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<rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>Larvas Incendiadas</title><link>https://larvasincendiadas.com/</link><description><![CDATA[Um podcast quinzenal de divulgação científica de estudos de gênero e sexualidade]]></description><atom:link href="https://www.spreaker.com/show/3083164/episodes/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><language>pt</language><category>Social Sciences</category><copyright>Copyright Larvas Incendiadas</copyright><image><url>https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b3e11ed70117e37e19bde714b79e6488.jpg</url><title>Larvas Incendiadas</title><link>https://larvasincendiadas.com/</link></image><lastBuildDate>Tue, 07 Jan 2025 20:41:15 +0000</lastBuildDate><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:owner><itunes:name>Larvas Incendiadas</itunes:name><itunes:email>larvasincendiadas@yandex.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b3e11ed70117e37e19bde714b79e6488.jpg"/><itunes:subtitle>Um podcast quinzenal de divulgação científica de estudos de gênero e sexualidade</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Um podcast quinzenal de divulgação científica de estudos de gênero e sexualidade]]></itunes:summary><itunes:category text="Science"><itunes:category text="Social Sciences"/></itunes:category><itunes:explicit>true</itunes:explicit><podcast:guid>4760c688-3270-5e3e-a287-8859ebd13b37</podcast:guid><itunes:type>episodic</itunes:type><item><title>Francisco Miguel – Língua, gênero e homosexualidade em Moçambique</title><link>https://www.spreaker.com/episode/francisco-miguel-lingua-genero-e-homosexualidade-em-mocambique--63605009</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Francisco Miguel, que é doutor em antropologia pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu artigo <a href="https://www.scielo.br/j/mana/a/mG8Jck9Wk7SNTvkt4xtH4Yd/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maríyarapáxjis: língua, gênero e homossexualidade em Moçambique</a>, publicado em 2021 pela revista Mana. Por meio de uma etnografia desenvolvida na província de Maputo, em Moçambique, Francisco observou os usos da linguagem, em Português e Changana, para se referir ao campo semântico da homossexualidade. O pesquisador retraçou um processo de institucionalização da homossexualidade no sul daquele país, demonstrando que apesar das categorias específicas para se referir a subjetividades centradas na sexualidade sejam relativamente recentes e parte de um processo de mudança social, essas comunidades frequentemente acionam ou desenvolvem outras categorias, mais descritivas de gênero, para dar conta desse campo semântico. Dessa forma, Francisco intervem no frutífero debate sobre os usos das categorias analíticas de gênero e sexualidade em África, questionando as teses de que gênero não seria um conceito útil para a análise das sociedades africanas ou de que a homossexualidade seria uma prática colonial imposta àquela região.]]></description><guid isPermaLink="false">7bddcba4-d0a2-4fa3-81b2-27d29ea014b8</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 19:32:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63605009/a4a7c811_5aad_365d_41d4_8327da82c447.mp3" length="34082893" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Francisco Miguel, que é doutor em antropologia pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu artigo https://www.scielo.br/j/mana/a/mG8Jck9Wk7SNTvkt4xtH4Yd/, publicado em 2021 pela revista Mana. 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O pesquisador retraçou um processo de institucionalização da homossexualidade no sul daquele país, demonstrando que apesar das categorias específicas para se referir a subjetividades centradas na sexualidade sejam relativamente recentes e parte de um processo de mudança social, essas comunidades frequentemente acionam ou desenvolvem outras categorias, mais descritivas de gênero, para dar conta desse campo semântico. 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Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado <a href="https://repositorio.unb.br/handle/10482/38470" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As disputas em torno das famílias na Câmara dos Deputados entre 2007 e 2018: Familismo, conservadorismo e neoliberalismo</a>. Por meio da análise dos discursos proferidos na Câmara dos Deputados durante o processo de tramitação do Projeto da Lei da Palmada (PL 7672/2010), do Estatuto(s) da(s) Família(s) (PL 674/2007 e PL 6583/2013), do Escola Sem Partido (PL 7.180/2014) e sobre a ideologia de gênero, Rayani analisou a maneira como a família foi mobilizada nesses debates, demonstrando como conservadorismo e neoliberalismo tem se articulado. Seu trabalho contribui para os estudos sobre gênero, sexualidade e política, oferecendo um excelente mapa dos debates no legislativo brasileiro e algumas possibilidades interpretativas.]]></description><guid isPermaLink="false">55cc0dbf-29d7-41c1-8058-02a5da9dd61c</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 19:29:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63605010/f8421b00_a716_3d40_3c7b_219a2cb5fa1a.mp3" length="37441536" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a Rayani Mariano dos Santos, que é doutora em Ciência Política e professora da Universidade Federal de Goias. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado https://repositorio.unb.br/handle/10482/38470. Por meio da...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Rayani Mariano dos Santos, que é doutora em Ciência Política e professora da Universidade Federal de Goias. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado <a href="https://repositorio.unb.br/handle/10482/38470" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As disputas em torno das famílias na Câmara dos Deputados entre 2007 e 2018: Familismo, conservadorismo e neoliberalismo</a>. Por meio da análise dos discursos proferidos na Câmara dos Deputados durante o processo de tramitação do Projeto da Lei da Palmada (PL 7672/2010), do Estatuto(s) da(s) Família(s) (PL 674/2007 e PL 6583/2013), do Escola Sem Partido (PL 7.180/2014) e sobre a ideologia de gênero, Rayani analisou a maneira como a família foi mobilizada nesses debates, demonstrando como conservadorismo e neoliberalismo tem se articulado. 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Essas e outras questões são respondidas em nosso mais novo episódio da linha de breves introduções incendiadas.   Para aprofundar o estudo: <br /> BANDEIRA, Lourdes. <a href="https://periodicos.unb.br/index.php/revistadoceam/article/view/10075" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fortalecimento da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres: avançar na transversalidade da perspectiva de Gênero nas Políticas Públicas</a>. Brasília: SPM; CEPAL, 2005. <br /> CAGLAR, Gülay. <a href="https://doi.org/10.1017/S1743923X13000214" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender Mainstreaming</a>. Politics &amp; Gender, v. 9, n. 3, p. 336–344, set. 2013. <br /> HANKIVSKY, Olena. <a href="https://doi.org/10.1017/S0008423905040783" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender vs. Diversity Mainstreaming: A Preliminary Examination of the Role and Transformative Potential of Feminist Theory</a>. Canadian Journal of Political Science/Revue canadienne de science politique, v. 38, n. 4, p. 977–1001, dez. 2005. <br /> LOMBARDO, Emanuela; MEIER, Petra. <a href="https://doi.org/10.1177%2F1350506806062753" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender Mainstreaming in the EU: Incorporating a Feminist Reading?</a> European Journal of Women’s Studies, v. 13, n. 2, p. 151–166, 1 maio 2006. <br /> LOMBARDO, Emanuela; MEIER, Petra; VERLOO, Mieke (Org.). The discursive politics of gender equality: stretching, bending and policymaking. London; New York: Routledge, 2012. <br /> MATOS, Marlise; PARADIS, Clarisse. <a href="https://doi.org/10.17141/iconos.45.2013.3111" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Los feminismos latinoamericanos y su compleja relación con el Estado: Debates actuales</a>. Iconos. Revista de ciencias sociales, n. 45, p. 91–107, 2013. <br /> MOSER, Caroline; MOSER, Annalise. <a href="https://www.jstor.org/stable/20053145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender mainstreaming since Beijing: A review of success and limitations in international institutions</a>. Gender &amp; Development, v. 13, n. 2, p. 11–22, 1 jul. 2005. <br /> OECD. <a href="https://www.oecd.org/gov/toolkit-for-mainstreaming-and-implementing-gender-equality.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OECD Toolkit for Mainstreaming and Implementing Gender Equality: implementing the 2015 OECD Recommendation on Gender Equality in Public Life</a>. Paris: OECD Publishing, 2018 <br /> WALBY, Sylvia. <a href="https://www.bristol.ac.uk/poverty/ESRCJSPS/downloads/research/uk/6%20UK-Poverty,%20Inequality%20and%20Social%20Exclusion%20(Gender)/Articles%20(UK%20Gender)/Walby-%20Gender%20Mainstreaming%20Productive%20Tensions%20in%20Theory%20and%20Practice.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender Mainstreaming: Productive Tensions in Theory and Practice</a>. Social Politics: International Studies in Gender, State &amp; Society, v. 12, n. 3, p. 321–343, 1 out. 2005.]]></description><guid isPermaLink="false">86aeeacd-a542-4639-a818-d1df79b71598</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 19:28:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63605011/c2b5b658_320e_7be6_6d6d_c4bd459ba086.mp3" length="20163071" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Quem pesquisa sobre políticas públicas com as lentes feministas ou acompanha o ativismo feminista transnacional com certeza já ouviu falar em transversalização de gênero, mas final o que é isso? Qual a origem dessa estratégia? E como implementá-la?...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Quem pesquisa sobre políticas públicas com as lentes feministas ou acompanha o ativismo feminista transnacional com certeza já ouviu falar em transversalização de gênero, mas final o que é isso? Qual a origem dessa estratégia? E como implementá-la? Essas e outras questões são respondidas em nosso mais novo episódio da linha de breves introduções incendiadas.   Para aprofundar o estudo: <br /> BANDEIRA, Lourdes. <a href="https://periodicos.unb.br/index.php/revistadoceam/article/view/10075" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fortalecimento da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres: avançar na transversalidade da perspectiva de Gênero nas Políticas Públicas</a>. Brasília: SPM; CEPAL, 2005. <br /> CAGLAR, Gülay. <a href="https://doi.org/10.1017/S1743923X13000214" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender Mainstreaming</a>. Politics &amp; Gender, v. 9, n. 3, p. 336–344, set. 2013. <br /> HANKIVSKY, Olena. <a href="https://doi.org/10.1017/S0008423905040783" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender vs. Diversity Mainstreaming: A Preliminary Examination of the Role and Transformative Potential of Feminist Theory</a>. Canadian Journal of Political Science/Revue canadienne de science politique, v. 38, n. 4, p. 977–1001, dez. 2005. <br /> LOMBARDO, Emanuela; MEIER, Petra. <a href="https://doi.org/10.1177%2F1350506806062753" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender Mainstreaming in the EU: Incorporating a Feminist Reading?</a> European Journal of Women’s Studies, v. 13, n. 2, p. 151–166, 1 maio 2006. <br /> LOMBARDO, Emanuela; MEIER, Petra; VERLOO, Mieke (Org.). The discursive politics of gender equality: stretching, bending and policymaking. London; New York: Routledge, 2012. <br /> MATOS, Marlise; PARADIS, Clarisse. <a href="https://doi.org/10.17141/iconos.45.2013.3111" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Los feminismos latinoamericanos y su compleja relación con el Estado: Debates actuales</a>. Iconos. Revista de ciencias sociales, n. 45, p. 91–107, 2013. <br /> MOSER, Caroline; MOSER, Annalise. <a href="https://www.jstor.org/stable/20053145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender mainstreaming since Beijing: A review of success and limitations in international institutions</a>. Gender &amp; Development, v. 13, n. 2, p. 11–22, 1 jul. 2005. <br /> OECD. <a href="https://www.oecd.org/gov/toolkit-for-mainstreaming-and-implementing-gender-equality.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OECD Toolkit for Mainstreaming and Implementing Gender Equality: implementing the 2015 OECD Recommendation on Gender Equality in Public Life</a>. Paris: OECD Publishing, 2018 <br /> WALBY, Sylvia. <a href="https://www.bristol.ac.uk/poverty/ESRCJSPS/downloads/research/uk/6%20UK-Poverty,%20Inequality%20and%20Social%20Exclusion%20(Gender)/Articles%20(UK%20Gender)/Walby-%20Gender%20Mainstreaming%20Productive%20Tensions%20in%20Theory%20and%20Practice.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gender Mainstreaming: Productive Tensions in Theory and Practice</a>. 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Por meio de uma etnografia da uma grande montadora de carros, Lucas e eu investigamos a maneira como o colapso de contextos provocado pelas redes sociais dificultou a gestão da identidade de trabalhadores gays. Nosso trabalho coloca em cheque a ideia de que as pessoas possuem controle sobre seus estigmas ocultáveis, especialmente com a onipresença das redes sociais, e demonstra que isso tem consequências graves para pessoas LGBT em suas vidas pessoais e no trabalho.]]></description><guid isPermaLink="false">d33fb7e6-e76b-4795-b534-570ebe454de6</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 17:57:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63604111/7856c5ba_a078_0e72_0928_384063832509.mp3" length="33120667" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com o Lucas Lauriano, que é professor da escola de negócio IESEG em Paris, sobre seu mais recente artigo https://journals.aom.org/doi/10.5465/amj.2020.0586. 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Apesar da crescente difusão do termo cisgeneridade, que atualmente já está dicionarizado na língua inglesa e é utilizado até mesmo para a produção oficial de dados em países como Austrália e Estados Unidos, permanecem existindo confusões e disputas sobre seus usos. Bia e Brume nos contaram as origens do conceito, suas várias definições e ainda explicaram sobre essas críticas e disputas contemporâneas. <br /> Esse episódio faz parte da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero PAGU</a>, da UNICAMP, e foi inicialmente transmitido como uma live do projeto Gênero e Desigualdades, que conta também com parceria do <a href="https://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, o NUMAS, da USP. O que você vai ouvir é uma versão editada das falas iniciais de Bia e Brume, após essa apresentação ainda ocorreram duas rodadas de perguntas e respostas. Caso você queira ouvir o conteúdo na íntegra, ele está disponível no youtube do NUMAS ou do PAGU. <br /> Além disso, temos mais dois pequenos avisos. O primeiro é que o Larvas está completando 3 anos no ar. Isso mesmo, dia 5 de dezembro agora é o terceiro aniversário da publicação do nosso primeiro episódio. Tem sido um prazer passar esse tempo todo com vocês. Muito obrigado a quem sempre nos acompanha.]]></description><guid isPermaLink="false">17e3b190-ec1a-4f47-9260-94dee9045fbb</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:47:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63602597/a3231ab6_62aa_bff9_b2f6_be7d98851712.mp3" length="40804918" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, Regina Facchini e eu conversamos com a analista do discurso Beatriz Pagliarini Bagagli e a antropóloga Brume Dezembro Iazzetti sobre o conceito de cisgeneridade. Apesar da crescente difusão do termo cisgeneridade, que atualmente já está...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, Regina Facchini e eu conversamos com a analista do discurso Beatriz Pagliarini Bagagli e a antropóloga Brume Dezembro Iazzetti sobre o conceito de cisgeneridade. Apesar da crescente difusão do termo cisgeneridade, que atualmente já está dicionarizado na língua inglesa e é utilizado até mesmo para a produção oficial de dados em países como Austrália e Estados Unidos, permanecem existindo confusões e disputas sobre seus usos. Bia e Brume nos contaram as origens do conceito, suas várias definições e ainda explicaram sobre essas críticas e disputas contemporâneas. <br /> Esse episódio faz parte da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero PAGU</a>, da UNICAMP, e foi inicialmente transmitido como uma live do projeto Gênero e Desigualdades, que conta também com parceria do <a href="https://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, o NUMAS, da USP. 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Lívia e suas parceiras de pesquisa coletaram as métricas de publicação de todos os professores e professoras da USP para avaliar os efeitos da desigualdade de gênero na carreira científica. Os resultados revelam que os homens vem apresentando métricas melhores que as mulheres em todas as etapas da carreira nos últimos 70 anos e se nada for feito para alterar a situação, a tendência é de que a desigualdade não será superada. Dessa maneira, seu trabalho nos oferece dados empíricos de qualidade que escancaram o sexismo na ciência brasileira.]]></description><guid isPermaLink="false">589e7a32-d138-4860-b7b4-a21d60a8f8da</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:44:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63602596/1f5fa5ab_c495_2b4b_1e43_3eaa0bf9f7c2.mp3" length="36481860" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Livia Ciabatti sobre seu mais recente artigo https://www.scielosp.org/article/rsp/2021.v55/46/pt/, publicado na Revista de Saúde Pública. Lívia e suas parceiras de pesquisa coletaram as métricas de publicação de todos os...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Livia Ciabatti sobre seu mais recente artigo <a href="https://www.scielosp.org/article/rsp/2021.v55/46/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sexismo científico: o viés de gênero na produção científica da Universidade de São Paulo</a>, publicado na Revista de Saúde Pública. Lívia e suas parceiras de pesquisa coletaram as métricas de publicação de todos os professores e professoras da USP para avaliar os efeitos da desigualdade de gênero na carreira científica. Os resultados revelam que os homens vem apresentando métricas melhores que as mulheres em todas as etapas da carreira nos últimos 70 anos e se nada for feito para alterar a situação, a tendência é de que a desigualdade não será superada. Dessa maneira, seu trabalho nos oferece dados empíricos de qualidade que escancaram o sexismo na ciência brasileira.]]></itunes:summary><itunes:duration>2281</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7c47b745ea75104af277572cbcc4f518.jpg"/><itunes:episode>71</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Interseccionalidade [bii]</title><link>https://www.spreaker.com/episode/interseccionalidade-bii--63602595</link><description><![CDATA[Nos últimos anos, a interseccionalidade se popularizou. A palavra aparece no título de vários livros, em documentos oficiais de governos e até em artigos de opinião analisando o Big Brother, publicados em revistas de grande circulação, mas afinal o que é a interseccionalidade? Qual a origem dessa ideia? E como aplicá-la? Esse episódio, que inaugura nossa linha de breves introduções incendiadas, buscará responder essas questões. O objetivo não é esgotar o assunto, mas oferecer uma introdução rápida, porém de qualidade, além de indicar uma trilha de leitura. <br /> Para aprofundar o estudo: <br /> AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.<br />BILGE, Sirma. <a href="https://www.cambridge.org/core/journals/du-bois-review-social-science-research-on-race/article/abs/intersectionality-undone/F519D9CE885DBDDBF3F92BA5D22EA7E9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Intersectionality Undone: Saving Intersectionality from Feminist Intersectionality Studies</a>. Du Bois Review: Social Science Research on Race, v. 10, n. 2, p. 405–424, ed 2013.<br /> COLLINS, Patricia Hill. Intersectionality as critical social theory. Durham: Duke University Press, 2019.<br /> COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021. <br /> CRENSHAW, Kimberlé. <a href="https://chicagounbound.uchicago.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1052&amp;context=uclf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics</a>. University of Chicago Legal Forum, v. 1989, n. 1, p. 139–167, 1989. <br /> CRENSHAW, Kimberlé. <a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero</a>. Estudos feministas, Florianópolis, v. 1, 2002. <br /> CRENSHAW, Kimberlé. <a href="http://blogs.law.columbia.edu/critique1313/files/2020/02/1229039.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence against Women of Color</a>. Stanford Law Review, v. 43, n. 6, p. 1241–1299, 1991.<br /> HANCOCK, Ange-Marie. Intersectionality: an intellectual history. New York, NY: Oxford University Press, 2016 <br />HIRATA, Helena. <a href="https://www.scielo.br/j/ts/a/LhNLNH6YJB5HVJ6vnGpLgHz/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais</a>. Tempo Social, v. 26, p. 61–73, jun. 2014.<br /> KERGOAT, Danièle. <a href="https://www.scielo.br/j/nec/a/hVNnxSrszcVLQGfHFsF85kk/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais</a>. Novos estudos CEBRAP, p. 93–103, mar. 2010.<br /> PUAR, Jasbir. <a href="http://revista.fumec.br/index.php/meritum/article/view/2171" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Prefiro ser um ciborgue a ser uma deusa”: interseccionalidade, agenciamento e política afetiva</a>. Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC, 2013. <br /> YUVAL-DAVIS, Nira. <a href="https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-00571274/document" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Intersectionality and Feminist Politics</a>. European Journal of Women’s Studies, v. 13, n. 3, p. 193–209, 1 ago. 2006.]]></description><guid isPermaLink="false">d0788ae6-b312-4e67-9228-ff1b70400483</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:41:37 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63602595/e9c29a26_9d95_a43c_e1a9_e1ae313b38d1.mp3" length="16321656" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nos últimos anos, a interseccionalidade se popularizou. A palavra aparece no título de vários livros, em documentos oficiais de governos e até em artigos de opinião analisando o Big Brother, publicados em revistas de grande circulação, mas afinal o...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nos últimos anos, a interseccionalidade se popularizou. A palavra aparece no título de vários livros, em documentos oficiais de governos e até em artigos de opinião analisando o Big Brother, publicados em revistas de grande circulação, mas afinal o que é a interseccionalidade? Qual a origem dessa ideia? E como aplicá-la? Esse episódio, que inaugura nossa linha de breves introduções incendiadas, buscará responder essas questões. O objetivo não é esgotar o assunto, mas oferecer uma introdução rápida, porém de qualidade, além de indicar uma trilha de leitura. <br /> Para aprofundar o estudo: <br /> AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.<br />BILGE, Sirma. <a href="https://www.cambridge.org/core/journals/du-bois-review-social-science-research-on-race/article/abs/intersectionality-undone/F519D9CE885DBDDBF3F92BA5D22EA7E9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Intersectionality Undone: Saving Intersectionality from Feminist Intersectionality Studies</a>. Du Bois Review: Social Science Research on Race, v. 10, n. 2, p. 405–424, ed 2013.<br /> COLLINS, Patricia Hill. Intersectionality as critical social theory. Durham: Duke University Press, 2019.<br /> COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021. <br /> CRENSHAW, Kimberlé. <a href="https://chicagounbound.uchicago.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1052&amp;context=uclf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics</a>. University of Chicago Legal Forum, v. 1989, n. 1, p. 139–167, 1989. <br /> CRENSHAW, Kimberlé. <a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero</a>. Estudos feministas, Florianópolis, v. 1, 2002. <br /> CRENSHAW, Kimberlé. <a href="http://blogs.law.columbia.edu/critique1313/files/2020/02/1229039.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence against Women of Color</a>. Stanford Law Review, v. 43, n. 6, p. 1241–1299, 1991.<br /> HANCOCK, Ange-Marie. Intersectionality: an intellectual history. New York, NY: Oxford University Press, 2016 <br />HIRATA, Helena. <a href="https://www.scielo.br/j/ts/a/LhNLNH6YJB5HVJ6vnGpLgHz/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais</a>. Tempo Social, v. 26, p. 61–73, jun. 2014.<br /> KERGOAT, Danièle. <a href="https://www.scielo.br/j/nec/a/hVNnxSrszcVLQGfHFsF85kk/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais</a>. Novos estudos CEBRAP, p. 93–103, mar. 2010.<br /> PUAR, Jasbir. <a href="http://revista.fumec.br/index.php/meritum/article/view/2171" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Prefiro ser um ciborgue a ser uma deusa”: interseccionalidade, agenciamento e política afetiva</a>. Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC, 2013. <br /> YUVAL-DAVIS, Nira. <a href="https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-00571274/document" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Intersectionality and Feminist Politics</a>. European Journal of Women’s Studies, v. 13, n. 3, p. 193–209, 1 ago. 2006.]]></itunes:summary><itunes:duration>1021</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/51b73ca07f2d92b14a87e03ee3055376.jpg"/><itunes:episode>70</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Renan Quinalha – Ditadura e a repressão à comunidade LGBT</title><link>https://www.spreaker.com/episode/renan-quinalha-ditadura-e-a-repressao-a-comunidade-lgbt--63602594</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Renan Quinalha, que é doutor em relações internacionais e professor de direito da UNIFESP. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14590" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Contra a moral e os bons costumes: a ditadura e a repressão à comunidade LGBT</a>, publicado pela editora Companhia das Letras. Por meio de uma extensa e cuidadosa pesquisa documental nos acervos da Comissão Nacional da Verdade, do Arquivo Nacional e dos arquivos públicos do Rio de Janeiro e São Paulo, Renan investigou a maneira como a ditadura militar brasileira desenvolveu um conjunto articulado e coerente de políticas sexuais para controlar a moral sexual, os corpos e as identidades das pessoas LGBT. Dessa maneira, seu trabalho oferece uma interpretação original para a relação entre a ditadura e a comunidade LGBT, contrariando a tendência de reduzir a repressão da ditadura aos movimentos políticos de oposição e à luta armada.]]></description><guid isPermaLink="false">82a1cbbe-3a9b-4d98-8eb1-ddbd1b493cb9</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:39:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63602594/4febaca3_c773_673b_2096_24c8cb863a22.mp3" length="31682681" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Renan Quinalha, que é doutor em relações internacionais e professor de direito da UNIFESP. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14590, publicado pela...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Renan Quinalha, que é doutor em relações internacionais e professor de direito da UNIFESP. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14590" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Contra a moral e os bons costumes: a ditadura e a repressão à comunidade LGBT</a>, publicado pela editora Companhia das Letras. Por meio de uma extensa e cuidadosa pesquisa documental nos acervos da Comissão Nacional da Verdade, do Arquivo Nacional e dos arquivos públicos do Rio de Janeiro e São Paulo, Renan investigou a maneira como a ditadura militar brasileira desenvolveu um conjunto articulado e coerente de políticas sexuais para controlar a moral sexual, os corpos e as identidades das pessoas LGBT. Dessa maneira, seu trabalho oferece uma interpretação original para a relação entre a ditadura e a comunidade LGBT, contrariando a tendência de reduzir a repressão da ditadura aos movimentos políticos de oposição e à luta armada.]]></itunes:summary><itunes:duration>1981</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8fc7781630d0fd3a7432dcb7eb7f84d6.jpg"/><itunes:episode>69</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Helena Monaco – Ativismo e narrativas bissexuais</title><link>https://www.spreaker.com/episode/helena-monaco-ativismo-e-narrativas-bissexuais--63602599</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Helena Monaco, que é doutoranda em antropologia social pela UFSC e uma das idealizadoras da <a href="https://www.instagram.com/bi__blioteca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bi-Biblioteca</a>. Nossa conversa, foi sobre sua dissertação de mestrado intitulada <a href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/216098" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A gente existe: ativismo e narrativas bissexuais em um coletivo monodissidente</a>. Por meio da etnografia de um coletivo de pessoas bissexuais e  monodissidentes, seu trabalho opera dois movimentos de pesquisa. Em um primeiro, Helena explora a maneira como o coletivo desenvolve estratégias para lidar com as disputas identitárias sobre a sujeita do movimento, analisa também como as pessoas que integram o coletivo compreendem e buscam alternativas para enfrentar a invisibilidade bi, os estereótipos e a vulnerabilidade da saúde mental. Em um segundo movimento, foca no processo de construção da subjetividade de suas interlocutoras, mostrando a importância dos encontros com o coletivo nesse processo e questionando algumas narrativas de essencialização da bissexualidade. Dessa maneira, seu trabalho contribui para aprofundarmos nosso olhar sobre o movimento de pessoas bissexuais e monodisidentes. <br /> A dissertação da Helena está entre as finalistas do <a href="https://www.anpocs2021.sinteseeventos.com.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=1079" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Concurso ANPOCS de Teses e Dissertações</a>, na categoria dissertações. Parabéns Helena! <br /> Indicações <br /> Ao final da conversa, Helena indicou o seu perfil de divulgação  científica sobre bissexualidade no instagram, a Bi-Bilioteca, o Grupo Amazônida de Estudos sobre Bissexualidade (<a href="https://www.instagram.com/gaebi_pa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GAEBI</a>) e o evento que estão organizando: o <a href="https://www.instagram.com/sena__bi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">I Seminário Nacional de Estudos Bissexuais</a>. Não deixe de conferir!]]></description><guid isPermaLink="false">67adad8a-05ae-4f18-89d8-84a0de9e1894</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:37:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63602599/cfd5ad1b_5a20_0e3c_fb14_66cc9703f0b1.mp3" length="34062309" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Helena Monaco, que é doutoranda em antropologia social pela UFSC e uma das idealizadoras da https://www.instagram.com/bi__blioteca/. Nossa conversa, foi sobre sua dissertação de mestrado intitulada...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Helena Monaco, que é doutoranda em antropologia social pela UFSC e uma das idealizadoras da <a href="https://www.instagram.com/bi__blioteca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bi-Biblioteca</a>. Nossa conversa, foi sobre sua dissertação de mestrado intitulada <a href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/216098" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A gente existe: ativismo e narrativas bissexuais em um coletivo monodissidente</a>. Por meio da etnografia de um coletivo de pessoas bissexuais e  monodissidentes, seu trabalho opera dois movimentos de pesquisa. Em um primeiro, Helena explora a maneira como o coletivo desenvolve estratégias para lidar com as disputas identitárias sobre a sujeita do movimento, analisa também como as pessoas que integram o coletivo compreendem e buscam alternativas para enfrentar a invisibilidade bi, os estereótipos e a vulnerabilidade da saúde mental. Em um segundo movimento, foca no processo de construção da subjetividade de suas interlocutoras, mostrando a importância dos encontros com o coletivo nesse processo e questionando algumas narrativas de essencialização da bissexualidade. Dessa maneira, seu trabalho contribui para aprofundarmos nosso olhar sobre o movimento de pessoas bissexuais e monodisidentes. <br /> A dissertação da Helena está entre as finalistas do <a href="https://www.anpocs2021.sinteseeventos.com.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=1079" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Concurso ANPOCS de Teses e Dissertações</a>, na categoria dissertações. Parabéns Helena! <br /> Indicações <br /> Ao final da conversa, Helena indicou o seu perfil de divulgação  científica sobre bissexualidade no instagram, a Bi-Bilioteca, o Grupo Amazônida de Estudos sobre Bissexualidade (<a href="https://www.instagram.com/gaebi_pa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GAEBI</a>) e o evento que estão organizando: o <a href="https://www.instagram.com/sena__bi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">I Seminário Nacional de Estudos Bissexuais</a>. Não deixe de conferir!]]></itunes:summary><itunes:duration>2129</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/20b8cdc3f552d0e8da646a353691702a.jpg"/><itunes:episode>68</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Vera Gasparetto – Estudos de gênero em Moçambique</title><link>https://www.spreaker.com/episode/vera-gasparetto-estudos-de-genero-em-mocambique--63602598</link><description><![CDATA[Nessa semana conversamos com Vera Gasparetto, que é doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo O campo dos estudos de gênero em Moçambique/África, publicado em 2020 pela Revista Estudos Feministas. Por meio de uma pesquisa de campo e entrevistas com pesquisadoras e ativistas moçambicanas, Vera retraça um quadro da organização do campo dos estudos de gênero em Moçambique, desde seu início nos anos 1980 até a atualidade. A luta pela independência, as tradições e culturas locais, e mais recentemente as linhas de financiamento internacionais, são algumas das influências que autora destaca como afetando esse processo de constituição e consolidação desse rico e disputado campo de pesquisa. Seu trabalho contribui para alargarmos esse corredor de saberes entre Brasil e Moçambique. <br /> Eu gostaria de agradecer a todas as pessoas pelo carinho e  compreensão nesse tempo que o Larvas deu uma pausa. Trabalhar, ter uma vida acadêmica e ainda manter um podcast em plena pandemia não é nada fácil e as coisas meio que se enrolaram no mês passado. Precisei dessa pausa para colocar alguma ordem na vida e agora voltamos. Obrigado!]]></description><guid isPermaLink="false">7d853bcc-3c83-460b-a8eb-ca49b9b57dae</guid><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:35:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63602598/68c797f5_96a3_f8d8_174f_f9df1aa95027.mp3" length="36001275" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana conversamos com Vera Gasparetto, que é doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo , publicado em 2020 pela Revista Estudos Feministas. Por meio de uma pesquisa de campo e entrevistas com...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana conversamos com Vera Gasparetto, que é doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo O campo dos estudos de gênero em Moçambique/África, publicado em 2020 pela Revista Estudos Feministas. Por meio de uma pesquisa de campo e entrevistas com pesquisadoras e ativistas moçambicanas, Vera retraça um quadro da organização do campo dos estudos de gênero em Moçambique, desde seu início nos anos 1980 até a atualidade. A luta pela independência, as tradições e culturas locais, e mais recentemente as linhas de financiamento internacionais, são algumas das influências que autora destaca como afetando esse processo de constituição e consolidação desse rico e disputado campo de pesquisa. Seu trabalho contribui para alargarmos esse corredor de saberes entre Brasil e Moçambique. <br /> Eu gostaria de agradecer a todas as pessoas pelo carinho e  compreensão nesse tempo que o Larvas deu uma pausa. Trabalhar, ter uma vida acadêmica e ainda manter um podcast em plena pandemia não é nada fácil e as coisas meio que se enrolaram no mês passado. Precisei dessa pausa para colocar alguma ordem na vida e agora voltamos. Obrigado!]]></itunes:summary><itunes:duration>2251</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/113a0bc22f85db716e9f6decf9b32813.jpg"/><itunes:episode>67</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Nilma Lino Gomes – O movimento negro educador</title><link>https://www.spreaker.com/episode/nilma-lino-gomes-o-movimento-negro-educador--63593600</link><description><![CDATA[Nessa semana recebemos a Nilma Lino Gomes, que é doutora em antropologia pela USP, professora da UFMG e ex-Ministra da Igualdade Racial. A Nilma tem se consolidado como uma das principais pesquisadoras do país sobre relações raciais, além de já ter atuado diretamente na gestão das políticas de igualdade racial. Nilma nos contou sobre sua trajetória acadêmica e seu mais recente livro O Movimento Negro Educador, que investiga como o movimento negro tem produtivo e sistematizado conhecimento produzido sobre a população negra. Além disso, convidamos várias pesquisadoras que estudam sobre o movimento negro, ações afirmativas e produção de conhecimento para discutir como suas reflexões dialogam ou são influenciadas pela obra de Nilma. Participaram conosco dessa conversa: Luciana de Oliveira Dias (UFG), Regimeire Oliveira Maciel (UFABC), Stephanie Pereira de Lima (UNICAMP) e Tayná Victória de Lima Mesquita (UNICAMP). Regina Facchini e Thiago Coacci mediaram o debate. <br /> Esse episódio é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna esse episódio. <br /> Minutagem do episódio: 10:30: Início da homenagem à Nilma. Nilma conta sobre sua trajetória e sobre o livro O Movimento Negro Educador<br />36:25: Fala inicial Luciana <br />56:54: Fala inicial de Regimeire<br />1:15:01: Fala inicial de Stephanie <br />1:30:35: Fala inicial de Tayna<br />1:46:24: Nilma reage às falas<br />1:58:30: Perguntas e respostas]]></description><guid isPermaLink="false">649c7f81-2409-44ce-8876-e9506e6a1009</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 20:21:11 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593600/d0747c74_8c27_a47f_51a5_2cad6fcaafa2.mp3" length="131772164" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana recebemos a Nilma Lino Gomes, que é doutora em antropologia pela USP, professora da UFMG e ex-Ministra da Igualdade Racial. A Nilma tem se consolidado como uma das principais pesquisadoras do país sobre relações raciais, além de já ter...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana recebemos a Nilma Lino Gomes, que é doutora em antropologia pela USP, professora da UFMG e ex-Ministra da Igualdade Racial. A Nilma tem se consolidado como uma das principais pesquisadoras do país sobre relações raciais, além de já ter atuado diretamente na gestão das políticas de igualdade racial. Nilma nos contou sobre sua trajetória acadêmica e seu mais recente livro O Movimento Negro Educador, que investiga como o movimento negro tem produtivo e sistematizado conhecimento produzido sobre a população negra. Além disso, convidamos várias pesquisadoras que estudam sobre o movimento negro, ações afirmativas e produção de conhecimento para discutir como suas reflexões dialogam ou são influenciadas pela obra de Nilma. Participaram conosco dessa conversa: Luciana de Oliveira Dias (UFG), Regimeire Oliveira Maciel (UFABC), Stephanie Pereira de Lima (UNICAMP) e Tayná Victória de Lima Mesquita (UNICAMP). Regina Facchini e Thiago Coacci mediaram o debate. <br /> Esse episódio é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna esse episódio. <br /> Minutagem do episódio: 10:30: Início da homenagem à Nilma. Nilma conta sobre sua trajetória e sobre o livro O Movimento Negro Educador<br />36:25: Fala inicial Luciana <br />56:54: Fala inicial de Regimeire<br />1:15:01: Fala inicial de Stephanie <br />1:30:35: Fala inicial de Tayna<br />1:46:24: Nilma reage às falas<br />1:58:30: Perguntas e respostas]]></itunes:summary><itunes:duration>10981</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5220f00ba4c3cae49419a5928d5b7f56.jpg"/><itunes:episode>66</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Mirani Barros – Um lugar para ser gorda</title><link>https://www.spreaker.com/episode/mirani-barros-um-lugar-para-ser-gorda--63593597</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Mirani Barros, que é nutricionista e mestra em Saúde Coletiva pela UERJ. Nossa conversa foi sobre sua dissertação de mestrado <a href="https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/4382" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um lugar para ser gorda: afetos e erotismo na sociabilidade entre gordinhas e seus admiradores</a>. Através de uma cuidadosa etnografia de um grupo online e encontros presenciais de gordinhas e admiradores, Mirani nos mostra como nesses grupos ocorre uma expansão de possibilidades e sentidos para os corpos gordos, operada por um complexo jogo de sociabilidade, erotismo, exibição e elogios. Seu trabalho contribui para repensar a magreza como única opção para a saúde e a beleza, além de fornecer elementos empíricos para a construção de um pensamento teórico acerca da diversidade corporal.]]></description><guid isPermaLink="false">a35d6839-fec7-43de-bd1c-d5fa4ab64281</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 20:18:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593597/0f3baf21_f35d_e5f2_469f_32f3c410ee18.mp3" length="48961451" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Mirani Barros, que é nutricionista e mestra em Saúde Coletiva pela UERJ. Nossa conversa foi sobre sua dissertação de mestrado https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/4382. Através de uma cuidadosa etnografia de um grupo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Mirani Barros, que é nutricionista e mestra em Saúde Coletiva pela UERJ. Nossa conversa foi sobre sua dissertação de mestrado <a href="https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/4382" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um lugar para ser gorda: afetos e erotismo na sociabilidade entre gordinhas e seus admiradores</a>. Através de uma cuidadosa etnografia de um grupo online e encontros presenciais de gordinhas e admiradores, Mirani nos mostra como nesses grupos ocorre uma expansão de possibilidades e sentidos para os corpos gordos, operada por um complexo jogo de sociabilidade, erotismo, exibição e elogios. 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Samuel foi um dos pesquisadores responsáveis pelo <a href="https://votelgbt.org/s/votelgbtbox1824diagnosticoLGBT2021-b-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diagnóstico LGBT+ na Pandemia</a>, pesquisa do #VoteLGBT que vem desde o ano passado produzindo dados sobre os impactos da pandemia de COVID-19 na população LGBT+. Em 2020, a pesquisa apontou que a piora da saúde mental, o afastamento da rede de apoio e a falta de fonte de renda foram os principais impactos para essa população. Essa nova rodada, infelizmente, deixa claro que o prolongamento da pandemia provoca um aprofundamento da vulnerabilidade nesses eixos, que dificilmente se resolverá com o controle da doença. <br /> Os relatórios das pesquisas de 2020 e 2021 podem ser baixados gratuitamente no <a href="https://votelgbt.org/pesquisas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do coletivo #VoteLGBT</a>]]></description><guid isPermaLink="false">a774a3d6-7f2c-438e-8d4a-36f089d226b7</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 20:13:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593601/7b89a877_a1d8_4118_2cfb_ade66e8f02e5.mp3" length="39843856" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Samuel Araújo, que é doutorando em demografia pela UFMG, pesquisa sobre a saúde da população LGBT e ativista no coletivo #VoteLGBT. 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Essa nova rodada, infelizmente, deixa claro que o prolongamento da pandemia provoca um aprofundamento da vulnerabilidade nesses eixos, que dificilmente se resolverá com o controle da doença. <br /> Os relatórios das pesquisas de 2020 e 2021 podem ser baixados gratuitamente no <a href="https://votelgbt.org/pesquisas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do coletivo #VoteLGBT</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2491</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/499bcf6830818f17f32438a1667fe40b.jpg"/><itunes:episode>64</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Natália Lago – Maternidades, ativismos e prisões</title><link>https://www.spreaker.com/episode/natalia-lago-maternidades-ativismos-e-prisoes--63593599</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Natália Lago, que é mestra e doutora em Antropologia Social pela USP. Nossa conversa foi sobre seu artigo Nem mãezinha, nem mãezona. Mães, familiares e ativismo nos arredores da prisão, publicado no ano de 2020 na revista Sexualidad, Salud y Sociedad. Natália realizou uma etnografia com familiares de presos, acompanhando o processo de visitação das famílias nas prisões e também a atuação de algumas mães em uma associação de familiares de presos chamada <a href="https://www.instagram.com/amparar.assoc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amparar</a>. De forma bastante cuidadosa, seu trabalho nos mostra como os vínculos familiares e essa categoria da maternidade podem funcionar tanto como articuladora do ativismo na reivindicação contra o Estado, quanto para criar estigmas, promover a exclusão de determinados espaços e provocar sofrimento. <br /> Referências <br /> LAGO, Natália Bouças. Nem mãezinha, nem mãezona. <a href="https://www.scielo.br/j/sess/a/pH8t35vsPMVfTJWqjySYPYB/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mães, familiares e ativismo nos arredores da prisão</a>. Sexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro). 2020, n. 36, pp. 231-254. <br /> LAGO, Natália Bouças. <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-20122019-174339/pt-br.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornadas de visita e de luta: tensões, relações e movimentos de familiares nos arredores da prisão</a>. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019 <br /><a href="https://www.scielo.br/j/sess/i/2020.n36/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê Mães e Processos de Estado</a>, da Revista Sexualidade, Salud y Sociedad]]></description><guid isPermaLink="false">fdc03984-efd9-4ae4-821b-db83f0ec48b0</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 19:52:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593599/628fb38f_86fa_a386_84ed_994980ca2709.mp3" length="33601538" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Natália Lago, que é mestra e doutora em Antropologia Social pela USP. Nossa conversa foi sobre seu artigo Nem mãezinha, nem mãezona. 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De forma bastante cuidadosa, seu trabalho nos mostra como os vínculos familiares e essa categoria da maternidade podem funcionar tanto como articuladora do ativismo na reivindicação contra o Estado, quanto para criar estigmas, promover a exclusão de determinados espaços e provocar sofrimento. <br /> Referências <br /> LAGO, Natália Bouças. Nem mãezinha, nem mãezona. <a href="https://www.scielo.br/j/sess/a/pH8t35vsPMVfTJWqjySYPYB/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mães, familiares e ativismo nos arredores da prisão</a>. Sexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro). 2020, n. 36, pp. 231-254. <br /> LAGO, Natália Bouças. <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-20122019-174339/pt-br.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornadas de visita e de luta: tensões, relações e movimentos de familiares nos arredores da prisão</a>. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019 <br /><a href="https://www.scielo.br/j/sess/i/2020.n36/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê Mães e Processos de Estado</a>, da Revista Sexualidade, Salud y Sociedad]]></itunes:summary><itunes:duration>2101</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0c6fbfc26d456f88e84bedd26f7a8042.jpg"/><itunes:episode>63</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Maíra Kubík Mano – Heleieth Saffioti</title><link>https://www.spreaker.com/episode/maira-kubik-mano-heleieth-saffioti--63593133</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Maíra Kubík Mano, que é doutora em ciências sociais pela UNICAMP e professora na Universidade Federal da Bahia. Retomando nossa linha de episódios clássicos, Maíra nos contou sobre a vida e a extensa obra de Heleieth Saffioti, socióloga pioneira dos estudos feministas no Brasil, sintetizando alguns argumentos presentes no clássico livro A mulher na sociedade de classe: mito e realidade e em outros trabalhos. Em seus mais de 40 anos de atividade acadêmica e militância feminista no Brasil, Saffioti desenvolveu pesquisas sobre o trabalho doméstico, a violência contra as mulheres e outros temas, contribuindo para a nossa compreensão das dinâmicas de opressão que atravessam as vidas das mulheres e apontando caminhos de luta. <br /> Referências <br /> MANO, Maíra Kubík; SARDENBERG, Cecilia. Heleieth e as diferentes gerações de feministas do NEIM/UFBA. Revista Estudos Feministas, v. 29, p. 1-14, 2021. <br /> MANO, Maíra Kubík; CARNEIRO, T. <a href="https://doi.org/10.9771/ccrh.v33i0.37757" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PRÁXIS FEMINISTA: a presença de Heleieth Saffioti nos estudos e nas lutas no Brasil</a>. Caderno CRH (Online), v. 33, p. 1-12, 2020. <br /> SAFFIOTI, Heleieth. <a href="https://www.expressaopopular.com.br/loja/produto/mulher-na-sociedade-de-classes-a-mito-e-realidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A mulher na sociedade de classe: mito e realidade</a>. São Paulo: Expressão Popular, 2013 [1969] <br /><a href="https://www.scielo.br/j/ref/i/2021.v29n1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê Heleieth Saffioti – 50 anos d’A mulher na sociedade de classes</a>, na Revista Estudos Feministas <br /><a href="https://www.scielo.br/j/ccrh/i/2020.v33/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê 50 anos de A mulher na sociedade de classes: o pioneirismo de Heleieth Saffioti e suas contribuições teóricas para os estudos feministas e de gênero</a>, nos Cadernos CRH <br /><a href="https://revistas.pucsp.br/index.php/ls/issue/view/2529/showToc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê A mulher na sociedade de classes 50 anos depois: a atualidade de Heleieth Saffioti</a>, na Revista Lutas Sociais <br />]]></description><guid isPermaLink="false">bb7fcd83-abaf-4525-a3c9-7d18b78abc63</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 19:09:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593133/b4b6f970_6b13_c94a_efa8_a4fd3394036e.mp3" length="38882098" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Maíra Kubík Mano, que é doutora em ciências sociais pela UNICAMP e professora na Universidade Federal da Bahia. Retomando nossa linha de episódios clássicos, Maíra nos contou sobre a vida e a extensa obra de Heleieth...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Maíra Kubík Mano, que é doutora em ciências sociais pela UNICAMP e professora na Universidade Federal da Bahia. Retomando nossa linha de episódios clássicos, Maíra nos contou sobre a vida e a extensa obra de Heleieth Saffioti, socióloga pioneira dos estudos feministas no Brasil, sintetizando alguns argumentos presentes no clássico livro A mulher na sociedade de classe: mito e realidade e em outros trabalhos. Em seus mais de 40 anos de atividade acadêmica e militância feminista no Brasil, Saffioti desenvolveu pesquisas sobre o trabalho doméstico, a violência contra as mulheres e outros temas, contribuindo para a nossa compreensão das dinâmicas de opressão que atravessam as vidas das mulheres e apontando caminhos de luta. <br /> Referências <br /> MANO, Maíra Kubík; SARDENBERG, Cecilia. Heleieth e as diferentes gerações de feministas do NEIM/UFBA. Revista Estudos Feministas, v. 29, p. 1-14, 2021. <br /> MANO, Maíra Kubík; CARNEIRO, T. <a href="https://doi.org/10.9771/ccrh.v33i0.37757" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PRÁXIS FEMINISTA: a presença de Heleieth Saffioti nos estudos e nas lutas no Brasil</a>. Caderno CRH (Online), v. 33, p. 1-12, 2020. <br /> SAFFIOTI, Heleieth. <a href="https://www.expressaopopular.com.br/loja/produto/mulher-na-sociedade-de-classes-a-mito-e-realidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A mulher na sociedade de classe: mito e realidade</a>. São Paulo: Expressão Popular, 2013 [1969] <br /><a href="https://www.scielo.br/j/ref/i/2021.v29n1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê Heleieth Saffioti – 50 anos d’A mulher na sociedade de classes</a>, na Revista Estudos Feministas <br /><a href="https://www.scielo.br/j/ccrh/i/2020.v33/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê 50 anos de A mulher na sociedade de classes: o pioneirismo de Heleieth Saffioti e suas contribuições teóricas para os estudos feministas e de gênero</a>, nos Cadernos CRH <br /><a href="https://revistas.pucsp.br/index.php/ls/issue/view/2529/showToc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê A mulher na sociedade de classes 50 anos depois: a atualidade de Heleieth Saffioti</a>, na Revista Lutas Sociais <br />]]></itunes:summary><itunes:duration>2431</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/58609c191ec9d57ea2b9e67a949ff426.jpg"/><itunes:episode>62</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Letícia Nascimento – Transfeminismo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leticia-nascimento-transfeminismo--63593132</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Letícia Carolina Nascimento, que é pedagoga e professora da Universidade Federal do Piauí. Nossa conversa foi sobre o seu mais recente livro Transfeminismo, que acabou de ser publicado e integra a coleção Feminismos Plurais. Letícia nos oferece uma breve apresentação do transfeminismo, uma corrente feminista pensada a partir da experiência das pessoas trans. Dessa maneira, o livro passeia por temas como a demanda pela despatologização dos gêneros, a autonomia corporal, a luta contra o transfeminicídio, o conceito de cisgeneridade e outros. <br /> O livro Transfeminismo pode ser adquirido no <a href="https://polenlivros.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/transfeminismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da editora Jandaíra</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">f2bf23a1-33a0-4837-95a1-7d8f6f4c9da8</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 19:05:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593132/be37be50_50b4_4076_b889_7f41683fb716.mp3" length="40804614" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Letícia Carolina Nascimento, que é pedagoga e professora da Universidade Federal do Piauí. 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Dessa maneira, o livro passeia por temas como a demanda pela despatologização dos gêneros, a autonomia corporal, a luta contra o transfeminicídio, o conceito de cisgeneridade e outros. <br /> O livro Transfeminismo pode ser adquirido no <a href="https://polenlivros.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/transfeminismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da editora Jandaíra</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>2551</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/268252c71db74fa38ec7a73d0ab4829c.jpg"/><itunes:episode>61</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Paula Dornelas – Tanto por ser mulher, quanto por ser estrangeira</title><link>https://www.spreaker.com/episode/paula-dornelas-tanto-por-ser-mulher-quanto-por-ser-estrangeira--63593136</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Paula Dornelas, que é jornalista, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Nossa conversa foi sobre sua dissertação de mestrado <a href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/35384" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tanto por ser mulher, quanto por ser estrangeira: lutas por reconhecimento e formas de resistência de mulheres migrantes no Brasil</a>. Paula realizou um trabalho de campo em Belo Horizonte e São Paulo com mulheres que migraram de países da América Latina para cá. Usando as lentes da teoria do reconhecimento, olha para a experiência dessas mulheres destacando como gênero e origem se atravessam para produzir suas identidades, constituir quadros de desrespeito e injustiça, mas também possibilitar alianças e resistências. Dessa maneira, esse trabalho nos auxilia a compreender melhor as vidas das mulheres migrantes no Brasil, bem como alguns limites das respostas estatais às demandas das populações migrantes.]]></description><guid isPermaLink="false">55281316-921c-4899-a994-fc0931c115df</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 19:04:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593136/215c3e39_d3ef_009f_46d9_33b8c8fc6dac.mp3" length="41920070" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Paula Dornelas, que é jornalista, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Nossa conversa foi sobre sua dissertação de mestrado https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/35384. Paula realizou um trabalho de campo...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Paula Dornelas, que é jornalista, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Nossa conversa foi sobre sua dissertação de mestrado <a href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/35384" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tanto por ser mulher, quanto por ser estrangeira: lutas por reconhecimento e formas de resistência de mulheres migrantes no Brasil</a>. Paula realizou um trabalho de campo em Belo Horizonte e São Paulo com mulheres que migraram de países da América Latina para cá. Usando as lentes da teoria do reconhecimento, olha para a experiência dessas mulheres destacando como gênero e origem se atravessam para produzir suas identidades, constituir quadros de desrespeito e injustiça, mas também possibilitar alianças e resistências. 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Por meio de um conjunto de entrevistas com pessoas que já manifestaram a tentativa do suicídio e da análise de dados epidemiológicos sobre esse fenômeno, Felipe identifica as diferentes maneiras com que o sistema de gênero cria expectativas normativas para homens, sejam heterossexuais ou não, de masculinidade, afetividade e até mesmo financeiras, que ao não ser cumpridas podem provocar sofrimento psíquico e até aumentar o risco de um comportamento suicida. Além disso, seu trabalho contribui para uma compreensão do fenômeno do suicídio que transcende as explicações individuais, se atentando para o papel do descaso do Estado com as populações sexo e gênero-diversas. <br /> Os artigos que serviram de base para essa nossa conversa foram: <br /> BAÉRE, Felipe. de; ZANELLO, Valeska. <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-73722020000100208" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Suicídio e masculinidades: uma análise através do gênero e das sexualidades</a>. Psicologia em Estudo, v. 25, p. 1-15, 2020 <br /> BAÉRE, Felipe. de. <a href="https://revistas.unilab.edu.br/index.php/rebeh/article/view/225" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A mortífera normatividade: o silenciamento das dissidências sexuais e de gênero suicidadas</a>. REBEH – Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, v. 2, p. 128-140, 2019]]></description><guid isPermaLink="false">630a120b-09f3-4313-ac2c-4f98583d0c08</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 19:00:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593138/0465ad10_f3fb_2c6b_875c_f71e4a5aa84e.mp3" length="31443080" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Felipe de Baére, que é psicólogo, mestre e doutorando em psicologia pela Universidade de Brasília. Suas pesquisas tem investigado de que maneira gênero e sexualidade atravessam o comportamento suicida e os discursos que...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Felipe de Baére, que é psicólogo, mestre e doutorando em psicologia pela Universidade de Brasília. Suas pesquisas tem investigado de que maneira gênero e sexualidade atravessam o comportamento suicida e os discursos que construímos sobre esse. Por meio de um conjunto de entrevistas com pessoas que já manifestaram a tentativa do suicídio e da análise de dados epidemiológicos sobre esse fenômeno, Felipe identifica as diferentes maneiras com que o sistema de gênero cria expectativas normativas para homens, sejam heterossexuais ou não, de masculinidade, afetividade e até mesmo financeiras, que ao não ser cumpridas podem provocar sofrimento psíquico e até aumentar o risco de um comportamento suicida. Além disso, seu trabalho contribui para uma compreensão do fenômeno do suicídio que transcende as explicações individuais, se atentando para o papel do descaso do Estado com as populações sexo e gênero-diversas. <br /> Os artigos que serviram de base para essa nossa conversa foram: <br /> BAÉRE, Felipe. de; ZANELLO, Valeska. <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-73722020000100208" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Suicídio e masculinidades: uma análise através do gênero e das sexualidades</a>. Psicologia em Estudo, v. 25, p. 1-15, 2020 <br /> BAÉRE, Felipe. de. <a href="https://revistas.unilab.edu.br/index.php/rebeh/article/view/225" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A mortífera normatividade: o silenciamento das dissidências sexuais e de gênero suicidadas</a>. REBEH – Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, v. 2, p. 128-140, 2019]]></itunes:summary><itunes:duration>1966</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/75f1e9c4a3487324abd5dd731c0fa69f.jpg"/><itunes:episode>59</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Brune Medeiros &amp; Rodrigo Borba – Linguagem neutra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/brune-medeiros-rodrigo-borba-linguagem-neutra--63593141</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Brune Medeiros, que é licencianda em Letras – Português/Francês pela UFRJ e ativista trans e transfeminista e também com Rodrigo Borba, que é doutor em linguística aplicada pela UFRJ e professor na mesma universidade. Brune e Rodrigo vêm desenvolvendo uma série de pesquisas sobre linguagem neutra, elus me contextualizaram sobre as várias propostas de tornar a língua mais inclusiva ou neutra em termos de gênero, apresentando tanto críticas quanto as defesas formuladas por linguistas e pelos movimentos sociais feministas e de pessoas trans não-binárias. Além disso, conversamos sobre uma relação mais recente entre gênero, política e linguagem e como as disputas em torno da linguagem neutra tem mobilizado direita e esquerda e funcionado como um novo gatilho para pânicos morais. <br /> Esse episódio é um pouco diferente dos anteriores e não tem como base um único texto. Alguns dos textos que foram utilizados na conversa: <br /> BORBA, Rodrigo; LOPES, Adriana Carvalho. <a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/rle/article/view/15198" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escrituras de gênero e políticas de différance: Imundície verbal e letramentos de intervenção no cotidiano escolar</a>. Revista Linguagem &amp; Ensino, v. 21, n. 0, p. 241–285, 2018. <br /> BORBA, Rodrigo. <a href="https://www.cortezeditora.com.br/produto/discursos-transviados-2389#ver-sinopse" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Discursos transviados: por uma linguística queer</a>. São Paulo: Cortez, 2020.  <br /> CAMERON, Deborah. <a href="http://contxt.letras.ufrj.br/item/40-linguagem-inclusiva.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Linguagem inclusiva não é só para inglês ver</a>. Contxt, 2020.]]></description><guid isPermaLink="false">55abc42b-4b21-4a15-8b02-2779c0b02cd1</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:58:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593141/64dfa96b_0bd5_6ce2_6161_cdb0b58b223b.mp3" length="68161527" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Brune Medeiros, que é licencianda em Letras – Português/Francês pela UFRJ e ativista trans e transfeminista e também com Rodrigo Borba, que é doutor em linguística aplicada pela UFRJ e professor na mesma universidade....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Brune Medeiros, que é licencianda em Letras – Português/Francês pela UFRJ e ativista trans e transfeminista e também com Rodrigo Borba, que é doutor em linguística aplicada pela UFRJ e professor na mesma universidade. Brune e Rodrigo vêm desenvolvendo uma série de pesquisas sobre linguagem neutra, elus me contextualizaram sobre as várias propostas de tornar a língua mais inclusiva ou neutra em termos de gênero, apresentando tanto críticas quanto as defesas formuladas por linguistas e pelos movimentos sociais feministas e de pessoas trans não-binárias. Além disso, conversamos sobre uma relação mais recente entre gênero, política e linguagem e como as disputas em torno da linguagem neutra tem mobilizado direita e esquerda e funcionado como um novo gatilho para pânicos morais. <br /> Esse episódio é um pouco diferente dos anteriores e não tem como base um único texto. Alguns dos textos que foram utilizados na conversa: <br /> BORBA, Rodrigo; LOPES, Adriana Carvalho. <a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/rle/article/view/15198" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escrituras de gênero e políticas de différance: Imundície verbal e letramentos de intervenção no cotidiano escolar</a>. Revista Linguagem &amp; Ensino, v. 21, n. 0, p. 241–285, 2018. <br /> BORBA, Rodrigo. <a href="https://www.cortezeditora.com.br/produto/discursos-transviados-2389#ver-sinopse" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Discursos transviados: por uma linguística queer</a>. São Paulo: Cortez, 2020.  <br /> CAMERON, Deborah. <a href="http://contxt.letras.ufrj.br/item/40-linguagem-inclusiva.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Linguagem inclusiva não é só para inglês ver</a>. 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A partir de uma etnografia de documentos com as 21 edições do boletim Um Outro Olhar, publicados entre 1987 e 1994, pelo Grupo Ação Lésbica Feminista, Caio investigou como a circulação desse material permitiu a criação de redes de ativismos, de afetos e de conhecimentos entre mulheres lésbicas e bissexuais. Caio dedica especial atenção para as cartas recebidas e publicadas, em que algumas assinantes contam sobre si, apresentam suas opiniões sobre assuntos do momento, buscam amores e amizades e assim acabam por revelar a complexa teia produzida pelo boletim. <br /> O trabalho de Caio pode ser baixado gratuitamente <a href="https://www.academia.edu/35354742/ENTRE_ARM%C3%81RIOS_E_CAIXAS_POSTAIS_escritas_de_si_correspond%C3%AAncias_e_constitui%C3%A7%C3%A3o_de_redes_na_imprensa_l%C3%A9sbica_brasileira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">c015e830-df0e-4349-9253-0a19b6ae7f41</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:56:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593137/2608e6f9_854d_d3d0_f93f_ffb62ebd7bf7.mp3" length="49441488" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Caio Maia, que é  jornalista, mestre e doutorando em antropologia social pelo Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre sua dissertação, intitulada Entre armários e caixas postais: escritas de si, correspondências...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Caio Maia, que é  jornalista, mestre e doutorando em antropologia social pelo Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre sua dissertação, intitulada Entre armários e caixas postais: escritas de si, correspondências e constituição de redes na imprensa lésbica brasileira. A partir de uma etnografia de documentos com as 21 edições do boletim Um Outro Olhar, publicados entre 1987 e 1994, pelo Grupo Ação Lésbica Feminista, Caio investigou como a circulação desse material permitiu a criação de redes de ativismos, de afetos e de conhecimentos entre mulheres lésbicas e bissexuais. Caio dedica especial atenção para as cartas recebidas e publicadas, em que algumas assinantes contam sobre si, apresentam suas opiniões sobre assuntos do momento, buscam amores e amizades e assim acabam por revelar a complexa teia produzida pelo boletim. <br /> O trabalho de Caio pode ser baixado gratuitamente <a href="https://www.academia.edu/35354742/ENTRE_ARM%C3%81RIOS_E_CAIXAS_POSTAIS_escritas_de_si_correspond%C3%AAncias_e_constitui%C3%A7%C3%A3o_de_redes_na_imprensa_l%C3%A9sbica_brasileira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>3091</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3a4bfd75501864b5c3ebd5326c84abee.jpg"/><itunes:episode>57</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Sofia Favero – Crianças trans</title><link>https://www.spreaker.com/episode/sofia-favero-criancas-trans--63593139</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Sofia Favero, que é psicóloga, ativista e pesquisadora. Nossa conversa foi sobre seu livro <a href="https://www.queerlivros.com.br/criancas-trans-infancias-possiveis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crianças Trans: infâncias possíveis</a>, publicado em 2020 pela Editora Devires. Em seu trabalho, Sofia se recusa a dar uma resposta definitiva para a perguntar “quem são as crianças trans” e, no lugar, reconstrói uma rede de atores, sujeitos, práticas, normas e objetos que permitiram a emergência e a estabilização dessa categoria, focando especificamente nos discursos da área da saúde e de ativistas trans encontrados em notícias e sites. Dessa maneira, nos mostra como as lógicas da cisgeneridade e do adultocentrismo se combinam criando olhares que buscam normalizar e enrijecer as experiências de gênero e sexualidade na infância. <br /> O livro da Sofia faz parte da coleção Saberes Trans, da editora  Devires, que reúne quatro obras sobre transexualidade, escritas por pesquisadoras trans. Confira todos os livros da coleção no site da <a href="https://www.queerlivros.com.br/colecao-saberes-trans-criancas-trans-pedagogia-da-desobediencias-nem-ao-centro-nem-a-margem-o-diabo-em-forma-de-gente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Devires</a>. <br /> Além disso, para ajudar a divulgar a coleção, estaremos sorteando uma cópia do livro da Sofia. As regras para participar do sorteio são as seguintes: segue o nosso perfil no instagram e comenta o post desse episódio marcando um amigo ou amiga que precisa conhecer a coleção Saberes Trans. No dia 21 de março, às 18h, sortearemos o livro. <br /> Esse episódio faz parte da <a href="https://opodcastedelas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">campanha #opodcastédelas2021</a> que busca promover maior participação de mulheres na mídia podcast. Conheça todos os programas e episódios que integram a campanha procurando pela hashtag nas redes sociais.]]></description><guid isPermaLink="false">f1013d14-c5c0-424a-99c5-db5724e11465</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:33:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593139/62e4a344_4cd7_6179_791e_3882b7c12490.mp3" length="42976971" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a Sofia Favero, que é psicóloga, ativista e pesquisadora. Nossa conversa foi sobre seu livro https://www.queerlivros.com.br/criancas-trans-infancias-possiveis, publicado em 2020 pela Editora Devires. Em seu trabalho,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Sofia Favero, que é psicóloga, ativista e pesquisadora. Nossa conversa foi sobre seu livro <a href="https://www.queerlivros.com.br/criancas-trans-infancias-possiveis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crianças Trans: infâncias possíveis</a>, publicado em 2020 pela Editora Devires. Em seu trabalho, Sofia se recusa a dar uma resposta definitiva para a perguntar “quem são as crianças trans” e, no lugar, reconstrói uma rede de atores, sujeitos, práticas, normas e objetos que permitiram a emergência e a estabilização dessa categoria, focando especificamente nos discursos da área da saúde e de ativistas trans encontrados em notícias e sites. Dessa maneira, nos mostra como as lógicas da cisgeneridade e do adultocentrismo se combinam criando olhares que buscam normalizar e enrijecer as experiências de gênero e sexualidade na infância. <br /> O livro da Sofia faz parte da coleção Saberes Trans, da editora  Devires, que reúne quatro obras sobre transexualidade, escritas por pesquisadoras trans. Confira todos os livros da coleção no site da <a href="https://www.queerlivros.com.br/colecao-saberes-trans-criancas-trans-pedagogia-da-desobediencias-nem-ao-centro-nem-a-margem-o-diabo-em-forma-de-gente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Devires</a>. <br /> Além disso, para ajudar a divulgar a coleção, estaremos sorteando uma cópia do livro da Sofia. As regras para participar do sorteio são as seguintes: segue o nosso perfil no instagram e comenta o post desse episódio marcando um amigo ou amiga que precisa conhecer a coleção Saberes Trans. No dia 21 de março, às 18h, sortearemos o livro. <br /> Esse episódio faz parte da <a href="https://opodcastedelas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">campanha #opodcastédelas2021</a> que busca promover maior participação de mulheres na mídia podcast. Conheça todos os programas e episódios que integram a campanha procurando pela hashtag nas redes sociais.]]></itunes:summary><itunes:duration>2687</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/9a4d60f4738ee9d6257ba2da6cc4babc.jpg"/><itunes:episode>56</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Elizabeth Lewis – Linguística Cu(ir)</title><link>https://www.spreaker.com/episode/elizabeth-lewis-linguistica-cu-ir--63593142</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Elizabeth Sara Lewis, que é doutora em Estudos da Linguagem pela PUC Rio e professora de inguística na UNIRIO. Nossa conversa foi sobre seu artigo <a href="https://periodicos.unb.br/index.php/les/article/view/35174/28602" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por uma linguística cu(ir)</a>, publicado nos Cadernos de Linguagem e Sociedade. Em seu trabalho, Elizabeth propõe uma virada cuir na linguística, que possa observar com mais atenção para a relação da linguagem com as práticas sexuais e identidades não hegemônicas. Além disso, ela põe em prática sua perspectiva a partir de dois estudos de caso: o da negociação do uso de dildos por mulheres bissexuais e dos debates sobre o pegging entre homens adeptos da prática. Dessa maneira, demonstra como o dildo pode tanto construir quanto desestabilizar noções e identidades, mostra também como os sujeitos se reorganizam e desenvolvem estratégias linguísticas para justificar o seu desejo pela penetração que podem ora tensionar, ora reforçar os padrões cisheteronormativos.]]></description><guid isPermaLink="false">cb6d81eb-4e14-4801-9c17-6d3632d48cf1</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:31:03 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593142/ae17eb4b_fa2f_e423_779e_c10469fd5e88.mp3" length="38404937" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a Elizabeth Sara Lewis, que é doutora em Estudos da Linguagem pela PUC Rio e professora de inguística na UNIRIO. Nossa conversa foi sobre seu artigo https://periodicos.unb.br/index.php/les/article/view/35174/28602,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Elizabeth Sara Lewis, que é doutora em Estudos da Linguagem pela PUC Rio e professora de inguística na UNIRIO. Nossa conversa foi sobre seu artigo <a href="https://periodicos.unb.br/index.php/les/article/view/35174/28602" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por uma linguística cu(ir)</a>, publicado nos Cadernos de Linguagem e Sociedade. Em seu trabalho, Elizabeth propõe uma virada cuir na linguística, que possa observar com mais atenção para a relação da linguagem com as práticas sexuais e identidades não hegemônicas. Além disso, ela põe em prática sua perspectiva a partir de dois estudos de caso: o da negociação do uso de dildos por mulheres bissexuais e dos debates sobre o pegging entre homens adeptos da prática. Dessa maneira, demonstra como o dildo pode tanto construir quanto desestabilizar noções e identidades, mostra também como os sujeitos se reorganizam e desenvolvem estratégias linguísticas para justificar o seu desejo pela penetração que podem ora tensionar, ora reforçar os padrões cisheteronormativos.]]></itunes:summary><itunes:duration>2401</itunes:duration><itunes:explicit>true</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/2b66af5a2f59bc2442d8c22f099b47e5.jpg"/><itunes:episode>55</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Barbara Pires – A intersexualidade e a regulação dos corpos nos esportes</title><link>https://www.spreaker.com/episode/barbara-pires-a-intersexualidade-e-a-regulacao-dos-corpos-nos-esportes--63593140</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Barbara Pires, que é pesquisadora, professora e consultora em projetos que envolvam gênero, sexualidade e políticas públicas. Doutora em Antropologia Social no Programa de Pós-Graduação do Museu Nacional (PPGAS/MN/UFRJ). Pesquisadora vinculada ao NUSEX – Núcleo de Estudos em Corpos, Gêneros e Sexualidades (PPGAS/MN) e ao Observatório Intersexo (em formalização). Nossa conversa foi sobre seu artigo <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1984-648720200002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O legado das regulações esportivas. Diagnóstico e consentimento na elegibilidade da categoria feminina</a>, publicado na revista Sexualidad, Salud y Sociedade. A partir da história de vida da judoca Edinanci Silva, Barbara analisa as regulações esportivas sobre os corpos femininos, demonstrando como essas são estratégias normativas de controle, articulando categorias científicas e também morais sobre o que seria um corpo feminino ideal. Além disso, problematiza as possibilidades de consentimento e autonomia corporal que as pessoas que se encontram fora desse padrão supostamente normal, como é o caso das pessoas intersexo, possuem ao se aventurar no esporte de alto rendimento. É um trabalho que contribui para uma compreensão mais densa das relações entre ciência, gênero, corporalidade e esportes.]]></description><guid isPermaLink="false">a0dfc702-3194-41c2-8eb8-e966c776a983</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:28:48 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63593140/da1bc0d1_d965_6ad1_2278_7ed7c0093798.mp3" length="50402103" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a Barbara Pires, que é pesquisadora, professora e consultora em projetos que envolvam gênero, sexualidade e políticas públicas. Doutora em Antropologia Social no Programa de Pós-Graduação do Museu Nacional...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a Barbara Pires, que é pesquisadora, professora e consultora em projetos que envolvam gênero, sexualidade e políticas públicas. Doutora em Antropologia Social no Programa de Pós-Graduação do Museu Nacional (PPGAS/MN/UFRJ). Pesquisadora vinculada ao NUSEX – Núcleo de Estudos em Corpos, Gêneros e Sexualidades (PPGAS/MN) e ao Observatório Intersexo (em formalização). Nossa conversa foi sobre seu artigo <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1984-648720200002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O legado das regulações esportivas. Diagnóstico e consentimento na elegibilidade da categoria feminina</a>, publicado na revista Sexualidad, Salud y Sociedade. A partir da história de vida da judoca Edinanci Silva, Barbara analisa as regulações esportivas sobre os corpos femininos, demonstrando como essas são estratégias normativas de controle, articulando categorias científicas e também morais sobre o que seria um corpo feminino ideal. Além disso, problematiza as possibilidades de consentimento e autonomia corporal que as pessoas que se encontram fora desse padrão supostamente normal, como é o caso das pessoas intersexo, possuem ao se aventurar no esporte de alto rendimento. 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Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Enverga, mas não quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte, publicado agora em 2020 pela editora <a href="https://www.osexodapalavra.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Sexo da Palavra.</a> A partir de uma pesquisa minuciosa com arquivos de jornais, de entrevistas e coleta de depoimentos em comunidades online, Luiz resgatou a história de Cintura Fina, uma travesti negra cearense que viveu em Belo Horizonte entre as décadas de 50 e 80. Cintura era uma figura intrigante que ganhou fama nas páginas policiais dos jornais por não levar desaforo para casa e enfrentar com sua navalha quem quer que fosse, mas como Luiz demonstra esse é apenas um lado de sua complexa personalidade. Apesar da pesquisa ter como foco Cintura Fina, sua vida é representativa das condições de marginalidade de tantas outras travestis brasileiras e também das estratégias que desenvolveram para sobreviver e fruir, contribuindo assim para adensar a história do gênero e da sexualidade em nosso país. <br /> O livro está a venda no site da editora: <a href="https://www.osexodapalavra.com/cinturafina" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.osexodapalavra.com/cinturafina</a><br /> Esse episódio conta com notícias narradas generosamente pelo ator Bruno Pontes e áudios do curta-metragem Derivado da Minha Beleza, dirigido por Fernanda Gomes e Luciana Barros.]]></description><guid isPermaLink="false">47e22610-2d80-409d-b1ea-2893ccaefad9</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:26:25 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63592747/53luizmorandocinturafinaembelohorizonte.mp3" length="56386758" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Luiz Morando, que é doutor em estudos literários pela UFMG e professor no Centro  Universitário de Belo Horizonte. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Enverga, mas não quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Luiz Morando, que é doutor em estudos literários pela UFMG e professor no Centro  Universitário de Belo Horizonte. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Enverga, mas não quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte, publicado agora em 2020 pela editora <a href="https://www.osexodapalavra.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Sexo da Palavra.</a> A partir de uma pesquisa minuciosa com arquivos de jornais, de entrevistas e coleta de depoimentos em comunidades online, Luiz resgatou a história de Cintura Fina, uma travesti negra cearense que viveu em Belo Horizonte entre as décadas de 50 e 80. Cintura era uma figura intrigante que ganhou fama nas páginas policiais dos jornais por não levar desaforo para casa e enfrentar com sua navalha quem quer que fosse, mas como Luiz demonstra esse é apenas um lado de sua complexa personalidade. Apesar da pesquisa ter como foco Cintura Fina, sua vida é representativa das condições de marginalidade de tantas outras travestis brasileiras e também das estratégias que desenvolveram para sobreviver e fruir, contribuindo assim para adensar a história do gênero e da sexualidade em nosso país. <br /> O livro está a venda no site da editora: <a href="https://www.osexodapalavra.com/cinturafina" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.osexodapalavra.com/cinturafina</a><br /> Esse episódio conta com notícias narradas generosamente pelo ator Bruno Pontes e áudios do curta-metragem Derivado da Minha Beleza, dirigido por Fernanda Gomes e Luciana Barros.]]></itunes:summary><itunes:duration>3525</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4b9497fd53751205eca9618fff23dfad.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Brenda Cardoso de Castro – Mulheres descolonizando a Amazônia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/brenda-cardoso-de-castro-mulheres-descolonizando-a-amazonia--63592748</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada Mulheres descolonizando a Amazônia pelos caminhos de vida: produção de subjetividades atravessadas pelo projeto de nação desenvolvimentista. A partir de uma pesquisa de campo na Vila de Alter-do-Chão, Santarém; a comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; e a comunidade de Coroca, no rio Arapiuns e também de entrevistas com mulheres que vivem nas localidades, Brenda nos mostra como gênero, colonialidade, nação e raça se entrelaçam nas instituições, nos discursos sobre a região e na produção de subjetividades das pessoas que vivem na Amazônia. De forma bastante sensível, nos mostra a maneira como esse complexo tramado de relações de poder produz sujeições e faltas de reconhecimento, mas também permite que as mulheres ainda encontrem linhas de fugas em seus cotidianos. Assim, contribui para escaparmos de algumas armadilhas fáceis para a análise da Amazônia e principalmente das vidas das mulheres que ali vivem. <br /> Você pode acessar gratuitamente a tese de Brenda <a href="https://t.co/71emeGOSNb?amp=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">aba332c0-1865-4d0c-bbe9-82bfe81bba03</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:23:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63592748/52brendadecastromulheresdescolonizandoaamazonia.mp3" length="58321547" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. 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Nossa conversa, foi sobre seu recente artigo Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia e os elementos da sua constante transformação, publicado em 2019 pela revista Novos Rumos Sociológicos. Diferentemente do Brasil, que possui um baixíssimo número de mulheres em nosso congresso nacional, a Bolívia se destaca por ter instituído a paridade de gênero na política, ao menos do ponto de vista numérico, a partir da constituição de 2009 e das legislações que se seguiram. Por meio de um conjunto de entrevistas com mulheres bolivianas envolvidas na disputa pela paridade e da análise documental, Ananda analisa esse processo e mostra como a paridade assumiu três sentidos no debate político daquele país: o de chachawarmi, o de um princípio democrático e, por fim, de representação substantiva. Sua pesquisa é fundamental para entendermos mais profundamente as desigualdades de gênero na política e os mecanismos que possuímos para enfrentá-la, ressaltando que a igualdade numérica é um horizonte desejável, mas está longe de ser o fim dos problemas. Essa pesquisa acabou de ser premiada como o melhor artigo sobre gênero e política no premiação conjunta da <a href="https://cienciapolitica.org.br/noticias/2020/10/ananda-winter-vence-1a-edicao-premio-abcp-onu-mulheres" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Ciência Política e da ONU Mulheres</a>. <br /> O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente <a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/NORUS/article/view/17047" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">6654f420-2c95-4d2a-9464-c294190b68e4</guid><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:19:07 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63592746/51anandawinterparidadedegeneronabolivia.mp3" length="34241656" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Ananda Winter, que é mestra e doutoranda em Ciência Política. 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Por meio de um conjunto de entrevistas com mulheres bolivianas envolvidas na disputa pela paridade e da análise documental, Ananda analisa esse processo e mostra como a paridade assumiu três sentidos no debate político daquele país: o de chachawarmi, o de um princípio democrático e, por fim, de representação substantiva. Sua pesquisa é fundamental para entendermos mais profundamente as desigualdades de gênero na política e os mecanismos que possuímos para enfrentá-la, ressaltando que a igualdade numérica é um horizonte desejável, mas está longe de ser o fim dos problemas. 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A partir de etnografias de igrejas LGBT e de uma longa pesquisa bibliográfica e documental, Marcelo nos descreve como essas igrejas fazem uma amarração complexa entre religiosidades, política e subjetividade. Suas teologias operam um deslocamento de sentido das experiências LGBT valorizando-as como positivas e parte da natureza, simultaneamente criam um enlace com categorias e discursos do campo dos direitos sexuais, projetando-os como parte de um projeto divino. Esses enlaces, no entanto, não deixam de carregar em si tensões e paradoxos entre a subversão e a normalização das experiências LGBT. Seu trabalho nos ajuda a superar visões muito simplificadoras das relações entre gênero, sexualidade e religiosidades. <br /> O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1984-64872019000300343" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. <br /> Marcelo ainda nos contou que acabou de lançar seu álbum Dádiva. Você pode adquirir a cópia física na <a href="https://loja.metanoiaeditora.com/cd-dvd/cd-dadiva" target="_blank" rel="noreferrer noopener">loja da Metanóia</a> ou ouvido diretamente em qualquer plataforma de áudio.]]></description><guid isPermaLink="false">951f7111-e647-4783-ba80-a6fdd4c26de8</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:21:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576202/50marcelonatividadeigrejaslgbtreligiosidades_politicaesubjetividade.mp3" length="60961434" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com o antropólogo, professor da Universidade Federal do Ceará e cantor Marcelo Natividade sobre seu recente artigo Uma família como outra qualquer: casamento igualitário e novas famílias em igrejas evangélicas LGBT, publicado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com o antropólogo, professor da Universidade Federal do Ceará e cantor Marcelo Natividade sobre seu recente artigo Uma família como outra qualquer: casamento igualitário e novas famílias em igrejas evangélicas LGBT, publicado em 2019 na revista Sexualidad, Salud y Sociedad.   A partir de etnografias de igrejas LGBT e de uma longa pesquisa bibliográfica e documental, Marcelo nos descreve como essas igrejas fazem uma amarração complexa entre religiosidades, política e subjetividade. Suas teologias operam um deslocamento de sentido das experiências LGBT valorizando-as como positivas e parte da natureza, simultaneamente criam um enlace com categorias e discursos do campo dos direitos sexuais, projetando-os como parte de um projeto divino. Esses enlaces, no entanto, não deixam de carregar em si tensões e paradoxos entre a subversão e a normalização das experiências LGBT. 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Assunção – Aprendendo com o feminismo africano</title><link>https://www.spreaker.com/episode/helena-s-assuncao-aprendendo-com-o-feminismo-africano--63576201</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, Reflexões sobre perspectivas africanas de gênero, em que através de um movimento duplo de aproximação crítica entre o pensamento das nigerianas Ifi Amadiume e Oyèrónké Oyěwùmí e algumas feministas euroamericanas como Françoise Heritier, Judith Butler, Marilyn Strathern e Signe Arnfred, nos permite aprender com certos equívocos, evitar falsas perguntas e imposições epistêmicas. Helena exemplifica com uma análise dos ritos de iniciação feminina em Moçambique, demonstrando como levar em conta esses saberes africanos pode alterar a maneira como observamos e intervimos nessa controvérsia. <br /> O artigo pode ser lido na íntegra <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-83332020000100512&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui.</a><br /> Helena indicou o site <a href="https://filosofia-africana.weebly.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Filosofia Africana</a> que vem traduzindo artigos da Oyèrónké Oyěwùmí e de outras autoras africanas]]></description><guid isPermaLink="false">b3e43ccc-5ff3-4f0b-9326-f9c73b1a0e23</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:20:13 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576201/49helenaassuncaoaprendendocomofeminismoafricano.mp3" length="42239802" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, Reflexões sobre perspectivas africanas de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, Reflexões sobre perspectivas africanas de gênero, em que através de um movimento duplo de aproximação crítica entre o pensamento das nigerianas Ifi Amadiume e Oyèrónké Oyěwùmí e algumas feministas euroamericanas como Françoise Heritier, Judith Butler, Marilyn Strathern e Signe Arnfred, nos permite aprender com certos equívocos, evitar falsas perguntas e imposições epistêmicas. Helena exemplifica com uma análise dos ritos de iniciação feminina em Moçambique, demonstrando como levar em conta esses saberes africanos pode alterar a maneira como observamos e intervimos nessa controvérsia. <br /> O artigo pode ser lido na íntegra <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-83332020000100512&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui.</a><br /> Helena indicou o site <a href="https://filosofia-africana.weebly.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Filosofia Africana</a> que vem traduzindo artigos da Oyèrónké Oyěwùmí e de outras autoras africanas]]></itunes:summary><itunes:duration>2640</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/23be1686efd21628f7106cdb54ce6577.jpg"/><itunes:episode>49</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Marlise Matos – Quem são as mulheres das políticas para as mulheres?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/marlise-matos-quem-sao-as-mulheres-das-politicas-para-as-mulheres--63576212</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a cientista política Marlise Matos (UFMG) sobre a pesquisa que desenvolveu em parceria com as professoras Sonia Alvarez (UMASS) e Solange Simões (EMICH) sobre as Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres (CNMP). Por meio da aplicação de um survey nas 3ª e 4ª CNMP, as pesquisadoras investigaram quem são as mulheres das políticas para mulheres no Brasil, quais suas características, quais suas concepções de feminismo, quais suas trajetórias ativistas e muito mais. É um trabalho fundamental para quem estuda as relações entre o feminismo e as políticas públicas ou o feminismo e o Estado. Os resultados da pesquisa estão publicados em dois livros Quem são as mulheres das políticas para as mulheres no Brasil: o feminismo estatal participativo brasileiro e Quem são as mulheres das políticas para as mulheres no Brasil: expressões feministas nas Conferências Nacionais de Políticas para as Mulheres. Os dois volumes podem ser baixados gratuitamente no <a href="http://www.fafich.ufmg.br/nepem/biblioteca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do NEPEM</a>. <br /> Ao final de sua fala, a professora Marlise Matos recomendou como dica o Curso Mulheres Rumo ao Poder, uma formação remota, aberta e gratuita, voltada para mulheres candidatas a cargos dos poderes Legislativo e Executivo nas próximas eleições. As aulas já estão disponíveis <a href="https://cienciapolitica.org.br/projetos/curso-mulheres-rumo-ao-poder-modulos-e-aulas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">77ec8292-7b75-45e3-94d0-91623770e5f8</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:18:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576212/f4100a3d_80c3_5972_cfbc_14dde17dcdf7.mp3" length="69121650" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a cientista política Marlise Matos (UFMG) sobre a pesquisa que desenvolveu em parceria com as professoras Sonia Alvarez (UMASS) e Solange Simões (EMICH) sobre as Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres (CNMP)....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a cientista política Marlise Matos (UFMG) sobre a pesquisa que desenvolveu em parceria com as professoras Sonia Alvarez (UMASS) e Solange Simões (EMICH) sobre as Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres (CNMP). 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Nesse episódio, Flávia e Alex nos contaram sobre as dinâmicas de apagamento e do recente resgate do trabalho de Lélia Gonzalez, sobre como o trabalho da feminista negra influencia seus próprios trabalhos e por último responderam algumas perguntas da plateia que assistiu a gravação. Com isso, encerramos essa série, na esperança de ter ajudado a levar o nome e a riqueza do trabalho de Lélia Gonzalez para uma nova geração de pessoas na academia e nos movimentos sociais. <br /> O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. <br /> Essa série é fruto da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a>, da UNICAMP, e o <a href="http://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. <br /> Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela <a href="http://territorioafricano.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">União dos Coletivos Pan Africanistas</a>. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com]]></description><guid isPermaLink="false">864f3519-a16b-4394-98cb-134e9908415b</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:16:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576204/509746be_381d_0dad_8cd8_27e9bb6c46b2.mp3" length="58563149" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio dessa semana traz a terceira e última parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneiras do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse episódio, Flávia e Alex nos contaram sobre as...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio dessa semana traz a terceira e última parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneiras do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse episódio, Flávia e Alex nos contaram sobre as dinâmicas de apagamento e do recente resgate do trabalho de Lélia Gonzalez, sobre como o trabalho da feminista negra influencia seus próprios trabalhos e por último responderam algumas perguntas da plateia que assistiu a gravação. Com isso, encerramos essa série, na esperança de ter ajudado a levar o nome e a riqueza do trabalho de Lélia Gonzalez para uma nova geração de pessoas na academia e nos movimentos sociais. <br /> O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. <br /> Essa série é fruto da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a>, da UNICAMP, e o <a href="http://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. <br /> Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela <a href="http://territorioafricano.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">União dos Coletivos Pan Africanistas</a>. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com]]></itunes:summary><itunes:duration>3661</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/40f78a4af51b46dd2bb6cf227dfcf450.jpg"/><itunes:episode>47</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Lélia Gonzalez – Obra</title><link>https://www.spreaker.com/episode/lelia-gonzalez-obra--63576203</link><description><![CDATA[O episódio dessa semana traz a segunda parte da  nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O próximo e último episódio da série focará na recepção contemporânea de Lélia por ativistas e pela academia. <br /> O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. <br /> Essa série é fruto da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a>, da UNICAMP, e o <a href="http://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. <br /> Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela <a href="http://territorioafricano.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">União dos Coletivos Pan Africanistas</a>. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com]]></description><guid isPermaLink="false">1847c6a0-2b35-4b05-8e4b-175f96b9ae85</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:14:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576203/24975f8b_4fe1_3f65_8ce9_2c8e747ecd49.mp3" length="43441835" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio dessa semana traz a segunda parte da  nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio dessa semana traz a segunda parte da  nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O próximo e último episódio da série focará na recepção contemporânea de Lélia por ativistas e pela academia. <br /> O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. <br /> Essa série é fruto da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a>, da UNICAMP, e o <a href="http://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. <br /> Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela <a href="http://territorioafricano.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">União dos Coletivos Pan Africanistas</a>. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com]]></itunes:summary><itunes:duration>2716</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7993774bed2e21dc16977c54d5ab38af.jpg"/><itunes:episode>46</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Lélia Gonzalez – Trajetória</title><link>https://www.spreaker.com/episode/lelia-gonzalez-trajetoria--63576213</link><description><![CDATA[O episódio dessa semana inicia uma série sobre  Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneiras do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse primeiro episódio, focaremos em sua trajetória de vida, desde a infância e chegando até seu engajamento com os movimentos negros e feministas na década de 1970. Sua obra acadêmica e a recepção contemporânea desses trabalhos serão alvo dos próximos episódios. <br /> O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. <br /> Essa série é fruto da nossa parceria com o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a>, da UNICAMP, e o <a href="http://numas-usp.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. <br /> Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela <a href="http://territorioafricano.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">União dos Coletivos Pan Africanistas</a>. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com]]></description><guid isPermaLink="false">1450a511-4d96-4f8f-872f-a8653ff9061b</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:13:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576213/66d32628_dd04_91c5_1d88_0e63b6e0bd54.mp3" length="35042119" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio dessa semana inicia uma série sobre  Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneiras do pensamento feminista negro em nosso país. 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O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: ucparbg@gmail.com]]></itunes:summary><itunes:duration>2191</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0d43afaa03abbb7cc85d147a0a3ebb02.jpg"/><itunes:episode>45</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Helena Hirata – Da divisão sexual do trabalho aos estudos sobre o cuidado</title><link>https://www.spreaker.com/episode/helena-hirata-da-divisao-sexual-do-trabalho-aos-estudos-sobre-o-cuidado--63576205</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a socióloga Helena Hirata, que é diretora de pesquisa emérita do CNRS, na França. Helena é uma das mais influentes sociólogas do trabalho e do gênero, com pesquisas que nos ajudaram a compreender melhor as dinâmicas da divisão sexual do trabalho e mais recentemente o trabalho do cuidado. Dentre seus vários trabalhos publicados em português eu destacaria os livros Nova divisão sexual do trabalho? Um olhar voltado para a empresa e a sociedade e também a coletânea Cuidado e cuidadoras: as várias faces do trabalho do care, organizado em parceria com a professora Nadya Araujo Guimarães. Nossa conversa abordou as várias fases da trajetória acadêmica de Helena, seu engajamento com o feminismo, além de outros temas como os conceitos de interseccionalidade e consubstancialidade, e os reflexos da pandemia da covid-19 para o trabalho do cuidado. Quem conduziu essa conversa foi a também socióloga Yumi Garcia dos Santos, que é professora do Departamento de Sociologia da UFMG.  <br /> Indicação de leitura: <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê sobre Trabalho, Gênero e Cuidado da Revista Estudos Avançados, da USP</a>]]></description><guid isPermaLink="false">5d363eaa-ef69-4ed5-b061-2abb799ef1a1</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:02:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576205/197dba07_2a90_7756_2625_881f9d7f4f22.mp3" length="41281409" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a socióloga Helena Hirata, que é diretora de pesquisa emérita do CNRS, na França. 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Nossa conversa abordou as várias fases da trajetória acadêmica de Helena, seu engajamento com o feminismo, além de outros temas como os conceitos de interseccionalidade e consubstancialidade, e os reflexos da pandemia da covid-19 para o trabalho do cuidado. Quem conduziu essa conversa foi a também socióloga Yumi Garcia dos Santos, que é professora do Departamento de Sociologia da UFMG.  <br /> Indicação de leitura: <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê sobre Trabalho, Gênero e Cuidado da Revista Estudos Avançados, da USP</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2581</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a41384ee2c5f9e5eb23da225d3c81071.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Layla Carvalho – Da esterelização ao Zika</title><link>https://www.spreaker.com/episode/layla-carvalho-da-esterelizacao-ao-zika--63576211</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversei com Layla Carvalho, que é  doutora em Ciência Política pela USP e professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Nossa conversa foi sobre a sua tese de doutorado intitulada Da esterilização ao Zika: interseccionalidade e transnacionalismo nas políticas de saúde para as mulheres. A partir do estudo de caso da elaboração do Programa de Assistência Integral a Saúde da Mulher, na década de 1980, da elaboração do Programa Rede Cegonha e da resposta brasileira à epidemia do vírus Zika, ambos na década de 2010, Layla analisa a maneira como os movimentos sociais e o Estado dialogam estrategicamente com os discursos transnacionais. Seu estudo contribui para uma visão mais crítica dos processos transnacionais, demonstrando como esses podem criar oportunidades políticas tanto para movimentos sociais quanto para o Estado. Contribui ainda para reforçar a importância de uma análise interseccional das políticas públicas. Além disso, conversamos sobre a pandemia da covid-19 e traçamos alguns paralelos com a epidemia do Zika. O trabalho de Layla pode ser acessado gratuitamente<a href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-08082018-091628/publico/2017_LaylaDanielePedreiraDeCarvalho_VOrig.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> aqui</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">7309d147-c612-47df-bd70-7c87dcf3572d</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 22:00:02 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576211/a226a44f_ea20_67af_7a0d_c0bc9438470c.mp3" length="51601605" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversei com Layla Carvalho, que é  doutora em Ciência Política pela USP e professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Nossa conversa foi sobre a sua tese de doutorado intitulada Da esterilização...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversei com Layla Carvalho, que é  doutora em Ciência Política pela USP e professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Nossa conversa foi sobre a sua tese de doutorado intitulada Da esterilização ao Zika: interseccionalidade e transnacionalismo nas políticas de saúde para as mulheres. A partir do estudo de caso da elaboração do Programa de Assistência Integral a Saúde da Mulher, na década de 1980, da elaboração do Programa Rede Cegonha e da resposta brasileira à epidemia do vírus Zika, ambos na década de 2010, Layla analisa a maneira como os movimentos sociais e o Estado dialogam estrategicamente com os discursos transnacionais. Seu estudo contribui para uma visão mais crítica dos processos transnacionais, demonstrando como esses podem criar oportunidades políticas tanto para movimentos sociais quanto para o Estado. Contribui ainda para reforçar a importância de uma análise interseccional das políticas públicas. Além disso, conversamos sobre a pandemia da covid-19 e traçamos alguns paralelos com a epidemia do Zika. O trabalho de Layla pode ser acessado gratuitamente<a href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-08082018-091628/publico/2017_LaylaDanielePedreiraDeCarvalho_VOrig.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> aqui</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>3226</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/4f0f76ec28e4fcaa0c8b16132912ed46.jpg"/><itunes:episode>43</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris</title><link>https://www.spreaker.com/episode/regina-facchini-sopa-de-letrinhas-alemdoarcoiris--63576206</link><description><![CDATA[Nessa semana, para celebrar o Orgulho LGBT+, conversei com Regina Facchini sobre o seu clássico livro Sopa de Letrinhas: movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90. Por meio de uma etnografia do grupo CORSA, de São Paulo, realizada entre os anos de 1997 e 2001, e a análise de vasto material documental, Facchini analisou os processos de construção e reconstrução das identidades coletivas do movimento que hoje chamamos de LGBT ou até mesmo de LGBTQIA+. O Sopa é provavelmente mais conhecido pela maneira como organizou a história do movimento LGBT em três ondas distintas, mas mais do que recontar essa história, observar a dança das letrinhas permite analisar uma série de disputas e relações tanto internas ao movimento quanto externas e que envolvem distintos projetos políticos, conexões com organizações internacionais, com o mercado e também com o Estado. É no meio desse processo e atravessado por todos esses fios que as identidades L, G, B e T se constituem e se reconfiguram, nunca como algo essencial, mas sempre relacional. <br /> Esse episódio faz parte campanha #AlémDoArcoÍris que busca incentivar cada vez mais a participação de pessoas LGBTQIA+ na podosfera. A campanha é uma iniciativa da rede #LGBTPodcasters, que nós dos Larvas também participamos.]]></description><guid isPermaLink="false">e41cd53a-30f7-46a4-81cc-5ea8ee215236</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 21:57:38 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576206/aa6282dd_8db4_7029_aab7_6d80eb4b6ffd.mp3" length="49449966" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, para celebrar o Orgulho LGBT+, conversei com Regina Facchini sobre o seu clássico livro Sopa de Letrinhas: movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90. 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É no meio desse processo e atravessado por todos esses fios que as identidades L, G, B e T se constituem e se reconfiguram, nunca como algo essencial, mas sempre relacional. <br /> Esse episódio faz parte campanha #AlémDoArcoÍris que busca incentivar cada vez mais a participação de pessoas LGBTQIA+ na podosfera. 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Mariza analisou os processos judiciais de homicídio e tentativa de homicídio entre casais, que foram julgados pelo Tribunal do Juri de Campinas, entre os anos de 1952 e 1972. Sua pesquisa revela uma complexa dinâmica entre as regras formais do Direito e as normas sociais e de gênero. O que estava em julgamento ali não era apenas se uma violência havia ocorrido, mas uma disputa narrativa sobre a adequação das pessoas envolvidas a determinados papéis sociais e de gênero, de maneira que a violação a esses papeis parecia, de alguma forma, justificar a violação da Lei. Essas conclusões contribuíram para desbancar, no Brasil, o argumento da legítima defesa da honra, que foi frequentemente utilizado para absolver ou diminuir a pena de homens que cometiam violência doméstica. No entanto, as contribuições desse trabalho não se encerram por aí e, como vocês verão, ainda podemos aprender com Mariza sobre uma maneira mais densa e complexa de pensar sobre a violência, sobre a metodologia da pesquisa com processos judiciais e outros documentos oficiais, dentre outras tantas coisas. <br /> Para realizar essa conversa, Regina Facchini e eu conversamos com Adriana Piscitelli, Larissa Nadai e Roberto Efrem Filho. <br /> Esse episódio faz parte de uma parceria maravilhosa entre o Larvas Incendiadas, o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos Sobre Marcadores Sociais da Diferença, o NUMAS da USP e está sendo lançado simultaneamente em nosso feed no formato de áudio, no facebook do Pagu e no canal de youtube do NUMAS, no formato vídeo.]]></description><guid isPermaLink="false">06771231-1275-438f-95a9-36c82c06ef8b</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 21:53:53 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576208/f2af5a6d_9678_d122_1d78_992ce759b267.mp3" length="96001476" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos sobre o clássico livro Morte em Família, de Mariza Corrêa. 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O que estava em julgamento ali não era apenas se uma violência havia ocorrido, mas uma disputa narrativa sobre a adequação das pessoas envolvidas a determinados papéis sociais e de gênero, de maneira que a violação a esses papeis parecia, de alguma forma, justificar a violação da Lei. Essas conclusões contribuíram para desbancar, no Brasil, o argumento da legítima defesa da honra, que foi frequentemente utilizado para absolver ou diminuir a pena de homens que cometiam violência doméstica. No entanto, as contribuições desse trabalho não se encerram por aí e, como vocês verão, ainda podemos aprender com Mariza sobre uma maneira mais densa e complexa de pensar sobre a violência, sobre a metodologia da pesquisa com processos judiciais e outros documentos oficiais, dentre outras tantas coisas. <br /> Para realizar essa conversa, Regina Facchini e eu conversamos com Adriana Piscitelli, Larissa Nadai e Roberto Efrem Filho. <br /> Esse episódio faz parte de uma parceria maravilhosa entre o Larvas Incendiadas, o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos Sobre Marcadores Sociais da Diferença, o NUMAS da USP e está sendo lançado simultaneamente em nosso feed no formato de áudio, no facebook do Pagu e no canal de youtube do NUMAS, no formato vídeo.]]></itunes:summary><itunes:duration>6001</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/88e8dd6b14d0b80092bb99e691612e7e.jpg"/><itunes:episode>41</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Daniela Rezende – Mulheres, partidos e ciência política</title><link>https://www.spreaker.com/episode/daniela-rezende-mulheres-partidos-e-ciencia-politica--63576210</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversei com Daniela Leandro Rezende, que é doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal de Viçosa. Experimentei nesse episódio um novo formato, um pouco mais livre que os tradicionais. Começamos conversando sobre os estudos de gênero e sexualidade na Ciência Política. Abordamos os desafios e resistências dessa área aos nossos temas de pesquisa, mas também sobre como algumas brechas foram e ainda tem sido produzidas. Depois, Daniela nos contou um pouco sobre as pesquisas sobre mulheres e partidos políticos no Brasil e mais especificamente sobre seu recente trabalho que investiga o funcionamento e os efeitos dos departamentos ou setoriais de mulheres nos partidos. Daniela ainda comentou sobre a recente decisão do TSE que recomenda a adoção de cotas de 30% para as candidaturas aos cargos internos aos partidos. Por fim, conversamos brevemente sobre a <a href="http://www.feminismosepolitica.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede de Pesquisas em Feminismos e Política</a>, que busca reunir e fomentar pesquisadoras da Ciência Política e áreas afins que trabalham sobre feminismo, gênero e sexualidade. <br /> Antes de passar para o episódio, tenho alguns recadinhos. Sei que vocês já devem estar sentindo saudades de episódios com a Regina, mas em breve ela volta. Nesse período de quarentena ela, em parceria com a Carol Parreiras, tem tocado um projeto maravilhoso que é o ciclo de debates Gênero e Desigualdades, que vai ao ar toda semana simultaneamente na página do facebook do <a href="https://www.facebook.com/PaguUnicamp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">núcleo Pagu</a>, da UNICAMP, e no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCjNV-tVtCD8xmz6eyOiZYZg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">youtube do NUMAS</a>, da USP. Alguns desses debates ocorrerão em parceria conosco e se tornarão episódios aqui. <br /> O livro Feminismos em Rede, mencionado no episódio pode ser adquirido no <a href="http://www.editorazouk.com.br/pd-69fed1-feminismos-em-rede.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da editora Zouk</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">2a31480b-e3d2-4ede-a185-e131a6e796e7</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 21:50:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576210/70da951e_93d8_ebab_5412_d66ddda076ae.mp3" length="53286415" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversei com Daniela Leandro Rezende, que é doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal de Viçosa. Experimentei nesse episódio um novo formato, um pouco mais livre que os tradicionais. 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Por fim, conversamos brevemente sobre a <a href="http://www.feminismosepolitica.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede de Pesquisas em Feminismos e Política</a>, que busca reunir e fomentar pesquisadoras da Ciência Política e áreas afins que trabalham sobre feminismo, gênero e sexualidade. <br /> Antes de passar para o episódio, tenho alguns recadinhos. Sei que vocês já devem estar sentindo saudades de episódios com a Regina, mas em breve ela volta. Nesse período de quarentena ela, em parceria com a Carol Parreiras, tem tocado um projeto maravilhoso que é o ciclo de debates Gênero e Desigualdades, que vai ao ar toda semana simultaneamente na página do facebook do <a href="https://www.facebook.com/PaguUnicamp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">núcleo Pagu</a>, da UNICAMP, e no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCjNV-tVtCD8xmz6eyOiZYZg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">youtube do NUMAS</a>, da USP. Alguns desses debates ocorrerão em parceria conosco e se tornarão episódios aqui. <br /> O livro Feminismos em Rede, mencionado no episódio pode ser adquirido no <a href="http://www.editorazouk.com.br/pd-69fed1-feminismos-em-rede.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da editora Zouk</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>3331</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/612ddb7df5f0329aa8ae8da7580e8705.jpg"/><itunes:episode>40</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice</title><link>https://www.spreaker.com/episode/guita-grin-debert-a-reinvencao-da-velhice--63576207</link><description><![CDATA[Nessa semana, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de renovação, de fazer com que circulem uma vez mais para que possamos continuar a aprender com eles, sem que isso signifique uma sacralização. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição. <br /> Convidei Guilherme Passamani, que é professor da UFMS, para  entrevistar a antropóloga Guita Grin Debert sobre seu clássico livro A Reinvenção da Velhice: Socialização e Processos de Reprivatização do Envelhecimento. Por meio da análise de políticas públicas e do discurso da gerontologia, Guita investigou as mudanças na construção social da velhice no Brasil, da década de 1990, argumentando pela existência de um processo complexo e paradoxal que por um lado constrói uma ideia positiva e de ganhos da velhice e, por outro, a recoloca como uma responsabilidade individual de sujeitos que supostamente teriam “falhado” em manter seus corpos jovens e saudáveis. Apesar do livro não ter como eixo central o gênero, a obra e a pesquisadora influenciaram e ainda influenciam nosso campo de estudos, sendo peça fundamental para disparar uma série de pesquisas recentes sobre gênero, sexualidade e envelhecimento.]]></description><guid isPermaLink="false">43120e58-2a6f-483b-a612-23f46a3b8281</guid><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 21:48:22 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63576207/b0ee8c60_0ff8_0f98_91e0_422dff9e0092.mp3" length="40338213" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de renovação, de fazer com que circulem uma vez mais para que possamos continuar a aprender...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de renovação, de fazer com que circulem uma vez mais para que possamos continuar a aprender com eles, sem que isso signifique uma sacralização. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição. <br /> Convidei Guilherme Passamani, que é professor da UFMS, para  entrevistar a antropóloga Guita Grin Debert sobre seu clássico livro A Reinvenção da Velhice: Socialização e Processos de Reprivatização do Envelhecimento. Por meio da análise de políticas públicas e do discurso da gerontologia, Guita investigou as mudanças na construção social da velhice no Brasil, da década de 1990, argumentando pela existência de um processo complexo e paradoxal que por um lado constrói uma ideia positiva e de ganhos da velhice e, por outro, a recoloca como uma responsabilidade individual de sujeitos que supostamente teriam “falhado” em manter seus corpos jovens e saudáveis. 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Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada “Nunca fui FEM”. Interseções entre militarismo e normas de gênero na trajetória de combatentes transexuais. A partir de uma etnografia que acompanhou a trajetória de dois homens trans militares, sendo um bombeiro e outro policial militar, Rafaela analisou a maneira como as normas de gênero e as normas da hierarquia militar se relacionam, ora se reforçando mutuamente, ora se chocando, produzindo certas suspensões. Seu trabalho contribui para entendermos melhor como essas instituições militares fazem a gestão das pessoas e dos gêneros, bem como sobre as estratégias que as pessoas trans usam para sobreviver e até perseverar nesses ambientes altamente regulados. É um trabalho que já seria importante por si só, mas que nesse contexto de crescente militarização da segurança pública, da política e da vida ganha uma nova camada de sentido e de relevância.]]></description><guid isPermaLink="false">37485e20-5c5a-45b4-8011-15410ff3daef</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 01:16:52 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481893/5e47dd12_13f3_8b8a_dfa5_3f2d2c00032b.mp3" length="41601024" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Rafaela Vasconcelos, que é doutora em psicologia pela UFMG e atualmente realiza seu pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada “Nunca fui FEM”....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Rafaela Vasconcelos, que é doutora em psicologia pela UFMG e atualmente realiza seu pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada “Nunca fui FEM”. Interseções entre militarismo e normas de gênero na trajetória de combatentes transexuais. A partir de uma etnografia que acompanhou a trajetória de dois homens trans militares, sendo um bombeiro e outro policial militar, Rafaela analisou a maneira como as normas de gênero e as normas da hierarquia militar se relacionam, ora se reforçando mutuamente, ora se chocando, produzindo certas suspensões. Seu trabalho contribui para entendermos melhor como essas instituições militares fazem a gestão das pessoas e dos gêneros, bem como sobre as estratégias que as pessoas trans usam para sobreviver e até perseverar nesses ambientes altamente regulados. É um trabalho que já seria importante por si só, mas que nesse contexto de crescente militarização da segurança pública, da política e da vida ganha uma nova camada de sentido e de relevância.]]></itunes:summary><itunes:duration>2441</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/6c2c82653bc7c0d2da2b15072c414362.jpg"/><itunes:episode>38</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Larissa Pelúcio – Amor em tempos de aplicativos</title><link>https://www.spreaker.com/episode/larissa-pelucio-amor-em-tempos-de-aplicativos--63481894</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a antropóloga Larissa Pelúcio, que é professora da Universidade Estadual Paulista, a UNESP, campus Bauru. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro <a href="http://www.annablume.com.br/loja/product_info.php?products_id=2322&amp;osCsid=rah8cvc27169gem9i46k6t9ki5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amor em Tempos de Aplicativo – Masculinidades Heterossexuais e a nova economia do desejo</a>, publicado pela editora Annablume. A partir de uma série de relações construídas por meio dos aplicativos Adote um Cara, Happn e Tinder, Larissa buscou analisar as maneiras como os afetos, o amor e as masculinidades se transformaram na atualidade, seja pela onipresença das mídias sociais digitais como mediadoras das nossas relações, ou seja por outras mudanças sociais como a emergência pública do discurso feminista e a penetração da lógica neoliberal na esfera social e da intimidade.]]></description><guid isPermaLink="false">70d2b044-af39-4b09-a6fc-533631db3dbe</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 01:11:33 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481894/f15a5c0f_33c8_2253_8b5a_fdcb0670c08d.mp3" length="59373568" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com a antropóloga Larissa Pelúcio, que é professora da Universidade Estadual Paulista, a UNESP, campus Bauru. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com a antropóloga Larissa Pelúcio, que é professora da Universidade Estadual Paulista, a UNESP, campus Bauru. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro <a href="http://www.annablume.com.br/loja/product_info.php?products_id=2322&amp;osCsid=rah8cvc27169gem9i46k6t9ki5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amor em Tempos de Aplicativo – Masculinidades Heterossexuais e a nova economia do desejo</a>, publicado pela editora Annablume. A partir de uma série de relações construídas por meio dos aplicativos Adote um Cara, Happn e Tinder, Larissa buscou analisar as maneiras como os afetos, o amor e as masculinidades se transformaram na atualidade, seja pela onipresença das mídias sociais digitais como mediadoras das nossas relações, ou seja por outras mudanças sociais como a emergência pública do discurso feminista e a penetração da lógica neoliberal na esfera social e da intimidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>3541</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/87e559266e56496f18b9d8686946f3fd.jpg"/><itunes:episode>37</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Gabriel Galil – Direitos LGBTI na ONU</title><link>https://www.spreaker.com/episode/gabriel-galil-direitos-lgbti-na-onu--63481899</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Gabriel Galil que é advogado, mestre em Direito Internacional pela UERJ e consultor em Direito Internacional. Nossa conversa foi sobre sua dissertação intitulada Fora do armário, além das fronteiras: a proibição de discriminação com base em orientação sexual e identidade de gênero no sistema global de direitos humanos e que em breve será lançada como livro pela editora Lumen Juris. Apesar da inexistência de tratados internacionais que explicitamente prevejam proteções com base em orientação sexual e identidade de gênero, poderíamos afirmar que essa proteção existe no Direito Internacional? É com essa pergunta de partida que Gabriel vai se debruçar sobre os debates e produções normativas da ONU analisando em que medida nas últimas décadas vai se criando um costume internacional que serviria como fonte do direito para a proteção das pessoas LGBTI no mundo. <br /> Queria ainda deixar aqui um abraço carinhoso para todas as pessoas que estão ouvindo esse episódio nesse momento difícil em que estamos vivendo. Espero que a minha voz e a do Gabriel possam te fazer companhia no isolamento ou no trabalho, e permita, ao menos por alguns minutos, espairecer. <br /> O Larvas faz parte da <a href="https://lgbtpodcasters.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">#LGBTPodcasters</a> um movimento criado para divulgar podcasts brasileiros produzidos e direcionados para pessoas LGBTQI+. Busque em nosso site os podcasts parceiros e busque pela hashtag nas redes sociais para encontrar diversos conteúdos.]]></description><guid isPermaLink="false">f3632c14-938a-4ef6-ae72-bacd430bc276</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 01:08:42 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481899/02d2f607_ad69_605d_7616_793c62d34fe9.mp3" length="45441024" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Gabriel Galil que é advogado, mestre em Direito Internacional pela UERJ e consultor em Direito Internacional. 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É com essa pergunta de partida que Gabriel vai se debruçar sobre os debates e produções normativas da ONU analisando em que medida nas últimas décadas vai se criando um costume internacional que serviria como fonte do direito para a proteção das pessoas LGBTI no mundo. <br /> Queria ainda deixar aqui um abraço carinhoso para todas as pessoas que estão ouvindo esse episódio nesse momento difícil em que estamos vivendo. Espero que a minha voz e a do Gabriel possam te fazer companhia no isolamento ou no trabalho, e permita, ao menos por alguns minutos, espairecer. <br /> O Larvas faz parte da <a href="https://lgbtpodcasters.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">#LGBTPodcasters</a> um movimento criado para divulgar podcasts brasileiros produzidos e direcionados para pessoas LGBTQI+. 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Nossa conversa foi sobre seu mais novo livro <a href="https://www.editoraappris.com.br/produto/3794-afro-latinos-em-movimento-protesto-negro-e-ativismo-institucional-no-brasil-e-na-colmbia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Afro-Latinos em Movimento: Protesto Negro e Ativismo Institucional no Brasil e na Colômbia</a>. Em seu trabalho, Cristiano analisa e compara as formas de organização, estratégias de ação e relação com o Estado dos movimentos negros do Brasil e da Colômbia, entre as décadas de 1970 e meados de 2010. É um trabalho interessantíssimo e que se diferencia de outros por comparar dois casos latino-americanos e por se interessar em analisar as relações entre movimentos sociais, Estado e a produção de conhecimento sobre pessoas negras.O livro está a venda no site da <a href="https://www.editoraappris.com.br/produto/3794-afro-latinos-em-movimento-protesto-negro-e-ativismo-institucional-no-brasil-e-na-colmbia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">editora</a> e outras plataformas virtuais. <br /> Além disso, estamos sorteando uma cópia do livro assinada por  Cristiano. Para participar, vá em nosso instagram, comente no post do episódio e marque duas pessoas. O resultado do sorteio será divulgado na segunda-feira, dia 30 de março de 2020.]]></description><guid isPermaLink="false">69a3a20d-f484-431d-997d-575dbbeeea8f</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 01:06:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481900/87679512_01ba_c83e_f8e7_61fe27f253eb.mp3" length="38401565" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Cristiano Rodrigues que é doutor em Sociologia pelo IESP/UERJ e professor do Departamento de Ciência Política da UFMG. Nossa conversa foi sobre seu mais novo livro...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Cristiano Rodrigues que é doutor em Sociologia pelo IESP/UERJ e professor do Departamento de Ciência Política da UFMG. Nossa conversa foi sobre seu mais novo livro <a href="https://www.editoraappris.com.br/produto/3794-afro-latinos-em-movimento-protesto-negro-e-ativismo-institucional-no-brasil-e-na-colmbia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Afro-Latinos em Movimento: Protesto Negro e Ativismo Institucional no Brasil e na Colômbia</a>. Em seu trabalho, Cristiano analisa e compara as formas de organização, estratégias de ação e relação com o Estado dos movimentos negros do Brasil e da Colômbia, entre as décadas de 1970 e meados de 2010. É um trabalho interessantíssimo e que se diferencia de outros por comparar dois casos latino-americanos e por se interessar em analisar as relações entre movimentos sociais, Estado e a produção de conhecimento sobre pessoas negras.O livro está a venda no site da <a href="https://www.editoraappris.com.br/produto/3794-afro-latinos-em-movimento-protesto-negro-e-ativismo-institucional-no-brasil-e-na-colmbia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">editora</a> e outras plataformas virtuais. <br /> Além disso, estamos sorteando uma cópia do livro assinada por  Cristiano. Para participar, vá em nosso instagram, comente no post do episódio e marque duas pessoas. 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Quando a Aline Hack me avisou que iria passar suas férias em Viçosa (Minas Gerais), e que iria gravar com a Elisabeth Cardoso, eu fiquei tão feliz com a ideia que fui logo avisando: eu vou querer respostar esse episódio! Depois que escutei o episódio pronto, tive ainda mais certeza que precisava compartilhar com vocês. <br /> A Aline conversou com a Elisabeth Cardoso e a Liliam Telles. A  Elisabeth é agrônoma do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA ZM) e parte do grupo de trabalho de mulheres na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA). A Liliam é militante da Marcha Mundial das Mulheres, engenheira florestal, integrante do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata e também compõe o GT de mulheres da ANA. <br /> A agroecologia é produção de conhecimento e movimento social ao mesmo tempo, defendendo um outro modo de produção agrícola e de relação com o alimento, o território e o mundo. Falando assim parece algo utópico, mas é uma realidade em diversos lugares do mundo, inclusive alguns bem próximos de nós. Além disso, como perceberemos nesse episódio as mulheres tem um lugar central na agroecologia. <br /> O episódio inteiro está muito bom, mas eu gostaria que vocês dessem especial atenção ao momento em que a Elisabeth fala das Cadernetas Agroecológicas. Esse instrumento, para mim, é genial. Além de ter sido uma excelente ferramenta de pesquisa, é política pura. Por meio da anotação cotidiana do que as mulheres consumiam, vendiam, doavam ou trocavam, essa caderneta deu visibilidade ao valor daquilo que as mulheres produzem em seus quintais, criando reconhecimento para um trabalho que é quase sempre não considerado. Isso ajuda a avançar no conhecimento sobre a vida das mulheres e sobre a produção de renda nessas famílias, mas também efetivamente empodera as mulheres que participaram da pesquisa. Você pode baixar o relatório da pesquisa com as cadernetas no site do CTA ZM: <a href="https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdf</a><br /> Agradeço enormemente à Aline Hack, do Olhares Podcast, pela  autorização para repostar esse episódio. Aliás, se você que está ouvindo aqui ainda não é ouvinte do Olhares, corre e assina o feed lá também.]]></description><guid isPermaLink="false">f840bf53-0f6c-41c0-9559-8806f824363a</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 01:04:26 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481895/2cac6c79_9ec6_d42e_c318_691afe2f015c.mp3" length="34098083" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio dessa semana é um repost do http://olharespodcast.com.br.  Quando a Aline Hack me avisou que iria passar suas férias em Viçosa (Minas Gerais), e que iria gravar com a Elisabeth Cardoso, eu fiquei tão feliz com a ideia que fui logo avisando:...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio dessa semana é um repost do <a href="http://olharespodcast.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olhares Podcast</a>.  Quando a Aline Hack me avisou que iria passar suas férias em Viçosa (Minas Gerais), e que iria gravar com a Elisabeth Cardoso, eu fiquei tão feliz com a ideia que fui logo avisando: eu vou querer respostar esse episódio! Depois que escutei o episódio pronto, tive ainda mais certeza que precisava compartilhar com vocês. <br /> A Aline conversou com a Elisabeth Cardoso e a Liliam Telles. A  Elisabeth é agrônoma do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA ZM) e parte do grupo de trabalho de mulheres na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA). A Liliam é militante da Marcha Mundial das Mulheres, engenheira florestal, integrante do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata e também compõe o GT de mulheres da ANA. <br /> A agroecologia é produção de conhecimento e movimento social ao mesmo tempo, defendendo um outro modo de produção agrícola e de relação com o alimento, o território e o mundo. Falando assim parece algo utópico, mas é uma realidade em diversos lugares do mundo, inclusive alguns bem próximos de nós. Além disso, como perceberemos nesse episódio as mulheres tem um lugar central na agroecologia. <br /> O episódio inteiro está muito bom, mas eu gostaria que vocês dessem especial atenção ao momento em que a Elisabeth fala das Cadernetas Agroecológicas. Esse instrumento, para mim, é genial. Além de ter sido uma excelente ferramenta de pesquisa, é política pura. Por meio da anotação cotidiana do que as mulheres consumiam, vendiam, doavam ou trocavam, essa caderneta deu visibilidade ao valor daquilo que as mulheres produzem em seus quintais, criando reconhecimento para um trabalho que é quase sempre não considerado. Isso ajuda a avançar no conhecimento sobre a vida das mulheres e sobre a produção de renda nessas famílias, mas também efetivamente empodera as mulheres que participaram da pesquisa. Você pode baixar o relatório da pesquisa com as cadernetas no site do CTA ZM: <a href="https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ctazm.org.br/bibliotecas/caderneta-agroecologica-e-os-quintais-270.pdf</a><br /> Agradeço enormemente à Aline Hack, do Olhares Podcast, pela  autorização para repostar esse episódio. Aliás, se você que está ouvindo aqui ainda não é ouvinte do Olhares, corre e assina o feed lá também.]]></itunes:summary><itunes:duration>2132</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/335fe123d4a0dfbeccfec623e035564c.jpg"/><itunes:episode>34</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Thiago Ranniery &amp; Luan Cassal – Educação, currículo e teoria queer</title><link>https://www.spreaker.com/episode/thiago-ranniery-luan-cassal-educacao-curriculo-e-teoria-queer--63481896</link><description><![CDATA[No episódio de hoje, Luan Cassal entrevistou Thiago Ranniery. Luan é doutor em psicologia pela UFF e atualmente faz um novo doutorado em educação na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Já Ranniery é biólogo, com doutorado em educação pela UFRJ. A conversa foi sobre a pesquisa de doutorado de Thiago Ranniery que resultou na tese Corpos feitos de plástico, pó e glitter: currículos para dicções heterogêneas e visibilidades improváveis. Em sua pesquisa, Ranniery buscou operar um deslocamento queer do pensamento curricular, combinando algumas andanças e experiências em escolas e cenas lgbt de Aracaju, com um forte diálogo com as teorias queer e póscoloniais. Seu trabalho contribui para o campo de estudos de educação, gênero e sexualidade ao oferecer uma narrativa sobre a escola que se recusa a pensá-la única e exclusivamente como o local da violência e da reprodução dos comportamentos normativos. Além disso, oferece um olhar para o contexto de Aracaju, revelando como gênero, sexualidade, raça, modernidade e colonialismo se atravessam. O trabalho de Thiago Ranniery pode ser baixado gratuitamente em: <a href="https://www.academia.edu/30134853/Corpos_feitos_de_pl%C3%A1stico_p%C3%B3_e_glitter_curr%C3%ADculos_para_dic%C3%A7%C3%B5es_heterog%C3%AAneas_e_visibilidades_improv%C3%A1veis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.academia.edu/30134853/Corpos_feitos_de_pl%C3%A1stico_p%C3%B3_e_glitter_curr%C3%ADculos_para_dic%C3%A7%C3%B5es_heterog%C3%AAneas_e_visibilidades_improv%C3%A1veis</a>]]></description><guid isPermaLink="false">7fabbf25-95cb-4931-812c-1a3f6ef1b1bd</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 00:43:59 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481896/b97eabfe_bea7_61c2_80db_3498111d1cd3.mp3" length="48641646" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje, Luan Cassal entrevistou Thiago Ranniery. Luan é doutor em psicologia pela UFF e atualmente faz um novo doutorado em educação na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Já Ranniery é biólogo, com doutorado em educação pela UFRJ....</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje, Luan Cassal entrevistou Thiago Ranniery. Luan é doutor em psicologia pela UFF e atualmente faz um novo doutorado em educação na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Já Ranniery é biólogo, com doutorado em educação pela UFRJ. A conversa foi sobre a pesquisa de doutorado de Thiago Ranniery que resultou na tese Corpos feitos de plástico, pó e glitter: currículos para dicções heterogêneas e visibilidades improváveis. Em sua pesquisa, Ranniery buscou operar um deslocamento queer do pensamento curricular, combinando algumas andanças e experiências em escolas e cenas lgbt de Aracaju, com um forte diálogo com as teorias queer e póscoloniais. Seu trabalho contribui para o campo de estudos de educação, gênero e sexualidade ao oferecer uma narrativa sobre a escola que se recusa a pensá-la única e exclusivamente como o local da violência e da reprodução dos comportamentos normativos. Além disso, oferece um olhar para o contexto de Aracaju, revelando como gênero, sexualidade, raça, modernidade e colonialismo se atravessam. O trabalho de Thiago Ranniery pode ser baixado gratuitamente em: <a href="https://www.academia.edu/30134853/Corpos_feitos_de_pl%C3%A1stico_p%C3%B3_e_glitter_curr%C3%ADculos_para_dic%C3%A7%C3%B5es_heterog%C3%AAneas_e_visibilidades_improv%C3%A1veis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.academia.edu/30134853/Corpos_feitos_de_pl%C3%A1stico_p%C3%B3_e_glitter_curr%C3%ADculos_para_dic%C3%A7%C3%B5es_heterog%C3%AAneas_e_visibilidades_improv%C3%A1veis</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3041</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/068664baf100c79c2f02501efaa1ebcb.jpg"/><itunes:episode>33</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Fernanda Benvenutty [Memória LGBTI]</title><link>https://www.spreaker.com/episode/fernanda-benvenutty-memoria-lgbti--63481901</link><description><![CDATA[O episódio de hoje é uma homenagem a Fernanda Benvenutty, travesti, paraibana, ativista, mãe, técnica de enfermagem e carnavalesca. Fernanda nos deixou no domingo, dia 02 de fevereiro de 2020, entre o carnaval e o dia da visibilidade trans, duas datas que tanto marcaram quanto foram marcadas por ela.  <br /> A forma que temos de homenagear Fernanda é fazendo sua voz ser ouvida mais uma vez, para que ecoe e possamos aprender com a sua experiência. É difícil apresentar Fernanda, pois essa foi e fez muitas coisas em sua vida. Nasceu no interior da Paraíba na década de 1960, saiu de casa ainda adolescente, trabalhou de doméstica, babá, artista circense e tantas outras profissões para sobreviver. Estudou técnica de enfermagem e se tornou parteira, trabalhou em diversos hospitais e dedicou muito da sua vida à luta pela saúde pública.  <br /> Na militância, teve importância em seu estado e também em âmbito nacional. Em outubro de 2002 fundou a ASTRAPA – Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba, organização que até hoje existe e atua naquele estado na defesa dos direitos das pessoas trans. Durante os anos de 2004 a 2008 se tornou vice-presidenta da <a href="http://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais</a>. Representando a ANTRA participou da elaboração do Programa Brasil Sem Homofobia, do Processo Transexualizador e de tantas outras políticas públicas para a população LGBT. Acreditava na ocupação dos espaços institucionais como forma de promover mudanças sociais mais amplas e por mais de uma vez se lançou candidata pelo Partido dos Trabalhadores. Seu legado para esse país é amplo e não será esquecido. <br /> Selecionei algumas gravações de falas da Fernanda que assisti para compartilhar com vocês. São falas que a ativista fez durante eventos públicos que acompanhei e gravei para a minha pesquisa de doutorado. Mais especificamente, estou utilizando um pedaço de uma fala feita no XXII ENTLAIDS, realizado no ano de 2017, na cidade de Teresina (PI). E dois pedaços de falas que Fernanda fez, em 2016, em um evento organizado pela profa. Flávia Teixeira da Universidade Federal de Uberlândia. Como a gravação não foi feita pensando em publicar em um podcast, a qualidade do som não é perfeita e há uma série de ruídos ou barulhos da plateia. <br /> É claro que o que vocês ouvirão é apenas um recorte de quem foi a Fernanda, a partir dos meus encontros com ela. Eu era um estudante de doutorado pesquisando o movimento trans e Fernanda, uma das ativistas centrais daquele movimento. Ela foi uma figura importante nessa minha trajetória, não apenas pelo local que ocupava no movimento, mas também pelo conteúdo de suas falas, por nossas conversas e trocas de carinho. Fernanda era extremamente inteligente, alegre, enérgica e dona de uma personalidade forte. Mesmo sem querer acabava por se destacar nos lugares. Não se calava quando via ou ouvia algo que não concordava, mesmo quando sabia que suas posições eram consideradas polêmicas ou controversas. Nossas conversas eram intensas, Fernanda discordava radicalmente de várias das minhas ideias e aprendi muito com essas discussões. Tenho insistido em minhas produções que o conhecimento não é produzido apenas nas universidades e espaços formais de saber. Fernanda e o movimento trans produziram e ainda produzem muito conhecimento. Espero que com esses pedacinhos áudio eu possa honrar a sua história e compartilhar com vocês o conhecimento que ela ainda tem a nos passar.]]></description><guid isPermaLink="false">50c040c8-84c0-4d0b-b7c7-3791014b8ea0</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 00:34:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481901/4288bebd_a2e4_2009_a3d9_8cb994552d6e.mp3" length="46716014" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio de hoje é uma homenagem a Fernanda Benvenutty, travesti, paraibana, ativista, mãe, técnica de enfermagem e carnavalesca. Fernanda nos deixou no domingo, dia 02 de fevereiro de 2020, entre o carnaval e o dia da visibilidade trans, duas datas...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio de hoje é uma homenagem a Fernanda Benvenutty, travesti, paraibana, ativista, mãe, técnica de enfermagem e carnavalesca. Fernanda nos deixou no domingo, dia 02 de fevereiro de 2020, entre o carnaval e o dia da visibilidade trans, duas datas que tanto marcaram quanto foram marcadas por ela.  <br /> A forma que temos de homenagear Fernanda é fazendo sua voz ser ouvida mais uma vez, para que ecoe e possamos aprender com a sua experiência. É difícil apresentar Fernanda, pois essa foi e fez muitas coisas em sua vida. Nasceu no interior da Paraíba na década de 1960, saiu de casa ainda adolescente, trabalhou de doméstica, babá, artista circense e tantas outras profissões para sobreviver. Estudou técnica de enfermagem e se tornou parteira, trabalhou em diversos hospitais e dedicou muito da sua vida à luta pela saúde pública.  <br /> Na militância, teve importância em seu estado e também em âmbito nacional. Em outubro de 2002 fundou a ASTRAPA – Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba, organização que até hoje existe e atua naquele estado na defesa dos direitos das pessoas trans. Durante os anos de 2004 a 2008 se tornou vice-presidenta da <a href="http://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais</a>. Representando a ANTRA participou da elaboração do Programa Brasil Sem Homofobia, do Processo Transexualizador e de tantas outras políticas públicas para a população LGBT. Acreditava na ocupação dos espaços institucionais como forma de promover mudanças sociais mais amplas e por mais de uma vez se lançou candidata pelo Partido dos Trabalhadores. Seu legado para esse país é amplo e não será esquecido. <br /> Selecionei algumas gravações de falas da Fernanda que assisti para compartilhar com vocês. São falas que a ativista fez durante eventos públicos que acompanhei e gravei para a minha pesquisa de doutorado. Mais especificamente, estou utilizando um pedaço de uma fala feita no XXII ENTLAIDS, realizado no ano de 2017, na cidade de Teresina (PI). E dois pedaços de falas que Fernanda fez, em 2016, em um evento organizado pela profa. Flávia Teixeira da Universidade Federal de Uberlândia. Como a gravação não foi feita pensando em publicar em um podcast, a qualidade do som não é perfeita e há uma série de ruídos ou barulhos da plateia. <br /> É claro que o que vocês ouvirão é apenas um recorte de quem foi a Fernanda, a partir dos meus encontros com ela. Eu era um estudante de doutorado pesquisando o movimento trans e Fernanda, uma das ativistas centrais daquele movimento. Ela foi uma figura importante nessa minha trajetória, não apenas pelo local que ocupava no movimento, mas também pelo conteúdo de suas falas, por nossas conversas e trocas de carinho. Fernanda era extremamente inteligente, alegre, enérgica e dona de uma personalidade forte. Mesmo sem querer acabava por se destacar nos lugares. Não se calava quando via ou ouvia algo que não concordava, mesmo quando sabia que suas posições eram consideradas polêmicas ou controversas. Nossas conversas eram intensas, Fernanda discordava radicalmente de várias das minhas ideias e aprendi muito com essas discussões. Tenho insistido em minhas produções que o conhecimento não é produzido apenas nas universidades e espaços formais de saber. Fernanda e o movimento trans produziram e ainda produzem muito conhecimento. Espero que com esses pedacinhos áudio eu possa honrar a sua história e compartilhar com vocês o conhecimento que ela ainda tem a nos passar.]]></itunes:summary><itunes:duration>2920</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/1dbcaae177a721c41c4309106e8943a2.jpg"/><itunes:episode>32</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Benedito Medrado – Ativismos e estudos de masculinidades no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/benedito-medrado-ativismos-e-estudos-de-masculinidades-no-brasil--63481898</link><description><![CDATA[Depois de um período de férias, retornarmos as atividades e com mais energia do que nunca. Para começar 2020, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Essa semana, Regina Facchini conversou com Benedito Medrado que é professor do Departamento de Psicologia da UFPE. A conversa costurou um balanço dos estudos de masculinidade do Brasil com a história do <a href="http://institutopapai.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Papai</a>, uma organização pioneira nos trabalhos sobre masculinidades na América Latina e que no último 10 de janeiro comemorou 23 anos de atuação. <br /> Antes de passar para nossa conversa, temos alguns lembretes e avisos. Em 2020, continuaremos publicando nossos episódios quinzenais às quartas-feiras. Nosso trabalho é e sempre será disponível gratuitamente para todas as pessoas. Se você gosta dos nossos episódios, ajude compartilhando com amigos e amigas, comentando nas redes sociais ou se tornando um dos nossos financiadores. Você encontra mais informações na aba apoie de nosso site. <br /> O Larvas faz parte do <a href="http://desaprender.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Desaprender</a>, uma rede de podcasts que abordam o tema da educação por diversas perspectivas. Além de nós, integra o Desaprender o <a href="https://desaprender.com.br/entrefraldas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre Fraldas</a> e o <a href="https://desaprender.com.br/dadtalks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dadtalks</a>, dois podcasts sobre paternidade e que tem tudo a ver com esse nosso episódio. Também fazemos parte da recém criada rede <a href="http://lgbtpodcasters.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LGBTPodcasters</a> para fortalecer e divulgar podcasts feitos por e para pessoas LGBT. Procure pela #lgbtpodcasters nas redes sociais para encontrar os conteúdos de nossos podcasts parceiros. <br /> Por fim, gostaríamos de agradecer publicamente ao <a href="http://www.fafich.ufmg.br/nepem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher</a> (NEPEM) da UFMG e o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a> da UNICAMP. A parceria com esses núcleos tem sido fundamental para o sucesso de nosso podcast.]]></description><guid isPermaLink="false">0ef34d06-6237-4395-a5c1-b45636c5e041</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 00:30:27 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481898/5201a768_d3a8_8896_349b_c9eae775a8d1.mp3" length="64161666" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Depois de um período de férias, retornarmos as atividades e com mais energia do que nunca. Para começar 2020, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Essa semana, Regina Facchini conversou com Benedito Medrado que é...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Depois de um período de férias, retornarmos as atividades e com mais energia do que nunca. Para começar 2020, trazemos mais um episódio da nossa série Incendiando os Clássicos. Essa semana, Regina Facchini conversou com Benedito Medrado que é professor do Departamento de Psicologia da UFPE. A conversa costurou um balanço dos estudos de masculinidade do Brasil com a história do <a href="http://institutopapai.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Papai</a>, uma organização pioneira nos trabalhos sobre masculinidades na América Latina e que no último 10 de janeiro comemorou 23 anos de atuação. <br /> Antes de passar para nossa conversa, temos alguns lembretes e avisos. Em 2020, continuaremos publicando nossos episódios quinzenais às quartas-feiras. Nosso trabalho é e sempre será disponível gratuitamente para todas as pessoas. Se você gosta dos nossos episódios, ajude compartilhando com amigos e amigas, comentando nas redes sociais ou se tornando um dos nossos financiadores. Você encontra mais informações na aba apoie de nosso site. <br /> O Larvas faz parte do <a href="http://desaprender.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Desaprender</a>, uma rede de podcasts que abordam o tema da educação por diversas perspectivas. Além de nós, integra o Desaprender o <a href="https://desaprender.com.br/entrefraldas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre Fraldas</a> e o <a href="https://desaprender.com.br/dadtalks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dadtalks</a>, dois podcasts sobre paternidade e que tem tudo a ver com esse nosso episódio. Também fazemos parte da recém criada rede <a href="http://lgbtpodcasters.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LGBTPodcasters</a> para fortalecer e divulgar podcasts feitos por e para pessoas LGBT. Procure pela #lgbtpodcasters nas redes sociais para encontrar os conteúdos de nossos podcasts parceiros. <br /> Por fim, gostaríamos de agradecer publicamente ao <a href="http://www.fafich.ufmg.br/nepem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher</a> (NEPEM) da UFMG e o <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a> da UNICAMP. A parceria com esses núcleos tem sido fundamental para o sucesso de nosso podcast.]]></itunes:summary><itunes:duration>4011</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7fa4343bff76d9f70c0ef552e884b439.jpg"/><itunes:episode>31</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Maíra Moreira – O feminismo é feminino?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/maira-moreira-o-feminismo-e-feminino--63481680</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga, mestra em psicologia pela UFMG e doutoranda em processos psicossociais pela PUC Minas. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a subversão da identidade, publicado pela editora Annablume.  Com essa pergunta instigante e com diversos sentidos possíveis, Maíra se propõe a fazer uma aproximação entre a psicanálise lacaniana, em especial a noção de feminino em Lacan, com a teoria queer da filosofa feminista Judith Butler. É um trabalho que busca, a partir dessa dupla aproximação, repensar os modos contemporâneos de se fazer política e expandir os nossos horizontes de possibilidades. <br /> O livro de Maíra pode ser comprado no <a href="https://www.livrariascriptum.com.br/produtos/o-feminismo-e-feminino-a-inexistencia-da-mulher-e-a-subversao-da-identidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da editora</a>. <br /> Com esse episódio, nos despedimos de 2019. Foi um ano muito intenso para nós. Foram 28 episódios, divulgando algumas das melhores pesquisas recentes em gênero e sexualidade. Alcançamos todos os estados do Brasil e mais de 14 países estrangeiros. E isso só em nosso primeiro ano de existência. Agora, vamos dar um pequeno intervalo para descansar, mas não se esqueçam da gente! Em janeiro retornaremos com novos episódios para vocês. <br /> Aviso]]></description><guid isPermaLink="false">ea8ad1c3-6760-4eff-a134-f91b5dc01742</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 00:27:40 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481680/2cac6c79_9ec6_d42e_c318_691afe2f015c.mp3" length="34098083" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga, mestra em psicologia pela UFMG e doutoranda em processos psicossociais pela PUC Minas. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Maíra Marcondes Moreira que é psicóloga, mestra em psicologia pela UFMG e doutoranda em processos psicossociais pela PUC Minas. Nossa conversa foi sobre seu livro O Feminismo é Feminino? A inexistência da mulher e a subversão da identidade, publicado pela editora Annablume.  Com essa pergunta instigante e com diversos sentidos possíveis, Maíra se propõe a fazer uma aproximação entre a psicanálise lacaniana, em especial a noção de feminino em Lacan, com a teoria queer da filosofa feminista Judith Butler. É um trabalho que busca, a partir dessa dupla aproximação, repensar os modos contemporâneos de se fazer política e expandir os nossos horizontes de possibilidades. <br /> O livro de Maíra pode ser comprado no <a href="https://www.livrariascriptum.com.br/produtos/o-feminismo-e-feminino-a-inexistencia-da-mulher-e-a-subversao-da-identidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da editora</a>. <br /> Com esse episódio, nos despedimos de 2019. Foi um ano muito intenso para nós. Foram 28 episódios, divulgando algumas das melhores pesquisas recentes em gênero e sexualidade. Alcançamos todos os estados do Brasil e mais de 14 países estrangeiros. E isso só em nosso primeiro ano de existência. Agora, vamos dar um pequeno intervalo para descansar, mas não se esqueçam da gente! Em janeiro retornaremos com novos episódios para vocês. <br /> Aviso]]></itunes:summary><itunes:duration>2132</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/20047f4da5ad30307e54ec630e5ce621.jpg"/><itunes:episode>30</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Gabriela Calazans – As políticas de aids fracassaram?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/gabriela-calazans-as-politicas-de-aids-fracassaram--63481681</link><description><![CDATA[Essa é a segunda parte de nossa conversa com a Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Se você ainda não escutou a primeira parte, corre e escuta porque a Gabriela nos contou sobre a história da epidemia e das políticas da aids no Brasil. Agora nessa parte, vamos aprofundar na análise que a pesquisadora desenvolveu em sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. É um trabalho muito rico que ajuda a avançar na nossa compreensão das políticas públicas para HIV e Aids no Brasil, permitindo observar com clareza alguns aspectos em que a política fracassou e aprimorá-la. Você pode baixar gratuitamente o trabalho da Gabriela em: <a href="http://bit.ly/2RCsNwW" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2RCsNwW</a><br /> Antes de passar para o episódio, temos um anúncio. Nós já usávamos a #lgbtpodcasters para divulgar nossos episódios, agora, inspirados pelas mulheres podcasters estamos buscando ir além da hashtag e construir uma rede de apoio entre podcasters LGBT. Procure por <a href="https://lgbtpodcasters.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lgbtpodcasters</a> em todas as redes sociais para conhecer mais do nosso trabalho. Além disso, se você é uma pessoa lgbt que produz conteúdo em podcast, vem colar com a gente nessa iniciativa e use a #lgbtpodcasters para divulgar  seu conteúdo.]]></description><guid isPermaLink="false">122a8687-68a0-44a0-a38f-c8bafe189003</guid><pubDate>Fri, 27 Dec 2024 00:25:19 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63481681/fcc6bfb1_df30_9e35_54d8_95abfeaf9114.mp3" length="42258318" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Essa é a segunda parte de nossa conversa com a Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Se você ainda não escutou a primeira parte, corre e escuta porque a Gabriela nos contou sobre a história da epidemia...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Essa é a segunda parte de nossa conversa com a Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Se você ainda não escutou a primeira parte, corre e escuta porque a Gabriela nos contou sobre a história da epidemia e das políticas da aids no Brasil. Agora nessa parte, vamos aprofundar na análise que a pesquisadora desenvolveu em sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. É um trabalho muito rico que ajuda a avançar na nossa compreensão das políticas públicas para HIV e Aids no Brasil, permitindo observar com clareza alguns aspectos em que a política fracassou e aprimorá-la. Você pode baixar gratuitamente o trabalho da Gabriela em: <a href="http://bit.ly/2RCsNwW" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2RCsNwW</a><br /> Antes de passar para o episódio, temos um anúncio. Nós já usávamos a #lgbtpodcasters para divulgar nossos episódios, agora, inspirados pelas mulheres podcasters estamos buscando ir além da hashtag e construir uma rede de apoio entre podcasters LGBT. Procure por <a href="https://lgbtpodcasters.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lgbtpodcasters</a> em todas as redes sociais para conhecer mais do nosso trabalho. Além disso, se você é uma pessoa lgbt que produz conteúdo em podcast, vem colar com a gente nessa iniciativa e use a #lgbtpodcasters para divulgar  seu conteúdo.]]></itunes:summary><itunes:duration>2642</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5005496a9054170eff56d7e5a020045c.jpg"/><itunes:episode>29</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Gabriela Calazans – História das políticas de Aids no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/gabriela-calazans-historia-das-politicas-de-aids-no-brasil--63480689</link><description><![CDATA[Conversamos com Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga, mestra em psicologia e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Atualmente, é pesquisadora vinculada ao Laboratório Processamento de Dados Biomédicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. Tivemos um papo tão gostoso e importante que acabou durando horas. E aí, resolvemos dividir a conversa em dois episódios especiais que integram nossa campanha para o Dezembro Vermelho contra à AIDS. No episódio de hoje, Gabriela vai nos contar sobre a história das políticas de prevenção ao hiv e aids no Brasil. História essa que fez parte da sua vida e também da sua pesquisa de doutorado. No próximo episódio, adentraremos na maneira como ela analisa criticamente como essas políticas tem funcionado. <br /> O trabalho de Gabriela pode ser baixado gratuitamente aqui: <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-22102018-120508/pt-br.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-22102018-120508/pt-br.php</a>]]></description><guid isPermaLink="false">8a26bea2-a7da-45bb-8c8c-0263059c356f</guid><pubDate>Thu, 26 Dec 2024 21:10:24 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63480689/4f1d6bbb_1293_0664_6952_12ae27ca80cb.mp3" length="47349286" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Conversamos com Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga, mestra em psicologia e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Atualmente, é pesquisadora vinculada ao Laboratório Processamento de Dados Biomédicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Conversamos com Gabriela Junqueira Calazans que é psicóloga, mestra em psicologia e doutora em Medicina Preventiva pela USP. Atualmente, é pesquisadora vinculada ao Laboratório Processamento de Dados Biomédicos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado intitulada Políticas públicas de saúde e reconhecimento: um estudo sobre prevenção da infecção pelo HIV para homens que fazem sexo com homens na cidade de São Paulo. Tivemos um papo tão gostoso e importante que acabou durando horas. E aí, resolvemos dividir a conversa em dois episódios especiais que integram nossa campanha para o Dezembro Vermelho contra à AIDS. No episódio de hoje, Gabriela vai nos contar sobre a história das políticas de prevenção ao hiv e aids no Brasil. História essa que fez parte da sua vida e também da sua pesquisa de doutorado. No próximo episódio, adentraremos na maneira como ela analisa criticamente como essas políticas tem funcionado. <br /> O trabalho de Gabriela pode ser baixado gratuitamente aqui: <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-22102018-120508/pt-br.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-22102018-120508/pt-br.php</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2960</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/fe768ad76d9e13c316db49692e981598.jpg"/><itunes:episode>28</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Néstor Perlongher – O negócio do michê, com Julio Simões</title><link>https://www.spreaker.com/episode/nestor-perlongher-o-negocio-do-miche-com-julio-simoes--63480690</link><description><![CDATA[No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do <a href="https://www.facebook.com/numasusp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NUMAS  – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade.]]></description><guid isPermaLink="false">edea4328-c35c-409f-9246-9178fcbed0d1</guid><pubDate>Thu, 26 Dec 2024 20:46:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63480690/29d55454_019a_357d_1f25_c12f615abff9.mp3" length="48001740" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do https://www.facebook.com/numasusp/. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[No episódio de hoje, Regina Facchini entrevistou Júlio Simões, que é antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do <a href="https://www.facebook.com/numasusp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NUMAS  – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença</a>. A conversa foi sobre o clássico livro O Negócio do Michê, do poeta e antropólogo argentino Néstor Perlongher. Entre os anos de 1982 e 1985, Perlongher se jogou nas ruas de São Paulo para etnografar a prostituição viril que ali ocorria, buscando analisar as dinâmicas de poder e desejo que atravessavam essa prática, além dos processos de territorialização e desterritorialização do espaço urbano, dos corpos e das identidades. Esse rico trabalho até hoje influencia diversos campos do saber como a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade.]]></itunes:summary><itunes:duration>3001</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/5c4d6fcd0fa6388dfa07cf835099898a.jpg"/><itunes:episode>27</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>LGBT no Podcast (Com POC de Cultura, Podcastão e Santíssima Trindade das Perucas)</title><link>https://www.spreaker.com/episode/lgbt-no-podcast-com-poc-de-cultura-podcastao-e-santissima-trindade-das-perucas--63480692</link><description><![CDATA[O episódio de hoje é bem diferente do nosso padrão. Se você acompanha nossas redes sociais, você já sabe que fomos convidados pelo Spotify para participar do #SpotifyForPodcastersSummit. Foi um encontro enorme que reuniu podcasters do país inteiro durante dois dias. E lá, nós participamos da gravação desse episódio que você vai ouvir agora, um crossover com o <a href="https://pocdecultura.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">POC de Cultura</a>, o Podcastão e o Santíssima Trindade das Perucas. Quatro podcasts maravilhosos, gravando juntos e conversando sobre como é ser LGBT e produzir essa mídia. Foi muito divertido, espero que vocês gostem.]]></description><guid isPermaLink="false">73ac89f1-e26d-4712-bb18-a20e4a4103e4</guid><pubDate>Thu, 26 Dec 2024 20:44:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63480692/09f55408_dcfa_6853_0222_a47963779cd8.mp3" length="42498226" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio de hoje é bem diferente do nosso padrão. Se você acompanha nossas redes sociais, você já sabe que fomos convidados pelo Spotify para participar do #SpotifyForPodcastersSummit. 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Foi muito divertido, espero que vocês gostem.]]></itunes:summary><itunes:duration>2657</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/3bba88084360ccece7b87ad1006b393e.jpg"/><itunes:episode>26</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>James Green – Além do carnaval</title><link>https://www.spreaker.com/episode/james-green-alem-do-carnaval--63480390</link><description><![CDATA[Nesta semana, inauguramos uma nova linha de episódios chamada Incendiando os clássicos em que divulgaremos trabalhos que ajudaram a fundar ou que de alguma maneira marcaram o nosso campo de estudos de gênero e sexualidade no Brasil. Incendiar os clássicos, como quero fazer aqui, deve ser entendido numa chave de colocá-los em movimento e de renovação, de fazê-los circular e aprendermos mais uma vez com eles, sem que isso signifique sacralizar esses textos. Afinal, a renovação pelo fogo é sempre um pouco de destruição. <br /> Para inaugurar o Incendiando os clássicos, conversei com <a href="https://vivo.brown.edu/display/jngreen" target="_blank" rel="noreferrer noopener">James Green</a>, que é historiador e professor de História da América Latina da Brown University. Nossa conversa foi sobre seu livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX, publicado pela editora UNESP. Por meio de uma pesquisa em jornais, arquivos médicos e policiais e uma miríade de entrevistas, James reconstrói e analisa as sociabilidades, as resistências e as opressões enfrentadas pelos homens homossexuais do Rio de Janeiro e São Paulo no longo período que vai do final do século XIX até o início da década de 1980. Além do Carnaval é um rico trabalho que costura o cotidiano com as grandes tendências sociais e políticas de cada momento.   Em função desse amplo recorte temporal, contribui também para demonstrar as mudanças ao longo do tempo nas maneiras como compreendemos a sexualidade, nos identificamos e nos organizamos. Ainda hoje, esse  trabalho é uma das principais fontes sobre a história da  homossexualidade no Brasil. <br /> Após um tempo esgotado nas livrarias, a editora da UNESP lançou uma  segunda edição. Você pode adquirir o livro no site da editora:<a href="http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicao</a>]]></description><guid isPermaLink="false">0e98190d-8a65-4cd9-9a7d-323f97d2bf56</guid><pubDate>Thu, 26 Dec 2024 20:22:14 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63480390/f8808a1a_a6a4_272a_2bec_63d3d42bd6b4.mp3" length="38418109" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, inauguramos uma nova linha de episódios chamada Incendiando os clássicos em que divulgaremos trabalhos que ajudaram a fundar ou que de alguma maneira marcaram o nosso campo de estudos de gênero e sexualidade no Brasil. 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Por meio de uma pesquisa em jornais, arquivos médicos e policiais e uma miríade de entrevistas, James reconstrói e analisa as sociabilidades, as resistências e as opressões enfrentadas pelos homens homossexuais do Rio de Janeiro e São Paulo no longo período que vai do final do século XIX até o início da década de 1980. Além do Carnaval é um rico trabalho que costura o cotidiano com as grandes tendências sociais e políticas de cada momento.   Em função desse amplo recorte temporal, contribui também para demonstrar as mudanças ao longo do tempo nas maneiras como compreendemos a sexualidade, nos identificamos e nos organizamos. Ainda hoje, esse  trabalho é uma das principais fontes sobre a história da  homossexualidade no Brasil. <br /> Após um tempo esgotado nas livrarias, a editora da UNESP lançou uma  segunda edição. Você pode adquirir o livro no site da editora:<a href="http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539307937,alem-do-carnaval-2-edicao</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2402</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/38f8dee20b88bcc103633038820cf773.jpg"/><itunes:episode>25</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Sonia Corrêa &amp; Marco Prado – Retratos da cruzada antigênero parte 2</title><link>https://www.spreaker.com/episode/sonia-correa-marco-prado-retratos-da-cruzada-antigenero-parte-2--63480391</link><description><![CDATA[Nesta semana, damos continuidade ao debate sobre  os retratos transnacionais da cruzada antigênero. Thiago e Regina Facchini conversaram com o Marco Aurélio Máximo Prado, do <a href="http://www.fafich.ufmg.br/nuh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos LGBT da UFMG</a>, e Sônia Correa, do <a href="http://www.fafich.ufmg.br/nuh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sexuality Policy Watch</a>. Caso ainda não tenha ouvido o primeiro episódio dessa nossa sequência, <a href="http://larvasincendiadas.com/2019/08/14/20-marco-prado-sonia-correa-retratos-da-cruzada-antigenero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">corre lá e ouça</a>.  Lá oferecemos uma genealogia do que vem hoje sendo chamado de “ideologia de gênero” (sempre entre aspas) e traçamos um breve panorama dessa ofensiva na Europa ocidental. Nessa segunda parte, Sonia e Marco nos explicaram com mais detalhes os aspectos conceituais e os parâmetros analíticos que são necessários para corretamente compreender esse fenômeno. Além disso, compararam as experiências da Europa com as da América Latina, demonstrando as diferenças e aproximações dos casos. <br /> O dossiê que baseia a nossa conversa pode ser lido gratuitamente no site da Revista Psicologia Política: <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a><br /> Além disso, recomendamos fortemente que você vá ao site do SPW e confira os materiais que vêm sendo produzidos a partir do projeto de investigação sobre a ofensiva antigênero na América Latina: <a href="https://sxpolitics.org/GPAL/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://sxpolitics.org/GPAL/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">ed72a5c0-fa19-4d6b-9865-890db066c79d</guid><pubDate>Thu, 26 Dec 2024 20:13:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/63480391/9ccca27f_92c7_2ec3_363b_b39816d057bb.mp3" length="38893400" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, damos continuidade ao debate sobre  os retratos transnacionais da cruzada antigênero. 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Lá oferecemos uma genealogia do que vem hoje sendo chamado de “ideologia de gênero” (sempre entre aspas) e traçamos um breve panorama dessa ofensiva na Europa ocidental. Nessa segunda parte, Sonia e Marco nos explicaram com mais detalhes os aspectos conceituais e os parâmetros analíticos que são necessários para corretamente compreender esse fenômeno. Além disso, compararam as experiências da Europa com as da América Latina, demonstrando as diferenças e aproximações dos casos. <br /> O dossiê que baseia a nossa conversa pode ser lido gratuitamente no site da Revista Psicologia Política: <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a><br /> Além disso, recomendamos fortemente que você vá ao site do SPW e confira os materiais que vêm sendo produzidos a partir do projeto de investigação sobre a ofensiva antigênero na América Latina: <a href="https://sxpolitics.org/GPAL/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://sxpolitics.org/GPAL/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3242</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/514696cb97dafc4971810b3017b5680a.jpg"/><itunes:episode>24</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Camila Pierobon – Tempos que duram, lutas que não acabam</title><link>https://www.spreaker.com/episode/camila-pierobon-tempos-que-duram-lutas-que-nao-acabam--62071463</link><description><![CDATA[Nesta semana, Regina Facchini conversou com Camila Pierobon que é cientista social pela UEL, mestra e doutora em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente realiza seu pós-doutorado no CEBRAP. A conversa foi sobre sua tese de doutorado Tempos que duram, lutas que não acabam: o cotidiano de Leonor e sua ética de combate. A partir do cotidiano de Leonor, uma mulher idosa moradora de uma ocupação no centro da cidade do Rio de Janeiro, Camila analisa o as temporalidades e as memórias de dor e sofrimento; a ética e o trabalho do cuidado; a precariedade infraestrutural da moradia e as relações que Eleonor e a ocupação desenvolvem com o Estado. Fique agora com a nossa conversa. <br /> Você pode ler a tese gratuitamente <a href="https://larvasincendiadas.com/wp-content/uploads/2019/09/tempos_que_duram_lutas_que_nao_acabam_o1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">b23b4d1b-ca73-4be7-8101-de3296873005</guid><pubDate>Sun, 22 Sep 2024 23:47:23 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62071463/c5acf628_9f0e_abf1_ecc4_01001c31e4e5.mp3" length="40498298" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, Regina Facchini conversou com Camila Pierobon que é cientista social pela UEL, mestra e doutora em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente realiza seu pós-doutorado no CEBRAP. A conversa foi sobre sua tese de doutorado Tempos que duram,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, Regina Facchini conversou com Camila Pierobon que é cientista social pela UEL, mestra e doutora em Ciências Sociais pela UERJ. Atualmente realiza seu pós-doutorado no CEBRAP. A conversa foi sobre sua tese de doutorado Tempos que duram, lutas que não acabam: o cotidiano de Leonor e sua ética de combate. A partir do cotidiano de Leonor, uma mulher idosa moradora de uma ocupação no centro da cidade do Rio de Janeiro, Camila analisa o as temporalidades e as memórias de dor e sofrimento; a ética e o trabalho do cuidado; a precariedade infraestrutural da moradia e as relações que Eleonor e a ocupação desenvolvem com o Estado. Fique agora com a nossa conversa. <br /> Você pode ler a tese gratuitamente <a href="https://larvasincendiadas.com/wp-content/uploads/2019/09/tempos_que_duram_lutas_que_nao_acabam_o1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>2532</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/419eb14b804a2e395abc910dd92ed442.jpg"/><itunes:episode>23</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Gleicy Mailly da Silva – Feminismos negros, estética e consumo</title><link>https://www.spreaker.com/episode/gleicy-mailly-da-silva-feminismos-negros-estetica-e-consumo--62070806</link><description><![CDATA[Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da  Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a> da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e emoção: feminismos, estética e consumo entre mulheres negras, publicado na revista <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=0104-7183&amp;lng=en&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Horizontes Antropológicos</a>. A partir de uma etnografia realizada no <a href="https://xongani.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ateliê Xongani</a>, uma marca de moda afro, seu trabalho analisa um complexo trançado entre consumo, feminismo negro, redes sociais e outros fios que atravessam a diversidade de atividades político-identitárias protagonizadas por mulheres negras na atualidade. Você pode ler o artigo gratuitamente <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-71832019000200173&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui.</a>]]></description><guid isPermaLink="false">7178c7ad-16d1-4b07-abe5-3c28af54283b</guid><pubDate>Sun, 22 Sep 2024 21:48:35 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62070806/36d123b6_ed1c_0205_cbad_aad4fd7a1465.mp3" length="36498010" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da  Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no https://www.pagu.unicamp.br/ da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, conversamos com Gleicy Mailly da  Silva, que é antropóloga, mestra e doutora em antropologia. Atualmente, realiza seu pós-doutorado no <a href="https://www.pagu.unicamp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos de Gênero Pagu</a> da UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu recente artigo Corpo, política e emoção: feminismos, estética e consumo entre mulheres negras, publicado na revista <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=0104-7183&amp;lng=en&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Horizontes Antropológicos</a>. A partir de uma etnografia realizada no <a href="https://xongani.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ateliê Xongani</a>, uma marca de moda afro, seu trabalho analisa um complexo trançado entre consumo, feminismo negro, redes sociais e outros fios que atravessam a diversidade de atividades político-identitárias protagonizadas por mulheres negras na atualidade. Você pode ler o artigo gratuitamente <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-71832019000200173&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui.</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2282</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/b4a3111f2ea8ade1da00511ef5051cfa.jpg"/><itunes:episode>22</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Gab Lamounier – Pessoas LGBT encarceradas</title><link>https://www.spreaker.com/episode/gab-lamounier-pessoas-lgbt-encarceradas--62070807</link><description><![CDATA[Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano, da interação com as pessoas encarceradas, da entrevista com gestores e da análise dos documentos e normativas que regem a política, Gab descreve e analisa as relações de poder que atravessam aquele lugar bastante peculiar, revelando as violências e também as resistências que ali ocorrem. É um convite para repensarmos a política das alas tendo em vista a sua melhora, mas sem perder o horizonte da abolição das prisões. <br /> Você pode baixar gratuitamente a íntegra do trabalho <a href="http://bit.ly/2ZmjbM3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></description><guid isPermaLink="false">f178dee0-6b8b-4a15-877c-e8838db10de6</guid><pubDate>Sun, 22 Sep 2024 21:33:08 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/62070807/53ef4ba7_0753_aa21_f4f5_50083a9b46aa.mp3" length="35778285" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, conversamos com Gab Lamounier, que é psicólogo e mestra em psicologia pela UFMG. Seu trabalho é uma análise transviada da pioneira política de Alas LGBT no Sistema Prisional de Minas Gerais. Por meio da ida semanal na ala de Vespasiano, da interação com as pessoas encarceradas, da entrevista com gestores e da análise dos documentos e normativas que regem a política, Gab descreve e analisa as relações de poder que atravessam aquele lugar bastante peculiar, revelando as violências e também as resistências que ali ocorrem. É um convite para repensarmos a política das alas tendo em vista a sua melhora, mas sem perder o horizonte da abolição das prisões. <br /> Você pode baixar gratuitamente a íntegra do trabalho <a href="http://bit.ly/2ZmjbM3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.]]></itunes:summary><itunes:duration>2237</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/156e2b3602cc74f9531e726a76d6fbbf.jpg"/><itunes:episode>21</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Marco Prado &amp; Sonia Corrêa – Retratos da cruzada antigênero</title><link>https://www.spreaker.com/episode/marco-prado-sonia-correa-retratos-da-cruzada-antigenero--61316808</link><description><![CDATA[Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=1519-549X&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Psicologia Política</a>. Esse dossiê reúne diversos artigos que oferecem desde uma genealogia do que temos chamado de “ideologia de gênero” até alguns estudos de caso de como esse fenômeno têm operado na Europa e no Brasil. É uma contribuição importante para entendermos o momento político que passamos em nosso país e também no mundo. Como o assunto é bastante complexo e longo, faremos um segundo episódio aprofundando no tema. <br /> O dossiê pode ser lido gratuitamente no site: <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a><br /> Temos também uma novidade. Fizemos uma parceria com a antropológa Regina Facchini, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP. A partir de hoje, Regina colaborará com alguns episódios.]]></description><guid isPermaLink="false">ff5c525c-0927-4968-882b-1aec40169913</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 01:24:36 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316808/a9c8fcde_a8cc_eb71_3dec_8d7a18fc3484.mp3" length="50562172" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, Thiago Coacci e Regina Facchini entrevistaram Marco Aurélio Máximo Prado e Sonia Corrêa sobre o dossiê Retratos transnacionais e nacionais das cruzadas antigênero que organizaram para a <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=1519-549X&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Psicologia Política</a>. Esse dossiê reúne diversos artigos que oferecem desde uma genealogia do que temos chamado de “ideologia de gênero” até alguns estudos de caso de como esse fenômeno têm operado na Europa e no Brasil. É uma contribuição importante para entendermos o momento político que passamos em nosso país e também no mundo. Como o assunto é bastante complexo e longo, faremos um segundo episódio aprofundando no tema. <br /> O dossiê pode ser lido gratuitamente no site: <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1519-549X20180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a><br /> Temos também uma novidade. Fizemos uma parceria com a antropológa Regina Facchini, que é pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP. 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Ao fazer essa imersão quase arqueológica, Letícia se interessa por analisar as diferentes relações entre feminismos e prostituição que emergem. É uma contribuição importante para conhecermos mais sobre esse movimento social e essa população que paradoxalmente está tão visível nas ruas das grandes cidades, mas que tão pouco tem sua voz ouvida. <br /> Referências e indicações mencionadas no episódio:<br />Letícia Barreto, <a href="https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/160706" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Somos sujeitas políticas de nossa própria história”: prostituição e feminismos em Belo Horizonte</a><br /><a href="https://issuu.com/prudha/docs/beijo_preview_final3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Beijo da Rua</a><br />Flávia Teixeira, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-83332008000200013&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">L’italia dei divietti</a><br />Carole Vance, <a href="https://philpapers.org/rec/VANSOC-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">States of Contradiction</a><br />Monique Prada, <a href="https://veneta.com.br/produto/putafeminista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Putafeminista</a><br />Amara Moira, <a href="https://www.amazon.com.br/dp/B07J2TFZGV" target="_blank" rel="noreferrer noopener">E se eu fosse pura</a>]]></description><guid isPermaLink="false">93f93421-adc0-4336-b736-ebc67da2f423</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:54:01 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316809/40f02b55_90bd_5dbb_cc11_ed51d9405d4d.mp3" length="53121308" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, conversamos com Letícia Cardoso Barreto que é psicóloga e doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Seu trabalho resgata e sistematiza a história do movimento de prostitutas de Belo Horizonte e do Brasil, bem como o conhecimento produzido...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nesta semana, conversamos com Letícia Cardoso Barreto que é psicóloga e doutora em Ciências Humanas pela UFSC. Seu trabalho resgata e sistematiza a história do movimento de prostitutas de Belo Horizonte e do Brasil, bem como o conhecimento produzido sobre a prática do trabalho sexual. Ao fazer essa imersão quase arqueológica, Letícia se interessa por analisar as diferentes relações entre feminismos e prostituição que emergem. É uma contribuição importante para conhecermos mais sobre esse movimento social e essa população que paradoxalmente está tão visível nas ruas das grandes cidades, mas que tão pouco tem sua voz ouvida. <br /> Referências e indicações mencionadas no episódio:<br />Letícia Barreto, <a href="https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/160706" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Somos sujeitas políticas de nossa própria história”: prostituição e feminismos em Belo Horizonte</a><br /><a href="https://issuu.com/prudha/docs/beijo_preview_final3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Beijo da Rua</a><br />Flávia Teixeira, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-83332008000200013&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">L’italia dei divietti</a><br />Carole Vance, <a href="https://philpapers.org/rec/VANSOC-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">States of Contradiction</a><br />Monique Prada, <a href="https://veneta.com.br/produto/putafeminista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Putafeminista</a><br />Amara Moira, <a href="https://www.amazon.com.br/dp/B07J2TFZGV" target="_blank" rel="noreferrer noopener">E se eu fosse pura</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3321</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/673360c7c796bd7f423edc48639daeff.jpg"/><itunes:episode>19</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>João Manuel de Oliveira – O que é o queer?</title><link>https://www.spreaker.com/episode/joao-manuel-de-oliveira-o-que-e-o-queer--61316813</link><description><![CDATA[Nesta semana, Beatriz Santos, Dann Carreiro/Dimitra Vulcana e Thiago Coacci conversaram com o João Manuel de Oliveira, que é doutor em psicologia social e professor visitante na UFSC, sobre os estudos e teorias queer. Nesse episódio, João nos oferece uma pequena introdução a esse campo indisciplinado do saber. <br /> Em função de alguns problemas pessoais, não conseguimos terminar a edição do episódio que seria lançado essa semana. Para não ficar sem conteúdo, o pessoal do <a href="https://horaqueer.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hora Queer</a> veio ao nosso resgate e autorizou a reprodução em nosso feed desse episódio que você ouvirá.]]></description><guid isPermaLink="false">a3bf0801-4f42-4dd6-85cb-cd30d47db265</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:51:32 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316813/27f089bc_9e55_3aea_c531_efdf4239aebf.mp3" length="72210115" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, Beatriz Santos, Dann Carreiro/Dimitra Vulcana e Thiago Coacci conversaram com o João Manuel de Oliveira, que é doutor em psicologia social e professor visitante na UFSC, sobre os estudos e teorias queer. 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Para não ficar sem conteúdo, o pessoal do <a href="https://horaqueer.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hora Queer</a> veio ao nosso resgate e autorizou a reprodução em nosso feed desse episódio que você ouvirá.]]></itunes:summary><itunes:duration>4514</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/433efa2d9260258ea06072e9d2409ed5.jpg"/><itunes:episode>18</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Alícia Krüger – Hormonização de pessoas trans</title><link>https://www.spreaker.com/episode/alicia-kruger-hormonizacao-de-pessoas-trans--61316811</link><description><![CDATA[Nesta semana, conversamos com Alícia Krüger que é farmacêutica pela UEPG, mestra em Saúde Coletiva pela UNB e doutoranda em Endocrinologia Clínica pela UNIFESP. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que buscou descrever empiricamente a frequência e os padrões de usos de hormônios pelas mulheres transexuais e travestis de Brasília. Seu trabalho oferece dados quantitativos e insights sobre essa população que podem auxiliar a fomentar políticas públicas, bem como orientar melhores práticas de atenção à saúde para pessoas trans. <br /> Você pode acessar o trabalho de Alícia em: <a href="http://bit.ly/2KTUU8t" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2KTUU8t</a>]]></description><guid isPermaLink="false">c7008de2-ae1e-4888-87fc-5b163895dcce</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:39:43 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316811/1ca64d13_38fb_791c_e56f_e15f2476e07a.mp3" length="54738167" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nesta semana, conversamos com Alícia Krüger que é farmacêutica pela UEPG, mestra em Saúde Coletiva pela UNB e doutoranda em Endocrinologia Clínica pela UNIFESP. 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Nossa conversa foi sobre seu livro Sou Travestis: estudando a cisgeneridade como uma possibilidade decolonial, publicado pela <a href="http://pade.lgbt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">padê editorial</a>. Em uma escrita fluida, que mistura relatos autoetnográficos com denso diálogo teórico, Viviane nos oferece de forma pioneira uma analítica da cisgeneridade, destrinchando como essa norma social opera em nossa sociedade. Seu trabalho contribui para uma virada nos estudos de gênero e sexualidade, no sentido de possibilitar uma análise mais simétrica da múltiplas possibilidades de gêneros ao nomear e retirar do lugar de naturalidade esse outro antes não nomeado. <br /> Você pode adquirir a versão física do livro <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf12p9dduud97ca0dIf2DvsEeWO9MvFe_mO855UIGpZLwZ9iQ/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>. Em breve, uma versão digital  estará disponível gratuitamente no site da padê. Além disso, você também pode acessar a dissertação de mestrado de Viviane em: <a href="http://bit.ly/diss-vergueiro-viviane" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/diss-vergueiro-viviane</a>]]></description><guid isPermaLink="false">4ca6439b-6517-44a6-9d26-1f0f4cb9a06a</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:24:39 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316492/017978a4_29ed_8ee4_84b3_597b2dc796bc.mp3" length="40302840" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Conversamos hoje com Viviane Vergueiro, que é formada em economia pela UNICAMP, possui mestrado em Cultura e Sociedade pela UFBA e atualmente realiza seu doutorado em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismos também na mesma...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Conversamos hoje com Viviane Vergueiro, que é formada em economia pela UNICAMP, possui mestrado em Cultura e Sociedade pela UFBA e atualmente realiza seu doutorado em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismos também na mesma universidade. Nossa conversa foi sobre seu livro Sou Travestis: estudando a cisgeneridade como uma possibilidade decolonial, publicado pela <a href="http://pade.lgbt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">padê editorial</a>. Em uma escrita fluida, que mistura relatos autoetnográficos com denso diálogo teórico, Viviane nos oferece de forma pioneira uma analítica da cisgeneridade, destrinchando como essa norma social opera em nossa sociedade. Seu trabalho contribui para uma virada nos estudos de gênero e sexualidade, no sentido de possibilitar uma análise mais simétrica da múltiplas possibilidades de gêneros ao nomear e retirar do lugar de naturalidade esse outro antes não nomeado. <br /> Você pode adquirir a versão física do livro <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf12p9dduud97ca0dIf2DvsEeWO9MvFe_mO855UIGpZLwZ9iQ/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>. Em breve, uma versão digital  estará disponível gratuitamente no site da padê. Além disso, você também pode acessar a dissertação de mestrado de Viviane em: <a href="http://bit.ly/diss-vergueiro-viviane" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/diss-vergueiro-viviane</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2519</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8d0b03b8226cea20c662415dec735e70.jpg"/><itunes:episode>16</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Silvia Aguião – A coprodução das políticas e sujeitos LGBT</title><link>https://www.spreaker.com/episode/silvia-aguiao-a-coproducao-das-politicas-e-sujeitos-lgbt--61316494</link><description><![CDATA[Conversamos hoje com Silvia Aguião, que é doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu livro Fazer-se no Estado: uma etnografia sobre o processo de constituição dos “LGBT” como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo, publicado pela Editora da UERJ em 2018. Seu trabalho é uma análise rica do processo de coprodução de sujeitos, direitos e políticas públicas LGBT que ocorreu entre os anos 2000 e início da década de 2010. Infelizmente, o livro já se encontra esgotado no site da editora, mas em breve estará disponível gratuitamente no scielo books.]]></description><guid isPermaLink="false">6545863f-5f5b-408b-b6a3-1e281ea0027c</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:20:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316494/d75b4ce4_dd19_45ce_231d_ce4097e609a6.mp3" length="43201471" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Conversamos hoje com Silvia Aguião, que é doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu livro Fazer-se no Estado: uma etnografia sobre o processo de constituição dos “LGBT” como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Conversamos hoje com Silvia Aguião, que é doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre seu livro Fazer-se no Estado: uma etnografia sobre o processo de constituição dos “LGBT” como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo, publicado pela Editora da UERJ em 2018. Seu trabalho é uma análise rica do processo de coprodução de sujeitos, direitos e políticas públicas LGBT que ocorreu entre os anos 2000 e início da década de 2010. Infelizmente, o livro já se encontra esgotado no site da editora, mas em breve estará disponível gratuitamente no scielo books.]]></itunes:summary><itunes:duration>2701</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d5d67e6428dc320d348cc0a033adf411.jpg"/><itunes:episode>15</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Marília Moschkovich – A recepção do conceito de gênero no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/marilia-moschkovich-a-recepcao-do-conceito-de-genero-no-brasil--61316496</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Marília Moschkovich, que é socióloga e doutora em educação pela UNICAMP. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado Feminist Gender Wars em que analisa a circulação global do conhecimento feminista e as controvérsias que existiram na recepção brasileira do conceito de gênero. Esse rico trabalho contribui tanto para compreendermos mais adequadamente a configuração atual dos estudos de gênero no país, quanto para situar nossa produção numa dinâmica global, rompendo com algumas leituras reducionistas que nos coloca como simplesmente absorvendo categorias produzidas no norte e posteriormente aplicando-as por aqui. <br /> Você pode acessar a tese completa da Marília em: <a href="http://bit.ly/2Jx4kWW" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2Jx4kWW</a>]]></description><guid isPermaLink="false">f9353c7d-c522-4c65-b036-3e31d2864cd6</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:18:18 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316496/9e9ec490_ba42_74d3_9a8d_72171fe7afb8.mp3" length="71489390" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Marília Moschkovich, que é socióloga e doutora em educação pela UNICAMP. 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Esse rico trabalho contribui tanto para compreendermos mais adequadamente a configuração atual dos estudos de gênero no país, quanto para situar nossa produção numa dinâmica global, rompendo com algumas leituras reducionistas que nos coloca como simplesmente absorvendo categorias produzidas no norte e posteriormente aplicando-as por aqui. <br /> Você pode acessar a tese completa da Marília em: <a href="http://bit.ly/2Jx4kWW" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2Jx4kWW</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>4469</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0cca921419e891ba9d1648f3df3090fd.jpg"/><itunes:episode>14</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Guilherme Passamani – Condutas homossexuais e envelhecimento no Pantanal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/guilherme-passamani-condutas-homossexuais-e-envelhecimento-no-pantanal--61316498</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Guilherme Rodrigues Passamani, que é doutor em ciências sociais pela UNICAMP, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenador do <a href="https://fach.ufms.br/nucleo-de-estudos-nestor-perlongher-cidade-geracao-e-sexualidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos Néstor Perlongher</a>. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro, Batalha de confete – Envelhecimento, condutas homossexuais e regimes de visibilidade no Pantanal-MS, publicado em 2018 pela editora <a href="http://www.papeisselvagens.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Papéis Selvagens</a>. A partir de um trabalho de campo em Corumbá e Ladário, duas cidades na fronteira do Brasil e Bolívia, no coração do Pantanal, Guilherme Passamani analisa os cursos de vida de pessoas com condutas homossexuais que envelheceram nesses locais. Dessa maneira, seu trabalho nos auxilia na compreensão de algumas dinâmicas pouco exploradas pelas ciências sociais como o envelhecimento de pessoas com condutas homossexuais e, talvez ainda mais importante, as especificidades das trajetórias dessas pessoas que por diversas razões não migraram para os grandes centros urbanos e vivenciaram – e ainda vivenciam – suas condutas homossexuais em pequenas cidades do interior.  <br /> Você pode adquirir o livro direto no site da editora: <a href="http://bit.ly/2J6wyY1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2J6wyY1</a><br /> Esse é o nosso primeiro episódio lançado pelo Portal Desaprender, uma iniciativa que agrega diversos podcasts sobre educação. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros em <a href="https://desaprender.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desaprender.com.br</a>. Com essa mudança é possível que tenha ocorrido erros em alguns agregadores, na maior parte das vezes basta você cancelar a sua inscrição e se inscrever novamente para resolver. Caso o erro persista e você não esteja recebendo normalmente o episódio em seu feed, entre em contato com a gente que tentaremos te ajudar.]]></description><guid isPermaLink="false">97b1f231-32a1-4710-80b0-a9cd432b31da</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:10:09 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316498/076d5aaf_14c4_741d_e40a_388cdfa4f048.mp3" length="44521329" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Guilherme Rodrigues Passamani, que é doutor em ciências sociais pela UNICAMP, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenador do...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Guilherme Rodrigues Passamani, que é doutor em ciências sociais pela UNICAMP, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenador do <a href="https://fach.ufms.br/nucleo-de-estudos-nestor-perlongher-cidade-geracao-e-sexualidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo de Estudos Néstor Perlongher</a>. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro, Batalha de confete – Envelhecimento, condutas homossexuais e regimes de visibilidade no Pantanal-MS, publicado em 2018 pela editora <a href="http://www.papeisselvagens.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Papéis Selvagens</a>. A partir de um trabalho de campo em Corumbá e Ladário, duas cidades na fronteira do Brasil e Bolívia, no coração do Pantanal, Guilherme Passamani analisa os cursos de vida de pessoas com condutas homossexuais que envelheceram nesses locais. Dessa maneira, seu trabalho nos auxilia na compreensão de algumas dinâmicas pouco exploradas pelas ciências sociais como o envelhecimento de pessoas com condutas homossexuais e, talvez ainda mais importante, as especificidades das trajetórias dessas pessoas que por diversas razões não migraram para os grandes centros urbanos e vivenciaram – e ainda vivenciam – suas condutas homossexuais em pequenas cidades do interior.  <br /> Você pode adquirir o livro direto no site da editora: <a href="http://bit.ly/2J6wyY1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2J6wyY1</a><br /> Esse é o nosso primeiro episódio lançado pelo Portal Desaprender, uma iniciativa que agrega diversos podcasts sobre educação. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros em <a href="https://desaprender.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desaprender.com.br</a>. Com essa mudança é possível que tenha ocorrido erros em alguns agregadores, na maior parte das vezes basta você cancelar a sua inscrição e se inscrever novamente para resolver. Caso o erro persista e você não esteja recebendo normalmente o episódio em seu feed, entre em contato com a gente que tentaremos te ajudar.]]></itunes:summary><itunes:duration>2783</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/45743351e3695d161c6f9aca103e3ae4.jpg"/><itunes:episode>13</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Isabela Dornelas – História do aborto terapêutico no Brasil</title><link>https://www.spreaker.com/episode/isabela-dornelas-historia-do-aborto-terapeutico-no-brasil--61316511</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Isabela de Oliveira Dornelas, que é historiadora, mestra e doutoranda em história pela UFMG. Seu trabalho analisou as controvérsias sobre o aborto terapêutico no século XIX, demonstrando como os discursos médicos, jurídicos e religiosos se entrelaçaram para produzir distintas posições relativas a essa técnica. Resgatar uma parte pouco conhecida da história possui valor em si mesmo, todavia a pesquisa de Isabela vai além. Esse olhar histórico e com uma perspectiva de gênero sobre o aborto provoca estranhamento e auxilia a desnaturalizar algumas concepções atuais que possuímos, permitindo a abertura de novos caminhos para se compreender o aborto e suas regulações. <br /> Como anunciado anteriormente, o Larvas agora integra o portal <a href="http://www.desaprender.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desaprender</a> que reúne diversos podcasts que de alguma maneira abordam o tema da educação, como o Entre Fraldas, o GizCast, o Plena Mente e outros que ainda virão. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros. Com isso, teremos algumas mudanças no Larvas. Nas próximas semanas migraremos o nosso feed para um novo servidor e também faremos algumas alterações em nosso site. Se você escuta por meio de um agregador, você deve continuar recebendo normalmente os nossos episódios. Por meio de nossas redes sociais, daremos mais detalhes sobre o processo de migração e sobre qualquer problema eventual. Então, não esquece de nos seguir!]]></description><guid isPermaLink="false">39577bcb-ce0a-4e3c-b9aa-2299d79a7f03</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:07:12 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316511/b1363b5c_671c_737f_1447_a8b86a063b19.mp3" length="43201461" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Isabela de Oliveira Dornelas, que é historiadora, mestra e doutoranda em história pela UFMG. Seu trabalho analisou as controvérsias sobre o aborto terapêutico no século XIX, demonstrando como os discursos médicos,...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Isabela de Oliveira Dornelas, que é historiadora, mestra e doutoranda em história pela UFMG. Seu trabalho analisou as controvérsias sobre o aborto terapêutico no século XIX, demonstrando como os discursos médicos, jurídicos e religiosos se entrelaçaram para produzir distintas posições relativas a essa técnica. Resgatar uma parte pouco conhecida da história possui valor em si mesmo, todavia a pesquisa de Isabela vai além. Esse olhar histórico e com uma perspectiva de gênero sobre o aborto provoca estranhamento e auxilia a desnaturalizar algumas concepções atuais que possuímos, permitindo a abertura de novos caminhos para se compreender o aborto e suas regulações. <br /> Como anunciado anteriormente, o Larvas agora integra o portal <a href="http://www.desaprender.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desaprender</a> que reúne diversos podcasts que de alguma maneira abordam o tema da educação, como o Entre Fraldas, o GizCast, o Plena Mente e outros que ainda virão. Não deixe de conferir o nosso portal e os podcasts parceiros. Com isso, teremos algumas mudanças no Larvas. Nas próximas semanas migraremos o nosso feed para um novo servidor e também faremos algumas alterações em nosso site. Se você escuta por meio de um agregador, você deve continuar recebendo normalmente os nossos episódios. 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Nossa conversa foi sobre seu livro Tramas e Dramas de Gênero e de Cor: A Violência Doméstica contra Mulheres Negras, publicado em 2016 pela editora Brado Negro. O livro é fruto de sua pesquisa de mestrado em que por meio de um cuidadoso trabalho de entrevistas faz emergir de maneira bastante complexa as formas como gênero e raça se cruzam no fenômeno da violência doméstica contra as mulheres negras, sempre destacando as maneiras distintas como essa violência pode afetar mulheres pretas e pardas. Para adquirir uma cópia do livro, entre em contato com a autora: <a href="https://gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brunacjpereira@gmail.com</a><br /> Temos uma novidade para você. A partir de agora o Larvas faz parte do <a href="https://desaprender.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Desaprender</a>, uma rede que reúne podcasts sobre educação. Visite o portal e confira os outros podcasts que participam desse projeto.]]></description><guid isPermaLink="false">ed322059-9d71-4160-b922-91730249b8e7</guid><pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:03:34 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316510/b09eefd3_2ea9_ea91_2b3a_c7fe8f1545da.mp3" length="33313997" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Bruna Cristina Jaquetto Pereira, que é bacharel em relações internacionais pela UNESP, mestra e doutoranda em Sociologia pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu livro Tramas e Dramas de Gênero e de Cor: A Violência...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Bruna Cristina Jaquetto Pereira, que é bacharel em relações internacionais pela UNESP, mestra e doutoranda em Sociologia pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu livro Tramas e Dramas de Gênero e de Cor: A Violência Doméstica contra Mulheres Negras, publicado em 2016 pela editora Brado Negro. O livro é fruto de sua pesquisa de mestrado em que por meio de um cuidadoso trabalho de entrevistas faz emergir de maneira bastante complexa as formas como gênero e raça se cruzam no fenômeno da violência doméstica contra as mulheres negras, sempre destacando as maneiras distintas como essa violência pode afetar mulheres pretas e pardas. Para adquirir uma cópia do livro, entre em contato com a autora: <a href="https://gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brunacjpereira@gmail.com</a><br /> Temos uma novidade para você. A partir de agora o Larvas faz parte do <a href="https://desaprender.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Desaprender</a>, uma rede que reúne podcasts sobre educação. Visite o portal e confira os outros podcasts que participam desse projeto.]]></itunes:summary><itunes:duration>2083</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/7000b3e64795e59e7cc7e6274164263a.jpg"/><itunes:episode>11</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Larissa Peixoto e Clarisse Paradis – Mecanismos institucionais de políticas para mulheres #OPodcastÉDelas2019</title><link>https://www.spreaker.com/episode/larissa-peixoto-e-clarisse-paradis-mecanismos-institucionais-de-politicas-para-mulheres-opodcastedelas2019--61316500</link><description><![CDATA[O episódio dessa semana é um especial para a campanha  #OPodcastÉDelas2019, por isso a Larissa Peixoto assumiu como host do Larvas por um dia. Larissa é doutoranda em Ciência Política na UFMG, seu trabalho analisa de forma comparativa a representação política de mulheres (seja ela feita por deputadas ou deputados) nos parlamentos do Brasil, Reino Unido e Suécia. Larissa entrevistou Clarisse Paradis, que é doutora em Ciência Política e professora da UNILAB. Sua mais recente pesquisa se dedica a comparar a atuação dos mecanismos institucionais de políticas para mulheres no sul global, especialmente na América Latina e Africa, focando na Bolívia, Brasil, Cabo Verde e Moçambique. Larissa e Clarisse conversaram sobre suas pesquisas, sobre a UNILAB, uma universidade brasileira um tanto quanto única, sobre o contexto atual de retrocesso político no Brasil e vários outros assuntos. <br /> Para adquirir o livro Traduzindo a África Queer, organizado por Clarisse Paradis em parceria com Caterina Rea e Izzi Madalena Santos Amâncio, acesse: <a href="https://www.queerlivros.com.br/traduzindo-a-africa-queer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.queerlivros.com.br/traduzindo-a-africa-queer</a>]]></description><guid isPermaLink="false">afc1ab71-deb3-4c9f-a93d-3046fcfbdc6a</guid><pubDate>Mon, 09 Sep 2024 23:35:44 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61316500/b4ee499b_6b70_36c9_e4b5_dd8172ecb90f.mp3" length="29778063" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio dessa semana é um especial para a campanha  #OPodcastÉDelas2019, por isso a Larissa Peixoto assumiu como host do Larvas por um dia. 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Larissa e Clarisse conversaram sobre suas pesquisas, sobre a UNILAB, uma universidade brasileira um tanto quanto única, sobre o contexto atual de retrocesso político no Brasil e vários outros assuntos. <br /> Para adquirir o livro Traduzindo a África Queer, organizado por Clarisse Paradis em parceria com Caterina Rea e Izzi Madalena Santos Amâncio, acesse: <a href="https://www.queerlivros.com.br/traduzindo-a-africa-queer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.queerlivros.com.br/traduzindo-a-africa-queer</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>1862</itunes:duration><itunes:keywords>opodcast</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dbecdcc2b216aac9d2e44c04b0c7bdf5.jpg"/><itunes:episode>10</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Leandro Colling – Que os outros sejam o normal</title><link>https://www.spreaker.com/episode/leandro-colling-que-os-outros-sejam-o-normal--61141939</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Leandro Colling, que é doutor em Comunicação e Cultura, professor da UFBA e atualmente coordena o Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades (NuCus). Nossa conversa foi sobre seu livro Que os outros sejam o normal, lançado no Brasil em 2015 pela EdUFBA e que acaba de ser traduzido para o espanhol pela editora Egales. No livro, Leandro analisa as tensões entre o movimento LGBT e o ativismo queer em Portugal, Chile, Argentina e Espanha. Seu trabalho contribui para a reflexão sobre as consequências concretas da adoção de distintos enquadramentos teórico-metodológicos para fundamentar nossas práticas políticas. Além disso, é um esforço valoroso de análise comparativa de diversos países, oferecendo em português (e agora em espanhol) uma entrada para se conhecer um pouco mais de cada uma dessas realidades. <br /> O livro está disponível gratuitamente em: <a href="http://bit.ly/2XTkxt9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">⁠http://bit.ly/2XTkxt9</a>]]></description><guid isPermaLink="false">d512f225-962c-4eef-81b4-b964feb58ed4</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:35:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141939/f2a8d8fd_792e_7504_0f84_d7a0505bacba.mp3" length="44161425" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Leandro Colling, que é doutor em Comunicação e Cultura, professor da UFBA e atualmente coordena o Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades (NuCus). Nossa conversa foi sobre seu livro Que os outros...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Leandro Colling, que é doutor em Comunicação e Cultura, professor da UFBA e atualmente coordena o Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gêneros e Sexualidades (NuCus). Nossa conversa foi sobre seu livro Que os outros sejam o normal, lançado no Brasil em 2015 pela EdUFBA e que acaba de ser traduzido para o espanhol pela editora Egales. No livro, Leandro analisa as tensões entre o movimento LGBT e o ativismo queer em Portugal, Chile, Argentina e Espanha. Seu trabalho contribui para a reflexão sobre as consequências concretas da adoção de distintos enquadramentos teórico-metodológicos para fundamentar nossas práticas políticas. Além disso, é um esforço valoroso de análise comparativa de diversos países, oferecendo em português (e agora em espanhol) uma entrada para se conhecer um pouco mais de cada uma dessas realidades. <br /> O livro está disponível gratuitamente em: <a href="http://bit.ly/2XTkxt9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">⁠http://bit.ly/2XTkxt9</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2761</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e7b5c73eacd7dbf40a504bfda082bcf0.jpg"/><itunes:episode>9</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Luciana Andrade – Lei Maria da Penha: aplicação, desafios e condicionalidades</title><link>https://www.spreaker.com/episode/luciana-andrade-lei-maria-da-penha-aplicacao-desafios-e-condicionalidades--61141944</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Luciana Andrade, que é cientista social pela UFV, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Em seu trabalho, Luciana analisou julgamentos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) sobre violência doméstica contra mulheres para avaliar a aplicação da Lei Maria da Penha, buscando identificar as mudanças que essa legislação promoveu na forma como o judiciário lida com a violência doméstica, além dos limites e condicionalidades dessa aplicação. Sua pesquisa ajuda a abrir a caixa preta da justiça e fornece insights para aprofundarmos as políticas públicas de enfrentamento a violência contra as mulheres. <br /> Seu trabalho pode ser acessado aqui: <a href="http://bit.ly/2tGmY4B" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2tGmY4B</a><br /> Ao final de nossa conversa, Luciana recomendou o II Encontro Nacional da Rede de Pesquisas em Feminismos e Política que será realizado nos dias 2, 3 e 4 de abril de 2019 na Universidade Federal de Viçosa (MG). Saiba mais sobre o evento em: <a href="https://www.even3.com.br/redefeminismosepolitica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.even3.com.br/redefeminismosepolitica/</a>]]></description><guid isPermaLink="false">259dd6fa-ff5c-4587-b0e7-0924f95aa6e9</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:33:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141944/10e52988_77c8_97d3_d6bb_0f951bfade24.mp3" length="28161409" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Luciana Andrade, que é cientista social pela UFV, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Em seu trabalho, Luciana analisou julgamentos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) sobre violência doméstica...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Luciana Andrade, que é cientista social pela UFV, mestra e doutoranda em Ciência Política pela UFMG. Em seu trabalho, Luciana analisou julgamentos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) sobre violência doméstica contra mulheres para avaliar a aplicação da Lei Maria da Penha, buscando identificar as mudanças que essa legislação promoveu na forma como o judiciário lida com a violência doméstica, além dos limites e condicionalidades dessa aplicação. Sua pesquisa ajuda a abrir a caixa preta da justiça e fornece insights para aprofundarmos as políticas públicas de enfrentamento a violência contra as mulheres. <br /> Seu trabalho pode ser acessado aqui: <a href="http://bit.ly/2tGmY4B" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2tGmY4B</a><br /> Ao final de nossa conversa, Luciana recomendou o II Encontro Nacional da Rede de Pesquisas em Feminismos e Política que será realizado nos dias 2, 3 e 4 de abril de 2019 na Universidade Federal de Viçosa (MG). Saiba mais sobre o evento em: <a href="https://www.even3.com.br/redefeminismosepolitica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.even3.com.br/redefeminismosepolitica/</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>1761</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/cff456e9458085a2f966fe52f9a6c73e.jpg"/><itunes:episode>8</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Paulo Iotti – Criminalização da LGBTIfobia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/paulo-iotti-criminalizacao-da-lgbtifobia--61141938</link><description><![CDATA[O episódio de hoje é um especial sobre a criminalização da LGBTIfobia. Conversamos com Paulo Iotti que é advogado, doutor em direito, ativista LGBTI e autor das ações no STF que buscam a criminalização da homofobia e transfobia. Paulo explicou detalhadamente o que são as ações, o que pedem ao tribunal e porque optou pelas estratégias jurídicas que adotou. Além disso, enfrentou algumas das principais críticas à sua ação como a de que estaria deturpando o conceito de racismo, que violaria a separação dos poderes e a crítica abolicionista que não vê no direito penal uma mecanismo adequado para promoção de direitos humanos. Por ser um episódio gravado e publicado no calor do momento, não foi possível editá-lo para remover pequenos ruídos, repetições e vícios de linguagem, todavia, acredito que isso não vai prejudicar. Como o episódio ficou mais longo que o nosso normal, indicamos abaixo em qual momento cada assunto é abordado.  <br /> A tramitação da ação e as peças processuais são públicas e podem ser acessadas aqui: http://bit.ly/2T0RPXK <br /> Minutagem História das ações: 00:02:18 Explicação dos pedidos: 00:09:15 Resposta à critica de deturpação do conceito de racismo: 00:22:36 Síntese dos pedidos das ações: 00:36:45 Resposta à crítica de violação à separação dos poderes: 00:43:51 Resposta à crítica abolicionista: 01:07:31 Agradecimentos, indicações e divulgações: 1:38:11]]></description><guid isPermaLink="false">7b3ba90b-bf3b-4f7d-9d4c-4b7bfb3ac745</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:29:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141938/2797f246_228b_5d6c_afcd_782969a6b944.mp3" length="100801614" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio de hoje é um especial sobre a criminalização da LGBTIfobia. Conversamos com Paulo Iotti que é advogado, doutor em direito, ativista LGBTI e autor das ações no STF que buscam a criminalização da homofobia e transfobia. Paulo explicou...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[O episódio de hoje é um especial sobre a criminalização da LGBTIfobia. Conversamos com Paulo Iotti que é advogado, doutor em direito, ativista LGBTI e autor das ações no STF que buscam a criminalização da homofobia e transfobia. Paulo explicou detalhadamente o que são as ações, o que pedem ao tribunal e porque optou pelas estratégias jurídicas que adotou. Além disso, enfrentou algumas das principais críticas à sua ação como a de que estaria deturpando o conceito de racismo, que violaria a separação dos poderes e a crítica abolicionista que não vê no direito penal uma mecanismo adequado para promoção de direitos humanos. Por ser um episódio gravado e publicado no calor do momento, não foi possível editá-lo para remover pequenos ruídos, repetições e vícios de linguagem, todavia, acredito que isso não vai prejudicar. Como o episódio ficou mais longo que o nosso normal, indicamos abaixo em qual momento cada assunto é abordado.  <br /> A tramitação da ação e as peças processuais são públicas e podem ser acessadas aqui: http://bit.ly/2T0RPXK <br /> Minutagem História das ações: 00:02:18 Explicação dos pedidos: 00:09:15 Resposta à critica de deturpação do conceito de racismo: 00:22:36 Síntese dos pedidos das ações: 00:36:45 Resposta à crítica de violação à separação dos poderes: 00:43:51 Resposta à crítica abolicionista: 01:07:31 Agradecimentos, indicações e divulgações: 1:38:11]]></itunes:summary><itunes:duration>6301</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8cf24a66591f121e0b3ca5bb79d5bc1e.jpg"/><itunes:episode>7</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Marco Gavério – A ciência do desejo pela deficiência</title><link>https://www.spreaker.com/episode/marco-gaverio-a-ciencia-do-desejo-pela-deficiencia--61141138</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Marco Antônio Gavério, que é cientista social, mestre e doutorando em Sociologia pela UFSCAR. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa sobre a criação de categorias científicas para explicar os desejos pela deficiência. Sua pesquisa nos ajuda a compreender melhor como nossa sociedade produz determinadas noções de normalidade e anormalidade que instituem uma ontologia negativa para a deficiência. Nesse sistema de sentidos, a deficiência é sempre uma condição trágica e por essa razão o desejo pela deficiência seja em si ou no outro é interditado moralmente e também por meio de categorias patológicas criadas pelos saberes médicos-psiquiátricos. É um trabalho instigante que mostra que os estudos de gênero e sexualidade e os estudos sobre deficiência talvez sempre estiveram ligados. <br /> Seu trabalho pode ser acessado em: http://bit.ly/2th95tm]]></description><guid isPermaLink="false">047cf3ad-c157-433c-83c6-4502fd8ba2f3</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:26:45 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141138/1c0c86e6_9815_5199_2e30_36bf1c403e7e.mp3" length="39841501" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Marco Antônio Gavério, que é cientista social, mestre e doutorando em Sociologia pela UFSCAR. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa sobre a criação de categorias científicas para explicar os desejos pela deficiência. Sua...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Marco Antônio Gavério, que é cientista social, mestre e doutorando em Sociologia pela UFSCAR. Nossa conversa foi sobre sua pesquisa sobre a criação de categorias científicas para explicar os desejos pela deficiência. Sua pesquisa nos ajuda a compreender melhor como nossa sociedade produz determinadas noções de normalidade e anormalidade que instituem uma ontologia negativa para a deficiência. Nesse sistema de sentidos, a deficiência é sempre uma condição trágica e por essa razão o desejo pela deficiência seja em si ou no outro é interditado moralmente e também por meio de categorias patológicas criadas pelos saberes médicos-psiquiátricos. 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Bia é conhecida por seu ativismo trans e por ser a administradora do blog Transfeminismo.com. É formada em letras pela UNICAMP, onde atualmente faz seu mestrado em linguística estudando a disputa pelo sujeito do feminismo entre os discursos transfeministas e feministas radicais. Beatriz entrevistou Luma Nogueira de Andrade, que é doutora em educação, professora da UNILAB e foi presidenta da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) durante os anos de 2017 e 2018. A conversa foi sobre a pesquisa de Luma sobre os desafios e estratégias de resistência de pessoas trans e travestis na escola que resultou em seu livro Travestis na Escola: assujeitamentos e resistência à ordem normativa. <br /> O livro pode ser adquirido aqui: http://a.co/d/7Pdt4AA]]></description><guid isPermaLink="false">45793c67-a4a8-4ad0-8e32-c39b27556214</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:14:55 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141139/47be63ce_0572_fca3_24e0_fcfae1ba27df.mp3" length="48883956" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>O episódio dessa semana é um especial para celebrar o dia da visibilidade trans, por isso a ativista e pesquisadora Beatriz Pagliarini Bagagli assumiu como host do Larvas por um dia. 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A conversa foi sobre a pesquisa de Luma sobre os desafios e estratégias de resistência de pessoas trans e travestis na escola que resultou em seu livro Travestis na Escola: assujeitamentos e resistência à ordem normativa. <br /> O livro pode ser adquirido aqui: http://a.co/d/7Pdt4AA]]></itunes:summary><itunes:duration>3056</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/f581a438a2af287d4ea8ce548132c62e.jpg"/><itunes:episode>5</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Cleyton Feitosa – Políticas Públicas LGBT</title><link>https://www.spreaker.com/episode/cleyton-feitosa-politicas-publicas-lgbt--61141145</link><description><![CDATA[Nessa semana conversamos com Cleyton Feitosa, que é pedagogo e mestre em Direitos Humanos pela UFPE e atualmente realiza o doutorado em Ciência Política pela UNB. Nossa conversa foi sobre seu livro Políticas Públicas LGBT e Construção Democrática no Brasil, publicado em 2017 pela editora Appris. Sua pesquisa nos ajuda a compreender melhor as dinâmicas e desafios para o funcionamento das políticas públicas LGBT em nosso país, com uma imersão especial no Centro Estadual de Combate à Homofobia de Pernambuco. O livro pode ser adquirido em: http://bit.ly/2HeYCIM]]></description><guid isPermaLink="false">258ca895-59bc-4588-9177-09510db9fe70</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:12:58 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141145/9d7c6556_e807_ff79_7163_4ffaedf23db7.mp3" length="35982942" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana conversamos com Cleyton Feitosa, que é pedagogo e mestre em Direitos Humanos pela UFPE e atualmente realiza o doutorado em Ciência Política pela UNB. 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O livro pode ser adquirido em: http://bit.ly/2HeYCIM]]></itunes:summary><itunes:duration>2249</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0887f5329a8149b4d6af21ec2b433a12.jpg"/><itunes:episode>4</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Lucas Bulgarelli – Estratégias de Engajamento do Movimento LGBT</title><link>https://www.spreaker.com/episode/lucas-bulgarelli-estrategias-de-engajamento-do-movimento-lgbt--61141143</link><description><![CDATA[Nessa semana conversamos com Lucas Bulgarelli que é mestre e doutorando em antropologia pela USP. A conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que deu origem a dissertação [ALERTA TEXTÃO] Estratégias de engajamento do movimento LGBT de São Paulo em espaços de interação on-line e off-line (2015-2016).  Por meio de sua etnografia, conseguimos compreender os sentidos de alguns conflitos internos ao movimento, bem como suas reconfigurações recentes.  <br /> O trabalho completo pode ser baixado gratuitamente em: <a href="http://bit.ly/disbulga" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/disbulga</a>]]></description><guid isPermaLink="false">029efe48-5e8c-44d9-ace5-d759b87ad581</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:10:57 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141143/f31a1efe_6021_f0d3_5126_f6814224aeb8.mp3" length="59763147" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana conversamos com Lucas Bulgarelli que é mestre e doutorando em antropologia pela USP. A conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que deu origem a dissertação [ALERTA TEXTÃO] Estratégias de engajamento do movimento LGBT de São Paulo em...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana conversamos com Lucas Bulgarelli que é mestre e doutorando em antropologia pela USP. A conversa foi sobre sua pesquisa de mestrado que deu origem a dissertação [ALERTA TEXTÃO] Estratégias de engajamento do movimento LGBT de São Paulo em espaços de interação on-line e off-line (2015-2016).  Por meio de sua etnografia, conseguimos compreender os sentidos de alguns conflitos internos ao movimento, bem como suas reconfigurações recentes.  <br /> O trabalho completo pode ser baixado gratuitamente em: <a href="http://bit.ly/disbulga" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/disbulga</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3736</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/82b85e5f364b55da4a7e5cfd5b59c3c4.jpg"/><itunes:episode>3</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Viviane G. Freitas – Feminismos na Imprensa Alternativa Brasileira</title><link>https://www.spreaker.com/episode/viviane-g-freitas-feminismos-na-imprensa-alternativa-brasileira--61141141</link><description><![CDATA[Nessa semana conversamos com a cientista política Viviane Gonçalves Freitas sobre o seu novo livro Feminismos na Imprensa Alternativa Brasileira. O livro é fruto da sua cuidadosa pesquisa de doutorado que analisou quatro jornais feministas publicados entre as décadas de 1970 e 2010: Nós Mulheres (1976-1978), Mulherio (1981-1988), Nzinga Informativo (1985-1989) e Fêmea (1992-2014). O livro pode ser adquirido aqui: <a href="http://bit.ly/2Gh064Q" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2Gh064Q</a> Aqui no Larvas já estamos no clima do Natal, então, decidimos dar um presente para vocês: um exemplar do livro assinado pela autora. Para participar do sorteio, siga nossa conta no Twitter (<a href="http://twitter.com/incendiadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@Incendiadas</a>) e compartilhe o post desse nosso episódio com um comentário que mencione nossa @ e a #SorteioIncediado. No dia 26 de dezembro faremos o sorteio e alguma sortuda ou sortudo receberá mais esse presente de natal. <br /> Lembre-se de seguir o nosso feed no seu agregador e nos seguir nas redes sociais.]]></description><guid isPermaLink="false">5d4127c8-9703-4ed1-867f-f352f6789b4b</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:06:54 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141141/11fde537_7d24_2de1_2910_8fa8c43d6999.mp3" length="37064049" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana conversamos com a cientista política Viviane Gonçalves Freitas sobre o seu novo livro Feminismos na Imprensa Alternativa Brasileira. O livro é fruto da sua cuidadosa pesquisa de doutorado que analisou quatro jornais feministas publicados...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana conversamos com a cientista política Viviane Gonçalves Freitas sobre o seu novo livro Feminismos na Imprensa Alternativa Brasileira. O livro é fruto da sua cuidadosa pesquisa de doutorado que analisou quatro jornais feministas publicados entre as décadas de 1970 e 2010: Nós Mulheres (1976-1978), Mulherio (1981-1988), Nzinga Informativo (1985-1989) e Fêmea (1992-2014). O livro pode ser adquirido aqui: <a href="http://bit.ly/2Gh064Q" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://bit.ly/2Gh064Q</a> Aqui no Larvas já estamos no clima do Natal, então, decidimos dar um presente para vocês: um exemplar do livro assinado pela autora. Para participar do sorteio, siga nossa conta no Twitter (<a href="http://twitter.com/incendiadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@Incendiadas</a>) e compartilhe o post desse nosso episódio com um comentário que mencione nossa @ e a #SorteioIncediado. No dia 26 de dezembro faremos o sorteio e alguma sortuda ou sortudo receberá mais esse presente de natal. <br /> Lembre-se de seguir o nosso feed no seu agregador e nos seguir nas redes sociais.]]></itunes:summary><itunes:duration>2317</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/8e861251f5310799a28acabce1c35bbb.jpg"/><itunes:episode>2</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Tatiana Lionço – Contra a Má-Fé</title><link>https://www.spreaker.com/episode/tatiana-lionco-contra-a-ma-fe--61141142</link><description><![CDATA[Esse é o primeiro episódio do nosso podcast. Conversamos com a professora Tatiana Lionço (UNB) sobre o seu novo livro Contra a Má-Fé: conjurações de uma acadêmica de ação direta. O livro é composto por diversas reflexões que Tatiana vem fazendo sobre gênero, sexualidade, democracia e laicidade, especialmente influenciada pelos ataques que sofre desde que participou de um evento no Congresso Nacional.]]></description><guid isPermaLink="false">29d4240b-5a3e-42df-b0c7-6c65227f3bbc</guid><pubDate>Sat, 24 Aug 2024 20:03:29 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/61141142/5e6837aa_c57d_b3c2_ce09_dad1f37acfb5.mp3" length="37345296" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Esse é o primeiro episódio do nosso podcast. Conversamos com a professora Tatiana Lionço (UNB) sobre o seu novo livro Contra a Má-Fé: conjurações de uma acadêmica de ação direta. 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O livro é composto por diversas reflexões que Tatiana vem fazendo sobre gênero, sexualidade, democracia e laicidade, especialmente influenciada pelos ataques que sofre desde que participou de um evento no Congresso Nacional.]]></itunes:summary><itunes:duration>2335</itunes:duration><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e28d12aaba5b0189e3cf10929cbc69b6.jpg"/><itunes:episode>1</itunes:episode><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Luiz Morando - Cintura Fina em Belo Horizonte</title><link>https://www.spreaker.com/episode/luiz-morando-cintura-fina-em-belo-horizonte--42289059</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Luiz Morando, que é doutor em estudos literários pela UFMG e professor no Centro Universitário de Belo Horizonte. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Enverga, mas não quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte, publicado agora em 2020 pela editora O Sexo da Palavra. A partir de uma pesquisa minuciosa com arquivos de jornais, de entrevistas e coleta de depoimentos em comunidades online, Luiz resgatou a história de Cintura Fina, uma travesti negra cearense que viveu em Belo Horizonte entre as décadas de 50 e 80. Cintura era uma figura intrigante que ganhou fama nas páginas policiais dos jornais por não levar desaforo para casa e enfrentar com sua navalha quem quer que fosse, mas como Luiz demonstra esse é apenas um lado de sua complexa personalidade. Apesar da pesquisa ter como foco Cintura Fina, sua vida é representativa das condições de marginalidade de tantas outras travestis brasileiras e também das estratégias que desenvolveram para sobreviver e fruir, contribuindo assim para adensar a história do gênero e da sexualidade em nosso país. <br /><br />O livro está a venda no site da editora: <a href="https://www.osexodapalavra.com/cinturafina" rel="noopener">https://www.osexodapalavra.com/cinturafina</a><br /><br />Esse episódio conta com notícias narradas generosamente pelo ator Bruno Pontes e áudios do curta-metragem Derivado da Minha Beleza, dirigido por Fernanda Gomes e Luciana Barros.<br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/42289059</guid><pubDate>Thu, 03 Dec 2020 02:09:15 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/42289059/53luizmorandocinturafinaembelohorizonte.mp3" length="56386758" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Luiz Morando, que é doutor em estudos literários pela UFMG e professor no Centro Universitário de Belo Horizonte. 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Apesar da pesquisa ter como foco Cintura Fina, sua vida é representativa das condições de marginalidade de tantas outras travestis brasileiras e também das estratégias que desenvolveram para sobreviver e fruir, contribuindo assim para adensar a história do gênero e da sexualidade em nosso país. <br /><br />O livro está a venda no site da editora: <a href="https://www.osexodapalavra.com/cinturafina" rel="noopener">https://www.osexodapalavra.com/cinturafina</a><br /><br />Esse episódio conta com notícias narradas generosamente pelo ator Bruno Pontes e áudios do curta-metragem Derivado da Minha Beleza, dirigido por Fernanda Gomes e Luciana Barros.<br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3525</itunes:duration><itunes:keywords>gênero,história,sexualidade,travesti</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/dad7b561967eeb73a4cb48156e4bb1cc.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Brenda Cardoso de Castro - Mulheres descolonizando a Amazônia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/brenda-cardoso-de-castro-mulheres-descolonizando-a-amazonia--42031809</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada Mulheres descolonizando a Amazônia pelos caminhos de vida: produção de subjetividades atravessadas pelo projeto de nação desenvolvimentista. A partir de uma pesquisa de campo na Vila de Alter-do-Chão, Santarém; a comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; e a comunidade de Coroca, no rio Arapiuns e também de entrevistas com mulheres que vivem nas localidades, Brenda nos mostra como gênero, colonialidade, nação e raça se entrelaçam nas instituições, nos discursos sobre a região e na produção de subjetividades das pessoas que vivem na Amazônia. De forma bastante sensível, nos mostra a maneira como esse complexo tramado de relações de poder produz sujeições e faltas de reconhecimento, mas também permite que as mulheres ainda encontrem linhas de fugas em seus cotidianos. Assim, contribui para escaparmos de algumas armadilhas fáceis para a análise da amazônia e principalmente das vidas das mulheres que ali vivem. <br /><br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/42031809</guid><pubDate>Wed, 18 Nov 2020 04:35:30 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/42031809/52brendadecastromulheresdescolonizandoaamazonia.mp3" length="58321547" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada Mulheres descolonizando a Amazônia pelos caminhos de vida: produção de subjetividades atravessadas pelo projeto de nação desenvolvimentista. A partir de uma pesquisa de campo na Vila de Alter-do-Chão, Santarém; a comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; e a comunidade de Coroca, no rio Arapiuns e também de entrevistas com mulheres que vivem nas localidades, Brenda nos mostra como gênero, colonialidade, nação e raça se entrelaçam nas instituições, nos discursos sobre a região e na produção de subjetividades das pessoas que vivem na Amazônia. De forma bastante sensível, nos mostra a maneira como esse complexo tramado de relações de poder produz sujeições e faltas de reconhecimento, mas também permite que as mulheres ainda encontrem linhas de fugas em seus cotidianos. Assim, contribui para escaparmos de algumas armadilhas fáceis para a análise da amazônia e principalmente das vidas das mulheres que ali vivem. <br /><br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3646</itunes:duration><itunes:keywords>amazônia,colonialidade,desenvolvimento,gênero,subjetividade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/d7686060e2dd7410f9d202283a6f0d28.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Ananda Winter - Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia</title><link>https://www.spreaker.com/episode/ananda-winter-os-sentidos-da-paridade-de-genero-na-bolivia--41785116</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Ananda Winter, que é mestra e doutoranda em Ciência Política. Nossa conversa, foi sobre seu recente artigo Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia e os elementos da sua constante transformação, publicado em 2019 pela revista Novos Rumos Sociológicos. Diferentemente do Brasil, que possui um baixíssimo número de mulheres em nosso congresso nacional, a Bolívia se destaca por ter instituído a paridade de gênero na política, ao menos do ponto de vista numérico, a partir da constituição de 2009 e das legislações que se seguiram. Por meio de um conjunto de entrevistas com mulheres bolivianas envolvidas na disputa pela paridade e da análise documental, Ananda analisa esse processo e mostra como a paridade assumiu três sentidos no debate político daquele país: o de chachawarmi, o de um princípio democrático e, por fim, de representação substantiva. Sua pesquisa é fundamental para entendermos mais profundamente as desigualdades de gênero na política e os mecanismos que possuímos para enfrentá-la, ressaltando que a igualdade numérica é um horizonte desejável, mas está longe de ser o fim dos problemas. Essa pesquisa acabou de ser premiada como o melhor artigo sobre gênero e política no premiação conjunta da Associação Brasileira de Ciência Política e da ONU Mulheres. <br /><br />O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente aqui. <br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/41785116</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2020 07:00:17 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/41785116/51anandawinterparidadedegeneronabolivia.mp3" length="34241656" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Ananda Winter, que é mestra e doutoranda em Ciência Política. Nossa conversa, foi sobre seu recente artigo Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia e os elementos da sua constante transformação, publicado em 2019 pela...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Ananda Winter, que é mestra e doutoranda em Ciência Política. Nossa conversa, foi sobre seu recente artigo Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia e os elementos da sua constante transformação, publicado em 2019 pela revista Novos Rumos Sociológicos. Diferentemente do Brasil, que possui um baixíssimo número de mulheres em nosso congresso nacional, a Bolívia se destaca por ter instituído a paridade de gênero na política, ao menos do ponto de vista numérico, a partir da constituição de 2009 e das legislações que se seguiram. Por meio de um conjunto de entrevistas com mulheres bolivianas envolvidas na disputa pela paridade e da análise documental, Ananda analisa esse processo e mostra como a paridade assumiu três sentidos no debate político daquele país: o de chachawarmi, o de um princípio democrático e, por fim, de representação substantiva. Sua pesquisa é fundamental para entendermos mais profundamente as desigualdades de gênero na política e os mecanismos que possuímos para enfrentá-la, ressaltando que a igualdade numérica é um horizonte desejável, mas está longe de ser o fim dos problemas. Essa pesquisa acabou de ser premiada como o melhor artigo sobre gênero e política no premiação conjunta da Associação Brasileira de Ciência Política e da ONU Mulheres. <br /><br />O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente aqui. <br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2141</itunes:duration><itunes:keywords>ciência,feminismo,gênero,paridade,política</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/a98601e4f4a4cd1f9caa4aa97fd5a6e2.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Marcelo Natividade - Igrejas LGBT: religiosidades, política e subjetividade</title><link>https://www.spreaker.com/episode/marcelo-natividade-igrejas-lgbt-religiosidades-politica-e-subjetividade--41337299</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com o antropólogo, professor da Universidade Federal do Ceará e cantor Marcelo Natividade sobre seu recente artigo Uma família como outra qualquer: casamento igualitário e novas famílias em igrejas evangélicas LGBT, publicado em 2019 na revista Sexualidad, Salud y Sociedad. A partir de etnografias de igrejas LGBT e de uma longa pesquisa bibliográfica e documental, Marcelo nos descreve como essas igrejas fazem uma amarração complexa entre religiosidades, política e subjetividade. Suas teologias operam um deslocamento de sentido das experiências LGBT valorizando-as como positivas e parte da natureza, simultaneamente criam um enlace com categorias e discursos do campo dos direitos sexuais, projetando-os como parte de um projeto divino. Esses enlaces, no entanto, não deixam de carregar em si tensões e paradoxos entre a subversão e a normalização das experiências LGBT. Seu trabalho nos ajuda a superar visões muito simplificadoras das relações entre gênero, sexualidade e religiosidades.<br /><br />O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente aqui. <br /><br />Marcelo ainda nos contou que acabou de lançar seu álbum Dádiva. Você pode adquirir a cópia física na loja da Metanóia ou ouvido diretamente em qualquer plataforma de áudio.<br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/41337299</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2020 07:00:16 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/41337299/50marcelonatividadeigrejaslgbtreligiosidades_politicaesubjetividade.mp3" length="60961434" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com o antropólogo, professor da Universidade Federal do Ceará e cantor Marcelo Natividade sobre seu recente artigo Uma família como outra qualquer: casamento igualitário e novas famílias em igrejas evangélicas LGBT, publicado...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com o antropólogo, professor da Universidade Federal do Ceará e cantor Marcelo Natividade sobre seu recente artigo Uma família como outra qualquer: casamento igualitário e novas famílias em igrejas evangélicas LGBT, publicado em 2019 na revista Sexualidad, Salud y Sociedad. 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Você pode adquirir a cópia física na loja da Metanóia ou ouvido diretamente em qualquer plataforma de áudio.<br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>3811</itunes:duration><itunes:keywords>igreja,lgbt,religião,sexualidade</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/0748e596e37575e9ca403f86a6ce2aa9.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title>Helena Santos Assunção - Aprendendo com o feminismo africano</title><link>https://www.spreaker.com/episode/helena-santos-assuncao-aprendendo-com-o-feminismo-africano--41074115</link><description><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, “Reflexões sobre perspectivas africanas de gênero”, em que através de um movimento duplo de aproximação crítica entre o pensamento das nigerianas Ifi Amadiume e Oyèrónké Oyěwùmí e algumas feministas euroamericanas como Françoise Heritier, Judith Butler, Marilyn Strathern e Signe Arnfred, nos permite aprender com certos equívocos, evitar falsas perguntas e imposições epistêmicas. Helena exemplifica com uma análise dos ritos de iniciação feminina em Moçambique, demonstrando como levar em conta esses saberes africanos pode alterar a maneira como observamos e intervimos nessa controvérsia.<br /><br />O artigo pode ser lido na íntegra aqui. <br /><br />Helena indicou o site Filosofia Africana que vem traduzindo artigos da Oyèrónké Oyěwùmí e de outras autoras africanas <br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></description><guid isPermaLink="false">https://api.spreaker.com/episode/41074115</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2020 08:00:04 +0000</pubDate><enclosure url="https://api.spreaker.com/download/episode/41074115/49helenaassuncaoaprendendocomofeminismoafricano.mp3" length="42239802" type="audio/mpeg"/><itunes:author>Larvas Incendiadas</itunes:author><itunes:subtitle>Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, “Reflexões sobre perspectivas africanas de...</itunes:subtitle><itunes:summary><![CDATA[Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, “Reflexões sobre perspectivas africanas de gênero”, em que através de um movimento duplo de aproximação crítica entre o pensamento das nigerianas Ifi Amadiume e Oyèrónké Oyěwùmí e algumas feministas euroamericanas como Françoise Heritier, Judith Butler, Marilyn Strathern e Signe Arnfred, nos permite aprender com certos equívocos, evitar falsas perguntas e imposições epistêmicas. Helena exemplifica com uma análise dos ritos de iniciação feminina em Moçambique, demonstrando como levar em conta esses saberes africanos pode alterar a maneira como observamos e intervimos nessa controvérsia.<br /><br />O artigo pode ser lido na íntegra aqui. <br /><br />Helena indicou o site Filosofia Africana que vem traduzindo artigos da Oyèrónké Oyěwùmí e de outras autoras africanas <br /><br />Redes Sociais<br />Lembre-se de nos seguir nas redes sociais:<br />Twitter: @incendiadas<br />Facebook: /Incendiadas<br />Instagram: @larvasincendiadas<br />Site: <a href="http://www.larvasincendiadas.com" rel="noopener">http://www.larvasincendiadas.com</a><br />E-mail: <a href="mailto:larvasincendiadas@yandex.com">larvasincendiadas@yandex.com</a><br />Portal Desaprender: <a href="https://desaprender.com.br/" rel="noopener">https://desaprender.com.br/</a><br />Instagram da Regina: @facreg<br /><br />Apoio<br />Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: <a href="http://www.apoia.se/incendiadas" rel="noopener">http://www.apoia.se/incendiadas</a>]]></itunes:summary><itunes:duration>2640</itunes:duration><itunes:keywords>africano,antropologia,feminismo,gênero</itunes:keywords><itunes:explicit>false</itunes:explicit><itunes:image href="https://d3wo5wojvuv7l.cloudfront.net/t_rss_itunes_square_1400/images.spreaker.com/original/e2fa64a4c01a2e43e5fca716a8b65583.jpg"/><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>
