Brasil ocupa, levando em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não precisava de pandemia para saber o quanto é desigual a nossa sociedade. Mas os tempos correntes estapearam as desigualdades na nossa cara. Ficaram claríssimas! O sétimo lugar de país mais desigual do mundo que o Brasil ocupa, levando em consideração os parâmetros do coeficiente de gini, que mede desigualdade e distribuição de renda, ganhou concretude: na forma de acesso, de proteção, de escolha. Acesso porque as estatísticas deixaram claro que o vírus não escolhe destino, mas um tratamento de qualidade faz diferença na sobrevida – em capitais como São Paulo, os bairros ricos registraram os maiores números de casos; e alguns bairros pobres, com índices muito menores, se igualaram em mortes. Proteção porque nem mesmo a casa virou lugar de segurança quando a medida fundamental é o isolamento e tem muita gente que não pode se isolar da família com quem divide um único cômodo ou uma casa pequena. Escolha porque enquanto nós, da classe média, decidimos ficar em casa – e foi uma escolha acertada, muita gente não teve essa opção: ou os patrões não liberaram, ou a necessidade de colocar comida na mesa falou mais alto. E aí voltamos a discutir o que já estava na pauta de uma bolha: os nossos privilégios. Reconhecê-los ficou mais fácil desde o início da pandemia e é sobre isso que falamos hoje no Elas com Elas.]]></itunes:summary><itunes:duration>2843</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#63 - Impacto financeiro da pandemia nas mulheres</title><link>https://www.spreaker.com/episode/63-impacto-financeiro-da-pandemia-nas-mulheres--44021061</link><description><![CDATA[A “Síntese de Indicadores Sociais 2019”, do IBGE, apontou que as mulheres estão desocupadas em maior proporção, têm menores rendimentos e estão mais sujeitas à informalidade que os homens. Em 2018, de acordo com o levantamento, enquanto a taxa de participação dos homens no mercado de trabalho foi de 72%, a das mulheres foi de 52,9%. Apesar de terem uma formação educacional melhor, maiores índices de conclusão do ensino superior, elas enfrentam barreiras para acessar o mercado formal. O acúmulo de funções, a sobrecarga social e a discriminação são alguns deles. Em um momento em que quem está na informalidade sente com mais peso os impactos do mundo virando de ponta cabeça, as mulheres também carregam mais essa nas costas. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre o impacto financeira da pandemia na vida de mulheres. Você vai ouvir três entrevistas: a primeira com uma economista que traça um panorama da vida financeira das mulheres; a segunda, com uma trabalhadora informal, mãe solo, que está penando para colocar comida na mesa; e por fim a conversa com uma empreendedora que emprega outras tantas mulheres no negócio dela formalmente e está se reinventando para fechar as contas e manter a equipe.]]></description><guid isPermaLink="false">05939cd6-cac1-4d15-850f-648b94b7846b</guid><pubDate>Wed, 10 Jun 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021061/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_8_71314911_44100_2_da4fb3925032a.mp3" length="44258850" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A “Síntese de Indicadores Sociais 2019”, do IBGE, apontou que as mulheres estão desocupadas em maior proporção, têm menores rendimentos e estão mais sujeitas à informalidade que os homens. 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Você vai ouvir três entrevistas: a primeira com uma economista que traça um panorama da vida financeira das mulheres; a segunda, com uma trabalhadora informal, mãe solo, que está penando para colocar comida na mesa; e por fim a conversa com uma empreendedora que emprega outras tantas mulheres no negócio dela formalmente e está se reinventando para fechar as contas e manter a equipe.]]></itunes:summary><itunes:duration>2767</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#62 - Mulheres na ciência: medicamentos e vacinas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/62-mulheres-na-ciencia-medicamentos-e-vacinas--44021067</link><description><![CDATA[Mais uma vez o Elas com Elas convida a ciência para chegar mais perto. Neste episódio com o objetivo de entender o caminho de desenvolvimento dos medicamentos e das vacinas, tão ansiados por nós todos neste momento. A elaboração e o desenvolvimento de tratamentos, para os quais antes só olhávamos de esguelha, agora acompanhamos mais de perto, tentando conhecer etapas, saber detalhes dos testes, entender como tudo isso pode ser acelerado. O Elas com Elas propõe conhecer um pouco mais os ritos científicos. Primeiro, numa conversa sobre a ciência e sobre os medicamentos, para que fique claro as etapas que talvez estejamos querendo saltar em meio à pandemia. Depois, uma entrevista sobre as vacinas, para entender como elas são desenvolvidas e como elas atuam como fator de proteção social. Em comum, as duas conversas nos mostram os caminhos para o desenvolvimento científico, para a evolução das abordagens da saúde e para a cooperação entre a ciência e todas as áreas que a aplicam.]]></description><guid isPermaLink="false">81a1d9da-d4d1-4cee-b861-aaf1264e1308</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021067/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_6_70794261_44100_2_5a09cb3c43291.mp3" length="43654481" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Mais uma vez o Elas com Elas convida a ciência para chegar mais perto. Neste episódio com o objetivo de entender o caminho de desenvolvimento dos medicamentos e das vacinas, tão ansiados por nós todos neste momento. A elaboração e o desenvolvimento de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Mais uma vez o Elas com Elas convida a ciência para chegar mais perto. Neste episódio com o objetivo de entender o caminho de desenvolvimento dos medicamentos e das vacinas, tão ansiados por nós todos neste momento. A elaboração e o desenvolvimento de tratamentos, para os quais antes só olhávamos de esguelha, agora acompanhamos mais de perto, tentando conhecer etapas, saber detalhes dos testes, entender como tudo isso pode ser acelerado. O Elas com Elas propõe conhecer um pouco mais os ritos científicos. Primeiro, numa conversa sobre a ciência e sobre os medicamentos, para que fique claro as etapas que talvez estejamos querendo saltar em meio à pandemia. Depois, uma entrevista sobre as vacinas, para entender como elas são desenvolvidas e como elas atuam como fator de proteção social. Em comum, as duas conversas nos mostram os caminhos para o desenvolvimento científico, para a evolução das abordagens da saúde e para a cooperação entre a ciência e todas as áreas que a aplicam.]]></itunes:summary><itunes:duration>2729</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#61 - A pandemia e as mulheres da periferia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/61-a-pandemia-e-as-mulheres-da-periferia--44021015</link><description><![CDATA[Mais de 13 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil. Isso significa dizer que elas sobrevivem com uma renda média de até R$ 420 mensais. Abaixo da linha da pobreza estão também 63% das casas comandadas por mulheres negras com filhos de até 14 anos. E a pandemia chega de forma diferente à vida delas. Uma das entrevistadas de hoje do Elas com Elas disse bem: não estamos todos no mesmo barco. Podemos até estar no mesmo mar, mas uns cruzam a tempestade de iate e outros agarrados a um tronco. No episódio de hoje, conversamos com mulheres de regiões periféricas do Brasil para entender como as mudanças provocadas pelo coronavírus têm afetado a vida delas. O que mudou na rotina, nos planos, quais são as novas preocupações e como elas têm atravessado este momento.]]></description><guid isPermaLink="false">084cfd16-5f64-4d5f-bade-11b645e85981</guid><pubDate>Wed, 27 May 2020 15:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021015/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_6_70792990_44100_2_9de838021b8a2.mp3" length="32507928" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Mais de 13 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil. Isso significa dizer que elas sobrevivem com uma renda média de até R$ 420 mensais. Abaixo da linha da pobreza estão também 63% das casas comandadas por mulheres negras com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Mais de 13 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil. Isso significa dizer que elas sobrevivem com uma renda média de até R$ 420 mensais. Abaixo da linha da pobreza estão também 63% das casas comandadas por mulheres negras com filhos de até 14 anos. E a pandemia chega de forma diferente à vida delas. Uma das entrevistadas de hoje do Elas com Elas disse bem: não estamos todos no mesmo barco. Podemos até estar no mesmo mar, mas uns cruzam a tempestade de iate e outros agarrados a um tronco. No episódio de hoje, conversamos com mulheres de regiões periféricas do Brasil para entender como as mudanças provocadas pelo coronavírus têm afetado a vida delas. O que mudou na rotina, nos planos, quais são as novas preocupações e como elas têm atravessado este momento.]]></itunes:summary><itunes:duration>2032</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#60 - Mulheres em Tempos de Pandemia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/60-mulheres-em-tempos-de-pandemia--44021077</link><description><![CDATA[Você já deve ter ouvido ou lido essa frase estampada por aí: "Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados". E Simone de Beauvoir não estava prevendo exatamente uma pandemia de coronavírus – ainda que outras pandemias já tivessem marcado a história do mundo, é verdade. Pois pense bem: nada como uma pandemia para juntar crises de vários tipos e, portanto, perdas de direitos em nível elevado. Claro que todo mundo é impactado com uma pandemia, mas é sempre importante fazer o recorte de gênero, de raça, de classe, de sexualidade e de outros indicadores que fazem com que as desigualdades fiquem gritantes. Neste episódio do Elas com Elas, vamos falar sobre o relatório Mulheres em Tempos de Pandemia, feito pela Think Olga e pela Think Eva, para apontar como os efeitos do coronavírus se manifestam na vida das mulheres – mulheres diversas – e quais são os caminhos para sairmos disso melhores. Na primeira entrevista, trazemos um panorama geral do documento, que está dividido em três eixos: violência contra as mulheres, economia e trabalho e mulheres e saúde. Na sequência, trazemos uma conversa para aprofundar o eixo dois e outra, o eixo três (a violência contra as mulheres foi tema de um episódio inteiro – quando terminar este aqui, volta um pouquinho aqui no seu feed).<br /><a href="https://www.acreditar.org.br/" rel="noopener">https://www.acreditar.org.br/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">8bdb9524-3725-43a3-b6c6-36c42874b36f</guid><pubDate>Wed, 20 May 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021077/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_5_70400171_44100_2_f67afb1c8f268.mp3" length="111059594" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Você já deve ter ouvido ou lido essa frase estampada por aí: "Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados". E Simone de Beauvoir não estava prevendo exatamente uma pandemia de coronavírus –...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Você já deve ter ouvido ou lido essa frase estampada por aí: "Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados". E Simone de Beauvoir não estava prevendo exatamente uma pandemia de coronavírus – ainda que outras pandemias já tivessem marcado a história do mundo, é verdade. Pois pense bem: nada como uma pandemia para juntar crises de vários tipos e, portanto, perdas de direitos em nível elevado. Claro que todo mundo é impactado com uma pandemia, mas é sempre importante fazer o recorte de gênero, de raça, de classe, de sexualidade e de outros indicadores que fazem com que as desigualdades fiquem gritantes. Neste episódio do Elas com Elas, vamos falar sobre o relatório Mulheres em Tempos de Pandemia, feito pela Think Olga e pela Think Eva, para apontar como os efeitos do coronavírus se manifestam na vida das mulheres – mulheres diversas – e quais são os caminhos para sairmos disso melhores. Na primeira entrevista, trazemos um panorama geral do documento, que está dividido em três eixos: violência contra as mulheres, economia e trabalho e mulheres e saúde. Na sequência, trazemos uma conversa para aprofundar o eixo dois e outra, o eixo três (a violência contra as mulheres foi tema de um episódio inteiro – quando terminar este aqui, volta um pouquinho aqui no seu feed).<br /><a href="https://www.acreditar.org.br/" rel="noopener">https://www.acreditar.org.br/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3471</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#59 - Mulheres na linha de frente da saúde</title><link>https://www.spreaker.com/episode/59-mulheres-na-linha-de-frente-da-saude--44021069</link><description><![CDATA[Linha de frente. Quantas vezes você já ouviu essa expressão desde que a pandemia começou? Temos usado para falar de quem está exposto, à frente dos esforços para o combate ao coronavírus, gente que está trabalhando diretamente com a pandemia. De vários jeitos: na saúde, na imprensa, na segurança pública, na higiene e na limpeza. Quando falamos de linha de frente, estamos falando de muita gente. E neste episódio nós vamos conhecer a história de algumas mulheres que puxam o carro nestes trabalhos - mas focamos na área da saúde. É que as mulheres compõem 70% do quadro de profissionais da saúde. Se olharmos para auxiliares e técnicos de enfermagem no Brasil, o número sobe para 84,7%, segundo o Perfil da Enfermagem no Brasil, feito pelo Conselho Federal de Enfermagem e pela Fiocruz. Um trabalho de cuidar dos outros que normalmente já não é fácil, mas agora, no meio de uma epidemia, ganha contornos que evidenciam a relevância, a potência e também as fragilidades destas profissionais. Não bastasse cuidar de tanta gente, ainda têm que cuidar de si mesmas. Na Itália, uma média de 10% dos infectados pelo coronavírus ao longo da duração da pandemia é de profissionais da saúde. Neste episódio, vamos conhecer um pouco da rotina, do trabalho e da vida de algumas destas brasileiras. Dividimos as conversas em quatro: na primeira, uma enfermeira que atua diretamente com os pacientes da COVID-19 no sul do país; depois, uma médica de Minas Gerais que trabalha em uma unidade de saúde e no centro de COVID montado na capital, Belo Horizonte – ela conta o que mudou nas duas frentes; a terceira conversa é com uma fisioterapeuta que está preparando a equipe para receber pacientes como coronavírus em Sergipe, um estado com um número ainda baixo de casos; e a última parte do episódio trazer uma conversa com uma gestora, secretária de saúde de um município no interior do Ceará, que nos ajuda a enxergar os desafios da reorganização de um sistema de saúde e das dinâmicas de assistência para responder a uma emergência. ]]></description><guid isPermaLink="false">22ccea53-d8f2-4f9d-a7fb-def2412c6abb</guid><pubDate>Wed, 13 May 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021069/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_5_70397236_44100_2_c07f7d4d07b7f.mp3" length="64503121" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Linha de frente. 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Se olharmos para auxiliares e técnicos de enfermagem no Brasil, o número sobe para 84,7%, segundo o Perfil da Enfermagem no Brasil, feito pelo Conselho Federal de Enfermagem e pela Fiocruz. Um trabalho de cuidar dos outros que normalmente já não é fácil, mas agora, no meio de uma epidemia, ganha contornos que evidenciam a relevância, a potência e também as fragilidades destas profissionais. Não bastasse cuidar de tanta gente, ainda têm que cuidar de si mesmas. Na Itália, uma média de 10% dos infectados pelo coronavírus ao longo da duração da pandemia é de profissionais da saúde. Neste episódio, vamos conhecer um pouco da rotina, do trabalho e da vida de algumas destas brasileiras. Dividimos as conversas em quatro: na primeira, uma enfermeira que atua diretamente com os pacientes da COVID-19 no sul do país; depois, uma médica de Minas Gerais que trabalha em uma unidade de saúde e no centro de COVID montado na capital, Belo Horizonte – ela conta o que mudou nas duas frentes; a terceira conversa é com uma fisioterapeuta que está preparando a equipe para receber pacientes como coronavírus em Sergipe, um estado com um número ainda baixo de casos; e a última parte do episódio trazer uma conversa com uma gestora, secretária de saúde de um município no interior do Ceará, que nos ajuda a enxergar os desafios da reorganização de um sistema de saúde e das dinâmicas de assistência para responder a uma emergência. ]]></itunes:summary><itunes:duration>4032</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#58 - A bioética e a difícil escolha de priorizar pacientes</title><link>https://www.spreaker.com/episode/58-a-bioetica-e-a-dificil-escolha-de-priorizar-pacientes--44021073</link><description><![CDATA[Quando as notícias que vinham da Itália começaram a se espalhar, nos assustamos. Ouvíamos as histórias dos idosos que eram preteridos na hora de definir quem receberia o único respirador disponível, ou até aqueles que abriam mão de receber o recurso quando havia um paciente mais jovem também em estado grave. Como determinar prioridades nesta hora? Uma discussão antes técnica, da qual não fazíamos questão de participar, bateu à nossa porta, afinal, também queríamos saber como se decide quem vive e quem morre, como tanta gente passou a dizer. São decisões complexas, que levam em conta critérios técnicos, e que deveriam estar norteadas em diretrizes definidas antes mesmo que as escolhas precisem ser feitas. No Brasil, o primeiro protocolo nacional nasceu há pouco, depois de muita expectativa da comunidade dos profissionais de saúde, que ainda não tinha um direcionamento unificado em meio à pandemia do coronavírus. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre a bioética, que joga luz sobre essas escolhas, e explica como elas são aplicadas. Para dar os devidos créditos e aproveitar para te fazer uma sugestão de outra escuta que vale a pena, foi no podcast Finitude, da jornalista Juliana Dantas, programa que fala sobre terminalidade, luto, saúde e tantos outros temas urgentes, que conhecemos as duas entrevistadas que você ouve aqui. Elas participaram do episódio As Escolhas de Sofia, discutindo estas questões que trazemos à mesa do Elas com Elas. Na primeira parte, um panorama teórico para entendermos que área é essa e onde estamos pisando. Na segunda parte, a aplicação desta teoria.]]></description><guid isPermaLink="false">eee06bb1-f370-4539-ba92-baa79dbdcbe4</guid><pubDate>Wed, 06 May 2020 04:00:00 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021073/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_4_5_70395951_44100_2_2f0b2195b35b1.mp3" length="49331203" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Quando as notícias que vinham da Itália começaram a se espalhar, nos assustamos. Ouvíamos as histórias dos idosos que eram preteridos na hora de definir quem receberia o único respirador disponível, ou até aqueles que abriam mão de receber o recurso...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Quando as notícias que vinham da Itália começaram a se espalhar, nos assustamos. Ouvíamos as histórias dos idosos que eram preteridos na hora de definir quem receberia o único respirador disponível, ou até aqueles que abriam mão de receber o recurso quando havia um paciente mais jovem também em estado grave. Como determinar prioridades nesta hora? Uma discussão antes técnica, da qual não fazíamos questão de participar, bateu à nossa porta, afinal, também queríamos saber como se decide quem vive e quem morre, como tanta gente passou a dizer. São decisões complexas, que levam em conta critérios técnicos, e que deveriam estar norteadas em diretrizes definidas antes mesmo que as escolhas precisem ser feitas. No Brasil, o primeiro protocolo nacional nasceu há pouco, depois de muita expectativa da comunidade dos profissionais de saúde, que ainda não tinha um direcionamento unificado em meio à pandemia do coronavírus. Neste episódio do Elas com Elas, falamos sobre a bioética, que joga luz sobre essas escolhas, e explica como elas são aplicadas. Para dar os devidos créditos e aproveitar para te fazer uma sugestão de outra escuta que vale a pena, foi no podcast Finitude, da jornalista Juliana Dantas, programa que fala sobre terminalidade, luto, saúde e tantos outros temas urgentes, que conhecemos as duas entrevistadas que você ouve aqui. Elas participaram do episódio As Escolhas de Sofia, discutindo estas questões que trazemos à mesa do Elas com Elas. Na primeira parte, um panorama teórico para entendermos que área é essa e onde estamos pisando. Na segunda parte, a aplicação desta teoria.]]></itunes:summary><itunes:duration>3084</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>#57 - Mulheres na Ciência: História das Epidemias</title><link>https://www.spreaker.com/episode/57-mulheres-na-ciencia-historia-das-epidemias--44021004</link><description><![CDATA[Se você tem menos de 100 anos, provavelmente está vivendo uma situação inédita. Mas se de repente tem vivências centenárias para compartilhar, se lembra daquele fim de Primeira Guerra Mundial: como se já não bastasse um conflito planetário, um inimigo invisível também deixou combatentes pelo caminho. A gripe espanhola teve a primeira onda em 1918 e tem sido muito comparada à pandemia de coronavírus que vivemos agora. Naquela época, o vírus também atravessou continentes, circulou pelo mundo, fez casos leves, médios e graves; deixou muitas vítimas. Também se falava em ficar em casa, não com essa intensidade, mas evitar as aglomerações era recomendação da mesma forma que agora. Neste episódio do Elas com Elas, vamos mergulhar brevemente na história da medicina, para lembrar outras pandemias ou epidemias que passaram pelo nosso caminho. Na primeira parte do episódio, uma conversa especificamente sobre a gripe espanhola - de repente podemos aprender algo com ela. Na segunda parte, um olhar mais abrangente para a história das doenças, lembrando outros microorganismos que impactaram a humanidade.]]></description><guid isPermaLink="false">bbe4d792-b113-4e88-85eb-4c7c252c8f88</guid><pubDate>Tue, 28 Apr 2020 21:16:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021004/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_3_28_68474468_44100_2_bfbb18f2ff432.mp3" length="36081896" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Se você tem menos de 100 anos, provavelmente está vivendo uma situação inédita. Mas se de repente tem vivências centenárias para compartilhar, se lembra daquele fim de Primeira Guerra Mundial: como se já não bastasse um conflito planetário, um inimigo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Se você tem menos de 100 anos, provavelmente está vivendo uma situação inédita. Mas se de repente tem vivências centenárias para compartilhar, se lembra daquele fim de Primeira Guerra Mundial: como se já não bastasse um conflito planetário, um inimigo invisível também deixou combatentes pelo caminho. A gripe espanhola teve a primeira onda em 1918 e tem sido muito comparada à pandemia de coronavírus que vivemos agora. Naquela época, o vírus também atravessou continentes, circulou pelo mundo, fez casos leves, médios e graves; deixou muitas vítimas. Também se falava em ficar em casa, não com essa intensidade, mas evitar as aglomerações era recomendação da mesma forma que agora. Neste episódio do Elas com Elas, vamos mergulhar brevemente na história da medicina, para lembrar outras pandemias ou epidemias que passaram pelo nosso caminho. Na primeira parte do episódio, uma conversa especificamente sobre a gripe espanhola - de repente podemos aprender algo com ela. Na segunda parte, um olhar mais abrangente para a história das doenças, lembrando outros microorganismos que impactaram a humanidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>2256</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #56 - Violência doméstica na quarentena</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-56-violencia-domestica-na-quarentena--44021076</link><description><![CDATA[A ONU fez um alerta: a violência doméstica contra mulheres e meninas é uma pandemia mais antiga do que a que vivemos hoje, de coronavirus. E que se agrava em um contexto de distanciamento ou isolamento social. Em um artigo, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, escreveu: “O confinamento está promovendo tensão e tem criado pressão pelas preocupações com segurança, saúde e dinheiro. E está aumentando o isolamento das mulheres com parceiros violentos, separando-as das pessoas e dos recursos que podem melhor ajudá-las.” Dados das linhas de denúncia, dos abrigos e dos mecanismos de segurança e proteção às mulheres sugerem um crescimento dos casos de violência contra mulheres em diferentes países, inclusive aqui no Brasil. Mas o silêncio, em tantos casos, também nos diz muito. Confinamento significa mais vigilância de parceiros ou familiares abusivos e mais riscos para mulheres e meninas que precisem de ajuda. As respostas ainda não estão bem contornadas e, ainda que os mecanismos convencionais de proteção e acolhimento de mulheres vítimas de violência continuem funcionando, eles não captam nuances da violência que estão se desenhando em um contexto de sobreposição de tensões.<br />Este episódio está dividido em três partes. Na primeira, você vai ouvir uma conversa com uma promotora que trabalha no enfrentamento à violência contra a mulher e realizou um levantamento para tentar quantificar o crescimento da violência doméstica durante a quarentena no estado de São Paulo. Na segunda parte, a comandante da guarda civil metropolitana de são Paulo, que fiscaliza o cumprimento de medidas protetivas e faz atendimentos de mulheres que pedem ajuda, relata com tem sido o trabalho neste período de isolamento social. E a terceira parte traz uma conversa com uma socióloga que nos ajuda a olhar além das estatísticas. Como podemos avançar nas reflexões para construir caminhos efetivos de proteção, em que nenhuma mulher e nenhuma menina fique para trás?<br />Cartilha Namoro Legal, do Ministério Público, que ajuda a identificar relacionamentos abusivos: <a href="http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/Cartilhas/NamoroLegal.pdf" rel="noopener">http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/Cartilhas/NamoroLegal.pdf</a><br /><br />Artigo da socióloga Wania Pasinato, a terceira entrevistada do episódio, em que ela pondera sobre a forma como devemos encarar os números para que eles sejam mais do que um apanhado de algarismos: <a href="https://boletimluanova.org/2020/04/20/pandemia-violencia-contra-as-mulheres-e-a-ameaca-que-vem-dos-numeros/" rel="noopener">https://boletimluanova.org/2020/04/20/pandemia-violencia-contra-as-mulheres-e-a-ameaca-que-vem-dos-numeros/</a><br />Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180; Polícia Militar - 190.]]></description><guid isPermaLink="false">c1df7325-4fc5-4cdb-9e6d-089ae38e50f8</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2020 20:10:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021076/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_3_21_66459244_44100_2_5caf6141c3988.mp3" length="93519519" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A ONU fez um alerta: a violência doméstica contra mulheres e meninas é uma pandemia mais antiga do que a que vivemos hoje, de coronavirus. E que se agrava em um contexto de distanciamento ou isolamento social. Em um artigo, a diretora-executiva da ONU...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A ONU fez um alerta: a violência doméstica contra mulheres e meninas é uma pandemia mais antiga do que a que vivemos hoje, de coronavirus. E que se agrava em um contexto de distanciamento ou isolamento social. Em um artigo, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, escreveu: “O confinamento está promovendo tensão e tem criado pressão pelas preocupações com segurança, saúde e dinheiro. E está aumentando o isolamento das mulheres com parceiros violentos, separando-as das pessoas e dos recursos que podem melhor ajudá-las.” Dados das linhas de denúncia, dos abrigos e dos mecanismos de segurança e proteção às mulheres sugerem um crescimento dos casos de violência contra mulheres em diferentes países, inclusive aqui no Brasil. Mas o silêncio, em tantos casos, também nos diz muito. Confinamento significa mais vigilância de parceiros ou familiares abusivos e mais riscos para mulheres e meninas que precisem de ajuda. As respostas ainda não estão bem contornadas e, ainda que os mecanismos convencionais de proteção e acolhimento de mulheres vítimas de violência continuem funcionando, eles não captam nuances da violência que estão se desenhando em um contexto de sobreposição de tensões.<br />Este episódio está dividido em três partes. Na primeira, você vai ouvir uma conversa com uma promotora que trabalha no enfrentamento à violência contra a mulher e realizou um levantamento para tentar quantificar o crescimento da violência doméstica durante a quarentena no estado de São Paulo. Na segunda parte, a comandante da guarda civil metropolitana de são Paulo, que fiscaliza o cumprimento de medidas protetivas e faz atendimentos de mulheres que pedem ajuda, relata com tem sido o trabalho neste período de isolamento social. E a terceira parte traz uma conversa com uma socióloga que nos ajuda a olhar além das estatísticas. Como podemos avançar nas reflexões para construir caminhos efetivos de proteção, em que nenhuma mulher e nenhuma menina fique para trás?<br />Cartilha Namoro Legal, do Ministério Público, que ajuda a identificar relacionamentos abusivos: <a href="http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/Cartilhas/NamoroLegal.pdf" rel="noopener">http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/Cartilhas/NamoroLegal.pdf</a><br /><br />Artigo da socióloga Wania Pasinato, a terceira entrevistada do episódio, em que ela pondera sobre a forma como devemos encarar os números para que eles sejam mais do que um apanhado de algarismos: <a href="https://boletimluanova.org/2020/04/20/pandemia-violencia-contra-as-mulheres-e-a-ameaca-que-vem-dos-numeros/" rel="noopener">https://boletimluanova.org/2020/04/20/pandemia-violencia-contra-as-mulheres-e-a-ameaca-que-vem-dos-numeros/</a><br />Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180; Polícia Militar - 190.]]></itunes:summary><itunes:duration>2923</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #55 - Mulheres cientistas: genética e coronavírus</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-55-mulheres-cientistas-genetica-e-coronavirus--44020996</link><description><![CDATA[A pandemia de coronavírus veio para mudar muita coisa e para nos lembrar de outras tantas: uma delas é que a ciência, alvo de desmonte e de descrédito há até pouco tempo, é hoje nossa esperança. Torcemos para que pesquisadores e pesquisadoras do mundo todo nos ajudem a encontrar respostas e a prevenir futuros cenários semelhantes. O trabalho da ciência, que as vezes parece distante da gente, está do nosso lado, todos os dias, o tempo todo. O Elas com Elas quer aproveitar essa oportunidade para trazer a ciência para perto e para colocar nos holofotes mais mulheres cientistas. Neste episódio, vamos conhecer duas delas. Com um trabalho que envolve a genética, elas têm contribuído para o combate do coronavírus. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com Jaqueline Goes, virologista, uma das pesquisadoras que mapeou o genoma do coronavírus no Brasil em menos de 48 horas; e Ana Tereza Ribeiro de Vasconcelos, coordenadora do Laboratório de Bioinformática que fica dentro do Laboratório Nacional de Computação (LNCC), em Petrópolis, no Rio de Janeiro.]]></description><guid isPermaLink="false">c400e513-b5ec-4b6b-a668-c0b12c8dfb8c</guid><pubDate>Tue, 14 Apr 2020 21:43:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44020996/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_production_2020_3_14_64576507_44100_2_4e741b0657d1b.mp3" length="75265570" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A pandemia de coronavírus veio para mudar muita coisa e para nos lembrar de outras tantas: uma delas é que a ciência, alvo de desmonte e de descrédito há até pouco tempo, é hoje nossa esperança. Torcemos para que pesquisadores e pesquisadoras do mundo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A pandemia de coronavírus veio para mudar muita coisa e para nos lembrar de outras tantas: uma delas é que a ciência, alvo de desmonte e de descrédito há até pouco tempo, é hoje nossa esperança. Torcemos para que pesquisadores e pesquisadoras do mundo todo nos ajudem a encontrar respostas e a prevenir futuros cenários semelhantes. O trabalho da ciência, que as vezes parece distante da gente, está do nosso lado, todos os dias, o tempo todo. O Elas com Elas quer aproveitar essa oportunidade para trazer a ciência para perto e para colocar nos holofotes mais mulheres cientistas. Neste episódio, vamos conhecer duas delas. Com um trabalho que envolve a genética, elas têm contribuído para o combate do coronavírus. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com Jaqueline Goes, virologista, uma das pesquisadoras que mapeou o genoma do coronavírus no Brasil em menos de 48 horas; e Ana Tereza Ribeiro de Vasconcelos, coordenadora do Laboratório de Bioinformática que fica dentro do Laboratório Nacional de Computação (LNCC), em Petrópolis, no Rio de Janeiro.]]></itunes:summary><itunes:duration>2353</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #55 – Mulheres cientistas: genética e coronavírus</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-55-mulheres-cientistas-genetica-e-coronavirus--45500363</link><description><![CDATA[A pandemia de coronavírus veio para mudar muita coisa e para nos lembrar de outras tantas: uma delas é que a ciência, alvo de desmonte e de descrédito até pouco tempo, é hoje nossa esperança. Torcemos para que pesquisadores e pesquisadoras do mundo todo nos ajudem a encontrar respostas e a prevenir futuros cenários semelhantes. O trabalho da ciência, que as vezes parece distante da gente, está do nosso lado, todos os dias, o tempo todo. O Elas com Elas quer aproveitar essa oportunidade para trazer a ciência para perto e para colocar nos holofotes mais mulheres cientistas. Neste episódio, vamos conhecer duas delas. Com um trabalho que envolve a genética, elas têm contribuído para o combate ao coronavírus.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=87290</guid><pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:10:10 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/45500363/elas_com_elas_55_mulheres_cientistas_genetica_e_coronavirus.mp3" length="2487403" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A pandemia de coronavírus veio para mudar muita coisa e para nos lembrar de outras tantas: uma delas é que a ciência, alvo de desmonte e de descrédito até pouco tempo, é hoje nossa esperança. Torcemos para que pesquisadores e pesquisadoras do mundo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A pandemia de coronavírus veio para mudar muita coisa e para nos lembrar de outras tantas: uma delas é que a ciência, alvo de desmonte e de descrédito até pouco tempo, é hoje nossa esperança. Torcemos para que pesquisadores e pesquisadoras do mundo todo nos ajudem a encontrar respostas e a prevenir futuros cenários semelhantes. O trabalho da ciência, que as vezes parece distante da gente, está do nosso lado, todos os dias, o tempo todo. O Elas com Elas quer aproveitar essa oportunidade para trazer a ciência para perto e para colocar nos holofotes mais mulheres cientistas. Neste episódio, vamos conhecer duas delas. Com um trabalho que envolve a genética, elas têm contribuído para o combate ao coronavírus.]]></itunes:summary><itunes:duration>78</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #54 – Solidariedade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-54-solidariedade--44021082</link><description><![CDATA[Recadinhos no elevador, aulas online gratuitas, compras para o vizinho, redes de doações... muita gente tem buscado maneiras de contribuir para um momento em que a angústia, a ansiedade e incerteza têm feito parte do dia a dia. A solidariedade tem nos lembrado do que é estar juntos, por mais que necessitemos estar fisicamente separados. E é ela que vem para a mesa deste episódio do Elas com Elas, em que mulheres diversas contam que tipo de ajuda têm buscado, oferecido ou visto. Também participa a psicóloga Laís Nicolodi, entrevistada pela apresentadora Gabriela Mayer.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=86998</guid><pubDate>Tue, 07 Apr 2020 18:49:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021082/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562703_44100_2_44715cbf81838795.mp3" length="84119617" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Recadinhos no elevador, aulas online gratuitas, compras para o vizinho, redes de doações... muita gente tem buscado maneiras de contribuir para um momento em que a angústia, a ansiedade e incerteza têm feito parte do dia a dia. 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Também participa a psicóloga Laís Nicolodi, entrevistada pela apresentadora Gabriela Mayer.]]></itunes:summary><itunes:duration>2629</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #53 – Regulação da saúde na pandemia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-53-regulacao-da-saude-na-pandemia--44021000</link><description><![CDATA[Foram etapas. No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública internacional pelos casos de coronavírus no mundo. A COVID-19 foi identificada pela primeira vez em dezembro do ano passado, 2019, em Wuhan, na China. Conforme os casos se espalhavam, a OMS dava novas diretrizes, sugerindo medidas sanitárias e de controle epidemiológico. Em 11 de março, veio a declaração de que estávamos diante de uma pandemia – o que não mudou o entendimento da gravidade do vírus ou da capacidade de contaminação dele, mas mudou o entendimento da abrangência; o problema que começou local, na China, virou uma questão global, a ser resolvida em conjunto por todos os países. A pandemia nos impôs desafios diversos e há muita mulheres na linha de frente, pesquisando alternativas, trabalhando em soluções, propondo reflexões. Algumas delas vão passar pela mesa do Elas com Elas, começando pela conversa deste episódio, que coloca em pauta a regulação da saúde e o diálogo global sobre as questões de saúde pública. Não é a primeira e não será a última que organismos internacionais e países terão que trabalhar juntos para uma solução. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Deisy Ventura.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=86220</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2020 21:04:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021000/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562611_44100_2_68bf7e7810b53801.mp3" length="55058079" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Foram etapas. No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública internacional pelos casos de coronavírus no mundo. A COVID-19 foi identificada pela primeira vez em dezembro do ano passado, 2019, em Wuhan, na...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Foram etapas. No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública internacional pelos casos de coronavírus no mundo. A COVID-19 foi identificada pela primeira vez em dezembro do ano passado, 2019, em Wuhan, na China. Conforme os casos se espalhavam, a OMS dava novas diretrizes, sugerindo medidas sanitárias e de controle epidemiológico. Em 11 de março, veio a declaração de que estávamos diante de uma pandemia – o que não mudou o entendimento da gravidade do vírus ou da capacidade de contaminação dele, mas mudou o entendimento da abrangência; o problema que começou local, na China, virou uma questão global, a ser resolvida em conjunto por todos os países. A pandemia nos impôs desafios diversos e há muita mulheres na linha de frente, pesquisando alternativas, trabalhando em soluções, propondo reflexões. Algumas delas vão passar pela mesa do Elas com Elas, começando pela conversa deste episódio, que coloca em pauta a regulação da saúde e o diálogo global sobre as questões de saúde pública. Não é a primeira e não será a última que organismos internacionais e países terão que trabalhar juntos para uma solução. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Deisy Ventura.]]></itunes:summary><itunes:duration>1721</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #52 – Saúde mental no isolamento</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-52-saude-mental-no-isolamento--44021006</link><description><![CDATA[Não está fácil para ninguém. A falta de convivência ou a hiperconvivência fazem do necessário isolamento social em meio à pandemia do novo coronavírus um grande desafio. Quem está sozinho sente falta de ver gente. Quem está acompanhado sente falta de ficar sozinho de vez em quando. E quem não está isolado, pela necessidade de trabalhar, também se angustia. Neste episódio do Elas com Elas, a apresentadora Gabriela Mayer colheu depoimentos de mulheres para saber que estratégias elas têm usado para manter a saúde mental firme e forte e conversou com a psicanalista Vera Iaconelli, sobre os caminhos para passar por estes tempos inéditos e os aprendizados que podemos tentar tirar deles.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=85564</guid><pubDate>Tue, 24 Mar 2020 19:28:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021006/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562748_44100_2_f559036d7f6ef913.mp3" length="73193328" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não está fácil para ninguém. A falta de convivência ou a hiperconvivência fazem do necessário isolamento social em meio à pandemia do novo coronavírus um grande desafio. Quem está sozinho sente falta de ver gente. 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Neste episódio do Elas com Elas, a apresentadora Gabriela Mayer colheu depoimentos de mulheres para saber que estratégias elas têm usado para manter a saúde mental firme e forte e conversou com a psicanalista Vera Iaconelli, sobre os caminhos para passar por estes tempos inéditos e os aprendizados que podemos tentar tirar deles.]]></itunes:summary><itunes:duration>2288</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #50 – A Leitura como Transformação</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-50-a-leitura-como-transformacao--44021080</link><description><![CDATA[Começa cedo: a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a leitura para as crianças antes mesmo de elas nasceram, ainda na gestação. Mas não vamos muito bem como país: a média de livros lidos por ano, de acordo com a última edição da pesquisa Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro, é de 2,43 – menos de três livros inteiros (os outros 2,53 que passam pelas mãos de brasileiros e brasileiras anualmente ficam pela metade, ou nem isso). O levantamento, de 2016, mostrou ainda que 44% da população brasileira não leem e 30% nunca compraram um livro. Os livros, no entanto, são ferramenta para muita gente que acredita que as histórias que eles contam podem mudar o mundo. Não precisa ser o mundo de uma vez. Mas pode ser a vida de uma pessoa, a minha, a sua. E, aos poucos, eles vão construindo conexões e vão abrindo caminhos. Algumas dessas pessoas estão neste episódio do Elas com Elas para falar sobre a leitura como um meio de transformação social. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, Janine Durand, articuladora do projeto Remissão em Rede; Mariane Oliveira, arte-educadora e criadora do Projeto Perifateca; Luciana Bernardo, diretora-executiva da Associação Viva e Deixe Viver.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=84414</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2020 20:33:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021080/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562760_44100_2_1aa916374f17df0d.mp3" length="119701319" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Começa cedo: a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a leitura para as crianças antes mesmo de elas nasceram, ainda na gestação. Mas não vamos muito bem como país: a média de livros lidos por ano, de acordo com a última edição da pesquisa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Começa cedo: a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a leitura para as crianças antes mesmo de elas nasceram, ainda na gestação. Mas não vamos muito bem como país: a média de livros lidos por ano, de acordo com a última edição da pesquisa Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro, é de 2,43 – menos de três livros inteiros (os outros 2,53 que passam pelas mãos de brasileiros e brasileiras anualmente ficam pela metade, ou nem isso). O levantamento, de 2016, mostrou ainda que 44% da população brasileira não leem e 30% nunca compraram um livro. Os livros, no entanto, são ferramenta para muita gente que acredita que as histórias que eles contam podem mudar o mundo. Não precisa ser o mundo de uma vez. Mas pode ser a vida de uma pessoa, a minha, a sua. E, aos poucos, eles vão construindo conexões e vão abrindo caminhos. Algumas dessas pessoas estão neste episódio do Elas com Elas para falar sobre a leitura como um meio de transformação social. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, Janine Durand, articuladora do projeto Remissão em Rede; Mariane Oliveira, arte-educadora e criadora do Projeto Perifateca; Luciana Bernardo, diretora-executiva da Associação Viva e Deixe Viver.]]></itunes:summary><itunes:duration>3741</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #49 – A Hora de Desistir</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-49-a-hora-de-desistir--44021081</link><description><![CDATA[Desistir é verbo de possibilidades: pode ser intransitivo – eu desisti e basta; ou pode ser transitivo indireto – quem desiste, desiste de alguma coisa. Você já desistiu? Do que você desistiu? De um trabalho? De um projeto? De uma ideia? De um relacionamento? Desistir é abrir mão voluntariamente. Desistir é não prosseguir. Desistir é renunciar. Desistir também é se abster. Mas quem hoje se abstém? Estamos em tempos de opiniões, de posicionamentos, de respostas mais do que de perguntas. Quem hoje abre mão de um intento? Estamos em tempos de resiliência, de persistência, de foco, força e fé. Como é que se desiste no meio disso? Parece ruim... parece fraqueza. E se a gente desistir, a gente vai colocar na rede social? O que vão dizer se eu mudar de ideia? Colocamos na desistência uma âncora, mas ela pode ser boia. Renunciar pode ser salvação, pode ser fortaleza, pode ser sabedoria, pode ser coragem, pode ser respeito e autocuidado. Vamos falar sobre desistir? Vem com a gente pro Elas com Elas de hoje, com uma mesa maravilhosa, em que a apresentadora Gabriela Mayer recebe a fundadora do YOUPIX, Bia Granja; a jornalista e empreendedora Cris Guterres; e a psicóloga Lígia Civile.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=83767</guid><pubDate>Tue, 03 Mar 2020 23:16:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021081/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562641_44100_2_17fa3a0bd46c10d2.mp3" length="114341410" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Desistir é verbo de possibilidades: pode ser intransitivo – eu desisti e basta; ou pode ser transitivo indireto – quem desiste, desiste de alguma coisa. Você já desistiu? Do que você desistiu? De um trabalho? De um projeto? De uma ideia? 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Vamos falar sobre desistir? Vem com a gente pro Elas com Elas de hoje, com uma mesa maravilhosa, em que a apresentadora Gabriela Mayer recebe a fundadora do YOUPIX, Bia Granja; a jornalista e empreendedora Cris Guterres; e a psicóloga Lígia Civile.]]></itunes:summary><itunes:duration>3574</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #48 – Assédio no trabalho</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-48-assedio-no-trabalho--44021088</link><description><![CDATA[Em 2017, o Instituto Datafolha foi conversar com as mulheres para falar sobre assédio. Perguntou a elas se já tinham vivido violências desse tipo e em que situações. 42% das brasileiras com 16 anos ou mais disseram já terem sido assediadas. E aqui vamos fazer um recorte sobre o tema deste episódio, o trabalho. Na pesquisa, 15% delas disseram ter sofrido assédio no ambiente de trabalho, incluindo aí também agressões verbais e físicas. Entre as mulheres com curso superior, este índice cresce para 23%. Constrangimentos, pressões exageradas, palavras ou toques violentos, investidas sexuais... a lista de possibilidades é longa e, neste episódio do Elas com Elas, vamos passar por elas para entender como assédio aparece no ambiente de trabalho – os sutis e os escancarados, todos igualmente violentos e abusivos. Para essa conversa, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a advogada trabalhista Cláudia Securato; a gerente de comunicação, inteligência de mercado e marketing da consultoria de recrutamento Talenses, Carla Fava; e a fundadora da B-Have, Erika Linhares.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=82679</guid><pubDate>Sat, 22 Feb 2020 01:27:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021088/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562802_44100_2_1a50ad2b57d75a51.mp3" length="118528525" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2017, o Instituto Datafolha foi conversar com as mulheres para falar sobre assédio. Perguntou a elas se já tinham vivido violências desse tipo e em que situações. 42% das brasileiras com 16 anos ou mais disseram já terem sido assediadas. 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Para essa conversa, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a advogada trabalhista Cláudia Securato; a gerente de comunicação, inteligência de mercado e marketing da consultoria de recrutamento Talenses, Carla Fava; e a fundadora da B-Have, Erika Linhares.]]></itunes:summary><itunes:duration>3704</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #47 – Gordofobia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-47-gordofobia--44021095</link><description><![CDATA[A gordofobia não atinge só as mulheres, mas o preconceito e o controle do corpo alheio ainda é mais ostensivo e massacrante contra elas. Somos uma sociedade autoritária e gordofóbica: gordofóbica porque a expressão do preconceito contra pessoas gordas aparece sutil ou escancaradamente, no dito e no não-dito. Autoritária porque nos sentimos autorizados a controlar o corpo do outro. O mundo estabeleceu uma linha de corte e essa linha de corte é medida em quê? Quilos? Centímetros? É uma linha de corte que se reflete na forma como nos relacionamos, na forma como contratamos pessoas, na forma como consumimos, na forma como olhamos uns para os outros, na forma como nos expomos nas redes sociais. Vem com a gente para o Elas com Elas de hoje, que volta a falar sobre o corpo para debater a gordofobia. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, estão a psicóloga Vanessa Tomasini; a jornalista Flávia Durante, criadora do Pop Plus; e a ativista Keit Lima, integrante da Educafro e da Marcha das Mulheres Negras.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=82166</guid><pubDate>Wed, 19 Feb 2020 05:41:33 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021095/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562725_44100_2_a3aa0079796e7f4a.mp3" length="121767709" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A gordofobia não atinge só as mulheres, mas o preconceito e o controle do corpo alheio ainda é mais ostensivo e massacrante contra elas. Somos uma sociedade autoritária e gordofóbica: gordofóbica porque a expressão do preconceito contra pessoas gordas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A gordofobia não atinge só as mulheres, mas o preconceito e o controle do corpo alheio ainda é mais ostensivo e massacrante contra elas. Somos uma sociedade autoritária e gordofóbica: gordofóbica porque a expressão do preconceito contra pessoas gordas aparece sutil ou escancaradamente, no dito e no não-dito. Autoritária porque nos sentimos autorizados a controlar o corpo do outro. O mundo estabeleceu uma linha de corte e essa linha de corte é medida em quê? Quilos? Centímetros? É uma linha de corte que se reflete na forma como nos relacionamos, na forma como contratamos pessoas, na forma como consumimos, na forma como olhamos uns para os outros, na forma como nos expomos nas redes sociais. Vem com a gente para o Elas com Elas de hoje, que volta a falar sobre o corpo para debater a gordofobia. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, estão a psicóloga Vanessa Tomasini; a jornalista Flávia Durante, criadora do Pop Plus; e a ativista Keit Lima, integrante da Educafro e da Marcha das Mulheres Negras.]]></itunes:summary><itunes:duration>3806</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #46 – Maternidade e Carreira</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-46-maternidade-e-carreira--44021028</link><description><![CDATA[Neve era uma bebê de três meses quando participou de sua primeira Assembleia-Geral das Nações Unidas. Hoje ela está um pouquinho mais velha, mais ainda é uma bebezinha. O sobrenome dela talvez te diga alguma coisa: Neve Ardern Gayford. Ela é filha da primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, que deu à luz quando já tinha assumido o mais alto posto na política do país da Oceania. Como ela estava amamentando na ocasião da Assembleia-Geral, ela levou a filha ao trabalho. O marido a acompanhava e ficou com a filha enquanto Jacinda Ardern discursava a outros chefes de Estado. Durante a campanha para ocupar o cargo de primeira-ministra, choviam comentários raivosos ou irônicos na internet. Gente que queria saber como ela conseguiria ser primeira-ministra e mãe. “É inaceitável que em 2017 as mulheres tenham que responder a essa pergunta em seu ambiente de trabalho. É a mulher que decide quando ter filhos, e isso não deve determinar se ela receberá ou não oportunidades de trabalho”, Jacinda Andern disse em uma das primeiras entrevistas como candidata. Vencidas as eleições, ela teve a filha, tirou seis semanas de licença-maternidade e, na volta, declarou: serei mãe e primeira-ministra, enquanto Clarke ficará em casa como papai.” Ela foi a segunda chefe de Estado a dar à luz enquanto ocupava o cargo; a primeira foi Benazir Bhutto, duas vezes primeira-ministra do Paquistão. Os questionamentos que Jandira Ardern recebeu não são novidade. Quantas mulheres já não ouviram esta pergunta – como você vai ser mãe e profissional? Ou ainda, quantas delas nem tiveram a chance de respondê-la – ainda que a pergunta nem devesse ser feita? Um estudo da Fundação Getúlio Vargas aponta que metade das mulheres que têm filhos são demitidas até dois anos depois que acaba a licença-maternidade. E de acordo com a consultoria Robert Half, a cada 10 mulheres, quatro não conseguem retornar ao mercado após a licença. Os motivos são vários e estão neste episódio do Elas com Elas. Voltamos ao tema maternidade, que já apareceu por aqui em uma conversa sobre a decisão de ser ou não ser mãe, para pensar como o mercado de trabalho se relaciona com ele. Na mesa com a apresentadora Gabriela Mayer, Dani Junco, empreendedora; Flávia Pini, CEO de uma empresa de tecnologia; Adriana Arcebispo, assistente social; Tiê, cantora e compositora; e Egnalda Côrtes, empresária.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=81306</guid><pubDate>Tue, 11 Feb 2020 23:42:47 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021028/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562873_44100_2_ff10a8fc449a3d48.mp3" length="149433263" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Neve era uma bebê de três meses quando participou de sua primeira Assembleia-Geral das Nações Unidas. 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Gente que queria saber como ela conseguiria ser primeira-ministra e mãe. “É inaceitável que em 2017 as mulheres tenham que responder a essa pergunta em seu ambiente de trabalho. É a mulher que decide quando ter filhos, e isso não deve determinar se ela receberá ou não oportunidades de trabalho”, Jacinda Andern disse em uma das primeiras entrevistas como candidata. Vencidas as eleições, ela teve a filha, tirou seis semanas de licença-maternidade e, na volta, declarou: serei mãe e primeira-ministra, enquanto Clarke ficará em casa como papai.” Ela foi a segunda chefe de Estado a dar à luz enquanto ocupava o cargo; a primeira foi Benazir Bhutto, duas vezes primeira-ministra do Paquistão. Os questionamentos que Jandira Ardern recebeu não são novidade. Quantas mulheres já não ouviram esta pergunta – como você vai ser mãe e profissional? Ou ainda, quantas delas nem tiveram a chance de respondê-la – ainda que a pergunta nem devesse ser feita? Um estudo da Fundação Getúlio Vargas aponta que metade das mulheres que têm filhos são demitidas até dois anos depois que acaba a licença-maternidade. E de acordo com a consultoria Robert Half, a cada 10 mulheres, quatro não conseguem retornar ao mercado após a licença. Os motivos são vários e estão neste episódio do Elas com Elas. Voltamos ao tema maternidade, que já apareceu por aqui em uma conversa sobre a decisão de ser ou não ser mãe, para pensar como o mercado de trabalho se relaciona com ele. 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Em Mulheres, Raça e Classe, a professora, filósofa e ativista americana reconta parte da história dos Estados Unidos olhando com atenção para as mulheres negras e resgata nuances da história que foram apagadas em outros registros. O racismo explícito, por exemplo, no movimento de mulheres sufragistas – ainda que alianças legítimas e fortes entre mulheres brancas e mulheres negras também sejam trazidas à luz. Com o recorte do momento histórico em que a escravidão deixa de ser formalmente aceita nos Estados Unidos, pós- Guerra Civil, a autora nos guia por uma trajetória que inclui o culto à maternidade, a construção da imagem da boa mulher, a luta pelo direito à educação de meninas e mulheres negras, as violências das quais eram vítimas homens e mulheres negros e as dinâmicas sociais em torno das mulheres negras em ambientes públicos e privados, durante e depois do período escravocrata. Mulheres, Raça e Classe, livro de 1981, só chegou ao Brasil mais de três décadas depois. A obra mais importante de Angela Davis é campeã de indicações aqui nas leituras do Elas com Elas e hoje o livro virou tema do episódio. Para falar sobre ele, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista Adriana Ferreira Silva, editora-executiva da revista Marie Claire; a professora Rosane Borges, pesquisadora do COLABOR da ECA-USP e integrante do Conselho Internacional Reinventando a Educação; Christiane Gomes, coordenadora de projetos da Fundação Rosa Luxemburgo; e Tessa Lacerda, professora de filosofia da USP. Com a participação da historiadora Raquel Barreto, especialista nas obras de Angela Davis e Lélia Gonzáles;  e da tradutora de Mulheres, Raça e Classe, Heci Candiani.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=80531</guid><pubDate>Wed, 05 Feb 2020 05:00:50 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021029/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562830_44100_2_3a3117b93487d319.mp3" length="147932957" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O fim da escravidão não foi uma libertação completa. E por isso Angela Davis continua se considerando abolicionista. Em Mulheres, Raça e Classe, a professora, filósofa e ativista americana reconta parte da história dos Estados Unidos olhando com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O fim da escravidão não foi uma libertação completa. E por isso Angela Davis continua se considerando abolicionista. Em Mulheres, Raça e Classe, a professora, filósofa e ativista americana reconta parte da história dos Estados Unidos olhando com atenção para as mulheres negras e resgata nuances da história que foram apagadas em outros registros. O racismo explícito, por exemplo, no movimento de mulheres sufragistas – ainda que alianças legítimas e fortes entre mulheres brancas e mulheres negras também sejam trazidas à luz. Com o recorte do momento histórico em que a escravidão deixa de ser formalmente aceita nos Estados Unidos, pós- Guerra Civil, a autora nos guia por uma trajetória que inclui o culto à maternidade, a construção da imagem da boa mulher, a luta pelo direito à educação de meninas e mulheres negras, as violências das quais eram vítimas homens e mulheres negros e as dinâmicas sociais em torno das mulheres negras em ambientes públicos e privados, durante e depois do período escravocrata. Mulheres, Raça e Classe, livro de 1981, só chegou ao Brasil mais de três décadas depois. A obra mais importante de Angela Davis é campeã de indicações aqui nas leituras do Elas com Elas e hoje o livro virou tema do episódio. Para falar sobre ele, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista Adriana Ferreira Silva, editora-executiva da revista Marie Claire; a professora Rosane Borges, pesquisadora do COLABOR da ECA-USP e integrante do Conselho Internacional Reinventando a Educação; Christiane Gomes, coordenadora de projetos da Fundação Rosa Luxemburgo; e Tessa Lacerda, professora de filosofia da USP. 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Na sequência, apareceram como fatores relevantes a liberdade de pensamento e expressão, a representatividade e as conexões sociais. Já está aí uma boa pista para a reposta a uma das perguntas que este episódio traz: autoestima é uma questão estética ou ética? Ou os dois? Como a construímos? Não dá para eliminar o peso da aparência: numa sociedade que nos vende um padrão do que é belo, fica difícil não esgotar a autoconfiança quando o nosso corpo foge do que parece perfeito. O bonito, nos dizem, tem forma, tem cor e tem idade definidos. Não à toa, em 2015, quando o IBGE fez a última edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, uma em cada cinco meninas brasileiras com idade entre 13 e 15 anos disse se achar gorda ou muito gorda. Quando a gente se apega a imagens, ideias, valores, expectativas tão cedo, como mudar depois? Em que momento a gente estrutura a nossa autoestima? Vem com a gente para o episódio de hoje do Elas com Elas, em que a apresentadora Gabriela Mayer recebe a doutora em psicologia social Clélia Prestes, psicóloga do Instituto AMMA Psique e Negritude; Ojire Ventura, afroempreendedora; Aline Redressa, mestre em psicologia pela USP; e Luciana Piedemonte, diretora de atendimento da Kantar.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=79697</guid><pubDate>Tue, 28 Jan 2020 23:24:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021091/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562603_44100_2_d42fb9b13bf942ea.mp3" length="108142239" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O que as mulheres querem? A consultoria Kantar fez essa pergunta às brasileiras para entender como estava nosso nível de autoestima. 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Ou, se você preferir, a pessoa cujas ações e palavras exercem influência sobre o pensamento e comportamento de outras. Líder é palavra sem gênero, é o artigo que define: O líder, A líder – tanto faz. Mas não é “tanto faz” para todo mundo. A pesquisa “Atitudes Globais pela Igualdade de Gênero", do Instituto Ipsos, mostrou que, no Brasil, três em cada 10 pessoas  (27%) admitem que se sentem desconfortáveis em ter uma mulher como chefe. Os homens são os mais resistentes, o índice de desconforto cresce para 31% quando recortamos apenas as respostas masculinas. O porcentual é semelhante ao de países como Índia, Coreia do Sul e Malásia, lugares onde a aversão à liderança feminina é bem maior que os 17% da média mundial. Isso no universo corporativo. Mas liderar pode incluir tantos outros contextos. No ativismo, no ambiente acadêmico, na militância, na política, dentro de casa... Ser referência é liderar. Tomar decisões é liderar. Organizar espaços e pessoas é liderar. E quantas dessas responsabilidades já não são atribuídas às mulheres? Mulheres na liderança é o tema deste episódio do Elas com Elas. Falar de liderança é falar também de ocupação de espaços de poder. É falar sobre funções, habilidades, expectativas sociais. E vai ter tudo isso na nossa conversa. A apresentadora Gabriela Mayer recebe Juliana Gonçalves, mestranda em estudos culturais, integrante da Marcha das Mulheres Negras e da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial; Sofia Esteves, fundadora da Cia de Talentos; Carine Roos, empreendedora, cofundadora da Escola ELAS; Amanda Gomes, cofundadora da Escola ELAS. Com participações Luana Génot, diretora-executiva do ID_BR (Instituto Identidades do Brasil), e Lucelena Ferreira, autora do livros Mulheres na Liderança – Obstáculos de Gênero nas Empresas e Estratégias de Superação.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=78858</guid><pubDate>Tue, 21 Jan 2020 22:57:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021045/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562747_44100_2_1dcaa073cddcbe6f.mp3" length="149057100" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Diz o dicionário: líder é quem tem autoridade para comandar ou coordenar outras pessoas. Ou, se você preferir, a pessoa cujas ações e palavras exercem influência sobre o pensamento e comportamento de outras. 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No ativismo, no ambiente acadêmico, na militância, na política, dentro de casa... Ser referência é liderar. Tomar decisões é liderar. Organizar espaços e pessoas é liderar. E quantas dessas responsabilidades já não são atribuídas às mulheres? Mulheres na liderança é o tema deste episódio do Elas com Elas. Falar de liderança é falar também de ocupação de espaços de poder. É falar sobre funções, habilidades, expectativas sociais. E vai ter tudo isso na nossa conversa. A apresentadora Gabriela Mayer recebe Juliana Gonçalves, mestranda em estudos culturais, integrante da Marcha das Mulheres Negras e da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial; Sofia Esteves, fundadora da Cia de Talentos; Carine Roos, empreendedora, cofundadora da Escola ELAS; Amanda Gomes, cofundadora da Escola ELAS. 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O estudo atua em duas frentes principais – melhorar políticas preventivas de saúde, além de conhecer detalhadamente a ancestralidade da população brasileiro. O mapeamento vai gerar um relevante banco de dados para os cientistas do país. Neste episódio do Elas com Elas, em uma formato diferente, a apresentadora Gabriela Mayer entrevista a geneticista Lygia da Veiga Pereira, que lidera o projeto.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=76459</guid><pubDate>Wed, 25 Dec 2019 16:43:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021037/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562616_44100_2_13aa462bfdc92cd3.mp3" length="71980411" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Um projeto inédito vai mapear o genoma de 15 mil brasileiros. 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Neste episódio do Elas com Elas, em uma formato diferente, a apresentadora Gabriela Mayer entrevista a geneticista Lygia da Veiga Pereira, que lidera o projeto.]]></itunes:summary><itunes:duration>2250</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #41 – Saúde Mental</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-41-saude-mental--44021031</link><description><![CDATA[Não é a primeira vez que este assunto passa pela mesa, mas é a primeira vez que ele vem para o centro do debate. O Elas com Elas, que já falou sobre estresse, hoje abre o leque e olha para a saúde mental das mulheres de forma mais ampla. Você que nos ouve sempre sabe o quanto a carga mental, a violência, o acúmulo de funções e outros elementos estressores já apareceram nas conversas que temos por aqui. Do papo sobre assédio ao episódio sobre criatividade, a saúde mental aparece direta ou transversalmente. A exposição ao machismo, ao sexismo, ao racismo potencializa os estímulos que por si só já seriam suficientes para gerar ansiedade, depressão e outros transtornos mentais. Estigmatizada, a doença mental costuma ficar em uma gaveta, guardadinha, para que ninguém saiba e, portanto, não rotule, não critique, nem desconfie. Porque se o corpo grita, há consenso sobre procurar um médico; mas se o cérebro se esgota, os sinais ganham nome de subjetividades pessoais, de reações individuais, de problemas espirituais. Olhamos para o corpo como uma separação da mente, sem considerar que emoções, pensamentos e sentimentos também adoecem – tudo isso também é corpo, passa pelo corpo, se manifesta no corpo. A pesquisa São Paulo MegaCity, feita por especialistas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulol, olhou para o cenário de saúde mental na capital paulista e encontrou os maiores índices de doenças entre mulheres da periferia. E as explicações, multifatoriais, eram bastante concretas. Motivações individuais e coletivas, que passavam por como é viver em uma megalópole e, mais do que isso, como é ser mulher nesse contexto. Para falar sobre saúde mental, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a estrategista de marketing e host do Podcast de 4 Gessica Justino, a escritora e host do Podcast de 4 Clara Averbuck, a psicóloga Fernanda Resende Moreira, especialista em terapia comportamental, e a psicanalista Paula Prates, coordenadora da Rede Inconsciente Real.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=75903</guid><pubDate>Wed, 18 Dec 2019 09:56:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021031/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562864_44100_2_c3b6b05e36f28dff.mp3" length="147055911" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Não é a primeira vez que este assunto passa pela mesa, mas é a primeira vez que ele vem para o centro do debate. O Elas com Elas, que já falou sobre estresse, hoje abre o leque e olha para a saúde mental das mulheres de forma mais ampla. Você que nos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Não é a primeira vez que este assunto passa pela mesa, mas é a primeira vez que ele vem para o centro do debate. O Elas com Elas, que já falou sobre estresse, hoje abre o leque e olha para a saúde mental das mulheres de forma mais ampla. Você que nos ouve sempre sabe o quanto a carga mental, a violência, o acúmulo de funções e outros elementos estressores já apareceram nas conversas que temos por aqui. Do papo sobre assédio ao episódio sobre criatividade, a saúde mental aparece direta ou transversalmente. A exposição ao machismo, ao sexismo, ao racismo potencializa os estímulos que por si só já seriam suficientes para gerar ansiedade, depressão e outros transtornos mentais. Estigmatizada, a doença mental costuma ficar em uma gaveta, guardadinha, para que ninguém saiba e, portanto, não rotule, não critique, nem desconfie. Porque se o corpo grita, há consenso sobre procurar um médico; mas se o cérebro se esgota, os sinais ganham nome de subjetividades pessoais, de reações individuais, de problemas espirituais. Olhamos para o corpo como uma separação da mente, sem considerar que emoções, pensamentos e sentimentos também adoecem – tudo isso também é corpo, passa pelo corpo, se manifesta no corpo. A pesquisa São Paulo MegaCity, feita por especialistas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulol, olhou para o cenário de saúde mental na capital paulista e encontrou os maiores índices de doenças entre mulheres da periferia. E as explicações, multifatoriais, eram bastante concretas. Motivações individuais e coletivas, que passavam por como é viver em uma megalópole e, mais do que isso, como é ser mulher nesse contexto. Para falar sobre saúde mental, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a estrategista de marketing e host do Podcast de 4 Gessica Justino, a escritora e host do Podcast de 4 Clara Averbuck, a psicóloga Fernanda Resende Moreira, especialista em terapia comportamental, e a psicanalista Paula Prates, coordenadora da Rede Inconsciente Real.]]></itunes:summary><itunes:duration>4596</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #40 – Moda Sustentável</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-40-moda-sustentavel--44021093</link><description><![CDATA[É a segunda indústria que mais causa impactos ambientais, atrás apenas da dos combustíveis fósseis. Poluição e esgotamento de recurso naturais estão entre os principais problemas que ela traz. É da moda que estamos falando. 10% das emissões globais de gases estufa são atribuídos ao setor, que também usa um quarto dos produtos químicos produzidos anualmente. Um mercado que gera 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis por ano e que contribui para 20% da contaminação hídrica. A pegada ecológica da moda é difícil de medir com exatidão, mas a gente sabe que ela calça um número grande. O Elas com Elas já debateu aqui se somos o que vestimos e o que as nossas roupas comunicam. E neste episódio vai olhar para a forma como escolhemos o que vamos portar. Que critérios levamos em conta na hora de escolher as blusas, calças, saias, lingeries, pijamas que vamos levar por aí? Estamos alinhados ao modo como queremos nos relacionar com o planeta? A moda sustentável entra na pauta e para falar sobre ela a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a estilista Alessandra Ponce, autora do livro Alinhavos – O Futuro do Planeta Está no Seu Guarda-Roupa; a designer Eloísa Artuso, diretora educacional do Fashion Revolution Brasil e professora de design sustentável no Instituto Europeo di Design (IED); e a consultora de estilo pessoal Fernanda Resende.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=75246</guid><pubDate>Wed, 11 Dec 2019 04:38:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021093/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562883_44100_2_29ba194bc3f5cadf.mp3" length="137371797" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>É a segunda indústria que mais causa impactos ambientais, atrás apenas da dos combustíveis fósseis. Poluição e esgotamento de recurso naturais estão entre os principais problemas que ela traz. É da moda que estamos falando. 10% das emissões globais de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[É a segunda indústria que mais causa impactos ambientais, atrás apenas da dos combustíveis fósseis. Poluição e esgotamento de recurso naturais estão entre os principais problemas que ela traz. É da moda que estamos falando. 10% das emissões globais de gases estufa são atribuídos ao setor, que também usa um quarto dos produtos químicos produzidos anualmente. Um mercado que gera 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis por ano e que contribui para 20% da contaminação hídrica. A pegada ecológica da moda é difícil de medir com exatidão, mas a gente sabe que ela calça um número grande. O Elas com Elas já debateu aqui se somos o que vestimos e o que as nossas roupas comunicam. E neste episódio vai olhar para a forma como escolhemos o que vamos portar. Que critérios levamos em conta na hora de escolher as blusas, calças, saias, lingeries, pijamas que vamos levar por aí? Estamos alinhados ao modo como queremos nos relacionar com o planeta? A moda sustentável entra na pauta e para falar sobre ela a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a estilista Alessandra Ponce, autora do livro Alinhavos – O Futuro do Planeta Está no Seu Guarda-Roupa; a designer Eloísa Artuso, diretora educacional do Fashion Revolution Brasil e professora de design sustentável no Instituto Europeo di Design (IED); e a consultora de estilo pessoal Fernanda Resende.]]></itunes:summary><itunes:duration>4293</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #39 – Redes Sociais</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-39-redes-sociais--44021107</link><description><![CDATA[A conexão móvel contribuiu para que o tempo que passamos online aumentasse, e boa parte dele é dedicado às redes sociais, tema de hoje do Elas com Elas. O Brasil foi apontado como o segundo país, em um ranking com 45, em que as pessoas passam mais tempo nas redes sociais, atrás apenas das Filipinas. Brasileiros e brasileiras ficam cada vez mais tempo conectados a aplicativos e plataformas deste tipo: neste ano, foram 225 minutos por dia, contra 219 em 2018. Youtube, Facebook e Whatsapp (todos gratuitos) são os queridinhos por aqui e aqueles aos quais os internautas dedicam mais tempo. Ainda que a mediação das relações continue sendo feita pelas palavras – com uma ajudinha cada vez maior de alguns emojis – o modo de construção e reconstrução de identidades mudou. E esse jeito novo de dar as caras, de criar um perfil, de escolher o que mostrar e o que esconder, tem impactos na forma como nos pensamos como sociedade e nos organizamos socialmente. Para falar sobre como a nossa conexão e a nossa comunicação fica, diante de tantos elementos virtuais, o Elas com Elas convidou à mesa, junto com a apresentadora Gabriela Mayer, a socióloga Giselle Christina, a psicóloga da PUC-SP Andrea Jotta, a roteirista Jaqueline Vargas e a advogada e pesquisadora do InternetLab Julia Drummond.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=74503</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 23:22:05 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021107/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562800_44100_2_ed2cbff5878c6518.mp3" length="148465270" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A conexão móvel contribuiu para que o tempo que passamos online aumentasse, e boa parte dele é dedicado às redes sociais, tema de hoje do Elas com Elas. O Brasil foi apontado como o segundo país, em um ranking com 45, em que as pessoas passam mais...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A conexão móvel contribuiu para que o tempo que passamos online aumentasse, e boa parte dele é dedicado às redes sociais, tema de hoje do Elas com Elas. O Brasil foi apontado como o segundo país, em um ranking com 45, em que as pessoas passam mais tempo nas redes sociais, atrás apenas das Filipinas. Brasileiros e brasileiras ficam cada vez mais tempo conectados a aplicativos e plataformas deste tipo: neste ano, foram 225 minutos por dia, contra 219 em 2018. Youtube, Facebook e Whatsapp (todos gratuitos) são os queridinhos por aqui e aqueles aos quais os internautas dedicam mais tempo. Ainda que a mediação das relações continue sendo feita pelas palavras – com uma ajudinha cada vez maior de alguns emojis – o modo de construção e reconstrução de identidades mudou. E esse jeito novo de dar as caras, de criar um perfil, de escolher o que mostrar e o que esconder, tem impactos na forma como nos pensamos como sociedade e nos organizamos socialmente. Para falar sobre como a nossa conexão e a nossa comunicação fica, diante de tantos elementos virtuais, o Elas com Elas convidou à mesa, junto com a apresentadora Gabriela Mayer, a socióloga Giselle Christina, a psicóloga da PUC-SP Andrea Jotta, a roteirista Jaqueline Vargas e a advogada e pesquisadora do InternetLab Julia Drummond.]]></itunes:summary><itunes:duration>4640</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #38 – Esportes Olímpicos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-38-esportes-olimpicos--44021030</link><description><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala esportes olímpicos, na expectativa para as Olímpiadas de Tóquio, em 2020. Um dos grandes desafios que o Brasil ainda enfrenta é o financiamento e o apoio aos atletas, falta um olhar cuidadoso e planejado, como você ouve na conversa deste episódio.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=74015</guid><pubDate>Tue, 26 Nov 2019 23:54:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021030/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562617_44100_2_009b856dbfea755a.mp3" length="130697825" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o Elas com Elas fala esportes olímpicos, na expectativa para as Olímpiadas de Tóquio, em 2020. Um dos grandes desafios que o Brasil ainda enfrenta é o financiamento e o apoio aos atletas, falta um olhar cuidadoso e planejado, como você...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala esportes olímpicos, na expectativa para as Olímpiadas de Tóquio, em 2020. Um dos grandes desafios que o Brasil ainda enfrenta é o financiamento e o apoio aos atletas, falta um olhar cuidadoso e planejado, como você ouve na conversa deste episódio.]]></itunes:summary><itunes:duration>4085</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #37 – Racismo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-37-racismo--44021101</link><description><![CDATA[Vou pedir um pouco de atenção para esta sequência de números, estatísticas, dados. Informações que parecem estéreis, que muitas vezes não têm rosto – a gente vê os números e não vê as histórias. Mas estes números aqui contam uma história. Uma história que começou há muito tempo. As estatísticas que trazemos não têm nome, mas têm cor. Cor da pele. Ouça aqui: vou começar pelos dados mais recentes, que acabam de ser divulgados pelo IBGE. Entre a população pobre do Brasil (as pessoas que têm o equivalente a até US$ 5,5 de rendimento diário), sete em cada dez são pretos ou pardos. O Brasil tem 180 homicídios por dia, segundo o Atlas da Violência, e 75% dos que são mortos são negros. O mesmo Atlas conta que a taxa de homicídios das mulheres não negras cresceu 4,5% no Brasil entre 2007 e 2017; a taxa de homicídios de mulheres negras cresceu 29,9%. Em 2018, os trabalhadores pretos e pardos receberam, em média, cerca de 75% menos do que trabalhadores brancos. Isso significa dizer que para cada R$10 recebidos por um trabalhador preto ou pardo, um trabalhador branco recebe R$ 17,50. Também no passado, um quarto (25,2%) dos jovens brasileiros com idade entre 18 e 24 anos cursavam ou já haviam concluído o ensino superior; olhando apenas para os jovens negros, o índice cai para menos de um quinto (18,3%). Adolescentes de 15 a 17 anos pretos ou pardos apresentam taxas de abandono e reprovação escolar mais altas do que brancos. 54% das mortes maternas no Brasil ocorrem em mulheres negras. São elas também que registram mais casos de violência obstétrica, menos acesso ao pré-natal, menos acesso à anticoncepção e são também as mulheres negras que recebem doses menores de anestesia nos procedimentos médicos. Esse não é apenas um apanhado de números, na verdade, quero me corrigir, porque eu comecei dizendo que as estatísticas que eu trago não têm nome, mas elas têm: racismo. E racismo é o assunto de hoje do Elas com Elas. No episódio, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a advogada Amarilis Costa, presidente da Comissão de Graduação, Pós-graduação e Pesquisa da OAB-SP e articuladora do coletivo Preta e Acadêmica; Lorraine Carvalho, mestranda em direitos humanos na USP e supervisora do Núcleo de Atuação Política do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, IBCCRIM; Raphaella Reis, membro da secretaria-executiva da Comissão de Igualdade Racial da OAB-SP; e Thaís Santos, química, professora, co-fundadora da comunidade cultural Quilombaque, coordenadora da Uneafro Brasil e integrante da Coalizão Negra por Direitos.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=73277</guid><pubDate>Wed, 20 Nov 2019 06:05:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021101/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562697_44100_2_3cc92a9c5dfe855d.mp3" length="162079036" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Vou pedir um pouco de atenção para esta sequência de números, estatísticas, dados. Informações que parecem estéreis, que muitas vezes não têm rosto – a gente vê os números e não vê as histórias. Mas estes números aqui contam uma história. Uma história...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Vou pedir um pouco de atenção para esta sequência de números, estatísticas, dados. Informações que parecem estéreis, que muitas vezes não têm rosto – a gente vê os números e não vê as histórias. Mas estes números aqui contam uma história. Uma história que começou há muito tempo. As estatísticas que trazemos não têm nome, mas têm cor. Cor da pele. Ouça aqui: vou começar pelos dados mais recentes, que acabam de ser divulgados pelo IBGE. Entre a população pobre do Brasil (as pessoas que têm o equivalente a até US$ 5,5 de rendimento diário), sete em cada dez são pretos ou pardos. O Brasil tem 180 homicídios por dia, segundo o Atlas da Violência, e 75% dos que são mortos são negros. O mesmo Atlas conta que a taxa de homicídios das mulheres não negras cresceu 4,5% no Brasil entre 2007 e 2017; a taxa de homicídios de mulheres negras cresceu 29,9%. Em 2018, os trabalhadores pretos e pardos receberam, em média, cerca de 75% menos do que trabalhadores brancos. Isso significa dizer que para cada R$10 recebidos por um trabalhador preto ou pardo, um trabalhador branco recebe R$ 17,50. Também no passado, um quarto (25,2%) dos jovens brasileiros com idade entre 18 e 24 anos cursavam ou já haviam concluído o ensino superior; olhando apenas para os jovens negros, o índice cai para menos de um quinto (18,3%). Adolescentes de 15 a 17 anos pretos ou pardos apresentam taxas de abandono e reprovação escolar mais altas do que brancos. 54% das mortes maternas no Brasil ocorrem em mulheres negras. São elas também que registram mais casos de violência obstétrica, menos acesso ao pré-natal, menos acesso à anticoncepção e são também as mulheres negras que recebem doses menores de anestesia nos procedimentos médicos. Esse não é apenas um apanhado de números, na verdade, quero me corrigir, porque eu comecei dizendo que as estatísticas que eu trago não têm nome, mas elas têm: racismo. E racismo é o assunto de hoje do Elas com Elas. No episódio, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a advogada Amarilis Costa, presidente da Comissão de Graduação, Pós-graduação e Pesquisa da OAB-SP e articuladora do coletivo Preta e Acadêmica; Lorraine Carvalho, mestranda em direitos humanos na USP e supervisora do Núcleo de Atuação Política do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, IBCCRIM; Raphaella Reis, membro da secretaria-executiva da Comissão de Igualdade Racial da OAB-SP; e Thaís Santos, química, professora, co-fundadora da comunidade cultural Quilombaque, coordenadora da Uneafro Brasil e integrante da Coalizão Negra por Direitos.]]></itunes:summary><itunes:duration>5065</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #36 – Literatura</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-36-literatura--44021024</link><description><![CDATA[A sala ampla tem uma janela com vista para um jardim modesto. No meio, uma escrivaninha. No canto, uma poltrona e uma luminária que contorna o encosto e aponta a luz para o assento. A entrada é por uma porta de madeira de correr. Em duas longas paredes, livros do chão ao teto em estantes de madeira – pé direito alto! Parece uma infinidade, ainda mais quando se descobre a camada dupla. O que se vê são estantes móveis, que correm de um lado para o outro em trilhos, na frente das estantes primordiais, fixadas nas paredes. São duas camadas de livros em cada parte daquela biblioteca que eu adoraria que fosse minha, mas é de alguém que eu entrevistei uma vez. Da entrevista, não me lembro bem, mas da biblioteca não me esqueço. Moraria nela. Viveria ali com alegria. Porque é o que os livros me trazem de melhor. Mesmo quando são tristes. É que os encontros que a literatura promove são sempre cheios de possibilidades. Com Jane Austen, aprendi que gostava dos clássicos. Com Hilda Hilst eu aprendi que nem tudo é o que parece. Com Virginia Woolf aprendi a olhar os detalhes e aprendi a questionar a ausência de mulheres no cânone literário. Com Clarice, aprendi a olhar para dentro. Com a Chimamanda, aprendi a olhar para fora. Com Carolina de Jesus, aprendi que palavra é poder e potência. Com Elvira Vigna, aprendi que o silêncio pode ser covarde e pode ser coragem. Os encontros que a literatura me proporcionou me trouxeram até o episódio de hoje do Elas com Elas, em que eu te convido a se juntar a mim para este novo encontro, que tem a literatura como tema. Eu, Gabriela Mayer, recebo as escritoras Aline Bei, Carmen Faustino, Giovana Madalosso e Luna de Cortes.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=72412</guid><pubDate>Tue, 12 Nov 2019 23:13:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021024/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562636_44100_2_dcca5ccd4edce5e5.mp3" length="140498132" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A sala ampla tem uma janela com vista para um jardim modesto. No meio, uma escrivaninha. No canto, uma poltrona e uma luminária que contorna o encosto e aponta a luz para o assento. A entrada é por uma porta de madeira de correr. Em duas longas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A sala ampla tem uma janela com vista para um jardim modesto. No meio, uma escrivaninha. No canto, uma poltrona e uma luminária que contorna o encosto e aponta a luz para o assento. A entrada é por uma porta de madeira de correr. Em duas longas paredes, livros do chão ao teto em estantes de madeira – pé direito alto! Parece uma infinidade, ainda mais quando se descobre a camada dupla. O que se vê são estantes móveis, que correm de um lado para o outro em trilhos, na frente das estantes primordiais, fixadas nas paredes. São duas camadas de livros em cada parte daquela biblioteca que eu adoraria que fosse minha, mas é de alguém que eu entrevistei uma vez. Da entrevista, não me lembro bem, mas da biblioteca não me esqueço. Moraria nela. Viveria ali com alegria. Porque é o que os livros me trazem de melhor. Mesmo quando são tristes. É que os encontros que a literatura promove são sempre cheios de possibilidades. Com Jane Austen, aprendi que gostava dos clássicos. Com Hilda Hilst eu aprendi que nem tudo é o que parece. Com Virginia Woolf aprendi a olhar os detalhes e aprendi a questionar a ausência de mulheres no cânone literário. Com Clarice, aprendi a olhar para dentro. Com a Chimamanda, aprendi a olhar para fora. Com Carolina de Jesus, aprendi que palavra é poder e potência. Com Elvira Vigna, aprendi que o silêncio pode ser covarde e pode ser coragem. Os encontros que a literatura me proporcionou me trouxeram até o episódio de hoje do Elas com Elas, em que eu te convido a se juntar a mim para este novo encontro, que tem a literatura como tema. Eu, Gabriela Mayer, recebo as escritoras Aline Bei, Carmen Faustino, Giovana Madalosso e Luna de Cortes.]]></itunes:summary><itunes:duration>4391</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #35 – Migração</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-35-migracao--44021056</link><description><![CDATA[Hoje o Elas com Elas fala sobre migração e refúgio, pauta que ganhou força nos últimos anos por aqui, quando três grandes ondas migratórias envolveram diretamente o Brasil: haitianos, sírios e agora venezuelanos buscam acolhimento em território brasileiro. O crescimento da chegada de pessoas de outras nacionalidades não é de hoje. O relatório World Migration Report, divulgado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) em 2018, mostrou que a população de migrantes que vive no Brasil cresceu 20% entre 2010 e 2015. E cerca de um terço de quem veio neste período partiu de outros países da América do Sul. Mas ainda que a chegada de migrantes e refugiados tenha crescido, eles são menos de 0,5% da população. O número é bem pequeno por si só, menor ainda se comparamos, por exemplo, com o percentual da Argentina, onde mais de 5% dos residentes vieram de outros países. Vale lembrar que o Brasil é um país de 200 milhões de habitantes, e a Argentina, de 43 milhões, quase cinco vezes menor. Nas travessias de fronteiras, as mulheres não são adendos - são protagonistas de muitas histórias e representam 52% dos imigrantes na América do Sul. Para falar sobre a questão migratória, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a professora venezuelana Marifer Vargas; a integrante chilena do coletivo Warmis Mariela Pizarro; a coordenadora do projeto Trabalho e Renda do Instituto Adus, Fernanda Cobra; e a coordenadora de Programas da Conectas, Camila Asano.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=71334</guid><pubDate>Mon, 04 Nov 2019 21:21:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021056/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562885_44100_2_61222925db45d0bd.mp3" length="172827274" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje o Elas com Elas fala sobre migração e refúgio, pauta que ganhou força nos últimos anos por aqui, quando três grandes ondas migratórias envolveram diretamente o Brasil: haitianos, sírios e agora venezuelanos buscam acolhimento em território...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Hoje o Elas com Elas fala sobre migração e refúgio, pauta que ganhou força nos últimos anos por aqui, quando três grandes ondas migratórias envolveram diretamente o Brasil: haitianos, sírios e agora venezuelanos buscam acolhimento em território brasileiro. O crescimento da chegada de pessoas de outras nacionalidades não é de hoje. O relatório World Migration Report, divulgado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) em 2018, mostrou que a população de migrantes que vive no Brasil cresceu 20% entre 2010 e 2015. E cerca de um terço de quem veio neste período partiu de outros países da América do Sul. Mas ainda que a chegada de migrantes e refugiados tenha crescido, eles são menos de 0,5% da população. O número é bem pequeno por si só, menor ainda se comparamos, por exemplo, com o percentual da Argentina, onde mais de 5% dos residentes vieram de outros países. Vale lembrar que o Brasil é um país de 200 milhões de habitantes, e a Argentina, de 43 milhões, quase cinco vezes menor. Nas travessias de fronteiras, as mulheres não são adendos - são protagonistas de muitas histórias e representam 52% dos imigrantes na América do Sul. Para falar sobre a questão migratória, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a professora venezuelana Marifer Vargas; a integrante chilena do coletivo Warmis Mariela Pizarro; a coordenadora do projeto Trabalho e Renda do Instituto Adus, Fernanda Cobra; e a coordenadora de Programas da Conectas, Camila Asano.]]></itunes:summary><itunes:duration>5401</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #34 – Criatividade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-34-criatividade--44021104</link><description><![CDATA[Um estalo e vem uma ideia que pode mudar o nosso dia. Ou a nossa vida. Ou o mundo, quem sabe. Mas também pode não mudar nada. Pode dar origem a um projeto frustrado ou disfuncional. Ou ainda pode gerar outra ideia, e outra, e outra. Talvez essa ideia primeira também leve a algo que hoje não serve para nada, mas um dia pode servir. Nem todas as ideias são grandiosas, as “eurekas” da vida podem ser para as coisas pequenas e para todo tipo delas – para resolver um perrengue da rotina, para sair de um buraco emocional, para se esquivar de uma sinuca de bico, para resolver um probleminha ou um problemão. De todos os tamanhos, as ideias têm algo em comum: uma novidade. Pode ser algo inteiramente novo, nunca antes pensado. Ou pode ser só um novo jeito de arrumar elementos já conhecidos. Para se ter ideias basta ser humano e estar aberto – aberto a tentar, a pensar, a trocar... Porque às vezes a gente se fecha e parece que as lâmpadas ficam escassas na nossa cabeça. Ser humano é ser também criativo. E criatividade não tem muita regra. Pode ser mais sisuda, pode ser engraçada, pode ser ansiosa, pode ser tranquila e vir aos poucos... quantas vezes será que eu usei a palavra “pode” nesta abertura? Muitas, né? É que falar de criatividade é falar também de possibilidades. E a criatividade é o assunto de hoje do Elas com Elas. Afinal, de onde vem a nossa criatividade e para onde ela nos leva? A apresentadora Gabriela Mayer convidou mulheres criativas para criar novas possibilidades. Denna Souza, psicóloga e cantora. Marcela Ceribelli, fundadora da agência Obvious e podcaster (Bom dia, Obvious); Marcela Ponce de Leon.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=70802</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 23:46:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021104/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562796_44100_2_0c7b6473a75af0b8.mp3" length="133268274" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Um estalo e vem uma ideia que pode mudar o nosso dia. Ou a nossa vida. Ou o mundo, quem sabe. Mas também pode não mudar nada. Pode dar origem a um projeto frustrado ou disfuncional. Ou ainda pode gerar outra ideia, e outra, e outra. Talvez essa ideia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Um estalo e vem uma ideia que pode mudar o nosso dia. Ou a nossa vida. Ou o mundo, quem sabe. Mas também pode não mudar nada. Pode dar origem a um projeto frustrado ou disfuncional. Ou ainda pode gerar outra ideia, e outra, e outra. Talvez essa ideia primeira também leve a algo que hoje não serve para nada, mas um dia pode servir. Nem todas as ideias são grandiosas, as “eurekas” da vida podem ser para as coisas pequenas e para todo tipo delas – para resolver um perrengue da rotina, para sair de um buraco emocional, para se esquivar de uma sinuca de bico, para resolver um probleminha ou um problemão. De todos os tamanhos, as ideias têm algo em comum: uma novidade. Pode ser algo inteiramente novo, nunca antes pensado. Ou pode ser só um novo jeito de arrumar elementos já conhecidos. Para se ter ideias basta ser humano e estar aberto – aberto a tentar, a pensar, a trocar... Porque às vezes a gente se fecha e parece que as lâmpadas ficam escassas na nossa cabeça. Ser humano é ser também criativo. E criatividade não tem muita regra. Pode ser mais sisuda, pode ser engraçada, pode ser ansiosa, pode ser tranquila e vir aos poucos... quantas vezes será que eu usei a palavra “pode” nesta abertura? Muitas, né? É que falar de criatividade é falar também de possibilidades. E a criatividade é o assunto de hoje do Elas com Elas. Afinal, de onde vem a nossa criatividade e para onde ela nos leva? A apresentadora Gabriela Mayer convidou mulheres criativas para criar novas possibilidades. Denna Souza, psicóloga e cantora. 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O trabalho é um fator importante na criação desse cenário: o Brasil é o segundo país com maior prevalência de “alto nível de estresse” no ambiente de trabalho, perdendo apenas para o Japão. Entre as mulheres, os números preocupam mais. Elas se dizem mais estressadas e sentem com mais intensidade as consequências do estresse. Quem pesquisa o tema aponta alguns fatores: uma questão biológica – as mulheres são mais sensíveis aos efeitos do cortisol, hormônio ligado ao estresse – e outras questões sociais, como cobranças, expectativas e acúmulo de funções. Para ficar só neste último quesito, vamos quantificar: o IBGE trouxe dados sobre as tarefas domésticas das famílias brasileiras em 2018. E enquanto as mulheres dedicaram mais de 21 horas cuidando da casa e das pessoas por semana, os homens despenderam apenas 10 horas, metade do tempo, para as mesmas coisas. A apresentadora Gabriela Mayer conversa sobre as causas e as consequências do estresse com a cardiologista Carla Lantieri, a psicóloga Cláudia Oshiro e a antropóloga Renata Mourão Macedo.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=69991</guid><pubDate>Wed, 23 Oct 2019 02:02:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021100/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562612_44100_2_0cea6bf70bbd1cfe.mp3" length="132239258" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Estresse não é novidade. Faz tempo que essa palavra passou a fazer parte do nosso vocabulário corriqueiro e é sobre ela que a gente fala neste episódio do Elas com Elas. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge apontou que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Estresse não é novidade. Faz tempo que essa palavra passou a fazer parte do nosso vocabulário corriqueiro e é sobre ela que a gente fala neste episódio do Elas com Elas. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge apontou que quatro em cada dez pessoas no mundo sofrem de algum tipo de estresse – pode ser agudo ou crônico. E isso tem impactos na saúde física e mental. O trabalho é um fator importante na criação desse cenário: o Brasil é o segundo país com maior prevalência de “alto nível de estresse” no ambiente de trabalho, perdendo apenas para o Japão. Entre as mulheres, os números preocupam mais. Elas se dizem mais estressadas e sentem com mais intensidade as consequências do estresse. Quem pesquisa o tema aponta alguns fatores: uma questão biológica – as mulheres são mais sensíveis aos efeitos do cortisol, hormônio ligado ao estresse – e outras questões sociais, como cobranças, expectativas e acúmulo de funções. Para ficar só neste último quesito, vamos quantificar: o IBGE trouxe dados sobre as tarefas domésticas das famílias brasileiras em 2018. E enquanto as mulheres dedicaram mais de 21 horas cuidando da casa e das pessoas por semana, os homens despenderam apenas 10 horas, metade do tempo, para as mesmas coisas. 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Era julho de 2016 e centenas de mulheres se reuniram na praça de alimentação de um shopping de Florianópolis para amamentar seus filhos e filhas. Naquela semana, um segurança pediu que uma mulher se retirasse da praça de alimentação enquanto ela amamentava e recomendou que ela fosse ao banheiro. Era julho de 2018 e mais de 20 mulheres de juntaram em um terminal de ônibus de Santo André, no ABC Paulista, para amamentar. Naquela semana, uma mulher amamentava o filho enquanto esperava o transporte e foi abordada por agentes públicos que disseram que ela cometia um atentado ao pudor. Era fevereiro de 2019... bom, acho que deu pra entender, né? O tempo passou, mas a situação se repete. Os mamaços públicos realizados como protesto deixam claro que a amamentação ainda não é uma questão superada. O Brasil é o país que mais censura mulheres por amamentarem em público, segundo uma pesquisa global sobre aleitamento. Apesar de haver um consenso por aqui sobre a importância de amamentar (98% das brasileiras disseram acreditar que amamentar é a melhor forma de nutrir um bebê e 64% acham totalmente normal fazê-lo em público), quase metade das mulheres (47,5%) já sofreram preconceito por isso. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com a enfermeira obstetra Cinthia Calsinski, a pediatra e neonatologista Tiemi Yoshida e a consultora de aleitamento Mari Dias sobre as questões sociais, culturais e biológicas envolvidas na amamentação.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=69038</guid><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 03:18:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021116/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562724_44100_2_5b79f55542d7a9ea.mp3" length="138830474" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Era março de 2014 e um grupo de cerca de 40 mulheres se reuniu em frente a um museu de São Paulo. Juntas, levantaram ou abaixaram a blusa e amamentaram seus bebês. 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Era fevereiro de 2019... bom, acho que deu pra entender, né? O tempo passou, mas a situação se repete. Os mamaços públicos realizados como protesto deixam claro que a amamentação ainda não é uma questão superada. O Brasil é o país que mais censura mulheres por amamentarem em público, segundo uma pesquisa global sobre aleitamento. Apesar de haver um consenso por aqui sobre a importância de amamentar (98% das brasileiras disseram acreditar que amamentar é a melhor forma de nutrir um bebê e 64% acham totalmente normal fazê-lo em público), quase metade das mulheres (47,5%) já sofreram preconceito por isso. 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Precisam de proteção, de cuidados e de um olhar específico, diferente daqueles que recebem as mulheres, estas já adultas. Ao serem reconhecidas como mulheres, meninas do mundo todo – do Brasil, inclusive – têm direitos negados, etapas saltadas e tempo roubado. Invisibilizar as meninas contribui, por exemplo, para que o Brasil seja o quarto colocado no ranking mundial absoluto e o terceiro país da América Latina com maior índice de casamentos de meninas com menos de 18 anos, com 36% de uniões deste tipo, ou para uma divisão abissalmente desigual de tarefas domésticas: 81,4% das meninas arrumam a própria cama, tarefa de apenas 11,6% dos irmãos meninos; 76,8% das meninas lavam a louça e 65,6% limpam a casa, enquanto 12,5% dos irmãos lavam a louça e 11,4% limpam a casa. Para falar sobre os desafios de ser menina e sobre a importância de reconhecê-las como tal, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a advogada Maíra Zapater, a psicanalista Maria Homem e a gerente de gênero e incidência política da Plan International Brasil, Viviana Santiago.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=68217</guid><pubDate>Wed, 09 Oct 2019 03:06:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021048/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562786_44100_2_d82bae018a234c91.mp3" length="127313191" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Em 2012, a ONU criou o Dia Internacional da Menina, 11 de outubro. A data veio como lembrança de que meninas são crianças e adolescentes e têm direitos de crianças e adolescentes. 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Invisibilizar as meninas contribui, por exemplo, para que o Brasil seja o quarto colocado no ranking mundial absoluto e o terceiro país da América Latina com maior índice de casamentos de meninas com menos de 18 anos, com 36% de uniões deste tipo, ou para uma divisão abissalmente desigual de tarefas domésticas: 81,4% das meninas arrumam a própria cama, tarefa de apenas 11,6% dos irmãos meninos; 76,8% das meninas lavam a louça e 65,6% limpam a casa, enquanto 12,5% dos irmãos lavam a louça e 11,4% limpam a casa. 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A média mundial é de 25% do total de casos novos da doença a cada ano. No Brasil, esse percentual é de 29%. Para o ano de 2018, foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil, segundo o Inca. O tratamento evoluiu, o diagnóstico precoce avançou e a informação tem ganhado mais espaço, mas ainda há desafios pela frente, especialmente quando o assunto é prevenção. Também falta avançar no olhar abrangente para as mulheres que passam pelo tratamento – pensar que, além do combate ao tumor, há importância no cuidado com a saúde mental, com a autoestima, com o posicionamento no mercado de trabalho, nas relações afetivas e sexuais e na relação da mulher ela mesma. A apresentadora Gabriela Mayer recebe para esta conversa a mastologista do A.C. Camargo Cancer Center Fabiana Makdissi, a oncologista do Grupo OncoClínicas Luciana Landeiro e a psicóloga do Hospital Israelita Albert Einstein Alyne Braghetto.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=67545</guid><pubDate>Wed, 02 Oct 2019 00:53:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021044/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562583_44100_2_b63938bf18ce19ff.mp3" length="136209870" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A saúde e o corpo estão no foco do Elas com Elas desta semana. Nosso assunto é o câncer de mama, o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não-melanoma. A média mundial é de 25% do total de casos...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A saúde e o corpo estão no foco do Elas com Elas desta semana. Nosso assunto é o câncer de mama, o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não-melanoma. A média mundial é de 25% do total de casos novos da doença a cada ano. No Brasil, esse percentual é de 29%. Para o ano de 2018, foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil, segundo o Inca. O tratamento evoluiu, o diagnóstico precoce avançou e a informação tem ganhado mais espaço, mas ainda há desafios pela frente, especialmente quando o assunto é prevenção. Também falta avançar no olhar abrangente para as mulheres que passam pelo tratamento – pensar que, além do combate ao tumor, há importância no cuidado com a saúde mental, com a autoestima, com o posicionamento no mercado de trabalho, nas relações afetivas e sexuais e na relação da mulher ela mesma. A apresentadora Gabriela Mayer recebe para esta conversa a mastologista do A.C. 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E decidimos trazer à mesa um papo sobre a ciência e a pesquisa no Brasil, com mulheres que atuam em outras áreas – ou diretamente na pesquisa, ou na divulgação e na comunicação dela. Olhamos para os números brasileiros e internacionais e eles coincidem na redução da quantidade de mulheres conforme a pesquisa se aprofunda. O último Censo da Educação Superior, de 2016, mostrou que as mulheres representam 57,2% dos estudantes matriculados em cursos de graduação no país. Um índice um pouco superior à média global, de 53%. Mas esse porcentual cai para 43% quando olhamos para doutorado e 28% quando olhamos especificamente para os números internacionais de pesquisa. O Brasil vai melhor que o resto do mundo e apresenta indicadores mais iguais. 2010 foi um ano importante neste recorte, porque marcou a primeira vez em que os 128 mil pesquisadores registrados no CNPQ, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, estavam igualmente divididos entre homens e mulheres. Na mesma época, a quantidade de mulheres (52%) ultrapassou a de homens (48%) na liderança dos grupos de pesquisa no CNPq. Para falar sobre o que esses números significam na prática e o que isso tem a ver com a nossa vida, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a bióloga Camila Castanho, professora do Departamento de Ciências Ambientais da Unifesp; Bárbara Milan, doutoranda na área de ensino de ciência e matemática com foco em educação científica, na USP; a jornalista Bia Guimarães, mestre em divulgação científica e cultural e apresentadora do Podcast 37 Graus; Sarah Azoubel, doutora em biologia molecular e apresentadora do Podcast 37 Graus; Regina Markus, professora titular do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=66737</guid><pubDate>Tue, 24 Sep 2019 23:13:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021122/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562651_44100_2_582d6cf0a8c6333d.mp3" length="191131379" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Há algumas semanas, você ouviu aqui no Elas com Elas uma conversa sobre mulheres nas exatas. 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O último Censo da Educação Superior, de 2016, mostrou que as mulheres representam 57,2% dos estudantes matriculados em cursos de graduação no país. Um índice um pouco superior à média global, de 53%. Mas esse porcentual cai para 43% quando olhamos para doutorado e 28% quando olhamos especificamente para os números internacionais de pesquisa. O Brasil vai melhor que o resto do mundo e apresenta indicadores mais iguais. 2010 foi um ano importante neste recorte, porque marcou a primeira vez em que os 128 mil pesquisadores registrados no CNPQ, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, estavam igualmente divididos entre homens e mulheres. Na mesma época, a quantidade de mulheres (52%) ultrapassou a de homens (48%) na liderança dos grupos de pesquisa no CNPq. Para falar sobre o que esses números significam na prática e o que isso tem a ver com a nossa vida, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a bióloga Camila Castanho, professora do Departamento de Ciências Ambientais da Unifesp; Bárbara Milan, doutoranda na área de ensino de ciência e matemática com foco em educação científica, na USP; a jornalista Bia Guimarães, mestre em divulgação científica e cultural e apresentadora do Podcast 37 Graus; Sarah Azoubel, doutora em biologia molecular e apresentadora do Podcast 37 Graus; Regina Markus, professora titular do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.]]></itunes:summary><itunes:duration>5973</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 28 – Games</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-28-games--44021106</link><description><![CDATA[É o terceiro ano consecutivo que a Pesquisa Game Brasil mostra a mesma coisa: as mulheres já são a maioria dos gamers no país – elas representam 58,9% do mercado. Aliás, um mercado que tem atravessado as crises econômicas do país em crescimento. Em 2018, o setor movimentou mais de um US$1,5 bilhão. E a indústria nacional de games cresceu 30%, segundo o último censo do setor, divulgado pelo Ministério da Cultura. Ainda que as mulheres sejam maioria, elas normalmente não constituem a maior parte dos integrantes de equipes, dos inscritos em campeonatos e dos participantes de eventos do setor. Mas a presença feminina está em ascensão. Há equipes de mulheres, há mulheres donas de equipes, há mulheres no desenvolvimento de jogos e nos eventos também. Tomando como exemplo a Brasil Game Show, maior evento brasileiro do setor, as mulheres eram 10% do público na primeira edição, em 2009. Em 2017, eram 40%. Hoje, o Elas com Elas fala sobre o universo dos games a apresentadora Gabriela Mayer receber a jogadora profissional de CS Pan Shibuya, a professora da escola de games Saga Cláudia Mazzuco, a jornalista especializada em games Bárbara Gutierrez, editora-chefe do Versus, e a gerente de comunidade da Wizards of the Coast Brasil Carolina Moraes, que faz a ponte entre a empresa e jogadores e jogadoras de Magic.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=66080</guid><pubDate>Wed, 18 Sep 2019 21:35:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021106/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562654_44100_2_c58e0e0a96862d8e.mp3" length="124889028" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>É o terceiro ano consecutivo que a Pesquisa Game Brasil mostra a mesma coisa: as mulheres já são a maioria dos gamers no país – elas representam 58,9% do mercado. 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Por que as mulheres são maioria dos consumidores, mas ainda não são a maior parte entre jogadores, donos de equipes, desenvolvedores de jogos e até participantes de eventos do setor?]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=66027</guid><pubDate>Wed, 18 Sep 2019 14:09:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021042/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562654_44100_2_c58e0e0a96862d8e.mp3" length="124889028" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana o Elas com Elas fala sobre games, mercado que movimenta mais de US$1,5 bilhão por ano. 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Porque talvez o amor que eu conheço, o que é amor pra mim, não seja amor para você. Tive uma ideia: pensei em recorrer aos textos que escrevi quando celebrei o casamento de uma amiga – sim, já celebrei um casamento. Na verdade, dois. Mas logo achei a ideia ruim – amor não é só casamento. Tem tantos jeitos de amar. Aliás, amor não é nem necessariamente conjugal, nem necessariamente entre duas pessoas apenas. Mas no fim das contas eu fui mesmo a um dos textos que escrevi para celebrar a união de pessoas queridas, porque em determinado momento eu recorri a quem falou de amor de um jeito bem melhor que eu. Foi a Drummond, o Carlos, que pedi uma ajudinha e é a ele que eu vou recorrer de novo, já que ele corrobora a minha dificuldade em escrever esta abertura. Sabe qual é o problema? É que o Amor foge a dicionários e a regulamentos vários, diz ele. Hei de concordar. O que é, afinal, o amor? As respostas são várias e eu, Gabriela Mayer, convidei algumas mulheres para compartilharem com a gente os caminhos que elas encontraram – ou não – para tentar responder essa pergunta. A psicanalista Helena Albuquerque, a comunicadora Sarah Oliveira, apresentadora da série O Nosso amor a gente inventa, Isabella Saldanha, produtora executiva na Apartamento Filmes e poliamorista, e a estudante de Letras Marina Rodrigues, mulher transexual.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=65248</guid><pubDate>Wed, 11 Sep 2019 15:27:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021055/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562630_44100_2_50dc3f0b4587a8a6.mp3" length="118642210" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Sabe o texto que eu sempre faço, apresentando cada programa, contextualizando o assunto, trazendo alguns questionamentos logo de cara? Então... vou contar que tive muita dificuldade de fazer essa aqui. 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Mas no fim das contas eu fui mesmo a um dos textos que escrevi para celebrar a união de pessoas queridas, porque em determinado momento eu recorri a quem falou de amor de um jeito bem melhor que eu. Foi a Drummond, o Carlos, que pedi uma ajudinha e é a ele que eu vou recorrer de novo, já que ele corrobora a minha dificuldade em escrever esta abertura. Sabe qual é o problema? É que o Amor foge a dicionários e a regulamentos vários, diz ele. Hei de concordar. O que é, afinal, o amor? As respostas são várias e eu, Gabriela Mayer, convidei algumas mulheres para compartilharem com a gente os caminhos que elas encontraram – ou não – para tentar responder essa pergunta. 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Na verdade, o que vai ser dessa vez vai ser a queda da minha máscara: vão descobrir que eu não sou qualificada o bastante, que eu não deveria estar nesta entrevista, aliás, eu não deveria nem estar ocupando o meu posto de trabalho atual. Eu falo seis idiomas, sou pós-graduada, leio livros e mais livros, sou articulada, tenho facilidade de me conectar com as pessoas, sou boa em aprender coisas novas, mas não foi por isso que eu cheguei até aqui. Eu estava no lugar certo, na hora certa. Que sorte, né? Na verdade, na maior parte do tempo, eu nem lembro que tenho essas habilidades, meu currículo passa batido por mim mesma. Fico aqui, só esperando o dia em que vão descobrir que sou uma fraude. Enquanto isso, para tentar adiar esse dia, trabalho que nem doida, me desdobro para aprender tudo e, de preferência, faço tudo sozinha. Você já se sentiu assim? Com que frequência você corre para baixo da cama achando que chegou o dia de descobrirem que, no fundo, você não sabe nada? Isso tem nome. É a Síndrome da Impostora. Acontece com homens e com mulheres, mas atinge mais o gênero feminino. E tem consequências. Para continuar no exemplo do trabalho, um estudo interno da Hewlett Packard, mostrou que homens se candidatam a uma vaga quando preenchem 60% dos requisitos. Enquanto as mulheres só se arriscam quando estão beirando os 100%. A síndrome tem a ver com as nossas inseguranças, mas não só. E eu usei aqui o exemplo do trabalho, mas tem muita gente que se sente uma impostora em vários contextos. A Síndrome da Impostora é o tema desta semana do Elas com Elas e para falar sobre isso a apresentadora Gabriela Mayer recebe a escritora, roteirista e podcaster Camila Fremder, a jornalista e atleta amadora Natália Leão e a psicóloga Elisângela Ferreira da Silva.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=64523</guid><pubDate>Wed, 04 Sep 2019 16:20:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021066/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562863_44100_2_6db874e07154d08c.mp3" length="138603941" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Imagine essa situação. Chego para a entrevista de emprego e tenho certeza de que não vai ser dessa vez. 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Enquanto isso, para tentar adiar esse dia, trabalho que nem doida, me desdobro para aprender tudo e, de preferência, faço tudo sozinha. Você já se sentiu assim? Com que frequência você corre para baixo da cama achando que chegou o dia de descobrirem que, no fundo, você não sabe nada? Isso tem nome. É a Síndrome da Impostora. Acontece com homens e com mulheres, mas atinge mais o gênero feminino. E tem consequências. Para continuar no exemplo do trabalho, um estudo interno da Hewlett Packard, mostrou que homens se candidatam a uma vaga quando preenchem 60% dos requisitos. Enquanto as mulheres só se arriscam quando estão beirando os 100%. A síndrome tem a ver com as nossas inseguranças, mas não só. E eu usei aqui o exemplo do trabalho, mas tem muita gente que se sente uma impostora em vários contextos. A Síndrome da Impostora é o tema desta semana do Elas com Elas e para falar sobre isso a apresentadora Gabriela Mayer recebe a escritora, roteirista e podcaster Camila Fremder, a jornalista e atleta amadora Natália Leão e a psicóloga Elisângela Ferreira da Silva.]]></itunes:summary><itunes:duration>4332</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 25 – As Ciências Exatas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-25-as-ciencias-exatas--44021057</link><description><![CDATA[Em agosto de 2018, o CNPQ, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações lançaram um novo edital. Não era qualquer um, a chamada “Meninas nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação” representava um investimento de R$ 3 milhões na tentativa de ampliar o interesse e a participação de meninas e mulheres nas áreas de ciências exatas, engenharias e computação no Brasil. A proposta queria também combater a evasão de meninas dos cursos de graduação nessas áreas, concentrada principalmente nos primeiros anos de estudo. O Censo da Educação Superior de 2016 mostrou que as mulheres representam 57,2% dos estudantes matriculados em cursos de graduação no país. Mas os índices das exatas não acompanham esta proporção. O mesmo censo apontou que no curso de engenharia mecânica, por exemplo, a participação feminina está em 10,2%, na engenharia elétrica, 13,1%, e na engenharia civil, 30,3%. O que explica este gap? Os estímulos que meninas e meninos recebem desde criança nas atividades escolares, na formação intelectual, na atuação social e também na educação científica nos trazem até aqui? Para tentar responder estas perguntas, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a astrofísica Beatriz Barbuy, professora titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo; a professora de Engenharia de Materiais da FEI Daniella Caluscio; e a professora do Instituto de Matemática e Estatística da USP Luna Lomonaco, primeira mulher a vencer o Prêmio SBM de Matemática, da Sociedade Brasileira de Matemática.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=63722</guid><pubDate>Tue, 27 Aug 2019 21:53:41 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021057/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562731_44100_2_3708d46d0c3525ac.mp3" length="120431075" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Em agosto de 2018, o CNPQ, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações lançaram um novo edital. 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O mesmo censo apontou que no curso de engenharia mecânica, por exemplo, a participação feminina está em 10,2%, na engenharia elétrica, 13,1%, e na engenharia civil, 30,3%. O que explica este gap? Os estímulos que meninas e meninos recebem desde criança nas atividades escolares, na formação intelectual, na atuação social e também na educação científica nos trazem até aqui? 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O IBGE mostrou que mais de 116 milhões de brasileiros têm acesso à Internet. Em uma década, o número de casas conectadas foi de 7,2 milhões para 39,3 milhões no país – um crescimento de mais de 440%. Mas não precisa ser em casa para estar de olho na Internet. 92% dos lares brasileiros têm pelo menos uma pessoa com acesso móvel à rede e usar a internet pelo celular já é a preferência da população. Mas o que os brasileiros estão fazendo com esse acesso? Usando redes sociais, assistindo a vídeos, ouvindo música, lendo notícias, tudo isso... Mas também estão criando informação e ação. No Elas com Elas de hoje, a gente vai para o mundo digital para falar de ativismo. O Brasil e o mundo viram crescer nos últimos anos movimentos que nasceram por trás da tela de um computador ou celular e que depois tomaram ruas e mudaram rumos de países. Grupos e ideias antes marginalizados também encontraram no mundo virtual um caminho mais acessível para fazer com que projetos e propostas ganhassem espaço e repercussão. Vimos movimentos cujos nomes começavam com uma # questionar dinâmicas sociais e culturais e transformar a forma como abordamos alguns temas. E para falar sobre o ativismo digital, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a webativista e articuladora social Amarilis Costa, co-fundadora do coletivo Preta e Acadêmica; a jornalista Yahisbel Adames, coordenadora de campanha da Change.org; a advogada e digital influencer Paula Chohfi, autora de uma petição que recolheu um milhão de assinaturas para demandar uma política pública de saúde; e a psicóloga Larissa Schmillevitch, coordenadora do Mapa do Acolhimento, plataforma que conecta mulheres que sofreram violência com psicólogas e advogadas em todo o Brasil.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=63055</guid><pubDate>Wed, 21 Aug 2019 00:30:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021047/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562852_44100_2_35b0ab61c6c2e141.mp3" length="134324039" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Estamos conectados. 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O Brasil e o mundo viram crescer nos últimos anos movimentos que nasceram por trás da tela de um computador ou celular e que depois tomaram ruas e mudaram rumos de países. Grupos e ideias antes marginalizados também encontraram no mundo virtual um caminho mais acessível para fazer com que projetos e propostas ganhassem espaço e repercussão. Vimos movimentos cujos nomes começavam com uma # questionar dinâmicas sociais e culturais e transformar a forma como abordamos alguns temas. E para falar sobre o ativismo digital, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a webativista e articuladora social Amarilis Costa, co-fundadora do coletivo Preta e Acadêmica; a jornalista Yahisbel Adames, coordenadora de campanha da Change.org; a advogada e digital influencer Paula Chohfi, autora de uma petição que recolheu um milhão de assinaturas para demandar uma política pública de saúde; e a psicóloga Larissa Schmillevitch, coordenadora do Mapa do Acolhimento, plataforma que conecta mulheres que sofreram violência com psicólogas e advogadas em todo o Brasil.]]></itunes:summary><itunes:duration>4198</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 23 – A cultura pop e a criação de padrões</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-23-a-cultura-pop-e-a-criacao-de-padroes--44021050</link><description><![CDATA[A cultura está no foco da atenção de hoje do Elas com Elas. As definições são muitas. Manifestações humanas que refletem a dinâmica social, a soma dos padrões apreendidos por homens e mulheres, o conjunto de conhecimentos, crenças, moral e costumes, a criação humana na forma de arte... Não vamos aqui definir cultura, talvez uma das palavras mais difíceis de serem definidas. Mas podemos dizer que cultura é tudo isso e outras coisas mais. Vamos seguir de um jeito menos teórico e mais com a mão na massa. É de cultura popular que a gente fala neste episódio e sobre como ela contribui para construir e para desconstruir padrões. Padrões de gênero, padrões de práticas sociais, padrões de relações... quanto dos filmes, dos livros, do teatro, da música tentamos reproduzir? E quanto tudo isso muda a nossa vida e a forma como pensamos, agimos e até sentimos? Afinal, quanto da humanidade está refletido na cultura pop e quanto da cultura pop está refletido na humanidade? Parece meio filosófico – e é! Mas o tema está na nossa vida o tempo todo, desde que somos crianças. Porque as histórias e as narrativas criadas por nós mesmos acabam dizendo um pouco do que temos que fazer, de quem tem ou não espaço na sociedade, de quem está ou não representado e até do que esperamos do futuro, das expectativas que criamos. Para tentar responder essas perguntas, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista e podcaster Bárbara dos Anjos Lima, a escritora Janine Rodrigues e a jornalista Cláudia Fusco, mestre em literatura inglesa com ênfase em ficção científica e fantasia pela University of Liverpool.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=62405</guid><pubDate>Wed, 14 Aug 2019 11:28:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021050/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562642_44100_2_4d8c39f74718c866.mp3" length="138050563" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A cultura está no foco da atenção de hoje do Elas com Elas. As definições são muitas. Manifestações humanas que refletem a dinâmica social, a soma dos padrões apreendidos por homens e mulheres, o conjunto de conhecimentos, crenças, moral e costumes, a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[A cultura está no foco da atenção de hoje do Elas com Elas. As definições são muitas. Manifestações humanas que refletem a dinâmica social, a soma dos padrões apreendidos por homens e mulheres, o conjunto de conhecimentos, crenças, moral e costumes, a criação humana na forma de arte... Não vamos aqui definir cultura, talvez uma das palavras mais difíceis de serem definidas. Mas podemos dizer que cultura é tudo isso e outras coisas mais. Vamos seguir de um jeito menos teórico e mais com a mão na massa. É de cultura popular que a gente fala neste episódio e sobre como ela contribui para construir e para desconstruir padrões. Padrões de gênero, padrões de práticas sociais, padrões de relações... quanto dos filmes, dos livros, do teatro, da música tentamos reproduzir? E quanto tudo isso muda a nossa vida e a forma como pensamos, agimos e até sentimos? Afinal, quanto da humanidade está refletido na cultura pop e quanto da cultura pop está refletido na humanidade? Parece meio filosófico – e é! Mas o tema está na nossa vida o tempo todo, desde que somos crianças. Porque as histórias e as narrativas criadas por nós mesmos acabam dizendo um pouco do que temos que fazer, de quem tem ou não espaço na sociedade, de quem está ou não representado e até do que esperamos do futuro, das expectativas que criamos. Para tentar responder essas perguntas, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista e podcaster Bárbara dos Anjos Lima, a escritora Janine Rodrigues e a jornalista Cláudia Fusco, mestre em literatura inglesa com ênfase em ficção científica e fantasia pela University of Liverpool.]]></itunes:summary><itunes:duration>4315</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 22 – Acesso a métodos contraceptivos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-22-acesso-a-metodos-contraceptivos--44021113</link><description><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre o acesso a métodos contraceptivos no Brasil. A ONU já elogiou o Brasil pela ampliação do acesso aos métodos para evitar a gravidez e pela mudança de olhar nas políticas públicas relativas ao tema: se antes a contracepção era tratada como assunto ligado ao controle populacional, nas últimas décadas os direitos reprodutivos das mulheres passaram a ser contemplados pelos direitos humanos. Mas os métodos anticoncepcionais ainda falham a chegar às adolescentes periféricas e o resultado é uma taxa acima da média mundial de filhos não planejados. Dados do Fundo de População das Nações Unidas mostram que a taxa de fecundidade adolescente no Brasil passou de 86 para cada 1 mil habitantes em 2000 para 75,6 em 2010. A média mundial é de 48,9 por 1 mil. E as jovens de baixa renda são a maioria a integrar essa estatística. Segundo uma pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, feita entre 2011 e 2012, mais de 55% das brasileiras que tiveram filhos não planejaram a gravidez, porcentual também acima da média do mundo, de 40%. O país não tem meta de planejamento familiar, falha em oferecer principalmente métodos contraceptivos de longa duração e ainda tem políticas fracas no que diz respeito a uma etapa talvez anterior: a educação sexual. Estes são alguns dos assuntos sobre os quais a apresentadora Gabriela Mayer conversou com a médica Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde da Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo; a professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Tânia Lago, autora da pesquisa “Práticas contraceptivas de mulheres jovens: inquérito domiciliar no Município de São Paulo”; a médica ginecologista Dúnia Valle; e a obstetriz Mayara Custódio.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=61860</guid><pubDate>Wed, 07 Aug 2019 11:28:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021113/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562784_44100_2_b44fd6283c359735.mp3" length="157082752" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre o acesso a métodos contraceptivos no Brasil. A ONU já elogiou o Brasil pela ampliação do acesso aos métodos para evitar a gravidez e pela mudança de olhar nas políticas públicas relativas ao tema: se antes a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre o acesso a métodos contraceptivos no Brasil. A ONU já elogiou o Brasil pela ampliação do acesso aos métodos para evitar a gravidez e pela mudança de olhar nas políticas públicas relativas ao tema: se antes a contracepção era tratada como assunto ligado ao controle populacional, nas últimas décadas os direitos reprodutivos das mulheres passaram a ser contemplados pelos direitos humanos. Mas os métodos anticoncepcionais ainda falham a chegar às adolescentes periféricas e o resultado é uma taxa acima da média mundial de filhos não planejados. Dados do Fundo de População das Nações Unidas mostram que a taxa de fecundidade adolescente no Brasil passou de 86 para cada 1 mil habitantes em 2000 para 75,6 em 2010. A média mundial é de 48,9 por 1 mil. E as jovens de baixa renda são a maioria a integrar essa estatística. Segundo uma pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, feita entre 2011 e 2012, mais de 55% das brasileiras que tiveram filhos não planejaram a gravidez, porcentual também acima da média do mundo, de 40%. O país não tem meta de planejamento familiar, falha em oferecer principalmente métodos contraceptivos de longa duração e ainda tem políticas fracas no que diz respeito a uma etapa talvez anterior: a educação sexual. Estes são alguns dos assuntos sobre os quais a apresentadora Gabriela Mayer conversou com a médica Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde da Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo; a professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Tânia Lago, autora da pesquisa “Práticas contraceptivas de mulheres jovens: inquérito domiciliar no Município de São Paulo”; a médica ginecologista Dúnia Valle; e a obstetriz Mayara Custódio.]]></itunes:summary><itunes:duration>4909</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 21 – Ser mãe ou não ser</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-21-ser-mae-ou-nao-ser--44021119</link><description><![CDATA[O Elas com Elas de hoje fala sobre expectativas, desejos, papeis e cobranças sociais e tudo o mais que envolve uma decisão: a de ser ou não ser mãe. Que espanto quando uma mulher ousa dizer que escolheu não ter filhos! As últimas estatísticas são antigas, mas nos dão uma ideia. Em 2010, o IBGE levantou que 14% das mulheres brasileiras não tinham planos de engravidar. Um crescimento em relação à pesquisa anterior, quando esse índice era de 10%. O país também viu uma mudança no perfil de mulheres que optam por ter filhos, especialmente entre aquelas que têm mais de sete anos de estudo: estão sendo mães cada vez mais tarde - depois dos trinta anos, e tendo menos filhos. A média caiu de mais de seis para um pouco menos de duas crianças por mulher nos últimos 50 anos. Também assistimos a uma mudança nos questionamentos envolvendo a maternidade. Há um grupo de mulheres tentando desmistificá-la, tirar o romantismo, colocar o pé no chão. Falar de uma maternidade real, com dificuldades e conflitos – externos e internos. Debater o espanto de quem ainda se assusta com a decisão de não ser mãe também ganhou um pouco de espaço na pauta – mas ainda uma pauta segmentada. As inglesas da Gateway Women, organização do Reino Unido que apoia mulheres sem filhos, defende a liberdade de escolha e criou uma sigla: NoMo, No Mothers ou não-mães, em português. O que elas querem é algo bem simples: deixar claro que maternidade é escolha, não é o único caminho possível para as mulheres. E é essa discussão que a gente traz para o Elas com Elas, com a presença da psicanalista Vera Iaconelli, diretora do Instituto Gerar, a autora do blog A Mãe Preta, Luciana Bento, e a professora de yoga Vanessa Joda, que escolheu não ter filhos. A apresentação é de Gabriela Mayer.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=61287</guid><pubDate>Wed, 31 Jul 2019 11:44:21 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021119/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562964_44100_2_088b4ac8a5a58233.mp3" length="141316496" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Elas com Elas de hoje fala sobre expectativas, desejos, papeis e cobranças sociais e tudo o mais que envolve uma decisão: a de ser ou não ser mãe. Que espanto quando uma mulher ousa dizer que escolheu não ter filhos! As últimas estatísticas são...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O Elas com Elas de hoje fala sobre expectativas, desejos, papeis e cobranças sociais e tudo o mais que envolve uma decisão: a de ser ou não ser mãe. Que espanto quando uma mulher ousa dizer que escolheu não ter filhos! As últimas estatísticas são antigas, mas nos dão uma ideia. Em 2010, o IBGE levantou que 14% das mulheres brasileiras não tinham planos de engravidar. Um crescimento em relação à pesquisa anterior, quando esse índice era de 10%. O país também viu uma mudança no perfil de mulheres que optam por ter filhos, especialmente entre aquelas que têm mais de sete anos de estudo: estão sendo mães cada vez mais tarde - depois dos trinta anos, e tendo menos filhos. A média caiu de mais de seis para um pouco menos de duas crianças por mulher nos últimos 50 anos. Também assistimos a uma mudança nos questionamentos envolvendo a maternidade. Há um grupo de mulheres tentando desmistificá-la, tirar o romantismo, colocar o pé no chão. Falar de uma maternidade real, com dificuldades e conflitos – externos e internos. Debater o espanto de quem ainda se assusta com a decisão de não ser mãe também ganhou um pouco de espaço na pauta – mas ainda uma pauta segmentada. As inglesas da Gateway Women, organização do Reino Unido que apoia mulheres sem filhos, defende a liberdade de escolha e criou uma sigla: NoMo, No Mothers ou não-mães, em português. O que elas querem é algo bem simples: deixar claro que maternidade é escolha, não é o único caminho possível para as mulheres. E é essa discussão que a gente traz para o Elas com Elas, com a presença da psicanalista Vera Iaconelli, diretora do Instituto Gerar, a autora do blog A Mãe Preta, Luciana Bento, e a professora de yoga Vanessa Joda, que escolheu não ter filhos. 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O ritmo é esse aqui: havia três milhões de pessoas com 60 anos ou mais no Brasil em 1960; em 1975, já eram 7 milhões; 14 milhões em 2002 (um aumento de 500% em quarenta anos) e em 2020, a casa dos 30 milhões já terá sido ultrapassada. Cerca de 85% dessa população estão nas cidades, áreas urbanas. Onde está também a maior oferta de serviços e de assistência. O envelhecimento demanda pensar nosso modelo de sociedade, mas sugere também uma revisão das nossas individualidades. Como enxergamos a velhice hoje? Quando passamos dos 50, dos 60, dos 70 anos, passamos a nos ver como todos iguais? Se temos uma certeza é a de que, aqueles que não morrerem antes, envelheceremos todos. Há desafios urgentes a serem pensados como país, mas há também subjetividades a serem captadas como pessoas. Falar sobre saúde, sobre assistência social, sobre previdência, sobre trabalho, sobre cidadania, sobre sustentabilidade, sobre planejamento urbano, sobre mobilidade... tudo isso importa muito! Mas importa também falar sobre como nós olhamos para o nosso próprio processo de envelhecimento, tema da conversa da apresentadora Gabriela Mayer com a jornalista Maria Antônia Demasi, mestre em gerontologia social; a aposentada Dora Cudignola, membro da ONG Eternamente Sou; e a educadora social Regina Lúcia dos Santos, coordenadora estadual do Movimento Unificado Negro de São Paulo e voluntária na Associação Amparar.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=60644</guid><pubDate>Wed, 24 Jul 2019 12:53:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021187/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562751_44100_2_fa2dd02b9854203e.mp3" length="135424943" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje o Elas com Elas começa a se debruçar sobre um tema que sem dúvidas vai demandar mais de um episódio. Mas vamos dar o pontapé inicial com o guarda-chuva aberto e, mais para frente, trazemos à nossa pauta os diferentes recortes de uma questão que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Hoje o Elas com Elas começa a se debruçar sobre um tema que sem dúvidas vai demandar mais de um episódio. Mas vamos dar o pontapé inicial com o guarda-chuva aberto e, mais para frente, trazemos à nossa pauta os diferentes recortes de uma questão que se impõe ao país: o envelhecimento da população. Em 2030, segundo a projeção do IBGE, a pirâmide populacional do país começa a se inverter. O ritmo é esse aqui: havia três milhões de pessoas com 60 anos ou mais no Brasil em 1960; em 1975, já eram 7 milhões; 14 milhões em 2002 (um aumento de 500% em quarenta anos) e em 2020, a casa dos 30 milhões já terá sido ultrapassada. Cerca de 85% dessa população estão nas cidades, áreas urbanas. Onde está também a maior oferta de serviços e de assistência. O envelhecimento demanda pensar nosso modelo de sociedade, mas sugere também uma revisão das nossas individualidades. Como enxergamos a velhice hoje? Quando passamos dos 50, dos 60, dos 70 anos, passamos a nos ver como todos iguais? Se temos uma certeza é a de que, aqueles que não morrerem antes, envelheceremos todos. Há desafios urgentes a serem pensados como país, mas há também subjetividades a serem captadas como pessoas. Falar sobre saúde, sobre assistência social, sobre previdência, sobre trabalho, sobre cidadania, sobre sustentabilidade, sobre planejamento urbano, sobre mobilidade... tudo isso importa muito! Mas importa também falar sobre como nós olhamos para o nosso próprio processo de envelhecimento, tema da conversa da apresentadora Gabriela Mayer com a jornalista Maria Antônia Demasi, mestre em gerontologia social; a aposentada Dora Cudignola, membro da ONG Eternamente Sou; e a educadora social Regina Lúcia dos Santos, coordenadora estadual do Movimento Unificado Negro de São Paulo e voluntária na Associação Amparar.]]></itunes:summary><itunes:duration>4232</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 19 – Viajar Sozinha</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-19-viajar-sozinha--44021071</link><description><![CDATA[O Elas com Elas desta semana vai se aventurar pelo Brasil e pelo mundo! Nosso tema é viajar sozinha e todas as descobertas – além das dificuldades – que vêm junto com ser mulher e colocar rodinhas nos pés para percorrer os cantinhos do planeta. Um estudo feito com mulheres de oito países, entre eles o Brasil, detectou que mais da metade das brasileiras já pegaram estrada sozinhas. E em até seis meses depois de responderem a pesquisa, 56% tinham a intenção de fazê-lo. Entre as que já viajaram nestas condições, a maioria teve a primeira vez entre os 18 e os 25 anos. E por que elas viajam? Porque querem independência e liberdade para organizar o próprio roteiro, além da possibilidade de conhecer gente nova. Aqui no Brasil, as mulheres encaram mais a experiência de viajar sozinhas do que os homens, segundo o Ministério do Turismo. A apresentadora Gabriela Mayer conversou com a escritora Gaía Passarelli, a jornalista Rachel Belo, a produtora de TV Renata Motta e a afroempreendedora Beatriz Santos de Souza sobre a experiência de estar por conta própria fora da zona de conforto. A segurança, a construção de um roteiro, a descoberta de lugares e culturas, os perrengues e o autoconhecimento são alguns dos assuntos que apareceram nesta conversa.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=60013</guid><pubDate>Wed, 17 Jul 2019 12:36:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021071/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562801_44100_2_1168c78f8024cd65.mp3" length="159263663" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Elas com Elas desta semana vai se aventurar pelo Brasil e pelo mundo! Nosso tema é viajar sozinha e todas as descobertas – além das dificuldades – que vêm junto com ser mulher e colocar rodinhas nos pés para percorrer os cantinhos do planeta. Um...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O Elas com Elas desta semana vai se aventurar pelo Brasil e pelo mundo! Nosso tema é viajar sozinha e todas as descobertas – além das dificuldades – que vêm junto com ser mulher e colocar rodinhas nos pés para percorrer os cantinhos do planeta. Um estudo feito com mulheres de oito países, entre eles o Brasil, detectou que mais da metade das brasileiras já pegaram estrada sozinhas. E em até seis meses depois de responderem a pesquisa, 56% tinham a intenção de fazê-lo. Entre as que já viajaram nestas condições, a maioria teve a primeira vez entre os 18 e os 25 anos. E por que elas viajam? Porque querem independência e liberdade para organizar o próprio roteiro, além da possibilidade de conhecer gente nova. Aqui no Brasil, as mulheres encaram mais a experiência de viajar sozinhas do que os homens, segundo o Ministério do Turismo. A apresentadora Gabriela Mayer conversou com a escritora Gaía Passarelli, a jornalista Rachel Belo, a produtora de TV Renata Motta e a afroempreendedora Beatriz Santos de Souza sobre a experiência de estar por conta própria fora da zona de conforto. 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Aliás, demorou até ser reconhecida e permitida como esporte no Brasil. Em 1940, foi inaugurado em São Paulo o Estádio do Pacaembu e foi realizado um jogo feminino. O público indignou-se, foi reclamar até para o presidente Getúlio Vargas, pedindo que aquela performance sem sentido fosse impedida. Em 1941, o futebol feminino, que já não tinha espaço nos clubes e nas ligas oficiais, foi proibido. A rigor, o Conselho Nacional de Desportos decidiu que “as mulheres não deveriam praticar esportes que não fossem adequados a sua natureza”. O futebol foi enquadrado. Mas para não ficar dúvidas, na década de 1960, durante o regime militar, o decreto-lei detalhou ainda mais a restrição. Foi só nos anos de 1970 que a proibição foi revogada, o que não significou uma organização imediata da modalidade. Foram pelo menos mais dez anos para que o futebol para mulheres começasse a ser regulamentado. A primeira Copa do Mundo veio em 1991 e nossa primeira medalha, em 1999, com uma seleção que não teve preparo semelhante a outros grandes times que entraram em campo, mas que deram raça e determinação para voltar para casa premiadas. Para entender como chegamos até aqui e para onde o futebol feminino pode caminhar no Brasil, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a ex-goleira da seleção Thaís Picarte, vice-presidente do Siafmsp; a ex-capitã da seleção brasileira Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol; e a antropóloga Daniela Alfonsi, diretora do Museu do Futebol.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=59377</guid><pubDate>Wed, 10 Jul 2019 11:40:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021087/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562808_44100_2_e3f852f11445b293.mp3" length="183730994" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje o Elas com Elas veste as chuteiras e vai a campo. 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A rigor, o Conselho Nacional de Desportos decidiu que “as mulheres não deveriam praticar esportes que não fossem adequados a sua natureza”. O futebol foi enquadrado. Mas para não ficar dúvidas, na década de 1960, durante o regime militar, o decreto-lei detalhou ainda mais a restrição. Foi só nos anos de 1970 que a proibição foi revogada, o que não significou uma organização imediata da modalidade. Foram pelo menos mais dez anos para que o futebol para mulheres começasse a ser regulamentado. A primeira Copa do Mundo veio em 1991 e nossa primeira medalha, em 1999, com uma seleção que não teve preparo semelhante a outros grandes times que entraram em campo, mas que deram raça e determinação para voltar para casa premiadas. Para entender como chegamos até aqui e para onde o futebol feminino pode caminhar no Brasil, a apresentadora Gabriela Mayer recebe a ex-goleira da seleção Thaís Picarte, vice-presidente do Siafmsp; a ex-capitã da seleção brasileira Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol; e a antropóloga Daniela Alfonsi, diretora do Museu do Futebol.]]></itunes:summary><itunes:duration>5742</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 17 – Diversidade nas Empresas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-17-diversidade-nas-empresas--44021128</link><description><![CDATA[Hoje o Elas com Elas vai para o mercado de trabalho para falar sobre a diversidade nas empresas. Já está nas pesquisas: um ambiente corporativo mais plural traz consequências positivas para as relações dentro das companhias e para os resultados delas. Um estudo da consultoria Ernst & Young olhou para quase duas mil e quinhentas empresas em 54 países e comprovou que aquelas com mais diversidade – principalmente de gênero – lucram mais. Os resultados eram especialmente expressivos nas companhias que tinham mais de 30% dos cargos ocupados por mulheres e mais de 20% nos cargos sênior. Quer mais números? Tem, sim. Outra consultoria, a McKinsey, avaliou mais de mil empresas globais em 12 países e mostrou que as empresas mais diversas tinham até 21% mais chances de apresentar resultados acima da média do mercado. O estudo levou em conta tanto a diversidade de gênero, quanto diferenças étnico-culturais. No Brasil, apesar de avanços aparentes, os números mostram um pequeno encolhimento da presença de mulheres na liderança das empresas – em 2018, o IBGE mostrou que a quantidade de mulheres em cargos gerenciais caiu de quase 40% para 38%, em quatro anos. Mas como falamos sempre aqui no Elas com Elas mulher não é tudo igual e considerar indicadores diferentes para falar de diversidade é essencial para construir uma pluralidade real, com narrativas que reflitam diferentes repertórios. Mas é assim? Se pensarmos nas mulheres que ocupam essas posições gerenciais, quem são elas? As mulheres negras estão nessa estatística? Mulheres com mais de 60 anos têm espaço? Quantas lideranças são mulheres trans? Alguma delas é uma pessoa com deficiência? Há imigrantes e refugiadas liderando grandes companhias? Para falar sobre isso, a apresentadora Gabriela Mayer recebe Adriana Carvalho, gerente dos princípios de empoderamento das mulheres da ONU Mulheres; a advogada Melissa Cassimiro, membro do coletivo Caneca na Mesa; Majo Campos, vice-presidente de recursos humanos, responsabilidade social e corporativa e comunicação interna da Atento Brasil; Isa Meirelles, responsável pela comunicação para diversidade na Resultados Digitais e ativista de comunicação inclusiva; e Elaine Mineiro, coordenadora de núcleo a UneAfro Brasil no Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=58657</guid><pubDate>Wed, 03 Jul 2019 11:17:31 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021128/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562973_44100_2_1cb3f6a59b3c6e6b.mp3" length="171355222" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Hoje o Elas com Elas vai para o mercado de trabalho para falar sobre a diversidade nas empresas. Já está nas pesquisas: um ambiente corporativo mais plural traz consequências positivas para as relações dentro das companhias e para os resultados delas....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Hoje o Elas com Elas vai para o mercado de trabalho para falar sobre a diversidade nas empresas. Já está nas pesquisas: um ambiente corporativo mais plural traz consequências positivas para as relações dentro das companhias e para os resultados delas. Um estudo da consultoria Ernst & Young olhou para quase duas mil e quinhentas empresas em 54 países e comprovou que aquelas com mais diversidade – principalmente de gênero – lucram mais. Os resultados eram especialmente expressivos nas companhias que tinham mais de 30% dos cargos ocupados por mulheres e mais de 20% nos cargos sênior. Quer mais números? Tem, sim. Outra consultoria, a McKinsey, avaliou mais de mil empresas globais em 12 países e mostrou que as empresas mais diversas tinham até 21% mais chances de apresentar resultados acima da média do mercado. O estudo levou em conta tanto a diversidade de gênero, quanto diferenças étnico-culturais. No Brasil, apesar de avanços aparentes, os números mostram um pequeno encolhimento da presença de mulheres na liderança das empresas – em 2018, o IBGE mostrou que a quantidade de mulheres em cargos gerenciais caiu de quase 40% para 38%, em quatro anos. Mas como falamos sempre aqui no Elas com Elas mulher não é tudo igual e considerar indicadores diferentes para falar de diversidade é essencial para construir uma pluralidade real, com narrativas que reflitam diferentes repertórios. Mas é assim? Se pensarmos nas mulheres que ocupam essas posições gerenciais, quem são elas? As mulheres negras estão nessa estatística? Mulheres com mais de 60 anos têm espaço? Quantas lideranças são mulheres trans? Alguma delas é uma pessoa com deficiência? Há imigrantes e refugiadas liderando grandes companhias? Para falar sobre isso, a apresentadora Gabriela Mayer recebe Adriana Carvalho, gerente dos princípios de empoderamento das mulheres da ONU Mulheres; a advogada Melissa Cassimiro, membro do coletivo Caneca na Mesa; Majo Campos, vice-presidente de recursos humanos, responsabilidade social e corporativa e comunicação interna da Atento Brasil; Isa Meirelles, responsável pela comunicação para diversidade na Resultados Digitais e ativista de comunicação inclusiva; e Elaine Mineiro, coordenadora de núcleo a UneAfro Brasil no Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo.]]></itunes:summary><itunes:duration>5355</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 16 – Estupro e Consentimento</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-16-estupro-e-consentimento--44021054</link><description><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre estupro e consentimento. O Brasil registrou 61.032 estupros em 2017, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - um crescimento de 10,1% em relação a 2016. O estupro é crime hediondo no país. O Código Penal, no artigo 213, o define como “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”. A redação do artigo sofreu alterações em 2009. A pena, se não houver agravantes, é de seis a dez anos de prisão. A lei não menciona a palavra consentimento, mas ela é uma das chaves para entender a violência sexual, que também está definida na Lei Maria da Penha. Além das questões legais, também estão no debate do Elas com Elas o significado de consentimento, o momento em que a gente aprende a consentir, quais subjetividades estão envolvidas na questão da concordância e quais as consequências da violência sexual na vida de uma vítima. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com a advogada Marina Ruzzi e com a psicóloga Joana Vartanian.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=57978</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2019 11:15:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021054/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562951_44100_2_0177a5699b832fdc.mp3" length="114404940" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre estupro e consentimento. O Brasil registrou 61.032 estupros em 2017, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - um crescimento de 10,1% em relação a 2016. O estupro é crime hediondo no país. O...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre estupro e consentimento. O Brasil registrou 61.032 estupros em 2017, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - um crescimento de 10,1% em relação a 2016. O estupro é crime hediondo no país. O Código Penal, no artigo 213, o define como “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”. A redação do artigo sofreu alterações em 2009. A pena, se não houver agravantes, é de seis a dez anos de prisão. A lei não menciona a palavra consentimento, mas ela é uma das chaves para entender a violência sexual, que também está definida na Lei Maria da Penha. Além das questões legais, também estão no debate do Elas com Elas o significado de consentimento, o momento em que a gente aprende a consentir, quais subjetividades estão envolvidas na questão da concordância e quais as consequências da violência sexual na vida de uma vítima. 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Quando a masculinidade se torna tóxica e, nestes casos, como ela se manifesta e que consequências ela traz. A apresentadora Gabriela Mayer conversa com fundador do Papo de Homem, Guilherme Valadares, integrante do comitê Eles por Elas, da ONU Mulheres; Ismael do Anjos, jornalista e fotógrafo, integrante do podcast Balaio de Pais e do grupo Paternando; e a co-fundadora das organizações Think Olga e Think Eva, Maíra Liguori]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=57388</guid><pubDate>Wed, 19 Jun 2019 13:11:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021034/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562750_44100_2_9d244df098702f43.mp3" length="148967656" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o Elas com Elas tem uma configuração inédita e recebe homens para o debate. 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O Atlas da Violência 2019, feito pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, trouxe números relevantes e alarmantes sobre a violência no Brasil, país que registrou 65.602 homicídios em 2017. Um dos recortes do levantamento é o da violência contra a mulher. Em 2017, 4.936 mulheres foram assassinadas – 13 vítimas por dia. A questão racial também importa: em uma década, a morte de mulheres negras cresceu quase 30% e a morte de mulheres não-negras, 2%. Para falar sobre os assassinatos de mulheres e sobre a importância de dados e estatísticas de qualidade, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a socióloga Wânia Pasinato e com a pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública Cristina Neme. Como política públicas de segurança devem olhar para o problema e prevenir mortes evitáveis, por que dentro de casa continua sendo um dos lugares mais perigosos para as mulheres e quais são as especificidades dos crimes cometidos contra elas são algumas das questões sobre as quais falamos.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=56704</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2019 11:26:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021129/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562715_44100_2_b3f68ca24b1b56e4.mp3" length="127009753" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, nosso tema é assunto urgente: o assassinato de mulheres. 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Para falar sobre os assassinatos de mulheres e sobre a importância de dados e estatísticas de qualidade, a apresentadora Gabriela Mayer conversa com a socióloga Wânia Pasinato e com a pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública Cristina Neme. Como política públicas de segurança devem olhar para o problema e prevenir mortes evitáveis, por que dentro de casa continua sendo um dos lugares mais perigosos para as mulheres e quais são as especificidades dos crimes cometidos contra elas são algumas das questões sobre as quais falamos.]]></itunes:summary><itunes:duration>3970</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 13 – Mulheres na Arte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-13-mulheres-na-arte--44021134</link><description><![CDATA[A maioria dos artistas são homens? Ou a vida e a obra das mulheres foi silenciada por quem escreveu a história da arte? As modernistas Anita Malfatti e Tarsila do Amaral ganharam o status de precursoras, mas, apesar de terem sido muito relevantes, não foram as primeiras. Sem acesso ao ensino superior, uma vez que a academia só passou a ser aberta às mulheres nos anos 1890, as artistas, até então, eram vistas como amadoras. Nos últimos anos, museus do mundo todo têm tentado trazer as mulheres à vista, mas ainda há muito a avançar. Em 2009, o centro Georges Pompidou, em Paris, se propôs a expor, durante todo o ano, as mulheres artistas que já tinha na coleção. Para falar de um tempo e de um espaço mais próximos, o Brasil assistiu a um sucesso de público em 2018, com a exposição Mulheres Radicais, na Pinacoteca do Estado, um dos principais museus brasileiros. O MASP, outro expoente, dedica o ano de 2019 às mulheres, agora com as exposições Djanira: a memória de seu povo; Tarsila Popular, Lina Bo Bardi: Habitat. Para falar sobre a presença das mulheres na arte, a apresentadora Gabriela Mayer receber a jornalista e pesquisadora Karina Sérgio Gomes, a artista visual Lia Chaia, e a curadora-chefe da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Valéria Piccoli.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=55902</guid><pubDate>Tue, 04 Jun 2019 22:42:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021134/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562646_44100_2_3906ea3823ee9f09.mp3" length="111353002" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>A maioria dos artistas são homens? Ou a vida e a obra das mulheres foi silenciada por quem escreveu a história da arte? 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Para falar de um tempo e de um espaço mais próximos, o Brasil assistiu a um sucesso de público em 2018, com a exposição Mulheres Radicais, na Pinacoteca do Estado, um dos principais museus brasileiros. O MASP, outro expoente, dedica o ano de 2019 às mulheres, agora com as exposições Djanira: a memória de seu povo; Tarsila Popular, Lina Bo Bardi: Habitat. Para falar sobre a presença das mulheres na arte, a apresentadora Gabriela Mayer receber a jornalista e pesquisadora Karina Sérgio Gomes, a artista visual Lia Chaia, e a curadora-chefe da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Valéria Piccoli.]]></itunes:summary><itunes:duration>3480</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 12 – Gaslighting e Violência Psicológica</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-12-gaslighting-e-violencia-psicologica--44021027</link><description><![CDATA[No Brasil, a violência psicológica está prevista e descrita na lei Maria da Penha, e é entendida como qualquer conduta que cause dano emocional e diminua a autoestima. Constrangimentos, humilhações, ofensas, isolamento, vigilância constante e manipulação estão entre alguns dos comportamentos expressamente citados na lei. O gaslighting é um tipo de violência psicológica, em que o agressor usa a manipulação para deslegitimar e desacreditar a vítima. No episódio desta semana do Elas com Elas, a apresentadora Gabriela Mayer conversa sobre o tema com a psicóloga Laís Nicolodi, a pesquisadora na área de literatura e cinema Patrícia de Almeida Kruger, e as autoras do livro A Louca Não Sou Eu, Beatriz Manfredini e Giulianna Muneratto. Como reconhecer agressões sutis e invisíveis? Um debate sobre como a violência pode estar nas palavras ou no silêncio e sobre as consequências da violência psicológica na saúde física, mental e emocional das vítimas.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=55331</guid><pubDate>Wed, 29 May 2019 13:39:46 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021027/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562610_44100_2_c98cc3bc3f174d24.mp3" length="67097394" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>No Brasil, a violência psicológica está prevista e descrita na lei Maria da Penha, e é entendida como qualquer conduta que cause dano emocional e diminua a autoestima. Constrangimentos, humilhações, ofensas, isolamento, vigilância constante e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No Brasil, a violência psicológica está prevista e descrita na lei Maria da Penha, e é entendida como qualquer conduta que cause dano emocional e diminua a autoestima. Constrangimentos, humilhações, ofensas, isolamento, vigilância constante e manipulação estão entre alguns dos comportamentos expressamente citados na lei. O gaslighting é um tipo de violência psicológica, em que o agressor usa a manipulação para deslegitimar e desacreditar a vítima. No episódio desta semana do Elas com Elas, a apresentadora Gabriela Mayer conversa sobre o tema com a psicóloga Laís Nicolodi, a pesquisadora na área de literatura e cinema Patrícia de Almeida Kruger, e as autoras do livro A Louca Não Sou Eu, Beatriz Manfredini e Giulianna Muneratto. Como reconhecer agressões sutis e invisíveis? Um debate sobre como a violência pode estar nas palavras ou no silêncio e sobre as consequências da violência psicológica na saúde física, mental e emocional das vítimas.]]></itunes:summary><itunes:duration>4194</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 11 – Poesia e Slam</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-11-poesia-e-slam--44021049</link><description><![CDATA[O poder das palavras na forma de versos está no centro do debate deste episódio do Elas com Elas, que fala sobre poesia e slam, as competições de poesia falada. Criadas nos Estados Unidos na década de 1980, elas ganharam espaço no Brasil nos últimos anos e são realizadas, na maioria das vezes, na periferia das cidades do país. A apresentadora Gabriela Mayer recebe as poetas e slammers Mel Duarte, Luz Ribeiro e Ryane Leão para discutir que força tem essa literatura periférica e como os textos têm poder de transformação pessoal e social.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=54642</guid><pubDate>Wed, 22 May 2019 11:13:56 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021049/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562789_44100_2_c2b15487da873d39.mp3" length="136353648" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O poder das palavras na forma de versos está no centro do debate deste episódio do Elas com Elas, que fala sobre poesia e slam, as competições de poesia falada. 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A apresentadora Gabriela Mayer recebe as poetas e slammers Mel Duarte, Luz Ribeiro e Ryane Leão para discutir que força tem essa literatura periférica e como os textos têm poder de transformação pessoal e social.]]></itunes:summary><itunes:duration>4262</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 10 – Empreendedorismo feminino pelo mundo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-10-empreendedorismo-feminino-pelo-mundo--44021063</link><description><![CDATA[O Elas com Elas de hoje te convida para uma volta ao mundo. Taciana Mello e Fernanda Moura colocaram o pé na estrada e, com o projeto The Girls On The Road, percorreram 24 países mapeando iniciativas de empreendedorismo feminino – a pesquisa virou o livro Do Jeito Delas. Na conversa com a apresentadora Gabriela Mayer, elas contaram o que há em comum entre mulheres que criaram o próprio negócio aqui no Brasil e em Ruanda, no México e na Alemanha, no Chile e no Japão. Os desafios de quem coloca a mão na massa, os preconceitos de gênero enfrentados em cada país e os motivos de aposta no empreendedorismo. Muitas dificuldades e muitos sucessos se repetem, mas cada país é cheio de histórias bastante particulares, que contam muito também sobre a economia, a política, a sociedade e a cultura daquela nação.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=54059</guid><pubDate>Wed, 15 May 2019 11:56:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021063/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562826_44100_2_fd02c8f7fc7e3ccb.mp3" length="159685802" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Elas com Elas de hoje te convida para uma volta ao mundo. Taciana Mello e Fernanda Moura colocaram o pé na estrada e, com o projeto The Girls On The Road, percorreram 24 países mapeando iniciativas de empreendedorismo feminino – a pesquisa virou o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O Elas com Elas de hoje te convida para uma volta ao mundo. Taciana Mello e Fernanda Moura colocaram o pé na estrada e, com o projeto The Girls On The Road, percorreram 24 países mapeando iniciativas de empreendedorismo feminino – a pesquisa virou o livro Do Jeito Delas. Na conversa com a apresentadora Gabriela Mayer, elas contaram o que há em comum entre mulheres que criaram o próprio negócio aqui no Brasil e em Ruanda, no México e na Alemanha, no Chile e no Japão. Os desafios de quem coloca a mão na massa, os preconceitos de gênero enfrentados em cada país e os motivos de aposta no empreendedorismo. Muitas dificuldades e muitos sucessos se repetem, mas cada país é cheio de histórias bastante particulares, que contam muito também sobre a economia, a política, a sociedade e a cultura daquela nação.]]></itunes:summary><itunes:duration>4991</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 9 – Maternidade Solo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-9-maternidade-solo--44021068</link><description><![CDATA[Entre 2005 e 2015, o número de famílias compostas por mães solo subiu de 10,5 milhões para 11,6 milhões, segundo dados do IBGE divulgados em 2017, e os índices de lares chefiados por mulheres crescem anualmente no Brasil. A maternidade solo é o tema deste nono episódio do Elas com Elas. As expectativas e as cobranças sociais, as culpas e os desejos das mulheres, os desafios de cuidar sozinha de uma criança. Os pais costumam ser humanizados, compreendidos e até glorificados quando fazem o próprio papel. Já as mães ficam com o peso dos olhares, dos questionamentos, das comparações. Ser mãe solo tem dor, mas também tem delícia, nos contam a designer e ilustradora Thaiz Leão, criadora do projeto Mãe Solo; a publicitária Carol Rocha, a Tchulim, influenciadora e podcaster (Imagina Juntas); e a atriz e escritora Letícia Bassit, autora do livro Eu Também não Gozei, que conversam com a apresentadora Gabriela Mayer.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=53386</guid><pubDate>Tue, 07 May 2019 22:42:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021068/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562746_44100_2_28d628d121128546.mp3" length="148123379" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Entre 2005 e 2015, o número de famílias compostas por mães solo subiu de 10,5 milhões para 11,6 milhões, segundo dados do IBGE divulgados em 2017, e os índices de lares chefiados por mulheres crescem anualmente no Brasil. A maternidade solo é o tema...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Entre 2005 e 2015, o número de famílias compostas por mães solo subiu de 10,5 milhões para 11,6 milhões, segundo dados do IBGE divulgados em 2017, e os índices de lares chefiados por mulheres crescem anualmente no Brasil. A maternidade solo é o tema deste nono episódio do Elas com Elas. As expectativas e as cobranças sociais, as culpas e os desejos das mulheres, os desafios de cuidar sozinha de uma criança. Os pais costumam ser humanizados, compreendidos e até glorificados quando fazem o próprio papel. Já as mães ficam com o peso dos olhares, dos questionamentos, das comparações. Ser mãe solo tem dor, mas também tem delícia, nos contam a designer e ilustradora Thaiz Leão, criadora do projeto Mãe Solo; a publicitária Carol Rocha, a Tchulim, influenciadora e podcaster (Imagina Juntas); e a atriz e escritora Letícia Bassit, autora do livro Eu Também não Gozei, que conversam com a apresentadora Gabriela Mayer.]]></itunes:summary><itunes:duration>4629</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #8 Assédio e violência.</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-8-assedio-e-violencia--44021096</link><description><![CDATA[O tema desta semana seria apenas o assédio, mas descobrimos nesta gravação que não dá para dissociar esse assunto dos outros tipos de violência de gênero. Segundo o Instituto Datafolha, 42% das brasileiras com 16 anos ou mais dizem já ter sofrido assédio sexual. As agressões e as tentativas de subjugar as mulheres são consequências de uma cultura que ainda hierarquiza os gêneros e atribui padrões e expectativas a eles. Juliana de Faria, diretora-executiva da ONG Think Olga, Amanda Rodrigues, estudante de sociologia e política, e Valéria Scarance, promotora de justiça e coordenadora do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, participam desta conversa com a apresentadora Gabriela Mayer.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=52708</guid><pubDate>Wed, 01 May 2019 13:53:28 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021096/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562712_44100_2_c6ddf80e85f724fa.mp3" length="126502350" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O tema desta semana seria apenas o assédio, mas descobrimos nesta gravação que não dá para dissociar esse assunto dos outros tipos de violência de gênero. Segundo o Instituto Datafolha, 42% das brasileiras com 16 anos ou mais dizem já ter sofrido...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O tema desta semana seria apenas o assédio, mas descobrimos nesta gravação que não dá para dissociar esse assunto dos outros tipos de violência de gênero. Segundo o Instituto Datafolha, 42% das brasileiras com 16 anos ou mais dizem já ter sofrido assédio sexual. As agressões e as tentativas de subjugar as mulheres são consequências de uma cultura que ainda hierarquiza os gêneros e atribui padrões e expectativas a eles. Juliana de Faria, diretora-executiva da ONG Think Olga, Amanda Rodrigues, estudante de sociologia e política, e Valéria Scarance, promotora de justiça e coordenadora do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, participam desta conversa com a apresentadora Gabriela Mayer.]]></itunes:summary><itunes:duration>3954</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas # 7 Como conversar com quem pensa diferente?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-7-como-conversar-com-quem-pensa-diferente--44021158</link><description><![CDATA[O episódio desta semana do Elas com Elas traz o diálogo ao debate. Os desafios de conversar com quem pensa diferente, o autoconhecimento como via de acesso ao outro, a identificação dos nossos gatilhos de intolerância são alguns dos pontos da conversa da apresentadora Gabriela Mayer com Cris Bartis, host do podcast Mamilos; Mafoane Odara, coordenadora de projetos do Instituto Avon; e Gleice Marote, facilitadora e pesquisadora em comunicação não-violenta. Existem caminhos para chegar a uma conversa de peito aberto? Como construir pontes em vez de muros com o outro? E o que isso tem a ver com respeito, acolhimento e empatia?]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=51842</guid><pubDate>Tue, 23 Apr 2019 16:51:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021158/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562551_44100_2_6303d118ac156ca0.mp3" length="158084182" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio desta semana do Elas com Elas traz o diálogo ao debate. Os desafios de conversar com quem pensa diferente, o autoconhecimento como via de acesso ao outro, a identificação dos nossos gatilhos de intolerância são alguns dos pontos da conversa...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio desta semana do Elas com Elas traz o diálogo ao debate. Os desafios de conversar com quem pensa diferente, o autoconhecimento como via de acesso ao outro, a identificação dos nossos gatilhos de intolerância são alguns dos pontos da conversa da apresentadora Gabriela Mayer com Cris Bartis, host do podcast Mamilos; Mafoane Odara, coordenadora de projetos do Instituto Avon; e Gleice Marote, facilitadora e pesquisadora em comunicação não-violenta. Existem caminhos para chegar a uma conversa de peito aberto? Como construir pontes em vez de muros com o outro? E o que isso tem a ver com respeito, acolhimento e empatia?]]></itunes:summary><itunes:duration>4941</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #6 A relação com o nosso corpo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-6-a-relacao-com-o-nosso-corpo--44021052</link><description><![CDATA[O sexto episódio do Elas com Elas fala sobre a nossa relação com o próprio corpo. A apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista Mirian Bottan, a influenciadora e estudante de moda Maria Luiza Floriano, a empreendedora Isabela Saldanha e a jornalista Heloísa Rocha, criadora do projeto Moda em Rodas, para discutir se é possível deixar de lado a pressão midiática e social por estar dentro de um padrão estético e construir um relacionamento de amor e acolhimento com as nossas formas. Quais caminhos podem nos levar à aceitação e como podemos aprender a tratar nosso corpo com respeito?]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=51114</guid><pubDate>Tue, 16 Apr 2019 16:29:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021052/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562827_44100_2_389b596d4b1e99e8.mp3" length="155579771" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O sexto episódio do Elas com Elas fala sobre a nossa relação com o próprio corpo. A apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista Mirian Bottan, a influenciadora e estudante de moda Maria Luiza Floriano, a empreendedora Isabela Saldanha e a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O sexto episódio do Elas com Elas fala sobre a nossa relação com o próprio corpo. A apresentadora Gabriela Mayer recebe a jornalista Mirian Bottan, a influenciadora e estudante de moda Maria Luiza Floriano, a empreendedora Isabela Saldanha e a jornalista Heloísa Rocha, criadora do projeto Moda em Rodas, para discutir se é possível deixar de lado a pressão midiática e social por estar dentro de um padrão estético e construir um relacionamento de amor e acolhimento com as nossas formas. Quais caminhos podem nos levar à aceitação e como podemos aprender a tratar nosso corpo com respeito?]]></itunes:summary><itunes:duration>4862</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #5 O que a roupa comunica?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-5-o-que-a-roupa-comunica--44021084</link><description><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre moda e sobre o que a roupa que vestimos tem a dizer. A pesquisadora Melody Erlea, do projeto Repete Roupa, a consultora de moda sustentável Giovanna Nader e a empreendedora Michelle Fernandes, criadora da Boutique de Krioula, debatem com a apresentadora Gabriela Mayer como o vestuário reflete características políticas, sociais e culturais de um tempo e de um espaço. Um papo que passa pela história de algumas peças, pelas construções de gênero a partir da roupa e pelas tendências e pela dinâmica do mercado da moda.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=50376</guid><pubDate>Tue, 09 Apr 2019 16:50:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021084/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562783_44100_2_d6dd2632259d0672.mp3" length="118455800" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre moda e sobre o que a roupa que vestimos tem a dizer. A pesquisadora Melody Erlea, do projeto Repete Roupa, a consultora de moda sustentável Giovanna Nader e a empreendedora Michelle Fernandes, criadora da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas fala sobre moda e sobre o que a roupa que vestimos tem a dizer. A pesquisadora Melody Erlea, do projeto Repete Roupa, a consultora de moda sustentável Giovanna Nader e a empreendedora Michelle Fernandes, criadora da Boutique de Krioula, debatem com a apresentadora Gabriela Mayer como o vestuário reflete características políticas, sociais e culturais de um tempo e de um espaço. Um papo que passa pela história de algumas peças, pelas construções de gênero a partir da roupa e pelas tendências e pela dinâmica do mercado da moda.]]></itunes:summary><itunes:duration>3702</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #4 Sororidade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-4-sororidade--44021127</link><description><![CDATA[O Elas com Elas discute uma palavra que ainda não está em todos os dicionários: sororidade - a união, aliança e irmandade entre as mulheres. A poeta Maria Giúlia Pinheiro, a jornalista Bruna Pannunzio e a empreendedora Adriana Barbosa, criadora da Feira Preta, ajudam a debater sobre a possibilidade de construir um vínculo de apoio e encorajamento entre as mulheres, ainda que elas sejam muito diferentes política, econômica e socialmente. Empatia e companheirismo podem ser aprendidos?]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=49542</guid><pubDate>Tue, 02 Apr 2019 18:02:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021127/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562777_44100_2_0672df9d741d3a85.mp3" length="113355026" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>O Elas com Elas discute uma palavra que ainda não está em todos os dicionários: sororidade - a união, aliança e irmandade entre as mulheres. 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Empatia e companheirismo podem ser aprendidos?]]></itunes:summary><itunes:duration>3543</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #3 Plano de Menina</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-3-plano-de-menina--44021060</link><description><![CDATA[Uma conversa com a empreendedora Viviane Duarte, criadora do Plano de Menina, e com a Júlia Teodoro, hoje jovem aprendiz que foi participante do Plano. No terceiro episódio do Elas com Elas, a conversa é sobre ser menina no Brasil e sobre como o Plano de Menina atua para formar, ensinar, fortalecer e conectar jovens brasileiras da periferia. Mulheres voluntárias, referências em várias áreas, são mentoras de workshops sobre temas diversos, ajudando a desconstruir estereótipos, interromper ciclos de violência, oferecer possibilidades e perspectivas e a criar um plano de futuro.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=48663</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2019 13:02:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021060/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562737_44100_2_727567a036f6c9ff.mp3" length="112896943" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Uma conversa com a empreendedora Viviane Duarte, criadora do Plano de Menina, e com a Júlia Teodoro, hoje jovem aprendiz que foi participante do Plano. 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Mulheres voluntárias, referências em várias áreas, são mentoras de workshops sobre temas diversos, ajudando a desconstruir estereótipos, interromper ciclos de violência, oferecer possibilidades e perspectivas e a criar um plano de futuro.]]></itunes:summary><itunes:duration>3528</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com Elas #2 As mulheres e as cidades</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-2-as-mulheres-e-as-cidades--44021070</link><description><![CDATA[Nesta semana, o Elas com Elas discute a relação das mulheres com as cidades. Como o desenho urbano e a disposição de serviços pode fazer com que a cidade seja mais acolhedora e inclusiva para as brasileiras. A jornalista Gabriela Mayer recebe a arquiteta Marina Harkot, pesquisadora do LabCidade e doutoranda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e Clarisse Linke, diretora do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP, na sigla em inglês).]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=47231</guid><pubDate>Tue, 12 Mar 2019 20:57:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021070/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562613_44100_2_116bc67ab8e5bf40.mp3" length="121851301" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, o Elas com Elas discute a relação das mulheres com as cidades. Como o desenho urbano e a disposição de serviços pode fazer com que a cidade seja mais acolhedora e inclusiva para as brasileiras. 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A jornalista Gabriela Mayer recebe a arquiteta Marina Harkot, pesquisadora do LabCidade e doutoranda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e Clarisse Linke, diretora do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP, na sigla em inglês).]]></itunes:summary><itunes:duration>3808</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elas com elas – #1 O que é ser mulher?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elas-com-elas-1-o-que-e-ser-mulher--44021145</link><description><![CDATA[#1 O que é ser mulher?,<br /><br />Esta é a estreia do Elas com Elas, podcast da BandNews FM feito por mulheres, com mulheres e para mulheres – e aberto, claro, para todo mundo que está interessado em discutir temas relevantes para a nossa sociedade. A jornalista Gabriela Mayer recebe cinco convidadas que debatem sobre, afinal, o que é ser mulher. São muitas as respostas possíveis e indicadores como cor da pele, tipo de corpo, orientação sexual, faixa de renda e CEP definem as urgências de cada uma.]]></description><guid isPermaLink="false">http://www.bandnewsfm.com.br/?post_type=podcast&amp;p=46740</guid><pubDate>Thu, 07 Mar 2019 17:15:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://dts.podtrac.com/redirect.mp3/api.spreaker.com/download/episode/44021145/https_d3ctxlq1ktw2nl_cloudfront_net_staging_2020_3_14_64562759_44100_2_3e233dc1169846df.mp3" length="187212594" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Grupo Bandeirantes</itunes:author><itunes:subtitle>#1 O que é ser mulher?,

Esta é a estreia do Elas com Elas, podcast da BandNews FM feito por mulheres, com mulheres e para mulheres – e aberto, claro, para todo mundo que está interessado em discutir temas relevantes para a nossa sociedade. A...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[#1 O que é ser mulher?,<br /><br />Esta é a estreia do Elas com Elas, podcast da BandNews FM feito por mulheres, com mulheres e para mulheres – e aberto, claro, para todo mundo que está interessado em discutir temas relevantes para a nossa sociedade. A jornalista Gabriela Mayer recebe cinco convidadas que debatem sobre, afinal, o que é ser mulher. São muitas as respostas possíveis e indicadores como cor da pele, tipo de corpo, orientação sexual, faixa de renda e CEP definem as urgências de cada uma.]]></itunes:summary><itunes:duration>5851</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8ec731d6f7702be90f4be84541f8566b.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
